Diário da Cuesta ANO IV
Nº 1016 SEXTA-FEIRA, 9 DE FEVEREIRO DE 2024
NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU
CARNAVAIS TRADICIONAIS DO BOTUCATU TÊNIS CLUBE
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Comércio de Botucatu funcionará na segunda-feira de Carnaval
O comércio de Botucatu se prepara para uma semana de movimento atípico devido às festividades carnavalescas. Em um comunicado divulgado na última semana pelo Sincomercio, entidade patronal da região, foi anunciada a abertura das lojas na segunda-feira (12) de Carnaval. Tradicionalmente, essa data era trocada pelo feriado estadual de 9 de julho nas convenções. No entanto, de acordo com o Sincomercio, essa prática não está em vigor desde o ano passado. Assim, as empresas e lojas interessadas em funcionar durante feriados, incluindo o 9 de julho, devem enviar uma solicitação até 10 dias antes via e-mail. Uma vez enviado o e-mail, os comerciantes receberão um formulário para o preenchimento dos funcionários. O trabalho no feriado prevê o pagamento de verba para alimentação, um dia de folga e vale-transporte para os colaboradores. No entanto, é importante destacar que na terça-feira (13) de Carnaval o comércio de Botucatu permanecerá com suas portas fechadas, conforme informado pelo Sincomercio. As atividades serão retomadas na quarta-feira (14) de cinzas.
HOJE
Com isso, os botucatuenses terão a oportunidade de realizar suas compras e resolver suas demandas comerciais na segunda-feira. (Fonte: Botucatu Online)
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João Passos
CARNAVAIS TRADICIONAIS DO BTC
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Nos anos 50/60 Botucatu passou a curtir e a viver o Carnaval no BTC, sob o comando seguro do saudoso empresário João Passos. A AAB e a AAF vieram depois com suas atividades sociais. Era o carnaval das famílias, com lança perfume e serpentina, tudo sob controle e a alegria e o divertimento imperavam... A foto dos moços dos anos 50, vestidos de bailarinas, impactou em uma época em que isso era bem pesado... O sensacional Bloco das Nêgas Malucas fez sucesso e alegrou a festa carnavalesca no final dos anos 60; a ideia foi trazida por Wanda Delmanto do Clube Atlético Paulistano e implementada por Carmem Amat. Sucesso. Carnavais família como esses não existem mais... Vejam as outras fotos, as garotas em seu bloco, o entusiasmo dos foliões...
casal Vilaulbo Vicentini e Zoza Peduti ladeando o Bloco das Nêgas Malucas
casal Pedro Peduti e Inês, Maria Helena Amat e a jovem Anna Maria Amat. Ao fundo, Nilde Sab e Yara do Amaral Pricoli
“Bailarinas”: Zé Amat, Pedro Peduti, Pedrinho Eichenberger, Zé Fiuza e Miro Fernandes
Em pé: Vilaulbo e Zoza, Inês Peduti, Adolpho Dinucci Venditto e Silvia Amaral Amando de Barros. Sentados: Joaquim Amat, Carmem Amat, Iracema Bertochi Amat e foliões do Bloco das Nêgas Malucas.
Até acrobacias...
Bloco Carnavalesco das Garotas...
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Carnaval da Nossa Gente 2024, de Botucatu, acontece entre 10 a 13 de fevereiro com várias atrações Serão shows, intervenções artísticas, aulas de dança, matinês, discotecagens e atividades para crianças, além de marchinha, carnaval infantil, samba, pagode e desfile de blocos A Prefeitura de Botucatu, através da Secretaria de Cultura, realizará de 10 a 13 de fevereiro o Carnaval da Nossa Gente 2024. Serão diversas atrações como shows, intervenções artísticas, aulas de dança, matinês, discotecagens e atividades para crianças, além de marchinha, carnaval infantil, samba, pagode e desfile de blocos. Os eventos ocorrerão na Praça da Educação, Rua Major Matheus, Estação Ferroviária, Rio Bonito e Alvorada da Barra. Programação completa pode ser visualizada no: https://www.botucatu.sp.gov.br/carnaval-2024 Todas as atrações são gratuitas e abertas à população. Além de apresentações culturais, na Praça da Educação, (Rua Dr. José Barbosa De Barros, 120 - Vila dos Lavradores) haverá praça de alimentação. (Tribuna de Botucatu). EXPEDIENTE NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU WEBJORNALISMO DIÁRIO
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“Carnaval em Cerqueira César” Maria De Lourdes Camilo Souza
Lembrando dos velhos carnavais um em particular me nocauteou, literalmente. Tinha uma amizade bem antiga com um casal : Elias e Maria Isolda, frequentava sua casa e eles a minha. Maria Isolda era sobrinha da minha madrinha querida, a inesquecível Maria Levy. Eles viviam me contando das maravilhas do Carnaval em Cerqueira César, cidade onde nasceram e moravam seus pais. Tanto que me convidaram para ir com eles para lá e ver com meus próprios olhos. Resolvi aceitar o convite, e chegando às vésperas do Carnaval partimos alegremente no carro do Elias. Chegando lá fomos para a casa dos pais do Elias, eles tinham um comércio e passando por lá, me ofereceram aquelas deliciosas azeitonas pretas libanesas saborosas e mais algumas delícias e tomei pela primeira vez o “uzo” uma bebida que parece com aguardente mas se coloca água, ficando de uma cor leitosa. Uma delícia com um sabor de aniz, mas que sobe logo no primeiro gole. Senti que aquilo desceu queimando e segundos depois senti meu rosto ficar quente e vermelho. Nem imagino as besteiras que devo ter falado pois o Elias, seu pai e o seu irmão Alex riam muito de mim ou para mim... Sabe quando os libaneses se encontram lembra uma briga, mas é só conversa normal deles. Acostumada com a minha descendência italiana não me estranhou muito as discussões deles com os patrícios que vinham ali comprar. Depois fomos para a casa dos pais da Isolda, visitamos a loja alternativa da sua irmã. Enfim foram me colocando a vontade entre eles. Depois de um lanche fomos nos preparar para ir ver o famoso Carnaval de rua. A praça estava lotada, entre tantas pessoas vimos o alegre desfile de blocos e foliões, escola de samba com apitos e pandeiros. Foi um esquenta para irmos depois fantasiados para o Clube da cidade que frequentavam, pular o carnaval. Entre confetes e serpentinas, e a moçada da cidade animada e fantasiada brincamos ao som das marchinhas e músicas carnavalescas até a madrugada. Quando já nos dispúnhamos a ir descansar, na saída do Clube tinha uma escadinha, e o chão estava muito liso, e coberto de confetes e serpentinas coloridas só percebi o quanto depois que escorreguei e fui rolando escada abaixo. O carnaval acabou ali com meu pé torcido, não conseguia nem pisar devido á dor. Vi que a mãe da Isolda telefonou para um soldado, o Sr. Paulo, seu conhecido que viria cuidar do meu pé inchado. Fiquei de pernas para o ar literalmente, enquanto eles tentavam me socorrer. Na manhã seguinte logo cedo, chegou um homem, que se utilizando de pedras de gelo, colocou o meu pé torcido no lugar, mas não sem antes me arrancar alguns berros de dor. O caso virou a piada daquele carnaval.