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Diário do Comércio - 30/04/2013

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Supermercado fatura 9,65% a mais no mês da Páscoa

ALELUIA! A alta ante março de 2012 foi expressiva. E mais ainda se comparada a fevereiro: 19,26%. Esse desempenho, que não deve se repetir em abril, pode ser atribuído à Páscoa concentrada em março. Pág. 13 Ano 87 - Nº 23.862

Conclusão: 23h50

Jornal do empreendedor

www.dcomercio.com.br

R$ 1,40

São Paulo, terça-feira, 30 de abril de 2013 Sérgio Lima/Folhapress

MíssilMaia contra o cessar-fogo entre STF e Congresso

Enquanto os presidentes do Senado e da Câmara (foto) obtinham uma trégua com Gilmar Mendes, ministro do STF, o deputado Marco Maia, do PT, já iniciava a contra-ofensiva, coletando assinaturas para uma nova PEC. E contra, claro, o STF. Pág. 7

Sana/EFE

ENCONTRADA VIDA NA MARGINAL TIETÊ

Divulgação

O comboio passa, e o carro-bomba explode. O primeiro-ministro sírio Wael Nader al-Halqi escapou do atentado. O carro-bomba explodiu no bairro central de Damasco, Mezze, onde foi morto a tiros, há duas semanas, um membro do governo Assad. Pág. 8

Plantas viçosas e flores entre as zonas Norte e Leste são um sinal de recuperação em "um ambiente muito hostil". Pág. 10

Thomas Cristofoletti/The New York Times

A NOVA GUERRA DO CAMBOJA Grandes empresas americanas, japonesas e europeias descobriram na terra do Khmer Vermelho como se livrar dos crescentes problemas na China. O investimento estrangeiro no Camboja saltou 70% em 2012. Págs. 30 e 31

A vez dos móveis no berço de ouro da internet

Pequenas empresas, muitos empregos. Elas respondem por 39% das novas vagas de trabalho na última década. Ou seja, contrataram seis milhões de trabalhadores. E o lucro dos empreendedores cresceu 35%, diz o Ipea. Pág. 13

A categoria "casa e decoração" já é a quinta no ranking de vendas virtuais, segundo estudo da e-bit. No showroom da Mobly e Oppa, sofás, armários, cadeiras, mesas, luminárias... Pág. 38

ISSN 1679-2688

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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terça-feira, 30 de abril de 2013

A indicação é que o Copom tornou-se hipersensível à interpretação de seus atos pelo mercado. Roberto Fendt

pinião

DUPLO RECADO

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s problemas surgem quando a comunicação fica truncada. Nessa circunstância, cria-se incerteza com relação ao curso futuro da atuação do Banco Central na condução da política monetária – e o bom propósito

de orientar as expectativas fica prejudicado. Há diversos motivos para a elevação da taxa Selic e para o aviso de que o BC está alerta com relação ao comportamento da inflação – e de que poderá tornar mais acentuado o ritmo dos aumentos da taxa básica de juros. O primeiro deles é a própria previsão do Banco Central de que a economia poderá crescer 3,1% este ano. Esse aumento da oferta baliza o crescimento da demanda da economia em condições de estabilidade da inflação. Caso a demanda não venha a se comportar de maneira consistente com o aumento da oferta, novas pressões inflacionárias tornarão mais difícil levar a taxa de aumento dos preços para baixo do limite superior da meta de inflação.

A

nova advertência do diretor do BC indica que não há grande expectativa de que a política fiscal desempenhe seu papel de adequação da demanda à oferta. Ao contrário do ocorrido no segundo semestre de 2011, quando as contas públicas tornaram-se contracionistas e permitiram a derrubada da Selic de 12,5% para 7,25%, agora a política fiscal é francamente expansionista. Nada indica que esse com-

portamento das contas públicas venha a ser revertido no segundo semestre de 2013 e no ano eleitoral de 2014. Ao contrário, há um grande número de desonerações fiscais já programadas para 2014, mantendo as finanças públicas no atual ritmo de expansão da demanda.

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o lado da política cambial também não há como esperar grandes surpresas. A desvalorização ocorrida em 2012 teve pouco impacto sobre a competitividade do setor industrial, tanto no mercado externo como no mercado interno, e introduziu uma pressão adicional sobre a inflação. O máximo que as autoridades farão agora é manter o câmbio no patamar atual, sem desvalorizá-lo para beneficiar a indústria nem valorizá-lo para auxiliar no combate à inflação. Se a economia expandir-se pouco em 2013 e 2014 e a demanda persistir aquecida, tanto pela política fiscal expansionista como pela impossibilidade de valorizar o câmbio, não resta outro instru-

de incertezas para a política monetária, parece ter entrado em fase de relativa calmaria, se assim podemos qualificar o estado de permanente risco na área do euro. Não é por aí que há de se justificar o manejo da Selic pelo BC. Todas essas c on s id e ra ç õe s parecem indic a r q u e o C opom tornou-se hipersensível à interpretação de seus atos pelo mercado. A comunicação em duas etapas, por melhor que tenha sido a decisão de apresentar um esclarecimento adicional a respeito das intenções do Banco, criou mais volatilidade no mercado de juros futuros – quando a intenção certamente era produzir resultado no sentido contrário. SXC

A

ata do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada na última quinta-feira pelo Banco Central, deixou a desejar. Foi preciso que o diretor de política econômica do BC – e membro do Copom – desse um recado adicional ao mercado, durante uma palestra no mesmo dia em que a ata foi divulgada. Com base nesse recado, redigido pelo diretor e pelo presidente do BC, o mercado passou a projetar alta no mercado de juros futuros, mostrando que depois do esclarecimento efetuado passou-se a acreditar que o BC deverá buscará agora o centro da meta de inflação – e não o seu teto. Não há nada de errado com o fato de o BC ter se convencido de que a ata estava muito branda para o gosto dos agentes econômicos. O propósito da comunicação do Copom ao mercado é justamente orientar as expectativas e acelerar o processo de convergência da inflação para a meta que foi estabelecida.

ROBERTO FENDT

mento para o controle da inflação que não os aumentos da taxa Selic.

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o ponto do balanço de p a g a m e n t o s , o a umento da taxa Selic não trará problemas adicionais. Em abril ocorreu um forte retorno de recursos externos investidos em bolsa e tudo indica que teremos um ano de aumento significativo no déficit em conta corrente do

DUAS LINHAS NÃO

balanço de pagamentos. Para cobri-lo talvez não bastem os investimentos diretos externos, sendo bem vindos aportes adicionais de recursos para aplicação em títulos do Tesouro. O aumento da Selic pode tornar mais atraentes as opções de investimento desses recursos no País. Por fim, é preciso destacar que o cenário externo, sempre mencionado na comunicação do Banco Central como fonte

ROBERTO FENDT É ECONOMISTA

Moisés Rabinovici @rabdc

DIZEM TODA A VERDADE Yazan Homsy/Reuters

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srael está atacando os arsenais químicos na Síria! – avisei à editora de internacional e ao editor-chefe de plantão. Já estávamos, domingo à noite, no final de fechamento da edição de segunda-feira. O destaque no mundo eram os tiros na posse do novo governo italiano. A notícia do ataque da aviação israelense apareceu na manchete do Daily Beast, ex-Newsweek, e num despacho da agência United Press International (UPI), ambos baseados em fontes dos rebeldes sírios, em Damasco. Segundo eles, ainda, em Israel só o jornal Maariv estava publicando a informação.

E

m instantes, uma enxurrada de tuítes inundou as redes sociais e transbordou no meu computador. Uns diziam: "Israel foi fazer o serviço que era dos Estados Unidos". Havia torcida contra e a favor. Análises. Só faltava mesmo uma

confirmação oficial, tanto da Síria quanto de Israel. Lembrei-me de meu tempo como correspondente em Jerusalém. Num feriado ensolarado, as praias cheias, um telefonema para a rádio militar israelense avisou: "Atacamos o reator nuclear iraquiano. Nossos aviões foram e voltaram sem incidentes. Aqui é Menachem Beguin". O repórter contou aos outros na redação: "Um louco acaba de ligar, dizendo-se o primeiro-ministro, para informar de um bombardeio ao Osirak, perto de Bagdá." E todos riram bastante. Uma hora depois, Beguin voltou a ligar para a rádio para saber por que a notícia não tinha ido ao ar. Era verdadeira. Então, no domingo à noite, lembrava que Israel só informa operações em outros países, depois de divulgadas antes. Daí a confirma, com mais detalhes, ou a desmente. E seu porta-voz tem crédito. Mudamos a capa do jornal

Homs sob ataque: tuitesfera eleva dificuldade em confirmar notícias. e a página de internacional para refletir a notícia do ataque ao arsenal químico sírio, com o cuidado de destacar sua falta de confirmação por fontes oficiais. Esperamos monitorando o noticiário. Meia-noite mandamos a edição para as rotativas.

F

az pouquíssimo tempo um inocente foi apontado por tuítes como o homembomba de Boston. Ele procurou rapidamente a polícia para esclarecer que

nada tinha com o atentado. Mas sua foto saiu em capas de jornais. E ele apareceu morto boiando num rio. A tuitesfera também copiou cenas de filmes apocalípticos e as divulgou como sendo fotos do furacão Sandy. A mentira nas redes sociais tornou-se tão comum quanto a verdade. A vantagem, com a internet, é que o erro pode ser corrigido rapidamente. Mas não na noite de um domingo, como descobri: centenas de textos aprofundavam a

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cesário Ramalho da Silva Edy Luiz Kogut João Bico de Souza José Maria Chapina Alcazar Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Miguel Antonio de Moura Giacummo Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Renato Abucham Roberto Mateus Ordine Roberto Penteado de Camargo Ticoulat Sérgio Belleza Filho Walter Shindi Ilhoshi

notícia originalmente, ao que tudo indica, falsa. Jornalistas identificam a verdade através do consenso entre as relevantes personagens de um acontecimento, diz Clay Shirky, professor na Universidade de Colúmbia e guru de jornalistas multimídia, nerds e hackers. Só que não há mais consenso. Hoje, todos publicam sua verdade. E assim prospera a versão de que a queda das torres gêmeas em Nova York foi uma operação da CIA. Há crédulos para tudo. E a função de repórteres passou a ser separar as fontes relevantes das irrelevantes. O experto, a última palavra num tema, acabou.

O

momento da mídia é muito delicado. A mentira está tão banalizada nas redes sociais a ponto de já existirem ferramentas que as detectam e as desmoralizam – por exemplo, o Verily, lançado nasua versão beta por

pesquisadores do Instituto de Tecnologia Masdar e o Instituto de Pesquisa Qatar. Um grupo aberto a voluntários vai coletar e analisar provas para confirmar ou desmentir notícias. Os participantes, como incentivo, serão recompensados com "pontos de reputação", ou dings. Outro programa, o Storyful, checa manualmente o que se torna viral na web. E o Swift River serve de filtro para o fluxo ininterrupto de mídia social, separando o que é mais confiável e importante a ser seguido. O Google tem um serviço que vai à origem das fotos. Os antídotos não alteram o equilíbrio entre verdades e mentiras disparados pela tuitesfera. O fim do consenso não terá mais volta. Enquanto isso, Israel vai atacando os estoques químicos na Síria. Ou pode começar uma guerra a qualquer momento com o Irã. MOISÉS RABINOVICI É DIRETOR DO DC

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, Marcel Solimeo Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editor de Fotografia: Agliberto Lima. Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), Tsuli Narimatsu (tnarimatsu@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Marcus Lopes, Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke, Jaime Matos e Sandra Manfredini. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Mário Tonocchi, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves e Sílvia Pimentel. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 30 de abril de 2013

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MENTIRAS E TRAPAÇAS SÃO CARACTERÍSTICAS DO PRÓPRIO ESPÍRITO REVOLUCIONÁRIO.

pinião

ODIOSO PRECONCEITO Reprodução

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célebre historiador britânico George M a c a u l a y T r e v elyan, que ninguém dirá ter sido um conservador, escreveu em 1947: "A mais odiosa forma de preconceito moral está na historiografia que condena em voz alta os crimes e perseguições de um lado, e esconde ou defende os do outro." Ele não imaginava que um dia, num país do Terceiro Mundo, haveria de aparecer uma comissão subsidiada com dinheiro público para dar cunho oficial precisamente a esse tipo de historiografia. Talvez imaginasse que semelhante aberração somente poderia existir nas ditaduras comunistas, onde a mentira histórica, imposta à população interna para fins de controle social e distribuída no restante do mundo como arma de guerra psicológica, era a norma em lugar da exceção.

do "mundo melhor" mentem, trapaceiam, metem a mão no bolso dos outros e ainda se acham as encarnações supremas da virtude, fique sabendo que isso não é nenhum desvio, nenhuma perversão do espírito revolucionário: é o próprio espírito revolucionário.

OLAVO DE CARVALHO Para o jacobino, a coisa pública é dele, e abrange todas as coisas privadas: corpos, bens e consciências.

C

omo membros do esquema revolucionário tricontinental montado por Fidel Castro, que os recrutou, treinou, equipou, comandou e protegeu, nossos guerrilheiros e terroristas dos anos 60-70 foram cúmplices do morticínio espalhado pela ditadura cubana na América Central, na América do Sul e na África, o qual não fez menos de cem mil vítimas (v. http://cubaarchive.org/home/). Pelos critérios do Julgamento de Nuremberg, José Dirceu, Dilma Rousseff, José Genoíno e tutti quanti têm muito mais crimes pelos quais responder do que cento e poucos assassinatos praticados no Brasil, que são o máximo que a mídia paternal lhes atribui – desculpando-os aliás, implícita ou explicitamente, como reação ao golpe de 1964, embora as guerrilhas já tivessem começado em 1962. O que torna essa obviedade invisível não é só a deformação do julgamento histórico, mas a falsificação geográfica

do cenário onde os fatos se desenrolaram. Quando falam da violência militar, jornalistas e historiadores universitários jamais se esquecem de inserila no quadro internacional, descrevendo-a como manifestação local da articulação anticomunista montada entre vários governos do continente, com apoio dos EUA.

N

essa perspectiva, nossos militares aparecem como cúmplices de todos os crimes praticados contra os comunistas em escala continental. Já as guerrilhas são invariavelmente mostradas como fenômeno apenas

local, sem conexão internacional significativa nem, portanto, culpa nenhuma pelas misérias que o governo cubano andava aprontando em três continentes. Essa dupla geografia baseia-se, por sua vez, numa falsificação radical da escala cronológica, pois os governos militares só se articularam para um combate conjunto às guerrilhas em 1975 – a chamada "Operação Condor" –, ao passo que o comando unificado das guerrilhas no continente já existia desde 1962, quando Fidel Castro fundou a OLAS, Organização de Solidariedade Latino-Americana, reforçada

pela Conferência Tricontinental de Havana em 1966.

O

u seja: a reação militar ao avanço comunista ocorreu de início sob a forma de iniciativas nacionais independentes, só tardiamente se articulando em escala maior, ao passo que as guerrilhas surgiram desde o início como um empreendimento transnacional organizado. Na nossa mídia, tanto a escala geográfica quanto a cronologia dos fatos são sistematicamente invertidas há pelo menos duas décadas. Acrescente-se a isso que, à margem dos grandes jornais,

uma operação gigantesca de desinformação a respeito se desenvolve em livros escolares, programas de TV e sites da internet, a começar pela maldita Wikipedia, concebida precisamente para ser levada a sério só por meninos de ginásio, onde o início da "Operação Condor" aparece removido para datas anteriores, às vezes até para os tempos de João Goulart na Presidência, levando a falsificação ao extremo da mitologia propagandística mais torpe e descarada. Produzido com entusiasmo feroz e renitente por uma militância multitudinária, o volume desse material já ultrapassou de há muito, pela quantidade inabarcável, qualquer possibilidade de contestação racional. O advento da "Comissão da Verdade" foi preparado com bastante antecedência pela intoxicação goebbelsiana da opinião pública.

E

is como Hippolyte Taine, o grande historiador da Revolução Francesa, descrevia, em 1875 a mente dos jacobinos: "Segundo o jacobino, a coisa pública é dele, e, a seus olhos, a coisa pública abrange todas as coisas privadas, corpos e bens, almas e consciências. Assim, tudo lhe pertence. Pelo simples fato de ser jacobino, ele se acha legitimamente tzar e papa. Sendo o único esclarecido, o único patriota, ele é o único digno de comandar, e seu orgulho imperioso julga que toda resistência é um crime... No entanto, resta-lhe pôr em acordo seus próximos atos com suas palavras recentes. A operação parece difícil, pois as palavras que ele pronunciou condenam de antemão os atos que ele planeja. Ontem, ele exagerava os direitos dos governados, ao ponto de suprimir os dos governantes; amanhã ele vai exagerar os dos governantes até suprimir os dos governados. " E finaliza: "A dar-lhe ouvidos, o povo é o único soberano, e ele vai tratar o povo como escravo. A dar-lhe ouvidos, o governo não é mais que um criado de quarto, e ele vai dar ao governo as prerrogativas de um sultão. Ontem mesmo ele denunciava o menor exercício da autoridade pública como um crime, agora ele vai punir como um crime a menor resistência à autoridade pública.”

***

OLAVO DE CARVALHO É ENSAÍSTA, JORNALISTA

Se você estranha o descaramento com que os apóstolos

E PROFESSOR DE FILOSOFIA

AS APOSTAS E RISCOS DA IMIGRAÇÃO A

antiga primeiraministra britânica Margareth Thatcher disse tudo quando escreveu que o mundo "nunca deixou de ser perigoso", mas que o "Ocidente deixou de ser vigilante". Nada ilustra melhor seu ponto de vista do que o fato de que o Ocidente tem importado grande número de pessoas que odeiam nossa essência e gostariam de cortar as nossas gargantas. O politicamente correto substituiu a autopreservação. O senador Patrick Leahy nos alertou para não usar os terroristas da Maratona de Boston como argumento contra a legislação de imigração que ele defende. Mas se não estamos baseando as nossas leis em fatos sobre as realidades, no que devemos baseá-las? Em teorias da moda e da retórica piedosa? Embora não possamos condenar todos os membros de um grupo qualquer pelo que outros membros do mesmo grupo tenham feito, isso não significa que devemos ignorar o fato de que os custos e os perigos criados por alguns grupos são muito maiores do que aqueles criados por outros grupos.

A

maioria dos membros da maior parte dos grupos pode ser, basicamente, de pessoas

mais fácil do que hoje, porque a maioria das pessoas que chegaram aqui o fez para se tornar americanos, aprender a nossa língua e adotar o nosso modo de vida. Hoje, praticamente todo grupo tem seus próprios "líderes", que promovem sua identidade e modo de vida diferentes, apoiados por fanáticos pelo multiculturalismo e bilinguismo na população em geral. A palavra mágica "diversidade" é repetida indefinida e insistentemente para banir preocupações sobre a balcanização da América – e banir exemplos fornecidos pela trágica história dos Balcãs.

THOMAS SOWELL decentes. Mas se 85% do grupo A são decentes e 95% do grupo B são decentes, isso significa que é três vezes maior a proporção de pessoas indesejáveis no grupo A do que no grupo B. Devemos deliberadamente ignorar isso ao considerar as leis de imigração?

J

á se sabe que uma porcentagem significativa dos imigrantes de alguns países dependerão da previdência social, ao passo que praticamente nenhum de outros países o farão. Algumas crianças de alguns países são estudantes ardorosos na escola e, mesmo quando chegam aqui sabendo pouco ou nenhum inglês, eles passam a dominar a língua melhor do que muitos americanos nativos. Outras crianças de outros países, porém, arrastam para baixo os padrões educacionais e criam muitos

outros problemas na escola, bem como formam quadrilhas que estragam bairros inteiros com seu vandalismo e violência, ao custo de muitas vidas. Será que devemos fechar os olhos para tais diferenças e apenas olhar todos os imigrantes em conjunto, como se estivéssemos falando de pessoas abstratas em um mundo abstrato?

T

alvez o fato mais importante sobre o projeto de lei de imigração introduzida no Senado é que seus defensores estão tentando apressar sua ratificação antes que haja tempo para perguntas sérias para explorar e debater, de

modo a obter respostas importantes. Qualquer um que sugerir que devemos comparar as taxas de bem-estar, as taxas de criminalidade, as altas taxas de evasão escolar e taxas de detenção por dirigir alcoolizado entre os imigrantes de diferentes países, antes de definir quotas de imigração, é suscetível a ser estigmatizado como uma pessoa má. Acima de tudo, temos de olhar para as leis de imigração em termos de como elas afetam o povo americano e a cultura norteamericana, que nos dá uma prosperidade que esteve durante muito tempo entre as mais altas do mundo.

Americanos, afinal, não são uma raça separada, mas pessoas de muitas raças e etnias. A maioria dos americanos, contudo, tem maior qualidade de vida do que outras pessoas da mesma origem racial ou étnica em seus respectivos países de origem ancestrais. Isso é ainda mais verdadeiro para os negros norteamericanos do que para os americanos brancos.

C

laramente, o que temos neste país que faz a vida melhor aqui do que nos países de onde se originou a maioria dos americanos é algo que vale a pena preservar. Cem anos atrás, a preservação do modo de vida americano era muito

E

stamos importando muitos estrangeiros que permanecem estrangeiros, quando não hostis. Transformá-los alegremente em cidadãos por meio de decretos – e não por terem se comprometido com o modo de vida americano– é uma decisão irreversível que pode facilmente tornar-se uma aposta perigosa com o futuro de toda a sociedade. O que aconteceu em Boston mostra apenas um desses perigos. THOMAS SOWELL É ECONOMISTA, PROFESSOR, AUTOR DE VÁRIOS LIVROS E ENSAIOS, E SENIOR FELLOW NO HOOVER INSTITUTE, EM STANFORD, CALIFÓRNIA. TRADUÇÃO: MARIA JÚLIA FERRAZ PUBLICADO EM WWW.MIDIAAMAIS.COM.BR


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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)KDC7O

Sabrina Sato cobriu Daniela MAIS: Mercury na micareta de Feira de Santana e no final, tentou um arrancar um selinho da baiana.

gibaum@gibaum.com.br

2 “Você quebra o sentido do que é a família, que é o homem e a mulher, o pai e a mãe. São princípios bíblicos.”

PADRE MARCELO ROSSI // contra a adoção por casais homossexuais. Fotos: BusinessNews

Além da reeleição A proposta do senador Aécio Neves (PSDB-MG) de acabar com a reeleição, com a adoção de um mandato de cinco anos, que recebeu apoio de Eduardo Campos (PSB-PE), poderá até não dar em nada, mas é uma bandeira para ganhar mais espaços na mídia. Aécio gostaria de mais mudanças: o voto distrital misto, com “metade das vagas eleitas por distrito e outra metade com voto em lista pelos partidos políticos” e o fim das coligações partidárias, o que, na prática, poderia levar a um festival de fusões.

MAISLUXO Diane von Furstemberg está conversando com Carlos Jereisatti Filho: quer abrir mais lojasnosshoppingsdogrupoe, dependendo, fazer uma joint venture para expandir sua marca pelo Brasil. Por outro lado, a Guerlain, tradicional marca francesa de perfumes e cosméticos, também está preparando seu desembarque no Brasil, provavelmente nos shoppings Iguatemi e JK Iguatemi.

O tradicional jantar de gala oferecido na Casa Branca pelo presidente Barack Obama e sua mulher Michele em homenagem a mídia e aos correspondentes estrangeiros em Washington ganha, cada vez mais, toques de glamour, com modelos e estrelas do showbiz, dando um colorido mais do que especial na festa. Obama, antenado, fez piadas com Jay-Z, Beyoncé e Taylor Swift, entre outros. E entre tantas famosas (foram 2.800 convidados na 99ª edição do evento), estavam, da esquerda para a direita, Sharon Stone (quer morar no Brasil); Sofia Vergara, de Modern Family; a brasileira Morena Baccarin ( Homeland ); Nicole Kidman (vai ser Grace de Monaco no cinema); e Connie Britton, em alta com a série Nashville .

Noite de glamour

Demitida da Casa Civil, em setembro de 2010, debaixo de um festival de denúncias, Erenice Guerra (mais magra, com novo penteado e retoques de botox) está atuando como consultora na área de energia na condição de sócia do escritório Guerra Advogados. Entre os principais clientes, a espanhola Isolux Corsan, a ESBR, que administra Jirau, grupo argentino Idalo, que compra ativos da Petrobras lá e, de quebra, a francesa GDF Suez.

Dinheiro de feira O ex-ministro Brizola Neto, que já pensa em deixar o PDT, pensou em se bandear para o PTB, recusou e namora o PT e o PCdoB. Há dias, procurou em Porto Alegre Carlos Araujo, exmarido de Dilma Rousseff, com quem mantém boas relações e, literalmente, pediu em emprego. Desde seus 17 anos, quando começou a trabalhar, é a primeira vez que fica sem nenhum rendimento mensal. “Não tenho dinheiro nem para a feira”.

PARAENTENDER Malgrado a polêmica dos últimos dias, o Congresso não tem a menor possibilidade jurídicademudaraConstituição nosentidodemodificardealgum modo a estrutura e a faixa de competência entre os poderes. O alerta é do ex-ministro do Supremo, Francisco Rezek, que ocupava cadeira da Alta Corte em1988,quandofoipromulgada a Constituição. “Eles querem se tornar guardiões de uma carta que não leram”. Ex-juiz da Corte Internacional da Haia, Rezek emenda: “Se tivesse lido saberiam que o sistema brasileiro, nesse tópico, é inegociável”.

MISTURA FINA

NA INTERNET, a declaração do apresentador Britto Jr, no Programa da Tarde, na Record (caiu para 3 pontos de audiência na semana passada), sobre anões, mereceu um festival de criticas na internet, com protestos de entidades de todos os tipos (ele se desculpou, depois, no ar). Disse Britto Jr.: “Os anões não podem ser discriminados. Eles são pessoas assim como nós, os adultos”. QUEM diria: o MST acaba de receber o Prêmio Guernica para a Paz e Reconciliação de 2013, na cidade de Guernica, na Espanha, que inspirou o famoso quadro de Picasso. João Paulo Rodrigues, do MST, recebeu o prêmio, durante atos de memória dos 76 anos do bombardeio de Guernica pelos nazistas.

Rogéria (de nascimento, Astoldo Barroso Pinto) vai estrear em maio Com Frescura, programa de entrevistas no Canal Brasil e já gravou com Ângela Rô Rô, MV Bill, Alcione Mazzeo e Thalita Rebouças, entre outros. “Eu sou a verdadeira bandeira gay no Brasil, meu bem! Posso não ser uma mulher, mas tem uma aqui dentro" (ela adora superstars de Hollywood do passado, como Bette Davis e tem orgulho de seus seios, que cresceram com hormônios, nada de silicone – ela garante). Acha Marco Feliciano “um horror”, é super-católica e morre de rir quando vê “alguém dizendo que deixou de ser gay”.

Nada de silicone

Bolinhas e grandes bichos Para o verão do ano que vem, as confecções nacionais estão apostando na volta do pois, grande bolas fazendo contraste entre branco e preto para praia. Na parte de baixo, peças altas e meio folgadas, mais lenço na cabeça, o que faz lembrar a Dolce Vita, de Fellini. E, conforme já pode se ver em camisas e mesmo vestidos, grande estampas de bichos (leão, tigre, onça e também besouros, passarinhos e outros menores) dominando toda a peça, na frente e atrás.

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Anéis-luva (todos os dedos).

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CONSULTORA

No meio da troca de estocadas com o Supremo, o Senado não esqueceu do cafezinho, no final de uma semana onde se revelou que sete garçons que servem os senadores do plenário recebem salários entre R$ 7,3 mil e R$ 14,6 mil mensais: empenhou R$ 36,3 mil para a compra de duas máquinas de café expresso. São equipamentos ideais para ambientes com grande consumo. Por outro lado, o Superior Tribunal Militar, que também anda se desentendendo com a Suprema Corte que quer sua extinção, deverá gastar R$ 36 mil na contratação de empresa para prestação de serviços de fornecimento de cofee break e coquetel.

Fotos: Divulgação

Foco no cafezinho

Malgrado informações iniciais de que a Receita Federal, incluindo-se INSS, mais a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, já estariam apoiando a possível futura Medida Provisória que daria anistia às dividas dos clubes (mais de R$ 4 bilhões) em troca de programas de formação de atletas, o Ministério da Fazenda está mandando avisar que não deu aval a nada até agora. Quer conhecer detalhadamente a idéia e, por principio, não que anistiar ninguém, menos ainda clubes tocados historicamente por cartolas que vêm desprezando apoio a seus próprios atletas.

Nada de anistia

Festa em Mônaco Sábado próximo, um jantar de gala no hotel Paris, em Mônaco, em beneficio do Criança Esperança, marcará o lançamento da Fundação Brasil-Monaco. O convite custa mil euros por cabeça e estarão lá, entre outros, o príncipe Albert II, a princesa Charlene Wittstock e o ex-jogador Ronaldo Nazário. O cardápio será assinado pelo chef alemão Joachim Koerper, do Enotria, no Rio. E entre os pratos, vieira com crosta de castanha de caju e molho de maracujá, vitela com molho de açaí e ravióli de manga com camarão e vinagrete de tamarindo.

a cantora desconversou, beijou a outra no rosto e avisou que "ela é minha amiga e vai subir no trio elétrico comigo."

OUT

Anéis pequenos e clássicos.

The billionaire bishop A revista Bloomberg Businessweek lança material sobre Edir Macedo, com o título The billionaire bishop e apresenta o dono da Igreja Universal como “um homem franzino, alvo de dezenas de processos criminais e com cinco milhões de seguidores, cujas doações nos últimos trinta anos o transformaram num bilionário”. A fortuna de Macedo é estimada em US$ 1,2 bilhão. Em outro trecho da matéria, a revista reproduz discurso de Edir, feito em Belo Horizonte, no começo do ano: “Qual é o maior país do mundo, economicamente falando? É a America, os Estados Unidos. Sabem por que? Porque lá atrás, a colonização foi feita por homens que acreditavam na palavra de Deus. E eram pagadores de dizimo. Por isso é que está escrito na nota de dólar Nós confiarmos em Deus s”.

O MINISTRO Aloizio Mercadante, da Educação, já se submeteu e deverá fazer novos exames para descobrir a origem de alguns súbitos mal-estares que vem sofrendo, sem motivos aparentes.

SÃO NÚMEROS que podem ir parar no Guinness, o livro dos recordes: para a missa que o Papa Francisco rezará em Guaratiba, no Rio, foram pedidas dois milhões e 600 mil hostias; seis mil padres darão a comunhão; os banheiros químicos serão 7.400; no palco, de oito mil metros quadrados, estarão quatro mil religiosos e na platéia, haverá 44 mil cadeiras. Apenas o Papa Francisco se locomoverá de helicóptero: demais religiosos chegarão e voltarão de Guaratiba em vans ou ônibus.

NUMA conversa informal no Copacabana Palace, no Rio, o deputado Otavio Leite (PSDBRJ) perguntou a Arnold Schwarzenegger: “Por onde você entrou na política?” E o Exterminador : “Entrei pela direita, mas hoje sou uma pessoa de centro”. Schwarzenegger, como se sabe, foi governador da Califórnia pelo Partido Republicano.

Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero

terça-feira, 30 de abril de 2013


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 30 de abril de 2013

5 NEGATIVA Dilma não vai prestigiar a festa dos trabalhadores, amanhã, em SP.

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AFIRMATIVA Em contrapartida, virão: Eduardo Campos, Aécio e Marina Silva.

Moisés Palacios/ Folhapress

Vaiada, Dilma teme o 1º de maio. Ela não irá à festa de 1º de maio que a Força Sindical realiza para comemorar o Dia do Trabalhador. Aécio Neves, Marina Silva e Eduardo Campos irão.

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m fase de nova migração para a oposição, o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT-SP), pretende transformar o ato de 1º de Maio, amanhã, em São Paulo, em um grande palanque para os prováveis adversários da presidenta Dilma Rousseff nas eleições do ano que vem. Convidados pelo sindicalista, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), o senador Aécio Neves (PSDBMG) e a ex-ministra Marina Silva (Rede) já confirmaram presença no ato que será realizado em Santana, zona norte da capital paulista. Vaias – Ontem, a presidente Dilma foi vaiada por duas vezes por produtores rurais durante a cerimônia de entrega de 300 ônibus escolares em Campo Grande (MS). Ao ser anunciada no microfone, a presidente ouviu longas vaias, seguidas de palmas e gritos de "Dilma, Dilma'' de apoiadores. A segunda vaia ocorreu após o prefeito da capital, Alcides Bernal (PT), descrever Dilma como "a melhor presidenta''. A petista acenou para o público ao subir no palco, enquanto era vaiada. "Pelo menos me deixem terminar o que eu vim dizer", pediu a presidente aos ruidosos manifestantes na plateia. Constrangido, o governador André Puccinelli (PMDB) chegou a ir ao microfone pedir "respeito" à presidente. Em discurso, Dilma afagou os manifestantes: "Ô gente, eu acho bom vocês gritarem. Democracia é isso." A presidente ressaltou então que nenhum país do mundo se torna desenvolvido sem educação em tempo integral. Dilma afirmou que governo e famílias devem valorizar a educação desde a creche, on-

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de, segundo ela, as desigualdades começam a ser combatidas, com as crianças recebendo os mesmos incentivos e estímulos educacionais. Depois, segundo ela, é preciso buscar que todas as crianças estejam plenamente alfabetizadas até os oito anos, para que o desenvolvimento posterior se torne mais fácil. Dia do trabalho – Em meio à ameaça das centrais sindicais usarem as comemorações do Dia do Trabalho para hostilizar a presidente, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho – que deve ser o representante do Palácio do Planalto no ato – afirmou que a data é uma festa de todos os trabalhadores. Ao ser questionado sobre a presença dos rivais da presidente, o ministro respondeu: "Eles convidam quem eles quiserem, nós temos sempre ido. O governo tem muita consciência do que ele mudou, do que nós conseguimos junto com os trabalhadores mudar nessa questão toda do emprego. (...) Temos muito o que comemorar no dia 1º. de Maio. É provável que a gente esteja presente, sim, com muita honra, orgulho de ser um governo que recebe trabalhadores, dialoga com trabalhadores, que atende as reivindicações que são possíveis." Além do palanque que a Força Sindical dará a oponentes de Dilma, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) já avisou que vai usar a festa para pressionar Dilma em relação à agenda sindical. O movimento está reclamando da ausência de resposta aos trabalhadores sobre uma pauta com 11 itens, entregue ao governo em 6 de março. A ideia é que o calendário de paralisações já comece a ser discutido. Carvalho minimizou os impasses e disse que

Pelo menos me deixem terminar o que eu vim dizer... Ô gente, eu acho bom vocês gritarem. Democracia é isso. DILMA ROUSSEFF

hoje mesmo haverá definição sobre as reivindicações. "A presidenta recebeu as centrais, estamos olhando a pauta das centrais, mas ela não vai ao 1º de maio. Amanhã (hoje) vamos ter uma definição sobre as posições do governo", afirmou o ministro. Apesar de rebater as críticas dos sindicalistas, Gilberto Carvalho elogiou o movimento: "O Ministério do Trabalho hoje segue trabalhando em diálogo com os sindicatos. O movimento sindical está bem organizado, não temos que interferir ou dar sugestões de mudança neste momento, acho que está bem." (Agências)

A presidente e os vira-latas

presidente Dilma Rousseff afirmou ontem, em Campo Grande (MS), que tem "muita confiança" no Brasil que vai continuar crescendo. "Hoje, além de mostrar um futebol fantástico, mostramos também que somos capazes de distribuir renda, somos um País mais estável, que controla sua inflação, que tem a menor taxa de desemprego." Em discurso, Dilma citou uma crônica de Nelson Rodrigues sobre o "complexo de vira-lata" do povo brasileiro, que traduziu como sendo pessimista e passado. "Nos últimos 10 anos, nós enterramos o complexo de vira-lata, somos um País vencedor." Ressaltou que o País tem todas as condições de avançar e que hoje é respeitado no mundo todo. "Somos fortes, uma das maiores economias, indústria forte e competitiva." Segundo Dilma, o governo vai enviar nova proposta para uso dos recursos dos royalties na educação. O objetivo é que os recursos do pré-sal sejam usados só nessa área. "Vamos insistir nisso, vamos teimar. O País tem de destinar essa sua grande riqueza para ser gasta

em educação." A presidente reiterou que o Brasil vem dando vários passos importantes. "Distribuímos renda, elevamos a classe média, tivemos várias ações no sentido de valorizar o trabalho. O Brasil evoluiu muito, mas tem uma coisa que é crucial para darmos o salto que necessitamos pra nos transformar em um País de classe média e em uma na-

Nos últimos 10 anos, nós enterramos o complexo de viralata. Somos fortes, temos indústria competitiva. DILMA ROUSSEFF ção desenvolvida." Segundo ela, este "salto" só será dado por meio da educação. Mudança – Dilma disse que "o Brasil mudou". Afirmou que, no passado, para um governante passar recursos a outro, ele tinha de ter a mesma visão política, o mesmo credo e até a mesma "convic-

ção futebolística" para poder passar recursos. Hoje, o País passou a ter uma relação clara com Estados e municípios: "Respeitamos prefeitos e governadores porque todos fomos eleitos por voto popular." Segundo ela, é importante dar atenção às localidades do interior do País, e não só às zonas urbanas. "Além de dar importância à zona urbana, que é geralmente a tendência nos demais Estados da Federação, nós temos de dar importância para o interior." Ela disse que o Brasil voltou a investir em aeroportos regionais e anunciou que o governo vai subsidiar assentos nos aviões para que se tornem competitivos. "Vamos subsidiar passagens em voos regionais." A presidente também anunciou que oito aeroportos regionais de Mato Grosso do Sul terão R$ 201 milhões. Segundo Dilma, o governo está construindo uma fábrica de fertilizantes nitrogenados em Três Lagoas. "Fertilizante é tão importante quanto petróleo. Mato Grosso do Sul tem oferta de gás vinda da Bolívia, o que torna atraente a produção de fertilizantes." (Agências)

Depois de amargar vaias dos produtores rurais em Campo Grande, Dilma enfrenta a saia justa de um quase beijo.

Campos: PSB e PT chegaram ao consenso sobre slogans.

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O governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, demonstrou ter gostado da publicidade partidária gratuita do PT na televisão, na qual a presidente Dilma Rousseff disse que "é possível fazer cada vez mais" – frase muito semelhante à adotada por ele há algum tempo ("É possível fazer mais"). Indagado sobre como viu a publicidade partidária gratuita do PT, Campos respondeu: "Construímos um consenso." Além disso, ele negou que haja conflitos na relação com Dilma. "Minha relação com a presidente é a mesma de sempre – e vocês (jornalistas) sempre disseram que era ótima." De acordo com ele, "é muito importante que o PSB e a presidente falem na mesma linha". "O PSB compreende que essa é

uma caminhada, que vem de longe, na qual muitos colaboraram, e chegamos até aqui – e é fundamental que possamos ter a compreensão de que sempre é possível fazer mais. Quem está na vida pública tem de sempre sonhar em fazer mais." "No governo de Pernambuco, eu sempre procuro fazer mais e melhor, com menos recursos, em menos tempo. Esse é um consenso que vem se estabelecendo e é bom que a gente tenha produzido esse debate para que todos possamos ter a clareza que há muito mais a ser feito." Participante do 12º Fórum de Comandatuba, um dos principais eventos empresariais do País, em Una (BA), Campos virou o centro das atenções de boa parte dos que prestigiaram o encontro. Travou várias conversas com parlamentares,

prefeitos e governadores – tanto de situação como de oposição – e iniciou uma negociação com o presidente da P&G no Brasil, Alberto Carvalho, para a instalação de uma fábrica da empresa em Pernambuco. Ao deixar o evento, na tarde de ontem, o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB disse que começa amanhã, feriado nacional do Dia do Trabalho, uma viagem "de alguns dias" pelo interior do Estado. "Estou indo fazer uma série de visitas ao Sertão", afirmou. "Escolhemos passar o 1º de maio, dia de comemoração da luta dos trabalhadores, junto aos trabalhadores sertanejos que estão vivendo um momento extremamente duro, com a maior estiagem dos últimos 50 anos. Mas a agenda ainda não está definida." (Estadão Conteúdo)


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terça-feira, 30 de abril de 2013

Não acho correto padre, bispo, pastor se candidatarem... transformando um púlpito num palanque. Padre Marcelo Rossi

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DEUS NO CÉU E GILMAR MENDES NA TERRA

Ó RBITA Claudio Peri/EFE - 24/04/13

Ex-senadora Marina Silva agradece ministro do STF Gilmar Mendes por suspender projeto no Senado

E PAPA VAI ENCONTRAR DILMA

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governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, afirmou ontem que o papa Francisco deve se encontrar com a presidente Dilma Rousseff no Palácio Guanabara. O pontífice vem ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude, de 23 a 28 de julho. Segundo Cabral, ainda não há data confirmada para o encontro de Dilma com o papa. Ela se encontrou com Francisco quando foi ao Vaticano assistir à missa inaugural. Na ocasião, Dilma esteve com o papa por meia hora. Segundo ela, conversaram sobre pobreza e crack. "Ele é uma pessoa extremamente carismática e, ao mesmo tempo, tem grande compromisso

com os pobres." No Rio, Francisco também deve visitar comunidades carentes da cidade, segundo Cabral. Na semana passada, o responsável pela definição da agenda nas viagens do papa, o executivo italiano Alberto Gasbarri, visitou as favelas Mandela de Pedra e Varginha, em Manguinhos. A vistoria de Gasbarri credencia as duas comunidades a entrar na lista de lugares com possibilidade de receber o papa em sua visita ao Rio. Cabral disse ainda que o papa deve se encontrar com representantes da sociedade civil no Theatro Municipal, como o fez o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em 2011.

Alexandre Carvalho/Fotoarena - 25/01/11

HAITIANOS

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PADRE MARCELO

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obre o uso da igreja como plataforma política, o padre criticou os evangélicos: "A Igreja Católica é apartidária, pelo menos deve ser. Os evangélicos, às vezes, determinam em quem votar. Estamos voltando à Idade Média, o período mais terrível e negro da igreja". Sobre a presença do deputado Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara, disse: "Ele nem deveria estar lá. A partir do momento em que se diz um pastor, não dá para ser ao mesmo tempo um líder político. Acho importante ter uma bancada católica, como existe a evangélica. Mas não acho correto padre, bispo, pastor se candidatarem, porque aí estou transformando um púlpito num palanque."

VERDADE

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ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp, 68, vai apresentar à presidente Dilma Rousseff seu pedido de demissão da Comissão Nacional da Verdade por "motivos de saúde". "O ministro me telefonou e pediu que eu informasse aos integrantes da comissão que ele tinha avaliado e achava que não tinha condições de voltar a trabalhar em um mês ou dois meses. Ele disse que estava apresentando uma carta de demissão à presidenta", disse a advogada e membro do colegiado Rosa Cardoso.

governo federal começou ontem a 2ª etapa de medidas para regularizar a imigração de haitianos para o País. A Resolução Normativa 102/2013 do Conselho Nacional de Imigração, publicada ontem no Diário Oficial da União, revoga o limite de concessão de 1,2 mil vistos por ano aos imigrantes do Haiti. O teto (uma média de 100 por mês) foi instituído pelo governo em 2012 para tentar conter a entrada irregular de imigrantes haitianos pela fronteira do Acre com a Bolívia e o Peru. A imigração de haitianos, geralmente promovidas por coiotes (agenciadores de imigrantes ilegais), ocorre desde 2010 e começou a se intensificar em janeiro do ano passado.

m vídeo divulgado ontem, a ex-senadora Marina Silva agradeceu o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, pela decisão de suspender a tramitação de projeto que dificulta a viabilização de novos partidos políticos. "Vivemos recentemente uma tentativa no Congresso de silenciar a voz daqueles que têm um outro posicionamento. Graças a Deus, à mobilização da sociedade, dos senadores e do Supremo, na pessoa do ministro Gilmar Mendes, nós estamos agora livres para fazer o nosso processo político", disse Marina. Marina trabalha para criar a Rede Sustentabilidade, partido pelo qual pretende disputar a Presidência da República em 2014. O projeto suspenso por Mendes na última quarta-feira restringe o acesso de novos partidos ao dinheiro do fundo partidário e ao tempo de propaganda na televisão. O espaço de uma eventual candidatura de Marina no horário político, por exemplo, cairia de 56 segundos para apenas 19 segundos. Para Marina, o projeto, que foi patrocinado pelo Planalto e por seus dois principais aliados – PT e PMDB –, é uma "tentativa no Congresso de silenciar a voz daqueles que têm um outro posicionamento". O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados e seria analisado pelo Senado. A deci-

Divulgação

Marina: "Vivemos uma tentativa no Congresso de silenciar a voz dos que têm um outro posicionamento." são de Gilmar Mendes vale até com 300 mil assinaturas coleque os demais ministros do tadas e atingir o total necessáSupremo Tribunal Federal rio até junho. analisem o tema em plenário, Para sair do papel, além de o que ainda superar essa não tem pradisputa no zo para aconCongresso, o tecer. Rede SustenGraças a Deus (...) Ainda no vítabilidade e ao STF na pessoa deo, Marina precisa reuafirma que nir essas do ministro Gilmar seu partido, o mais de 500 Mendes, nós Rede Sustenmil assinatuestamos livres tabilidade, já ras até o mês para fazer o nosso conseguiu de outubro processo político. coletar 200 p a r a s e r r emil das cerca gistrado na MARINA SILVA de 500 mil asJustiça Eleitosinaturas neral. cessárias para o registro do Fusão de PMN e MD – O Diário partido. A meta da legenda é do Judiciário deve publicar esencerrar este mês de abril ta semana a fusão dos socialis-

tas com o PMN, o que resultará na criação do Movimento Democrático (MD). A partir da publicação, os atuais integrantes das duas legendas terão 30 dias para se desfiliar, prazo concedido igualmente a quem quiser migrar para o MD. As insatisfações vão desde a decisão considerada arbitrária pela fusão com o PMN – tomada pela direção nacional do PPS, sem consulta aos estados – até a escolha do número 33 para simbolizar o novo partido, usado atualmente pelo PMN. O PPS é representado pelo número 23. A fusão do PPS e do PMN é uma estratégia que tem por finalidade fortalecer as duas legendas. (Agências)

Fabiano Accorsi/ Folhapress - 27.01.96

Morre ex-ministro Saulo Ramos

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terra do pintor Cândido Portinari (1903-1962) se despediu na tarde de ontem de outro filho ilustre. Foi sepultado no Cemitério Cristo Redentor, em Brodowski (SP), o corpo do ex-ministro da Justiça, José Saulo Pereira Ramos, 83. Advogado, jurista e escritor, ele fez parte do ministério do governo de José Sarney, entre 1989 e 1990 e também trabalhou com o presidente Jânio Quadros.

Mais de 200 pessoas acompanharam o velório na Câmara Municipal e o sepultamento. Ramos foi casado três vezes e só tinha um filho, Fernando Saulo Ramos, que contou que o pai estava internado desde dezembro de 2012 com problemas renais e de coração. "Seu maior legado foi deixar essa imagem maravilhosa da pessoa que foi", disse o filho. Entre os presentes no velório estavam o senador

O jurista Saulo Ramos fez parte do ministério de José Sarney. José Sarney, a prefeita de Ribeirão Preto, Darcy Vera, o presidente do conselho do Bradesco, Lázaro de Melo Brandão, ex-secretários

estaduais, deputados e outros políticos. O mais abatido era Sarney, que não saiu do lado do caixão até o fim do enterro. (EC)

Leonardo Prado/Ag. Câmara - 20/03/13

Operação Concutare prende 18 Operação da PF prende secretários do Meio Ambiente por suspeita de fraude em processos de licenciamento

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NATAN DONADON

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procurador-geral da República, Roberto Gurgel, entrou com um novo pedido para que o Supremo Tribunal Federal determine a prisão imediata do deputado Natan Donadon (PMDB-RO), condenado a mais de 13 anos de reclusão por formação de quadrilha e peculato. O próprio STF já negou, em dezembro de 2012, recursos contra sua condenação lançados pela defesa e pedido de prisão imediata realizada pelo Ministério Público Federal. Segundo Gurgel, os novos recursos apresentados em março pela defesa de Natan são protelatórios.

Polícia Federal prendeu na manhã de ontem ao menos 18 pessoas – entre eles políticos e secretários de Estado – suspeitas de fraudar processos de licenciamento ambiental em órgãos públicos do Rio Grande do Sul. Mediante pagamento de propina, os órgãos aceleravam as licenças ou liberavam empreendimentos que estivessem irregulares, segundo as investigações. Entre os suspeitos estão as duas maiores autoridades ambientais do Estado, o secretário estadual do Meio Ambiente, Carlos Fernando Niedersberg (PC do B), e o secretário municipal de Meio Ambiente de Porto Alegre, Luiz Fernando Záchia (PMDB). Segundo o superintendente local da PF, Sandro Caron de Moraes, o governador Tarso Genro (PT) e o prefeito José Fortunati (PDT) foram avisados das prisões no início da manhã de ontem. O governador e o prefeito de Porto Alegre já determinaram o afastamento das pessoas apontadas

Diego Vara/Estadão Conteúdo

Sandro Caron de Moraes, superintendente da PF, diz que governador e prefeito foram avisados.

nas investigações da PF, que ocorreram por quase um ano. A polícia investiga entre 30 e 40 processos fraudados, após pagamentos de propina que variavam de R$ 20 mil a R$ 70 mil, em áreas como mineração e construção civil. Foram cumpridos 29 mandados de busca e apreensão e de prisão temporária em Porto Alegre, Taquara, Canoas, Pe-

lotas, Caxias do Sul, Caçapava do Sul, Santa Cruz do Sul e São Luiz Gonzaga – no RS e em Florianópolis (SC). A operação foi batizada de Concutare (concussão, em latim). Não foram divulgados os nomes dos empreendimentos. Segundo o delegado da PF Thiago Machado, havia vários núcleos de corrupção atuando em diversos órgãos públicos,

sem um chefe único. Entre os presos que não tiveram os nomes divulgados estão dois servidores da Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (Fepam) e um do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Segundo a Polícia Federal, devem ser indiciadas até 50 pessoas por envolvimento no esquema. (Agências)


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terça-feira, 30 de abril de 2013

DIÁRIO DO COMÉRCIO

7 Como é que essa cortezinha nossa daqui ousa isso (derrubar emenda do Congresso)? Deputado federal Nazareno Fonteles (PT-PI)

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Ed Ferreira/Estadão Conteúdo Alan Marques/ Folhapress

Visita antiestresse: Renan Calheiros e Henrique Alves vão até a casa do ministro do Supremo, Gilmar Mendes.

Diálogo para aliviar tensão Presidentes do Senado e da Câmara tentam desfazer crise entre o Legislativo e o Judiciário

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s presidentes do fora para dentro. Quando não Senado, Renan Ca- há crise, você constrói solulheiros (PMDB-AL), ções de dentro para fora e é ise da Câmara dos so que estamos tentando faDeputados, Henrique Eduar- zer", disse Calheiros. do Alves (PMDB-RN), afirmaFelicidade – Renan acresram que a reunião deles, on- centou que ficou satisfeito tem à tarde, na casa do minis- com a conversa com o ministro do Supremo Tribunal Fede- tro: "Saímos de lá com a conral (STF), Gilmar Mendes, foi vicção de que cada Poder tem "amistosa" e "resa exata dimensão peitosa". da sua responsaNegaram haver bilidade, do seu Fomos qualquer tipo de papel. A bola está crise entre os Pono chão. A coisa fazer um deres e informaestá distensionadiálogo para ram que irão se da. Foi uma con'distensionar' reunir de novo na versa boa, repiessa questão. próxima segundato." feira com Mendes. Em relação à HENRIQUE ALVES, "Fomos fazer PEC 33, aprovada PRESIDENTE DA CÂMARA um diálogo para na Comissão de DOS DEPUTADOS 'distensionar' esConstituição e Jussa questão, mostiça (CCJ) da Câtrar que, da parte do Legislati- mara dos Deputados na semavo, não há nenhuma intenção na passada e que propõe que nem qualquer ruído de estre- algumas decisões do Supremecer as relações que têm de mo Tribunal Federal passem ser, devem ser e sempre serão pelo crivo do Congresso, Henrespeitosas entre os dois Po- rique Alves afirmou que ainda deres, que são pilares da nos- não há uma definição se será sa democracia", disse Alves. arquivada. "Não existe (crise entre os Henrique Alves ficou de faPoderes), e nós não podemos zer um estudo em relação à contribuir para que ela exista, sua constitucionalidade e inporque as crises institucionais formou que, "nas próximas precisam de uma solução de horas", vai apresentar um pro-

jeto de resolução para alterar Cortezinha – Autor da proo regimento estabelecendo posta de submeter decisões que qualquer PEC seja votada do Supremo Tribunal Federal nominalmente. ao Congresso, o deputado feA medida, no entanto, não deral Nazareno Fonteles (PTvalerá retroativamente, e sim PI) chamou o STF de "corteziapenas para as próximas vo- nha" que faz "politicagem". tações. "Uma corte dos EUA em 200 "Em relação à PEC 33, esta- anos nunca ousou derrubar mos examinando com o depar- uma emenda constitucional tamento jurídico. do Congresso Para ter ideia, 94 americano. Como parlamentares deé que essa corteziram a sua presença A bola está nha nossa daqui na CCJ, titulares e no chão. ousa isso?" suplentes, que se A coisa está Fonteles disse revezaram, porainda que o minisdistensionada. tanto, durante a tro do STF Gilmar sessão. Mas, na ho- Foi uma Mendes "perdeu a ra de essa PEC ser conversa boa. oportunidade de votada, foi só por RENAN CALHEIROS, ficar calado" ao di21 deputados." zer que é melhor PRESIDENTE DO SENADO. R uí d os – Alves fechar o STF caso a reiterou que a reproposta passe. gra será modificada para evi"Ele não estudou a matéria e tar qualquer tipo de "ruído" muitos lá fazem politicagem." entre os Poderes. O deputado negou que seu "É uma questão de respon- projeto seja retaliação ao STF sabilidade, de maturidade, de pelo julgamento do Mensalão dever constitucional, não es- e criticou o que chamou de intabelecer qualquer ruído, terferência da corte no Legisqualquer confronto com o Po- lativo. der Judiciário." IndagadosehaFonteles reagiu também a via a possibilidade de anular a declarações do vice-presidenvotação da CCJ, Alves afirmou te da República, Michel Temer apenas que estão sendo anali- (PMDB), que afirmou discorsadas "alternativas jurídicas". dar da proposta. (Agências)

Carlos Humberto/ SCO/ STF

Gilmar Mendes prometeu que analisará o projeto que limita a criação de novos partidos políticos em maio

Marco Maia insiste na guerra entre o Congresso e o Supremo

Maia colhe assinaturas para PEC contra STF

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a contramão daqueles que trabalham para abafar a crise entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional, o ex-presidente da Câmara Marco Maia (PT-RS) anunciou ontem que começou a coletar assinaturas para apresentar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) com o objetivo de proibir ministros da Corte de tomar decisões liminares que suspendem atos do Legislativo. Maia afirmou que os ministros interferem no Parlamento por liminar: "Quem faz as leis, quem toma as decisões aqui é o Parlamento, que foi eleito para isso." Ele falou da decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, que sustou a tramitação do projeto que cria dificuldades para o acesso de novos partidos ao Fundo Partidário e ao

tempo de televisão. "Cito aqui o caso de matéria que ainda estava em debate nessa Casa, que não tinha sido concluída, mas uma decisão do STF, tomada de forma monocrática, sustou o debate democrático que acontecia nessa Casa. Devemos respeitar o Judiciário, mas não se curvar a esse comportamento do STF, que atrapalha o processo democrático. Essas decisões são ilegítimas." Em dezembro de 2012, após decisão da Corte sobre a perda do mandato de deputados condenados no processo do Mensalão, Maia afirmou que cabia ao Congresso dar a última palavra sobre as cassações. O STF defendeu que os condenados perdem o mandato automaticamente. Cabe à Câmara apenas chancelar essa decisão. (Folhapress)

Projeto dos partidos fica para maio

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pós se reunir com os presidentes da Câmara e do Senado, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou ontem ao portal de notícias G1 que levará em maio para julgamento no plenário da corte a ação contra o projeto que impõe regras mais rígidas para o acesso dos novos partidos políticos ao fundo partidário e ao tempo do horário eleitoral gratuito no rádio e tevê. Na última quarta, Mendes determinou suspensão da tramitação da proposta no Congresso. Na ocasião, o presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que havia uma "invasão" do STF no processo legislativo do Senado e da Câmara.

Na última quinta, o Senado apresentou recurso no STF para derrubar a liminar de Mendes que interrompeu a tramitação do projeto. Segundo o ministro do STF, os dois parlamentares pediram celeridade no julgamento do mérito da ação pelo plenário da corte. "Opedidofoideceleridade para a análise pelo pleno. Vamos julgar isso rapidamente, logo. Vou levar (para análise do plenário) em maio." Com a decisão de submeter o processo ao plenário, Mendes rejeitou a possibilidade de ele próprio rever a suspensão da tramitação do projeto. Como relator, ele poderia reconsiderar a própria liminar e permitir que a proposta voltasse a tramitar no Senado.

De autoria do deputado Edinho Araújo (PMDB-SP), o projeto que teve a tramitação suspensa por Mendes impede que parlamentares que mudem de partido no meio do mandato transfiram para a nova agremiação parte do fundo partidário e do tempo no rádio e na tevê da sigla de origem. Pelas regras atuais, a maior parte do fundo e da propaganda eleitoral é distribuída de forma proporcional ao tamanho das bancadas. A liminar foi dada por Mendes, atendendo pedido do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) protocolado dia 23, após o projeto ter sido aprovado na Câmara. A liminar prevalecerá até que o plenário do STF decida o caso. (Agências)


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terça-feira, 30 de abril de 2013

VENEZUELA General se torna réu por acusação de estimular violência pós-eleitoral

nternacional

BOLÍVIA Tribunal aprova candidatura de Evo Morales a 3º mandato

ATAQUE AO CORAÇÃO DA SÍRIA Comboio de primeiro-ministro é atingido por carro-bomba em região de alta segurança em Damasco. Premiê sobrevive, mas seis pessoas morrem. Fotos: Sana/Reuters

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p ri me ir o- mi ni st ro dir o que chamou de um comida Síria, Wael al- tê econômico. Halqi havia sido Halqi, sobreviveu a apontado para o cargo em um atentado a car- agosto, após seu antecessor, ro-bomba contra seu comboio Riyad Hijab, fugir para a Jordâem Damasco, ontem, após um nia e se unir à oposição. ataque dos rebeldes ao coraRegime sob ataque - Esta não ção da capital síria. Seis pes- é a primeira vez que a cúpula sísoas morreram na explosão, ria é alvo de atentados. incluindo um dos acompaEm dezembro passado, uma nhantes de Halqi, e outras 15 bomba feriu o ministro do Inteficaram feridas, informou a te- rior, Mohamed Shaar, e matou levisão estatal do país. cinco pessoas. Shaar escapou Como primeiro-ministro, de outro ataque em julho, mas Halqi exerce pouco poder, mas nessa ocasião quatro memo ataque destaca a crescente bros do governo morreram. capacidade dos Um era o minisrebeldes em tro da Defesa, atingir símboD a w o u d R alos da autoridajiha, e outro era de do presideno vice-ministro A Síria não te sírio, Bashar da pasta e cuprecisa de mais al-Assad, em nhado de Asmilitarização ou de s a d , A s s e f uma guerra ciradicalização do vil que, de acorShawkat. do com a OrgaEm comuniconflito. Precisa nização das Nacado, o secrede diálogo e de ções Unidas, já tário-geral da reconciliação. matou mais de ONU, Ban Ki70 mil pessoas. BAN KI-MOON moon, condeO ataque nou o "ataque ocorreu no distrito de Mezze, terrorista". "Atingir civis é inauma área central de Damasco ceitável", afirmou. "A Síria não tida como segura e que abriga precisa de mais militarização diversas instituições governa- ou de radicalização do conflito. mentais e militares. Vários Precisa urgentemente de diálomembros do alto escalão do re- go e de reconciliação." gime sírio vivem na região. Armas químicas - Ban voltou Seis pessoas morreram no a pedir ontem ao governo sírio atentado, incluindo um dos que autorize a entrada dos insguarda-costas de Halqi, reve- petores para investigar as lou o Observatório Sírio de Di- acusações de uso de armas reitos Humanos. O diretor da químicas contra os rebeldes. entidade, Rami Abdel Rahman, A suspeita foi discutida ondisse que o motorista do premiê tem entre o presidente dos e um segundo guarda-costas fi- EUA, Barack Obama, e o colecaram gravemente feridos. ga russo, Vladimir Putin, que é A agência estatal Sana divul- aliado de Assad. gou uma declaração de Halqi Na semana passada, autoricondenando os ataques, que dades norte-americanas dissedisse ser um indício do "fracas- ram que tinham "vários graus so dos grupos terroristas". de confiança" de que tais armas A emissora síria Al-Ikhbariya foram usadas na Síria e que, se mais tarde transmitiu ima- for provado, poderia desencagens de Halqi, que parecia dear ações não especificadas composto e sereno, ao presi- contra o regime. (Agências)

Sírios observam veículos destruídos por carro-bomba em Mezze, distrito onde vivem vários membros do alto escalão do regime de Assad.

Após o atentado, TV síria transmite imagens de Halqi presidindo reunião de comitê econômico.

Amir Cohen/Reuters

A 'linha vermelha' iraniana Depois de alertar sobre a Síria, Israel relembra a ameaça nuclear de Teerã.

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Crianças israelenses observam exercício militar de paraquedistas em base aérea perto de Tel Aviv

primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou ontem que o Irã continua desenvolvendo seu programa nuclear e "se aproxima rapidamente" da "linha vermelha" que ele próprio traçou em seu discurso na Organização das Nações Unidas (ONU) em setembro do ano passado. Após seu discurso na Assembleia-Geral da ONU em setembro passado, Netanyahu afirmou que as atividades nucleares iranianas deveriam ser interrompidas antes que o país produza urânio enriquecido a 20%, suficiente para fazer uma bomba. Ele disse, na época, que Teerã poderia atingir esse patamar em meados de 2013. Na semana passada, Amos Yadlin, ex-chefe da inteligência militar israelense disse em uma conferência de segurança em Tel Aviv que "os iranianos cruzaram a linha vermelha" desenhada por Netanyahu durante a Assembleia-Geral. Mas ontem, em reunião de seu grupo parlamentar no Knesset (Parlamento), Netanyahu avaliou que o Irã não cruzou ainda

a linha vermelha, mas se aproxima rapidamente disto. "O Irã continua com seu programa nuclear. Ele ainda não cruzou a linha que eu apresentei nas Nações Unidas, mas se aproxima sistematicamente", disse, acrescentando que não se deve permitir que o Irã "atravesse a linha". O Irã diz que suas atividades ligadas ao enriquecimento de urânio são para fins pacíficos como fornecimento energético e medicina. O ex-premiê israelense Ehud Olmert também acredita que Teerã ainda não representa uma ameaça. No domingo, ele afirmou que o programa iraniano não progrediu em anos e que o alcance dessa ameaça foi exagerado. As palavras de Olmert foram criticadas ontem pelo ministro da Economia e Comércio e líder do partido ultradireitista Habayit Hayehudi, Naftali Bennett, que acusou Olmert de ter "escolhido acender um fogo errado e prejudicial". (Agências)

Uma mulher ajudou em Boston? FBI encontra DNA feminino em bomba utilizada na maratona. Viúva de suspeito é investigada.

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nvestigadores encontraram DNA feminino em pelo menos uma das bombas utilizadas nos ataques durante a Maratona de Boston, apesar de ainda não terem determinado de quem é o DNA ou se isso significa que uma mulher ajudou os dois suspeitos no ataque, segundo autoridades. Ontem, agentes da polícia federal norte-americana (FBI, na sigla em inglês) passaram horas na casa dos pais da viúva de Tamerlan Tsarnaev, um dos supostos auto-

res dos atentados. Eles saíram do local, em Rhode Island, com bolsas identificadas como sendo amostras de DNA, de acordo com uma fonte próxima da investigação. Os investigadores também têm negociado com o advogado da viúva Katherine Russell para tentar conseguir mais acesso para interrogá-la. O DNA de Katherine, de 24 anos, será analisado para determinar se ele é compatível com o encontrado nas bombas. Katherine é uma das pes-

soas sendo investigadas pelas autoridades para descobrir se os irmãos Tsarnaev tiveram alguma ajuda para organizar o ataque ou para se esconderem depois das explosões, segundo fontes. No entanto, as fontes alertaram que podem haver diversas explicações para o por quê de o DNA de outra pessoa que não os dois suspeitos – Tamerlan e seu irmão mais novo, Dzhokhar – ter sido encontrado nos destroços das bombas. O material genético pode ter vindo, por exemplo,

de uma lojista que mexeu nos materiais usados nas bombas ou de um fio de cabelo que acabou caindo no local. Tamerlan, de 26 anos, morreu em um tiroteio com a polícia quatro dias após o atentado do dia 15 de abril. O seu irmão menor, Dzhokhar, de 19 anos, está internado no hospital de uma penitenciária do estado de Massachusetts. Após sofrer um ferimento na garganta, o jovem já é capaz de falar, informou John Colautti, um porta-voz do presídio. (Agências)


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terça-feira, 30 de abril de 2013

9 Chamamos isso de ‘dinheiro-fantasma'. Ele chegava em segredo e saía em segredo. Khalil Roman, ex-chefe de gabinete de Karzai.

nternacional Robin Utrecht/Reuters

Holanda celebra o novo rei Aos 46 anos, Willem-Alexander torna-se hoje o mais jovem monarca da Europa.

A

msterdã se vestiu de laranja, a emblemática cor da dinastia dos Orange-Nassau, para celebrar a rainha Beatrix e o príncipe herdeiro, Willem-Alexander, que assume hoje a coroa da Holanda. Em seu último pronunciamento como monarca, a rainha de 75 anos agradeceu ontem a seus súditos e pediu o apoio dos holandeses a seu filho. Aos 46 anos, Willem-

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Kimmo Brandt/E

Karzai diz que dinheiro é usado para pagar aluguéis e ajudar feridos

EUA: a fonte da corrupção afegã. Karzai admite receber 'dinheiro-fantasma' da CIA

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presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, admitiu ontem que seu gabinete vem recebendo dinheiro da Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA, na sigla em inglês) nos últimos dez anos, mas afirmou que os pagamentos mensais são de uma "pequena quantia". Ontem, a CIA e a Casa Branca recusaram-se a comentar o assunto. Karzai falou sobre a questão após o jornal The New York Times ter publicado, em sua edição de domingo, que a CIA entrega pagamentos secretos, no valor de dezenas de milhares de dólares, em maletas, mochilas e sacos plásticos. Segundo assessores e ex-assessores de Karzai ouvidos pelo jornal, o chamado "dinheiro-fantasma" servia para comprar influência. "Chamamos isso de ‘dinheiro-fantasma'", disse Khalil Roman, que foi chefe de gabinete de Karzai entre 2002 e 2005, ao

diário. "Ele chegava em segredo e saía em segredo." Funcionários do governo norte-americano dizem, porém, que a verba serviu para alimentar a corrupção e fortalecer líderes guerrilheiros, o que abalou a estratégia norte-americana de deixar o Afeganistão em 2014. O fim da guerra era uma das promessas de campanha do primeiro mandato de Barack Obama, iniciado em 2009. "A maior fonte de corrupção no Afeganistão foram os Estados Unidos", disse um funcionário norte-americano. Em resposta à reportagem, Karzai confirmou em Helsinque, após uma reunião com líderes finlandeses, que o Conselho de Segurança Nacional do Afeganistão há dez anos recebe ajuda financeira dos EUA. As quantias, disse, "não eram grandes", e eram usadas para vários propósitos, como auxílio a feridos e aluguéis. "É uma assistência multipropósito", afirmou. (Agências) Suzanne Plunkett/Reuters

INDENIZAÇÃO – A rede irlandesa de roupas Primark anunciou ontem que pagará indenização e prestará ajuda às vítimas do desabamento do edifício em Bangladesh que abrigava um de seus fornecedores. Mais de 380 pessoas morreram. Protestos contra as condições precárias de trabalho foram realizados diante das lojas que tinham vínculos com as confecções (na foto, protesto em Londres).

Alexander se torna o primeiro monarca homem da Holanda em mais de um século e o rei mais jovem da Europa. Beatrix anunciou em janeiro que abdicaria, após 33 anos no trono. Na época, ela explicou que a decisão foi tomada "não porque o peso do cargo é muito pesado, mas por causa da convicção de que a responsabilidade... deveria ser passada para a nova geração". A partir de hoje, Beatrix se

tornará princesa, enquanto Willem-Alexander será o novo rei e sua esposa, a argentina Máxima Zorreguieta, terá o título de rainha consorte. A coroação terá representantes das famílias reais de ao menos 18 países, entre eles o príncipe Charles. Uma ausência será sentida: a do pai de Máxima, Jorge Zorreguieta, que foi ministro durante a ditadura argentina na década de 1970. (Agências)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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terça-feira, 30 de abril de 2013

idades

"Ele só saía para roubar às 6 horas"

Mãe de Thiago de Jesus Pereira tenta livrar o filho da acusação de ter participado do crime contra dentista no ABC. Bando ateou fogo e matou vítima no consultório.

O

quarto acusado de atear fogo e matar a dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza, na quinta-feira passada, foi transferido ontem à tarde para a Cadeia Pública de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. Outros três suspeitos do crime já foram presos. Thiago de Jesus Pereira, 25 anos, foi preso durante a madrugada em Itapevi, também na Grande São Paulo. O acusado já tinha um mandado de prisão temporária expedido contra ele e, por isso, foi encaminhado para o presídio, onde também está Jonatas Cassiano Araújo, 21, outro suspeito de participação no crime. Pereira se disse inocente. "Não tenho nada a ver com isso". A mãe dele, que não quis dizer o nome, também acredita da inocência do filho. “Acho estranho porque ele só saía para roubar às 6h e esse caso (da dentista morta) foi à tarde". A tia de Pereira, que também preferiu não informar o seu nome, também admitiu a participação do sobrinho em roubos, mas não em mortes. Os outros dois detidos são Victor Miguel Souza Silva, 24, e um adolescente de 17 anos, que foram encaminhados para o 3º Distrito Policial de Diadema e para a Fundação Casa da mesma cidade, respectivamente. Segundo o delegado

Roberto Menezes, Silva também tem um mandado de prisão expedido, mas permanece detido em Diadema por ter sido preso em flagrante na cidade no sábado, com uma arma. Segundo a polícia, os quatro confessaram participação em roubos, mas Pereira negou ter participado do crime que resultou na morte da dentista. A polícia, no entanto, não tem dúvidas que ele era um dos quatro assaltantes que atacaram Cinthya Moutinho. O crime – Cinthya Magaly Moutinho de Souza foi abordada pelos assaltantes na última quinta-feira quando atendia um paciente em seu consultório, em São Bernardo do Campo, Grande São Paulo. Dois integrantes do grupo ficaram no local e outros dois saíram para sacar dinheiro da conta bancária da dentista. Segundo a polícia, o adolescente e Victor confessaram ter jogado álcool e feito ameaças à vítima com um isqueiro enquanto parte do grupo buscava um caixa eletrônico. A quadrilha ficou irritada ao saber que na conta da dentista só havia R$ 30. Ela estava amarrada, com as mãos para trás, quando foi queimada viva. A polícia investiga a participação da quadrilha em outros seis casos, a maioria em clínicas odontológicas, inclusive na Capital. Eles confessaram quatro casos. (Agências)

André Henriques/Estadão Conteúdo

Thiago de Jesus Pereira, preso ontem: mãe e tia defenderam acusado.

Divulgação

Ao longo da Marginal Tietê, aos poucos o cinza estéril cede lugar às cores das flores plantadas no trecho entre as zonas norte e leste.

Jardim desabrocha na Marginal Tietê Flores plantadas como parte do programa de rebaixamento da calha do Tietê levam beleza à margem do rio Divulgação

Vegetação está mudando a paisagem árida da marginal Tietê.

José Maria dos Santos

À

semelhança de um moribundo que dá sinais de recuperação, o Rio Tietê também está mostrando, por meio de uma espécie de primavera fora de época, que também deseja reviver. A profusão de flores desabrochando em suas margens faz lembrar inevitavelmente as boas cores que voltam ao rosto de um convalescente. O fenômeno, que pode ser melhor observado no trecho entre a Penha, na zona leste, e a Ponte das Bandeiras, produz um contraste chocante com a água escurecida, comprovadamente estéril e que corre no leito. Não se trata de uma florada repentina. Essa exuberância vem sendo ensaiada nos últimos três anos, quando as plantas, semeadas por volta de 2005, após o aprofundamento da calha do rio para embelezar a Marginal, começaram a ganhar maturidade. Lilás – É possível que essas tentativas não tenham sido notadas pelas pessoas apressadas que passam por ali. Mas agora não há como ignorá-las, principalmente os cachos nas cores lilás e branco da pata-de-vaca e as

campânulas amarelas da alamanda, as duas espécies que predominam no ajardinamento da marginal. É justo ressaltar a primeira que, ao sinalizar a ressurreição do rio, aumenta a coleção de benefícios em favor dos paulistanos. O chá de suas folhas em forma do casco bovino não faria má figura em uma divisão da Pfizer. Tem propriedades analgésicas, depurativas, diuréticas e, sobretudo, antidiabéticas, além de constituir um eficiente vermífugo. Já a alamanda (Alamanda

órgão responsável pelo rio, confirma tal impressão. “São plantas heróicas, pois o ambiente é muito hostil”, diz o advogado. Giuliano fala com conhecimento de causa, pois agregou às suas funções a tarefa de acompanhar a evolução das plantas. Volta e meia está andando por lá. Em princípio, o quadro não é animador. Todo mês nobillis) são retiradas mais de 400 traz a ironia caçambas de lixo atirado de liberar pelos passageiros dos um veículos que trafegam pelas perfume semelhante pistas. Além disso, a água precisa ser levada, pois a do ao da rio sequer serve para aguar magnólia as plantas. que, Por outro lado, a adubação infelizmente, exige suplementação para é abafado aliviar os efeitos da poluição. pelo fedor Portanto, a quantidade de da 140 jardineiros que ali correnteza. trabalham diariamente não é Quem já navegou pelo exagerada. Por fim, o último Tietê sabe do que se trata. obstáculo à existência do Essa circunstância é mais jardim é enfrentado, de um reforço à possibilidade maneira igualmente épica do Tietê voltar a ser o que pelas patas, asas e antenas era, pois é difícil imaginar dos insetos que promovem a que terras tão polinização, uma vez que as contaminadas ainda condições de sobrevivência possam gerar flores. lhes são extremamente É uma atitude de difíceis nos cerca de 50 resistência. Não por acaso o quilômetros da Marginal nome científico da pata-devaca (Bauhinia fortificata) já Tietê, entre fumaça e monóxido de carbono. diz a que ela veio. O Giuliano confirma esse advogado Giuliano Savioli imenso esforço. “Olha que Deliberador, 30 anos, chefe são cerca de 100 espécies de gabinete do de plantas de médio porte”. Departamento de Águas e É muito pólen para espalhar. Energia Elétrica (DAEE),

OCUPAÇÃO NO RIO

O Ó RBITA

EXCOMUNGADO

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Igreja Católica decidiu excomungar o padre de Bauru (SP) que havia se afastado de suas atividades religiosas neste final de semana após declarações de apoio aos homossexuais. A decisão da excomunhão foi divulgada pela Diocese de Bauru. O padre é conhecido por contestar os princípios morais conservadores da Igreja Católica. (Folhapress)

governador do Rio, Sérgio Cabral, negou que a ocupação pela polícia da comunidade Cerro-Corá, na zona sul da cidade, tenha relação com a visita do papa Francisco e a Jornada Mundial da Juventude, em julho. No local será instalada a 33ª Unidade de Polícia Pacificadora, que terá 190 policiais. "Essa ocupação já estava prevista há muito tempo. Nós estamos resgatando mais de 40 anos de abandono e iremos receber o papa com muito carinho e emoção para realizarmos um grande evento na nossa cidade", disse Cabral. (Folhapress)


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terça-feira, 30 de abril de 2013

Abismo Prateado

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cultura

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Carol Guedes/Folhapress

Filme de Karim Aïnouz, com Alessandra Negrini. Inspirado na canção Olhos nos Olhos, de Chico Buarque. Em cartaz na Cidade desde sexta (26).

O rei na mão dupla André Domingues

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semana tinha tudo para respirar os ares festivos de fim-de-ano, com amigos-secretos e árvores de Natal, pelo início de uma longa temporada de Roberto Carlos em São Paulo. Mas a nova esquisitice do rei foi de tirar o fôlego: quis proibir o livro acadêmico Jovem Guarda: Moda, Música e Juventude, da pesquisadora Maíra Zimmermann, só porque fala nas suas canções e usa uma caricatura sua sem pedir autorização. Essa recaída no fetichismo da sua imagem veio em

péssima hora. Acontece que o mega-sucesso de Esse Cara Sou Eu havia revigorado a carreira de Roberto, mostrando uma postura afirmativa, direta e bem- humorada após anos de manias, misticismo, superstições e distanciamento do público. Afora o despropósito do pedido, sumariamente negado pela autora e pela editora, a situação pôs em dúvida o revigoramento da imagem do rei. Lembra muito a atitude obscurantista e intransigente que teve ao pedir – e conseguir – a proibição da boa bio-

grafia Roberto Carlos em Detalhes, de Paulo César Araújo, em 2007. A temporada de shows que começa hoje (30), assim, fica menos com jeito de comemoração pela nova fase, do que de definição do rumo que Roberto seguirá daqui em diante. É certo que ele vai tentar manter a proposta de renovação, cantando, além do seu último sucesso, o roquinho abolerado Furdúncio, que lembra bastante a inocência da Jovem Guarda. Resta ver se é para valer. Além da temporada de Roberto Carlos, a semana ainda traz suas canções num formato bastante inusitado no show Canciones Del Rey, de Leny Andrade. Nele, a excelente cantora bossa-novista se aventura por versões em espanhol dos sucessos de Roberto, inicialmente concebidas para a conquista dos mercados hispanoamericanos. É claro que nenhuma delas é melhor do que as originais em português, mas não dá para negar a criatividade da proposta. Além do rei e sua corte, a programação da semana fica marcada por shows baseados em discos. Roberta Sá mostra o recente Segunda Pele, uma miscelânea de estilos que tem como fundo comum o lirismo. O Teatro Mágico estreia o DVD Recombinando Atos, composto por releituras do próprio repertório e algumas inéditas. Já o saxofonista Flávio Bala apresenta Noel Rosa ao Entardecer, disco de releituras modernizadas de obras do genial sambista – seu show ganha ainda mais interesse pela participação, ao piano, do irmão Renato Neto, que conseguiu o feito de integrar a banda do astro Prince nos EUA. Entre os espetáculos nascidos de discos, o mais curioso é o de Alceu Valença, que aproveita o revival do álbum Vivo!, de 1976, para gravar um DVD que retoma sua produção durante a década de 70. Vale conferir.

Paulo Vanzolini: cronista à espera do Juízo Final.

Viagem para a revanche

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pesar dos 89 de idade, a morte do compositor e zoólogo Paulo Vanzolini por pneumonia, na madrugada de domingo para segunda, foi uma surpresa. Pairava a impressão de que ele viveria por muitos anos, dada a sua persistência em fazer shows e palestras. Na semana passada, mesmo, a última edição do Gargarejo anunciava mais duas apresentações suas, na Casa de Francisca. Paulo Vanzolini foi, sem dúvida, foi um dos maiores compositores da história de São Paulo. Sobre melodias simples, criou crônicas sensíveis da Cidade, sobretudo em Ronda, Cravo Branco e Praça Clóvis, além de cantar paixões rascantes, como em Leilão e Samba Erudito, e desenvolver uma filosofia de vida desapegada em Volta por Cima, Chorava no Meio da Rua e Morte É Paz, para ficar apenas em algumas das obras mais conhecidas. Embora tenha deixado uma caixa com registro de todas as músicas que compôs, Acerto de Contas, há um talento seu que terminou sem registro: o de improvisador de

Arquivo DC

versos. Este, segundo o sambista Osvaldinho da Cuíca, ficou apenas na memória dos companheiros de boemia, principalmente na dos frequentadores do célebre Bar Jogral. Paulo Vanzolini tinha um humor ácido que no trato social trazia dificuldades, mas na música rendia bons frutos. Foi com esse humor que ele cantou sua morte por duas vezes. Em Quando Eu For, Vou Sem Pena, contou que partiria de uma vez, com a certeza do dever cumprido, deixando morenas em prantos e inimigos desprezíveis, "porque sempre andei direito". Já em Juízo Final, esperava ter uma revanche contra uma certa mulher que o desrespeitou. Imaginou ir para o céu, absolvido dos pecados pela ingratidão que sofreu, e, lá de cima, assistir ao martírio da moça no inferno: "Aquela ingrata hoje está/ Trabalhando de salsicha/ Espetadinha num garfo/Satanás fritando a bicha/ Ô, demônio, capricha!". É impossível saber como Vanzolini se foi, mas o fato é que deixou uma obra fundamental. (André Domingues)

CINEBIOGRAFIA

Fotos: Arquivo DC

GARGAREJO Seleção dos espetáculos da semana

Leny Andrade

Alceu Valença

Rpberta Sá

Alceu Valença – Vivo! Gênero: revival setentista Dias 4, 9, 10 e 11, às 21h30 Comedoria Sesc Belenzinho. Rua Padre Adelino, 1000, tel.: 2076-9700 Ingressos: R$ 32 Flávio Bala (part. esp.: Zé Renato) – Noel Rosa ao entardecer Gênero: samba-fusion instrumental Teatro Sesc Pompeia. Rua Clélia, 93, tel.: 3871-7700 Dia 30, às 21h Ingressos: R$ 16 Leny Andrade – Show Canciones del Rey Gênero: muchas emociones Teatro Sesc Vila Mariana. Rua Pelotas, 141, tel.: 5090-3000 Dias 1, às 18h, e 2, às 21h Ingressos: R$ 24 O Teatro Mágico – Recombinando atos Gênero: rock lúdico Credicard Hall. Av. das Nações Unidas, 17955, tel.: 4004-5588 Dia 3 e 4, às 22h Ingressos: de 60 a R$ 300 Osesp (regente: Marcelo Lehninger; solista: Fábio Zanon) – Concerto de Aranjuez, de Joaquin

Rodrigo, Três Prelúdios, de Claude Debussy, e Sinfonia n° 2 em Sol Maior – Londres, de Ralph Vaughan Williams Gênero: aquarela da Europa primeiras décadas do século XX Sala São Paulo. Praça Júlio Prestes, 16, tel.: 3223-3966 Dias 2 e 3, às 21h, e 4, às 16h30 Ingressos: de R$ 28 a R$ 160 Roberta Sá – Segunda pele Gênero: salada lírica popbrazuca Teatro Sesc Santo André. Rua Tamarutaca, 302, tel.: 4469-1200 Dias 1, às 19h, 4, às 20h, e 5, às 19h. Ingressos: R$ 32 Roberto Carlos Gênero: romantismo pop guaribado Espaço das Américas. Rua Tagipurú, 795, tel.: 2027-0777 Dias 30, 1, 3, 4, 7, 10, 11, às 21h30, e 12, às 18h30 Ingressos: de R$ 150 a R$ 540 Yamandu Costa e Rogério Caetano (part. esp. Proveta) Gênero: choro suado Teatro Sesc Pompeia. Rua Clélia, 93, tel.: 3871-7700 Dia 1, 19h Ingressos: R$ 24 (Cotação AD)

Yamandu Costa

Para os fãs do rock brasileiro

A geração Coca-Cola de Renato Russo

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festa está morna. Dois ou três casais bobos fazem uma dancinha previsível ao som de uma música não menos chata, até que alguns jovens penetras dão um jeito de fazer os autofalantes tocarem um rock vibrante, irresistível. Os velhos anfitriões se escandalizam, as senhoras mostram uma contida vontade de dançar, enquanto a moçada sai chacoalhando em absoluto frenesi. A cena pode caber em inúmeros filmes sobre o nascimento do rock’n roll, mas está ambientada na Brasília da virada da década de 70 para a seguinte, em Somos Tão Jovens, de Antônio Carlos da Fontoura, feito sobre a juventude do lendário cantor e compositor Renato Russo. Esse tom de Sessão da Tarde, porém, não fica só nessa cena, mas domina todo o filme, que estreou nesta sexta (26). O Renato Russo vivido por Thiago Mendonça tem seu caráter explosivo sistematicamente suavizado, de maneira a não causar escândalos – algo que ele muitas vezes procurou, é bom dizer. O homossexualismo, por exemplo, está lá, mas apenas como desejo ou, no máximo, sugestão, como no abraço afetuoso em que encosta as cabeças com outro rapaz. As

drogas e o álcool também aparecem, mas a sem a ênfase que tinham para aquela geração e, mais do que tudo, sem consequências muito deprimentes. A preferência por mostrar choques mais brandos em Somos Tão Jovens, porém, não é de todo prejudicial. Pelo contrário, serve para expor o

que havia de modismo e empolgação juvenil no Renato Russo que se envolveu com o universo punk no início da carreira artística. Fica claro no filme que o Aborto Elétrico, seu primeiro grupo, não acabou porque fosse avesso à cultura de consumo ou porque seus componentes fossem “muito loucos”, autenticamente punks. O fim

da banda, e daquela proposta, teve mais a ver com sua insuficiência para expressar, junto à revolta dos fins do governo militar, o profundo lirismo de Renato, que teve vazão no grupo Legião Urbana. Além do discutível enfoque dado à complexa personalidade de Renato Russo, Somos Tão Jovens fica vulnerável no roteiro, cuja irregularidade repercute na interpretação de Thiago Mendonça. O ponto alto do ator, surpreendentemente, é o musical. Ele não só canta bem e com timbre similar ao de Renato, como canta melhor do que Renato no início da carreira, seja pela segurança, seja pela afinação. Sua competência, unida à boa pesquisa musical, torna o filme eficiente para dar vida ao pouco lembrado repertório brasiliense do início dos anos 80, com canções interessantes como Fátima, Movimento do Tédio e – a mais conhecida delas – Geração Coca-Cola. Esse mérito, enfim, já justifica uma receptividade generosa entre os fãs de rock brasileiro. (AD)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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terça-feira, 30 de abril de 2013

www.dcomercio.com.br

Melancia a tiracolo Juliana Hess é a criadora desta e outras bolsas de frutas. http://bit.ly/ZZGTmk

Vestidos de comida

Cabeça de tomate

As roupas comestíveis da artista coreana Yeonju Sung são feitas de vegetais como radicchio.

Corte de cabelo criado no salão Trick Store, de Osaka.

www.yeonju.me

http://bit.ly/180yu6G

Fifa pode vetar caxirola

O B IODIVERSIDADE

Comitê Organizador Local da Copa (COL) e a Fifa informaram ontem que irão reavaliar a caxirola (uma espécie de chocalho) como item aprovado para entrar nos estádios durante a Copa das Confederações e a Copa do Mundo de 2014. A decisão veio depois do incidente ocorrido no domingo, em Salvador. Os torcedores do Bahia arremessaram dezenas de caxirolas no gramado do estádio da Fonte Nova, uma das 12 arenas da Copa. O ato foi um protesto contra a diretoria do clube, por causa da

Francois Lenoir/Reuters

Esa/EFE

Bat-cadeirinha A cadeirinha é de lei, mas entrar no carro pode ser bem mais divertido se o item de segurança for a cara do HomemMorcego, com direito a luvas e capa. http://bit.ly/14VFVQD

derrota do time por 2 a 1 p a r a a equipe do Vitória. O jogo era o primeiro teste do instrumento em jogos com grande torcida. Segundo o COL, a caxirola será reavaliada justamente por questões de segurança. A Fifa e o comitê organizador estão reticentes quanto à utilização da caxirola, porque ela não é uma tradição para o torcedor brasileiro, diferente-

mente da vuvuzela, na África do Sul, em 2010. O instrumento foi apresentado ao governo federal pelo músico baiano Carlinhos Brown na semana passada. A caxirola, feita de plástico ecológico produzido a partir de restos da cana-de-açúcar, começaria a ser vendida já no próximo mês, para a Copa das Confederações, por cerca de R$ 30. As expectativas, caso não haja o veto, é de que sejam colocadas no mercado até 15 milhões de caxirolas para a Copa das Confederações e 100 milhões de unidades para a Copa 2014. (Folhapress)

Rubens Chaves/Folhapress

C OPA 2014 C RIANÇAS

D.O.M., em 6º lugar. O restaurante D.O.M., do brasileiro Alex Atala (foto), caiu da 4ª para a 6ª posição no ranking dos melhores restaurantes do mundo da revista Restaurant. O paulistano Maní entrou pela primeira vez na lista e ficou na 46ª posição. O primeiro lugar foi para o espanhol El Celler de Can Roca, de Girona. Veja o ranking completo no link. www.theworlds50best.com

Nasa/Reuters

M ÚSICA

Prefeitura do Rio corta apoio à OSB

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Ambientalistas vestidos como apicultores protestaram ontem na sede da Comissão Europeia (CE), em Bruxelas. A CE informou que pretende impor sanções ao uso de pesticidas que ameaçam as abelhas, apesar de vários países da União Europeia não concordarem com a medida.

H ISTÓRIA

A voz de Graham Bell, 128 anos depois Nove anos depois de realizar o primeiro telefonema da história, Alexander Graham Bell gravou sua voz em um disco de cartolina coberto de cera, em 15 de abril de 1885, e lhe conferiu uma assinatura sonora – "Escutem minha voz – Alexander Graham Bell". O frágil disco passou 128 anos em silêncio na coleção de gravações sonoras antigas do Museu Smithsonian. Até

Um personagem, cem versões. O cartunista Kevin McShane, criou um personagem baseado em si mesmo, e o colocou na pele de uma centena de figuras dos mais famosos filmes de animação. A marca registrada é a roupa (tênis, calça jeans e camiseta preta), e o nome, Cartoon Kevin. Como um camaleão, Cartoon Kevin se transformou em figuras conhecidas de desenhos animados dos estúdios Windsor McCay, Walt Disney, Osamu Tekuza e Pixar. http://car toonkevin.com

que em 2013, após exames por imagens, informática, transcrição manual e pesquisa, a gravação de Bell foi ouvida. Ele falou uma série de números e cifras em dólar, como "três dólares e meio", "sete dólares e 29 cents", e "3.785,56 dólares". Segundo especialistas, Bell estaria pensando em fazer gravações mercantis. A voz pode ser ouvida no link. http://bit.ly/ZRCPV8

Pelo espaço Na imagem maior, a galáxia Andromeda vista do observatório espacial Herschel. No detalhe, o vórtex do polo norte de Saturno, em imagem da sonda Cassini colorida artificialmente.

A Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) perdeu o apoio da prefeitura do Rio, que cancelou o repasse de R$ 8 milhões previsto para o ano de 2013. O valor equivale a um quinto do orçamento da sinfônica, de R$ 40 milhões. A suspensão da parceria, de mais de 20 anos, foi formalizada por meio de uma carta assinada pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes, em 18 de março, em que ele diz ter optado por interromper o apoio financeiro para investir na preparação para os grandes eventos esportivos que acontecerão na cidade: a Copa 2014, e os jogos olímpicos de 2016. C RIATIVIDADE

Tempo carimbado A cada ano, um calendário diferente? Não com o Mizushima. Você "monta" cada mês e, depois, é só carimbar o calendário onde quiser. http://matomeno.com/2886.html

L OTERIAS Concurso 899 da LOTOFÁCIL 01

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13 LUCRO DA EMBRAER A empresa registrou lucro líquido 67% menor no primeiro trimestre sobre o mesmo período de 2012, após seu resultado operacional ter sofrido forte queda em meio a despesas maiores.

conomia

Supermercados comemoram alta expressiva nas vendas A inflação não afugentou os consumidores das prateleiras. Em março, as vendas saltaram 9,65% em relação a igual mês de 2012 e 19,26% em comparação com fevereiro deste ano. Tudo puxado pela Páscoa. Paulo Pampolin/Hype

Carrinhos cheios: índices positivos de emprego e de renda no País estão colaborando diretamente para o resultado dos supermercados.

Paula Cunha

A

s vendas nos supermercados brasileiros reagiram em março, beneficiadas pela comemoração da Páscoa, a segunda melhor data para o segmento depois do Natal. As vendas registraram aumento real de 19,26% frente a fevereiro deste ano e alta de 9,65% em relação a março de 2012 – os dados foram deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O desempenho dos supermercados, extremamente positivo, não deve se repetir em abril, pois a tendência é de acomodação nas vendas, já que o consumidor teve seu poder aquisitivo reduzido em razão da recente alta na inflação, avalia a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Segundo ainda o estudo divulgado ontem, o acumulado nominal registrou aumento de 10,17% nas vendas neste ano. O economista da entidade, Flávio Tayra, lembrou que o calendário colaborou para o resultado positivo de março, já que a Páscoa foi comemorada no dia 29, o que concentrou as vendas de chocolates e dos alimentos típicos. Em 2012, os benefícios obtido com o aumento dessas vendas dividiuse entre março e abril. "Para o ano de 2013, se mantidas as condições de manutenção do nível de criação de postos de

trabalho e de elevação real dos salários, o segmento espera crescer 3,5% em faturamento", afirmou Tayra. Cesta básica – Márcio Milan, vice-presidente presidente da Abras, ressaltou a importância da data para o segmento e mencionou, também, que os supermercados em todo o País começam a sentir os efeitos da desoneração da cesta básica, instituída pelo governo federal no dia 8 de março. Para Marco Aurélio Lima, diretor da Unidade de Negócios da GfK, que analisa o Abrasmercado, índice que informa o comportamento da cesta composta de 35 itens de largo consumo, "a desoneração está sendo realizada em algumas categorias, como na carne, por exemplo, e a expectativa é de que outras também tenham seus preços reduzidos em função da medida."

Para 2013, mantida a criação de postos de trabalho e a elevação real dos salários, o segmento espera crescer de 3,5%. FLÁVIO TAYRA, DA ABRAS Ele acrescentou que a Abras realiza um trabalho de orientação para que seus associados consigam passar a redução para os clientes. Cebola – O Abrasmercado, que também é elaborado pelo Departamento de Economia da Abras, terminou março em R$ 355,16, com ligeiro recuo de 0,45% ante o mês anterior e alta de 3,91% no acumulado

do ano. Os produtos com maiores altas ante fevereiro, pressionados por fatores sazonais, foram cebola (23,10%), tomate (11,94%) e leite em pó integral (6,17%). As retrações mais expressivas ficaram com carne traseiro (7,34%), açúcar (3,90%) e carne dianteiro (3,70%). As duas modalidades de proteína animal tiveram seus preços reduzidos devido à desoneração da cesta básica. Por região – Quanto ao desempenho regional, a cesta de maior valor continua a ser a da região Norte, de R$ 417,92 com elevação mensal de 0,45% em razão dos custos de transporte de alimentos industrializados. Em seguida, vem a do Sul, cotada a R$ 379,82, com ligeiro recuo de 0,31%. A do Sudeste terminou março em R$ 340,40, com queda de 0,81%. A do Centro-

Oeste fixou-se em R$ 321,86 e registrou a maior queda mensal, de 1,99%. A do Nordeste ficou em R$ 308,39, com ligeiro avanço de 0,17%. Diante destes números, o diretor da GfK, acredita que a expectativa é de que os preços iniciem um processo de acomodação e queda a partir de abril. Volumes – A Abras divulgou, também, o Índice de Volumes referente ao primeiro bimestre deste ano, que avalia 130 categorias de produtos industrializados. Nele, houve recuo de 1,6% ante o último bimestre de 2012. Os itens com desempenho positivo foram bebidas alcóolicas (1,5%) e itens de limpeza caseira (3,1%). Os recuos em volume no mesmo período foram higiene e beleza (3,5%), mercearia doce (3,1%), mercearia salgada (3%) e perecíveis (1,9%).

Tasso Marcelo/

EC

Empreendedorismo de gente grande Pequenos empresários brasileiros contrataram seis milhões de trabalhadores Sílvia Pimentel

nor taxa de empreendedorismo entre todas as unidades da federação, mas aparece, no levantamento, como o local onde os microempresários obtêm o maior lucro. Entre 2000 e 2010, o rendimento médio saltou de R$ 3.129,51 para R$ 5.512,91, uma expansão de 76,16%. São Paulo está em se- Marcelo Neri,

N

a última década, os pequenos empreendedores brasileiros foram responsáveis pela contratação de seis milhões de trabalhadores, o equivalente a 39% de todas as vagas abertas no período no País. De acordo com o secretário de Ações Estratégicas da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), Ricardo Paes de Barros, os 22 milhões de empreendedores brasileiros representam um contingente similar à toda força de trabalho italiana. Enquanto isso, o número de empregados em pequenos empreendimentos é comparável ao número total de trabalhadores argentinos. "É uma Itália contratando uma Argentina, gerando um PIB (Produto Interno Bruto) superior ao do Chile. Isso é o pequeno empreendimento brasileiro", disse Barros. Os números fazem parte do estudo Vozes da nova classe média, que traz um mapa da população empreendedora, divulgado ontem, em Brasília. De acordo com a pesquisa, nos últimos anos, 19% dos pequenos empreendedores saíram da classe baixa e migraram para a classe média. Já 9% dos empreendedores da classe média brasileira fazem par-

te hoje da classe alta. Pr ec on cei to – Para o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcelo Neri, é preciso olhar com menos preconceito para a nova classe média, que não é "só consumo", mas também trabalho. "Os pequenos negócios têm crescido e gerado melhores empregos, com redução da desigualdade", afirmou Neri. Entre 2000 e 2010, a taxa de empreendedorismo, que é a relação entre a quantidade de microempresários e o total de

trabalhadores, caiu de 26,2% para 23% no País. No mesmo período, as horas de trabalho também apresentaram redução, de 49,9 horas para 45,4 horas. O estudo mostra que o Pará é o estado com a maior taxa de empreendedorismo do País. Naquele estado, os microempresários representam 31,53% do total de trabalhadores. Em segundo lugar aparece o Estado do Maranhão, com 28,39%, seguido por Rondônia, com 27,99%. O Distrito Federal tem a me-

gundo lugar, com lucro médio de R$ 4.709,91, e, em seguida, aparece o Estado do Mato Grosso do Sul, com R$ 3.962,25. O Estado de Santa Catarina é onde os microempresários mais trabalham semanalmente: 44,10 horas. Em seguida estão o Rio Grande do Sul, com 43,55 horas e Goiás, com 43,55 horas. A Bahia é o estado em que pequenos empreendedores têm a menor carga horária, de 37,50 horas por semana. "Houve recuo na taxa de empreendedorismo, mas percebemos que o lucro dos empreendedores cresceu 35% de 2003 a 2013. Os anos de estudo também apresentaram melhora, de 6,5 anos para 7,7 anos", apontou Neri. Na opinião do presidente do Ipea, os dados mostram que os negócios de subsistência estão sendo trocados por em-

do Ipea: mais

lucro.

pregos com carteira assinada ou por negócios com maior potencial para ampliar os rendimentos do trabalhador. "Diminuiu a quantidade de empreendedores, mas a qualidade melhorou. As pessoas estão optando por empregos formais ou melhores", explicou. D es i gu al d ad e – O estudo mostra que os pequenos empreendedores contribuíram para a redução nas desigualdades de renda. A remuneração dos empregadores teve um crescimento anual de 0,6%, enquanto a renda de seus empregados e a dos trabalhadores por conta própria cresceu a uma taxa superior a 2% ao ano. Não sem razão, a porcentagem de empregados dos pequenos empreendedores que pertencia à classe baixa foi reduzida de 36%, em 2001, para 17% em 2011.

286 bilhões de reais é o faturamento de todo o setor supermercadista, incluído as vendas totais do ramo de atacarejo.

Avanço do atacarejo em todo o País

O

setor de supermercados representa, atualmente, 5,5% do Produto Interno Bruto brasileiro. O segmento foi beneficiado pelo crescimento de renda da população brasileira e uma das consequências deste avanço foi o fortalecimento das redes regionais e do formato atacarejo. De acordo com o estudo realizado pela Abras e pela Nielsen, quando se inclui as operações do formato atacarejo no faturamento global do setor de supermercados há um crescimento de 17,8% na sua receita, o que amplia a sua margem para R$ 286,2 bilhões. Dentro do ranking da Abras, 25% dos empreendimentos declararam que possuem a operação atacarejo. O desempenho positivo está se pulverizando na opinião de Fábio Gomes, gerente de atendimento da Nielsen. Segundo ele, as redes regionais estão crescendo em unidades físicas e em faturamento, e outra consequência deste quadro é o avanço das redes de atacarejo, que registraram aumento no número de unidades em todo o País. Os atacarejos estão sendo procurados tanto por empreendedores do ramo de alimentação quanto por consumidores individuais de todas as classes sociais, que consideram preço seu principal atrativo, seguido da proximidade e de condições de venda vantajosas em seu dia a dia, pois estes empreendimentos oferecem ofertas especiais todos os dias. Assim, elas estão inaugurando unidades também no interior do País, o que já era uma realidade apenas no Estado de São Paulo. Segundo Marcio Milan, vice-presidente da Abras, há pouca penetração da modalidade realizada por grandes marcas do mercado nas regiões Norte e Sul. Milan afirma que o crescimento mais expressivo tem ocorrido no Nordeste em razão dos preços baixos praticados por estas redes. Estes empreendimentos estimulam iniciativas como a reunião de famílias que realizam compras conjuntas e, assim, obtêm descontos ainda mais expressivos. (PC)


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15 Os analistas do Focus mantiveram a previsão de mais uma alta de 0,25 ponto percentual na Selic – levando-a a 7,75% – no próximo encontro do Copom.

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Elevação mais suave do IGP-M Alta foi de 0,15% em abril, ante a subida de 0,21% em março, em meio a uma deflação no atacado e à desaceleração da alta dos preços no varejo.

O

Índice Geral de Preços-Mercado (IGPM) subiu 0,15% em abril, ante elevação de 0,21% em março, em meio a uma deflação no atacado e à desaceleração da alta dos preços no varejo, informou ontem a Fundação Getulio Vargas (FGV). Em relação à segunda prévia de abril, também houve desaceleração, após avanço de 0,28%. De acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do índice geral, teve deflação de 0,12% em abril, ante variação positiva de 0,01% em março. Quanto à origem dos produtos, os agropecuários tiveram queda de 1,82% em abril, ante recuo de 0,70% no mês anterior. Os industriais, entretanto, aceleraram a alta a 0,54%, ante 0,3% em março. Entre os estágios de produção, os preços dos Bens Finais avançaram 0,86%, ante 1% anteriormente. Contribuiu para esse movimento o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 7,89% para 6,19%. No segmento Bens Intermediários, foi registrada queda de 0,19%, ante recuo de 0,28% em março. A principal contribuição partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura, que passou de -1,14% para -0,78%. Já o índice de Matérias-Primas Brutas apresentou variação negativa de 1,20%, contra recuo de 0,78% no mês anterior. Os itens que mais influenciaram foram milho em grão (3,36% para -10,21%), aves

Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo

Na formação do Índice de Preços ao Produtor Amplo, os produtos agropecuários tiveram queda de 1,82% em abril, ante recuo de 0,70% no mês anterior. (-1,18% para -8,84%) e canade-açúcar (0,29% para -1,40%). Por sua vez, o Índice de Preços ao Consumidor, com peso de 30% no índice geral, desacelerou a alta para 0,60%, contra 0,72% visto anterior-

mente. A principal contribuição partiu do grupo Transportes, com desaceleração da alta a 0,26% em abril ante 0,61% em março. Nessa classe de despesa, destacou-se o comportamento do item gasolina, cuja taxa passou de

Focus mantém Selic em 8,25%

E

conomistas de instituições financeiras mantiveram a expectativa de que a Selic encerrará este ano a 8,25%, mas reduziram a perspectiva para 2014 para o mesmo nível, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central divulgada ontem. Eles haviam reduzido na semana anterior a expectativa para a Selic neste ano, guiados pelo tom de cautela mostrado pelo BC ao elevar a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para 7,5%. Agora, ajustaram também sua perspectiva para o ano que vem a 8,25%, após cinco semanas seguidas projetando 8,5%. Para o próximo encontro do Comitê de Política Monetária (Copom), em maio, os analistas no Focus mantiveram também a previsão de mais uma alta de 0,25 ponto percentual na Selic, para 7,75%. Entre o Top 5, instituições que mais acertam as projeções no

O

Focus, houve redução da projeção para a Selic no médio prazo a 8,38% até o final de 2013, ante 8,5% anteriormente. Para 2014, a perspectiva também foi reduzida a 8,25%, ante 8,38% na semana anterior. A ata da última reunião do Copom, divulgada na semana passada, reforçou entre analistas a expectativa de aumento moderado dos juros neste ano, ao deixar claro que a atual política monetária tem como alvo principal atacar a inflação em 2014. No entanto, a declaração do diretor de Política Econômica do BC, Carlos Hamilton Araújo, de que o uso da Selic pode ser intensificado para combater a inflação no final da semana passada, levou parte do mercado financeiro a precificar alta de 0,50 ponto da Selic em maio. Pela ata, o BC piorou seu cenário de inflação para 2014, afirmando que ela se encontra acima do centro

da meta oficial, de 4,5% pelo IPCA, levando em conta o cenário de referência. Já para 2013, a autoridade monetária manteve sua estimativa de inflação, também acima do centro da meta. No Focus desta semana, os analistas consultados elevaram ligeiramente a projeção para o IPCA em 2013 a 5,71%, ante 5,7% na semana anterior. Para 2014, a projeção de inflação foi mantida em 5,71%. Os economistas também mantiveram no Focus a projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano em 3%. Para 2014, também houve manutenção em 3,5%. A perspectiva para a expansão da produção industrial neste ano foi reduzida a 2,83% – contra anteriores 2,86% – e, para 2014, mantida em 3,75%. A pesquisa mostrou ainda manutenção da projeção para o câmbio no final deste ano em R$ 2 reais pela nona semana seguida. (Reuters)

Os objetivos da Fazenda

O secretárioexecutivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, disse ontem que o governo trabalha para levar a inflação entre 5% e 5,5% neste ano, e afirmou que combinar controle de preços e crescimento econômico não é contraditório. "Mais para o meio do ano estará mais claro se inflação estará entre 5,5% e 6% ou 5,5% e 5%. Trabalhamos para que ela fique entre 5,5% e 5%", disse. A meta de inflação do governo é de 4,5% pelo Índice

Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O indicador, em 12 meses, estourou o teto chegando a 6,59% em março. Segundo o secretárioexecutivo, ainda no segundo trimestre deste ano, com a entrada da safra agrícola recorde e sem a ocorrência de fatores climáticos, o cenário para a inflação irá ficar mais favorável. Questionado sobre um possível abatimento no superávit primário, Barbosa

afirmou que o valor do desconto será divulgado com a publicação do decreto de programação orçamentária. "A meta de superávit primário está em 3,1% (do PIB), com possibilidade de abatimento de R$ 65 bilhões", afirmou, lembrando o valor legal que consta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2013. "Quanto vai ser o abatimento (será divulgado) no decreto de programação orçamentária, nas próximas semanas", emendou. (Reuters)

2,17% -0,38%. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), por sua vez, registrou elevação de 0,84%, acelerando ante alta de 0,28% em março. O resultado do INCC, que responde por 10% do IGP, foi puxado pe-

la Mão de Obra, que acelerou a alta a 1,15% em abril ante 0,14% no mês anterior. Já Materiais, Equipamentos e Serviços mostrou avanço de 0,50%, ante 0,42% em março. Além de medir a evolução do nível de preços, o IGP-M é

utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e aluguel. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. (Reuters)


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e Em 2014, Petrobras autossuficiente. No primeiro trimestre, as exportações caíram de 497 mil barris (2012) para 215 mil (2013), levando a um déficit de 269 mil barris diários de janeiro a março.

conomia

A promessa é para o petróleo bruto. Para os derivados, diretoria da empresa estima equilíbrio de produção e consumo só no fim da década.

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Lucas Lacaz Ruiz/Estadão Conteúdo

Petrobras prevê que o Brasil retomará a autossuficiência em petróleo no próximo ano, mas somente no final da década equilibrará produção e consumo de derivados, informou ontem um executivo da companhia. A estatal espera que a extração de petróleo volte a crescer a partir do segundo semestre deste ano, quando as paradas programadas de plataformas perderão ritmo e novos sistemas produtivos entrarão em operação, segundo estimaram diretores da empresa durante a teleconferência sobre os resultados trimestrais. "Em volume de petróleo, nossa expectativa é que em 2014 a produção supere o consumo. Já tivemos autossuficiência no passado, que vamos 'reatingir' com crescimento da produção de óleo", afirmou o diretor de Abastecimento, José Cosenza. Em 2006, o Brasil comemorou a autossuficiência em petróleo, mas poucos anos depois a perdeu porque a produção não acompanhou o ritmo acelerado da demanda. Deve colaborar para o aumento da produção, ainda que timidamente, a retomada da unidade de Frade, operada pela norte-americana Chevron. A estatal, que tem 30% de fatia no campo, espera que sua parcela de produção fique entre 4,5 e 5 mil barris por dia. A produção de petróleo e gás da companhia caiu 5% no primeiro trimestre ante o mesmo período de 2012, para 2,552 milhões de barris ao dia, devido principalmente às paradas de manutenção, informou a empresa na sexta-feira. A extração tem recuado também devido ao declínio natural de poços da bacia de Campos. No segundo trimestre, as paradas programadas de plataformas deverão se manter no mesmo nível do primeiro, quando foram realizadas em cinco unidades e em um FPSO (do inglês Floating Production

Jonne Roriz/Estadão Conteúdo

Storage and Offloading ou Unidade flutuante de armazenamento e transferência), disse o diretor de Exploração e Produção, José Formigli. Como resultado da queda na produção e do aumento das necessidades de refino, a Petrobras reduziu as exportações de petróleo à mais da metade, de 497 mil barris no primeiro trimestre de 2012 para 215 mil barris diários no mesmo período deste ano. As importações dispararam e a empresa amargou a reversão de um superávit de 139 mil barris por dia no primeiro trimestre de 2012 para um déficit de 269 mil barris diários em 2013. Em derivados, foi mantido o mesmo nível de importações líquidas, com déficit de 185 mil barris. O Brasil nunca foi autossuficiente em derivados de petróleo, e a produção só deverá superar o consumo entre 2018 e 2020, com a entrada em operação de novas refinarias, disse Cosenza. A área de refino da Petrobras está operando no limite, a 98% de utilização da capacidade instalada, um nível bem acima da média da indústria brasileira. Segundo Cosenza, os níveis elevados de operação não colocam em risco a segurança das refinarias e que as paradas estão sendo feitas conforme a necessidade. A meta da empresa é manter elevado o nível de processamento das refinarias, o que permitirá reduzir as importações de derivados de petróleo e, por consequência, os custos do produto vendido, disse. Segundo ele, as importações de gasolina e diesel devem ficar em média em 260 mil barris diários de abril a dezembro. A estimativa supera a média do primeiro trimestre, de 240 mil barris diários, mas é inferior à do último trimestre do ano passado, de 337 mil barris. O consumo de combustíveis costuma ser menor no primeiro trimestre, o que reduz as necessidades de importação. (Reuters)

Área de refino opera no limite, utilizando 98% da capacidade instalada. Mas sem em risco de segurança, segundo a empresa. Fabio Motta/Estadão Conteúdo

Fabio Motta/Estadão Conteúdo

Cosenza, diretor de Abastecimento: 'reatingir' a autossuficiência.

Formigli, diretor de Exploração e Produção: paradas no mesmo nível.

Metas de investimento permanecem

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Petrobras mantém sua meta de investimento no ano de 2013 em US$ 48 bilhões, sendo que US$ 10 bilhõesjá

foram aplicados no primeiro trimestre, segundo o diretor financeiro da estatal, Almir Barbassa. Os investimentos totais previstos no Plano de

Negócios e Gestão 20132017 somam US$ 236,7 bilhões e é o maior programa empresarial de gastos do mundo. O plano

Cana: expansão em toda linha.

técnico da Unica, por esse atraso não será possível processar toda a produção até o final da primeira quinzena de dezembro deste ano. “Dificilmente conseguiremos compensar este atraso ao longo da safra. Acredito que 3,5% da matéria-prima só será processada na safra 2014/2015”, disse. O diretor da Unica disse ainda que a estimativa para a produção da safra 2013/2014 pode ser reduzida devido a dificuldades financeiras pelas quais passam algumas usinas. Segundo ele, 11 unidades que processam cana-de-açúcar podem deixar de operar por causa de dívidas. Se isso se confirmar, a capacidade de moagem Do total da moagem, a Unica estima que 46,22% serão destinados à fabricação de açúcar. A produção chegará a 35,5 milhões de toneladas. pode ter uma perda de 18 milhões de toneladas. “Muitas das usinas de melhor qualidade. Tais elevará a produtividade por (34,1 milhão de toneladas). Renato Carbonari Ibelli encontram-se em situação fatores, pelas projeções do hectare em 7,67%, Já o volume de etanol deve financeira complicada e não setor, permitirão aumento resultando no potencial de atingir 25,37 bilhões de fizeram a manutenção de 14% na disponibilidade indústria transformação 14% litros, uma alta de 18,77% adequada dos canaviais. de cana para produção de sucroalcooleira superior ao da safra na comparação a A safra vai depender açúcar e álcool. As projeta aumento de passada. temporada passada (21,36 muito do que estas usinas 10,67% na moagem da safra informações foram Do total da moagem de bilhões de litros). conseguirão fazer”, disse divulgadas ontem pela 2013/2014, na comparação cana-de-açúcar para a Embora a moagem da Rodrigues. União das Indústrias de com o volume de matériatemporada 2013/2014, a safra 2013/2014 tenha Para esta temporada são Cana-de-açúcar (Unica). prima disponível na safra Unica estima que 46,22% iniciado oficialmente em esperadas apenas três novas A área plantada para esta passada, chegando a 589,6 serão destinados à março, muitas das plantas usinas, número bem inferior safra expandiu 6,5% e, pela milhões de toneladas fabricação de açúcar, não conseguiram processar ao de temporadas passadas, contas do setor, a beneficiadas. Além do chegando a 35,5 milhões de a matéria-prima devido as quando até 30 novas renovação dos canaviais, e aumento da área plantada, toneladas do produto, um chuvas do início das unidades passaram a as perspectivas de melhores volume 4,1% superior ao a cana processada nesta colheitas. Segundo Antonio funcionar. condições climáticas, temporada é considerada verificado na safra passada de Pádua Rodrigues, diretor

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divulgado em março previu um aumento nos investimentos em exploração e produção. (Reuters)

Incentivos não influem em preços

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Unica reafirmou ontem que os incentivos concedidos ao setor pelo governo não irão refletir em preços menores do combustível para o consumidor final. “O preço do etanol para o consumidor dificilmente cairá. Se o preço cai, a demanda sobe, puxando os preços para cima novamente. Ainda há uma grande disparidade entre oferta e demanda”, disse o diretor técnico, Antonio de Pádua Rodrigues. Ele considerou positivas as medidas do governo, que na semana passada anunciou um pacote de desoneração e crédito subsidiado para o setor. Entretanto, enfatizou, ainda que a oferta de etanol cresça, dificilmente haverá paridade entre o preço deste combustível com o da gasolina. “O etanol ficará no limite de 70% do preço da gasolina”, comentou. Uma das medidas anunciadas, que passa a valer amanhã, é o aumento de 20% para 25% da mistura de etanol na gasolina. Para a Unica, essa elevação permitirá ao País reduzir as importações de gasolina em 1 bilhões de litros. (RCI)


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ECONOMIA/LEGAIS - 17

RB CAPITAL HOLDING S.A. E CONTROLADAS

CNPJ/MF nº 10.140.272/0001-40 Relatório da Administração Senhores Acionistas: Temos a satisfação de submeter a apreciação de V.Sas. as Demonstrações Financeiras da RB Capital Holding S.A. e Controladas, elaboradas na forma da legislação societária, relativas ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2012.

Balanços Patrimoniais Levantados em 31 de Dezembro de 2012 e de 2011 (Em milhares de reais - R$) Controladora Consolidado Controladora Consolidado Nota 31.12. 31.12. 31.12. 31.12. Nota 31.12. 31.12. 31.12. 31.12. Explicativa 2012 2011 2012 2011 ATIVOS Explicativa 2012 2011 2012 2011 PASSIVOS E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Circulantes Caixa e equivalentes de caixa 4 1.037 12.231 45.226 100.424 Circulantes 19 13.812 37.750 Aplicações financeiras vinculadas 5 343.622 332.394 Empréstimos e financiamentos 16 64 92 10.734 21.601 Clientes e outros valores a receber 7 289 9 80.125 188.846 Impostos, taxas e contribuições Recebíveis imobiliários 8 277 62.907 427.357 Cessão de Certificados de Créditos Imobiliários - CCIs 17 - 204.386 523.800 Impostos a recuperar 9 2.288 2.118 5.627 19.291 20 608 293 96.513 172.945 Partes relacionadas 10 166 349 5 Contas a pagar 18 27.751 15.718 Imóveis a comercializar 1.105 8.481 Adiantamentos de clientes Adiantamentos concedidos 6 54 10.448 9.150 Contas a pagar por aquisição de investimentos 22 7.950 22.017 Despesas antecipadas 221 150 296 150 23 3.059 2.746 3.077 2.754 Outros créditos 2.140 4.533 5.193 Salários e encargos sociais 24 3.278 9.119 Total dos ativos circulantes 4.007 16.979 554.238 1.091.291 Debentures Terrenos a pagar 21 20.412 38.973 Ativo Não Circulante 6.355 14.666 6.355 14.666 Disponível Para Venda 11 8.000 898 36.901 Dividendos a pagar Outras contas a pagar 1 1 6.786 3.891 Não Circulantes 13.365 17.798 406.895 854.115 Títulos e valores mobiliários 6 668 54 16.137 6.074 Total dos passivos circulantes Clientes e outros valores a receber 7 11 11 212.124 143.375 Não Circulantes 19 41.813 40.283 Impostos diferidos 33 74 - Empréstimos e financiamentos 33 10.610 2.958 Partes relacionadas 10 16.431 8.962 9.379 19.397 Impostos diferidos 20 15.538 Dividendos a receber 89.210 15.338 - Contas a pagar 24 52.132 48.109 141.621 75.688 Depósitos judiciais 25 2.188 2.050 Debêntures 18 - 721.246 505.053 Outros créditos 47 40 47 40 Adiantamentos de clientes 10 6.146 13.694 2.332 Propriedades para investimento 15 293.290 96.903 Partes relacionadas 25 231 11 Investimentos 12 217.721 221.755 4.313 Provisão para riscos 3 Intangível 14 444 216 90.938 87.595 Outras contas a pagar 58.278 61.803 917.853 639.534 Imobilizado 13 1.326 1.202 462.155 230.755 Total dos passivos não circulantes Total dos ativos não circulantes 325.858 247.578 1.086.332 590.502 Patrimônio Líquido Capital social 26.1 93.653 93.653 93.653 93.653 Reservas de lucros 164.569 99.303 164.569 99.303 Patrimônio líquido do acionista controlador 258.222 192.956 258.222 192.956 Participação dos acionistas não controladores nas controladas 58.498 32.089 Total do patrimônio líquido 258.222 192.956 316.720 225.045 329.865 272.557 1.641.468 1.718.694 329.865 272.557 1.641.468 1.718.694 Total dos Passivos e Patrimônio Líquido Total dos Ativos As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2012 e de 2011 (Em milhares de reais - R$) Participação dos Reservas Patrimônio acionistas não de lucros líquido do controladores no Patrimônio Nota Capital Reserva Retenção Lucros acionista patrimônio líquido líquido Explicativa social de capital Legal de lucros acumulados controlador das controladas consolidado Saldos em 31 de Dezembro de 2010 44.772 1.955 3.623 42.987 93.337 18.022 111.359 Perda de capital (16.027) (16.027) (16.027) Ganho de capital 16.027 16.027 16.027 Aumento de capital 26.2 48.881 48.881 5.915 54.796 Reversão de dividendos propostos em 2010 11.367 11.367 11.367 Lucro líquido do exercício 102.918 102.918 8.152 111.070 Destinação do resultado do exercício: Reserva legal - 5.146 (5.146) Dividendos pagos (1.955) (46.926) (48.881) (48.881) Dividendos propostos (14.666) (14.666) (14.666) Retenção de lucros 83.106 (83.106) Saldos em 31 de Dezembro de 2011 93.653 - 8.769 90.534 192.956 32.089 225.045 Aumento de capital 4.791 4.791 Lucro líquido do exercício 129.507 129.507 21.618 151.125 Destinação do resultado do exercício: Reserva legal 26.3 - 6.475 (6.475) Dividendos pagos 26.5 (45.786) (12.100) (57.886) (57.886) Dividendos propostos 26.4 (6.355) (6.355) (6.355) Retenção de lucros 26.4 104.577 (104.577) Saldos em 31 de Dezembro de 2012 93.653 - 15.244 149.325 258.222 58.498 316.720 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2012 e de 2011 (Em milhares de reais - R$, exceto quando de outra forma indicado) 1. Informações Gerais: A RB Capital Holding S.A. (“Sociedade”) foi constituída em 24 de junho imobilizado é baixado após alienação ou quando não há benefícios econômicos futuros esperados de 2008 e tem como objeto social a participação em outras sociedades como sócia, acionista ou do uso contínuo do ativo. Quaisquer ganhos ou perdas na venda ou baixa de um item do imobilizacotista, no País ou no exterior. As demonstrações financeiras fiduciárias das controladas indiretas do são determinados pela diferença entre os valores recebidos na venda e o valor contábil do atiRB Capital Securitizadora S.A. e RB Capital Companhia de Securitização estão apresentadas nas vo e são reconhecidos no resultado. 2.7. Propriedades para investimento: As propriedades para notas explicativas nº 38 e 39. A partir do trimestre findo 30 de setembro de 2012, as referidas con- investimento são representadas por terrenos mantidos para auferir rendimento de aluguel e/ou vatroladas apresentam um volume maior de informações sobre as operações de securitização no In- lorização do capital, conforme divulgado na nota explicativa nº 15. As propriedades para investiforme Trimestral de Securitizadora conforme anexo 32 II da Instrução CVM nº 520. O referido ane- mento são mensuradas inicialmente ao custo, incluindo os custos da transação. Após o reconhecixo não foi examinado pelos Auditores Independentes. Durante os exercícios de 2012 e de 2011, mento inicial, as propriedades para investimento são mensuradas ao valor justo. As variações (gaas seguintes transações foram efetuadas pela Sociedade e por suas controladas: a) Em 20 de ja- nhos ou perdas) resultantes de mudanças no valor justo de uma propriedade para investimento são neiro de 2011, a controlada indireta RB Capital Realty S.A. efetuou aporte de capital no RB Capi- reconhecidos no resultado do período no qual as mudanças ocorreram, especificamente em conta tal Desenvolvimento Residencial FIP com 1.286.228 ações de sua controlada RB Capital Desen- destacada no grupo “Receitas (despesas) operacionais”. As avaliações foram efetuadas por espevolvimento Residencial II S.A. por seu valor contábil de R$2.111. b) Em 11 de fevereiro de 2011, cialistas independentes externos. O valor justo das propriedades para investimento não reflete os a controlada indireta RB Capital Desenvolvimento Residencial I S.A. efetuou redução de capital investimentos futuros em capital fixo que aumentem o valor das propriedades, tampouco os beneno valor de R$19.000, sendo pagos a seus acionistas R$13.594 em dinheiro e R$5.407 na forma fícios futuros relacionados derivados desses dispêndios futuros. 2.8. Redução ao valor recupede 54.065 cotas do RB Capital Agre Fundo de Investimento Imobiliário - FII, a valor contábil. c) Em rável de ativos tangíveis e intangíveis: Os bens do imobilizado e de outros ativos não circulan25 de fevereiro de 2011, a Sociedade vendeu 2.725.241 ações da RB Capital Securitizadora S.A., tes são avaliados periodicamente para identificar evidências de perdas não recuperáveis, ou, ainpelo valor contábil de R$47.597, para o RB Capital Real Estate I Fundo de Investimento em Parti- da, sempre que eventos ou alterações significativas nas circunstâncias indicarem que o valor concipações. d) Em 1º de março de 2011, a controlada indireta FL45 Empreendimentos Imobiliários tábil pode não ser recuperável. Quando houver perda, decorrente das situações em que o valor conS.A. foi incorporada, reversamente, por sua controlada Marcacel Participações S.A. e) Em 16 de tábil do ativo ultrapasse seu valor recuperável, nesse caso definido pelo valor em uso do ativo, utijunho de 2011, a controlada indireta RB Capital Realty S.A. efetuou redução de capital no valor de lizando a metodologia de fluxo de caixa descontado, essa perda é reconhecida no resultado do R$33.901, com a entrega para a sua controladora RB Capital Holding S.A. de 1.193 cotas do RB exercício. A Administração da Sociedade, em seu melhor julgamento, não identificou ativos regisCapital Real Estate I Fundo de Investimento em Participações (“FIP”). A redução de capital foi efe- trados por valores superiores ao seu valor recuperável para os exercícios encerrados em 31 de detuada com base no valor patrimonial do FIP de 31 de dezembro de 2010. A referida redução de ca- zembro de 2012 e de 2011. 2.9. Passivos financeiros e instrumentos de capital outorgados pital não contemplou o resultado do FIP para o período de 1º de janeiro a 16 de junho de 2011 pela Sociedade: 2.9.1. Classificação como dívida ou instrumento de capital: Os instrumen(data da redução de capital), no montante de R$8.597, tampouco a avaliação a valor justo das pro- tos de dívida e os instrumentos de capital são classificados como passivos financeiros ou de capipriedades para investimento realizada nas investidas do FIP, a qual foi adotada a partir de 2011, tal de acordo com a natureza do contrato. 2.9.2. Instrumentos de capital: Instrumento de capital sendo aplicada retrospectivamente, no montante de R$7.430. Dessa forma, a controlada RB Ca- representa qualquer contrato que evidencie participação residual nos ativos de uma entidade após pital Realty S.A. reconheceu uma perda de capital no montante de R$16.027 no patrimônio líqui- deduzir todos os seus passivos. Os instrumentos de capital da Sociedade são registrados nos redo. Em contrapartida, essa redução de capital gerou um ganho de capital no mesmo montante na sultados obtidos, líquidos dos custos diretos de emissão. 2.9.3. Passivos financeiros: Os passisua controladora RB Capital Holding S.A., que também foi registrado no patrimônio líquido. f) Em vos financeiros são classificados como “passivos financeiros ao valor justo no resultado” ou “ou30 de junho de 2011, a controlada indireta RB Capital Securitizadora S.A. vendeu para o RB Capi- tros passivos financeiros”. Em cada data de balanço subsequente ao reconhecimento inicial, os tal Real Estate I Fundo de Investimento em Participações 5.996.862 ações da RB Capital Securiti- passivos financeiros classificados ao valor justo no resultado são reconhecidos ao valor justo direzadora Residencial S.A. pelo seu valor contábil, na mesma data, de R$15.456. g) Em 30 de junho tamente no resultado do período no qual se originaram. O ganho ou a perda líquida reconhecidos de 2011, a Sociedade efetuou aporte no RB Capital Real Estate FIP no valor de R$85.590, com a no resultado inclui eventuais juros pagos ao passivo financeiro. Outros passivos financeiros (inintegralização de 54.265.787 ações da RB Capital Realty S.A., pelo valor contábil de R$43.993, e cluindo, empréstimos e financiamentos, debêntures, terrenos a pagar, contas a pagar e outras obrivalor a receber do RB Capital Real Estate I Fundo de Investimento em Participações referente à gações) são mensurados subsequentemente pelo custo amortizado usando-se o método de juros venda da participação da RB Capital Securitizadora S.A., no montante de R$41.597, também pelo efetivos. 2.10. Cessão de Certificados de Créditos Imobiliários - CCIs a pagar: Os CCIs são seu valor contábil. h) Em 15 de setembro de 2011, a controlada indireta RB Capital Commercial reconhecidos, inicialmente, pelo valor justo, líquido dos custos incorridos na transação, e, subseProperties S.A. cedeu e transferiu 999 cotas da RB Capital Realty IV Empreendimentos Imobiliá- quentemente, demonstrados pelo custo amortizado. Qualquer diferença entre os valores captados rios Ltda. para a RB Capital Realty S.A. na mesma data, o capital da Sociedade foi aumentado de (líquidos dos custos de transação) e o valor de liquidação é reconhecida na demonstração do resulR$1 para R$60.016, mediante a emissão de 60.014.615 novas cotas. As cotas foram subscritas tado durante o período em que os empréstimos estejam em aberto, utilizando-se do método da com a integralização de R$10.000 em dinheiro e o restante com recebíveis adquiridos da Rossi taxa efetiva de juros. 2.11. Provisões: As provisões são reconhecidas quando a Sociedade e suas Empreendimentos Imobiliários S.A. i) Em 29 de setembro de 2011, a controlada indireta RB Capi- controladas possuem uma obrigação presente (legal ou construtiva) resultante de um evento pastal Realty IV reduziu o capital no valor de R$39.243 com pagamento integral em dinheiro para a sado, é provável que terá de liquidar a obrigação e quando é possível mensurar de forma confiável sua controladora. j) Em 31 de outubro de 2011, a controlada indireta RB Capital Securitizadora o valor da obrigação. Uma obrigação construtiva, ou não formalizada, é aquela que decorre das S.A. efetuou redução de capital no valor de R$10.000 em dinheiro. k) Em 9 de novembro de 2011, ações da Sociedade que, por meio de um padrão estabelecido de práticas passadas, de políticas a controlada indireta RB Capital Realty S.A. efetuou distribuição de dividendos no valor de publicadas ou de uma declaração atual suficientemente específica, indique a outras partes que a R$1.000 com a entrega de 1.000 cotas da RB Capital Realty VI Empreendimentos Imobiliários Sociedade aceitará certas responsabilidades e, em consequência, cria uma expectativa válida nesLtda. ao RB Capital Real Estate I Fundo de Investimento em Participações. l) Em 30 de novembro sas outras partes de que cumprirá com essas responsabilidades. O valor reconhecido como provide 2011, a controlada indireta RB Capital Realty S.A. efetuou aporte no montante de R$1.772 no são é a melhor estimativa da compensação determinada para liquidar a obrigação presente nas daFIP RB Capital Desenvolvimento Residencial, sendo composto por 1.771.500 ações ordinárias da tas dos balanços, levando em consideração os riscos e as incertezas relativos à obrigação. Os deRB Capital Realty IX Empreendimentos Imobiliários S.A.. m) Em 13 de dezembro de 2011, a Socie- pósitos judiciais são registrados no ativo não circulante pelo valor original depositado mais a atuadade adquiriu 40.000 cotas juniores (correspondentes a 5% do total de cotas) e 40.000 cotas me- lização monetária. 2.12. Reconhecimento de receita: A receita é mensurada pelo valor justo da zanino (correspondentes a 5% do total de cotas) do RB Capital Prime Realty II - FII. n) Em 19 de contrapartida recebida ou a receber. 2.12.1. Receita de “spread”: O “spread” da operação decordezembro de 2011, a controlada indireta RB Capital Realty S.A. adquiriu 2.758.394 cotas do Fun- re, basicamente, da diferença entre o preço pago pela Sociedade na aquisição do crédito imobiliádo Pine RB Capital pelo montante de R$2.758. o) Em 19 de fevereiro de 2012 a controlada indire- rio e o preço de colocação dos CRI aos investidores. Em outras palavras, a Sociedade adquire o lasta RB Capital Realty S.A. aportou as cotas da RB Capital Realty II Empreendimentos Imobiliários tro imobiliário aplicando determinada taxa de desconto que somente será em parte repassada Ltda. a RB Capital Realty IX Empreendimentos Imobiliários S.A. no valor contábil de R$22.149. p) como forma de remuneração dos Certificados de Recebíveis Imobiliários - CRIs, de modo que a diEm 27 de junho de 2012, a RB Capital Desenvolvimento Residencial I S.A. exerceu a opção de ven- ferença observada entre as taxas consista no “spread” realizado. Dessa forma, não será observada das cotas das SCP’s Allegro e Cotegipe contra Rossi Residencial S.A. pelo valor contábil de do “spread” quando as taxas (preços) de compra e venda dos créditos forem iguais. 2.12.2. ReceiR$4.313, conforme acordado no Instrumento Particular de Opção de Compra e Venda de quotas ta de venda: Refere-se, basicamente, às negociações de terrenos e imóveis que são transferidos assinado em 1 de agosto de 2008. q) Em 1º de agosto de 2012, a controlada indireta RB Capital das Sociedades de Propósito Específicos - SPEs para fundos de investimento imobiliário. Desenvolvimento Residencial I S.A. transferiu as cotas que detinha da investida RB Capital Realty 2.12.3. Receita de juros: A receita de juros decorrente de aplicações financeiras é registrada em V Empreendimentos Imobiliários Ltda para a RB Capital Realty S.A. pelo valor contábil de R$4. r) relação ao principal em aberto e pela taxa de juros efetiva aplicável, que é aquela que desconta os Em 3 de agosto de 2012, com base no Instrumento de Protocolo e Justificação de Incorporação, a recebimentos estimados de caixa futuros pela vida esperada do ativo financeiro ao valor contábil controlada indireta RB Capital Desenvolvimento Residencial I S.A. incorporou a sua controlada líquido do ativo. 2.12.4. Receita de aluguel: As receitas de aluguéis são apropriadas ao resultado ao longo do processo de vigência do contrato de cessão de direitos de uso de superfície. Os vaUrano Empreendimentos Imobiliários Ltda., sendo incorporados os seguintes saldos: lores a receber de clientes, decorrentes das receitas de aluguéis, são apresentados em virtude do Ativo circulante Caixa e equivalentes de caixa 98 mesmo processo de realização, sendo os recebimentos superiores a esses créditos a receber regisImpostos a recuperar 9 trados no passivo como “Adiantamentos de clientes”. 2.12.5. Receita de prestação de serviços de estruturação: A receita de serviços de estruturação decorre do desenvolvimento de operações Ativo não circulantePartes relacionadas 5.500 de crédito estruturado voltadas aos setores imobiliário e de infraestrutura. Os valores e condições Total do ativo incorporado 5.607 são acordados entre as partes e tais receitas são reconhecidas no resultado de acordo com o a Acervo incorporado 5.607 competência, ou seja, na medida em que o serviço é prestado. 2.12.6. Receita de serviços de s) Em 8 de agosto de 2012, a controlada indireta RB Capital Realty S.A. efetuou redução de capital administração: A receita de serviços decorre da administração dos recebíveis imobiliários fiduno valor de R$10.595, sem cancelamento de ações. t) Em 8 de agosto de 2012, a controlada indire- ciários pela Sociedade. Os valores são previamente acordados entre a Sociedade e o responsável ta RB Capital Realty S.A. quitou a redução de capital de R$10.595 com a entrega das cotas da RBCP pelo pagamento dos recebíveis imobiliários. 2.12.7. Receita de prestação de serviços de con40 ao seu controlador FIP Real Estate, pelo valor contábil de R$10.595. u) Em 31 de agosto de 2012, sultoria: A receita de serviços de consultoria referem-se ao suporte financeiro e jurídico-econômia controlada indireta RB Capital Desenvolvimento Residencial I S.A. vendeu as cotas que detinha co oferecido nas operações estruturadas voltadas aos setores imobiliário e de infraestrutura. Os da Nova Petrópolis Incorporações Ltda. pelo valor de R$11.020, apurando um ganho de R$ 6.898. valores e condições são acordados entre as partes e tais receitas são reconhecidas no resultado de v) Em 22 de outubro de 2012, a controlada indireta RB Capital Realty S.A. efetuou o aumento de acordo com o a competência, ou seja, na medida em que o serviço é prestado. 2.13. Imposto de capital através de capitalização de adiantamento para futuro aumento de capital no valor de renda e contribuição social: A despesa com imposto de renda e contribuição social representa R$51.475, com emissão de 123.507.312 novas ações. w) Em 23 de outubro de 2012, a controlada a soma dos impostos correntes e diferidos. Os impostos correntes são baseados no lucro tributável indireta RB Capital Commercial Properties S.A. vendeu cotas do FII Patrimonial IV para Sociedade do período. O lucro tributável difere do lucro apresentado na demonstração do resultado porque inpelo valor total de R$297. x) Em 25 de outubro de 2012, a Sociedade subscreveu e integralizou 100 clui e exclui receitas ou despesas tributáveis ou dedutíveis em outros exercícios, além de excluir cotas do FII Patrimonial IV, pelo valor de R$1.000. y) Em 28 de novembro de 2012, a investida Colo- itens que não são tributáveis ou dedutíveis. O passivo referente ao imposto corrente da Sociedade rata Empreendimentos Imobiliários Ltda, efetuou cisão parcial, sendo vertido o terreno do projeto é apurado com base nas alíquotas em vigor nas datas dos balanços, ou seja, 25% para imposto de Montano no valor de R$3.945 para a SPE Basileu Empreendimentos Imobiliários Ltda.. z) Em 28 de renda e 9% para contribuição social. Conforme facultado pela legislação tributária, determinadas novembro de 2012, a controlada indireta RB Capital Desenvolvimento Residencial I S.A. aprovou o controladas optaram pelo regime de tributação com base no lucro presumido. A base de cálculo do aumento de capital em R$ 12.933 e o ingresso da Anambé Empreendimentos Imobiliários S.A. imposto de renda e da contribuição social é calculada à razão de 32% sobre as receitas brutas procomo acionista. O sócio RB Capital Real Estate I - Fundo de Investimentos em Participações apor- venientes da prestação de serviços e de 100% das receitas financeiras, sobre as quais se aplicam tou R$10.414 e a nova acionista Anambé Empreendimentos Imobiliários S.A. aportou R$2.519. as alíquotas regulares de 15%, acrescida do adicional de 10%, para o imposto de renda e de 9% aa) Em 3 de dezembro de 2012, a controlada indireta RB Capital Realty S.A. efetuou a redução de para a contribuição social. O imposto de renda e a contribuição social diferidos (“impostos difericapital no valor de R$10.450, sem cancelamento de ações. bb) Em 12 de dezembro de 2012, o ca- dos”) são reconhecidos sobre as diferenças temporárias nas datas de encerramento dos exercícios pital da controlada indireta RB Capital Desenvolvimento Residencial I S.A. foi reduzido em R$ entre os saldos de ativos e passivos reconhecidos nas demonstrações financeiras e as bases fis16.917. cc) Em 28 de dezembro de 2012, a controlada indireta RB Capital Prime Realty II Empreen- cais correspondentes usadas na apuração do lucro tributável, incluindo saldo de prejuízos fiscais, dimentos Imobiliários S.A., teve sua razão social alterada para Prime Realty II Empreendimentos quando aplicável. Os impostos diferidos passivos são geralmente reconhecidos sobre todas as diImobiliários S.A.. 2. Resumo das Principais Práticas Contábeis: 2.1. Declaração de Con- ferenças temporárias tributáveis, e os impostos diferidos ativos são reconhecidos sobre todas as formidade: As demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Sociedade foram prepa- diferenças temporárias dedutíveis, apenas quando for provável que a Sociedade e suas controlaradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. As práticas contábeis adotadas no das apresentarão lucro tributável futuro em montante suficiente para que tais diferenças temporáBrasil compreendem aquelas incluídas na legislação societária brasileira e os pronunciamentos rias dedutíveis possam ser utilizadas. 2.14. Lucro por ação: O lucro básico por ação é calculado técnicos, as orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos dividindo o lucro líquido do exercício atribuível aos acionistas pela média ponderada da quantidaContábeis - CPC e aprovados pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC. As demonstrações fi- de de ações em circulação durante o exercício, incluindo as emissões de direitos e bônus de subsnanceiras são apresentadas em reais (R$ ), que é a moeda funcional e de apresentação da Socie- crição. O lucro diluído por ação é calculado considerando o lucro líquido atribuível aos acionistas e dade no Brasil. As práticas contábeis descritas em detalhes a seguir têm sido aplicadas de manei- a quantidade média ponderada de ações em circulação, acrescida dos efeitos de todas as ações ra consistente a todos os períodos apresentados nas demonstrações financeiras. 2.2. Bases de potenciais. Todos os instrumentos e contratos que possam resultar na emissão de ações são conapresentação: Na elaboração das demonstrações financeiras é necessário utilizar estimativas siderados ações potenciais. 2.15. Aplicação de julgamentos e práticas contábeis críticas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. Para efetuar essas estimativas, a Ad- na elaboração das demonstrações financeiras: Na preparação das demonstrações financeiministração utilizou as melhores informações disponíveis na data da preparação das informações ras, a Sociedade adotou variáveis e premissas derivadas de experiência histórica e vários outros contábeis, bem como a experiência de eventos passados e/ou correntes, considerando, ainda, fatores que entende como razoáveis e relevantes. Ainda que essas estimativas e premissas sejam pressupostos relativos a eventos futuros. As estimativas e premissas correspondentes são revisa- revistas pela Sociedade no curso ordinário dos negócios, a demonstração da sua condição finandas continuamente. As revisões feitas às estimativas contábeis são reconhecidas somente no pe- ceira e dos resultados das operações frequentemente requer o uso de julgamentos quanto aos ríodo em que a estimativa é revisada, se a revisão afetar apenas esse período, ou no período da re- efeitos de questões inerentemente incertas sobre o valor contábil dos seus ativos e passivos. Os visão e em períodos posteriores, se a revisão afetar tanto o período presente como períodos futu- resultados reais podem ser distintos dos estimados sob variáveis, premissas ou condições diferenros. As demonstrações financeiras foram elaboradas com base no custo histórico, exceto quando tes.2.16. Normas e interpretações novas e revisadas já emitidas e ainda não adotadas: A mencionado ao contrário, conforme descrito nas práticas contábeis a seguir. O custo histórico ge- Sociedade não adotou as IFRSs novas e revisadas a seguir, já emitidas e ainda sem aplicação exiralmente é baseado no valor justo das contraprestações pagas em troca de ativos. 2.3. Ativos fi- gida: • Modificações à IFRS 7 - Divulgações - Transferências de Ativos Financeiros (2): aumentam nanceiros: Os ativos financeiros são classificados nas seguintes categorias específicas: ativos fi- as exigências de divulgação das transações envolvendo ativos financeiros. Essas alterações prenanceiros contabilizados ao valor justo no resultado, investimentos mantidos até o vencimento, ati- tendem proporcionar maior transparência às exposições de risco quando um ativo financeiro é vos financeiros disponíveis para venda e empréstimos e recebíveis. A classificação depende da na- transferido, mas o transferente continua retendo certo nível de exposição ao ativo. As alterações tureza e da finalidade dos ativos financeiros e é determinada no seu reconhecimento inicial. As também exigem a divulgação da transferência de ativos financeiros quando não forem igualmente compras ou vendas de ativos financeiros são reconhecidas e deixam de ser reconhecidas, respec- distribuídos no exercício. • IFRS 9 - Instrumentos Financeiros (3): introduz novas exigências para a tivamente, na data da negociação quando a compra ou venda de um investimento estiver prevista classificação, mensuração e baixa de ativos e passivos financeiros. O efeito mais significativo deem um contrato cujos termos exijam a entrega do investimento em um prazo estabelecido pelo res- corrente da aplicação da nova norma refere-se à contabilização das variações no valor justo de um pectivo mercado, e são inicialmente mensuradas ao valor justo, acrescido dos custos da transação, passivo financeiro (designado ao valor justo por meio do resultado) atribuíveis a mudanças no risexceto para os ativos financeiros classificados ao valor justo no resultado. Em cada data de balan- co de crédito daquele passivo. Assim, a variação no valor justo do passivo financeiro atribuível às ço subsequente ao reconhecimento inicial, os recebíveis são registrados ao custo amortizado usan- mudanças no risco de crédito daquele passivo é reconhecida na rubrica “Outros resultados abrando o método de “juros efetivos”, deduzido de perdas de seu valor de recuperação (“impairment”), gentes”, a menos que o reconhecimento dos efeitos das mudanças no risco de crédito do passivo se houver. “Impairment” de ativos financeiros: Para certas categorias de ativos financeiros, na respectiva rubrica resulte em ou aumente o descasamento contábil no resultado. • IFRS 10 tais como clientes e outros valores a receber, os ativos que, na avaliação individual, não apresen- Demonstrações Financeiras Consolidadas (2): substitui as partes da IAS 27 - Demonstrações Fitam “impairment” podem ser, subsequentemente, avaliados para “impairment” de forma coletiva. nanceiras Consolidadas e Separadas que tratam das demonstrações financeiras consolidadas. A Entre as evidências objetivas de impossibilidade de recuperação do valor de uma carteira de crédi- SIC 12 - Consolidação - Sociedades de Propósito Específico foi retirada com a emissão da IFRS 10. tos está a experiência passada da Sociedade em receber créditos e mudanças observáveis nas De acordo com a IFRS 10, existe somente uma base de consolidação, ou seja, o controle. Adiciocondições econômicas locais ou nacionais relacionadas à inadimplência dos recebimentos. nalmente, a IFRS 10 inclui uma nova definição de controle. • IFRS 11 - Acordos de Participação 2.4. Caixa e equivalentes de caixa: Incluem os montantes de caixa, fundos disponíveis em con- (2): substitui a IAS 31 - Participações em “Joint Ventures” e aborda como um acordo de participatas bancárias de livre movimentação e aplicações financeiras com prazo para resgate de até 90 ção em que duas ou mais partes têm controle conjunto deve ser classificado. • IFRS 12 - Divulgadias da data da aplicação, principalmente em debêntures compromissadas e Certificado de Depó- ções de Participações em Outras Entidades (2): é uma norma de divulgação aplicável a entidades sito Bancário - CDB. As aplicações financeiras são registradas ao custo, acrescido dos rendimen- que possuem participações em controladas, coligadas e/ou entidades estruturadas não consolitos auferidos até as datas dos balanços, não superando o valor de mercado. 2.5. Aplicações fi- dadas e acordos de participação. De modo geral, as exigências de divulgação de acordo com a nanceiras vinculadas: A Sociedade possui aplicações financeiras em CDB, debêntures compro- IFRS 12 são mais abrangentes do que as normas atuais. • IFRS 13 - Mensuração do Valor Justo missadas com remuneração pelo Certificado de Depósito Interbancário - CDI e em fundo de inves- (2): apresenta uma fonte única de orientação para as mensurações do valor justo e divulgações timento aberto. As aplicações estão vinculadas a compromissos assumidos nas operações de Cer- acerca das mensurações do valor justo. A norma define valor justo, apresenta uma estrutura de tificado de Créditos Imobiliários - CCI, empréstimos e venda de ativos, e os saldos de aplicações fi- mensuração do valor justo e exige divulgações das mensurações do valor justo. • Modificações nanceiras estão demonstrados ao custo, acrescido dos rendimentos auferidos até as datas dos ba- à IAS 1 - Apresentação dos Itens de Outro Resultado Abrangente (1): permitem apresentar o relanços, conforme descrito na nota explicativa nº 5. 2.6. Imobilizado: Demonstrado ao custo de sultado e outro resultado abrangente em uma única demonstração ou em duas demonstrações aquisição. A depreciação é calculada pelo método linear às taxas mencionadas na nota explicati- separadas e consecutivas. No entanto, as modificações à IAS 1 exigem divulgações adicionais na va nº 13, que consideram a vida útil-econômica estimada dos bens. Os valores residuais e a vida seção de outro resultado abrangente, de forma que os itens de outro resultado abrangente sejam útil dos ativos imobilizados são revisados anualmente e ajustados, caso apropriado, com conse- agrupados em duas categorias: (a) itens que não serão reclassificados posteriormente no resultaquente alteração do cálculo das depreciações a partir da data da revisão efetuada. Um item do do; e (b) itens que serão de acordo com determinadas condições. O imposto de renda sobre os

Demonstrações do Resultado para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2012 e de 2011 (Em milhares de reais - R$, exceto o lucro básico por ação) Controladora Consolidado Nota 31.12. 31.12. 31.12. 31.12. Explicativa 2012 2011 2012 2011 Receita Líquida 27 912 338 122.810 159.266 Custos 28 (11) (33) (23.143) (28.435) Lucro Bruto 901 305 99.667 130.831 (Despesas) Receitas Operacionais Despesas gerais e administrativas 29 (14.427) (13.712) (24.138) (18.549) Despesas de comercialização 29 (1.101) (381) (2.295) (1.865) Despesas tributárias 29 (1.591) (163) (5.942) (1.209) Perda de capital, líquida 30 (25.037) (11.865) (25.037) (8.819) Variação do valor justo de propriedades para investimento 15 101.746 18.748 Resultado da equivalência patrimonial 12 169.120 114.667 Outras receitas operacionais, líquidas 29 128 83 (2.056) (7.203) Lucro Operacional antes do Resultado Financeiro 127.993 88.934 141.945 111.934 Resultado Financeiro Receitas financeiras 31 9.639 20.167 89.581 72.321 Despesas financeiras 32 (8.125) (6.183) (60.114) (49.933) Lucro Operacional e antes do Imposto de Renda e da Contribuição Social 129.507 102.918 171.412 134.322 Imposto de Renda e Contribuição Social Correntes 33 (16.112) (22.675) Diferidos 33 (4.175) (577) Lucro Líquido do Exercício 129.507 102.918 151.125 111.070 Lucro Atribuível ao Acionista Controlador 129.507 102.918 129.507 102.918 Lucro Atribuível aos Acionistas Não Controladores 21.618 8.152 Lucro Básico por Ação - R$ 2,18 1,73 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. Demonstrações do Resultado Abrangente para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2012 e de 2011 (Em milhares de reais - R$) Controladora Consolidado 31.12. 31.12. 31.12. 31.12. 2012 2011 2012 2011 Lucro Líquido do Exercício 129.507 102.918 151.125 111.070 Outros Resultados Abrangentes Resultado Abrangente do Exercício 129.507 102.918 151.125 111.070 Lucro Atribuível a Proprietários da controladora 129.507 102.918 Participações não controladoras 21.618 8.152 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. itens de outro resultado abrangente será destinado da mesma forma. • IAS 19 (revisada em 2011) - Benefícios a Empregados (2): altera a contabilização dos planos de benefícios definidos e dos benefícios de rescisão. • IAS 27 (revisada em 2011) - Demonstrações Financeiras Separadas (2): reflete as modificações da contabilização de participação não controladora (minoritária) e trata principalmente da contabilização de modificações de participações societárias em subsidiárias feitas posteriormente à obtenção do controle, da contabilização de perda de controle de subsidiárias e da alocação de lucro ou prejuízo a participações controladoras e não controladoras em uma subsidiária. • IAS 28 (revisada em 2011) - Investimentos em Coligadas e “Joint Ventures” (2): as alterações introduzidas à IAS 28 tiveram como objetivo esclarecer que: (a) um investimento em uma associada deve ser tratado como um ativo único para efeitos dos testes de “impairment”, de acordo com a IAS 36 - “Impairment” de Ativos; (b) qualquer perda por “impairment” a ser reconhecida não deverá ser alocada a ativos específicos (especificamente ao ágio); e (c) as reversões de “impairment” são registradas como um ajuste ao valor contábil da associada desde que, e à medida que, o valor recuperável do investimento aumente. (1) Em vigor para períodos anuais iniciados em ou após 1º de julho de 2012. (2) Em vigor para períodos anuais iniciados em ou após 1º de janeiro de 2013. (3) Em vigor para períodos anuais iniciados em ou após 1º de janeiro de 2015. A Administração avaliou as novas normas e, não espera efeitos significativos sobre os valores reportados. No entanto, a Administração ainda não completou a análise detalhada do impacto da aplicação dessas normas e, por conseguinte, ainda não quantificou os possíveis efeitos nas demonstrações financeiras. Em decorrência do compromisso do CPC de manter atualizado o conjunto de normas emitidas com base nas atualizações e modificações feitas pelo IASB, é esperado que essas alterações e modificações sejam editadas pelo CPC até a data de sua aplicação obrigatória. Até o momento, os seguintes pronunciamentos já foram editados pelo CPC: CPC 19 (R2) Negócios em Conjunto (equivalente à IFRS 11) CPC 33 (R1) Benefícios a Empregados (equivalente à IAS 19 revisada) CPC 36 (R3) Demonstrações Consolidadas (equivalente à IFRS 10) CPC 45 Divulgação de Participações em Outras Entidades (equivalente à IFRS 12) CPC 46 Mensuração do Valor Justo (equivalente à IFRS 13) 3. Critérios de Consolidação: Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, as empresas consolidadas são as seguintes: Tipo de Participação Participação no capital - % Controladas diretas: 31.12.2012 31.12.2011 Fundo de Investimento Imobiliário Patrimonial IV - FII Integral 100,00 RB Capital Realty Investimentos Imobiliários Ltda. Integral 100,00 100,00 RB Capital Investimentos Ltda. Integral 100,00 99,99 RB Capital Serviços de Crédito Ltda. Integral 99,78 99,78 RB Capital Real Estate Fundo de Investimento em Participações Integral 100,00 100,00 RB Capital Infraestrutura FIP Integral 100,00 Controladas indiretas: RB Capital Commercial Properties S.A. Integral 100,00 99,99 RB Capital Desenvolvimento Residencial I S.A. Integral 80,53 80,53 RB Capital Securitizadora S.A. Integral 100,00 99,99 RB Capital Securitizadora Residencial S.A. Integral 100,00 99,99 RB Capital Realty S.A. Integral 100,00 99,99 Prime Realty II Empreendimentos Imobiliários S.A. Integral 100,00 99,99 As controladas aplicaram práticas contábeis consistentes com as da controladora. Nas consolidações foram eliminados os saldos a receber e a pagar, as receitas e as despesas decorrentes de transações entre as sociedades. a) Investimentos em controladas: O controle é obtido quando a Sociedade tem o poder de controlar as políticas financeiras e operacionais de uma entidade para auferir benefícios de suas atividades. Nesse método, os componentes dos ativos, passivos e resultados são combinados integralmente e o valor patrimonial da participação dos acionistas não controladores é determinado pela aplicação do percentual de participação deles sobre o patrimônio líquido das controladas. b) Investimentos em controladas em conjunto: A Sociedade mantém participação compartilhada nas empresas nas quais os contratos, ou estatutos sociais e/ou acordos estabelecem controle conjunto. A Sociedade apresenta suas participações em controladas em conjunto, nas suas demonstrações financeiras, usando o método de consolidação proporcional. As participações da Sociedade nos ativos, passivos e resultados das controladas em conjunto são combinadas com os correspondentes itens nas demonstrações financeiras consolidadas da Sociedade, linha a linha. 4. Caixa e Equivalentes de Caixa Controladora Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Caixa 4 4 5 16 Bancos 1.033 209 8.934 13.722 Aplicações financeiras: RB Capital II FIRF Crédito Privado (b) 3.037 10.510 Debêntures - lastro de operações compromissadas (c) 216 35.720 15.527 CDB (a) 8.765 567 60.649 1.037 12.231 45.226 100.424 (a) Aplicações financeiras com conversibilidade imediata em caixa e com insignificante risco de mudança no valor. Todas as aplicações financeiras foram estruturadas para ter característica e rendimento de títulos de renda fixa, com remuneração próxima a 100% do CDI. (b) Fundo de investimento aberto, administrado pela BNY Mellon. Sua carteira de ativo é composta, principalmente, por CDB, de bancos de primeira linha, e aplicações em debêntures compromissadas bancárias, com liquidez diária e insignificante risco de mudança de valor. Vide nota explicativa nº 10.a). (c) Referem-se a aplicações em debêntures compromissadas bancárias e são substancialmente representadas por títulos indexados à variação do CDI. A instituição financeira tem o compromisso de recompra em um prazo inferior a 90 dias, e a Sociedade o de venda até o seu vencimento ou quando solicitado o resgate, o que ocorrer primeiro. As operações compromissadas e as debêntures foram contratadas com instituições financeiras que operam no Brasil, possuem liquidez imediata e são remuneradas por aproximadamente 100% da variação do CDI. 5. Aplicações Financeiras Vinculadas Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 Conta-corrente 26.079 8.818 RB Capital II FIRF Crédito Privado (c) 312.229 287.789 Debêntures - lastro de operações compromissadas bancárias (a) 5.269 35.556 CDB (b) 45 231 343.622 332.394 (a) Referem-se a aplicações em debêntures compromissadas bancárias e são substancialmente representadas por títulos indexados à variação do CDI. A instituição financeira tem o compromisso de recompra em um prazo inferior a 90 dias, e a Sociedade o de venda até o seu vencimento ou quando solicitado o resgate, o que ocorrer primeiro. As operações compromissadas e as debêntures foram contratadas com instituições financeiras que operam no Brasil, possuem liquidez imediata e são remuneradas por aproximadamente 100% da variação do CDI. (b) Aplicações financeiras em CDBs com conversibilidade imediata em caixa e com insignificante risco de mudança no valor. Todas as aplicações financeiras possuem remuneração próxima a 100% do CDI. (c) Fundo de investimento aberto, administrado pela BNY Mellon. Sua carteira de ativo é composta, principalmente, por CDB, de bancos de primeira linha, e aplicações em debêntures compromissadas bancárias, com liquidez diária e insignificante risco de mudança de valor. Vide nota explicativa nº 10.a). 6. Títulos e Valores Mobiliários Controladora Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Debêntures Florida Center (a) 668 5.842 FII RB Capital Renda II (b) 225 FII RB Capital Renda I 54 54 FIM RB Capital Pine (c) 3.781 RB Capital Desenvolvimento Residencial II FIP (d) 6.514 5.795 668 54 16.137 6.074 (a) Foram emitidas pelo Florida Center, em 13 de Dezembro de 2011, 125 debêntures não conversíveis em ações, no valor unitário de R$ 50.000,00 e prazo de vencimento de 4 anos. Sua remuneração é de 100% da Taxa DI acrescida de spread de 2% ao ano. (b) Referem-se a 3.403 cotas do Fundo de Investimentos Imobiliários RB Capital Renda II, o qual realiza investimentos em imóveis para exploração comercial por meio de locações atípicas ou outros contratos atípicos de imóveis de propriedade do Fundo ou a serem por ele adquiridos. (c) O FIM Pine RB Capital é um fundo de investimento multimercado, constituído sob a forma de condomínio fechado, com prazo determinado de duração, e é formado por uma única classe de cotas. O fundo é destinado a investidores qualificados, e tem seu capital investido em uma carteira de ativos financeiros de crédito privado lastreados em recebíveis imobiliários de projetos residenciais. (d) O RB Capital Desenvolvimento Residencial II FIP é um fundo de investimento em participações, constituído sob a forma de condomínio fechado, com prazo de cinco anos de duração, e é formado por uma única classe de cotas. O fundo investe seu capital, preponderantemente, na RB Capital Desenvolvimento Residencial II S.A., sociedade que tem por objetivo adquirir participações societárias em empreendimentos imobiliários residenciais, que encontram-se em desenvolvimento. A composição da carteira do fundo em 31 de dezembro de 2012 é de 40% em ações da RB Capital Desenvolvimento Residencial II S.A., 15% em ações da RB Capital Realty XI S.A., 30% em ações da RB Capital Realty XIII S.A. e 15% em cotas do Citi Cash Blue (FI Referenciado DI). 7. Clientes e Outros Valores a Receber Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 Contas a receber - Operação Rodobens (b) 40.175 166.831 Contas a receber - Operação PDG (c) 66.070 54.015 Recebíveis imobiliários - Operação Rossi - unidades vendidas (d) 42.488 8.254 Recebíveis imobiliários - Operação Rossi - unidades a serem comercializadas (d) 98.008 81.097 Opção de venda - Operação Rossi (e) 18.320 Duplicatas a receber - serviços (a) 21.991 12.937 Contas a receber por intermediação de negócios 895 Provisão para faturamento 1.599 1.503 Valores dados em garantia 2.777 Provisão para créditos de liquidação duvidosa (372) (157) Outros 3.970 4.069 292.249 332.221 Circulante 80.125 188.846 Não circulante 212.124 143.375 (a) As duplicatas a receber possuem origem na prestação de serviços de estruturação, administração e securitização. (b) Em 3 de maio e 30 de junho de 2011, as controladas indiretas Salus Empreendimentos Imobiliários I e II efetuaram a aquisição de participação em cinco SPEs do Grupo Rodobens como parte de um processo de operação estruturada para a captação de recursos para o referido Grupo. Com o objetivo de viabilizar a operação, os créditos da venda das SPEs foram cedidos pelo Grupo Rodobens para a controlada indireta RB Capital Securitizadora S.A. que foi responsável por securitizar esses créditos ao mercado por meio de emissão de CRIs, sem nenhuma coobrigação do Grupo RB Capital. Para proteger o valor investido, as controladas indiretas Salus Empreendimentos Imobiliários I e II possuem uma opção de venda, pelo valor não liquidado dos CRIs, contra o Grupo Verdi (controlador do Grupo Rodobens) que foi exercida em 5 de novembro e 31 de dezembro de 2012, respectivamente, com a consequente liquidação do CRI. O saldo em aberto em 31 de dezembro de 2012 foi recebido em 2 de janeiro de 2013. (c) Em 23 de setembro de 2011, a controlada RB Capital Realty III Empreendimentos Imobiliários Ltda. celebrou instrumento particular de constituição de sociedade em conta de participação com a Goldfarb 49 Empreendimento Imobiliário Ltda., (Sociedade do Grupo PDG), como sócia participante aportando o montante de R$ 17.000, fazendo jus à participação de 13,91% das receitas líquidas do empreendimento. Em 23 de setembro de 2011, a controlada RB Capital Realty II Empreendimentos Imobiliários Ltda. celebrou instrumento particular de constituição de sociedade em conta de participação com a Goldfarb Incorporações e Construção S.A., (Sociedade do Grupo PDG), como sócia participante aportando o montante de R$ 20.000, fazendo jus à participação de 22,79% das receitas líquidas do empreendimento. Em 29 de setembro de 2011, a controlada RB Capital Realty X Empreendimentos Imobiliários Ltda. celebrou instrumento particular de constituição de sociedade em conta de participação com a PDG SPE 17 Empreendimentos Imobiliários Ltda., como sócia participante aportando o montante de R$ 6.000, fazendo jus à participação de 23,5% das receitas líquidas do empreendimento. Os valores a receber estão registrados a valor presente descontados à taxa média de 9,26% acrescido de IPCA ao ano sobre o fluxo de recebíveis composto pela carteira de recebíveis

A Administração Demonstrações dos Fluxos de Caixa para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2012 e de 2011 (Em milhares de reais - R$) Controladora Consolidado 31.12. 31.12. 31.12. 31.12. 2012 2011 2012 2011 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais Lucro líquido do exercício 129.507 102.918 151.125 111.070 Ajustes para reconciliar o lucro líquido do exercício com o caixa líquido (aplicado nas) gerado pelas atividades operacionais: Perda de capital, líquida 25.037 11.865 25.037 8.819 Resultado de equivalência patrimonial (169.120) (114.667) Custo do ativo imobilizado e intangível baixado 3.636 Depreciações e amortizações 554 450 14.959 4.438 Provisão para crédito de liquidação duvidosa 215 (394) Provisão para riscos 45 (11) PIS e COFINS diferidos 3.802 684 Ganho com a atualização do contas a receber (60.853) (31.802) Juros sobre o saldo de terrenos a pagar 2.302 1.258 Imposto de renda e contribuição social diferidos 4.175 577 Juros sobre empréstimos, financiamentos e debêntures 7.301 4.731 26.827 10.853 Reconhecimento de perda sobre o valor recuperável de ativos 11.689 Ganho na variação do valor justo das propriedades para investimento - (101.746) (18.748) Redução (aumento) nos ativos operacionais: Clientes e outros valores a receber (280) 21 103.366 (93.358) Impostos a recuperar (170) (1.354) 13.664 (12.707) Partes relacionadas (7.635) 4.902 9.674 28.490 Imóveis a comercializar 7.376 (6.468) Despesas antecipadas (71) 13 (146) 28 Adiantamentos concedidos 48 (4) (1.298) (5.589) Outros créditos 2.133 (1.648) 653 (641) Depósitos judiciais 37 (2.050) Aumento (redução) nos passivos operacionais: Impostos, taxas e contribuições (28) (244) (11.266) 9.713 Contas a pagar 315 107 (91.970) 17.628 Adiantamentos de clientes - 228.226 435.287 Partes relacionadas (7.548) (29.261) 2.332 (390) Salários e encargos sociais 313 1.318 323 1.312 Contas a pagar por aquisição de investimentos (16.823) 665 Outras contas a pagar (1) 2.892 2.785 Caixa (aplicado nas) gerado pelas atividades operacionais (19.644) (20.854) 328.253 461.449 Juros pagos (12.910) (6.530) Caixa líquido (aplicado nas) gerado pelas atividades operacionais (19.644) (20.854) 315.343 454.919 Fluxo de Caixa das Atividades de Investimento Títulos e valores mobiliários (614) (54) (10.063) (5.711) Cessão de Certificados Créditos Imobiliários - CCIs 277 (277) 364.450 (11.064) Ativo não circulante disponível para venda 8.000 (8.000) 24.314 (8.280) Aplicações financeiras vinculadas (11.228) 23.987 Aquisições de propriedades para investimento (94.641) (9.814) Aquisições de controladas (320) Aquisições de bens do imobilizado e do intangível (906) (259) (253.338) (244.714) Dividendos recebidos 66.185 68.791 Aumento de capital em controladas (17.220) (84.319) Redução de capital em controladas 25.600 4.313 Venda de investimentos 6.756 12.323 Caixa líquido (aplicado nas) gerado pelas atividades de investimento 81.002 (17.362) 23.807 (243.273) Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamento Aumento de capital 48.881 4.791 54.796 Dividendos pagos (72.552) (48.881) (97.589) (57.700) Pagamentos do saldo de terrenos a pagar (20.863) (13.856) Captação por meio de emissão de debêntures 44.000 59.686 71.484 Custos para emissão das debêntures (622) (742) (687) Cessão de Certificados de Créditos Imobiliários - CCIs - (319.414) (236.642) Pagamento de principal de empréstimos e financiamentos (20.217) (2.647) Captação líquida de empréstimos e financiamentos 46.274 Caixa líquido gerado pelas (aplicado nas) atividades de financiamento (72.552) 43.378 (394.348) (138.978) (Redução) Aumento do Saldo de Caixa e Equivalentes de Caixa (11.194) 5.162 (55.198) 72.668 Saldo de caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 12.231 7.069 100.424 27.756 Saldo de caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício 1.037 12.231 45.226 100.424 (Redução) Aumento do Saldo de Caixa e Equivalentes de Caixa (11.194) 5.162 (55.198) 72.668 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. do empreendimento e estoque (unidades não vendidas), os quais são atualizados pelo Índice Nacional do Custo de Construção - INCC, líquidos dos efeitos tributários de 6,73% incidentes sobre o referido resultado. (d) Esse saldo de contas a receber origina-se de recursos aportados em empresas controladas pela Rossi Residencial S.A. (“Rossi”) com o objetivo de garantir a participação na receita líquida de empreendimentos imobiliários que estão sendo incorporados e comercializados pela Rossi. O saldo de contas a receber de recebíveis imobiliários é calculado com base em estimativas de fluxos de caixa futuro decorrentes de unidades imobiliárias vendidas e de unidades imobiliárias a serem comercializadas e no percentual de participação da Sociedade nas receitas líquidas dos empreendimentos imobiliários, conforme demonstrado a seguir: Percentual da Receita líquida SPE do empreendimento São Cornélio Empreendimentos Imobiliários Ltda. 19,77% Colocasia Empreendimentos Imobiliários Ltda. 16,61% Colorata Empreendimentos Imobiliários Ltda. 26,67% Santa Exupéria Empreendimentos Imobiliários Ltda. 28,85% Oviedo Empreendimentos Imobiliários Ltda. 25,73% Amoneti Empreendimentos Imobiliários Ltda. 20,05% Furano Empreendimentos Imobiliários Ltda. 20,44% Ibero Empreendimentos Imobiliários Ltda. 15,02% Aldrovandi Empreendimentos Imobiliários Ltda. 21,48% Iturbe Empreendimentos Imobiliários Ltda. 25,66% Santa Avelina Empreendimentos Imobiliários Ltda. 18,57% Melisenda Empreendimentos Imobiliários Ltda. (*) (*) o projeto encontra-se em fase de desenvolvimento e consequentemente o percentual de participação da RB Capital Realty S.A. sobre o empreendimento está em fase de negociação. Os valores a receber estão registrados a valor presente descontados à taxa média de 9,26% acrescido de IPCA ao ano sobre o fluxo de recebíveis composto pela carteira de recebíveis do empreendimento e estoque (unidades não vendidas), os quais são atualizados pelo Índice Nacional do Custo de Construção - INCC, líquidos dos efeitos tributários de 6,73% incidentes sobre o referido resultado. (e) Em 2 de agosto de 2012, a Controlada indireta Realty V Empreendimentos Imobiliários S.A. aportou o montante de R$ 15.400, referente ao contrato de compra e venda de quotas da Santa Avelina Empreendimentos Imobiliários Ltda. que foi celebrado em 23 de setembro de 2011, sendo, portanto sócia participante e fazendo jus a participação de 18,57% em tal Sociedade, a qual participa em quatro consórcios que receberão uma porcentagem nas receitas líquidas dos empreendimentos Toscana I, II, III e IV e República do Líbano I e II. Em 30 de março de 2012, a Controlada indireta e a Rossi Residencial (“Rossi”) firmaram o instrumento particular de opção de venda e compra de quotas, o qual a Rossi Residencial outorga em favor da Sociedade uma opção de venda a ser exercida após 24 meses a ser contado a partir de 1º de agosto de 2012. Caso a Controlada indireta decida exercer a opção de venda, a Rossi estará obrigada a comprar as quotas adquiridas pelo preço do investimento da Sociedade corrigido pela variação acumulada do INCC-M acrescido de juros à taxa de 12% ao ano. Caso a Rossi não efetue o pagamento, no caso de exercício da opção de venda, a Controlada indireta possui uma opção de compra da totalidade das quotas detidas pela Rossi na Santa Avelina Empreendimentos Imobiliários Ltda. pelo valor de R$ 1,00 (um real). A Sociedade pretende exercer a opção de venda. O saldo de contas a receber está registrado a valor presente descontados à taxa de 3,8518% ao ano mais a variação do Índice de Preços ao Consumidor Ampliado - IPCA sobre o valor inicialmente investido atualizado à taxa de 12% ao ano acrescido de INCC-M, cujo vencimento é 2014. A seguir estão apresentados os vencimentos dos saldos de contas a receber em 31 de dezembro de 2012 e de 2011: Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 Vencidos: De 31 a 60 dias 1.204 56 De 61 a 90 dias 80 32 De 91 a 120 dias 38 153 De 121 a 180 dias 802 192 Acima de 180 dias 372 157 A vencer 290.125 331.788 292.621 332.378 A provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída em montante considerado suficiente pela Administração para cobrir as prováveis perdas na realização das contas a receber, considerando o seguinte critério: a análise individual dos valores a receber. Não há garantia para esses recebíveis. Movimentação na provisão para créditos de liquidação duvidosa: Consolidado 31.12.2012 Saldo em 31 de dezembro de 2010 551 Reversões (394) Saldo em 31 de dezembro de 2011 157 Adições 215 Saldo em 31 de dezembro de 2012 372 A seguir demonstramos os vencimentos do saldo de contas a receber de longo prazo por ano de vencimento: Consolidado Ano 31.12.2012 2014 48.782 2015 105.057 2016 57.853 2017 432 212.124 8. Recebíveis Imobiliários: Em 31 de dezembro de 2012, o saldo de recebíveis imobiliários é composto como segue: Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 CCI - lastro do CRI 85-86-87 407.164 CCI - lastro do CRI 79 4.660 CCI - lastro do CRI 80 30.664 CCI - lastro do CRI 81 4.661 CCIs não utilizados como lastro de CRI 22.922 20.193 62.907 427.357 Representa os recebíveis imobiliários adquiridos durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2012 que serão objeto de securitização com a emissão de CRI. 9. Impostos a Recuperar: O saldo de impostos a recuperar é composto como segue: Controladora Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 IRPJ - estimativa 769 CSLL - estimativa 289 Imposto de renda pessoa jurídica IRPJ a compensar 1.569 1.047 2.386 12.756 Contribuição social sobre o lucro líquido - CSLL a compensar 381 498 Imposto de renda retido na fonte - IRRF a recuperar 190 537 1.041 1.675 Contribuição social sobre o lucro líquido - CSLL retida na fonte 11 506 135 4.706 PIS e COFINS 122 28 410 75 Outros tributos 15 99 79 2.288 2.118 5.627 19.291 10. Partes Relacionadas Controladora Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Ativo circulante: RB Capital II FIRF Crédito Privado (a) 3.037 312.229 298.299 Creative Properties Inc. e Negócios Ltda. (b) 166 166 MR Brasil Participações Ltda. (b) 92 5 WTorre XLII Desenvolvimento Imob. Ltda. (b) 91 166 3.037 312.578 298.304 Ativo não circulante: RB Capital Companhia de Securitização (c) 2.115 Mútuo com sócios executivos (d) 9.236 8.942 9.236 8.942 RB Capital Investimento Imobiliário Ltda. 20 FIP Patrimonial IV 5.080 Paris Empreendimentos Imobiliários Ltda. 143 152 RB Capital Prime Realty Investimento Imobiliário Ltda. (e) 10.303 16.431 8.962 9.379 19.397 Passivo não circulante: MR Brasil Participações Ltda. 241 WTorre XLII Desenvolvimento Imob. Ltda. 2.091 RB Capital Securitizadora S.A. (f) 6.146 RB Capital Companhia de Securitização (f) 13.694 6.146 13.694 2.332 Resultado: Mútuo com sócios executivos (d) 743 980 743 980 RB Capital Securitizadora S.A. (c) (f) 4.916 13.182 RB Capital Companhia de Securitização (c) (f) 2.115 (1.194) Salus Empreendimentos Logísticos S.A. (g) 4.410 Salus Empreendimentos Logísticos II S.A. (g) 3.180 3.194 3.180 RB Capital FIP (h) 150 86 Bravo Beef S.A. (h) 212 394 212 394 7.986 16.542 8.709 4.640 continua...


18 -.ECONOMIA/LEGAIS

...continuação (a) Representa aplicações financeiras e aplicações financeiras vinculadas no referido Fundo, vide notas explicativas nº 4 e nº 5, cuja carteira em 31 de dezembro de 2012 possui aproximadamente R$ 84.256 de títulos pertencentes a sociedades e partes relacionadas, cujo lastro dos papeis representam créditos de empresas terceiras. Os saldos dessas aplicações financeiras estão apresentados nas rubricas “Caixa e equivalentes de caixa” e “Aplicações financeiras vinculadas”, no balanço patrimonial, não compondo, dessa forma, o saldo de partes relacionadas apresentado no ativo circulante. (b) Referem-se a contratos de mútuos efetuados com parceiros do Grupo RB Capital. (c) Refere-se a receitas financeiras obtidas pela RB Capital Holding S.A. através de prestação de serviço de colocação para papéis emitidos pela controlada indireta RB Capital Securitizadora S.A., pela RB Capital Companhia de Securitização e pela Salus Empreendimentos Logísticos II S.A. (d) O saldo de R$ 9.236 (R$ 8.942 em 31 de dezembro de 2011) refere-se a contratos de mútuo firmados com os sócios executivos da Sociedade com prazo para pagamento de até 60 meses e corrigido a 112% do CDI. (e) Valor referente a notas promissórias emitidas pela RB Capital Prime Realty Investimento Imobiliário Ltda., corrigidas a 100% do CDI. (f) O montante a pagar de R$ 6.146 (R$ 13.694 em 31 de dezembro de 2011) representa o saldo remanescente da venda do controle acionário da RB Capital Realty S.A. pela RB Capital Companhia de Securitização ocorrida em outubro de 2008. Conforme Instrumento Particular de Cessão de Créditos firmado em 6 de agosto de 2012, a RB Capital Securitizadora S.A. adquiriu da RB Capital Companhia de Securitização o crédito parcial da dívida que a mesma possuía a receber da Sociedade. Os saldos possuem previsão para recebimento em até 24 meses, prorrogáveis por 12 meses, e atualização monetária de 6% ao ano, a partir de 1º de janeiro de 2011. (g) Refere-se a serviços de assessoria e consultoria financeira. (h) Refere-se à receita de taxa de administração. 11. Ativo Não Circulante Disponível para Venda Controladora Consolidado 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 RB Capital Agre - Fundo de Investimento Imobiliário - FII 166 6.366 RB Capital Prime Realty - FII 732 19.776 FII RB Capital Prime Realty II 8.000 8.000 Pine RB Capital - Fundo de Investimento Multimercado 2.759 8.000 898 36.901 Refere-se a cotas de fundos de investimento. Os respectivos processos de venda foram autorizados e aprovados pela Diretoria, conforme atas de reuniões realizadas em 2012 e 2011. Foi contratado especialista para a condução da transação de venda; há a expectativa de que a venda se concretize dentro dos próximos 12 meses. Resultado de EquivaPatriLucro lência Investimentos 12. Investimentos Partic. Capital mônio líquido do patri- 31.12. 31.12. Controladas diretas direta - % social líquido exercício monial 2012 2011 RB Capital Real Estate I Fundo de Investimento em Participações 100,00 192.965 189.169 124.172 124.172 189.169 195.813 RB Capital Serviços de Crédito Ltda. 99,78 5 16.086 29.065 29.004 16.031 14.885 RB Capital Realty Investimentos Imobiliários Ltda. 99,999 921 4.001 6.075 6.075 4.001 5.432 RB Capital Investimentos Ltda. 99,999 20 5.020 7.666 7.666 5.020 5.625 Fundo de Investimento Imobiliário Patrimonial IV (a) 100,00 1.378 3.500 2.203 2.203 3.500 169.120 217.721 221.755 (a) Em 23 de outubro de 2012, a Sociedade adquiriu as cotas do Fundo de Investimento Imobiliário Patrimonial IV da controlada indireta RB Commercial Properties, pelo valor contábil de R$ 297. Vide nota explicativa número 3, onde está destacado as controladas indiretas que são consideradas na consolidação. A seguir o saldo consolidado da conta “Investimentos”: Participação Consolidado -% 31.12.2011 Aporte de capital nos Projetos Allegro/Cotegipe (a) 4.313 (a) Em agosto de 2008, a Sociedade e a Araucaia Empreendimentos S.A. constituíram duas Sociedades em Conta de Participação - SCPs, denominadas Allegro e Cotegipe, com participação da Sociedade de 0,1% nas referidas SCPs. Em 31 de dezembro de 2011, o total do capital social da SCP Cotegipe é de R$ 3.689 e da SCP Allegro é de R$ 89. A Sociedade aportou nas SCPs o total de R$ 7.331. Como contrapartida do valor aportado, o instrumento de constituição das SCPs garante que essas empresas distribuam 100% do lucro à Sociedade até o final do período de 210 dias, após a data da finalização da obra. Após esse prazo, o resultado das SCPs será exclusivamente da Araucaia. A Sociedade recebeu como distribuição de lucros até 31 de dezembro de 2012 o montante de R$ 7.184, sendo R$ 684 em 2012 reconhecido como ganho, conforme mencionado na nota explicativa nº 30 (b). Em 27 de junho de 2012, a Sociedade exerceu a opção de venda das cotas das SCP’s contra a Rossi Residencial S.A. pelo valor contábil de R$ 4.313, conforme acordado no Instrumento Particular de Opção de Compra e Venda de quotas assinado em 1º de agosto de 2008. As alterações registradas na conta “Investimentos” para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 foram as seguintes: Controladora Consolidado Saldo em 31 de dezembro de 2010 125.519 16.639 Aumento de capital em controlada (a) 125.896 Aquisição de controladas 1.425 Dividendos (84.129) Resultado de equivalência patrimonial 114.667 Venda de investimento (b) (48.313) Baixa de investimento (20) (13.751) Perda de capital (c) (11.865) Saldo em 31 de dezembro de 2011 221.755 4.313 Aumento de capital em controlada (e) 17.220 Aquisição de controladas 320 Redução de capital de investida (c) (25.600) (4.313) Dividendos (f) (140.057) Resultado de equivalência patrimonial 169.120 Perda de capital (d) (25.037) Saldo em 31 de dezembro de 2012 217.721 (a) Refere-se a aumento de capital que a Sociedade efetuou em suas controladas RB Capital Real Estate I Fundo de Investimento em Participações e RB Capital Commercial Properties S.A. no montante de R$ 125.140 e R$ 756, respectivamente. (b) É composto, principalmente, pela venda da controlada RB Capital Securitizadora S.A.. (c) Refere-se a amortização de cotas do FIP RB Capital Real Estate I. (d) A perda de capital refere-se a dividendos distribuídos de forma desproporcional para os acionistas minoritários pelas controladas da Sociedade. (e) Refere-se a aumento de capital que a Sociedade efetuou em suas controladas RB Capital Real Estate I Fundo de Investimento em Participações no montante de R$ 15.400; RB Capital Realty Investimentos Ltda. no montante de R$ 820 e FII Patrimonial IV no montante de R$ 1.000. (f) Do montante de R$ 140.057, R$ 89.210 se refere a dividendos das investidas do RB Capital Real Estate FIP que se encontram registrados em dividendos a receber, como segue: R$ 20.000 da RB Capital Realty S.A.; R$ 68.210 RB Capital Commercial Properties S.A. e R$ 1.000 da Prime Realty II Empreendimentos Imobiliários S.A.. 13. Imobilizado Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 Taxa anual de Custo Depreciação depreciação - % corrigido acumulada Líquido Líquido Instalações 10 104 (57) 47 58 Móveis e utensílios 10 655 (216) 439 366 Benfeitorias 4 1.042 (660) 382 461 Máquinas e equipamentos 10 147 (33) 114 80 Computadores e periféricos 20 590 (245) 345 238 Edificações (a) 4 252.427 (28.195) 224.232 60.991 Obras em andamento (b) 135.291 135.291 107.992 Terrenos 101.305 101.305 60.569 491.561 (29.406) 462.155 230.755 (a) O saldo de edificações refere-se a bens pertencentes aos fundos de investimento imobiliário exclusivos Patrimonial II, Patrimonial IV e Patrimonial V. (b) O saldo de obras em andamento refere-se a construções de imobilizados para futura locação, pertencentes aos fundos de investimento imobiliário exclusivos Patrimonial V, Patrimonial IV e Patrimonial Anhanguera. A seguir, a movimentação do saldo do imobilizado para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011: Consolidado 31.12.2010 Adições (*) Baixas 31.12.2011 Custo 60.616 187.537 (90) 248.063 Depreciação acumulada (4.889) (12.460) 41 (17.308) 55.727 175.077 (49) 230.755 Consolidado 31.12.2011 Adições (*) Baixas 31.12.2012 Custo 248.063 247.163 (3.665) 491.561 Depreciação acumulada (17.308) (12.127) 29 (29.406) 230.755 235.036 (3.636) 462.155 (*)As adições ocorridas no período referem-se basicamente às operações das controladas diretas e indiretas Fundos de Investimento Patrimonial Anhanguera, II, IV e V e Marcacel Participações S.A., substancialmente representadas por aquisição de terrenos e obras em andamento. 14. Intangível Taxa média de Consolidado amortização - % 31.12.2012 31.12.2011 Software 20 624 292 Amortização acumulada (180) (76) 444 216 CDUS (a) 7 95.001 88.458 Amortização acumulada (4.507) (1.079) 90.494 87.379 90.938 87.595 (a) Refere-se à CDUS adquirida do proprietário do terreno. A cessão é amortizada pelo período de vigência do contrato. Parte preponderante do saldo refere-se à cessão da controlada indireta RB Capital Anhanguera Fundo de Investimento Imobiliário, adquirida em fevereiro de 2011 da Empresa Marcacel Participações S.A.. A seguir, a movimentação do intangível para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011: Consolidado Saldos em 31 de dezembro de 2010 14.121 Adições 74.175 Amortizações (701) Saldo em 31 de dezembro de 2011 87.595 Adições 6.175 Amortizações (2.832) Saldo em 31 de dezembro de 2012 90.938 15. Propriedades para Investimento: De acordo com o pronunciamento técnico CPC 28, as propriedades mantidas para auferir aluguel e/ou valorização de capital podem ser registradas como propriedade para investimento. As propriedades para investimento foram inicialmente mensuradas pelo seu custo. A Administração da Sociedade decidiu adotar o método de valor justo para melhor refletir o seu negócio. A mensuração e a variação do valor justo são realizadas em datas próximas ao encerramento do exercício. Consolidado Controlada Descrição 31.12.2012 31.12.2011 RB Commercial Properties 19 Empreendimentos Imobiliários Ltda. Imóvel em Recife 14.500 12.600 RB Commercial Properties 26 Empreendimentos Imobiliários Ltda. Terreno em Belo Horizonte 8.083 12.033 RB Commercial Properties 28 Empreendimentos Imobiliários Ltda. Terreno em Itapevi 37.960 35.000 RB Commercial Properties 30 Empreendimentos Imobiliários Ltda. Terreno no Rio de Janeiro 87.610 37.270 RB Commercial Properties 40 Empreendimentos Imobiliários Ltda. Terreno em Pouso Alegre 106.922 FII Patrimonial IV Edificação em São Bernardo do Campo 38.215 293.290 96.903 O valor justo das propriedades para investimento em 31 de dezembro de 2012 está suportado por laudos de avaliação elaborados pela empresa CB Richard Ellis para a propriedade para investimento registrada na controlada RB Commercial Properties 19 e pela Empresa Colliers para as propriedades para investimento registradas na controladas RB Commercial Properties 26, RB Commercial Properties 28, RB Commercial Properties 30, RB Commercial Properties 40 e FII Patrimonial IV. A metodologia adotada pela empresa CB Richards Ellis para avaliação a valor justo da propriedade para investimento registrada na RB Commercial Properties 19 é a preceituada pelo “The Royal Institution of Chartered Surveyors - R.I.C.S.”, da Grã-Bretanha, e pelo “Appraisal Institute”, dos Estados Unidos, os quais são internacionalmente utilizados e reconhecidos para casos de avaliação e demais análises. Para a avaliação da propriedade para investimento registrada na RB Commercial Properties 19 foi elaborado fluxos de caixa de quinze anos por meio de um contrato de locação. A taxa de desconto aplicada ao fluxo de caixa foi de 9,25% e a taxa de capitalização adotada no 15º ano do fluxo foi de 8,75%. A metodologia adotada pela empresa Colliers para avaliação dessas propriedades para investimento a valor justo é a preceituada pela NBR-14653 - Norma Brasileira para Avaliação de Bens da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e também foi utilizada a Norma para Avaliação de Imóveis Urbanos - versão 2011, publicada pelo IBAPE - Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia, Departamento de São Paulo. Para a determinação do valor justo dos terrenos, registrados nas controladas RB Commercial Properties 26 e 28, foi aplicado o método comparativo direto de dados de mercado, mediante o qual o valor do terreno é obtido pela comparação direta com outros semelhantes situados na mesma região geoeconômica ou em regiões de mesmo aproveitamento, zoneamento e características. Para a avaliação das propriedades para investimento registradas nas controladas RB Commercial Properties 30 e 40 e FII Patrimonial IV, foram elaborados fluxos de caixa de dez anos por meio de um contrato de locação. A taxa média de desconto aplicada ao fluxo de caixa foi de 8,5%. Ao final do fluxo de caixa foi simulada a venda da propriedade por meio da aplicação do princípio da perpetuidade. Movimentação para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011: Consolidado Saldos em 31 de dezembro de 2010 47.646 Adições 30.509 Variação do valor justo da propriedade 18.748 Saldos em 31 de dezembro de 2011 96.903 Adições 94.641 Variação do valor justo da propriedade 101.746 Saldos em 31 de dezembro de 2012 293.290 16. Impostos, Taxas e Contribuições Controladora Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Imposto de renda 5.457 12.855 Contribuição social 2.103 4.800 PIS e COFINS 29 10 2.075 1.255 Imposto sobre serviços - ISS 16 1 993 563 IRRF 13 73 141 Imposto predial e territorial urbano - IPTU a recolher 385 Outros impostos 6 8 106 1.602 64 92 10.734 21.601

DIÁRIO DO COMÉRCIO RB CAPITAL HOLDING S.A. E CONTROLADAS - CNPJ/MF nº 10.140.272/0001-40 Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2012 e de 2011 (Em milhares de reais - R$, exceto quando de outra forma indicado) A composição da provisão para riscos está sumarizada a seguir: 17. Cessão de Certificados de Créditos Imobiliários - CCIs 31.12.2012 31.12.2011 Consolidado Natureza 31.12.2012 31.12.2011 Tributária (*) 186 11 CCI - lastro do CRI 47 35.584 Cível 45 CCI - Lastro do CRI 51 4.504 231 11 CCI - lastro do CRI 61/62 5.233 47.465 (*) O valor refere-se a provisão sobre os rendimentos dos depósitos judiciais. CCI - lastro do CRI 64 4.928 6.896 A composição das contingências possíveis está sumariada a seguir: CCI - lastro do CRI 69 84.291 - Natureza 31.12.2012 31.12.2011 CCI - lastro do CRI 78 8.143 - Tributária 3.591 4.232 CCI - lastro do CRI 79 4.726 Os depósitos judiciais efetuados para os processos judiciais estão sumariados a seguir, já atualiCCI - lastro do CRI 80 42.550 - zados pela taxa SELIC: CCI - lastro do CRI 85-86-87 407.164 Natureza 31.12.2012 31.12.2011 CCI - lastro do CRI 107 49.028 - Tributária 2.188 2.050 Outros recebíveis imobiliários 5.709 21.965 26. Patrimônio Líquido: 26.1. Capital Social: Em 31 de dezembro de 2012, o capital social está 204.386 523.800 representado por 59.434.896 ações, sendo 53.105.078 ações ordinárias nominativas, sem valor noOs CCIs estão relacionados com a aquisição de recebíveis imobiliários, efetuada pela RB Capi- minal, e 6.329.816 ações preferenciais nominativas, sem valor nominal, no montante de R$ 93.653, tal Securitizadora S.A. e RB Capital Companhia de Securitização, com atualização monetária en- totalmente integralizado. 26.2. Aumento de capital: Em 30 de dezembro de 2011, a Sociedade retre 97% e 98% da variação do CDI e com vencimento em até 180 dias. Os títulos imobiliários são cebeu de seus acionistas aporte de capital em dinheiro no montante de R$ 48.881. 26.3. Reserva garantidos por alienação fiduciária, sem coobrigação da Sociedade e são atualizados por juros e legal: De acordo com o previsto no artigo 193 da Lei nº 6.404/76, 5% do lucro líquido do exercício atualização monetária. Os valores mencionados na nota explicativa nº 8 estão diretamente rela- deverá ser utilizado para constituição de reserva legal que não pode exceder 20% do capital social. cionados com essa aquisição. Em 31 de dezembro de 2012, o saldo dessa reserva era de R$ 15.244. 26.4. Destinação do resul18. Adiantamentos de Clientes Consolidado tado do exercício: Aos acionistas é garantido estatutariamente um dividendo mínimo obrigató31.12.2012 31.12.2011 rio correspondente a 15% do lucro líquido do exercício nos termos da Lei das Sociedades por Adiantamentos de clientes - “spread” (a) 515 515 Ações, apurado de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. A destinação do resultaAdiantamentos de clientes - cessões de crédito (b) 706.065 473.292 do para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012 é a seguinte: Adiantamentos de clientes - CDUS (b) 42.417 46.964 31.12.2012 748.997 520.771 Lucro líquido do exercício de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil 129.507 Circulante 27.751 15.718 Reserva legal - 5% 6.475 Não circulante 721.246 505.053 Base para o cálculo dos dividendos mínimos obrigatórios 123.032 (a) O montante de R$ 515 refere-se a “spread” nas operações de securitização, o qual será reco- Dividendos pagos (12.100) nhecido após o período de carência dos referidos contratos. (b) O valor refere-se às cessões de cré- Dividendos mínimos obrigatórios (6.355) dito e CDUS que serão reconhecidas linearmente ao resultado, conforme os períodos de vigência Retenção de lucros (104.577) dos contratos de aluguel a elas atrelados. 19. Empréstimos e Financiamentos Consolidado A retenção do saldo remanescente de lucros acumulados visa ao incremento das atividades operaVenci- 31.12. 31.12. cionais da Sociedade, com base em orçamento de capital que será deliberado em Assembleia GeInstituição financeira Objeto Moeda Encargos mento final 2012 2011 ral Ordinária que será realizada em 30 de abril de 2013. A Administração da Sociedade proporá auFinanciadora Domus Crédito Fevereiro de mento do capital, ou pagamento de dividendos, no montante necessário para adequar o valor do Cia. de Crédito (a) imobiliário R$ 120% CDI 2013 9.042 8.223 capital social à legislação vigente. 26.5. Dividendos: Durante o exercício de 2012, a Sociedade Financiadora Domus Crédito IPCA + Dezembro de pagou dividendos no valor de R$ 45.786 à conta “Reserva de retenção de lucros” e R$ 12.100 refeCia. de Crédito (b) imobiliário R$ 9,00% a.a. 2012 - 24.107 rente ao exercício de 2012. Financiadora Domus Crédito CDI + Junho de 27. Receita Líquida Controladora Consolidado Cia. de Crédito (a) imobiliário R$ 3,83% a.a. 2012 - 4.755 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 CCB - Bradesco (b) Crédito Novembro de Receita de “spread” de securitização (c) 42.147 74.430 imobiliário R$ 15,6% a.a 2015 46.583 40.948 Receita de estruturação (b) 29.392 42.898 55.625 78.033 Receita de venda de imóveis 23.715 Circulante 13.812 37.750 Receita de taxa de administração (a) 651 394 11.774 11.756 Não circulante 41.813 40.283 Receita de consultoria 413 11.786 5.253 (a) Representa financiamentos imobiliários relativos a projetos de incorporação residencial e co- Receita de locação de imóveis 29.173 6.940 mercial. Este financiamento foi quitado em 27 de fevereiro de 2013. (b) Representa financiamen- Receita de CDUS 5.166 2.627 tos imobiliários relativos a projetos de incorporação residencial e comercial. (c) Refere-se à capta- Outras receitas 2 1.756 ção efetuada pela RB Capital Realty IV para investimento em seis SPEs residenciais, juntamente Impostos incidentes (152) (56) (6.630) (10.109) com a Rossi Residencial. A referida CCB não possui nenhum tipo de coobrigação, aval nem fiança 912 338 122.810 159.266 corporativa da Sociedade. Mutações dos empréstimos e financiamentos para os exercícios findos (a) Refere-se à taxa de administração relativa à gestão dos ativos remanescentes da Bravo Beef em 31 de dezembro de 2012 e de 2011: S.A. e à taxa de administração de fundos e CRI. (b) Refere-se à estruturação e modelagem de opeConsolidado rações estruturadas imobiliárias e de infraestrutura, vinculadas a CRI e/ou debêntures. (c) Receita Saldo em 31 de dezembro de 2010 34.974 referente ao “spread” reconhecido por meio das diferenças de taxas na emissão dos CRIs e da renNovas captações 46.274 tabilidade dos ativos-lastro dos CRI. Pagamentos - principal (2.647) 28. Custo dos Serviços Prestados Controladora Consolidado Pagamentos - juros (6.530) 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Encargos financeiros apropriados no resultado 5.962 Custo com vendas de imóveis (8.695) Saldo em 31 de dezembro de 2011 78.033 Custo com comissões (691) (6.642) Pagamentos - principal (20.217) Custo decorrente de perdas na alienação de Títulos (269) (3.041) Pagamentos - juros (12.910) (17) (604) (575) Encargos financeiros apropriados no resultado 10.719 Custo com agentes fiduciários (849) (464) Saldo em 31 de dezembro de 2012 55.625 Custo com custódia (561) (304) A composição da parcela do passivo não circulante por ano de vencimento é demonstrada a seguir: Custo com “rating” (314) (297) Consolidado Custo com “servicing” Custo com consultoria (10) (15) (3.396) (2.806) Ano 31.12.2012 31.12.2011 (1.661) 2013 2.866 Custo com distribuição (14.405) (3.988) 2014 7.024 4.220 Custo com depreciação e amortização Outros custos (1) (1) (393) (1.623) 2015 34.789 33.197 (11) (33) (23.143) (28.435) 41.813 40.283 A garantia de cada empréstimo constitui-se pela alienação fiduciária de cada projeto imobiliário 29. (Despesas) Receitas por Natureza: São compostas por: Controladora Consolidado em desenvolvimento. Os empréstimos da Sociedade e de suas controladas não estão sujeitos ao 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 cumprimento de determinados índices pactuados (“covenants”). (1.760) (1.322) (1.838) (1.544) 20. Contas a Pagar Consolidado Despesas com ocupação Despesas com pessoal (9.289) (8.195) (10.218) (8.618) Sociedade controlada 31.12.2012 31.12.2011 (556) (284) (1.738) (1.314) Fornecedores a pagar 56.100 13.260 Serviços prestados por terceiros Informática e telecomunicações (2.013) (575) (2.128) (593) Contas a pagar - operação Rodobens (*) 40.175 167.422 (345) (1.315) (396) (1.384) CDUS a pagar 7.062 Manutenção e aluguel de equipamentos (109) (8) (1.089) (1.053) Outros 238 739 Taxas e emolumentos (611) (484) (1.056) (1.096) 96.513 188.483 Assessoria e consultorias (411) (246) (951) (618) Circulante 96.513 172.945 Passagens e estadias (305) (253) (1.140) (679) Não circulante 15.538 Advogados Depreciações e amortizações (554) (450) (554) (450) (*)Referem-se ao saldo a pagar do CRI emitido referente à operação da Rodobens, conforme desDespesas com anúncios e publicações (249) (98) (616) (641) crito na nota explicativa nº 7 b). (138) (161) (274) (407) 21. Terrenos a Pagar: Em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, os valores a pagar pela aquisição Correios e cartórios Despesas com equipamentos (91) (67) (91) (67) de terrenos por suas controladas são representados por: (88) (121) (89) (123) Consolidado Materiais de expediente Imposto sobre operações financeiras -IOF (7) (16) (21) (114) Sociedade controlada: Localização 31.12.2012 31.12.2011 (27) (43) (252) (563) FII Patrimonial IV Rio de Janeiro 8.200 8.200 Despesa de IPTU PIS e COFINS diferidos (3.802) (684) RB Commercial Properties 26 Venda Nova Petrópolis (a) 6.898 Empreendimentos Imobiliários Ltda. (a) Belo Horizonte 10.924 10.078 Redução ao valor recuperável em fundos (b) (11.689) RB Commercial Properties 30 (2) (142) (55) (177) Empreendimentos Imobiliários Ltda. (b) Rio de Janeiro 1.288 20.695 Despesas com tributos (11.732) 20.412 38.973 Perda na venda de investimentos (c) 133 325 2.359 4.984 (a) Refere-se a terreno, para futura incorporação imobiliária, adquirido na cidade de Belo Horizon- Outras receitas (569) (718) (5.691) (1.953) te. Conforme definido no contrato de compra e venda, o pagamento do valor total da aquisição foi Outras despesas (16.991) (14.173) (34.431) (28.826) realizado por meio de aplicação em nome da RB Securitizadora S.A. no RB Capital II FIRF Crédito Privado. O valor será liberado para o vendedor do terreno na transferência da escritura definitiva. Classificadas como (14.427) (13.712) (24.138) (18.549) No terreno será construído um imóvel no sistema “built-to-suit”, que se refere à construção de um Despesas gerais e administrativas (1.101) (381) (2.295) (1.865) imóvel em terreno previamente determinado, com características específicas para locação. (b) Re- Despesas de comercialização (1.591) (163) (5.942) (1.209) fere-se a terreno, para futura incorporação imobiliária, adquirido na cidade do Rio de Janeiro. O pa- Despesas tributárias 83 (2.056) (7.203) gamento é efetuado à medida que as cláusulas condicionais referentes a débitos tributários são Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas 128 (16.991) (14.173) (34.431) (28.826) atingidas pelo vendedor. 22. Contas a Pagar por Aquisição de Investimentos Consolidado (a) Em 31 de agosto de 2012, a controlada indireta RB Capital Desenvolvimento Residencial I S.A. 31.12.2012 31.12.2011 vendeu a totalidade das cotas que detinha da Nova Petrópolis Incorporações Ltda. para a Ecocil Nova Petrópolis Incorporações Ltda. (a) 2.387 pelo valor de R$ 11.020, apurando um ganho de R$ 6.898. (b) Redução ao valor recuperável do atiColorata Empreendimentos Imobiliários Ltda. (b) 15.130 vo referente 200.000 cotas subordinadas do RB Capital Prime Realty I - Fundo de Investimento ImoDirito Empreendimentos Imobiliários Ltda. (b) 4.500 biliário detidas pela Sociedade. O investimento foi vendido em 13 de dezembro de 2012 para o RB Melisenda Empreendimentos Imobiliários Ltda. (c) 7.950 - Capital Real Estate I - Fundo de Investimentos em Participações, que adquiriu 161.051 cotas, pelo 7.950 22.017 valor de R$ 6.512 e, o Securitas Garantia S.A., que adquiriu 38.949 cotas, pelo valor de R$ 1.575, (a) Representa os valores a pagar provenientes da aquisição do investimento na controlada indire- não sendo apurado ganho ou perda na alienação. (c) Refere-se à execução da opção de compra em ta Nova Petrópolis Incorporações Ltda., cujo saldo será pago após aprovação dos alvarás de fun- dezembro de 2011 pela MZM Empreendimentos Imobiliários Ltda. da participação detida pela concionamento e das licenças do empreendimento imobiliário e demais condições, conforme determi- trolada Urano Empreendimentos Imobiliários Ltda. na MZM Grande ABC Administração e Incorpona o contrato de aquisição do investimento. (b) Assunção da dívida junto a Rossi pela RB Capital ração Ltda.. Essa venda gerou uma perda de R$ 11.732. Realty IV Empreendimentos Imobiliários Ltda. (c) Representa o valor a pagar proveniente da aqui- 30. Perda de Capital, Líquida Controladora Consolidado sição de recebíveis provenientes da SPE da Melisenda Empreendimentos Imobiliários Ltda., con31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 forme mencionado na nota explicativa nº 7. Ganho: 23. Salários e Encargos Sociais Controladora Consolidado SCP Allegro e Cotegipe (b) 684 3.504 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Outros ganhos 2 Participação nos resultados (*) 2.250 2.250 2.250 2.250 686 3.504 Provisão para férias 559 375 559 375 Perda: Instituto Nacional do Seguro FII Patrimonial II (686) Social - INSS a recolher 117 92 132 99 RB Serviços de Crédito Ltda.(a) (12.940) (5.851) (12.940) (5.851) Fundo de Garantia do RB Capital Realty Investimentos Tempo de Serviço - FGTS a recolher 40 29 40 29 Imobiliários S.A. (a) (6.825) (5.235) (6.825) (5.235) Outros encargos 93 96 1 RB Capital Investimentos Ltda. (a) (5.272) (779) (5.272) (779) 3.059 2.746 3.077 2.754 Marcacel Participações S.A. (445) (*) Aos empregados é concedida participação nos resultados (Participação nos Lucros e Resulta- Outras perdas (13) dos - PLR), com base nas metas definidas pela Diretoria e conforme as regras definidas nas po(25.037) (11.865) (25.723) (12.323) líticas da Sociedade, aprovadas em acordo assinado em 14 de junho de 2012 com o sindicato. Perda, líquida (25.037) (11.865) (25.037) (8.819) 24. Debêntures Controladora Consolidado (a) A perda de capital refere-se a dividendos distribuídos de forma desproporcional para os acio31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 nistas minoritários pelas controladas da Sociedade. (b) Refere-se à distribuição de lucros das Debêntures - RB Capital Holding S.A.(a) 55.410 48.109 55.410 48.109 SCPs Allegro e Cotegipe, conforme estabelecido no Instrumento Particular de Constituição das Debêntures - Prime Realty II referidas SCPs. Empreendimentos Imobiliários S.A. (b) 31.892 27.579 31. Receitas Financeiras Controladora Consolidado Debêntures - RB Capital Realty IX 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Empreendimentos Imobiliários S.A. (c) 26.649 - Juros ativos (b) 1.373 1.005 12.380 23.262 Debêntures - Realty VII Rendimento de aplicações financeiras 417 2.790 16.292 12.965 Empreendimentos Imobiliários S.A. (d) 36.789 - Operações PDG/Rossi/Rodobens (c) 60.853 31.802 55.410 48.109 150.740 75.688 Receita financeira (a) 7.849 16.362 56 3.194 Circulante 3.278 9.119 - Outras receitas 10 1.098 Não Circulante 52.132 48.109 141.621 75.688 9.639 20.167 89.581 72.321 (a) Em 1º de abril de 2011, a Sociedade emitiu 44 debêntures não conversíveis no valor unitário de (a) Refere-se a ganhos com compromissos de subscrição. (b) Referem-se principalmente à atualiR$1.000, com vencimento em 1º de abril de 2016 e atualizadas pelo IPCA acrescido de 8,55% ao zação dos recebíveis imobiliários a receber, conforme mencionado na nota explicativa nº 8. (c) Reano. As debêntures possuem três anos de carência para o início da amortização do principal. Os ferem-se à atualização das contas a receber das operações da Rossi, PDG e Rodobens, conforme custos para a emissão das debêntures foram de R$622. Os pagamentos dos juros serão realizados mencionado na nota explicativa nº 7 (c), (d) e (e). mensalmente a partir do 25º mês após a emissão das debêntures. (b) Em 19 de dezembro de 2011, 32. Despesas Financeiras Controladora Consolidado a controlada indireta Prime Realty II Empreendimentos Imobiliários S.A. negociou 27.326 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 debêntures não conversíveis no valor unitário de R$1, das 30.000 debêntures emitidas, com Perdas em aplicações financeiras 153 351 vencimento em 5 de dezembro de 2016 e atualizadas IPCA acrescido de 9,26% ao ano. As Variação monetária passiva 1 278 4 278 debêntures possuem três anos de carência para o início da amortização do principal. Os custos Perdas com cessões de créditos 13.688 2.390 para emissão das debêntures foram de R$64. Os pagamentos dos juros serão realizados Juros sobre empréstimos, trimestralmente a partir do 13º mês após a emissão das debêntures. As debêntures não possuem financiamentos e debêntures 7.301 4.731 26.827 10.853 quaisquer coobrigação, aval ou fiança da Prime Realty II Empreendimentos Imobiliários S.A., tendo Juros passivos 819 928 17.293 35.664 como lastro de seu pagamento os fluxos devidos de dois projetos residenciais em parceria com a Outras despesas 4 93 2.302 397 PDG Incorporadora. (c) Em 23 de abril de 2012, a controlada indireta RB Capital Realty IX 8.125 6.183 60.114 49.933 Empreendimentos Imobiliários S.A. captou o montante de R$24.093 decorrente da negociação de 33. Imposto de Renda e Contribuição Social: 33.1. Composição das despesas de IRPJ e 25.000 debêntures das 25.000 debêntures emitidas não conversíveis no valor unitário de R$ CSLL - correntes e diferidos 1.000,00 (mil reais), com vencimento em 25 de dezembro de 2015 e atualizadas pelo IPCA acrescido Consolidado de 9,85% ao ano. As debêntures possuem 33 (trinta e três) meses de carência para o início da 31.12.2012 31.12.2011 amortização do principal. Os custos para emissão das debêntures foram de R$67. Os pagamentos Correntes: dos juros serão realizados mensalmente a partir do 17º mês após a emissão das debêntures. As CSLL 4.344 16.513 debêntures não possuem qualquer coobrigação, aval ou fiança da RB Capital Realty IX IRPJ 11.768 6.162 Empreendimentos Imobiliários S.A., tendo como lastro de seu pagamento os fluxos devidos de um 16.112 22.675 projeto residencial em parceria com a PDG Incorporadora. (d) Em 8 de agosto de 2012, a controlada Diferidos: indireta RB Capital Realty VII Empreendimentos Imobiliários S.A. captou o montante de R$35.592 CSLL 1.387 375 decorrente da negociação de 35.225 debêntures das 36.000 debêntures emitidas não conversíveis IRPJ 2.788 202 no valor unitário de R$ 1.000,00 (mil reais), com vencimento em 25 de maio de 2017 e atualizadas 4.175 577 pelo IPCA acrescido de 8,66% ao ano. As debêntures possuem 33 (trinta e três) meses de carência 33.2. Reconciliação das despesas de IRPJ e CSLL: As despesas de IRPJ e CSLL estão concipara o início da amortização do principal. Os custos para emissão das debêntures foram de R$675. liadas às alíquotas nominais como segue: Os pagamentos dos juros serão realizados mensalmente a partir do 10º mês após a emissão das 31.12.2012 31.12.2011 debêntures. As debêntures não possuem qualquer coobrigação, aval ou fiança da RB Capital Realty VII Empreendimentos Imobiliários S.A., tendo como lastro de seu pagamento os fluxos devidos de Controladora Lucro antes dos efeitos do IRPJ e da CSLL 129.507 102.918 três projeto residenciais em parceria com a Rossi Incorporadora. A movimentação das debêntures Expectativa da despesa de IRPJ e CSLL às alíquotas nominais - 34% (44.032) (34.992) para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 é como segue: Equivalência patrimonial 57.501 39.660 Controladora Consolidado Outras adições (exclusões) permanentes (6.800) (4.692) Captações 44.000 71.484 6.669 24 Custos de captação (622) (687) Créditos tributários não constituídos Despesa de IRPJ e CSLL registrados no resultado Encargos financeiros 4.731 4.891 Consolidado Saldos em 31 de dezembro de 2011 48.109 75.688 171.412 134.322 Captações 59.686 Lucro antes dos efeitos do IRPJ e da CSLL (58.280) (45.669) Custos de captação (742) Expectativa da despesa de IRPJ e CSLL às alíquotas nominais - 34% Efeito da tributação das controladas cuja Encargos financeiros 7.179 15.961 tributação é feita com base no lucro presumido 38.124 19.238 Amortização do custo de captação 122 147 (6.800) 2.755 Saldos em 31 de dezembro de 2012 55.410 150.740 Outras adições (exclusões) permanentes Créditos tributários não constituídos 6.669 424 25. Provisão para Riscos: A controlada indireta RB Capital Securitizadora S.A. é parte em pro(20.287) (23.252) cessos judiciais de natureza fiscal. Em decorrência de tal processo, a controlada efetuou, em 27 de Despesa de IRPJ e CSLL registrados no resultado 33.3. Impostos Diferidos Ativos outubro de 2011, depósito judicial no montante de R$ 1.750. No exercício findo em 31 de dezemConsolidado bro de 2012, o saldo atualizado dos depósitos judiciais é R$ 1.910. Nossos assessores jurídicos, em 31.12.2012 vista do desenvolvimento do processo, classificaram a probabilidade de perda como remota. Em 17 IRPJ 18 de dezembro de 2010, a controlada indireta RB Capital Securitizadora S.A. recebeu autuação de na13 tureza fiscal relativa à tributação de lucros auferidos por aplicações financeiras, deduções de des- CSLL 8 pesas e exclusão de outras receitas, referente aos anos 2005 e 2006, no montante aproximado de PIS COFINS 35 R$ 2.659, a qual se encontra em fase de defesa por seus assessores jurídicos. A Sociedade não 74 constituiu provisão para riscos uma vez que na opinião dos seus assessores jurídicos a probabilidade de perda foi considerada como remota para o montante de R$ 1.000 e como possível para o Os saldos referem-se à CDUS tributada pelo regime de caixa. Consolidado montante de R$ 1.659. Em 30 de novembro de 2011, a controlada indireta RB Capital Securitizado- 33.4. Impostos diferidos passivos 31.12.2012 31.12.2011 ra S.A. recebeu autuação de natureza fiscal relativa à tributação de PIS e COFINS por deduções de IRPJ 3.574 875 despesas e exclusão de outras receitas, referente aos anos 2005 e 2006, no montante aproximado 1.809 476 de R$ 97, a qual se encontra em fase de defesa por seus assessores jurídicos. Na opinião dos seus CSLL 3.734 1.322 assessores jurídicos a probabilidade de perda foi considerada como possível para o montante to- PIS 1.493 285 tal. A controlada indireta RB Capital Companhia de Securitização é parte em processo judicial de COFINS 10.610 2.958 natureza cível com montante estipulado de R$ 90. Nossos assessores jurídicos classificaram a probabilidade de perda como provável no montante de R$ 45, desta forma a administração efetuou Os saldos referem-se ao cálculo dos impostos diferidos sobre a avaliação a valor justo de proprieprovisão para tal valor. O Patrimonial IV FII, controlado exclusivamente pela Sociedade, é parte em dades para investimento, conforme descrito na nota explicativa nº 15. Em 31 de dezembro de 2012, processo arbitral no montante de R$ 3.591. Nossos assessores jurídicos classificaram a probabili- os saldos de prejuízos fiscais e base negativa da contribuição social para os quais não há prazo-lidade de perda como possível, desta forma a Administração não constituiu provisão para riscos. A mite para utilização eram compostos como segue: Controladora Consolidado controlada indireta RB Capital Realty S.A. assumiu a responsabilidade em processo judicial de naImposto Contribuição Imposto Contribuição tureza cível envolvendo o Fundo de Renda II. Em 25 de outubro foi efetuado um depósito judicial no de renda social de renda social montante de R$ 253, sendo o saldo atualizado em 31 de dezembro de 2012 de R$ 272 (R$ 253 em Ano 177 177 1.125 1.125 2011). A controlada não constituiu provisão para riscos uma vez que na opinião dos seus assesso- 2009 24 24 8.069 8.069 res jurídicos a probabilidade de perda foi considerada como possível. O valor atualizado da causa 2011 6.669 6.669 17.840 17.840 em 31 de dezembro de 2012 é de R$ 34. A controlada indireta RB Commercial Properties 28 Ltda. 2012 6.870 6.870 27.034 27.034 é parte em processos judiciais de natureza cível, no montante de R$ 30. Em 6 de maio de 2011, a Sociedade recebeu autuação de natureza cível relativa à responsabilidade decorrente da erosão A Sociedade e suas controladas não constituíram impostos diferidos sobre prejuízos fiscais e base que atingiu o imóvel onde se encontra implantada a torre de transmissão de energia da Eletropau- negativa da contribuição social pois a expectativa de realização não é provável, com base em eslo, a qual se encontra em fase de contestação por seus assessores jurídicos. A Sociedade não tudos e projeções internas. 34. Remuneração da Administração: A remuneração da Adminisconstituiu provisão para riscos uma vez que na opinião dos seus assessores jurídicos a probabili- tração do Grupo RB Capital durante os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 foi efetuada, por meio de distribuição de lucros, pelas seguintes controladas RB Capital Investimentos dade de perda foi considerada como possível.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Ltda., RB Capital Serviços de Crédito Ltda. e RB Capital Realty Investimentos Imobiliários Ltda., uma vez que o corpo diretivo do Grupo atua em diversas frentes de negócios relacionadas às referidas empresas pagantes. Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, a Sociedade não pagou honorários a seus administradores. 35. Lucro Básico por Ação: O lucro e a quantidade média ponderada de ações ordinárias utilizadas na apuração do lucro básico por ação são conforme segue: 31.12.2012 31.12.2011 Lucro do exercício atribuível aos acionistas da controladora 129.507 102.918 Quantidade média ponderada de ações ordinárias utilizada na apuração do lucro básico por ação 59.435 59.435 Lucro básico por ação (centavos por ação) 2.18 1.73 36. Transações que não Afetaram o Caixa: A Administração da Sociedade define como caixa e equivalentes de caixa valores mantidos com a finalidade de atender a compromissos de curto prazo e não para investimento ou outros fins. As movimentações patrimoniais que não afetaram os fluxos de caixa da Sociedade são como segue: Controladora Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Reclassificação das cotas do FII RB Capital Prime Realty de títulos e valores mobiliários para ativo não circulante disponível para venda 15.924 Reversão dos dividendos propostos 11.367 Registro de contas a receber em contrapartida do contas a pagar do CRI referente à operação da Rodobens, sem coobrigação do Grupo RB Capital 166.831 Aquisição de terreno classificado como propriedade para investimento registrado na conta “Terrenos a pagar” 20.695 Aquisição de terreno classificado como imobilizado e registrado na conta “Terrenos a pagar” 8.200 Cessão de CRIs registrados a receber e a pagar referente ao lastro do CRI 85-86-87 407.164 Aquisição da Colorata e Dirito reconhecida no contas a receber e no contas a pagar por aquisição de investimentos 19.630 Dividendos propostos pelas controladas e registrados como dividendos a receber 89.210 15.338 Aumento de capital no RB Capital Real Estate Fundo de Investimento em Participações com conversão de dívida em capital 41.597 Aquisição da Melisenda reconhecida no contas a receber e no contas a pagar por aquisição de investimentos 7.950 Dação em pagamento da dívida junto a Rossi com a entrega dos ativos Asplenium e Basileu 5.194 Dividendos propostos registrados como dividendos a pagar 6.355 37. Instrumentos Financeiros Controladora 31 de dezembro de 2012 Classificação Contábil Valor justo Ativos: Caixa e equivalentes de caixa Empréstimos e recebíveis 1.037 1.037 Títulos e valores mobiliários Empréstimos e recebíveis 668 668 Contas a receber Empréstimos e recebíveis 300 300 2.005 2.005 Passivos: Contas a pagar Outros passivos ao custo amortizado 608 608 Debêntures Outros passivos ao custo amortizado 55.410 55.410 56.018 56.018 Consolidado 31 de dezembro de 2012 Classificação Contábil Valor justo Ativos: Caixa e equivalentes de caixa Empréstimos e recebíveis 45.226 45.226 Títulos e valores mobiliários Empréstimos e recebíveis 16.137 16.137 Contas a receber Empréstimos e recebíveis 27.188 27.188 Contas a receber Valor justo por meio do resultado 265.061 265.061 353.612 353.612 Passivos: Contas a pagar Outros passivos ao custo amortizado 96.513 96.513 Debêntures Outros passivos ao custo amortizado 150.740 150.740 Empréstimos e financiamentos Outros passivos ao custo amortizado 55.625 55.625 Cessão de CCI’s Outros passivos ao custo amortizado 204.386 204.386 507.264 507.264 Controladora 31 de dezembro de 2011 Classificação Contábil Valor justo Ativos: Caixa e equivalentes de caixa Empréstimos e recebíveis 12.231 12.231 Títulos e valores mobiliários Empréstimos e recebíveis 54 54 Contas a receber Empréstimos e recebíveis 20 20 Cessão de CCI’s Empréstimos e recebíveis 277 277 12.582 12.582 Passivos: Contas a pagar Outros passivos ao custo amortizado 293 293 Debêntures Outros passivos ao custo amortizado 48.109 48.109 48.402 48.402 Consolidado 31 de dezembro de 2011 Classificação Contábil Valor justo Ativos: Caixa e equivalentes de caixa Empréstimos e recebíveis 100.424 100.424 Títulos e valores mobiliários Empréstimos e recebíveis 6.074 6.074 Contas a receber Empréstimos e recebíveis 22.024 22.024 Contas a receber Valor justo por meio do resultado 310.197 310.197 Cessão de CCI’s Empréstimos e recebíveis 427.357 427.357 866.076 866.076 Passivos: Contas a pagar Outros passivos ao custo amortizado 188.483 188.483 Debêntures Outros passivos ao custo amortizado 75.688 75.688 Empréstimos e financiamentos Outros passivos ao custo amortizado 78.033 78.033 Cessão de CCI’s Outros passivos ao custo amortizado 523.800 523.800 836.004 836.004 37.1. Considerações gerais: As Sociedades participam de operações envolvendo instrumentos financeiros, todas registradas em contas patrimoniais, que se destinam a atender às suas necessidades, bem como a reduzir a exposição a riscos de mercado e de taxa de juros. As aplicações financeiras são substancialmente realizadas com base nas taxas de remuneração efetivamente negociadas, visto que as Sociedades têm o objetivo de manter tais investimentos até o momento do seu efetivo resgate. 37.2. Gestão de risco de capital: A Sociedade e suas controladas administram seu capital para garantir que as controladas possam continuar com suas atividades normais, ao mesmo tempo em que maximizam o retorno das partes interessadas ou envolvidas em suas operações por meio da otimização do saldo das dívidas e do patrimônio. 37.3. Principais práticas contábeis: Os detalhes a respeito das principais práticas contábeis e métodos adotados, inclusive o critério de reconhecimento, a base de mensuração e o método de reconhecimento das receitas e despesas em relação a cada classe de ativos, passivos e instrumentos financeiros, estão apresentados na nota explicativa nº 2. 37.4. Objetivos da gestão do risco financeiro: A Administração monitora e administra os riscos financeiros inerentes às operações e coordena o acesso aos mercados financeiros locais. Entre esses riscos destacam-se risco de mercado (variação nas taxas de juros), risco de crédito e risco de liquidez. O principal objetivo é manter a exposição da Sociedade a esses riscos em níveis mínimos, utilizando, para isso, instrumentos financeiros não derivativos e avaliando e controlando riscos de crédito e liquidez. 37.5. Gestão de risco de moeda estrangeira: A Sociedade e suas controladas não estão expostas a risco de variações de moeda estrangeira. A estratégia financeira baseia-se nos empréstimos domésticos denominados em reais. 37.6. Exposição a riscos de taxas de juros: A Sociedade esteve exposta a taxas de juros flutuantes, principalmente relacionadas às variações do IPCA e INCC. Nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, não há contratos vigentes relativos a operações com derivativos e “hedge” na Sociedade. As taxas de juros nas aplicações financeiras são, na sua maioria, vinculadas à variação do - CDI e da taxa SELIC, com condições, taxas e prazos compatíveis com as operações similares realizadas no mercado. Na data de encerramento do exercício, o perfil dos instrumentos financeiros da Sociedade remunerados por juros era: Controladora Consolidado Índice 31.12.2012 31.12.2012 Ativo: Aplicações financeiras CDI 36.287 Títulos e valores mobiliários CDI 668 16.137 Contas a receber INCC 265.061 Passivo: Empréstimo e financiamentos CDI 55.625 Debêntures IPCA 55.410 150.740 Cessão de CCIs IPCA 204.386 37.7. Gestão de risco de mercado: Os resultados das operações da Sociedade e de suas controladas dependem de operações imobiliárias e de sua capacidade de negociação de CCIs e CRIs. Com o intuito de mitigar tais fatores de risco, a Sociedade e suas controladas, com o auxílio de consultorias externas, monitoram permanentemente o mercado imobiliário nas suas regiões de atuação com o objetivo de acompanhar a evolução dos valores de locação e das taxas de vacância. É possível, assim, que a Sociedade e suas controladas se antecipem a eventuais dificuldades do mercado. 37.8. Gestão do risco de liquidez: A Sociedade e suas controladas gerenciam o risco de liquidez mantendo reservas, linhas de crédito bancárias e linhas de crédito para integralização de reservas que julguem adequadas, através do monitoramento contínuo das previsões e do fluxo de caixa real e da combinação dos perfis de vencimento dos ativos e passivos financeiros. Tabelas do risco de liquidez e juros: A tabela a seguir mostra em detalhes o prazo de vencimento contratual restante dos passivos de cessão de CCIs da Sociedade e os prazos de amortização contratuais. A tabela inclui os fluxos de caixa dos juros e do principal. O vencimento contratual baseia-se na data mais recente em que a Sociedade deve quitar as respectivas obrigações. Consolidado Média ponderada da Até De 1 a taxa de juros - % a 1 ano 5 anos Total Empréstimos e financiamentos 12,23 13.924 62.276 76.200 Debêntures 9,02 7.774 205.053 212.827 21.698 267.329 289.027 37.9. Risco de crédito: O risco de crédito da Sociedade e de suas controladas pode ser atribuído principalmente aos saldos de caixa e equivalentes de caixa e de contas a receber. No balanço, as contas a receber são apresentadas líquidas da provisão para créditos de liquidação duvidosa. A provisão para desvalorização de clientes e outras contas a receber é definida sempre que uma perda for detectada e, de acordo com experiências anteriores, isso evidencia que a possibilidade de recuperar os fluxos de caixa está prejudicada. 37.10. Risco de concentração: A Sociedade e suas controladas mantêm contas-correntes bancárias e títulos e valores mobiliários em instituições financeiras aprovadas pela Administração, de acordo com critérios objetivos para diversificação de riscos. A Sociedade adota uma abordagem de diversificação, nas suas diferentes linhas de negócios, para minimizar o risco associado aos ativos e operações/transações que possuem lastro imobiliário. 37.11. Valor justo dos instrumentos financeiros: Os instrumentos financeiros da Sociedade e de suas controladas estão contabilizados em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 em valores compatíveis com os praticados pelo mercado nessas datas. Esses instrumentos são administrados por meio de estratégias operacionais que visam obter liquidez, rentabilidade e segurança. A política de controle consiste no monitoramento contínuo das taxas acordadas em relação àquelas vigentes no mercado e na confirmação de que seus investimentos financeiros de curto prazo estão sendo adequadamente marcados a mercado pelas instituições que administram os fundos de investimento nos quais parte dos recursos da Sociedade e de suas controladas é aplicada. A Sociedade e suas controladas não fazem investimentos especulativos com derivativos nem nenhum outro ativo de risco. A determinação dos valores estimados de realização dos ativos e passivos financeiros da Sociedade e de suas controladas baseia-se em informações disponíveis no mercado e em metodologias de avaliação adequadas. No entanto, é necessário que a Administração empregue considerável julgamento para interpretar os dados de mercado e estimar os valores de realização mais adequados. Finalmente, as estimativas a seguir não indicam necessariamente que os valores sejam aqueles realizados no mercado atual. 37.12. Critérios, premissas e limitações utilizados na apuração dos valores de mercado: O valor justo dos outros ativos e passivos financeiros é determinado de acordo com modelos de precificação geralmente aceitos baseado em análises dos fluxos de caixa descontados. Mensurações ao valor justo reconhecidas no balanço patrimonial: O saldo de contas a receber é mensurado pelo valor justo após o reconhecimento inicial, agrupado no Nível 3 com base no grau observável do valor justo: Mensurações de valor justo de Nível 3 são as obtidas por meio de técnicas de avaliação que incluem variáveis para o ativo, mas que não têm como base os dados observáveis de mercado (dados não observáveis). O ganho reconhecido no exercício foi de R$ 60.853 referentes ao contas a receber avaliado a valor justo por meio do resultado. O referido ganho está classificado na rubrica “receitas financeiras” (vide nota explicativa nº 31). Reconciliação das mensurações de valor justo de Nível 3 dos ativos financeiros Valor justo pelo resultado contas a receber Total Saldo inicial 310.197 310.197 Ganhos ou perdas totais: No resultado 60.853 60.853 Recebimento (126.656) (126.656) Aquisições 20.667 20.667 Saldo final 265.061 265.061 A tabela anterior incluí apenas ativos financeiros de Nível 3. O valor justo do contas a receber é determinado de acordo com modelos de precificação geralmente aceitos baseado em análises dos fluxos de caixa descontados. O valor justo é estimado em R$ 265.061, usando uma taxa de desconto que varia de 3,8518% a 9,26% ao ano acrescido do IPCA sobre o fluxo de recebíveis composto pela carteira de recebíveis dos empreendimentos, os quais são atualizados pelo Índice Nacional do Custo de Construção - INCC, líquido dos efeitos tributários de 6,73% incidentes sobre o referido resultado. 37.13. Análise de sensibilidade: A Sociedade desenvolveu uma análise de sensibilidade que apresenta mais dois cenários com deterioração de 25% e 50% da variável de risco considerado. Esses cenários poderão gerar impactos nos resultados e/ou nos fluxos de caixa futuros da Sociedade, conforme descrito a seguir: • Cenário base: manutenção nos níveis de juros nos mesmos níveis observados em 31 de dezembro de 2012. • Cenário adverso: deterioração de 25% no fator de risco principal do instrumento financeiro em relação ao nível verificado em 31 de dezembro de 2012. • Cenário remoto: deterioração de 50% no fator de risco principal do instrumento financeiro em relação ao nível verificado em 31 de dezembro de 2012. Premissas: A Sociedade entende que está exposta principalmente ao risco de variação do IPCA, que é base para atualização de parte substancial das cessões de créditos imobiliários, ao risco de variação do CDI, que é base para atualização de parte substancial das aplicações financeiras classificadas no caixa e equivalentes de caixa e na rubrica “Aplicações financeiras vinculadas” e ao risco do INCC que é base para a atualização do contas a receber. Nesse sentido, a seguir estão demonstrados os índices e as taxas utilizados nos cálculos de análise de sensibilidade: continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 30 de abril de 2013

...continuação

Premissas Deterioração da taxa do CDIAplicações financeiras Títulos e valores mobiliários Deterioração da taxa do INCCContas a receber Aumento da taxa do CDI Empréstimo e financiamentos Aumento da taxa do IPCACessão de CCIs a pagar Debêntures Análise da Administração Fator de risco Ativo financeiro: Aplicações financeiras Títulos e valores mobiliários Contas a receber

Instrumento financeiro

Cenário adverso

Cenário remoto

8,19%

6,14%

4,10%

7,26%

5,45%

3,63%

8,19%

10,24%

12,29%

5,84%

7,30%

8,76%

Risco

Redução da taxa do CDI Taxa de juros Redução da taxa do CDI Taxa de juros Redução da taxa do INCC

Cenário Cenário Cenário base (*) adverso remoto

Taxa de juros

Passivo financeiro: Empréstimo e financiamentos

Taxa de juros

Debêntures

Taxa de juros

Cessão de CCIs

Cenário base

Aumento da taxa do CDI Aumento da taxa do IPCA Taxa de juros Aumento da taxa do IPCA

2.972

2.229

1.486

1.322

991

661

15.480 19.774

8.208 11.428

5.472 7.619

4.556

5.695

6.834

8.803

11.004

13.205

11.936 14.920 17.904 25.295 31.619 37.943 Variação (21.001) (28.399) (35.796) (*) Está composto pelos juros estimados para o período de 12 meses. A Sociedade não apresentou a análise de sensibilidade para os outros ativos e passivos financeiros, pois não há risco de variação de taxa de juros que possa impactar o resultado e/ou fluxo de caixa da Sociedade. 38. Demonstrações Financeiras Fiduciárias - Informação Suplementar Conforme Instrução CVM nº 414/04 de sua Controlada Indireta RB Capital Securitizadora S.A.: Os saldos fiduciários que representam as operações intermediadas pela Sociedade foram segregados das respectivas demonstrações financeiras. As tabelas a seguir demonstram o saldo contábil das operações fiduciárias nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011: 38.1. Balanço Fiduciário Referência 31.12.2012 31.12.2011 Ativos circulantes: Caixa e equivalentes de caixa 38.2 9.419 31.074 Contas a receber 38.3 726.958 618.555 Ativo não circulante: Contas a receber 38.3 5.904.907 4.822.102 Total dos ativos 6.641.284 5.471.731 Passivo circulante: Contas a pagar 38.4 729.251 649.629 Passivo não circulante: Contas a pagar 38.4 5.912.033 4.822.102 Total dos passivos 6.641.284 5.471.731 38.2. Caixa e equivalentes de caixa: As aplicações financeiras fiduciárias estão representadas principalmente por CDBs e fundos de investimento e possuem remuneração compatível com as taxas de mercado. As aplicações apresentam liquidez imediata e são compostas conforme segue: 31.12.2012 31.12.2011 Bancos 4.140 13.807 Aplicações financeiras: CDBs 3.713 655 Compromissada 236 Fundos de investimento 1.330 16.612 9.419 31.074 38.3. Contas a receber Circulante Não Circulante Referência 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 CRI 003 19.233 19.135 68.193 81.068 CRI 004 19.178 19.072 67.981 80.784 CRI 005 6.849 46.817 CRI 010 2.907 2.757 18.782 18.909 CRI 016 45.045 43.759 174.987 199.021 CRI 020 33.974 33.864 206.976 217.940 CRI 023 27.741 CRI 024 90.818 CRI 025 17.679 16.748 84.741 109.389 CRI 026 23.290 23.214 98.527 CRI 031 5.687 6.230 493 3.482 CRI 032 4.997 CRI 034 10.917 10.276 55.715 59.193 CRI 035 1.779 1.334 4.010 9.689 CRI 037 2.373 2.226 13.777 13.831 CRI 038 39.871 39.760 262.580 274.941 CRI 039 9.859 9.297 50.308 54.649 CRI 040 48.454 3.919 42.558 CRI 042 63.873 63.718 204.234 244.032 CRI 044 3.500 3.059 26.723 26.333 CRI 045 9.313 5.330 1.702 9.280 CRI 046 6.885 5.665 6.184 CRI 047 73.736 5.980 628.132 629.011 CRI 048 2.193 16.082 CRI 050 2.939 2.857 14.118 15.532 CRI 051 5.345 5.132 43.432 43.620 CRI 052 1.178 1.181 9.159 9.644 CRI 053 2.543 8.767 49.581 38.734 CRI 054 14.691 14.087 80.452 86.207

ECONOMIA/LEGAIS - 19

RB CAPITAL HOLDING S.A. E CONTROLADAS - CNPJ/MF nº 10.140.272/0001-40 Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2012 e de 2011 (Em milhares de reais - R$, exceto quando de outra forma indicado) Circulante Não Circulante 38.5.2. Retrocessão: Não ocorreram retrocessões durante o exercício findo em 31 de dezembro Referência 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 de 2012. 38.5.3. Pagamentos: Os pagamentos dos créditos vinculados à emissão de CRIs foram CRI 055 10.594 8.689 76.601 77.504 realizados no prazo e nas condições determinadas quando de sua aquisição, exceto nos casos abaiCRI 056 342.145 308.404 xo descritos: 60ª Série da 1ª Emissão CRI 057 203 100.000 106.685 CRI De 08/05/2012 à 08/12/2012 CRI 058 110.930 95.986 Parcela em atraso R$ 2.155 CRI 059 48.474 47.872 234.619 256.190 Valor em atraso R$ 43 CRI 060 8.317 4.318 27.743 28.032 Multa acumulada R$ 60 CRI 061-062 14.946 15.002 137.935 136.002 Juros de mora acumulado Atualização acumulada R$ 24 CRI 063 2.723 13.047 N/A CRI 064 1.939 1.862 11.524 12.066 Data de vencimento antecipado R$ 2.282 CRI 066 10.408 10.160 99.104 93.344 Valor total inadimplente 70ª Série da 1ª Emissão CRI 067-68-69 8.199 7.745 253.326 233.184 CRI De 21/08/2012 à 21/12/2012 CRI 070 6.427 4.048 6.511 9.818 Parcela em atraso R$ 727 CRI 071 18.457 11.069 145.014 136.030 Valor em atraso R$ 15 CRI 072 111.068 Multa acumulada Juros de mora acumulado R$ 6 CRI 073 413.568 366.466 R$ 3 CRI 074 35.758 31.886 Atualização acumulada N/A CRI 075-076 40.150 90.520 Data de vencimento antecipado Valor total inadimplente R$ 751 CRI 077 66.418 38.5.4. “Rating”: A Sociedade controlada possui apenas uma série de CRI que conta com atualiCRI 078 9.424 88.542 87.316 CRI 079 4.774 1.046 32.793 30.234 zação trimestral de “rating”, nos termos do parágrafo 7º do artigo 7º da Instrução CVM nº 414/04, CRI 080 5.617 26.789 cujas informações estão a seguir: Agência de “rating” “Rating” CRI 081 7.183 38.095 35.605 6.608 CRI Moody’s A2br CRI 082 1.345 314 7.936 8.325 39ª Série CRI 083 9.268 3.131 87.359 61.765 39. Demonstrações Financeiras Fiduciárias - Informação Suplementar Conforme Instrução CVM nº 414/04 de sua Controlada Indireta RB Capital Companhia de Securitização: CRI 084 936 79 6.151 6.413 CRI 085 232.409 - Os saldos fiduciários que representam as operações intermediadas pela Sociedade foram segregaCRI 086 118.806 - dos de suas respectivas demonstrações financeiras. As tabelas a seguir demonstram o saldo conCRI 087 101.335 - tábil das operações fiduciárias para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011: Referência 31.12.2012 31.12.2011 CRI 088 36.139 39.1. Balanço Fiduciário CRI 089 1.220 24.533 Ativo circulante: Caixa e equivalentes de caixa 39.2 47.749 5.895 CRI 090 3.964 15.836 Contas a receber 39.3 536.645 215.327 CRI 091 3.425 16.130 Ativo não circulante: CRI 094 21.166 Contas a receber 39.3 3.734.005 286.506 CRI 095 5.250 10.240 4.318.399 507.728 CRI 098 35.932 - Total do ativo Passivo circulante: CRI 099 249.546 Contas a pagar 39.4 581.551 221.222 CRI 100 294.521 CRI 101 6.828 - Passivo não circulante: Contas a pagar 39.4 3.736.848 286.506 CRI 102 108.381 4.318.399 507.728 CRI 104 26.516 - Total do passivo 39.2. Caixa e equivalentes de caixa: As aplicações financeiras fiduciárias estão representadas CRI 106 15.682 115.360 principalmente por CDBs e possuem remuneração compatível com as taxas de mercado. As aplicaCRI 107 167.478 ções apresentam liquidez a curto prazo e são compostas conforme segue: 726.958 618.555 5.904.907 4.822.102 31.12.2012 31.12.2011 Referem-se a operações de aquisições de recebíveis imobiliários, efetuadas de acordo com as Leis Bancos 43.728 2.185 nº 9.514/97 e nº 10.931/04, as quais dispõem, respectivamente, sobre os Certificados de RecebíAplicações financeiras: veis Imobiliários - CRI e as Cédulas de Crédito Imobiliário - CCI (em conjunto “Títulos Imobiliários”). CDBs 1.144 1.040 Foi instituído o regime fiduciário para os recebíveis nos termos do artigo 9º da Lei nº 9.514/97 e arRB Capital II FIRF crédito privado (*) 2.877 2.670 tigo 23 da Lei nº 10.931/04, os quais passaram a constituir patrimônio separado com o propósito 47.749 5.895 exclusivo de lastrearem os referidos títulos imobiliários, não se confundindo, portanto, com o pa(*) Fundo de investimento aberto, administrado pela BNY Mellon. Sua carteira de ativo é compostrimônio da Sociedade. Os títulos imobiliários são emitidos sem garantia flutuante, na maioria das ta, principalmente, por cédulas de créditos imobiliários, certificados de recebíveis imobiliários vezes com alienação fiduciária em garantia, em todos os casos com coobrigação da cedente e taxa e aplicações em debêntures, lastro de operações compromissadas, com liquidez diária e com de juros e atualização monetária. A composição da parcela do não circulante por ano de vencimeninsignificante risco de mudança de valor. to é demonstrada a seguir: 39.3. Contas a receber: Referem-se a operações de aquisição de recebíveis imobiliários, efetuaAno 31.12.2012 31.12.2011 das de acordo com as Leis nº 9.514/97 e nº 10.931/04, as quais dispõem, respectivamente, sobre 2013 638.970 os Certificados de Recebíveis Imobiliários - CRI e as Cédulas de Crédito Imobiliário - CCI (em con2014 980.696 713.511 junto “Títulos Imobiliários”). Foi instituído o regime fiduciário para os recebíveis nos termos do ar2015 852.435 568.097 tigo 9º da Lei nº 9.514/97 e artigo 23 da Lei nº 10.931/04, os quais passaram a constituir patrimô2016 668.220 529.446 nio separado com o propósito exclusivo de lastrearem os referidos títulos imobiliários, não se con2017 616.686 452.027 fundindo, portanto, com o patrimônio da Sociedade. Os títulos imobiliários são emitidos sem ga2018 509.374 395.300 rantia flutuante, na maioria das vezes com alienação fiduciária em garantia, em todos os casos com 2019 437.152 301.330 coobrigação da cedente dos recebíveis e taxa de juros e atualização monetária. 2020 357.788 242.569 Circulante Não Circulante 2021 373.250 238.031 Referência 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 2022 270.485 168.653 CRI 009 98.141 84.566 2023 244.613 152.239 CRI 017 63.748 27.906 2024 157.345 99.424 CRI 028 1.100 2025 130.222 81.100 CRI 031 60.236 55.942 106.757 143.009 2026 104.597 74.083 CRI 044 16.453 15.293 41.419 49.213 2027 82.338 64.352 CRI 046 210 2028 56.760 52.169 CRI 051 69 470 194 1.448 2029 32.488 50.801 CRI 053 2.342 2.216 10.203 10.791 2030 30.458 - CRI 055 4.647 4.400 12.896 15.238 5.904.907 4.822.102 CRI 056 5.138 4.779 4.415 38.4. Contas a pagar: Representa os valores a pagar aos investidores, responsáveis pela aquisi- CRI 057-058-059 2.780 2.709 6.485 8.824 ção dos CRI. 38.5. Informações complementares acerca da emissão de CRI: Conforme pre- CRI 060 1.222 5.533 7.297 visto no artigo 3º da Instrução CVM nº 414, de 30 de dezembro de 2004, apresentamos a seguir os CRI 062 31.909 29.625 dados relativos a: • Aquisição, retrocessão, pagamento e inadimplência dos créditos vinculados à CRI 063-064 1.044 2.834 2.183 3.874 emissão de CRI. • Atualização trimestral dos relatórios de classificação de risco dos CRI emitidos CRI 065 3.053 1.997 6.361 8.028 a que se refere o parágrafo 7º do artigo 7º da referida Instrução, se for o caso. • Balanço patrimo- CRI 066 4.234 4.988 2.123 4.744 nial sintético por emissão de CRI sob o regime fiduciário. CRI 067 4.695 38.5.1. Aquisições do exercício CRI 069 391.759 Série CRI Data Valor da aquisição CRI 071 94.208 94ª 21/09/2012 20.549 CRI 072 506.794 99ª 16/05/2012 235.500 CRI 074 33.473 211.392 100ª 18/05/2012 235.500 CRI 075-076 235.680 - 2.181.202 101ª 28/02/2012 8.364 CRI 078 5.096 30.712 102ª 30/03/2012 100.000 CRI 080 23.251 104ª 27/04/2012 25.000 CRI 081 511 5.264 106ª 21/06/2012 130.131 CRI 082 63.360 107ª 20/08/2012 163.805 536.645 215.327 3.734.005 286.506

A DIRETORIA

A composição da parcela do não circulante por ano de vencimento é demonstrada a seguir: Ano 31.12.2012 31.12.2011 2013 418.854 14.412 2014 409.832 93.608 2015 367.186 78.974 2016 338.613 29.657 2017 305.105 15.050 2018 283.672 12.916 2019 245.540 12.034 2020 213.705 101 2021 183.448 75 2022 170.299 52 2023 156.433 2 2027 641.318 29.625 3.734.005 286.506 39.4. Contas a pagar: Representa os valores a pagar aos investidores, responsáveis pela aquisição dos CRI. 39.5. Informações complementares sobre a emissão de CRI: Conforme previsto no artigo 3º da Instrução da CVM nº 414, de 30 de dezembro de 2004, apresentamos a seguir os seguintes dados relativos a: • Aquisição, retrocessão, pagamento e inadimplência dos créditos vinculados à emissão de CRI. • Atualização trimestral dos relatórios de classificação de risco dos CRI emitidos a que se refere o parágrafo 7º do artigo 7º da referida Instrução, se for o caso. • Balanço patrimonial sintético por emissão de CRI sob o regime fiduciário. 39.5.1. Aquisições do exercício Série CRI Data Valor da aquisição 69ª 15/10/2012 386.437 71ª 06/08/2012 92.353 72ª 01/11/2012 275.400 73ª 01/11/2012 224.700 74ª 13/09/2012 245.885 75ª 21/09/2012 2.190.918 76ª 21/09/2012 322.181 78ª 19/11/2012 49.572 80ª 19/12/2012 56.200 81ª 19/12/2012 44.808 82ª 19/11/2012 63.008 39.5.2. Retrocessões: Não ocorreram retrocessões nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011. 39.5.3. Pagamentos: Os pagamentos dos créditos vinculados à emissão de CRI foram realizados no prazo e nas condições determinadas quando de sua aquisição. 39.5.4. Inadimplência: Houve inadimplência de créditos imobiliários vinculados à 9ª e à 17ª Séries de CRI, as quais tiveram seu vencimento antecipado declarado por meio de Assembleias dos titulares dos CRI de cada uma das Séries, realizadas em 17 de março de 2009, e nos termos dos documentos que suportam cada operação e da legislação em vigor. As garantias vinculadas a cada uma das Séries encontram-se atualmente em processo de excussão por via judicial. CRI 9ª Série da 1ª Emissão Parcela em atraso De 23/09/08 a 23/02/09 Valor em atraso 2.903 Data de vencimento antecipado 17/03/09 Valor total inadimplente 66.579 CRI 17ª Série da 1ª Emissão Parcela em atraso De 28/10/08 a 28/02/09 Valor em atraso 1.284 Data de vencimento antecipado 17/03/09 Valor total inadimplente 44.957 39.5.5. “Rating”: A Sociedade possui apenas uma série de CRI que conta com atualização trimestral de “rating”, nos termos do parágrafo 7º do artigo 7º da Instrução CVM nº 414/04, cujas informações estão a seguir: CRI Agência de “rating” “Rating” 31ª Série Moody’s AAA (bra) 31ª Série Fitch AAA (bra) 40. Eventos Subsequentes: a) Em 8 de janeiro de 2013, a controlada indireta Realty V Empreendimentos Imobiliários S.A. recebeu o montante de R$18.320 decorrente da negociação de 18.320 debêntures emitidas conforme Instrumento Particular de Escritura de Emissão de Debêntures Conversíveis em Ações, da espécie subordinada, emitido em 19 de dezembro de 2012. b) Em 28 de janeiro de 2013 a controlada indireta RB Capital Securitizadora S.A. efetuou o pagamento para o RB Capital Real Estate FIP de R$6.000 referente a redução de capital aprovado na Assembleia Geral Extraordinária de 29 de novembro de 2012. c) Em 29 de janeiro de 2013 a controlada indireta Marcacel Participações S.A. contratou uma prestação de fiança no valor limite de R$10.009 como garantia a uma eventual necessidade de devolução dos valores recebidos a titulo de antecipação do aluguel. A fiança vence em 3 de fevereiro de 2014, e deverá ser renovada até a entrega da obra que está prevista dezembro de 2015. d) Em 30 de janeiro de 2013, o controlado direto RB Capital Real Estate FIP realizou um adiantamento para futuro aumento de capital para a investida RB Capital Realty S.A. no valor de R$1.700. e) Em 30 de janeiro de 2013, a controlada indireta RB Capital Commercial Properties S.A. recebeu um adiantamento para futuro aumento de capital do Fundo RB Capital Real Estate I - Fundo de Investimento em Participações, no valor de R$200. f) Em 30 de janeiro de 2013 a controlada indireta RB Capital Securitizadora S.A. recebeu R$900 a título de adiantamento para futuro aumento de capital do RB Capital Real Estate FIP. g) Em 8 de fevereiro de 2013 foi assinado um contrato de compra e venda, com investidor de mercado, da propriedade para investimento da controlada indireta RB Commercial Properties 30 Empreendimentos Imobiliários Ltda., pelo valor de R$ 91.321. O valor contábil da referida propriedade para investimento em 31 de dezembro de 2012 era de R$ 87.610, sendo registrado um ganho na variação do valor justo no montante de R$ 50.340 durante o exercício de 2012. h) Em 13 de fevereiro de 2013 foi superada cláusula suspensiva relativa ao contrato de compra e venda da propriedade para investimento da controlada indireta RB Commercial Properties 40 Empreendimentos Imobiliários Ltda., assinado com investidor de mercado, em 21 de dezembro de 2012, pelo valor de R$106.922. O valor contábil da referida propriedade para investimento em 31 de dezembro de 2012 era de R$ 106.922, sendo registrado um ganho na variação do valor justo no montante de R$ 49.070 durante o exercício de 2012. Em razão destas propriedades estarem avaliadas a valor justo não se esperam ganhos ou perdas significativos relacionados a estas operações. i) Em 25 de fevereiro de 2013 a controlada indireta RB Capital Commercial Properties S.A. pagou dividendos, no valor de R$3.210, diretamente a RB Capital Holding S.A.. j) Em 27 de fevereiro de 2013, o RB Capital Real Estate FIP realizou um adiantamento para futuro aumento de capital para a investida RB Capital Realty S.A. no valor de R$8.300. k) Em 27 de fevereiro de 2013, a controlada indireta RB Capital realty S.A.efetuou a quitação de seu financiamento junto a Domus Cia Hipotecária. l) Em 28 de fevereiro de 2013 a Sociedade declarou dividendos no montante de R$ 53.651 que adicionados aos R$ 6.349 já provisionados no encerramento do exercício totalizam R$ 65.000 a serem pagos durante o exercício de 2013. m) Em 6 de março de 2013, a a controlada indireta RB Capital Commercial Properties S.A. recebeu um adiantamento para futuro aumento de capital do Fundo RB Capital Real Estate I - Fundo de Investimento em Participações, no valor de R$2.500. 41. Aprovação das Demonstrações Financeiras: As demonstrações financeiras foram aprovadas pela Diretoria e sua emissão foi autorizada em 15 de março de 2013.

Thiago Luiz Pereira Rosa Ribeiro - Contador - CRC 1SP251.608/O-3 Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras

Aos Acionistas e Administradores da RB Capital Holding S.A. - São Paulo - SP. Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da RB Capital Holding S.A. (“Sociedade”), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem os balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras: A Administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente

se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados às circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Sociedade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião: Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da RB Capital Holding S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfases: a) Conforme mencionado na nota explicativa nº 10, parte do lucro da Sociedade está relacionada com transações entre partes relacionadas. b) As demonstrações financeiras da sociedade controlada indireta RB Capital Realty IX Empreendimentos Imobiliários Ltda., contém parágrafo de ênfase relativamente ao fato de que possui passivos decorrentes de recursos captados por meio de emissão de debêntures, cujo pagamento dependerá da geração de caixa e distribuição de dividendos por sua controlada direta RB Capital Realty II Empreendimentos Imobiliários Ltda.. c) As demonstrações financeiras da sociedade controlada indireta Prime Realty II S.A., contém parágrafo de ênfase eletivamente ao fato de que possui passivos decorrentes de recursos captados por

e

meio de emissão de debêntures, cujo pagamento dependerá da geração de caixa e distribuição de dividendos por suas controladas diretas RB Capital Realty III Empreendimentos Imobiliários Ltda. e RB Capital Realty X Empreendimentos Imobiliários Ltda.. d) Conforme mencionado na nota explicativa nº 15, parcela significativa do resultado da Sociedade em 31 de dezembro de 2012, advém da variação do valor justo das propriedades para investimento reconhecida no resultado das sociedades controladas indiretas RB Commercial Properties 19 Empreendimentos Imobiliários Ltda., RB Commercial Properties 26 Empreendimentos Imobiliários Ltda., RB Commercial Properties 28 Empreendimentos Imobiliários Ltda., RB Commercial Properties 30 Empreendimentos Imobiliários Ltda., RB Commercial Properties 40 Empreendimentos Imobiliários Ltda. e Fundo de Investimento Imobiliário Patrimonial IV. Nossa opinião não está ressalvada quanto aos assuntos mencionados acima. Auditoria dos valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011: As demonstrações financeiras para o exercício findo em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins comparativos, foram por nós examinadas e emitimos relatório de auditoria datado de 23 de maio de 2012 que contém parágrafo de ênfase semelhante ao assunto mencionado no item a) de “Enfases” e, pelo fato da controlada indireta RB Capital Desenvolvimento Residencial I S.A. possuir aplicação em cotas de fundo de investimento no valor de R$19.776 mil, o qual possui preponderantemente em sua carteira investimentos em sociedades de incorporação imobiliária, que reconhecem os resultados de suas operações de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, levando-se em consideração a orientação técnica OCPC 04 - Aplicação da Interpretação Técnica ICPC 02 às Entidades de Incorporação Imobiliária Brasileiras, editada e aprovada pelo Co-

mitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC e pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC. Essa orientação e interpretação tratam do reconhecimento da receita desse setor e envolvem assuntos relacionados ao significado e à aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e controle na venda de unidades imobiliárias. Nossa opinião não foi ressalvada em virtude desses assuntos. Outros assuntos: Examinamos, também, as demonstrações financeiras fiduciárias das controladas indiretas RB Capital Securitizadora S.A. e RB Capital Companhia de Securitização mencionadas nas notas explicativas nº 38 e 39, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob a responsabilidade da Administração, cuja apresentação é requerida pela Instrução nº 414 da Comissão de Valores Mobiliários - CVM de 30 de dezembro de 2004 para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRSs que não requerem a apresentação das demonstrações financeiras fiduciárias. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. São Paulo, 15 de março de 2013 Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes CRC nº 2 SP 011609/O-8 Walter Dalsasso Contador - CRC nº 1 SP 077516/O-9

Tudo indica que a safra 2013/14 será novamente recorde para mais de 184 milhões de toneladas de grãos Antônio Andrade (PMDB-MG), ministro da Agricultura

conomia

Logística em debate na Agrishow Ministro da Agricultura, Antônio Andrade, diz que o governo vai lançar um plano de armazenagem, com juros baixos e maiores prazos de pagamento e de carência.

O

s problemas gera- Rural Brasileira, Cezário Rados pelo gargalo lo- malho da Silva, afirmou que há gístico do agrone- seis anos o setor vem alertangócio nacional foi o do o governo sobre a necessitema central da abertura da dade de investimentos de in20ª edição da Agrishow, tradi- fraestrutura para evitar os cional feira de tecnologia agrí- problemas logísticos do País. cola que começou ontem em "A infraestrutura do Brasil é Ribeirão Preto (SP). uma vergonha nacional, mun"É o fim do mundo. Não é dial. Nós trabalhamos, nós mais possível continuarmos produzimos, vendemos, soconvivendo com essa coisa mos mais eficientes em todos maluca. É uma chaga que nós os produtos que temos, coprecisamos cuidar, e com ur- mercializamos muito bem, gência", disse Maurílio Biagi mas não conseguimos entreFilho, presigar." dente da Ar ma ze naAgrishow. gem – O minisEle afirmou tro da AgriculA infraestrutura do tura, Antônio q u e o s p r oBrasil é uma blemas da loA n d r a d e gística naciovergonha nacional, ( P MD B - MG ) , nal encarece disse que a mundial. o Brasil. "Isso prioridade do CEZÁRIO RAMALHO DA SILVA, representa Plano AgrícoSOCIEDADE RURAL BRASILEIRA u m p e s o la 2013/14 enorme na será a armaconta final do agricultor. Re- zenagem de grãos, tendo em presenta um peso danado em vista os problemas com logísnosso cotidiano, na vida de to- tica e infraestrutura para esdos nós, brasileiros." coamento da produção do Neste mês, pela segunda País. "Vamos lançar um plano vez, importadores chineses nacional de armazenagem, cancelaram a compra de soja com juros mais baixos e maiobrasileira, sob a alegação de res prazos de pagamento e de quebra de contrato. O motivo carência", afirmou o ministro é o atraso no embarque causa- durante o discurso de abertudo por problemas de infraes- ra da Agrishow. trutura. A fila de caminhões O tema armazenagem doque transportam soja para ex- minou as conversas entre Anportação pelo porto de Santos drade e o ex-ministro da Agrié de um dia. cultura Roberto Rodrigues, na Presidente da Sociedade noite de domingo. A reporta-

Edson Silva/Folhapress

Agrishow, tradicional feira de tecnologia agrícola, começou ontem em Ribeirão Preto, sob críticas à questão logística do agronegócio brasileiro. gem apurou que Andrade se mostrou preocupado com a questão de infraestrutura para armazenagem, e que lhe foi pedido um aumento do limite de financiamento por CPF, hoje em R$ 1,5 milhão. Esse limite daria para estocar apenas 140 mil sacas de grãos, volu-

me considerado pequeno para grandes produtores. Durante o discurso, Andrade admitiu que a produção brasileira cresceu muito mais que o esperado e criticou a falta de investimentos feitos para o escoamento da safra. "Isso mostra que teríamos que

ter feito investimentos no passado, que não foram feitos." O ministro afirmou, ainda, que "tudo indica que a safra 2013/14 será novamente recorde" para mais de 184 milhões de toneladas de grãos. "Por isso, é preciso garantir renda ao agricultor e, por isso,

teremos um plano de safra mais amplo e efetivo, com juros menores e com prazo de pagamento maiores", disse. Na safra 2012/13 foram disponibilizados R$ 115,25 bilhões para agricultura empresarial, e R$ 18 bilhões para a agricultura familiar. (Agências)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

20 -.ECONOMIA/LEGAIS

e

terça-feira, 30 de abril de 2013

A Caixa projeta uma alta de 20% a 25% nos negócios durante o Feirão da Casa Própria ante ao evento de 2012, quando foram movimentados R$ 12,2 bi.

conomia

Crédito imobiliário da Caixa sobe 39%

e

Zé Carlos Barretta/Hyp

Montante no ano até o dia 20 de abril foi de R$ 36,1 bilhões. Karina Lignelli

O

O número de unidades

sceu, alta foi de 31%.

negociadas também cre

volume do crédito imobiliário concedido pela Caixa Econômica Federal até 20 de abril, no total de R$ 36,1 bilhões, representou alta de 39% ante igual período de 2012, assim como o montante de unidades negociadas, que cresceu 31% informou ontem o vicepresidente de habitação do banco José Urbano Duarte, durante o anúncio da 9ª edição do Feirão da Casa Própria, que começa no dia 3 no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. O montante influenciou o aumento na previsão de contratações para

crédito imobiliário da Caixa em 2013, que era de R$ 120 bilhões, para R$ 126,5 bilhões. Essa mudança, "que pode ser maior, mas é conservadora", segundo Duarte, foi puxada pelo volume recorde de R$ 28,91 bilhões contratados no primeiro trimestre do ano – ou 31,7% superior a igual período de 2012. O aumento deve gerar reflexos no Feirão, onde a Caixa projeta uma alta de 20% a 25% nos negócios em relação ao evento do ano passado, quando foram movimentados R$ 12,2 bilhões. Isso se justifica, segundo Duarte, pelas características dos possíveis compradores, já que quase 100% deles procuram os imóveis para moradia. "Quem vai comprar a casa própria está menos suscetível a fatores externos (como uma

MIXCAMP EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. CNPJ/MF Nº 10.230.289/0001-99

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas: Submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012. Permanecemos à disposição de V.Sas. para quaisquer esclarecimentos necessários.

Balanços patrimoniais em 31 de dezembro (em milhares de reais) ATIVO Circulante Caixa e equivalentes de caixa.............................................................................. Imóveis a comercializar e terrenos a incorporar .................................................. Tributos a recuperar ............................................................................................

2012

2011

23 2.394

45 2.382

2.417

2.427

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Circulante Fornecedores e subempreiteiros.......................................................................... Tributos a pagar ..................................................................................................

2.417

2.427

Demonstrações do resultado – Exercícios findos em 31 de dezembro

(8)

2011 (14) (14) 1 (13) (1) (14)

(0,009)

(0,007)

(8)

Demonstração das mutações do patrimônio líquido (em milhares de reais) Reservas de lucros Reserva Lucros a legal realizar 1 5

Prejuízo acumulado

(5) 2.116 317

1

2.433

1

1 1 2

Total do passivo e patrimônio líquido .............................................................

2.433 6 (23) 2.417 2.417

2.116 1 (9) 2.108 2.427

(14) 5 (9) (8)

6 6

(17)

Total 1.429 693 (14) 2.108 317 (8) 6 2.423

2012 Fluxo de caixa das atividades operacionais Lucro do exercício antes do imposto de renda e contribuição social ........... Variação nos ativos e passivos Imóveis a comercializar e terrenos a incorporar ................................................ Tributos a recuperar........................................................................................... Fornecedores e subempreiteiros ....................................................................... Dividendos a pagar ............................................................................................ Tributos a pagar ................................................................................................. Outros passivos ................................................................................................. Caixa líquido aplicado nas atividades operacionais........................................ Fluxo de caixa das atividades de financiamento Adiantamento para futuro aumento de capital....................................................... Aumento do capital................................................................................................ Caixa líquido proveniente das atividades de financiamento .......................... Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa ..................................... Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício ...................................... Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício ........................................

As notas explicativas referentes às demonstrações financeiras encontram-se à disposição na sede da Sociedade.

2011

(8)

(14)

(12)

(722) 1 1 (2) (2)

(1)

(1) (22) (317) 317 (22) 45 23

(738) (64) 693 629 (109) 154 45

DIRETORIA Luiz Eduardo Nogueira Porto – Diretor Paulo Ricardo Baqueiro de Melo – Diretor Cláudio Luiz Zafiro – Diretor Sergio Bernardi Benini – Contador CRC 1SP 172182/O-2

OLÍMPIA PROJETO RUA DO ROCIO 86 SPE S.A. CNPJ 12.356.369/0001-10 - Rua do Rócio, 86 - São Paulo - SP - Tel. (11) 3818-5000

Senhores acionistas: Submetemos à V.Sas., as Demonstrações Contábeis referentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011, juntamente com o relatório de nossos auditores independentes “Confiance Auditores Independentes”. A Diretoria está a inteira disposição dos acionistas para quaisquer informações que julgarem necessárias. São Paulo, 22 de Abril de 2013. ATIVO Circulante .................................................................. Caixa e Equivalentes de Caixa................................... Impostos a Recuperar ................................................ Adiantamentos a Fornecedores ................................. Outros Créditos .......................................................... Despesas Antecipadas............................................... Não Circulante .......................................................... Propriedades para Investimento................................. Imobilizado ................................................................. Diferido ....................................................................... Total do Ativo ............................................................

2012 2011 1.614 259 22 2 9 9 1.548 206 35 42 84.454 45.776 84.434 45.775 19 1 1 86.068 46.035

PASSIVO Circulante .................................................................. Fornecedores ............................................................. Obrigações Sociais e Tributárias ................................ Contas a Pagar........................................................... Não Circulante .......................................................... Patrimônio Líquido................................................... Capital Social.............................................................. (-) Capital a Integralizar .............................................. Prejuízos Acumulados................................................

2012 2011 21.487 4.252 19.425 4.214 122 38 1.940 64.581 41.783 72.000 42.000 (7.040) (379) (217)

Total do Passivo .......................................................

86.068 46.035

01- Contexto Operacional: A Olimpia Projeto Rua do Rocio 86 SPE S/A. Sociedade constituída em 01 de Julho de 2010, tem por objeto: i) a organização, desenvolvimento e construção de um Edifício Comercial com 23 andares e 4 sub solos em imóvel situado nesta capital à Rua do Rócio, nº 86; ii) participação em outras sociedades como sócia, quotista ou acionista, no Brasil e Exterior; iii) administração de bens e negócios; iv) o apoio, planejamento, organização e assessoramento de empresas em geral; v) intermediação, agenciamento e realização de negócios e empreendimentos econômicos, nacionais e internacionais; vi) estudos de prospecção de mercados e clientes; e, vi) demais serviços correlatos, exceto atividades que dependam da inscrição em conselhos de classes ou órgãos semelhantes. 02- Apresentação das Demonstrações Contábeis: As demonstrações contábeis foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária, os Pronunciamentos Técnicos emitidos pelo CPC – Comitê de Pronunciamentos Contábeis, e estão sendo apresentadas em R$ mil. 03 - Resumo das Principais Práticas Contábeis: a) Apuração de Resultados - O regime de apuração do resultado é o de competência; b) Caixa e Equivalentes de Caixas - São apresentados por disponibilidades em moeda nacional, que incluem caixa e saldos positivos em conta movimento. c) Ativos e Passivos Circulantes e não Circulantes - Um ativo é reconhecido no balanço patrimonial quando for provável que seus benefícios econômicos futuros serão gerados em favor da Companhia e seu custo ou valor puder ser mensurado com segurança. Um passivo é reconhecido no balanço patrimonial quando a Companhia possui uma obrigação legal ou constituída como resultado de um evento passado, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para liquidá-lo. São acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias ou cambiais incorridos. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. Os ativos e passivos são classificados como circulantes quando sua realização ou liquidação é provável que ocorra nos próximos doze meses. Caso contrário, são demonstrados como não circulantes. d) Propriedades para Investimentos - São as propriedades em que se espera benefício econômico contínuo e permanente, representadas pelos imóveis que futuramente serão destinados a renda e são demonstradas pelo custo de aquisição, formação ou construção. As propriedades, quando finalizadas, serão reduzidas pela depreciação calculada pelo método linear, levando em consideração o prazo de vida útil-econômica dos ativos e não excedendo o valor de realização. e) Imobilizado - É registrado pelo custo de aquisição, deduzido das respectivas depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear à taxas que levam em consideração o tempo de vida útil estimado dos bens. f) Provisões para Imposto de Renda e Contribuição Social - São apurados com base no lucro tributável pela alíquota de 15% acrescido do adicional de 10% para os lucros que excederem R$ 240 mil no período de 12 meses, enquanto que a Contribuição Social é calculada a 9% com base no lucro tributável,

em virtude da apuração de bases negativas no período deixamos de efetuar as mencionadas provisões. 04 - Caixa e Equivalentes de Caixa Descrição 31/12/2012 31/12/2011 ç Caixa Bancos 22 2 Total 22 2 05 - T. V. M. e Instrumentos Financeiros Derivativos - A Companhia não possuía na data do balanço operações com instrumentos financeiros na forma de derivativos. 06 - Propriedades para Investimentos - A Companhia optou por manter suas propriedades para investimento pelo valor de custo, conforme permite o CPC 28, e estão assim representadas: Descrição 31/12/2012 31/12/2011 ç Terrenos 36.532 36.083 Construções em andamento (a) 47.902 9.670 Outros 22 Total 84.434 45.775 (a) Refere-se aos empreendimentos que encontram-se em fase de construção, registrados pelo custo de aquisição de materiais, mão de obra aplicada, encargos correlatos e demais custos. A movimentação das propriedades de investimento durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2012 é representado da seguinte forma: Saldos em Baixas/ Saldos em Descrição 31/12/2011 Adições Transferências 31/12/2012 ç Terrenos 36.083 449 36.532 Construções em andamento 9.670 38.232 47.902 Outros 22 (22) Total 45.775 38.681 (22) 84.434 07 - Capital Social - O Capital Social Subscrito em 31/12/2011 era de R$ 42.000, representado por 42.000.000 ações ordinárias nominativas sem valor nominal e o Capital Social Realizado era de R$ 42.000. Em 2012 de acordo com: a) Ata da Assembleia Geral Extraordinária - AGE de 02/01/2012 ficou aprovado aumento do capital social para R$ 52.000 mediante a emissão de 10.000.000 (dez milhões) de novas Ações Ordinárias Nominativas sem valor nominal. Com AGE de 20/07/2012 ficou aprovado aumento do capital social para R$ 62.000 mediante a emissão de 10.000.000 (dez milhões) de novas Ações Ordinárias Nominativas sem valor nominal. Com AGE de 30/11/2012 ficou aprovado aumento do capital social para R$ 72.000 mediante a emissão de 10.000.000 (dez milhões) de novas Ações Ordinárias Nominativas sem valor nominal. Em razão das deliberações aprovadas, o Capital Social da Companhia em 31/12/2012 está assim representado: Capital Social Subscrito R$ 72.000, representado por 72.000.000 ações ordinárias nominativas sem valor nominal e Capital Social Realizado R$ 64.960. 08 - Resultado por Ação - O resultado por ação em 31/12/2012 e 31/12/2011 foi calculado com base

Aos Administradores e Acionistas da Olímpia Projeto Rua do Rocio 86 SPE S.A. - São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Olímpia Projeto Rua do Rocio 86 SPE S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012, e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis: A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração destas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre

estas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Estas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nesta avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia destes controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da

Descrição ç 2012 2011 Despesas e Receitas Operacionais ............. (162) (187) Despesas Administrativas ............................... (158) (187) Despesas Financeiras Líquidas ...................... (4) (1) Resultado antes da CSLL e IRPJ ................. (162) (188) Provisão para CSSL e IRPJ ............................ Prejuízo do Exercício .................................... (162) (188) Quantidade de Ações.................................... 72.000.000 42.000.000 Prejuízo por Ação (Em R$) ........................... (0,0023) (0,0045) Atividades Operacionais Lucro(Prejuízo) Líquido Ajustado....................... Lucro (Prejuízo) Contábil........................................ - Depreciação ........................................................ Variação de Ativos e Obrigações........................ Redução (Aumento) em Impostos a Recuperar ..... Redução (Aumento) em Adiant. a Fornecedores ... Redução (Aumento) em Outros Créditos ............... Redução (Aumento) em Despesas Antecipadas.... Aumento (Redução) em Fornecedores .................. Aumento (Redução) em Contas a Pagar................ Aumento (Redução) em Outras Obrigações .......... Caixa Líquido Aplicado em Ativ. Operacionais . Atividade de Investimentos Construções em Andamento .................................. Aquisição de Imobilizado de Uso e de Arrendamento Aplicações no Diferido............................................ Caixa Líquido Aplicado em Ativ. Invest. ............. Atividades de Financiamento Aumento de Capital por Subscrição ....................... Caixa Líquido Proveniente de Ativ. de Finan. .... Aumento/(Redução) das Disponibilidades......... Modificação na Posição Financeira Caixa e Equivalantes de Cx. no Início do Exercício Caixa e Equivalentes de Cx. no Fim do Exercício .. Aumento/(Redução) das Disponibilidades......... ç ç

2012 (159) (159 (162) 3 15.900 (1.548) 206 7 15.211 1.940 84 15.741

2011 (187) (187 (188) 1 3.994 (9) (206) (42) 4.214 37 3.807

38.232 449 38.681

9.630 22 2 9.654

22.960 22.960 20

5.800 5.800 (47)

2 22 20

49 2 (47)

Lucros/ Capital Capital a Prejuízos g Eventos Social Integralizar Acumulados Totais Saldos Iniciais em 01.01.11 . 38.100 (1.900) (29) 36.171 Integralização de Capital ........ 1.900 - 1.900 Aumento e Integr. de Capital .. 3.900 - 3.900 Prejuízo Líquido do Exercício . (188) (188) (217) 41.783 Saldos Finais em 31.12.11 ... 42.000 Aumento de Capital ................ 30.000 (30.000) Integralização de Capital ........ 22.960 - 22.960 Prejuízo Líquido do Exercício . (162) (162) (379) 64.581 Saldos Finais em 31.12.12 ... 72.000 (7.040) no resultado do exercício atribuível aos acionistas da Companhia e a respectiva quantidade de ações, conforme quadro abaixo: Descrição 31/12/2012 31/12/2011 Prejuízo do exercício (162) (188) Quantidade de ações ordinárias 72.000.000 42.000.000 Prejuízo por ação (Em R$) (0,0023) (0,0045) (0,0045 09 - Dividendos e Remuneração do Capital Próprio - O estatuto determina a distribuição de dividendos obrigatórios de 20% sobre o lucro líquido, depois de deduzida a reserva legal. Em virtude da inexistência de lucros nos exercícios de 2012 e de 2011, não foi distribuído juros sobre capital próprio conforme faculta o artigo 9 da Lei 9249/95. apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião: Em nossa opinião, as demonstrações contábeis referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Olímpia Projeto Rua do Rocio 86 SPE S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Outros assuntos: Auditoria dos valores correspondentes ao período anterior. Os valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, apresentados para fins de comparação, foram auditados por outros auditores independentes, que emitiu relatório sem modificação datado de 14 de março de 2012. São Paulo, 22 de abril de 2013. Confiance Auditores Independentes CONFIANCE CRC-SP Nº 2SP022750/O-8 José Júlio de Sousa Pereira Contador CRC-SP Nº 1SP094178/O-3

Mesmo com a alteração da Selic, a Caixa manterá os juros e continuará com o propósito de manter as menores (taxas) do mercado. JOSÉ URBANO DUARTE, CAIXA bém nas agências a todos os clientes, mas a princípio, em maio e junho. "Mesmo com a alteração da Selic, a Caixa manterá os juros e continuará com o propósito de manter as menores (taxas) do mercado", garantiu Duarte. O Feirão da Casa Própria oferecerá 136.780 imóveis, sendo 54.883 imóveis novos ou em construção, e 81.897 imóveis usados, distribuídos pela capital, Grande São Paulo e Baixada Santista. No Feirão paulistano, participarão 100 construtoras e 133 imobiliárias e parceiros. No total, a Caixa prevê que o número de imóveis ofertados no País ultrapasse 400 mil.

A retomada de lançamentos

317 317

(em milhares de reais) 2012 (8) (8)

Despesas gerais e administrativas....................................................................... Prejuízo operacional .......................................................................................... Resultado financeiro, líquido ................................................................................ Prejuízo antes do imposto de renda e da contribuição social....................... Imposto de renda e contribuição social ................................................................ Prejuízo do exercício.......................................................................................... Prejuízo por ação das operações continuadas atribuível aos acionistas da Companhia durante o exercício (expresso em R$ por ação).......................................

Em 31 de dezembro de 2010.............. Aumento de capital............................... Prejuízo do exercício ........................... Constituição de reservas ...................... Em 31 de dezembro de 2011.............. Aumento de capital............................... Prejuízo do exercício ........................... Constituição de reservas ...................... Em 31 de dezembro de 2012..............

1 1

Demonstrações dos fluxos de caixa – Exercícios findos em 31 de dezembro

(em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma)

Capital social 1.423 693

2011

Não circulante Adiantamento para futuro aumento de capital ..................................................... Patrimônio líquido Capital social ....................................................................................................... Reservas de lucros .............................................................................................. Prejuízo acumulado .............................................................................................

Total do ativo .......................................................................................................

2012

possível alta dos juros), prefere fazer isso do que pagar aluguel. Condições melhores de financiamento, prazos mais adequados, juros menores e estabilidade do emprego, entre outros fatores, devem continuar a levar os interessados a 'tomar a decisão'", acredita. Juros – A Caixa, um dos primeiros bancos a reduzir as taxas de juros no ano passado após a "bronca" do governo federal, informou que mantém inalteradas as condições para financiamento neste ano, tanto os com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), como pelos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Hoje, as taxas de juros na Caixa para aquisição de imóveis variam de 4,5% a 7,1% ao ano (imóveis de até R$ 190 mil, dentro FGTS); de 7,7% a 8,8% (até 500 mil, no SBPE); e 8,3% a 9,4% (acima de R$ 500 mil). Para garantir a "condição especial", a Caixa permitirá aos clientes que contratarem financiamento nos feirões o pagamento da primeira prestação em janeiro de 2014. A condição será oferecida tam-

D

ados preliminares do primeiro trimestre mostram que as construtoras e incorporadoras podem ter deixado para trás o pior momento da readequação de suas operações para retomar o ritmo de lançamentos, após forte desaceleração no ano passado, em meio à economia fraca e a problemas com obtenção de licenças. De acordo com números operacionais de sete empresas que integram o setor na BM&FBovespa, as vendas contratadas de janeiro a março foram 38% maiores ante a um ano antes. Já os lançamentos, responsáveis por boa parte do declínio sofrido pelo setor no ano passado, superaram o volume de vendas, com aumento anual de 48,6%. "O período ainda é de recuperação para as construtoras e, naturalmente, os lançamentos devem ser beneficiados", disse o analista Wesley Bernabé, do BB Investimentos. No ano passado, o ritmo de lançamentos foi prejudicado

pela demora na aprovação de novos empreendimentos por parte das prefeituras e também pela atividade econômica mais fraca no País. Isso exigiu que as companhias tivessem que reduzir o ritmo de lançamentos e de vendas. Muitas adiaram para o início deste ano lançamentos programados para o fim de 2012. Em levantamento recente, a empresa de consultoria imobiliária Lopes apontou que os lançamentos no Brasil podem aumentar 7% neste ano, após queda de aproximadamente também 7% no ano passado. "A expectativa é de que as empresas mais expostas ao mercado de São Paulo tenham maior potencial para lançamentos em função dos atrasos no ano passado", disse Bernabé, citando os casos de Cyrela Brazil Realty e Tecnisa. A Cyrela, primeira das principais representantes do setor a divulgar uma revisão de custos no final de 2010, tem sido apontada como a mais propensa a uma recuperação mais efetiva. (Reuters)

Sinduscon quer política habitacional permanente

O

presidente do Sindicato da Indústria da Construção de São Paulo (Sinduscon-SP), Sergio Watanabe, cobrou do governo a implementação de uma política habitacional permanente no País. O objetivo, disse, é transformar o Minha Casa, Minha Vida em programa definitivo, aumentando a visibilidade de empresários sobre o nível de demanda no setor, e a perspectiva de investimentos. O Sinduscon-SP defendeu a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional 285, conhecida como PEC da Habitação, que determina a vinculação de recursos orçamentários aos fundos de habitação de interesse social. "O Brasil tem carência de 5,2 milhões de moradias. O setor precisa se preparar para atender uma demanda deste tamanho", disse Watanabe em evento que reúne empresários e governo para discutir gargalos e

propostas para o MCMV. Pesquisa – Sondagem divulgada ontem, pelo SindusconSP, junto com Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Fundação Getúlio Vargas (FGV) e 66 construtoras que trabalham com o MCMV, mostrou que 38% dos empresários dizem ter dificuldade de investir em processos produtivos. Outros 52% dizem ter pouca dificuldade, enquanto 11% descartam problemas. O principal gargalo está na baixa oferta de trabalhadores especializados. O item atingiu 77,7 pontos em uma escala de zero a 100 (valores acima de 50 indicam dificuldades). Apesar dos gargalos, a maior parte delas (53%) considerou as dificuldades similares às dos empreendimentos fora do MCMV. Já 42% acham que as dificuldades são maiores que o usual, enquanto 5% acham que oferece menos empecilhos. (Estadão Conteúdo)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 30 de abril de 2013

e

Pavia Brasil Pavimentos e Vias S.A.

conomia

CNPJ nº 02.992.814/0001-85

Relatório da Administração

Receita arrecada R$ 79,6 bi em março No acumulado do ano, a arrecadação tributária federal já alcançou R$ 271,731 bilhões, uma queda real de 0,48% ante igual período do ano passado.

A

arrecadação de impostos e contribuições federais cobrados pela Receita Federal atingiu R$ 79,613 bilhões em março, o que representa uma queda real (a preços corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA) de 9,32% em relação a março do ano passado. Já na comparação com fevereiro deste ano a arrecadação apresentou alta real de 4,19%. No acumulado do primeiro trimestre deste ano, a arrecadação tributária federal alcançou R$ 271,731 bilhões, com uma queda real de 0,48% ante igual período do ano passado. A arrecadação das receitas administradas pelo fisco, em março, atingiu R$ 77,792 bilhões, enquanto as administradas por outros órgãos somaram R$ 1,821 bilhão no mês passado. Acumulado do ano – A forte queda da arrecadação em março fez com que o desempenho das receitas no acumulado deste ano ficasse negativo. No primeiro bimestre, a arrecadação de tributos registrava uma expansão real de 3,67%, mas passou a acumular uma queda real de 0,48% no primeiro trimestre de 2013, na comparação com o mesmo período de 2012. De acordo com dados divulgados pela Receita, houve uma queda de 48,25% no pagamento do ajuste anual do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social do Lucro Líquido (CSLL) relativos ao desempenho das empresas em 2012. No ano passado, a Receita recebeu quase R$ 12 bilhões como ajuste anual, mas esse valor apresentou diminuição para R$ 6,2 bilhões em 2013. No ano passado, as instituições financeiras foram responsáveis pelo expressivo crescimento no Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e na Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) relativos ao ajuste anual. A Receita informou que também contribuiu para a queda na arrecadação de janeiro a março

deste ano o volume de desonerações tributárias, em especial da folha de salários, Cide-combustíveis, IPI-automóveis e IOFcrédito da pessoa física. A renúncia fiscal em 2013 foi R$ 5,044 bilhões maior que em igual período de 2012. Dessa forma, destaca o Fisco, a perda de arrecadação no primeiro trimestre deste ano alcançou R$ 10,828 bilhões em relação aos três primeiros meses de 2012, considerando apenas as desonerações e o pagamento de IRPJ e CSLL para o ajuste anual. A Receita acredita que também influenciou o desempenho ruim da arrecadação de tributos a queda na produção industrial no início deste ano. Receitas administradas – A arrecadação das receitas administradas pelo fisco federal em março deste ano, de R$ 77,792 bilhões, foi 9,25% menor do que a registrada no mesmo mês do ano passado. De acordo com informações da Receita, o principal fator que explica essa redução foi a queda de 67,7% na arrecadação do IRPJ e da CSLL. A diferença de R$ 4,158 bilhões nos dois tributos em relação a março de 2012 se deveu ao ajuste anual, principalmente no setor financeiro. O setor foi o que segurou o desempenho da arrecadação no ano passado. Além disso, as desonerações tributárias – como da folha de pagamento, da Cide-combustíveis, do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis e do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) no crédito à pessoa física – resultaram em uma redução de R$ 1,781 bilhão na comparação anual do volume arrecadado. Somente a desoneração tributária do setor automotivo diminuiu em 42,59% as receitas de IPI sobre automóveis em comparação com o desempenho de um ano antes. A queda somada nos demais tributos alcançou R$ 1,991 bilhão. (Estadão Conteúdo)

Faltam 5 milhões para enviar a declaração do IR

A

um dia do prazo final para a entrega da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) de 2013, mais de 5 milhões de contribuintes ainda não haviam enviado o documento até as 16h de ontem. Uma opção para quem ainda não finalizou a declaração, de acordo com especialistas, é entregar o formulário incompleto. O contribuinte que perder o prazo terá de pagar multa mínima de R$ 165,74, limitada a 20% do imposto devido. Aqueles que ainda não têm todos os comprovantes necessários para completar a declaração devem fazer o envio o mais rápido possível – mesmo que incompleto, sugere a empresa de contabilidade Confirp, de São Paulo. A Confirp alerta, entretanto, que é preciso preencher uma declaração retificadora depois para não correr o risco de cair na malha fina.

ECONOMIA/LEGAIS - 21

Essa correção deve ser feita o mais rápido possível, no mesmo modelo da declaração original, que pode ser completo ou simplificado. Para isso, o contribuinte deve guardar o número do recibo da entrega da declaração original. A Receita Federal esper a r e c e b e r 2 6 m ilhões de declarações até hoje. Entrega – Estão obrigados a declarar o Imposto de Renda (IR) todos os contribuintes que tiveram rendimento tributável superior a R$ 24.556,65 no ano passado. A entrega pode ser efetuada pela internet, até 23h59 de hoje, ou por meio de um disquete, que deve ser entregue em qualquer agência do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal. Outra possibilidade é fazer a apresentação por meio do aplicativo m-IRPF, que funciona em tablets e smartphones com sistema operacional Android ou iOS. Mas, neste caso, há restrições. Não podem usar o aplicativo os contribuintes que receberam rendimentos de pessoa física, que estejam obrigados a declarar dívidas e ônus reais, que auferiram ganho de capital, que tenham recebido determinados tipos de rendimentos isentos ou com tributação exclusiva, entre outros. (Estadão Conteúdo)

Senhores Acionistas: Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos á apreciação de V.Sas. as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012. A companhia agradece aos seus clientes, fornecedores e colaboradores pelo apoio e confiança depositados e coloca-se à disposição dos senhores Acionistas para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais que eventualmente considerem necessários. São Paulo 22 de Abril de 2013. A Administração

Balanços Patrimoniais - Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 (Valores Expressos em reais) ATIVO Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Duplicatas a Receber Estoques Medições a Faturar Adiantamentos Tributos e Contribuições a Compensar Cauções e Retenções Despesas Antecipadas

R$ 2012

R$ 2011

3.327.660,78 4.177.715,71 366.019,88 2.172.694,66 260.608,97 93.116,77 1.233.715,27 330.181,01 11.961.713,05

1.333.921,75 12.015.457,03 985.393,67 6.622.578,62 856.205,95 75.439,12 35.401,63 167.829,94 22.092.227,71

Não Circulante Realizável a Longo Prazo Contas a Receber pela Sociedade por Conta de Participação 248.809,25 Precatórios 7.471.579,25 Provisão para Desagio dos precatórios (3.735.789,63) Duplicatas e Cauções a Receber 1.829.021,43 Juros a Receber 7.476.274,41 Medições a Faturar 2.062.805,00 Provisão para Créditos Duvidosos (11.367.102,84) 3.985.596,87 Investimentos 780.553,97 Imobilizado 11.926.096,50 Intangivel 407.099,26

207.802,99 1.829.021,43 10.447.475,41 2.062.805,00 (14.338.301,84) 208.802,99 517.494,00 8.129.002,97 8.748,98

Total do Ativo

PASSIVO Circulante Fornecedores Emprestimos e Financiamentos Obrigações Trabalhistas Provisão de Ferias e Encargos Obrigações Tributarias Leasing a Pagar Dividendos a Pagar Provisão para Contingencias Provisões Diversas Contas a Pagar Não Circulante Exigivel a Longo Prazo Emprestimo em Moeda Estrangeira Leasing a pagar Provisão de Imposto de Renda SCP Provisão de Imposto de Renda Diferido Provisão de Contribuição Social Diferida Patrimônio Líquido Capital Social Subscrito e Integralizado Adiantamento para Futuro Aumento de Capital Capital Social Subscrito e Integralizado Reserva Legal Reserva de Capital Reserva de Lucros Reserva para Operações e Investimentos

29.061.059,65 30.956.276,65 Total do Passivo As notas explicativas são parte integrante destas demonstrações

R$ 2012

R$ 2011

1.595.435,64 1.228.009,64 638.709,57 636.015,81 170.286,00 245.297,67 195.966,66 488.122,38 619.064,86 656.979,86 6.473.888,09

3.239.102,97 1.434.741,37 462.242,91 632.714,02 401.461,10 886.093,60 165.969,58 601.823,16 240.138,13 9.684,40 8.073.971,24

866.444,00 131.611,37 635.648,94 230.993,62 1.864.697,93

795.339,20 245.297,66 1.155.734,46 416.064,40 2.612.435,72

17.000.000,00 1.039,17 17.001.039,17 937.595,68 1.836.883,73 203.663,82 743.291,23 20.722.473,63 29.061.059,65

5.697.900,00 5.697.900,00 837.981,00 4.481.099,99 8.509.597,47 743.291,23 20.269.869,69 30.956.276,65

Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 (Valores Expressos em reais)

Saldo em 31/12/2011 Integralização de capital Constitução de Reserva de Capital Aumento do Capital com reservas Dividendos distribuidos conforme estatuto social Ajustes de exercícios anteriores Constituição Reserva Legal Resultado do Exercício Adiantamento de Capital Futuro Saldo em 31/12/2012

Adiantamento para futuro Reserva Capital Social Aumento de Capital Reserva Legal de Capital 5.697.900,00 837.981,00 4.481.099,99 90.000,00 810.000,00 11.212.100,00 - (3.454.216,26) 99.614,68 1.039,17 17.000.000,00 1.039,17 937.595,68 1.836.883,73 As notas explicativas são parte integrante destas demonstrações

Reserva para Reserva Operações e de Lucros Investimentos Total 8.509.597,47 743.291,23 20.269.869,69 90.000,00 810.000,00 (7.757.883,74) (1.143.647,05) - (1.143.647,05) (1.297.082,14) - (1.297.082,14) (99.614,68) 1.992.293,96 - 1.992.293,96 1.039,17 203.663,82 743.291,23 20.722.473,63

Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 (Valores expressos em reais) 1) Contexto Operacional: Constituída em 27 de janeiro de 1999, com sede no município de São Paulo, tem como atividade a execução de empreitadas de obras públicas e particulares no campo da construção, reparação e beneficiação rodoviária, obras de infra-estruturação urbanística, construção e beneficiação de pistas de aeroportos e pavimentos industriais, alem do fabrico, aplicação e comercialização de todo tipo de misturas betuminosas. 2) Elaboração e apresentação das demonstrações financeiras: As demonstrações financeiras foram elaboradas com base nas práticas contábeis adotadas no Brasil. 3) Sumário das principais práticas contábeis: Caixa e equivalentes de caixa: Incluem caixa, saldos positivos em conta movimento, aplicações financeiras resgatáveis a qualquer prazo e com risco insignificante de mudança de seu valor de mercado. As aplicações financeiras são registradas ao valor de custo, acrescido dos rendimentos proporcionalmente auferidos até as datas de encerramento dos exercícios. Contas a Receber: Apresentados pelos valores nominais dos títulos representativos dos créditos. Provisão para créditos duvidosos: A provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída em montante considerado suficiente pela Administração para cobrir as possíveis perdas de realização do contas a receber. Estoques: Os estoques são avaliados pelo custo médio de aquisição, que não excede ao valor de mercado ou de realização. Precatórios: Ordem judicial de pagamentos de débitos da Fazenda Pública, devidos por força de sentença judicial transitado em julgado. Com mais previsibilidade tanto para o prazo quanto para os valores de recebimento, a expectativa é que haja uma movimentação maior dos títulos. A companhia vai aguardar o pagamento do precatório e julga aproximadamente 10 anos, sem a intenção de colocar o título no mercado. Reconhecimento de receitas, custos e despesas: As receitas, os custos e as despesas são reconhecidos de acordo com o princípio contábil da competência. As receitas são reconhecidas quando efetivamente realizadas, ou seja, quando os seguintes aspectos tiverem sido cumulativamente atendidos: i) evidencia de existência de contrato; ii) o serviço tenha sido efetivamente prestado; iii) o preço esteja fixado e determinado; e iv) O recebimento seja provável. Outros ativos circulantes e não circulantes: Demonstrados ao valor de custo de realização incluindo, quando aplicável, os rendimentos e variações monetárias auferidos até a data de encerramento dos exercícios. Investimentos: Avaliado pelo método de equivalência patrimonial, com base em demonstrações financeiras preparadas na mesma data-base da Sociedade. Ágio de Investimento EMSUL: A empresa Emsul foi comprada para possibilitar a Cia a participar de licitações com artes especiais. Os investimentos realizados em sociedades que apresentam, historicamente, altos índices de rentabilidade ou que tenham a expectativa de significativos rendimentos futuros. Imobilizado: O imobilizado está demonstrados ao custo de aquisição, deduzido das depreciações, calculadas pelo método linear, à taxas anuais, que levam em consideração a vida útil-economica estimada dos bens. Os bens adquiridos através de contratos de arrendamento mercantil financeiro são reconhecidos no imobilizado e no passivo pelo menor valor entre o valor presente das parcelas mínimas obrigatórias do contrato ou valor justo do ativo, acrescidos, quando aplicável, dos custos iniciais diretos incorridos na transação. Os montantes registrados no ativo imobilizado são depreciados e os juros no passivo são apropriados ao resultado de acordo com a duração do contrato, conforme CPC 06 - Operações de Arrendamento Mercantil. Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, não foram identificados eventos ou mudanças de circunstancias que indiquem que o valor contábil de um ativo ou grupo de ativos possa não ser recuperável e, portanto, nenhuma provisão para perda foi consignada nas demonstrações financeiras de acordo com o CPC 01 - Redução ao valor recuperável de ativos. Intangível: O intangível está demonstrado ao custo de aquisição, deduzido das amortizações, calculadas pelo método linear, às taxas anuais, que levam em consideração a vida útil-economica estimada de software. Imposto de renda e Contribuição Social corrente e diferido: O imposto de renda é constituído à alíquota de 15%, acrescida do adicional de 10% sobre o lucro tributável trimestral excedente a R$ 60 mil. A contribuição social é calculada à alíquota de 9% sobre o lucro contábil ajustado. O imposto de renda e a contribuição social diferida são calculados sobre as diferenças temporárias entre as bases fiscais dos ativos e passivos e seus valores contábeis. O imposto de renda e contribuição social diferidos são determinados usando as alíquotas de imposto promulgadas nas datas dos balanços. Outros passivos circulantes e não circulantes: Demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos, variações monetárias ou cambiais incorridos até a data do encerramento dos exercícios. Uso de estimativas: A preparação de demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil requer o uso, pela Administração da Sociedade, de estimativas e premissas que afetam os saldos ativos, passivos, receitas e despesas da Sociedade, bem como a divulgação de informações sobre dados de suas demonstrações financeiras. Os resultados finais destas transações e informações, quando de sua efetiva realização em períodos subseqüentes, podem diferir dessas estimativas. Provisão para Contingencias: A provisão para contingências foi constituída para as causas cujas chances de perda são consideradas prováveis pelos assessores legais e pela Administração da Sociedade, considerando a natureza dos processos e a experiência da Administração em causas semelhantes. Instrumentos financeiros: Em 31 de dezembro de 2012 e 2011 não existiam operações em aberto com instrumentos financeiros derivativos. 4) Caixa e Equivalentes de Caixa: 2012 2011 Bancos Conta Movimento 102.574,91 270.496,74 Aplicações Financeiras 3.225.085,87 1.063.425,01 3.327.660,78 1.333.921,75 As aplicações financeiras têm liquidez imediata e seus valores de mercado não diferem dos valores contabilizados. Estes investimentos financeiros referem-se substancialmente a certificados de depósitos bancários, remunerados a taxas do Certificado de Depósito Interbancário (CDI). 5) Precatórios: No exercício de 2012 a Companhia teve êxito em duas ações movidas contra o DAER-RS - Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem, julgadas as reclamações procedentes pelo Tribunal de Justiça do RS. Parte deste montante encontrava-se registrado nos livros da Companhia, pelos seus valores históricos e deduzidos de provisão para possíveis perdas, sendo no exercício de 2012, quando aplicável, reconhecido o ganho no resultado, atualizado monetariamente e revertida a provisão para perda. Precatório referente ação de ressarcimento de impostos 1.458.209,25 Precatório referente ação de atualização monetária 6.013.370,00 Total de Precatórios 7.471.579,25 Provisão para deságio dos precatórios (3.735.789,63) 3.735.789,62 A Companhia reconhece seu direito como líquido e certo e permanece no aguardo da conversão dos valores em títulos precatórios. Ciente que o valor de face dos títulos não representa

fielmente o seu valor recuperável a Companhia decidiu constituir a provisão para deságio de forma a demonstrar o valor justo recuperável. 6) Juros a Receber: As demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 incluem valores a receber a longo prazo no montante em de R$ 7.476.274,41 (sete milhões, quatrocentos e setenta e seis mil, duzentos e setenta e quatro reais e quarenta e um centavos), em 31 de dezembro de 2011 no montante de R$ 10.447.475,41 (dez milhões quatrocentos e quarenta e sete mil, quatrocentos e setenta e cinco reais e quarenta e hum centavos) que são objeto de processos de cobrança judicial em andamento e referem-se a juros, atualização monetária e indenizações por perdas sofridas em decorrência de paralisações na execução contratual. Os montantes reclamados em juízo pela empresa superam significativamente os referidos valores. Parte do saldo existente em 31 de dezembro de 2011, no montante de R$ 2.971.200,70 (dois milhões, novecentos e setenta e um mil, duzentos reais e setenta centavos) foi julgado procedente pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e aguarda sua conversão em precatório, conforme Nota Explicativa 5. A administração da Companhia, embora tenha expectativa de êxito em sua reclamação, decidiu constituir provisão para perda destes juros. 7) Duplicatas a Receber (Longo Prazo): A Pavia promove contra a AGENCIA GOIANA DE TRANSPORTE E OBRAS - AGETOP ação desconstitutiva com pedido de cobrança, relativamente ao contrato nº 138/2002-PR-ASJ, com a decretação da rescisão do contrato por culpa da ré e sua condenação ao pagamento de crédito principal por obras e serviços executados no montante original de R$ 1.829.021,43 (um milhão, oitocentos e vinte e nove mil, vinte e um reais, e quarenta e três centavos) em 31 de dezembro de 2012. Assim, sua realização depende da conclusão, com êxito, da referida ação que foi julgada em primeira instancia favoravelmente á autora. A administração da Companhia, embora tenha expectativa de êxito em sua ação, decidiu constituir provisão para perda destes títulos a receber. 8) Investimentos em Controladas: Resultado de Participação Investimento Equivalência 2012 2011 2012 2011 2012 2011 Ecopavia Pav Eng e San Ambiental Ltda 99,99% 50% 290.630,24 517.494,00 (637.068,77) (184.393,08) Emsul - Constr Sul Riograndense 99,99% 4.478,96 - (10.076,27) Ágio no Investimento Emsul 485.444,77 780.553,97 517.494,00 (647.145,04)(184.393,08) Em setembro de 2012 a Companhia adquiriu a participação na Emsul Constr Sul Riograndense, empresa com especialização na construção de pontes, dispondo-se a pagar um ágio na aquisição deste investimento levando em consideração a possibilidade de novos negócios e expectativa de rentabilidade futura, considerando estar a Emsul habilitada e certificada para participação de licitações públicas desta natureza. 9) Imobilizado: Taxa Depreciação Descrição 2012 2011 Anual Benfeitorias em Imóveis de Terceiros 136.075,03 136.075,03 33,33% Computadores e Periféricos 139.123,01 139.123,01 20% Máquinas e Equipamentos 14.175.499,68 9.966.795,26 10% Móveis e Utensílios 265.103,09 265.103,09 10% Veículos 5.326.305,30 4.434.524,57 20% Adiantamento p/aquisição de imobilizado 72.800,00 Total do Custo 20.114.906,11 14.941.620,96 Depreciação Acumulada (8.188.809,61) (6.812.617,99) Total do Imobilizado 11.926.096,50 8.129.002,97 Os bens adquiridos através de operações de leasing financeiro permanecerão alienados à instituição financeira até a liquidação do contrato. 10) Intangível: Taxa Amortização Descrição 2012 2011 Anual Software 473.733,06 69.454,84 20% Total do Custo 473.733,06 69.454,84 Amortização Acumulada (66.633,80) (60.705,86) Total do Intangível 407.099,26 8.748,98 A empresa está em fase de reestruturação de seu sistema operacional corporativo e o ativo intangível da empresa é composto 99% pela aquisição do sistema integrado da TOTVS. 11) Empréstimos e Financiamentos: Instituição Encargos 2012 2011 Banrisul S.A. 0,40% a.m - CDI 1.223.598,14 0,00 Itaú S.A. 4.411,50 39.118,46 Bradesco 95.574,15 Banrisul S.A. 1.032,00 Banrisul S.A. 299.016,76 Banco Fibra - 1.000.000,00 Total 1.228.009,64 1.434.741,37 Foi dada em alienação fiduciária ao Banco Banrisul a unidade de Usina de Asfalto CIBER, modelo UACF 19P2 com 4 silos de agregados, tanque MASTER TM 4020 e retificador de combustível. 12) Provisão para Contingencia: Para todas as questões que estão sendo contestadas é constituída provisão em montante considerado suficientes para cobrir prováveis perdas, com base na avaliação dos assessores jurídicos externos. O montante provisionado refere-se a questões cíveis e trabalhistas. A movimentação na provisão no exercício findo em 31 de dezembro de 2012 é como segue: 2011 Adições Baixas 2012 Cíveis 189.397,00 39.524,60 149.872,40 Trabalhistas 240.000,00 98.250,00 - 338.250,00 Tributárias 172.426,16 172.426,16 TOTAL 601.823,16 98.250,00 211.950,76 488.122,40 Os processos cíveis são advindos do curso normal das atividades da Sociedade, envolvendo pleitos de indenização por perdas e danos motivados em sua maioria por acidentes ocorridos nas estradas pavimentadas pela Sociedade.

A DIRETORIA

Demonstrações do Resultado para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 (Valores Expressos em reais) R$ 2012 R$ 2011 Receita Bruta 36.805.947,08 47.626.621,92 Deduções de Receitas Impostos Incidentes Sobre a Receita (1.728.375,18) (1.671.455,44) Receita Líquida 35.077.571,90 45.955.166,48 Custo dos Serviços Prestados (34.859.187,21) (42.803.647,38) Lucro Bruto 218.384,69 3.151.519,10 Receitas (Despesas) Operacionais Administrativas (2.634.025,89) (1.574.525,88) Comerciais (462.985,35) (313.059,45) Provisão para Devedores Duvidosos (35.486,00) (11.457.365,84) Depreciações e Amortizações (30.601,38) (43.474,48) Outras (Despesas)/Receitas Operacionais 2.141.479,30 Financeiras Líquidas 2.470.066,00 (1.493,56) Resultado da Equivalencia Patrimonial (647.145,04) (184.393,08) Alienação de Bens Permanentes 267.451,33 244.296,23 Lucro (Prejuízo) Operacional 1.287.137,66 (10.178.496,96) Lucro (Prejuízo) Antes do Imposto de Renda e Contribuição Social 1.287.137,66 (10.178.496,96) Imposto de Renda e Contribuição Social 705.156,30 3.498.183,91 Lucro (Prejuízo) Liquido 1.992.293,96 (6.680.313,05) As notas explicativas são parte integrante destas demonstrações

Demonstração dos Fluxos de Caixa dos Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 (Valores Expressos em reais) Fluxo de caixa das atividades operacionais R$ 2011 R$ 2011 Ajustes para conciliar o resultado Lucro (Prejuízo) Liquido do Exercicio 1.992.293,96 (6.680.313,05) Depreciação e amortização 1.734.635,94 1.500.092,35 Baixa liquida do ativo imobilizado 516.313,71 29.692,77 Variação cambial e Variação Monetária (2.971.064,20) 88.870,40 Provisão para Devedores Duvidosos 764.590,63 11.457.365,84 Resultado da Equivalencia Patrimonial 647.145,04 184.393,08 (Acrescimo) decréscimo de ativos: Duplicatas a receber 7.837.741,32 1.236.309,79 Contas a receber pela SCP (41.006,26) (3.026,43) Estoques 619.373,79 (882.841,34) Medições a faturar 4.449.883,96 (2.648.594,03) Adiantamentos (196.639,62) (570.587,67) Tributos e contribuições a compensar (17.677,65) 143.099,50 Cauções e retenções (1.198.313,64) (30.700,00) Precatórios (1.458.209,25) Despesas antecipadas (162.351,07) (23.544,23) Acrescimo (decréscimo) de passivos: Fornecedores (1.643.667,33) 1.269.006,26 Emprestimos e Financiamentos (206.731,73) 1.434.741,37 Obrigações trabalhistas 176.466,66 75.875,30 Provisão de Ferias e Encargos 3.301,79 166.817,33 Obrigações tributarias (231.175,10) (552.605,06) Leasing a pagar (886.093,59) (1.267.625,17) Dividendos a Pagar 29.997,08 Provisão para Contingencias (113.700,78) 49.104,60 Provisões Diversas 378.926,73 (229.774,95) Contas a Pagar 142.449,92 984,40 Provisão de Imposto de Renda SCP 131.611,37 Constituição (Reversão) do Imposto de Renda Diferido (705.156,30) (4.447.109,11) Caixa líquido proveniente das atividades operacionais 9.592.945,38 299.631,95 Fluxo de caixa das atividades de investimento Investimento na Ecopavia (410.205,01) (137.000,00) Investimento na Emsul (14.555,23) Agio na aquisição de investimento (485.444,77) Aquisição de sistema corporativo (404.278,22) Compra de imobilizado (6.042.115,24) (2.068.914,08) Caixa líquido proveniente das atividades de investimento (7.356.598,47) (2.205.914,08) Fluxo de caixa das atividades de financiamento Aumento de Capital 90.000,00 Adiantamento para futuro aumento de capítal 1.039,17 Constituição de Reserva de Capital 810.000,00 Pagamento de dividendos (1.143.647,05) (931.080,35) Caixa líquido proveniente das atividades de financiamento (242.607,88) (931.080,35) Aumento (redução) líquida de caixa e equivalentes de caixa 1.993.739,03 (2.837.362,48) Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 1.333.921,75 4.171.284,23 Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício 3.327.660,78 1.333.921,75 Aumento (redução) líquida de caixa e equivalentes de caixa 1.993.739,03 (2.837.362,48) As notas explicativas são parte integrante destas demonstrações 13) Resultado Financeiro Líquido Variação Cambial Receitas com atualização monetária Rendimentos Aplicações Financeiras Descontos Obtidos Comissões s/contr. Garantia IOF Juros Passivos Tarifas Bancarias Desagio sobre Precatórios Apropriação encargos sobre leasing Outras Total 14) Outras (Despesas) / Receitas Operacionais

2012 (71.104,80) 3.339.743,39 224.336,70 50,53 (18.759,57) (78.337,31) (66.609,57) (29.313,90) (729.104,63) (99.069,10) (1.765,74) 2.470.066,00

2012 Resultado Sociedade em Conta Participação 829.090,97 Ressarcimento de Impostos 1.312.388,33 Total 2.141.479,30 15) Patrimônio Liquido: a) Capital Social: O capital social é de R$ 17.000.000,00 (dezessete milhões), totalmente subscrito e integralizado em moeda corrente nacional, ações ordinárias de 1.039,17 (um mil e trinta e nove reais, e dezessete centavos) ações preferenciais regatáveis, todas nominativas e sem valor nominal, assim distribuídas entre os acionistas: A. Ordinárias Integralizadas Numero de Ações Valor do Capital North Meridian Inversiones S.A. 3.900.000 12.309.075,00 Green Hibernia S.A. 649.997 2.051.504,00 Four Winds Plaza Corporation 650.000 2.051.512,00 Joseph Carmine Bonanno 1 3,00 Anthony Thomas Colasanti 1 3,00 Roberto Faustino Garcia 1 3,00 5.200.000 16.412.100,00 B. Preferenciais Integralizadas Green Hibernia S.A. 998 99.800,00 North Meridian Inversiones S.A. 4.881 488.100,00 5.879 587.900,00 Total 17.000.000,00 b) Reserva Legal: A Reserva Legal é constituída na forma da legislação societária, a razão de 5% sobre o lucro líquido do exercício, e poderá ser utilizada para compensação de prejuízos ou aumento de capital. c) Reserva de Lucros: A Reserva de Lucros refere-se aos saldos remanescentes adicionado do lucro líquido do exercício após a constituição da reserva legal e estatutária, o qual, por proposta da administração está retido nos termos da lei societária. Sua destinação será submetida à deliberação da Assembleia Geral. d) Dividendos: Aos acionistas preferenciais foram conferidos dividendos fixo e cumulativo de 20% (vinte por cento) ao ano, calculado sobre o preço unitário de emissão de cara ação preferencial. Aos acionistas são assegurados dividendos mínimos obrigatórios de 25% do lucro líquido do exercício, ajustado de acordo com a legislação societária. e) Reserva para Operações e Investimentos: O Estatuto Social determina a constituição da reserva de Lucros para Operações e Investimento, constituída a razão de 5% sobre o lucro liquido, após realizadas as destinações legais e estatutárias, com a finalidade de financiar operações e investimentos da Companhia, que serão submetidos a aprovação do Conselho de Administração e/ou utilizado para pagamento de dividendos.

Celso Jesus Sampaio de Moraes - Contador CRC 1SP 122703/0-3

Parecer dos Auditores Independentes Ilmos. Administradores e Acionistas da PAVIA BRASIL PAVIMENTOS E VIAS S.A. Examinamos as demonstrações financeiras da PAVIA BRASIL PAVIMENTOS E VIAS S.A, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa correspondentes ao exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras: A Administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes: Nossa responsabilidade é a

de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidencia a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras independentemente se causadas por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstancias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Sociedade. Uma

auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidencia de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião: Em nossa opinião, as demonstrações financeiras referidas acima, representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da PAVIA BRASIL PAVIMENTOS E VIAS S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. São Paulo, 19 de abril de 2013 Account Assessores S/C Ltda. Marcos Azevedo de Lima CRC-SP 2SP017202/O-2 Contador CRC-SP 1SP166764/O-1

Grandpar Intermediação de Negócios e Participações S/A CNPJ/MF nº 01.625.297/0001-43 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS BALANÇOS PATRIMONIAiS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (Em milhares de Reais) ATIVO Ativo circulante Ativo não circulante Partes relacionadas Depósitos judiciais Investimentos imobilizado líquido Total do ativo não circulante Total do ativo

2012 1.017

2011 3.548

11.661 14 76.569 251 88.495 89.512

13.192 14 68.331 260 81.797 85.345

DEMONSTRAÇÕES DO FLUXO DE CAIXA Das atividades operacionais Lucro (prejuízo) líquido do exercício Decréscimo (acréscimo) em ativos Contas a receber de clientes Outros créditos Decréscimo (acréscimo) em passivos Fornecedores Contas a pagar e outros débitos Disponibilidades líq. geradas (consumidas) p/ ativ. Operac.

31/12/2012 5.834

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Passivo circulante Passivo não circulante Partes relacionadas Empréstimos e financiamentos Total do passivo não circulante Patrimônio Líquido Capital social Reservas de capital Reserva legal Reserva de lucros Total do Passivo e Patrimônio Líquido

DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS PARA OS EXERCÍCIOS 2012 6.067

2011 4.734

22.309 8.542 30.851

18.178 14.915 33.093

12.953 2.200 2.111 35.331 89.512

12.953 2.200 1.819 30.546 85.345

Das atividades de investimento Acréscimo de investimento (432) Acréscimo do imobilizado 2.921 Caixa líquido utilizado pelas atividades de investimento (34) Das atividades de financiamento com terceiros (233) Empréstimos e financiamentos - captação líquida Caixa líquido gerado pelas atividades de 8.056 financiamento com terceiros

(+/-) Despesas adm., com., financeiras e gerais Receitas financeiras Outras receitas operacionais Lucro operacional Lucro líquido do exercício

2012 (2.895) 2.888 5.841 5.834 5.834

Das atividades de financ. com acionistas e pessoas ligadas Distribuição de Dividendos Contas a receber de partes relacionadas Contas a pagar para partes relacionadas Caixa líquido utilizado pelas atividades de financiamento com acionistas Aumento (redução) das disponibilidades (8.238) Disponibilidades 9 No início do exercício No fim do exercício (8.229) Aumento (redução) das disponibilidades

2011 (3.910) 2.342 5.717 4.149 4.149 (758) 1.531 4.131 4.904 (42) 159 117 (42)

(4.773) (4.773)

A DIRETORIA Anderson Ribeiro Caresma - Contador - CRC 1SP 221043/O-9

Sarfaty Empreendimentos S/A CNPJ nº 71.930.663/0001-53 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (Em milhares de Reais) ATIVO Ativo circulante Ativo não circulante Contas a receber partes relacionadas Investimentos Imobilizado líquido Total do ativo não circulante Total do ativo

2012 1.979

2011 1.806

150 28.162 4.482 32.794 34.773

150 25.566 4.482 30.198 32.004

DEMONSTRAÇÕES DO FLUXO DE CAIXA Das atividades operacionais Lucro (prejuízo) líquido do exercício Decréscimo (acréscimo) em ativos - Outros créditos Decréscimo (acréscimo) em passivos - Outros débitos Disponibilidades líq. geradas pelas ativ. operacionais

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Passivo circulante Passivo não circulante Partes relacionadas Total do passivo não circulante Patrimônio líquido Capital social Reserva legal Reserva de lucros Total do passivo e patrimônio líquido

2012 1.953

2011 1.903

5.695 5.695

6.594 6.594

4.350 1.225 21.549 34.773

4.350 1.048 18.109 32.004

31/12/12 Das atividades de investimento Acréscimo de investimento 3.617 (418) Caixa líq. utilizado pelas atividades de investimento 50 Das ativ. de financ. c/ acionistas e pessoas ligadas Contas a pagar de partes relacionadas 3.250

DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS PARA OS EXERCÍCIOS 2012 2011 (34) (18) 3.652 4.536 3.617 4.518 3.617 4.518

(+/-) Despesas adm., comerciais, financ. e gerais Outras receitas operacionais Lucro operacional Lucro líquido do exercício

Caixa líquido utilizado pelas atividades de financiamento com acionistas (899) Aumento (redução) das disponibilidades (245) Disponibilidades No início do exercício 621 No fim do exercício 376 (245) (2.596) Aumento (redução) das disponibilidades (2.596) A DIRETORIA (899) Anderson Ribeiro Caresma - Contador - CRC 1SP 221043/O-9


DIÁRIO DO COMÉRCIO

22 -.ECONOMIA/LEGAIS

terça-feira, 30 de abril de 2013

Fundação João Paulo II CNPJ nº 50.016.039/0001-75 Balanços Patrimoniais em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) Demonstração do Superávit dos Exercícios Demonstração das Mutações do Patrimônio Social Findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) nos Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) Nota 31/12/2012 01/01/2012 31/12/2011 ATIVO Nota 31/12/2012 01/01/2012 31/12/2011 PASSIVO Ajuste de Superávit Nota 2012 2011 Circulante Circulante Patrimônio Avaliação do ReclassiEmpréstimos e Financiamentos 12 11.617 13.178 13.178 Caixa e Equivalentes de caixa 4 1.771 577 577 Nota Social Patrimonial Exercício Totais ficado Eventos Fornecedores 8.216 7.018 7.018 Programas (atividades) Sócio Assistenciais/Educacionais/Saúde Contas a Receber 5 9.033 8.197 8.197 Saldo em 31 de dezembro de 2010 78.667 6.991 85.658 Obrigações Trabalhistas e Encargos Sociais 13 4.043 6.287 6.287 Receitas dos Programas (atividades) Estoques 6 6.152 6.537 6.537 Transferência para Patrimônio Social 6.991 (6.991) Doações Recebidas 121.969 106.729 Obrigações Tributárias 14 1.921 629 629 Outros Créditos 7 1.536 1.016 1.016 Superávit do exercício 371 371 Receitas Educacionais 810 443 Adiantamentos de Clientes 394 196 196 Impostos a Recuperar 8 1.571 18 18 85.658 371 86.029 Total das Receitas com Programas (atividades) 122.779 107.172 Saldo em 31 de dezembro de 2011 Contas a Pagar 15 1.524 2.051 2.051 Despesas Antecipadas 68 67 67 Ajuste de avaliação patrimonial 66.469 - 66.469 19.6 27.715 29.359 29.359 Custos dos Programas (atividades) Total do Ativo Circulante 20.131 16.412 16.412 Total do Passivo Circulante 85.658 66.469 371 152.498 Custos e Despesas - Assistência Social (27.117) (24.744) Saldo em 01 de janeiro de 2012 Não Circulante Não Circulante Transferência para Patrimônio Social 371 (371) Custos e Despesas - Educacionais (10.372) (10.777) Empréstimos e Financiamentos 12 23.111 24.195 24.195 Realizável a Longo Prazo Superávit do exercício 4.332 4.332 Custos e Despesas - Saúde (7.580) (8.516) Obrigações Tributárias 14 2.360 Títulos de Capitalização 9 899 865 865 86.029 66.469 4.332 156.830 Custos e Despesas - TV e Rádio Canção Nova (67.504) (68.165) Saldo em 31 de dezembro de 2012 Contingências Judiciais 16 612 3.029 3.029 Depósitos Judiciais 9 96 15 15 (112.573) (112.202) Demonstração dos Fluxos de Caixa Provisão para Passivo a Descoberto 596 Total dos Custos com Programas (atividades) Impostos a Recuperar 9 288 10.206 (5.030) nos Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) Contas a Pagar 15 980 1.820 1.820 Resultado com Programas Total do Realizável a Longo Prazo 1.283 880 880 27.063 29.044 29.640 Atividades Mercantis (geração de rendas) Investimentos 10 10.000 10.000 10.632 Total do Passivo Não Circulante Nota 2012 2011 Venda de Mercadorias e Serviços 73.530 65.988 Imobilizado 11 161.453 166.059 105.109 Patrimônio líquido Reclassi(-) Impostos sobre Vendas (4.609) (3.870) Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais Patrimônio Social 17 86.029 85.658 85.658 Intangível 11 18.741 17.550 11.995 ficado (-) Custo das Mercadorias Vendidas (26.689) (20.652) Ajuste de Avaliação Patrimonial 18 66.469 66.469 Total do Ativo Não Circulante 191.477 194.489 128.616 Superávit do Exercício 4.332 371 (-) Despesas Comerciais 20 (28.532) (18.998) Superávit do Exercício 4.332 371 371 Ajustes por: (-) Depreciação e Amortização (675) (800) Total do Patrimônio Líquido 156.830 152.498 86.029 Depreciação e Amortização 11 9.705 11.343 13.025 21.668 211.608 210.901 145.028 Resultado das Atividades Mercantis Total do Ativo 211.608 210.901 145.028 Total do Passivo Resultado da Equivalência Patrimonial 403 Superávit Bruto 23.231 16.638 Notas Explicativas da Administração às Demonstrações Contábeis para os Exercícios findos em 31 de Dezembro e 2012 e de 2011 (Em milhares de reais) Custo Residual de Ativo Imobilizado Baixado 160 452 Despesas Administrativas Variação nos Ativos e Passivos Nota 1. Contexto Operacional: A Fundação João Paulo II é uma entidade de direito privado, sem obrigações legais: As práticas contábeis para registro e divulgação de ativos e passivos Salários, Encargos Sociais e Benefícios (3.583) (3.340) (Aumento) Redução nos Ativos em finalidade de lucro que atua nas áreas de Assistência Social, Saúde e Educação. Tem como objetivos contingentes e obrigações legais são as seguintes: • ativos contingentes: são reconhecidos somente Aluguel e Condomínios (250) (388) Contas a Receber (836) (1.091) de acordo com seu Estatuto Social: (a) atuar no campo educacional, cultural e de comunicação, quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, transitadas em julgado. Os ativos Consumo (666) (726) Estoques 385 (87) visando a prestação de serviços à comunidade, através de radiodifusão em caráter educativo; contingentes com êxitos prováveis são apenas divulgados em nota explicativa; • passivos Serviços Prestados por Terceiros (775) (965) Demais Ativos Circulantes (2.074) 436 (b) produção e veiculação de programas educativos e culturais, através de emissoras de rádio e contingentes: são provisionados quando as perdas forem avaliadas como prováveis e os montantes Impostos e Taxas (199) (298) Realizáveis a Longo Prazo (403) (162) televisão e outros meios de comunicação; (c) a promoção, agenciamento e a distribuição aos vários envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes avaliados como Depreciação e Amortização (464) (701) Aumento (Redução) nos Passivos em meios de comunicação, dos recursos desenvolvidos e produzidos, (d) auxiliar e preservar a formação de perdas possíveis são apenas divulgados em nota explicativa e os passivos contingentes avaliados Outras Despesas Administrativas 21 (617) (910) Fornecedores 1.197 (44) cívica, moral e cultural da população; (e) criação, participação e manutenção de centros educacionais como de perdas remotas não são provisionados e nem divulgados. 3.10. Demonstração dos fluxos (6.554) (7.328) Obrigações Trabalhistas e Encargos Sociais (2.244) 1.258 destinados aos jovens e adultos em todos os níveis, inclusive superiores; (f) assistência às crianças, de caixa: A Administração da Fundação apresenta os fluxos de caixa às atividades operacionais Outras Receitas e Despesas Operacionais adolescentes e adultos carentes, oferecendo-lhes orientação educacional, profissional, moral e usando o método indireto, segundo o qual o resultado líquido é ajustado pelos efeitos de transações Receitas Financeiras Demais Passivos Circulantes 962 365 609 300 cívica; (g) desenvolvimento de atividades de saúde pública e de assistência médica, dentária, que não envolvem caixa, pelos efeitos de quaisquer diferimentos ou apropriações por competência (-) Despesas Financeiras Exigíveis a Longo Prazo (897) (2.036) 22 (20.113) (13.271) hospitalar e farmacêutica, destinada ao atendimento das comunidades carentes; (h) prestação de sobre recebimentos de caixa ou pagamentos em caixa operacionais passados ou futuros e pelos Outras Receitas e Despesas Operacionais 10.287 11.208 23 7.159 4.032 Fluxo de Caixa Decorrente das Atividades Operacionais serviços gratuitos e permanentes aos usuários de assistência social, sem qualquer discriminação; efeitos de itens de receita ou despesas associados com fluxos de caixa das atividades de investimento Fluxo de Caixa de Atividades de Investimento (12.345) (8.939) (i) manutenção e execução de programas protetivos destinados às crianças, aos jovens e aos idosos, ou de financiamento. Aquisição de Imobilizado (6.448) (15.684) Resultado Operacional 4.332 371 2012 2011 sem qualquer discriminação, assistindo-os direta ou indiretamente, inclusive mediante convênios Nota 4. Caixa e equivalentes de caixa Fluxo de Caixa Decorrente das Atividades de Investimento (6.448) (15.684) Gratuidades 251 223 com entidades governamentais e privadas. 1.1 Certificados e Registro: A Fundação é declarada Caixas Fluxo de Caixa de Atividades de Financiamentos Gratuidade Obtida - Preço dos Serviços 19.4 167.551 161.992 1.321 354 como de Utilidade Pública: • Federal, Decreto 97.268, de 16 de dezembro de 1988; • Estadual, Lei Bancos conta Movimento Empréstimos e Financiamentos (2.645) 3.119 Voluntários 266 139 199 8.050, de 01 de outubro de 1992; • Municipal, Lei 446/83, de 27 de setembro de 1983. Registrada Aplicações Financeiras Renúncia Fiscal Obtida 10.142 5.356 Fluxo de Caixa Decorrente das 1.771 577 no Conselho Municipal de Assistência Social - Certificado número 012 de 21/06/2006; Registrada Total Caixa e Equivalentes de caixa Atividades de Financiamentos (2.645) 3.119 (-) Gratuidade Concedida - Custo dos Serviços (167.551) (161.992) no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente Certificado número 10/2006; O saldo em caixa é representado, principalmente por fundos fixos e correspondem ao saldo do (-) Voluntários (266) (139) Aumento (Redução) Líquida em Registrada na Secretaria de Estado da Educação Portaria do Dirigente Regional de Ensino de último dia do ano. Caixa e Equivalentes de Caixa 1.194 (1.357) (-) Isenção Cota Patronal Previdenciária (2.547) 12/02/2001 - Publicado DOE 13/02/2001; Registrada na Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Os saldos de bancos conta movimento são representados, principalmente, por contas-correntes (-) Imunidade IRPJ e CSLL 577 1.934 (1.473) (126) Caixa e Equivalentes de Caixa em 1º de Janeiro Social - SEADS/SP - 5922/07; Registrada na Secretaria Municipal da Saúde - Vigilância Sanitária: mantidas em instituições financeiras nacionais. As aplicações financeiras de curto prazo, de alta (-) Isenção da COFINS 1.771 577 (6.122) (5.230) Caixa e Equivalentes de Caixa em 31 de Dezembro CEVS 350860301-851-000085-1-6 - Dispêndio de Medicamentos, CEVS 350860301-851-000086-1- liquidez, são prontamente conversíveis em um montante conhecido de caixa e estão sujeitos a um Resultado de Oportunidade (gratuidades se pagas fossem) Aumento (Redução) Líquida em 3 - Análises / Patologia Clínica e CEVS 350860301-851-000027-1-2 - Clínica / Ambulatório. insignificante risco de mudança de valor. Esses investimentos financeiros referem-se substancialmente Superávit do Exercício Caixa e Equivalentes de Caixa 1.194 (1.357) 4.332 371 Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social: certificada por meio da Portaria a certificados de depósitos bancários e fundos de renda fixa e são remunerados às taxas que variam entre 97% a 100% do Certificado de Depósito Interbancário - CDI. Não existem restrições quanto Nota 15. Contas a Pagar 877/2012 publicada no DOU do dia 03/09/2012 para o período de 03/09/2012 à 02/09/2015. 2012 2011 acréscimos de qualquer encargo. CIA DE ARTES - Com o objetivo de despertar crianças e Nota 2. Apresentação das demonstrações contábeis: 2.1. Base de apresentação das aos recursos classificados em caixa e equivalentes de caixa. São Jose Comunicação 50 adolescentes para o universo da arte e da dança, favorece a revelação e o incentivo de 2012 2011 Sistema Tropical de Comunicação demonstrações contábeis: Declaração de conformidade: As demonstrações financeiras da Nota 5. Contas a Receber 70 265 novos talentos e proporciona um espaço saudável, afastando crianças e adolescentes da 8.246 8.250 Contas a Pagar Fundação para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012, e para a data de transição de 1° Duplicatas a Receber - Revendas de mercadorias 614 896 marginalidade. Oferece aulas de balé, hip-hop e teatro para crianças, adolescentes e jovens. 1.086 1.230 Títulos a pagar - Codimuc - (Aquisição Imóvel) (a) de janeiro de 2012 foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas Duplicatas a Receber - serviços 840 840 INFORMÁTICA Dom Bosco - Objetiva a inserção de cultura digital entre a população de 57 27 Total circulante contábeis aplicáveis as entidades sem finalidade de lucros, considerando a Norma Brasileira de Mensalidades de alunos 1.524 2.051 Cachoeira Paulista e região, tornando-os agentes transformadores da sua realidade, 9.389 9.507 Codimuc - (Aquisição Imóvel) (a) Contabilidade (NBC) TG 1000, aprovada pela Resolução 1.255/2009 do Conselho Federal de Sub Total 980 1.820 desenvolvendo ações que promovam a cidadania e a inclusão social através da inclusão 1.421 226 Total Não circulante Contabilidade (CFC) e Interpretação Técnica Geral (ITG) 2002, aprovada pela Resolução CFC n° Duplicatas a Receber - entidades ligadas 980 1.820 digital. A Fundação João Paulo II colabora com outras entidades assistenciais, registradas (1.777) (1.536) (a) refere-se a aquisição, em 05 de março de 2010, de uma gleba sem benfeitorias, com área de no CNAS, através de celebração de convênios e termos de cooperação financeira. Citamos: 1.409/2012, bem como pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) (-) Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (a) 9.033 8.197 47.426,27 m², na Cidade de Cachoeira Paulista, pelo valor de R$ 6.275 mil, pagos: parte a vista e APAE e Lar de Assistência ao Menor. 19.2. Área de Educação: INSTITUTO CANÇÃO NOVA e aprovados pelo CFC. As demonstrações dos resultados abrangentes não estão sendo apresentadas, pois não há valores a serem apresentados sobre esse conceito, ou seja, a demonstração do resultado (a) a provisão para crédito de liquidação duvidosa foi constituída com base em análise individual o restante em 60 parcelas de R$ 70. Em 31 de dezembro de 2012 o saldo a pagar é de 26 parcelas. - Oferta de serviços integralmente gratuito de Educação Infantil ao Ensino Médio, custeado dos valores a receber e em montante considerado pela Administração necessário e suficiente para Nota 16. Contingências judiciais é igual ao resultado abrangente total. 2.2. Base de mensuração: As demonstrações contábeis pelas doações recebidas pela Fundação João Paulo II. Engloba um trabalho de educação foram preparadas com base no custo histórico. 2.3. Moeda funcional e moeda de apresentação: cobrir prováveis perdas na realização desses créditos. Provisão constituída para eventuais perdas com processos judiciais de natureza trabalhista, fiscal que se preocupa em formar a criança e adolescente integralmente; para isso conta com 2012 2011 e cível. A provisão foi constituída com base em posição emitida por consultores jurídicos, internos apoio psicológico, atendimento social, escolinha de esportes, ações pastorais. Além do A moeda funcional da Fundação é o Real (R$). Todos os valores apresentados nestas demonstrações Nota 6. Estoques 5.281 4.441 e externos, que levaram em consideração às perspectivas de perdas individuais de cada demanda. ensino o Instituto Canção Nova oferece material escolar e uniforme aos alunos mais carentes. contábeis estão expressos em reais, exceto quando indicado de outra forma. 2.4. Uso de estimativas Mercadoria para revendas 157 293 A composição dessa provisão em 31 de dezembro de 2012 é a seguinte: e julgamentos: A preparação das demonstrações contábeis está de acordo com as práticas Insumos As bolsas de estudos são concedidas a alunos qque se enquadrem no Perfil Sócio Econômico, q 1.194 contábeis adotadas no Brasil aplicáveis a entidades sem finalidade de lucros, e exigem que a Animais (a) 2012 2011 de acordo com os dispositivos legais. FACULDADE CANÇÃO NOVA - Tem como objetivo geral 298 184 Tributárias (a) Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas Mercadorias em poder de terceiros 2.400 oferecer educação superior de qualidade e formar profissionais qualificados, eticamente 467 512 Trabalhistas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais Materias de cconsumo 211 228 orientados e socialmente comprometidos. Como público alvo, a FCN tem a população em 103 107 Cíveis podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Outros 401 401 geral, com nível de escolaridade médio completo, que tenha interesse nas áreas de atuação (154) (194) Revisões com relação as estimativas contábeis são reconhecidas no período em que as estimativas (-) Provisão para perdas com estoques 612 3.029 da FCN, e que atende aos critérios de seleção e perfil socioeconômico previstos na Lei 6.152 6.537 (a) com a obtenção do CEBAS - Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social junto ao 12.101, parágrafo 6º, disposto no art. 10 da Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005. são revisadas e em quaisquer períodos futuros afetados. Não há informações sobre julgamentos críticos referentes às políticas contábeis adotadas que apresentam efeitos sobre os valores (a) em 2011 a Fundação mantinha criações de bovinos e ovinos em pequena escala em suas Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, os consultores jurídicos entenderam que 19.3. Área de Saúde: POSTO MÉDICO PADRE PIO - Oferece gratuitamente serviços médicos, reconhecidos nas demonstrações contábeis. 2.5. Adoção Inicial da ITG 2002/2012: As propriedades. Essa atividade foi descontinuada pela Entidade em 2012 sendo o rebanho alienado. são remotas as perspectivas de perdas dos processos de natureza tributária. Dessa forma a provisão odontológicos, farmacêuticos, laboratoriais e de prevenção e promoção à saúde, para 2012 2011 anteriormente constituída foi revertida. demonstrações financeiras para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012 são as primeiras Nota 7. Outros Créditos visitantes e moradores carentes de Cachoeira Paulista- SP e região. Oferece também 363 344 Nota 17. Patrimônio líquido: Está representado pela dotação inicial da Fundação, acrescido dos atendimentos nas áreas de psicologia, fisioterapia, fonoaudiologia e nutrição. Tem como apresentadas de acordo com a ITG 2002/2012. A Fundação preparou o seu balanço de abertura Adiantamentos p/ Funcionários 1.096 203 superávits e déficits apurados anualmente desde a data de sua constituição, bem como de doação diferencial o respeito, amor e o comprometimento de dar o melhor para os que procuram com a data de transição de 1º de janeiro de 2012. A data base destas demonstrações financeiras Adiantamentos p/ Fornecedores (a) 77 469 de bens. A Fundação, como pessoa jurídica de duração indeterminada, não tem prazo nem condições atendimento. Não possui convênio com o SUS, somente é credenciado à uma empresa de é de 31 de dezembro de 2012. A Fundação optou por avaliar “parcialmente” o seu ativo imobilizado Outros Créditos 1.536 1.016 de extinção, mas se, por circunstância de força maior, ficar impossibilitada de realizar seus objetivos, seguro saúde, no entanto somente 1% do seu atendimento foi destinado a este público. Os pelo valor justo como custo atribuído (demeed cost) em conformidade com o item 22 da ITG 2002. Por conta da adoção inicial outras modificações importantes foram efetuadas. Quais sejam: a) (a) o saldo desta conta é composto substancialmente pelos adiantamentos realizados para entrega havendo sua extinção ou dissolução, seu eventual patrimônio remanescente será destinado a uma quadros a seguir, demonstram os valores aplicados em gratuidades em cada programa social: Reclassificação de investimentos feitos em entidades adquiridas em exercícios anteriores com a de serviços por parte da Associação Internacional Privada de Fiéis no valor de R$ 980. instituição pública ou a uma entidade congênere. 19.4. Custos de oportunidades (como se pagos fossem) 2012 2011 Nota 18. Ajuste de Avaliação Patrimonial: A seguir apresentamos quadro que sumariza os Assistência Social finalidade de uso de suas outorgas de rádio e difusão. Esses investimentos anteriormente registrados Nota 8. Impostos a Recuperar Critério de avaliação 2012 2011 IRRF a compensar 14 10 e avaliados pelo método de equivalência patrimonial foram reclassificados para o intangível (essência ajustes efetuados na rubrica e que são decorrentes da adoção inicial da ITG 2002, conforme descrito Progen valor aulas particulares da região 149 150 23 5 na nota 2.5. sobre a forma) uma vez que não possuem atividade operacional e seu maior ativo diz respeito às ICMS a Recuperar Bom Samaritano valor serviços da região 150 80 3 2 referidas outorgas; b) Reversão da provisão para passivo a descoberto e dos efeitos da equivalência ICMS em Trânsito Nota 31/12/2012 01/01/2012 Centro Comunitário - CAC valor aulas particulares da região 185 131 1.530 - Reversão investimentos São José Comunicação patrimonial anteriormente refletidos em seus resultados, conforme exposto no item anterior, em ICMS a compensar (processo) (a) (106) (106) Companhia de Artes valor aulas particulares da região 115 66 1 1 Reversão equivalência patrimonial razão da mudança de critério de entendimento no registro desses ativos; c) Outros ajustes - Efetuados Outros impostos a recuperar 2.5 5.029 5.029 Atividades Técnicas valor serviços da região 47 64 1.571 18 Custo Atribuído Edificações, Terrenos e Transmissores com objetivo de correção de erros no registro de depreciações de bens do ativo imobilizado. Em 2.5 62.173 62.173 Outras atividades valor das doações 2 4 atendimento aos requerimentos de divulgação sobre a adoção inicial da ITG 2002, no quadro abaixo, (a) a Fundação teve seu pedido de compensação deferido pela DRT-3, através da Notificação n. Reversão provisão para passivos a descoberto 2.5 596 596 648 495 a Fundação está apresentando para esse exercício e exercício anterior para fins de comparação, IC/N/FIS 000006390/2013. A compensação será feita a partir de 2013 diretamente no Livro Registro Ajuste de Depreciação de Bens adquiridos em exercício anterior 11 (924) (924) Educação uma breve descrição e os valores correspondentes aos impactos no patrimônio social da Fundação, de Apuração do ICMS, em “outros créditos”. Perdas totais bens Telavo 11 (299) (299) Instituto Canção Nova valor de mercado da região 6.307 5.264 Nota 9. Realizáveis a Longo Prazo 2012 2011 referentes às alterações introduzidas pela adoção inicial das ITG. 66.469 66.469 Faculdade Canção Nova valor da mensalidade 428 5 Títulos de Capitalização (a) 894 860 Nota 19. Gratuidades: A Fundação calcula as Gratuidades dos serviços sócio-assistenciais, Ajustes em 01/01/2012 6.735 5.269 96 15 educacionais e de saúde pelo consumo do ativo, que representa efetivamente o gasto Saúde - Posto Médico Padre Pio Intangível Investimento Patr.Social Imobilizado Imobilizado Depósitos Judiciais (b) tabela SUS e Anvisa 3.179 3.507 293 5 financeiro com cada atividade. Destaca-se a seguir uma síntese dessas atividades segregadas TV e Rádio Canção Nova Direito Propriedade Ajuste de Aparelhos Depreciação Outros valor por minuto 156.989 152.721 1.283 880 por área de atuação: 19.1. Área de Assistência Social: A Fundação realiza ações de Uso p/ avaliação e acumulada 167.551 161.992 Composição Outorga Investimento patrimonial Ferramentas apar. e ferram. (a) contratado junto a instituição financeira de grande porte. (b) efetuados para garantia de demandas assistenciais, de forma gratuita, continuada e planejada, sem qualquer discriminação, nos 19.5. Quantidades de atendimentos (média mensal) judiciais em discussão. Investimentos termos da Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993. A Fundação é cadastrada na Rede SUAS Assistência Social 2012 2011 Nota 10. Investimentos 2012 2011 e seus atendimentos obedecem aos requisitos e percentuais exigidos por lei. PROGEN - Progen não Permanentes atendidos 84 51 10.000 10.000 Projeto Geração Nova: projeto sócio-educativo gratuito com atividades sistemáticas: cursos, Bom Samaritano São José Comunic (10.000) (106) - Propriedades para Investimentos serviços 1.197 469 10.000 10.000 oficinas, formação humana e espiritual, atendimento social e pedagógico para adolescentes. Centro Comunitário - CAC Sistema Tropical (487) - (Edifício Saan - Brasília-DF) atendidos 300 298 Refere-se a imóvel adquirido mediante a inversão de cotas de entidade que não possui atividade CASA DO BOM SAMARITANO - constitui-se de espaço de resgate da cidadania e reintegração Companhia de Artes Investimentos atendidos 120 141 operacional. O referido imóvel não vem sendo utilizado atualmente e a Entidade estuda formas de social de moradores de rua e migrantes que com freqüência passam pela cidade de Cachoeira Voluntariado Permanentes colaboradores 169 91 inserí-lo em sua atividade. Não há indicações de que possam haver perdas com esse ativo. Emissora Planalto (135) Paulista-SP. Tratam-se de ofertas de serviços gratuitos para homens e mulheres que recebem Atividades Técnicas atendidos 150 135 Rádio Independência (1.934) - Nota 11. Imobilizado e Intangível alimentação, cuidados com a higiene pessoal e oportunidade para recuperarem sua dignidade. Outras atividades Sistema Tropical (3.000) 31/12/2012 01/01/2012 31/12/2011 São atendidas ainda famílias de baixa renda do município, nas oficinas de geração de renda. 2.020 1.185 (-) Ajuste Aval. Patrimonial 5.029 Tx. Ajuste CASA DE MARIA - atendimento individual para aconselhamentos, orações, cursos, Educação Custo atribuído Anual Aval. orientações doutrinal e catequética. MÃOS QUE EVANGELIZAM - Oferece aulas de LIBRAS Instituto Canção Nova alunos 1.024 1.015 Imobilizados 62.173 - Descrição Depr. Total Transf. Baixas Adições Total Patr. Total - Língua Brasileira de Sinais para ouvintes. Interpretação de programas televisivos e encontros Faculdade Canção Nova alunos 68 25 Adiantamento p/ Imobilizado Tangível para surdos. VOLUNTÁRIOS - A Fundação João Paulo II utiliza trabalhos voluntários para 1.092 1.040 compra equipamento (1.223) 924 (924) Terrenos - 40.929 480 - 40.449 20.651 19.798 auxiliá-la na execução de sua missão. Estes trabalhos são oferecidos de forma gratuita. A Saúde - Posto Médico Padre Pio usuários 3.424 3.717 Reversão da provisão para Edificações 2% 69.500 (205) 16 69.689 30.380 39.309 entidade contabiliza estes trabalhos pelo valor pago a outro profissional que possua tarefa TV e Rádio Canção Nova minutos 17.384 17.000 passivos a descoberto 596 - Veículos 20% 4.250 44 (55) 304 3.957 3.957 similar, ou em caso de inexistência desta situação, o valor de mercado que seria pago a 23.920 22.942 Totais (5.556) (10.000) 66.469 924 (924) Móveis e Utensílios 10% 3.166 36 3.130 3.130 este profissional. Por razões conservadoras, considerou apenas o valor da remuneração sem 2.6. Reclassificação de saldos: Alguns saldos e demonstrações contábeis estão sendo Máquinas e Acessórios 10% 878 878 878 19.6. Gastos efetivos (consumos de ativos) reclassificados para melhor apresentação, notadamente em razão das mudanças introduzidas pela Equipamentos e Salários, Consumo (água, Serviços Depreciação ITG 2002. As principais reclassificações foram feitas nas demonstrações do superávit do exercício Instalações 10% 32.651 2.093 (15) 1.507 29.066 (5.064) 34.130 Encargos Aluguéis e energia elétrica, prestados Programas e Doações e nas notas explicativas. Aparelhos e 2012 Sociais e Benefícios Condomínios telefone e gás) Manutenção por terceiros e eventos Amortização diversas Gerais Totais Nota 3. Principais práticas contábeis: As principais práticas contábeis descritas em detalhes Ferramentas 10% 34.419 924 2 33.493 (9.878) 43.371 Assistência Social abaixo têm sido aplicadas de maneira consistente a todos os períodos apresentados nessas Equipamentos 1.444 92 179 5 1.650 2 159 2.489 249 6.269 demonstrações contábeis. 3.1. Instrumentos financeiros: a) Ativos financeiros não derivativos: Proc. Dados 20% 12.853 3.436 (235) 503 9.149 9.149 Progen 1.434 91 178 5 1.639 2 158 2.473 297 6.277 A Fundação reconhece os empréstimos e recebíveis e os depósitos inicialmente na data em que Equipamentos Musicais 10% 287 287 287 Bom Samaritano Centro Comunitário - CAC 1.769 112 219 7 2.021 2 195 3.050 366 7.741 foram originados. Todos os outros ativos e passivos financeiros são reconhecidos inicialmente na Benfeitorias em Companhia de Artes 1.099 70 136 4 1.256 1 121 1.896 228 4.811 data da negociação na qual a Fundação se torna uma das partes das disposições contratuais do Imóveis de 3s 10% 2.024 289 1 1.734 1.734 Atividades Técnicas 449 29 56 2 514 1 50 775 93 1.969 instrumento. A Fundação tem seus ativos e passivos financeiros não derivativos registrados pelo Construção Outras atividades 50 50 valor justo por meio do resultado. b) Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio em andamento - 14.429 (480) 2.278 12.631 - 12.631 6.195 394 768 23 7.080 8 683 10.683 1.283 27.117 do resultado: Um ativo financeiro é classificado pelo valor justo por meio do resultado caso seja Outros Ativos 72 (44) 27 89 89 Educação classificado como mantido para negociação e seja designado como tal no momento do reconhecimento Adiantamentos 6.775 242 630 25 748 3 595 732 9.750 inicial. Os ativos financeiros são designados pelo valor justo por meio do resultado se a Fundação para terceiros - 1.655 (7.301) (126) 1.262 7.820 (299) 8.119 Instituto Canção Nova 432 15 40 2 48 38 47 622 gerencia tais investimentos e toma decisões de compra e venda baseadas em seus valores justos Depreciações (55.660) 271 (9.619) (46.312) 25.160 (71.472) Faculdade Canção Nova 7.207 257 670 27 796 3 633 779 10.372 de acordo com a gestão de riscos documentada e a estratégia de investimentos da Fundação. Os Total Imobilizado Saúde Posto Médico Padre Pio 4.573 252 720 11 810 488 726 7.580 custos da transação, após o reconhecimento inicial, são reconhecidos no resultado como incorridos. Tangível 161.453 (764) (160) (3.683) 166.060 60.950 105.110 TV e Rádio Canção Nova 18.806 2.565 16.817 596 3.475 15.466 6.761 - 3.018 67.504 Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado são medidos pelo valor justo, Imobilizado Intangível 36.781 3.468 18.975 657 12.161 15.477 8.565 10.683 5.806 112.573 e mudanças no valor justo desses ativos são reconhecidas no resultado do exercício. c) Passivos Software 7.049 764 326 5.959 5.959 Salários, Consumo (água, Serviços Depreciação financeiros não derivativos: Os passivos financeiros são reconhecidos inicialmente na data de Concessão de Rádio e TV 7.004 - 7.004 7.004 Encargos Aluguéis e energia elétrica, prestados Programas e Doações negociação na qual a Fundação se torna uma parte das disposições contratuais do instrumento. A Direito de Uso Sociais e Benefícios Condomínios telefone e gás) Manutenção por terceiros e eventos Amortização diversas Gerais Totais Fundação baixa um passivo financeiro quando tem suas obrigações contratuais retiradas, canceladas de Outorga de 3s 5.725 169 5.556 5.556 - 2011 Assistência Social ou vencidas. A Fundação tem o seguinte passivo financeiro não derivativo: fornecedores e outras Marcas e Patentes 263 17 246 246 2.110 174 254 27 2.140 3 283 1.798 708 7.497 contas a pagar. Tais passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido Amortização (1.300) (86) (1.214) (1.214) Progen Bom Samaritano 1.125 93 135 15 1.141 2 151 959 378 3.999 de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos Total Imobilizado 1.843 152 222 24 1.869 3 247 1.570 618 6.548 financeiros são medidos pelo custo amortizado pelo método dos juros efetivos. d) Caixa e Intangível 18.741 764 426 17.551 5.556 11.996 Centro Comunitário - CAC Companhia de Artes 929 77 112 12 942 1 125 791 312 3.301 equivalentes de caixa: São representados por valores de liquidez imediata e com vencimento Conforme mencionado na nota explicativa 2.5., a Fundação efetuou o registro do custo atribuído Atividades Técnicas 900 74 108 12 913 1 121 767 302 3.198 original de até 90 dias e com risco insignificante de mudança de valor, apresentados ao custo de (deemed cost) de Terrenos, Edificações e Equipamentos Transmissores, cujo acréscimo total ao 57 5 6 57 1 8 48 19 201 aquisição, acrescidos dos rendimentos incorridos até as datas dos balanços e ajustadas, quando imobilizado foi de R$ 62.173. A diferença entre o acréscimo decorrente da mais valia e o valor Outras atividades 6.964 575 837 90 7.062 11 935 5.933 2.337 24.744 aplicável, ao seu equivalente valor de mercado, se inferior ao saldo contábil. Caixa e equivalentes apresentado no quadro retro (coluna ajuste de avaliação patrimonial) refere-se a ajuste envolvendo Educação de caixa abrangem saldos de caixa, bancos conta movimento e aplicações financeiras. erro na rubrica adiantamentos para terceiros, no valor R$ 1.223 (nota 18). Instituto Canção Nova 6.221 387 707 25 949 7 832 - 1.002 10.130 e) Instrumentos financeiros derivativos: Não houve operações com instrumentos financeiros Nota 12. Empréstimos e Financiamentos 397 25 45 2 61 53 64 647 derivativos durante o exercício de 2012. 3.2. Reconhecimento das receitas e despesas de Instituição Tipo Tx Média Bancária Venc. 2012 2011 Garantias Faculdade Canção Nova 6.618 412 752 27 1.010 7 885 - 1.066 10.777 recursos vinculados: O reconhecimento das receitas e despesas é efetuado em conformidade CEF Financiamento Saúde Posto Médico Padre Pio 4.456 390 784 8 1.025 831 1.022 8.516 com o regime contábil de competência de exercício. 3.3. Imobilizado: a) Reconhecimento e Imobiliário 6% aa + TR dez/12 16 97 hipoteca imóvel TV e Rádio Canção Nova 19.739 2.333 17.622 265 5.305 12.194 7.190 - 3.517 68.165 mensuração: Itens do ativo imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou ITAÚ Capital de Giro 20,5% aa dez/16 - 10.309 alienação fiduciária 37.777 3.710 19.995 390 14.402 12.212 9.841 5.933 7.942 112.202 construção, deduzido de depreciação acumulada e perdas de redução ao valor recuperável BRASIL Arrendamento bens 2012 2011 Nota 24. Partes relacionadas: 24.1. Entidades ligadas: A Fundação possui ligações com (impairment) acumuladas quando necessário. b) Depreciação: A depreciação é calculada sobre (leasing) Mercantil 13,6% aa + CDI mai/14 950 1.712 arrendados e aval Nota 20. Despesas Comerciais (5.565) (6.105) a Associação Internacional Privada de Fiéis e com a Associação Canção Nova, financiando o valor depreciável, que é o custo de um ativo, ou outro valor substituto do custo, deduzido do valor BRASIL Capital de Giro 13,07% aa + CDI nov/14 23.396 8.274 hipotéca Pessoal (1.650) (2.206) parte de suas operações através de doações. Essas entidades não visam lucro e tem objetivos residual. A depreciação é reconhecida no resultado baseando-se no método linear com relação às de imóvel e aval Encargos Sociais (919) (961) vidas úteis estimadas de cada parte de um item do imobilizado. Os métodos de depreciação, as BRASIL Finame 5,15% aa + TJLP nov/18 203 369 bens adquiridos Outros custos com Pessoal (1.216) (1.230) similares às da Fundação. Com essas entidades são desenvolvidas ações visando à organização vidas úteis e os valores residuais serão revistos a cada encerramento de exercício financeiro e BRADESCO BNDES 5,35% aa + TJLP jan/17 3.989 4.968 bens adquiridos Aluguel e Condomínios (364) (338) de eventos sociais, educacionais, culturais e religiosos. A Fundação também revende a essas eventuais ajustes são reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. c) Ajuste de BRADESCO Capital de Giro 16,1% aa jun/16 12.978 22.992 alienação fiduciária Consumo (7.985) (4.737) entidades mercadorias a preços de mercado, como forma de alavancagem de suas atividades, Avaliação Patrimonial: A Fundação efetuou o registro do custo atribuído (deemed cost) de e penhor de duplic. Serviços Prestados por Terceiros (4.449) (110) vide Nota 4. 24.2. Remuneração de administradores: Os administradores da Fundação Terrenos, Edificações e Equipamentos Transmissores, em conformidade com o item 21 da ITG 2002- BRADESCO Investimentos 1,31% am 2.023 bens adquiridos Impostos e Taxas (6.384) (3.311) “NÃO” são remunerados, bem como não há remuneração, direta ou indireta a conselheiros. Entidade sem Finalidade de Lucros (adoção Inicial da Interpretação), baseada em avaliação efetuada HSBC Capital de Giro 16,07%aa + TJLP nov/14 - 1.255 bens adquiridos Outras despesas Comerciais (28.532) (18.998) por avaliadores independentes. Da mesma forma, foram modificadas as taxas de depreciação dos NOSSA 12,01% aa aval e Nota 21. Outras Despesas Administrativas 2012 2011 Nota 25. Instrumentos financeiros e derivativos: 25.1. Instrumentos financeiros: Os bens do ativo imobilizado em virtude da nova vida útil estimada dos mesmos, conforme CAIXA Capital de Giro + 95% cdi jul/12 836 nota promissória Manutenção Veículos (41) (45) instrumentos financeiros da Fundação incluem, principalmente: caixa, bancos, aplicações Pronunciamento Técnico 27 - Ativo Imobilizado. Em consequência, em 1 de janeiro de 2012, foi SUB TOTAL 43.555 50.812 Manutenção Máquinas e Equipamentos (27) (54) financeiras, fornecedores, salários, férias, contas a pagar e impostos a recolher. Os valores registrada mais-valia dos ativos e foram modificadas as taxas de depreciação dos bens do imobilizado OUTROS 18 1.201 Manutenção de Instalações (37) (36) contábeis dos instrumentos financeiros aproximam-se dos seus valores de mercado. A em virtude de nova estimativa de vida útil-econômica destes. Consequentemente, em 1º de Janeiro Juros a Transcorrer (8.845) (14.642) Manutenção de Software (59) (80) Administração e a gestão desses instrumentos financeiros são realizadas por meio de políticas, de 2012, houve um acréscimo nos bens do imobilizado no montante de R$ 62.173, correspondente TOTAL GERAL 34.728 37.371 Outras manutenções (10) (39) ao registro do custo atribuído. 3.4. Avaliação ao valor recuperável de ativos (impairment): Curto Prazo 11.617 13.178 Seguros (9) (31) definição de estratégias e estabelecimento de sistemas de controle, devidamente monitorados A Administração da Fundação revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos, com o objetivo Longo Prazo 23.111 24.193 Programas e Eventos (8) (3) pela Administração da Fundação. 25.2. Instrumentos financeiros derivativos: Durante os de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas que Em 2012 a Fundação desenvolveu e implementou planejamento financeiro, equacionando seus Ferramentas e materiais diversos (7) (19) exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011, a Administração da Fundação não possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Quando estas evidências são débitos junto às instituições financeiras, alongamento o perfil da divida e reduzindo os encargos Viagens (47) (75) executou transações envolvendo instrumentos financeiros na forma de derivativos. identificadas e o valor contábil líquido excede o valor recuperável, é constituída uma provisão para cobrados. Essas operações reduziram o endividamento financeiro da Entidade em relação ao Combustível (274) (283) Nota 26. Gestão de riscos: Considerações gerais e políticas: A Fundação possui uma “Redução ao valor recuperável”, ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. 3.5. Ajuste exercício de 2011. Cartório (16) (14) (43) (7) política formal para gerenciamento de riscos, cujo controle e gestão é responsabilidade da a Valor Presente (AVP) de ativos e passivos: A Administração da Fundação não pratica Nota 13. Obrigações trabalhistas e encargos sociais 2012 2011 Materiais de uso e consumo (39) (224) diretoria, que se utiliza de instrumentos de controle por meio de sistemas adequados e de transações significativas de vendas a prazo com valores pré-fixados. Assim, os saldos dos direitos Salários e Ordenados a pagar 3 - Diversas (617) (910) profissionais capacitados na mensuração, análise e gestão de riscos. Risco de liquidez: É o e das obrigações estão mensurados nas datas de encerramento dos exercícios por valores próximos INSS a Recolher 212 1.576 2012 2011 risco que a Fundação irá encontrar em cumprir com as obrigações associadas com seus passivos aos respectivos valores presentes. 3.6. Provisões: Uma provisão é reconhecida, em função de um FGTS a Recolher 267 308 Nota 22. Despesas Financeiras (7.892) (7.654) financeiros que são liquidados com pagamentos à vista ou com outro ativo financeiro. A gestão evento passado, se a Fundação tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de PIS a Recolher 44 50 Despesas Bancárias (taxa cobrança) (4.309) (529) maneira confiável, e é provável que um recurso econômico seja exigido para liquidar a obrigação. Benefícios aos empregados a pagar 586 - Juros e Multas (65) (16) prudente do risco de liquidez implica em manter caixa, aplicações financeiras suficientes, 3.7. Outros ativos e passivos (circulantes e não circulantes): Um ativo é reconhecido no Provisão de Férias e Encargos Sociais 2.924 4.344 Descontos Concedidos (463) (320) disponibilidades de captação por meio de linhas de crédito compromissadas e capacidade de balanço patrimonial quando for provável que seus benefícios econômico-futuros serão gerados em Outros encargos a pagar 7 9 IOF Encargos sobre empréstimos (7.376) (4.722) liquidar posições de mercado. Risco de crédito: O risco de crédito é o risco que surge da favor da Fundação e seu custo ou valor puder ser mensurado com segurança. Um passivo é 4.043 6.287 Outras despesas financeiras (8) (30) possibilidade de prejuízo resultante do não recebimento de valores contratados. O risco de reconhecido no balanço patrimonial quando a Fundação possui uma obrigação legal ou constituída Nota 14. Obrigações tributárias 2012 2011 (20.113) (13.271) crédito é reduzido em virtude de procedimentos de avaliação de contas correntes e em aplicação como resultado de um evento passado, sendo provável que um recurso econômico seja requerido ICMS a Recolher 377 467 Nota 23. Outras Receitas e Despesas Operacionais 2012 2011 para liquidá-lo. São acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações IRRF a Recolher 124 125 Reversão de contencioso tributário 2.400 - financeiras mantidas em instituições financeiras. monetárias ou cambiais incorridas. As provisões são registradas tendo como base as melhores ISS a Recolher 12 20 Receita agropecuária 1.603 221 Nota 27. Cobertura de seguros: A Administração da Fundação adota a política de contratar estimativas do risco envolvido. Os ativos e passivos são classificados como circulantes quando sua Pis/Cofins/CSLL retido na fonte a recolher 15 16 Venda de download e SMS 990 716 cobertura de seguros contra incêndio e riscos diversos para os bens do ativo imobilizado por realização ou liquidação é provável que ocorra nos próximos 12 meses. Caso contrário, são ICMS / Parcelamento a Pagar (a) 1.392 - Reversão de prov. dev. duvidosos 799 222 montantes considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros, que foram definidos por demonstrados como não circulantes. 3.8. Gerenciamento de risco: A Fundação apresenta Contribuição sindical a recolher 1 1 Doações diversas 795 1.288 orientação de especialistas e levam em consideração a natureza de sua atividade e o grau de exposição aos seguintes riscos advindos do uso de instrumentos financeiros: • Risco de liquidez; Total circulante 1.921 629 Direitos autorais 425 255 e • Risco de crédito. A Fundação apresenta informações sobre a exposição de cada um dos riscos ICMS / Parcelamento a Pagar (a) 2.360 - Outras receitas 255 2.021 risco envolvido. As premissas de riscos adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do supramencionados, os objetivos da Fundação, as políticas e os processos para manutenção e Total não circulante 2.360 - Outras despesas (108) (691) escopo de uma auditoria de demonstrações financeiras, consequentemente, não foram gerenciamento de risco na nota explicativa nº 24. 3.9. Ativos e passivos contingentes e (a) parcelamento ICMS / Processo 1.025.536.9 cujo término ocorrerá em 03/2015 7.159 4.032 examinadas pelos nossos auditores independentes. PRESIDENTE: WELLINGTON SILVA JARDIM - CPF: 370.856.628-91 CONTADOR: CLOVIS NARDELO JUNIOR - CRC 1SP231526/O-9 - CPF 251.100.228-01 Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre estas apresentação das demonstrações financeiras da Entidade para planejar os procedimentos no Brasil. Outros assuntos: Auditoria dos valores correspondentes ao exercício Aos Administradores e Diretores da Fundação João Paulo II Examinamos as demonstrações financeiras da Fundação João Paulo II, que compreendem demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma anterior: As demonstrações financeiras da Fundação João Paulo II referentes ao exercício o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do normas brasileiras e internacionais de auditoria. Estas normas requerem o cumprimento de opinião sobre a eficácia destes controles internos da Entidade. Uma auditoria inclui, findo em 31 de Dezembro de 2011 foram por nós examinadas, cujo parecer emitido em 17 resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das de fevereiro de 2012, conteve ressalva quanto a falta de adoção ao CPC 29 - Ativos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação Biológicos e Produtos Agrícolas que dispõe sobre a mensuração dos curtos de formação e explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de valorização dos estoques. Em 2012 a Entidade descontinuou esta atividade e os estoques financeiras: A Administração da Fundação é responsável pela elaboração e adequada para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião: Em foram alienados. São Paulo, 08 de março de 2013. apresentação destas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do nossa opinião as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, C/C/A CONTINUITY AUDITORES INDEPENDENTES SS adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações em todos os aspectos relevantes, as posições patrimoniais e financeiras da Fundação João CRC-2-SP 025.430/O-2 permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, financeiras, independente se causada por fraude ou erro. Nesta avaliação de riscos, o Paulo II em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de Silvio César Cardoso - Contador - CRC-1SP 188.428/O-5 independente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas

FUNDAÇÃO JOÃO PAULO II - CNPJ nº 50.016.039/0001-75 ATA DE REUNIÃO ORDINÁRIA CONJUNTA DO CONSELHO DELIBERATIVO, DIRETORIA EXECUTIVA E CONSELHO FISCAL DA FUNDAÇÃO JOÃO PAULO II - Nº 33/13 CONSDELORD

No dia vinte e seis do mês de março de dois mil e treze, às nove horas e trinta minutos, na Rua João Paulo II, s/nº, Bairro Alto da Bela Vista, Município de Cachoeira Paulista, Estado de São Paulo, em sua sede social, reuniram-se os membros do Conselho Deliberativo, Diretoria Executiva e Conselho Fiscal da Fundação João Paulo II. A reunião foi convocada pelo Sr. Presidente, Wellington Silva Jardim, que me escolheu, Paulo Roberto Oliveira Lourenço, para secretariar os trabalhos. Ausentes o Segundo Conselheiro Deliberativo, Sr. Nelson Correa Júnior, Segundo Suplente Deliberativo, Sr. Felipe Rinaldo Queiroz de Aquino e o

Conselheiro Fiscal Suplente, Sr. Francisco José dos Santos. Explicou o Sr. Presidente que, nos termos do inciso IX do artigo 55 e alínea “c” do inciso VII do artigo 42, do Estatuto Social da Fundação João Paulo II, bem como de acordo com comunicação feita a todos os membros do Conselho Deliberativo, da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal, e por eles recebida, a presente reunião tem como pauta analisar, examinar e deliberar sobre o Balanço Patrimonial da Fundação João Paulo II de 2012. Aberta a sessão com orações, passou-se à análise do Balanço, com ampla discussão, resultando na aprovação de todos os atos

administrativos, sendo que o Balanço Patrimonial apresenta-se em situação de equilíbrio contábil, com um superávit de R$ 4.331.747,96 (quatro milhões, trezentos e trinta e um mil, setecentos e quarenta e sete reais e noventa e seis centavos). Indagando aos presentes se mais algum outro assunto devesse ser tratado e, como ninguém se manifestou, deu o Sr. Presidente da reunião como aprovada a proposta da Ordem do Dia, suspendendo a Reunião pelo tempo necessário à lavratura desta ata. Reaberta a sessão, foi a ata lida aos presentes, que a aprovaram e a assinaram. Cachoeira Paulista/SP, 26 de Março de 2013.

Monsenhor Jonas Abib (Presidente de Honra do Conselho Deliberativo), Wellington Silva Jardim (Presidente da reunião e Presidente Deliberativo), Carmenlita Luci Lima (Vice-Presidente Deliberativo), Paulo Roberto Oliveira Lourenço (Secretário), Luzia de Assis Ribeiro Santiago (Primeira Conselheira Deliberativa), Carla Ribeiro Astuti Coelho (Primeira Suplente Deliberativa), Filipe Garcez Jardim (Diretor Executivo), Rosana Aparecida Palandi Silva (Vice-Diretora Executiva), Carlos Aparecido Astuti (Conselheiro Fiscal), Edvânia Duarte Eleutério (Conselheira Fiscal), Jackie Cardoso Sodero Toledo (Conselheiro Fiscal).


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 30 de abril de 2013

e

ECONOMIA/LEGAIS - 23 LABORATÓRIOS GRIFFITH DO BRASIL S.A.

conomia

CNPJ nº 52.542.446/0001-41 RELATÓRIO DA DIRETORIA Senhores Acionistas, em cumprimento às disposições legais e estatutárias, apresentamos a V.Sas. as Demonstrações Financeiras incluindo Balanço Patrimonial, Demonstrações das Mutações, de Resultados, Origens e Aplicações, correspondentes ao exercício findo em 31.12.2012. Colocamo-nos a inteira disposição para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários. Mogi das Cruzes, 30 de janeiro de 2013. BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 - (Valores expressos em milhares de reais - R$)

Superávit do governo central fica em R$ 285,7 mi

A

s contas do governo central (Tesouro Nacional, INSS e Banco Central) registraram um superávit primário de R$ 285,7 milhões em março, informou ontem o Tesouro Nacional. Após o superávit recorde de janeiro (R$ 26,19 bilhões) e do pior resultado para meses de fevereiro (déficit de R$ 6,412 bilhões), o saldo de março mostra uma leve reação. Na realidade, o resultado do mês passado foi superavitário pois teve um aumento de R$ 767,3 milhões de dividendos na conta das receitas. O superávit primário acumulado no primeiro trimestre deste ano soma R$ 19,874 bilhões, o equivalente a 1,76% do Produto Interno de Bruto (PIB). No período, o superávit acumulado registrou uma redução em relação ao percentual de 3,28% do primeiro trimestre de 2012. O Tesouro Nacional teve superávit de R$ 5,399 bilhões no mês passado, mas o Banco Central (BC) registrou déficit de R$ 83,6 milhões e a Previdência, de R$ 5,03 bilhões. Segundo a divulgação do Tesouro, as receitas do governo apresentaram um cresci-

mento de 3,9% no primeiro trimestre em relação a igual período de 2012. Em relação a fevereiro, as receitas de março do governo central registraram uma alta de 4,9%. Já as despesas apresentaram um crescimento de 11,5% no primeiro trimestre e alta de 9,1% em março ante fevereiro. Enquanto as receitas totais somaram R$ 273,452 bilhões no trimestre, as despesas alc a n ç a r a m R $ 2 0 4 , 4 2 1 b ilhões. No mês de março, as receitas totalizaram R$ 79,993 bilhões, e as despesas, R$ 67,313 bilhões. Despesas do PAC – O Tesouro informou também que as despesas com investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) alcançaram R$ 9,9 bilhões de janeiro até o mês de março. O montante representa um crescimento de 10,7% em relação ao primeiro trimestre do ano passado. Vale lembrar que essas despesas podem ser abatidas da meta fiscal. As despesas totais com investimentos totalizaram R$ 16,8 bilhões no primeiro trimestre, com avanço de 7,4% sobre igual período de 2012. (Estadão Conteúdo)

Augustin: resultado neutro do Tesouro em março.

O

secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, afirmou ontem que as receitas em março não foram altas. Essa foi uma das principais influências no resultado do Tesouro em março, avaliado como "neutro" pelo secretário. Augustin citou uma despesa atípica da Previdência Social, no valor de R$ 1,1 bilhão, como um dos destaques negativos do mês passado. Segundo ele, tratase de pagamento de valores antigos que foi feito em março, após acordo na Justiça. Ainda sobre a Previdência Social, o secretário afirmou que houve déficit de R$ 5 bilhões em março. A previdência urbana teve superávit, enquanto a rural registrou déficit. "Continuamos com tendência boa na previdência urbana, conforme já ocorreu no ano passado", afirmou. Na expectativa de Augustin, o resultado do superávit primário de abril deverá ser "bem melhor". Ele explicou que sua previsão foi feita porque abril é um mês sazonalmente melhor, e também porque há pagamento de Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF).

O secretário salientou que a queda nominal das receitas em março, conforme divulgou a Receita Federal ontem, não é uma tendência para o ano. Ele comentou apenas que a expectativa para o ano é de "um crescimento importante" dos investimentos. Segundo semestre – O secretário disse que espera uma melhora da arrecadação no segundo semestre. Isso se dará, segundo ele, principalmente por causa dos efeitos esperados para a economia. "Mesmo no segundo trimestre, o resultado de arrecadação deve melhorar. O secretário comentou que os efeitos das desonerações podem impactar os resultados, mas disse esperar que a retomada da atividade econômica, após as práticas adotadas pelo governo, seja mais forte. "As desonerações foram feitas com o objetivo de melhorar a capacidade da economia e de responder depois de um momento difícil decorrente da crise. Isso está acontecendo, os dados mostram isso, mas é óbvio que havendo desonerações, há arrecadação menor", disse. (EC)

Deterioração da política fiscal

A

consolidação das estatísticas do governo central (Tesouro Nacional, Instituto Nacional do Seguro Social e Banco Central) em março é um claro sinal da deterioração da política fiscal, conforme o economista Felipe Salto, da Tendências Consultoria Integrada. Nem tanto pela leitura na margem, que marca a volta do resultado do Tesouro ao terreno dos superávits, com um número ligeiramente positivo – de R$ 285,7 milhões em março, em relação a um déficit de R$ 6,412 bilhões em fevereiro –, mas pelos dados de receitas e despesas acumulados no primeiro trimestre. Ao longo dos primeiros três meses de 2013, conforme as anotações do Tesouro, enquanto as receitas cresceram 3,9% em relação a idêntico pe-

ríodo em 2012, as despesas aumentaram 11,5% na mesma base de comparação. "Isso é apenas a ponta do iceberg", disse, acrescentando que a queda no valor da arrecadação de impostos e contribuições federais é uma indicação de que a economia não reage. A arrecadação totalizou R$ 79,613 bilhões em março, recuando em 9,32% em relação a março de 2012. Sobre fevereiro, até avançou 4,19%, mas, ainda assim, se estabeleceu num patamar inferior às expectativas dos analistas do mercado financeiro, que esperavam que cofres públicos fossem entesourar valores de R$ 81 bilhões e R$ 88,6 bilhões no período. "Se a economia tivesse crescido, a arrecadação teria reagido", afirmou Salto. (Estadão Conteúdo)

ATIVO CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa Contas a receber de clientes Estoques Impostos a recuperar Outros ativos Total do ativo circulante

2012

2011

1.037.312 6.519.857 4.761.825 315.875 212.598 12.847.467

7.456.775 6.666.089 3.294.110 285.604 226.823 17.929.401

NÃO CIRCULANTE Depósitos judiciais Empréstimo compulsório Investimentos Outros ativos Imobilizado Total do ativo não circulante

1.757.263 1.757.263

8.295 74.901 143.000 3.508 5.265.925 5.495.629

14.604.730

23.425.030

TOTAL DO ATIVO

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO CIRCULANTE Fornecedores Partes relacionadas Obrigações trabalhistas e encargos sociais Impostos e contribuições a recolher Inposto de renda e contribuição social Juros sobre capital e dividendos a pagar Outros passivos Total do passivo circulante NÃO CIRCULANTE Partes relacionadas Provisão p/ riscos fiscais, cíveis e trabalhistas Total do passivo não circulante PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital social Reservas de capital Reserva de reavaliação Reserva legal Reserva para retenção lucros Total do patrimônio líquido TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

2012

2011

1.554.127 789.797 660.698 703.681 473.401 95.664 168.947 4.446.315

2.173.444 773.204 301.969 231.833 1.163.478 289.017 4.932.945

4.052.639 406.369 4.459.008

-

3.563.478 8.366 755.565 1.371.998 5.699.407

4.639.868 8.366 1.905.345 755.566 11.182.940 18.492.085

14.604.730

23.425.030

Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido para o exercício findo em 31/12/2012 - (Valores expresssos em milhares de reais - R$) Reserva Capital Reservas de Reserva de Reserva para retenção Lucros social capital reavaliação legal de lucros acumulados Total SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 4.639.868 8.366 2.031.394 578.569 8.845.090 - 16.103.287 Distribuição de lucros Realização da reserva de reavaliação (126.048) 126.048 Lucro líquido do exercício 4.117.658 4.117.658 Destinação do lucro Constituição de reserva legal 176.996 (176.996) Dividendos propostos e distribuídos (884.978) (884.978) Juros sobre capital próprio (843.882) (843.882) Constituição de reserva para retenção de lucros 2.337.850 (2.337.850) SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 4.639.868 8.366 1.905.346 755.565 11.182.940 - 18.492.085 Alteração societária (1.076.390) (1.076.390) Reversão da reserva de reavaliação (1.905.346) (1.905.346) Lucro líquido do exercício 5.969.005 5.969.005 Destinação do lucro Dividendos propostos e distribuídos (14.631.485) (538.387) (15.169.872) Juros sobre capital próprio (610.075) (610.075) Constituição de reserva para retenção de lucros 4.820.543 (4.820.543) SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 3.563.478 8.366 - 755.565 1.371.998 5.699.407 Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras para o exercício findo em 31/12/2012 (Valores expressos em reais - R$, exceto se de outra forma indicado) 1. Contexto Operacional - A Sociedade atua no mercado brasileiro como fornecedora da indústria de produtos alimentícios industrializados e na prestação de serviços técnicos a terceiros. As instalações industriais estão localizadas na cidade de Mogi das Cruzes, São Paulo. 2. Base de Preparação - 2.1. Declaração de conformidade: As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão apresentadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, bem como com os pronunciamentos técnicos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, aprovados pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC. 2.2. Base de mensuração: As demonstrações financeiras foram elaboradas com base no custo histórico, exceto se indicado de outra forma, conforme descrito nas práticas contábeis a seguir. O custo histórico geralmente é baseado no valor justo das contraprestações pagas em troca de ativos. 2.3. Moeda funcional e moeda de apresentação: As demonstrações financeiras são apresentadas em real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade. 3. Principais Práticas Contábeis - O resumo das principais práticas contábeis adotadas na elaboração das demonstrações financeiras é o seguinte: a. Caixa e equivalentes de caixa: Compreendem saldos de caixa, depósitos bancários à vista, fundos mantidos em contas bancárias e aplicações financeiras. Essas aplicações financeiras estão demonstradas ao custo, acrescido dos rendimentos auferidos até a data de encerramento do exercício, possuem vencimentos inferiores a 90 dias, sem prazos fixados para resgate, com liquidez imediata, e estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de valor. b. Contas a receber: Registradas e mantidas no balanço pelo valor nominal dos títulos representativos desses créditos, ajustados a valor presente, quando necessário. Quando julgado necessário pela Administração, é registrada provisão sobre créditos de liquidação duvidosa, constituída com base em análise das contas a receber e em montante considerado suficiente pela Administração para cobrir prováveis perdas na sua realização. c. Estoques: Demonstrados pelo menor valor entre o valor de custo e o valor líquido de realização. Os custos dos estoques são determinados pelo método do custo médio. O valor líquido realizável corresponde ao preço de venda estimado dos estoques, deduzido de todos os custos estimados para realizar a venda e transferir os direitos de propriedade legal aos compradores. Quando aplicável, é constituída provisão para perdas em montante considerado suficiente pela Administração para cobrir prováveis perdas na realização dos estoques. d. Imobilizado: Demonstrado ao valor de custo, deduzido de depreciação acumulada e perda por redução ao valor recuperável, quando necessário. São registrados como parte dos custos das imobilizações em andamento os honorários profissionais e, no caso de ativos qualificáveis, os custos de empréstimos capitalizados. Tais imobilizações são classificadas nas categorias adequadas do imobilizado, quando concluídas e prontas para o uso pretendido. A depreciação desses ativos inicia-se quando estes estão prontos para o uso pretendido na mesma base dos outros ativos imobilizados. Os terrenos não sofrem depreciação. A depreciação é reconhecida com base na vida útil estimada de cada ativo pelo método linear, de modo que o valor do custo menos o seu valor residual após sua vida útil seja integralmente baixado (exceto para terrenos e construções em andamento). A vida útil estimada, os valores residuais e os métodos de depreciação são revisados no fim da data do balanço patrimonial e o efeito de quaisquer mudanças nas estimativas é contabilizado prospectivamente. Ativos mantidos por meio de arrendamento financeiro são depreciados pela vida útil esperada da mesma forma que os ativos próprios ou por um período inferior, se aplicável, conforme termos do contrato de arrendamento em questão. Um item do imobilizado é baixado após alienação ou quando não há benefícios econômicos futuros resultantes do uso contínuo do ativo. Quaisquer ganhos ou perdas na venda ou baixa de um item do imobilizado são determinados pela diferença entre os valores recebidos na venda e o valor contábil do ativo e são reconhecidos no resultado. e. Tributação: A despesa com imposto de renda e contribuição social representa a soma dos impostos correntes e diferidos. e.1) Impostos correntes: A provisão para imposto de renda e contribuição social é calculada e registrada com base no lucro tributável relativo a cada exercício, ajustado na forma legal, calculado à alíquota de 15%, acrescido de adicional de 10% excedente a R$240.000. A contribuição social foi calculada com base na alíquota de 9% da base tributável. O lucro tributável difere do lucro apresentado na demonstração do resultado, porque exclui receitas ou despesas tributáveis ou dedutíveis em outros exercícios, além de excluir itens não tributáveis ou não dedutíveis de forma permanente. e.2) Impostos diferidos: Constituídos sobre prejuízos fiscais, bases negativas de contribuição social e diferenças temporariamente indedutíveis. Quando aplicável, são registrados o imposto de renda e a contribuição social diferidos ativos, com base na perspectiva de geração de resultados tributáveis futuros. Os impostos correntes e diferidos são reconhecidos no resultado, exceto quando correspondem a itens registrados em “Outros resultados abrangentes” ou diretamente no patrimônio líquido. f. Ativos e passivos vinculados a moedas estrangeiras ou sujeitos à atualização monetária - Os direitos e as obrigações, legal ou contratualmente sujeitos à variação monetária, são atualizados até a data do balanço, bem como os ativos e passivos denominados em moeda estrangeira são convertidos para reais às taxas de câmbio em vigor na data do balanço. As contrapartidas dessas

atualizações são refletidas diretamente no resultado do exercício. g. Estimativas contábeis: A preparação das demonstrações financeiras de acordo com as normas do CPC exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de práticas contábeis e valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. As informações sobre incertezas, premissas e estimativas estão relacionadas, principalmente, aos seguintes aspectos: determinação da estimativa de vida útil dos bens do ativo imobilizado e do intangível e de suas recuperações nas operações, análise do risco de crédito para determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa, realização de créditos fiscais, obsolescência dos estoques, créditos tributários ativos, análise dos demais riscos para determinação de outras provisões, inclusive para riscos fiscais e trabalhistas, e avaliação dos instrumentos financeiros e demais ativos e passivos nas datas dos balanços. Estimativas e premissas são revistas de maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no período em que as estimativas são revisadas e em quaisquer períodos futuros afetados. h. Reconhecimento de receita: A receita é mensurada pelo valor justo da contrapartida recebida ou a receber, deduzida de quaisquer estimativas de devoluções, descontos comerciais e/ou bonificações concedidos ao comprador e outras deduções similares. 1. Vendas de produtos: A receita de vendas de produtos é reconhecida quando todas as seguintes condições forem satisfeitas: • A Sociedade transferiu ao comprador os riscos e benefícios significativos relacionados à propriedade dos produtos. • A Sociedade não mantém envolvimento continuado na gestão dos produtos vendidos em grau normalmente associado à propriedade nem controle efetivo sobre tais produtos. • O valor da receita pode ser mensurado com confiabilidade.• É provável que os benefícios econômicos associados à transação fluam para a Sociedade. • Os custos incorridos ou a serem incorridos relacionados à transação podem ser mensurados com confiabilidade. Mais especificamente, a receita de venda de produtos é reconhecida quando os produtos são entregues e a titularidade legal é transferida. i. Apuração do

Demonstração do Resultado para o exercício findo em 31/12/2012 (Valores expressos em milhares de reais - R$) 2012 2011 RECEITA LÍQUIDA DE VENDAS 39.435.616 38.364.982 Custo das vendas (24.867.743) (26.902.182) LUCRO BRUTO 14.567.873 11.462.800 RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS Despesas com vendas (2.568.425) (2.478.698) Despesas Gerais e Administrativas (4.189.412) (3.400.564) Outras Receitas e Despesas operacionais Liquidas 562.640 13.500 (6.195.197) (5.865.762) LUCRO OPERACIONAL ANTES DO RESULTADO FINANCEIRO 8.372.676 5.597.038 RESULTADO FINANCEIRO Receitas financeiras 639.578 905.608 Despesas financeiras (713.752) (455.480) Variações cambiais, líquidas (67.402) 19.276 (141.576) 469.404 LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA E DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 8.231.100 6.066.442 IR E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Correntes (2.466.257) (1.948.784) Diferidos 204.162 (2.262.095) (1.948.784) LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 5.969.005 4.117.658 Demonstração ds Fluxos de Caixa para o exercício findo em 31/12/2012 - (Valores expressos em milhares de reais - R$) 2012 2011 Fluxo de caixa de atividades operacionais: Lucro líquido do exercício 5.969.005 4.117.658 Aj. p/ conciliar o lucro ao caixa oriundo das (aplicado nas) atividades operacionais: Depreciação e amortização 730.110 600.836 Provisão para créditos de liquidação duvidosa 147.442 Provisão para riscos fiscais, cíveis e trabalhistas 406.369 Provisão para itens obsoletos 50.000 Encargos financeiros sobre empréstimos obtidos de terceiros e de partes relacionadas 52.639 7.355.565 4.718.494 Variações nos ativos operacionais Contas a receber de clientes (1.210) (510.569) Estoques (1.517.715) (1.549.546) Impostos a recuperar (30.271) (277.838) Outros ativos 243.929 Variações nos passivos operacionais Fornecedores (619.317) Partes relacionadas 789.797 Obrigações trabalhistas e encargos sociais (112.506) Impostos e contribuições a recolher 401.712 Imposto de renda e contribuição social 241.568 Outros passivos (120.069) Caixa aplicado nas ativ. operacionais 6.631.483 2.380.541 Fluxo de caixa das ativ. de investimento: Aquisição de imobilizado (490.721) Venda de ativo imobilizado 287.538 Caixa oriundo das (aplic. nas) oper. de invest. (203.183) Fluxo de caixa das ativ. de financiamento: Emprést. captados de partes relacionadas 5.000.000 Pagtos. de emprést. junto a partes relac. (1.000.000) Juros sobre capital e dividendos a pagar (632.911) Lucros distribuídos (16.214.852) Caixa gerado (aplicado) nas ativ. de financ. (12.847.763) Diminuição de caixa e equiv. de caixa (6.419.463) 2.380.541 Caixa e equiv. de caixa - no início do exerc. 7.456.775 Caixa e equiv. de caixa - no final do exerc. 1.037.312 2.380.541

resultado: O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime contábil de competência de exercício. j. Participações nos resultados: As participações nos lucros referem-se a acordo com o Sindicato ao qual os funcionários da Sociedade são filiados. São calculadas com base nos lucros do exercício e indicadores negociados entre a Sociedade e os funcionários. k. Pronunciamentos contábeis e interpretações emitidos recentemente e ainda não aplicados pela Sociedade: Os pronunciamentos contábeis do “International Accounting Standards Board - IASB”, a seguir, foram publicados e/ou revisados, mas ainda não têm adoção obrigatória, além de não terem sido objeto de normatização pelo CPC e, dessa forma, não foram aplicados antecipadamente pela Sociedade em suas demonstrações para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012. A Sociedade implementará tais pronunciamentos à medida que sua aplicação se tornar obrigatória, não sendo esperados efeitos relevantes nas demonstrações financeiras. Pronunciamento Descrição Vigência IFRS 7 - Modificações na IFRS 7 Aborda as divulgações de transferências de ativos financeiros. Períodos anuais iniciados após 01/01/2013. IFRS 9 - Instrumentos Financeiros Refere-se à primeira fase do projeto de substituição do IAS 39: Períodos anuais iniciados Instrumentos Financeiros - Reconhecimento e Mensuração após 1º de janeiro de 2013. IFRS 10 - Demonstrações Substitui as partes do IAS 27 que tratam de quando e Períodos anuais iniciados em ou Financeiras Consolidadas como um investidor deve preparar demonstrações financeiras após 1º de janeiro de 2013. consolidadas e substitui o SIC -12. IFRS 11 - Acordos de Participações Requer o uso do método de equivalência patrimonial Períodos anuais iniciados em ou para participações em “joint ventures”, eliminando o após 1º de janeiro de 2013. método de consolidação proporcional. IFRS 12 - Divulgações Estabelece o objetivo das divulgações e as divulgações Períodos anuais iniciados em ou de Participações em mínimas para entidades que tenham investimentos após 1º de janeiro de 2013. Outras Entidades em subsidiárias, controladas em conjunto, associadas ou outras en tidades não consolidadas. IFRS 13 - Medições de Valor Justo Estabelece um único modelo de Períodos anuais iniciados em ou medição do valor justo quando este é após 1º de janeiro de 2013. exigido por outros pronunciamentos. IAS 27 (R) - Modificações Demonstrações Separadas. Períodos anuais iniciados em ou na IAS 27 após 1º de janeiro de 2013. IAS 28 (R) - Modificações Investimento em Coligada e em Períodos anuais iniciados em ou na IAS 28 Controlada e “Joint Ventures”. após 1º de janeiro de 2013. IAS 1 - Modificações na IAS 1 Apresentação dos Itens de Outro Períodos anuais iniciados Resultado Abrangente. em ou após 1º de julho de 2012. IAS 12 - Modificações na IAS 12 Impostos Diferidos - Recuperação Períodos anuais iniciados dos Ativos Subjacentes. em ou após 1º de janeiro de 2012. IAS 19 - Revisada em 2011 Benefícios a Empregados. Períodos anuais iniciados em ou após 1º de janeiro de 2013. Adicionalmente, os pronunciamentos e interpretações do “International Financial Reporting Interpretations Committee - IFRIC” listados a seguir entraram em vigor no exercício anterior e, portanto, foram adotados pela Sociedade em suas demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012. Os referidos pronunciamentos não causaram efeitos relevantes nas presentes demonstrações. Pronunciamento Descrição Vigência IFRIC 14 - Pagamentos Retira as consequências não intencionais Períodos anuais iniciados Antecipados que surgem do pagamento antecipado, após 1º de janeiro de 2011. de Exigência Mínima de no qual há uma exigência mínima de Financiamento provimento de recursos. Os resultados dos pagamentos antecipados em determinadas circunstâncias são reconhecidos como ativo em vez de despesa. IAS 1 - Modificações na IAS 1 Apresentação das Demonstrações Períodos anuais iniciados Financeiras. após 1º de janeiro de 2011. IAS 24 - Modificações na IAS 24 Introduz a isenção parcial das exigências Períodos anuais iniciados de divulgação para entidades após 1º de janeiro de 2011. governamentais e alterou a definição de parte relacionada. 4. Aprovação das Demonstrações Financeiras - As demonstrações financeiras foram aprovadas pelo controlador da Sociedade e autorizadas para emissão em 26 de abril de 2013.

CONDUCTOR TECNOLOGIA S.A.

CNPJ Nº 03.645.772/0001-79 Relatório da Administração 1. Mensagem da Administração: As presentes demonstrações financeiras indi- hadas do Parecer da Auditoria, encontram-se disponíveis na sede da Companhia. sistemas de pagamentos, e participação como sócia, acionista ou quotista de outras viduais e consolidadas foram aprovadas pela diretoria da Sociedade em 04 de abril 2. Informações sobre a sociedade - A Conductor Tecnologia S.A. (“Sociedade”) sociedades no Brasil e no exterior. Durante o exercício de 2012 a Sociedade realizou de 2013. Constituída como “Sociedade Anônima de Capital Fechado” domiciliada e sua controlada CDT Serviços de Processamento de Dados Ltda. (CDT) têm por uma reestruturação comercial e operacional que resultou na centralização de quase no Brasil. A Sede social da Empresa está localizada na Rua Doutor Renato Paes de objeto social a administração de cartões de crédito, prestação de serviços de co- todos os contratos de prestação de serviço em uma única entidade jurídica, reduzinBarros, nº 618 – São Paulo (SP). As demonstrações financeiras completas acompan- brança em nome e por conta de terceiros, processamento de cartões de crédito e de do de forma significativa as operações em sua controlada. A Administração Balanços Patrimoniais em 31/12 de 2012 e 2011 (valores expressos em reais) Controladora Consolidado Controladora Consolidado Ativo/Circulante Notas 2012 2011 2012 2011 Passivo/Circulante Notas 2012 2011 2012 2011 2.038.209 2.250.807 237.091 237.091 Caixa e equivalentes de caixa 4 1.363.945 5.322.739 Empréstimos e arrendamento mercantil 10 224.268 224.268 2.587.738 2.587.738 551.010 560.578 Contas a receber 5 2.899.758 2.975.591 Fornecedores 487.114 518.182 57.210 3.301.733 3.314.606 Créditos diversos 17.846 79.138 Obrigações trabalhistas e tributárias 11 2.102.659 2.402.885 52.208 231.773 18.672 26.269 Tributos a recuperar 6 769.081 868.716 Contas a pagar 116.192 124.108 293.950 294.144 42.105 51.718 Despesas do exercício seguinte 208.332 224.313 Adiantamentos 121.161 150.000 Total do ativo circulante 4.972.105 5.421.672 2.265.928 2.265.928 5.258.962 9.470.497 Dividendos a pagar 13.4 9.034.818 9.034.818 1.000.000 Contas a pagar para partes relacionadas 21 Não circulante Total do passivo circulante 7.416.539 6.456.190 12.086.212 12.454.261 Realizável a longo prazo Não circulante 219.251 231.609 140.671 140.671 Depósitos judiciais 276.177 289.401 Empréstimos e financiamentos 10 78.971 78.971 863.174 512.316 1.136.804 Investimentos 7 3.242.886 - Provisões para demandas judiciais 12 594.532 1.303.711 1.869.480 1.935.241 652.987 1.277.475 Imobilizado 8 2.195.461 2.291.470 Total do passivo não circulante 673.503 1.382.682 8.201.853 8.201.853 Intangível 9 3.225.731 3.225.731 Patrimônio líquido 10.934.507 10.137.094 4.251.500 4.251.500 8.664.078 5.517.201 Capital social 13.1 751.500 751.500 Total do ativo não circulante 11.153.758 10.368.703 3.804.837 3.804.837 8.940.255 5.806.602 Reserva de lucros 688.002 688.002 8.056.337 8.056.337 Patrimônio líquido do controlador 1.439.502 1.439.502 373 Participações de não controladores 654 Total do patrimônio líquido 8.056.337 8.056.710 1.439.502 1.440.156 Total do ativo 16.125.863 15.790.375 16.125.863 15.790.375 14.199.217 15.277.099 Total do passivo e patrimônio líquido 14.199.217 15.277.099 Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido - Exercícios Findos em 31/12 de 2012 e 2011 (valores expressos em reais) Controladora Consolidado Reserva de lucros Retenção de Total Lucros Patrimônio Participações de não Patrimônio Notas Capital Reserva lucros acumulados líquido do controlador controladores líquido consolidado social legal Saldos em 31 de dezembro de 2010 751.500 150.300 8.308.721 8.459.021 9.210.521 601 9.211.122 Lucro líquido do exercício 672.128 672.128 1.963.359 2.635.487 Dividendos propostos 13.4 (134.426) (134.426) (134.426) Distribuição de lucros 13.4 (8.308.721) (8.308.721) (8.308.721) (1.963.306) (10.272.027) Retenção dos lucros 13.3 537.702 537.702 (537.702) 751.500 150.300 537.702 688.002 1.439.502 654 1.440.156 Saldos em 31 de dezembro de 2011 13.1 3.500.000 3.500.000 3.500.000 Aumento de capital social 3.847.945 3.847.945 828.345 4.676.290 Lucro líquido do exercício 13.4 192.397 192.397 (192.397) Constituição da reserva legal 13.4 (731.110) (731.110) (731.110) Dividendos propostos 13.4 (828.626) (828.626) Distribuição de lucros 13.3 2.924.438 2.924.438 (2.924.438) Retenção dos lucros 4.251.500 342.697 3.462.140 3.804.837 8.056.337 373 8.056.710 Saldos em 31 de dezembro de 2012 Demonstrações do Resultado - Exercícios Findos em 31/12 de 2012 e 2011 - (valores expressos em reais) Demonstrações dos Fluxos de Caixa - Exercícios Findos em 31/12 de 2012 e 2011 (valores expressos em reais) Controladora Consolidado Controladora Consolidado Atividades operacionais 2012 2011 2012 2011 Notas 2012 2011 2012 2011 5.000.555 5.828.899 672.128 3.396.804 24.315.420 19.393.849 24.942.421 24.576.090 Lucro líquido antes do imposto de renda Receita operacional líquida 17 e da contribuição social (17.234.859) (18.165.501) (18.660.624) (20.885.576) Custo dos serviços prestados 18 7.080.561 6.281.797 Lucro bruto 1.228.348 3.690.514 Ajuste de itens sem desembolso de caixa para conciliação do lucro antes do imposto de renda e da contribuição Receitas / (despesas) operacionais: (959.331) (1.161.971) (959.874) (1.161.120) Administrativas, comerciais e gerais 19 social com o fluxo de caixa (232.942) (237.906) Despesas financeiras (201.182) (219.104) Depreciações 922.967 953.214 1.140.198 1.188.564 558.465 810.668 654.961 654.961 Receitas financeiras 546.110 1.086.514 Amortizações 433.527 433.527 (66.486) (65.785) 56.961 56.961 Outras receitas e despesas operacionais - Resultado na venda de ativos permanentes 19.129 35.827 (452.897) (700.294) (817.043) (293.710) Perda por distribuição desproporcional de lucros 828.456 1.962.908 6.380.267 Lucro operacional antes das participações societárias 411.305 5.828. 900 3.396.804 Resultado de equivalência patrimonial 551.256 (2.223.731) (828.456) (1.962.908) Perda por distribuição desproporcional de lucros 7 - Participação de minoritários 53 (551.256) (82.216) (166.907) Resultado de equivalência patrimonial 7 2.223.731 - Provisão para (reversão de) contingências 120.000 120.000 (1.379.712) 260.823 - Ajustes de capital de giro 5.000.555 Lucro antes da provisão para o imposto de renda e a 672.128 5.828. 900 3.396.804 Contas a receber 312.020 387.853 (354.908) 314.617 716.873 636.943 Tributos a recuperar (663.767) (690.256) contribuição social 17.846 21.928 66.140 71.430 (1.152.610) Imposto de renda e contribuição social 15 - (1.152.610) (761.317) Créditos diversos (28.692) (12.039) (93.526) (98.429) 3.847.945 4.676.290 Lucro líquido do exercício 672.128 2.635.487 Outros ativos 63.896 42.396 (9.476) (27.808) (828.345) (1.963.359) Fornecedores Lucro líquido do exercício destinado aos não controladores 13.4 1.199.074 911.721 (600.878) (897.426) 3.847.945 3.847.945 Lucro líquido do exercício destinado ao controlador 672.128 672.128 Obrigações trabalhistas e tributárias (1.152.610) Imposto de renda e contribuição social - (1.152.610) (761.317) 3,6887 0,8944 Lucro por ação 14 (79.056) (98.281) Adiantamentos (80.773) (100.000) Demonstrações do Resultado Abrangentes 1.000.000 Contas a pagar para partes relacionadas Exercícios Findos em 31/12 de 2012 e 2011 - (valores expressos em milhares de reais) (97.520) (97.839) Outros passivos 100.445 101.937 Controladora Controladora 9.884.771 7.967.200 Fluxo de caixa líquido originado das atividades operacionais 487.416 3.087.523 2012 2011 2012 2011 3.847.945 672.128 3.847.945 672.128 Atividades de investimentos Lucro líquido do exercício (653.945) (653.945) do imobilizado (500.534) (520.426) Outros resultados - Acréscimo (5.631.083) Acréscimo do intangível (2.752.286) (5.631.083) (2.752.286) 3.847.945 672.128 3.847.945 672.128 Dividendos recebidos da controlada Resultado abrangente do exercício 1.000.000 Conselho de Administração (5.285.028) Fluxo de caixa líquido aplicado em atividades de investimento (3.252.820) (6.285.028) (3.272.712) Atividades de financiamentos Presidente do Conselho 74.521 74.521 Ingresso (amortização) de empréstimos (127.751) (127.751) Luiz Francisco Novelli Viana (4.000.000) Distribuição de dividendos - (4.000.000) Conselheiros (828.625) (1.963.359) Distribuições de lucros aos minoritários Roberto Josuá Lucia Josuá Eduardo Buarque de Almeida Pedro Paulo Teixeira Fluxo de caixa líquido aplicado nas atividades de financiamentos (3.925.479) (127.751) (4.754.104) (2.091.110) Diretoria Contador Aumento (redução) líquida de caixa e equivalentes de caixa 674.264 (2.893.155) (3.071.932) (2.276.299) Patrícia Aparecida de Almeida 1.363.945 5.322.739 Diretor Presidente Diretor Financeiro Caixa e equivalentes de caixa em 1º de janeiro 4.257.100 7.599.038 Roberto Josuá Renato Tumang 2.038.209 2.250.807 CRC 1SP221051/O-0 Caixa e equivalentes de caixa em 31 de dezembro 1.363.945 5.322.739 As demonstrações financeiras completas acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes encontram-se disponíveis na sede da Companhia.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

24 -.ECONOMIA/LEGAIS

e

terça-feira, 30 de abril de 2013

Com a autoconsulta, o consumidor tem a vantagem de monitorar periodicamente a situação do seu CPF no SCPC. Fernando Cosenza, diretor de marketing da Boa Vista Serviços

conomia

CENTROPROJEKT DO BRASIL S.A. CNPJ 03.581.470/0001-84

Senhores Acionistas: Em obediência às determinações legais e estatutárias submetemos à apreciação de V.Sas., as demonstrações contábeis (expressas em milhares de reais), relativas aos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2012 e 2011. Colocamo-nos à disposição para quaisquer esclarecimentos que forem julgados necessários A Diretoria ATIVO Circulante Caixa e equivalentes de caixa Clientes Serviços a faturar Estoques Adiantamentos a fornecedores Impostos a recuperar Despesas antecipadas Adiantamentos a funcionários Não circulante Impostos a recuperar Títulos e valores mobiliários Depósitos e garantias Partes relacionadas Total do realizável a longo prazo Investimentos Imobilizado Intangível Total do ativo

Saldos em 31 de dezembro de 2010 Lucro líquido do exercício Reserva legal - “Ad referendum” Aumento de capital - “Ad referendum” Retenção de lucros - “Ad referendum” Dividendos - “Ad referendum” Saldos em 31 de dezembro de 2011 Prejuízo do exercício Reserva legal Reserva para expansão Retenção de lucros Dividendos Saldos em 31 de dezembro de 2012

Nota 4 5 5 6 7

7 8 9 10 11

2012 71.452.622 1.744.973 41.428.324 13.286.596 1.623.153 7.424.967 5.596.275 348.334 9.049.687 301.563 121.836 622.018 2.213.805 3.259.222 3.752.675 1.622.641 415.149 5.790.465

2011 95.758.504 4.544.466 59.074.193 20.652.603 4.464.170 1.901.060 4.899.113 41 222.858 8.005.777 301.563 60.448 608.753 1.947.554 2.918.318 2.617.497 1.835.789 634.173 5.087.459

80.502.309

103.764.281

Capital social 3.998.115 4.001.885 8.000.000 8.000.000

PASSIVO Circulante Fornecedores nacionais Fornecedores no exterior Empréstimos - Instituições financeiras Obrigações sociais Obrigações fiscais Adiantamentos de clientes Contas a pagar Dividendos a pagar Provisão para contingências Provisões diversas Não circulante Empréstimos - instituições financeiras Recursos para aumento de capital Patrimônio líquido Capital social Reserva legal Reserva para expansão Retenção de lucros Prejuízo acumulado Total do passivo

Reserva legal 83.446 577.822 661.268 (661.268) -

Reserva para expansão 1.259.545 1.259.545 (1.259.545) -

Reservas de lucros Retenção de lucros 4.232.081 4.232.081 (4.232.081) -

Nota

12 14 13 16 15

18

2012 70.697.634 18.909.716 3.606.366 12.559.149 1.148.376 2.071.278 26.027.100 99.071 2.744.655 1.022.514 2.509.409 5.100.127 5.075.000 25.127 4.704.548 8.000.000 (3.295.452) 80.502.309

Lucros (prejuízos) acumulados 11.556.443 (577.822) (4.001.885) (4.232.081) (2.744.655) (9.448.346) 661.268 1.259.545 4.232.081 (3.295.452)

2011 89.586.260 36.276.649 1.471.474 6.636.309 1.042.744 3.768.451 31.478.913 61.177 2.744.655 1.022.514 5.083.374 25.127 25.127 14.152.894 8.000.000 661.268 1.259.545 4.232.081 103.764.281

Total 5.341.106 11.556.443 (2.744.655) 14.152.894 (9.448.346) 4.704.548

2012 135.625.323 (121.442.356) 14.182.967

2011 202.307.808 (157.334.900) 44.972.908

(23.239.499) 1.204.728 2.498.496 (5.353.308) (4.095.038) (9.448.346)

(27.310.060) 2.401.387 10.193 20.074.428 (5.047.872) 15.026.556

(Prejuízo) lucro líquido do exercício

(9.448.346)

(2.541.199) (928.914) (3.470.113) 11.556.443

(Prejuízo) lucro líquido do exercício Resultado abrangente total

2012 (9.448.346) (9.448.346)

2011 11.556.443 11.556.443

Receita operacional líquida Custo dos produtos e serviços prestados Lucro bruto (-) Despesas operacionais Administrativas e comerciais Equivalência patrimonial Outras receitas Lucro oper. antes das rec. (desp.) financ. Financeiras, líquidas Result. antes do I.R. e da contrib. social Imposto de renda e contribuição social Provisão para imposto de renda Prov. para contrib. social sobre o lucro

Nota 19

9 20 17 17

Fluxo de caixa das ativididades operacionais (Prejuízo) Lucro líquido do exercício Ajustes por: Depreciações e amortizações Provisão para contingências Equivalência patrimonial Custo residual do imobilizado, de investimentos e intangíveis baixados Variação monetária e cambial sobre empréstimos e adiantamentos de clientes por meio de fundos de investimentos, líquidas Variações nos ativos e passivos Contas a receber de clientes Serviços a faturar Estoques Adiantamentos a fornecedores Impostos a recuperar Despesas antecipadas Adiantamentos a funcionários Partes relacionadas Depósitos e garantias Títulos e valores mobiliários Fornecedores nacionais e no exterior Obrigações sociais Obrigações fiscais Adiantamentos de clientes Outras contas a pagar Provisões diversas Caixa líquido (usado) proveniente das atividades operacionais Fluxo de caixa das atividades de investimento Aquisições de ativo imobilizado Aquisições de ativos intangíveis Caixa líquido usado nas ativ. de investimento Fluxo de caixa das atividades de financiamentos Captações de empréstimos e adiantamentos de clientes por meio de fundo de investim. obtidos Amortizações empréstimos e adiantamentos de clientes por meio de fundo de investim. pagos Juros pagos Caixa gerado das (usado nas) atividades financeiras Aumento (red.) do caixa e equivalentes de caixa Caixa e equiv. de caixa no início do exercício Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício

2012 (9.448.346)

2011 11.556.443

610.157 (1.204.728) 164.904

721.050 819.997 (2.401.387) 247.852

(97.122)

4.538.953

17.645.869 7.366.007 2.841.017 (5.523.907) (697.162) 41 (125.476) (266.251) (13.265) (61.388) (15.232.041) 105.632 (1.697.173) 889.858 37.894 (2.573.965) (7.279.445)

(27.039.588) 6.934.799 (3.289.249) 3.195.770 207.313 86.501 140.578 (248.182) 6.869 (2.504) 5.982.001 (44.651) 167.006 11.156.775 47.094 461.775 13.245.215

1. Contexto operacional: A Centroprojekt do Brasil S.A.(“Companhia”) tem como objetivo principal o for- gistrados ao custo de aquisição, formação ou construção, deduzido de depreciação acumulada e ajustes ao seu necimento de tecnologia, sistemas e equipamentos para tratamento de ar, água e efluentes sanitários e in- valor de recuperação (valor em uso), se aplicável. A depreciação ou amortização é calculada pelo método linear dustriais, assim como a fabricação, importação e exportação de equipamentos, peças e componentes indus- às taxas que levam em consideração o tempo de vida útil estimado. Adiantamentos de clientes: Na compotriais para tratamento de ar, água e efluentes sanitários e industriais. sição desta conta, são registrados os adiantamentos efetuados pelos clientes, conforme contratos de prestação 2. Base de preparação: a. Declaração de conformidade: As demonstrações financeiras foram preparadas de serviços e fornecimento de sistemas e equipamentos. Na execução de projetos por empreitada, em regime conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a Legislação Societária, os Pronuncia- de turn key, é comum o recebimento de acordo com medições previstas contratualmente, que ocorrem em temmentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e as nor- po diverso do faturamento fiscal por ocasião da entrega dos materiais e equipamentos que acontece na medimas emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade. b. Base de mensuração: As demonstrações financei- da em que o projeto é montado, ficando então registradas nesta conta as medições realizadas e recebidas anras individuais foram preparadas utilizando o custo histórico como base de valor, exceto pela valorização de al- tes do correspondente faturamento fiscal. Imposto de renda e contribuição social: O imposto de renda e a guns ativos e passivos não circulantes e instrumentos financeiros. c. Moeda funcional e moeda de apre- contribuição social sobre o lucro líquido são calculados com base nas disposições da legislação vigente às alísentação: Estas demonstrações são apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Companhia. d. Uso quotas aplicáveis. Demais ativos circulantes e não circulantes: Os demais ativos circulantes e não circude estimativas e julgamentos: A elaboração de demonstrações financeiras de acordo com as práticas con- lantes são demonstrados aos valores de custo ou realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos aufetábeis adotadas no Brasil requer que a Administração use de julgamento, estimativas e premissas que afetam ridos. Transações em moeda estrangeira: Transações em moeda estrangeira, isto é, todas aquelas não reaa aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resulta- lizadas na moeda funcional, são convertidas pela taxa de câmbio das datas de cada transação. Ativos e passi(257.499) (435.679) dos reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas continuamente. Revisões vos monetários em moeda estrangeira são convertidos para a moeda funcional pela taxa de câmbio da data do (15.840) com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no período em que as estimativas são revisadas e em fechamento. Os ganhos e as perdas de variações nas taxas de câmbio sobre os ativos e os passivos monetários (273.339) (435.679) quaisquer períodos futuros afetados. As informações sobre incertezas sobre premissas e estimativas que pos- são reconhecidos no resultado. Ativos e passivos não monetários adquiridos ou contratados em moeda estransuam um risco significativo de resultar em um ajuste material dentro do próximo exercício financeiro estão in- geira são convertidos com base nas taxas de câmbio das datas das transações ou nas datas de avaliação ao vacluídas nas seguintes notas explicativas: • Nota 10 - Imobilizado; • Nota 15 - Provisões diversas; • Nota 16 - lor justo quando este é utilizado. Demais passivos circulantes e não circulantes: Os demais passivos cir96.895.156 128.668.088 Provisão para contingências. e. Demonstrações financeiras consolidadas: As demonstrações financeiras culantes e não circulantes são demonstrados pelos valores conhecidos ou exigíveis, acrescidos, quando aplicáconsolidadas não foram preparadas porque o controle da empresa C&D Tratamento de Despejos Industriais vel, dos respectivos encargos e variações monetárias e cambiais. Receitas: As receitas contratuais referentes (88.506.371) (137.739.078) Ltda. é compartilhado, conforme permitido pelo CPC 19, item 38. 3. Principais práticas contábeis: a. Caixa aos contratos de construção em andamento são reconhecidas no resultado de acordo com os custos incorridos. (3.635.494) e equivalentes de caixa: Compreendem os saldos de caixa, depósitos bancários à vista e aplicações finan4. Caixa e equivalentes de caixa 2012 2011 ceiras. Essas aplicações financeiras estão demonstradas pelo seu valor justo nas datas de encerramento dos 4.753.291 (9.070.990) Caixa e bancos 1.553.134 4.432.513 exercícios, possuem investimentos inferiores a 90 dias, sem prazos fixos de resgates, com liquidez imediata, e (2.799.493) 3.738.546 estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de valor. Contas a receber de clientes e provisão para Aplicações financeiras: 4.544.466 805.920 191.839 111.953 créditos de liquidação duvidosa: As contas a receber são registradas e mantidas pelo valor nominal dos tí- Fundos de Investimento 1.744.973 4.544.466 1.744.973 4.544.466 tulos representativos desses créditos, reduzidos da provisão para créditos de liquidação duvidosa, que é consA taxa média de juros anualizada, relacionada às aplicações financeiras efetuadas para o exercício findo em 5.2. Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa tituída a partir da análise de todos os títulos vencidos há longa data, quanto a: i) justificativa do cliente para o atraso; ii) renegociação e/ou parcelamento do título; iii) possibilidade efetiva de o recebimento concretizar-se; e 31 de dezembro de 2012, foi de 8,40% (11,52% em 2011). Saldo em 31 de dezembro de 2010 345.373 iv) histórico do cliente. A provisão é constituída para os títulos cujo recebimento é possível ou remoto. Esses va- 5. Contas a receber e Serviços a Faturar: 5.1. Composição 579.815 2012 2011 Adições lores não são ajustados a valor presente por apresentarem vencimento de curto prazo e por não resultarem em Baixas 42.353.512 59.999.381 efeito relevante nas demonstrações financeiras. Serviços a faturar: São compostos por contratos de presta- Contas a receber de clientes 925.188 (925.188) (925.188) Saldo em 31 de dezembro de 2011 ção de serviços e venda de mercadorias a clientes para os quais foram incorridos custos e receita proporcional (-) Provisão para créditos de liquidação duvidosa 41.428.324 59.074.193 Adições aos custos, porém, não foram faturados até a data do balanço. Investimentos: Os investimentos em empresas 13.286.596 20.652.603 Baixas controladas são avaliados pelo método de equivalência patrimonial. Os demais investimentos são avaliados Serviços a faturar Total 54.714.920 79.726.796 Saldo em 31 de dezembro de 2012 925.188 pelo custo de aquisição, reduzido, quando aplicável, por provisão para perdas. Imobilizado e intangível: Re5.3. Estimativa dos recebimentos das contas a receber: A Companhia possui um fluxo com a estimativa dos recebimentos das contas a receber conforme o cronograma dos projetos e acordos com os clientes, apresentado a seguir: Fluxo de caixa dos recebimentos do contas a receber - 2013 Projeto À receber 30/jan. 28/fev. 30/mar. 30/abr. 31/mai. 30/jun. 31/jul. 31/ago. 30/set. 31/out. 30/nov. 31/dez. C-063 - Consórcio Araguaia Delta 263.722 263.722 C-069 - Petrobras (RPBC) 2.409.229 186.343 2.222.886 C-075 - CENPES 1.337.358 1.087.565 249.793 C-080 - Vale do Rio Doce 833.266 253.745 579.521 C-086 - Tebig 1.268.385 181.739 891.801 194.845 C-087 - Repar 30.476.025 137.825 1.002.265 3.779.723 2.787.169 5.758.145 4.663.445 3.478.664 8.868.789 C-089 - Stemag 16.499 16.499 C-094 - Outotec 1.952.088 1.952.088 C-095 - Consórcio CGL / CELI 284.185 284.185 C-107 - Lanxess 504.199 504.199 S-044 1.874.754 625.000 625.000 624.754 C-082 - Tebar 5.114.725 68.000 2.020.000 1.567.437 608.777 850.511 C-S087 - Repar 1.692.628 1.692.628 C-108 - Eletrobras 1.178.250 1.066.905 111.345 C.0106 - PAPELES CORDIL 423.038 423.038 Outros projetos 2.586.569 188.998 90.531 739.223 527.357 297.173 96.733 78.007 21.442 236.263 285.180 12.831 12.831 Venda Ecosteel 2.500.000 2.500.000 Total 54.714.920 2.300.768 2.590.532 3.644.798 2.056.189 6.458.034 7.315.724 9.022.017 5.889.162 3.714.927 11.697.108 12.831 12.831 A Companhia considera que não há nenhuma incerteza com relação à realização do fluxo acima apresentado que caracterize a necessidade de se constituir uma provisão para créditos de liquidação duvidosa. 6. Estoques 2012 2011 12. Empréstimos - Instituições financeiras 2012 2011 Adiantamentos para importação 134.744 4.220.073 Taxa anual de juros (%) 2012 2011 Lucro antes do imposto de renda e contribuição social 15.026.556 Produtos em elaboração 364.201 77.700 Moeda nacional: Imposto de renda e contribuição social - 34% 5.109.029 Estoque de equipamentos 1.124.208 - Capital de giro 15,98% 12.559.149 6.636.309 Outros efeitos de diferenças permanentes Estoques em poder de terceiros 166.397 Total circulante 12.559.149 6.636.309 e desconto do adicional do imposto de renda (1.638.916) 1.623.153 4.464.170 Taxa anual de juros (%) 2012 2011 Despesa com imposto de renda e contribuição social 3.470.113 7. Impostos a recuperar 2012 2011 Moeda nacional: 18. Patrimônio líquido: 18.1. Capital social: O capital social totalmente subscrito e integralizado em 31 ICMS a recuperar 1.875.747 2.754.429 BNDES 8,90% 5.075.000 - de dezembro de 2012 equivale a R$8.000.000 (Oito milhões de reais) dividido em 8.000.000 (Oito milhões) IRPJ e CSLL a recuperar 295.276 - Total não Circulante 5.075.000 - ações no valor nominal de R$1,00. INSS a recuperar 607.913 918.340 As captações junto ao BNDES tem por finalidade a realização de investimentos em projetos de longo prazo Acionistas Participação Capital integralizado IPI a recuperar 2.178.110 1.276.466 com os principais clientes da Companhia. O cronograma de pagamentos do saldo apresentado em Centroprojekt a.s 70,0% 5.600.000 IRRF e CSSL a recuperar 694.428 7.243 31.12.2012 no passivo não circulante tem a sua última parcela a pagar em outubro de 2015. Garantias: Outros 30,0% 2.400.000 ISS a recuperar - Como garantia de parte dos financiamentos, foram oferecidos aval de diretores e domicílio bancário de con8.000.000 PIS e Cofins a recuperar 246.364 244.198 tratos a performar e/ou Cessão de Direito Creditório. Cláusulas contratuais restritivas (covenants):) Não 18.2. Prejuízo acumulado: A companhia reverteu R$ 661.268 de reseva legal, R$ 4.232.081de retenção de 5.897.838 5.200.676 há cláusulas restritivas nos contratos dos empréstimos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011. lucros e R$ 1.259.545 de reserva para expansão em consonância com as práticas contábeis adotadas no Bra(-) Circulante (5.596.275) (4.899.113) 13. Adiantamentos de clientes sil que determina a utilização destas reservas para compensar parcialmente o prejuízo do exercício. Não circulante 301.563 301.563 Taxa anual de juros (%) 2012 2011 19. Receita de vendas 2012 2011 8. Partes relacionadas: Saldos de empréstimos com partes relacionadas Adiantamento de clientes 17.340.511 16.450.653 Receita de prestação de serviços 11.045.233 12.073.457 Taxa anual Adiantamento de clientes por Receita de venda de produtos 142.880.409 225.800.667 de juros (%) Vencimento 2012 2011 meio de fundo de investimento 12,87% 8.686.589 15.028.260 Impostos sobre vendas e outras deduções (18.300.319) (35.566.316) Ativo 26.027.100 31.478.913 135.625.323 202.307.808 Centroprojekt 7,0% a 7,4% Junho de 2006 a Garantias: Como garantia dos adiantamentos feitos por meio de fundo de investimento, foi oferecida Ces- 20. Resultado financeiro líquido 2012 2011 do Chile + var. dólar Maio de 2013 2.213.805 1.947.554 são de Direitos Creditórios de um contrato de fornecimento para a Petrobras, para o Fundo de Investimento Receitas financeiras 264.571 360.523 2.213.805 1.947.554 em Direitos Creditórios Silverado Maximum, e aval dos diretores. Despesas financeiras (4.516.023) (5.597.333) Remuneração do pessoal-chave da administração: O valor das remunerações do pessoal-chave da 14. Obrigações fiscais 2012 2011 Variação cambial líquida 156.414 188.938 Companhia nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 é demonstrado a seguir: PIS e Cofins a recolher 1.634.099 1.596.976 (4.095.038) (5.047.872) 2012 2011 ISS a recolher 246.866 212.664 21. Seguros (não auditado): A Companhia não mantém seguros para o desenvolvimento de suas Remuneração e benefícios 2.111.685 2.447.173 Parcelamento de PIS e Cofins 84.989 atividades. 2.111.685 2.447.173 Imposto de renda e contribuição social a recolher 1.507.057 22. Garantias e outras responsabilidades: Foram oferecidas aplicações financeiras no montante de Atualmente, a Companhia não tem planos de benefício pós-emprego ou remuneração baseado em ações Demais impostos correntes 190.313 366.765 R$518.968 como garantia de fiança bancária emitida pelo Banco Rendimento S.A. Em contragarantia de apópara funcionários ou Administradores. 2.071.278 3.768.451 lices de seguro emitidas em favor de clientes, a Companhia oferece notas promissórias para as seguradoras, 9. Investimentos: a. Valores dos investimentos: 2012 2011 15. Provisões diversas 2012 2011 em valor correspondente a 130% dos montantes segurados, totalizando, em 31 de dezembro de 2012, R$ C&D Tratamento de Despejos Industriais Ltda. 3.752.675 2.612.497 Folha de pagamento 2.397.869 2.738.105 36.286.857. Ecosteel Gestão de Águas Industriais Ltda. 5.000 Impostos sobre receitas não faturadas (65.137) 2.168.593 Instrumentos financeiros 3.752.675 2.617.497 Provisão para garantia 176.676 176.676 Valor justo dos instrumentos financeiros Ecosteel Gestão de Águas Industriais Ltda.: Em 31 de dezembro de 2012 a Companhia vendeu suas quo2.509.408 5.083.374 Ativos Classificação Valor contábil Valor justo tas para Nova Ecoaqua pelo valor de R$ 2.500.000, que resultou em um ganho de R$ 2.495.000 com relação A provisão para garantia representa a estimativa da Companhia de possíveis gastos a serem incorridos duran- Caixa e Ativos mensurados ao valor do investimento inicial. C&D Tratamento de Despejos Industriais Ltda.: Em 19 de novembro de te o período de garantia de seus fornecimentos no regime de contratos de empreitada que geralmente transcor- equivalentes ao valor justo por 2009, a Companhia e a empresa Degrémont Tratamento de Águas Ltda. constituíram a empresa C&D Trata- re da data da aceitação provisória do fornecimento pelo cliente até a data da emissão do certificado de aceitade caixa meio do resultado 1.744.972 1.744.972 mento de Despejos Industriais Ltda., com 50% de participação cada no capital social no montante total de ção definitiva. O saldo da provisão de garantia existente em 31 de dezembro de 2012 é considerado suficiente, Contas a receber Empréstimos e recebíveis 41.428.324 41.428.324 R$100.000, integralizada em 26 de maio de 2010, equivalente a 50.000 quotas. A empresa apresenta como tomando-se como base os gastos incorridos com garantia nos últimos cinco exercícios. A partir deste valor foi Valores a faturar Empréstimos e recebíveis 36.555.677 36.555.677 sede social a cidade de Ipojuca, no estado de Pernambuco, e tem como objeto social as seguintes ativida- encontrada a relação percentual média entre as garantias executadas e o valor total dos contratos a que se re- Partes relacionadas Empréstimos e recebíveis 2.213.805 2.213.805 des: serviços de elaboração de projeto básico e de projeto executivo, serviços de supervisão de construção feriam tais garantias. Este percentual aplicado ao valor total de contratos em período de garantia na data do en81.942.778 81.942.778 civil, montagem eletromecânica e comissionamento, fornecimento de materiais e equipamentos para Esta- cerramento do exercício de 2012 provou a suficiência da provisão de garantia existente. Passivos Classificação Valor contábil Valor justo ção de Tratamento de Despejos Industriais (ETDI) e serviços de treinamentos para operacionalização de ETDI. 16. Provisão para contingências: A Companhia, no curso normal de suas atividades, está sujeita a pro- Empréstimos e Passivo financeiro b. Movimentação dos investimentos Equivalência Venda de cessos judiciais de natureza trabalhista, cível e tributária. A Administração, apoiada na opinião de seus as- financiamentos mensurado ao custo amortizado 17.634.149 17.634.149 2011 patrimonial investida 2012 sessores legais e, quando aplicável, fundamentada em pareceres específicos emitidos por especialistas na Adiantamento Passivo financeiro mensurado C&D Tratamento de Despejos Industriais Ltda. 2.612.497 1.140.178 - 3.752.675 mesma data, avalia a expectativa do desfecho dos processos em andamento e determina a necessidade ou de clientes ao custo amortizado 26.027.100 26.027.100 Ecosteel Gestão de Águas Industriais Ltda. 5.000 64.550 (69.550) - não de constituição de provisão para contingências. Em 31 de dezembro de 2012, está provisionado o mon- Fornecedores Passivo financeiro mensurado 2.617.497 1.204.728 (69.550) 3.752.675 tante de R$1.022.514 (R$1.022.514 em 31 de dezembro de 2011), o qual, na opinião da Administração, com ao custo amortizado 22.516.082 22.516.082 10. Imobilizado: a. Composição base na opinião de seus assessores legais, é suficiente para fazer face às perdas esperadas com o desfecho Contas a pagar Passivo financeiro mensurado 2012 2011 dos processos em andamento. Adicionalmente, a Companhia está sujeita a processos judiciais de naturezas ao custo amortizado 99.072 99.072 Taxa anual de Depreciação tributária, trabalhista e cível em diversas fases do rito processual. Essas ações determinam um risco máxi66.276.403 66.276.403 depreciação Custo acumulada Líquido Líquido mo de R$ 1.071.601 (R$2.159.700 em 31 de dezembro de 2011). A probabilidade de êxito nesses processos Fatores de risco: Risco de taxa de juros: Decorre da possibilidade de a Companhia sofrer ganhos ou Instalações 10% 144.000 (96.404) 47.596 58.578 foi considerada pelos assessores jurídicos como possível e, com base nessa opinião, a Administração da perdas decorrentes de oscilações de taxas de juros incidentes sobre seus ativos e passivos financeiros. Máquinas e equipamentos 10% 188.122 (85.224) 102.898 74.870 Companhia decidiu não constituir provisão para contingências para os referidos processos. A Companhia apresenta empréstimos prefixados e pós-fixados indexados ao CDI (Certificado de DepóMóveis e utensílios 10% 501.849 (228.379) 273.470 357.341 Movimentação da provisão para contingências sito Interbancário). Risco de taxa de juros: O risco cambial decorre de operações comerciais futuras, Equipamentos de informática 20% 1.533.957 (1.066.505) 467.452 626.437 Saldo em 31 de dezembro de 2010 202.517 ativos ou passivos reconhecidos e mantidos em moeda diferente da moeda funcional da entidade. A Aparelhos de comunicação 10% 120.090 (66.132) 53.958 65.909 Adições 819.997 Companhia apresenta operações com fornecedores em dólar americano. Risco de crédito: A CompaFerramental 10% 301.336 (201.626) 99.710 128.090 Saldo em 31 de dezembro de 2011 1.022.514 nhia pode incorrer em perdas com valores referentes a contas a receber de clientes. Para reduzir o risBenfeitorias em imóveis de terceiros 10% 700.908 (265.518) 435.390 505.483 Adições - co de crédito, a Companhia adota como prática a análise detalhada da situação patrimonial e financeiPlanta Piloto 10% 8.348 (4.035) 4.313 5.148 Saldo em 31 de dezembro de 2012 1.022.514 ra de seus clientes e acompanhamento permanente do seu saldo devedor. Risco de estrutura de caImobilizado em andamento 137.854 - 137.854 13.933 17. Provisões tributárias e despesas com imposto de renda e contribuição social: A Com- pital (ou risco financeiro): Decorre da escolha entre capital próprio (aportes de capital) e capital de 3.636.464 (2.013.823) 1.622.641 1.835.789 panhia utiliza a sistemática do lucro real e calculou e registrou seus impostos com base nas alíquo- terceiros que a Companhia faz para financiar suas operações. Para mitigar os riscos de liquidez e a otib. Movimentação Saldo Saldo tas efetivas vigentes na data de elaboração das demonstrações financeiras. Reconciliação da des- mizar o custo médio ponderado do capital, a Companhia monitora permanentemente os níveis de endilíquido em Depre- líquido em pesa de imposto de renda e contribuição social: vidamento de acordo com os padrões de mercado. 31/12/2011 Adições Baixas ciação 31/12/2012 23. Contratos: Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia apresentava diversos contratos firmados com os clientes para serviços e fornecimento de materiais. Os valores das receitas a serem reconhecidos em períodos Instalações 58.578 - (10.982) 47.596 subsequentes dos principais contratos estão demonstrados a seguir: Máquinas e equipamentos 74.870 44.743 - (16.715) 102.898 Valor total Receita Receita a Móveis e utensílios 357.341 1.550 (47.340) (38.081) 273.470 do contrato reconhecida reconhecer Equipamentos de informática 626.437 87.285 (48.014) (198.256) 467.452 Companhia Vale do Rio Doce S.A. 33.500.000 (32.740.595) 759.405 Aparelhos de comunicação 65.909 - (11.951) 53.958 Consórcio Passarelli / Gel - Petrobras REPAR 179.620.889 (175.018.909) 4.601.980 Ferramental 128.090 - (28.380) 99.710 Stemag Engenharia e Construções - Sabesp 1.421.780 (1.367.190,05) 54.590 Benfeitorias em imóveis de terceiros 505.483 - (70.093) 435.391 C&D Ltda. Petrobras - RNEST 120.466.563 (97.631.952) 22.834.611 Planta Piloto 5.148 (835) 4.313 Outotec Tecnologia Brasil Ltda 28.057.586 (26.432.264) 1.625.323 Imobilizado em andamento 13.933 123.921 137.854 Consórcio CGL / CELI 3.900.000 (2.414.612) 1.485.388 1.835.789 257.499 (95.354) (375.293) 1.622.641 Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. 5.010.000 (4.173.144) 836.856 11. Intangível: a. Composição 2012 2011 Eldorado Celulose e Papel S.A. 34.314.720 (32.099.590) 2.215.130 Taxa anual de Amortização Sherwin-Williams do Brasil 1.500.000 (1.318.024) 181.976 amortização Custo acumulada Líquido Líquido Consórcio Jaraguá-Egesa-CJE - Petrobras TEBAR 11.574.821 (7.818.076) 3.756.745 Software 20% 1.959.770 (1.546.227) 413.543 632.567 CAB - Águas de Paranaguá S.A. 1.870.000 (1.388.464) 481.536 Marcas e patentes 1.606 1.606 1.606 Lwart Lubrificantes Ltda 3.772.000 (2.996.786) 775.214 1.961.376 (1.546.227) 415.149 634.173 Suzano Papel e Celulose 71.957.625 (37.506.156) 34.451.469 b. Movimentação Saldo Saldo Papels Cordillera - CMPC 780.300 (423.038) 357.262 líquido em Amortilíquido em Lanxess Elastomeros do Brasil 2.352.547 (1.916.007) 436.540 31/12/2011 Adição zação 31/12/2012 Eletrobras 17.700.000 (509.753) 17.190.247 Software 632.567 15.840 (234.864) 413.543 Total 517.798.833 (425.754.562) 92.044.271 Marcas e patentes 1.606 1.606 Petrobras 311.662.274 60% (280.468.938) 66% 31.193.336 34% 634.173 15.840 (234.864) 415.149 Outros clientes 206.136.559 40% (145.285.624) 34% 60.850.935 66%

Aos Acionistas e Administradores da Centroprojekt do Brasil S.A. - São Paulo - SP. Examinamos as demonstrações financeiras da Centroprojekt do Brasil S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado e do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras: A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante

nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalvas. Base para opinião com ressalvas sobre as demonstrações financeiras: 1. Conforme divulgado na nota explicativa número 9, em 31 de dezembro de 2012 a Companhia vendeu as quotas da Ecosteel Gestão de Águas Industriais Ltda pelo valor de R$ 2.500.000, que resultou em um ganho de R$ 2.495.000 registrado no resultado do exercício findo em 31 de dezembro de 2012. Estes investimentos não foram examinados por nós ou por outros auditores independentes, e conseqüentemente, não foi possível concluir quanto ao resultado apurado pela Companhia da venda deste investimento. 2. Não examinamos, nem foram examinadas por outros auditores independentes, as demonstrações financeiras da C&D Tratamento de Despejos Industriais Ltda., correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012. Consequentemente, não nos foi possível concluir quanto à adequação dos valores representativos de tais investimentos naquela data,

com base no valor do patrimônio líquido daquela empresa, no montante de R$ 3.752.675, bem como, concluir quanto à ausência de passivos não registrados nas demonstrações financeiras, conforme mencionado na nota explicativa nº 9 às demonstrações financeiras. 3. Conforme apresentado na nota explicativa número 8, a Companhia possui contas a receber de R$2.213.805 com partes relacionadas (Centroprojekt do Chile). Esta entidade encontra-se sem atividades operacionais e não apresenta evidências que demonstrem a perspectiva de pagamento dos saldos registrados nas contas a receber da Companhia. Dessa forma, não pudemos concluir quanto à necessidade ou não de constituição de provisão para perdas para fazer face a eventuais perdas sobre as contas a receber oriundas destas transações. Opinião: Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos dos assuntos descritos nos parágrafos 1 a 3 sobre a base para opinião com ressalvas sobre as demonstrações financeiras, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Centroprojekt do Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. São Paulo, 22 de março de 2013 Auditores Independentes Mateus de Lima Soares CRC 2SP014428/O-6 Contador CRC 1RJ079681/O-0

Já é possível renegociar dívidas pela internet

A

Boa Vista Serviços, administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), lançou o Acertando suas Contas Virtual. Trata-se de um serviço gratuito, oferecido por meio do portal www.consumidorpositivo. com.br, que permite ao cidadão renegociar suas dívidas diretamente com o credor com condições especiais. Esta foi a forma que a Boa Vista encontrou para levar o Acertando Suas Contas, que já funcionava com postos físicos no Estado de São Paulo, para todo o Brasil. Para fazer a consulta no Acertando Suas Contas Virtual o consumidor deve estar devidamente cadastrado no Portal Consumidor Positivo. Após o cadastramento, o cidadão pode verificar se existem dívidas em aberto em seu nome por meio do Cadastro de Pessoa Física (CPF). Por sua vez, as empresas credoras que aderiram ao Acertando Suas Contas Virtual podem oferecer, por meio do portal, uma proposta com até cinco planos de pagamento. Segundo a Boa Vista, ao consultar seu CPF, o consumidor visualizará a proposta e poderá gerar os boletos para pagamento da dívida. As empresas também podem optar por disponibilizar um telefone de atendimento exclusivo onde o consumidor consegue mais informações sobre a renegociação da dívida. De acordo com Fernando Cosenza, diretor de marketing, inovação e sustentabilidade da Boa Vista, conforme acontece quando o consumidor comparece a um posto presencial do Acertando suas Contas, também na renegociação virtual o prazo máximo para que o nome seja retirado do banco de dados do SCPC é de até 48 horas após o pagamento da dívida. "Com a autoconsulta o consumidor tem a vantagem de monitorar periodicamente a situação do seu CPF no SCPC e regularizar as suas pendências o mais rapidamente possível, sem intermediários, sem complicações", complementa o diretor da Boa Vista. Segundo o presidente da Boa Vista, Dorival Dourado, esse novo serviço complementa as ações presenciais realizadas pela Boa Vista. "Quando a Boa Vista criou o programa Acertando suas Contas não havia nenhuma ação semelhante no Brasil. Mobilizar consumidores e empresas, promovendo um ambiente propício ao acordo e em um contexto de educação financeira, foi uma das muitas inovações da empresa, que agora estendemos também para o mundo digital", salienta Dourado. O programa Acertando suas Contas já atendeu, desde 2010, um total de 548 mil famílias e promoveu 196 mil renegociações de dívidas.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 30 de abril de 2013

e

ECONOMIA/LEGAIS - 25

conomia

AUTONOMY INVESTIMENTOS LTDA.

Embraer confiante no E175 Venda de 30 unidades para a United Airlines mostra que a empresa está "no caminho correto" Divulgação

CNPJ 07.689.403/0001-39 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores quotistas, conforme determinações estatutárias e societárias, apresentamos à V.Sas. as Demonstrações Financeiras da Autonomy Investimentos Ltda para o exercício findo em 31 de dezembro de 20112, adequadas de acordo com as novas normas contábeis determinadas pela nova Lei das Sociedades Anônimas 11.638/2007 e pelo Comitê de Pronunciamentos contábeis. As Demonstrações Financeiras completas, com notas explicativas, foram auditadas pela KPMG Assurance Services Ltda. sem ressalvas e estão à disposição dos quotistas na sede da Empresa para eventuais consultas. Permanecemos a disposição para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários. Atenciosamente, Administração. Balanços Patrimoniais - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (Em milhares de Reais) Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Passivo Circulante 124.421 7.101 125.648 10.277 Fornecedores 5.634 Obrigações por cessão de CCI 9.532 1.318 9.534 Obrigações sociais 6.562 6.496 - Impostos e contribuições a recolher 4.205 2.961 5.807 3.001 Contratos de mútuo 191 18 191 77 Outras Contas a Pagar

Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Aplicações Financeiras Contas a receber de clientes Contas a receber - Venda de Imóveis Impostos a recuperar Despesas antecipadas Outros créditos Total do ativo circulante Ativo não circulante Depósitos judiciais Contas a receber - Venda de Imóveis Contratos de mútuo Contas a receber - intercompany Estoques de imóveis Imóveis Destinados à Venda Investimentos Participações em coligadas/controladas Ágio na aquisição de investimentos Propriedades para Investimento Total de Investimentos Imobilizado Outros imobilizados de uso Imobilizado em andamento Total do Imobilizado Total do ativo não circulante Total

254 135.633

154 19.766

986 140.446

572 29.095

202 30.560 8.770 275 -

190 47.850 7.722 162 -

594 30.560 8.665 275 24.548 99.450

191 47.850 7.860 -

306.321 48.789 80.469 435.579

273.559 62.526 59.793 395.878

181.233 15.877 205.188 402.298

704 704 476.090 611.724

878 878 452.680 472.446

744 744 567.135 707.580

Total do passivo não circulante 164.146 Patrimônio Líquido 29.614 Capital Social 274.776 Capital Social a Integraliar 468.536 Adiantamento para futuro aumento de capital Prejuízos acumulados 929 Total do Patrimonio liquido de controladores (26) Patrimônio de sócios não controladores em subsidiárias 903 Total do Patrimônio líquido 525.341 554.435 Total

Demonstrações de Resultados - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (Em milhares de Reais) Controladora

Consolidado

31/12/2012

31/12/2011

31/12/2012

31/12/2011

9.338

6.632

17.583

6.632

(2.352)

(2.925)

(4.606)

(2.925)

6.986

3.707

12.977

3.707

Receita operacional líquida Custos da atividade imobiliária Custo com depreciação Lucro bruto Outras (despesas) receitas operacionais Despesas comerciais Administrativas e gerais Resultado de participações em coligadas e controladas

(87)

(632)

(92)

(632)

(32.738)

(13.827)

(35.981)

(22.148)

15.639

(9.346)

17.087

(3.356)

Resultado Financeiro Líquido

3.485

(2.451)

(1.139)

(2.997)

Outras despesas ou receitas operacionais

2.945

6.872

3.000

6.893

Resultado operacional

(3.770)

(15.677)

(4.148)

(18.533)

Resultado do exercício antes do imposto de renda e contribuição sindical

(3.770)

(15.677)

(4.148)

(18.533)

(203)

-

(205)

-

Resultado antes das participações de não controladores

(3.973)

(15.677)

(4.353)

(18.533)

Prejuízo do exercício

(3.973)

(15.677)

(4.353)

(18.533)

Sócios Controladores

-

-

(3.973)

(15.677)

Sócios não controladores de subsidiárias

-

-

(380)

(2.855)

Imposto de renda e contribuição social

Para a United, o avião oferece "experiência superior ao passageiro".

O

presidente da Embraer Aviação Comercial, Paulo Cesar Silva, disse que a nova venda de jatos para a United Airlines reforça uma parceria de longa data e mostra que a estratégia da fabricante está "no caminho correto". "O E175 tem provado ser o melhor avião para o mercado regional dos EUA para os próximos anos", afirmou o executivo em comunicado, divulgado ontem para companhia. A empresa brasileira fechou a venda de 30 unidades do E175 para a United Airlines,

com opção de outras 40 aeronaves do mesmo modelo. Se exercida a opção dos 70 aviões, o pedido totalizará US$ 2,9 bilhões. No mesmo comunicado, o vice-presidente da United, Jim Compton, disse que "espera ansiosamente" a introdução dos E175 nos serviços da United Express. "Comparado aos aviões de 50 lugares que estamos substituindo, essas aeronaves proporcionarão uma experiência superior ao passageiro e mais eficiência no consumo de combustível", afirmou. (Estadão Conteúdo)

Via Rápida Emprego está convocando

C

omeçou ontem o processo de convocação dos primeiros candidatos que participarão dos cursos profissionalizantes do programa Via Rápida Emprego em 2013. Os cursos, oferecidos pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT) do Estado de São Paulo, terão início entre maio e junho e serão ministrados em Escolas Técnicas (Etecs) e Faculdades de Tecnologia (Fatecs) do Estado de SP. De acordo com a secretaria, mais de sete mil candidatos se inscreveram para concorrer a uma das vagas nas 249 turmas que serão formadas. Desempregado tem prioridade. Os candidatos que receberem o aviso de que foram selecionados devem comparecer ao local indicado na correspondência, munidos de RG e CPF para fazer a

matrícula. A chamada abrange a capital e outros 195 municípios da Grande São Paulo e regiões de Araçatuba, Baixada Santista, Barretos, Bauru, Campinas, Central, Franca, Marilia, Presidente Prudente, Registro, Ribeirão Preto, São Josá do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba. Segundo o secretário da pasta, Luiz Carlos Quadrelli, ainda neste ano, todos os municípios paulistas contarão com o Via Rápida Emprego e os subsídios para os candidatos selecionados poderão chegar até R$ 460. "Os estudantes receberão material didático, transporte no valor de R$ 150 e auxílio alimentação de R$ 100. Desempregados, sem seguro desemprego ou benefício previdenciário, também têm direito à bolsa-auxílio mensal de R$ 210 durante o período da capacitação", completa. (Estadão Conteúdo)

Termina greve na GM em Gravataí

passada e voltaram ao trabalho. Os metalúrgicos pediam, entre outros itens, a equiparação de seus salários aos pagos aos funcionários da GM em fábricas de São Paulo, o que não foi atendido. De acordo com o sindicato, o piso salarial em Gravataí é de R$ 1.022 e em São Paulo, R$ 1.700. Os trabalhadores gaúchos aceitaram o piso de R$ 1.200 proposto. Segundo o sindicato, também foram aprovados a participação nos lucros de R$ 9.650 quando 100% das metas forem atingidas, o direito a R$ 3.000 de abono e a redução da carga horária de 44 para 41 horas semanais a partir do próximo mês, e para 40 horas a partir de abril do ano que vem. (Folhapress)

T

erminou na tarde de ontem a greve dos trabalhadores da fábrica da General Motors em Gravataí, Região Metropolitana de Porto Alegre – uma das principais da montadora no país, com mais de 4.000 funcionários. Desde a quarta-feira passada, a a unidade operava 20% da capacidade, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí. O sindicato informou que, durante assembleia, os trabalhadores aprovaram proposta feita pela GM na sexta-feira

Total do passivo circulante Passivo não circulante Provisão para perda de investimento Provisão para contingência Obrigações por cessão de CCI Enpréstimo e financiamentos Impostos Diferidos Outras Contas a Pagar

Prejuízo atribuido a:

Demonstrações das mutações do patrimônio líquido Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (Em milhares de Reais) AdianPatrimônio Patrimônio tamento dos sócios de sócios não Patrimônio para futuro Capital Capital a aumento Prejuízos controla- controladores líquido Subscrito integralizar de capital acumulados dores em subsidiária consolidado Saldos em 31 de dezembro de 2011

422.598

(434)

-

(39.852)

382.312

16.531

Aumento de capital

176.247

434

951

-

177.633

-

177.633

Parcela Cindida

(13.505)

-

-

-

(13.505)

-

(13.505)

Prejuízo do exercício

-

-

-

(3.973)

(3.973)

(380)

(4.353)

Saldos em 31 de dezembro de 2012

585.340

-

951

(43.825)

542.467

16.151

558.618

398.843

Roberto Miranda de Lima - Diretor Presidente Henrique de Jesus Coelho - Diretor Financeiro José Barbosa da Silva Junior - Contador - CRC 1SP128132/O-0

Controladora 31/12/2012 31/12/2011

Consolidado 31/12/2012 31/12/2011

93 11.518 1.725 294 -

78 14.488 787 148 -

352 11.518 1.725 439 5.415

3.730 14.488 787 162 4.793 11.586

13.630

15.501

19.449

35.546

108 201 55.315 3 -

190 74.437 5 -

201 55.315 73.949 3 47

190 74.437 45.347 4 69

55.627

74.632

129.515

120.047

585.341 951 (43.825) 542.467 542.467

422.598 (434)

422.598 (434)

(39.852) 382.312 382.312

585.341 951 (43.825) 542.467 16.151 558.618

(39.852) 382.312 16.531 398.843

611.724

472.446

707.580

554.435

Demonstrações da fluxos de caixa - Método indireto - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (Em milhares de Reais) Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Fluxos de caixa das atividades operacionais Prejuízo do exercício (3.973) (15.677) (4.353) (18.532) Provisão IR e CS 203 205 Prejuízo do exercício antes IR e CS (3.770) (15.677) (4.148) (18.532) Ajustes para conciliar o resultado às disponibilidades geradas pelas atividades operacionais atividades operacionais: Depreciação e amortização 14.213 6.930 14.213 10.778 Despesa de juros 3.051 11.503 3.051 12.165 Equivalência patrimonial (15.639) 9.346 (17.087) 3.356 Ganho na venda de propriedades para investimento (889) (889) Impostos Diferidos (8) (8) Despesas financeiras sobre partes relacionadas 233 152 304 Variações nos ativos e passivos (Aumento) Redução em aplicação financeira 5.634 (5.634) (Aumento) / Redução em contas a receber (em 2011, inclui outros créditos) 12 20.145 (1.238) 3.858 (Aumento) / Redução nas despesas pagas antecipadamente (173) (1) (111) (41) (Aumento) / Redução em impostos a recuperar (1.245) 36 (2.804) 7 (Aumento) / Redução em outros créditos, e dep. Jud. (111) (786) 2 (Aumento) / Redução em contrato de mútuo e intercompany (1.162) (8.794) (1.162) (3.978) (Aumento) / Redução em imóveis destinados à venda (24.854) Aumento / (redução) em fornecedores 15 36 (3.378) 2.809 Aumento / (redução) em outras contas a pagar, contingências 11 13 4.641 6.743 Aumento / (redução) em obrigações sociais 937 53 937 53 Aumento / (redução) em partes relacionadas (4.711) Aumento / (redução) dos impostos e contribuições a recolher (57) 52 73 1 Aumento (Redução) dos impostos de renda e contribuição social e diferido (2) (921) (2) (921) IR e CS pagos (4) jutos pagos (152) Aumento (Redução) do provisão para perda de investimento (20) (20) Disponibilidades líquidas aplicadas nas atividades operacionais (3.920) 22.037 (31.735) 10.053 Fluxos de caixa das atividades de investimentos Receita na venda de propriedades para investimentos 3.500 3.500 (Aumento) / Redução de propriedades de Investimento (34.181) (6.077) (54.040) (24.958) (Aumento) / Redução em Imobilizado (45) (41) (33) (878) (Aumento) / Redução de investimentos em controladas e coligadas (17.014) (24.601) (24.601) (Aumento) / Recebimento de dividendos 2.975 (Aumento) / Redução do ágio de investimentos em controladas e coligadas (258) (7.569) (258) Disponibilidades líquidas aplicadas nas atividades de investimentos (51.498) (31.813) (54.332) (46.937) Fluxos de caixa das atividades de financiamentos Aumento / (redução) em empréstimos e financiamento 28.602 32.669 Aumento de capital 177.633 8.932 177.733 8.932 Juros pagos sobre empréstimos e financiamentos (233) (304) Obrigações por cessão de CCI (5.341) (5.341) Obrigações de CCI pagas (4.895) (5.191) (4.895) (13.094) Disponibilidades líquidas geradas pelas atividades de financiamentos 172.738 (1.833) 201.440 22.862 Aumento/(Redução) líquido em caixa e equivalentes de caixa 117.320 (11.609) 115.371 (14.022) Demonstração do aumento nas disponibilidades No início do exercício 7.101 18.710 10.277 24.299 No fim do exercício 124.421 7.101 125.648 10.277 Aumento / (Redução) em caixa e equivalantes de caixa 117.320 (11.609) 115.371 (14.022)

AUTONOMY ROCHAVERÁ PARTICIPAÇÕES LTDA.

CNPJ 10.356.775/0001-58 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores quotistas, conforme determinações estatutárias e societárias, apresentamos à V.Sas. as Demonstrações Financeiras da Autonomy Rochaverá Participações Ltda.para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, adequadas de acordo com as novas normas contábeis determinadas pela nova Lei das Sociedades Anônimas 11.638/2007 e pelo Comitê de Pronunciamentos contábeis. As Demonstrações Financeiras completas, com notas explicativas, foram auditadas pela KPMG Assurance Services Ltda. sem ressalvas e estão à disposição dos quotistas na sede da Empresa para eventuais consultas. Permanecemos a disposição para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários. Atenciosamente, Administração. Balanços Patrimoniais - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (Em milhares de Reais) Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011

Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Aplicações financeiras Contas a receber Impostos a recuperar Outros créditos Total do ativo circulante

16 5.428 154 5.598

11 698 83 792

135.057 5.428 67.040 4.857 562 212.944

33.532 1.768 41.746 1.379 257 78.682

Não Circulante Contas a receber Outros créditos Investimentos Participações societárias Propriedades para investimento Imobilizado

-

4.543

190.245 1.834

309.362 10.324

131.627 -

123.575 -

321.316 31

308.850 29

Total do ativo não circulante

131.627

128.118

513.426

628.565

Total

137.225

128.910

726.370

707.247

Demonstrações de Resultados - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de Reais) Controladora

Depreciação de propriedades para investimento

-

-

66.200

13.039

-

-

(20.305)

(10.850)

-

-

45.895

2.189

Receitas (despesas) operacionais Despesas comerciais

-

-

(545)

(268)

Administrativas e gerais

(158)

(257)

(13.003)

(11.606)

Equivalência patrimonial

8.052

3.270

-

Outras (despesas) receitas operacionais Resultado antes do resultado financeiro Resultado financeiro líquido Resultado antes do Imposto de renda e da Contribuição social

-

-

112

510

7.894

3.013

32.459

(9.175)

464

368

(2.331)

14.781 5.606

8.358

3.381

30.128

Imposto de Renda e Contribuição Social - Corrente

(51)

(19)

(7.732)

(634)

Imposto de Renda e Contribuição Social - Diferidos

-

-

(3.257)

1.235

8.307

3.362

19.139

6.207

8.307

3.362

8.308

3.362

-

-

10.831

2.845

Lucro Líquido (prejuizo) do Exercício Lucro atribuível a: Sócios controladores Sócios não controladores de subsidiárias

Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de Reais) Capital Prejuízos social acumulados Saldos em 31 de dezembro de 2010 Redução de Capital

116.861

Patrimônio Participação dos Liquido Total Não Controladores Consolidado

8.809 125.670

168.928

294.598

-

(172)

(5.548)

(5.548)

(172)

-

(172)

-

3.362

3.362

2.845

6.207

12.171 128.860

166.225

295.084

8.307

10.831

19.139

20.478 137.167

177.056

314.223

Dividendos propostos Lucro líquido do exercício Saldos em 31 de dezembro de 2011 Lucro líquido do exercício

116.689 -

Saldos em 31 de dezembro de 2012

116.689

8.307

58

26 25 51

734 40.437 4.072 641 45.884

4.596 40.595 385 4.189 2.934 52.699

-

-

190.245 158.566 17.452 366.263

205.473 138.750 15.240 359.463

116.689 20.478 137.167 137.167 137.225

116.689 12.170 128.859 128.859 128.910

116.689 20.478 137.167 177.056 314.223 726.370

116.689 12.171 128.860 166.225 295.085 707.247

Demonstrações dos Fluxos de Caixa - Método Indireto - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de Reais)

Custos da atividade imobiliária Lucro bruto

6 52 -

Consolidado

31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Receita operacional líquida

Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011

Passivo Circulante Fornecedores Obrigações por cessão de CCI Obrigações tributárias Imposto de renda e contribuição social Outras contas a pagar Total do passivo circulante Não Circulante Obrigações por cessão de CCI Emprestimos e financiamentos Impostos diferidos Total do passivo não circulante Patrimônio Líquido Capital social Lucros acumulados Total do Patrimônio líquido de controladores Participação dos não controladores Total do patrimônio líquido Total

Mauro Cesar Leschziner - Administrador José Barbosa da Silva Junior - Contador - CRC 1SP128132/O-0

Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Fluxos de caixa das atividades operacionais Lucro líquido antes do exercício Provisão IR e CS - real trimestral Provisão IR e CS - diferido Lucro líquido antes do exercício antes do IR e CS Ajustes para conciliar o resultado às disponibilidades geradas pelas Atividades Operacionais: Depreciação e amortização de propriedades para investimentos Depreciação e amortização bens do imobilizado - despesas administrativas Resultado Equivalência Patrimonial Despesas de Juros e correção monetária não capitalizáveis Resultado operacional Variações nos ativos e passivos (Aumento)/redução em aplicações financeiras (Aumento)/redução em contas a receber (Aumento)/redução impostos a recuperar (Aumento)/redução em outros créditos Aumento/(redução) em fornecedores Aumento/(redução) em imposto de renda, contribuição social e obrigações tributárias Aumento/(redução) em outras contas a pagar Imposto renda e contribuição social pagos Disponibilidades líquidas aplicadas nas atividades operacionais Fluxos de caixa das atividades de investimentos Aumento em propriedades de investimento em construção Aquisição de imobilizado Aumento de mútuos a receber Dividendos recebidos Disponibilidades líquidas originadas (aplicadas) nas atividades de investimentos Fluxos de caixa das atividades de financiamentos Redução de capital Distribuição de dividendos líquidos Aumento em Empréstimos e financiamentos Juros pagos Disponibilidades líquidas originadas (aplicadas) nas atividades de financiamento Aumento (Redução) do caixa e equivalentes de caixa Demonstração do aumento (redução) do caixa e equivalentes de caixa No início do exercício No fim do exercício Demonstração do aumento (redução) do caixa e equivalentes de caixa

INSTITUTO VIA VIVA - CNPJ 07.072.394/0001-32 BALANÇO PATRIMONIAL 2012 2011 Ativo 2012 2011 Passivo Circulante ........................................ 130.935,79 131.744,95 Circulante ........................................... 7.430,70 22.304,48 Efetivas............................................ 130.935,79 131.744,95 Disponível .......................................... 7.430,70 22.304,48 Duplicatas a pagar ........................ 118.249,99 119.059,15 Caixa e Bancos ................................ 7.430,70 22.304,48 Obrig. tributárias a pagar ............... 12.685,80 12.685,80 Não Circulante.................................... 604,80 366,83 Imobilizado ........................................... 604,80 366,83 Patrimônio Líquido ........................... (122.900,29) (109.073,64) Total do Ativo ....................................... 8.035,50 22.671,31 Deficit Acumulado............................... (122.900,29) (109.073,64) Superavit / Deficit do Exercício ........... (13.835,02) 14.876,36 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido Deficit de Exercícios Anteriores.......... (109.065,27) (123.950,00) Superavit/Deficit Total do Passivo ............................... 8.035,50 22.671,31 Acumulados Total Saldo em 31 de dezembro de 2011 ..... (109.073,64) (109.073,64) 2) Principais práticas contábeis: Deficit do Exercício ................................. (13.835,02) (13.835,02) 1) Elaboração e apresentação das demonstrações contábeis, de Ajuste despesas 2011 ............................ 8,37 8,37 acordo com as normas brasileiras de contabilidade, aplicadas a entidades sem fins lucrativos; Saldo em 31 de dezembro de 2012 ..... (122.900,29) (122.900,29) 2) A apuração do resultado do exercício foi elaborada pelo regime de competência; NOTAS EXPLICATIVAS - 31 DE DEZEMBRO DE 2012. 3) Ativo circulante: Valores para cobrir as despesas já realizadas e 1) O INSTITUTO VIA VIVA é uma entidade civil de natureza e finalidade a serem constituídas no próximo Exercício. filantrópicas em geral, sem fins lucrativos, fundada em 01/07/2004, 4) Ativo permanente: Demonstrado com o custo de aquisição, com sede e foro na comarca de São Paulo/SP, tem por finalidade: descontado da depreciação acumulada; I - A redução de riscos e prevenção de acidentes de trânsito, visando 5) Passivo circulante: Demonstrados por valores conhecidos e evitar seqüelas politraumáticas , estudos e pesquisas ; calculáveis; II - Estudo e pesquisa para desenvolvimento de tecnologias alter- 6) Patrimônio Líquido: Representado pelo resultado dos exercícios nativas; financeiros encerrados até 31/12/2012. III - Defesa, preservação, conservação do meio ambiente e promoção do desenvolvimento sustentável; Marcos Antonio Gonçalves IV - Produção e divulgação de informação e conhecimento técnico e Presidente - CPF: 680.707.308-97 científico que digam respeito a todas essas atividades; Luiz Gonzaga da Silva Cardozo V - As principais fontes de recurso são donativos, contribuições e Tec. Contábil – 1SP116.926/O-3 - CPF: 201.175.748-72 rendas produzidas por eventos.

8.307 51 8.358

3.362 19 3.381

19.139 7.732 3.257 30.128

6.207 634 (1.235) 5.606

-

-

20.305

11.071

(8.052) 306

(3.270) 111

12 14.041 64.486

27.587 44.264

(71) (19)

(84) 20

1.768 78.436 (399) 3.643 (3.862)

(1.768) 28.845 (178) 9.771 1.553

27 (51)

25 (19)

(5.182) (2.294) (7.176)

(3.174) (2.467) (2.174)

192

53

129.420

74.672

4.543

(4.543) 5.326

(29.850) (14) 4.543

(135.333) (5) (8.521)

4.543

838

(25.320)

(143.859)

-

(172) -

17.740 (14.885)

(172) (5.674) 102.183 (39.976)

4.735

(172) 666

2.855 106.953

56.361 (12.824)

709 5.444

43 709

33.532 140.485

46.356 33.532

4.735

666

106.953

(12.824)

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO Receita Bruta Receitas com Doações .................... Total Receita Bruta ............................. (-) Deduções ....................................... = Receita Líquida ............................... (-) Custos ............................................ = Superavit Bruto ................................ (-) Despesas Administrativas .............. (-) Despesas Tributárias...................... (-) Despesas com Vendas .................. (-) Outras Despesas Operacionais ..... (-) Despesas Financeiras ................... (+) Receitas Financeiras..................... Total do grupo ..................................... = Superavit / Deficit Contábil Oper...... = Superavit / Deficit do Exercício ........

2012 29.008,81 29.008,81 C 29.008,81 C 29.008,81 C 41.607,94 732,35 503,54 42.843,83 D (13.835,02) (13.835,02) D

2011 92.045,00 92.045,00 C 92.045,00 C 92.045,00 C 74.759,73 1.907,80 501,11 77.168,64 D 14.876,36 14.876,36 C

DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA Fluxo de caixa das atividades operacionais ........ 2012 Deficit do Exercício ................................................... 13.835,02 Ajustes Ano 2011 ..................................................... (8,37) (-) Depreciação ......................................................... 421,83 Variação dos saldos dos ativos: ............................... 659,80 Variação dos saldos dos passivos: ........................... 809,16 Caixa líq. consumido nas ativ. operacionais........... 1.468,96 Fluxo de caixa de atividades de investimentos ........ 0,00 Caixa líquido consumido nas atividades de investimentos 0,00 Fluxo de caixa de atividades de financiamentos ...... 0,00 Caixa líquido consumido nas atividades de financiamentos 0,00 Aumento/diminuição de caixa no período ........... 14.873,78 Caixa no inicio do período ........................................ 22.304,48 Caixa no final do período.......................................... 7.430,70 Variação ................................................................... (14.873,78)

Fone: 11 3180 3175


DIÁRIO DO COMÉRCIO

26 -.ECONOMIA/LEGAIS

e

terça-feira, 30 de abril de 2013

Os reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste fecharam no domingo em 62,31% da capacidade total, segundo o ONS.

conomia

ROCHAVERÁ DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO LTDA. CNPJ 03.609.818/0001-02 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores quotistas, conforme determinações estatutárias e societárias, apresentamos à V.Sas. as Demonstrações Financeiras da Rochaverá Desenvolvimento Imobiliário Ltda. para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, adequadas de acordo com as novas normas contábeis determinadas pela nova Lei das Sociedades Anônimas 11.638/2007 e pelo Comitê de Pronunciamentos contábeis. As Demonstrações Financeiras completas, com notas explicativas, foram auditadas pela KPMG Assurance Services Ltda. sem ressalvas e estão à disposição dos quotistas na sede da Empresa para eventuais consultas. Permanecemos a disposição para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários. Atenciosamente, Administração. Balanços Patrimoniais - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (Em milhares de Reais) Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Aplicações Financeiras Contas a receber Impostos a recuperar Outros créditos Total do ativo circulante Não circulante Contas a receber Outros créditos Investimento Propriedades para Investimento Imobilizado Total do ativo não circulante Total

31/12/2012 31/12/2011 135.041 67.040 4.703 555 207.339

32.824 1.768 41.746 1.295 250 77.883

190.245 1.834

309.362 5.781

321.316 31 513.426

308.850 29 624.022

720.765

701.905

Passivo Circulante Fornecedores Obrigações por cessão de CCI Obrigações tributárias Imposto de renda e contribuição social Outras contas a pagar Total do passivo circulante Não circulante Obrigações por cessão de CCI Empréstimos e Financiamentos Impostos diferidos passivos Total do passivo não circulante Patrimônio líquido Capital social Lucros acumulados Total do patrimônio líquido Total

31/12/2012 31/12/2011 727 40.437 712 3.309 640 45.825

4.570 40.595 360 889 2.934 49.348

190.245 158.566 17.452 366.263

205.473 138.750 15.240 359.463

273.365 35.312 308.677 720.765

273.365 19.729 293.094 701.905

Demonstrações de Resultados Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de Reais) 31/12/2012 31/12/2011 Receita operacional líquida Depreciação de propriedades para investimento Resultado bruto

13.038

(20.305)

(10.851)

45.895

2.187

Marcos D'Paula/Estadão Conteúdo

Outras (despesas) receitas operacionais Despesa de vendas Despesas administrativas e gerais Outras (despesas) receitas operacionais

Demonstrações dos Fluxos de Caixa - Método Indireto - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (Em milhares de Reais) 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Fluxos de caixa das atividades operacionais Disponibilidades líquidas aplicadas nas Lucro líquido antes do exercício 16.933 2.983 130.577 74.620 atividades operacionais Provisão IR e CS - real trimestral 7.681 3.746 Fluxos de caixa das atividades de Provisão IR e CS - diferido 3.257 (1.235) investimentos Lucro líquido antes do exercício antes Aumento em propriedades para investimento do IR e CS 27.871 5.494 em construção (30.971) (135.333) Ajustes para conciliar o resultado às Aquisição de imobilizado (14) (5) disponibilidades geradas pelas Atividades Aumento de mútuos a receber (3.978) Operacionais: Disponibilidades líquidas originadas Depreciação e amortização de propriedades (30.985) (139.316) (aplicadas) nas atividades de investimentos para investimentos 20.305 11.071 Fluxos de caixa das atividades de Depreciação e amortização bens do financiamentos imobilizado - despesas adminsitrativas 12 Impostos Diferidos (2.968) Distribuição de dividendos (1.350) (11.000) Despesas de Juros e correção monetária não Aumento em Empréstimos e financiamentos 17.740 102.183 14.041 27.587 Juros pagos capitalizáveis (13.764) (39.976) Resultado operacional 62.229 41.184 Disponibilidades líquidas originadas Variações nos ativos e passivos 2.626 51.207 (aplicadas) nas atividades de financiamento (Aumento)/redução em aplicações financeiras 1.768 (1.768) Aumento/(Redução) líquido em caixa e (Aumento)/redução em contas a receber 78.436 28.845 equivalentes de caixa 102.218 (13.489) (Aumento)/redução impostos a recuperar (326) (94) (Aumento)/redução em outros créditos 3.643 9.771 Demonstração do aumento (redução) do caixa Aumento/(redução) em fornecedores (3.843) 1.533 e equivalentes de caixa No início do exercício 32.824 46.313 Aumento/(redução) em imposto de renda, 135.041 32.824 contribuição social e obrigações tributárias (1.909) (230) No fim do exercício Aumento/(redução) em outras contas a pagar (2.294) (2.466) Aumento/(redução) em caixa e equivalentes de caixa 102.218 (13.489) Imposto renda e contribuição social pagos (7.127) (2.155)

66.200

Custos da atividade imobiliária

Novo marco da mineração para quem tem alvará

Resultado antes do resultado financeiro Resultado financeiro líquido Resultado antes do imposto de renda e contribuição social

(545)

(267)

(14.796)

(11.349)

112

510

30.666

(8.919)

(2.795)

14.413

27.871

5.494

Imposto de renda e contribuição social - corrente

(7.681)

(3.746)

Imposto de renda e contribuição social - diferido

(3.257)

1.235

16.933

2.983

Lucro líquido do exercício

Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de Reais) Lucros Capital (prejuízos) social acumulados Saldos em 31 de dezembro de 2010

273.365

27.746

Total 301.111

Lucro líquido do exercício

-

2.983

2.983

Distribuição de dividendos

-

(11.000)

(11.000)

19.729

293.094

Saldos em 31 de dezembro de 2011

273.365

Lucro líquido do exercício Distribuição de dividendos Saldos em 31 de dezembro de 2012

16.933

16.933

-

(1.350)

(1.350)

273.365

35.312

308.677

Roberto Miranda de Lima Diretor Presidente Henrique de Jesus Coelho Diretor Financeiro José Barbosa da Silva Junior Contador CRC 1SP128132/O-0

PONSWINNECKE EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES LTDA. CNPJ 09.395.277/0001-35 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores quotistas, conforme determinações estatutárias e societárias, apresentamos à V.Sas. as Demonstrações Financeiras da Ponswinnecke Empreendimentos e Participações Ltda. para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, adequadas de acordo com as novas normas contábeis determinadas pela nova Lei das Sociedades Anônimas 11.638/2007 e pelo Comitê de Pronunciamentos contábeis. As Demonstrações Financeiras completas, com notas explicativas, foram auditadas pela KPMG Assurance Services Ltda. sem ressalvas e estão à disposição dos quotistas na sede da Empresa para eventuais consultas. Permanecemos a disposição para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários. Atenciosamente, Administração. Demonstrações de Resultados - Exercícios findos em 31 de dezembro Balanços Patrimoniais - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (Em milhares de Reais) de 2012 e 2011 - (Em milhares de Reais) 31/12/2012 31/12/2011 Passivo 31/12/2012 31/12/2011 Ativo 31/12/2012 31/12/2011 Circulante Circulante 6.173 8.775 Caixa e equivalentes de caixa 3.912 5.532 Contas a pagar por aquisição de imóveis 12.966 7.241 Receita operacional líquida Contas a receber 1.159 1.972 Fornecedores 11 68 Custos da atividade imobiliária 60 112 Depreciação e amortização Impostos a recuperar 352 240 Impostos e contribuições a recolher (1.775) (2.018) 13.037 7.421 Lucro bruto Outros créditos 55 710 Total do passivo circulante 4.398 6.757 Não circulante 2 Despesa antecipada Receitas (despesas) operacionais 30.560 38.719 Despesas comerciais Total do ativo circulante 5.480 8.454 Contas a pagar por aquisição de imóveis (39) Não circulante Impostos diferidos 354 434 Administrativas e gerais (1.479) (2.400) 30.914 39.153 Investimentos Total do passivo não circulante Resultado financeiro líquido (4.176) (6.222) Propriedades para investimento 35.440 36.284 Passivo a descoberto (1.257) (1.904) Resultado operacional Capital social 1 1 35.440 36.284 Prejuízos acumulados Total do ativo não circulante (3.032) (1.837) Resultado do exercício antes do Imposto de (1.257) (1.904) renda e da contribuição social (3.031) (1.836) Total do passivo a descoberto (755) 40.920 44.738 TOTAL TOTAL 40.920 44.738 Imposto de renda e contribuição social - corrente Imposto de renda e contribuição social - diferido 62 1.163 Demonstrações dos Fluxos de Caixa - Método Indireto - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (Em milhares de Reais) (1.195) (1.496) Prejuízo do exercício Fluxos de caixa das atividades operacionais 30/12/2012 30/12/2011 30/12/2012 30/12/2011 Demonstração das mutações do passivo a descoberto - Exercícios Prejuízo do exercício (1.195) (1.496) Caixa líquido proveniente das atividades findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (Em milhares de Reais) 6.300 13.920 operacionais Despesa de IR e CS (62) (408) Capital Capital a Reserva Prejuízos Prejuízo do exercício antes do IR e CS (1.257) (1.904) Fluxos de caixa das atividades de investimentos Social Integralizar de Lucros acumulados Total Adição de propriedades para investimentos (931) Ajustes para conciliar o resultado às disponibilidades geradas pelas atividades operacionais: Baixa de propriedades para investimentos 34 Saldos em 31 de 1 (341) (340) dezembro de 2010 Depreciação e amortização 1.775 2.018 Caixa líquido usado nas atividades de (931) 34 Prejuízo do Exercício investimentos Despesas de juros e atualização de (1.496) (1.496) CCI/ aquisição imóvel 4.555 7.162 Fluxos de caixa das atividades de financiamentos Saldos em 31 de 5.073 7.276 Juros pagos Resultado Operacional (3.835) (7.574) dezembro de 2011 1 (1.837) (1.836) Variações nos ativos e passivos (3.154) (2.845) Prejuízo do Exercício Empréstimos e Financiamentos pagos (1.195) (1.195) (Aumento)/redução em contas a receber 812 8.429 Caixa líquido usado nas atividades de Saldos em 31 de (6.989) (10.418) dezembro de 2012 financiamentos (Aumento)/redução em impostos a recuperar (112) 678 1 (3.032) (3.031) (Aumento)/redução em outros créditos 655 169 Aumento (redução) líquido de caixa e (1.620) 3.535 equivalentes de caixa Aumento/(redução) em fornecedores (57) 62 Roberto Miranda de Lima - Diretor Presidente 5.532 1.997 Aumento/(redução) em obrigações tributárias (52) (1.861) Caixa e equivalente de caixa no início do exercício Henrique de Jesus Coelho - Diretor Financeiro Caixa e equivalente de caixa no fim do exercício 3.912 5.532 Aumento/(redução) em impostos diferidos (19) Aumento (redução) líquido de caixa e Imposto de renda e contribuição social pagos José Barbosa da Silva Junior - Contador - CRC 1SP128132/O-0 (1.620) 3.535 equivalentes de caixa no exercício (833)

Dorris SP Participações S.A. CNPJ/MF nº 12.909.302/0001-66 Relatório da Diretoria Em atendimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. o Balanço Patrimonial, as Demonstrações do Resultado, as Mutações do Patrimônio Líquido, o Fluxo de Caixa, e as Notas Explicativas correspondentes aos Exercícios Sociais findos em 31 de Dezembro 2012. Colocamo-nos, à disposição para quaisquer esclarecimentos que julgarem necessários. Demonstração de Resultado Balanço Patrimonial exercícios findos em 31/12/2012 e 2011 (Em milhares de Reais) dos exercícios findos em 31/12/2012 e 2011 (Em milhares de Reais) Nota Explic. Controladora Consolidado Nota Explic. Controladora Consolidado Ativo 2012 2011 2012 2011 Passivo 2012 2011 2012 2011 Controladora Consolidado Ativo Circulante 323 6.326 7.130 10.645 Passivo circulante 18.571 19.160 25.415 22.709 2012 2011 2012 2011 Disponível 5 154 6.326 2.022 7.577 Fornecedores – – 455 564 Receita bruta operacional – – 7.737 6.768 Banco Conta Movimento 154 4.579 862 4.756 Emprést. e Financiamentos 13 18.495 9.759 22.179 9.759 Receitas auferidas – – 7.737 6.768 Aplicação Financeira – 1.747 1.160 2.821 Obrig. Soc. e Fiscais a Recolher – – 5 16 Receitas de aluguéis – – 7.737 6.768 Realizável a curto prazo 169 – 5.108 3.068 Impostos da Pessoa Juridica 14 – – 2.020 2.139 (-) Deduções das receitas – – (312) (219) Clientes 6 – – 2.823 1.664 Outras Contas a Pagar 15 26 9.350 658 10.181 Impostos – – (312) (219) Outros créditos a receber 7 152 – 2.198 1.462 Adiantamentos Recebidos 50 51 98 51 Receita líquida – – 7.425 6.549 Desconto de duplicatas – – – (117) (-) Despesas operacionais (180) (1.012) (7.289) (5.329) Depósitos Judiciais 8 – – 67 59 Administrativas e Gerais (161) (841) (5.570) (5.003) Impostos a Recuperar 17 – 20 – Passivo não circulante – – 10.684 16.184 Tributárias (19) (171) (1.719) (326) Ativo não circulante 40.301 39.303 51.022 51.500 Empréstimos e Financiamentos 13 – – 10.149 15.809 Receitas (despesas) financeiras (1.584) (111) (3.060) (1.041) Realizavel a longo prazo 14.030 6.367 801 41 Outras Contas a Pagar 15 – – 535 375 Receitas Financeiras 79 2 267 332 Créditos à Receber 14.030 6.367 801 41 Despesas Financeiras (1.663) (113) (3.327) (1.374) Depósitos Judiciais 8 – – 801 41 Outras receitas – – – 115 Adto p/ Futuro Aum. de Capital 9 14.030 6.367 – – Patrimônio líquido 22.053 23.252 22.053 23.252 Outras despesas (67) – (67) – Investimentos 31.000 32.936 – – Capital Social 17 17.825 17.825 17.825 17.825 Rec. (desp.) de partic. societária (1.868) 1.999 – 1.201 Prejuizos Acumulados (2.823) 876 (2.823) 876 Rec. (desp.) de equival. patrimonial Participações societárias 10 31.000 32.936 – – (1.868) 1.999 – 1.201 Sub-total 15.002 18.701 15.002 18.701 Resultado operacional Propriedades p/ investimento – – 53.049 53.049 (3.699) 876 (2.991) 1.494 Propriedades para investimento 11 – – 53.049 53.049 Adiant. p/ Fut. Aum. de Capital 16 7.051 4.551 7.051 4.551 Res. líq. do ex. antes da CSLL e IRPJ (3.699) 876 (2.991) 1.494 Imobilizado – – 1.901 1.627 (-) Contrib. social s/ o lucro líquido – – (194) (175) Imobilizações Diversas 12 – – 1.901 1.627 (-) Imposto de renda pessoa juridica – – (514) (443) Intangivel (4.729) (3.217) (4.729) (3.217) Resultado líquido do periodo-base (3.699) 876 (3.699) 876 Deságio Aquis. de Investim. 10 (4.729) (3.217) (4.729) (3.217) Resultado por ação - R$ (0,21) 0,05 Total do Ativo 40.624 42.412 58.152 62.145 Total do passivo 40.624 42.412 58.152 62.145 Valor patrimônial por ação R$ 0,84 1,05 Demonstração do Fluxo de Caixa dos Exercícios Findos em Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido dos exercícios findos em 31/12/2012 e 2011 (Em milhares de Reais) 31/12/2012 e 2011 - Em milhares de Reais Histórico Cap. Realiz. Ret. de Lucros Sub-total Adiant. p/ Futuro Aum. de Cap. Total do Patrim. Líquido Controladora Consolidado Integraliz. de Capital Social Acionistas 17.825 – 17.825 – 17.825 Fluxo de caixa das ativid. operacion. 2012 2011 2012 2011 Adiant. p. Futuro Aumento de Capital – – – 4.551 4.551 Resultado do exercício (3.699) 876 (3.699) 876 Lucro (Prejuizo) do Exercício – 876 876 – 876 Encargos Financ. sobre empréstimos 1.536 109 2.935 – Saldos em 31/12/2.011 17.825 876 18.701 4.551 23.252 Resultado de Equivalência Patrimonial 1.935 (1.999) – – Adiant. p/ Futuro Aumento de Capital – – – 2.500 2.500 Lucro líquido ajustado (228) (1.014) (764) 876 Lucro (Prejuizo) do Exercício – (3.699) (3.699) – (3.699) (Aumento) reduçao de ativos: Saldos em 31/12/2.012 17.825 (2.823) 15.002 7.051 22.053 Clientes – – (1.159) (1.664) Outros Créditos (curto e longo prazo) (152) – (736) (1.462) Os passivos circulantes e não circulantes são demonstrados pelos valores Balancete na data base de 31/08/2011 montando o valor de R$30.937, e Impostos a Recuperar (17) – (20) – conhecidos ou calculáveis acrescidos, quando aplicável dos corresponden- o valor efetivamente negociado com os proprietários vendedores no valor Depósitos Judicias (curto e longo prazo) – – (768) (100) tes encargos até a data do balanço patrimonial. e) Provisões: As provisões de R$26.208 (R$27.720 em 2011). 11) Propriedades para investimento – 2012 2011 Desconto de duplicatas – – (117) 117 são reconhecidas quando a empresa tem uma obrigação presente, legal ou controlada não formalizada, como resultado de eventos passados e é provável que uma Líquido Líquido Aumento (redução) de passivos: saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação e uma estimaTerrenos 120 120 Fornecedores – – (109) 564 52.929 52.929 Obrig. sociais e trabalhistas a recolher – – (11) 16 tiva confiável do valor possa ser feita. f) Imposto de renda e contribuição Obras Civis 53.049 53.049 Impostos pessoa juridica – – (119) 2.139 social: O imposto de renda e a contribuição social na empresa Controladora Total Outras contas a pagar (curto e L. prazo) (9.324) 9.350 (9.363) 10.556 são apurados pelo lucro real, sendo calculados e registrados com base no Refere-se ao valor do terreno e da construção do shopping Center Mossoró Adiantamentos recebidos (1) 51 47 51 resultado do exercício ajustado de acordo com a legislação fiscal vigente. West Shopping situado na cidade de Mossoró no Rio Grande do Norte. 2012 2011 Caixa líq. gerado nas ativid. operac. (9.494) 9.401 (12.354) 10.216 Conforme facultado pela legislação tributária, a controlada Cinco V Brasil 12) imobilizado – controlada S.A. apurou seu imposto de renda pelo regime de tributação com base no Líquido Líquido Flx. de caixa prov. das ativ. de invest. lucro presumido regime de caixa. A base de cálculo do imposto de renda e Móveis e utensílios 65 63 Aquisição de Imobilizado – – (274) (54.676) 39 26 Aquisição de Participações Societárias 1.512 (27.720) 1.512 3.217 da contribuição social é calculada à razão de 32% sobre as receitas brutas, Computadores, periféricos e softwares 157 122 Adiantam. p/Futuro Aumento de Capital (7.663) (6.367) – – sobre as quais se aplica a alíquota regular de 25% para o imposto de renda Veículos e de 9% para a contribuição social. g) Apuração de resultado: O resultado Máquinas e equipamentos 1.640 1.416 Caixa líq. ger. nas ativ. de investim. (6.151) (34.087) 1.238 (51.459) das operações é apurado em conformidade com o regime contábil de com- Total 1.901 1.627 Flx. de caixa prov. das ativ. de financ. Refere-se ao valor do imobilizado de uso da empresa Cinco V Brasil S.A. Aporte de Capital Acionistas – 17.825 – 17.825 petência. 5) Caixa e equivalentes de caixa: Estão representados por: Controladora Consolidado proprietária do shopping Center Mossoró West Shopping. 13) Empréstimos Recebimento de Emprést. e Financiam. 7.200 9.650 7.250 25.568 2012 2011 2012 2011 e financiamentos – A empresa efetuou empréstimo para atender à necesPagam. de Emprést. e Financiamentos – – (3.425) – 154 4.579 862 4.756 sidade de financiamento de capital de giro da Sociedade conforme segue: Adiant. p/ Futuro Aumento de Capital 2.500 4.551 2.500 4.551 Caixa e bancos – 1.747 1.160 2.821 Controladora – curto prazo Cx. líq. ger. nas ativid. de financiam. 9.700 32.026 6.325 47.944 Aplicações financeiras (*) Total 154 6.326 2.022 7.577 Instituição Indexador 2012 2011 Acrésc. líq. no cx. e nos equiv. de cx. (6.172) 6.326 (5.555) 7.577 100% do CDI 18.495 9.759 Saldo final de caixa e aplic. financeiras 154 6.326 2.022 7.577 (*) As aplicações financeiras, classificáveis como equivalentes de caixa, Banco Bradesco S.A. Consolidado Saldo inicial de caixa e aplic. financ. 6.326 – 7.577 – estão representadas nos exercícios findos conforme segue: Controladora Consolidado Instituição Indexador 2012 2011 Acrésc. líq. no cx. e nos equiv. de cx. (6.172) 6.326 (5.555) 7.577 Instituição 2012 2011 2012 2011 Banco Bradesco S.A. 100% do CDI 18.495 9.759 Notas Explicativas as Demonstrações Contábeis Banco Bradesco (a) – 1.747 – 1.747 Banco do Nordeste 9,50 a.a. 13.812 15.287 Findas em 31/12/2012 (Em milhares de Reais) Banco do Nordeste S.A. (b) – – 1.160 1.074 Outros – 21 522 1) Contexto Operacional – A empresa tem como atividade preponderante Total – 1.747 1.160 2.821 Total 32.328 25.568 participação em outras sociedades civis ou comerciais, como sócia, quotista (a) Aplicações em fundo de investimento atreladas ao Certificado de Depó- Circulante 22.179 9.759 ou acionista podendo representar sociedades nacionais ou estrangeiras. sito Interbancário - CDI em renda fixa, de liquidez imediata com resgate Não Circulante 10.149 15.809 2)Demonstrações Financeiras Consolidadas – As transações entre as entre 30 e 90 dias, sem prejuízo de valor ao valor aplicado. (b) Aplicações 14) Impostos da pessoa juridica - consolidado 2012 2011 empresas consolidadas, bem como os saldos e os ganhos não realizados em CDB/RDB, de liquidez imediata com resgate entre 30 e 90 dias, sem pre- Parcelamentos IRPJ/CSLL/PIS/COFINS – Ex. Anteriores 1.843 1.607 nessas operações, são eliminadas. Os prejuízos não realizados também juízo de valor ao valor aplicado. 6) Contas e aluguéis a receber – clientes Impostos do Exercício Atual - IRPJ/CSLL/PIS/COFINS 177 532 são eliminados, a menos que a operação forneça evidência de uma perda Consolidado Total 2.020 2.139 do ativo transferido. As práticas contábeis das controladas são ajustadas, 2012 2011 15) Outras contas a pagar Controladora Consolidado quando necessário, para assegurar a consistência com as práticas contá- Contas a receber de aluguéis 2.823 1.664 Item 2012 2011 2012 2011 beis adotadas pela Sociedade. Os exercícios sociais das controladas incluí- Corresponde aos valores a receber de clientes pela locação de lojas do sho- Aquisição da empresa Cinco V Brasil S.A. – 9.350 – 9.350 das na consolidação são coincidentes com os da Sociedade, assim como as pping Mossoró West Plaza. Os aluguéis a receber são contabilizados com Saldo Bancário a descoberto 26 – 26 – práticas contábeis são consistentes para todos os períodos apresentados. base no contrato locatício por regime de competência. 7) Outros créditos a Obrigações Empreendedor com – A empresa controlada incluída na consolidação esta demonstrada a seguir: receber Controladora Consolidado Condomínio Mossoró West Shopping – – 542 697 Participação - % Instituição 2012 2011 2012 2011 Obrigações Empreendedor c/ Fundo de 2012 2011 Condomínio a Recuperar dos Clientes (a) – – 2.002 1.444 Participação - Mossoró West Shopping – – 84 57 Cinco V Brasil S.A. (1) 100,00 100,00 Outros Créditos a Receber - diversos 152 – 196 18 Parcelamento REFIS – – 535 375 (1) Controle direto. Total 152 – 2.198 1.462 Outros – – 6 77 3) Apresentação das Demonstrações Contábeis – Em 28/12/2007, foi (a) Correspondem a valores a receber de clientes pelo pagamento do Total 26 9.350 1.193 10.556 promulgada a Lei nº 11.638, que altera, revoga e introduz novos disposi- Empreendedor ao Condomínio referente despesas condominiais dos lojistas Circulante 26 9.350 658 10.181 tivos à Lei das Sociedades por Ações, notadamente ao capitulo XV, sobre do Mossoró West Shopping. 8) Depósitos Judiciais – curto e longo prazo Não Circulante – – 535 375 matérias contábeis em vigência desde 01/01/2008. Esta lei tem como obje- – controlada – Refere-se à depósitos judiciais contra a empresa controlada 16) Passivo não circulante – Adiantamento para futuro aumento de tivo atualizar a legislação societária brasileira para possibilitar o processo Cinco V Brasil S.A. movidos a saber: Consolidado capital – A empresa recebeu aporte de capital de suas sócias na proporção de convergência das práticas contábeis adotadas no Brasil com as normas 2012 2011 das participações a saber: Controladora e consolidado internacionais de contabilidade emitidas pelo IASB. As demonstrações con- Causas Trabalhistas 6 6 Acionistas 2012 2011 tábeis foram elaboradas em conformidade com as práticas contábeis pre- Fornecedores 862 94 BHTG Participações Ltda. 352 227 vistas na Lei das Sociedades por Ações (Leis nº 6.404/76 e 10.303/01) e Total depósitos 868 100 MK Empreendimentos e Participações Ltda. 1.199 774 observância de práticas contábeis adotadas no Brasil introduzidas pela Lei Curto Prazo 67 59 Palma de Mallorca SP Participações Ltda. 3.535 2.281 nº 11.638/07, Medida Provisória nº 449/08 que posteriormente foi convertida Longo Prazo 801 41 DJE Empreendimentos Imobiliários Ltda. 766 495 na Lei nº 11.941/09 e pela edição de novas normas contábeis por parte 9) Adiantamento para futuro aumento de capital – realizável a longo Empabe Empresa Patrimonial de Bens Ltda 1.199 774 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC. 4) Principais Práticas prazo – controladora – Aporte efetuado à sua controlada Cinco V Brasil Saldo 7.051 4.551 Contábeis – As principais práticas contábeis adotadas na elaboração das S.A. 2012 2011 17) Patrimônio Líquido – Capital Social – Pertencente inteiramente à aciodemonstrações financeiras são as seguintes: a) Caixas e equivalentes de Aportes Cinco V Brasil S.A. 14.030 6.367 nistas domiciliados no país, em 2012 e 2011 está composto de 17.824.800 caixa: As disponibilidades são avaliadas pelo custo. Compreendem dinheiro Total 14.030 6.367 (dezessete milhões, oitocentas e vinte e quatro mil e oitocentas) ações ordiem caixa, depósitos bancários, outros investimentos de curto prazo de alta 10) Investimento/Intangível – Controladora – Participação Societária na nárias nominativas e sem valor nominal assim distribuídas: Cinco V Brasil S.A. Empresa acionista Qtde. Ações Valor liquidez com vencimentos originais de três meses ou menos. b) Investi- empresa Cinco V Brasil S.A. 2012 2011 BHTG Participações Ltda. mentos em controladas: O investimento em sociedade controlada é regis- Descrição 891.240 891 28.953 28.953 MK Empreendimentos e Participações Ltda. trado e avaliado pelo método de equivalência patrimonial. De acordo com Capital social realizado 3.030.216 3.030 32.396 32.936 Palma de Mallorca SP Participações Ltda. esse método, a participação da empresa no aumento ou na diminuição do Patrimônio líquido 8.935.572 8.936 (1.868) 2.685 DJE Empreendimentos Imobiliários Ltda. patrimônio líquido da controlada, após a aquisição, em decorrência da apu- Resultado líquido do exercício 1.937.556 1.938 28.952.785 28.952.785 Empabe Empresa Patrimonial de Bens Ltda 3.030.216 3.030 ração de lucro líquido ou prejuízo no período ou em decorrência de ganhos Qde.de ações possuídas 100,00 100,00 Saldo 17.824.800 17.825 ou perdas em reservas de capital ou de ajustes de exercícios anteriores, Participação no capital - % 31.000 32.936 é reconhecida como receita (ou despesa) operacional. c) Propriedades Valor contábil do investimento (4.729) (3.217) para Investimento e Imobilizado: As Propriedades para Investimento e Deságio na Aquisição Ricardo Panzenboeck Dellape Baptista – Diretor Raphael Baptista Netto – Diretor o Ativo Imobilizado estão demonstrados pelo custo de aquisição conforme O valor do Deságio na aquisição está classificado no Ativo Intangível refereRoberto Lewczuk – Contador 1SP 117.917/O-2 nota explicativa nº 11 e12. d) Passivos circulantes e não circulantes: -se à diferença entre o valor Patrimonial da empresa Cinco V S.A. conforme

Vale recebe licença para operação de terminal no Maranhão

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novo marco da mineração manterá a prerrogativa de concessão de lavra para as empresas que já possuem o alvará de pesquisa da área e que fizeram investimentos em sondagens, disse uma fonte do governo envolvida na elaboração do código. A retenção das outorgas de lavra pelo governo desde o final de 2011, em meio ao processo de elaboração do novo marco da mineração, é a maior preocupação das mineradoras, segundo representantes do setor. Por causa do longo período de interrupção das outorgas, as empresas passaram a se preocupar com a eventual retomada das áreas pelo governo, mesmo onde já investiram e descobriram jazidas. Mas o governo não deixará de conceder licenças necessárias à produção às empresas que investiram em pesquisa e aguardam apenas o documento para iniciar a produção na condição de anonimato. Outra preocupação do setor está bem encaminhada. Segundo a fonte, o governo desistiu de criar a cobrança de Participação Especial das minas, a exemplo do que ocorre na exploração de petróleo. Estudos do governo indicam que a incidência desse imposto seria sobre um número muito pequeno de minas e, portanto, não valeria à pena. Prazos – O governo, contudo, mantém os planos de estabelecer prazos exploratórios mais rígidos, e as empresas que não cumprirem tais prazos perderão as áreas, acrescentou a fonte. Atualmente, a autorização para pesquisa é válida por três anos e pode ser renovada por igual período. Na prática, todos os pedidos de prorrogação são aceitos. Quando as novas regras do marco entrarem em vigor, as empresas que não comprovarem os avanços nas pesquisas dentro do prazo de três anos perderão o alvará. Uma das fontes disse que tem expectativa de que o texto esteja pronto até o final de maio. Segundo ela, as novas regras poderão entrar em vigor por meio de medida provisória. Faroeste – Uma das motivações da presidente Dilma Rousseff para determinar a paralisação dos licenciamen-

tos e estabelecer prazos exploratórios, segundo fontes do setor, teria sido o desagrado com a forma atual de concessão, pela qual o único critério das empresas para conseguir licenças de mineração é chegar primeiro ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). "Era um verdadeiro faroeste. A presidente não gostou de saber como funciona o processo de licenciamento... Não dava para ficar como estava", disse outra fonte do governo. A presidente teria tomado conhecimento de enormes filas de pessoas contratadas por mineradoras para acampar nos arredores unidades do DNPM e garantir as licenças por ordem de chegada. O governo decidiu, então, interromper a emissão de licenças de pesquisas e lavra. Pelo menos 120 projetos de mineração prontos e licenciados por órgãos ambientais aguardam apenas outorgas do governo para entrar em operação. Dezenas de milhares de projetos de pesquisa também encontram-se engavetados pelo mesmo motivo. "Estamos preocupados com o futuro dessas áreas e da pesquisa mineral no Brasil. Por que este congelamento por tanto tempo?", questionou o presidente da Associação Brasileira de Pesquisa Mineral (ABPM), Elmer Prata. "Ninguém vai entregar de mão beijada áreas que levaram anos para serem pesquisadas e já se tornaram um patrimônio", acrescentou. O congelamento de licenças exploratórias pelo governo no setor de mineração já provoca uma guerra judicial com 52 liminares a favor das empresas que procuram licenciamento para pesquisas. Licença – A Vale recebeu licença ambiental para operação do terminal ferroviário Ponta da Madeira, no Maranhão, emitida pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente, informou a empresa ontem. O terminal faz parte do projeto CLN 150, que vai permitir a expansão da capacidade logística de Carajás para 150 milhões de toneladas métricas anuais. A Vale já havia conquistado no início de abril a licença de operação portuária para a unidade, incluindo instalações costeiras e no mar. (Reuters)

Reservatórios cheios

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diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, afirmou que os reservatórios estão encerrando o período de chuvas melhor do que o previsto. "Estamos terminando o período úmido melhor do que esperávamos. A hidrologia da primeira quinzena de abril foi muito favorável", disse Chipp. O período úmido no Brasil, quando as chuvas são mais intensas, se estende anualmente do fim de novembro até o fim de abril. Os dados divulgados ontem pelo operador mostram que os r e s e r v a t ó r i o s d o S u d e s-

te/Centro-Oeste fecharam no domingo em 62,31% da capacidade total. No Nordeste, o nível de armazenamento era de 48,37%. Diante dos números, o diretor-geral do ONS informou que os membros do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) irão se reunir no dia 9 para discutir a possibilidade de desligar algumas térmicas a óleo de pequeno porte. "São térmicas que pouco agregam em termos de armazenamento", disse o diretor-geral. Essas usinas pesam no bolso dos consumidores pelo custo de geração elevado. (Estadão Conteúdo)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 30 de abril de 2013

e

Tivemos a oportunidade de vivenciar e compartilhar práticas internacionais do mercado de shopping Jaimes Almeida Júnior, presidente do grupo Almeida Júnior

conomia

Galaxy Tab 3 com poucas novidades As principais diferenças para a versão anterior são o menor peso e a nova versão do Android.

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Samsung anunciou ontem o lançamento do Galaxy Tab 3, terceira geração do tablet da companhia sul-coreana. O dispositivo foi um dos primeiro concorrentes do iPad, da Apple, que atualmente é líder de mercado neste segmento de produto. Com tela de sete polegadas, o aparelho da Samsung traz poucas inovações em relação à sua versão anterior, lançada em fevereiro do ano passado. As mudanças ficam por conta do peso, ligeiramente menor. O novo produto pesa 302 gramas, contra 344 gramas da versão anterior. A outra novidade é a versão do Android, que agora é a 4.1

Jelly Bean. O processador, de 1,2 GHz, tem a mesma capacidade do processador que equipa o Galaxy Tab 2. A capacidade das câmeras trazidas pelo novo modelo também não foi alterada. Continua sendo de 3 Mpixels na traseira e de 1,3 Mpixels na frente do aparelho. Também não mudou a capacidade de armazenamento (versões de 8 Gbytes e 16 Gbytes, expansível com cartão microSD). Sem preço e data exata de lançamento divulgados, a versão wi-fi do Galaxy Tab 3 é esperada para maio nos Estados Unidos. O tablet com acesso à rede 3G deve chegar às lojas de lá no mês seguinte. (Folhapress)

Westfield termina parceria no Brasil

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enos de dois anos após entrar no Brasil, o grupo de shopping centers australiano Westfield anunciou o fim da parceria com a brasileira Almeida Júnior. A Westfield, uma das maiores empresas de shopping centers do mundo, havia adquirido 50% do grupo brasileiro em agosto de 2011, por cerca de US$ 450 milhões. A joint-venture com o grupo Almeida Júnior representou a entrada da australiana no mercado brasileiro. Mas, desde os primeiros meses da parceria, desavenças entre as empresas emperraram o andamento dos negócios. Por causa dessa situação, nos últimos meses, os sócios começaram a discutir com seus advogados uma forma de solução do impasse. Em comunicado divulgado ontem, o grupo Westfield informou que "continua de modo independente a analisar oportunidades na região". Já o presidente do grupo brasileiro, Jaimes Almeida Júnior, afirmou que "nestes 20 meses tivemos a oportunidade de vivenciar e compartilhar práticas internacionais do mercado de shopping". A forma com que a parceria foi desenhada teria engessado a tomada de decisões dentro do grupo. Como cada companhia detinha 50% das ações, o conselho de administração ficou dividido. "A ideia inicial era de que, com essa

Confiança em serviços cai, diz FGV.

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Índice de Confiança de Serviços (ICS) caiu 1,8% em abril comparado a março, ao passar de 122,4 para 120,2 pontos, informou ontem a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em março, o indicador havia avançado 0,3%. Segundo a FGV, o Índice da Situação Atual (ISA-S) recuou 1,3% em abril ante março, ante alta de 1,7% no mês anterior. A avaliação das empresas sobre o momento presente vem oscilando desde outubro de 2012, quando o ISA-S passou a alternar taxas positivas e negativas na comparação mensal, destacou a FGV. A redução no ISA-S em abril foi influenciada pelo queda de 3,1% no quesito que mede a

ECONOMIA/LEGAIS - 27

configuração, as decisões fossem tomadas por consenso. Mas isso tem sido a exceção desde o início da operação conjunta", disse um ex-executivo da empresa. A configuração da parceria gerou outro problema. A Westfield estaria interessada em investir em shoppings grandes, de até 100 mil metros de ABL (área bruta locável), seguindo um direcionamento adotado em seus empreendimentos globais. Já o grupo catarinense busca shoppings menores. A discordância levou à suspensão temporária de um empreendimento em Canoas (RS), anunciado em junho de 2012, com investimentos de R$ 250 milhões. A Westfield, fundada pelo empresário Frank Lowy, quarto homem mais rico da Austrália, é dona de 119 centros de compras no mundo. Com shoppings na Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos e Reino Unido, o Brasil foi sua primeira aposta em mercados emergentes. Na época do anúncio da joint-venture, Lowy afirmou que a entrada no País representava "um investimento estratégico significativo para o grupo", em um mercado "de grande potencial". Apesar da aposta iniciais, os negócios no Brasil representam menos de 1% da receita do grupo, segundo os últimos dados financeiros divulgados. (Folhapress) percepção sobre a situação atual dos negócios. As empresas que percebem sua situação como boa passou de 29% para 26,3%, enquanto a das que a consideram ruim subiu de 14,2% para 15,1%. Já o Índice de Expectativas (IE-S) recuou 2,1% em abril, ante baixa de 0,8% em março. No IE-S, a principal influência do resultado de abril veio do indicador que mede a tendência dos negócios para os meses seguintes, com queda de 3,6% frente a março. A proporção de empresas que preveem melhora passou de 46,7% para 41,9%, e das que preveem piora subiu de 5,5% para 5,8%. Na terça, a FGV divulga o Índice de Confiança da Indústria (ICI), cuja prévia apontou recuo de 0,3% em abril ante março. Também em abril, a confiança do consumidor parou de cair após seis recuos consecutivos, e ficou estável em meio a preocupações com a inflação, juros e o mercado de trabalho. (Reuters)

Escolherseguro Corretora de Seguros Ltda. CNJP/MF 10.732.233/0001-32-NIRE 35223143170 Ata de Assembleia Geral Extraordinaria realizada em 31 de Outubro de 2012 Data, Hora e Local: 31/10/2012, às 10hs, na sede. Presença: Totalidade. Mesa: Pieter Alexander Lekkerkerk-Presidente, Marco Kemp-Secretário.Deliberações:Os acionistas deliberaram e aprovaram, por unanimidade de votes, e sem quaisquer restrições, o quanto segue:1. A aprovação da renúncia dos atuais administradores da Cia.:(i)Pieter Alexander Lekkerkerk, RNE nºV-519729-L e CPF/MF nº 232.923.33881;e (ii) Marco Kemp, portador do RNE nºV-343867-Z e CPF/MF nº 228.762.398-17.2. A transformação, independentemente de dissolução eliquidação,nesteato,danaturezajurídicadaCia.desociedadeempresarialimitadaparasociedadeporações,permanecendoemvigortodos os direitos e obrigações sociais, o mesmo patrimônio, a mesma escrituração comercial e fiscal e inalterado o objeto social; 3. A conversão de cada quota do capital social da Cia. em 01 ação ordinária nominativa e sem valor nominal, ficando inalteradas as participações atualmente detidas por seus sócios (doravante denominados de “acionistas”) no capital social da sociedade anônima resultante da transformação.Assim, o capital social da Cia., no valor de R$940.000,00, totalmente subscrito e integraltzado, antes dividido em 940.000 quotas no valor de R$1,00 cada, passa a ser dividido em 940.000 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal.4. A alteração da denominação da Cia. de “Escolherseguro Corretora de Seguros LTda.” para “Escolherseguro Corretora de Seguros S.A.” 5. O aumento de capital social da Cia., de R$940.000,00 para R$2.940.002,00, mediante a emissão de (i) 1.824.704 novas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, livres e desembaraçadas de todos e quaisquer onus ou gravames, representativas de 66% do capital social total e votante da Cia. (“Novas Ações”), pelo preço de emissão de R$2.000.000,00, fixado conforme o critério de perspectiva de rentabilidade futura da Cia. prevista no art. 170, § 1º, da lei nº 6.404, de 15/12/1976, conforme alterada (“Lei das Sociedades por Ações”), conforme estudos previamente debatidos pelos presentes na assembleia, sendo que (i.1) 912.352 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal de emissão da Cia. serão subscritas pela WH Sistemas de Tecnologia da lnformação Participações S.A., S.A. com sede em SP/SP, Av. Mofarrej, 825, galpão 2-parte, CNPJ/MF nº 14.033.841/0001-00, neste ato representada nos termos de seu Estatuto Social, pelo preço de emissão de R$1.000.000,00, mediante a integralização em moeda corrente no capital social da Cia.(designado de “lnvestimento do lnvestidor”);(i.2) 456.176 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal de emissão da Cia.serão subscritas por Jose de Paiva Ferreira, RNE nºW-274948B e CPF/MF nº 007.805.468-06, pelo preço de emissão de R$500.000,00, mediante a integralização em moeda corrente no capital social da Cia. (designado de “lnvestimento de José de Paiva”); (i.3) 456.176 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal de emissão da Cia. serão subscritas por Ronald Anton de Jongh, RG nº 4.845.875-2 e CPF/MF nº 014.499.968-41, pelo preço de emissão de R$500.000,00, mediante a integralização em moeda corrente no capital social da Cia. (designado de “lnvestimento de Ronald”); e (ii) 02 (duas) ações preferenciais classe ES, conversíveis, nominativas e sem valor nominal, livres e desembaraçadas de todos e quaisquer onus ou gravames (“Ações Preferenciais ES”), pelo preço de emissão de R$1,00) cada, sendo que (ii.1) 01 ação preferencial será integralmente subscrita por Pieter Alexander Lekkerkerk, ja qualificado, mediante a integralização, na presente data, em moeda corrente no capital social da Cia.; e (ii.2) 01 ação preferencial será integralmente subscrita por Marco Kemp, ja qualificado, mediante a integralização, na presente data, em moeda corrente no capital social da Cia.. O lnvestimento do lnvestidor, o lnvestimento de José de Paiva e o lnvestimento de Ronald serão pagos em até 30 dias contados da presente data.As Ações Preferênciais ES ora emitidas e subscritas têm as seguintes características: (i) não conferem direito de voto; (ii) serão conversíveis em ações ordinárias após decorridos 04 anos contados da presente data e não outorgarão aos seus titulares direitos de preferência na subscrição de novas ações em decorrência de futuros aumentos de capital da Cia.; e (iii) conferirão dividendos que serão distribuídos aos seus titulares, induindo dividendos intermediários, de maneira que cada um dos seus titulares recebam 34% do total dos dividendos distribuídos pela Cia., consideranda-se os dividendos pagos em razão das Ações Preferênciais ES e os dividendos pagos em razão das ações ordinárias e(ou preferenciais de outras classes que esses titulares das Ações Preferênciais ES detiverem. As Ações Preferênciais Classe ES não farão jus a qualquer outra distribuição pela Cia., preferência ou vantagem.6.A emissão de 08 bonus de subscrição de ações ordinárias da Cia., pelo preço de emissão de R$1,00 (um real) cada um, sendo que (i) 04 bônus de subscrição serão subscritos par Pieter Alexander Lekkerkerk, ja qualificado, nos termos dos Bônus de Subscrição canstantes dos Anexos VIII, X, XII e XIV a presente Ata; e (ii) 04 (quatro) bônus de subscrição serão subscritas por Marco Kemp, ja qualificado. 7. A formalização e aprovação da renúncia dos demais acionistas da Cia. aos seus direitos de preferência na subscrição das Novas Ações, das Ações Preferênciais ES e dos Bônus de Subscrição.8. A aprovação da reforma integral, bem como a consolidação do novo Estatuto Social da Cia., o qual, consolidado, passará a vigorar com a redação transcrita no Anexo XVI a presente Ata. 9. A eleição dos membros do Cons. de Administração da Cia., com mandata de 01 ano: (i) Pieter Alexander Lekkerkerk, ja qualificado;(ii) Marco Kemp, ja qualificado;(iii) Moises Herszenhorn, brasileiro, casado, administrador de empresas, inscrito no CPF/MF sob nº 289.014.868- 81, portador da cedula de identidade RG nº 26.392.206-SSP/SP, residente e domiciliado na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Maria Carolina, nº 40, CEP 01445-000, Bairro Jardim Paulista;(iv) o Sr.Ronald Anton de Jongh, ja qualificado; e (v) o Sr. WalterTomWaslander, RNE nº V-1410921 e CPF/MF nº 247.534.508-05. O Presidente do Cons. de Administração será o Sr. Moises Herszenhorn, já qualificado. Os Conselheiros ora eleitos serão investidos nos cargos mediante assinatura do respective termo de posse lavrado no Livro de Atas das Reuniões do Cons.de Administração, com a assinatura de declaração de desimpedimento, nos termos do art.147 da Lei das Sociedades por Ações, para o exercício de suas funções, segundo a qual declararão sob as penas da lei, que não estão impedidos por lei de exercerem a administração da Cia.e nem estão condenados ou sob efeitos de condenação, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos; ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato; ou contra a economia popular, contraosistemafinanceironacional,contraasnormasdedefesadaconcorrência,contraasrelaçõesdeconsumo,afépúblicaouapropriedade. 10.A aprovação da remuneração anual global sera realizada na proxóma assembleia geral de acionistas, ficando estabelecido que o Conselha de Administração apresentará proposta para essa remuneração. Encerramento: Nada mais. Assinaturas: Mesa: Sr. Pieter Alexander Lekkerkerk-Presidente; Sr. Marco Kemp-Secretário. Acionistas:WH Sistemas de Tecnologia da lnformação Participações S.A., José de Paiva Ferreira, Ronald Anton de Longh, Pieter Alexander Lekkerkerk e Marco Kemp.São Paulo, 31/10/2012.Pieter Alexander Lekkerkerk-Presidente eAcionista;MarcoKemp-SecretárioeAcionista.WHSistemasdeTecnologiadalnformaçãoParticipaçõesS.A.-Acionista,JosédePaivaFerreira-Acionista,RonaldAntondeLongh-Acionista.EstatutoSocialda-EscolherseguroCorretoradeSegurosS.A.-CapítuloI-DaDenominação, Sede, Objeto e Duração-Art. 1º-A Escolherseguro Corretora de Seguros S.A. é uma sociedade anônima que se rege por este Estatuto Social, pelo disposto na Lei das Sociedades Anônimas (Lei nº 6.404, de 15/12/1976) e pelas demais disposições legais e regulamentares que lhe forem aplicáveis (“Cia.”).Art. 2º-A Cia.tem sede e foro na Cidade de São Paulo/SP, R.24 de Maio, nº 276, 7º, República, CEP 01041-000. § 1º-É facultado à Cia. abrir filiais, agências ou escritórios por deliberação do Cons. de Administração, observada a legislação vigente sobre a matéria estando de acordo com as normas e regulamentação da Superintendência Nacional de Seguros Privados (“SUSEP”).Art. 3º-A Cia. tem por objeto social (i) corretagem de seguros dos ramos elementares; (ii) corretagem de seguros dos ramos vida, capitalização, planos previdenciários, saúde; (iii) intermediação de produtos financeiros e de crédito, como consórcios, leasing, financiamentos e cartão de crédito; (iv) produtos de alarmes e monitoramento; (v) equipamentos de rastreamento, aliada a toda e qualquer intermediação de negócios sobre os assuntos relacionados a esse objeto social, com exceção daqueles que sejam próprios de Sociedades Seguradoras, Sociedades de Capitalização e Entidades Abertas de Previdência Complementar; (vi) prestação de serviços de consultoria em investimentos financeiros e intermediação na obtenção de empréstimo;e (vii) marketing direto.Art.4º-A Cia.terá prazo indeterminado de duração, dissolvendo-se por determinação da Assembleia Geral ou nas hipóteses previstas em lei, com a observância das disposições legais e estatutárias.Capítulo II-Do Capital-Art. 5º-O capital social é de R$2.940.002,00, representado por 2.764.706 ações, sendo 2.764.704 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal e 02 ações preferenciais classe ES, conversíveis, nominativas e sem valor nominal. § 1º-As ações serão indivisíveis perante a Cia., que não reconhecerá mais que um proprietário para cada unidade e a propriedade das ações será comprovada pela devida inscrição do nome do titular no Livro de Registro de Ações Nominativas da Cia..§ 2º-A transferência das ações de emissão da Cia.opera-se por termo lavrado no Livro de Transferência de Ações Nominativas, datado e assinado pelo cedente e pelo cessionário, ou seus legítimos representantes. Se a transferência for decorrente de decisão judicial, a transmissão se fará mediante averbação no Livro de Registro de Ações Nominativas, à vista de documento hábil, que ficará em poder da Cia..§ 3º-Cada ação ordinária dará direito a 01 voto nas deliberações das Assembleias Gerais da Cia..§ 4º-As ações preferenciais classe ES (i) não conferirão direito de voto;(ii) serão conversíveis em ações ordinárias após 04 (quatro) anos contados da presente data e não outorgarão aos seus titulares direito de preferência na subscrição de novas ações em decorrência de futuros aumentosdecapitaldaCia.;e(iii)conferirãodividendosacadatitular,incluindodividendosintermediários,demaneiraquecadatitulardasações preferenciais classe ES receba 34% (trinta e quatro por cento) do total dos dividendos distribuídos pela Cia., considerando-se os dividendos pagos em razão das ações preferenciais classe ES e os dividendos pagos em razão das ações ordinárias e/ou preferenciais de outras classes que cada titular da ação preferencial classe ES detiver.§ 5º-As ações preferenciais classe ES não outorgarão direito a qualquer outra distribuição pela Cia., preferência ou vantagem. § 6º-Mediante aprovação unânime dos acionistas, a Cia. poderá, observadas as normas legais e regulamentares em vigor, (i) resgatar as próprias ações, com o consequente cancelamento e retirada de circulação dessas ações, com ou sem diminuição do capital social; ou (ii) adquiri-las para permanência em tesouraria, para posteriormente aliená-las ou cancelá-las. Art. 6º-A Cia. está autorizada a aumentar o capital social, por meio da emissão de novas ações ordinárias, sem valor nominal, representativas de até 34% do capital social total e votante da Cia., independentemente de reforma estatutária.§ 1º-O aumento do capital social será realizado mediante deliberação do Cons.de Administração, para implementação de plano de opção de compra ou para autorizar a subscrição de ações previstas em bônus de subscrição emitidos pela Cia., sem direito de preferência aos acionistas, em favor de outros acionistas, dos administradores, empregados e colaboradores da Cia., a quem competirá estabelecer as condições da emissão, inclusive preço, prazo e forma de sua integralização. § 2º-É expressamente vedada a emissão de partes beneficiárias pela Cia.. Capítulo III-Da Assembleia Geral-Art. 7º-A Assembleia Geral constitui órgão deliberativo da Cia., com poderes para decidir sobre todos os negócios relativos ao objeto social da Cia. e tomar as resoluções que julgar convenientes à sua defesa e desenvolvimento.Artigo Oitavo-As Assembleias Gerais Ordinárias e Extraordinárias serão convocadas pelo Cons. de Administração ou qualquer acionista, observadas as exceções previstas na Lei n.º 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada (“Lei das Sociedades por Ações”).§ 1º-As AGOs realizar-se-ão nos 04 primeiros meses após o término do exercício social anterior, a fim de que sejam discutidos os assuntos previstos no artigo 132 da Lei das Sociedades por Ações, e as AGEs, sempre que forem convocadas, atendidos os prazos estabelecidos no artigo 124 da Lei das Sociedades por Ações.§ 2º-O quorum mínimo necessário para a instalação da Assembleia Geral, em primeira convocação, é de maioria simples do capital social com direito de voto e, em segunda convocação, com qualquer número, conforme estabelecido no art.125 da Lei das Sociedades por Ações.§ 3º-A Assembleia Geral somente poderá deliberar sobre assuntos da ordem do dia, constantes dos respectivos editais de convocação, ressalvadas as exceções previstas na Lei das Sociedades por Ações.§ 4º-Independentemente das formalidades previstas neste artigo, será considerada regular a Assembleia Geral a que compareceremtodososacionistas.§5º-ACia.,enquantotivermenosdevinteacionistasepatrimôniolíquidoinferioraR$1.000.000,00,poderá, nos termos do artigo 294, inciso II, da Lei das Sociedades Anônimas, deixarde publicaros seguintes documentos, desde que sejam,por cópias autenticadas, arquivados na Junta Comercial juntamente com a ata da assembleia que sobre eles deliberar:(i) relatório da administração sobre os negócios sociais e os principais fatos administrativos do exercício findo; (ii) cópia das demonstrações financeiras; (iii) parecer dos auditores independentes, se houver;(iv) parecer do Cons.fiscal, inclusive votos dissidentes, se houver;e (v) demais documentos pertinentes a assuntos incluídos na ordem do dia.Art. 9º-Os acionistas ou os seus representantes presentes na Assembleia Geral, antes de sua instalação, deverão assinar o Livro de Presença de Acionistas, indicando o seu nome, nacionalidade e residência, bem como a quantidade das ações de que forem titulares, e, no caso de o acionista ser representado por procuradores, deverá assinar e/ou apresentar o instrumento que outorgue a tais procuradores os poderes suficientes para representar o acionista na Assembleia Geral em questão, nos termos da Lei das Sociedades por Ações. Art. 10-A Assembleia Geral será instalada e presidida pelo Presidente do Cons. de Administração, a quem caberá escolher o Secretário. Na ausência ou impedimento do Presidente, caberá aos acionistas presentes à Assembleia Geral eleger um dos presentes para presidir os trabalhos, a quem caberá escolher o Secretário.Parágrafo Único-O Presidente da Assembleia Geral deverá observar e fazer cumprir as disposições do(s) acordo(s) de acionista(s) arquivado(s) na sede da Cia., não permitindo que se computem os votos proferidos em contrariedade com o conteúdo de tal(is) acordo(s) de acionista(s).Art.11-As deliberações das Assembleias Gerais Ordinárias e Extraordinárias, ressalvadas as exceções previstas em lei e sem prejuízo do disposto neste Estatuto Social e nos acordos de acionistas arquivados na sede da Cia., serão tomadas por maioria absoluta de votos, não computando os votos em branco.§ Único-Na Assembleia Geral que tiver por objeto as matérias indicadas nos incisos abaixo, será necessária a aprovação das ações representativas de 85% do capital social com direito a voto: (a) a alteração do Estatuto Social da Cia.para (i) alterar as regras referentes à administração da Cia.e/ou os quoruns estabelecidos para as deliberações dos órgãos colegiados da Cia.; e (ii) dar curso aos eventos indicados nos incisos abaixo; (b) o aumento e/ou redução do capital social e da quantidade de ações de emissão de Cia., exceto pelo capital autorizado nos termos do Art.6º;(c) a fusão, cisão, transformação, incorporação ou qualquer outra reestruturação societária da Cia.; (d) a aprovação de distribuição pública de valores mobiliários de emissão da Cia.; (e) a alteração na espécie, classe, preferências e vantagens das ações de emissão da Cia., bem como condições de resgate, amortização ou remuneração devida a uma ou mais espécies e/ou classes de ações de emissão da Cia.(seja sob a forma de dividendos, juros sobre o capital próprio ou qualquer outra forma), assim como a criação/extinção de espécies e classes de ações de emissão da Cia.; (f) o pedido de autofalência, bem como de liquidação, dissolução, recuperação judicial ou extrajudicial da Cia., nos termos da Lei nº 11.101/2005, e alterações posteriores;(g) a fixação e alteração da remuneração global dos administradores da Cia.;(h) a mudança do objeto social da Cia.;(i) a declaração, aprovação e destinação da distribuição de dividendos ou juros sobre o capital próprio devidos às ações de emissão da Cia.;(j) a alteração do dividendo mínimo ou obrigatório; (k) a distribuição da remuneração global anual dos membros do Cons.de Administração; (l) a concessão de qualquer garantia em favor de terceiros, de natureza estranha ao objeto social da Cia.;e (m) a realização de quaisquer negócios ou atividades fora do curso normal dos negócios da Cia.. Capítulo IV-Dos Órgãos de Administração da Cia.-Art. 12-A administração da Cia. será exercida pelo Cons.de Administração e pela Diretoria, de acordo com os poderes conferidos pela legislação aplicável e pelo presente Estatuto Social. Os membros do Cons. de Administração e da Diretoria estão dispensados de prestar caução ou oferecer qualquer garantia para o exercício de suas funções nos respectivos cargos.§ 1º-Os membros do Cons.de Administração e da Diretoria serão investidos em seus cargos mediante a assinatura dos respectivos termos de posse, lavrados, respectivamente, no Livro de Atas das Reuniões do Cons.de Administração e no Livro de Atas das Reuniões da Diretoria, permanecendo em seus respectivos cargos até a posse de seus sucessores.§ 2º-A assinatura do termo de posse deverá ser realizada nos 30 dias subsequentes à eleição, sob pena da nomeação tornar-se sem efeito, salvo justificação aceita pelo respectivo órgão da administração para o qual o administrador tiver sido eleito. § 3º-A remuneração dos membros do Cons. de Administração e da Diretoria será fixada pela Assembleia Geral de forma individual ou global, competindo ao Cons. de Administração, nesta últimahipótese,deliberarsobreadistribuiçãoespecíficadomontanteglobalentreosórgãosdaadministraçãoeaosseusrespectivosmembros. CapítuloV-Do Cons. de Administração-Art. 13-O Cons. de Administração será composto de 05 membros, acionistas ou não da Cia., residentes ou não no País, eleitos e destituíveis a qualquer tempo pela Assembleia Geral. Art. 14-A eleição do Presidente do Cons. de Administração, escolhido entre os membros do Cons., será realizada na primeira reunião Cons.de Administração.Os demais Conselheiros não terão designação específica.Art.15-Os membros do Cons.de Administração serão eleitos para um mandato de 01 ano, sendo permitida a reeleição. § 1º-A Assembleia Geral poderá eleger suplentes para os membros do Cons. de Administração. § 2º-Embora o mandato dos membros do Cons.de Administração seja de, no máximo, 01 ano, qualquer um deles poderá ser destituído do cargo, a qualquer tempo, por deliberação dos acionistas, reunidos em Assembleia Geral.§ 3º-Os membros do Cons.de Administração eleitos e empossados deverão permanecer em seus cargos e no exercício de suas funções até que sejam eleitos e empossados seus substitutos.§ 4º-O membro do Cons.de Administração deve ter reputação ilibada, não podendo ser eleito, salvo deliberação em contrário da Assembleia Geral, aquele que (i) ocupar cargos em Cia.s que possam ser consideradas concorrentes da Cia.; ou (ii) tiver ou representar interesse conflitante com a Cia.. Não poderá ser exercido o direito devotopelomembrodoCons.deAdministraçãocasoseconfigurem,supervenientemente,osmesmosfatoresdeimpedimento.§5º-Évedado, na forma do artigo 115, parágrafo 1.º da Lei das Sociedades por Ações, o exercício do direito de voto, na eleição dos membros do Cons. de Administração, em circunstâncias que configurem conflito de interesse entre o membro do Cons.de Administração e a Cia..Art. 16-A quem o Presidente do Cons. de Administração indicar, compete substitui-lo em suas ausências e impedimentos e, ainda, em caso de vaga, ocupar o cargo de Presidente do Cons. de Administração até a eleição de novo titular. Caso não seja possível a indicação de novo titular, não será instalada reunião do Cons. de Administração da Cia.. § Único-No caso de impedimento ou ausência temporária de qualquer outro membro do Cons. de Administração, o Conselheiro impedido ou ausente poderá indicar, mediante comunicação por escrito ao Presidente do Cons. de Administração, dentre os suplentes dos membros do Cons., se houver, aquele que o representará, inclusive com relação às manifestações de voto, nas reuniões do Cons.de Administração.Art.17-No caso de vacância do cargo de Conselheiro que deixe o Cons.de Administração com número de membros inferior ao número mínimo estabelecido neste Estatuto, será convocada Assembleia Geral, no prazo máximo de 30 dias, para eleger o(s) substituto(s). Art. 18-O Cons. de Administração reunir-se-á sempre que convocado pelo seu Presidente ou por qualquer um de seus membros. O Cons. de Administração deverá se reunir, ordinariamente, no mínimo a cada 04 meses. § 1º-As convocações para as reuniões do Cons.de Administração serão feitas por cartas registradas e, nos casos urgentes, por meio de telegramas, fax, ou e-mail com 03 dias úteis de antecedência mínima e deverão conter a ordem do dia, informando as matérias que serão discutidas e deliberadas, devendo ainda indicar que todos os documentos necessários para amparar as decisões relativas aos assuntos objeto da ordem do dia estão disponíveis na sede da Cia.. As matérias que não estiverem especificadas na ordem do dia somente poderão ser levadas à discussão se todos os Conselheiros estiverem presentes à reunião e concordarem com a inclusão da matéria na ordem do dia.§ 2º-As reuniões do Cons.de AdministraçãoserãorealizadaspreferencialmentenasededaCia.eserãoconsideradasinstaladascomapresençadamaioriadosseusmembros,sendo considerado como presente o Conselheiro que, na ocasião estiver presente fisicamente na reunião, bem como estiver presente por meio de mecanismos de teleconferências, ou devidamente representado nos termos do Parágrafo Único do Art.16 ou, ainda, tiver enviado seu voto por escrito por carta, e-mail ou via fax. § 3º-Sem prejuízo das formalidades acima mencionadas, será considerada regular a reunião do Cons. de

Administração à qual todos os Conselheiros comparecerem.§ 4º-As atas das reuniões do Cons. de Administração serão lavradas e deverão circular entre os Conselheiros para elaboração de eventuais comentários, devendo ser assinada em até 05 dias úteis a contar da realização da respectiva reunião.Art.19-As deliberações do Cons.de Administração serão tomadas por (i) unanimidade de votos de seus membros para as matérias relevantes elencadas no § 1º do Art.21;(ii) pelo voto de 03 dos 05 membros do Cons.de Administração para as matérias elencadas no § 2º do Art. 21. As demais deliberações serão tomadas por votos da maioria dos membros do Cons. de Administração presentes em reunião.Art. 20-Nas deliberações do Cons.de Administração, deverão ser observadas as previsões dos acordos de acionistas arquivados na sede da Cia., sendo inválidos eventuais votos manifestados em desacordo com o que houver sido ali estabelecido. Caberá ao Presidente do Cons.de Administração fiscalizar o cumprimento da regra, convocando Assembleia Geral em caso de descumprimento ou dúvida na aplicação dos acordos de acionistas arquivados na sede da Cia..Art. 21-O Cons.de Administração observará os quóruns qualificados especificados de acordo com a matéria que será votada. § 1º-Dependerão de deliberação da unanimidade dos membros do Cons. de Administração as seguintes matérias (“Matérias Relevantes”): (a) A aquisição, alienação, cessão ou oneração de participações societárias detidas pela Cia. em outras sociedades ou empreendimentos, incluindo operações de fusão, aquisição, joint-venture, investimento, desinvestimento e outras similares; (b) Ingresso da Cia. em parcerias, consórcios, joint-ventures, sociedades em conta de participação ou outra forma de aliança estratégica, envolvendo ou não a troca de ativos; (c) A abertura ou encerramento de filiais e escritórios da Cia.; (d) Aprovação dos planos estratégicos e comerciais da Cia.;(e) Aprovação dos orçamentos anuais da Cia.e quaisquer revisões, alterações ou substituições dos orçamentos anuais já aprovados. (f) A nomeação de procuradores da Cia., excluindo procurações “ad judicia”; (g) A proposta de destinação dos lucros líquidos da Cia. e o pagamento de dividendos intermediários (à conta de lucros acumulados ou de reservas de lucros existentes no último balanço anual ou semestral) e juros sobre capital próprio aos acionistas da Cia.; (h) A celebração, rescisão ou alteração de qualquer operação com Partes Relacionadas, entendidas como (i) pessoas físicas ou jurídicas que, direta ou indiretamente, controlam a Cia., ou são por ela controladas, ou estão sob controle comum; (ii) pessoas que possuem, direta ou indiretamente, influência no poder de voto da Cia.; e (iii) pessoas que tem autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da Cia., inclusive seus diretores e executivos; (i) Investimentos, desinvestimentos, contratos comerciais, contratos financeiros em valor igual ou superior ao equivalente, em moeda corrente nacional, a R$100.000,00, se não previamente aprovados no orçamento anual da Cia.; (j) A instituição de ônus sobre bens da Cia. e a emissão/outorga de garantias em quaisquer negócios e operações; (k) A escolha e contratação de avaliadores da Cia., caso necessário; e (l) O ingresso em juízo ou câmara arbitral (litigation), a escolha dos advogados e a outorga de procurações “ad judicia” e “ad judicia et extra”, estratégia/linha de conduta da Cia.e a eventual celebração de acordos (settlement), caso o valor envolvido da demanda seja igual ou superior a R$20.000,00.§ 2º-Dependerão de deliberação de 04 (quatro) dos 05 membros do Cons.de Administração as seguintes matérias:(a) A contratação, demissão e remuneração dos membros da Diretoria e/ou dos ocupantes dos Cargos Executivos, com exceção de (i) Pieter Alexander Lekkerkerk, holandês, solteiro, empresário, corretor de seguros, portador do RNE nº V-519729-L, inscrito no CPF/MF nº 232.923.338-81, residente e domiciliado na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, no Largo do Arouche, 161, apto.152, República (“Pieter”);e (ii) Marco Kemp, holandês, divorciado, corretor de seguros, RNE nºV-343867-Z, CPF/MF nº 228.762.398-17, residente e domiciliado na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Doutor Sodré, n.º 158, apartamento 12,Vila Nova Conceição (“Marco”);(b) A distribuição da remuneração global anual dos Diretores.A distribuição da remuneração global anual dos membros do Cons.de Administração, se e quando houver, dependerá de deliberação da Assembleia de Acionistas;(c) A contratação, demissão e remuneração dos executivos da Cia.(com exceção dos membros da Diretoria e/ou de Cargos Executivos), entendidos como os demais profissionais que ocupam cargos de confiança com poderes, ainda que limitados, de gestão de pessoas e/ou departamentos da Cia., com exceção de Pieter e Marco; (d) A aquisição, alienação, arrendamento ou oneração de bens e ativos da Cia. em valor igual ou superior a R$100.000,00, se não previamente aprovados no orçamento anual da Cia.; (e) Aprovação, instituição, modificação e revogação de plano de opção de compra de ações (stock option plan) da Cia. para os membros do Cons. de Administração e da Diretoria, executivos, empregados e colaboradores da Cia., bem como autorização da outorga aos elegíveis; (f) Instituição, modificação e revogação de benefícios (fringe benefits) aos membros da Diretoria, executivos, empregados e colaboradores da Cia.; e (g) Aprovação de empréstimos, pagamentos e/ou operações de investimento ou desinvestimento não inseridos no orçamento anual da Cia.e que tenham valor inferior ao equivalente, em moeda corrente nacional, a R$100.000,00.§ 3º-Dependerão de deliberação de 03 dos 05 membros do Cons. de Administração as seguintes matérias: (a) O desligamento e/ou destituição e/ou remoção de Pieter e/ou de Marco da posição de membros da Diretoria e/ou de Cargos Executivos, caso as metas estabelecidas pelo Cons. de Administração não sejam atingidas e já tenha decorrido 02 semestres após o Investimento.Art.22-Compete ao Presidente do Cons.de Administração:(a) convocar e dirigir as reuniões do Cons.de Administração;(b) designar data, hora, local e agenda das reuniões do Cons.de Administração e convocar os seus membros para as reuniões agendadas; (c) presidir as reuniões; (d) submeter à votação dos Conselheiros as matérias constantes da ordem do dia das reuniões; (e) expressar em resoluções as deliberações do Cons., para conhecimento ou cumprimento dos Diretores e do próprio Cons. de Administração;e (f) convocar a Assembleia Geral, desde que autorizada pelo Cons.de Administração.CapítuloVI-Da Diretoria-Art. 23-A Diretoria exercerá a gestão e a representação da Cia. e será composta por, no mínimo, 02 e, no máximo, 05 membros, residentes e domiciliados no país, com mandato de 02 anos, sendo permitida a reeleição.§ 1º-Pelo menos um membro da Diretoria será sempre designado como Diretor Técnico, sendo que os demais não terão designação específica.O Diretor Técnico da Cia.deverá ser corretor de seguros de todos os ramos, devidamente habilitado e registrado perante a SUSEP, cabendo-lhe o uso do nome da Cia., relativamente aos atos sociais específicos de corretagem de seguros, em especial, a assinatura de propostas e de documentos encaminhados à SUSEP.§ 3º-A Cia.se obriga a manter no cargo de DiretorTécnico, durante toda a sua vigência, somente corretores de seguros de todos os ramos, habilitados e registrados na SUSEP. § 4º-Eventuais procuradores nomeados pela Cia., nos termos deste Estatuto Social, para tratar de assuntos relativos à corretagem de seguros deverão ser, obrigatoriamente, corretores de seguros de todos os ramos, habilitados e registrados na SUSEP. § 5º-Não obstante o mandato dos Diretores ser de 02 anos, qualquer um deles poderá ser destituído do cargo por deliberação do Cons. de Administração, nos termos previstos neste Estatuto Social.Fica vedada a operação da Cia.sem que haja um DiretorTécnico corretor de seguros de todos os ramos, devidamente habilitado e registrado perante a SUSEP empossado no cargo.§ 6º-Mesmo depois de terminado o mandato para o qual foram eleitos, os Diretores continuarão no exercício de seus cargos até a eleição e posse dos seus substitutos.§ 7º-Na ausência ou impedimento temporário de qualquer membro da Diretoria, com exceção do Diretor Técnico, suas funções serão exercidas temporária e cumulativamente por outro Diretor designado pelo Cons.de Administração.O Diretor Técnico somente poderá ter suas funções temporária e cumulativamente exercidas por outro Diretor que seja corretor de seguros de todos os ramos, devidamente habilitado e registrado perante a SUSEP. § 8º-Em caso de vaga ou impedimento definitivo verificado em qualquer um dos cargos da Diretoria, o Cons.de Administração promoverá, dentro de 15 dias contados da data da vacância do cargo ou verificação do impedimento, a eleição de um novo Diretor.Art.24-Compete à Diretoria praticar os atos normais de administração, necessários à consecução dos fins sociais e ao regular funcionamento da Cia., nos termos previstos neste artigo e de acordo com as limitações impostas por este Estatuto Social.§ 1º-Compete a 02 Diretores em conjunto ou a 01 Diretor em conjunto com 01 procurador com poderes específicos, exceto pelos atos de gestão privativos do Diretor Técnico estabelecidos no § 1º do Art. 23, o uso da firma da Cia. e a representação desta, ativa ou passivamente, perante terceiros, no Brasil ou exterior; perante repartições públicas federais, estaduais e municipais, autarquias e sociedades de economia mista;em Juízo ou fora dele, podendo, para tanto, contrair obrigações, abrir e operar contas bancárias, transigir, ceder e renunciar direitos, podendo, enfim, praticar todos os atos normais de administração necessários à consecução dos fins sociais e ao regular funcionamento da Cia.. Compete ao Diretor Técnico, isoladamente, o uso do nome da Cia., relativamente aos atos sociais específicos de corretagem de seguros, em especial, a assinatura de propostas e de documentos encaminhados à SUSEP e às seguradoras.§ 2º-Os Diretores, mediante prévia aprovação do Cons.de Administração, poderão nomear procuradores para agir em nome da Cia., cujo instrumento de mandato estabelecerá, expressa e detalhadamente, os poderes que lhes são atribuídos, observadas as limitações contidas neste Estatuto Social e o prazo de vigência, que não poderá ser superior a 01 ano, excetuando-se desta restrição e desse prazo de validade, o mandato judicial. § 3º-São expressamente vedados, sendo nulos de pleno direito e inoperantes com relação à Cia., os atos de qualquer Diretor, procurador ou funcionário que a envolverem em obrigações relativas a negócios ou operações estranhas aos objetos sociais. A Cia.somente poderá prestar fianças, avais ou outras garantias em favor de terceiros, após prévia aprovação do Cons.de Administração, nos termos fixados neste Estatuto Social.§ 4º-É vedado aos Diretores prestar, em nome da Cia., avais, fianças e quaisquer atos de favor estranhos ao interesse social, bem como representar a Cia. de forma diversa da estabelecida neste Estatuto, sob pena de serem nulos e de nenhum efeito os atos assim praticados.Art.25-Compete aos Diretores, sem prejuízo de outras atribuições determinadas pelo Cons.de Administração: (a) participar, sempre que convocados, das reuniões do Cons. de Administração, sem, contudo, ter o direito de voto sobre as matérias ali discutidas; e (b) representar a Cia., quando, por força de lei ou decisão judicial, for exigível o depoimento pessoal ou o interrogatório de seu representante legal.Art.26-A Diretoria reunir-se-á sempre que convocada por qualquer um dos Diretores e suas resoluções constarão no Livro de Atas das Reuniões da Diretoria, sendo as reuniões realizadas na sede da Cia.ou no local indicado na convocação.§ 1º-O quorum mínimo para quaisquer deliberações da Diretoria é de 02 Diretores, devendo as deliberações ser tomadas por unanimidade. § 2º-Considerar-se-á regularmente convocada a Diretoria, por qualquer meio que permita a comprovação do recebimento da convocação por parte dos Diretores, tais como telegrama, carta registrada, e-mail ou qualquer outro meio semelhante.Considera-se regular a reunião que contar com a presença de todos os Diretores, que deverão assinar a ata de Reunião da Diretoria.CapítuloVII-Dos Deveres e Responsabilidades dos Administradores-Art. 27-Além de outros deveres e responsabilidades previstos na da Lei das Sociedades por Ações, os administradores devem servir com lealdade à Cia. e manter reserva sobre seus negócios, sendo-lhes vedado: (a) Usar, em beneficio próprio ou de outrem, com ou sem prejuízo para a Cia., as oportunidades comercias de que tenham conhecimento em razão do exercício de seu cargo;(b) Omitir-se no exercício ou proteção de direitos da Cia. ou, visando à obtenção de vantagens para si ou para outrem, deixar de aproveitar oportunidades de negócio de interesse da Cia.; e (c) Adquirir, para revender com lucro, bem ou direito que sabem necessário à Cia., ou que esta tencione adquirir. § 1º-Cumpre, ademais, aos administradores, guardar sigilo sobre qualquer informação que ainda não tenha sido divulgada para conhecimento do mercado, obtida em razão do cargo, sendo-lhes vedado valer-se da informação para obter vantagem, para si ou para outrem. § 2º-Os administradores devem zelar para que a violação do disposto no § 1º não venha a ocorrer por meio de subordinados ou terceiros de sua confiança.Art.28-Cumpre aos administradores abster-se de manter atividades ou participar de negócio concorrente ou conflitante com a Cia., salvoserestarautorizadoematadaAssembleiaGeral.Outrossim,évedadoaosadministradoresintervire/oudeliberarrelativamenteaqualquer operação social ou matéria em que tiverem interesse conflitante com o da Cia., cumprindo-lhes cientificar os demais administradores do seu impedimento e fazer consignar em ata da Assembleia Geral ou de reunião do Cons. de Administração ou reunião de Diretoria a natureza e extensão desse impedimento.Parágrafo Único-Ainda que observado o disposto neste artigo, os administradores somente poderão contratar com a Cia. em condições razoáveis ou equitativas, idênticas às que prevalecem no mercado ou em que a Cia. contrataria com terceiros. CapítuloVIII-Do Cons. Fiscal-Art. 29-O Cons. Fiscal da Cia., de funcionamento não permanente, será composto de 03 (três) membros efetivos e de igual número de suplentes, os quais serão eleitos em Assembleia Geral que deliberar sobre a sua instalação, sendo os conselheiros escolhidos entre acionistas ou não, brasileiros e residentes no País, com a observância das prescrições legais. § 1º-Os membros efetivos do Cons. Fiscal ou os suplentes em exercício perceberão a remuneração que for fixada pela Assembleia Geral que os eleger, ao determinar a instalação e o funcionamento do órgão, respeitado o mínimo estabelecido no art. 162, § 3º, da Lei das Sociedades por Ações. § 2º-O Cons. Fiscal somente será instalado a pedido dos acionistas, obedecidas às determinações legais e cada período de seu funcionamento terminará na primeira Assembléia Geral Ordinária que for realizada após a sua instalação.Capítulo IX-Do Exercício Social, Lucros e Distribuição de Dividendos-Art. 30-O exercício social terá a duração de um ano, iniciando-se em 1.º de janeiro e terminando em 31 de dezembro de cada ano.§ 1º-Ao final de cada exercício social, a Diretoria fará elaborar, com base na escrituração mercantil da Cia., as demonstrações financeiras previstas na Lei das Sociedades por Ações, as quais deverão ser auditadas por auditor independente registrado na Comissão de Valores Mobiliários. § 2º-Poderão ser elaborados balanços trimestrais e, por proposta do Cons. de Administração, poderá ser proposta à Assembleia Geral a distribuição de dividendos intermediários, à conta dos lucros apurados nos balanços trimestrais ou dos lucros acumulados, desde que observados os limites estabelecidos neste Estatuto Social.Art.31-Do resultado do exercício serão deduzidos, antes de qualquer participação, os prejuízos acumulados e a provisão para o imposto de renda, nos termos do artigo 189 da Lei das Sociedades por Ações. § 1º-Do lucro remanescente serão deduzidas as participações estatutárias, se houver, calculadas segundo a ordem de preferência prevista no artigo 190 da Lei das Sociedades por Ações.§ 2º-Do lucro líquido do exercício:(i) 5% serão aplicados na constituição da reserva legal, até que seu montante atinja 20% do capital social, e (ii) 2% serão destinados à distribuição do dividendo mínimo obrigatório.Art. 32-Se o dividendo mínimo obrigatório não for pago em um exercício, o saldo não pago cumulará para o exercício seguinte, e assim sucessivamente, até que o saldo não pago integralmente seja totalmente quitado. Art. 33-A Assembleia Geral deliberará sobre a aplicação do saldo do lucro líquido do exercício e das reservas de lucros. Capítulo X-Da Liquidação da Cia.-Art. 34-A Cia. entrará em liquidação nos casos e pelo modo previsto em lei, ou ainda por deliberação da Assembleia Geral, com o quorum de acionistas representando 80% do capital social, a qual determinará a forma de sua liquidação,elegeráosliquidantesefixaráasuaremuneração.§1º-SendoaliquidaçãofixadaemAssembleiaGeral,estadeveráelegerenomear o liquidante. § 2º-Caso ainda não esteja instalado o Cons. Fiscal, a Assembleia Geral o elegerá e fixar-lhe-á a remuneração no período de liquidação. Capítulo XI-Da Arbitragem-Art. 35-Conforme previsto pela Lei n.º 9.307/96, os acionistas desde logo resolvem que qualquer divergência, controvérsia, diferença ou reclamação relativa aos conflitos societários envolvendo a Cia.ou seus acionistas e que não possa ser resolvida de forma pacífica dentro de um prazo de 30 dias mediante acordo privado entre os acionistas será decidida, definitivamente, pela via arbitral.A arbitragem será instituída, processada e conduzida na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, em língua portuguesa e segundo o Regulamento de Arbitragem do Centro de Arbitragem e Mediação da Câmara de Comércio Brasil-Canadá, em procedimento a ser administrado por referida Câmara. § 1º-Qualquer acionista pode submeter a controvérsia à arbitragem enviando uma notificação para os demais acionistas envolvidos. A decisão de submeter à arbitragem terá a natureza de execução específica. § 2º-A arbitragem será realizada por 03 árbitros. Estando envolvidos na disputa, a Cia., seus acionistas, administradores e/ou membros do Cons. Fiscal da Cia., tais entes assumem a obrigação de reunirem-se ativa ou passivamente na defesa de interesses comuns de forma que a arbitragem será sempre conduzida por 03 árbitros,eleitosesubstituídosdeacordocomasregrasdaCâmaradeComércioBrasil-Canadá(umárbitroindicadopelo(s)requerente(s),outro indicado pelo(s) requerido(s) e o terceiro, indicado, de comum acordo, e em prazo de 10 dias, pelos dois primeiros árbitros já nomeados). O terceiro árbitro será o presidente do tribunal. Se o terceiro árbitro não for escolhido dentro do prazo de 05 (cinco) dias, o Presidente do Centro de Arbitragem e Mediação da Câmara de Comércio Brasil-Canadá procederá a essa nomeação.§ 3º-Os acionistas instruirão os árbitros para que a audiência arbitral seja realizada dentro de 30 dias após a entrega dos respectivos termos de referência.Os árbitros serão instruídos pelos acionistas para que profiram a sentença arbitral dentro de 60 dias a contar da data da instituição da arbitragem.A sentença arbitral será definitiva, obrigatória e vinculante para os acionistas, e a decisão pode ser executada por qualquer juízo competente. Os acionistas têm expressa ciência da inexistência de qualquer direito de recurso em relação a sentença arbitral assim proferida, nos termos da Lei n.º 9.307/96.§ 4º-Cada um dos acionistas envolvidos arcará, antes da prolatação da sentença arbitral, com os respectivos custos e despesas decorrentes do procedimento arbitral.Os árbitros podem, a seu critério, determinar que seus honorários, os honorários dos advogados e outras custas e despesas similares sejam suportadas pela parte que for derrotada na arbitragem. § 5º-Os acionistas submetidos à arbitragem podem buscar proteção judicial (e nenhuma disposição deste § 5º deve ser interpretada como uma renúncia à arbitragem como um meio válido para resolver as controvérsias societárias aqui tratadas) apenas para o fim de (i) assegurar o início do procedimento arbitral de acordo com o disposto neste Estatuto Social, (ii) propor qualquer ação, em qualquer tribunal com jurisdição competente, visando a obter uma medida cautelar ou outra medida provisória para fazer com que o outro acionista cumpra com suas obrigações, assumidas nos termos deste Estatuto Social, antes ou durante os procedimentos arbitrais ou para evitar ou suspender qualquer dano presente, imediato ou provável, e (iii) executar quaisquer sentenças ou decisões proferidas pelos árbitros. § 6º-Para os fins do § 5º, os acionistas desde logo elegem o foro da Comarca de São Paulo, Estado de São Paulo, em prejuízo de qualquer outra jurisdição, por mais privilegiada que seja. § 7º-Havendo necessidade de procedimento judicial, a parte vencida pagará todas as custas e despesas processuais, inclusive honorários dos advogados da parte vencedora. Capítulo XI-Das Operações entre Partes Relacionadas-Art. 36-As operações entre Partes Relacionadas somente podem ser contratadas em condições razoáveis e equitativas, idênticas às que prevalecem no mercado. § 1º-Ficam entendidas como “Partes Relacionadas” aquelas pessoas físicas ou jurídicas com as quais a Cia. tenha possibilidade de contratar, em condições que não sejam as de comutatividade e independência que caracterizam as transações com terceiros alheios (i) à Cia., (ii) ao seu controle gerencial ou (iii) a qualquer outra área de influência. Os termos “contratar” e “transações” referem-se, neste contexto, a operações tais como: comprar, vender, emprestar, tomar emprestado, remunerar, prestar ou receber serviços, dar ou receber em consignação, integralizar capital, exercer opções, distribuir lucros etc. § 2º-A Diretoria deverá sempre se certificar de que os contratos com Partes Relacionadas, acordo(s) de acionistas e programas de opções de aquisição de ações ou de outros títulos ou valores mobiliários de emissão da Cia. fiquem à disposição dos acionistas e do Cons. de Administração ou sejam prontamente disponibilizados quando solicitados. Capítulo XII-Das Disposições Gerais eTransitórias-Art. 37-Os casos omissos no presente Estatuto Social serão regidos pelas disposições da Lei das Sociedades por Ações e legislação vigente aplicável. § 1º-A Cia.observará o(s) Acordo(s) de Acionistas arquivado(s) em sua sede, sendo expressamente vedado aos integrantes da mesa diretora da Assembleia Geral e/ou reunião do Cons.de Administração acatar declaração de voto de qualquer acionista e/ou conselheiro proferida em desacordo com o que tiver sido ajustado em Acordo(s) de Acionistas devidamente arquivado(s) na sede social da Cia., sendo também expressamente vedado à Cia.aceitar e proceder à transferência de ações e/ou à oneração e/ou à cessão de direito de preferência à subscrição de ações e/ou de outros títulos e valores mobiliários conversíveis que não respeitar aquilo que estiver previsto e regulado em Acordo(s) de Acionistas. § 2º-Os acionistas, os membros do Cons. de Administração e os membros da Diretoria da Cia. estão impedidos de: (i) aceitar ouexercercargoouempregoempessoajurídicadeDireitoPúblico;e(ii)manterrelaçãodeemprego,direçãoourepresentaçãocomsociedade seguradora, resseguradora, de capitalização ou entidade aberta de previdência complementar. Jucesp nº 073.053/13-2 e sob NIRE nº 35.300.450.531 em 18/2/20133.Gisela Simiema Ceschin-Secretária Geral.

GSM Administracao e Negocios Imobiliarios S/A CNPJ 15.537.968/0001-29 Demonstrações Financeiras Balanço Patrimonial Encerrado em 31/12/2012 Ativo 18.483.992,15 Passivo 18.483.992,15 6.871.833,85 Ativo Circulante 1.241.676,56 Passivo Circulante 6.871.833,85 Disponivel 7.730,25 Valores a Pagar 6.866.171,00 Bens Numerarios 2.000,00 Fornecedores Artdata Contabil Ltda 712,00 Caixa 2.000,00 2.000,00 Bancos Conta Movimento 5.730,25 Zaluar Assessoria Empresarial Desvres Holding Ltda 4.250.000,00 Banco Santander 5.730,25 287.500,00 Valores a Receber 2.580,57 Renzo Bacco 2.325.959,00 Impostos a Recuperar 2.580,57 Prime Spring Holding Ltda Obrigações Trabalhistas 4.702,32 IRRF a Recuperar 2.580,57 4.702,32 Estoques 1.231.365,74 Pro Labore a Pagar Obrigações Sociais 317,22 Estoques 1.231.365,74 317,22 Imóveis para Revenda 1.231.365,74 INSS a Recolher Obrigações Tributárias 643,31 Ativo não Circulante 17.242.315,59 IRRF a Recolher 156,90 Imobilizado 17.242.315,59 PIS/Cofins/CSLL a Recolher 486,41 Bens 17.370.492,79 Patrimonio Liquido 11.612.158,30 Móveis E Utensílios 710.000,00 Capital Social Integralizado 11.766.345,13 Imóveis 16.660.492,79 Capital Social Subscrito 2.000,00 Depreciação Acumulada 128.177,20 Maurício Fereira Frizzarin 1.100,00 (-) Deprec.acum.móveis e Utensíli 29.583,34 Antonio Valdemir Frizzarin 900,00 (-) Deprec.benfeitoria de Imoveis 98.593,86 (-)Capital Social a Integralizar 11.764.345,13 Adiantamento p/ Futuro Aumento 11.764.345,13 Resultados Acumulados 154.186,83 Resultados Acumulados 154.186,83 Prejuízos Acumulados 154.186,83 Total do Ativo 18.483.992,15 , , Total do Passivo e Patrimônio Líquido 18.483.992,15 Demonstração do Resultado do Exercício Encerrado em 31/12/2012 Diretoria , (=) Prejuízo… 154.186,83 Maurício Ferreira Frizzarin - Presidente Outras Receitas/Despesas: (=) Prejuízo Antes dos Impostos, Particip. E… 154.186,83 Antonio Valdemir Frizzarin - Diretor Comercial Provisão de Impostos: Almir Ferreira-Contador-CT/CRC 1SP143563/O-2 Participações e Contribuições: Artdata Contabil Ltda EPP (=) Total do PREJUÍZO do... 154.186,83

Demonstração do Resultado do Exercício Encerrado em 31/12/2012 3-Receitas / 3.1-Receitas Operacionais / 3.1.5-Outras Receitas Operac. / 3.1.5.01-Receitas Financ. 3.1.5.01.0001-Rendimentos de Aplic. Financeiras 10.035,44 , 3.1.5.01.0003-Descontos Obtidos 6,00 Receitas Financeiras 10.041,44 Total de Receitas 10.041,44 (=) Receita Líquida 10.041,44 4-Custos / 4.1-Custo dos Prod Vend/Serv.prest/Merc.vend 4.1.3-Gastos Gerais de Fabricação 4.1.3.01-Gastos Gerais / 4.1.3.01.0012-Serviços de Terceiros 10.460,25 141,90 4.1.3.01.0013-Viagens e Representações Gastos Gerais 10.602,15 Total de Custos 10.602,15 (=) Prejuízo 560,71 5-Despesas / 5.1-Despesas Operacionais / 5.1.1-Comerciais 5.1.1.03-Gastos Gerais / 5.1.1.03.0010-Depreciações 98.593,86 5.1.1.03.0017-Serviços de Terceiros 3.737,97 Gastos Gerais 102.331,83 5.1.2-Administrativas / 5.1.2.01-Salários e Encargos 5.1.2.01.0002-Pro Labore 8.708,00 5.1.2.01.0008-INSS 1.741,60 Salários e Encargos 10.449,60 5.1.2.03-Gastos Gerais / 5.1.2.03.0007 597,00 5.1.2.03.0013-Depreciações 29.583,34 5.1.2.03.0018-Serviços de Terceiros 398,00 5.1.2.03.0032-Despesas/Informática 4.642,14 4.360,30 5.1.2.03.0038-Assessoriaontabil e Juridica Gastos Gerais 39.580,78 5.1.3-Desp.tributárias/Financeiras / 5.1.3.02-Despesas Financ. 5.1.3.02.0001-Juros Passivos 22,32 1.241,59 5.1.3.02.0003-Despesas Bancárias Despesas Financeiras 1.263,91 Total de Despesas 153.626,12


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28 -.ECONOMIA/LEGAIS

e Ibovespa retoma ritmo de alta

Os resultados da Petrobras vieram acima das estimativas de consenso. Oswaldo Telles, analista do Banco Espírito Santo.

conomia

O

terça-feira, 30 de abril de 2013

Luludi/LUZ

Petrobras e OGX puxaram o desempenho positivo do índice, após sequência de duas quedas. Expectativa é positiva com o retorno de IPOs.

Ibovespa, principal índice de ações da bolsa brasileira, fechou em alta de 1,17% ontem, aos 54.887 pontos. Com este desempenho, o índice interrompeu uma sequência de duas quedas seguidas. A retomada do Ibovespa foi puxada pela forte valorização das ações mais negociadas. O papel da Petrobras subiu 5,49%, a R$ 20,35. Outro destaque foram os papéis da empresa de petróleo do grupo EBX, de Eike Batista, a OGX, que acumulou alta de 18,57%, para R$ 2,17. As duas ações juntas representam mais de 13% do Ibovespa. A Petrobras divulgou na última sexta-feira um lucro 17% menor no primeiro trimestre deste ano na comparação com

igual período de 2012, na esteira da produção menor de petróleo e da despesa crescente com a importação de derivados. Apesar disso, analistas avaliam os números como melhores que o esperado. "Os resultados da Petrobras vieram acima das estimativas de consenso. Embora uma recuperação das margens fosse amplamente esperada, pensamos que a sua realização deve ser um importante fator para ajudar a melhorar o sentimento do mercado em relação a empresa", diz Oswaldo Telles, analista do Banco Espírito Santo. Segundo ele, a recuperação dos resultados da Petrobras foi possível por causa dos aumentos nos preços de diesel e da gasolina aplicados no trimestre, bem como a volumes

mais baixos de importação de derivados de petróleo. "Acreditamos que os programas de redução de custos e aumento de produtividade, assim como os recordes no processamento das refinarias, podem impactar positivamente os próximos balanços da companhia", afirma Carolina Flesch, do BB Investimentos. Já as ações da OGX refletiram a aprovação, por seus acionistas, da proposta de mudança da remuneração da diretoria. Com o preço das ações em forte queda, a OGX criou um bônus para compensar seus diretores, que viram a remuneração baseada nos papéis despencar em 2012. A empresa pagará um extra de R$ 5,35 milhões para os seus cinco diretores, vinculado aos resultados da compa-

Projeção é que as ofertas de novas ações na BM&FBovespa (acima) totalizem R$ 20 bilhões neste ano. nhia e ao desempenho individual dos executivos. Já a remuneração baseada em ações foi reduzida. No ano passado, os diretores dividiram uma gratificação de R$ 36 milhões – e inicialmente foi divulgado que foram pagos R$ 26 milhões. Em 2013, o valor estimado para essa remuneração caiu para R$ 4,4 milhões, calculado de acordo com a previsão da empresa para o preço da ação neste ano.

Além disso, a safra de IPOs (Initial Public Offering, em português Oferta Pública Inicial de Ações) parece ter retornado à bolsa. Ontem, duas empresas que abriram capital na última quinta-feira – Smiles e BB Seguridade – iniciaram a negociação de seus papéis no Novo Mercado da BM&FBovespa, segmento de alta transparência e de respeito aos acionistas minoritários. As ações do Smiles, programa de fidelidade da Gol, estrearam

com valorização de 5,99%, para R$ 23 cada. Já os papéis da BB Seguridade encerraram o pregão em queda de 2,35%, para R$ 16,60 cada. De acordo com Edemir Pinto, presidente da bolsa, as duas operações marcam a retomada das aberturas de capital de empresas. A expectativa é que neste ano as ofertas de novas ações totalizem R$ 20 bilhões. Até o momento, já atingiram R$ 14 bilhões. (Folhapress)


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terça-feira, 30 de abril de 2013

ECONOMIA/LEGAIS - 29

STAREXPORT TRADING S.A. CNPJ (MF) 54.646.419/0001-44

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas: Apresentamo-lhes as Demonstrações Financeiras da Starexport Trading S.A. referente ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes. O lucro líquido do exercício foi destinado para pagamento de dividendos, reserva para aumento de capital e reserva legal, conforme demonstração das mutações do patrimônio líquido. Agradecemos o empenho, a confiança e a cooperação demonstrados por todos que participaram de nossas atividades. São Bernardo do Campo, 29 de abril de 2013. A Diretoria

Ativos Circulante Caixa e equivalentes de caixa Contas a receber Impostos a recuperar Outros créditos

Não circulante Depósitos judiciais Impostos diferidos Investimentos

Balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (Em milhares de Reais) Nota 2012 2011 Passivos Nota Circulante 4 13.253 22.851 Fornecedores 9 5 21.847 8.929 Contas a pagar 10 486 436 Empréstimos e financiamentos 11 5 10 Impostos e contribuições a recolher 12 35.591 32.226 Outras contas a pagar 6 7 8b

7.826 772 1.218.139

7.826 18.086 1.235.708

Não circulante Provisões para contingências Outras contas a pagar Patrimônio líquido Capital social Reservas de capital Reservas de lucros

1.226.737 1.262.328

2012

2011

8.837 11.650 1.251 1.258 144 23.140

4.667 865 132 5.664

13

628 218 846

69.299 218 69.517

14 14 14

1.164.981 15.213 58.148 1.238.342 1.262.328

1.018.713 15.213 184.739 1.218.665 1.293.846

1.261.620 1.293.846

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO – Exercícios findos em 31/12/2012 e de 2011 - (Em milhares de Reais) Reserva de lucros Capital Incentivos Aumento de Reserva Lucros Nota social fiscais capital proposto legal acumulados Total Saldos em 1° de janeiro de 2011 918.713 15.213 53.722 12.548 1.000.196 Aumento de capital 100.000 100.000 Resultado líquido do período 118.469 118.469 Constituição reserva legal 5.923 (5.923) Destinações: Reserva para aumento de capital 112.546 (112.546) Saldos em 31 de dezembro de 2011 1.018.713 15.213 166.268 18.471 1.218.666 Aumento de capital 14 146.268 (146.268) Resultado líquido do período 51.327 51.327 Constituição reserva legal 14 2.566 (2.566) Destinações: Dividendos (20.000) (11.650) (31.650) Reserva para aumento de capital 14 37.111 (37.111) Saldos em 31 de dezembro de 2012 1.164.981 15.213 37.111 21.037 1.238.343

Notas explicativas às demonstrações financeiras – Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (Em milhares de Reais) 1 Contexto operacional - A Starexport Trading S.A. (“Companhia”) está são reconhecidos no resultado a menos que estejam relacionados à comdomiciliada no Brasil, com sede na cidade de São Bernardo do Campo, binação de negócios, ou itens diretamente reconhecidos no patrimônio sito à Av. Alfred Jurzykowsk, 562. A Companhia tem por objetivo o comér- líquido ou em outros resultados abrangentes. Imposto diferido é reconhecio em geral, exportação e importação. Os produtos e serviços comerciali- cido com relação às diferenças temporárias entre os valores contábeis de zados pela Companhia são substancialmente adquiridos da Companhia ativos e passivos para fins contábeis e os correspondentes valores usados controladora Mercedes-Benz do Brasil Ltda. e vendidos para Companhias para fins de tributação. O imposto diferido não é reconhecido para as do grupo no exterior. Dessa forma, a manutenção das atividades operacio- seguintes diferenças temporárias: o reconhecimento inicial de ativos e nais da Companhia está diretamente relacionada com as diretrizes e ope- passivos em uma transação que não seja combinação de negócios e que rações da sua controladora Mercedes-Benz do Brasil Ltda. e sua relacio- não afete nem a contabilidade tampouco o lucro ou prejuízo tributável, e nada Daimler AG no que se refere à aquisição e comercialização de produ- diferenças relacionadas a investimentos em subsidiárias e entidades contos, assim como, do suporte financeiro para a liquidação de suas obriga- troladas quando seja provável que elas não revertam num futuro previsível. ções com terceiros. 2 Base de preparação - 2.1 Declaração de conformi- Além disso, imposto diferido não é reconhecido para diferenças temporádade com relação às normas do CPC: As demonstrações financeiras rias tributáveis resultantes no reconhecimento inicial de ágio. O imposto individuais da controladora foram elaboradas de acordo com as práticas diferido é mensurado pelas alíquotas que se espera serem aplicadas às contábeis adotadas no Brasil que seguem os pronunciamentos emitidos diferenças temporárias quando revertidas. Ativos de imposto de renda e pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). A publicação das contribuição social diferidos são revisados a cada exercício e serão redudemonstrações financeiras foi autorizada na Reunião de Diretoria de 29 de zidos na medida em que sua realização não seja mais provável. c. Proviabril de 2013. Conforme permitido pela CPC 36 - Demonstrações Consoli- sões: Uma provisão é reconhecida, em função de um evento passado, se dadas, a Companhia não está apresentando as demonstrações financeiras a Companhia tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser esticonsolidadas, considerando que: • A controladora é ela própria uma con- mada de maneira confiável, e é provável que recursos econômicos sejam trolada integral de outra entidade, a qual, em conjunto com os demais pro- exigidos para liquidá-la. Tal obrigação possui prazo ou valor incerto. d. Reprietários, incluindo aqueles sem direito a voto, foram consultados e não dução ao valor recuperável (impairment): i. Ativos financeiros (incluindo fizeram objeção quanto a não apresentação das demonstrações financei- recebíveis) - Um ativo financeiro não mensurado pelo valor justo por meio ras consolidadas pela controladora; • A controladora final da Companhia, do resultado é avaliado a cada data de apresentação para apurar se há Mercedes-Benz do Brasil Ltda., com sede à Av. Alfred Jurzykowski, 562 evidência objetiva de que tenha ocorrido perda no seu valor recuperável. São Bernardo do Campo – SP, prepara suas demonstrações contábeis Um ativo tem perda no seu valor recuperável se uma evidência objetiva consolidadas em conformidade com os Pronunciamentos Técnicos do indica que um evento de perda ocorreu após o reconhecimento inicial do Comitê de Pronunciamentos Contábeis. A emissão das demonstrações ativo, e que aquele evento de perda teve um efeito negativo nos fluxos de financeiras foi autorizada pela Diretoria em 29 de abril de 2013. 2.2 Base caixa futuros projetados que podem ser estimados de uma maneira confide Mensuração: As demonstrações financeiras individuais foram prepara- ável. A evidência objetiva de que os ativos financeiros perderam valor pode das com base no custo histórico, exceto os instrumentos financeiros men- incluir o não-pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, a surados pelo valor justo por meio do resultado. 2.3 Moeda funcional e reestruturação do valor devido a Cia. sobre condições de que a Compamoeda de apresentação: As demonstrações financeiras são apresenta- nhia não consideraria em outras transações, indicações de que o devedor das em Real, que é a moeda funcional da Companhia. Todas as informa- ou emissor entrará em processo de falência, ou o desaparecimento de um ções financeiras apresentadas em Real foram arredondadas para o milhar mercado ativo para um título. ii. Ativos não financeiros - Os valores contámais próximo, exceto quando indicado de outra forma. 2.4 Uso de estima- beis dos ativos não financeiros da Cia. são revistos a cada data de apretivas e julgamentos: A elaboração de demonstrações financeiras de sentação para apurar se há indicação de perda no valor recuperável. Caso acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil requer que a Admi- ocorra tal indicação, então o valor recuperável do ativo é estimado. Uma nistração da Companhia faça julgamentos, estimativas e premissas que perda por redução ao valor recuperável é reconhecida caso o valor contáafetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ati- bil de um ativo ou sua UGC (“unidade geradora de caixa”) exceda seu valor vos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir recuperável. Perdas de valor são reconhecidas no resultado. Para os exerdessas estimativas. As estimativas e premissas são revistas de uma cícios findos em 31/1/22012 e 2011, a Cia. não possui indicativos de perda maneira continua. Revisões com relação às estimativas contábeis são no valor de seus ativos não financeiros. 3.5 Receitas e despesas finanreconhecidas no período em que elas são revisadas e em quaisquer perí- ceiras: As receitas financeiras abrangem basicamente receitas de juros odos futuros afetados. As informações sobre incertezas, premissas e esti- sobre aplicações financeiras. A receita de juros é reconhecida no resulmativas que possuam um risco significativo de resultar em um ajuste mate- tado, através do método dos juros efetivos. As despesas financeiras abranrial dentro do próximo exercício financeiro estão incluídas na nota explica- gem basicamente despesas com atualização monetária sobre as provitiva nº 13. 3 Principais práticas contábeis - As políticas contábeis descri- sões para contingências e são reconhecidas no resultado. 3.6 Gerenciatas em detalhes abaixo têm sido aplicadas de maneira consistente a todos mento de risco financeiro: A política da Administração é manter uma os períodos apresentados nessas demonstrações financeiras. 3.1 Receita sólida base de recursos para manter o desenvolvimento futuro da Compaoperacional: i. Venda de produtos: A receita operacional da venda de nhia. A Administração monitora o retorno sobre os recursos aplicados conprodutos no curso normal das atividades é medida pelo valor justo da con- siderando os resultados das atividades econômicas. As políticas adotadas traprestação recebida ou a receber. A receita operacional é reconhecida pela Administração para gerenciamento do risco de crédito, de liquidez, de quando existe evidência convincente de que os riscos e benefícios mais mercado e de taxa de juros estão apresentadas na Nota Explicativa 18. 3.7 significativos inerentes à propriedade dos bens foram transferidos para o Determinação do valor justo: Diversas políticas e divulgações contábeis da comprador, de que for provável que os benefícios econômicos financeiros Companhia exigem a determinação do valor justo, tanto para os ativos e pasfluirão para a entidade, de que os custos associados e a possível devolu- sivos financeiros como para os não financeiros. Quando aplicável, as informação de mercadorias podem ser estimados de maneira confiável, de que ções adicionais sobre as premissas utilizadas na apuração dos valores justos não haja envolvimento contínuo com os bens vendidos, e de que o valor da são divulgadas nas notas específicas àquele ativo ou passivo. receita operacional possa ser mensurado de maneira confiável. Caso seja 4 Caixa e equivalentes de caixa 2012 2011 provável que descontos serão concedidos e o valor possa ser mensurado Caixa e bancos 621 325 de maneira confiável, então o desconto é reconhecido como uma redução Aplicações financeiras em CDBs 12.632 22.526 da receita operacional conforme as vendas são reconhecidas. 3.2 Moeda 13.253 22.851 estrangeira: Transações em moeda estrangeira são convertidas para a Caixa e equivalentes de caixa incluem caixa, depósitos bancários a vista e respectiva moeda funcional da Companhia pelas taxas de câmbio nas investimentos financeiros de curto prazo. Os equivalentes de caixa são mandatas das transações. Ativos e passivos monetários denominados e apura- tidos com a finalidade de atender a compromissos de curto prazo e não para dos em moedas estrangeiras na data de apresentação são reconvertidos investimentos ou outros fins. As aplicações financeiras referem-se a certifipara a moeda funcional à taxa de câmbio apurada naquela data. O ganho cados de depósitos bancários remunerados a uma taxa média ponderada ou perda cambial em itens monetários é a diferença entre o custo amorti- de 100,28 % do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), tendo como zado da moeda funcional no começo do período, ajustado por juros e contraparte bancos de primeira linha. A exposição da Companhia a riscos pagamentos efetivos durante o período, e o custo amortizado em moeda de taxas de juro para ativos e passivos financeiros são divulgadas na nota estrangeira à taxa de câmbio no final do período de apresentação. As dife- explicativa 18. renças de moedas estrangeiras resultantes na reconversão são reconheci- 5 Contas a receber 2012 2011 das no resultado. Itens não monetários que sejam medidos em termos de Partes relacionadas custos históricos em moeda estrangeira são convertidos pela taxa de câm- Detroit Diesel Corporation 21.790 8.856 bio apurada na data da transação. 3.3 Instrumentos financeiros: (i) Ati- Mercedes-Benz do Brasil Ltda. 57 73 vos financeiros não derivativos: A Companhia reconhece os emprésti21.847 8.929 mos e recebíveis inicialmente na data em que foram originados. Todos os A exposição da Companhia aos riscos de crédito, moeda, perdas por redução outros ativos financeiros são reconhecidos inicialmente na data da nego- no valor recuperável relacionadas ao contas a receber de clientes e a outras ciação na qual se torna uma das partes das disposições contratuais do contas são divulgadas na nota explicativa 18. instrumento. A Companhia desreconhece um ativo financeiro quando os Vencimentos 2012 2011 direitos contratuais aos fluxos de caixa do ativo expiram, ou quando trans- Valores a vencer 4.707 8.916 ferem os direitos ao recebimento dos fluxos de caixa contratuais sobre um De 01 a 30 dias 12.962 13 ativo financeiro em uma transação no qual essencialmente todos os riscos De 31 a 60 dias 1.921 e benefícios da titularidade do ativo financeiro são transferidos. Qualquer De 61 a 90 dias 1.104 participação que seja criada ou retida pela Cia. em tais ativos financeiros De 91 a 180 dias 1.153 transferidos, é reconhecida como um ativo ou passivo separado. Os ativos 21.847 8.929 ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no 6 Depósitos judiciais 2012 2011 balanço patrimonial quando, e somente quando, a Companhia tenha o CSLL 6.496 6.496 direito legal de compensar os valores e tenha a intenção de liquidá-los em PIS 849 849 uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultanea- IR 481 481 mente. A Companhia classifica os ativos financeiros não derivativos nas 7.826 7.826 seguintes categorias: caixa e equivalentes de caixa e empréstimos e rece- O saldo de depósito judicial refere-se substancialmente, ao depósito relabíveis. Empréstimos e recebíveis: Empréstimos e recebíveis são ativos cionado ao processo com probabilidade de perda possível da CSLL de financeiros com pagamentos fixos ou calculáveis e que não são cotados no 1991, referente a expedição de CND - Manutenção Regime Especial, sob nº mercado ativo. Tais ativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo 1999.61.00.033236-4. 7 Impostos diferidos - O imposto de renda e a conacrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconheci- tribuição social diferidos são registrados para refletir os efeitos fiscais futuros mento inicial, os empréstimos e recebíveis são medidos pelo custo amorti- atribuíveis às diferenças temporárias entre a base fiscal e a contábil. O valor zado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda contábil do ativo fiscal diferido é revisado periodicamente e as projeções são por redução ao valor recuperável. Os empréstimos e recebíveis abrangem revisadas anualmente. Caso haja fatores relevantes que venham a modificar caixa e equivalentes de caixa, contas a receber, outros créditos, partes as projeções, estas são revisadas durante o exercício pela Cia. O imposto de relacionadas, entre outros. Caixa e equivalentes de caixa: Caixa e equi- renda e a contribuição social diferidos têm a seguinte origem: valentes de caixa compreendem saldos de caixa e investimentos financei2012 2011 ros resgatáveis no prazo de até 90 dias da data do balanço, registradas ao Provisões para contingências 200 17.514 custo, acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço, que Prejuízo com rendas variáveis 572 572 não supera o valor de mercado, os quais estão sujeitos a um risco insigni772 18.086 ficante de alteração no valor justo, e são utilizados pela Companhia na A Administração considera que os ativos fiscais diferidos decorrentes de difegestão das obrigações de curto prazo. (ii) Passivos financeiros não deri- renças temporárias serão realizados na proporção da resolução final das convativos: Todos os passivos financeiros são reconhecidos inicialmente na tingências e dos eventos que lhes deram origem. A conciliação da despesa data de negociação na qual a Companhia se torna uma parte das disposi- calculada pela aplicação das alíquotas fiscais combinadas e da despesa de ções contratuais do instrumento. A Companhia baixa um passivo financeiro imposto de renda e contribuição social debitada em resultado é demonstrada quando tem suas obrigações contratuais retiradas, canceladas ou expira- como segue: 2012 2011 das. A Companhia tem os seguintes passivos financeiros não derivativos: Resultado antes dos impostos 55.988 119.207 fornecedores e outras contas a pagar. Tais passivos financeiros são reco- Alíquota fiscal combinada 34% 34% nhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de IR e CSLL pela alíquota fiscal combinada (19.036) (40.530) transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos finan- Exclusões permanentes ceiros são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros Parcela redutora adicional de 10% 24 24 efetivos. (iii) Capital social: Ações ordinárias são classificadas como patriEquivalência patrimonial (3.364) 39.770 mônio líquido. Custos adicionais diretamente atribuíveis à emissão de Adições permanentes ações são reconhecidos como dedução do patrimônio líquido, líquido de Despesas não dedutíveis (2) quaisquer efeitos tributários. 3.4 Ativos e passivos: a. Investimentos: Os Outros itens investimentos em controladas (controle) e coligadas (influência significa- Reversão de provisão para contingências 17.772 tiva) e em demais sociedades que fazem parte de um mesmo grupo ou que Corrente (5.096) (2.502) estejam sob controle comum são avaliadas por equivalência patrimonial. Diferido 435 1.764 Outros investimentos que não se enquadrem na categoria acima são ava- Alíquota efetiva 8% 1% liados pelo custo de aquisição, deduzido de provisão para desvalorização 8 Investimentos quando aplicável. b. Imposto de renda e contribuição social: O imposto a. Composição ParticiPatrim. ParticiPatrim. de renda e a contribuição social do exercício corrente e diferido são calcupação líquido em pação líquido em lados com base nas alíquotas de 15%, acrescidas do adicional de 10% % 2012 % 2011 sobre o lucro tributável excedente de R$240 para imposto de renda e 9% Banco Mercedes Benz S.A. 100,00 1.198.418 100,00 1.214.035 sobre o lucro tributável para contribuição social sobre o lucro líquido. As Mercedes-Benz Adm. de despesas com imposto de renda e contribuição social compreendem os Consórcios Ltda. 99,99 716 99,99 3.823 impostos de renda correntes e diferidos. O imposto corrente e o diferido Mercedes-Benz do Brasil RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

Aos Diretores da Starexport Trading S.A. São Bernardo do Campo - SP Examinamos as demonstrações financeiras da Starexport Trading S.A. (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados depen-

dem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Base para opinião com ressalva Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia possui investimentos em controladas no valor de R$ 1.218.139 mil. A estimativa de perda com crédito de liquidação duvidosa registrada pela controlada Banco Mercedes Benz S.A. está a maior em R$ 68.886 mil (o efeito líquido de impostos diferidos ativos corresponde a R$ 41.332 mil) devido à controlada adotar o critério de apuração da provisão conforme política global definida no Manual do Grupo. Essa diferença foi identificada com base na análise da expectativa de recebimento do contas a receber em atraso e negociações existentes com os clientes. Em conseqüência da contabilização de equivalência patrimonial pela Companhia em sua controlada direta, o saldo de investimentos, o resultado do exercício e o patrimônio líquido em 31 de dezembro de 2012 estão diminuídos em R$ 41.332 mil. Opinião Em nossa opinião, exceto pelo efeito do assunto mencionado no tópico Base

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Exercícios findos em 31/12/2012 e de 2011 - (Em milhares de Reais) Nota 2012 2011 Receita líquida 15a 91.488 40.627 Custos dos produtos vendidos (78.210) (34.363) Lucro bruto 13.278 6.264 Despesas de vendas (86) (47) Despesas administrativas (1.818) (1.872) Resultado de equiv. patrimonial 8b (9.993) 116.972 Outras receitas operacionais 17 5.676 Outras despesas operacionais (13) (16) Result. antes das receitas (despesas) financeiras e impostos 7.044 121.301 Despesas financeiras 16a (1.747) (6.090) Receitas financeiras 16b 50.691 3.996 Resultado antes dos impostos 55.988 119.207 Imposto de renda e contrib. social 7 (4.661) (738) Resultado líquido do exercício 51.327 118.469 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS ABRANGENTES Exercícios findos em 31/12/2012 e de 2011 - (Em milhares de Reais) 2012 2011 Resultado líquido do exercício 51.327 118.469 Resultado abrangente total 51.327 118.469 Asses. Com.Ltda. 99,99 16.9553 99,99 11.915 Invema Ass. Empresarial Ltda. 6,98 28.126 6,98 77.954 As demonstrações financeiras das investidas foram auditadas ou revisadas por auditor independente. A controlada Banco Mercedes Benz S.A. registrou excesso de provisão para crédito de liquidação duvidosa no montante de R$ 68.886 (o efeito líquido de impostos diferidos ativos corresponde a R$ 41.332). Esse valor é decorrente da controlada adotar o critério de apuração da estimativa utilizado para fins de reporte ao controlador final, conforme política definida no Manual do Grupo, em relação ao valor apurado com base na análise da expectativa de recebimento do contas a receber em atraso e negociações existentes com os clientes.

b. Movimentação

31/12/2010 Adições Resultado de equiv. patrimonial Dividendos Perdas Baixas 31/12/2011 Resultado de equiv. patrimonial Dividendos Perdas Baixas 31/12/2012

Banco MercedesBenz S.A. 1.004.942 100.000 109.093 1.214.035 (15.617) 1.198.418

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - Método indireto Exercícios findos em 31/12/2012 e de 2011 - (Em milhares de Reais) 2012 2011 Fluxo de caixa das atividades operacionais Resultado líquido do período 51.327 118.469 Ajustes por: Provisões para contingências (68.670) 5.043 Equivalência patrimonial 9.993 (116.972) Imposto de renda e contribuição social diferidos 17.313 (1.764) 9.963 4.776 Redução (aumento) nos ativos Contas a receber (12.917) (6.034) Impostos a recuperar (51) (215) Outros créditos 6 19 Aumento (redução) nos passivos Fornecedores 4.170 3.365 Impostos e contribuições a recolher 393 431 Outras contas a pagar 11 (16) Fluxo de caixa proveniente das ativ. operacionais 1.575 2.326 Fluxo de caixa das atividades de investimentos Aumento de capital em controladas - (100.000) Recebimento por venda de investimento 5.000 Recebimento de dividendos 2.576 Fluxo de caixa proveniente das (utilizado nas) atividades de investimento 7.576 (100.000) Fluxo de caixa das atividades de financiamento Empréstimos tomados 1.251 Pagamento de dividendos (20.000) Aumento de capital 100.000 Fluxo de caixa (utilizado nas) proveniente das atividades de financiamento (18.749) 100.000 (Diminuição) aumento de caixa e equiv. de caixa (9.598) 2.326 No início do exercício No fim do exercício

Mercedes Benz Adm. Consórcio Ltda. 4.351 (528) 3.823 (107) (3.000) 716

Mercedes Benz Brasil Asses.Com. Ltda. 6.077 5.838 11.915 4.638 16.553

22.851 13.253

Invema Asses. Emp.Ltda. 2.878 2.564 5.442 1.092 (2.576) (1.994) 1.965

c. Resumo das informações financeiras das controladas em 31 de dezembro de 2012 e 31.de dezembro de 2011 2012 Ativo Passivo Banco Mercedes Benz S.A. 10.351.986 9.153.568 Mercedes-Benz Adm. de Consórcios Ltda. 2.357 1.641 Mercedes-Benz do Brasil Asses. Com. Ltda. 20.006 3.354 Invema Assessoria Empresarial Ltda. 29.572 1.445 2011 Ativo Passivo Banco Mercedes Benz S.A. 10.241.027 9.026.407 Mercedes-Benz Adm. de Consórcios Ltda. 5.914 2.089 Mercedes-Benz do Brasil Asses. Com. Ltda. 17.686 5.801 Invema Assessoria Empresarial Ltda. 78.305 350 9 Fornecedores Partes relacionadas Mercedes-Benz do Brasil Ltda. Outras

2012

Outros 488 5 493 (6) 488

20.525 22.851

Total 1.018.736 100.000 116.972 1.235.708 (9.993) (2.576) (5.000) 1.218.139

Receita 1.485.484 334 4.291 1.220

Resultado 17.574 (108) 4.767 15.644

Receita 745.884 470 3.358 5.688

Resultado 99.392 (434) 5.562 35.237

2011

8.780 4.615 57 52 8.837 4.667 10 Contas a pagar 2012 2011 Dividendos para Mercedes-Benz do Brasil Ltda. 11.650 11.650 11 Empréstimos 2012 2011 Adiantamento para contrato de exportação 1.251 1.251 Para informações sobre a exposição da Companhia aos riscos de taxa de juros, moeda estrangeira e liquidez decorrentes destes empréstimos, veja nota explicativa 18. 12 Impostos e contribuições a recolher 2012 2011 IRPJ e CSLL 1.246 861 Outros 12 4 1.258 865 13 Provisões para contingências: A Companhia é parte (polo passivo) em ações judiciais e processos administrativos perante vários tribunais e órgãos governamentais, decorrentes do curso normal das operações, envolvendo questões tributárias, trabalhistas, aspectos cíveis e outros assuntos. A Administração, com base em informações de seus assessores jurídicos, análise das demandas judiciais pendentes, constituiu provisão em montante considerado suficiente para cobrir as prováveis perdas estimadas com as ações em curso, como segue: a. Composição 2012 2011 IRPJ e CSLL 48 63.705 PIS e COFINS 580 5.594 628 69.299 b. Movimentação 2011 Adições Baixas Utilizações 2012 IRPJ e CSLL 63.705 3.423 (67.080) 48 PIS e COFINS 5.594 5.646 (10.660) 580 69.299 9.069 (77.740) 628 As baixas apresentadas referem-se à prescrição do direito da Receita Federal questionar montante superior ao auto de infração referente ao processo de majoração de alíquota de imposto de renda de 6% para 18% para as operações com exportação. Passivos contingentes: A Starexport recolheu integralmente a CSLL relativa ao ano-base 91, porém a Procuradoria da Fazenda entende que o valor atinente a uma das parcelas estaria em aberto. O êxito da demanda depende, sobretudo, da comprovação pericial de que todos os valores foram recolhidos. O valor possível de perda é de aproximadamente R$ 14.354 (R$ 93.299 em 2011). Execução Fiscal de cobrança de CSLL relativa ao ano-base de 1991. Houve recálculo da dívida e já foi pedido levantamento do excedente depositado. Paralelamente foi apresentada defesa (Embargos à Execução Fiscal). O valor possível de perda é de aproximadamente R$ 9.060. Ativos contingentes: A Companhia alega a inconstitucionalidade da exigência do IOF veiculada pela Lei n°8.033/90 sobre a transmissão de ouro, saques em poupança, transmissão de títulos, valores mobiliários e ações, haja vista que se trata de patrimônio do contribuinte e não de operações financeiras propriamente ditas. O valor reivindicado pela Starexport é de aproximadamente R$ 20.070 (R$ 23.601 em 2011). 14 Patrimônio líquido: Capital social: A AGE de 12 de setembro de 2012 aprovou o aumento do capital social da Companhia em R$146.268 com criação de 34.722.338 novas ações ordinárias nominativas, mediante capitalização de parte do saldo de Reserva para Aumento

de Capital. Reservas de capital - Refere-se a incentivos fiscais provenientes de investimentos incentivados. Reserva legal - É constituída à razão de 5% do lucro líquido apurado em cada exercício social nos termos do artigo 193 da Lei nº 6.404/76, até o limite de 20% do capital social. Aumento de capital proposto - Em 25 de abril de 2013, foi aprovada, em Reunião de Diretoria, a proposta de destinação do lucro líquido do exercício (após constituição de reserva legal e dividendo conforme estatuto) para reserva de aumento de capital. Dividendos - O estatuto social da Companhia determina a distribuição de um dividendo mínimo obrigatório de 1% do valor nominal das ações. Os dividendos a pagar foram destacados do patrimônio líquido no encerramento do exercício e registrados como obrigação no passivo. 15 Partes relacionadas: Os principais saldos de ativos e passivos, assim como as transações que influenciaram o resultado do exercício, relativas às operações com partes relacionadas, decorrem de transações financeiras de venda e compra com outras empresas do grupo. A controladora direta da Companhia é a Mercedes-Benz do Brasil Ltda. e a controladora final é a Daimler AG. Os membros da administração da Companhia acumulam cargos na administração de sua controladora e não receberam qualquer remuneração direta por parte da Starexport S.A. em 2012 e 2011. a. Receitas líquida de vendas 2012 2011 Detroit Diesel Co. 91.329 40.427 Variação cambial 159 200 91.488 40.627 b. Compras 2012 2011 Mercedes-Benz do Brasil Ltda. 78.401 34.865 78.401 34.865 16 Resultado financeiro 2012 2011 a. Despesas financeiras Despesa de juros 293 5.088 Variações cambiais passivas 1.403 993 Outros 51 9 1.747 6.090 b. Receitas financeiras Receita de juros Atualização monetária referente à reversão de provisão para contingências Variações cambiais ativas

2012 1.969

2011 2.529

45.909 179 2.813 1.288 50.691 3.996 17 Outras receitas operacionais 2012 2011 COFINS 848 PIS 4.828 5.676 18 Instrumentos financeiros: A Companhia mantém operações com instrumentos financeiros. A Companhia não efetua aplicação de caráter especulativo, em derivativos ou quaisquer outros ativos de risco. Os resultados obtidos com estas operações estão condizentes com as políticas e estratégias definidas pela administração da Companhia. Todas as operações com instrumentos financeiros estão reconhecidas nas demonstrações contábeis da Companhia.

Classificação dos instrumentos financeiros: A classificação dos instrumentos financeiros está apresentada no quadro a seguir, e não existem instrumentos financeiros classificados em outras categorias além das informadas: 2012 2011 Valor justo Valor justo através do Empréstimos Passivos através do Empréstimos Passivos Nota resultado e recebíveis financeiros resultado e recebíveis financeiros Ativos Caixa e equivalentes 4 13.253 22.851 Contas a receber 5 21.847 8.929 Outros créditos 5 10 Passivos Fornecedores 9 8.837 4.667 Empréstimos 11 1.251 Outras contas a pagar 362 350

Aplicações financeiras - As aplicações financeiras referem-se substancialmente a certificados de depósitos bancários (CDB) remunerados a uma taxa média ponderada de 100,28% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), estão sendo apresentadas pelo seu valor justo dada a classificação de valor justo através do resultado, conforme demonstrado anteriormente. O CPC 38 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração estabelece uma hierarquia de três níveis para o valor justo, a qual prioriza as informações quando da mensuração do valor justo pela Companhia, para maximizar o uso de informações observáveis e minimizar o uso de informações não observáveis. O CPC 38 descreve os três níveis de informações que devem ser utilizadas na mensuração ao valor justo: • Nível 1 - Preços negociados (sem ajustes) em mercados ativos para ativos idênticos ou passivos; • Nível 2 - Outras informações disponíveis, exceto aquelas do Nível 1, onde os preços cotados (não ajustados) são para ativos e passivos similares, em mercados não ativos, ou outras informações que estão disponíveis e que podem ser utilizadas de forma indireta (derivados dos preços). • Nível 3 - Informações indisponíveis em função de pequena ou nenhuma atividade de mercado e que são significantes para definição do valor justo dos ativos e passivos. A tabela abaixo demonstra em resumo os ativos e passivos financeiros mensurados a valor justo. 2012 2011 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Ativo Caixa e equiv. - 13.253 - 22.851 As operações da Companhia estão sujeitas aos fatores de riscos abaixo descritos: Gerenciamento de risco financeiro - A Companhia está exposta aos riscos citados abaixo. A grande maioria das operações é realizada com sua controladora, Mercedes-Benz do Brasil Ltda., logo os riscos são minimizados. a. Risco de crédito: As políticas de crédito fixadas pela Administração visam minimizar eventuais problemas decorrentes da inadimplência de seus clientes. Também, a Administração visando minimizar os riscos de créditos atrelados as instituições financeiras, procura diversificar suas operações em instituições de primeira linha. b. Risco de liquidez: O risco de liquidez representa a possibilidade de descasamento entre os vencimentos de ativos e passivos, o que pode resultar em incapacidade de cumprir com as obrigações nos prazos estabelecidos. A política geral da Companhia é manter níveis de liquidez adequados para garan-

tir que possa cumprir com as obrigações presentes e futuras e aproveitar oportunidades. Adicionalmente, são analisados periodicamente mecanismos e ferramentas que permitam captar recursos de forma a reverter posições que poderiam prejudicar nossa liquidez. c. Risco de mercado: As políticas de gestão de riscos da Companhia incluem, entre outras, o desenvolvimento de estudos e análises econômico-financeiras que avaliam o impacto de diferentes cenários nas posições de mercado, e relatórios que monitoram os riscos a que estamos sujeitos. A Companhia mantém constante mapeamento de riscos, ameaças e oportunidades, com base na projeção dos cenários e seus impactos nos resultados da Companhia. d. Risco de taxas de juros: Decorre da possibilidade de a Companhia sofrer ganhos ou perdas decorrentes de oscilações de taxas de juros incidentes sobre seus ativos e passivos financeiros. Visando à mitigação desse tipo de risco, a Companhia busca diversificar a captação de recursos em termos de taxas pós-fixadas. e. Risco cambial: O Grupo está sujeito ao risco de moeda nas vendas, denominados em uma moeda diferente da respectiva moeda funcional que é o Real. As moedas nas quais estas transações são denominadas é o USD. 19 Cobertura de seguros (não auditado): A Companhia adota a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por montantes considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. As premissas de riscos adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de uma auditoria de demonstrações financeiras, consequentemente não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia possuía cobertura de seguros contra incêndio, riscos diversos para danos materiais, lucros cessantes, transportes internacionais (importação e exportação), transporte nacional e responsabilidade civil. Os valores são considerados suficientes para cobrir eventuais perdas, considerando a natureza de sua atividade. 20 Responsabilidades eventuais: Ao encerrar o exercício, a Companhia registrava a responsabilidade eventual de R$ 997 de Fiança Bancária prestada ao Itaú Unibanco S/A.

para opinião com ressalva, as demonstrações financeiras, acima referidas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Starexport Trading S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase Conforme divulgado nas Notas Explicativas n°s 1 e 15, a manutenção das atividades operacionais da Companhia está diretamente relacionada com as diretrizes e operações da sua controladora Mercedes-Benz do Brasil Ltda. e sua relacionada Daimler AG no que se refere à aquisição e comercialização de produtos, assim como, do suporte financeiro para a liquidação de suas

obrigações com terceiros. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.

Diretoria Bernhard Mader Luiz Carlos Gomes De Moraes José Carlos Michilini T.C. CRC 1SP158600/O-4

São Paulo, 29 de abril de 2013. KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6

Marcos Miola Montesani Contador CRC 1SP216003/O-2


DIÁRIO DO COMÉRCIO

30 -.ECONOMIA/LEGAIS

e Empresas trocam China por Camboja em busca de mão de obra barata

terça-feira, 30 de abril de 2013

A Tiffany & Co. está construindo uma fábrica para polir diamantes no Camboja

conomia

Thomas Cristofoletti/NYT

Milhares de empresas estrangeiras estão indo para o Camboja porque não querem mais depender das fábricas da China. Os salários subiram por lá. No Camboja, um grupo de trabalhadoras segue para a fábrica. Salários menores do que os das chinesas.

Keith Bradsher The New York Times

S

em dar muita bandeira, a Tiffany & Co. está construindo uma fábrica para polir diamantes no Camboja, um país mais lembrado pelos campos de extermínio e pelas minas terrestres do que pelas joias. Algumas das maiores empresas do Japão também estão correndo para abrir fábricas em Phnom Penh e fazer chicotes elétricos para carros

e touch screens e motores de vibração para celulares. Empresas europeias não ficam muito atrás e fabricam sapatilhas de dança e capinhas de microfibra para óculos de sol. Milhares de empresas estrangeiras estão indo para o Camboja por uma simples razão: não querem mais depender tanto das fábricas da China. Os problemas se multiplicam rapidamente para os investidores estrangeiros na China. Os salários dos trabalhadores aumentaram drasti-

camente, quadruplicando na última década, pois o boom das fábricas coincidiu com a diminuição no número de pessoas interessadas em trabalhar em fábricas. Desde o ano passado, a mão de obra chinesa começou a diminuir, em consequência da política de um filho e do envelhecimento da população. "Quase todo dia recebo telefonemas de empresas que querem vir da China para cá", afirmou Bradley Gordon, advogado americano em Phnom Penh.

SALÁRIO Contudo, as multinacionais descobriram que, embora possam fugir do aumento dos salários chineses, é impossível escapar dessa tendência. A população, economia e até mesmo a produção energética da maior parte dos países do sudeste asiático é menor que a de muitas províncias chinesas e às vezes menor até mesmo que a de uma única cidade chinesa. À medida que as empresas se dirigem ao sul, elas ocupam rapidamente a mão de obra local,

ASSOCIAÇÃO DE INSTRUÇÃO POPULAR E BENEFICÊNCIA- SIPEB CNPJ : 50.228.097/0001-62 ATIVO CIRCULANTE Caixa e Equivalentes de Caixa Créditos a Receber Outras Contas a Receber Adiantamentos a Funcionários

31/12/2012 53.035.453,71 51.797.222,22 1.221.575,33 – 16.656,16

31/12/2011 53.010.326,74 52.673.546,45 312.238,53 – 24.541,76

NÃO CIRCULANTE Processos em Andamento Imobilizado Intangível

32.176.418,78 184.614,07 31.827.520,05 164.284,66

32.423.946,75 184.614,07 32.101.268,08 138.064,60

TOTAL DO ATIVO

85.211.872,49

85.434.273,49

NE RECEITA OPERACIONAL Receita de Mensalidades / semestralidades / anuidades Mensalidades Recebidas (alunos pagantes) Mensalidades Concedidas como Bolsa (alunos bolsistas) Outros serviços educacionais Receitas com locação de bens Doação de particulares para a área educacional Doação de particulares para área de assistência Social Venda de bens não integrantes do imobilizado Outras receitas operacionais Receitas diversas, não relacionadas a atividade principal ç p área de assistência social Subvenções para DEDUÇÕES DA RECEITA Bolsas de Estudo Integrais/Parciais e Acordo Coletivo Devoluções/cancelamentos de mensalidades Descontos Incondicionais concedidos Perdas no recebimento (inadimplência no ano) Perdas no recebimento (taxas bancárias) Custos Operacionais Custos dos Serviços Prestados com Educação Gratuidade aplicada na educação CSE - Ir. Bernadette Custos dos Serviços Prestados com Assistência Social - FOLHA Despesas Operacionais Despesas com vendas/serviços Despesas com educação CSE - Ir. Bernadette Despesas com atividades de assistência social Despesas administrativas de apoio RESULTADO FINANCEIRO LÍQUIDO Rendimento de aplicação financeiro Outras receitas financeiras Despesas financeiras OUTRAS RECEITAS E DESPESAS Outras receitas DÉFICIT LÍQUIDO DO EXERCÍCIO

10 10

16

PASSIVO CIRCULANTE Fornecedores Obrigações Trabalhistas Obrigações Previdenciárias Obrigações Tributárias Obrigações Sindicais Impostos e Taxas NÃO CIRCULANTE Contingências Fiscais e Trabalhistas PATRIMÔNIO LÍQUIDO Patrimônio Social Deficit/Superavit do Exercício TOTAL DO PASSIVO

2012 15.578.036,31 13.620.475,36 13.370.065,56 250.409,80 99.580,10 579.608,74 26.461,16 207.925,31 0,00 1.043.985,64 695.268,51 348.717,13 (4.752.654,80) (2.409.781,78) (33.937,23) -1.422.318,53 -826.692,05 -59.925,21 (4.192.249,34) (2.652.669,63) (275.866,38) (1.263.713,33) (8.950.526,96) (2.640.430,95) (1.705.073,61) (1.250.113,68) (3.354.908,72) 2.091.116,53 4.324.660,84 0,00 (2.233.544,31) 0,00 0,00 (226.278,26)

2011 13.238.595,96 11.838.736,16 10.103.586,99 1.735.149,17 61.565,50 396.918,99 34.971,21 238.579,82 100.405,49 567.418,79 291.475,86 514.522,75 (2.627.487,73) (1.358.973,42) (23.909,14) (914.004,14) (312.038,53) (18.562,50) (5.256.871,64) (2.974.337,97) (195.711,44) (2.086.822,23) (9.957.076,59) (2.247.511,42) (1.077.026,25) (2.889.545,03) (3.742.993,89) 5.631.413,73 5.688.418,66 4.458,79 (61.463,72) 258.579,82 258.579,82 1.287.153,55

31/12/2012 638.269,08 16.091,38 431.888,47 58.451,25 128.590,31 3.247,67 – 54.105,68 54.105,68 84.519.497,73 83.428.836,18 1.090.661,55 85.211.872,49

31/12/2011 587.992,27 30.635,89 394.062,53 52.766,25 106.855,88 3.671,72 – 129.835,31 129.835,31 84.716.445,91 83.429.292,36 1.287.153,55 85.434.273,49

Deficit/ Patrimônio Superávit Social do Exercício TOTAL Saldo em 31/12/2010 82.681.828,23 (50.174,25) 82.631.653,98 Transferência Patrimonial (50.174,25) 50.174,25 – Aj. de exercícios anteriores 797.638,38 – 797.638,38 Deficit do Exercício – 1.287.153,55 1.287.153,55 Saldo em 31/12/2011 83.429.292,36 1.287.153,55 84.716.445,91 Transferência Patrimonial 1.287.153,55 (1.287.153,55) – Aj. de exerc. anteriores (1.287.609,73) – (1.287.609,73) Superavit do Exercício – 1.090.661,55 1.090.661,55 Saldo em 31/12/2012 83.428.836,18 1.090.661,55 84.519.497,73

EVENTOS

2012 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais Deficit/Superavit do Exercício Ajustes por: Depreciações e Amortizações Exercícios Anteriores (Aumento) Diminuição em Ativos Operacionais: Créditos a Receber Adiantamento a Funcionários Processos em Andamento Aumento (Diminuição) em Passivos Operacionais: Fornecedores Obrigações Trabalhistas Obrigações Previdenciarias Obrigações Tributárias Contribuições Sindicais Impostos e Taxas Contingências Fiscais e Trabalhistas Caixa líquido proveniente das atividades operacionais Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos Aquisição do Imobilizado Aquisição do Intangível Caixa líquido usado nas atividades de investimentos Aumento líquido de caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no inicio do período Caixa e equivalentes de caixa no final do período

2011

(226.278,26)

1.287.153,55

752.000,00 38.550,00

1.233.115,45 797.638,38

(514.453,52) 3.520,00 -

(19.415,37) 5.120,96 2.100,37

31.250,00 (37.920,70) 28.120,71 (32.750,00) (424,05) (85,20) 3.250,00 44.778,98

30.635,89 (90,89) 3.641,59 (29.734,02) (14.512,41) (79,50) 2.760,62 3.298.334,62

(894.883,15) (26.220,06) (921.103,21) (876.324,23) 52.673.546,45 51.797.222,22 (876.324,23)

(1.268.104,51) (26.372,49) (1.294.477,00) 2.003.857,62 50.669.688,83 52.673.546,45 2.003.857,62

Luiza Rodrigues - Diretora Presidente - CPF 844.852.218-49 Lurdes Tanhos Gastin - Diretora Tesoureira - CPF 783.577.648-00

Juarez Medeiros Ferreira - CRC 1SP 173.277/O-2 JMF Consultoria Contábil Ltda. - CRC: 2SP021283/O7

ASSOCIAÇÃO DE INSTRUÇÃO POPULAR E BENEFICÊNCIA-SIPEB - São Paulo-SP Examinamos as demonstrações contábeis da ASSOCIAÇÃO DE INSTRUÇÃO POPULAR E BENEFICÊNCIA-SIPEB, que compreendem os balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as Demonstrações Contábeis: A Administração da Empresa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se

causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da ASSOCIAÇÃO DE INSTRUÇÃO POPULAR E BENEFICÊNCIA-SIPEB. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião: Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da ASSOCIAÇÃO DE INSTRUÇÃO POPULAR E BENEFICÊNCIA-SIPEB, em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. São João da Boa Vista, 22 de abril de 2013. PAES DE MENEZES AUDITORES ASSOCIADOS S/S - CRC - 2SP023510/O-6 JOSE BENEDITO PAES DE MENEZES - CRC - 1SP058194/O-0

Quase todo dia recebo telefonemas de empresas que querem vir da China para cá. BRADLEY GORDON, ADVOGADO AMERICANO EM PHNOM PENH

As pessoas que vivem ao longo do Rio Mekong estão saindo da pobreza com a ajuda de fluxos de investimento estrangeiro trazidos pelo aumento dos salários na China. PETER BRIMBLE, ECONOMISTA SÊNIOR DO BANCO DE DESENVOLVIMENTO ASIÁTICO NO CAMBOJA o da China. "Ninguém quer fugir da China, as empresas só querem opções para diminuir o risco", afirmou Bretton Sciaroni, outro advogado americano no país. FÁBRICAS Entre as fábricas japonesas, a Sumitomo faz chicotes elétricos para carros, a Minebea faz peças para celulares e a Denso vai começara a produzir motores de partida para motocicletas. A fabricante de calçados europeia Bloch está presente no Camboja, e a Oakley produz capinhas para seus óculos de sol. O investimento estrangeiro também aumentou drasticamente no Vietnã, na Tailândia, em Mianmar e nas Filipinas nos últimos anos. Com o aumento na demanda por funcionários, as condições de trabalho na região começam a melhorar. A Practics – uma empresa belga que é a maior fabricante mundial de capinhas de microfibra para óculos de luxo – criou um programa de benefícios trabalhistas que antes era raro no Camboja, oferecendo seguro médico, seguro contra acidentes, bolsas de estudo e almoços gratuitos. Uma vez que os custos são extremamente baixos no Camboja, onde uma consulta médica custa apenas alguns dólares, o salário médio ainda está abaixo dos 130 dólares por mês. Na fábrica da empresa nos arredores de Xangai, na China, trabalhadores que fazem o mesmo trabalho ganham de US$ 560 a US$ 640 por mês, incluindo subsídios impostos pelo governo, afirmou Piet Holten, o presidente da empresa.

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I - Contexto Operacional: Nota 01 - A ASSOCIAÇÃO DE INSTRUÇÃO POPULAR E BENEFICÊNCIA - SIPEB foi fundada em 16 de Junho de 1911 na cidade e Comarca de Itu , Estado de São Paulo. É uma pessoa jurídica de direito privado associação sem fins econômicos filantrópica e esta organizada conforme a legislação vigente no Brasil. Desenvolve suas atividades e cumpre suas finalidades estatutárias diretamente ou através de seus Estabelecimentos Mantidos. Possui registro no Conselho Nacional de Assistência Social sob o nº. 42.137, é reconhecida como Utilidade Pública Federal pelo Decreto nº. 46.929; Utilidade Pública Estadual pelo Decreto nº. 33.378 e Utilidade Pública Municipal pela Lei Municipal de Itu nº. 759 de 26/11/1963. Tem por finalidade criar, congregar, manter, dirigir, assessorar, orientar instituições que promovam ações no âmbito da assistência social, da educação, do ensino, da saúde, da geriatria, ecologia e do meio ambiente, do esporte e lazer, desenvolvendo suas atividades em qualquer parte do território nacional. II - Apresentação das Demonstrações: Nota 02 - As Demonstrações Contábeis e Financeiras foram elaboradas em conformidade com a Lei nº. 6.404/76 e alterações introduzidas pela Lei nº11.638.07 e 11.941/09 e Lei nº.8.212/91 Decretos nº. 2536/98 e nº. 3.504/00, do Ministério da Previdência Social; Resolução nº. 177/2000 do CNAS, parecer CJ/MPS 3069/03, Lei nº 12.101/09, Decreto 7.237/10 e IGT 1202. III - Resumo das Práticas Contábeis: Nota 03 - As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência. Nota 04 - As Aplicações financeiras estão registradas pelo valor aplicado , incluindo os rendimentos auferidos até a data do Balanço. Nota 05 - Créditos a Receber: Refere-se à mensalidade a receber, conforme composição: CRÉDITOS A RECEBER UNIDADE 2012 % 2011 Colégio Santana 367.540,29 94,14 108.736,22 Colégio São José 22.898,39 5,86 32.607,24 Escola de Enfermagem São José 0,00 170.694,85 Totais 390.438,68 100% 312.038,31 Nota 06 - O Imobilizado se apresenta pelo custo de aquisição, corrigido monetariamente até 31 de dezembro de 1995, acrescido de reavaliação dos imóveis efetuada no exercício/2001 As taxas de depreciação, calculadas pelo método linear, sobre valores do ativo imobilizado, para registrar os desgastes dos bens pelo uso e tempo são: 20% para veículos e informática, 4% para edificações . NOMENCLATURA 31/12/2012 31/12/2011 TAXAS Edifícios/Benfeitorias 17.378.720,82 17.086.772,22 4% Terrenos 22.720.000,00 22.720.000,00 Móveis e Utensílios 1.013.081,02 959.618,94 10% Instalações 227.387,70 227.387,70 10% Equipamentos de Informática 1.506.815,78 1.484.676,98 20% Aparelhos Diversos 469.407,25 434.181,43 10% Máquinas e Equipamentos 623.608,88 615.784,88 10% Material Didático 41.097,06 41.042,97 – Software 0,00 0,00 20% Veículos 530.831,72 462.754,68 20% (-) Depreciação Acumulada (12.683.430,18) (11.930.951,72) Total 31.827.520,05 32.101.268,08 Nota 07 - Os ativos intangíveis compreendem os ativos adquiridos de terceiros e são mensurados pelo custo total de aquisição. Nota 08 - Outros Ativos Circulantes e não Circulantes: São apresentados pelo líquido de realização. Nota 09 - Outros Passivos Circulantes e não Circulantes: São apresentados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos quando aplicável, dos correspondentes encargos incorridos até a data do balanço. Nota 10 - A entidade recebeu doações de pessoas físicas e jurídicas no exercício de 2012, nos valores abaixo: DOAÇÕES 2012 2011 Pessoa Jurídica 30.017,85 37.859,26 Pessoa Física 138.920,99 200.720,56 Banco BVA S/A 0,00 20.000,00 Banco do Brasil 39.336,47 – Fundação Solid .Esp. Major Filho de Campos 26.461,16 18.009,31 Instituto Lojas Renner – 16.961,90 Total 234.736,47 293.551,03 Nota 11 - Os recursos da entidade foram aplicados em suas finalidades institucionais, em conformidade do seu Estatuto Social. Nota 12 - Gratuídade Ofertada: No atendimento ao disposto no inciso VI do artigo 3º do decreto nº. 2.536/98, a entidade, no ano de 2012 concedeu as seguintes gratuidades.

Itens de Custo Composição Educação R$ 1.892.702,25 17,91% Escola de Enfermagem São José 10.756,70 0,57% Bolsas de estudo Parcial 10.756,70 Irmã Maria Bernardette 1.642.292,45 15,54% Bolsa Integral 1.642.292,45 Colégio Santana 177.379,91 1,68% Bolsas Parcial 154.763,16 Bolsas Integral 22.616,75 Colégio São José 62.273,19 0,59% Bolsas Parcial 41.121,96 Bolsas Integral 21.151,23 Composição Assistência Social 1.948.705,22 18,44% Serviços e Programas Assistênciais 1.948.705,22 TOTAL DA APLICAÇÃO DE GRATUIDADE LEI 12.101/2009 3.841.407,47 36,34% Nota 13 - Demonstrativo da proporção de Bolsas de Estudo Ofertadas de Acordo com a Lei nº 12.101 de 27 de Novembro de 2009. Alunos Matriculados 1.677 (-) Bolsas 100% Sindicato 55 (-) Bolsas estudo integral 285 = Alunos Pagantes 1.337 Obrigatoriedade (1/9) 149 Bolsas de estudo integral 285 Bolsas estudo parcial 43 Nota 14 - Quadro Referente a Composição da Assistência Social Composição Social Recurso Próprio Doação Subvenção Total P. Física P. Jurídica Centro Educação Madre Teodora 328.998,73 13.748,20 10.515,00 42.455,34 395.717,27 Centro Prom. São José 363.712,92 320,00 53,70 187.427,79 551.514,41 Centro Prom. Nossa Sra. de Lourdes 343.787,95 6.929,11 1.505,28 118.834,00 471.056,34 Centro Educação São José 201.378,49 560,00 395,01 – 202.333,50 Projeto Sócio Educativo 145.705,34 1.675,00 150,00 – 147.530,34 Assessoria Técnica (parceria) 565.121,79 – 565.121,79 Total 1.948.705,22 23.232,31 12.618,99 348.717,13 2.333.273,65 Os valores correspondentes a Recurso Próprios nas Unidades de Assistência Social totalizam, R$ 2.333.273,65 demonstrando a aplicação de um percentual de 22,08%. Nota 15 - A isenção da quota patronal de Previdência Social usufruída pela entidade foi no valor de R$ 1.494.362,99 para o exercício/2012. Nota 16 - Subvenção: As Subvenções Municipais para as Unidades de Assistência Social referentes ao ano de 2012, somaram R$ 348.717,13. Prefeitura Municipal de Jaú R$187.427,79 Centro Promocional São José Prefeitura Municipal de Franca R$ 118.834,00 Centro Promocional Nossa Senhora de Lourdes Prefeitura Municipal de Itú R$ 42.455,34 Centro de Educação Madre Teodora Nota 17 - Fundação Solidariedade e Esperança Major Pires de Campos: Valor recebido da Entidade referente a parceria com SIPEB , para custeio dos estudos de 54 alunos no curso Auxiliar de Enfermagem , num valor total para o ano de 2012 de R$ 26.461,16. Nota18 - A Provisão de Férias está constituída nas obrigações trabalhistas para registrar os direitos adquiridos dos funcionários registrados incluindo os encargos sociais. Nota 19 - Transferência de recursos, valores enviados pela SIPEB para as seguintes Associações, conforme art. 3° do decreto 7.237 § 3° e termo de parceria entre entidades. Associação N. Senhora do Bom Parto – Escola Filantrópica Tabor 539.714,38 SPES – Serviço Promocional e Social da Paróquia Santa Cecília 25.407,41 Nota 20 - A Provisão para contingências trabalhistas foi efetuada em conformidade á avaliação feita pelos advogados da entidade considerados suficiente para a administração. Provisão para contingências Determinada com base em opiniões dos Assessores Jurídicos da Entidade quanto ao provável resultado dos assuntos pendentes, estando atualizado até a data de encerramento do período pelo montante provável da perda observada a natureza de cada Contingência. Nota 21 - Caixa e Equivalentes de Caixa: Compreende o saldo em caixa, depósitos bancários e aplicações financeiras, registradas ao custo, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço. 2012 2011 Caixa e Bancos 473.168,31 268.629,59 Aplicações Financeiras 51.324.053,91 52.404.916,86 Total 51.797.222,22 52.673.546,45 Nota 22 - Imunidade Tributária: Tendo em vista que a entidade não distribui parcela de seu patrimônio ou de suas rendas, a título de lucro ou participação nos resultados, aplica integralmente no país os recursos para manutenção dos seus objetivos institucionais, mantém a escrituração regular de suas receitas e despesas, ela esta imune ao imposto de renda da pessoa jurídica, a contribuição social s/ lucro líquido – CSLL ao PIS e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS e aos impostos municipais e estaduais de acordo com os dispositivos da constituição da República Federativa do Brasil e do Código Tributário Nacional - CTN. A irmandade possui certificado de Entidade Beneficente de Assistencia Social - CEAS, concedido pelo Conselho Nacional de Assistência Social - CNAS.

elevando o salário de todos. Embora os salários e benefícios ainda sejam inferiores ao necessário para que os trabalhadores tenham moradias decentes e uma dieta balanceada – o investimento direto estrangeiro no Camboja aumentou 70 por cento no ano passado, em comparação com 2011 –, eles já estão tirando milhões de pessoas da miséria. "As pessoas que vivem ao longo do Rio Mekong estão saindo da pobreza com a ajuda de fluxos de investimento estrangeiro trazidos pelo aumento dos salários na China", afirmou Peter Brimble, economista sênior do Banco de Desenvolvimento Asiático no Camboja. Apenas um pequeno grupo de empresas, a maior parte em setores de baixa tecnologia, como o têxtil e o de calçados, deseja sair completamente da China. Contudo, muitas outras empresas estão construindo novas fábricas no sudeste asiático para suplementar as operações na China. O crescimento do mercado doméstico chinês, sua grande população e a enorme base industrial ainda tornam o país atraente para muitas empresas, de forma que a produtividade aumenta na mesma velocidade dos salários em muitos setores na China. Apesar disso, o investimento estrangeiro no China caiu 3,5% no ano passado, depois de aumentos constantes desde 1980, a não ser em 1999, durante a crise asiática, e em 2009, durante a crise financeira global. Ainda assim, os US$ 119,7 bilhões estrangeiros investidos na China continuam a diminuir o volume de investimentos do resto do planeta. Em comparação, o investimento no Camboja cresceu para apenas US$ 1,5 bilhão. Mas o ano passado foi a primeira vez desde que os registros começaram a ser feitos, nos anos 1970, que o Camboja recebeu um investimento estrangeiro per capita maior que


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 30 de abril de 2013

ECONOMIA/LEGAIS - 31

e Nas fábricas, os mais pobres da Ásia. Eles acreditam que também seja um risco continuar na China. Tatiana Olchanetzky, consultora de empresas do setor de bolsas e malas

conomia

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A China ficou cara para algumas marcas, que migraram para a Zona Econômica de Phnom Penh, onde os trabalhadores estão entre os mais pobres da Ásia. Thomas Cristofoletti/NYT

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s trabalhadores cam- outro lado da rua para polir pebojanos produzem de quenos diamantes e está em 15% a 30% menos ca- busca de uma certificação inpinhas por dia que seus cole- ternacional de "construção gas em Xangai, mas a produti- verde" para o projeto. vidade no Camboja está auO número de funcionários mentando. "Nunca vai ser na região dobrou neste ano, igual à da China, mas os custos chegando a 20.000 trabalhasão dois terços mais baixos e a dores, e deve dobrar novaChina só está ficando mais ca- mente para 40.000 nos próxira", afirmou Piet Holten. mos anos, afirmou Hiroshi De forma geral, os salários Uematsu, diretor administrade trabalhadores braçais au- tivo da zona. mentaram até 65% nos últimos cinco anos no Camboja, MORADIA embora ainda sejam tão baiCéticos como David J. xos que os cambojanos conti- Welsh, representante do Cennuam entre os assalariados tro de Solidariedade AFL-CIO mais pobres da Ásia. no Camboja, afirmam que o Há uma década, trabalha- aumento nos custos de moradores vinham em massa em dia e alimentação impede busca de emprego nas novas muitos trabalhadores de se fábricas de Phnom Penh, mas beneficiarem realmente do "hoje você diz que precisa de aumento nos salários. Ken gente para trabalhar, mas Loo, secretário-geral da Assoninguém aparece", afirmou ciação de Empresas de ConSandra D'Amico, gerente ge- fecção do Camboja, afirmou ral da HR Inc. Cambodia, uma que o setor precisa resistir à empresa de demanda dos recursos hufuncionários manos. p o r a u m e nNo inverno tos salariais passado, para que o greves parapaís seja calisaram inúpaz de manpor cento foi o meras fábriter a competiaumento dos salários cas taiwanet i v i d a d e i ns a s d e r o uternacional. dos cambojanos nos pas mais Tatiana Olúltimos cinco anos. simples, cochanetzky, mo maiôs, no consultora de A produtividade deles leste do Camempresas do é menor do que a boja, depois setor de boldos chineses. da chegada sas e malas, de fábricas afirmou ter japonesas de analisado os produtos mais sofisticados, custos da mudança da China como ternos e luvas – que ofe- para Filipinas, Camboja, Vietr e c e m s a l á r i o s m a i o r e s e nã e Indonésia. Ela descobriu mais benefícios. que a economia total era peNa Zona Econômica Espe- quena, uma vez que a China cial de Phnom Penh, no centro produz a maior parte dos tecido Camboja, a Minebea atrai dos, fechos, rodinhas e outros f u n c i o n á r i o s p o r m e i o d a materiais necessários para a construção de dormitórios fabricação de malas, e que temodernos de quatro andares riam de ser enviados para a para até 2 mil pessoas, com montagem dos produtos. seis camas por quarto e uma Contudo, algumas fábricas grande sala de recreação – decidiram se mudar de toda muito melhor que os barracos forma, a pedido de clientes de compensado e telha de zin- ocidentais que não querem co onde ainda vivem milhões depender de um único país. de cambojanos. Embora exista um risco em se instalar em um país cuja reDIAMANTES de de suprimentos é descoA unidade "Laurelton Dia- nhecida, Olchanetzky afirmonds" da Tiffany já colocou mou: "Eles acreditam que as estacas de demarcação de também seja um risco contiu m a f á b r i c a m o d e r n a d e nuar na China". 8.826 metros quadrados do (The New York Times)

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MMX, de Eike, tem prejuízo neste ano.

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MMX, empresa de mineração do Grupo EBX, do empresário Eike Batista, teve um prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre, ante lucro de R$ 49,3 milhões um ano antes. O Ebtida (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização no período) foi de R$ 6,26 milhões, queda de 11% na comparação anual. As vendas de minério de ferro no trimestre recuaram para 1,36 milhão de toneladas, queda de 2% ante igual período do ano passado e de 28% ante o trimestre anterior. "O menor volume vendido, em comparação com trimestres anteriores, ocorreu devido ao redirecionamento de parte da produção para o mercado externo, além da menor retirada de minério de ferro por parte de clientes locais que enfrentaram problemas operacionais", informou. A produção de minério de ferro da MMX durante o primeiro trimestre foi de 1,5 milhão de toneladas, indi-

cando queda de 7% frente ao quatro trimestre e de 1% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. No comunicado, o diretor-presidente e de relações com investidores da MMX, Carlos Gonzalez, disse que a companhia está reestruturando planos para melhorar suas operações. "Estamos focados na busca de uma maior eficiência operacional, preservação de liquidez e maximização de valor para nossos acionistas, confiantes de que garantiremos importante posicionamento da MMX no mercado transoceânico de minério de ferro", informou em comunicado. A companhia disse que os investimentos da MMX neste trimestre foram focados na obras de expansão na Unidade Serra Azul e o prosseguimento na implantação do Superporto Sudeste, que a companhia estima colocar em operação até o final de 2013. No trimestre, os investimentos da MMX somaram R$ 660,2 milhões, sendo R$ 524,4 milhões na Unidade de Serra Azul. (Reuters)

Construção de uma fábrica na Zona Econômica Especial de Phnom Penh: o número de funcionários dobrou neste ano.

Geosonda S/A Serviços de Engenharia CNPJ: 60.681.749/0001-73 Balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 (Em Reais) Notas 2012 2011 Passivo e Patrimônio Líquido Notas 2012 2011 Passivo circulante 7 5.896.434 3.465.819 4 13.863.175 12.538.754 Empréstimos e financiamentos 2.442.426 2.554.089 5 14.422.188 15.565.451 Fornecedores 8 2.947.564 2.981.425 2.286.377 2.014.417 Obrigações trabalhistas e tributárias 177.149 160.776 500.929 2.478.089 Contas a pagar 3.407.829 253.068 31.072.669 32.596.711 Antecipações de clientes Prov. tribut. e trabalhistas do exercício 8 1.812.134 1.822.625 16.683.536 11.237.802 556.939 554.231 Total do passivo circulante 909.052 844.589 Passivo não circulante 7 2.407.222 2.438.233 6.200.000 - Empréstimos e financiamentos 8 4.015.226 4.355.630 7.665.992 1.398.820 Obrig. tribut. parceladas e diferidas Provisões para Demandas Judiciais 9 356.443 356.443 Imobilizado líquido 6 11.651.578 11.968.565 6.778.891 7.150.306 Intangível 98.902 115.630 Total do passivo não circulante Total do ativo não circulante 19.416.472 13.483.015 Patrimônio líquido 10 9.892.887 9.892.887 Total do ativo 50.489.141 46.079.726 Capital social Reserva legal 10 331.377 294.623 Demonstrações das mutações do patrimônio líquido para os Reservas de lucros 10 16.802.450 17.504.108 exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (Em Reais) 27.026.714 27.691.617 Reservas de lucros Total do passivo e patrimônio líquido 50.489.141 46.079.726 Capital Reserva Lucros social legal retidos Total ocorre a cada data de balanço de acordo com as regras estabelecidas para Saldos em 31/2/2010 10.950.000 159.376 18.409.422 29.518.798 cada tipo de classificação de ativos e passivos financeiros. Lucro por ação Acervo líquido cindido (1.057.113) - (1.057.113) - O lucro por ação é calculado considerando-se o número de ações em Lucro líquido do exercício - 2.704.933 2.704.933 circulação nas datas de encerramento dos exercícios. Ativos e passivos Constit. de reserva legal - 135.247 (135.247) - contingentes e obrigações legais - As práticas contábeis para registro e divulgação de ativos e passivos contingentes e obrigações legais são Distrib. de lucros e juros sobre o capital próprio - (3.475.000) (3.475.000) as seguintes: (i) Ativos contingentes são reconhecidos somente quando há Saldos em 31/2/2011 9.892.887 294.623 17.504.108 27.691.618 garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, transitadas em julgado. Os ativos contingentes com êxitos prováveis são apenas divulgados em nota Acervo líquido cindido Lucro líquido do exercício 735.096 735.096 explicativa; (ii) Passivos contingentes são provisionados quando as perdas Constit. de reserva legal 36.754 (36.754) - forem avaliadas como prováveis e os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes avaliados como Distrib. de lucros e juros sobre o capital próprio - (1.400.000) (1.400.000) de perdas possíveis são apenas divulgados em nota explicativa e os passiSaldos em 31/2/2012 9.892.887 331.377 16.802.450 27.026.714 vos contingentes avaliados como de perdas remotas não são provisionados e nem divulgados; e (iii) Obrigações legais são registradas como exigíveis, Notas explicativas às demonstrações contábeis para os exercícios independentemente da avaliação sobre as probabilidades de êxito, de profindos em 31 de Dezembro de 2012 e 31 de Dezembro de 2011. cessos em que a Companhia questionou a inconstitucionalidade de tributos. (Valores expressos em Reais) 4. Caixa e equivalentes de caixa 2012 2011 1. Contexto operacional - A Geosonda S/A tem como objeto social a Descrição 772.085 455.324 prestação de serviços na área de engenharia, em especial a execução de Caixa e bancos 13.091.093 12.083.430 serviços técnicos de sondagens, fundações e obras de terra; engenharia Aplicações financeiras consultiva, consultoria técnica e econômica; prestações de serviços de mão Total 13.863.175 12.538.754 de obra e construção de projetos próprios ou de terceiros e incorporações As aplicações financeiras estão representadas substancialmente por aplide imóveis. 2. Apresentação das demonstrações contábeis e principais cações em renda fixa (CDB/CDI), com rendimentos equivalentes às taxas práticas contábeis adotadas. - As demonstrações contábeis foram ela- médias mensais de 101,5% do CDI. 5. Contas a receber boradas e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis Descrição 2012 2011 adotadas no Brasil, as quais levam em consideração as disposições con- Faturas a receber 14.631.398 15.774.661 tidas na Lei das Sociedades por Ações - Lei nº 6.404/76 alteradas pelas (–) Provisão para Devedores Duvidosos (209.210) (209.210) Leis nº 11.638/07 e 11.941/09, nos pronunciamentos, nas orientações e Total 14.422.188 15.565.451 nas interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis 6. Imobilizado líquido (CPC), homologados pelos órgãos reguladores. As principais práticas ado- Descrição 2012 2011 tadas para a elaboração dessas demonstrações contábeis são as seguin%-Taxa anual Custo de Deprec. Imobil. Imobil. tes: Apuração do resultado de prestação de serviços As receitas e os de deprec. aquisição acum. líquido líquido custos oriundos de prestação de serviços são apropriados ao resultado Veículos 20 1.837.826 (956.721) 881.105 1.127.902 conforme sua execução, em conformidade com o período de competência. Máq e equitos 5 a 10 17.821.770 (8.786.085) 9.035.685 9.409.779 Estimativas contábeis Na preparação das demonstrações contábeis são Móveis e utensílios 10 623.235 (335.103) 288.132 303.914 adotadas premissas para o reconhecimento das estimativas para registro 232.937 (66.984) 165.953 166.183 de certos ativos, passivos e outras operações, como provisão para contin- Construções e benf. 4 Ferramentas 20 184.151 (130.984) 53.167 26.241 gências, provisão para perdas de clientes, vida útil dos bens do imobilizado, Equiptos de inform. 20 699.990 (561.781) 138.209 171.539 classificação de curto e longo prazo, entre outros. Os resultados a serem 10 1.481.722 (392.395) 1.089.327 763.007 apurados quando da concretização dos fatos que resultaram no reconheci- Utens. de perfur. 22.881.631 (11.230.053) 11.651.578 11.968.565 mento destas estimativas poderão ser diferentes dos valores reconhecidos Total nas presentes demonstrações. Caixa e equivalentes de caixa - Incluem 7. Empréstimos e financiamentos %-Taxa média caixa, saldos positivos em conta movimento, aplicações financeiras com anual de juros 2012 2011 liquidez imediata e com risco insignificante de mudança de seu valor de Descrição TJLP e juros de 6,5% 29.490 233.454 mercado. As aplicações financeiras incluídas nos equivalentes de caixa, em FINAME CDI + 7,06% 5.866.944 2.231.220 sua maioria, são classificadas na categoria de ativos financeiros ao valor Conta garantida justo por meio do resultado. Contas a receber - São apresentadas aos Leasing 1,06% a 2,67% 2.407.222 2.516.880 valores presente e de realização, deduzidas de provisão para perdas em Total 8.303.656 5.904.052 montante considerado suficiente pela Administração para os créditos cuja Parcelas de curto prazo 5.896.434 1.428.356 recuperação é considerada duvidosa. Imobilizado líquido - Registrado ao Parcelas de longo prazo 2.407.222 3.057.074 custo de aquisição, formação ou construção dos respectivos bens adquiri- A garantia dos empréstimos é a propriedade fiduciária dos bens. Os demais dos. A depreciação dos bens é calculada pelo método linear considerando o empréstimos são garantidos por avais dos acionistas. 8. Obrigações trabaprazo de vida útil desses ativos. Avaliação do valor recuperável de ativos lhistas e tributárias parceladas e diferidas A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com Trabalhista 2012 2011 o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, Salários a pagar 500.059 615.049 operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de Contribuições sociais 547.782 501.352 seu valor recuperável. Quando tais evidências são identificadas, e o valor Provisão de férias 1.812.133 1.822.625 contábil líquido excede o valor recuperável, é constituída provisão para de- Outros 39.807 20.655 terioração ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. Arrenda- Total 2.899.781 2.959.681 mento mercantil - Os contratos de arrendamento mercantil financeiro são Tributária (corrente) reconhecidos no ativo imobilizado e no passivo de empréstimos e financiaPIS 38.329 (3.823) mentos, pelo menor entre o valor presente das parcelas mínimas obrigatóCOFINS 181.303 17.058 rias do contrato ou valor justo do ativo, dos dois o menor, acrescidos, quanISS 335.824 586.729 do aplicável, dos custos iniciais diretos incorridos na transação. Intangível 100.241 líquido - Ativos intangíveis adquiridos separadamente são mensurados no CSLL 278.446 reconhecimento inicial ao custo de aquisição e, posteriormente, deduzidos IRPJ Impostos e contribuições retidas 181.739 166.526 da amortização acumulada e perdas do valor recuperável, quando aplicável. 3.681.525 4.395.628 Outros ativos e passivos (circulantes e não circulantes) - Um ativo é re- Parcelamentos 4.797.407 5.162.118 conhecido no balanço patrimonial quando for provável que seus benefícios Total econômico-futuros serão gerados em favor da Companhia e seu custo ou Tributária (diferida) 77.291 70.194 valor puder ser mensurado com segurança. Um passivo é reconhecido no PIS 356.729 323.971 balanço patrimonial quando a Companhia possui uma obrigação legal ou COFINS 176.748 176.748 constituída como resultado de um evento passado, sendo provável que um CSLL 466.968 466.968 recurso econômico seja requerido para liquidá-lo. São acrescidos, quan- IRPJ 1.077.736 1.037.881 do aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias Total incorridos. As provisões são registradas tendo como base as melhores Total de obrigações trabalhistas e tributárias 8.774.924 9.159.680 estimativas do risco envolvido. Ajuste a valor presente de ativos e pas- (–) Parcelas de curto prazo 4.759.698 4.804.050 sivos - Os ativos e passivos monetários são ajustados pelo seu valor pre- (=) Parcelas de longo prazo 4.015.226 4.355.630 sente no registro inicial da transação, levando em consideração os fluxos Provisões tributárias diferidas - Os impostos e as contribuições incidentes de caixa contratuais, a taxa de juros explícita, e em certos casos implícita, sobre as receitas de serviços prestados aos órgãos públicos estão sendo dos respectivos ativos e passivos e as taxas praticadas no mercado para recolhidos em observância às legislações pertinentes, que possibilitam transações semelhantes. Imposto de renda e contribuição social - Para o recolhimento dos impostos e das contribuições com base nos valores o exercício findo em 31/12/2011, os referidos impostos foram calculados efetivamente recebidos no período. Parcelamento de impostos (REFIS IV) com base nas alíquotas vigentes de imposto de renda e Contribuição Social Lei nº 11.941/09 - Com base na Lei nº 11.941/09 de 27 de maio de 2009 e sobre o Lucro Líquido (CSLL) e consideram a compensação de prejuízos na Medida Provisória nº 470/09 de 13 de outubro de 2009, a Companhia em fiscais e base negativa de contribuição social, para fins de determinação de 27 de novembro de 2009 ingressou no Pedido de Parcelamento Especial exigibilidade. Instrumentos financeiros e derivativos - Os instrumentos “REFIS IV” na Secretaria da Receita Federal com a migração do saldo financeiros somente são reconhecidos a partir da data em que a Compa- devedor em aberto até 30/11/2009 e desistiu do parcelamento ordinário de nhia se torna parte das disposições contratuais dos instrumentos financei- que trata o artigo 10 da Lei nº 10.522 de 19 de julho de 2002 e solicitando ros. Quando reconhecidos, são inicialmente registrados ao seu valor justo o parcelamento do saldo remanescente. A referida lei e medida provisória acrescido dos custos de transação que sejam diretamente atribuíveis à sua preveem a redução de multas, juros, encargos sociais e pagamento com aquisição ou emissão (quando aplicável). Sua mensuração subsequente prejuízos fiscais. A Companhia optou para parcelamento dos débitos a Ativo Ativo circulante Caixa e equivalentes de caixa Contas a receber de clientes Tributos a recuperar Outros Ativos Total do ativo circulante Ativo não circulante Caucoes Depósitos judiciais Outros Ativos

Demonstrações do resultado para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 - (Em Reais) 2012 2011 Receita de serviços 55.489.454 75.814.743 (–) Impostos incidentes (3.827.000) (5.609.307) (–) Custo dos serviços (45.129.515) (53.967.035) ( = ) Resultado bruto 6.532.939 16.238.401 (+/-) Despesas e receitas operacionais Despesas gerais (11.536.771) (12.267.077) Despesas financeiras (1.704.310) (1.650.448) Receitas financeiras 7.228.168 1.427.826 Outras receitas operacionais 593.757 409.803 (5.419.155) (12.079.896) ( = ) Resultado operacional 1.113.783 4.158.505 (–) Contribuição social (100.241) (394.000) (–) Provisão para imposto de renda (278.446) (1.059.572) ( = ) Lucro líquido do exercício 735.096 2.704.933 Lucro líquido por ação 1,2804 4,7114 Demonstrações dos fluxos de caixa para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 (Em Reais) 2012 2011 Fluxos de Caixa das Atividades Operacionais Lucro (Prejuízos) antes do Imposto de Renda e da Contribuição Social 1.113.783 4.158.505 Ajustes p/reconc.o Lucro (Prej.) acima ao caixa gerado pelas ativid. operacionais Depreciações e amortizações 1.532.927 1.407.882 Baixa de ativos permanentes 380.675 11.892.309 Provisão para devedores duvidosos – Provisão para contingências – 55.921 Impostos Pagos (378.687) (1.453.572) Decréscimo (acréscimo) em ativos Contas a receber 1.143.263 (219.921) Creditos diversos (274.668) (2.032.193) Outras contas a receber (6.200.000) 392.576 Depósitos judiciais (64.463) 11.036 (Decréscimo) acréscimo em passivos Fornecedores (111.663) 279.652 Obrigações trabalhistas e tributárias (33.861) 312.161 Contas a pagar 16.372 786.396 Antecipações de clientes 3.154.761 48.163 Obrigações tributárias parceladas e diferidas (507.208) 590.974 Caixa proveniente das operações (228.769) 16.229.889 Fluxo de caixa das ativid. de investimento Acréscimo do imobilizado 1.204.887 (2.584.217) Acréscimo do intangível 12.045 Caixa líquido aplic. nas ativid. de invest. 1.204.887 (2.572.172) Fluxo de caixa das atividades de financ. Captação (amortização) líq. de empréstimos 1.748.303 (12.178.818) Caixa líquido aplicado nas ativid.de financ. 1.748.303 (12.178.818) Das atividades de financ. com acionistas Distrib. de lucros e juros s/ o capital próprio (1.400.000) (3.475.000) Caixa líq. utiliz. p/ativid.de financ. c/acion. (1.400.000) (3.475.000) Aumento líquido de caixa e equiv. de caixa 1.324.421 (1.996.101) Caixa e equivalentes de caixa No início do exercício 12.538.754 14.534.855 No final do exercício 13.863.175 12.538.754 Aumento líquido de caixa e equiv. de caixa 1.324.421 (1.996.101) serem pagos em 180 prestações mensais com parcela mínima a partir de novembro de 2009 até a consolidação da dívida acrescida de juros correspondentes à variação mensal da taxa SELIC. A Companhia encontrase obrigada a manter os pagamentos regulares dos impostos parcelados como condição essencial para a manutenção do parcelamento e das condições dos mesmos. 9. Provisões para contingências A Empresa está sujeita às contingências trabalhistas e outras. Em bases periódicas, a Administração revisa o quadro de contingências conhecidas, avalia as possibilidades de prováveis perdas e ajusta a respectiva provisão, considerando a opinião de seus assessores jurídicos e demais dados disponíveis nas datas de encerramento dos exercícios, como a natureza dos processos e a experiência histórica. 10. Patrimônio líquido - 10.1. Capital social - Em 31/12/2011, o capital social da Companhia é de R$ 9.892.887,00 composto por 574.129 ações ordinárias e preferenciais sem valor nominal, conforme relacionado a seguir: Descrição Nº de ações Ações ordinárias nominativas 382.361 Ações preferenciais nominativas 191.768 Total 574.129 10.2. Destinações - reserva legal e dividendos - A destinação do resultado apurado obedecerá as normas estatutárias que, entre outras, prevê a dedução dos lucros auferidos com prejuízos acumulados, a constituição da reserva legal (5%), e a distribuição do dividendo mínimo obrigatório quando aplicável. Para o exercício findo em 31/12/2012, a Companhia optou por não destinar os lucros conforme previsto no estatuto social, bem como as parcelas do dividendos mínimos obrigatórios. 11. Instrumentos financeiros - Os instrumentos financeiros correntemente utilizados pela Sociedade estão substancialmente representados pelas aplicações financeiras de curto prazo, contas a receber e fornecedores em condições normais de mercado, estando reconhecidos nas demonstrações contábeis pelos critérios descritos na Nota Explicativa nº 2. Estes instrumentos são administrados por meio de estratégias operacionais, visando a liquidez, rentabilidade e minimização de riscos. A Sociedade não efetuou aplicações de caráter especulativo, em derivativos ou quaisquer outros ativos de riscos. Os principais instrumentos financeiros ativos e passivos em 31 de dezembro de 2008 são descritos a seguir, bem como os critérios para sua valorização:• Caixa e equivalentes de caixa: os saldos em conta corrente mantidos em bancos têm seus valores de mercado idênticos aos saldos contábeis; • Contas a receber de clientes: as contas a receber de clientes são avaliadas pelo valor de realização e são deduzidas da provisão para créditos de liquidação duvidosa;• Fornecedores: os valores reconhecidos representam a parcela a pagar dos valores de aquisição das mercadorias. 12. Cobertura de seguros - A Empresa adota a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por montantes considerados pela Administração, como suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. As apólices estão em vigor e os prêmios foram devidamente pagos. Consideramos que temos um programa de gerenciamento de riscos, buscando no mercado coberturas compatíveis com o nosso porte e operações. Diretoria Clovis Salioni – Diretor Presidente Clovis Salioni Junior – Diretor superintendente Rossana Braga – CRC RJ 086.155/02 – “T” SP.

Betacar Administração de Bens e Participação S.A CNPJ/MF nº 08.077.875/0001-01 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (Em milhares de Reais) Ativo Ativo Circulante Ativo não circulante I nvestimentos Total do ativo não circulante Total do Ativo

2012 21

2011 15

25.962 25.962 25.983

23.366 23.366 23.381

DEMONSTRAÇÕES DO FLUXO DE CAIXA Das atividades operacionais Lucro (prejuízo) líquido do exercício (Decréscimo) acréscimo em passivos Contas a pagar e outros débitos Disp. líq. geradas (consumidas) pelas ativ. operacionais

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Passivo circulante Patrimônio líquido Capital social Reserva legal Reserva de lucros Total do passivo e patrimônio líquido

2012 1.850

2011 2.031

3.323 997 19.814 25.983

3.323 997 17.031 23.381

Das atividades de investimento Acréscimo de investimento Caixa líquido utilizado pelas atividades de investimento (181) Das ativ. de financ. com acionistas e pessoas ligadas Distribuição de Dividendos 3.872 Caixa líq. utilizado pelas ativ. de financiamento c/ acionistas

31/12/12 4.053

DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS PARA OS EXERCÍCIOS 2012 2011 (+/-) Despesas adm., comerciais, financ. e gerais (9) (17) Outras receitas operacionais 4.062 4.164 Lucro operacional 4.053 4.147 Lucro líquido do exercício 4.053 4.147

Aumento (redução) das disponibilidades Disponibilidades No início do exercício (2.596) No fim do exercício (2.596) Aumento (redução) das disponibilidades (1.270) (1.270)

A DIRETORIA Anderson Ribeiro Caresma - Contador - CRC 1SP 221043/O-9

7 15 21 7


DIÁRIO DO COMÉRCIO

32 -.ECONOMIA/LEGAIS

e

terça-feira, 30 de abril de 2013

Nova lei na Grécia deve destravar 8 bilhões de euros em empréstimos de resgate da UE e do FMI.

conomia

Austeridade fiscal faz mal para a saúde Conclusão é de pesquisas de Oxford e Stanford

A

Cogeração de Energia Elétrica Paraíso S.A.

CNPJ 12.244.251/0001-09 Demonstrações Financeiras - Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma Balanço patrimonial em 31 de dezembro Demonstração do resultado Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 Ativo 2012 2011 Passivo e patrimônio líquido 2012 2011 Operações continuadas Receitas de vendas (Nota 13) 15.898 Circulante Circulante Custo de venda (28.409) Caixa e equivalentes de caixa (Nota 4) 9.922 10 Empréstimos e financiamentos (Nota 8) 13.644 (12.511) Contas a receber (Nota 5) 6.447 Fornecedores (Nota 9) 7.450 6.059 Prejuízo bruto (1.962) (895) Estoques 90 Obrigações tributárias 280 68 Despesas gerais e administrativas (Nota 14) Prejuízo operacional (14.473) ( ) (895) ( ) Tributos a recuperar (Nota 6) 1.578 55 21.374 6.127 Receitas financeiras (Nota 15) 1.084 59 Adiantamentos a fornecedores 647 Não circulante Despesas financeiras (Nota 15) (7.286) (1.807) Outras contas a receber 24 5 Empréstimos e financiamentos (Nota 8) 98.469 (6.202) (1.748) 18.708 70 Partes relacionadas (Nota 10) 38.045 104.357 Despesas financeiras, líquidas (20.675) (2.643) Não circulante 136.514 104.357 Prejuízo antes do IR. e da contribuição social ( ) (12) Realizável a longo prazo Total do passivo 157.888 110.484 Imposto de renda e contribuição social Prejuízo do exercício (20.675)) (2.655) ( ) Depósitos judiciais 157 Patrimônio líquido (Nota 11) Ações no final do exercício (em milhares) 56.331 32.000 157 Capital social 56.331 32.000 (0,37) (0,08) Imobilizado (Nota 7) 169.659 137.394 Prejuízos acumulados (25.695) (5.020) Prejuízo por ação do capital social no fim do período 30.636 26.980 169.816 137.394 Demonstr. dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de dezembro 188.524 137.464 Fluxos de caixa das atividades operacionais Total do ativo 188.524 137.464 Total do passivo e patrimônio líquido 2012 2011 Prejuízo do exercício (20.675) (2.655) Demonstração das mutações do patrimônio líquido cável, os rendimentos e variações monetárias auferidos e os passivos, pelos Capital Prejuízos valores conhecidos ou calculáveis, também acrescidos, quando aplicável, Ajustes de receitas e desp. não envolvendo caixa 2.850 social acumulados Total dos correspondentes encargos e variações monetárias incorridos. 2.10 Depreciações e amortizações (Nota 7) 7.534 1.799 Em 1º de janeiro de 2011 32.000 (2.365) 29.635 Reconhecimento da receita A receita compreende o valor justo da contra- Juros sobre empréstimos (10.291) (856) ( ) (2.655) ( ) prestação recebida ou a receber pela comercialização de energia elétrica e Prejuízo do exercício (2.655) Em 31 de dezembro de 2011 32.000 (5.020) 26.980 subprodutos no curso normal das atividades da Companhia. A receita é Variações no capital circulante (6.447) Aumento do capital social (Nota 11(b)) 24.331 24.331 apresentada líquida de impostos, devoluções, abatimentos e descontos. Aumento do contas a receber (90) ( ) (20.675) ( ) Geralmente, o montante de receitas brutas é equivalente ao valor das notas Aumento dos estoques Prejuízo do exercício (20.675) (1.523) (29) Em 31 de dezembro de 2012 56.331 (25.695) ( ) 30.636 fiscais emitidas. A Companhia reconhece a receita quando: (i) o valor da Aumento de tributos a recuperar 1.391 (5) Notas explic. da administração às demonstr. financeiras em 31/12/2012 receita pode ser mensurado com segurança; (ii) é provável que benefícios Aumento de fornecedores 212 26 1 Informações gerais- A Companhia, fundada em 17 de junho de 2010, econômicos futuros fluam para a entidade e (iii) critérios específicos tenham Aumento de obrigações tributárias Aumento de outros ativos líquidos (823) (5) chamava-se Toscana SP Participações S.A. Em 23 de setembro de 2010 sido atendidos para cada uma das atividades da Companhia, conforme des(17.571) (869) alterou-se a denominação para Cogeração de Energia Elétrica Paraíso S.A. crição a seguir. (a) Venda de energia elétrica- A energia elétrica produzida Caixa líquido aplicado nas ativ. operacionais A Cogeração de Energia Elétrica Paraíso S.A. (a “Companhia”) tem por pela Companhia é disponibilizada na rede de distribuição da Companhia Fluxos de caixa das atividades de investimento (35.115) (94.169) objeto: (a) cogeração de energia elétrica utilizando biomassa; (b) o forneci- Paulista de Força e Luz – CPFL, distribuidora ligada fisicamente à Compa- Aquisição de imobilizado (Nota 7) (35.115) (94.169) mento de energia elétrica e vapor; (c) o gerenciamento de unidades indus- nhia, e liquidada financeiramente pela Câmara de Comercialização de Ener- Caixa líquido usado nas atividades de invest. triais e cogeração de energia elétrica; (d) a prestação de serviços relaciona- gia Elétrica – CCEE, entidade específica para esse fim. A receita é reconhe- Fluxos de caixa das atividades de financiamento dos à geração e otimização de eficiência energética; e (e) a realização de cida mediante a disponibilização da energia na rede e o conhecimento razo- Recursos provenientes de emprést. e financ. (Nota 8) 112.113 11.688 89.956 outras atividades relacionadas ao seu objeto principal. A Companhia é uma ável do valor da receita mensal. A Companhia receberá a autorização da Rec. prov. de emprést. c/ partes relac. (Nota 10) sociedade por ações, estabelecida e domiciliada no Brasil, com sede em Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL para transmitir energia dire- Juros pagos sobre emprést. com partes relac. (Nota 10) (19.331) Pag. de emprést. com partes relacionadas (Nota 10) (66.203) São Paulo–SP. Em agosto de 2012 a Companhia iniciou as suas atividades tamente ao consumidor final em maio de 2013. Para atender a um contrato 24.331 operacionais com a produção e comercialização de energia elétrica e vapor firmado com um dos seus consumidores, a Companhia adquire energia de Aumento de capital social (Nota 11(b)) 62.598 89.956 através da queima de bagaços e resíduos de cana-de-açúcar (biomassa). A terceiros e repassa ao cliente, reconhecendo a receita no momento do Caixa líq. usado nas ativ. de financiamento 9.912 (5.082) Companhia possui as devidas autorizações de órgãos reguladores para repasse. (b) Receita financeira- A receita financeira é reconhecida com Aum. (red.) de caixa e equiv. de caixa, líquidos 10 5.092 comercializar a energia elétrica nos limites de sua propriedade, situada em base no método da taxa de juros efetiva. 3 Estimativas e julgamentos con- Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 10 Brotas-SP. A energia não comercializada nos limites de sua propriedade é tábeis críticos- A Companhia faz estimativa e estabelece premissas com Caixa e equiv. de caixa no final do exercício (Nota 4) 9.922 disponibilizada na rede de distribuição da Companhia Paulista de Força e relação ao futuro, baseada na experiência histórica e em outros fatores, Contas a receber da Câmara de Comercialização Luz – CPFL, distribuidora ligada fisicamente à Companhia, e liquidada finan- incluindo expectativas de eventos futuros. Por definição, as estimativas con- de Energia Elétrica (“CCEE”) (i) 5.808 ceiramente pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE, tábeis resultantes raramente serão iguais aos respectivos resultados reais. Outras contas a receber 639 6.447 entidade específica para esse fim. A Companhia estima receber, em maio de As estimativas e premissas que apresentam um risco significativo de causar 2013, autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL para um ajuste relevante nos valores contábeis de ativos e passivos para o pró- (i) A CCEE paga mensalmente (com prazo de dois meses), pela energia transmitir energia diretamente ao consumidor final. Em 2011, a Companhia ximo exercício estão divulgadas abaixo. Imposto de renda e contribuição colocada na rede, valores determinados por decretos leis e resoluções da assinou um contrato de fornecimento de energia diretamente a um consumi- social A Companhia reconhece provisões para situações em que é provável ANEEL ((i) Decreto nº 6.353/2008; (ii) Resolução ANEEL nº 552/2002 e dor fora dos limites da sua propriedade. Sem a devida autorização da que valores adicionais de impostos sejam devidos. Quando o resultado final Resolução ANEEL nº 216/2006; (iii) Regras e Procedimentos de ComerciaANEEL, na ocasião, para a comercialização de energia, a Companhia adqui- dessas questões for diferente dos valores inicialmente estimados e registra- lização vigentes; e (iv) demais atos administrativos do MME e da ANEEL). riu energia de terceiros para repassar a esse cliente, operação que gerou dos, essas diferenças afetarão os ativos e passivos fiscais atuais e diferidos 6 Tributos a recuperar-A composição dos tributos a recuperar é demonsprejuízo no exercício de 2012. O referido contrato não inclui fornecimento de no período em que o valor definitivo for determinado. Em 31 de dezembro de trada a seguir: 2012 2011 energia de janeiro a março de 2013. Com a autorização da ANEEL, prevista 2012, a Companhia não possui imposto de renda e contribuição social sobre a ocorrerem maio de 2013, a administração estima que essa operação pas- o lucro, pois ela apresentou prejuízo fiscal no período. 4 Caixa e equivalen- Contribuição para o financiamento da seguridade Social – COFINS 669 ICMS a Recuperar 412 sará a gerar lucro para a Companhia, não havendo a necessidade, portanto, tes de caixa211 52 de reconhecimento e mensuração de uma provisão, pela existência de con2012 2011 Imposto de renda retido na fonte – IRRF 145 3 trato oneroso, conforme requerido pelo CPC 25 – Provisões, passivos con- Dinheiro em bancos e em caixa 91 10 Programa de Integração Social–PIS a Recuperar Contribuição social sobre o lucro líquido – CSLL 45 9.831 tingentes e ativos contingentes. Desde a sua constituição, em 17 de junho Depósitos bancários de curto prazo 96 9.922 10 Outros de 2010 até 31 de dezembro de 2012, a Companhia tem apurado Prejuízos 1.578 55 2012 Operacionais. A emissão destas demonstrações financeiras foi autorizada 5 Contas a receberpela diretoria em 30 de abril de 2013. 2 Resumo das principais políticas 7 ImobilizadoEdificações, Máquinas e Móveis, equip. de contábeis- As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas Adiantamento Imobilizações em Benfeitorias instalações gerais equipamentos escritório e demonstrações financeiras estão definidas abaixo. Essas políticas foram a fornecedores andamento em terrenos e infra-estrutura industriais de informática Total aplicadas de modo consistente nos exercícios apresentados, salvo quando Saldo em 31/12/2010 indicado de outra forma. 2.1 Base de preparação e apresentação- As Saldo inicial 30.156 - 30.156 demonstrações financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas Aquisição 107.238 - 107.238 de acordo com o CPC PMEs (R1). A preparação de demonstrações financeiTransferências (137.394) 137.394 ras em conformidade com o CPC para PMEs (R1) requer o uso de certas Saldo contábil, líquido 137.394 - 137.394 estimativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte Em 31/12/2011 da administração da Companhia no processo de aplicação das políticas Custo 137.394 - 137.394 contábeis. As áreas que requerem maior nível de julgamento e possuem Saldo contábil, líquido 137.394 - 137.394 maior complexidade, bem como aquelas cujas premissas e estimativas são Saldo em 31/12/2011 137.394 137.394 significativas para as demonstrações financeiras, estão divulgadas na Nota Adições 153 5.255 29.699 8 35.115 3. 2.2 Moeda funcional e moeda de apresentação- Os itens incluídos nas Transferências (137.079) 599 20.372 116.081 27 demonstrações financeiras são mensurados de acordo com a moeda do Depreciação anual ( ) ( ) ( ) ( ) (2.850) ( ) (12) (460) (2.377) (1) principal ambiente econômico no qual a Companhia atua (“moeda funcio- Saldo contábil, líquido 315 740 25.167 143.403 34 169.659 nal”). As demonstrações financeiras estão apresentadas em milhares de Em 31/12/2012 reais, portanto, reais é a moeda funcional da Companhia e, também, a sua Custo 315 752 25.627 145.780 35 173.343 moeda de apresentação. 2.3 Caixa e equivalentes de caixa- Caixa e equi- Depreciação acumulada ((12)) ((460)) ((2.377)) ((1)) ((2.850)) valentes de caixa incluem dinheiro em caixa, depósitos bancários, outros Saldo contábil, líquido 315 740 25.167 143.403 34 169.659 investimentos de curto prazo de alta liquidez, com vencimentos originais de 2012 partes relacionadas, acima citadas, há incidência de taxa de juros de 15% até três meses, ou menos, com risco insignificante de mudança de valor e 8 Empréstimos e financiamentosCirculante/Empréstimos bancários 13.644 ao ano e de atualização pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor que são prontamente conversíveis em um montante conhecido de caixa. 2.4 98.469 Amplo (IPCA). 11 Patrimônio líquido- (a) Capital social- O capital social Contas a receber de clientes- As contas a receber de clientes são inicial- Não circulante/Empréstimos bancários 112.113 da Companhia em 31 de dezembro de 2012 é de R$ 56.331 (R$ 32.000 mente reconhecidas pelo valor da transação e subsequentemente mensura- Total dos empréstimos e financiamentos das pelo custo amortizado com o uso do método da taxa de juros efetiva Os empréstimos bancários vencem até 15 de janeiro de 2027, com juros em 31 de dezembro de 2011), dividido em 56.331.032 ações ordinárias, menos a provisão para créditos de liquidação duvidosa. Uma provisão para de 1,92% ao ano acima da Taxa de Juros de Longo Prazo–TJLP, e parcelas todas nominativas e sem valor nominal, distribuídas entre os seguintes créditos de liquidação duvidosa é constituída quando existe uma evidência pagas mensalmente. A linha de crédito contratada foi obtida junto ao Banco acionistas: objetiva de que a Companhia não receberá todos os valores devidos de Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES para a implanQuantidade Percentual de acordo com as condições originais das contas a receber. 2.5 Estoques- Os tação de sua usina termoelétrica (UTE), com capacidade instalada de 70 ç p p ç de ações participação estoques são demonstrados ao custo ou ao valor líquido de realização, dos MW movida a bagaço e resíduos (pontas e palhas) de cana-de-açúcar, na Rhodia Energy SAS 36.999.200 66,00 dois o menor. O custo é determinado pelo método de avaliação de estoque cidade de Brotas, São Paulo. O crédito obtido também deverá ser utilizado , Rhodia Brasil Ltda. 19.331.832 34,00 “custo médio ponderado” e o valor líquido de realização corresponde ao no desenvolvimento de projetos sociais voltados para a comunidade. Os 56.331.032 100,00 , preço de venda estimado menos custos para concluir e vender. O custo dos empréstimos e financiamentos estão contratados em moeda nacional e não (b)Aumentos de capital-Em Assembleia Geral Extraordinária de 27 possuem cláusulas financeiras restritivas (“covenants”). 9 Fornecedoresprodutos acabados e dos produtos em elaboração compreende matéria2012 2011 de dezembro de 2012, foi aprovado o aumento de capital de R$ 24.331, -prima, mão de obra direta, embalagem, outros custos diretos e os respectimediante a emissão de R$ 24.331.032,00 novas ações ordinárias, nomiFornecedores de matéria prima e de energia (i) 5.014 88 vos gastos indiretos de produção (com base na capacidade operacional 2.436 5.971 nativas, ao preço de emissão de R$ 1,00 cada, totalmente subscritas e normal). Os estoques são avaliados quanto ao seu valor recuperável nas Fornecedores de ativo imobilizado (ii) 7.730 6.059 integralizadas pelos acionistas da seguinte forma: (a) Rhodia Energy SAS datas de balanço. Em caso de perda por desvalorização (impairment), esta é imediatamente reconhecida no resultado. 2.6 Imobilizado- Os itens do (i) A Companhia ainda não possui licença de operação comercial, da subscreveu 5.000.000 de ações ao preço de R$ 1,00 por ação, perfazendo imobilizado são demonstrados ao custo histórico de aquisição, menos o Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, cujo processo se encon- o valor total de R$ 5.000, totalmente integralizado; (b) Rhodia Brasil Ltda. valor da depreciação e de qualquer perda não recuperável acumulada. O tra em andamento. Em 2011, foi assinado contrato de fornecimento de subscreveu 19.331.032 de ações ao preço de R$ 1,00 por ação, perfazendo custo histórico inclui os gastos diretamente atribuíveis necessários para pre- energia elétrica com uma comercializadora de energia. Sem a devida o valor total de R$ 19.331, totalmente integralizado. 12 Imposto de renda parar o ativo para o uso pretendido pela administração, excluindo custos de autorização para a operação comercial, a Companhia tem adquirido e contribuição social- A Companhia apresenta em seus registros fiscais financiamentos. A Companhia inclui no valor contábil de um item do imobili- energia de terceiros e repassado a essa comercializadora, fato que jus- o montante de R$ 34.541 (em 31 de dezembro de 2011–R$ 7.202) de prezado o custo de peças de reposição somente quando for provável que este tifica o saldo de fornecedores de energia. (ii) Foram estabelecidos com juízos fiscais e de base negativa de contribuição social, em decorrência de custo lhe proporcione futuros benefícios econômicos. O valor contábil das seus fornecedores de ativos imobilizados contratos para entrega de suas despesas a compensar com lucros tributários futuros, ainda não regispeças substituídas é baixado e todos os outros reparos e manutenções são bens, em regime de empreitada, para a implantação de sua usina tertrados contabilmente, por não ser possível afirmar que sua realização é, precontabilizados como despesas do exercício, quando incorridos. A deprecia- moelétrica (UTE), com capacidade instalada de 70 MW movida a bagaço sentemente, considerada provável. 13 Receitas de vendas- A composição ção de outros ativos é calculada com base no método linear para alocação e resíduos (pontas e palhas) de cana-de-açúcar, na cidade de Brotas, 2012 de custos, menos o valor residual durante a vida útil, que é estimada como São Paulo. 10 Transações com partes relacionadas- Empréstimos com das receitas é a seguinte: segue: . Edificações–25-40 anos . Máquinas–10-15 anos . Móveis, utensílios partes relacionadas A movimentação dos empréstimos com partes rela- Análise de receita por categoria 15.690 e equipamentos–3-8 anos Os valores residuais, a vida útil e os métodos de cionadas durante o exercício é demonstrada a seguir: Saldo em 31 de Receita de vendas de energia elétrica 2.175 104.357 Receita de revenda de produtos depreciação dos ativos são revisados e ajustados, se necessário, quando dezembro de 2011 203 11.688 Receita de vendas de vapor existir uma indicação de mudança significativa desde a última data de Captação de empréstimos (i) 834 Impostos sobre as receitas de vendas (2.170) balanço. O valor contábil de um ativo é imediatamente baixado para seu Juros sobre empréstimos – imobilizado (iii) 6.700 valor recuperável se o valor contábil do ativo for maior que seu valor recupe- Juros sobre empréstimos – despesa 15.898 (19.331) 14 Despesas gerais e administrativasrável estimado. Os ganhos e as perdas em alienações são determinados Pagamento de juros sobre empréstimos 2012 2011 (66.203) Serviços de consultoria e assessoria pela comparação do valor de venda com o valor contábil e são reconhecidos Amortização de empréstimos (ii) 1.465 605 38.045 Despesas com impostos em “Outros ganhos/(perdas), líquidos” na demonstração do resultado. 2.7 Saldo em 31 de dezembro de 2012 152 Empréstimos e financiamentos Os empréstimos são inicialmente reco- (i) O saldo de empréstimos com partes relacionadas em 31 de dezembro Despesas com quilometragem, pedágio e refeição 83 nhecidos pelo valor da transação (ou seja, pelo valor recebido do banco ou de 2012 foi contratado com a empresa Rhodia Brasil Ltda., acionista da Aluguéis e condomínio 31 51 da parte relacionada, incluindo os custos da transação) e subsequente- Companhia, com vencimento em 2016. (ii) Em 31 de dezembro de 2011 Despesas com software 174 mente demonstrados pelo custo amortizado. As despesas com juros são a Companhia também mantinha contrato de empréstimos junto à Rhodia Outras despesas gerais e administrativas 231 65 reconhecidas com base no método de taxa de juros efetiva ao longo do Poliamida e Especialidades Ltda., empresa coligada da Rhodia Brasil Ltda. 1.962 895 prazo do empréstimo de tal forma que na data do vencimento o saldo contá- Todos os empréstimos com a Rhodia Poliamida e Especialidades Ltda. e 15 Resultado financeiro2012 2011 bil corresponde ao valor devido. Os juros são incluídos em despesas finan- parte dos empréstimos com a Rhodia Brasil Ltda. foram liquidados durante 6.700 ceiras. Os empréstimos são classificados como passivo circulante, a menos o exercício de 2012. (iii) Conforme CPC 20–“Custo de Empréstimos”, a Juros sobre empréstimos 141 1.799 que a Companhia tenha um direito incondicional de diferir a liquidação do Companhia está capitalizando os custos de empréstimo que são direta- Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) Outras despesas financeiras 445 8 passivo por, pelo menos, 12 meses após a data do balanço. 2.8 Fornecedo- mente atribuíveis à construção da usina de transmissão de energia como 7.286 1.807 res As contas a pagar aos fornecedores são inicialmente reconhecidas pelo parte do custo do ativo imobilizado. Os demais custos de empréstimos Despesas financeiras 881 49 valor justo e, subsequentemente, mensuradas pelo custo amortizado com o são reconhecidos como despesas do período. Está incluso nesse mon- Rendimento sobre aplicações financeiras uso de taxa de juros efetiva. 2.9 Outros ativos e passivos circulantes Os tante imposto de renda retido na fonte (IRRF) a ser retido e recolhido na Outras receitas financeiras 203 10 ativos são apresentados pelos valores de realização, incluindo, quando apli- liquidação do contrato. Sobre o total dos empréstimos tomados junto às Receitas financeiras 1.084 59 Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Aos Administradores e Acionistas - Cogeração de Energia Elétrica trações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os Paraíso S.A. Examinamos as demonstrações financeiras da Cogeração envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com de Energia Elétrica Paraíso S.A. (a “Companhia”) que compreendem evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase-Conforme descrito o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados depenna Nota 1 às demonstrações financeiras, desde a sua constituição, demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de disdos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o torção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente em 17 de junho de 2010 até 31 de dezembro de 2012, a Companhia resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicati- se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor tem apurado prejuízos operacionais. No entanto, conforme autorizavas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações considera os controles internos relevantes para a elaboração e ade- ção prevista da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL a ser financeiras-A administração da Companhia é responsável pela elabo- quada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia emitida em maio de 2013, para transmissão de energia diretamente ao ração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas consumidor final, é esperado que as operações da Companhia passem acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia internos que ela determinou como necessários para permitir a elabora- desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a gerar lucros operacionais. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto. a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoação de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, indeSão Paulo, 29 de abril de 2013. pendentemente se causada por fraude ou por erro. Responsabilidade bilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como dos auditores independentes-Nossa responsabilidade é a de expres- a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas PricewaterhouseCoopers sar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é sufiAuditores Independentes em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e ciente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião-Em CRC 2SP000160/O-5 internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apreWander Rodrigues Teles exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e exe- sentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cogeração de Energia Elétrica Paraíso S.A. Contador CRC 1DF005919/O-3 “S” SP cutada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demons-

s políticas de austeridade fiscal vem provocando um efeito devastador sobre a saúde das pessoas na Europa e na América do Norte, provocando suicídios, depressão e doenças infecciosas, e reduzindo o acesso a atendimento médico e remédios, revelaram ontem dois pesquisadores. Ao detalhar uma década de pesquisas, o economista político David Stuckler, pesquisadorsênior da Universidade Oxford, e Sanjay Basu, professor-assistente de medicina e epidemiologista na Universidade Stanford, disseram que suas conclusões mostram que a austeridade é altamente nociva para a saúde das pessoas. Em livro a ser lançado nesta semana – "The Body Economic: Why Austerity Kills", ou "A economia do corpo: por que a austeridade mata", em tradução livre –, os pesquisadores dizem que mais de 10 mil suicídios e até um milhão de casos de depressão foram diagnosticados durante o que chamaram de "Grande Recessão", que foi acompanhado de medidas de austeridade na Europa e América do Norte. Na Grécia, medidas como cortes orçamentários nos programas de prevenção à Aids coincidiram com um aumento de mais de 200% nas infecções pelo vírus HIV desde 2011 – explicado também pela disparada no uso de drogas, num momento em que o desemprego juvenil chega a 50%. A Grécia também registrou seus primeiros casos de malária em várias décadas, após a realização de cortes nos programas de controle do mosquito transmissor. Nos EUA, mais de 5 milhões de pessoas perderam o acesso a tratamento médico durante a recessão, informaram os pesquisadores, e na Grã-

Bretanha cerca de 10 mil famílias se tornaram semteto devido a medidas governamentais restritivas. "Nossos políticos precisam levar em conta as sérias, e em alguns casos profundas, consequências das escolhas econômicas", disse Stuckler, em nota. "Os males que encontramos incluem surtos de HIV e malária, escassez de medicamentos essenciais, perda do atendimento à saúde e uma evitável epidemia de abuso do álcool, depressão e suicídio. A austeridade está tendo um efeito devastador". Mas Stuckler e Basu disseram que os efeitos negativos sobre a

No final, a piora da saúde não é consequência inevitável das recessões econômicas. É uma escolha política. SANJAY BASU, STANFORD saúde pública não são inevitáveis, mesmo durante os períodos de piores crises fin/anceiras. Na Suécia, por exemplo, programas ativos de inclusão no mercado de trabalho contribuíram para uma redução no número de suicídios, mesmo durante uma recessão. Países vizinhos onde isso não acontece registraram grande aumento no número de suicídios. E, nos EUA, durante a Grande Depressão da década de 1930, a cada US$ 100 adicionais distribuídos pelo programa New Deal havia cerca de 20 mortes a menos a cada mil nascidos vivos, 4 suicídios a menos a cada 100 mil pessoas, e 18 mortes por pneumonia a menos a cada 100 mil pessoas. "No final, a piora da saúde não é consequência inevitável das recessões econômicas. É uma escolha política", disse Basu, na nota. (Reuters)

Grécia cria lei para destravar empréstimos

P

arlamentares gregos aprovaram no domingo uma lei de reforma para destravar cerca de 8,8 bilhões de euros em empréstimos de resgate da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI). A lei, que é condição para mais desembolsos de ajuda, foi facilmente aprovada com o apoio sólido dos três partidos que compõem a coalizão de governo, com 168 votos a favor e 123 contra. Com a aprovação do Parlamento, autoridades da zona do euro pod e m a p r o v a r o p a g a-

mento de 2,8 bilhões de euros em empréstimo do resgate, afirmou o ministro das Finanças grego, Yannis Stournaras. Os ministros das Finanças da zona do euro se encontrarão em 13 de maio para liberar mais um desembolso de 6 bilhões de euros, acrescentou o parlamentar. A lei implementa um acordo fechado entre Atenas e inspetores da UE e do FMI no começo do mês, permitindo que eles atestassem que o país está no caminho de atingir suas metas do resgate. (Reuters)


terça-feira, 30 de abril de 2013

e Estímulo faz ações subirem na Europa conomia

Com problemas estruturais em curso, recuperação no mercado acionário europeu é de curto prazo.

A

formação do novo governo na Itália e as expectativas de mais estímulos monetários pelos bancos centrais mundiais refletiram na alta das ações europeias ontem. A melhor performance da região, com aumento de 2,2%, foi do índice italiano FTSE MIB, o que mostrou que os investidores comemoraram o fim de um impasse político que durou dois meses. Já o índice FTSEurofirst 300 subiu 0,5%, com 1.202 pontos, auxiliado pela crescente expectativa de mais suporte monetário do Federal Reserve (Fed, o banco central norteamericano) e do Banco Central Europeu nesta semana, após números mais baixos do que o mercado esperava para a inflação nos Estados Unidos e na Alemanha. No entanto, como o FTSEurofirst 300 está em alta de 4,8% desde 18 de abril, alguns investidores acreditam que qualquer nova ação do banco

central já está precificada e o que o espaço para mais ganhos é limitado. "É uma recuperação de curto prazo que estamos vendo agora, mas depois devemos nos preparar para alguma fraqueza devido aos problemas e s t r u t u r a i s q u e e n f r e n t amos", disse Wouter Sturkenboom, estrategista de investim e n t o s d a R u s s e l I n v e s tments. O bom ânimo das bolsas refletiu o índice Financial Times, de Londres, que avançou 0,49%, com 6.458 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX subiu 0,75%, para 7.873 pontos. O comportamento não foi diferente em Paris, onde o índice CAC-40 teve alta de 1,54%, a 3.868 pontos. Em Milão, o índice Ftse/Mib registrou ganhos de 2,20%, para 16.929 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 expandiu 1,85%, a 8.450 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 valorizou-se 1,79%, para 6.262 pontos. (Reuters)

Santander troca presidente após batalha judicial

U

ma longa batalha judicial fez o presidente-executivo do Santander, Alfredo Saenz, de 70 anos, deixar o cargo no maior banco da zona do euro. Ontem, o Santander informou que seu conselho decidiu nomear como novo presidente-executivo Javier Marin, de 46 anos, que já ocupou vários cargos de peso dentro do grupo. Marin é confidente do presidente do conselho de administração da instituição, Emilio Botín, de 78 anos. A saída de Saenz ocorre depois de uma prolongada batalha legal sobre se ele deveria ser impedido de realizar atividades bancárias devido a uma condenação criminal. Em 2009 Saenz foi condenado por ter feito uma reclamação falsa contra acionistas do banco Banesto. Ele teria pressionado os acionistas a pagar uma dívida, em um caso que surgiu pela primeira vez há mais de uma década.

Posteriormente, o agora ex-presidente do Santander foi perdoado pelo então primeiro-ministro espanhol José Luis Rodriguez Zapatero. No início deste ano, a Suprema Corte da Espanha decidiu restabelecer a condenação, em um caso que já perseguia o executivo por vários anos. Em um novo episódio este mês, o Banco de Espanha abriu um novo processo para decidir o destino de Saenz, depois que o governo aprovou uma nova lei sobre ética bancária que poderia têlo mantido no posto. O Santander disse em comunicado que Saenz estava deixando o cargo voluntariamente e agradeceu por seu trabalho no banco, período em que a instituição quadruplicou de tamanho. De acordo com as contas auditadas do Santander, Saenz, acumulou pensão de pouco mais de 88 milhões de euros (o equivalente a US$ 115 milhões).(Reuters)

Imóvel usado reage nos Estados Unidos

N

a esteira de uma aceleração do mercado imobiliário neste ano, os contratos de compra de moradias usadas nos Estados Unidos aumentaram em março. A Associação Nacional de Corretores (NAR, na sigla em inglês) informou ontem que o Índice de Vendas Pendentes – que é baseado em contratos firmados no mês anterior – avançou 1,5%, para 105,7. A atividade nos meses recentes mostrou melhoras modestas, e os contratos alcançaram no mês passado o maior nível desde abril de 2010.

Economistas consultados pela Reuters esperavam que os contratos assinados, que geralmente se tornam vendas após um mês ou dois, subissem 1% após uma queda anteriormente informada de 0,4% em fevereiro. A expectativa é que a melhora no setor imobiliário dê suporte à economia neste ano, embora tenha havido sinais de fraqueza recentemente. O estoque de moradias à venda permanece baixo, levando a uma alta nos preços na maioria dos mercados. (Reuters)

DIÁRIO DO COMÉRCIO

ECONOMIA/LEGAIS - 33 Capitânia S.A.

CNPJ/MF nº 04.274.010/0001-76 Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) Demonstração dos Resultados Balanços Patrimoniais (Em milhares de reais, exceto pelo lucro líquido por ação) Ativo Nota 2012 2011 Passivo Nota 2012 2011 Circulante 16.453 15.823 Circulante 3.729 442 Receitas bruta Nota 2012 2011 Caixa e equivalentes de caixa 4 6.389 3.259 Tributos a recolher 6 578 379 Receita de prestação de serviços 17.806 13.420 Contas a receber 625 275 Adiantamento de clientes 5 10 (-) Impostos sobre serviços (1.249) (955) Impostos a recuperar 122 120 Outras obrigações 7 3.146 53 Receita líquida 9 16.557 12.465 Dividendos antecipados 7 9.317 12.169 Patrimônio líquido 7 12.761 15.433 Receitas (despesas) operacionais (2.429) (1.510) Não circulante 37 52 Capital social 124 123 Gerais e administrativas 10 (1.547) (772) Imobilizado 5 37 52 Reserva de capital 292 118 Pessoal (829) (679) Reserva de lucros 12.345 15.192 Depreciação e amortização 5 (17) (37) Total do ativo 16.490 15.875 Total do passivo e do patrimônio líquido 16.490 15.875 Tributárias (36) (22) Resultado financeiro líquido 328 316 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011 Despesas financeiras (7) (17) Reservas de lucros Receitas financeiras 335 333 Capital Reserva Reserva Reserva Lucros 14.456 11.271 Nota social de capital legal estatutária Total acumulados Total Resultado antes do IRPJ e CSLL 11 (2.027) (1.549) Saldos em 31 de dezembro de 2010 181 – 36 15.770 15.806 – 15.987 IRPJ e contribuição social sobre o lucro líquido 12.429 9.722 Aumento de capital com ágio 1 59 – – – – 60 Lucro líquido do exercício Lucro líquido do exercício por ação (R$) 95 75 Lucro líquido do exercício – – – – – 9.722 9.722 Demonstração dos Fluxos de Caixa (Método Indireto) Destinações: Dividendos 6 – – – (614) (614) (9.722) (10.336) Reclassificações de reservas (59) 59 (11) 11 – – – Fluxo de caixa das atividades operacionais 2012 2011 Saldos em 31 de dezembro de 2011 123 118 25 15.167 15.192 – 15.433 Lucro liquido do exercício 12.429 9.722 Aumento de capital com ágio 6 1 174 – – – – 175 Ajustes por: Depreciação e amortização 17 37 Baixa de distribuição antecipada de dividendos de 2011 6 – – – (12.169) (12.169) (12.169) Lucro líquido do exercício ajustado 12.446 9.759 Lucro líquido do exercício 6 – – – – – 12.429 12.429 (Aumento)/ redução nos ativos Destinações: Dividendos 6 – – – – – (3.107) (3.107) Contas a receber e tributos a recuperar (352) (34) Transferência para o reserva de lucros 6 – – – 9.322 9.322 (9.322) – Aumento/ (redução) nos passivos Saldos em 31 de dezembro de 2012 124 292 25 12.320 12.345 – 12.761 Tributos a recolher e outras obrigações 180 (156) Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis para os exercícios findos em 31 de dezembro e 2012 e de 2011 Caixa líquido gerado pelas atividades operacionais 12.274 9.569 Fluxo de caixa de atividades de investimento (Valores expressos em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) (2) – 1. Contexto operacional – A Capitânia S.A. (“Companhia”), foi constituída elaboração das demonstrações contábeis, de acordo com o regime de com- Acréscimo ao imobilizado (2) – como uma sociedade anônima de capital fechado, domiciliada no Brasil. A petência. A Companhia optou pelo regime de tributação com base no lucro Caixa líq. consumido pelas ativid. de investimento sede social da Companhia está localizada na R. Tavares Cabral, 102, 6º presumido e, nesse caso, a base de cálculo do imposto de renda e da con- Fluxo de caixa de atividades de financiamento 1 1 andar - Pinheiros – São Paulo – SP. A Companhia iniciou suas operações tribuição social é calculada pela alíquota de 32% sobre as receitas brutas Aumento de capital social 174 59 em 16 de janeiro de 2001 e tem como objetivo principal a prestação de provenientes da prestação de serviços e de 100% das receitas financeiras, Ágio na subscrição de ações (9.317) (12.169) serviços relacionados à gestão de recursos de terceiros, a participação em sobre as quais se aplica a alíquota regular de 15%, acrescida do adicional Dividendos distribuídos antecipadamente outras sociedades no Brasil e no exterior e o treinamento e consultoria de de 10% para o imposto de renda e de 9% para a contribuição social. 3.7. Caixa líq. consumido pelas ativid. de financiamento (9.142) (12.109) 3.130 (2.540) riscos relacionados a atividades financeiras. Em 3 de junho de 2003, por Perda por redução ao valor recuperável de ativos não financeiros: A Aumento líquido em caixa e equivalentes de caixa meio do Ato Declaratório nº 7.245, a Sociedade foi autorizada, pela Comis- Administração da Companhia revisa anualmente o valor contábil líquido dos Caixa e equivalentes de caixa 3.259 5.799 são de Valores Mobiliários - CVM, a prestar serviços de administração de ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias No início do exercício 6.389 3.259 carteiras de valores mobiliários. 2. Apresentação das demonstrações econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração No final do exercício 3.130 (2.540) contábeis – 2.1 Base de preparação: Declaração de conformidade: As ou perda de seu valor recuperável. Quando tais evidências são identificadas Aumento líquido em caixa e equivalentes de caixa demonstrações contábeis foram elaboradas e estão sendo apresentadas de e o valor contábil líquido excede o valor recuperável, é constituída provisão nas demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2012 e 2011 somente acordo com as políticas contábeis adotadas no Brasil, que compreendem as para deterioração ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. a parcela correspondente ao dividendo mínimo obrigatório. O montante adinormas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e os pronunciamentos, 3.8. Demais ativos e passivos (circulantes e não circulantes): Um ativo é cional a esse valor depende de aprovação em assembleia de acionistas e interpretações e orientações do Comitê de Pronunciamentos Contábeis reconhecido no balanço patrimonial quando for provável que seus benefí- será contabilizada somente após essa aprovação: 2012 2011 (CPC), aprovadas pelo Conselho Federal de Contabilidade – CFC, os quais cios econômicos futuros serão gerados em favor da Companhia e seu custo Lucro líquido do exercício 12.429 9.722 estão em conformidade com as normas internacionais de Contabilidade ou valor puder ser mensurado com segurança. Um passivo é reconhecido no Constituição da reserva legal – (11) emitidas pelo IASB. As demonstrações contábeis da para o exercício findo balanço patrimonial quando a Companhia possui uma obrigação legal ou Base de cálculo para distribuição de dividendos 12.429 9.711 em 31 de dezembro de 2012 foram autorizadas para emissão de acordo constituída como resultado de um evento passado, sendo provável que um Dividendo mínimo obrigatório (3.107) (614) com a resolução dos membros do Conselho de Administração em 12 de recurso econômico seja requerido para liquidá-lo. São acrescidos, quando Dividendo adicional proposto (9.322) (11.555) abril de 2013. Base de mensuração: As demonstrações contábeis foram aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias ou Total de dividendos propostos (12.429) (12.169) preparadas com base no custo histórico. Demonstração do resultado cambiais incorridos. As provisões são registradas tendo como base as A Administração da Companhia possui como política avaliar a possibilidade abrangente: Outros resultados abrangentes compreendem itens de receita melhores estimativas do risco envolvido. Os ativos e passivos são classifica- de propor o maior valor possível excedente aos dividendos mínimos obrigae despesa (incluindo ajustes de reclassificação) que não são reconhecidos dos como circulantes quando sua realização ou liquidação é provável que tórios e, para isso, considera as eventuais necessidades de investimento e na demonstração do resultado. A Companhia não está apresentando a ocorra nos próximos doze meses. Caso contrário, são demonstrados como continuidade da Companhia. O estatuto social da Companhia assegura um demonstração do resultado abrangente em função de não haver nenhuma não circulantes. 3.9. Lucro líquido do exercício por ação: O resultado por dividendo mínimo obrigatório anual correspondente a 25% do lucro líquido transação passível de alocação no resultado abrangente, ou seja, o resul- ação básico e diluído é calculado por meio do resultado do período atribuível do exercício. Os dividendos mínimos obrigatórios apurados no montante de tado do exercício é igual ao resultado abrangente total. Moeda funcional e aos acionistas da Companhia e a média ponderada das ações ordinárias em R$3.107 estão registrados na rubrica de “outras obrigações”, no passivo moeda de apresentação: Essas demonstrações contábeis são apresenta- circulação no respectivo período. Para o cálculo do lucro diluído foi conside- circulante. Durante o exercício de 2012 foram distribuídos antecipadamente das em real, que é a moeda funcional da Companhia. Todas as informações rado, também, o plano de opções de compra de ações. 4. Caixa e equiva- o montante de R$ 9.317 (R$ 12.169 em 2011), e esta distribuição será rati2012 2011 ficada na próxima Assembleia Geral Ordinária de acionistas. 8. Receita de financeiras são apresentadas em real e foram arredondadas para milhar, lentes de caixa – 186 329 prestação de serviços – Em 31 de dezembro, a Companhia registrou receiexceto quando indicado de outra forma. Uso de estimativas e julgamen- Disponibilidades 6.203 2.930 tas de prestação de serviços no montante de R$ 17.806 (R$ 13.420 em tos: As demonstrações contábeis foram elaboradas com base em diversas Cotas de fundos de investimento (*) 6.389 3.259 2011), proveniente de prestações de serviços bases de avaliação utilizadas nas estimativas contábeis. As estimativas con- Total 2012 2011 tábeis envolvidas na preparação das demonstrações contábeis foram base- (*) cotas de fundo não exclusivo Receita de prestação com serviços 17.806 13.420 adas em fatores objetivos e subjetivos, com base no julgamento da Adminis- A rubrica de disponibilidades compreendem os saldos de caixa e depósi- (-) Impostos sobre serviços (1.249) (955) tração para determinação do valor adequado a ser registrado nas demons- tos bancários mantidos em instituições financeiras nacionais. As cotas de Receita líquida 16.557 12.465 trações contábeis. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premis- fundos de investimento são valorizadas pelo valor da cota informado pelos Carteira gerida: A Companhia é responsável pela gestão de fundos de sas incluem a seleção de vidas úteis do ativo imobilizado e de sua recupe- administradores dos fundos na data de encerramento do balanço e seu investimento cujos patrimônios líquidos, em 31 de dezembro de 2012, totarabilidade nas operações, assim como da análise dos demais riscos para valor de mercado apurado em consonância com a regulamentação especílizavam R$ 2.022 (R$ 1.060 milhões em 2011) de recursos de terceiros. determinação de outras provisões, inclusive para contingências. A liquida- fica aplicável às características dos títulos. Essas aplicações financeiras não 9. Despesas gerais e administrativas 2012 2011 ção das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valo- possuem prazos fixados para seu resgate, sendo, portanto, de liquidez imePrestação de serviços de terceiros (965) (198) res significativamente divergentes dos registrados nas demonstrações con- diata, e estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de valor. 5. ImoDespesas com ocupação (249) (291) tábeis devido ao tratamento probabilístico inerente ao processo de estima- bilizado: O ativo imobilizado da Companhia está integralmente localizado Associação de classe (98) (105) tiva. A Companhia revisa suas estimativas e premissas pelo menos anual- no Brasil e é empregado exclusivamente em suas atividades. Os detalhes do Serviços de telefonia (57) (65) mente. 3. Principais práticas contábeis – As políticas contábeis descritas ativo imobilizado estão demonstrados nas tabelas a seguir: (38) (17) 2012 2011 Despesas com viagens em detalhes abaixo têm sido aplicadas de maneira consistente a todos os Outras despesas (140) (96) Taxa de Deprec. exercícios apresentados nessas demonstrações contábeis: 3.1. Apuração (1.547) (772) deprec. Custo acumul. Líquido Líquido do resultado: As receitas auferidas com a prestação de serviços de taxas 281 (258) 23 28 10. Imposto de renda e contribuição social – A Companhia optou pelo de administração são reconhecidas em mês subsequente ao mês de com- Equip. de inform.a e telecom. 20% 10% 98 (84) 14 24 regime de tributação com base no lucro presumido. A seguir está demonspetência, em função do prazo exíguo entre a apuração das receitas e o Móv., utensílios e instal. 379 (342) 37 52 trado o cálculo das despesas com imposto de renda e contribuição social prazo vigente para recolhimento dos impostos. As despesas administrativas Total para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011. são registradas quando incorridas, pelo regime de competência, e as despe- Movimentações no ativo imobilizado 2012 2011 Saldos Saldos sas das contas de utilidades e serviços e outras despesas são registradas 17.806 13.420 em 2011 Adições Baixas Deprec. em 2012 Receita bruta de serviços pelo regime de caixa. 3.2. Caixa e equivalentes de caixa: Os equivalentes Parcela tributável 32% 32% de caixa são mantidos com a finalidade de atender a compromissos de caixa Equip. de informática e 5.698 4.294 28 2 – (7) 23 Subtotal de curto prazo, e não para investimento ou outros fins. Possuem liquidez telecomunicações Receitas financeiras 335 333 24 – – (10) 14 imediata, e não estão sujeitas a risco de mudança de valor. 3.3. Imobili- Móveis, utens. e instalações 6.033 4.627 52 2 – (17) 37 Base de cálculo da contribuição social zado: Reconhecimento e mensuração: Mensurados e apresentados ao Alíquota nominal 9% 9% custo histórico de aquisição, deduzido das respectivas depreciações e 6.Tributos a recolher – Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, os impostos e Despesas com contribuição social no exercício 543 416 amortizações calculadas pelo método linear, às taxas que levam em consi- contribuições a recolher estão apresentados da seguinte maneira: Base de cálculo do imposto de renda 6.033 4.627 2012 2011 deração a vida útil-econômica dos bens e perdas de redução ao valor recu- Sobre a receita 15% 15% 352 217 Alíquota nominal perável (“impairment”), quando aplicável. Os ganhos e perdas na alienação Imposto de renda a recolher 905 694 115 70 Subtotal de um item do imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos Contribuição social a recolher 5.793 4.387 9 6 Base de cálculo do adicional do imposto de renda advindos da alienação com o valor contábil do imobilizado, e são reconheci- Pis a recolher Alíquota do adicional 10% 10% 36 26 dos líquidos dentro de outras receitas no resultado do exercício. Deprecia- Cofins a recolher 579 439 58 52 Despesas com imposto de renda no exercício ção e amortização: A depreciação é calculada sobre o valor depreciável, ISS a recolher 1.484 1.133 570 371 Total das despesas com imposto de renda que é o custo de um ativo, ou outro valor substituto do custo, deduzido do Total de impostos sobre a receita Total de despesas com impostos 2.027 1.549 valor residual. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores resi- Sobre serviços tomados de terceiros (retenções) 3 3 11. Partes relacionadas – Dividendos: Em 31 de dezembro de 2012 a duais serão revistos a cada encerramento de exercício financeiro e even- IRRF sobre terceiros a recolher 2 2 Companhia antecipou pagamento de dividendos aos seus acionistas tuais ajustes são reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. IRRF sobre aluguel 3 3 no montante de R$ 9.317 (R$ 12.169 em 2011), vide nota explicativa nº 3.4. Provisões: Provisões são reconhecidas quando a Companhia tem uma Pis, Cofins e Contribuição social sobre terceiros 8 7. Remuneração dos administradores: A remuneração total do pessoal obrigação presente (legal ou não formalizada) em consequência de um Total de impostos sobre serviços tomados de terceiros 8 578 379 chave da Administração para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012 evento passado, é provável que benefícios econômicos sejam requeridos Total de impostos e contribuições a recolher para liquidar a obrigação e uma estimativa confiável do valor da obrigação 7. Patrimônio líquido – Capital social: O capital social integralizado é de foi de R$ 187 (R$ 148 em 2011), a qual é considerada benefício de curto possa ser feita. Quando a Companhia espera que o valor de uma provisão R$ 124 (R$ 123 em 2011), representados por 130.775 ações, divididas em prazo. A Administração da Companhia não possui planos de benefício pósseja reembolsado, no todo ou em parte, por exemplo, por força de um con- 119.720 ações ordinárias e 11.055 ações preferenciais, separados por clas- -emprego, benefícios de rescisão de contrato, pagamento baseado em trato de seguro, o reembolso é reconhecido como um ativo separado, mas ses A e B, sendo 5.280 ações preferenciais classe A e 5.775 ações preferen- ações e outros benefícios de longo prazo para a diretoria e Administração. apenas quando o reembolso for praticamente certo. A despesa relativa a ciais classe B, ambas sem valor nominal. Reservas: a. Reserva de capital: 12. Contingências – A Companhia está suscetível a ações judiciais e proqualquer provisão é apresentada na demonstração do resultado, líquida de A Companhia constituiu R$ 174 em reserva de capital devido a integraliza- cessos administrativos perante tribunais e órgãos governamentais, decorqualquer reembolso. 3.5. Reconhecimento de receita: A receita é reconhe- ções com ágio ocorridas durante o ano, todas com respaldo dos respectivos rentes do curso normal das operações, envolvendo questões tributárias, cida na extensão em que for provável que benefícios econômicos serão boletins de subscrições. b. Reserva de lucros: Em conformidade com a trabalhistas e aspectos cíveis. A Administração, com base em informações gerados para a Companhia e quando possa ser mensurada de forma confi- Lei das Sociedades por Ações e o Estatuto Social da Companhia, 5% do de seus assessores jurídicos, analisa essas demandas judiciais pendentes ável. A receita é mensurada com base no valor justo da contraprestação lucro liquido apurado em cada exercício será destinado à constituição de e, quanto às ações com base na experiência anterior referente às quantias recebida, excluindo descontos, abatimentos e impostos ou encargos sobre reserva legal, exceto quando a Sociedade apresentar prejuízos acumula- reivindicadas, pode constituir provisão para as causas com expectativa de vendas. A Companhia avalia as transações de receita de acordo com os dos, ou atingir 20% do capital social, e do resultado apurado no exercício, perda considerada provável. Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, a Compacritérios específicos para determinar se está atuando como agente ou prin- serão realizadas as deduções e provisões prescritas ou permitidas em Lei. nhia não está envolvida em processos judiciais de qualquer natureza. cipal e, ao final, concluiu que está atuando como principal em todos os seus Os lucros poderão ser reinvestidos na Companhia e/ou distribuídos. DiviRicardo Quintero – Diretor Presidente contratos de receita. 3.6. Impostos de renda e contribuição social: Calcu- dendos: A proposta de destinação do lucro líquido dos exercícios findos em Carlos Masetti Júnior – Contador – CRC 1SP179400/O-5 lados e registrados com base nas alíquotas efetivas vigentes nas datas de 31 de dezembro de 2012 e 2011 está demonstrada abaixo. Foi contabilizada

HOSPITAL CARLOS CHAGAS S/A CNPJ 49.047.681/0001-32 Relatório da Diretoria Senhores Acionistas: Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, levamos à apreciação e deliberação de V. Sas., as demonstrações financeiras correspondentes ao exercício social encerrado em 31/12/2.012, colocando-nos à inteira disposição dos senhores acionistas para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários. Guarulhos, 28 /04/2.013. Balanços Patrimoniais Encerrados em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 - R$ Ativo 2012 2011 Passivo 2012 2011 Circulante 28.413.926,93 18.150.456,86 Circulante 30.039.206,18 19.173.870,38 Disponível 1.743.085,17 1.619.624,99 Fornecedores 12.805.698,77 12.980.045,14 Caixa 233.012,35 365.940,53 2.892.263,99 2.225.286,72 Bancos Conta Movimento 1.510.072,82 470.498,71 Obrigações Sociais Provisão de Férias 2.780.952,66 2.316.437,51 Bancos Aplicações Financeiras 783.185,75 Clientes 20.018.978,27 13.702.509,31 Obrigações Tributárias 1.514.653,48 603.779,42 Estoques 2.107.892,15 869.365,91 Outras Contas 10.045.637,28 1.048.321,59 Outros Créditos 4.055.664,15 1.585.212,71 Exigível a Longo Prazo 7.043.315,52 7.043.315,52 Adiantamentos 284.131,47 93.515,16 7.043.315,52 7.043.315,52 Impostos a Recuperar 988.600,87 866.226,89 Impostos Diferidos 38.837.290,51 38.427.500,26 Créditos Diversos 2.782.931,81 625.470,66 Patrimônio Líquido Despesas Antecipadas 488.307,19 373.743,94 Capital Social 12.000.000,00 10.600.000,00 Não-Circulante 47.505.885,28 46.494.229,30 Reserva Legal 724.184,88 629.293,20 Realizável a Longo Prazo 8.007,72 7.848,99 Reserva Especial 1.923.183,89 1.923.183,89 Depósitos Judiciais e Compulsórios 8.007,72 7.848,99 10.517.603,40 11.602.704,83 Investimentos 51.759,79 1.070.990,56 Reservas de Lucros 13.672.318,34 13.672.318,34 Imobilizado Líquido 47.446.117,77 45.415.389,75 Ajuste da Avaliação Patrimonial Total do Ativo 75.919.812,21 64.644.686,16 Total do Passivo 75.919.812,21 64.644.686,16 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 - R$ Ajuste da Reservas de Lucros Capital Avaliação Res.Espec.de Resultado do Espécie do Movimento Social Patrimonial Reserva Legal Desapropriação Lucros Retidos Exercício Saldo em 31/12/2010 10.600.000,00 8.205.836,87 569.716,14 1.923.183,89 10.606.576,41 Tranferência para Aumento de Capital Distribuição de Dividendos Lucro Líquido do Exercício - 1.191.541,18 Ajuste da Avaliação Patrimonial 5.466.481,47 Destinação do Lucro Líquido do Exercício: Reserva Legal 59.577,06 (59.577,06) Dividendo mínimo obrigatório (135.835,70) Tranferência para Luros Retidos 996.128,42 (996.128,42) Saldo em 31/12/2011 10.600.000,00 13.672.318,34 629.293,20 1.923.183,89 11.602.704,83 Aumento de Capital Social 1.400.000,00 (1.400.000,00) Distribuição de Dividendos (1.271.690,37) Lucro Líquido do Exercício 1.897.833,65 Destinação do Lucro Líquido do Exercício: Reserva Legal 94.891,68 (94.891,68) Dividendo mínimo obrigatório (216.353,03) Tranferência para Luros Retidos 1.586.588,94 (1.586.588,94) Saldo em 31/12/2012 12.000.000,00 13.672.318,34 724.184,88 1.923.183,89 10.517.603,40 Notas Explicativas: Nota 1 - Principais Critérios Adotados: A) O regime - 5.200.047,11 - (2.908.602,58) - 2.291.444,53 - 1.444.863,56; Imóveis de competência foi utilizado para o registro das despesas e receitas do 35.295.051,58 - (1.983.221,16) - 33.311.830,42 - 32.742.049,67; Móveis e exercício. B) Os estoques foram avaliados pelo preço médio de aquisição, Utensílios - 2.774.753,65 - (2.644.435,33) - 130.318,32 - 1.084.442,14; Veos quais não excedem o valor de mercado. C) A depreciação foi calculada ículos - 184.285,22 - (125.906,33) - 58.378,89 - 76.336,05; Outras Contas pelo método linear às taxas admitidas pela legislação vigente, sendo estas - 14.791.067,26 - (3.136.921,65) - 11.654.145,61 - 10.067.698,33; Total condizentes com o período de vida útil dos bens. Nota 2 - Ativo Imobiliza- - 58.245.204,82 - (10.799.087,05) - 47.446.117,77 - 45.415.389,75. Nota do: A composição do Imobilizado é a seguinte: Conta - Custo Corrigido 3 - Capital Social: O capital social, totalmente integralizado, é composto - Depr. Acumulada - Valor Residual - 2012; 2011: Equip. Hospitalares de 221.454 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal.

Demonstração do Resultado do Exercício Receita Operacional Bruta 2012 2011 Serviços Prestados 137.193.776,58 125.091.801,57 Deduções da Receita Bruta Abatimentos e Impostos s/ os Serviços (10.091.834,89) (10.040.410,41) Receita Operacional Líquida 127.101.941,69 115.051.391,16 Custo dos Serviços Prestados (99.300.787,45) (90.516.664,16) Lucro Operacional Bruto 27.801.154,24 24.534.727,00 Despesas/Receitas Operacionais Administrativas (25.010.645,12) (22.910.161,79) Financeiras Líquidas (1.059.998,07) (457.991,69) Outras Receitas Líquidas 894.708,81 500.396,01 Resultado da Equivalência Patrimonial 232.792,13 172.293,87 Resultado Operacional 2.858.011,99 1.839.263,40 Resultado Não Operacional Ganhos (Perdas) de Capital 19.667,47 10.132,65 Resultado antes da CSL/IRPJ 2.877.679,46 1.849.396,05 Contribuição Social sobre o Lucro (270.497,37) (185.468,80) Imposto de Renda (709.348,44) (472.386,07) Lucro do Exercício 1.897.833,65 1.191.541,18 Lucro por Ação 8,57 5,38 Demonstração dos Fluxos de Caixa para o Exercício - R$ Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais 2012 Resultado Líquido Ajustado 3.524.069,64 Lucro Líquido do Exercício 1.897.833,65 Ajustes do Lucro Líquido 1.626.235,99 Depreciação e Amortização 1.859.028,12 Resultado da Equivalência Patrimonial (232.792,13) Redução (Aumento) nos Ativos (10.106.361,39) Clientes (6.316.468,96) Estoques (1.238.526,24) Despesas Antecipadas (80.756,02) Outras Contas (2.470.610,17) Aumento (Redução) nos Passivos 3.250.520,28 Fornecedores (174.346,37) Impostos e Contribuições 807.335,22 Outras Contas 2.617.531,43 Caixa Líquido Proveniente das Ativid. Operacionais (3.331.771,47) Fluxo de Caixa das Atividades de Investimento Acréscimo de Ativo Imobilizado (3.838.061,55) Baixa de Investimentos 1.252.022,90 Caixa Líquido Usado nas Ativid. de Investimento (2.586.038,65) Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamento Pagamento de Dividendos (869.193,00) Redução de Caixa e Equivalentes de Caixa 123.460,18 Saldo Inicial de Caixa e Equivalente de Caixa 1.619.624,99 Saldo Final de Caixa e Equivalente de Caixa 1.743.085,17 Redução de Caixa e Equivalente de Caixa 123.460,18 Valentim Margarido Fernandes - Dir.Pres.; José Nicola Ballini Filho - Dir.Vice-Pres.;AntonioCarlosGarcia-Pres.doCons.deAdm.;EduardoKameiYukisaki - Vice-Pres.do Cons.de Adm.; Maria Eugênia Fiordelice Vaz Pimentel Sec.do Cons.de Adm.; Regina C.M. Baptista - TC-CRC 1.SP.182983/0-7

JAUFREG ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S/A

CNPJ nº 13.354.577/0001-43 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores acionistas: Em cumprimento aos preceitos legais e às normas estatutárias, vimos com satisfação submeter à consideração de V.S.as as Demonstrações Contábeis referentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011, da Empresa Jaufreg Administração e Participações S/A. Agradecemos a colaboração recebida e continuamos ao inteiro dispor de V.S.as, em nossa sede social, para quaisquer esclarecimentos relativos às contas prestadas. Jaú, 30 de abril de 2013. A Administração BALANÇO PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (Em R$) DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS DOS EXERCÍCIOS FINDOS ATIVO CIRCULANTE 2012 2011 PASSIVO CIRCULANTE 2012 2011 EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (Em R$) Disponibilidades 245,00 245,00 Impostos e Contribuições a Recolher 72.787,79 1.365,83 2012 2011 Aplicações Financeiras 3.219.459,64 1.913.156,09 Contas a Pagar 860.622,00 1.907,52 Receitas (Despesas) Operacionais Total do Ativo Circulante 3.219.704,64 1.913.401,09 Empréstimos 16.005,68 1.757,30 Despesas Administrativas (12.655,36) (3.542,52) ATIVO NÃO CIRCULANTE Total do Passivo Circulante 949.415,47 5.030,65 Despesas Tributárias (1.418,41) Imobilizado 3.503.522,00 873.522,00 PASSIVO NÃO CIRCULANTE Resultado Operacional Total do Ativo Não Circulante 3.503.522,00 873.522,00 Empréstimos 4.042.176,95 1.806.000,00 Antes do Resultado Financeiro (14.073,77) (3.542,52) Contas a Pagar 660.000,00 - Receitas Financeiras 224.976,67 110.432,47 Total do Passivo Não Circulante 4.702.176,95 1.806.000,00 Despesas Financeiras (38.305,12) (877,30) PATRIMÔNIO LÍQUIDO Resultado Antes do IR e da CS 172.597,78 106.012,65 Capital social 873.522,00 873.522,00 Imposto de Renda e Contribuição Social (76.856,00) (3.642,21) Reserva legal 9.905,61 5.118,52 Lucro Líquido do Exercício 95.741,78 102.370,44 Reserva de lucros 188.206,61 97.251,92 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS Total do Patrimônio Líquido 1.071.634,22 975.892,44 FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 - (EM R$) TOTAL DO ATIVO 6.723.226,64 2.786.923,09 Total do Passivo e Patrimônio Líq. 6.723.226,64 2.786.923,09 2012 2011 DEMONSTRAÇÃO DA MUTAÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (Em R$) Fluxo de Caixa das Ativid. Operac. Capital Social Reserva legal Reserva de Lucros Lucros Acumulados Total Lucros do Exercício 95.741,78 102.370,44 Saldo em 31/12/2010 873.522,00 873.522,00 95.741,78 102.370,44 Lucro Líquido do Exercício 102.370,44 102.370,44 Variações nos Passivos: Destinação do Lucro: Impostos e Contribuições a Recolher 71.421,96 1.365,83 Reserva Legal 5.118,52 (5.118,52) Contas a Pagar 1.518.714,48 1.907,52 Reserva de Retenção de Lucros 97.251,92 (97.251,92) Caixa Líquido Gerado pelas Saldo em 31/12/2011 873.522,00 5.118,52 97.251,92 975.892,44 Atividades Operacionais 1.685.878,22 105.643,79 Lucro Líquido do Exercício 95.741,78 95.741,78 Fluxo de Caixa das Atividades Destinação do Lucro: de Investimentos Reserva Legal 4.787,09 (4.787,09) Aquisição de Ativo Imobilizado (2.630.000,00) Reserva de Retenção de Lucros 90.954,69 (90.954,69) Caixa Líquido Gerado pelas Saldo em 31/12/2012 873.522,00 9.905,61 188.206,61 1.071.634,22 Atividades de Investimentos (2.630.000,00) Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos NOTAS EXPLICATIVAS - 1. Contexto operacional – Jaufreg Administração nas Orientações e nas Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronun2.250.425,33 1.807.757,30 e Participações S.A. é uma sociedade anônima de capital fechado, foi cons- ciamentos Contábeis (CPC), homologados pelos órgãos reguladores. 3. Aquisição de Empréstimos tituída em abril de 2010 e possui sede, foro e administração à sede social Principais práticas contábeis: a) Princípios gerais: Ativos, passivos, re- Caixa Líquido Gerado pelas Atividades de Investimentos 2.250.425,33 1.807.757,30 localizada à Rua Jonas Toledo Arruda, 221 – Jd. das Paineiras – Jaú – SP. A ceitas e despesas são apurados de acordo com o regime de competência. sociedade tem por objetivo social a administração de bens próprios e a par- b) Imobilizado: terrenos e edificações estão demonstrados pelo valor de Aumento Líquido do Caixa e Equivalente de Caixa 1.306.303,55 1.913.401,09 ticipação em outras empresas, bem como aplicações financeiras em todas custo de aquisição. A depreciação desses ativos iniciar-se-á quando os as suas modalidades. 2. As demonstrações financeiras foram preparadas mesmos forem utilizados. 4. O Capital Social subscrito e integralizado é de Caixa e Equivalentes de Caixa: No Início do Período 1.913.401,09 de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, com base nas R$ 873.522,00 representados por 873.522 ações ordinárias nominativas, No Fim do Período 3.219.704,64 1.913.401,09 disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações – Lei nº 6.404/76, com direito a voto, sem valor nominal. Variação das Disponib. no Período 1.306.303,55 1.913.401,09 alterada pelas Leis nº 11.638/07 e 11.941/09, e nos Pronunciamentos, Valter Yukio Kamikoga - TC CRC 1SP 104.418/O-1


DIÁRIO DO COMÉRCIO

34 -.ECONOMIA/LEGAIS

terça-feira, 30 de abril de 2013

e Letta aposta no crescimento da Itália Nós vamos padecer se houver apenas consolidação fiscal, as políticas de crescimento não podem mais esperar. Enrico Letta, primeiro-ministro da Itália

conomia

O novo primeiro-ministro da Itália, Enrico Letta, quer rever o conceito de austeridade da União Europeia. Ele diz que a solução para a crise está no avanço do país. Alessandro Bianchi/Reuters

O

novo primeiro-ministro da Itália, Enrico Letta, prometeu pressionar por uma mudança no foco em austeridade da União Europeia e buscar o crescimento e o emprego, em um discurso inaugural ontem que apresentou as prioridades para o seu governo de coalizão. Falando antes de um votação de confiança na Câmara dos Deputados, Letta disse que a Itália não pode se dar ao luxo de se concentrar apenas em tentar reduzir sua enorme dívida pública e precisa de uma nova ênfase em tirar a economia da recessão. Ele será apoiado por seu próprio Partido Democrata de centro-esquerda, o partido de centro-direita de Silvio Berlusconi Povo da Liberdade (PDL), bem como centristas liderados pelo ex-primeiro-ministro Mario Monti, em uma segunda votação no Senado nesta terça-feira. "Nós vamos padecer se houver apenas consolidação fis-

O primeiro-ministro Enrico Letta: voto de confiança no parlamento e discurso dizendo que o governo não pode se limitar a fazer consolidações fiscais, com cortes de gastos e de redução nas aposentadorias.

cal, as políticas de crescimento não podem mais esperar", disse Letta, destacando que a situação econômica do país permanece "séria" depois de

mais de uma década de estagnação. No entanto, ele se comprometeu com seus parceiros da União Europeia a manter os

compromissos orçamentários da Itália, anunciando que iria visitar Bruxelas, Paris e Berlim esta semana. A reação do mercado finan-

FAMIGLIA ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S/A

CNPJ Nº 12.816.461/0001-16 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores acionistas: Em cumprimento aos preceitos legais e às normas estatutárias, vimos com satisfação submeter à consideração de V.S.as as Demonstrações Contábeis referentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011, da Empresa Famiglia Administração e Participações S/A. Agradecemos a colaboração recebida e continuamos ao inteiro dispor de V.S.as, em nossa sede social, para quaisquer esclarecimentos relativos às contas prestadas. São Paulo, 30 de abril de 2013. A Administração BALANÇOS PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (EM R$) ATIVO CIRCULANTE Disponibilidades Aplicações Financeiras Despesas Antecipadas Total do Ativo Circulante ATIVO NÃO CIRCULANTE Imobilizado Total do Ativo Não Circulante

TOTAL DO ATIVO

2012

2011

28.921,53 2.960.962,07 5.964,15 2.995.847,75

1.875,81 1.508.320,33 1.510.196,14

5.600.823,05 5.600.823,05

8.596.670,80

3.337.932,00 3.337.932,00

4.848.128,14

PASSIVO PASSIVO CIRCULANTE Impostos e Contribuições a Recolher Contas a Pagar Total do Passivo Circulante PASSIVO NÃO CIRCULANTE Empréstimos Contas a Pagar Total do Passivo Não Circulante PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital social Reserva legal Reserva de lucros Total do Patrimônio Líquido Total do Passivo e Patrim. Líquido

2012

2011

71.194,58 415.868,28 487.062,86

6.976,18 203.059,03 210.035,21

4.344.705,94 503.200,00 4.847.905,94

1.530.131,00 1.530.131,00

3.045.432,00 10.813,50 205.456,50 3.261.702,00 8.596.670,80

3.045.432,00 3.126,50 59.403,43 3.107.961,93 4.848.128,14

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31/12/2012 E DE 2011 - (EM R$) Capital Reserva Reserva de Lucros Social legal lucros Acumulados Total Saldo em 31/12/2010 3.045.432,00 3.045.432,00 Lucro líquido do exercício 62.529,93 62.529,93 Destinação do lucro: Reserva Legal 3.126,50 (3.126,50) Reserva de Retenção de lucros 59.403,43 (59.403,43) Saldo em 31/12/2011 3.045.432,00 3.126,50 59.403,43 3.107.961,93 Lucro líquido do exercício 153.740,07 153.740,07 Destinação do lucro: Reserva Legal 7.687,00 (7.687,00) Reserva de Retenção de lucros 146.053,07 (146.053,07) Saldo em 31/12/2012 3.045.432,00 10.813,50 205.456,50 3.261.702,00 NOTAS EXPLICATIVAS: 1. Contexto operacional: – Famiglia Administração e Participações S.A. é uma sociedade anônima de capital fechado, foi constituída em Abril de 2.010 e possui sede, foro e administração à sede social localizada à Rua Edson, 150 - São Paulo - SP. A sociedade tem por objetiv o social a administração de bens próprios e a participação em outras empresas , bem como aplicações financeiras em todas as suas modalidades . 2. As demonstrações financeiras foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, com base nas disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações – Lei nº 6.404/76, alterada pelas Leis nº 11.638/07 e 11.941/09, e nos Pronunciamentos, nas Orientações e nas Inter pretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), homologados pelos órgãos reguladores. 3. Principais práticas contábeis:

a) Princípios gerais: Ativos, passivos, receitas e despesas são apurados de acordo com o regime de competência. b) Imobilizado: terrenos, edificações e veículos estão demonstrados pelo valor de custo de aquisição, deduzidos da depreciação. A depreciação desses ativos inicia-se quando os mesmos estão sendo utilizados. Os terrenos não sofrem depreciação. A depreciação é reconhecida com base na vida útil estimada pelo método linear. Todos os ganhos na venda de um item do imobilizado são determinados pela diferença entre os valores recebidos na venda e o valor contábil do ativo e são reconhecidos no resultado. 4. O Capital Social subscrito e integralizado é de R$ 3.045.432,00 representados por 3.045.432 ações ordinárias nominativas, com direito a voto, sem valor nominal. Valter Yukio Kamikoga - TC CRC 1SP 104.418/O-1

DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (EM R$) 2012 111.749,13 111.749,13

Receita Líquida Lucro Bruto Receitas (Despesas) Operacionais Despesas Administrativas Despesas Tributárias Depreciações Outras Receitas Resultado Operacional antes do Resultado Financeiro Receitas financeiras Despesas financeiras Resultado antes do IR e da CS Imposto de renda e contrib. Social Lucro líquido do exercício

2011 -

(39.489,05) (8.305,52) (42.278,95) 80.000,00

(3.885,52) (233,09) -

101.675,61 195.800,09 (55.406,51) 242.069,19 (88.329,12) 153.740,07

(4.118,61) 87.192,95 (2.002,70) 81.071,64 (18.544,71) 62.526,93

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31/12/2012 E 2011 - (EM R$) Fluxo de Caixa das Ativ. Operacionais 2012 2011 Lucro do Exercício 153.740,07 62.529,93 Aj. que não afetam o fluxo de Caixa: Depreciações e Amortizações 42.278,95 196.019,02 62.529,93 Variações nos Ativos: Despesas Antecipadas (5.964,15) Variações Nos Passivos: Impostos e Contribuições a Recolher 64.218,40 6.976,18 Contas A Pagar 716.009,25 203.059,03 Caixa Líq. Gerado pelas Ativ. Operacionais 970.282,52 272.565,14 Fluxo de Caixa das Ativ. de Investimentos Aquisição de Ativo Imobilizado (2.305.170,00) (292.500,00) Caixa líquido gerado pelas ativ. de Investimentos (2.305.170,00) (292.500,00) Fluxo de Cx. das Ativ. de Financiamentos Aquisição de Empréstimos 2.814.574,94 1.530.131,00 Caixa Líq. Gerado pelas Ativ. de Invest. 2.814.574,94 1.530.131,00 Aumento Líq. do Caixa e Equiv. de Caixa 1.479.687,46 1.510.196,14 Caixa e Equivalentes de Caixa: No Início do Período 1.510.196,14 No fim do Período 2.989.883,60 1.510.196,14 Variação das Disp. no Período 1.479.687,46 1.510.196,14

Mac Participações Societarias S/A CNPJ 13.039.579/0001-48 Senhores Acionistas: Em Cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas as demonstrações financeiras referente aos exercícios findos em 31/12/2012 e 2011. SP, 26/4/2013. Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Adiantamentos Não Circulante Investimentos

2012 2011 3.094.954 7.724 46.180 7.724 3.048.775 115.622.295 122.098.425 115.622.295 122.098.425

Total do Ativo

118.717.250

Cap. Subscrito Saldo em 31/12/2010 10.000 Lucro Liquido do Exercicio Dividendos ou Lucros Distrib. Reserva Legal Reserva de Lucros Saldo em 31/12/2011 10.000 Prejuízo do Exercicio Aumento de Capital 111.921.697 Dividendos ou Lucros Distrib. Reservas Capital Reserva Legal Reserva de Lucros Saldo em 31/12/2012 111.931.697

122.106.149

Passivo Circulante Contas a Pagar IRPJ e CSLL a pagar Não Circulante Patrimônio Líquido Capital social Capital Integralizar Reservas de Capital Reserva Legal Reserva de Lucros Prejuízos Acumulados Total do Passivo

Cap. Integralizar Res. de Cap. Res. Lucros 115.891.521 4.092.762 115.891.521 4.092.762 5.001.279 (111.921.697) (3.500.000) (3.969.824) (592.762) 5.001.279 -

1- Contexto Operacional-A MAC Participações Societárias S/A, foi constituída em 17/11/2010, tendo por objeto social principal a gestão de participações societárias, bem como a participação em outras empresas como sócia ou acionista. A Companhia é uma sociedade anônima de capital fechado com sede em São Paulo, Estado de São Paulo. 2- Apresentação das Demonstrações Financeiras-As demonstrações financeiras da companhia, foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, com base nas disposições contidas na lei das Sociedades por Ações. 3- Principais Práticas Contábeis-As principais práticas contábeis adotadas para elaboração dessas demonstrações financeiras correspondem às normas e interpretações que estão vigentes para as demonstrações financeiras encerradas em 31 de dezembro de 2012, conforme descrito adiante: a) Caixa e equivalentes de caixa-Incluem dinheiro em caixa e depósitos bancários, demonstrados ao custo, e aplica-

2012 3.975.202 3.975.181 21

2011 1.770.143 1.726.110 44.033

114.742.048 120.336.007 111.931.697 10.000 5.001.279 - 115.891.521 341.724 4.092.762 (2.190.928) 118.717.250 122.106.149

Res. Legal 341.724 341.724 (341.724) -

Lucros /Prej Acumul. 6.834.486 (2.400.000) (341.724) (4.092.762) (7.095.238) 3.969.824 341.724 592.762 (2.190.928,00)

Total Patr. 115.901.521 6.834.486 (2.400.000) 120.336.007 (7.095.238) 5.001.279 (3.500.000) 114.742.048

ções financeiras de curto prazo e de alta liquidez e com risco insignificante de mudança de valor demonstrado ao custo acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço. b) Demais ativos circulantes e não circulantes-São demonstrados aos valores de custo ou realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos. c) Investimento-Os investimentos em sociedade controlada são avaliados pelo método de equivalência patrimonial com base no patrimônio líquido da investida. d) Demais passivos circulantes e não circulantes-São demonstrados pelos valores reconhecidos ou exigíveis, acrescidos, quando aplicáveis, dos respectivos encargos e variações monetárias. e) Apuração do resultado-As receitas e despesas são registradas pelo regime de competência, com base em documentos hábeis. 4- Capital Social-O capital social subscrito e integralizado em 31 de dezembro de 2012 está representado por 111.931.697,00 de ações ordinárias, nominativas, sem valor nominal.

2012 e 2011 Receitas (Despesas) Operacionais Despesas Gerais e Administrativas Ganho/Perda na avaliação de investimentos Receitas e (Despesas) financeiras (líquidas) Lucro Operacional Resultado Antes da Tributação Imposto de renda e contribuição social Lucro / Prejuízo do Exercício

2012 (22.643) (7.072.527) (67) (7.095.238) (7.095.238) (7.095.238)

Investidores reagem bem às mudanças

2011 (18.524) 6.673.839 262.704 6.918.018 6.918.018 (83.533) 6.834.485

2012 2011 Lucro/Prejuízo antes do IR. e da CS. (7.095.238) 6.918.018 Desp. e Rec. que não Afetam o Fluxo de Cxa. Resultado da equivalência patrimonial 7.072.527 (6.673.839) (22.711) 244.179 Variações do Ativo/Passivo Adiantamentos (3.048.775) Contas a Pagar (266.820) 1.726.110 (3.315.595) 1.726.110 Caixa Provenientes das Ativ. Operacionais (3.338.306) 1.970.289 Imposto de renda e contribuição social (83.533) Caixa Líq. Provenientes das Ativ. Operac. (3.338.306) 1.886.756 Caixa das Atividades de Investimentos Invest. em Coligadas / Controladas (13.775.768) (122.098.425) Recebimento de Juros s/capital próprio 263.331 Dividendos recebidos 20.652.530 19.090.535 Caixa Líq. Ger. Consum. nas Ativ. de Invest. 6.876.761 (102.744.559) Fluxo Caixa das Ativ. de Financiamentos Aumento de Capital pelos Sócios - 103.265.527 Divid. e juros sobre capital próprio pagos (3.500.000) (2.400.000) Caixa Líq. Ger. Consum. nas Ativ. de Financ. (3.500.000) 100.865.527 Aum. (Red.) Liq. de Caixa e Equiv. de Caixa 38.456 7.724 Saldo das Disponibilidades Caixa Equiv. de Caixa no Início do Período 7.724 Caixa Equiv. de Caixa no Final do Período 46.180 7.724 Aum. (Red.) do Capital Circulante Líquido 38.456 7.724 Mário Sérgio Moreira Franco - Diretor Presidente Ana Cláudia Moreira Franco - Secretário Maria Ap. dos Santos Camargo - Contadora – CRC 1SP-174289

DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS DO PERÍODO Receita Bruta de Aluguel 268.225,57 Receita Bruta de Vendas Imoveis 1.200.000,00 1.468.225,57 Deduções da Receita PIS s/ faturamento 9.547,33 Cofins s/ faturamento 44.064,51 53.611,84 Receita Liquida 1.414.613,73 Custos Vendas/Alugueis 230.000,00 Lucro Bruto 1.184.613,73 Despesas Gastos Gerais Impostos e Taxas 9.322,62 Despesas Financeiras 743,10 Despesas Administrativas 318.662,71 Despesas Tributárias - Contr. Social s/ Lucro 20.701,91 Desp.Tributárias - Imp. de Renda 27.303,20 376.733,54 Receitas Diversas Receitas Financeiras Lucro Líquido 807.880,19 Lucro do Exercício 807.880,19 nhentos e quarenta e tres mil e duzentos e quarenta e seis reais) dividido em 3.543.246 (Tres milhões, quinhentas e quarenta e tres mil, duzentas e quarenta e seis) ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. 3- As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis emanadas da Legislação Societária e da normas substanciais nos pronunciamentos contábeis emitidos pelo CPC Comitê de pronunciamentos contábeis, e as alterações introduzidas pela Lei 11.638/07 e Lei 11.941/09. São Paulo, 31 de dezembro de 2012. OSWALDO SANTI Diretor RG.4.196.050-6-SSP/SP

em fevereiro e deixou a Itália em um limbo político por dois meses, com os partidos em disputa pela formação de um governo. Ele também disse que iria rever o progresso das reformas em 18 meses e se sentir estar sendo impedido por outros partidos, não hesitaria em assumir as consequências, em uma aparente sugestão de que renunciaria. Voto de confiança – O novo primeiro-ministro da Itália, Enrico Letta, ganhou seu primeiro voto de confiança no Parlamento ontem, depois de prometer pressionar a União Europeia a mudar seu foco nas políticas de austeridade e buscar crescimento econômico e empregos. O voto de confiança na Câmara dos Deputados para seu governo de coalizão esquerda-direita foi aprovado facilmente como era esperado, com 453 votos a favor e 153 contra. Letta foi apoiado por seu próprio Partido Democrático, de centro-esquerda, pelo Povo da Liberdade, de centro-direita e cujo líder é o ex-premiê Silvio Berlusconi, assim como pelo centrista Escolha Cívida, liderado pelo ex-premiê Mario Monti. Hoje, o primeiro-ministro italiano Letta será oficialmente empossado após ganhar o segundo voto de confiança no Senado.

A Diretoria

NAVSAN S/A CNPJ nº 11.516.339/0001-61 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS BALANÇO ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 - (Em milhares de Reais) Ativo Circulante Passivo Circulante Disponível Fornecedores Fluxo de Caixa Obrigações Fiscais a Recolher 6.556,78 Banco c/ Movimento 31.677,86 Obrigações Sociais a Recolher 1.887,46 31.677,86 Salários a Pagar 4.523,42 Realizável a Curto Prazo C/c Sócios 74,85 Duplicatas a Receber Total do Passivo Circulante 13.042,51 Clientes - Passivo não Circulante Outros Créditos Exigível a Longo Prazo 0,00 Contas-Correntes Diversas Total do Passivo não Circulante 0,00 Impostos a Compensar - Patrimônio Líquido Estoques Capital Social Imóveis a Comercializar 5.934.006,03 Capital Integralizado 3.543.246,00 5.934.006,03 3.543.246,00 Total Do Ativo Circulante 5.965.683,89 Reserva de Capital Ativo Não Circulante Fdo. de Reserva p/ aumento de Capital 1.982.872,49 Realizável a Longo Prazo Total das Reservas 1.982.872,49 Créditos com Pessoas Ligadas Resultados Acumulados Investimentos a Realizar Lucros Acumulados (135.111,61) Total do Realizável a Longo Prazo Lucro/Prejuízo do exercício 807.880,19 Investimentos Total dos Lucros Acumulados 672.768,58 Participações Total do Patrimônio Líquido 6.198.887,07 Imobilizado Valor Corrigido 246.245,69 (-) Depreciações Acumuladas 246.245,69 Total do Ativo não Circulante 246.245,69 Total do Ativo 6.211.929,58 Total do Passivo 6.211.929,58 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 2012 DEMONSTRAÇÃO DA MUTAÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 1- A sociedade tem por objeto social Administração de bens próprios, compra e venda de imóveis, locação, incorporações imobiliárias ou construções Patrimônio Líquido em 31 de dezembro de 2011 R$3.599.834,39 de imóveis destinados à venda, podendo participar do capital e dos lucros Constituído Fdo. de reserva p/ aumento de Capital R$1.982.872;49 de outras sociedades nacionais ou estrangeiras, na condição de acionista, Dividendos pagos no ano 2012 R$191.700,00 sócio ou quotista, como controladora ou minoritária, comprando e venLucro Líquido no exercício em 31 de dezembro de 2012 R$807.880,19 dendo ações ou quotas de capital assim como outros valores mobiliários. Patrimônio Líquido em 31 de dezembro de 2012 R$6.198.887,07 2- O Capital social da sociedade é de R$.3.543.246,00 (Tres milhões, qui-

ceiro à nomeação de Letta, que deu fim a meses de impasse político após a eleição inconclusiva de fevereiro passado, foi positiva, com os rendimentos de títulos em queda e ações subindo. O custo dos empréstimos da Itália caiu para seu nível mais baixo desde outubro de 2010 em um leilão de títulos de médio e longo prazos na segunda-feira. Mas Letta, que foi empurrado para uma coligação com Berlusconi após a centro-esquerda não alcançar uma maioria parlamentar viável em fevereiro, agora enfrenta uma batalha para manter a unidade de seu governo durante a tramitação de reformas potencialmente difíceis. Ele também disse esperar que um aumento no imposto sobre vendas, prevista para julho e que elevaria a principal taxa de 21% para 22%, possa ser adiada. Em um discurso que define um ambicioso programa de reformas, Letta disse que o sistema de previdência social tem que ser reforçado, os impostos que pesam sobre o emprego e os jovens têm que ser cortados e medidas para inserir mais mulheres no mercado de trabalho aprovadas. Ele prometeu mudar a lei eleitoral vigente, que contribuiu fortemente para o resultado inconclusivo da eleição

TELMA R.ESPINOSA SOLLA Contadora CRC nº 1SP159961/0-0

I

nvestidores receberam bem ontem a formação de um novo governo na Itália, avançando sobre os ativos italianos e minimizando alertas de que o país ainda pode precisar de ajuda internacional para lidar com a profunda crise econômica. Os custos de empréstimo referencial caíram ao nível mais baixo desde outubro de 2010 em uma venda de 6 bilhões de euros de títulos de 5 e 10 anos, e ações blue chip subiram 1,6%, acima de outros mercados europeus. Isso sugere aprovação à escolha do político de centro-esquerda Enrico Letta como primeiroministro e confiança em sua habilidade de amenizar as diferenças com o partido de centro-direita, de Silvio Berlusconi, e com os centristas do ex-premiê Mario Monti. A nomeação de Letta no fim de semana, à frente de um governo de coalizão, deu fim a dois meses de impasse político e alimentou esperanças acerca de ações a curto prazo para enfrentar a crise.

Agência de risco – Mas a agência de classificação de risco Moody's advertiu que o cenário econômico e político se mantém complexo e a Itália, no seu segundo ano de recessão e lutando com uma dívida de 2 trilhões de euros, pode ainda precisar de um resgate. Banqueiros e empresários elogiaram ontem a escolha do ministro da Economia, o vice-presidente do Banco de Itália (banco central), Fabrizio Saccomanni, um respeitado economista que deve tranquilizar os investidores de que a Itália não vai se afastar da ortodoxia fiscal. "É claramente um governo com autoridade. Letta é competente e tem experiência", disse Andrea Cuturi, vice-presidente de gestora de capitais Anthilia Capital Partners. "A questão-chave, no entanto, é quanto tempo vai durar este governo e o que ele será capaz de fazer. Isso ficará mais claro nas próximas semanas", acrescentou a vicepresidente Andrea Cuturi. (Reuters)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 30 de abril de 2013

Balanços Patrimoniais dos Períodos Findos em 31/12/12 e 2011 - Em R$ Ativo Notas 2012 2011(*) 01/1/11(*) Ativo Circulante Caixa e Equiv. de Caixa 6 1.117.394,70 538.443,51 1.909.640,34 Ativos Financeiros 7 401.971,84 599.624,78 466.691,29 Clientes e Títulos a Receber 8 543.566,98 443.614,37 317.858,56 Outros Créditos 8 16.041,03 8.952,84 8.286,01 Estoque/ Almoxarifado 9 1.039,76 121.421,39 Despesas Antecipadas 11.331,64 11.729,90 21.591,59 2.091.345,95 1.723.786,79 2.724.067,79 Ativo Não Circulante Ativos Financ. não circulantes 7 3.317.868,77 2.548.325,52 764.802,52 Imobilizado Líquido 10 6.265.702,90 5.824.989,48 5.501.007,57 Intangível Líquido 11 32.683,33 27.452,20 27.861,41 9.616.255,00 8.400.767,20 6.293.671,50 (*) Reapresentado Total do Ativo 11.707.600,95 10.124.553,99 9.017.739,29 Passivo e Patrim. Social Notas 2012 2011(*) 01/1/11(*) Passivo Circulante Passivos Financeiros 13 50.724,18 - 503.895,04 Fornecedores 4.10 14.976,23 117.031,52 33.973,70 Contas a Pagar 4.10 26.554,96 17.092,55 19.689,53 Obrigações Fiscais 11.618,16 12.013,53 9.012,36 Obrigações Sociais 75.210,73 70.240,48 59.611,86 Obrigações Trabalhistas 4.12 364.729,09 337.672,66 294.583,45 Parcelas Antecipadas Receitas Diferidas 14 930.019,94 777.065,65 692.056,04 Outras Obrigações 18.122,02 26.544,39 5.938,56 1.491.955,31 1.357.660,78 1.618.760,54 Passivo Não Circulante Passivos Financeiros 13 44.365,87 44.365,87 Total do Passivo 1.491.955,31 1.357.660,78 1.663.126,41 Patrimônio Líquido Patrimônio Social 15 10.215.645,64 8.766.893,21 7.354.612,88 10.215.645,64 8.766.893,21 7.354.612,88 Total do Patrimônio Líq. (*) Reapresentado Total do Passivo e Patrimônio Líquido 11.707.600,95 10.124.553,99 9.017.739,29 Notas Explicativas as Dem. Contábeis de 31/12/12 (Valores Expressos em R$) 1. Contexto Operacional-O Instituto de Educação e Assistência Lúcia Filippini fundado em 22 de agosto de 1962, é uma pessoa jurídica de direito privado, associação civil, beneficente e filantrópica, sem fins lucrativos, com duração por prazo indeterminado, sua Sede está localizada na Rua Mestras Pias Filippini, 513 – São Paulo – SP. De Utilidade Pública Federal conforme Decreto n.º 73.804 de 12/03/1974, Estadual conforme Decreto n.º 2.353 de 04/09/1973, Municipal conforme decreto n.º 7.268 de 20/11/1967, registrado no CNAS conforme processo n.º 49.873/66 em 27/09/1966, portador do Certificado de Entidade de Fins Filantrópicos conforme processo n.º 247.078/71, tem por finalidade promover, na comunidade, a assistência social, a educação, a saúde, a cultura, a pesquisa, a ecologia, e outras atividades beneficentes, visando o desenvolvimento social do país, o enfrentamento da pobreza, podendo para este fim criar, congregar, dirigir e manter instituições que visem à beneficência a assistência social, a promoção humana, o ensino e a cultura. O Instituto atua nas áreas da Educação e Assistência Social, tendo como atividade preponderante a Educação.O Instituto é composto por seis unidades no total, sendo três colégios e duas unidades assistenciais além de sua sede conforme relacionado abaixo: Unidade Cidade/UF Atividade Sede SP/SP Educação e Assistência Colégio Santa Lúcia Filippini SP/SP Educação Casa Nossa Senhora de Fátima SP/SP Assist. Social Casa Nossa Senhora do Bom Conselho Miracatu/SP Assist. Social Escola de Educação Básica Santa Lúcia Filippini Vilhena/RO Educação Colégio Nossa Senhora da Divina Providencia Peruíbe/SP Educação As demonstrações contábeis do Instituto por hora apresentadas, consolida as demonstrações contábeis de sua sede (matriz) e de suas unidades educacionais e assistenciais (filiais), eliminando completamente as transações entre elas conforme previsto no item 24 da resolução 1.330/2011 do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Apesar de consolidar as demonstrações contábeis e de adotar alguns procedimentos de consolidação entre a sede e suas unidades, isto não significa que as demonstrações contábeis apresentadas do Instituto são consolidadas. Desta forma as demonstrações contábeis apresentadas são referentes a uma entidade individual (Instituto) e não a um grupo de entidades, uma vez que o Instituto não possui investimento em controladas.As demonstrações contábeis foram autorizadas para a emissão em 28.03.2013. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis-2.1 Cenário Atual das Entidades sem finalidade lucrativa: A escrituração contábil e respectivas demonstrações das Entidades Beneficentes de Assistência Social devem atender às normas do CFC para as entidades sem fins lucrativos, conforme previsto no parágrafo 1° do artigo 11 do Decreto 7.237 de 20.07.2010. O CFC através da resolução 1409 de 21 de Setembro de 2012 aprovou a ITG 2002 (Interpretação Técnica Geral), que trata sobre a contabilidade das entidades sem fins lucrativos. Cabe lembrar que a ITG é uma interpretação técnica geral e compreende uma complementação das normas gerais, e a princípio, não deve se sobrepor às referidas normas.Conforme definido no item 4 da resolução 1.409/2012, a adoção da ITG 2002 se fez em conjunto com a resolução 1.255/2009 (Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas) referente aos aspectos não abordados pela referida interpretação. Para maiores informações referente adoção inicial da resolução 1.409/2012 consultar a nota 5.1. 2.2 Apresentação das demonstrações contábeis e declaração de conformidade: O Instituto adotou a resolução do CFC 1.409/2012 em conjunto com a resolução do CFC 1.255/2009 como base para e preparação das demonstrações contábeis. As demonstrações contábeis do Instituto foram preparadas totalmente em conformidade com as Normas Brasileiras de Contabilidade vigentes (exceto em relação à demonstração das origens e aplicações de recursos – vide nota 2.4). Cabe lembrar aos usuários que foram feitas as adaptações necessárias ao contexto das entidades sem finalidade lucrativa.A denominação da conta Capital foi substituída por Patrimônio Social e as palavras lucro ou prejuízo foram substituídas por superávit ou déficit, uma vez que seus conceitos e finalidade são totalmente distintos. Conforme definido no item 10.4 e 10.6 da resolução 1.255/2009, o Instituto optou pela utilização das normas completas em itens ou eventos específicos, uma vez que tal transação ou evento não está contemplado na norma para pequenas e médias empresas, ou quando a própria norma permite a utilização das normas completas como, por exemplo, o caso do reconhecimento e mensuração dos instrumentos financeiros. Deste modo segue abaixo todas as resoluções que foram adotadas pelo Instituto como base para elaboração de suas demonstrações contábeis. Itens Resolução Assunto •Base para preparação 1.409/2012; ITG 2002 - Entidade das demonstrações sem finalidade de lucro. contábeis; 1.255/2009 NBC TG 1000-Contab. P/ Peq. e Médias Empresas. •Reconhecimento das 1.305/2010 NBC TG 07-Subvenção subvenções e Assist. Governamentais. •Reconhecimento isenção e imunidade usufruída •Informações por segmento 1.176/2009 NBC TG 22-Informações por Segmento. •Ajuste a valor presente 1.151/2009 NBC TG 12-Ajuste a Valor Presente. •Demonstração do valor 1.138/2008 NBC TG 09-Demonstração adicionado do Valor Adicionado Educação (MEC) são obrigadas a partir de 2011 a apresentar prestação de contas eletronicamente através do Sistema de Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social (SISCEBAS).Como a demonstração do valor adicionado (DVA) é uma das exigências impostas pelo referido sistema, a administração do Instituto decidiu elaborar e publicar a referida demonstração em conformidade com a resolução 1.138/2008 (NBCTG 09).Cabe ressaltar que conforme previsto no Item 3.17 da resolução 1.255/2009 a demonstração do valor adicionado não faz parte do conjunto completo das demonstrações contábeis para as pequenas e médias empresas, sendo apresentada espontaneamente pelo Instituto e submetida também à auditoria, assim como as demais demonstrações contábeis apresentadas.2.4 Apresentação da demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR):-Por Intermédio do artigo 12 da portaria 353 de 23 de dezembro de 2011 do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), as entidades atuantes na assistência social, que pretendem renovar o certificado de entidade beneficente de assistência social (CEBAS), são obrigadas a apresentar as seguintes demonstrações contábeis: balanço patrimonial, demonstração do resultado, demonstração das mutações do patrimônio, demonstração das origens e aplicações de recursos e as notas explicativas. A administração do Instituto entende que as demonstrações contábeis devem ser preparadas em conformidade com as normas brasileiras de contabilidade que estão em vigor no período que as demonstrações contábeis se referirem, como a NBCT 3.6 que trata sobre a demonstração das origens e aplicações de recursos foi revogada em 2010, sua elaboração não é obrigatória, muito menos recomendada do ponto de vista contábil. No entanto, adotando uma postura mais prudente e conservadora, a administração decidiu elaborar e publicar a referida demonstração baseado nas diretrizes impostas pelo arcabouço contábil anterior (NBC T 3.6), como informação complementar às demais demonstrações contábeis. Cabe ressaltar que por força do item VIII do artigo 29 da lei 12.101/2009 a DOAR também foi submetida à auditoria, assim como as demais demonstrações contábeis apresentadas.3. Base de preparação-3.1 Uso de Estimativas e Julgamentos-As demonstrações contábeis foram elaboradas com base em diversas bases de avaliação utilizadas nas estimativas contábeis. As estimativas contábeis envolvidas na preparação das demonstrações contábeis foram baseadas em fatores objetivos e subjetivos com base no julgamento da administração para a determinação do valor adequado a ser registrado nas referidas demonstrações. Itens significativos sujeitos a estas estimativas incluem a seleção de vida útil do imobilizado, respectivos valores residuais e de sua recuperabilidade nas operações, análise do risco de crédito para a determinação das perdas por redução ao valor recuperável de recebíveis, assim como da análise dos demais riscos para a determinação das provisões, inclusive para contingências. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores divergentes dos registrados nas demonstrações contábeis devido ao tratamento probabilístico inerente ao processo de estimativa. O Instituto revê suas estimativas pelo menos anualmente.As principais premissas relativas a fontes de incerteza nas estimativas futuras e outras importantes fontes de incerteza em estimativas na data do balanço, envolvendo risco significativo de causar um ajuste significativo no valor contábil dos ativos e passivos no próximo período, são comentadas a seguir:a) Perda por Redução aoValor Recuperável de Ativos não Financeiros: Uma perda por redução ao valor recuperável existe quando o valor contábil de um ativo ou unidade geradora de caixa excede o seu valor recuperável, o qual é o maior entre o valor justo menos custos de venda e o valor em uso.O cálculo do valor justo menos custos de vendas (valor líquido de venda) é determinado, sempre que possível, com base em contrato de venda firme em uma transação em bases comutativas, entre partes conhecedoras e interessadas, ajustado por despesas atribuíveis à venda do ativo, ou, quando não há contrato de venda firme, com base no preço de mercado de um mercado ativo, ou no preço da transação mais recente com ativos semelhantes. O cálculo do valor em uso é baseado no modelo de fluxo de caixa descontado, neste caso o valor recuperável é sensível à taxa de desconto utilizada no método de fluxo de caixa descontado, bem como aos recebimentos de caixa futuros esperados e à taxa de crescimento utilizada para fins de extrapolação. Quando não for possível estimar o montante recuperável de um ativo individualmente, o Instituto calcula o montante recuperável da unidade geradora de caixa à qual pertence o ativo. b) Perda por Redução ao Valor Recuperável dos Recebíveis: A perda por redução ao valor recuperável com relação aos recebíveis mensurados pelo custo amortizado é calculada como a diferença entre o valor contábil e o valor presente dos futuros fluxos de caixa estimados descontados à taxa de juros efetiva original do ativo.Para os recebíveis circulantes que não possuem taxa de juros declarada, as perdas por redução ao valor recuperável é calculada como a diferença entre o valor contábil e o valor não descontado dos futuros fluxos de caixa estimados. As estimativas dos futuros fluxos de caixa estão geralmente baseadas nas tendências históricas da probabilidade de inadimplência, do prazo de recuperação e dos valores de perda incorridos. c) Provisões para RiscosTributários, Cíveis eTrabalhistas: A avaliação da probabilidade de perda inclui a avaliação das evidências disponíveis, a hierarquia das leis, as jurisprudências disponíveis, as decisões mais recentes nos tribunais e sua relevância no ordenamento jurídico, bem como a avaliação dos advogados externos. O Instituto sempre revisa as avaliações anteriormente definidas levando em conta alterações nas circunstâncias, tais como prazo de prescrição aplicável, conclusões de inspeções fiscais ou exposições adicionais identificadas com base em novos assuntos ou decisões de tribunais. 3.2 Reconhecimento de ativos e passivos e sua classificação em circulante e não circulante-a) Ativos: O Instituto reconhece um ativo quando é provável que benefícios econômicos futuros dele provenientes fluam para a entidade e seu custo ou valor puder ser determinado em bases confiáveis. Um ativo não é reconhecido no balanço patrimonial quando desembolsos tiverem sidos incorridos, dos quais seja improvável a geração de benefícios econômicos para a entidade. Cabe ressaltar que o benefício econômico futuro incorporado a um ativo é o seu potencial em contribuir, direta (aumento das entradas de caixa) ou indiretamente (redução das saídas de caixa), para o fluxo de caixa da entidade.Muitas vezes um ativo não possui a capacidade de gerar caixa, mas fornece meios para que o Instituto atinja seus objetivos e são geralmente descritos como aqueles que possuem “potenciais de serviços”. Sendo assim, o instituto reconhece um ativo quando for provável que benefícios econômicos fluirão para a entidade, ou quando o ativo em questão contribuir direta ou indiretamente para a execução dos serviços e atividades (presentes ou futuras) da entidade.b) Passivos: O Instituto reconhece um passivo quando:a entidade tem uma obrigação no final do período contábil corrente como resultado de evento passado; que seja provável que a entidade transfira recursos que representam benefícios econômicos para a liquidação desta obrigação; desde que o valor da liquidação possa a ser mensurado com confiabilidade. c) O Instituto classifica seus ativos e passivos em circulante quando espera realizar o ativo, ou quando for exigível o passivo, no período de até doze meses após a data das demonstrações contábeis. Os ativos e passivos circulantes estão corretamente classificados conforme previsto no item 4.5 e 4.7 da resolução 1.255/2009 do CFC. Os demais ativos e passivos que não atendem a condição apresentada anteriormente são classificados como não circulantes. 3.3 Base de mensuração de Ativos e Passivos-Os ativos e passivos são mensurados pelo custo histórico, custo amortizado ou pelo valor justo conforme definido no item 2.34 da resolução 1.255/2009 do CFC. A maneira pela qual o Instituto mensura os elementos das demonstrações contábeis está amplamente divulgada nas políticas contábeis do Instituto.3.4 Moeda de apresentação-As demonstrações contábeis do Instituto são apresentadas em Real, que é a moeda funcional da entidade. 3.5 Mudança nas políticas contábeis-a) Compensação de ativos e passivos – Benefícios a empregados Ativos e passivos, não devem ser compensados como regra geral, exceto quando refletirem a essência da transação, ou quando for exigido pela própria resolução 1.255/2009, sendo assim, conforme previsto na letra “a” do item 28.3 da referida resolução, todos os benefícios a empregados deve ser reconhecidos como passivo, depois de deduzir os valores que tenham sido pagos diretamente para os empregados. Se o valor pago exceder a obrigação proveniente do serviço (do empregado) antes da data do balanço, a entidade deve reconhecer esse excesso como ativo na medida em que o pagamento antecipado levará à redução dos pagamentos futuros ou à restituição de dinheiro.Até 31 de dezembro de 2011 as antecipações concedidas aos empregados a título de adiantamento de salários, férias, 13º eram reconhecidas como ativo, apresentado no balanço no grupo “outros créditos”. As férias pagas antecipadamente (incluindo encargos) aos empregados antes do término do período aquisitivo, também eram reconhecidas como ativo, apresentadas no balanço no grupo “despesas antecipadas”. A administração do Instituto julgou que as antecipações a empregados devam ser reconhecidas como dedução do passivo, por fornecer informação mais relevante ao usuário, por apresentar a essência da transação e por estar totalmente em conformidade ao disposto na seção 28 da resolução 1.255/2009. Esta alteração foi aplicada retrospectivamente conforme previsto no item 10.11 e 10.12 da referida resolução A alteração desta

Demonstração do Resultado dos Períodos Findos em 31/12/2012 e 2011 - Em R$ (não há outros resultados abrangentes) Operações em Continuidade Notas 2012 2011 Prestação de Serviços Escolares Receitas Escolares sem Gratuidade 18 10.021.399,23 9.119.361,70 Receitas Escolares com Gratuidade-Bolsas de Estudos 18, 23 e 24.1 2.426.908,13 1.978.584,64 (-) Bolsas de estudos conced.18, 23 e 24.1 (2.426.908,13) (1.978.584,64) (-) Outras deduções 18 (976.744,74) (887.676,61) Receita de Prestação de Serviços 18 9.044.654,49 8.231.685,09 Receitas com Subvenções 19 25.500,00 26.625,00 Receitas Patrimoniais (aluguéis) 4.15 c 881.992,32 791.178,64 Receita de Eventos e Outras 4.15 d 35.009,37 14.518,42 Tributos e Contribuições Imunes 22 (589.538,75) (532.931,49) Imunidade Usufruída 22 589.538,75 532.931,49 Receita Total 9.987.156,18 9.064.007,15 Custo dos Serv. Prest. 9 (4.936.499,94) (4.712.506,09) Superávit/(Déficit) Bruto 5.050.656,24 4.351.501,06 Rec. com Doações Incondicionais 20 92.273,01 70.132,93 Ganhos de Capital no imobilizado 6.803,02 Despesas Administrativas (2.716.326,17) (2.385.465,00) Perdas de Cap. no imobil./Intang. (131.660,60) (75.888,61) Progr. de Apoio ao Al. Bolsista 23 e 24.2 (4.135,62) Assist. Soc.-Recursos Próp. 23 e 24.3 (977.279,35) (769.315,69) Assist. Soc.-Recursos de Terc. 23 e 24.3 (25.500,00) (26.625,00) Tributos e Contrib. Imunes/Isentos 22 (1.209.004,18) (1.134.502,37) Imunidade/Isenção Usufruída 22 1.209.004,18 1.134.502,37 Superávit/(Déficit) antes das Desp. e Rec. Financeiras 1.288.027,51 1.171.142,71 Despesas Financeiras 21 (224.647,36) (165.472,94) Receitas Financeiras 21 385.372,28 406.610,56 Superávit/(Déficit) antes dosTrib. 1.448.752,43 1.412.280,33 Tributos Sobre o Superávit Imunes 22 (517.111,45) (489.980,09) Imunidade Usufruída 22 517.111,45 489.980,09 ( = ) Superávit/(Déficit) do Período 1.448.752,43 1.412.280,33 política apresentou os seguintes impactos no balanço patrimonial do Instituto (já devidamente considerada nas demonstrações contábeis apresentadas): i. Redução no grupo “outros créditos” no período de 2011 no valor de R$ 37.534,57 (em 1º de janeiro de 2011: R$ 36.311,70). ii. Redução no grupo “despesas antecipadas” no período de 2011 no valor de R$ 21.972,32 (em 1º de janeiro de 2011:R$ 21.769,56). iii. Redução no grupo “obrigações trabalhistas” no período de 2011 no valor de R$ 59.506,89 (em 1º de janeiro de 2011: R$ 58.081,26). 4. Principais Políticas Contábeis-As políticas contábeis descritas em detalhes a seguir têm sido aplicadas de maneira consistente a todos os períodos apresentados nas demonstrações contábeis. 4.1 Caixa e Equivalentes de Caixa-Caixa e os equivalentes de caixa são mantidos com a finalidade de atender a compromissos de caixa de curto prazo, e não para investimento ou outros fins. O Instituto considera equivalentes de caixa uma aplicação financeira de conversibilidade imediata em um montante conhecido de caixa, estando sujeita a um insignificante risco de mudança de valor.Por conseguinte, um ativo financeiro, normalmente, se qualifica como equivalente de caixa quando tem vencimento de curto prazo menor que 90 dias, ou quando possuindo um prazo de vencimento maior, seja destinado a atender os compromissos de caixa de curto prazo. Na rubrica “caixa e equivalentes de caixa” se incluem o caixa, as contas bancárias, os numerários em trânsito, os certificados de depósito bancário (CDB), as aplicações em cotas de fundos de investimentos de renda fixa, as cadernetas de poupança e as aplicações financeiras de liquidez imediata que apresentam risco insignificante de mudança de valor, conforme divulgado na nota 6.4.2 Instrumentos financeiros ativos (Ativos Financeiros)-Os investimentos em ativos financeiros destinam-se a reservas para reinvestimento em melhorias das instalações e em obras sociais. Enquanto aguarda destinação final para atender as condições estatutárias foram aplicados em instituições bancárias com objetivo de preservar o poder aquisitivo da moeda e propiciar um mínimo de renda de capital.a) Reconhecimento Inicial e Mensuração: O Instituto reconhece os instrumentos financeiros básicos conforme seção 11 da resolução 1.255/2009 do CFC, desta forma conforme definido no item 11.12 da referida resolução, o Instituto reconhece um ativo financeiro somente quando tornar-se parte das disposições contratuais do instrumento. Quando um ativo financeiro é reconhecido, o Instituto o avalia pelo custo da operação (incluindo os custos de transação), a menos que o acordo constitua, de fato, uma transação financeira. Na rubrica “ativos financeiros” se incluem as aplicações em fundos de investimentos de renda fixa e os certificados de depósito bancários a prazo (CBD), conforme divulgado na nota 7. b) Mensuração Subsequente: Conforme definido no item 11.14 da resolução 1.255/2009, ao final de cada período de divulgação, a entidade avalia os instrumentos financeiros (sem nenhuma dedução dos custos da transação com os quais a entidade possa arcar na venda ou na alienação) com base no custo amortizado, utilizando o método da taxa efetiva de juros. O método da taxa efetiva de juros é um método para calcular o custo amortizado do ativo financeiro, e alocar os rendimentos de juros durante o período correspondente. Os correspondentes rendimentos são reconhecidos na demonstração do resultado como receitas financeiras. A receita financeira de juros no período é igual ao valor contábil do ativo financeiro no início do período multiplicado pela taxa de juros para o período de acordo com o princípio da competência.Em relação aos ativos financeiros apresentados ao custo amortizado, o Instituto avalia individualmente (exceto em relação aos recebíveis) se existe evidência clara de perda por redução ao valor recuperável de cada ativo financeiro, quando houver evidência clara de redução ao valor recuperável, o valor da perda é mensurado como a diferença entre o valor contábil do ativo e o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados, descontados pela taxa efetiva de juros original do ativo.Após análise efetuada o Instituto concluiu que não foi necessário constituir qualquer perda por redução ao valor recuperável em seus instrumentos financeiros apresentados na rubrica “ativos financeiros” (exceto para os recebíveis conforme divulgado na nota 4.4). c) Desreconhecimento (baixa): Conforme previsto no item 11.33 da resolução 1.255/2009 do CFC, o Instituto desreconhece (baixa) um ativo financeiro quando são liquidados (resgatados); ou quando são reclassificados para o grupo de equivalentes de caixa; ou ainda, quando os direitos contratuais para os fluxos de caixa do respectivo ativo vençam. Outras situações exigem o desreconhecimento dos ativos financeiros, principalmente quando a entidade transfere para outra parte, os riscos, benefícios ou o controle da propriedade do ativo financeiro.No entanto, durante o período o qual as demonstrações contábeis se referem, o Instituto não transferiu quaisquer ativos financeiros, de tal forma que fosse exigido seu desreconhecimento (baixa) em suas demonstrações contábeis.4.3 Recebíveis (Clientes,Títulos a Receber e outros créditos)-O Item 13 da resolução 1.409/2012 prevê que as entidades sem finalidade de lucro devam constituir provisão em montante suficiente para cobrir as perdas esperadas sobre créditos a receber, com base em estimativa de seus prováveis valores de realização e baixar os valores prescritos, incobráveis e anistiados, esta conduta nos remete a seção 11 da resolução 1.255/2009, que tratam dos ativos financeiros classificados como instrumentos de dívida (recebíveis) e fornece diretrizes detalhadas aos profissionais de contabilidade, de como se deve proceder em relação ao reconhecimento e mensuração dos recebíveis e, consequentemente ao reconhecimento e mensuração das perdas por redução ao valor recuperável.O Instituto entende que o disposto na seção 11 da resolução 1.255/2009 está totalmente em conformidade ao disposto no item 13 da resolução 1.409/2012, os valores prescritos e incobráveis são desreconhecidos baseado no item 11.33 da resolução 1.255/2009, e as provisões que trata a ITG 2002 são equivalentes às perdas por redução ao valor recuperável de ativos avaliados ao custo amortizado tratados na nota 4.4. Cabe ressaltar que não é mais adequado utilizar o termo “provisão” para os valores que reduzem o ativo, uma vez que as provisões compreendem tão somente os passivos com prazo ou valor incerto conforme previsto no item 21.1 e 21.3 da resolução 1.255/2009.Baseado no exposto nos parágrafos anteriores, os recebíveis são reconhecidos em sua competência em contra partida ao reconhecimento da receita de prestação de serviços, conforme detalhado na nota 4.15 letra “a”.Tais ativos são reconhecidos inicialmente conforme definido no item 11.13 da resolução 1.255/2009 do CFC, pelo valor justo em contrapartida à receita reconhecida, ou seja, ele é reconhecido com base no recebível à vista, não descontado, acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Conforme definido no item 11.14 da resolução 1.255/2009 do CFC, após o reconhecimento inicial, os recebíveis (instrumentos de dívida) são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável.Recebíveis que não possuem taxa de juros declarada, e que são classificados como ativos circulantes, são avaliados, inicialmente, com base no valor não descontado, em conformidade ao definido no item 11.14 da resolução 1.255/2009. Os recebíveis assim como os demais ativos da entidade devem atender os critérios de reconhecimento, sendo assim, no momento em que for constatado que os recebíveis não atendem mais os critérios de reconhecimento nas demonstrações contábeis, eles deverão ser desreconhecidos (baixados) em conformidade com o disposto no item 11.33 da resolução 1.255/2009 do CFC, no entanto, isto não significa dizer que o instituto concedeu o perdão da dívida, muito pelo contrário, a entidade continua com o processo de cobrança mesmo para os recebíveis desreconhecidos, inclusive para aqueles que ainda não foram desreconhecidos, mas que já se encontram reduzidos ao valor recuperável, conforme divulgado na nota 4.4. Quando o Instituto desreconhece um recebível, registra no resultado as perdas referente ao custo histórico, acrescido da amortização cumulativa anteriormente reconhecida como receita financeira pelo método da taxa efetiva de juros, menos qualquer redução (por meio do uso de conta de redutora) para redução ao valor recuperável já reconhecida anteriormente. O Instituto segrega os valores a receber em montantes a receber de clientes e outros recebíveis, conforme definido no item 4.2 da resolução 1.255/2009.São registrados na rubrica outros créditos, os valores referentes aos adiantamentos a fornecedores, valores de tributos a compensar, outros valores a receber e créditos em moeda estrangeira, conforme detalhado na nota 8. 4.4 Perdas por redução ao valor recuperável dos recebíveis-O risco de crédito do cliente é administrado por cada unidade educacional, estando sujeitos aos procedimentos, controle e política estabelecida pelo Instituto em relação a este risco. Os recebíveis em aberto são acompanhados com frequência e as matrículas dos alunos inadimplentes para o ano seguinte somente serão aceitas mediante pagamento das parcelas em atraso, ou mediante confissão de dívida conforme previsto na legislação específica. O Instituto possui um razoável número de contas a receber, desta forma são agrupados em grupos homogêneos e a perda por redução ao valor recuperável é avaliada coletivamente.Ao avaliar a perda do valor recuperável de forma coletiva, o Instituto utiliza tendências históricas da probabilidade de inadimplência, do prazo de recuperação e dos valores de perda incorridos, ajustados para refletir o julgamento da Administração quanto às premissas, se as condições econômicas e de crédito atuais são tais, que as perdas reais provavelmente serão maiores ou menores que as sugeridas pelas tendências históricas. Conforme definido nos itens 11.21 a 11.26 da resolução 1.255/2009 do CFC, a redução do valor recuperável dos recebíveis mensurados pelo custo amortizado é calculada como a diferença entre o valor contábil e o valor presente dos futuros fluxos de caixa estimados descontados à taxa de juros efetiva original do ativo.Para os recebíveis circulantes que não possuem taxa de juros declarada, as perdas por redução ao valor recuperável é calculada como a diferença entre o valor contábil e o valor não descontado dos futuros fluxos de caixa estimados. As perdas são reconhecidas no resultado como despesas financeiras e refletidas em uma conta redutora dos recebíveis. A receita de juros continua a ser computada sobre o ativo contábil reduzido com base na taxa de juros efetiva original para o ativo. Quando um evento subsequente indica reversão da perda de valor, a diminuição na perda de valor é revertida e registrada no resultado. A Administração considera que a estimativa foi calculada em montante julgado suficiente para cobrir prováveis perdas na realização.O efeito das perdas por redução ao valor recuperável dos recebíveis em períodos subsequentes é impraticável. 4.5 Estoques-Conforme resolução 1.255/2009 do CFC, o Instituto possui somente dois tipos de estoques: a) estoques de serviços em execução, em conformidade ao item 13.14, e b) estoque de materiais diversos a serem consumidos no processo de prestação de serviço, conforme letra “c” do item 13.1.Os estoques são reconhecidos inicialmente pelo custo e são mensurados subsequentemente pelo menor valor entre o custo e o preço de venda estimado, diminuído dos custos para completar o serviço. Os estoques de serviços em execução são avaliados pelo custo de sua produção, esses custos consistem, primariamente, de mão de obra e outros custos de pessoal diretamente envolvido na prestação do serviço, incluindo pessoal de supervisão e custos indiretos atribuíveis baseados na capacidade de atendimento normal da entidade. O Instituto avalia o custo dos estoques de materiais de consumo baseado no custo médio ponderado e inclui gastos incorridos na aquisição destes estoques e outros custos incorridos para trazê-los às suas localizações e condições existentes. Quando os estoques são vendidos, ou seja, na medida em que a receita de prestação de serviços é reconhecida, a entidade reconhece o valor contábil desses estoques como despesa (custo dos serviços prestados). O Instituto avalia ao término de cada período se os estoques necessitam ser reduzidos ao seu valor recuperável.Se um item (ou grupo de itens) dos estoques necessita ser reduzido ao valor recuperável, o Instituto aplica o disposto nos itens 27.2 a 27.4 da resolução 1.255/2009 do CFC e reconhece a perda por redução ao valor recuperável no resultado. Após análise efetuada, o Instituto concluiu que não foi necessário constituir qualquer perda por redup p Investimentoção ao valor recuperável em seus estoques. 4.6 Propriedades para -O Instituto possui imóvel locado ao Fórum Nossa Senhora do Ó. O custo do imóvel (terreno e edificação) e o custo da reforma do prédio foram classificados como ativo imobilizado conforme previsto no item 16.1 da resolução 1.255/2009 do CFC. Cabe lembrar que o Instituto teria que incorrer em custo e esforços excessivos para avaliação do referido imóvel a valor justo de maneira confiável e de forma contínua. O Instituto possui outros imóveis destinados à locação que estão classificados também como ativos imobilizados, uma vez que o custo da informação para avaliá-los a valor justo excederia o benefício por ela gerado. 4.7 Imobilizado-Conforme determinado no item 17.4 da resolução 1.255/2009 do CFC, o Instituto reconhece um ativo imobilizado quando for provável que futuros benefícios econômicos associados ao item fluirão para a entidade e o seu custo puder ser mensurado de maneira confiável. O Instituto reconhece um imobilizado ainda quando o ativo em questão contribuir direta ou indiretamente para a execução dos serviços e atividades (presentes ou futuras) do Instituto. O imobilizado é mensurado pelo custo de aquisição (acrescido das avaliações espontâneas efetuadas em 1993), líquido de depreciação acumulada e das perdas acumuladas por redução ao valor recuperável, se for o caso. Conforme definido no item 17.10 da resolução 1.255/2009 do CFC, o custo de um item do ativo imobilizado compreende seu preço de compra, incluindo taxas legais e de corretagem, tributos de compra não recuperáveis, depois de deduzidos os descontos comerciais e abatimentos, acrescido de quaisquer outros custos diretamente atribuíveis para colocar o ativo no local e em condição necessária para que seja capaz de funcionar da maneira pretendida pela administração. Esses custos podem incluir os custos de elaboração do local, frete e manuseio inicial, montagem e instalação e teste de funcionalidade. Gastos subsequentes são capitalizados na medida em que seja provável que benefícios futuros associados com os gastos serão auferidos pelo Instituto, ou que contribuirão direta ou indiretamente para execução dos serviços e atividades da entidade. Os referidos gastos inclui o custo de reposição de parte do imobilizado. Quando partes significativas do ativo imobilizado são substituídas o Instituto reconhece essas partes como ativo individual com vida útil e depreciação específica, e o valor contábil das partes substituídas é baixado. Todos os demais custos dos reparos e manutenção são reconhecidos na demonstração do resultado, quando incorridos.Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revistos anualmente e eventuais ajustes são reconhecidos, como mudança de estimativas contábeis de forma prospectiva, conforme definido no item 17.23 da resolução 1.255/2009 do CFC.Os itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que são instalados e estão disponíveis para uso nas condições pretendidas pela administração. A depreciação do ativo termina quando o ativo é baixado. Itens do ativo imobilizado são depreciados (exceto terrenos) pelo método linear, baseado em taxas que levam em consideração a vida útil estimada dos bens. Para propiciar o adequado entendimento ao usuário das demonstrações contábeis, será divulgada a taxa média ponderada, calculada com base na depreciação registrada em relação ao valor depreciável (valor total da compra deduzido o valor residual) de cada item que compõe as contas abaixo demonstradas: Contas Vida Útil (anos) Média Ponderada Edifícios 1 a 30 4,16% Instalações 1 a 25 8,48% Máquinas Equipamentos 1 a 28 13,12% Móveis e Utensílios 1 a 20 9,29% Veículos 3a6 13,76% Outras Imobilizações 5a7 10,92% Um item do ativo imobilizado é baixado quando vendido ou quando nenhum bene-

Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos dos Períodos Findos em 31/12/2012 e 2011-Em R$ 1-Origens de Recursos 2012 2011 (*) 1.1-Das Operações Superávit ou (Déficit) do período 1.448.752,43 1.412.280,33 Aj. ao result. de valores que não afetam o capital circulante líquido: ( + ) Depreciação/Amortização 425.486,75 453.252,60 ( + ) Baixa de imobilizado por perda 139.941,61 77.700,96 (+/-) Perda (Ganho) na Venda de Imob. 1.601,46 (6.803,02) 2.015.782,25 1.936.430,87 1.2-De Terceiros Venda de Imobilizado 17.290,00 17.040,83 17.290,00 17.040,83 Total de Origens 2.033.072,25 1.953.471,70 2-Aplicações dos Recursos Aumento do ativo realizável a longo prazo 769.543,25 1.783.523,00 Redução do passivo não circulante 44.365,87 Aquisição de Imobilizado 1.028.470,79 851.777,69 Aquisição de Intangível 1.793,58 12.986,38 Total das Aplicações 1.799.807,62 2.692.652,94 Aumento ou Red. do Cap. Circ. Líquido 233.264,63 (739.181,24) Variações do Capital Circulante Líquido Ativo Circulante No início do exercício 1.723.786,79 2.724.067,79 No término do exercício 2.091.345,95 1.723.786,79 Variação do ativo circulante 367.559,16 (1.000.281,00) Passivo Circulante No início do exercício 1.357.660,78 1.618.760,54 No término do exercício 1.491.955,31 1.357.660,78 Variação do passivo circulante 134.294,53 (261.099,76) (*) Reapresentado Aum. ou Redução do Cap. Circ. Líquido 233.264,63 (739.181,24) fício econômico futuro for esperado do seu uso ou venda.Eventual ganho ou perda resultante da baixa do ativo (calculado como sendo a diferença entre o valor da venda e o valor contábil do ativo) são incluídos nas demonstrações do resultado do período em que o bem for baixado. A administração do Instituto revisa anualmente o valor contábil líquido do ativo imobilizado a ser mantido e utilizado, com o objetivo de determinar e avaliar a deterioração em bases periódicas, ou sempre que eventos ou mudanças nas circunstâncias indicarem que o valor contábil de um ativo ou grupo de ativos não poderá ser recuperado. São feitas análises para identificar as circunstâncias que possam exigir a avaliação da capacidade de recuperação do ativo imobilizado, e a mensuração de qualquer perda por redução ao valor recuperável em conformidade ao disposto na letra “a” da nota 3.1. Após análise efetuada, a administração do Instituto concluiu que não existe qualquer indicador de desvalorização, desta forma, conforme previsto no item 27.7 da resolução 1.255/2009 do CFC, não se faz necessário estimar o valor recuperável, muito menos constituir qualquer perda por redução ao valor recuperável em seu ativo imobilizado. 4.8 Intangível-Ativos intangíveis adquiridos separadamente são mensurados ao custo no momento do reconhecimento inicial. Após reconhecimento inicial os ativos intangíveis são apresentados ao custo, deduzido da amortização acumulada e das perdas acumuladas por redução ao valor recuperável, se for o caso. Os gastos subsequentes são capitalizados somente quando eles aumentam os futuros benefícios econômicos incorporados no ativo específico ao quais se relacionam. Todos os outros gastos, incluindo gastos com a manutenção das marcas e patentes, são reconhecidos no resultado quando incorridos. Conforme item 18.19 da resolução 1.255/2009 do CFC, todos os ativos intangíveis são considerados como tendo vida útil finita.Deste modo todos os ativos intangíveis são amortizados ao longo da sua vida útil econômica e avaliados em relação à perda por redução ao valor recuperável, sempre que houver indícios de perda do valor econômico. O período e o método de amortização para o ativo intangível são revisados em cada período de reporte.Mudanças na vida útil estimada, ou no consumo esperado dos benefícios econômicos futuros desses ativos, são contabilizados por meio de mudanças no período ou método de amortização, conforme o caso, sendo tratadas como mudanças nas estimativas contábeis. A amortização é iniciada quando o ativo intangível está disponível para a utilização, isto é, quando o ativo está no local e em condições necessárias para que possa ser utilizado da maneira pretendida pela administração. A amortização termina quando o ativo é desreconhecido. A amortização dos ativos intangíveis é reconhecida na demonstração do resultado na categoria de despesa consistente com a utilização do ativo intangível. Um item do ativo intangível é baixado quando vendido ou quando nenhum benefício econômico futuro for esperado do seu uso ou venda.Eventual ganho ou perda resultante da baixa do ativo (calculado como sendo a diferença entre o valor da venda e o valor contábil do ativo) são incluídos nas demonstrações do resultado do período em que o bem for baixado. a) Marcas e Patentes: Os valores registrados na rubrica “marcas e patentes” compreendem somente os gastos relativos ao registro da marca e logotipo da entidade. Como não é possível estimar de modo confiável sua vida útil, conforme previsto no item 18.20 da resolução 1.255/2009 do CFC, presume-se nestes casos que sua vida útil seja de dez anos. Assim sua amortização é calculada de forma linear ao longo deste prazo com valor residual nulo conforme previsto no item 18.23 da referida resolução. b) Softwares: Os valores registrados na rubrica “sistemas aplicativos – softwares” compreendem os gastos relativos às licenças de softwares educacionais e administrativos, tendo vida útil estimada de maneira confiável, porém não delimitada com precisão. A amortização é calculada de forma linear, a taxas que levam em consideração a vida útil estimada do ativo intangível, compreendida entre 1 a 15 anos (taxa média ponderada de 13,34%), com valor residual nulo. A administração do Instituto revisa anualmente o valor contábil líquido do ativo intangível a ser mantido e utilizado, com o objetivo de determinar e avaliar a deterioração em bases periódicas, ou sempre que eventos ou mudanças nas circunstâncias indicarem que o valor contábil de um ativo ou grupo de ativos não poderá ser recuperado. São feitas análises para identificar as circunstâncias que possam exigir a avaliação da capacidade de recuperação do ativo intangível, e a mensuração de qualquer perda por redução ao valor recuperável em conformidade ao disposto na letra “a” da nota 3.1. Após análise efetuada, a administração do Instituto concluiu que não existe qualquer indicador de desvalorização, desta forma, conforme previsto no item 27.7 da resolução 1.255/2009 do CFC, não se faz necessário estimar o valor recuperável, muito menos constituir qualquer perda por redução ao valor recuperável em seu ativo intangível. 4.9 Ajuste a Valor Presente de Ativos e Passivos-Os ativos e passivos de longo prazo são capitalizados monetariamente e, portanto, estão ajustados pelo seu valor presente. O ajuste a valor presente de ativos e passivos monetários de curto prazo é calculado e somente registrado, se considerado relevante em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Para fins de registro e determinação da relevância, o ajuste a valor presente é calculado levando em consideração os fluxos de caixa contratuais e a taxa de juros explícita no contrato, desde que reflita a taxa de juros compatíveis com a natureza, o prazo e os riscos relacionados à transação, levando-se em consideração, ainda, as taxas de mercado praticadas na data inicial da transação, conforme previsto no item 12 da resolução 1.151/2009 do CFC. Desta forma conforme demonstrado na nota 16 o Instituto registrou o ajuste a valor presente do passivo financeiro referente ao financiamento da reforma do prédio locado ao Fórum Regional Nossa Senhora do Ó em 2007, conforme contrato firmado com a Construtora D’Araújo Ltda. 4.10 Instrumentos financeiros passivos (Passivos financeiros e fornecedores)-a) Reconhecimento Inicial e Mensuração: A entidade reconhece um passivo financeiro somente quando tornar-se parte das disposições contratuais do instrumento.Quando um passivo financeiro é reconhecido, o Instituto o avalia pelo custo da operação (incluindo os custos de transação), a menos que o acordo constitua, de fato, uma transação financeira. Uma transação financeira pode acontecer em conexão com a venda de bens e serviços, por exemplo, se o pagamento é postergado além dos termos comerciais normais ou é financiada a uma taxa de juros que não é a de mercado. Se o acordo constitui uma transação financeira, a entidade avalia os passivos financeiros com base no valor presente dos pagamentos futuros, descontados pela taxa de juros de mercado para instrumento de dívida semelhante conforme definido no item 11.13 da resolução 1.255/2009 do CFC. b) Mensuração Subsequente: Após reconhecimento inicial os passivos financeiros sujeitos a juros são mensurados subsequentemente pelo custo amortizado, utilizando o método da taxa efetiva de juros. O método da taxa efetiva de juros é um método para calcular o custo amortizado do passivo financeiro, e alocar as despesas com juros durante o período correspondente. Os juros são reconhecidos no resultado como despesas financeiras quando incorridos. c) Desreconhecimento (baixa): O Instituto desreconhece um passivo financeiro (ou parte do passivo financeiro) apenas quando ele é extinto, ou seja, quando a obrigação especificada no contrato é cumprida, cancelada ou se expira. O Instituto tem os seguintes passivos financeiros: financiamentos (vide nota 13), fornecedores e outras contas a pagar.As obrigações com fornecedores e outras contas a pagar não rendem juros e geralmente são liquidadas em média em até 30 dias.A administração do Instituto não julgou necessário elaborar nota específica uma vez que tais valores já estão detalhados no balanço patrimonial da entidade. 4.11 Custos de Empréstimos-Conforme definido no item 25.1 da resolução 1.255/2009 do CFC, o custo de empréstimos compreende os juros e outros custos que a entidade incorre em conexão com o empréstimo de recursos. Os custos de empréstimos incluem as despesas de juros calculadas por meio da utilização do método da taxa efetiva de juros. O Instituto reconhece todos os custos de empréstimos como despesa no resultado no período em que são incorridos. 4.12 Benefícios a Empregados-Conforme definido no item 28.1 da resolução 1.255/2009 do CFC, os benefícios a empregados são todas as formas de remuneração proporcionadas por uma entidade em troca dos serviços prestados pelos seus empregados e colaboradores.O Instituto concede aos seus colaboradores benefícios de curto prazo e benefícios de desligamento. a) Benefícios de curto prazo: Inclui itens como salários, ordenados, licenças remuneradas e benefícios não monetários como seguro de vida, cesta básica, vale transporte e outros. As Licenças remuneradas de curto prazo (mais conhecida como férias) e respectivos encargos são reconhecidos à medida que são adquiridas pelos seus empregados como resultado de serviços prestados para a entidade durante o período que as demonstrações contábeis se referem, ou seja, o Instituto reconhece o custo esperado das licenças remuneradas acumuláveis quando os empregados prestarem os serviços que aumentam seus direitos sobre licenças remuneradas futuras conforme disposto no item 28.6 da resolução 1.255/2009 do CFC. O Instituto mensura o custo esperado de licenças remuneradas acumuláveis pelo valor adicional não descontado que a entidade espera pagar como consequência do direito não utilizado que tenha sido acumulado até a data do balanço. As obrigações de benefícios de curto prazo a empregados são mensuradas em uma base não descontada e são reconhecidas como passivo depois de deduzir os valores que já tenham sido pagos diretamente a empregados, e consequentemente como despesas ou como parte do custo dos estoques (vide nota 4.5), conforme o serviço relacionado seja prestado ao Instituto, em conformidade ao item 28.3 da resolução 1.255/2009 do CFC.b) Benefícios de desligamento: Estes benefícios resultam da decisão da entidade de rescindir o contrato de trabalho com o empregado e são emanadas pela legislação trabalhista. Como tais benefícios são concedidos no momento do desligamento e por não conferirem benefícios econômicos futuros à entidade, são reconhecidos no resultado na ocasião do desligamento do empregado. A entidade mensura os benefícios por desligamento pela melhor estimativa dos gastos que seriam requeridos para liquidar a obrigação na data do balanço, o que compreende basicamente a diferença entre o benefício fornecido pela rescisão do contrato de trabalho a pedido do empregado e o benefício maior fornecido por rescisão a pedido do Instituto. Incluem basicamente itens como aviso prévio indenizado, encargos s/o aviso prévio indenizado (férias, 13º, e FGTS), multa rescisória do FGTS e a contribuição social sobre a multa rescisória. As obrigações provenientes dos benefícios de curto prazo, incluindo as licenças remuneradas (férias), são apresentadas na rubrica “obrigações trabalhistas” no passivo circulante, que compreendem os benefícios de curto prazo, uma vez que não existem obrigações provenientes dos benefícios de desligamento para os balanços apresentados. 4.13 Provisões e Passivos Contingentes-Conforme definido na seção 21 da resolução 1.255/2009 do CFC, as provisões são passivos com prazo ou valor incerto, sendo reconhecidas quando o Instituto tem uma obrigação presente (legal ou não formalizada), em consequência de um evento passado, quando for provável que benefícios econômicos sejam requeridos para liquidar a obrigação, desde que uma estimativa confiável do valor possa ser feita. Quando o Instituto espera que o valor de uma provisão seja reembolsado, no todo ou em parte, por exemplo, por força de um contrato de seguro, o reembolso é reconhecido como um ativo separado, mas apenas quando o reembolso for praticamente certo. A despesa relativa a qualquer provisão é apresentada na demonstração do resultado, líquida de qualquer reembolso.A Administração do Instituto julgou ser remota a probabilidade de que benefícios econômicos sejam requeridos para liquidar qualquer contingência civil ou trabalhista. 4.14 Imunidade e Isenções-De acordo com o art. 12 da lei 9.532 de 10 de Dezembro de 1.997, para efeito do disposto no art. 150, inciso “VI”, alínea “c”, da Constituição da Republica Federativa do Brasil, considera-se imune a instituição de educação ou de assistência social que preste os serviços para os quais houver sido instituída e os coloque à disposição da população em geral, em caráter complementar às atividades do Estado, sem fins lucrativos. Assim para o gozo da imunidade, as instituições, estão obrigadas a atender aos seguintes requisitos: (a) não perceberem seus diretores, conselheiros, sócios, instituidores, benfeitores ou equivalentes, remuneração, vantagens ou benefícios, direta ou indiretamente, por qualquer forma ou título, em razão das competências, funções ou atividades que lhes sejam atribuídas pelos respectivos atos consultivos; (b) aplicar integralmente seus recursos na manutenção e no desenvolvimento dos seus objetivos sociais; (c) manter a escrituração completa de suas receitas e despesas em livros revestidos de formalidades que possam assegurar sua respectiva exatidão; (d) conservar em boa ordem, pelo prazo de cinco anos, contado da data da emissão, os documentos que comprovem a origem de suas receitas e a efetivação de suas despesas, bem assim a realização de quaisquer outros atos ou operações que venham a modificar sua situação patrimonial; (e) apresentar, anualmente, declaração de rendimentos, em conformidade com o disposto em ato da Secretaria da Receita Federal; (f) recolher os tributos retidos sobre os rendimentos por elas pagos ou creditados e a contribuição para a seguridade social retida dos empregados, bem assim cumprir as obrigações acessórias daí decorrentes; (g) assegurar a destinação de seu patrimônio à outra instituição que atenda às condições para gozo da imunidade, no caso de incorporação, fusão, cisão ou de encerramento de suas atividades, ou a órgão público; A Entidade tem atendido substancialmente os procedimentos requeridos para suportar suas atividades sociais, inclusive estatutariamente.a) Imunidade: O Instituto é imune do imposto sobre a renda da pessoa jurídica (IRPJ), da contribuição para o financiamento da seguridade social (COFINS), da contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL) e do imposto sobre serviços (ISS).A imunidade por estar prevista na constituição federal suprime-se a competência, do poder de tributar. Desta maneira a imunidade descarta o próprio nascer da obrigação, constitui-se na vedação total do poder de tributar, posto que o crédito tributário não seja apenas inexigível, no caso das imunidades ele é tão somente inexistente. b) Isenções: O Instituto é isento da contribuição empresarial devida ao INSS sobre a folha de pagamento e sobre serviços tomados de autônomos. A isenção compreende basicamente uma hipótese de não incidência tributária legalmente qualificada. Diferentemente da imunidade, no cenário da isenção existe o fato gerador, a base de cálculo e alíquota, porém o tributante não poderá constituir e cobrar o crédito tributário por força da lei.Diferentemente dos conceitos jurídicos (abordados no parágrafo anterior), o conceito contábil de isenção abordado no item 3 da resolução 1.305/2010 do CFC, compreende a dispensa legal do pagamento do tributo sob quaisquer formas, quer seja pela imunidade quer seja pela isenção, tal entendimento tem como base o definido no item 4 da referida resolução, o qual prevê que a contabilização deve seguir sempre a essência econômica, ou seja, a forma pelo qual a dispensa do tributo é concedida (imunidade ou isenção) não interfere. Deste modo por mais que na imunidade não exista fato gerador nem mesmo o crédito tributário a entidade deverá reconhecer assim como a isenção, todas as imunidades usufruídas.Apesar do conceito contábil da isenção englobar os tributos amparados pela imunidade, o Instituto para fins de apresentação das demonstrações contábeis, segregou os tributos que estão amparados pela imunidade dos amparados pela isenção, com a finalidade de fornecer o adequado entendimento aos usuários das demonstrações contábeis. Reconhecimento dos tributos imunes/isentos e respectiva imunidade/isenção usufruída O reconhecimento da imunidade/isenção atende o previsto no item 38E da resolução

ECONOMIA/LEGAIS - 35 Demonstração dos Fluxos de Caixa dos Períodos Findos em 31/12/2012 e 2011-Em R$ 1-Atividades Operacionais Notas 2012 2011 (*) 1.1-Resultado Ajustado Superávit ou (Déficit) do Período 1.448.752,43 1.412.280,33 Ajustes ao Resultado: (+) Depreciação/Amortização 12 425.486,75 453.252,60 (+/-) Perda (Ganho) na Venda de Imobilizado 1.601,46 (6.803,02) (+) Baixa Imobilizado por Perda 139.941,61 77.700,96 (+/-) Aumento(Redução) Perda por Redução ao Valor Recuperável 21 171.775,83 51.388,91 (+)Juros Passivos Incorridos-AVP 16 66.421,70 (-) Juros Passivos Pagos-AVP 16 (68.560,41) (-) Juros Auferidos s/Ativos Financ. e Rec. 21 (284.928,04) (303.826,16) (+) Juros Rec. S/Ativos Financ. e Recebíveis 118.011,92 82.264,64 (+/-) Perda (Ganho) de Var. Cambial não real. 21 165,40 2.020.807,36 1.764.119,55 1.2-Variação nos Ativos Operacionais (-) Aumento em Clientes e Títulos a receber 8 (258.003,95) (138.864,33) (-) Aumento em Outros Créditos 8 (1.021,80) (666,83) (-) Aumento em Estoques/Almoxarifado 9 - (121.421,39) (+) Redução em Estoques/Almoxarifado 9 120.381,63 (+) Redução em Despesas Antecipadas 398,26 9.861,69 (138.245,86) (251.090,86) 1.3-Variação nos Passivos Operacionais (+) Aum. em Fornec. e Contas a Pagar 4.10 59.230,65 (-) Red. em Fornec. e Contas a Pagar 4.10 (79.467,64) (+) Aum. em Obrig. Fiscais e Sociais 2.317,17 13.629,79 (+) Aumento em Obrigações Trabalhistas 27.056,43 43.089,21 (+) Aumento em Receitas Antecipadas 14 152.954,29 85.009,61 102.860,25 200.959,26 Caixa Líquido Gerado/(Consumido) nas Atividades Operacionais 1.985.421,75 1.713.987,95 2-Atividades de Investimentos (-) Aquisição de Ativos Financeiros (1.649.306,41) (2.182.666,72) (-) Obt. de Créd. em Moeda Estrang. 4.22, 8 e 20 (6.231,79) ( + ) Resg./Reclassif. de At. Financ. 1.230.607,73 449.491,36 ( + ) Receb. pela Venda de Imobilizado 17.290,00 17.040,83 (-) Pagam. pela Aquis. de Imobilizado (997.036,51) (1.352.039,89) (-) Pagam. pela Aquis. de Intangíveis (1.793,58) (17.010,36) Caixa Líquido Gerado/(Consumido) nas Atividades de Investimentos (1.406.470,56) (3.085.184,78) (*) Reapresentado Aume./(Redução) Líq. nas Disponib. 578.951,19 (1.371.196,83) Caixa e Equiv. de Caixa no Início do Per. 538.443,51 1.909.640,34 Caixa e Equiv. de Caixa ao Fim do Per. 1.117.394,70 538.443,51 1.305/2010, desta forma seu o reconhecimento é efetuado registrando-se o tributo no resultado como se devido fosse, em contrapartida à receita de subvenção equivalente, a serem demonstrados um deduzido do outro.Tal tratativa é ratificada pelo item 29 da referida resolução, que prevê que a imunidade/isenção usufruída (considerada do ponto de vista contábil como subvenção pelo próprio item 38D) pode ser reconhecida em contra partida ao grupo de despesa que lhe deu origem. O Instituto optou em registrar o reconhecimento da imunidade/isenção usufruída como dedução da despesa relacionada, por apresentar informação mais relevante ao usuário das demonstrações contábeis. No atual cenário contábil, a imunidade/ isenção usufruída é reconhecida quando a entidade atende os requisitos legais e não no momento em que o certificado é emitido.Caso seja atendidos os requisitos da lei 12.101/2009 e reconhecida a imunidade/isenção, mas até a data para autorização da emissão das demonstrações contábeis a entidade não tenha o certificado julgado como deferido, o Instituto poderá ser obrigado a divulgar um passivo contingente conforme previsto na seção 21 da resolução 1.255/2009 do CFC. Cabe ressaltar que a certificação do Instituto foi julgada como deferida e possui validade até 31.12.2012 conforme detalhado na nota 17. Mensuração dos tributos amparados pela imunidade e respectiva imunidade usufruída Os tributos amparados pela imunidade incidentes sobre os serviços, a renda e demais receitas, têm seus valores calculados com base nas demonstrações contábeis em conformidade com a legislação tributária vigente. O Instituto reconheceu o imposto de renda e contribuição social com base em valores estimados que seriam devidos caso o Instituto não gozasse da prerrogativa da imunidade e adotasse o regime de tributação baseado no lucro real, calculados com base nas alíquotas de 15%, acrescidas do adicional de 10% sobre o resultado excedente de R$ 240.000,00 para imposto de renda e 9% sobre o resultado para contribuição social. O Imposto sobre serviço foi reconhecido com base na alíquota de 2% sobre as receitas de serviços. Os valores referentes ao PIS/COFINS sobre o faturamento foram calculados pelo regime da cumulatividade para as receitas de serviços escolares com alíquotas de 0,65 e 3% respectivamente e para as demais receitas foram calculados pelo regime da não cumulatividade com alíquotas de 1,65 e 7,6% respectivamente, compensando-se também os créditos permitidos pela legislação tributária. Mensuração dos tributos amparados pela isenção e respectiva isenção usufruída-O Instituto é isento da contribuição empresarial devida ao INSS sobre a folha de pagamento e sobre serviços tomados de autônomos. O Instituto reconhece as respectivas contribuições com base nos valores que seriam devidos referentes à quota patronal, incluindo o RAT e a contribuição a outras entidades e fundos conhecidos como terceiros. 4.15 Receitas-As r m m m m m m CFC A m m m m m m m m m m O m m m m m m m R d S o E o O m

Dem. do Valor Adicion. dos Períodos Findos em 31/12/12 e 2011 - Em R$ 2012 2011 1-Receitas 8.766.344,96 8.123.916,66 1.1) Receita de Prestação de Serviços 9.044.654,49 8.231.685,09 1.3) Perdas em Receb.-Reversão/(Constit.) (171.775,83) (51.388,91) 1.4) Outras Receitas 35.009,37 14.518,42 1.5) Ganho (perda) de cap. no imobilizado (141.543,07) (70.897,94) 2-Insumos Adquiridos de Terceiros (2.458.796,10) (2.164.790,82) 2.1) Gerais/Utilidades/Energia e Outros (669.291,06) (535.663,36) 2.2) Manutenção (317.090,62) (340.846,16) 2.3) Seguros (129.322,23) (133.246,43) 2.4) Materiais de Consumos Diversos (1.146.674,61) (979.913,24) 2.5) Serviços Profissionais Contratados (140.401,91) (124.946,07) 2.6) Outras Administrativas (3.736,04) (3.392,60) 2.7) Serviços Bancários (52.279,63) (46.782,96) 2.8) Perda/ Recuperação de Valores Ativos 3-Valor Adicionado Bruto (1-2) 6.307.548,86 5.959.125,84 4-Depreciação, Amortização e Exaustão (425.486,75) (453.252,60) 5-Valor Adicion. Líq.Prod. pela Entid. (3-4) 5.882.062,11 5.505.873,24 6-Valor Adicion. Receb. em Transf. 1.385.137,61 1.294.547,13 6.1) Subvenções públicas 25.500,00 26.625,00 6.2) Doações Incondicionais 92.273,01 70.132,93 6.4) Receitas financeiras 385.372,28 406.610,56 6.5) Receitas patrimoniais (aluguéis) 881.992,32 791.178,64 7-Valor Adicion. Total a Distr. ( 5 + 6 ) 7.267.199,72 6.800.420,37 8-Distribuição do Valor Adicionado 8.1) Pessoal 5.627.142,27 5.137.760,68 8.1.1) Remuneração Direta 4.904.475,34 4.520.692,53 8.1.2) Benefícios 250.530,81 217.663,08 8.1.3) FGTS 472.136,12 399.405,07 8.2) Tributos 82.357,22 83.420,49 8.2.1) Federais 77.812,26 63.382,08 8.2.2) Estaduais 687,37 685,96 8.2.3) Municipais 3.857,59 19.352,45 8.3) Remuneração de Capital de Terceiros 108.947,80 166.958,87 8.3.1) Juros 2.147,80 68.958,87 8.3.2) Aluguéis 106.800,00 98.000,00 8.4) Remuneração de Capitais Próprios 1.448.752,43 1.412.280,33 8.4.1) Superávit ou (Déficit) do Exercício 1.448.752,43 1.412.280,33 Total do Valor Adicionado a Distribuído 7.267.199,72 6.800.420,37 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido dos Períodos Findos em 31/12/2012 e 2011 - Em R$ Patrimônio Superávit ou Patrimônio Notas Social Déficit/Acum. Social Líq. Saldo inicial 01-01-2011 (Políticas Contáb. Anter.) 5.1 6.311.399,63 1.043.213,25 7.354.612,88 Incorp. das Novas Polít. Contábeis ao Patrimônio 5.1 1.043.213,25 (1.043.213,25) Saldo inic. reapres. 01/1/11 7.354.612,88 - 7.354.612,88 Superávit (Déficit) do exerc. - 1.412.280,33 1.412.280,33 Proposta de Incorpor. do Resultado ao Patrim. Social 15 1.412.280,33 (1.412.280,33) Saldos em 31/12/2011 8.766.893,21 - 8.766.893,21 Superávit (Déficit) do exerc. - 1.448.752,43 1.448.752,43 Proposta de Incorpor. do Resultado ao Patrim. Social 15 1.448.752,43 (1.448.752,43) Saldos em 31/12/2012 10.215.645,64 - 10.215.645,64 m m Cm m m m m m m R onh m n o m n u o p n o do o o un o ob do R onh m n o m m m m m m m P m m m m m P m m m m m m b Mnu o m m m Ap n o n d mon o do u do P m m m m m m m m m Cm m m m

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

36 -.ECONOMIA/LEGAIS Móveis Utens. e outros 609.400,10 44.304,63 (9.991,73) 0,00 643.713,00 44.333,44 (4.177,00) 6.352,00 690.221,44

Veículos 217.969,99 77.802,67 (25.100,00) 0,00 270.672,66 43.840,25 (70.273,36) 0,00 244.239,55

Imobilizações em curso 47.630,70 491.901,54 0,00 (507.966,16) 31.566,08 664.231,56 (7.130,00) (431.393,33) 257.274,31

Total 6.744.544,20 851.777,69 (182.622,19) (1.681,69) 7.412.018,01 1.028.470,79 (348.827,19) (10.249,84) 8.081.411,77

189.813,79 85.201,19 (4.873,28) 270.141,70 61.466,93 (3.516,84) 328.091,79

94.972,18 21.159,78 (15.059,88) 101.072,08 15.655,98 (54.022,26) 62.705,80

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

1.243.536,63 446.083,68 (102.591,78) 1.587.028,53 418.706,01 (190.025,67) 1.815.708,87

terça-feira, 30 de abril de 2013

Terrenos e Instalações, Custo: Edificações maq. e equipam. Saldo em 01-01-2011 4.963.192,45 906.350,96 Adições 27.000,00 210.768,85 Alienações e Baixas (65.000,00) (82.530,46) Transferências 311.070,54 195.213,93 Saldo em 31-12-2011 5.236.262,99 1.229.803,28 Adições 72.149,40 203.916,14 Alienações e Baixas (168.634,28) (98.612,55) Transferências 376.762,49 38.029,00 Saldo em 31-12-2012 5.516.540,60 1.373.135,87 Depreciação e Perdas ao Valor recuperável: Saldo em 01-01-2011 622.688,33 336.062,33 Depreciação 210.781,59 128.941,12 Alienações e Baixas (10.833,31) (71.825,31) Saldo em 31-12-2011 822.636,61 393.178,14 Depreciação 209.256,86 132.326,24 Alienações e Baixas (39.937,54) (92.549,03) Saldo em 31-12-2012 991.955,93 432.955,35 Imobilizado Líquido Saldo em 31-12-2012 4.524.584,67 940.180,52 Saldo em 31-12-2011 4.413.626,38 836.625,14 Saldo em 1º-01-2011 4.340.504,12 570.288,63 a) Compromissos contratuais advindos da aquisição de ativos imobilizados: a.O Instituto possuía um compromisso advindo do contrato firmado com a Construtora D´Araújo Ltda. referente à reforma do prédio locado ao Fórum Regional Nossa Senhora do Ó, os encargos financeiros foram contabilizados no resultado quando incorridos, tal obrigação foi totalmente liquidada ao longo do período de 2011. Os detalhes referentes aos prazos, taxas, parcelas e vencimentos estão descritos nas notas 13 e 16. b. O Instituto possuía um compromisso advindo do contrato firmado com a Construtora e Comércio Macedo Ltda. referente à construção de novo prédio para abrigar de salas de aula, tal obrigação foi totalmente liquidada ao longo do período de 2011. Os detalhes referentes aos prazos, taxas, parcelas e vencimentos estão descritos na nota 13. c. O Instituto possuía dois compromissos advindos de contratos firmados com a Construtora e Comércio Macedo Ltda, um referente à reforma e restauração do Beiral e o outro referente à reforma e adaptação das escadas, do edifício locado ao Fórum Regional Nossa Senhora do Ó, tais obrigações foram totalmente liquidadas até 04.02.2013. Os detalhes referentes aos prazos, taxas, parcelas e vencimentos estão descritos na nota 13. b) Mudanças nas estimativas: O Instituto realizou uma análise ao longo do período de 2012 levando em consideração à maneira como os ativos são utilizados, desgaste e quebra relevante inesperada, progresso tecnológico e mudanças nos preços de mercado para constatar se houve alteração relevante em suas estimativas iniciais em relação à vida útil e valor residual do seu ativo imobilizado. O Instituto concluiu que não houve mudanças significativas em relação às estimativas efetuadas no período de 2011. 11. Intangível Custo: Marcas e Patentes Softwares Total Saldo em 01-01-2011 3.340,00 53.841,74 57.181,74 Adições 0,00 12.986,38 12.986,38 Alienações e Baixas 0,00 (28.428,64) (28.428,64) Transferências 0,00 1.681,69 1.681,69 Saldo em 31-12-2011 3.340,00 40.081,17 43.421,17 Adições 0,00 1.793,58 1.793,58 Alienações e Baixas 0,00 (1.519,48) (1.519,48) Transferências 0,00 10.249,84 10.249,84 Saldo em 31-12-2012 3.340,00 50.605,11 53.945,11 Amortização Acumulada: Saldo em 01-01-2011 333,84 28.986,49 29.320,33 Amortização 333,84 6.835,08 7.168,92 Alienações e Baixas 0,00 (20.520,28) (20.520,28) Saldo em 31-12-2011 667,68 15.301,29 15.968,97 Amortização 333,84 6.446,90 6.780,74 Alienações e Baixas 0,00 (1.487,93) (1.487,93) Saldo em 31-12-2011 1.001,52 20.260,26 21.261,78 Intangível Líquido Saldo em 31-12-2012 2.338,48 30.344,85 32.683,33 Saldo em 31-12-2011 2.672,32 24.779,88 27.452,20 Saldo em 1º-01-2011 3.006,16 24.855,25 27.861,41 a) Mudanças nas estimativas: O Instituto realizou uma análise ao longo do período de 2012 levando em consideração à maneira como os ativos são utilizados, desgaste e quebra relevante inesperada, progresso tecnológico e mudanças nos preços de mercado para constatar se houve alteração relevante em suas estimativas iniciais em relação à vida útil do seu ativo intangível. O Instituto concluiu que não houve mudanças significativas em relação às estimativas efetuadas no período de 2011. 12. Depreciação e amortização incluídas na demonstração do resultado do período Incluídas no custo dos serviços prestados: 2012 2011 Depreciação 172.449,78 190.597,20 Amortização 3.241,75 4.251,21 Incluídas nas despesas administrativas: Depreciação 144.217,10 165.480,42 Amortização 2.536,90 1.954,97 Incluídas nas despesas de assistência social (recursos próprios): Depreciação 102.039,13 90.006,06 Amortização 1.002,09 962,74 Total depreciação no período 418.706,01 446.083,68 Total amortização no período 6.780,74 7.168,92 Total depreciação e amortização no período 425.486,75 453.252,60 13. Passivos Financeiros Taxa Avaliados ao custo Amortizado: Efetiva VenciCirculante Juros mento 2012 Em 1º/1/11 Contrato de Construção (A) 1,85% 2011 0,00 473.395,04 Contrato de Construção (B) - 2010 0,00 8.000,00 Contrato de Construção (C) - 2010 0,00 22.500,00 Contrato de Construção (D) - 2013 50.724,18 0,00 Total Circulante 50.724,18 503.895,04 Não Circulante Contrato de Construção (A) 1,85% 2012 0,00 44.365,87 Total não circulante 0,00 44.365,87 Total 50.724,18 548.260,91 A. Refere-se à reforma do edifício locado ao Fórum Regional Nossa Senhora do Ó, conforme contrato firmado em 12.09.2007 com a Construtora D’Araújo Ltda, com obras concluídas até 31.12.2007, com vencimento da última parcela no dia 25.01.2012, tal obrigação foi totalmente liquidada ao longo do período de 2011. O Instituto liquidou antecipadamente em 21.12.2011 a última parcela do contrato com vencimento em 2012, sendo assim não houve saldo a pagar apresentado em 31.12.2012 e 31.12.2011, tanto no passivo circulante (1º de janeiro de 2011: R$ R$ 473.395,04) quanto no passivo não circulante (1º de janeiro de 2011: R$ 44.365,87). Tal contrato conforme mencionado na nota 16 foi ajustado a valor presente adotando a taxa de desconto explícita no contrato de 1,85% ao mês. B. Refere-se à construção de novo prédio para abrigar de salas de aula, conforme contrato firmado em 21.09.2009 com a Construtora e Comércio Macedo Ltda, com obras concluídas até 31.12.2009, com vencimento da última parcela no dia 20.11.2010, tal obrigação foi totalmente liquidada no dia 25.03.2011, sendo assim não houve saldo a pagar apresentado em 31.12.2012 e 31.12.2011 no passivo circulante (1º de janeiro de 2011: R$ 8.000,00). C. Refere-se à reforma da edificação do Instituto, conforme contrato firmado em 06.01.2010 com a Construtora e Comercio Macedo Ltda, com obras concluídas até 31.12.2010, com vencimento em 20.12.2010, tal obrigação foi totalmente liquidada no dia 09.02.2011, sendo assim não houve saldo a pagar apresentado em 31.12.2012 e 31.12.2011 (1º de janeiro de 2011: R$ 22.500,00). D. Refere-se a dois contratos de construção firmados com a Construtora e Comércio Macedo Ltda: i. Referente à reforma e restauração do Beiral do edifício Locado ao Fórum N.Sra.do Ó no dia 15.09.2012, com obras totalmente concluídas até 31.12.2012, restando uma parcela a pagar no valor de R$ 32.649,40, tal obrigação foi totalmente liquidada no dia 15.01.2013. ii.Referente à reforma e adaptação das escadas (para atendimento de normas técnicas) do edifício Locado ao Fórum N.Sra.do Ó, com obras 90% concluídas até 31.12.2012, o instituto reconheceu um passivo na mesma proporção (deduzindo as parcelas já pagas anteriormente) perfazendo a quantia de R$ 18.074,78, tal obrigação foi liquidada em dois pagamentos, um efetuado no dia 08.01.2013 no valor de R$ 10.161,43 e o outro efetuado no dia 04.02.2013 no valor de R$ 5.778,05. 14. Parcelas Antecipadas/Receitas Diferidas 2012 2011 Em 1° de janeiro 777.065,65 692.056,04 Diferidas durante o período 930.019,94 777.065,65 Reconhecida no resultado (777.065,65) (692.056,04) Em 31 de dezembro 930.019,94 777.065,65 Circulante 930.019,94 777.065,65 Representam parcelas da anuidade efetivamente recebidas por ocasião do registro das matrículas dos alunos efetuadas até a data do balanço, relativas ao período

362.129,65 181.533,75 257.274,31 6.265.702,90 373.571,30 169.600,58 31.566,08 5.824.989,48 419.586,31 122.997,81 47.630,70 5.501.007,57 seguinte. Tais receitas são reconhecidas ao longo do ano letivo em que as aulas são ministradas, conforme detalhado nas políticas contábeis.15.Patrimônio Social-Formado por resultados apurados em períodos anteriores, desde sua fundação em 2Representam parcelas da anuidade efetivamente recebidas por ocasião do registro das matrículas dos alunos efetuadas até a data do balanço, relativas ao período seguinte. Tais receitas são reconhecidas ao longo do ano letivo em que as aulas são ministradas, conforme detalhado nas políticas contábeis. 15.Patrimônio Social-Formado por resultados apurados em períodos anteriores, desde sua fundação em 22.08.1962. Os resultados apurados até 31.12.2011, incorporados ao patrimônio social, foram aprovados em Assembléia Geral. Em atendimento ao item 15 da resolução 1.409/2012, o valor do superávit ou déficit apurado no período é incorporado ao patrimônio social por proposta da administração, a qual será apreciada pela Assembléia Geral, após a apresentação e publicação das demonstrações contábeis. Cabe ressaltar que o Instituto não tem superávit que tenha restrição para aplicação. 16. Ajuste a valor presente-Conforme descrito na nota 4.9 e no item “a” da nota 13 a entidade efetuou ajuste a valor presente dos fluxos de caixa contratuais referente à reforma do edifício locado ao Fórum Regional Nossa Senhora do Ó, conforme contrato firmado em 12.09.2007. Segue abaixo o valor presente de registro do ativo e o valor dos encargos financeiros pagos e incorridos nos períodos. Data do Contrato 12/09/2007 Taxa Mensal 1,85 % Quantidade de Parcelas 53 Vencimento da 1ª parcela 25/09/2007 Vencimento da Última Parcela 25/01/2012 Valor total do contrato R$ 2.193.000,00 Valor presente líquido (12.09.2007) R$ 1.372.302,35 Encargos financeiros do período: Incorridos Pagos Exercício de 2007 89.758,59 84.330,61 Exercício de 2008 273.309,74 274.014,81 Exercício de 2009 230.309,48 231.324,35 Exercício de 2010 160.080,75 161.650,08 Exercício de 2011 66.421,70 68.560,41 Total 819.880,26 819.880,26 O ajuste a valor presente de ativos e passivos monetários de curto prazo é calculado, e somente registrado, se considerado relevante em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Desta maneira o Instituto concluiu que os ajustes a valor presente dos demais ativos e passivos são irrelevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto e, dessa forma, não registrou nenhum outro ajuste. 17. Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social e Passivo Contingente-O Instituto teve como deferido os pedidos de renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social no período mencionado a seguir: Período da certificação de 01.01.2010 a 31.12.2012: A Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, através da portaria nº 527 de 06.12.2010 (DOU 09.12.2010), deferiu o pedido de renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social do Instituto.Cabe mencionar que a mesma substitui para todos os efeitos, o referido certificado em papel antes emitido pela presidência do Conselho Nacional de Assistência Social. Período da certificação de 01.01.2013 a 31.12.2015: O Instituto protocolou tempestivamente o pedido de renovação do certificado de entidade beneficente de assistência social junto ao MEC (Ministério da Educação) postado no dia 15/06/2012. Até a data da autorização para emissão das demonstrações contábeis o MEC não julgou o processo do Instituto, porém a entidade atendeu todos os requisitos para pleitear a renovação do certificado, sendo assim, as isenções estão estendidas até a data da decisão do MEC conforme previsto no inciso II do artigo 6º do decreto 7.237/2010, desta forma, não se faz necessário divulgar qualquer passivo contingente para o período apresentado. 18. Receitas de Serviços-A seguir apresentamos a conciliação entre as receitas totais de prestação de serviços e a receita contábil, além da composição das respectivas deduções apresentadas na demonstração do resultado do período: Receita de Prestação de Serviços Escolares 2012 2011 Rec. Escol. s/Gratuid. nos termos da Lei 9.870 10.021.399,23 9.119.361,70 Rec. Escol. Com Gratuid.-Bolsas de Est. 2.426.908,13 1.978.584,64 (-) Menos: (-) Bolsas de Estudos Concedidas Assistência Educacional-Bolsas 100% (1.493.084,01) (1.242.400,64) Assistência Educacional-Bolsas 50% (530.466,62) (401.590,88) Assistência Educacional-Funcional (403.357,50) (334.593,12) (2.426.908,13) (1.978.584,64) (-) Outras Deduções Devoluções e cancelamentos (18.823,93) (9.681,13) Descontos e abatimentos (957.920,81) (877.995,48) (976.744,74) (887.676,61) Total da receita contábil de prest. de serv. 9.044.654,49 8.231.685,09 19. Subvenções-Subvenções recebidas das esferas governamentais com destinação ao projeto “Lucianas” são apresentadas a seguir. Não existem condições ou contingências não cumpridas atreladas a estas subvenções. Unidade Recebedora Concedente 2012 2011 Casa Nossa Sra. do Secr. Estadual de Assist. Bom Conselho e Desenvol. Social (FMAS) 13.500,00 14.625,00 Total estadual 13.500,00 14.625,00 Casa Nossa Sra. do Prefeitura Municipal Bom Conselho de Miracatu 12.000,00 12.000,00 Total municipal 12.000,00 12.000,00 Total da subvenção recebida no período 25.500,00 26.625,00 Resumo da movimentação anual 2012 2011 Em 1° de janeiro 0,00 0,00 Diferidas (recebidas) durante o período 25.500,00 26.625,00 Reconhecida no resultado (25.500,00) (26.625,00) Em 31 de dezembro 0,00 0,00 Circulante 0,00 0,00 Não Circulante 0,00 0,00 20. Doações-Eventualmente o Instituto recebe doações de pessoas físicas e pessoas jurídicas as quais utiliza na manutenção e desenvolvimento de suas atividades. As doações recebidas pelo Instituto são para custeio e não possuem qualquer condição ou restrição imposta pelos doadores, para maiores informações vide nota 4.15. 2012 2011 Doações de Pessoas Físicas 1.040,00 3.496,56 Doações de Pessoas Fís. p/Fins Específicos (A) 15.140,00 0,00 Doações de Pessoas Jurídicas do Exterior p/ Fins Específicos (A) 6.231,79 0,00 Doações de Pessoas Jurídicas 69.861,22 66.636,37 Receita total de Doações Incondicionais 92.273,01 70.132,93 A. Em atendimento ao item 12 da resolução 1.409/2012, o Instituto registra em contas próprias as doações recebidas com aplicação específica. Tais valores referem-se a recursos obtidos pelo Instituto como auxílio para a construção de uma quadra poliesportiva na Casa Nossa Senhora do Bom Conselho no município de Miracatu (SP). Tal valor foi registrado no resultado uma vez que, apesar de existir finalidade específica, não há qualquer condição imposta por parte dos doadores que poderá exigir sua devolução. A doação recebida do exterior corresponde a uma ordem de pagamento do exterior remetida pela“Maestre Pie Filippine Casa Gener (Roma)” equivalente a US$ 2.969,50, para maiores informações vide nota 4.22. Despesas Financeiras 2012 2011 Desp. de Juros s/ dívidas e empréstimos tomados 1.935,45 2.527,15 Perda Cambial S/Ativos Monetários 165,40 0,00 Desp. de juros s/aj. a valor presente (vide nota 16) 0,00 66.421,70 Tarifas bancárias 50.770,68 45.135,18 Total das despesas de juros 52.871,53 114.084,03 Perda p/redução ao valor recuper. em receb. 171.775,83 51.388,91 Total das despesas Financeiras 224.647,36 165.472,94 Receitas Financeiras s/Ativos Financeiros 2012 2011

Ilmas.Sras.Diretoras do Instituto de Educação e Assistência Lúcia Filippini - São Paulo - SP - Examinamos as demonstrações contábeis do Instituto de Educação e Assistência Lúcia Filippini, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado do período, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis-A Administração da Entidade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos

Relatório aos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis auditores independentes-Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião demonstrações contábeis da Entidade para planejar os procedimentos de audito- no Brasil. Outros assuntos – Demonstração do valor adicionado-Examinamos, sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida ria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma também, a demonstração do valor adicionado (DVA), referente ao exercício findo em de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas opinião sobre a eficácia desses controles internos da Entidade. Uma auditoria inclui, 31 de dezembro de 2012, cuja apresentação é requerida no Sistema de Certificarequerem o cumprimento das exigências éticas pelos auditores e que a auditoria também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabi- ção de Entidades Beneficentes de Assistência Social do Ministério da Educação, seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as lidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação e como informação suplementar ao conjunto completo das demonstrações condemonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos tábeis para pequenas e médias empresas. Essa demonstração foi submetida aos a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os proce- opinião. Opinião-Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em dimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimo- relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Outros assuntos – dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente nial e financeira do Instituto de Educação E Assistência Lúcia Filippini em 31 de Demonstração das origens e aplicações de recursos-Examinamos, também, a se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa demonstração das origens e aplicações de recursos (DOAR), referente ao exercício controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas findo em 31 de dezembro de 2012, cuja apresentação é requerida pelo Ministério do

Avaliados pelo custo amortizado: Fundos de Investimento de Renda Fixa Certificado de Depósito Bancário - CDB

38.524,83 43.503,48 232.678,72 222.042,29 271.203,55 265.545,77

Receitas Financeiras s/Equiv.de caixa Avaliados pelo custo amortizado: Fundos de Investimento de Renda Fixa Certificado de Depósito Bancário - CDB Juros de aplicação de liquidez imediata Juros de Caderneta de poupança

26.088,60 5.569,79 0,00 22.250,75 585,86 231,70 0,00 17.216,07 26.674,46 45.268,31

Receitas Financ. s/Recebíveis e outras Avaliados pelo custo amortizado: Juros s/recebíveis reconhecidos no período Outras receitas financeiras

87.494,27 95.794,48 0,00 2,00 87.494,27 95.796,48 Total das Receitas Financeiras 385.372,28 406.610,56 22. Isenção/Imunidade usufruída-Conforme amplamente relatado na nota 4.14 a administração do Instituto julgou necessário reconhecer e mensurar os tributos amparados pela imunidade (concedida por força da constituição federal) como também os amparados pela a isenção (concedida por força da lei 12.101/2009), baseado no item 3 da resolução 1.305/2010 do CFC. Desta forma, segue a composição dos valores devidamente registrados na demonstração do resultado do período. Total das isenções/imunidades usufruídas 2012 2011 Tributos Imunes Sobre a Receita PIS 72.795,77 65.607,37 COFINS 335.849,89 302.690,42 ISS 180.893,09 164.633,70 Total 589.538,75 532.931,49 Tributos Imunes sobre outras Receitas e Folha PIS 1.522,51 1.244,10 COFINS 7.012,75 5.730,39 INSS PATRONAL (20%) 941.921,98 885.830,02 RAT (1 e 2%) 47.661,86 44.634,96 INSS TERCEIROS (4,5 e 5,8%) 210.885,08 197.062,90 Total 1.209.004,18 1.134.502,37 Tributos sobre o Superávit Imunes IRPJ 373.876,07 353.926,54 CSLL 143.235,38 136.053,55 Total 517.111,45 489.980,09 Total da Renúncia Fiscal-Tributos Amparados pela Isenção 1.200.468,92 1.127.527,88 23. Registros das Gratuidades-As gratuidades são registradas de acordo com a resolução 1.409/2012 e com a legislação vigente nas contas conforme demonstrativo apresentado a seguir: Descrição Cód. Contábil 2012 2011 Valor Praticado: Assist. EducacionalBolsas 100% 3.2.1.01.04.002 1.493.084,01 1.242.400,64 Assist. EducacionalBolsas 50% 3.2.1.01.04.003 530.466,62 401.590,88 Período de 2012 Assistência SocialProjetos/Programas: Alegria de conviver-SEDE Navegar Alegria de conviver-CNSF Lucianas Alegria de conviver-EEBSLF Criar Recreando Total Período de 2011 Assistência SocialProjetos/Programas: Alegria de conviver-SEDE Navegar Centro de Treinam. trabalho Lucianas Alegria de conviver-EEBSLF Criar Recreando Total

Recursos Próprios Nº de Custo unitário Beneficiários mensal Custo total 169 145,15 294.369,17 10 303,21 36.385,56 60 238,61 171.798,16 76 329,85 300.820,39 14 428,14 71.928,00 66 128,76 101.978,07 395 - 977.279,35 Recursos Próprios Nº de Custo unitário Beneficiários mensal Custo total 163 107,25 209.788,64 29 73,81 25.684,30 53 292,17 185.821,01 83 264,23 263.171,00 21 59,96 15.109,74 47 123,65 69.741,00 396 - 769.315,69

25. Composição da Receita Filantrópica (Base de Cálculo)-Conforme definido no artigo 13 da lei 12.101/2009, a base de cálculo para fins de concessão do Certificado de Entidades Beneficentes de Assistência Social compreende as receitas efetivamente recebidas nos termos da Lei 9.870, de 23 de novembro de 1999. Sendo assim, como o Instituto elaborou sua demonstração dos fluxos de caixa pelo método indireto, segue abaixo o fluxo de caixa direto somente das receitas de prestação de serviços nos termos da referida lei. Base de cálculo: 2012 2011 Total da receita contábil de prest. de serv. 9.044.654,49 8.231.685,09 (+) Saldo inicial inadimplência líquida (A) 378.703,80 251.646,42 (-) Saldo final inadimplência líquida (A) (469.632,24) (378.703,80) (-) Constituição de Perdas em recebíveis (vide nota 4.4 e 21) (171.775,83) (50.944,92) Receita Efetivamente Recebida (Base de Cálculo) 8.781.950,22 8.053.682,79 A. Para a correta apuração do fluxo de caixa direto, não se deve considerar os recebíveis provenientes de outras receitas que não seja a prestação de serviços nos moldes da lei 9.870/1999. Desta forma, na inadimplência líquida apresentada, já estão deduzidos os montantes referente aos aluguéis a receber em 2012 de R$ 73.934,74 (2011: R$ 64.910,57, 1º de janeiro de 2011: R$ 66.212,14), para maiores esclarecimentos vide nota 8. 26. Base de cálculo da filantropia: Percentual de acordo com a lei 12.101/2009-A administração do Instituto definiu que a atividade educacional é a preponderante por ser a maior fonte (receitas) e consequentemente a maior aplicação (despesas) de recursos da entidade. Em relação aos gastos incorridos na área de assistência social, através de seus programas sociais, serão considerados somente como gratuidade até o limite de 25% do mínimo da gratuidade exigida (20% sobre a receita recebida), conforme definido no parágrafo 3º do artigo 13 da lei 12.101/2009. A entidade adotou a escala de adequação sucessiva de 50% para o exercício de 2011, conforme previsto no parágrafo 4° do artigo 13 da referida lei.Desta forma a administração optou em manter seus programas sociais, a parcela não considerada conforme definido pela lei 12.101/2009 será tratada como benevolência praticada pela entidade conforme definido em seus objetivos estatutários.O valor da parcela da despesa da assistência social não considerada conforme definido pela lei 12.101/2009 e o respectivo percentual considerado como aplicado em gratuidade está demonstrado a seguir:: 2012 2011 Base de Cálc. da Rec. Filantrópica (nota 25) 8.781.950,22 8.053.682,79 Cálc. da parcela da gratuid. não consid.: Aplicação mínima exigida - 20% 1.756.390,04 1.610.736,56 Limite - 50% em 2011 - 25% em 2012 439.097,51 805.368,28 Programa de Apoio aos alunos bolsistas 4.135,62 0,00 Assist. social praticada - Recursos Próprios 977.279,35 769.315,69 Parcela da Gratuidade Acima do Limite Previsto na Lei 12.101 (542.317,46) 0,00 Gratuid. realizadas c/recursos próprios: Assistência educacional (bolsas de estudos) 2.023.550,63 1.643.991,52 Programa de Apoio aos alunos bolsistas 4.135,62 0,00 Assistência social (projetos sociais) 977.279,35 769.315,69 (-) Parcela da Gratuidade Acima do Limite Previsto na Lei 12.101 (542.317,46) 0,00 Total 2.462.648,14 2.413.307,21 Percentual de acordo c/a Lei 12.101/2009 28,04% 29,97% Os percentuais apresentados estão em conformidade ao disposto na lei 12.101/2009. Conforme mencionado na nota 2.3, o Instituto deverá prestar contas ao Ministério da Educação através do Sistema de Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social (SISCEBAS). Em análise preliminar, o Instituto verificou que é provável que o referido sistema não esteja adotando a escala de adequação sucessiva, prevista no parágrafo 4° do artigo 13 da lei 12.101/2009. Desta forma, é provável que ocorra divergência do percentual acima apresentado (apurado em conformidade à lei 12.101), em relação ao percentual apurado pelo SISCEBAS. Caso não seja considerada a escala de adequação sucessiva, os percentuais de aplicação em gratuidade apresentarão os índices de 25,41% para o período de 2011. Levando em consideração a divergência exposta no parágrafo anterior, o Instituto entende que ainda é possível que ocorram outras divergências entre o percentual acima apresentado, em relação ao percentual apurado pelo SISCEBAS. 27. Informações Por Segmento-Em atendimento ao artigo 33 da lei 12.101/2009, a entidade deverá evidenciar patrimônio, receitas, custos

EscolherSeguro Corretora de Seguros Ltda CNPJ 10.732.233/0001-32 Demonstrações Diretoria

Ativo/Circulante Caixa e equivalentes Clientes Impostos a recuperar Adiantamentos a fornecedor Créditos com sócios Outros contas a receber Despesas antecipadas Total Ativo Circulante Ativo imobilizado Total Ativo

2012 1.633.185 1.675 10.455 14.962 51.000 494 1.711.771 64.216 1.712.265

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA ODESSA

AVISO DE RETIFICAÇÃO DE EDITAL A Prefeitura Municipal de Nova Odessa leva ao conhecimento dos interessados que o edital de Pregão Eletrônico n.º 04/PE/2013, do tipo menor preço por item, que trata do registro de preços para futuras e eventuais aquisições de materiais de limpeza e higiene pessoal para o Hospital e Maternidade Municipal de Nova Odessa e UBS’s sofreu alterações no anexo I do Edital. ONDE SE LÊ NO ANEXO I: I. 1.200 suportes para papel toalha autocorte; II. 2.250 suportes para álcool gel ou sabonete; III. 3.220 suportes para papel higiênico (rolão); LEIA-SE: I. 200 suportes para papel toalha autocorte; II. 250 suportes para álcool gel ou sabonete; III. 220 suportes para papel higiênico (rolão); ONDE SE LÊ NO ITEM 9 NO ANEXO I E II: Embalado em frasco plástico contendo 500 ml, devidamente identificado. LEIA-SE NO ITEM 9 NO ANEXO I: Embalado em frasco plástico contendo 1 l, devidamente identificado. IMPORTANTE: ABERTURA DAS PROPOSTAS: 13/05/2013, às 08h30min. INÍCIO DA SESSÃO DE DISPUTA DE PREÇOS: 13/05/2013, às 09h40min. TEMPO DE DISPUTA: 05 minutos. O Edital em inteiro teor, com as alterações introduzidas, estará à DISPOSIÇÃO no site da Bolsa Brasileira de Mercadorias, www.bbmnet.com.br e no site da prefeitura no seguinte link de acesso: http:// www.novaodessa.sp.gov.br/Licitacoes.aspx. Nova Odessa, 29 de ABRIL de 2013. Setor de Suprimentos e Licitações

2011 1.845 732 6.255 9.725 1.127 761 20.445 44.617 21.206

Passivo/Circulante Fornecedores Financiamentos Obrigações tributárias Provisões trabalhistas Outras contas a pagar Total Passivo Circulante Financiamentos Capital social Prejuizos acumulados Adiantamento para futuro aumento de capital Patr. Liq inc adiantamento Total do Passivo

Total Assist. Educac. 2.023.550,63 1.643.991,52 Custo: Progr.de Apoio aos al.bolsistas 4.2.2.08 4.135,62 0,00 Assist. Soc.-Rec. Próprios 4.3 977.279,35 769.315,69 Total Assist.Soc.-Rec. Próp. 981.414,97 769.315,69 Total da Grat. c/rec. próprios 3.004.965,60 2.413.307,21 Custo: Assist. Soc.-Recursos de Terceiros 4.4 25.500,00 26.625,00 Total da Grat. Pratic. p/Entidade 3.030.465,60 2.439.932,21 24. Dados quantitativos em relação às gratuidades concedidas-Em atendimento ao disposto na letra “J” do item 27 da resolução 1.409/2012, devem ser apresentados em relação às gratuidades, os dados quantitativos, ou seja, valores dos benefícios, número de atendidos, número de bolsistas com valores e percentuais representativos. 24.1 Dados Quantitativos em relação às Bolsas de Estudos Concedidas Período de 2012 Gratuidades Escolares-Bolsas de Estudos Unidade Escolar Bolsas Bolsas Total Valor da 100% 50% bolsitas Gratuidade Colégio Santa Lúcia Filippini 124 106 230 1.316.699,12 E.E.B. Santa Lúcia Filippini 66 17 83 341.514,33 C.N.S. da Divina Providência 43 26 69 365.337,18 Total 233 149 382 2.023.550,63 Período de 2012 Mapa do Atendimento dos 9 X 1 Cálculo efet. p/ total dos Alunos Bolsas Quant.acima estabelec. do Instituto pagantes (A) Critério 9/1 integrais (A) do lim. mín. 1.441 160 228 68 Período de 2011 Gratuidades Escolares-Bolsas de Estudos Unidade Escolar Bolsas Bolsas Total Valor da 100% 50% bolsitas Gratuidade Colégio Santa Lúcia Filippini 113 87 200 1.043.807,57 E.E.B. Santa Lúcia Filippini 59 22 81 321.900,89 C.N.S. da Divina Providência 42 24 66 278.283,06 Total 214 133 347 1.643.991,52 Cálculo efet. p/ total dos Alunos Bolsas Quant.acima estabelec. do Instituto pagantes (A) Critério 9/1 integrais (A) do lim. mín. Total 1.405 156 213 57 A. A quantidade mínima de bolsas integrais para cada 9 alunos pagantes, conforme determinado pelo artigo 13 da lei 12.101, foi calculada como base a quantidade de alunos pagantes no mês de dezembro de cada período apresentado. A quantidade de bolsas integrais concedidas consideradas neste cálculo compreendem somente os bolsistas integrais que estavam matriculados ao término de cada ano letivo apresentado. Desta forma a quantidade dos alunos bolsistas apresentada no cálculo poderá divergir em relação à quantidade total de alunos bolsistas atendidos durante o ano letivo. 24.2 Dados Quantitativos em relação ao Programa de Apoio aos Alunos Bolsistas Período de 2012 Programa de Apoio ao Aluno Bolsista Custo Unitário Custo Unidade Escolar Quantidade Mensal (Médio) Total Colégio Santa Lúcia Filippini 13 279,66 3.635,62 E.E.B. Santa Lúcia Filippini 9 55,56 500,00 Total 22 335,22 4.135,62 24.3 Dados Quantitativos em relação à Assistência Social Praticada

2012 10.335 425.772 32.914 27.664 4.101 500.786 940.000 (1.665.799) 2.000.000 1.274.201 1.774.987

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

2011 2.492 30.967 18.020 694 52.173 497.982 450.000 (935.093) (485.093) 65.062

Recursos de Terceiros Custo unitário mensal Custo total 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 27,96 25.500,00 0,00 0,00 0,00 0,00 25.500,00 Recursos de Terceiros Custo unitário mensal Custo total 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 26,73 26.625,00 0,00 0,00 0,00 0,00 26.625,00

Total Custo total 294.369,17 36.385,56 171.798,16 326.320,39 71.928,00 101.978,07 1.002.779,35 Total Custo total 209.788,64 25.684,30 185.821,01 289.796,00 15.109,74 69.741,00 795.940,69

e despesas por atividade desempenhada. Deste modo o Instituto adotou a resolução 1.176/2009 do CFC, que trata especificamente de informações por segmento, para divulgar as referidas solicitações por área de atuação, conforme descrito a seguir: Segmento Educacional: É a área do Instituto que desenvolve atividade educacional. Os valores divulgados deste segmento compreendem o patrimônio, receita, custos e despesas da área educacional, provenientes da prestação de serviços educacionais (da educação infantil ao ensino médio). É divulgado também o valor da assistência educacional (bolsas de estudos) concedidas pelo Instituto. Segmento da Assistência Social: É a área do Instituto que desenvolve exclusivamente a atividade social. Os valores deste segmento compreendem o patrimônio, receita, custos e despesas provenientes da atividade social. A assistência social é praticada através dos programas sociais da entidade, conforme mencionado na nota 4.18. A assistência social é gratuita, não sendo cobrado qualquer valor dos beneficiários dos programas sociais. As receitas deste segmento são provenientes de doações, subvenções, aluguéis, e outras conforme divulgado. Conforme permitido pelo item 8 da resolução 1.176/2009 do CFC, o Instituto pode elaborar relatórios em que suas atividades sejam apresentadas de vários modos. Se o principal gestor de operações utilizar mais de um conjunto de informações por segmento, outros fatores podem identificar um único conjunto de componentes como parte de segmentos operacionais da entidade, como a natureza das atividades de cada componente e a existência de gestores responsáveis por essas atividades. A administração do Instituto entende que sua sede dá suporte administrativo aos dois segmentos em que a entidade atua e leva em consideração os valores apresentados na Sede no momento de avaliar os segmentos. Desta forma conforme permitido pelo item 8 da resolução 1.176/2009 do CFC, a administração julgou necessário a alocação do patrimônio, receitas e despesas de sua sede em cada segmento, baseado na quantidade de associados que pertence a cada área de atuação, por fornecer informação mais relevante aos usuários das demonstrações contábeis. A administração entende que a referida alocação foi efetuada em base razoável conforme previsto no item 25 da referida resolução. A administração monitora separadamente os resultados operacionais de cada área, para poder tomar decisões sobre alocação de recursos e avaliar o desempenho. Para atendimento em sua plenitude dos preceitos definidos no artigo 33 da lei 12.101/2009, o Instituto julgou necessária a divulgação do balanço patrimonial e da demonstração resultado de maneira mais condensada à publicada, porém mais detalhada em relação às informações mínimas exigidas pela resolução 1.176/2009. Não é necessário efetuar conciliação do valor total dos segmentos divulgados em relação ao total do Instituto, uma vez que não há diferença entre tais valores. As transferências de recursos intersegmentos são eliminadas por ocasião da consolidação dos segmentos. Cabe ressaltar que as transferências entre segmentos são gratuitas e tem a finalidade de atender as necessidades de caixa, não havendo venda de serviços ou produtos entre os segmentos. Note-se que a assistência social é financiada em grande parte pelo segmento educacional, uma vez que a entidade não cobra contraprestação alguma de seu beneficiário em relação à assistência social praticada. Balanço Patrimonial Período Assistência findo em 31/12/2012 Educacional Social Total Ativo Circulante Caixa e Equival. de Caixa 996.972,52 120.422,18 1.117.394,70 Ativos Financeiros 274.906,85 127.064,99 401.971,84 Clientes e Títulos a Receber 509.963,64 33.603,34 543.566,98 Outros Ativos 18.787,23 9.625,20 28.412,43 Total Ativo Circulante 1.800.630,24 290.715,71 2.091.345,95 Ativo Não Circulante Ativos Financeiros não circ. 2.840.059,65 477.809,12 3.317.868,77 Imobilizado Líquido 4.444.499,34 1.821.203,56 6.265.702,90 Intangível Líquido 27.956,01 4.727,32 32.683,33 Total Ativo Não Circulante 7.312.515,00 2.303.740,00 9.616.255,00 Total do Ativo 9.113.145,24 2.594.455,71 11.707.600,95 Passivo Circulante Outros passivos circulantes 161.200,03 36.006,25 197.206,28 Obrigações Trabalhistas 336.892,16 27.836,93 364.729,09 Parc.Antecip./Receitas Difer. 930.019,94 0,00 930.019,94 Total Passivo Circulante 1.428.112,13 63.843,18 1.491.955,31 Passivo Não Circulante 0,00 0,00 0,00 Total do Passivo 1.428.112,13 63.843,18 1.491.955,31

Prejuizo do exercicio Depreciação Prejuizo ajustado Fluxo de caixa operacional Fluxo de caixa de investimentos Fluxos de caixa de financiamentos Aumento (redução) de caixa e equiv. Caixa inicio do periodo Caixa e equivalentes final do periodo Mutações do Patr. Liquido Balanço em 31/12/2011 Aumento de capital Prejuizo do exercicio Adiantamento de aum. de capital Balanço em 31/12/2012

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

FDE AVISA: PREGÃO ELETRÔNICO DE REGISTRO DE PREÇOS Nº 36/00376/13/05 OBJETO: FORNECIMENTO DE CAIXAS/CONTAINERS, TIPO 1 E TIPO 2, DESTINADOS AO ACONDICIONAMENTO E TRANSPORTE DE LÂMPADAS FLUORESCENTES TUBULARES, LÂMPADAS ELIPSOIDAIS (INCANDESCENTES, MISTAS, HALÓGENAS E VAPOR DE MERCÚRIO) E REATORES. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para: Fornecimento de Caixas/Containers, Tipo 1 e Tipo 2, Destinados ao Acondicionamento e Transporte de Lâmpadas Fluorescentes Tubulares, Lâmpadas Elipsoidais (Incandescentes, Mistas, Halógenas e Vapor de Mercúrio) e Reatores. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 30/04/2013, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 14/05/2013, às 09:30 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer rigorosamente o estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 30/04/2013, até o momento anterior ao início da sessão pública. BARJAS NEGRI Presidente

GPS Participações e Empreendimentos S/A CNPJ/MF n° 09.229.201/0001-30 Retificação e Ratificação do Balanço Patrimonial em 31.Dezembro.2012 e de 2011

Na publicação do Balanço Patrimonial publicado neste jornal em 13 de Abril de 2013, constou erroneamente o número do CNPJ 09.452.136/0001-07, quando o correto é CNPJ 09.229.201/0001-30. São Paulo, 29 de Abril de 2013. A Diretoria

TURBOCENTER COMERCIAL LTDA. torna público que recebeu da CETESB a Renovação da Licença de Operação nº 45005588, válida até 24/04/2017, p/ FABRICAÇÃO DE TURBOCOMPRESSOR P/ MOTORES DIESEL ESTACIONÁRIOS, À RUA ALVARENGA PEIXOTO, 419, ANTIGO 445, VILA ANASTÁCIO, SÃO PAULO/SP.

Cap Social 450.000 490.000 730.706 2.000.000 2.940.000

(730.706) 11.510 (719.196) (756.341) (30.109) 2.417.790 1.631.340 1.845 1.633.185

(697.203) 8.990 (688.213) (661.333) (30.425) 359.518 (332.240) 334.085 1.845

Prejuizo Ac. Total 935.093 (485.093) 490.000 (730.706) 2.000.000 1.665.799 1.274.201

Patrimônio Líquido Patrimônio Social 8.935.647,86 1.279.997,78 10.215.645,64 Transf. Líq.intersegmentos (1.250.614,75) 1.250.614,75 0,00 Total Patrimônio Líquido 7.685.033,11 2.530.612,53 10.215.645,64 Total Passivo e Patrim. Líq. 9.113.145,24 2.594.455,71 11.707.600,95 Dem. do Result. Período Assistência findo em 31/12/12 Educacional Social Total Prest. de Serv.Escolares Rec.Escolares s/ Gratuid. 10.021.399,23 0,00 10.021.399,23 Rec.Escolares c/ Gratuid. 2.426.908,13 0,00 2.426.908,13 (-) Bolsas de Est.Conced. (2.426.908,13) 0,00 (2.426.908,13) (-) Outras Deduções (976.744,74) 0,00 (976.744,74) Receita de Prest.de Serv. 9.044.654,49 0,00 9.044.654,49 Receitas com Subvenções 0,00 25.500,00 25.500,00 Rec.Patrimoniais (aluguéis) 491.545,80 390.446,52 881.992,32 Receita de Eventos e Outras 29.558,05 5.451,32 35.009,37 Tributos e Contrib.Imunes (555.784,67) (33.754,08) (589.538,75) Imunidade Usufruída 555.784,67 33.754,08 589.538,75 (=) Receita Total 9.565.758,34 421.397,84 9.987.156,18 Custos dos Serv.Prestados (4.936.499,94) 0,00 (4.936.499,94) (=) Superávit /(déficit) bruto 4.629.258,40 421.397,84 5.050.656,24 Rec.c/ Doações Incond. 63.803,22 28.469,79 92.273,01 Ganhos de Cap.no imobil. 0,00 0,00 0,00 Despesas Administrativas (2.716.326,17) 0,00 (2.716.326,17) Perdas de Cap.no imobil./Intang. (131.660,60) 0,00 (131.660,60) Prog. de Apoio ao Al.Bolsista (4.135,62) 0,00 (4.135,62) Assist.Soc.-Recursos Próprios 0,00 (977.279,35) (977.279,35) Assist. Soc.-Recursos de Terc. 0,00 (25.500,00) (25.500,00) Trib.e Contrib. Imunes/Isentos (1.135.041,46) (73.962,72) (1.209.004,18) Imunidade/Isenção Usufruída 1.135.041,46 73.962,72 1.209.004,18 (=) Superávit antes desp. financ.1.840.939,23 (552.911,72) 1.288.027,51 Despesas Financeiras (224.647,36) 0,00 (224.647,36) Receitas Financeiras 343.256,52 42.115,76 385.372,28 (=) Superávit (Déficit) antes dos Tributos 1.959.548,39 (510.795,96) 1.448.752,43 Trib.s/o Superávit Imunes (654.993,61) 137.882,16 (517.111,45) Imunidade Usufruída 654.993,61 (137.882,16) 517.111,45 (=) Superávit (Déficit) do Períod. 1.959.548,39 (510.795,96) 1.448.752,43 As despesas financeiras do segmento da assistência social estão devidamente registradas dentro do grupo da assistência social (recursos próprios) no valor de R$ 1.555,90. As perdas de capital no mobilizado do referido segmento também estão registradas dentro do mesmo grupo no valor de R$ 9.882,47, por englobar o valor da assistência social praticada pelo Instituto e por apresentar informação mais relevante ao usuário das demonstrações contábeis. O total da depreciação e amortização registrado no segmento educacional corresponde a R$ 322.445,53. O total da depreciação e amortização registrado no segmento da assistência social corresponde a R$ 103.041,22 devidamente registrados dentro do grupo da assistência social, para maiores informações vide nota 12. Balanço Patrimonial Período Assistência findo em 31/12/2011 Educacional Social Total Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa 503.438,56 35.004,95 538.443,51 Ativos Financeiros 430.559,61 169.065,17 599.624,78 Clientes e Títulos a Receber 420.179,04 23.435,33 443.614,37 Outros Ativos 135.515,53 6.588,60 142.104,13 Total Ativo Circulante 1.489.692,74 234.094,05 1.723.786,79 Ativo Não Circulante Ativos Financeiros não circ. 2.350.876,15 197.449,37 2.548.325,52 Imobilizado Líquido 4.434.258,34 1.390.731,14 5.824.989,48 Intangível Líquido 22.480,26 4.971,94 27.452,20 Total Ativo Não Circulante 6.807.614,75 1.593.152,45 8.400.767,20 Total do Ativo 8.297.307,49 1.827.246,50 10.124.553,99 Passivo Circulante Outros passivos circulantes 231.505,94 11.416,53 242.922,47 Obrigações Trabalhistas 312.636,43 25.036,23 337.672,66 Parcelas Antecip./Rec. Diferidas 777.065,65 0,00 777.065,65 Total Passivo Circulante 1.321.208,02 36.452,76 1.357.660,78 Passivo Não Circulante 0,00 0,00 0,00 Total do Passivo 1.321.208,02 36.452,76 1.357.660,78 Patrimônio Líquido Patrimônio Social 7.390.382,81 1.376.510,40 8.766.893,21 Transf. Líq.intersegmentos (414.283,34) 414.283,34 0,00 Total Patrimônio Líquido 6.976.099,47 1.790.793,74 8.766.893,21 Total Passivo e Patrim.Líq. 8.297.307,49 1.827.246,50 10.124.553,99 Dem. do Result. Período Assistência findo em 31/12/12 Educacional Social Total Prest.de Serv.Escolares Rec.Escolares s/Gratuidade 9.119.361,70 0,00 9.119.361,70 Rec.Escolares c/ Gratuidade 1.978.584,64 0,00 1.978.584,64 (-) Bolsas de Est.Conced. (1.978.584,64) 0,00 (1.978.584,64) (-) Outras Deduções (887.676,61) 0,00 (887.676,61) Receita de Prest.de Serv. 8.231.685,09 0,00 8.231.685,09 Receitas Com Subvenções 0,00 26.625,00 26.625,00 Receitas Patrim.(aluguéis) 511.765,09 279.413,55 791.178,64 Receita de Eventos e Outras 12.982,03 1.536,39 14.518,42 Tributos e Contrib.Imunes (509.197,40) (23.734,09) (532.931,49) Imunidade Usufruída 509.197,40 23.734,09 532.931,49 (=) Receita Total 8.756.432,21 307.574,94 9.064.007,15 Custos dos Serv.Prestados (4.712.506,09) 0,00 (4.712.506,09) (=) Superávit /(déficit) bruto 4.043.926,12 307.574,94 4.351.501,06 Rec.c/Doações Incondicionais 60.811,03 9.321,90 70.132,93 Ganhos de Cap.no imob. 4.439,36 2.363,66 6.803,02 Despesas Administrativas (2.385.465,00) 0,00 (2.385.465,00) Perdas de Capital no imobilizado/Intangível (75.888,61) 0,00 (75.888,61) Assist.Soc.-Recursos Próprios 0,00 (769.315,69) (769.315,69) Assist.Soc.-Recursos de Terc. 0,00 (26.625,00) (26.625,00) Trib.e Contrib.Imunes/Isentos (1.066.577,44) (67.924,93) (1.134.502,37) Imunid./Isenção Usufruída 1.066.577,44 67.924,93 1.134.502,37 (=) Superávit antes despesas financeiras 1.647.822,90 (476.680,19) 1.171.142,71 Despesas Financeiras (165.472,94) 0,00 (165.472,94) Receitas Financeiras 369.367,04 37.243,52 406.610,56 (=) Superávit (Déficit) antes dos Tributos 1.851.717,00 (439.436,67) 1.412.280,33 Tributos s/o Superávit Imunes (639.785,90) 149.805,81 (489.980,09) Imunidade Usufruída 639.785,90 (149.805,81) 489.980,09 (=) Superávit (Déficit) do Períod.1.851.717,00 (439.436,67) 1.412.280,33 As despesas financeiras do segmento da assistência social estão devidamente registradas dentro do grupo da assistência social (recursos próprios) no valor de R$ 1.657,80. As perdas de capital no mobilizado do referido segmento também estão registradas dentro do mesmo grupo no valor de R$ 1.812,35, por englobar o valor da assistência social praticada pelo Instituto e por apresentar informação mais relevante ao usuário das demonstrações contábeis. O total da depreciação e amortização registrado no segmento educacional corresponde a R$ 362.283,80. O p ç e amortização ç registrado g g total da depreciação no segmento da assistência social corresponde a R$ 90.968,80 devidamente registrados dentro do grupo da assistência social, para maiores informações vide nota 12. 28. Seguros-Como medida preventiva a Instituição, em função de análises administrativas de risco, adota a política de contratar cobertura de seguros para os bens e direitos sujeitos a riscos, por montante considerado suficiente para cobrir eventuais sinistros. O Instituto contrata seguro educacional, que garante o pagamento integral ou parcial das anuidades escolares desde a série matriculada até a conclusão do ensino médio do educando, em decorrência de falecimento (por qualquer causa) ou invalidez permanente total (por acidente) de seu responsável financeiro. A entidade possui também seguro de acidentes pessoais que possam ocorrer com o educando nas dependências da entidade, podendo contar com a garantia de reembolso das despesas médicas e hospitalares ocasionadas por acidente, limitado a R$ 15.000,00 (quinze mil reais) por evento, com o hospital de livre escolha 24 horas. O educando poderá contar também com aulas particulares domiciliares por impossibilidade de locomoção com o período de afastamento superior a 15 (quinze) dias consecutivos, limitado a R$ 600,00 (seiscentos reais) por ano. Maria Moreira de Souza - Presidente - CPF: 673.544.758-15 Brígida Schwmbach - Tesoureira - CPF 076.353.968-62 André Fabri - TC - CRC 1SP 217.692/O-0 - CPF 268.837.988-70 Desenvolvimento Social e Combate a Fome, e como informação suplementar ao conjunto completo das demonstrações contábeis para pequenas e médias empresas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. São Paulo, 28 de março de 2013. & Cia S/S Auditores Independentes CRC 2 SP 17245/O-0 Marco Antonio de Carvalho Fabbri Contador CRC 1 SP 148961/O-2

Receita bruta Deduções da receita Despesas gerais e adm Despesas tributárias Resultado financeiro liq Outras receitas Prejuizo do exercicio

383.625 178365 (27.023) (11893) (1.032.502) (825.582) (6.156) (3.331) (49.972) (34762) 1.322 (730.706) (697.203) Demonstrações financeiras conforme lei 6.404/76. Contabilização pelo regime de competência. Capital social representado por 940.000 cotas com valor nominal de R$ 1,00. O objetivo da sociedade é a atividade de corretagem de seguros (todos os ramos), planos de saúde, créditos, de alarmes monitorados e rastreadores e prestação de consultoria em investimentos e serviços de marketing direto. Pieter Lekkerkerk–Diretor Técnico Marco Kemp–Diretor Técnico Wagner de Carvalho e Silva CRC.SP1SP177201

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA ODESSA

AVISO DE EDITAL DE LICITAÇÃO BENJAMIM VIEIRA DE SOUZA, Prefeito do Município de Nova Odessa, torna público que se acha aberto Pregão Presencial nº. 42/PP/2013 que será realizada no Auditório Municipal da Prefeitura Municipal de Nova Odessa, situada a Avenida João Pessoa, 777, Centro, Nova Odessa/SP, CEP: 13460000, iniciando-se a sessão no dia 15/05/2013, às 9h15min, e tem por objeto o registro de preços para futuras e eventuais aquisições de materiais escolares (kit) para as Emefs e Emeis Municipais. Informações poderão ser obtidas das 8h00min às 16h30min, no endereço acima mencionado ou através do telefone (19) 3476.8602. O edital estará disponível para download no seguinte link de acesso: http://www.novaodessa.sp.gov.br/Licitacoes.aspx. Nova Odessa, 29 de Abril de 2013. Setor de Compras e Licitações Escolherseguro Corretora de Seguros Ltda. CNJP/MF 10.732.233/0001-32–NIRE 35223143170 Ata de RCA realizada em 31/10/2012 Data,Hora e Local: 31/10/2012, às 12hs, na sede.Convocação: Dispensada.Presença:Totalidade.Mesa: Pieter Alexander Lekkerkerk-PresidenteeMarcoKemp-Secretário.Deliberações:OsConselheirosdeliberarameaprovaram,porunanimidadedevotos,esemquaisquer restriçõesaeleiçãodosnovosmembrosdaDiretoria,commandatode02anos:(i)oSr.PieterAlexanderLekkerkerk,RNEnºV-519729-L, CPF/MF nº 232.923.338-81, para o cargo de Diretor Técnico; e (ii) o Sr. Marco Kemp, RNE nº V-343867-Z, CPF/MF nº 228.762.398-17, para o cargo de Diretor Técnico, ambos em conjunto designados de “Diretores Técnicos”. Os Diretores Técnicos ora eleitos foram, desde logo, investidos nos cargos mediante assinatura do respectivo termo de posse lavrado no livro de Atas das Reuniões da Diretoria, com a assinatura de declaração de desimpedimento, nos termos do art.147 da Lei das Sociedades por Ações, para o exercício de suas funções, segundo a qual declaração sob as penas da lei que não estão impedidos por lei de exercer a administração da Companhia e nem estão condenados ou sob efeitos de condenação, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos; ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato; ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra as normas de defesa da concorrência, contra as relações de consumo, a fé pública ou a propriedade.Encerramento: Nada mais. Assinaturas: Mesa: Sr. Pieter Alexander Lekkerkerk-Presidente; Sr. Marco Kemp-Secretário. Membros do Conselho de Administração presentes:Sr.PieterAlexanderLekkerkerk;Sr.MarcoKemp.;Sr.RonaldAntondeJongh; Sr.MoisesHerszenhorneSr.WalterTomWaslander. São Paulo, 31/10/2012. Pieter Alexander Lekkerkerk-Presidente e Conselheiro; Marco Kemp-Secretário e Conselheiro; Ronald Anton de Jongh-Conselheiro; Moises Herszenhorn-Conselheiro e Sr.Walter Tom Waslander-Conselheiro. Jucesp nº 073.054/13-6 em 18/02/2013. Gisela Simiema Ceschin-Secretária Geral.

Scórpios Indústria Metalúrgica Ltda, torna público que recebeu da CETESB a Licença de Operação nº 30008329 com validade até 25/04/2015 p/Fabricação de Peças e acessórios estampados p/ veículos, localizado à Av. Forte do Leme, 205 / 144, Pq.São Lourenço - São Paulo/SP.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 30 de abril de 2013

ECONOMIA/LEGAIS - 37

Aeroglass Brasileira S.A. Fibras de Vidro

VRE SP CT Cotia Desenvolvimento Imobiliário S.A.

CNPJ/MF: 61.665.212/0001-82 - NIRE: 35.300.057.970 Ata de Assembléia Geral Ordinária da Companhia Fechada Ata Lavrada na Forma de Sumário 1. Local e Data: Na sede social da Companhia, situada na Rua Balão Mágico, n. 1003, Jardim Rio Cotia, na cidade de Cotia, Estado de São Paulo, CEP: 06715-780, em 20 de março de 2013, às 10:00 horas. 2. Presença: Acionistas titulares de 93,5% do capital social da Companhia, conforme assinaturas constantes no livro "Presença de Acionistas" n° 1, fls. 08, verso. 3. Composição da Mesa: Mário Franco - Presidente; e Luciana Macedo Soares - Secretária. 4. Convocação: Edital de convocação da AGO publicado no Diário Oficial do Estado às fls. 11 e no Diário do Comércio, às fls. 16, ambos nos dias 08, 09 e 14 de fevereiro de 2013. Os documentos referentes ao artigo 133 da Lei 6.404, de 15 de dezembro de 1976, foram postos à disposição dos acionistas, conforme aviso publicado no Diário Oficial do Estado e no Diário do Comércio, nas folhas e datas acima referidas. Os documentos referentes ao artigo 133 da Lei 6.404, de 15 de dezembro de 1976, foram publicados no Diário Oficial do Estado às fls. 3 e no Diário do Comércio às fls. XXIII, ambos no dia 05 de março de 2013. 5. Ordem do dia e Deliberações: I - Relatórios: Apreciação das Contas da Diretoria, Exames e Votação das Demonstrações Financeiras. Relatório da Diretoria, Balanço Geral e Demonstrações Financeiras, aprovados pela maioria dos presentes, deixando de votar os impedidos por Lei. II - Resultado do Exercício - Deliberação Sobre a Destinação de Lucro Líquido do Exercício e Distribuição de Dividendos: Aprovado o resultado do exercício de 2012, por maioria, de acordo com as Demonstrações Financeiras apresentadas. A empresa teve um Lucro Líquido de R$ 1.341.864,98 (um milhão, trezentos e quarenta e um mil, oitocentos e sessenta e quatro reais e noventa e oito centavos), sendo, assim destinado: (i) Distribuição de dividendos: R$ 1 .200.000,00 (um milhão e duzentos mil reais); (ii) Participação de empregados (diretores): R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais); (iii) Saldo Lucro Reserva de Lucro: R$ 21.864,98 (vinte e um mil, oitocentos e sessenta e quatro reais e noventa e oito centavos). Aprovado pela maioria dos presentes. III - Eleições da Diretoria: Foram reeleitos para compor a Diretoria até 30 de abril de 2014, os senhores: Mário Franco, brasileiro, casado, engenheiro, portador da cédula de identidade RG n. 1.091.752, expedida pela SSP /SP, e inscrito no CPF/MF sob o n. 006.828.458-68, residente e domiciliado em São Paulo/SP na Rua Valença, n. 212, bairro Sumaré, CEP: 01254-060; Waldemar Cortez Manso, brasileiro, casado, engenheiro, portador da cédula de identidade RG n. 9.979.905-4, expedida pela SSP/SP, e inscrito no CPF/MF sob o n. 032.044.47839, residente e domiciliado em São Paulo/SP, na Avenida Rouxinol, n. 200, apto. 121, lndianópolis, CEP: 04516-000; e Francisco Xavier Lopes, brasileiro, casado, técnico contábil, portador da cédula de identidade RG n. 2.337.877-3, expedida pela SSP/SP, e inscrito no CPF/MF sob o n. 029.981 .06820, residente e domiciliado em São Paulo/SP, na Alameda dos Guaiós, n.247, apto. 31, bairro Planalto Paulista, CEP: 04070-000. Aprovado pela maioria dos presentes. Foi estabelecida a remuneração anual da Diretoria no valor total de R$ 559.970,52 (quinhentos e cinqüenta e nove mil, novecentos e setenta reais e cinqüenta e dois centavos). IV - Eleição do Conselho Fiscal: Foram reeleitos para compor o Conselho Fiscal até 30 de abril de 2014 os seguintes conselheiros: a) Em eleição separada exclusiva dos acionistas minoritários, pela maioria dos minoritários, foram reeleitos os senhores: José Augusto Costa Torres, brasileiro, casado, analista de sistemas, portador da cédula de identidade RG n. 29.319.992-9, expedida pela SSP /SP, inscrito no CPF/MF sob o n. 214.133.698-80, residente e domiciliado na Rua Liberty, n. 33, bairro Jardim Miranda, na cidade de Cotia, Estado de São Paulo, CEP: 06700-469, ocupando o cargo de Conselheiro Titular; Fernando Lucílio dos Santos, brasileiro, solteiro, engenheiro de produção mecânica, portador da cédula de identidade RG n. 23.581.243-2, expedido pela SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o n. 177.130.968-76, residente e domiciliado na Rua Willys Roberto Banks, n. 401, apto. 14, Bloco 01, bairro Parque Maria Domitila, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, CEP: 05128-000, ocupando o cargo de Conselheiro Suplente; e b) Pelos acionistas controladores, por unanimidade, foram reeleitos os senhores: Sidnei Alves Martins, brasileiro, casado, contador, portador da cédula de identidade RG n. 24.536.854-1, expedida pela SSP / SP, inscrito no CPF/MF sob o n. 153.395.348-12, residente e domiciliado na Rua Silverstone, n. 104, Jardim Cláudio, na cidade de Cotia, Estado de São Paulo, CEP: 06715-810, ocupando o cargo de Conselheiro Titular; Ricardo dos Santos Salgado, brasileiro, solteiro, contador, portador da cédula de identidade RG n. 28.814.481-8, expedido pela SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o n. 205.079.99851, residente e domiciliado na Rua Balão Mágico, n. 50, bairro Rio Cotia, na cidade de Cotia, Estado de São Paulo, CEP: 06715-780, ocupando o cargo de Conselheiro Titular; Maria Aparecida Gomes, brasileira, solteira, farmacêutica e bioquímica, portadora da cédula de identidade RG n. 5.961.112-7, expedido pelo SSP/PR, inscrita no CPF/MF sob o n. 815.234.759-00, residente e domiciliada na Rua Emídia Pires, n. 121, bairro Caucaia do Alto, na cidade de Cotia, Estado de São Paulo, CEP: 06725015, ocupando o cargo de Conselheira Suplente; e Jaqueline Silva Santana, brasileira, solteira, gestora de recursos humanos, portadora da cédula de identidade RG n. 35.249.541-8, expedido pela SSP/SP, inscrita no CPF/MF sob o n. 229.018.798-45, residente e domiciliada na Rua Noel Rosa, n.84, bairro Parque Mirante da Mata, na cidade de Cotia, Estado de São Paulo, CEP: 06720-140, ocupando o cargo de Conselheira Suplente. A remuneração anual total dos Conselheiros foi estabelecida em R$ 55.997,05 (cinqüenta e cinco mil, novecentos e noventa e sete reais e cinco centavos). Fica, portanto, reeleito o Conselho Fiscal. Pelas acionistas Adriana Franco e Amatista Participações LTDA, que votaram contra a aprovação das matérias objeto dos itens acima, foi apresentado voto em separado. Pelos demais acionistas, que assim quiserem, será apresentada resposta ao voto em separado no prazo de 05(cinco) dias. 6. Outras Deliberações: Pelos acionistas Adriana Franco e Amatista Participações Ltda foi requerido o envio dos balancetes trimestrais para análise e verificação a partir do ano de 2013. Foi deliberado pelos acionistas que os balancetes trimestrais serão encaminhados à todos os acionistas a cada encerramento de trimestre e à Diretoria competirá prestar os esclarecimentos solicitados pelos acionistas e que se fizerem necessários. 7. Encerramento: Encerrada as deliberações acerca da ordem do dia, esta ata, lavrada nos termos da Lei, lida e aprovada pela maioria dos presentes, vai assinada pelo Presidente, pela Secretária e pelos acionistas presentes. Cotia, 20 de março de 2013. Mesa: Mário Franco - Presidente; Luciana Macedo Soares - Secretária; Enrico Franco; Amatista Participações Ltda.; Júlio Kassoy; Augusto Isola; Francisco Xavier Lopes; Waldemar Cortez Manso; Adriana Franco; Sergio Segre; Ilda D'Antonio Franco; Fabio Franco; Gilberto Franco; Hugo Franco; Neusa Tavares da Cunha Melo Franco; Gisela kassoy; Ilana kassoy. Jucesp: sob n°159.411/13-4 em 24/04/2013. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

CNPJ/MF 12.541.760/0001-95

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANDRADINA EXTRATO DE CONTRATO. PROCESSO Nº 22/13 – TOMADA DE PREÇOS Nº 04/13. CONTRATANTE: Prefeitura do Município de Andradina. OBJETO: Contratação de empresa especializada para execução de obras de reforma no estádio O Príncipe da Noroeste (Estádio Evandro B. Calvoso) - Contrato de Repasse n° 766384/2011/Ministério do Esporte/Caixa/Processo n° 2587.0373189-42/2011. DO PAGAMENTO: 05 (cinco) dias após a emissão da Nota Fiscal. DO PRAZO DE EXECUÇÃO: 90 (noventa) dias contados da data da ordem de serviços. CONTRATADO: AAZ COMÉRCIO REPRESENTAÇÃO E SERVIÇOS LTDA. VALOR DO CONTRATO: R$ 573.594,31 (Quinhentos e setenta e três mil, quinhentos e noventa e quatro reais e trinta e um centavos). DATA DO CONTRATO: 08 de abril de 2013. JAMIL AKIO ONO – Prefeito.

Ativo/Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Contas a Receber de Clientes Estoques Outras Contas a Receber Total do Ativo Circulante Ativo Não Circ.: Invests.: Propriedade p/Invest. Total do Ativo Não Circulante Total do Ativo

Capital Social Saldos em 31/12/2011 13.001 Aumento de Capital 4.266 Integralização de Capital 1.883 Lucro Líquido do Exercício – Destinações do Lucro Líquido do Exercício: Constituição de Reserva – Lucros a Distribuir – Saldos em 31/12/2012 19.150

Nota 3

2012 2011 93 1 – – 4 – 14.659 – 297 93 14.957 5 21.887 – 21.887 – 21.980 14.957

Reservas de Lucros Lucros AcumuAFAC Legal lados Total 1.883 – (118) 14.766 – – – 4.266 (1.883) – – – – – 2.852 2.852

– – –

137 (137) – – (2.597) (2.597) 137 – 19.286

Contexto operacional: A VRE SP CT Cotia Desenvolvimento Imobiliário S.A., constituída em 2010, com sede em Cotia - estado de São Paulo, tem como objeto social a administração, compra, venda, locação de bens imóveis próprios ou de terceiros, o desenvolvimento de empreendimentos imobiliários e a participação em outras sociedades. A receita operacional do exercício é resultado da locação de imóveis próprios e ao longo do período não houve vacância mantendo assim 100% de ocupação. 1. Apresentação das demonstrações financeiras: As demonstrações financeiras foram elaboradas com base nas práticas contábeis adotadas no Brasil, com base nas disposições contidas na Lei 6.404/76, alteradas pela Lei 11.638/07 e atualizadas pelas interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis, “CPC”. 2. Resumo das principais práticas contábeis: (a) Apuração do resultado: O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime contábil de competência dos exercícios. A receita de locação é reconhecida no resultado em função do seu período de realização. (b) Ativos e passivos: Os direitos realizáveis e as obrigações vencíveis após os doze meses subsequentes à data do balanço patrimonial são considerados como de longo prazo e, consequentemente, como Ativos e Passivos Não Circulantes. (c) Contas a receber: O saldo de contas a receber refere-se da sua totalidade à atividade de locação de imóveis próprios. (d) Demais ativos circulantes e não circulantes: São apresentados ao valor líquido de realização. (e) Investimentos: Os ativos registrados como propriedade para investimento estão demonstrados pelo custo histórico de aquisição dos bens, de acordo com a legislação vigente. O imóvel destinado

PREFEITURA MUNICIPAL DE PEREIRA BARRETO/SP Processo nº 2212/2013 - Pregão nº 013/2013 RESUMO DE EDITAL ARNALDO SHIGUEYUKI ENOMOTO, Prefeito de Pereira Barreto-SP, faz saber que se acha aberto até as 09h00min do dia 15 de maio de 2013, o PREGÃO nº 013/2013, do tipo menor preço por item, objetivando o Registro de Preços para aquisição de mobiliário, equipamentos, eletroeletrônicos, eletrodomésticos e brinquedos pedagógicos padronizados para equipar escola de educação infantil, dentro do Programa Nacional de Reestruturação e Aparelhagem da Rede Escolar Pública de Educação Infantil – PRÓINFÂNCIA. Maiores informações no Dep. de Licitações pelo fone/fax (18) 3704-8505, pelo e-mail licitacao@pereirabarreto.sp.gov.br, ou ainda o Edital completo no website www.pereirabarreto.sp.gov.br. Pereira Barreto-SP, 29 de abril de 2013. Arnaldo Shigueyuki Enomoto - Prefeito.

Springer S.A. CNPJ n.º 92.929.520/0001-00 - Sociedade de Capital Aberto AVISO AOS ACIONISTAS Comunicamos aos Senhores Acionistas que, conforme deliberações da AGO de 29/04/2013, foi aprovado: I - DIVIDENDOS - Dividendos do exercício social de 2012, considerando-se a posição acionária em 29.04.2013. A partir de 30.04.2013 as ações serão consideradas ex-dividendos. 1 - Início do Pagamento: 15 de maio de 2013 2 - Valor do Dividendo: R$ 0,072282632 por ação Ordinária; R$ 0,074849680 por ação Preferencial Classe “A”, e, R$ 0,086739159 por ação Preferencial Classe “B”, respeitando os limites consoantes dos artigos 10º e 38º do estatuto social, totalizando R$ 9.300.000,00. Não há incidência de Imposto de Renda. 3 - Forma e Local de Pagamento: - Os acionistas correntistas do Banco Bradesco ou outro Banco, que tenham comunicado esta condição, terão seus recursos creditados automaticamente no dia do pagamento; - Os créditos correspondentes às ações depositadas em Custódia Fungível da BMF BOVESPA, serão creditados à respectiva Instituição, que através das Corretoras Custodiantes, se encarregarão de repassálos ao Acionistas titulares; - Os acionistas que não indicaram a condição de recebimento por meio de conta corrente, receberão via correio o Aviso de Recebimento – Proventos de Ações Escriturais, o qual habilita o recebimento, devendo apresentar-se na Agência do Banco Bradesco S.A., de sua preferencia. Cotia (SP), 29 de abril de 2013 MANUEL FERNANDES DOS RAMOS VARANDA Diretor de Relações com Investidores ALLUMÊ COSMÉTICOS INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. - EPP torna público que recebeu da CETESB a Renovação da Licença de Operação N° 32006872, válida até 25/04/2015, para Artigos de perfumaria e cosméticos, fabricação de, à RUA DOS ESTADOS, 183, GALPÃO 1, POLO INDUSTRIAL, SANTANA DE PARNAÍBA.

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINDAMONHANGABA EDITAL RESUMIDO CARTA CONVITE Nº 001/2013 A Prefeitura torna público que está aberta no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, nº 1.400, Bairro Alto do Cardoso, a CV nº 01/13, referente à “Contratação de empresa especializada para a realização de diagnóstico das ações e procedimentos realizados na Prefeitura, objetivando o apontamento de práticas, porventura em desacordo com a legislação que rege a atuação do ente público, sugerindo correções que possam aprimorar as rotinas, trazendo mais eficiência ao trabalho”, com encerramento dia 08/05/12, às 9h, e abertura às 9h30. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. Maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h00 às 17h00 ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 29 de abril de 2013. PREGÃO Nº 047/2013 A Prefeitura torna público que se acha aberto no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso, o PP nº 47/13, referente à “Aquisição de materiais de carpintaria, hidráulico, telhas e rejunte”, com encerramento dia 16/05/13, às 8h30, e abertura às 9h. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. Maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 29 de abril de 2013. PREGÃO Nº 049/2013 A Prefeitura torna público que se acha aberto no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso, o PP nº 49/13, referente à “Aquisição de aparelho de eletrocardiograma”, com encerramento dia 17/05/13, às 8h30, e abertura às 9h. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. Maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 29 de abril de 2013. PREGÃO Nº 058/2013 A Prefeitura torna público que se acha aberto no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso, o PP nº 58/13, referente à “Contratação de empresa especializada para prestação de serviços de impressão em off-set do jornal Tribuna do Norte; pelo período de 12 (doze) meses sendo em média 12(doze) edições mensais com uma média de 8(oito) paginas por edição e 3.000 (três mil) exemplares por dia”, com encerramento dia 13/05/13, às 8h30, e abertura às 9h. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. Maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 29 de abril de 2013.

FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL NOS TERMOS DO PROVIMENTO CSM CXC/84, INFORMAMOS QUE NO DIA 29 DE ABRIL DE 2013 NÃO HOUVE PEDIDO DE FALÊNCIA NA COMARCA DA CAPITAL.

Receita Bruta dos Serviços Prestados Aluguéis de Imóveis Receita Bruta dos Serviços Prestados Deduções da Receita Bruta: Impostos s/vendas Receita Líquida dos Serviços Prestados Custos dos Serviços/Imóveis Vendidos Lucro bruto Receitas (Desp.) Operac.: Gerais e Administr. Despesas Financeiras Receitas Financeiras

2012 2011 3.372 – 3.372 – (123) – 3.249 – – – 3.249 – (22) (104) (36) (2) 6 – (52) (106) Lucro antes do Imp. de Renda, Contrib. Social 3.196 (106) Imposto de renda (247) – (98) – Contribuição social (345) – Lucro Líquido do Exercício 2.852 (106) Lucro Líquido por Lote de Mil Ações - R$ 148,91 – 19.149.784 19.149.784 Quantidade de Ações ao Final do Exercício Fluxo de Caixa Proveniente das Operações 2012 Lucro Líquido do Exercício 2.852 Aj. p/Reconc. o Result. do Exerc. c/Rec. Proven. de Ativ. Oper.: Redução (Aumento) nos Ativos: Estoques 14.659 Outras Contas a Receber 297 Aumento (Redução) nos Passivos: Fornecedores (117) 22 Obrigações Tributárias Recursos Líquidos Proven. das Atividades Operac. 17.713 Fluxo de Caixa Utilizado nas Atividades de Investimentos (21.887) Aquisições Propriedades para Investimentos Recursos Líquidos Proven. das Atividades de Invest. (21.887) Fluxo de Caixa Proven. das Atividades de Financ. Aumento do Capital 4.266 – Pagamento/Redução - Adto. Futuro Aumento de Capital Recursos Líquidos Proven. das Atividades de Financ. 4.266 92 Redução no Caixa e Equivalentes Caixa e Equivalentes de Caixa No Início do Exercício 1 93 No Final do Exercício 92 Aumento/(Redução) no Caixa e Equivalentes

2012 11.588,35 984,91 10.603,44 381,41 8.577,52 326,52 1.317,99 – 11.779,61 11.779,61 23.367,96

2011 19.446,22 16.922,88 2.122,10 72,10 2.050,00 – 120,80 280,44 593,75 593,75 20.039,97

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO Superavit/Deficit Acumulados Total Saldo em 31 de dezembro de 2011 ......... (18.181,80) (18.181,80) Deficit do Exercício .................................... (56.855,67) (56.855,67) Ajustes Ano 2011 ....................................... (263,62) – Saldo em 31 de dezembro de 2012 ......... (75.301,09) (75.301,09) NOTAS EXPLICATIVAS - 31 DE DEZEMBRO DE 2012. O Instituto Terra Meio Ambiente e Inclusão Social é uma associação de direito privado, constituído por tempo indeterminado, sem fins econômicos, de caráter organizacional, filantrópico, assistencial, promocional, recreativo e sócio-educacional, sem cunho político ou partidário, com a finalidade de atender a todos que a ele se dirigem, independente de classe social, nacionalidade, sexo, raça, cor ou crença religiosa. Foi fundada em 22/12/2009, com sede e foro na comarca de São Paulo/ SP, tem por principais finalidades: I. Promoção da diversidade cultural; II. Promoção da segurança pessoal; III. Promoção das ações do voluntariado; IV.Promoção de atividades para o Desenvolvimento Pessoal e Comportamento Humano; V. Promoção da seleção de recursos humanos, capacitação e treinamento, bem como sua locação no mercado de trabalho, visando o desenvolvimento sócio econômico do indivíduo; VI. Criação de oportunidades ao crescimento dos indivíduos para que possam se desenvolver com autonomia, confiança e conhecimento, apri-

(14.659) 1.653 116 74 (12.921) – – 13.000 (79) 12.921 – 1 1 –

Alice Maria Barretto Prado Ferreira - Diretora Presidente Osny Luttenschlager Silveira Serra - Contador - CRC 1SP157.108/O-0

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO 2012

Passivo 2012 2011 Circulante ......................................... 90.829,05 38.221,77 Efetivas ....................................................... 90.829,05 38.221,77 Duplicatas a pagar....................................... 2.166,64 2.709,00 Adiantamento de Clientes ............................ 50.951,05 – Obrigações trabalhistas ............................... 33.209,60 28.156,14 Obrigações Tributárias ................................ 4.501,76 7.356,63 Não circulante .................................... 7.840,00 – Emprestimos a pagar .................................. 7.840,00 – Patrimônio Líquido .............................. (75.301,09) (18.181,80) Superavit/Deficit Acumulado ........................... (75.301,09) (3.089,75) Superavit/Deficit do Exercício ......................... (56.855,67) (15.092,05) Deficit de Exercícios Anteriores....................... (18.445,42) – Total do Passivo.................................. 23.367,96 20.039,97 morando a concepção do indivíduo como um todo; VII. Desenvolvimento e implementação de programas de capacitação profissional visando o aperfeiçoamento técnico e promoção da cultura de pessoas envolvidas nas atividades de triagem e reciclagem de resíduos; VIII. Fomentar, difundir, conscientizar e fazer aplicar as normas jurídicas e técnicas em questões ambientais, assistindo a sociedade em geral em todas as matérias que envolvam a questão social. IX. Defesa, preservação e conservação do meio ambiente e promoção do desenvolvimento sustentável; X. Preservar a biodiversidade em todo o território nacional e especificamente na Região Metropolitana de São Paulo; No ano de 2012, foi incluído em seu estatuto, a atividade de fabricação de móveis, telhas, instrumentos musicais, com o emprego de matéria-prima reciclável, oriunda de descarte. Alterando neste ato também a razão social do Instituto para Instituto Terra Meio Ambiente e Inclusão Social. Principais Praticas Contábeis: 1) A apuração do resultado do exercício foi elaborada pelo regime de competência. 2) Ativo circulante: constitui de valores para cobrir as despesas já realizadas e a serem constituídas no próximo Exercício. 3) Passivo circulante: demonstrados valores conhecidos e calculáveis. 4) O saldo do Patrimônio Líquido representa os resultados dos exercícios financeiros encerrados até 31/12/2012. São Paulo, 31 de dezembro de 2012. Paulo Sergio Miranda Sequeira - Presidente - CPF: 160.211.928-77 Luiz Gonzaga da Silva Cardozo Tec. Contábil – 1SP 116.926/O-3 - CPF: 201.175.748-72

2011 (106)

é relativo ao lucro do ano calendário de 2012. 9. Cobertura de seguros: São mantidos seguros contra incêndio, raio, explosão do imóvel da empresa, sendo a cobertura contratada é considerada suficiente pela administração para cobrir eventuais sinistros.

INSTITUTO TERRA MEIO AMBIENTE E INCLUSÃO SOCIAL - CNPJ 11.725.282/0001-00 Ativo Circulante ...................................... Disponível ............................................... Realizável de Curto Prazo ........................ Clientes................................................ Empréstimos a receber........................ Estoques.............................................. Tributos a recuperar .................................... Adiantamentos ........................................ Não Circulante................................. Imobilizado.............................................. Total do Ativo .....................................

Receita Bruta Revenda ............................................. Serviços Prestados ............................ Receitas com Contribuições/Doações Descontos Obtidos ............................. Juros com Aplicações Financeiras ..... Total Receita Bruta ................................... (-) Deduções ........................................... Cofins ................................................. ISS ..................................................... = Receita Líquida................................... (-) Custos ................................................ = Superavit Bruto .................................... (-) Despesas Administrativas .................. (-) Despesas Tributárias .......................... (-) Outras Despesas Operacionais ........... (-) Despesas Financeiras ........................ Total do grupo .......................................... = Déficit do Exercício...............................

83.297,40 495.410,33 3.518,22 94.675,92 8,17 676.910,04 C 27.941,51 2.498,93 D 25.442,58 D 648.968,53 C 83.297,40 D 565.671,13 C 598.870,77 3.524,18 12.916,75 7.215,10 622.526,80 D (56.855,67)

2011

33.436,68 306.680,90 28.904,12 12.231,81 381.253,51 C 16.337,10 1.003,10 D 15.334,00 D 364.916,41 C 11.926,74 D 352.989,67 C 364.543,38 1.120,21 – 2.418,13 368.081,72 D (15.092,05)

DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA 2012 Fluxo de caixa das atividades operacionais Deficit do exercício.............................................................. 56.855,67 (-) Depreciação ............................................................... (1.129,14) (-) CMV ........................................................................... (83.297,40) (+) Ajuste/despesas anos anteriores ............................... 447,04 Variação dos saldos dos ativos: .......................................... 11.185,86 Variação dos saldos dos passivos: Caixa líquido consumido nas atividades operacionais ... 11.185,86 Fluxo de caixa de atividades de investimentos Caixa líquido consumido nas atividades de investimentos Fluxo de caixa de atividades de financiamentos .......... 0,00 Caixa líquido consumido nas atividades de financiamentos 0,00 Aumento/diminuição de caixa no período .................. (15.937,97) Caixa no inicio do período..................................... 16.922,88 Caixa no final do período ...................................... 984,91 Variação .......................................................... (15.937,97)

Vergara & Riba Editoras S/A

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANDRADINA EXTRATO DE CONTRATO. PROCESSO Nº 20/13 – TOMADA DE PREÇOS Nº 03/13. CONTRATANTE: Prefeitura do Município de Andradina. OBJETO: Contratação de empresa especializada para execução de obras de adaptação e ampliação do local destinado ao Comercio Popular (Camelódromo). DO PAGAMENTO: 05 (cinco) dias após a emissão da Nota Fiscal. DO PRAZO DE EXECUÇÃO: 150 (cento e cinquenta) dias contados da data da ordem de serviços. CONTRATADO: AAZ COMÉRCIO REPRESENTAÇÃO E SERVIÇOS LTDA. VALOR DO CONTRATO: R$ 348.059,08 (Trezentos e quarenta e oito mil, cinquenta e nove reais e oito centavos). DATA DO CONTRATO: 01 de abril de 2013. JAMIL AKIO ONO – Prefeito.

Passivo/Passivo Circulante Nota 2012 2011 Fornecedores 6 – 117 Obrigações Tributárias 7 96 74 Dividendos a Pagar 8 2.597 – Total do Passivo Circulante 2.693 191 Patrimônio Líquido: Capital Social 8 19.150 13.001 Reserva de Capital 137 1.883 – (118) Lucros/Prej. Acumulados Total do Patrimônio Líquido 19.286 14.766 Total do Passivo + Patrimônio Líquido 21.980 14.957 à locação é composto por galpão industrial, cuja estimativa de valor justo de mercado, é de R$ 31.000. (f) Imposto de renda e contribuição social: Os impostos de renda e contribuição social são calculados com base na tributação do lucro presumido, nas alíquotas efetivas conforme legislação vigente. (g) Redução ao Valor Recuperável dos Ativos: Na ausência de fatores externos e internos que indiquem uma possível desvalorização de ativos, o CPC PME Seção 27 da norma contábil NBC TG 1000 não exige o cálculo de estimativa formal do valor recuperável. Em relação ao exercício de 2012, a empresa entende que não houve qualquer indicação de desvalorização de seu ativo, e, portanto, não houve reconhecimento de provisão para perda no valor recuperável do ativo. 3. Caixa e Equivalentes de Caixa: Compreende o saldo em caixa e os depósitos bancários à vista, atualizados até a data 2012 2011 do balanço. Caixa 1 1 Bancos conta movimento 92 – 93 1 4. Estoques: 2012 2011 Terreno - valor de aquisição – 13.000 Obras e custas legais – 1.659 – 14.659 2012 2011 5. Investimentos: – Propriedade para Investimento: Galpão para locação 21.887 21.887 – 2012 2011 6. Fornecedores: Fornecedores Diversos – 89 Retenção Contratual – 28 – 117 2012 2011 7. Obrigações Tributárias: Impostos Retidos de prestadores a recolher – 30 IPTU a recolher – 44 IRPJ a recolher 62 – CSLL a recolher 24 – 10 – Pis e Cofins a recolher 96 74 8. Patrimônio líquido: (a) Capital social: O capital social é representado por 19.149.784 ações ordinárias atualizadas no estatuto da AGE de 28 de setembro de 2012. • Lucros e dividendos: Em relação ao valor registrado no balanço na conta de dividendos a pagar no montante de R$ 2.597

CNPJ 02.817.648/0001-80 Demonstrações Financeiras - (Em milhares de reais) Balanço Patrimonial Demonstração do Resultado 31/12/2011 31/12/2012 12.810.866 19.094.022 31/12/2012 Passivo 31/12/2011 31/12/2012 Receita Operacional Bruta Receita de Vendas 12.770.393 19.012.492 Circulante 40.473 81.530 66.686 198.324 Fornecedores Nacionais / Internacionais 2.438.464 3.458.680 Receita de Serviços (77.022) (473.609) 1.289.768 1.667.980 Adiantamentos Clientes 22.599 12.435 Deduções da Receita Bruta (63) (15.431) 3.168.995 4.549.547 Obrigacoes Sociais 63.724 88.683 ICMS / IPI s/Vendas (31) (2.315) 294.216 689.356 Provisoes Trabalhistas 170.837 253.655 PIS / Cofins (76.929) (455.862) 4.917.018 6.643.122 Obrigacoes Tributarias 137.491 184.514 Vendas Canceladas Receita Operacional Líquida 12.733.844 18.620.413 19.672 28.195 Royalties a Pagar 750.781 (2.972.943) (6.101.934) 30.666 4.954 Outras Contas a Pagar 43.697 1.536.946 Custo dos Produtos Vendidos 9.760.901 12.518.479 24.000 Total do Passivo Circulante 3.627.592 5.534.914 Lucro Bruto (6.056.556) (8.598.123) 9.787.022 13.805.476 Passivo Não Circulante/Leasing 12.160 60.375 Despesas Operacionais (2.041.478) (2.476.282) Total do Passivo Não Circulante 12.160 60.375 Administrativas (3.964.241) (5.882.939) 442.800 652.182 Patrimônio Líquido/Capital Subscrito 50.000 50.000 Comerciais (49.173) (62.058) (216.322) (278.379) Reservas 3.594.923 5.770.875 Depreciação / Amortização (1.664) (176.845) 226.478 373.803 Prejuízos Acumulados (572.127) (572.127) Resultado Operacional Financeiro 3.704.345 3.920.356 226.478 373.803 Resultado do Exercicio 3.300.951 3.335.242 Lucro (Prejuízo) Operacional (403.394) (585.114) Total do Patrimônio Líquido 6.373.748 8.583.990 Provisao Para IRPJ e CSSL 3.300.951 3.335.242 Total do Ativo 10.013.500 14.179.279 Total do Passivo 10.013.500 14.179.279 Lucro/Prejuízo Líquido do Exercício Notas Explicativas da Administração as Operações Contábeis em 31/12/2012 1. Contexto Operacional-A Vergara & Riba Editoras S/A, sociedade anonima trazidas pela Lei nº 11.638/2007 e nº 11.941/2009. As demonstrações con- são representados por dinheiro em caixa e depósitos em instituições finande capital fechado, tem como objeto social a edição integrada a impressão tábeis da Vergara & Riba Editoras S/A foram aprovadas pela Diretoria em ceiras, incluídos na rubrica de disponibilidades, aplicações em depósitos de livros, nas disposições legais regulamentadas em vigor. 2. Apresentação 26/03/13. 3. Principais Práticas Contábeis-a) Apuração do resultado-O interfinanceiros, aplicações em cotas de fundo de investimento. Os equivaDas Demonstrações Contábeis-As demostrações contábeis da Vergara & resultado é apurado pelo regime de competência, ou seja, as receitas e des- lentes a caixa são aqueles recursos mantidos com a finalidade de atender a Riba Editoras S/A foram elaboradas e estão apresentadas em conformidade pesas são reconhecidas no resultado no período em que elas ocorreram, compromissos de caixa de curto prazo e não para investimento ou outros fins. com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com observância às dispo- simultaneamente quando se relacionarem, independentemente do efetivo A Diretoria sições contidas na Lei da Sociedades por Ações e incorporam as alterações recebimento ou pagamento. b) Fluxo de Caixa-i-Caixa equivalentes a caixa: Tatiana Silva Correia - Contadora - CRC - 1SP/244293/O-2 Ativo Circulante Caixa/Bancos Aplicacoes Financeiras Clientes Adiantamentos Diversos Estoques Impostos a Recuperar Despesas a Apropriar Outros Créditos Total do Ativo Circulante Ativo Permanente Imobilizado Depreciacao Amort. Acum Total do Ativo Permanente Total do Ativo Não Circulante

31/12/2011

SLW CORRETORA DE VALORES E CÂMBIO LTDA CNPJ. 50.657.675/0001-86 Comunicado Comunicamos que os relatórios Anuais do agente Fiduciário previsto no termo do artigo 68,§ 10, da Lei n0 6.404/76 encontram-se disponiveis na sede do Agente Fiduciário da Emissora,Bovespa e CVM. NOME EMISSÃO TIPO HOPI HARI S/A DEBÊNTURES 3 OAS ENGENHARIA E PARTICIPAÇÕES S.A. DEBÊNTURES 1 Paulista Cia. Securitizadora DEBÊNTURES 1 VOTORANTIM CIMENTOS S.A. DEBÊNTURES 2 São Paulo,30 de Abril de 2013.

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Sorocaba comunica que se acha publicado no Sistema Eletrônico do Banco do Brasil, a REABERTURA do Pregão Eletrônico nº 26/2013 - Processo nº 1.776/2013, destinado ao fornecimento, instalação e startup de conjuntos de equipamentos geradores de hipoclorito de sódio. SESSÃO PÚBLICA dia 14/05/2013 às 14:30 horas. Informações pelo site www.licitacoes-e.com.br, pelos tel. (15) 3224-5810/5811/5812/ 5813/5814/5815/5816/5817/581 8/5819/5821/5822/5823/5824/5825 e 5826, ou pessoalmente na Av. Pereira da Silva, nº 1.285, no Setor de Licitação e Contratos. Sorocaba, 29 de abril de 2013. Laura Fascetti Almeida Ferreira de Paula - Pregoeira.

São Eutiquiano Participações S.A. CNPJ nº 12.125.536/0001-12 - NIRE nº 35.300.417.577 Assembleia Geral Extraordinária - Edital de Convocação Ficam os senhores acionistas da São Eutiquiano Participações S.A. (“Companhia”) devidamente convocados a participarem, em primeira convocação, da Assembleia Geral Extraordinária que se realizará no dia 06 de maio de 2013, às 10:00 horas, no prédio da sede da Companhia, localizada nesta Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Leopoldo Couto de Magalhães, n° 110, Condomínio Edifício JK Tower, conjuntos 21 e 22, parte, Jardim Paulista, CEP 04542-000, a fim de deliberarem, sobre (a) aumento do capital social da Companhia mediante integralização do excesso da reserva de lucro, conforme previsto no artigo 199 da Lei 6.404/76; e (b) alteração do estatuto social da Companhia.Informações Gerais.Em conformidade com o artigo 135, § 3°, da Lei n° 6.404/76, encontramse à disposição dos acionistas, na sede social da Companhia, todos os documentos e informações necessários à deliberação das matérias previstas na ordem do dia. São Paulo, 24 de abril de 2013 A Diretoria

AVISO AOS DEBENTURISTAS Encontram-se à disposição os Relatórios Anuais do Agente Fiduciário - Exercício Social de 2012, nos locais indicados no Artigo 12, Inciso XVIII da Instrução CVM nº 28/83. EMISSORA EMISSÃO Bradesco Leasing S.A. Arrendamento Mercantil ................................................................ Bradesco Leasing S.A. Arrendamento Mercantil ................................................................ REDE D’OR São Luiz S.A .................................................................................................... MMS Participações S.A. .................................................................................................... OAS S.A. (Nova denominação da OAS Engenharia e Participações S.A.) ................................ OAS Engenharia S.A. ........................................................................................................ Votorantim Cimentos S.A. ................................................................................................ Rio de Janeiro, 30 de abril de 2013 OLIVEIRA TRUST DTVM S.A. - Agente Fiduciário

1ª 7ª 2ª 1ª 3ª 5ª 3ª

ASSOCIAÇÃO SAÚDE DA FAMÍLIA – ASF A ASSOCIAÇÃO SAÚDE DA FAMÍLIA – ASF torna público que se acha aberta procedimento licitatório de SELEÇÃO DE FORNECEDORES, modalidade: Coleta de Preço nº 005/2013, Processo ASF nº 016/2013, objetivando a CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA LOCAÇÃO DE GERADOR DE ENERGIA ELÉTRICA PARA UNIDADES DE ASSISTÊNCIA MÉDICA AMBULATORIAL - AMA, EM CONFORMIDADE COM AS ESPECIFICAÇÕES CONSTANTES EM EDITAL – CRITÉRIO MENOR PREÇO GLOBAL POR ITEM. O edital na íntegra poderá ser consultado no sítio ASF: www.saudedafamilia.org e ou retirado na sede da Associação, sita à Praça Mal. Cordeiro de Farias, 65 (11) 3154-7050. Informações no endereço eletrônico: nmarussi@saudedafamilia.org | Data da Sessão Pública: 15/05/2013, às 10h00 - Local da Sessão: Associação Saúde da Família, Praça Mal. Cordeiro de Farias, 65 – Higienópolis – São Paulo | Datas designadas para vistorias técnicas: 07 e 08 de maio/2013, das 10h00 às 17h00, sob acompanhamento do responsável da ASF.

Fortec S/A Participações e Empreendimentos CNPJ/MF nº 50.615.301/0001-06 - NIRE nº 35.300.000.871 ERRATA - Edital de Convocação - Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária Na qualidade de Diretor Presidente da Fortec S/A Participações e Empreendimentos, venho pela presente, retificar o Edital de Convocação da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, publicado no Diário Oficial Empresarial do Estado de São Paulo e no Diário do Comércio nos dias 16, 17 e 18/04/ 2013, adiando a data de realização da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária para o dia 14/06/ 2013 às 14:30 hs na sede social da empresa e acrescentar mais um assunto à Ordem do Dia, ficando adicionada, ao final do texto publicado, a seguinte redação: (...) 5. Deliberar sobre a eleição dos membros da Diretoria da companhia . Ficam mantidos os demais termos da convocação ora retificada. Thales Lobo Peçanha Diretor Presidente (27, 30/04 e 01/05/2013)

MTEL TECNOLOGIA S.A. CNPJ n° 71.738.132/0001-63 Demonstrações Financeiras Balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em MR$) Ativo circulante 2012 2011 Passivo e Patrimônio Líquido Caixa e equivalentes de caixa 1.980 6.777 Passivo circulante 2012 2011 Contas a receber de clientes 16.191 10.470 Fornecedores 5.415 5.302 Estoques 6.939 10.832 Arrendamento mercantil 10.220 7.539 Impostos a recuperar 1.425 2.645 Empréstimos e financiamentos 23.310 17.751 Partes relacionadas 9.622 3.698 Obrigações tributárias e trabalhistas 3.605 2.746 Outras contas a receber 938 767 Receitas a apropriar 16 Total do ativo circulante 37.095 35.189 Outras contas a pagar 3.050 753 Ativo não circulante Total do passivo circulante 45.600 34.107 Impostos diferidos 8.525 - Passivo não circulante Recebíveis - contratos a faturar 101.186 105.061 Arrendamento mercantil 11.641 6.301 (-) Recebíveis a vencer (101.186) (105.061) Emprestimos e financiamentos 33.941 23.447 Imobilizado destinado à renda 46.346 35.227 Obrigações tributárias e trabalhistas 10.346 9.532 Imobilizado líquido 18.107 3.490 Outras contas a pagar 2.006 Intangível 16.468 - Total do passivo não circulante 57.934 39.280 Total do ativo não circulante 89.446 38.717 Patrimônio líquido Total do Ativo 126.541 73.906 Capital social 23.000 5.020 1.180 2.725 Dem. do patrimônio líq. para o exerc. findo em 31/12/2012 (Em MR$) Capital social - SCPs Reserva de capital 2.732 Capital Capital Reserva Prej. Reserva especial 5.599 social SCP’s de capital espec acum. Total Prejuízos acumulados (9.504) (7.226) Sld em 31/12/2011 5.020 2.725 - - (7.226) 519 23.007 519 Aum. de capital incorp. 11.000 - - 11.000 Total do passivo e patrimônio líquido 126.541 73.906 Aum. de capital 6.980 - - 6.980 Notas Explicativas Dev. de capital - (1.545) - - (1.545) Em 31/12/12 a empresa Mtel Tecnologia S/A, incorporou 40% da empresa Res. de capital 2.732 - 2.732 AMTEL Participações S/A CNPJ/MF nº 14.117.016/0001-93, gerando no Res. especial - 5.599 - 5.599 balanço da Mtel os seguintes reflexos: (em milhares de reais), ATIVO Prej. líq. do exerc. - - (1.384) (1.384) IR/CSLL: Diferido de MR$ 5.599, gerado em função do ágio dos invesPrej. pela incorp. Amtel - (6) (6) timentos pela incorporação da empresa AMTEL Participações S/A. e DiDividendos distrib. ferido de MR$ 2.926 , proveniente do prejuízo fiscal acumulado .Invesacionistas SCPs - - (888) (888) timentos: Ágio dos investimentos no montante de MR$ 16.468, gerado Sld em 31/12/2012 23.000 1.180 2.732 5.599 (9.504) 23.007 pela incorporação da empresa AMTEL Participações S/A. Patrimônio

Dem. do resultado para o exercício 31/12/2012 e 2011 (Em MR$) 2012 2011 Receita líquida 67.880 86.745 Custo (33.037) (41.968) Lucro bruto 34.843 44.777 Despesas operacionais Despesas administrativas e comerciais (11.200) (20.204) Ebitda

23.643

24.573

(9.321) (15.455) (972) (25.748) Prejuízos antes dos impostos (2.105) Imposto de renda e contribuição social sobre o lucro (448) IR/CSLL diferido 1.169 Prejuízo dos exercícios (1.384)

(12.376) (13.155) (25.531) (958) (555) (1.513)

Depreciação Resultado financeiro Despesas não recorrentes

Líquido Aumento de Capital: Integralização de MR$ 17.980 , conforme AGE de 31/12/12, proveniente da incorporação da parcela cindida da empresa AMTEL Participações S/A Reserva de Capital: Constituída após a incorporação em 31/12/12, conforme laudo de cisão e incorporação de 13/12/2012. Reserva Especial: Constituída em função de IR/CSLL diferido sobre o ágio dos investimentos pela incorporação da empresa AMTEL Participações S/A, no valor de MR$ 5.599. Diretoria Mauricio Almeida Blanco Diretor Presidente Luiz B. Cumino Contador CRC. 1SP-131.369/O2


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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terça-feira, 30 de abril de 2013

nformática

Móveis pela web, um desafio vencido.

S

egundo o último relatório WebShoppers, da consultoria e-bit, que analisa a evolução do comércio eletrônico no País, a categoria “casa e decoração”, onde se incluem móveis e utensílios domésticos, já ocupa a quinta posição entre os segmentos com o maior número de pedidos na internet. Antes dela estão eletrodomésticos, moda, saúde e beleza e artigos de informática, nessa ordem. Os executivos Victor Noda, Marcelo Marques e Mário Fernandes estão rindo à toa com o crescente interesse dos consumidores por produtos de decoração e mobiliário. Fundadores da Mobly, loja online e case de sucesso no País, os sócios – formados em engenharia e com MBA em Harvard e na Kelllog School of Management – viram a loja eletrônica faturar R$ 150 milhões, têm cerca de 400 mil clientes e 6 milhões de visitantes/mês, em pouco mais de um ano de operação. “Vimos uma grande janela de oportunidade nesse business porque há poucos competidores com foco nesse segmento no e-commerce devido à complexidade logística e a necessidade de capital significativo”, observa Noda. Para decolar, a Mobly contou com investimentos da alemã Rocket Internet, uma das maiores aceleradoras mundiais de startups, e do fundo sueco Kinnevik. Iniciou sua operação comercial no País em novembro de 2011. A empresa também foi favorecida pelo boom imobiliário brasileiro, que impulsiona o setor moveleiro, e pelo ingresso da nova classe média nas compras online. A loja, ao contrário de alguns competidores do mercado, não fabrica e nem desenha nada, ressalta Noda. “Funcionamos como uma plataforma de vendas com cerca de 600 fornecedores, metade deles só de móveis com fábricas espalhadas pelo País”. A Mobly tem escritório em São Paulo e um centro de distribuição em Jundiaí (SP) de 10 mil metros quadrados, com uma equipe de 400 funcionários.

A categoria Casa e Decoração já ocupa a quinta posição entre os segmentos que mais vendem pela internet. A Mobly e a Oppa se destacam nesse mercado. Barbara Oliveira

no site, temos uma equipe trabalhando em tempo integral só nisso”. A Mobly oferece montagem em domicílio em 40 cidades do Sul e Sudeste, além de Recife e Salvador, por enquanto; garantia estendida; frete grátis para compras acima de R$ 500 (em capitais e no Sul e Sudeste), e aceita devolução da mercadoria até 30 dias após a entrega, em caso de arrependimento do consumidor ou se o produto tiver defeito ou tenha sido avariado durante o transporte. A entrega expressa – se o cliente compra até 10 horas da manhã, recebe no dia seguinte – depende da disponibilidade da mercadoria no centro de distribuição ou fornecedor. A Mobly conta com 30 empresas parceiras em todas as regiões do País para transporte das mercadorias, mas ressalta que toda a logística é feita por ela. Ao todo, são 650 marcas e 45 mil produtos cadastrados no site, a preços que atendem a todas as classes sociais. A maior parte dos compradores,

70%, são das classes B e C e apontados por Noda como fundamentais para o sucesso do seu e-commerce. “O feedback do cliente é excelente, Dá para contar nos dedos de uma mão quantas vezes tivemos de devolver mercadorias que não correspondiam à expectativa do comprador”, relata. Para evitar devoluções, a loja colocou 100 pessoas no atendimento (televendas) que esclarecem dúvidas e fornecem mais detalhes sobre os produtos. “Se o atendente não resolver, ligamos para o fornecedor para ele próprio responder ao cliente.”

Móveis exclusivos O site mantém o selo Ouro da consultoria e-bit por cumprir itens de experiência de compra, navegação, qualidade das informações e dos produtos, atendimento, prazos de entrega e política de privacidade. “Estamos trabalhando para obter o selo Diamante”, diz Noda. O site agregará

LANÇAMENTO

Tablet, mas pode chamar de telefone.

novos features nos próximos meses. A Oppa é outra loja online especializada na venda de móveis e objetos de decoração que vem se destacando. Conceitualmente se diferencia da Mobly: tem marca e design próprio, criado por jovens brasileiros ou artistas já renomados. O estilo das peças é clean – a exemplo do design sueco –, são coloridas e a preços acessíveis. Segundo o alemão Max Reichel, fundador e CEO da Oppa, ele trabalha com oito categorias e cerca de 2 mil peças – de móveis básicos a objetos de desejo com materiais e design exclusivos. O centro de distribuição fica em Barueri (SP) e atende a 14 Estados. Reichel conta que os principais desafios são a “inovação constante e a criatividade”. “Depois de educar o consumidor sobre qualidade da marca e segurança do site é essencial focar nas demandas dele”. Um dos recursos da plataforma da Oppa, no ar desde dezembro de 2011, é permitir que os novos talentos enviem suas ideias e projetos pelo próprio site. “Também estamos trazendo outros designers para produzir coleções ou peças únicas”. Os móveis são garantidos por seis meses e os acessórios e utilidades domésticas por três. O consumidor tem 30 dias para devolver ou trocar o que comprou. A loja não fala sobre números de clientes ou faturamento.

O

Divulgação

Marques, Fernandes e Noda, da Mobly: "janela de oportunidade porque há poucos competidores com foco nesse segmento".

Serviços

A tecnologia por trás da plataforma do e-commerce foi desenvolvida internamente e tenta ser o mais detalhada possível, para enfrentar o desafio que envolve esse tipo de mercadoria, já que o consumidor não pode sentir a textura do produto e avaliar se o sofá é macio ou rígido.“Tivemos de nos diferenciar para satisfazer o cliente. Já conseguimos superar o primeiro impacto que era o medo de vender móveis pela internet, mas isso porque agregamos valor ao site e ao serviço”, conta Noda. Foi preciso caprichar nas fotos dos produtos dispostos no site – cujas imagens são feitas de cinco ângulos diferentes e todas com zoom, quase sempre com a peça ambientada para dar uma ideia de como fica na sala, no escritório, no quarto. “Se o cliente quiser ver outra cor, pode consultar o catálogo. Lançamos umas dez features novas por semana

n

S ERVIÇO www.mobly.com.br www.oppa.com.br

Brasil é um dos mercados mais importantes para a taiwanesa Asus: representa 50% das vendas da companhia na América Latina. Por isso, é o primeiro mercado da região a receber o híbrido de tablet e smartphone, o Fonepad, já à venda. O preço é competitivo, R$ 1.099 para o produto desbloqueado. Não foi feito nenhum contrato com as operadoras de telefonia. O modelo foi lançado em Taiwan há três semanas e chega simultaneamente aos mercados europeu, norte-americano e brasileiro. Lá fora custará em torno de US$ 250, segundo o gerente de produto da Asus no Brasil, Marcel Campos. O produto é importado e não há previsão de fabricação local. “O custo com impostos, transporte e encargos trabalhistas nos limita muito no Brasil”, diz Campos. O Fonepad traz chip Intel Atom, tela de 7 polegadas HD IPS e rede 3G. Tem capacidade de16 GB (que pode ser ampliada até 32 GB com cartão microSD), câmara de 3 MP traseira e roda sistema Android 4.1. Pesa 340 gramas, quase o dobro dos 130 gramas do similar Galaxy S4, da Samsung, que tem 5 polegadas e chega ao Brasil nesta semana. Tem 11 mm de espessura e o revestimento é metálico, nas cores cinza e champanhe. A bateria, segundo a Asus, tem autonomia para 31 horas em chamadas de voz e 9 horas para reprodução de vídeos em HD. O aparelho, além de funcionar como telefone (traz Bluetooth para o usuário se comunicar com um fone no ouvido) vem com vários aplicativos do Google e games embarcados e possibilita escrever na tela com a ponta do dedo como se fosse um bloco de notas. A Asus também anunciou outras novidades entre notebooks e ultrabooks fabricados localmente e importados, todos com chips Intel de terceira geração. Um dos destaques é o Taichi, um ultrabook conversível com duas telas. Quando o equipamento é fechado se transforma num tablet com tela touch. Vem nas versões de 13,3 e 11,6 polegadas com resolução Full HD. Com escritório próprio no País desde 2008, a companhia taiwanes produz ultrabooks e notebooks com chips da Intel em unidades parceiras da Compal e Quanta – em Jundiaí e em Campinas. (BO)


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Diário do Comércio - 30/04/2013 by Diário do Comércio - Issuu