Diário da Cuesta ANO IV
Nº 1591
SÁBADO E DOMINGO, 13 E 14 DE DEZEMBRO DE 2025
NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU Acompanhe as edições anteriores em: www.diariodacuesta.com.br
Cascata Véu da Noiva e o Parque da Represa receberão a primeira verba de Botucatu como ESTÂNCIA TURÍSTICA!!! Primeiros recursos da nova classificação serão destinados ao complexo Véu de Noiva, incluindo Parque da Represa e revitalização da cascata.
Com a aprovação unânime da Assembleia Legislativa, Botucatu é oficialmente uma Estância Turística, título que garante ao município acesso a recursos anuais específicos para investimentos em infraestrutura e promoção do turismo. A conquista, anunciada nesta semana, já tem destino definido para a primeira verba que chegar ao município. Página 2
Estância Turística: Botucatu fez por merecer!
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Botucatu destinará primeiros recursos de Estância Turística para revitalização do complexo Véu de Noiva
Véu de Noiva: local está interditado desde 2018 para a construção da Represa.
Primeiros recursos da nova classificação serão destinados ao complexo Véu de Noiva, incluindo Parque da Represa e revitalização da cascata. Com a aprovação unânime da Assembleia Legislativa, Botucatu é oficialmente uma Estância Turística, título que garante ao município acesso a recursos anuais específicos para investimentos em infraestrutura e promoção do turismo. A conquista, anunciada nesta semana, já tem destino definido para a primeira verba que chegar ao município. O prefeito Fábio Leite confirmou que os primeiros recursos destinados à cidade como estância turística serão aplicados no complexo Véu de Noiva, em um projeto que inclui o desenvolvimento do Parque da Represa e a revitalização da área da cascata. “Os primeiros recursos que chegarem vão para aquela região, para que a gente faça o desenvolvimento do Parque da Represa e a revitalização da nossa cascata ali do Véu da Noiva”, afirmou Fábio Leite em entrevista à
Prever FM (100.9). A escolha da área não é por acaso. A Prefeitura já vinha buscando alternativas para viabilizar um Centro de Eventos na região da represa, conforme divulgado anteriormente pelo Acontece Botucatu, em um movimento que integra ações de valorização do entorno e ampliação da atratividade turística da cidade. A área está interditada desde 2018 para a construção da Represa do Rio Pardo, Represa Prefeito Plínio Paganini. O local é considerado estratégico pela administração por unir beleza natural, facilidade de acesso e potencial para receber atividades culturais, esportivas e ambientais. Como Estância Turística, Botucatu poderá receber a partir de agora entre R$ 3 milhões e R$ 5 milhões por ano. Como Município de Interesse Turístico (MIT) o valor era de apenas R$ 650. Com os novos investimentos, a expectativa é que Botucatu fortaleça sua presença no cenário do turismo paulista, ampliando sua oferta de lazer, estimulando a economia local e preservando áreas naturais de grande relevância para a população e visitantes. (Fonte: Acontece Botucatu)
EXPEDIENTE
DIRETOR: Armando Moraes Delmanto
NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU
EDITORAÇÃO E DIAGRAMAÇÃO: Gráfica Diagrama/ Edil Gomes
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RELEMBRANDO
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ARTIGO
“Árvore de Natal” MARIA DE LOURDES CAMILO SOUZA
“Deixei meu sapatinho Na janela do quintal Papai Noel deixou Um presente de Natal Como é que Papai Noel Não se esquece de ninguém Seja rico ou seja pobre O velhinho sempre vem” Lembram-se desta antiga cantiga de Natal? Hoje eu a ouvi e me lembrei que logo ao começar a trabalhar no Banco Itaú, chegando a época das festas de final de ano, eu me incumbia de arrumar os enfeites de Natal. O Banco disponibilizava uma exígua verba para tal finalidade. Eu procurava inventar novos enfeites, reutilizando os velhos, e com a verba adquiria algumas novidades. Lembro que um ano fiquei enfiando alfinetes com miçangas e paetés nas bolas de isopor. Inventava laços, fazia presépios, guirlandas, anjos de cones com cabeça de uma bola de isopor, encapados com papéis brilhantes, algodão grudado com cola formando os caracóis dos cabelos, ficava horas ali pendurando enfeites na árvore de Natal, colocada sempre num canto estratégico da vitrine, onde os transeuntes pudessem vê-la e apreciava de dentro da Agência e de fora para que ficasse perfeito. No mês de outubro já começava a ver novidades para incrementar os enfeites. Naquela época não tínhamos ainda as lojas de R$1,00 de chineses na cidade, nem dispunhamos de tantas novidades ou belíssimos pisca-piscas. Hoje em dia com uma pequena caixa você consegue o efeito de um mar de luzes deslumbrantes com pequenas estrelas de Led nas pontas. Anjos em formatos de lâmpadas azuis cujas luzes se alternam. Tinha especial prazer nesse trabalho. Reconheço que baldados meus esforços não era a maravilha das maravilhas, mas ano após ano eu me empenhava a criar o Natal naquele ambiente frio e comercial. Fazíamos o amigo secreto depois dos trabalhos corridos do dia 24, onde ficávamos até uma hora da tarde, uma pequena comemoração e depois nos cumprimentávamos e nos despediamos, sempre levando alguns presentes extras que ganhávamos de alguns clientes bonachões. Pelo menos um panetone e uma champanhe era praxe. Quando fui trabalhar na Medicina da UNESP, fiquei sócia da ASU, Associação dos Servidores da UNESP, e nunca me desliguei. Este ano a ASU deu aos seus sócios um presente de Natal. Fui buscar o meu ontem lá no DAP que é o departamento dos aposentados e recordei do tempo do Itaú pois era uma champanhe e um panetone e retornei toda feliz para casa. Ainda teremos sorteios de outros prêmios, pois este ano, devido a pandemia o tradicional jantar de final de ano precisou ser cancelado. Uma pena pois esse jantar reunia o pessoal da ativa e aposentados com as famílias, eram muito gostosos e divertidos, havia sorteios de Prêmios. Quem sabe ano que vem possamos ter essa alegria de volta?
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SÁBADO, 13 DE DEZEMBRO DE 2025
CULTURA&EVENTOS
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Notas&Fotos
Adelina Guimarães
LANÇAMENTO DE LIVRO MOBILIZA DIVERSAS ESFERAS DA SOCIEDADE BOTUCATUENSE A noite de terça-feira, 9 de dezembro de 2025, foi histórica para Botucatu com o lançamento do livro Misericórdia Botucatuense, de Luiz Roberto Coelho Gomes e Jorge Cini Gérios. O Salão Nobre recebeu grande público para a solenidade, que destacou a trajetória de uma das instituições mais respeitadas da cidade. A mesa diretiva foi composta por Dr. José Augusto Rodrigues Torres, representando o Conselho de Mestres Instalados; Dr. Newton Colenci Junior; Dr. Noé de Marchi, Presidente da Unimed Botucatu; e pelos autores do livro. As falas, marcadas por reconhecimento e emoção, foram acolhidas com aplausos calorosos.
Mesa diretiva
Ferdinando César Lunardi e Maria Theresa Lunardi
Os autores, Luiz Roberto Coelho Gomes, Jorge Cini Gerios com Antônio Alves Franco e José Augusto Rodrigues Torres – Mesa de Autógrafos
Após a cerimônia, o evento seguiu com sessão de autógrafos e registros fotográficos. Um coquetel descontraído proporcionou encontros e reencontros, permitindo aos presentes relembrar episódios marcantes da história da Misericórdia. Resultado de extensa pesquisa e da dedicação dos autores e de numerosos colaboradores — fotógrafos, designers, profissionais gráficos e apoiadores — o livro reúne nomes, fatos e contribuições que compõem o legado da Misericórdia Botucatuense desde sua criação, em 1894. A obra se afirma como um valioso documento histórico para a cidade.
Jorge Cini Gerios durante sua fala
Os autores, Luiz Roberto Coelho Gomes, Jorge Cini Gerios iniciando os autógrafos
Luiz Roberto Coelho Gomes, com a mulher, Elenice, filhos, noras, netos e familiares
Juliana Vasconcelos, Cristiane e Walfrido J. Oberg e Cristina Cury Ramos durante o coquetel Steve, funcionário da Misericórdia há 50 anos e os autores ladeados pelos amigos de longa data.