Diário da Cuesta
O JORNAL DE BOTUCATU

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Do TOPO DA CUESTA e sua ESCARPA , Vendo as TRÊS
PEDRAS na BASE DA NUVEM



No topo da Cuesta e de sua Escarpa pode-se ver as Três Pedras que são os pés do Gigante Deitado, essa é a bela visão que se tem do deck da Pedra do Índio e, na rampa da Base da Nuvem, apreciar os voos de parapente. Fantástico! AVANTE!!!
A Cuesta é a forma de relevo escarpada em um dos lados e apresentando um declive suave do outro. Este verdadeiro “degrau”, que popularmente era conhecido como “serra”, passou a ser conhecido pelo nome da cidade próxima da qual assume proporções mais gigantescas: Cuesta de Botucatu!
A Cuesta de Botucatu marca o início do Planalto Paulista.
Ele tem, na sua escarpa, o limite físico e humano entre o leste e o oeste do estado. Assim é a Cuesta: um espaço significativo e marcante do relevo paulista, ela é, por todos os aspectos um patrimônio natural, cultural, histórico, geológico e até artístico - fonte de inspiração para muitos artistas de nossa região.
Aregião de Botucatu, englobando também os municípios de Pardinho e Bofete, é privilegiada por uma das formações geológicas mais impressionantes do interior paulista: a Cuesta Paulista.
Sua configuração é singular. De um lado, o relevo apresenta declive suave; do outro, surge abrupto, formando uma escarpa monumental — um verdadeiro degrau gigante talhado pela natureza ao longo de milhões de anos. Essa composição geológica não apenas moldou a paisagem, mas também forjou a identidade da região.
Entre seus cartões-postais mais emblemáticos está a Pedra do Índio, cujo mirante proporciona uma visão magnífica que lembra um “Gigante Deitado”. A imagem natural impressiona moradores e visitantes, despertando imaginação, lendas e admiração. Aos pés desse “gigante”, encontram-se as chamadas Três Pedras — três blocos rochosos imponentes que alimentam narrativas populares e enriquecem o folclore local, compondo um cenário que mistura natureza, história e mito
Nos últimos anos, a região tem se consolidado como referência em turismo ecológico e de aventura. Trilhas, mirantes, voo livre, ciclismo e contemplação da natureza transformaram a Cuesta em destino cada vez mais procurado. O reconhecimento oficial de Botucatu como Estância Turística representa um marco histórico, abrindo novas possibilidades de investimentos, infraestrutura e promoção regional.

Além disso, tramita na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo projeto de lei instituindo o “Dia da Cuesta”, a ser comemorado dia 18 de fevereiro, iniciativa que reforça a importância cultural, ambiental e econô-
EXPEDIENTE

mica dessa formação única para o Estado de São Paulo.
Temos, portanto, todos os elementos para um desenvolvimento verdadeiramente autossustentável: riqueza natural, identidade geográfica, potencial turístico e reconhecimento institucional O desafio que se impõe é crescer com responsabilidade, preservar o patrimônio ambiental e transformar vocação em prosperidade.
A Cuesta não é apenas paisagem. É símbolo. É identidade. É oportunidade.
A CUESTA É SHOW!
AVANTE!
A Direção
DIRETOR: Armando Moraes Delmanto
EDITORAÇÃO E DIAGRAMAÇÃO: Gráfica Diagrama/ Edil Gomes

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