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Diário do Comércio - 29/08/2013

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Brasil já tem seu 1º deputado presidiário

SELIC: 9%. Copom eleva juros em 0,5 ponto percentual. Com nova taxa, caderneta de poupança terá rendimento maior. Pág. 11

Donadon, pág. 6

EFEITOS MORALES

Conclusão: 23h55

Ano 90 - Nº 23.946

www.dcomercio.com.br

Jornal do empreendedor

R$ 1,40

São Paulo, quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Fernando Bizerra Jr./EFE

COM FRONTEIRAS, MAS SEM LIMITES.

Pág. 3

Evo Morales exige extradição do senador Destino está nas mãos de Dilma. Pág. 5

Sombrios, Dilma e Patriota se separam na posse do novo chanceler Figueiredo. A assombração de Evo Morales ainda paira sobre o Itamaraty, capaz de negar aos EUA o direito de punir a Síria, mas incapaz de se defender diante da Bolívia. Pág. 5

Fernando Amorim/Folhapress

Francis Miller-28/08/1963

Todos os Santos no escuro Blecaute deixa a Bahia e mais 8 estados sem energia. "Foi uma queimada no Piauí", diz governo. Pág. 8

"Eu tenho um sonho." E nosso site tem um show. O sonho de Luther King não acabou, 50 anos depois. No www.dcomercio.com.br você verá Bob Dylan e Joan Baez, Peter, Paul and Mary e Mahalia Jackson. Divirta-se.

Sinais de guerra no Oriente Médio

Marinha dos EUA/29/9/2010

Olivia Harris/Reuters

Americanos se aproximam por mar; Israel leva tanques à fronteira e máscaras de gás à população; aumenta o êxodo sírio; ingleses saem à rua contra a guerra e Putin, da Rússia, em silêncio preocupante. Falta só a ordem de atirar. Pág. 7

Baz Ratner/Reuters

ISSN 1679-2688

23946

Página 4

9 771679 268008


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Uma intervenção militar do Ocidente na guerra civil da Síria dificilmente atingirá seus objetivos. Roberto Fendt

pinião

NOSSA POSIÇÃO

UM PASSO À FRENTE

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o dia 1º de agosto entrou em funcionamento funcionar no Brasil o Cadastro Positivo, que tem tudo para ser um importante instrumento para a expansão do crédito e do mercado consumidor. A Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo e a Associação Comercial de São Paulo participam, desde 2003, dos debates sobre o Cadastro Positivo junto ao Executivo, ao Legislativo e ao Banco Central, buscando contribuir para que o Brasil adotasse esse instrumento, que já existe em outras nações – como nos Estados Unidos, Colômbia, México e República Dominicana. A legislação aprovada (Lei n. 12.414/2012), embora não

seja aquela esperada pela entidade, constitui uma base para que o sistema comece a operar – e a prática poderá indicar eventuais ajustes.

O

consumo no Brasil teve forte crescimento nos últimos anos, em razão da ampla disponibilidade de crédito, com prazos longos para financiamentos – o que reduziu o valor das prestações do crediário e levou ao aumento expressivo do emprego e da renda. Um contingente de 40 milhões de consumidores passou a ter acesso a bens de maior valor, por meio de financiamento, ajudando a elevar as vendas do varejo e a estimular a produção industrial, o emprego e a renda.

Esses consumidores quase expansão do crédito sem que não tinham endividamento, houvesse aumento proporde modo que a expansão sig- cional da inadimplência. nificativa do crédito não resulContudo, o maior endividatou de início, em maior inadim- mento do consumidor e o cresplência. Entretanto, com a fa- cimento dos financiamentos cilidade para de maior praobter crédito, zo – caso dos Os benefícios do muita gente segmentos Cadastro Positivo se endividou, de veículos e não serão verificados i m o b i l i á r i o , p ro vo ca nd o uma maior passaram a de imediato porque cautela na exigir mais ino processo exige concessão de formações um período de novos finanpara a análise esclarecimentos ciamentos. das solicitaA s i n f o rções de crédiao consumidor. mações de to, com o obMas eles virão. bancos de jetivo de redados como duzir o risco os do SCPC, atualmente ad- da inadimplência. ministrado pela Boa Vista Faltava um dado fundamenServiços, foram eficientes, tal para a análise do risco de propiciando uma expressiva crédito: o grau de endivida-

mento do consumidor. Essa informação será disponibilizada com o Cadastro Positivo. O sistema vai beneficiar não somente o financiador como o consumidor, que será estimulado a usar o crédito de forma mais racional, já que a pontualidade lhe trará vantagens, como facilitar o acesso ao financiamento e taxas de juros mais baixas.

A

Lei n. 12.414/12 protege a privacidade do cidadão, pois seus dados só poderão ser utilizados para transações que impliquem alguma forma de concessão de crédito. O consumidor decidirá se quer que suas informações sejam fornecidas ou retiradas. Segundo o Banco Mundial, o cadastro do consumidor

representa uma "garantia reputacional", que assegura o acesso ao crédito. Nesse caso, diz o Banco, não cabe falar em "invasão de privacidade", mas em negociação, a partir da qual é interesse do consumidor fornecer informações que lhe permitam melhorar as avaliações e as condições de financiamento. Os benefícios do cadastro não serão verificados de imediato: o processo exige um período de esclarecimentos ao consumidor, para que ele entenda as vantagens que poderá obter ao disponibilizar suas informações. Também será preciso acumular um volume de autorizações, o que também demanda tempo. Mas o importante é que foi dado o primeiro passo.

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É possível que os Estados Unidos e seus aliados venham, proximamente, a intervir na guerra civil síria. Essa operação de guerra viria em resposta à constatação de que o governo de Bashar AlAssad usou armas químicas contra os insurgentes em subúrbio de Bagdá. A lógica dessa intervenção tem duas dimensões que devem ser analisadas separadamente. Ela pode ser justificada pela aplicação algo elástica da "responsabilidade de proteger" (R2P, no linguajar dos iniciados). Trata-se da norma surgida de uma iniciativa de 2005, das Nações Unidas, baseada no princípio de que a soberania não é um direito, mas uma responsabilidade. Com base nessa definição de soberania, cabe aos estados nacionais a responsabilidade de evitar ou fazer cessar os crimes de genocídio, de guerra, de crimes contra a humanidade e de "limpeza étnica", todos englobados sob o título de crimes de atrocidades em massa.

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e cabe aos estados nacionais a responsabilidade de evitar ou impedir crimes de atrocidades em massa, é de responsabilidade da comunidade internacional auxiliar os estados nacionais a assumirem sua responsabilidade. Nos casos em que os estados nacionais não assumam essa obrigação ou estejam incapacitados de assumi-la, a comunidade internacional tem a responsabilidade de aplicar sanções ao Estado omisso ou incapaz. Em casos extremos, a alternativa de última instância é uma intervenção militar. Em sendo assim, é duvidoso que mais uma intervenção estrangeira em conflitos da chamada "primavera árabe" contribua para minimizar os horrores de uma guerra civil – "uma

ROBERTO FENDT

DESTA VEZ, A SÍRIA. luta de todos contra todos", descrito por Hobbes no seu Leviatã como aquele estado de coisas em que "a vida torna-se solitária, pobre, imunda, bruta e curta".

A

té agora, a ingerência estrangeira em conflitos locais no norte da África e no Oriente Médio têm provocado mais sofrimento do que alívio. Veja-se os casos da invasão do Iraque e dos bombardeios na Líbia. A resultante tem sido a presença permanente de grandes contingentes militares estrangeiros no país em questão, como no Iraque, ou a total desestruturação política e social, como na Líbia. A segunda faceta de uma intervenção militar americana e de seus aliados é a noção de que o caos em que estão diversos países da região é danoso para os interesses americanos,

britânicos e franceses – e que algo deve ser feito para colocar fim a esse estado de coisas. Novamente cogita-se a intervenção militar.

S

e em termos de valores esse ponto de vista possa ser verdadeiro, é questionável que o seja em termos da dimensão de poder que rege as relações internacionais. A al Qaeda é uma ameaça real, sem dúvida, como ficou demonstrado com o recente ataque à representação diplomática americana em Benghazi, na Líbia. Mas o fato é que o terrorismo transnacional convive melhor ali, onde os governos são fracos e incapazes de combatê-lo eficientemente.

É

em regiões como essas que se estabelecem campos de treinamento de terroristas que, posteriormente,

P

atacam os Estados Unidos, a Grã Bretanha e a França. A grande ameaça real aos países do Ocidente desenvolvido não provém de países em estado anárquico, sem governo sobre partes substanciais de seus territórios, mas de um país estável e com governo forte: o Irã. Se o Irã estivesse em estado de anarquia, como a Líbia, não existiria programa nuclear em desenvolvimento ali e as

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cesário Ramalho da Silva Edy Luiz Kogut João Bico de Souza José Maria Chapina Alcazar Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Miguel Antonio de Moura Giacummo Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Renato Abucham Roberto Mateus Ordine Roberto Penteado de Camargo Ticoulat Sérgio Belleza Filho Walter Shindi Ilhoshi

ameaças potenciais, principalmente a Israel, seriam menores. De fato, com a situação convulsionada, tanto no Egito como na Síria, Israel se sentiria intimidado por forças convencionais desses vizinhos.

A ingerência estrangeira em conflitos locais no norte da África e Oriente Médio têm provocado mais sofrimento do que alívio.

or outro lado, não há como estabelecer uma relação negativa entre democratização nessa parte do mundo e o estado caótico em que se encontram vários países da região. Democracia, no sentido moderno, é recente e estabelecida após um longo período no Ocidente. Ela é em parte consequência da Revolução Gloriosa na Inglaterra do século 17, da Revolução Francesa do século 18 e de um lento processo de aquisição de direitos civis pela população – decorrente, em larga medida, da revolução

capitalista no mundo ocidental. A Primavera Árabe certamente desempenhará um papel relevante nesse rumo em direção à democracia, mas não será nunca a etapa final de um longo processo, que tomou séculos antes que deitasse raízes e se tornasse sustentável na Europa Ocidental e, depois, em várias partes do mundo.

U

ma intervenção militar do Ocidente na guerra civil da Síria dificilmente atingirá seus objetivos, quer estes sejam humanitários, quer sejam de preservação dos interesses de longo prazo dos países interventores. Infelizmente, não parece ser esse o ponto de vista que prevalece hoje nos Estados Unidos, na Grã Bretanha e na França. ROBERTO FENDT É ECONOMISTA

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, Marcel Solimeo Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Car valho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Marcus Lopes (mlopes@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), Tsuli Narimatsu (tnarimatsu@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke, Jaime Matos e Sandra Manfredini. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves e Sílvia Pimentel. Editor de Fotografia: Agliberto Lima. Arte e Diagramação: José dos Santos Coelho (Editor), André Max, Evana Clicia Lisbôa Sutilo, Gerônimo Luna Junior, Hedilberto Monserrat Junior, Lino Fernandes, Paulo Zilberman e Sidnei Dourado. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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pinião

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EM MILÊNIOS DE HISTÓRIA , O EGITO NUNCA TEVE UMA SOCIEDADE LIVRE OU DEMOCRÁTICA.

Genuflexão e altivez

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Bolívia, sob as administrações petistas, tem sido tratada com a maior consideração, apesar do fato dela não ter a menor consideração para com os interesses brasileiros, além de sistematicamente denegrir a imagem de nosso país. A diplomacia brasileira em relação a esse país se caracteriza, principalmente, por um tratamento "companheiro", baseado na simpatia pelo modelo bolivariano. As diatribes do presidente Evo Morales são tidas por uma espécie de molecagem, um tipo de versão externa do comportamento leniente do expresidente Lula para com os "aloprados". Crimes internos foram considerados irrelevantes, enquanto, no plano externo, agressões ao país são sumariamente negligenciadas. Não deveria, pois, surpreender que o presidente boliviano tenha seguido sua campanha de desconsideração para com o Brasil, pois nenhum limite lhe foi colocado. Poderia, de fato, fazer qualquer coisa, que esta seria tolerada pela nossa diplomacia. Não esqueçamos que, sob o governo Lula, uma refinaria da Petrobrás foi ocupada militarmente, sem que houvesse reação à altura do Itamaraty. Certamente seguia ordens superiores. O ex-presidente chegou a justificar a ausência de reação, em nome, precisamente, de respeito a países menores – como se assim valesse qualquer tipo de desrespeito em relação a nosso país.

M

ais recentemente, no governo Dilma, o Ministro da Defesa, Celso Amorim, teve o seu avião revistado por militares bolivianos, que lá fizeram uma inspeção, com cães farejadores. Foi um flagrante desrespeito à lei internacional. Na época, nada se soube a respeito, tendo o fato se tornado público recentemente. A opção do Itamaraty foi por uma "negociação" de bastidores, em evidente minoração de um fato muito grave. A porta se abriu para infrações maiores. Processo do mesmo tipo colocou-se em outra missão de

Gaston Brito/Reuters

DENIS ROSENFIELD

Comportamento de Evo Morales é tolerado por Brasília, como se apenas se tratasse de uma "molecagem" do presidente boliviano.

parlamentares brasileiros naquele país, sem que, tampouco uma nota mais grave da diplomacia brasileira tenha sido divulgada. Um país que desrespeita a lei internacional quer, agora, se posar como garantidor dela na fuga patrocinada pelo encarregado de Negócios brasileiro em La Paz, que exercitou, simplesmente, o direito de asilo, segundo a lei internacional. Observe-se que a postura histriônica e demagógica do esquerdista Evo Morales encontrou ressonância nos governos petistas que, em geral, nas relações internacionais, têm seguido doutrinariamente o próprio partido. Se há setores em que o PT mudou na administração federal, com destaque para certas posturas pragmáticas e, mesmo, socialdemocratas, tal não é o caso com a diplomacia. A simpatia "socialista" latino-americana tem imperado. A sua tradução é a genuflexão, o colocar-se de joelhos diante de demagogos como Evo Morales. O país apequenou-se no

momento em que procurava, precisamente, exercer um protagonismo internacional.

O

caso da fuga do Senador Molina, patrocinada pelo encarregado de Negócios, Eduardo Saboia, instrumentalizando um direito de asilo já concedido anteriormente pelo então embaixador Marcel Biato, mostra, contudo, que há setores da diplomacia brasileira que já não mais compactuam com essa pequenez da imagem internacional brasileira. Ambos os diplomatas agiram na melhor tradição do Itamaraty, um concedendo o di-

reito de asilo e o outro tornando-o factível, após sucessivas omissões de seus superiores. Cabe aqui dizer que o País recuperou a melhor de suas tradições, inclusive aquela que caracterizou diplomatas brasileiros na Alemanha, França, Suécia e outros países, salvando judeus, comunistas e homossexuais do Holocausto nazista. Contrariaram seus superiores em nome de uma concepção verdadeiramente universal dos direitos humanos. Hoje, o Brasil os reverencia, mas na época foram tidos por indisciplinados, sujeitos a punições. Observe-se que o senador

A simpatia "socialista" latino-americana tem imperado e sua tradução é colocar-se de joelhos diante de demagogos como Evo Morales. Assim, o Brasil apequenou-se.

Molina é considerado pelo governo Evo Morales como um mero "criminoso", com contas a acertar com a Justiça local. Nada deveria nos surpreender. Trata-se, tão somente, de uma prática totalitária de criminalização dos adversários, corrente não somente na Bolívia, mas, também, na Venezuela e no Equador. Quem discorda da política bolivariana só pode ser criminoso, um reles bandido que deveria se submeter aos governantes "socialistas". São estes que detêm o monopólio do Bem, do que deveria ser a sociedade sob seu controle total.

A

criminalização da política exibe a faceta propriamente não democrática de presidentes que se perfilam como ditadores senão atuais, potenciais. Não possuem o menor problema em criar condições para a eliminação do outro, em prática usual nos países comunistas que procuram imitar. É o caso de Cuba. São esbirros totalitários do século 21,

herdeiros do comunismo do século 20. É, então, essa espécie de políticos que é tratada com o maior reconhecimento pelos governos petistas. Por outro lado, a moralidade e a altivez dos diplomatas brasileiros na Bolívia sinalizam, graças às suas atitudes, que uma época está finalizando. Suas posturas teriam contado com a simpatia de seus colegas, que não mais toleram a instrumentalização partidária e doutrinária do Itamaraty. Tratando-se de um corpo hierarquizado, as manifestações não podem ser evidentemente públicas, apesar de revelarem um profundo mal-estar.

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diplomata Saboia fez somente o que deveria fazer, o nó da questão residindo precisamente neste dever, que é de ordem moral, mas também de respeito institucional para com o direito de asilo. Evidentemente, este é incompleto se o asilado permanece confinado a um cubículo da Embaixada durante um ano e meio, sem perspectiva de saída. Enquanto isto, as cúpulas diplomáticas brasileira e boliviana faziam um mero jogo de cena, sem a menor consideração para com as condições de vida deste asilado. O grande desafio, agora, consiste em saber se esses diplomatas serão, como merecem ser, tratados com o maior respeito ou, como tudo parece indicar, sofrerão punições e terão suas respectivas carreiras obstaculizadas. O governo deverá decidir se segue com a genuflexão ou se recupera a altivez. Eis a questão. DENIS LERRER ROSENFIELD É PROFESSOR DE

FILOSOFIA NA UFRS

EGITO: REALIDADE VERSUS MIRAGENS. existentes hoje levaram séculos para alcançar a liberdade e a democracia.

própria ideia de deixá-lo em paz era estranha para aqueles que estão à procura de crescentes melodramas morais e retóricos, como a conversa sobre "a primavera árabe".

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arack Obama pode ter ego o suficiente para imaginar que ele poderia realizar, durante seus anos na Casa Branca, o que levou séculos para se realizar em outro lugar. Mas outros, incluindo alguns conservadores, precisam compartilhar essa ilusão? No entanto, Obama é apenas a mais recente de uma longa série de autoridades americanas, incluindo presidentes, que pensaram que o desejo humano universal pela liberdade significava que a liberdade e a democracia poderiam ser exportados, mesmo para países onde nunca existiram antes. Entretanto, o desejo generalizado de ser livre é totalmente diferente do desejo de viver em uma sociedade onde os outros são livres. Em nenhum lugar tal tolerância é mais difícil de encontrar do que no Oriente Médio.

A

lguém já notou a violência letal em curso entre as diferentes seitas de muçulmanos no Oriente

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Nadeem Khawer/EFE

N

ada simboliza mais a utopia do nosso tempo como os liberais e alguns conservadores que nos pedem para cortar a ajuda ao exército egípcio, por causa das matanças generalizadas que estão se tornando uma guerra civil no Egito. Essa total falta de realismo da esquerda não é nova, mas ouvir alguns conservadores dizerem mesmas coisas leva algum tempo para se acostumar. O apelo do presidente Obama aos egípcios para acabar com a violência e formar um governo "inclusivo", com todas as facções representadas, pode soar bem. Mas há tanta chance disso ocorrer quanto uma bola de neve no inferno. O Egito existe milhares de anos antes de existirem os Estados Unidos. Em todos esses milênios, o Egito nunca teve uma sociedade livre ou democrática. E ele não é um caso único. Considerando as diferentes nações que têm existido em vários momentos e lugares no decorrer da História, é duvidoso que mesmo uns 10% delas fossem livres ou democráticas. Mesmo nações livres e democráticas

Médio, ou a sua intolerância para com os cristãos e ódio assassino contra os judeus? Muçulmanos em algumas outras partes do mundo têm sido mais tolerantes, e houve cinco chefes de Estado mulheres em países muçulmanos. Mas não no Oriente Médio. Muito se fala do fato de que os Estados Unidos dão apoio financeiro ao exército egípcio que está abatendo centenas, ou talvez milhares de egípcios nas ruas. Mas temos de fazer nossas escolhas entre as opções realmente disponíveis. Com a Irmandade Muçulmana montando ataques armados, o que alguém pode racionalmente esperar, a não ser tiros

de ambos os lados? Certamente seria muito melhor se todos depusessem as suas armas, e se sentassem juntos e trabalhassem as coisas de forma pacífica. Mas alguém esqueceu que, durante séculos, os protestantes e os católicos abateram uns aos outros e tentaram varrer da terra uns aos outros? Só depois de ficar clara a impossibilidade de alcançar esse objetivo é que eles finalmente desistiram e decidiram viver e deixar viver. No que diz respeito ao Egito, não é de todo claro que qualquer regime após Mubarak, ou que surja no horizonte, seja melhor do que Mubarak foi. Mas a

que tínhamos com nosso dinheiro no Egito sob Mubarak? Tínhamos paz em uma parte do mundo onde a paz não pode ser tida como certa – e uma parte do mundo a partir do qual o óleo fornece a essência econômica da civilização ocidental. Mas não podíamos deixá-lo em paz. Agora estamos pagando o preço. A ideia de que ao derrubar um governo insatisfatório, podemos esperar um governo melhor a seguir, remonta pelo menos ao presidente Woodrow Wilson. Sua intervenção na Primeira Guerra Mundial – uma guerra "para tornar o mundo seguro para a democracia" – acabou por resultar n a substituição de antigas monarquias por governos muito piores e totalitários.

A

s intervenções de Barack Obama no Oriente Médio têm conseguido substituir

THOMAS SOWELL

déspotas estáveis e neutros, no Egito e na Líbia, por déspotas antiocidentais e pelo caos. Esse é o preço de perseguir miragens ideológicas. Após contribuir para a ascensão da Irmandade Muçulmana ao poder, com as consequências desastrosas disso, a administração Obama está agora repreendendo publicamente líderes egípcios e tentando microgerenciá-los a partir de milhares de quilômetros de distância. E alguns conservadores estão se juntando ao coro quixotesco, brincando com fogo. THOMAS SOWELL É ECONOMISTA, AUTOR DE VÁRIOS LIVROS, ARTIGOS E ENSAIOS, E SENIOR FELLOW NO HOOVER INSTITUTE, EM STANFORD, CALIFÓRNIA. TRADUÇÃO: MARIA JÚLIA FERRAZ PUBLICADO POR WWW.MIDIAAMAIS.COM.BR


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José

Dirceu agora só circula de carro blindado e acompanhado de três seguranças: tem receio de ser sequestrado.

gibaum@gibaum.com.br

2 “É tão distante o DOI-Codi da embaixada brasileira lá em La Paz como é distante o Céu do Inferno.”

DILMA ROUSSEFF // rebatendo denúncia do diplomata Eduardo Saboia sobre cubículo onde estava o boliviano Roger Pinto Molina.

Fotos: Paula Lima

Nos corredores do Itamaraty, corre outra versão sobre a fuga do senador Roger Pinto Molina. O advogado Fernando Tiburcio não teria coragem de trazer o boliviano se não tivesse apoio palaciano. Tiburcio teria contado com a ajuda de Sigmaringa Seixas, cotado no passado para a Casa Civil de Lula e até para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Sigmaringa tem relações estreitas com Lula, sempre militou na defesa de diretos humanos e Tiburcio teria atuado com respaldo do próprio Patriota, que queria mesmo ir para a ONU.

PARA COMPARAR Em rodas de grandes empresários, que continuam se queixando de falta de diálogo entre o governo Dilma e o setor produtivo, quase sempre são feitas comparações entre ministros de Dilma e ministros dos tempos de Lula. O ex-presidente, em seus anos de poder, colocou Roberto Rodrigues na Agricultura, Luiz Fernando Furlan no Desenvolvimento Econômico e Henrique Meirelles no Banco Central. Dilma escalou um funcionário de carreira para o BC (Alexandre Tombini), políticos do PMDB (Wagner Rossi, Mendes Ribeiro e Antonio Andrade) na Agricultura e no Desenvolvimento, um petista ex-guerrilheiro, Fernando Pimentel.

Novas alianças Ex-secretário do governo paulista em administrações anteriores do próprio Geraldo Alckmin, João Carlos Meirelles, que tem gabinete no Palácio dos Bandeirantes e é uma das raras figuras de confiança do governador paulista, acha que o mais importante, nessa fase de précampanha de reeleição, é acertar alianças. Acredita que até o PMDB poderia ser um aliado porque, em todo o interior do Estado, prefeitos peemedebistas não estão dispostos a marchar com Paulo Skaf. Para negociar, há os cargos de vice-governador e eventualmente, de senador. Se Serra topar, contudo, a vaga do PSDB para disputar o Senado, será dele.

QUILOS A MAIS No começo do ano, a presidente Dilma Rousseff chamou sua costureira de Porto Alegre, Luisa Stadtlander e pediu que ela alargasse algumas de suas roupas preferidas. Ela convenceu a Chefe do Governo que melhor seria providenciar novo guardaroupa, deixando os conjuntos apertados no armário, que “incentivariam um regime”. Dilma topou, logo depois chegaram as novas roupas e agora, essas também começaram a apertar. A presidente viajou muito, largou a dieta só de proteínas e – quem diria – engordou oito quilos, o que é muito para sua estatura.

Caetano Veloso resolveu apresentar, de novo, seu show Abraçaço, em São Paulo, no Espaço das Américas e no Rio, no Vivo Rio, para a gravação de DVD, que pretende lançar antes do final do ano, com direito a muitos amigos – e especialmente amigas – na platéia das duas cidades. Nas duas apresentações, entre tantas confessadas fãs do baiano, da esquerda para a direita, Regina Casé, Amora Mautner, que será a diretora de Jóia Rara (substituirá Flor do Caribe), a artista plástica Adriana Varejão, Gal Costa (hoje, ela se considera “uma paulistana adotada”) e a bonita Priscila Vitorassi, namorada de Marcos Frota, atração especial dos fotógrafos presentes.

Na platéia de Caetano

Quando garante que o Brasil enfrenta “uma mini-crise”, os grandes empresários não levam o ministro Guido Mantega, da Fazenda, a sério. Quando ele pede apoio dos banqueiros no financiamento do programa de concessões do governo de Dilma Rousseff, os poderosos da banca é que garantem sua participação – só que com um pé (ou os dois) atrás. Nove entre dez analistas acham que os investidores sumiram e o país está mais vulnerável por uma série de erros cometidos na política econômica. A política fiscal perdeu grande parte de sua credibilidade, houve abuso do recurso do Tesouro se endividar para transferir aos bancos públicos e até para se falar em divida liquida se usou um festival de truques e malabarismos.

e também de ser alvo de agressões em público. Seus médicos acham que ele atravessa um período delicado.

Menos ministérios Eduardo Cunha, líder do PMDB na Câmara, acaba de apresentar uma PEC para reduzir a quantidade de ministérios do governo, estabelecendo um teto de 20 Pastas. Hoje, são 39, ou seja, é uma redução de praticamente 50%. Argumento dele: “Temos de sinalizar para a sociedade que o gasto público com a máquina administrativa terá limite”. Cunha tem suficiente poder na Câmara para aprovar a PEC que conta com o apelo popular. Dilma, que não suporta o parlamentar, já mandou Ideli Salvatti, das Relações Institucionais, entrar em campo.

QUASE FREIRA Na madrugada, no programa Gabi Quase Proibida, Daniela Mercury garantiu que teve poucas relações com mulheres e que seus relacionamentos mais longos foram com homens. E disse ainda que, numa época de sua vida, ficou na dúvida entre virar freira e fazer sexo pela primeira vez, chegando a permanecer um tempo num convento.

Com um pé atrás

MISTURA FINA PELA PRIMEIRA vez, uma auditoria preventiva é solicitada por um gestor público: a três meses do final de sua gestão na presidência do Tribunal Superior Eleitoral, a ministra Carmen Lucia já arruma as gavetas e pediu ao ministro Augusto Nardes, presidente do TCU, que investigue todos seus atos e contratos naquele posto. O grupo que fará essa inédita auditoria terá carta branca da ministra para acessar contratos, licitações e acordos feitos pela TSE.

EX-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que renunciou debaixo de uma série de denúncias e foi morar em Miami, onde tem uma mansão, já faz diálise três vezes por semana. E está na fila para fazer um transplante de rim. Até hoje, José Maria Marin, que o substituiu na presidência da CBF, mantém uma consultoria com Teixeira, estimada em US$ 50 mil.

Estilo Cicciolina

A australiana e angel Miranda Kerr, 30 anos, casada com o ator Orlando Bloom, é a atração da nova V Magazine, onde protagoniza um ensaio no estilo de Cicciolina (destaque), atriz pornô da Itália que, sempre exibindo o busto e com flores na cabeça, chegou ao parlamento italiano em 1987. Miranda é a 10ª modelo mais bem paga do mundo (US$ 3,5 milhões/ano) e Cicciolina , aos 61 anos, acaba de lançar sua biografia e defende agora seu novo partido, o DNA – Democracia, Natureza e Amor.

Grande família Há quem garanta que a designação de Antonio Patriota para chefiar a missão do Brasil na ONU foi devidamente ajeitada na conversa com o ex-chanceler e ministro da Defesa, Celso Amorim. O próprio Patriota nomeou o irmão Guilherme, que foi assessor de Marco Aurélio Garcia, para o segundo cargo mais importante da missão brasileira na ONU e, de quebra, também a mulher dele, Erica, que virou conselheira para trabalhar com o marido. Patriota também ficará mais perto de sua mulher, a americana Tania Cooper, que trabalha no Fundo de Populações da ONU. Ela é filha do famoso Charles Cooper, da contra-inteligência dos Estados Unidos.

/ IN

Estampa tipo vitral de igreja.

/

Outra versão

MAIS:

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Estampa com motivos florais.

Jurandoinocência Na primeira entrevista dada pela ministrachefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, sobre o caso de seu assessor acusado de pedofilia, Eduardo Gaievski (PT), a uma radialista de Curitiba, ela se colocou na condição de vitima dele. Para Gleisi, Gaievski teria se infiltrado sorrateiramente no governo, burlando controles da Abin e do Gabinete de Segurança Institucional, que não descobriram nada irregular na vida dele. Não é bem assim: desde 2010, Gaievski é dono de robusta ficha policial e, se consultados, há vários canais que apresentam informações sobre seus inquéritos não só de exploração sexual, mas de outros delitos, inclusive corrupção. Na Certidão Positiva da comarca de Realeza, inclusive, há uma festa de delitos do assessor.

ESTA SEMANA, o craque Neymar, em vídeo postado na internet, cantou Que se chama amor, sucesso do grupo Só Pra Contrariar nos anos 90, para mandar mensagem de saudades para a namorada Bruna Marquezine, que terá um dos principais papéis na próxima novela Em Família, de Manoel Carlos. Será Helena na adolescência e depois, Luiza filha da mesma Helena já adulta, vivida por Julia Lemmertz.

O VEREADOR Netinho de Paula (PCdoB-SP) está tentando, junto a Record e mesmo Rede TV!, retomar seu programa de televisão, que fazia sucesso no passado com o quadro Dia de Princesa. Quer permanecer no ar até o período permitido em ano eleitoral e disputar uma cadeira na Câmara Federal em 2014. Para a Câmara Municipal de São Paulo, teve grande votação.

TATÁ Werneck, a Valdirene de Amor à Vida, é a nova garotapropaganda da sul-africana Aspen Pharma, farmacêutica e fabricante de suplementos fitoterápicos. Vai estrelar, de cara, uma comercial do produto Alcachofra, bom para auxiliar a digestão e colaborar na área intestinal. O slogan – e dito por ela – não pode ser mais divertido: “Tô podendo, tô levinha e você?”.

Colaboração:

Paula Rodrigues / Alexandre Favero

quinta-feira, 29 de agosto de 2013


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

5 EXPULSÃO O diretório municipal do PSDB de São Paulo aprovou ontem em votação, por unanimidade, a expulsão do deputado federal Walter Feldman - um dos principais articuladores da criação da Rede Sustentabilidade, partido que a ex-ministra Marina Silva tenta registrar no Tribunal Superior Eleitoral.

olítica

Inserção partidária do PT que começou a ser veiculada por emissoras de televisão ontem à noite investiu na narrativa de que só por meio da política podem-se promover mudanças: "Acredite na política". O vídeo, de forte apelo emocional, exibiu imagens dos protestos que se espalharam pelo País em junho intercaladas com cenas de Lula, Dilma Rousseff, Martin Luther King, Fidel Castro e Nelson Mandela. Enquanto isso, a inacreditável política externa do governo petista ganhou mais um dia de glórias. Dilma ligou para Evo Morales para avisar que demitiu e já tem um novo ministro das Relações Exteriores. Durante a posse, Figueiredo, o novo chanceler, fez agradecimentos a Lula.

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Palácio do Planalto confirmou que a presidente Dilma Rousseff telefonou ontem para o presidente da Bolívia, Evo Morales, depois de dar posse ao novo chanceler das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo. A conversa teria ocorrido às 15 horas, quando Dilma estava no Palácio da Alvorada, e durado cerca de cinco minutos. No telefonema, Dilma disse a Morales que trocou o chanceler, sinalizando que já tomou providências sérias por causa do que ela mesmo considerou como um "grave episódio". Dilma e Morales combinaram de falar mais sobre o caso hoje, em Paramaribo, no

Joel Rodrigues/ EC

Suriname, onde ocorrerá a reunião da União de Nações Sul-Americanas (Unasul). SALVE PATRIOTA Em cerimônia pouco concorrida politicamente, mas que deixou claro o forte espírito de corpo que move o Itamaraty, a presidente empossou o embaixador Luiz Alberto Figueiredo em substituição a Antônio Patriota – que deixou o cargo de ministro depois de ser responsabilizado pela fuga da embaixada brasileira em La Paz, do senador boliviano Roger Pinto Molina. Em rápido discurso, Dilma evitou citar diretamente o episódio, mas ressaltou que o Brasil não interfere na vida dos outros países.

Joel Rodrigues/ EC

Presidente Dilma dá posse ao novo ministro das Relações Exteriores

Patriota, no entanto, foi nacionalidade, adotamos rigomais claro ao dizer que episó- roso conceito de não-intervendios como este da quebra de ção e só aprovamos ações exhierarquia não podem voltar a cepcionais em defesa da preacontecer e foi aplaudido por servação de vidas humanas, se quase um minuto, de pé, pelos passarem pelo devido escrutídiplomatas presentes. nio e se tiverem o amparo da Em seu discurso, Figueiredo ONU; defendemos soluções neelogiou Patriota, agradeceu ao gociadas para crises externas e ex-presidente Lula por tê-lo no- internas; propugnamos pelo meado embaixador e afirmou respeito e soberania de todos que pretende os povos; postutornar o Itamaralamos a demoty "cada vez mais cracia como saíútil e arejado" paA maior de nossas da para as crises ra o governo. políticas; perseprioridades é a guimos a prática integração PRIORIDADE de relações coregional, Dilma fez merciais justas e questão de éticas". principalmente exaltar as boas O Brasil recocom nossos relações que nhece o erro do vizinhos da mantém e quer diplomata ao reAmérica do Sul. continuar mantirar o senador tendo com os da Bolívia, mas DILMA ROUSSEFF " 1 2 p a í s e s i rtambém internamãos latino-americanos", mente repudia a demora de lembrando que todos eles são Morales em conceder um salvo"iguais em direitos e merece- conduto ao senador. dores do mesmo respeito". "A Dilma "fez questão de elomaior de nossas prioridades é giar Patriota e dizer que o País a integração regional, princi- "não pode e não quer prescinpalmente com os vizinhos da dir de sua experiência, de seu América do Sul. " conhecimento e do respeito Em seguida, Dilma passou a que desfruta como diplomata". listar princípios que considera E citou a participação imporfundamentais para a política tante do seu sucessor, Figueiexterna brasileira: "não interfe- redo, na Conferência do Clima, rimos na vida dos outros países; salientando que ele "é reconão colocamos a vida de quem nhecido por sua formação e caquer que seja, em risco, cida- pacidade como embaixador, dãos brasileiros ou de qualquer como negociador". (Agências)

Evo Morales: 'É importante devolver Roger Pinto à Justiça boliviana'.

Evo exige senador de volta. Ele está nas mãos de Dilma.

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presidente da Bolívia, Evo Morales, fez ontem sua primeira manifestação pública sobre a crise diplomática que provocou a queda do ministro brasileiro das Relações Exteriores, Antonio Patriota. "É importante devolver Roger Pinto à Justiça boliviana para que ele seja julgado como qualquer autoridade que está envolvida em casos de corrupção", disse Morales.

Segundo Lauro Jardim, colunista da revista Veja, Dilma decidiu que o senador Pinto fica no Brasil. Sua fuga para o Brasil, no fim de semana, foi coordenada pelo diplomata brasileiro Eduardo Saboia, que atuava como encarregado de negócios, espécie de embaixador interino. A ação foi considerada "forte quebra de hierarquia" e causou a demissão de Patriota. (Agências)


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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O sistema político brasileiro faz o contrário: reprime o bem e potencializa o mal. Roberto Barroso, ministro do Supremo Tribunal Federal

olítica

Câmara livra Donadon, mas... A Câmara rejeitou ontem, em votação secreta, a cassação do mandato do deputado federal Natan Donadon (sem partido-RO). O ex-peemedebista está preso desde 28 de junho na Papuda, em Brasília, onde cumpre pena de 13 anos imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por peculato e formação de quadrilha. 233 deputados votaram pela cassação, número insuficiente para a perda do mandato, que exige 257 votos. Outros 131 votaram pela manutenção do mandato e 41 se abstiveram. Após a votação, o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), afirmou que o deputado se-

rá afastado por causa da condenação pelo STF e convocou o suplente, o ex-ministro da Previdência e ex-senador Amir Lando (PMDB-RO). Em julho, a Mesa Diretora já tinha suspendido as prerrogativas de Donadon. O resultado representa uma afronta ao STF e um prenúncio da resistência que a Casa deverá ter em cassar o mandato dos quatro deputados condenados no processo do Mensalão. Até a tarde de ontem, líderes governistas e de oposição apostavam na cassação. Os discursos foram unânimes a favor da perda do mandato, mas, na votação, secreta tudo se inverteu. A ausência de 108 deputados no dia que tradicionalmente há o maior quórum também beneficiou Donadon. Presente no plenário, ele reagiu com um grito de "não acredito!" antes de ser levado de volta à Papuda. Diante do resultado, Henrique Alves disse que não irá mais realizar votações secretas para perda de mandato. (Agências)

Versão cubana para o envio de médicos Granma: eles estão no Brasil para oferecer seus serviços por solidariedade e amor. Reprodução DC

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s médicos cubanos estão no Brasil para oferecer seus serviços por solidariedade e amor à vida." É com estas palavras atribuídas a Marcia Cobas, vice-ministra da Saúde de Cuba, que o jornal oficial cubano, o Ganma, iniciou sua reportagem de capa sobre o assunto. Segundo Marcia, os 400 médicos presentes em Brasília, Fortaleza, Recife e Salvador têm mais de 16 anos de experiência, cumpriram missões em outros países e chegaram ao Brasil para levar seus conhecimentos e contribuir para a melhoria da saúde da população. "Cuba não exporta médicos, Cuba exporta serviços de saúde e agora ofereceremos nossa solidariedade e amor aos irmãos brasileiros", completou a vice-ministra. Por aqui, a presidente Dilma Rousseff disse ontem haver "imenso preconceito" contra os cubanos. Segundo ela, eles vêm para o Mais Médicos, com "estatuto próprio", e foi feito um acordo com a OPA (Organização Panamericana de Saúde). Seguindo a presidente, o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria Geral) afirmou que os cubanos deveriam "ser recebidos de

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Reprodução da capa do jornal oficial do Partido Comunista de Cuba de terça-feira.

braços abertos" e não enfrentar vaias, como no Ceará. Segundo Dilma, os cubanos "estão vindo para trabalhar onde os médicos daqui não querem trabalhar, que são as regiões da Amazônia, do interior e as periferias das regiões metropolitanas." Quanto aos salários dos cubanos, Dilma afirmou que Cuba tem "estatuto próprio" e que, segundo a OPA, uma parte do salário eles recebem aqui e que o salário que eles recebiam em

Cuba continuará sendo pago às suas famílias. O valor pago aos médicos estrangeiros, explicou Dilma, é uma "bolsa de R$ 10 mil mais ajuda de custo". Já, "no meio da selva", a ajuda será de R$ 30 mil e no semiárido, em áreas mais remotas e com precárias condições de vida, R$ 20 mil. No caso dos cubanos, o mesmo valor mensal de R$ 10 mil será pago à Cuba, que fará a distribuição da verba a seu critério. (Folhapress)

STF altera multa de Marcos Valério para R$ 3 milhões Joel Rodrigues/ EC

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) já analisaram e rejeitaram 17 recursos dos réus do Mensalão

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julgamento dos recursos do processo do Mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF) foi marcado ontem pelo entendimento a respeito da multa a ser aplicada contra o publicitário Marcos Valério e a rejeição dos embargos declaratórios apresentados pelo ex-presidente do PT José Genoino e pelo ex-líder do PP na Câmara, deputado Pedro Henry (MT). Uma nova sessão está marcada para hoje. Os ministros chegaram a um consenso sobre o valor a ser fixado para as multas contra Marcos Valério, tido como um dos operadores do Mensalão: R$ 3 milhões. A dúvida sobre a soma das multas surgiu após os advogados de Valério constatarem que no acórdão (documento com o resumo do julgamento) estava prevista a cifra de R$ 3,2 milhões e durante julgamento foi proferido um valor de R$ 2,7 milhões. No início da sessão de ontem, o ministro Ricardo Lewandowski, autor do voto vencedor sobre a pena aplicada a Valério, argumentou que um erro material foi a origem do surgimento dos valores diferentes. "Sugeri 93 dias multa para ambos os crimes conforme cálculos

Rodrigo Clemente/ O Tempo/ EC

detalhados", disse o ministro. O dia-multa deve ter como base dez salários mínimos. Com esse entendimento, o valor final ficou em R$ 3,06 milhões. Durante a discussão do tema, os ministros não avaliaram, entretanto, os possíveis impactos da decisão nas condenações preferidas contra Cristiano Paz e Ramon Hollerbach, ex-sócios de Valério. Os ministros também mantiveram as penas aplicadas ao expresidente do PT, o deputado federal José Genoino, (leia mais em matéria abaixo). Os últimos recursos a serem analisados ontem foram os do ex-líder do PP na Câmara, Pedro Henry. De acordo com o Ministério Público ele participou das negociações que acarretaram no repasse de ao menos R$ 3 milhões do "valerioduto" ao PP. Henry também teria utilizado a corretora Bônus Banval para distribuir o dinheiro. Ele foi condenado a 7 anos e 2 meses mais pagamento de multa (R$ 932 mil) pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Dirceu e João Paulo –Hoje, devem ser analisados os recursos apresentados pelo ex-sócio de Valério, Cristiano

Valério pagará um pouco menos Paz; do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato e do exdeputado Pedro Corrêa. Mas os nomes do ex-ministro José Dirceu e do deputado João Paulo Cunha (PT-SP) também estão incluídos na previsão para o julgamento de hoje. Não é possível saber se haverá tempo para julgar todos os recursos previstos. Até agora o STF julgou 17 recursos dos 25 condenados da primeira fase do maior julgamento da história do Supremo. Somente três foram parcialmente aceitos, mas sem redução nas penas de prisão. (Estadão Conteúdo)

Ministro lamenta condenar Genoino E ressalta que o sistema político brasileiro é um perverso indutor de irregularidades

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pesar de ter mantido a pena do ex-presidente do PT José Genoino por participação no Mensalão, o julgamento do recurso dele, ontem no Supremo Tribunal Federal (STF), foi marcado por uma honrosa homenagem feita pelo novo ministro Luís Roberto Barroso. Barroso acompanhou o voto do presidente do STF e relator do processo, Joaquim Barbosa, contra os embargos, mas disse "lamentar" ter de condenar um homem que lutou pela democracia, "que participou ativamente da reconstrução democrática do País, que leva uma vida comprovadamente modesta e jamais lucrou financeiramente com a política". O ministro prosseguiu dizendo que no País "temos um sistema político perverso e indutor de irregularidades". Com a palavra, a ministra Cármen Lúcia ponderou que foram julgados os fatos e não a história dos réus. E Joaquim Barbosa emendou: "É irrelevante o destino dado ao dinheiro do Mensalão". Balcão de negócios – Para Barroso, o sistema político brasileiro "induz" a criminalidade. Ele elencou as causas dos "desvios": "loteamento de cargos públicos, drenagem de recursos para eleições, emendas orçamentárias que beneficiam empresas de fachada que repassam verba para o bolso ou partido, licitações su-

Zeca Ribeiro/ Ag.Câmara

José Genoino foi homenageado ontem pelo ministro Roberto Barroso perfaturadas, subfaturas ou cartelizadas, venda de penduricalhos em medidas provisórias para atender a interesses que não se saem bem no deba-

Lamento condenar um homem que leva uma vida comprovadamente modesta e jamais lucrou financeiramente com a política. LUÍS ROBERTO BARROSO te público". Segundo ele, os parlamentares transformaram o Congresso num "balcão de negócios". "Essa é a dura realidade: um modelo político que o interesse público fre-

quentemente precisa ser comprado", concluiu. "O papel do processo civilizatório é reprimir o que há de ruim e potencializar o bem. O sistema político brasileiro faz o contrário: reprime o bem e potencializa o mal. Precisamos não de uma agenda política, mas de uma agenda patriótica para desfazer essa armadilha histórica que nos manterá atrasado, girando em círculos, incapazes de dar um salto moral para fora do pântano", afirmou. Genoino foi condenado a 6 anos e 11 meses, além de multa de R$ 468 mil, pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha. Segundo o STF, ele participou das negociações com partidos beneficiados pelo esquema e com bancos que emprestaram dinheiro que financiou o Mensalão. (Folhapress)


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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Os EUA relembraram os 50 anos da "Marcha sobre Washington pelos direitos civis" com uma grande festa na capital.

Francis Miller/L

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Jason Reed/Reuters

Canções de ontem e de hoje; discursos de Obama e de Luther King: veja e ouça os vídeos em www.dcomercio.com.br

À espera de um bombardeio, sírios cruzam a fronteira

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Gary Cameron/Reuters

"Eu tenho um sonho"

nternacional

Enquanto as forças ocidenciais não disparam os primeiros tiros contra a Síria, a população já começa um penoso êxodo em direção aos países vizinhos. E estoca água e comida. O uso de armas químicas não é mais dúvida, mas os EUA precisam do aval da ONU...

Azad Lashkari/Reuters

ONU: impasse no Conselho de Segurança

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A longa fila de acampamentos de refugiados na fronteira do Iraque traduz o clima de apreensão que reina na Síria Mohamed Abdullah/Reuters

Missão continua perícia

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Peritos da ONU em visita à Síria se protegem com máscaras contra gás

600, talvez mil, talvez mais de mil pessoas", afirmou ele. Lakhdar Brahimi descartou, no entanto, qualquer ação militar em resposta a esse massacre sem uma prévia aprovação do Conselho de Segurança da ONU. (Agências)

Uma manifestação no centro de Londres pediu "proteção aos civis", ontem.

s especialistas em armas químicas da Organização das Nações Unidas (ONU) recolheram ontem amostras de várias vítimas do suposto ataque com gás venenoso ocorrido na semana passada nas proximidades de Damasco. Cobertos eles próprios com máscaras de gás, em mais um dia de trabalho, eles visitaram os subúrbios de Mleeha e Zamalka,entraram em clínicas e coletaram sangue, urina, amostras de cabelo e fragmentos de pele das vítimas. De acordo com esses peritos, já não há mais dúvidas de que o regime sírio recorreu a armas de destruição em massa contra a população, opinião que também dividem as principais potências do mundo ocidental. Ainda assim, o enviado especial da ONU e da Liga Árabe para a Síria, Lakhdar Brahimi, pediu mais quatro dias para que a missão da ONU possa concluir o seu relatório.(AE)

s cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU não conseguiram chegar a um acordo, ontem, sobre uma resolução proposta pelo Reino Unido, que autorizaria o uso de força militar na Síria. O governo britânico apresentou a proposta no momento em que cresce o apoio entre os aliados ocidentais por um ataque na Síria. Os membros permanentes do conselho são China, França, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos. Caso o esboço de resolução seja colocado em votação, ele deve ser vetado por Rússia e China, que já bloquearam tentativas anteriores de aplicar sanções ao governo do presidente Bashar Assad. Segundo o vice-chanceler russo Vladimir Titov, o Conselho de Segurança da ONU deve aguardar o relatório dos inspetores da ONU antes de considerar uma resposta. Um porta-voz do primeiroministro David Cameron disse em Londres que o esboço britânico autorizaria "todas as medidas necessárias sob o Capítulo 7 da Carta da ONU para proteger civis de armas químicas". "Sempre dissemos que queremos que o Conselho de Segurança da ONU esteja à altura de suas responsabilidades na Síria. Hoje tem a oportunidade de fazer isto", afirmou o porta-voz . O Capítulo 7 permite o uso das forças armadas internacionais para apoiar decisões da ONU.(EFE)

Ataques no Iraque fazem 70 mortos Reuters

Olivia Harris/Reuters

iminência de um revide militar por parte das potências ocidentais contra o suposto uso de gás sarin pelo regime de Bashar Assad está colocando a população síria em estado de prontidão. Nas últimas 24 horas, pelo menos 6 mil pessoas seguiram em direção ao Líbano, através da passagem de fronteira Masnaa, quando, normalmente, este número se mantém entre 500 e 1.000 pessoas. O Iraque também é destino dos refugiados sírios. Desde ontem, o estoque de suprimentos de água e comida já começou em Damasco, enquanto alguns moradores já decidiram abandonar imóveis que se localizam perto de potenciais alvos. Enquanto esta resposta militar ainda não chega, os EUA continuam fazendo o planejamento de um bombardeamento aéreo multinacional contra a Síria, uma vez que o presidente Barack Obama já formalizou sua convicção de que o governo sírio realmente usou armas de destruição em massa contra a população civil de seu país, matando centenas de pessoas. Obama disse que especialistas norte-americanos analisaram as evidências disponíveis e não acreditam que grupos de oposição ao governo tenham obtido armas químicas ou desenvolvido meios para utilizá-las. Apesar da acusação, o presidente norte-americano declarou que ainda não decidiu como os EUA reagirão. Nos últimos dias, Washington tem elevado o tom contra a Síria e não descarta a possibilidade de um ataque unilateral, mesmo sem o aval da ONU ou o apoio de seus aliados. SINAIS -Em conversa com jornalistas, Lakhdar Brahimi, o env i a d o e s p ecial da ONU e da Liga Árabe para a Síria, afirmou que existem claros sinais de que algum tipo de coquetel químico foi usado no país, fazendo numerosas vítimas: "Em relação ao que aconteceu em 21 de agosto, parece que algum tipo de substância foi usada para matar muitas pessoas: centenas, definitivamente mais de uma centena, algumas pessoas falam em 300, outras dizem

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ma série de ataques no Iraque deixou 70 mortos e dezenas de feridos ontem, segundo autoridades. Na região da capital Bagdá, ofensivas com bombas atingiram áreas habitadas por muçulmanos xiitas, quando os moradores estavam nas ruas fazendo compras ou a caminho do trabalho. Esta série de ataques no Iraque levou o governo a decretar "alerta máximo" no caso de uma possível invasão do Ocidente na vizinha Síria. As bombas foram colocadas em carros ou acionadas em ataques suicidas. Entre os alvos estavam estacionamentos, mercados ao ar livre e restaurantes em bairros

Bairros predominantemente xiitas foram alvos preferenciais dos atentados predominantemente xiitas de Bagda. Um comboio militar também foi atingido ao Sul da capital.

Nenhum grupo reivindicou até agora a responsabilidade por estes ataques. (AE)


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Blecaute atinge estados do Nordeste

Corte de energia atingiu todos os estados da região e provocou transtornos para a população. Segundo governo federal, apagão foi provocado por queimada no Piauí.

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SALVADOR

Iracema Chequer/A Tarde

Guga Matos/Estadão Conteúdo

RECIFE

No Recife, comerciante apela para uso de velas em sua loja.

Em Salvador, aeroporto ficou às escuras durante o apagão.

ARACAJU

NATAL

Alex Regis/Tribuna do Norte

Jorge Henrique/Estadão Conteúdo

Na capital sergipana, até as bombas de gasolina deixaram de funcionar.

Trânsito ficou completamente engarrafado na cidade de Natal

Em janeiro, Dilma descartou apagões.

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m 23 de janeiro deste ano, a presidente Dilma Rousseff foi à TV para negar qualquer risco de apagão e atacar quem é "do contra". Durante pronunciamento em cadeia nacional, ela falou que o País não seria atingido por previsões "alarmistas" e foi categórica ao dizer que não havia risco de desabasteci-

mento, da mesma forma que afirmou que o PIB cresceria de maneira substancial em 2012 – o que não ocorreu. A presidente disse que a entrada em operação de novas usinas e a viabilização de linhas de transmissão iriam permitir um aumento de mais de 7% da produção de energia. Aos críticos, emendou: "o

Brasil não deixou de produzir um único quilowatt do que precisava e agora, com a volta das chuvas, as térmicas voltarão a ser menos exigidas". Dilma aproveitou ainda para lembrar que, graças a mudanças realizadas em 2004, quando era titular do Ministério de Minas e Energia, foi possível garantir investimentos que,

VRUMMM!!!

hoje, tornam possível afastar o risco de racionamento, ocorrido durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). "Nosso sistema é hoje um dos mais seguros do mundo porque, entre outras coisas, temos fontes diversas de produção de energia, o que não ocorre, aliás, na maioria dos países." (Agências)

DESABAMENTO

U Ó RBITA

PROTESTO J. Duran Machfee/Estadão Conteúdo

região Nordeste so- maram, na semana passada, freu ontem um ble- que os reservatórios das hicaute de grandes drelétricas brasileiras estão, proporções provoca- em geral, em níveis que não do por uma queimada no Piauí, geram preocupações. Mas que levou ao desligamento de alertaram que o Nordeste neduas linhas de transmissão e ao cessita atenção, já que as recorte de 10.900 megawatts presas estão em níveis baixos (MW) de carga de energia, in- e existe limitação para exporformou o Operador Nacional do tar energia de outras áreas do Sistema Elétrico (ONS). País para a região, onde o conA interrupção do forneci- sumo continua crescendo. mento de eletricidade, iniciaCopa – A mitigação dos risda por volta das 15h e que só cos na oferta de energia ganha começou a ser normalizada no mais importância com a expoinício da noite, afetou áreas de sição externa que o Brasil terá todos os estados do Nordeste ao sediar a Copa do Mundo de – Pernambuco, Bahia, Rio 2014 e os Jogos Olímpicos de Grande do Norte, Piauí, Ala- 2016. No ano passado, pelo goas, Ceará, Paraíba, Sergipe menos seis apagões de enere Maranhão –, no primeiro gia de maior porte ocorreram grande apagão a atingir o País no Brasil, todos eles no seguneste ano. do semestre e a maioria por "Queimada provoca esse ti- ocorrências na área de transp o d e d e s l i g amissão. Quase mento. Isso já todos afetaram a aconteceu outras região Nordeste. Queimada vezes no Brasil e As sucessivas no mundo inteiprovoca esse tipo quedas de enerro", desculpou-se de desligamento. gia levantaram o ministro de MiIsso já aconteceu dúvidas sobre a nas e Energia, Edisegurança do sisoutras vezes no son Lobão. tema elétrico braBrasil e no O O N S i n f o rsileiro, área em mou, por meio de que a presidente mundo inteiro. nota, que às Dilma Rousseff EDISON LOBÃO, MINISTRO 14h58 ocorreu o deu início à sua desligamento da trajetória ao Palálinha de transmissão de 500 cio do Planalto. Autoridades do kV Ribeiro Gonçalves-São governo têm afirmado repetiJoão do Piauí (circuito 2), da damente que o sistema elétrico IENNE, empresa controlada brasileiro é seguro. pela espanhola Isolux, devido Transtornos – Em Salvador, ao calor da queimada. em apenas uma rua no bairro A segunda linha Ribeiro Gon- da Pituba, região nobre da ciçalves-São João do Piauí (circui- dade, cinco prédios registrato 1), da Taesa, controlada pela vam pessoas presas nos eleCemig, também foi desligada vadores. No Piauí, o apagão às 15h08, devido à queimada. afetou todos os 224 municíCom isso, houve perda de sin- p i o s n o E s t a d o , c a u s a n d o cronismo do sistema. transtornos principalmente "Com isso, todo o Nordeste nos hospitais e trânsito. ficou separado do restante do Em Fortaleza, o blecaute afesistema interligado", disse o tou o funcionamento da sinalidiretor-geral do ONS, Hermes zação de trânsito e causou enChipp. Segundo ele, a queima- garrafamentos. Um hospital da foi espontânea, o que é nor- particular suspendeu o atendimal nessa época do ano. mento de emergência em caFontes do setor elétrico afir- sos mais simples. (Agências)

SUPER MÁQUINAS – Veículos que competem no Mundial de Endurance – incluindo as lendárias 24 Horas de Le Mans – fizeram ontem uma carreata na Avenida Paulista. Com a participação de Bruno Senna e Nicolas Prost, respectivamente sobrinho de Ayrton Senna e filho de Alain Prost, a fila foi puxada pelo ex-piloto de Fórmula 1 Emerson Fittipaldi.

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m grupo de cerca de 50 pessoas, formado por proprietários e funcionários do comércio da região de Pinheiros, zona oeste, protestou ontem à tarde contra as obras do metrô feitas no bairro. A manifestação interrompeu o trânsito na pista local da Marginal Pinheiros, por volta das 17h, no sentido da Rodovia Castelo Branco, na altura da Rua Paes Leme. O protesto aconteceu nas proximidades da estação Pinheiros do metrô e de um terminal de ônibus, ambos construídos recentemente. Mais cedo, cerca de 2 mil pessoas realizaram uma manifestação na frente do Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi, para pedir mais moradias à população carente. (Folhapress)

ma planta do prédio que desabou na segundafeira, na zona leste de São Paulo, mostra apenas um andar no imóvel. Segundo a Prefeitura, o documento foi apresentado à administração municipal em um pedido de alvará. Apesar disso, o imóvel, que passava por obras, tinha dois andares que ruíram provocando a morte de oito pessoas e ferindo outras 26. Duas pessoas permanecem desaparecidas. Bombeiros ainda fazem buscas no local. A planta foi apresentada pela arquiteta Rosana Januário Ignácio e aponta a construção de um pavimento com três divisões – três lojas. O pedido de alvará foi indeferido em 27 de maio. Dias depois, ela apresentou um pedido de reconsideração e uma outra planta, de dimensões e especificações diferentes. Embargada, a construção não poderia ter continuado. A Prefeitura diz que vai apurar por que não foi feito um boletim de ocorrência registrando o embargo. (Folhapress)


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Sarau de pífanos

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cultura

Banda de pífanos de caruaru apresenta-se na Série Horizontes Musicais. Polo Brooklin - Quadra. Unidade Brooklin - Emesp. Avenida Padre Antonio José dos Santos, 1019. Tel.: 5041-3650. www.emesp.org.br

Divulgação

João Caldas/Divulgação

Coração Bandoleiro: até que ponto milhões de dólares com uma nova vida?

Prof! Profa!: até que ponto uma sala de aula não é um palco de teatro?

Conflitos hilariantes Sérgio Roveri

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a peça Crimes Delicados, que aborda as artimanhas de um casal da alta sociedade disposto a eliminar a empregada, ou no roteiro do filme Reflexões de um Liquidificador, no qual a personagem da atriz Ana Lúcia Torre utiliza o eletrodoméstico para fazer, literalmente, picadinho do marido, o autor e dramaturgo José Antonio de Souza deu provas de um raro talento para transitar com leveza no sempre arriscado terreno do humor negro. Em Coração Bandoleiro, texto de 1985 que retorna aos palcos pelas mãos do diretor Roberto Lage, Souza volta a lançar mão da comédia para apontar aquela velha nuvem negra que paira insistentemente sobre a sociedade. "Não é em todo lugar que você escreve uma peça

há 25 anos e, quando ela volta à cena, os problemas sociais continuam exatamente os mesmos", diz o autor. "Pelo sim ou pelo não, todos temos que admitir: o Brasil é um país ligeiramente dificílimo". A peça de José Antonio de Souza, na qual Roberto Lage detecta uma impressionante atualidade, mostra o empenho mórbido de Leonora, milionária portadora de grave doença cardíaca, em oferecer um milhão de dólares pelo coração saudável de um jovem doador suicida. Diante da recusa do marido em ajudá-la nesta estranha missão, Leonora resolve procurar Expedito, seu enfermeiro particular e por coincidência pai de Gabriel, jovem que já tentou o suicídio duas vezes por conta de seus problemas com as drogas e a

polícia. Ao aceitar a oferta da milionária, Gabriel deixa claros os temas que a peça pretende abordar: suborno, jogo de interesses, ameaças de morte e violência física e psicológica. O espetáculo, produzido pela companhia Os Compadres Produção Cultural como forma de celebrar um século de história do teatro paulista, traz no elenco os atores Calixto de Inhamuns, Fabiano Geuli, Felipe Ramos, Luciana Ramanzini, Marco Aurélio Campos e Maria do Carmo Soares.

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urante muitos anos, o autor Jean Pierre Dopagne, 61 anos, um dos dramaturgos contemporâneos mais renomados da Bélgica, lecionou literatura na Universidade de Bruxelas. Tradutor conceituado e músico que se aventura com competência pelo cravo e piano, Dopagne recorreu à sua larga experiência acadêmica para escrever o monólogo Prof! Profa!, comédia repleta de tensão e momentos de suspense na que ressalta as inúmeras semelhanças entre uma sala de aula e um palco de teatro. Interpretada pela atriz Jandira Martini e com direção de Celso Nunes, a primeira

Coração BandoleiroEstreia sesta (30). Teatro Cacilda Becker. Rua Tito, 295. Tel.: 38644513. Sexta e sábado, 21h. Domingo, 19h. R$ 20.

Tadeu Brun

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Com molho napolitano, lula e pimenta.

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espetáculo. A construção do texto lança uma série de dúvidas sobre a personagem: seria mesmo ela uma ex-professora ou uma dona de casa que um dia resolveu abandonar as tarefas domésticas? Ou, ainda mais complicado: ela estaria em cena, naquele momento, apenas para fugir das consequências de um crime cometido recentemente em nome da dedicação que ela sempre teve pelo magistério?

Prof! Profa!. Sábado (31). Teatro Teatro do Sesc Ipiranga. Rua Bom Pastor, 822. Tel.: 3340-2000. Sábado, 21h. Domingo, 18h. R$ 30.

Titanium Holdings S.A. CNPJ no 07.131.759/0001-52 - NIRE 35.300.322.134 Ata Sumária das Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária realizadas cumulativamente em 25.4.2013

De mandioquinha ao molho de cogumelos

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Hoje é dia do nhoque da sorte Lúcia Helena de Camargo

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montagem brasileira da peça entra em cartaz neste sábado, (31) no Teatro do Sesc Ipiranga. A personagem do monólogo é uma professora afastada do magistério por motivos que só ficarão claros no decorrer da trama. Sabe-se dela, apenas, que foi formada em uma época de educação mais rigorosa, em que celulares e redes sociais não faziam parte da rotina das escolas. A encenação conta apenas com o vigor do texto e a performance da atriz - não há qualquer recurso cênico que afaste a montagem do clima de uma verdadeira aula dos tempos mais tradicionais. Até as luzes permanecem acesas durante a hora e meia de

hoque - em italiano, gnocchi - é uma bolinha de massa, mais comumente feita de batata e farinha. Mas há variações. Mandioquinha, espinafre, beterraba, rúcula, entre outros ingredientes, podem entrar na composição. Os restaurantes paulistanos, principalmente os italianos, fazem promoções para o dia do nhoque, todo dia 29 de cada mês. A data foi instituída nos anos de 1990. E a origem da tradição é baseada em uma lenda de São Pantaleão, que em um certo dia 29 de dezembro bateu à porta de

uma casa e pediu algo para comer. A família era grande e tinha pouca comida. Mas dividiram com ele seu nhoque, cabendo a cada um sete massinhas. Quando ele foi embora, a família descobriu que embaixo de cada prato havia dinheiro. Por esse motivo é chamado nhoque da fortuna ou da sorte. E o ritual consiste em colocar uma nota debaixo do prato. Comer sete nhoques e depois guardar o dinheiro na carteira até o próximo dia 29, para que se multiplique.

Entre as opções para se comer nhoque na Cidade, há a Cantina do Piero, que oferece sete opções da massa. Entre elas, o gnocchi Della Fortuna, ao molho rosê e cogumelos italianos, que custa R$95,50. O nhoque com molho napolitano, lula e pimenta vermelha é vendido a R$ 68, 50. Ambos servem duas pessoas. Rua Haddock Lobo, 728. Jardim Paulista. Tel.: 3062-9625. http://cantinadopiero.com.br O Così, do chef Renato Carioni, serve o nhoque de mandioquinha ao molho de cogumelos (R$42,50) e ao creme de

parmesão e magret (peito de pato) seco (R$42). Rua Barão de Tatuí, 302. Santa Cecília. Tel: 3826-5088. www.restaurantecosi.com.br No restaurante Spadaccino o destaque é a trilogia de nhoques, com três sabores da massa: abóbora com manteiga e sálvia, batata ao molho pomodoro e rúcula, e de beterraba ao molho gorgonzola. Custa R$40. Cada uma pode ser pedida separadamente. Rua Mourato Coelho, 1267, Pinheiros. Tel.: 3032-8605. www.spadaccino.com.br

Data, Hora, Local : Em 25.4.2013, às 17h, na sede social, Cidade de Deus, Prédio Prata, 4o andar, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06.029-900. Mesa: Presidente: Domingos Figueiredo de Abreu; Secretário: Ariovaldo Pereira. Quórum de Instalação: Totalidade do Capital Social. Presença Legal: Administrador da Sociedade e representante da KPMG Auditores Independentes. Publicações Prévias: Os documentos de que trata o Artigo 133 da Lei no 6.404/76, quais sejam, os Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes, e as Demonstrações Contábeis, relativos ao exercício social findo em 31.12.2012, foram publicados em 11.4.2013, nos jornais “Diário Oficial do Estado de São Paulo”, páginas 10 e 11, e “Diário do Comércio”, páginas 15 e 16. Leitura de Documentos: Os documentos citados no item “Publicações Prévias”, bem como as propostas da Diretoria foram lidos, colocados sobre a mesa e entregues à apreciação do acionista. Edital de Convocação: Dispensada a publicação do Edital de Convocação, de conformidade com o disposto no § 4 o do Art. 124 da Lei n o 6.404/76. Deliberações: Assembleia Geral Extraordinária: aprovada, sem qualquer alteração ou ressalva, a proposta da Diretoria, registrada na Reunião daquele Órgão de 15.4.2013, dispensada sua transcrição, por tratar-se de documento lavrado em livro próprio, para aumentar o capital social no valor de R$34.000.000,00, elevando-o de R$250.000.000,00 para R$284.000.000,00, sem emissão de ações, mediante a capitalização do saldo da conta “Reserva de Capital - Ágio na Emissão de Ações” - R$5.181.061,48; e de parte do saldo das contas “Reserva de Lucros - Reserva Legal” - R$16.394.026,39 e “Reserva de Lucros Estatutária” - R$12.424.912,13, de acordo com o disposto no Parágrafo Primeiro do Artigo 169 da Lei no 6.404/76. Em consequência, a redação do “caput” do Artigo 5 o do Estatuto Social passa a ser a seguinte: “Art. 5 o) O Capital Social é de R$284.000.000,00 (duzentos e oitenta e quatro milhões de reais), dividido em 74.111.924 (setenta e quatro milhões, cento e onze mil, novecentas e vinte e quatro) ações, nominativas-escriturais, sem valor nominal, sendo 37.055.961 (trinta e sete milhões, cinquenta e cinco mil, novecentas e sessenta e uma) ações ordinárias, Classe “A”, e 37.055.963 (trinta e sete milhões, cinquenta e cinco mil, novecentas e sessenta e três) ações ordinárias, Classe “B”, conversíveis em ações preferenciais-resgatáveis.”; Assembleia Geral Ordinária: I) tomaram conhecimento dos Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes, e aprovaram as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2012; II) aprovada a proposta da Diretoria, sem qualquer alteração ou ressalva, registrada na Reunião daquele Órgão de 15.4.2013, dispensada sua transcrição, por tratar-se de documento lavrado em livro próprio, para destinação do lucro líquido do exercício no valor de R$53.595.199,31, conforme segue: R$2.679.759,97 para a conta “Reserva de Lucros - Reserva Legal”; R$50.406.284,95 para a conta “Reserva de Lucros – Estatutária”; e R$509.154,39 para pagamento de Dividendos, o qual deverá ser feito até 31.12.2013; III) reeleitos, para compor a Diretoria da Sociedade, os senhores: DiretorPresidente: Luiz Carlos Trabuco Cappi, brasileiro, casado, bancário, RG 5.284.352-X/SSP-SP, CPF 250.319.028/68; Diretores: Julio de Siqueira Carvalho de Araujo , brasileiro, casado, bancário, RG 55.567.472-1-SSP/SP, CPF 425.327.017/49; Domingos Figueiredo de Abreu , brasileiro, casado, bancário, RG 6.438.883-9/SSP-SP, CPF 942.909.898/53; José Alcides Munhoz , brasileiro, casado, bancário, RG 50.172.182-4/SSP-SP, CPF 064.350.330/72; Aurélio Conrado Boni, brasileiro, casado, bancário, RG 4.661.428-X/SSP-SP, CPF 191.617.008/00; Sérgio Alexandre Figueiredo Clemente, brasileiro, casado, bancário, RG 55.799.633-8/SSP-SP, CPF 373.766.326/20; e Marco Antonio Rossi , brasileiro, casado, bancário, RG 12.529.752-X/ SSP-SP, CPF 015.309.538/55, todos com domicílio na Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06.029-900. Todos terão mandato de 1 (um) ano, estendendo-se até a posse dos Diretores que serão eleitos na Assembleia Geral Ordinária que se realizar no ano de 2014. Os Diretores reeleitos declararam, sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a administração de sociedade mercantil em virtude de condenação criminal; IV) não fixar remuneração aos Administradores da Sociedade, tendo em vista que todos já recebem remuneração pelas funções que exercem no Banco Bradesco S.A., Sociedade de controle comum. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, o senhor Presidente esclareceu que, para as deliberações tomadas o Conselho Fiscal da Companhia não foi ouvido por não se encontrar instalado, e encerrou os trabalhos, lavrando-se a presente Ata, sendo aprovada por todos e assinada. aa) Presidente: Domingos Figueiredo de Abreu; Secretário: Ariovaldo Pereira; Administrador: Domingos Figueiredo de Abreu; Acionistas: Cidade de Deus - Companhia Comercial de Participações e Nova Cidade de Deus Participações S.A., ambas por seu Diretor-Presidente, senhor Lázaro de Mello Brandão; Auditor: Zenko Nakassato. Declaração: Declaro para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. a) Ariovaldo Pereira – Secretário. Certidão - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob número 310.707/13-4, em 19.8.2013. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.


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Logo Logo

Aventura elétrica

www.dcomercio.com.br

E-MX é uma motocicleta elétrica com linhas futuristas projetada pelo designer Umo Masada. A principal característica do modelo é a roda traseira sem aros. www.umomasada.com

C INEMA

J UDÔ Sergio Moraes/Reuters

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Ouro para Rafaela

brasileira Rafaela Silva [foto] conquistou ontem a medalha de ouro no Mundial de Judô, que acontece no Rio. Ela se torna a primeira brasileira a subir ao posto mais alto do pódio na história da competição. Na final da categoria até 57 kg, a brasileira (4ª do mundo) derrotou por ippon a norte-americana Mari Malloy. Na semifinal, a judoca carioca derrotou com um wazari a

francesa Automne Pavia, líder do ranking mundial. No começo de sua caminhada, Rafaela fez uma estreia tranquila contra Hana Carmichael, dos EUA (42ª do mundo). A brasileira avançou para a oitavas de final após conseguir três yukos sobre a americana, que ainda sofreu três punições (shidô). Em sua segunda luta, Rafaela Silva chegou a dar um susto na torcida. Contra a romena

Loredana Ohai (24ª), ela vencia por três punições e acabou sofrendo um yuko. Mas, faltando dez segundos para o final do combate, Rafaela conseguiu um wazari que decretou a sua vitória. Nas quartas de final, a judoca carioca voltou mais concentrada e, sem dar susto na torcida, conseguiu o ippon sobre Nora Gjakova, do Kosovo (27ª) em pouco mais de dois minutos de luta. (Folhapress)

Pilar Olivares/Reuters

Clássicos revisitados Olaf Cuadras Ferré "descansa" do trabalho como diretor de arte criando pôsteres de filmes. Ele usa técnicas dos quadrinhos e, por isso, dá especial atenção às expressões faciais dos personagens. Nas imagens, pôsteres dos filmes Os Excêntricos Tenenbauns e Apocalipse Now. http://olafcuadras.tumblr.com/

A STRONOMIA

Irmã gêmea do Sol mesma composição química do Sol. Distante 250 anos-luz da Terra, ela também teria condições de formar planetas rochosos como o nosso. Para os astrônomos, a descoberta permitirá observar como nosso Sol evoluirá.

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Astrônomos da USP descobriram uma estrela, na constelação de Capricórnio, que pode ser considerada uma "irmã gêmea" do nosso Sol, só que mais velha. O "parentesco" se dá porque a nova estrela, HIP 102152, tem a mesma massa e a D ESIGN

VOLTA, BONDINHO - Jovem puxa uma réplica do histórico bonde de Santa Teresa, no Rio. Moradores do bairro querem o famoso bondinho de volta. O sistema foi desativado há dois anos, após um acidente em 27 de agosto de 2011 no qual seis pessoas morreram.

A USTRÁLIA L OTERIAS

Daniel Munoz/Reuters

Concurso 950 da LOTOFÁCIL 02

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Mosaico de livros

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Concurso 3277 da QUINA

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Nas versões mini e grande, a estante Zelli é inspirada em tradicionais e podem ser fixadas na parede e até usadas como mesas laterais.

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Um tiranossauro rex andando pelas calçadas de Sydney. A ideia foi dos publicitários do Museu Australiano, onde acontece a exposição "Conheça a família dos tiranossauros", que reúne mais de dez espécies de dinossauros, todos representados em tamanho natural.

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Fotografando poesia Shihya Kowatari é uma fotógrafa japonesa apaixonada por folhas e flores. Em uma série recente ela captura as cores das plantas sob diferentes luzes usando a técnica da macrofotografia. http://bit.ly/182ME89

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11 MÁQUINAS EM BAIXA O faturamento da indústria de máquinas e equipamentos caiu 3,2% em julho ante o mesmo período de 2012, segundo a associação que representa o setor, Abimaq.

conomia

Selic a 9%. Como era esperado. Em decisão unânime, o Comitê de Política Monetária elevou a taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual. Com essa medida, as cadernetas de poupança são beneficiadas, com rendimento maior.

O

Banco Central (BC) anunciou ontem o que o mercado dava como certo: por decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que esteve reunido na terça-feira e ontem, a taxa básica de juros (Selic) foi elevada em 0,5 ponto percentual. Passa dos atuais 8,5% para 9% ao ano, a partir de hoje, com validade para os próximos 45 dias. A decisão do comitê foi unânime. Com a Selic a 9%, as cadernetas de poupança com aniversário a partir de hoje terão rendimento maior. O governo alterou as regras da poupança no ano passado. Depósitos feitos até 3 de maio permanecem com a remuneração fixa de 0,5% ao

mês mais TR. Aplicações feitas a partir de 4 de maio seguem a nova metodologia de cálculo: 70% da taxa Selic mais TR, quando a taxa básica for igual ou inferior a 8,5% ao ano; ou 0,5% ao mês mais TR, quando a Selic superar o patamar. Com os juros em 8,50% ao ano, os depósitos que seguem a nova regra rendiam até ontem, 0,4828% ao mês mais TR. Agora, voltarão a render 0,5% ao mês mais Taxa Referencial (TR). Terminada a reunião do colegiado de diretores do BC, o Copom divulgou nota na qual informa que "avalia que essa decisão contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano". Foi a quarta sessão seguida em que o Copom aumentou a Selic, depois de ela permanecer em 7,25% de outubro do ano passado a abril deste ano, no menor patamar da série histórica dos juros. Em abril, o comitê elevou a taxa para 7,50%, e promoveu mais duas calibragens de 0,5 ponto percentual nas reuniões de maio e julho. Dosagem repetida agora, em linha com as expectativas da maioria dos analistas financeiros, como mostra o boletim Focus, divulgado pelo BC, na última segunda-feira (26). As instituições financeiras, que servem de base para a pesquisa semanal do BC sobre os principais indicadores da economia, estimam que a Selic encerrará 2013 em 9,50%. Patamar que deve permanecer durante o ano que vem.

Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Paulo Skaf, o BC errou novamente ao aumentar os juros, pois isso continuará dificultando a retomada da economia, que se encontra em um “quadro letárgico”. “A indústria vai crescer menos de 2% em 2013 e não conseguirá compensar a retração de 2,5% do ano passado. O comércio, que no primeiro semestre do ano passado cresceu 7%, este ano chegou com dificuldades aos 3,7%. E o volume de criação de empregos registrou o pior julho desde 2003”, disse Skaf. Na avaliação da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o quarto aumento consecutivo da taxa Selic revela sinais de preocupação com a inflação diante da alta recente e consistente do dólar. A entidade estima que a taxa Selic atingirá 9,5% até o fim do ano e alerta para a necessidade de maior controle dos gastos públicos. A entidade lembra que a alta do dólar é resultado da desconfiança de investidores em relação ao pagamento da dívida pública. A redução desses gastos resultaria em menor pressão sobre o dólar e, em consequência,sobre a inflação. A Força Sindical considerou "equivocada" a decisão do Copom. "Essa medida prejudica o setor produtivo e a classe trabalhadora", afirma nota assinada pelo presidente da Força, deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho. (Agências)

Paulo Pampolin/Hype

Amato: inflação continua pressionada.

"De acordo com as expectativas"

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decisão do Copom de aumentar em meio ponto percentual a taxa Selic está de acordo com as expectativas do mercado, pois embora os preços dos alimentos tenham apresentado ligeira desaceleração, a inflação continua pressionada, especialmente pela alta sensível do dólar", declarou Rogério Amato, presidente da Associação Comercial

de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), sobre a decisão tomada ontem pelo Comitê de Política Monetária. "O Banco Central deve continuar monitorando não apenas a evolução dos preços e tarifas, mas também o nível de atividade, que ainda não apresentou a expansão esperada”, concluiu.

Dilma tem bala na agulha contra dólar

AFP

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xatamente no dia em que o dólar se aquiet o u u m p o u c o , f echando abaixo dos R$ 2,35, a presidente Dilma Roussef comentou, pela primeira vez, a recente escalada da moeda americana – movimento que atribuiu à política monetária dos Estados Unidos. Foi taxativa. "Sabe aquela história de guardar no colchão? O Brasil não guarda no colchão, mas tem entre US$ 372 bilhões e US$ 378 bilhões em reservas internacionais", disse Dilma em entrevista por telefone a rádios de Belo Horizonte. "Então, temos o que se chama 'bala na agulha' para encarar esses processos que ocorrem internacionalmente." "Nossa política é de dólar flexível", explicou em seguida. "Entramos no mercado para atenuar essas flutuações, para não deixar que elas sejam abruptas... a gente atua

de forma a suavizar essas oscilações." Ela ressaltou que o governo não tem cotação alvo para o dólar. "Não temos. E se alguém responder que tem,

desconfie, porque ninguém tem condições de dizer isso." Dilma aproveitou para justificar o fraco desempenho da economia brasileira – cresci-

FMI faz elogios ao Brasil. E dá alguns conselhos. Fundo elogia foco em reformas e afirma que isso impulsionará o investimento

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economia brasileira está revertendo gradualmente a desaceleração iniciada em meados de 2011, mas precisa se esforçar para impulsionar a produtividade, a competitividade e os investimentos, alertou o Fundo Monetário Internacional (FMI)em relatório divulgado ontem e preparado a partir de consultas anuais junto a autoridades econômicas do País. O Fundo elogia o foco do Brasil em reformas para melhorar os problemas do lado da oferta, afirmando que isso impulsionará o investimento e aliviará os gargalos de infraestrutura. "Depois de um período prolongado de fraqueza, o investimento começou a se recuperar nos últimos trimestres enquanto a confiança empresarial se firmou", diz o texto. Mais adiante, afirma que se-

rá importante para o Brasil elevar a poupança doméstica, melhorar o mecanismo de indexação do salário mínimo e continuar a reforma do sistema previdenciário. "Outros esforços para fomentar o investimento privado deveriam incluir a melhora do sistema tributário e das condições empresariais", completa. O desemprego baixo e fortes ganhos salariais reais mantiveram o consumo forte e, com a economia operando perto do potencial, os problemas de oferta afetaram o crescimento e alimentaram a inflação, de acordo com o relatório. "Além dos obstáculos das condições externas, problemas do lado da oferta doméstica e incertezas políticas podem estar afetando o crescimento no curto prazo", resume. O FMI aprova também o iní-

cio de um ciclo de aperto monetário pelo Banco Central, iniciado em abril que puxou a taxa básica de juros (Selic) de 7,25% para 8,5% (vigente quando foi feito o relatório). O Sistema Financeiro Nacional, na opinião do Fundo, é sólido e bem posicionado para implementar as exigências de capital de Basileia III com antecedência. Mas alertou que os créditos das famílias e o imobiliário continuam em níveis de risco e exigem vigilância de todo o sistema. Frente à turbulência financeira externa, a flexibilidade da taxa cambial continua sendo a melhor proteção, finaliza o relatório do FMI. Mas alerta que isso funciona, desde que intervenções no mercado cambial fiquem limitadas a moderar a volatilidade excessiva. (Reuters)

mento de 0,9% em 2012 e 0,6% no primeiro trimestre deste ano – pelo cenário global. "Temos um quadro internacional nas economias de

muito baixo crescimento ou, inclusive, de recessão... Estamos numa situação de manter o crescimento". A presidente acrescentou que a situação fiscal do Brasil é "muito boa" e, finalizou dizendo que neste semestre devem ocorrer vários leilões de conc e s s õ e s p a r a o b r a s d e i nfraestrutura, "que atrairão muitos investimentos". Em baixa – No mercado, o dólar sofreu forte baixa, de 0,86%, fechando a R$ 2,348 na venda, após tocar, na mínima da sessão, em R$ 2,323. É a primeira vez em duas semanas que fica abaixo de R$ 2,35 na venda. O movimento de ontem foi resposta à ação de investidores embolsando lucros e ao programa de intervenções do Banco Central. E ficou descolado do exterior, onde a divisa ganhou força diante dos temores de ação militar dos Estados Unidos na Síria.

Mal resolvido – Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto, se o dólar ficar em R$ 2,40 "não está resolvido" o setor de bens de capital. Se a moeda norte-americana fosse a R$ 2,60 ou R$ 2,70, parte da competitividade seria resolvida. Aubert admitiu que a cotação "melhorou muito", mas observa que a desvalorização das moedas emergentes ocorreu no mundo inteiro, o que não ajudaria na competitividade do setor. "No Brasil, a valorização (do dólar) foi um pouquinho maior do que em outros países, porque a desvalorização aqui também foi maior no passado", disse. "Com o câmbio entre R$ 2,60 e R$ 2,70, recuperaríamos a competitividade com Estados Unidos e Alemanha, apesar de ainda não recuperarmos com a China", disse. (Agências)


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e O avanço das multinacionais brasileiras Os principais locais para a expansão das empresas nacionais são países da América Latina, do Sudeste Asiático, além da China, Rússia e Canadá.

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Pesquisa da Fundação Dom Cabral aponta a empresa JBS como a mais internacionalizada do País, seguida da siderúrgica Gerdau. Renato Carbonari Ibelli

tecnologia da informação, com 49,6% (veja o quadro). Nos rankings por setores, destacam-se JBS, gigante brasilei- a Minerva, do segmento de alira do segmento de mentos, que possui 68,9% dos frigoríficos, lidera o seus ativos no exterior, e a miranking das empre- neradora Vale, multinacional sas nacionais mais internacio- brasileira presente em maior nalizadas elaborado pela Fun- número de países, 31 ao todo. dação Dom Cabral, com uma As multinacionais brasileiparcela de internacionalização ras também pretendem forde 58,9%. A maior parte da re- talecer sua presença fora do ceita deste frigorífico, 76,3% País. O levantamento mostra dela, é originada das suas ativi- que 67,4% delas planejam dades fora do País. Também se expandir a atuação no extedestaca o número de funcioná- rior ao longo de 2013. Entrerios que a JBS possui no exte- tanto, a expansão se dará, rior, que equivale a 59,2% do principalmente, em países seu quadro tonos quais tal. Esta é a e l a s j á quarta vez atuam. Do toconse cutiva tal de empreque a compasas que revenhia aparece l a r a m a i nno topo do tenção de por cento das ranking, que é fortalecer a empresas nacionais divulgado pepresença folo oitavo ano. ra do País, consultadas na Para elabomenos da pesquisa pretendem rar o ranking m e t a d e , a Dom Cabral 42,5%, se expandir os negócios considera a mostraram no exterior receita, os dispostas a ao longo de 2013. ativos, o núexplorar nomero de funv o s m e r c acionários e as dos. unidades que a empresa naEstas empresas que desecional possui no exterior em jam entrar em novos mercarelação ao total da receita, dos dos apontaram como princiativos, funcionários e unida- pais destinos países da Amérides de toda a companhia. Fo- ca Latina, do Sudeste Asiático, ram ouvidas 47 empresas que além da China, Rússia e Canaatuam no exterior com unida- dá. Hoje, os Estados Unidos des próprias para este estudo, são o país que abriga o maior que usou dados de 2012 dis- número de subsidiárias de ponibilizados pelas compa- multinacionais brasileiras. nhias. São 41 ao todo. Porém, entre A JBS é seguida pela siderúr- os 10 principais destinos das gica Gerdau, com parcela de in- empresas nacionais, cinco ternacionalização de 54,2%, e são países da América do Sul – pela Stefanini, do segmento de Argentina, com 35 subsidiá-

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rias brasileiras, Chile (30), Colômbia (23), Uruguai (23) e Peru (22). De maneira geral, as multinacionais brasileiras revelaram um bom grau de satisfação com suas atividades no exterior, embora tenham apontado que o desempenho doméstico tenha sido ligeiramente mais favorável ao longo de 2012. Notas – A Dom Cabral pediu às empresas que atribuíssem nota entre 1 (pior nota) a 5 (melhor nota) para dimensionar o grau de satisfação em relação ao desempenho financeiro, operacional e geral. Todas as empresas ouvidas atribuíram nota acima de 3 para estes quesitos, tanto em suas atividades nacionais como internacionais. A satisfação em 2012 refletiu em expectativas positivas para as atividades no exterior em 2013. Observando um critério se-

Tiago Queiroz/EC

Instalações da Gerdau: companhia tem presença forte no exterior.

Preço do aço pode subir até 5%

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s siderúrgicas brasileiras provavelmente vão implementar um aumento nos preços de aços planos vendidos a montadoras de veículos que pode chegar a 5% até o final do ano, escreveram analistas do Goldman Sachs em relatório a clientes ontem. Segundo o analista Marcelo Aguiar e sua equipe, o aumento nos preços no Brasil anunciado entre março e abril, que variou de 6% a 8% dependendo do produto, e o incremento de 5% a 6% em agosto ainda não foram totalmente repassados às montadoras. As fabricantes de veículos mantêm contratos de longo prazo com as siderúrgicas e o preço normalmente é negociado anualmente ou a cada seis meses, dependendo das condições do mercado. "Nossas checagens indicam que o atual preço do aço pago pelas montadoras está 10% abaixo do pago por outros clientes das siderúrgicas", afirma o

relatório. "Isso é incomum", acrescentaram os analistas. Anfavea – Em Brasília, o diretor de relações institucionais da General Motors e também presidente da associação de montadoras, Anfavea, Luiz Moan, disse que reajustes ainda não chegaram para o

Até o momento, do ponto de vista das montadoras, esse reajuste ainda não chegou. LUIZ MOAN, PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DE MONTADORAS, ANFAVEA.

setor. "Nós ouvimos na imprensa, na verdade, esse desejo das siderúrgicas (de aumentar os preços). Mas, até o momento, do ponto de vista das montadoras, esse reajuste ainda não chegou", disse Moan durante audiência na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara. "Se eventualmente chegou a alguma montadora,

está no processo de negociação", acrescentou. Um recente declínio do real contra o dólar pode disparar uma cláusula que acelera o reinício da negociações de preços, disseram os analistas do Goldman. A companhia mais beneficiada por reajustes, segundo os analistas, seria a Usiminas, maior fornecedora de aço ao setor automotivo do País, que deve 35% da receita às vendas para montadoras. A CSN também se beneficiaria de preços maiores às fabricantes de veículos, disse Aguiar no documento. As siderúrgicas já anunciaram reajustes de preços de aços planos e longos no início de agosto para distribuidores do País, após a intensificação da desvalorização do real contra o dólar. O impacto positivo na Bolsa foi sentido ainda pela manhã. Às 11h18 de ontem, as ações da Usiminas subiam 1,68% enquanto o Ibovespa operava em alta de 0,36%. A CSN, enquanto isso, avançava 0,58%. (Reuters)

melhante de pontuação, no qual 1 aponta expectativa mais pessimista e 5 mais otimista, na média, as multinacionais deram nota 3,56 para a expectativa de vendas nos mercados internacionais ao longo deste ano. Para o market share fora do País, a nota foi 3,51 e para a competição no exterior, 3,6. Fra n qu ia s – A Dom Cabral também fez um ranking das franquias brasileiras mais internacionalizadas. Foram ouvidas 16 franquias, sendo que a Showcolate lidera o ranking, com parcela de internacionalização de 8,7%. Esta empresa se destaca por ter 26,2% dos

seus franqueados no externo. No ranking geral das franquias, a Showcolate é seguida pela LinkWell, do segmento de internet, que tem parcela de internacionalização de 8,4% no total dos seus negócios. Em seguida aparece a franquia de locação de veículos Localiza Rent a Car, com parcela de 7,6% das suas atividades realizadas fora do País. As multinacionais foram questionadas durante o estudo sobre quais seriam as políticas públicas necessárias para fomentar a internacionalização das empresas brasileiras. A maioria das companhias ouvidas apontou a necessida-

de de maior aproximação do Brasil com países com grande potencial de crescimento econômico; de realização de mais acordos comerciais; de criação de linhas de crédito para financiar projetos no exterior e de redução de barreiras alfandegárias, entre outras demandas. A Fundação Dom Cabral é um centro de desenvolvimento de executivos, empresários e gestores públicos que atua há 36 anos. Em 2013, a Dom Cabral foi classificada como a 16ª melhor escola de negócios do mundo, de acordo com o ranking de Educação Executiva do Financial Times.

BRL TRUST DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A.

CNPJ: 13.486.793/0001-42 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO A Administração da BRL Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., em conformidade com as disposições legais e estatutárias, submete à apreciação de V.Sas., as Demonstrações Contábeis relativas ao semestre findo em 30 de Junho de 2013.A evolução das operações e os principais fatos ocorridos neste semestre, além da situação econômico-financeira da Distribuidora, poderão ser examinados através do Balanço Patrimonial, das Demonstrações do Resultado do Semestre, das Mutações do Patrimônio Líquido, dos Fluxos de Caixa e das Notas Explicativas.A Administração da Distribuidora comunica em atendimento à Resolução 3.040/2002, que as operações estão aderentes aos objetivos descritos no plano de negócios.A Diretoria. BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E 2012 (Valores expressos em milhares de Reais) DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E 2012 Notas 2013 2012 Ativo Notas 2013 2012 Passivo e patrimônio líquido 1.744 1.245 (Valores expressos em milhares de Reais, exceto o lucro líquido por ação) Circulante 3.039 3.400 Circulante 80 – Notas 2013 2012 Disponibilidades 2 432 Empréstimo no país 1.664 1.245 Receitas da intermediação financeira 60 66 Títulos e valores mobiliários 1.931 2.376 Outras obrigações Provisões para pagamentos a efetuar 6 673 457 Resultado de títulos e valores mobiliários 60 66 Carteira própria 4 1.931 2.376 Fiscais e previdenciárias 6 948 788 60 66 Resultado bruto da intermediação financeira Outros créditos 1.106 592 Diversos 6 43 – Outras receitas/despesas operacionais 1.163 2.228 Rendas a receber 47 34 Patrimônio líquido 1.467 2.155 Receitas de prestação de serviços 8 6.771 6.234 Tributos a recuperar 397 476 Capital de domiciliados no país 7 600 600 Despesas de pessoal 9 (3.249) (2.300) Diversos 5 662 82 Reserva de lucros 120 – Outras despesas administrativas 10 (1.846) (1.701) Não circulante 172 – Reservas especiais de lucros 249 – Despesas tributárias (30) (6) Imobilizado 172 – Lucros acumulados 498 1.555 Outras receitas operacionais 33 1 Total do ativo 3.211 3.400 Total do passivo e do patrimônio líquido 3.211 3.400 Outras despesas operacionais (516) – As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações contábeis. Resultado operacional antes da tributação 1.223 2.294 sobre o lucro e participações DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Em milhares de Reais) Receitas não operacionais – 1 Reservas de lucros Imposto de renda e contribuição social Capital social Legal Lucros a realizar Lucros acumulados Total Provisão para Imposto de renda (453) (343) Saldo em 01 de janeiro de 2013 600 120 249 – 969 (272) (207) – – – 498 498 Provisão para Contribuição social Lucro líquido do semestre 498 1.745 Saldo em 30 de junho de 2013 600 120 249 498 1.467 Lucro líquido do semestre 600 600 Mutação do período – – – 498 498 Quantidade de ações 0,83 2,91 Saldo em 01 de janeiro de 2012 600 – – (190) 410 Lucro líquido por ação As notas explicativas da Administração são parte Lucro líquido do semestre – – – 1.745 1.745 integrante das demonstrações contábeis. Saldo em 30 de junho de 2012 600 – – 1.555 2.155 Mutação do período – – – 1.745 1.745 DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações contábeis. SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E 2012 forem avaliadas como prováveis e os montantes envolvidos forem menNOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS (Valores expressos em milhares de Reais) DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E 2012 suráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes avaliados 2013 2012 como de perdas possíveis são divulgados, e aqueles não mensuráveis Lucro líquido ajustado (Valores expressos em milhares de reais) 338 1.745 1. Contexto operacional: A BRL Trust Distribuidora de Títulos e Valores com suficiente segurança e como de perdas remotas não são provisio- Lucro líquido do semestre 498 1.745 Mobiliários S.A. (“Distribuidora”). foi constituída em 07 de fevereiro de nados e/ou divulgados; Obrigações legais: são registradas como Depreciação (160) – 2011. Obteve do Banco Central do Brasil (BACEN) em 22 de março de exigíveis, independente da avaliação sobre as probabilidades de êxito. Variação de ativos e passivos 2011 a autorização para funcionamento e, em 30 de junho de 2011 obteve 4. Títulos e valores mobiliários: Conforme Circular BACEN nº 3.068/01, Títulos e valores mobiliários 69 (1.771) autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para prestar servi- os Títulos e Valores Mobiliários estão classificados na categoria “títulos Outros créditos (776) (446) ços de administração de carteira de valores mobiliários, previsto na Instru- para negociação”, todos discriminados em contas de compensação, e Outras obrigações 154 829 estão compostas a seguir: ção CVM nº 306/99. A Distribuidora tem por objeto a prestação de serviços 2013 2012 Caixa líquido (aplicado nas) provenientes das de agente fiduciário; administração de carteiras de valores mobiliários; adatividades operacionais (215) 357 ministração de fundos e clubes de investimentos, constituição de socieda- Fundo Investimento em cotas de fundo de investimento 1.314 1.173 617 1.204 Fluxo de caixa das atividades de financiamento des de investimento e de capital estrangeiro; intermediação de operações Fundo de Investimento Multimercado 1.931 2.376 Aquisição empréstimo curto prazo 80 – de câmbio; praticar operações em bolsas de mercadorias e de futuros, 2013 2012 Caixa líquido provenientes das atividades de financiamento 80 – compras e vendas de metais preciosos, compras e vendas de títulos e 5. Outros créditos - diversos: Partes relacionadas (nota explicativa nº11) 165 41 (Redução) / Aumento líquido de caixa e equivalentes de caixa (135) 357 valores mobiliários por conta própria e de terceiros; prestar serviços de 448 – Caixa e equivalentes de caixa intermediação e de assessoria ou assistência técnica em operações e ati- Sistema de gestão e carteira (a) 49 41 vidades nos mercados financeiros e de capitais; intermediar oferta pública Adiantamento fornecedores No início do período 137 75 662 82 e distribuição de títulos e valores mobiliários e; incumbir-se da subscrição, No fim do período 2 432 da transferência e da autenticação de endossos, de desdobramento de (a) Refere-se a adiantamentos para implantação de sistemas e gestão de (Redução) / Aumento líquido de caixa e equivalentes de caixa (135) 357 cautelas, de recebimento e pagamento de resgates, juros e outros proven- Fundos de investimento. As notas explicativas da Administração são parte 2013 2012 tos de títulos e valores mobiliários. 2. Apresentação das demonstrações 6. Outras obrigações integrante das demonstrações contábeis. 673 457 contábeis: As demonstrações contábeis foram elaboradas e estão sendo Provisões para pagamentos a efetuar 584 452 panhando o controle dos fatores de exposição a riscos de mercado, crédito apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, Despesa de pessoal (a) 90 5 e institucionais. 12.3. Estrutura de gerenciamento de riscos de mercado: as quais levam em consideração as disposições contidas na Lei das So- Outras despesas administrativas 948 788 Risco de mercado: é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas ciedades por Ações, além das normas do Conselho Monetário Nacional Fiscais e previdenciárias 725 550 resultantes da flutuação dos valores de mercado de posições detidas pela (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Foram adotados para fins Provisão de IRPJ e CSLL 223 238 Distribuidora. A Distribuidora possui políticas e estratégias para o gerenciade divulgação os pronunciamentos, as orientações e as interpretações Impostos e contribuições a recolher 43 – mento do risco de mercado baseadas nas diretrizes do Comitê de Basiléia, emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) homologados Diversas 16 – estando em conformidade com a Resolução CMN nº 3.464/2007. O gerenciapelos órgãos reguladores relacionados ao processo de convergência con- Outras despesas administrativas 27 – mento do risco de mercado consiste em um conjunto de instrumentos para a tábil internacional que não conflitam com a regulamentação do Conselho Intermediação de valores 1.664 1.245 identificação, mensuração, a avaliação, o monitoramento e o controle do risco, Monetário Nacional (CMN) e Banco Central do Brasil (BACEN) e estão substanciados no Plano Contábil das Instituições do Sistema Financei- (a) Refere-se a provisão de férias e 13º salário. 7. Patrimônio líquido: com uma clara definição de responsabilidades, níveis de alçada e de reporte. ro Nacional (COSIF). 3. Resumo das principais práticas contábeis: Capital social: O capital social em 30 de junho de 2013 e 2012 é de 12.4. Estrutura de gerenciamento de risco de liquidez: Risco de liqui3.1. Apuração do resultado: O resultado é apurado de acordo com o re- R$ 600, totalmente integralizados em moeda corrente do país, dividido em dez pode ser entendido como a possível incapacidade da Distribuidora gime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem 600.000 ações ordinárias nominativas, todas sem valor nominal. Reser- honrar suas obrigações, causada pela ocorrência de desequilíbrios entre ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, vas de lucros: Corresponde ao teto de 20% do capital social, conforme a entrada e saída de recursos no fluxo de caixa. A Distribuidora gerênsempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente prevê estatuto e a Lei da S/A. Não sendo permitidas novas reservas caso cia o risco de liquidez através do permanente monitoramento do fluxo de de recebimento ou pagamento. 3.2. Estimativas contábeis: As demons- não haja mudança do capital atual. Juros sobre capital próprio: Nos se- caixa esperado, definição de níveis mínimos de liquidez, de um plano de trações contábeis incluem estimativas e premissas, como a mensuração mestres encerrados em 30 de junho de 2013 e 2012, não foram pagos ju- contingência, da delegação de responsabilidades, de níveis de alçada e de provisões para perdas, estimativas do valor justo de determinados ros sobre o capital próprio, conforme faculta o artigo 9º da Lei no 9.249/95. de reporte. Este gerenciamento é baseado nas diretrizes do Comitê de Ba2013 2012 siléia, estando em conformidade com a Resolução CMN nº 2.804/2000. instrumentos financeiros, provisão para contingências, ativos não financei- 8. Receitas de prestação de serviços: 6.771 5.813 12.5. Estrutura de gerenciamento de risco de crédito: Conforme a ros, estimativas referentes à seleção das vidas úteis do ativo imobilizado Rendas de administração e gestão de fundos – 421 Resolução CMN nº 3.721/2009, a Distribuidora considera risco de crédito entre outras. Os resultados reais podem apresentar variações em relação Rendas de outros serviços 6.771 6.234 “a possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento às estimativas. 3.3. Caixa e equivalentes de caixa: Para fins de demons2013 2012 pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras trações dos fluxos de caixa, caixa e equivalentes de caixa correspondem 9. Despesas de pessoal: 231 203 nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decoraos saldos de disponibilidades e aplicações financeiras de liquidez imedia- Benefícios 468 458 rente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de tamente conversíveis, ou com prazo original igual ou inferior a noventa dias. Encargos Sociais 2.525 1.638 ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e 3.4. Títulos e valores mobiliários: Os títulos e valores mobiliários de- Proventos 25 1 aos custos de recuperação”. Na Distribuidora, o gerenciamento do risco vem ser classificados, conforme determinam a Circular nº 3.068, de 08 Outros 3.249 2.300 de crédito consiste na avaliação e no monitoramento de forma contínua da de novembro de 2001 e regulamentações posteriores, nas seguintes ca- Total 2013 2012 qualidade das operações de crédito, objetivando manter as exposições tegorias: Títulos para negociação; títulos disponíveis para venda e títulos 10. Outras despesas administrativas: 638 330 em níveis considerados aceitáveis pela Alta Administração. 12.6. Relatómantidos até o vencimento. Os títulos para negociação e disponíveis para Aluguéis e condomínio 172 150 rios de risco de mercado de riscos operacionais: Os relatórios com as venda serão mensalmente ajustados pelos seus valores de mercado, pro- Processamento de dados 51 32 descrições das estruturas de gerenciamento dos riscos de mercado e dos cedendo ao registro da valorização ou desvalorização em contas adequa- Serviços do sistema financeiro 590 438 riscos operacionais encontram-se disponíveis na sede da Distribuidora das de resultado do período e de patrimônio líquido pelo valor líquido dos Serviços técnicos especializados 395 115 situada na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3.144 8º andar – São Paulo – SP. efeitos tributários, respectivamente. Os títulos mantidos até o vencimento Outras 1.846 1.065 13. Outras informações: a) Administração e gestão de fundos de investiserão avaliados pelo seu valor de aquisição acrescido dos rendimentos auferidos, os quais serão registrados no resultado do período. 3.5. Ativos 11. Transações com partes relacionadas: As operações realizadas mentos: A Distribuidora administra fundos de investimento, carteiras de invese passivos circulantes: Demonstrados pelos valores de custo incluindo, entre partes relacionadas são divulgadas em atendimento à Resolução tidores exclusivos e institucionais e realiza a gestão de fundos de investimento. quando aplicável, os rendimentos, encargos e as variações monetárias e nº 3.750/09 do Banco Central do Brasil que compreendem: Em 30 de junho de 2013 os patrimônios dos fundos administrados montam Ativo 2013 2012 R$14.672.011 (R$5.703.760 em 2012) distribuídos em 54 fundos de investicambiais incorridas, deduzidos das correspondentes rendas, despesas a 9 1 mentos e os patrimônios dos fundos sob sua gestão montam R$4.577.812 apropriar e, quando aplicável, provisões para perdas. 3.6. Provisão para BRL Trust Serviços Fiduciários e Participações. Ltda. 8 4 distribuídos em 36 fundos de investimento. Os Fundos administrados são: Imposto de Renda e Contribuição Social: A provisão para o Imposto BRL Trust Administração de Recursos – 1 de Renda é calculada à alíquota de 15% do lucro tributável, acrescida Jequitiba Patrimonial S.A. Patrimônio líquido administrado 148 35 de adicional de 10% sobre os lucros que excederem R$ 240 no ano. A Adiantamento despesas de Fundos Denominação 2013 2012 165 76 Fundo de investimento em ações provisão para Contribuição Social é calculada à alíquota de 15% após Total 24.882 – Resultado 2013 2012 Fundos de investimento financeiro efetuados os ajustes determinados pela legislação fiscal. 3.7. Redução 14.647.129 5.703.760 327 ao valor recuperável de ativos (impairment): Um ativo está desvalori- BRL Trust Serviços Fiduciários e Participações Ltda. (a) 550 14.672.011 5.703.760 zado quando seu valor contábil excede seu valor recuperável. De acordo (a) A Distribuidora possui contrato de sublocação da área de escritório com b) Cobertura de seguros: A Distribuidora adota a política de contracom a Resolução CMN nº 3.566/2008, que dispõe sobre procedimentos a empresa supracitada, pelo prazo de 47 meses, vencendo em 28 de feve- tar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por montantes aplicáveis no reconhecimento, mensuração e divulgação de perdas em reiro de 2016. Em 30 de junho de 2013 as despesas de sublocação “alu- considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a relação ao valor recuperável de ativos (impairment), a Distribuidora testa, guel” foram de R$ 550 ( R$ 327 em 30 de junho de 2012). Remuneração do natureza de sua atividade. As premissas de riscos adotadas, dada a sua no mínimo anualmente, o valor recuperável dos seus ativos, sendo reco- pessoal-chave da Administração: Em 30 de junho de 2013 os honorários natureza, não fazem parte do escopo de uma auditoria de demonstrações nhecidas no resultado do exercício as eventuais perdas apuradas. Nos atribuídos aos administradores da Distribuidora totalizaram R$ 192 (R$ 72 contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos audisemestres encerrados em 30 de junho de 2013 e 2012 não foram cons- em 2012). 12. Gerenciamento de riscos: 12.1 Estrutura de gerencia- tores independentes. c) Contingência: Em 30 de junho de 2013 e 2012, tatadas perdas no valor recuperável dos ativos. 3.8. Ativos e passivos mento de risco: A avaliação dos riscos é fundamental para a tomada de a Distribuidora não possuía contingências ativas ou passivas. d) Limites contingentes e obrigações legais: As práticas contábeis para registro decisão na Distribuidora. Por isso, a Distribuidora conta com uma estrutura operacionais (Acordo de Basiléia): Em 30 de junho de 2013, a Distrie divulgação de ativos e passivos contingentes e obrigações legais estão de Gerenciamento de Riscos, que é constituída de acordo com a natureza buidora encontra-se enquadrada nos limites de capital e patrimônio comconsubstanciadas nas Resoluções nº 3.535/08 e 3.823/09 e Carta Circu- e o grau de complexidade dos negócios e atividades desenvolvidas. 12.2. patível com o risco da estrutura dos ativos, conforme normas e instruções lar nº 3.429/10 do Banco Central do Brasil (“BACEN”) e são as seguintes: Estrutura de gerenciamento de riscos operacionais: A Distribuidora estabelecidas pela Resolução nº 2.099/94 e legislação complementar. O Ativos contingentes: são reconhecidos somente quando há garantias tem aperfeiçoado continuamente seus sistemas tecnológicos voltados ao índice de Basileia da Distribuidora em 30 de junho de 2013 é de 12,68%. reais ou decisões judiciais favoráveis, transitadas em julgado. Os ativos controle e prevenção de riscos, visando reduzir possíveis perdas, por meio contingentes com êxitos prováveis são apenas divulgados em nota ex- do acompanhamento constante de suas operações. Os riscos inerentes à DIRETORIA: Rodrigo Boccanera Gomes - Diretor; Maurício da Costa plicativa; Passivos contingentes: são provisionados quando as perdas atividade são analisados e administrados diretamente pela diretoria acom- Ribeiro - Diretor; Contador: HLV Contadores S/S - CRC RJ nº 0003614/O-1 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Examinamos as demonstrações contábeis da BRL Trust Distribuidora de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstraTítulos e Valores Mobiliários S.A. (“Distribuidora”), que compreendem o requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria ções contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria balanço patrimonial em 30 de junho de 2013 e as respectivas demonstrações seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião: Em do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria nossa opinião, as demonstrações contábeis referidas acima apresentam adeo semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência quadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financontábeis e as demais notas explicativas. Responsabilidade da Administra- a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações con- ceira da BRL Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., em ção sobre as demonstrações contábeis: A Administração da Distribuidora é tábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, 30 de junho de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações con- caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis tábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (BACEN) e riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e Central do Brasil (BACEN). São Paulo, 26 de julho de 2013. pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a a adequada apresentação, das demonstrações contábeis da Distribuidora para BDO RCS Auditores Independentes SS elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, indepen- planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, CRC 2 SP 013846/O-1 dentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos David Elias Fernandes Marinho independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre da Distribuidora. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das Alfredo Ferreira Marques Filho Contador CRC 1 SP 245857/O-3 essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas Contador CRC 1 SP 154954/O-3


DIÁRIO DO COMÉRCIO

14

e

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O setor de Serviços faturou R$ 1 trilhão em 2011, 16,8% a mais que em 2010.

conomia

As boas novas para o varejo Vendas crescerão em agosto e vão se acelerar mais em setembro e outubro, segundo previsões do Instituto para Desenvolvimento do Varejo.

J.F. Diorio/Estadão Conteúdo

O

Instituto para do emprego e renda. Desenvolvimento O varejo de não duráveis, do Varejo (IDV) segundo o levantamento, informou ontem estabilizou em níveis baixos que vê boas pespectivas para em julho (alta de 1%) mas a o comércio neste e nos previsão é de que se próximos dois meses, ao recuperará um pouco em prever crescimento das agosto, para 2,1% e acelerará vendas de 5,6% em agosto, depois: 5,4% em setembro e 7,2% em setembro e e 8,7% 8,6% em outubro. em outubro, sempre em Já o setor de bens comparação com os mesmos semiduráveis, que inclui períodos do ano passado. vestuário, calçados, livrarias A previsão está no Índice e artigos esportivos, foi o Antecedente grupo com de Vendas desempenho (IAV-IDV), mais estudo constante no realizado período: alta mensalmente de 10% das com os 44 vendas de por cento é a previsão associados julho. As de crescimento de do instituto – estimativa empresas de vendas em agosto. varejistas de crescimento Para setembro e diferentes são de 9,7% setores. em agosto, outubro, é de 7,2% No mês de 10,1% em e 8,7%, julho, setembro e respectivamente. segundo o 11% em IDV, as outubro. vendas do Apesar do varejo cresceram 5,2% ante retorno gradual das alíquotas igual período do ano passado. originais do Imposto sobre Essa marca ficou abaixo da Produtos Industrializados previsão da instituição (alta (IPI) para linha branca e de 6,6%) mas acima do mês móveis, os associados do IDV anterior, quando registraram estimam que o segmento de queda de 1% na comparação bens duráveis retome taxas anual. Segundo informou em significativas de crescimento, nota o presidente da com alta de 7,9% em agosto, entidade, Flávio Rocha, os 7,7% em setembro e 7,2% em resultados foram favorecidos outubro. No mês passado, a pela desaceleração da elevação registrada no inflação dos alimentos e segmento foi de 7,9%. transportes e a manutenção (Estadão Conteúdo)

Segmento de produtos semiduráveis, que inclui vestuário, calçados, livrarias e artigos esportivos, é o grupo que tem apresentado desempenho mais constante.

5,6

Serviços supera marca do R$ 1 tri

O

setor de Serviços, que representa dois terços do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, faturou R$ 1 trilhão em 2011, 16,8% a mais que em 2010, informou a Pesquisa Anual de Serviços 2011 divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Sudeste lidera a geração de receita, com 66,6% do total, além de ter pago 67,4% dos salários e empregado 60,7% das pessoas ocupadas. Os segmentos mais destacados foram os serviços de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, com receita de R$ 286,2 bilhões. Na sequência, vieram

serviços profissionais, administrativos e complementares – inclui serviços técnico-profissionais, agências de viagens, aluguéis não imobiliários e gestão de ativos intangíveis e não financeiros, entre outros –, com R$ 266 bilhões. Serviços de informação e comunicação, que ocupavam o segundo lugar, atrás dos transportes em 2010, passaram a terceiro com faturamento de R$ 258,4 bilhões. Junto com os serviços profissionais, administrativos e complementares (25,6%), esses três setores foram responsáveis por 81% de todo o faturamento do setor. Os salários, na mesma com-

paração (2010/2011) aumentaram 18,8%, para R$ 202,7 bilhões enquanto o número de empregados cresceu menos (8,9%) apesar de o número de empresas ter expandido de 969 mil em 2010 para 1,08 milhão em 2011. O número de pessoas ocupadas no setor de serviços chegou perto de 11,4 milhões. Produtividade – A produtividade em todo o setor de serviços do País, segundo o IBGE, cresceu em média 3,2% entre 2007 e 2011, acima da variação do salário médio mensal, que registrou 2,8%. O segmento de serviços de manutenção e reparação alcançou o maior crescimento

da produtividade (8,3% ao ano), seguido das atividades imobiliárias (7,9%), ambos com variação da produtividade superior à dos salários dos trabalhadores (4,0% e 2,1% respectivamente). Salários – Os salários no setor superaram a produtividade apenas nos segmentos de serviços de informação e comunicação e nos serviços prestados principalmente às famílias. As áreas em que os salários aumentaram mais foram as de serviços de informação e comunicação (3,7%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (3,4%). (Folhapress)

Confiança das empresas oscila

A

s empresas de serviços estão mais confiantes nos rumos da economia do País que as do comércio, revelam duas pesquisas da Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgadas ontem. O Índice de Confiança de Serviços (ICS) subiu 4,3% em agosto na comparação com julho ao passar de 111,7 pontos para 116,5 pontos, recuperando parte da perda registrada no mês anterior, quando recuara 6,4%, atingindo o menor nível desde junho de 2009. "O movimento caracteriza-

Mais 1,3 milhão de celulares

O

Brasil terminou julho com 267 milhões de linhas de telefonia móvel ativas, com adição de 1,26 milhão no mês, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A expansão da base sobre junho foi de 0,47%, enquanto o crescimento em 12 meses ficou em 4,1%. Do total de linhas móveis em julho, 211,54 milhões são pré-pagas, representando 79,2% do total, enquanto 55,4 milhões são pós-pagas, ou 20,8%. O número de linhas pré-pagas subiu 1,2% em 12 meses, enquanto o de linhas pós-pagas avançou 16,9%. A Vivo manteve a liderança no mercado, com participação de 28,69%, ligeiramente acima dos 28,67% em junho, com 76,59 milhões de linhas. A empresa adicionou 389,3 mil novos clientes no mês de julho. A TIM, segunda no ranking da Anatel, ficou com 27,22% de fatia de mercado, frente a 27,17% no mês anterior, com 72,68 milhões de linhas. A empresa teve a maior adição de novos clientes no período, com 482,7 mil. (Reuters)

se como de acomodação, sendo ainda insuficiente para reverter a trajetória declinante da confiança observada desde o final do ano passado", avalia a FGV. "O resultado pode ser atribuído, em parte, à devolução da queda expressiva no mês anterior, mas é insuficiente para configurar interrupção na trajetória recente de declínio da confiança empresarial na atividade de serviços". Queda – Já o Índice de Confiança do Comércio (Icom) caiu 2,8% na média do trimes-

tre concluído em agosto frente a igual período do ano passado, ao passar de 125,8 pontos para 122,2 pontos. Apesar da queda, o resultado mostra melhora em relação ao período de três meses findos em julho, quando houve queda de 3,4%, para o menor nível da série histórica iniciada em março de 2010. Segundo a FGV, "o resultado geral da pesquisa indica que o setor opera em ritmo de atividade moderado, com possibilidade de aceleração ao longo do terceiro trimestre". (Agências)

Taxa de desemprego estável em julho

A

taxa de desemprego no País ficou estável em julho, em 10,9%, informa a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em conjunto com a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). No mês anterior, a taxa ficara exatamente no mesmo patamar, de 10,9%. Na comparação com a marca de julho do

ano passado, 10,7%, houve uma leve expansão. O levantamento cobre as regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e ao Distrito Federal. O contingente de desempregados nas sete regiões foi estimado em 2,42 milhões de pessoas, pouco acima do mês anterior, 2,36 milhões. A população economicamente ativa (PEA) das sete regiões ficou em 22,25 milhões de pessoas, 107 mil a mais que em junho. (Folhapress)

Evandro Monteiro/Hype

Pesquisa do Dieese apontou índice de 10,9% no mês passado


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

ECONOMIA - 15

C.N.P.J. 60.518.222/0001-22 Associado ao SUMITOMO MITSUI BANKING CORPORATION Tokyo - Japão - Sede: Av. Paulista nº 37 - 11º e 12º andares - São Paulo Fax nº 0xx11 - 3178-8194 - Tel.: 0xx11 - 3178-8000 Ouvidoria: 0800.722.2762 - Sac: 0800.722.0248 www.smbcgroup.com.br

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores acionistas: Em cumprimento às disposições legais, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações financeiras relativas ao semestre findo em 30 de junho de 2013. Permanecemos à disposição de V.Sas, para quaisquer esclarecimentos que se acharem necessários, informando ainda que, todos os documentos contábeis suporte dessas demonstrações financeiras se encontram na sede deste estabelecimento. São Paulo, 23 de agosto de 2013 A Diretoria BALANÇOS PATRIMONIAIS em 30 de junho de 2013 e de 2012 (Em milhares de Reais) Nota Nota explicativa explicativa Ativo 2013 2012 Passivo 2013 2012 Circulante 2.197.604 2.057.687 Circulante 2.123.381 1.845.715 Disponibilidades 24.274 30.092 Depósitos 13 1.041.795 722.615 Aplicações interfinanceiras de liquidez 5 824.358 450.968 Depósitos à vista 75.370 66.047 Depósitos em moeda estrangeira 12.374 8.317 Aplicações no mercado aberto 780.151 397.038 Depósitos a prazo 954.051 648.251 Aplicações em depósitos interfinanceiros 28.702 25.640 Captações no mercado aberto 14 Aplicações em moeda estrangeira 15.505 28.290 99.051 36.746 Títulos e valores mobiliários e Carteira de terceiros 99.051 36.746 instrumentos financeiros derivativos Relações interfinanceiras 1.302 167.809 551 675 Carteira própria 6.a – 92.064 Recebimentos e pagamentos a liquidar 551 675 Vinculados à prestação de garantias – 73.671 Relações interdependências 12.848 32.067 Instrumentos financeiros derivativos 1.302 2.074 Recursos em trânsito de terceiros 12.848 32.067 Relações interfinanceiras Obrigações por empréstimos 15.a 855.648 786.946 22.141 126.468 Créditos vinculados Empréstimos no exterior 855.648 786.946 22.141 126.468 Obrigações por repasses no país 15.c Pagamentos e recebimentos a liquidar 49 35 349 14 Depósitos no Banco Central 22.000 22.066 FINAME/EXIM 349 14 Repasses interfinanceiros – 104.289 Obrigações por repasses do exterior 15.b 6.934 102.855 Correspondentes no país 92 78 Repasses do exterior 6.934 102.855 Operações de crédito 7 455.628 362.696 Instrumentos financeiros derivativos 6.b 31 – Setor privado 456.224 363.293 Instrumentos financeiros derivativos 31 – Provisão para créditos de liquidação duvidosa (596) (597) Outras obrigações 106.174 163.797 Outros créditos Cobrança e arrecadação de tributos e assemelhados 3.165 1.138 869.443 919.205 Carteira de câmbio 81.163 149.710 Carteira de câmbio 8 866.060 913.953 Fiscais e previdenciárias 16.a 8.353 10.358 Rendas a receber 269 97 Dívidas subordinadas 16.c 85 98 Diversos 9 7.572 10.141 Diversos 16.b 13.408 2.493 Provisão para outros créditos de liquidação duvidosa (3.618) (4.146) Exigível a longo prazo 277.067 175.666 Provisão para outros créditos (840) (840) Obrigações por repasses no país 15.c 40.000 4 Outros valores e bens 10 FINAME/EXIM 40.000 4 458 449 Obrigações por empréstimos 15.a Despesas antecipadas 420 418 15.217 3.948 Material em estoque 38 31 Empréstimos no exterior 15.217 3.948 Realizável a longo prazo Obrigações por repasses do exterior 15.b 858.315 589.275 95.531 40.280 Aplicações interfinanceiras de liquidez 5 Repasses do exterior 95.531 40.280 15.636 24.629 Outras obrigações Aplicações em depósitos interfinanceiros 15.636 24.629 126.319 131.434 Títulos e valores mobiliários e Fiscais e previdenciárias 16.a 12.951 29.188 instrumentos financeiros derivativos 6.a 557.810 433.243 Dívidas subordinadas 16.c 88.600 80.828 Diversos 16.b 24.768 21.418 Carteira própria 448.216 407.129 Vinculados à prestação de garantias 109.594 26.114 Resultados de exercícios futuros 1.751 441 Operações de crédito 7 191.740 Resultados de exercícios futuros 1.751 441 44.731 Setor privado 192.352 44.861 Patrimônio líquido 656.313 628.474 Provisão para créditos de liquidação duvidosa (612) (130) Capital 18 667.806 667.806 Outros créditos De domiciliados no país 1 1 93.119 86.658 De domiciliados no exterior 667.805 667.805 Diversos 9 93.119 86.658 Reservas de lucros 717 4.980 Outros valores e bens 10 10 14 Ajuste ao valor de mercado - Títulos Despesas antecipadas 10 14 e valores mobiliários e derivativos 6.a (2.834) 589 Permanente 2.593 3.334 Ajuste passivos atuariais 24 (6.110) – Investimentos 1.096 1.047 Prejuízos acumulados (3.266) (44.901) Participações em controladas 11 1.071 1.022 Outras participações 1.071 1.022 Outros investimentos no país 25 25 Imobilizado de uso 963 1.365 Outras imobilizações de uso 12 5.204 5.452 Depreciações acumuladas (4.241) (4.087) Diferido 54 15 Gastos de organização e expansão 1.609 1.560 Amortizações acumuladas (1.555) (1.545) Intangivel 480 907 Ativos Intangíveis 5.762 5.759 Amortizações acumuladas (5.282) (4.852) Total do ativo 3.058.512 2.650.296 Total do passivo 3.058.512 2.650.296 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Semestres findos em 30 de junho de 2013 e de 2012 (Em milhares de Reais)

Capital Reserva Reserva de realizado de capital lucros legal 667.806 – 2.206

Ajustes de avaliação patrimonial Outros ajustes de avaliação Prejuízos patrimonial acumulados Próprios Total (171) – (141.735) 528.106

Saldos em 31 de dezembro de 2011 Ajuste ao valor de mercado - títulos e valores mobiliários e derivativos – – – 760 Reversão de reservas – – (2.206) – Reserva legal – – 4.980 – Lucro do semestre – – – – Saldos em 30 de junho de 2012 667.806 – 4.980 589 Saldos em 31 de dezembro de 2012 667.806 – 6.132 25 Plano de benefício a funcionários (Adoção do CPC 33 R1) – – – – Saldos ajustados em 31 de dezembro de 2012 667.806 – 6.132 25 Ajuste ao valor de mercado - títulos e valores mobiliários e derivativos – – – (2.859) Reversão de reservas – – (6.132) – Reserva legal – – 717 – Lucro do semestre – – – – Saldos em 30 de junho de 2013 667.806 – 717 (2.834) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

– – – – – – (6.110) (6.110)

– 760 2.206 – (4.980) – 99.608 99.608 (44.901) 628.474 (23.025) 650.938 – (6.110) (23.025) 644.828

– – – – (6.110)

– (2.859) 6.132 – (717) – 14.344 14.344 (3.266) 656.313

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - Semestres findos em 30 de junho de 2013 e de 2012 (Em milhares de Reais) 1. CONTEXTO OPERACIONAL O Banco Sumitomo Mitsui Brasileiro S.A. (“Banco”) está constituído como banco múltiplo, operando as carteiras comercial, inclusive operações de câmbio, e de investimento, nos termos da Resolução nº 1.524/88 do Conselho Monetário Nacional - CMN. O Banco é responsável pela administração de fundos de investimento cujos patrimônios líquidos, em 30 de junho de 2013, somavam R$ 320.031 (R$ 323.299 em 2012). 2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As práticas contábeis adotadas para a contabilização das operações e para elaboração das demonstrações financeiras emanam da Lei das Sociedades por Ações, consideram as alterações trazidas pela Lei nº 11.638/07 e a Lei nº 11.941/08, associadas às normas e instruções do Banco Central do Brasil BACEN, consubstanciadas no Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional - COSIF. Os pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: Resolução CMN nº 3.566/08 - Redução ao valor recuperável de ativos (CPC 01); • Resolução CMN nº 3.604/08 - Demonstração do fluxo de caixa (CPC 03); • Resolução CMN nº 3.750/09 - Divulgação sobre partes relacionadas (CPC 05); • Resolução CMN nº 3.823/09 - Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes (CPC 25); • Resolução CMN nº 3.973/11 Eventos subsequentes (CPC 24); • Resolução CMN nº 3.989/11 - Pagamento baseado em ações (CPC 10); • Resolução CMN nº 4.007/11 - Políticas contábeis, mudança de estimativa e retificação de erro (CPC 23); • Deliberação CVM nº 695/12 - Benefícios a empregados (CPC 33 - R1). 3. PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS O Banco adota as seguintes principais práticas contábeis na elaboração de suas demonstrações financeiras: a. Apuração do resultado: As receitas e despesas são apropriadas de acordo com o regime de competência, observando-se o critério “pro rata die” para as de natureza financeira. As receitas e despesas de natureza financeira são calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados ou relacionadas com operações no exterior, as quais são calculadas com base no método linear. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são registradas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. b. Caixa e equivalentes de caixa: Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda nacional, e aplicações no mercado aberto, cujo vencimento das operações na data da efetiva aplicação seja igual ou inferior a 90 dias e apresentam risco insignificante de mudança de valor justo, que são utilizados pelo Banco para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. c. Aplicações interfinanceiras de liquidez: As aplicações interfinanceiras de liquidez são apresentadas pelo valor de aplicação, acrescidas dos rendimentos auferidos até a data do balanço. d. Títulos e valores mobiliários: De acordo com a Circular BACEN nº 3.068, de 8 de novembro de 2001, os títulos e valores mobiliários são classificados de acordo com a intenção da Administração, nas seguintes categorias: • Títulos para negociação Títulos e valores mobiliários adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados são ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do semestre. • Títulos disponíveis para venda Títulos e valores mobiliários que não se enquadram na categoria de títulos para negociação nem são mantidos até o vencimento são ajustados pelo valor de mercado em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, pelo valor líquido dos efeitos tributários. • Títulos mantidos até o vencimento - Títulos e valores mobiliários para os quais há intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento são avaliados pelo custo de aquisição, acrescido dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do semestre. e. Instrumentos financeiros derivativos: O Banco realiza operações com instrumentos derivativos visando à proteção das variações de preços de mercado e diluição de riscos de moedas e de taxas de juros de seus ativos e passivos e fluxos de caixa contratados por prazos, taxas e montantes compatíveis. Derivativos são usados como ferramenta de transferência de risco com o objetivo de cobertura das posições das carteiras de não negociação (Banking Book) e de negociação (Trading Book). Adicionalmente, derivativos de alta liquidez transacionados em Bolsa de Valores são usados, dentro dos limites estreitos e periodicamente revistos, com o objetivo de gerenciar exposições na carteira de negociação. Visando administrar os riscos decorrentes, foram determinados limites internos para exposição global e por carteiras. Esses limites são acompanhados diariamente. Considerando a eventual possibilidade de existência de limites excedidos em decorrência de situações não previstas, a administração definiu politicas internas que implicam na imediata definição das condições de realinhamento. Esses riscos são monitorados por área independente das áreas operacionais e são reportados diariamente à alta administração. De acordo com a Circular BACEN nº 3.082, de 30 de janeiro de 2002, e a Carta-Circular BACEN nº 3.026, de 5 de julho de 2002, os instrumentos financeiros derivativos são compostos por operações de Swap e NDF e contabilizados com os seguintes critérios: Diferencial a receber ou a pagar contabilizado em conta de ativo ou passivo, respectivamente, apropriado como receita ou despesa “pro rata” dia até a data do balanço. As operações com instrumentos derivativos, efetuadas por solicitação de clientes ou por conta própria, que atendam ou não aos critérios de proteção (hedge) à exposição global de riscos e que não caracterizem como operações associadas de acordo com as premissas divulgadas pela Circular nº 3.150/2002 do BACEN, são avaliadas pelo valor de mercado, contabilizando a valorização ou desvalorização conforme segue: • Instrumentos financeiros derivativos não considerados como hedge, em conta de receita ou despesa, no resultado do período. • Instrumentos financeiros considerados como hedge: - De risco de mercado são destinados a compensar os riscos decorrentes da exposição à variação no valor de mercado do item objeto de hedge e a sua valorização ou desvalorização é contabilizada em contrapartida às contas de receita ou despesa, no resultado do período. - De fluxo de caixa são destinados a compensar a variação no fluxo de caixa futuro estimado e a sua valorização ou desvalorização é contabilizada em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido. Os instrumentos financeiros derivativos destinados a hedge e os respectivos itens objeto de hedge são ajustados ao valor de mercado na data do balanço. Em 30 de junho de 2013, o Banco não possui instrumentos financeiros derivativos destinados como hedge. f. Operações de crédito e provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa: As operações de crédito são classificadas de acordo com a metodologia do Banco, que leva em consideração o julgamento da administração quanto ao nível de risco, a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos em relação à operação e aos devedores e garantidores, observando os parâmetros estabelecidos pela Resolução CMN nº 2.682/99, que requer a análise periódica da carteira e sua classificação em nove níveis, sendo “AA” (risco mínimo) e “H” (perda). O Banco possui políticas e procedimentos definidos para concessão de crédito, aprovados pelo Comitê de Crédito e incorporados aos sistemas de controles internos do Banco. Tais políticas e procedimentos determinam a necessidade de avaliação de dados dos clientes para definição do “Obligor Grade” - “grading” do cliente, considerando os aspectos qualitativos e quantitativos. As rendas das operações de crédito vencidas há mais de 60 dias, independentemente de seu nível de risco, só são reconhecidas como receita quando efetivamente recebidas. As operações classificadas como nível “H” (100% de provisão) permanecem nessa classificação por seis meses, quando então são baixadas contra a provisão existente e controladas, por cinco anos, em contas de compensação, não mais figurando no balanço patrimonial. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas. As renegociações de operações de crédito que já haviam sido baixadas contra a provisão existente e que estavam controladas em contas de compensação são classificadas como nível “H” e os eventuais ganhos provenientes da renegociação só são reconhecidos como receita quando efetivamente recebidos. g. Outros ativos circulante e realizável a longo prazo: São demonstrados pelos valores de custo, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos, deduzidos das correspondentes provisões para perdas ou ajustes ao valor de realização. h. Ativo imobilizado: É demonstrado pelo custo de aquisição, deduzido das respectivas depreciações acumuladas, calculadas até a

data de encerramento do semestre. A depreciação é calculada pelo método linear, de acordo com taxas anuais que contemplam o prazo de vida útil-econômica estimada dos bens. As principais taxas anuais de depreciação são 20% para veículos e equipamentos de processamento de dados e 10% para outros bens. i. Ativo diferido: É demonstrado pelo custo de aquisição ou formação, deduzido da amortização acumulada calculada até a data de encerramento do semestre e representado, basicamente, por benfeitorias em imóveis de terceiros, amortizadas pelo prazo contratual de locação. j. Ativo intangível: O ativo intangível corresponde aos gastos com aquisições e desenvolvimentos de sistemas, amortizados linearmente pela taxa anual de 20%. k. Redução do valor recuperável de ativos não monetários: É reconhecida uma perda por impairment se o valor de contabilização de um ativo ou de sua unidade geradora de caixa excede seu valor recuperável. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos. Perdas por impairment são reconhecidas no resultado do período. Os valores dos ativos não financeiros, exceto os créditos tributários, são revistos, no mínimo, anualmente para determinar se há alguma indicação de perda por impairment. l. Atualização monetária de direitos e obrigações: Os direitos e as obrigações, legal ou contratualmente sujeitos à variação cambial ou de índices, são atualizados até a data do balanço. As contrapartidas dessas atualizações são refletidas no resultado do semestre. m. Depósitos e captações no mercado aberto: Os depósitos e as captações no mercado aberto são demonstrados pelos valores das exigibilidades e consideram os encargos exigíveis até a data do balanço, reconhecidos em base “pro rata die”. n. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais: O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos e passivos contingentes e das obrigações legais (fiscais e previdenciárias) são efetuados de acordo com os critérios definidos na Resolução CMN nº 3.823/09, a qual aprovou o CPC 25 emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Os critérios utilizados pela administração para mensuração e divulgação dos ativos e passivos contingentes são: • Ativos contingentes - Não são reconhecidos nas demonstrações financeiras, exceto quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos. • Contingências passivas - São reconhecidas nas demonstrações financeiras quando da existência de uma obrigação presente como resultado de um evento passado e com base na opinião de assessores jurídicos e da administração for considerado provável uma saída de recurso que incorporam os benefícios econômicos para liquidar esta obrigação, e sempre que os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Para contingências trabalhistas, as provisões são constituídas a partir da decisão estabelecida em primeira instância em vara trabalhista. • Obrigações legais - Fiscais e previdenciárias Referem-se a demandas judiciais, nas quais estão sendo contestadas a legalidade e a constitucionalidade de alguns tributos e contribuições. Os montantes discutidos são integralmente registrados nas demonstrações financeiras e atualizados de acordo com a legislação vigente. Os passivos contingentes são divulgados em notas explicativas, a menos que seja remota a possibilidade de ocorrer qualquer desembolso na liquidação. Os depósitos judiciais são mantidos em conta de ativo, sem dedução das provisões para passivos contingentes e obrigações legais, em atendimento às normas do BACEN. o. Imposto de renda e contribuição social: A provisão para imposto de renda é calculada à alíquota de 15%, com um adicional de 10% sobre o lucro tributável excedente a R$120 para o semestre, ajustado pelas adições e exclusões previstas na legislação. A contribuição social apurada sobre o lucro ajustado na forma da legislação em vigor é calculada à alíquota de 15%. Os créditos tributários são constituídos com base nas disposições constantes na Resolução n° 3.059 de 31 de dezembro de 2002 e na Resolução n° 3.355 de 31 de março de 2006, do Conselho Monetário Nacional que determinam que a Instituição deve atender, cumulativamente, para registro e manutenção contábil de créditos tributários decorrentes de prejuízo fiscal de imposto de renda, base negativa de contribuição social e aqueles decorrentes de diferenças temporárias, as seguintes condições: i. Apresentar histórico de lucros ou receitas tributáveis para fins de imposto de renda e contribuição social, no mínimo, em três exercícios dos últimos cinco exercícios sociais, incluindo o semestre em referência; ii. Expectativa de geração de lucros tributáveis futuros para fins de imposto de renda e contribuição social, conforme o caso, em períodos subsequentes, baseada em estudos técnicos que permitam a realização do crédito tributário em um prazo máximo de dez anos. Os créditos tributários sobre prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social foram computados às alíquotas de 25% para o imposto de renda e 15% para contribuição social sobre o lucro e estão apresentados como “Outros créditos - diversos” conforme demonstrado na nota explicativa nº 19.b. Os benefícios fiscais provenientes do direito de compensação de outras diferenças temporárias somente são reconhecidos quando efetivamente utilizados, conforme explicado na nota explicativa nº 19.c p. Plano de benefícios a funcionários: O plano de benefícios pós-empregado compreende o compromisso assumido pelo Banco de complemento dos benefícios do sistema de previdência. Plano de Benefício Definido: Para esta modalidade de plano, a obrigação da Patrocinadora é a de fornecer os benefícios pactuados junto aos empregados, assumindo o potencial risco atuarial de que os benefícios venham a custar mais do que o esperado. A deliberação CVM nº 695, de 13 de dezembro de 2012, aprovou o Pronunciamento Técnico CPC nº 33 (R1), que trata de benefícios a empregados, em conformidade com as alterações nas Normas Internacionais de Contabilidade IAS 19. O Pronunciamento Técnico CPC 33 (R1) estabeleceu alterações fundamentais na contabilização e divulgação dos benefícios a empregados como a remoção do mecanismo do corredor no registro das obrigações dos planos, bem como alterações no critério de reconhecimento dos ativos dos planos (valorizações e desvalorizações). A adoção do referido Pronunciamento se aplica ao exercício iniciado a partir de 1º de janeiro de 2013, sendo os efeitos registrados contabilmente de forma retrospectiva, como alteração de práticas contábeis. A adoção desta nova prática contábil implicará, fundamentalmente, no reconhecimento integral em conta de passivo das perdas atuariais (déficit atuarial) não reconhecidas até o momento, em contrapartida de conta do patrimônio líquido, líquidos dos efeitos tributários. O valor presente de obrigação de benefício definido é o valor presente sem a dedução de quaisquer ativos do plano, dos pagamentos futuros esperados necessários para liquidar a obrigação resultante do serviço do empregado nos períodos corrente e passados. Em conformidade com o CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro, homologado pelo Bacen através da Resolução 4.007, de 25 de agosto de 2011, os valores correspondentes a 31 de dezembro de 2012 apresentados na demonstração das mutações do patrimônio líquido estão sendo reapresentados, em virtude da adoção do CPC 33 (R1). Os valores registrados no Banco originalmente e ajustados foram: Saldos Saldos apresentados em reapresentados em 31 de dezembro 31 de dezembro de 2012 de 2012 Outros ajustes de avaliação patrimonial – (6.110) Patrimônio líquido 650.938 644.828 Em 30 de junho de 2012, os efeitos da adoção do CPC 33 (R1) são imateriais. 4. CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA O caixa e equivalentes de caixa apresentados na demonstração dos fluxos de caixa estão compostos da seguinte forma: 2013 2012 Disponibilidades 24.274 30.092 Aplicações interfinanceiras de liquidez 795.656 425.328 Total de caixa e equivalentes de caixa 819.930 455.420 5. APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ As aplicações no mercado aberto, em 30 de junho de 2013 e de 2012, estão compostas como segue:

DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO Semestres findos em 30 de junho de 2013 e de 2012 (Em milhares de Reais, exceto o lucro por lote de mil ações)

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA Semestres findos em 30 de junho de 2013 e de 2012 (Em milhares de Reais)

Nota 2013 2012 explicativa 1º semestre 1º semestre Receitas da intermediação financeira 147.788 160.418 Operações de crédito 20.a 36.639 28.076 Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 20.b 51.080 48.039 Resultado com instrumentos financeiros derivativos 20.c 3.080 6.028 Resultado de operações de câmbio 20.d 56.989 78.275 Despesas da intermediação financeira (109.876) (116.053) Operações de captação no mercado 20.d (38.640) (27.215) Operações de empréstimos e repasses 20.f (72.000) (86.675) Provisão para créditos de liquidação duvidosa 7.e 764 (2.163) Resultado bruto da intermediação financeira 37.912 44.365 Outras receitas (despesas) operacionais (14.680) (13.091) Receitas de prestação de serviços 20.g 8.304 8.874 Despesas de pessoal 20.h (13.097) (12.615) Outras despesas administrativas 20.i (6.805) (7.216) Despesas tributárias 20.j (2.729) (3.124) Resultado de participações em coligadas e controladas 11 21 32 Outras receitas operacionais 20.k 1.514 3.415 Outras despesas operacionais 20.l (1.888) (2.457) Resultado operacional 23.232 31.274 Resultado não operacional 20.m 70 17 Resultado antes da tributação 23.302 31.291 Imposto de renda e contribuição social 19 (8.958) 68.317 Imposto de renda (3.912) (4.868) Contribuição social (2.355) (2.928) Ativo diferido fiscal (2.691) 76.113 Lucro líquido do semestre 14.344 99.608 21,48 149,16 Lucro por lote de mil ações - R$ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras 2013 Até 3 De 3 a Acima de meses 12 meses 12 meses Aplicações no mercado aberto 780.151 – – 681.100 – – Posição bancada Letras Tesouro Nacional 221.013 – – Notas do Tesouro Nacional - Série B 460.087 – – Posição financiada 99.051 – – Letras Tesouro Nacional 99.051 – – Aplicações de depósitos interfinanceiros 9.392 19.310 15.636 Não ligadas 9.392 19.310 15.636 Aplicações em moedas estrangeiras 15.505 – – Total 805.048 19.310 15.636

Total 780.151 681.100 221.013 460.087 99.051 99.051 44.338 44.338 15.505 839.994

2013 2012 1º Semestre 1º Semestre Fluxo de caixa de atividades operacionais Lucro líquido do semestre 14.344 99.608 Ajustes inclusos que não afetam o fluxo de caixa Depreciações e amortizações 375 569 Provisão (reversão) para contingências 1.685 461 Equivalência patrimonial (21) (32) Provisão (reversão) para créditos de liquidação duvidosa (764) 2.163 Lucro líquido antes das mudanças no capital de giro 15.619 102.769 Variação de ativos e passivos: (Aumento) redução de aplicações interfinanceiras de liquidez 22.436 32.618 (Aumento) redução em títulos e valores mobiliários (62.646) 112.159 (Aumento) redução em relações interfinanceiras 119.471 (16.418) (Aumento) redução em operações de crédito 95.722 (177.592) (Aumento) redução em outros créditos (313.781) (349.270) (Aumento) redução em outros valores e bens (171) 7.799 Aumento (redução) em depósitos 158.600 200.003 Aumento (redução) em captações no mercado aberto 45.464 (20.148) Aumento (redução) em obrigações por empréstimos (4.432) 1.454 Aumento (redução) em instrumentos de dívida subordinada elegíveis a capital (4) 3 Aumento (redução) em relações interdependências (28.552) 3.188 Aumento (redução) em outras obrigações 62.798 117.041 Aumento (redução) em instrumentos financeiros derivativos (3.647) 521 Aumento (redução) em resultados de exercícios futuros (24) (923) Aumento (redução) ajuste patrimonial títulos e valores mobiliários (8.969) 760 Caixa líquido proveniente das (usado nas) atividades operacionais 97.884 13.964 Fluxos de caixa das atividades de investimento Alienação de investimentos – 203 Alienação de imobilizado de uso 144 – Aquisição de imobilizado de uso (–) (36) (42) Caixa líquido proveniente das (usado nas) atividades de investimento 108 161 Fluxos de caixa das atividades de financiamento Aumento em obrigações por empréstimos 239.809 180.030 Aumento em instrumentos de dívida subordinada elegíveis a capital 6.884 5.824 Caixa líquido proveniente das (usado nas) atividades de financiamento 246.693 185.854 Redução líquida de caixa e equivalente de caixa 344.685 199.979 Disponibilidades 34.296 7.195 Aplicações interfinanceiras de liquidez 440.949 248.246 Caixa e equivalente a caixa no início do semestre 475.245 255.441 Disponibilidades 24.274 30.092 Aplicações interfinanceiras de liquidez 795.656 425.328 Caixa e equivalente a caixa no final do semestre 819.930 455.420 Aumento (redução) líquido de caixa e equivalente de caixa 344.685 199.979 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

2012 Até 3 De 3 a Acima de Total meses 12 meses 12 meses Aplicações no mercado aberto 397.038 – – 397.038 360.292 – – 360.292 Posição bancada Letras Tesouro Nacional 133.271 – – 133.271 Notas do Tesouro Nacional - Série B 227.021 – – 227.021 36.746 – – 36.746 Posição financiada Letras Tesouro Nacional 36.746 – – 36.746 Aplicações em depósitos 13.122 12.518 24.629 50.269 interfinanceiros Não ligadas 13.122 12.518 24.629 50.269 – – 28.290 Aplicações em moedas estrangeiras 28.290 438.450 12.518 24.629 475.597 Total 6. TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a. Títulos e valores mobiliários: O Banco não adota como estratégia de atuação adquirir títulos e valores mobiliários com o propósito de negociá-los de forma ativa e frequente. Dessa forma, a carteira de títulos e valores mobiliários, em 30 de junho de 2013 e de 2012, está classificada na categoria títulos disponíveis para venda e está apresentada como segue: 2013 Valor de mercado (contábil) Títulos disponíveis para venda Até 90 dias De 180 a 360 dias Acima de 360 dias Total Ajuste a valor de mercado Valor do custo atualizado Carteira própria: Letras Financeiras do Tesouro – – 373.993 373.993 90 373.903 Letras do Tesouro Nacional – – 73.925 73.925 (4.781) 78.706 – – 447.918 447.918 (4.691) 452.609 Cotas de fundos de investimentos Cotas de fundos de participação - FIP – – 298 298 (63) 361 – – 298 298 (63) 361 Vinculados à prestação de garantias Letras Financeiras do Tesouro – – 109.594 109.594 51 109.543 – – 109.594 109.594 51 109.543 Total geral – – 557.810 557.810 (4.703) 562.513 2012 Valor de mercado (contábil) Títulos disponíveis para venda Até 90 dias De 180 a 360 dias Acima de 360 dias Total Ajuste a valor de mercado Valor do custo atualizado Carteira própria: Letras Financeiras do Tesouro – 92.064 367.193 459.257 572 458.685 Letras do Tesouro Nacional – – 39.763 39.763 356 39.407 Cotas de fundos de investimentos Cotas de fundos de participação - FIP – – 173 173 (42) 215 – 92.064 407.129 499.193 886 498.307 Vinculados à prestação de garantiasLetras Financeiras do Tesouro – 73.671 26.114 99.785 74 99.711 – 73.671 26.114 99.785 74 99.711 Total geral – 165.735 433.243 598.978 960 598.018 O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários são apurados da seguinte forma: • Títulos indexados a Taxas SELIC e DI - O valor de mercado é obtido pela atualização do preço unitário de emissão pela SELIC acumulada no período, considerando o ágio ou deságio obtido junto ao mercado. O ágio ou deságio utilizado é obtido diariamente da expectativa da ANBIMA - Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais para cada vencimento no dia anterior ao cálculo. • Títulos indexados a taxas prefixadas - O valor de mercado é obtido através da taxa de desconto do(s) fluxo(s) futuro de pagamento do papel. A taxa é apurada através da curva de juros pré da BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (DI Futuro). • Cotas de fundos de investimentos - O fundo de investimento é avaliado com base no último valor de cota divulgada na data do balanço do patrimônio do respectivo fundo, divulgados pelo administrador. Os títulos públicos são escriturais e estão registrados no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia do Banco Central do Brasil - SELIC. b. Instrumentos financeiros derivativos: Os instrumentos derivativos, compostos de operações de swap e NDF, encontram-se custodiados na BM&FBOVESPA e Cetip respectivamente. Demonstramos a seguir as exposições nas posições ativas e passivas e os valores registrados em conta de ativo e compensação em 30 de junho de 2013 e de 2012, segregados nas categorias indexador, faixas de vencimento, valores de referência e contábil, cuja contraparte são participantes do sistema financeiro nacional: 2013 Valor de mercado (contábil) Indexador Local de negociação Valor de referência Até 90 dias Acima de 90 dias Total Valor do custo atualizado SWAP Posição ativa: Dólar BM&FBOVESPA 88.940 – 86.568 86.568 88.166 Posição passiva: CDI BM&FBOVESPA 88.940 – 85.341 85.341 85.359 Diferencial a receber – 1.227 1.227 2.807 NDF Posição ativa: Dólar Cetip 4.304 4.363 – 4.363 4.369 Posição passiva: Pré Cetip 4.304 4.288 – 4.288 4.308 Diferencial a receber 75 – 75 61 NDF Posição ativa: Pré Cetip 524 535 – 535 536 Posição passiva: Dólar Cetip 524 566 – 566 568 Diferencial a (pagar) (31) – (31) (32) 2012 Valor de mercado (contábil) Indexador Local de negociação Valor de referência Até 90 dias Acima de 90 dias Total Valor do custo atualizado SWAP Posição ativa: Dólar BM&FBOVESPA 81.064 – 83.561 83.561 82.752 Posição passiva: CDI BM&FBOVESPA 81.064 – 81.487 81.487 81.487 Diferencial a receber – 2.074 2.074 1.265 A avaliação a valor de mercado dos instrumentos financeiros derivativos é efetuada descontando-se os valores futuros a valor presente pelas curvas de taxas de juros por metodologia de mercado à qual se baseia principalmente em dados divulgados pela BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros. O ajuste de marcação a mercado apurado com instrumentos financeiros derivativos referentes ao semestre findo em 30 de junho de 2013, líquido de efeitos tributários, foi de R$(950) (R$ 809 em 2012), e registrado em contas de resultado “Resultado com instrumentos financeiros derivativos”. Os resultados apurados com instrumentos financeiros derivativos referentes aos semestres findos em 30 de junho de 2013 e de 2012, são influenciados diretamente pelas taxas de juros de mercado praticadas por ocasião de sua negociação, bem como pela variação da taxa do dólar, estão assim compostos: Resultado 2013

2012

Instrumentos financeiros derivativos “Swap” “NDF”

Receita Despesa Líquido Receita Despesa Líquido 3.983 (960) 3.023 8.623 (2.595) 6.028 107 (50) 57 – – – 4.090 (1.010) 3.080 8.623 (2.595) 6.028 c. Valor e tipo de margem dados em garantia: O montante de margem depositado em garantia das operações envolvendo instrumentos financeiros derivativos na BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros em 30 de junho de 2013 e de 2012 tem a seguinte composição: Valor de mercado 2013 2012 Títulos disponíveis para venda Letras Financeiras do Tesouro 24.936 26.114 Total 24.936 26.114 Demais montantes depositados em garantia, os quais incluem garantia de fiança, em 30 de junho de 2013 e de 2012, têm a seguinte composição: Valor de mercado 2013 2012 Títulos disponíveis para venda Letras Financeiras do Tesouro 84.658 73.671 Total 84.658 73.671 O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos é calculado com base em cotações de preços de mercado ou de agentes de mercado e modelos de precificação desenvolvidos pela administração, que utilizam modelos matemáticos de interpolação de taxas para prazos intermediários. 7. OPERAÇÕES DE CRÉDITO As informações da carteira de operações de crédito, em 30 de junho de 2013 e de 2012, estão assim sumariadas:

a. Por operação: Descrição 2013 2012 Conta garantida 96.342 59.166 Resolução nº 3.844/10 (antiga Resolução nº 63) 102.908 40.411 Repasses de recursos BNDES - FINAME - FINEM E EXIM 40.497 18 “Compror” 26.432 9.111 Capital de giro 299.834 284.947 “Vendor” 3.821 1.218 Financiamentos para pessoa física 52 33 Financiamentos em moeda estrangeira 25.795 9.490 NCE - Notas Créditos para Exportação 52.895 3.712 Adiantamento a depositantes – 48 Total de operações de crédito 648.576 408.154 Adiantamento sobre contratos de câmbio (nota explicativa nº 8) 740.798 690.654 Rendas a receber sobre adiantamentos (nota explicativa nº 8) 3.473 6.627 Total da carteira de crédito 1.392.847 1.105.435 b. Por vencimento 2013 2012 A vencer: Até 30 dias 232.509 88.088 De 31 a 60 dias 100.048 273.338 De 61 a 90 dias 122.959 103.166 De 91 a 180 dias 246.066 191.854 De 181 a 360 dias 498.913 404.128 Acima de 360 dias 192.352 44.861 Total 1.392.847 1.105.435 As operações de crédito dos 20 maiores devedores em 30 de junho de 2013 representam 87,66% da carteira de crédito (87,60% em 2012), no montante de R$1.221.018 (R$968.355 em 2012).

” c. Por nível de risco (“rating”) Nível de risco AA A B Total d. Por setor de atividade Setor privado: Indústria Comércio Outros serviços Pessoas físicas Total

Taxa de provisão - % – 0,5 1,0

Total das operações 1.240.080 68.140 84.627 1.392.847

2013 % da carteira 89 5 6 100

Provisão constituída 2.861 572 1.393 4.826

Total das operações 742.726 255.259 107.450 1.105.435

2012 % da carteira 67 23 10 100

Provisão constituída 1.404 2.072 1.397 4.873

2013 2012 Passivo: Câmbio vendido a liquidar 17.844 79.617 Obrigações por compra de câmbio 803.805 760.746 Adiantamento sobre contratos de câmbio (Nota explicativa nº 7) (740.798) (690.654) Valores a pagar em moeda estrangeira – 1 Rendas a apropriar de adiantamentos concedidos 312 – e. Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa Total 81.163 149.710 2013 2012 9. OUTROS CRÉDITOS - DIVERSOS 2013 2012 Saldo inicial 5.590 2.710 Estão representados pelos valores a seguir: Reversão provisão crédito (764) – Crédito tributário - Base negativa IR e CSL (Vide nota explicativa nº 19.b) 70.815 76.113 Constituição provisão – 2.163 6.543 – Saldo final 4.826 4.873 Outros créditos tributários Devedores por depósitos em garantia 15.010 13.151 8. CARTEIRA DE CÂMBIO (OUTROS CRÉDITOS E OUTRAS OBRIGAÇÕES) Antecipações de imposto de renda e contribuição social 4.134 4.513 As operações de câmbio estão registradas em contas patrimoniais, conforme segue: Imposto de renda - Adicional estadual a compensar – 232 840 840 2013 2012 Programa de Integração Social - PIS a compensar (*) Crédito tributário COFINS/CSL – 1.450 Ativo: Valores a receber Comissão por intermediação de negócios 2.541 – Câmbio comprado a liquidar 850.489 829.898 808 500 Direitos sobre venda de câmbio 17.627 80.105 Outros Total 100.691 96.799 Adiantamentos em moeda nacional recebidos (5.529) (2.677) Rendas a receber de adiantamentos Ativo circulante 7.572 10.141 concedidos (Nota explicativa nº 7) 3.473 6.627 Realizável a longo prazo 93.119 86.658 Total 866.060 913.953 (*) O valor de R$ 840, contabilizado em outros créditos de liquidação sem continua 2013 1.230.790 132.180 29.825 52 1.392.847

2012 988.338 86.411 30.653 33 1.105.435


DIÁRIO DO COMÉRCIO

16 -.ECONOMIA

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

continuação

C.N.P.J. 60.518.222/0001-22 Associado ao SUMITOMO MITSUI BANKING CORPORATION Tokyo - Japão - Sede: Av. Paulista nº 37 - 11º e 12º andares - São Paulo Fax nº 0xx11 - 3178-8194 - Tel.: 0xx11 - 3178-8000 Ouvidoria: 0800.722.2762 - Sac: 0800.722.0248 www.smbcgroup.com.br

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - Semestres findos em 30 de junho de 2013 e de 2012 (Em milhares de Reais) característica de concessão de crédito, refere-se ao saldo residual do ativo de PIS a compensar objeto de discussão judicial. 10. OUTROS VALORES E BENS No semestre findo em 30 de junho de 2013 e de 2012, o saldo é assim composto: 2013 2012 Material em estoque 38 31 430 432 Despesas antecipadas 468 463 Total 11. INVESTIMENTOS Em 1º de julho de 2008, foi constituída a BSMB Consultoria Ltda. (“BCC”), cujo capital social, totalmente subscrito e integralizado em 30 de junho de 2013, é de R$800 e está dividido em 1.000 cotas com valor nominal de R$800 (oitocentos reais) cada uma. O Banco participa com 99,9% do total do capital social. A BCC tem por objeto social: (a) a exploração do ramo de atividade de planejamento, elaboração, execução e assessoria técnico-financeira em projetos de energia e de redução de emissão de gases de efeito estufa; e (b) serviços de intermediação, corretagem, mediação e gerenciamento de serviços e negócios que envolvam o mercado de créditos de carbono. Dados da controlada: 2013 2012 Capital social realizado da controlada 800 800 Patrimônio líquido 1.072 1.022 Lucro líquido do semestre 21 32 Percentual de participação 99,9% 99,9% Movimentação dos investimentos: Saldo semestre anterior 1.050 990 21 32 Resultado de equivalência patrimonial no semestre Valor atualizado dos investimentos em 30 de junho de 2013 1.071 1.022 12. IMOBILIZADO Em 30 de junho de 2013 e de 2012 está assim representado: 2013 2012 Taxa anual de depreDepreciação Valor Valor Descrição ciação - % Custo acumulada líquido Líquido Sistema de processamentos de dados 20 2.830 (2.549) 281 555 Móveis e equipamentos de uso 10 984 (644) 340 297 Sistema de comunicação 10 232 (213) 19 25 Sistema de segurança 10 286 (276) 10 13 (559) 313 475 Sistema de transporte 20 872 5.204 (4.241) 963 1.365 Total 13. DEPÓSITOS Composição por vencimento em 30 de junho de 2013 e de 2012: 2013 2012 DepósiDepósitos em tos em Depó- Depósi- moeda Depó- Depósi- moeda sitos à tos a estran- sitos à tos a estranDescrição vista prazo vista prazo geira geira Sem vencimento 75.370 – 12.374 66.047 – 8.317 Até 30 dias – 16.552 – – 14.009 – De 31 a 60 dias – 6.265 – – 11.343 – De 61 a 90 dias – 29.869 – – 16.048 – De 91 a 180 dias – 42.438 – – 45.039 – De 181 a 360 dias – 453.281 – – 382.986 – – 405.646 – – 178.826 – Acima de 360 dias 75.370 954.051 12.374 66.047 648.251 8.317 Total A carteira de depósitos a prazo foi classificada no passivo circulante, em virtude de estarem em sua totalidade, registrada no Cetip S.A. - Mercados Organizados com cláusula de resgate antecipado. 14. CAPTAÇÕES NO MERCADO ABERTO 2013 2012 Carteira Carteira Títulos Total terceiros Total terceiros 99.051 99.051 36.746 36.746 Letras do Tesouro Nacional 99.051 99.051 36.746 36.746 15. OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS E REPASSES As captações de recursos do exterior são basicamente realizadas mediante utilização de linhas de crédito concedidas pelo acionista Sumitomo Mitsui Banking Corporation, como segue: a. Obrigações por empréstimos no exterior: O saldo em 30 de junho de 2013 de US$389.945 e Iene 178.000 (2012 - US$378.688, Iene 900.000 e Euro 40) é composto por financiamentos às exportações e importações, vencíveis até 30 de setembro de 2015, sujeitos às taxas de juros de mercado, acrescidos de variação cambial para essas operações. O saldo em 30 de junho de 2013 é de R$ 870.865 (R$ 790.894 em 2012). b. Obrigações por repasses do exterior: Os repasses do exterior, em 30 de junho de 2013, correspondem a US$46.113 (2012 - US$69.866). Tais obrigações, convertidas à taxa oficial de compra no fim do período, são regidas pela Resolução CMN nº 3.844/10 e estão sujeitas às taxas de juros para essas operações, acrescidos de variação cambial, com prazos de liquidação entre 1 e 34 meses. O saldo em 30 de junho de 2013 é de R$102.465 (R$143.135 em 2012). c. Obrigações por repasses no país: Os repasses no país são compostos por financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES na modalidade FINAME e EXIM, vencíveis até 15 de abril de 2016, no montante de R$40.349 (R$18 em 2012). 16. OUTRAS OBRIGAÇÕES a. Fiscais e previdenciárias Descrição 2013 2012 Provisão para imposto de renda e contribuição social (nota explicativa nº 19.a) 6.267 7.796 Provisão para riscos fiscais (nota explicativa nº 17) 6.972 7.102 Imposto Sobre Serviços - ISS 169 171 Imposto de Renda Retido na Fonte - IRRF sobre operações de renda fixa 292 395 Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS 457 498 Programa de Integração Social 74 81 Imposto de renda e contribuição social diferidos 4 372 Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS 105 97 Impostos e contribuições - serviços de terceiros 7 7 PIS Compensação (nota explicativa nº 17) 2.531 17.810 PIS emenda constitucional (nota explicativa nº 17) 3.448 4.276 Impostos e Contribuições sobre salários 631 664 Contribuição ao Fundo Garantidor de Crédito - FGC 260 192 Outros 87 85 Total 21.304 39.546 8.353 10.358 Passivo circulante Exigível a longo prazo 12.951 29.188 b. Diversas 2013 2012 Exigível Exigível Circu- a longo Circu- a longo Descrição lante prazo Total lante prazo Total Provisão para riscos cíveis e trabalhistas (nota explicativa nº 17) – 24.768 24.768 – 21.418 21.418 Provisão para despesas de pessoal 13.298 – 13.298 2.315 – 2.315 Provisão para despesas gerais 81 – 81 160 – 160 29 – 29 18 – 18 Diversas 13.408 24.768 38.176 2.493 21.418 23.911 Total c. Dívidas subordinadas elegíveis a capital: O Banco obteve um empréstimo no valor de US$ 40 milhões com o acionista controlador Sumitomo Mitsui Banking Corporation por um período de 15 anos, o qual foi autorizado pelo BACEN, em 10 de novembro de 2006, a ser considerado como dívida subordinada, integrando o nível II do patrimônio de referência do Banco, nos termos da Resolução CMN nº 2.837/01. O saldo atualizado em 30 de junho de 2013 é de R$ 88.685 (R$ 80.926 em 30 de junho de 2012). 17. PROVISÕES PARA RISCOS FISCAL, CÍVEL E TRABALHISTA Entre os processos judiciais que envolvem o Banco, há processos de natureza fiscal, cível e trabalhista. Os valores de provisão e respectivos depósitos judiciais estão demonstrados como segue: Provisão Depósitos judiciais Descrição 2013 2012 2013 2012 Provisão para riscos fiscais: ISS - RJ (a) – – 2.990 2.820 186 166 1.868 1.759 ISS - SP (b) Obrigações legais: PIS compensação (c) 2.531 17.810 – – PIS emenda constitucional (d) 3.449 4.276 1.321 – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL (e) 6.785 6.488 6.786 6.488 Taxa de fiscalização da Comissão – 448 – 383 de Valores Mobiliários - CVM (f) Total 12.951 29.188 12.965 11.450 Provisão para riscos: Cíveis (g) 21.239 16.791 – – 3.529 4.627 1.760 1.397 Trabalhistas (h) 24.768 21.418 1.760 1.397 Total Total de provisões e depósitos judiciais 37.719 50.606 14.725 12.847 a. O Banco possui processos fiscais relacionados a Imposto Sobre Serviços - Rio de Janeiro, onde são cobrados o respectivo imposto sobre comissões recebidas em operações de empréstimos e repasses e também como receitas registradas sobre a rubrica rateio de resultados internos. A Administração entende, como base na opinião dos seus consultores jurídicos de que as chances de êxito desse processo são possíveis, e portanto não foi efetuado provisionamento, mantendo, entretanto, o depósito judicial, requerido para andamento do processo na esfera jurídica que o montante atualizado em 30 de junho de 2013 é de R$ 2.990 (R$ 2.820 em 2012). b. A provisão se refere a uma parte do processo em discussão relacionados a Imposto Sobre Serviços - São Paulo, basicamente à parte cobrada relativa aos serviços de operações de câmbio no período de 2001 a 2003 e garantias prestadas no ano de 2004, onde o Banco entende ser provável o desembolso financeiro. Com relação a parte não provisionada no montante de R$ 1.631, a Administração entende com base na opinião dos seus consultores jurídicos, que as chances de êxito desse processo são possíveis, e, portanto não efetuou o provisionamento. O depósito judicial requerido para andamento do processo na esfera jurídica representa o montante de R$ 1.868 (R$1.759 em 2012). c. Refere-se ao processo de compensação de créditos do Programa de Integração Social - PIS que vem sendo solicitada judicialmente relativa a glosa efetuada pela Receita Federal do Brasil de créditos compensados e não homologados. O Banco efetuou uma reversão em dezembro de 2012, de parte do valor anteriormente provisionado, considerando esse montante como um passivo contingente baseado em sentença favorável, bem como na opinião dos advogados. Os valores revertidos compreendem aos períodos que abrangem de janeiro de 2004 a outubro de 2005, permanecendo provisionados os valores de setembro de 2002 a dezembro de 2003. No semestre findo em 31 de dezembro de 2012, foi revertido o montante de R$15.439 referente ao processo. d. O Banco possui processos relativos ao PIS anterioridade EC 10/96 e 17/97, onde vem discutindo a inconstitucionalidade dos tributos. O Banco efetuou no mês de setembro de 2012, depósito judicial referente ao processo da EC 17/97, conforme exigência nesta etapa do julgamento do processo, ajustando também nesta data o valor provisionado.

e. O Banco questiona a majoração de alíquotas de 18% para 30% referente ao ano de 1996 e a determinação da base de cálculo da contribuição social. Foi constituída provisão relativa ao diferencial recolhido a menor em virtude das matérias em discussão judicial. De acordo com a opinião dos consultores jurídicos as chances de perda relacionada a esta discussão judicial é possível. f. O Banco vinha discutindo a cobrança da “taxa de fiscalização” sobre o mercado de valores mobiliários de determinados períodos, e a provisão vinha sendo atualizada pela correção monetária. O processo encerrou-se em setembro de 2012. g. A provisão refere-se basicamente a processos de expurgos inflacionários sobre operações de depósitos a prazo, em que há probabilidade de desembolso financeiro. A Administração, consubstanciada na opinião dos seus consultores jurídicos, entende que os encaminhamentos e as providências legais cabíveis que já foram tomados em cada situação são adequados. h. A provisão refere-se a ações movidas por ex-empregados pleiteando direitos trabalhistas que entendem que sejam devidos. As ações são controladas individualmente e as provisões são constituídas a partir da decisão estabelecida em primeira instância em vara trabalhista. A Administração, consubstanciada na opinião dos seus consultores jurídicos, entende que os valores atualmente provisionados são adequados. A Administração entende com base na opinião dos seus consultores jurídicos, que as chances de êxito das contingências mencionadas abaixo são possíveis, e, portanto não efetuou o provisionamento conforme determina a Resolução n˚ 3.823 do BACEN. - O Banco também possui contingências cíveis relacionadas aos processos de expurgos inflacionários sobre operações de depósitos interfinanceiros as quais, baseada nos argumentos e opiniões dos consultores jurídicos, onde se leva em conta principalmente a incerteza jurídica a respeito da legitimidade ativa da reclamante, e onde os mesmos informam as chances de perdas como possíveis, a administração do Banco não efetuou a provisão dos valores questionados, que atualizados até 30 de junho de 2013 totalizam aproximadamente R$ 27.639 (2012 - R$ 24.359). Entretanto, em virtude do andamento do processo tendo em vista um possível ganho da causa, o Banco constituiu uma provisão referente aos honorários de advogados devidos sobre esse processo cujo montante atualizado é de R$ 4.742. - O Banco ainda possui contingências passivas relacionadas a uma Ação Civil Pública que questiona a incidência de tarifa cobrada por cheques emitidos acima de R$5. Baseada na opinião dos consultores jurídicos, onde os mesmos informarem serem possíveis as chances de perdas, a administração não efetuou a provisão dos valores envolvidos que atualizados até 30 de junho de 2013 totalizam R$ 302 (2012 - R$ 270). Movimentação das provisões e das obrigações legais 2013 Fiscal Trabalhista Cível Total Saldo em 31 de dezembro de 2012 12.711 4.171 20.474 37.356 Constituição de provisão – 180 – 180 Atualização monetária 240 54 1.265 1.559 Reversão de provisão – – (54) (54) Baixas por pagamento – (868) (454) (1.322) 12.951 3.537 21.231 37.719 Saldo em 30 de junho de 2013 18. PATRIMÔNIO LÍQUIDO a. Capital social: Em 1º de Dezembro de 2010, o Banco efetuou aumento do capital social com recursos do acionista do exterior no valor de R$258.450, aprovado em 3 de dezembro de 2010 pelo Banco Central de Brasil. O capital social em 30 de junho de 2013 está representado por ações ordinárias, no valor de R$1,00 cada uma, assim distribuídas: Quantidade de ações (mil) Sumitomo Mitsui Banking Corporation (Japão) 667.805 1 Acionistas domiciliados no país 667.806 Total b. Dividendos: Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo de 25% do lucro líquido do semestre, ajustado de acordo com a legislação societária e o estatuto social. Durante o semestre findo em 30 de junho de 2013 não foram propostos ou distribuídos dividendos em virtude do Banco possuir prejuízos acumulados. c. Reserva legal: A reserva legal foi constituída na forma prevista na legislação societária, podendo ser utilizada para a compensação de prejuízos ou para aumento do capital social. 19. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a. Em 30 de junho de 2013 e 2012, a despesa com imposto de renda e contribuição social foi assim apurada: 2013 2012 Imposto Contribuição Imposto Contribuição de renda social de renda social Resultado antes da tributação após participações 23.302 23.302 31.291 31.291 Reversão de provisões operacionais - passivos contingentes (54) (54) (1.662) (1.662) Provisão para crédito liquidação duvidosa (764) (764) – – Provisões temporárias (1.255) (1.255) 4.292 4.292 Ajuste a valor de mercado de instrumentos financeiros derivativos 1.245 1.245 (1.420) (1.420) Despesas não dedutíveis 109 109 137 137 Resultado de equivalência patrimonial (21) (21) (32) (32) (136) (136) (4.721) (4.721) Outras exclusões Compensação de prejuízos (6.728) (6.728) (8.365) (8.365) fiscais anteriores Lucro tributável 15.698 15.698 19.520 19.520 Imposto de renda - 15% (nota explicativa nº 3.o) 2.355 – 2.928 – Adicional de imposto de renda - 10% (nota explicativa nº 3.o) 1.557 – 1.940 – Contribuição social - 15% – 2.355 – 2.928 (nota explicativa nº 3.o) 3.912 2.355 4.868 2.928 Total b. Créditos tributários: Em 30 de junho de 2012, o Banco constituiu crédito tributário no valor de R$76.113 tomando-se por base o total de prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social nesta data. O Banco entende que irá compensar esse crédito tributário no prazo de até 10 anos. Esses valores encontram-se apresentados na rubrica “Outros créditos - diversos”. 1 - Composição do crédito tributário em 30/06/2013 Composição do crédito tributário 30/06/2013 Prejuízo fiscal 44.522 26.293 Base negativa de contribuição social Total 70.815 2 - Previsão de realização do crédito tributário em 30/06/2013 Imposto de Contribuição Exercícios Total renda diferido social diferida 2º Sem. 2013 2.776 1.666 4.442 2014 5.854 3.512 9.366 2015 6.197 3.718 9.915 2016 6.750 4.050 10.800 2017 6.676 4.006 10.682 2018 6.480 3.888 10.368 2019 6.708 4.025 10.733 3.080 1.429 4.509 2020 44.521 26.294 70.815 Total 3 - Movimentação do crédito tributário Saldos em Saldo em 31/12/2012 Realizações 30/06/2013 Prejuízo fiscal 46.203 1.682 44.521 27.302 1.008 26.294 Base Negativa CSLL 73.505 2.690 70.815 Total 4 - Valor presente do crédito tributário Imposto de renda Contribuição social Exercícios Total diferido diferida 2º Sem. 2013 2.609 1.565 4.174 2014 4.773 2.863 7.636 2015 4.260 2.556 6.816 2016 3.776 2.265 6.041 2017 2.916 1.750 4.666 2018 2.106 1.264 3.370 2019 1.532 920 2.452 464 216 680 2020 22.436 13.399 35.835 Total c. Outros créditos tributários: Existem créditos tributários não ativados sobre provisões para contingências no montante de R$ 17.018 (R$ 22.192 em 2012), devido à incerteza de sua realização em prazo inferior a 10 anos. O Banco possui ainda, créditos e obrigações fiscais diferidas nos montantes de R$6.544 e R$ 4, respectivamente, que estão relacionados exclusivamente com os ajustes ao valor de mercado das operações com títulos e valores mobiliários classificados como disponíveis para venda, conforme determina a Circular BACEN nº 3.068, ao valor de mercado de instrumentos derivativos de acordo com a circular nº 3.082 e às regras de reconhecimento dos efeitos do exigível atuarial relacionados ao plano de aposentaria de benefícios definido no qual o Banco é patrocinador conforme CVM 600 e 695/2012 e cujos valores presentes são R$5.529 e R$6. Esses valores estão registrados nas rubricas, “Outros créditos - Diversos” e “Outras obrigações - fiscais e previdenciárias” respectivamente. 20. DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO a. Operações de crédito 2013 2012 Rendas de empréstimos 30.137 19.162 6.502 8.914 Rendas de financiamentos e repasses Total 36.639 28.076 b. Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 2013 2012 Rendas de aplicações interfinanceiras de liquidez 30.707 15.753 20.373 32.286 Rendas de operações com títulos e valores mobiliários Total 51.080 48.039 c. Resultado com instrumentos financeiros derivativos 2013 2012 Receitas (Despesas) com operações de Swaps 3.023 6.028 57 – Receitas (Despesas) com operações de NDF Total 3.080 6.028 d. Resultado operações de câmbio 2013 2012 Rendas de câmbio 57.875 78.644 Despesas de câmbio (886) (369) Total 56.989 78.275 e. Operações de captação no mercado 2013 2012 Despesas com depósitos a prazo (34.479) (25.542) Despesas com depósitos interfinanceiros (410) – Despesas com operações compromissadas (2.990) (1.215) (458) Despesas com contribuição ao Fundo Garantidor de Crédito (761) (38.640) (27.215) Total f. Operações de empréstimos e repasses 2013 2012 Despesas com repasses do BNDES (346) (1) Despesas com empréstimos e repasses no exterior (64.091) (80.082) (7.563) (6.592) Despesas com dívida subordinada Total (72.000) (86.675)

A DIRETORIA Aos Administradores e Acionistas do Banco Sumitomo Mitsui Brasileiro S.A. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras individuais do Banco Sumitomo Mitsui Brasileiro S.A. (“Banco”), que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada

g. Receita de prestação de serviços 2013 78 6.115 2.111 8.304

2012 60 6.015 2.799 8.874

2013 (7.186) (2.514) (2.017) (1.309) (71) – (13.097)

2012 (6.530) (2.985) (1.620) (1.383) (91) (6) (12.615)

2013 (1.793) (1.250) (966) (719) (124) (121) (170) (51) (41) (63) (293) (139) (81) (22) (8) (519) (445) (6.805)

2012 (1.692) (1.051) (1.602) (576) (127) (131) (256) (53) (38) (77) (221) (119) (44) (28) (7) (570) (624) (7.216)

2013 (1.913) (451) (311) (54) (2.729)

2012 (2.215) (476) (360) (73) (3.124)

2013 54 853 345 158 – 104 1.514

2012 1.662 657 373 188 309 226 3.415

Receitas de tarifas e serviços Receitas de intermediação de negócios Rendas de garantias prestadas Total h. Despesas de pessoal Proventos Encargos sociais Benefícios Honorários da Administração Treinamento Outros Total i. Outras despesas administrativas Despesas com aluguel Despesas de processamento de dados Despesas com serviços técnicos especializados Despesas de comunicação Despesas com serviços do sistema financeiro Despesas de manutenção e conservação de bens Despesas com serviços de vigilância e segurança Despesas de transporte Despesas de material Despesas de água, energia e gás Despesas com serviços de terceiros Despesas de propaganda e publicidade Despesas de seguros Despesas de promoções e relações públicas Despesas de contribuições filantrópicas Despesas de amortização e depreciação Outras despesas administrativas Total j. Despesas tributárias COFINS ISS PIS Outros Total k. Outras receitas operacionais Reversão de provisões operacionais - passivos contingentes Taxa de administração de fundos de investimento Atualização depósitos judiciais Recuperação de encargos e despesas Rendas de outros créditos a receber Outros receitas Total l. Outras despesas operacionais

2013 2012 Despesas com provisões operacionais - passivos contingentes (180) (504) Atualização monetária de provisões (fiscal, cível e trabalhista) (1.559) (1.619) (149) (334) Outras (1.888) (2.457) Total m. Resultado não operacional 2013 2012 Lucro na alienação de bens 53 – 17 17 Outras receitas não operacionais 70 17 Total 21. TRANSAÇÕES E SALDOS COM PARTES RELACIONADAS a. Transações com controladores (diretas e indiretas): Os saldos de transações com partes relacionadas com o Sumitomo Mitsui Banking Corporation são os seguintes: Ativo (passivo) Receitas (despesas) 2013 2012 2013 2012 Disponibilidades - depósito no exterior em moeda estrangeira 23.678 29.233 – – Aplicações em moeda estrangeira no exterior 15.505 28.290 1.637 608 Valores a receber - comissão por intermediação de negócios 2.542 – 5.975 6.015 Obrigações por empréstimos no exterior (870.865) (790.894) (50.792) (68.805) Obrigações por repasses do exterior (102.465) (143.135) (13.299) (11.277) (88.685) (80.926) (7.563) (6.592) Dívida subordinada (1.020.290) (957.432) (64.042) (80.051) Total b. Remuneração do pessoal-chave da Administração: Para atendimento da Resolução nº 3.750 do Banco Central e também ao Pronunciamento Técnico CPC 05 - Divulgação de Partes Relacionadas, foi definido como pessoal-chave dessa instituição, todos os membros que compõem sua Diretoria. O montante global da remuneração dos Diretores é distribuída de acordo com o que determina o Estatuto Social do Banco Sumitomo Mitsui Brasileiro S.A. Na última reforma estatutária ocorrida em abril de 2012 foi fixado o valor mensal máximo global de R$ 250 para remuneração dos diretores (proventos). • Benefícios de curto prazo a diretores: 2013 2012 Proventos 1.309 1.383 Remuneração variável 721 277 559 435 Contribuições ao INSS/FGTS 2.589 2.095 Total • Benefícios pós-emprego: De acordo com o regulamento do Fundo de Pensão, os diretores podem optar pela participação no Plano de Previdência Complementar de benefício definido, patrocinado integralmente pelo Banco Sumitomo Mitsui Brasileiro S.A. nas mesmas condições dos demais funcionários do Banco (nota explicativa nº 24). O Banco não concede benefícios de longo prazo ou remuneração baseada em ações para seu pessoal-chave da Administração. c. Outras informações: Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos, financiamentos ou adiantamentos para: • Diretores e membros dos conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até 2º grau; • Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e • Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes de 2º grau. Com base nisso, não são e não foram efetuados pelo Banco, empréstimos, financiamentos ou qualquer outro adiantamento à Diretoria ou qualquer um de seus familiares. Os membros da Diretoria, não possuíam qualquer participação acionária no Banco. 22. LIMITES OPERACIONAIS Índice da Basileia: De acordo com a Resolução nº 2.099/94 do Conselho Monetário Nacional, com alterações introduzidas pelas Resoluções nºs 3.444/07, 3.490/07 e Circular nº 3.360/07, o BACEN instituiu a obrigatoriedade de manutenção de Valor de Patrimônio Líquido Ajustado, compatível com o grau de risco da estrutura de seus ativos. A partir de 1º de julho de 2008, o cálculo do Limite Operacional teve o conceito alterado com o Novo Acordo de Capital (Basileia II), onde foram incorporados novos fatores de risco para fins de Exigência de Capital Mínimo Destacado. Utilizamos como base, o Patrimônio de Referência Exigido dividido por 11%, que é o Capital mínimo exigido pelo BACEN, que passou a ser calculado com a seguinte composição: PRE = Pepr + Pcam + Pjur + Pcom + Pacs + Popr, conforme quadro abaixo. O cálculo do Limite Operacional para o semestre findo em 30 de junho de 2013 e de 2012 está demonstrado a seguir: 2013 Valor destacado Risco Parcela de risco de crédito (Pepr) 252.661 Parcela de risco cambial (Pcam) 6.114 Parcela de risco de taxas de juros (Pjur) 9.693 Parcela de risco operacional (Popr) 13.219 Patrimônio de Referência Exigido (PRE) 281.687 Parcela de risco da carteira banking (Rban) 3.527 Patrimônio de Referência - Nível I e II 739.510 Fator de Risco - 11% sob (PR) 81.346 Índice da Basileia (% Fator de risco/PRE) 28,88 2012 Valor destacado Risco Parcela de risco de crédito (Pepr) 221.827 Parcela de risco cambial (Pcam) 8.984 Parcela de risco de taxas de juros (Pjur) 3.031 Parcela de risco operacional (Popr) 10.040 Patrimônio de Referência Exigido (PRE) 244.882 Parcela de risco da carteira banking (Rban) 1.935 Patrimônio de Referência - Nível I e II 695.063 Fator de Risco - 11% sob (PR) 76.457 Índice da Basileia (% Fator de risco/PRE) 31,22 23. GARANTIAS PRESTADAS E RESPONSABILIDADES POR CRÉDITOS ABERTOS PARA IMPORTAÇÃO Em 30 de junho de 2013 e de 2012, as fianças prestadas pelo Banco totalizam: 2013 2012 No País 584.823 496.985 35.793 26.328 No exterior Total 620.616 523.313 Em 30 de junho de 2013, o Banco possui saldo de R$ 1.850 na rubrica de responsabilidade por créditos abertos para importação (R$ 1.944 em 2012). 24. BENEFÍCIOS PÓS-EMPREGO PATROCINADOS O Banco é patrocinador do Banco Sumitomo Mitsui Brasileiro - Sociedade de Previdência Privada (“Entidade”), constituída em 20 de abril de 1992, e que tem como finalidade básica a concessão de benefícios de pecúlios e/ou rendas suplementares aos funcionários e diretores do patrocinador, através de um plano de aposentadoria do tipo “benefício definido”. No plano, os participantes (empregados) têm o direito a um benefício na data do término do vínculo empregatício, calculado de acordo com as disposições do regulamento e cujo valor dependerá do salário e tempo de serviço do participante na data do desligamento. O exigível atuarial da Entidade foi apurado de acordo com o modelo estabelecido no plano respectivo e representa o montante dos compromissos assumidos e a assumir. Os ganhos e perdas atuariais são aqueles resultantes de diferenças entre as premissas atuariais anteriores e o que efetivamente ocorreu e dos efeitos de mudanças nas premissas atuariais. O Banco utilizava o método do corredor e reconhecia no resultado o valor líquido dos ganhos e/ou das perdas atuariais acumulados que excediam o maior valor entre 10% do valor presente das obrigações ou 10% do valor justo dos ativos do plano. Em 31 de dezembro de 2012, não houve valores superiores a serem contabilizados como ganhos e perdas atuariais. A Deliberação CVM 695, de 13 de dezembro de 2012, aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 33 (R1), que trata de benefícios a empregados, em conformidade com as alterações nas Normas Internacionais de Contabilidade IAS 19. O Pronunciamento Técnico CPC 33 (R1) estabeleceu alterações fundamentais na contabilização e divulgação dos benefícios a empregados como a remoção do mecanismo do corredor no registro das obrigações dos planos, bem como alterações no critério de reconhecimento dos ativos dos planos (valorizações e desvalorizações). A adoção do referido Pronunciamento se aplica ao exercício iniciado a partir de 1º de janeiro de 2013, sendo os efeitos registrados contabilmente de forma

retrospectiva, como alteração de práticas contábeis. A adoção desta nova prática contábil implicou, fundamentalmente, no reconhecimento integral em conta de passivo das perdas atuariais (déficit atuarial) não reconhecidas até o momento, em contrapartida de conta do patrimônio líquido. O valor reconhecido contabilmente no semestre findo em 30 de junho de 2013, foi de R$6.110, líquido dos efeitos tributários. Descrição Plano de Aposentadoria 30/06/2013 31/12/2012 Valor presente das obrigações atuariais 37.061 37.061 (27.202) (27.202) Valor justo dos ativos do plano 9.859 9.859 Déficit/(Superávit) para planos cobertos Ganhos/(Perdas) atuariais não reconhecidos (10.164) (10.164) Ajustes por diferimentos permitidos Efeito do limite do parágrafo 58(b) – – (incluindo as recomendações do IFRIC 14) (305) (305) Passivo (ativo) atuarial líquido Premissas atuariais: Taxa de desconto nominal para obrigação atuarial 8,68% a.a. 8,68% a.a. Taxa de rendimento nominal esperada sobre ativos 10,46% a.a. 10,46% a.a. Índice estimado de aumento nominal dos salários 7,63% a.a. 7,63% a.a. Índice estimado de aumento nominal dos benefícios 4,50% a.a. 4,50% a.a. Índice estimado de inflação 4,50% a.a. 4,50% a.a. Tábua Biométrica de mortalidade geral AT -1983 AT -1983 Tábua Biométrica de entrada em invalidez Tábua “Mercer” Tábua “Mercer” Taxa de rotatividade esperada 0,30/(tempo 0,30/(tempo de serviço+1) de serviço+1) Probabilidade de ingresso 10% na 1ª data de elegibilidade à em aposentadoria aposentadoria antecipada 3% entre a 1ª elegibilidade à aposentadoria antecipada e normal 100% na data de elegibilidade à aposentadoria normal Em 30 de junho de 2013, a Entidade tem 98 participantes ativos no plano de benefício definido e 18 participantes em gozo de benefícios (aposentadoria e pensão). No semestre findo em 30 de junho de 2013, o Banco efetuou contribuições ao Banco Sumitomo Mitsui Brasileiro Sociedade de Previdência Privada mencionada anteriormente no valor de R$1.087 (R$821 em 2012). 25. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL, RISCO DE MERCADO, RISCO DE CRÉDITO E DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Risco Operacional: Risco Operacional é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, comportamento humano e sistemas, ou ainda, proveniente de eventos externos. Nesta definição, inclui-se o risco legal. A estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional é considerada um fator estratégico e competitivo para o Banco Sumitomo Mitsui Brasileiro S.A. e está definida na Política de Gerenciamento de Risco Operacional da instituição estabelecida e aprovada pela Diretoria da instituição, no mínimo anualmente, nos moldes da Resolução 3.380/2006, se reportando diretamente à Vice-Presidência da Instituição. É importante ferramenta para o gerenciamento eficaz do capital econômico e regulatório da instituição. A estrutura tem dimensão proporcional aos riscos referentes à complexidade dos produtos oferecidos pela instituição, natureza das operações e diretrizes de exposição ao risco do Banco e das empresas integrantes do consolidado econômico-financeiro. O Gerenciamento de Risco Operacional do Banco Sumitomo Mitsui Brasileiro S.A. adota um modelo de gestão em parceria com as áreas de negócios do Banco, proporcionando assim uma visão clara da divisão dos papéis e responsabilidades táticos e estratégicos entre as áreas de negócios e a área de Gestão de Risco Operacional, possibilitando a coordenação e cooperação de todos do Banco na redução de perdas operacionais e duplicidade nas atividades. Neste modelo de gestão a área de Gestão de Risco Operacional é responsável por: - Definir as estrutura, políticas e ferramentas para o gerenciamento de risco operacional; Efetuar testes periódicos e independentes dos controles dos riscos identificados; - Elaborar relatórios periódicos; - Coordenar os comitês de gerenciamento de risco operacional instituídos na Instituição; - Consolidar e monitorar as perdas ocorridas na instituição. A Diretoria, alinhada à sua Política de Governança Corporativa, reconhece, participa e é responsável pela contínua melhoria nessa estrutura, visando garantir o cumprimento dos objetivos e metas traçados e a segurança e qualidade aos clientes, acionistas e partes relacionadas com o Banco. Com relação ao cálculo de requerimento de capital para Risco Operacional, o Banco Sumitomo Mitsui Brasileiro S.A. adotou o modelo de cálculo com base na Abordagem do Indicador Básico, também conhecida como “BIA”. As informações relacionadas à Estrutura de Gerenciamento de Risco Operacional da Instituição, bem como a responsabilidade da Diretoria pelas informações divulgadas, constam em relatório de acesso público, disponível no sítio eletrônico www.smbcgroup.com.br (não auditado). Risco de Mercado e Liquidez: O Risco de Mercado é a possibilidade de ocorrência de perdas decorrentes do efeito da oscilação de preços, índices e taxas sobre os descasamentos de prazos, moedas e indexadores das carteiras ativa e passiva. O Banco Sumitomo Mitsui Brasileiro S.A. adota uma política e uma exposição bastante conservadora aos fatores de risco de mercado. O Risco de Liquidez é a possibilidade de a instituição não ser capaz de honrar eficientemente suas obrigações esperadas e inesperadas, correntes e futuras, inclusive as decorrentes de vinculação de garantias, sem afetar suas operações diárias e sem incorrer em perdas significativas; e a possibilidade de a instituição não conseguir negociar a preço de mercado uma posição, devido ao seu tamanho elevado em relação ao volume normalmente transacionado ou em razão de alguma descontinuidade no mercado. A estrutura de Gerenciamento de Risco de Mercado e Liquidez é representada por uma unidade específica no Banco, independente da área de negócios e auditoria, e se reporta diretamente à Vice-Presidência do Banco. É responsável pelo gerenciamento de risco de mercado, liquidez e de crédito, tendo como responsabilidade assegurar práticas prudentes e técnicas idôneas de controles de risco. A estrutura tem dimensão proporcional aos riscos referentes à complexidade dos produtos oferecidos pela instituição, natureza das operações e diretrizes de exposição ao risco do Banco e das empresas integrantes do consolidado econômico-financeiro. A política de Gerenciamento de Risco de Mercado e Liquidez é pautada no controle diário das posições de risco de mercado do Banco, no controle dos Limites para posições, dividido em Limites para exposição à taxa de juros e exposição em taxas de câmbio, além de Limites/ Diretrizes para “Stop Loss”. Além disso, o Departamento de Gerenciamento de Risco monitora o risco de mercado também através da metodologia de Value at Risk (VAR) paramétrico e testes de estresse. A estrutura de Gerenciamento de Risco de Mercado e Liquidez foi implementada de acordo com os requerimentos da Resolução 3.464/2007 e Resolução 4.090/2012, sendo aprovada e revisada no mínimo, anualmente pela Diretoria do Banco. Com o intuito de garantir a implantação das diretrizes e políticas vigentes, o Banco Sumitomo Mitsui Brasileiro S.A. tem implementado o Comitê de Ativos e Passivos (ALM), que se reúne mensalmente, com a participação de membros da Diretoria, e extraordinariamente sempre que necessário. Dentre seus objetivos estão a deliberação sobre a política de gerenciamento de riscos de mercado e liquidez, política de gerenciamento de ativos e passivos, a garantia da observância de limites/diretrizes para o risco de mercado e liquidez, assegurar que a instituição mantenha níveis adequados e suficientes de liquidez e verificação de procedimentos no tratamento de novos produtos e sua estrutura de gerenciamento de riscos. As informações relacionadas à Estrutura de Gerenciamento de Risco Mercado e Liquidez da Instituição constam em relatório de acesso público, disponível no sítio eletrônico www.smbcgroup.com.br (não auditado). A Diretoria do Banco Sumitomo Mitsui Brasileiro S.A. é responsável por todas as informações divulgadas. Risco de Crédito: O Risco de Crédito é definido como a possibilidade de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações nos termos pactuados, a desvalorização dos ativos de crédito, decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, a redução de ganhos ou remunerações, as vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. O Risco de Crédito está fortemente relacionado com outros tipos de risco, como o Risco de Mercado e de Liquidez. Estes tipos de riscos, muitas vezes, derivam do Risco de Crédito e podem se manifestar simultaneamente. A estrutura de Gerenciamento de Risco de Crédito foi implementada nos moldes da Resolução 3.721/2009, aprovada e revisada, no mínimo, anualmente pela Diretoria da Instituição. É representada por uma unidade específica, independente da área de negócios e auditoria e se reporta diretamente à Vice-Presidência do Banco. A estrutura tem dimensão proporcional aos riscos referentes à complexidade dos produtos oferecidos pela instituição, natureza das operações e diretrizes de exposição ao risco do Banco e das empresas integrantes do consolidado econômico-financeiro. A estrutura de Gerenciamento de Risco de Crédito do Banco está implementada de forma a manter as políticas, procedimentos e sistemas para o monitoramento e controle de risco de crédito de acordo com as regras vigentes, assegurando assim, que o risco de crédito é identificado, mensurado, monitorado, controlado e reportado à Diretoria, de forma a permitir o adequado tratamento do risco como um dos vetores de crescimento e rentabilidade. A estrutura de Gerenciamento de Risco de Crédito contempla políticas e estratégias claramente definidas e devidamente documentadas e revisadas, estabelecendo limites operacionais, mecanismos de mitigação de risco e procedimentos destinados a manter a exposição ao risco de crédito em níveis considerados aceitáveis pela Diretoria do Banco. As informações relacionadas à Estrutura de Gerenciamento de Risco Crédito da Instituição, bem como a responsabilidade da Diretoria pelas informações divulgadas, constam em relatório de acesso público, disponível no sítio eletrônico www.smbcgroup.com.br (não auditado). Gerenciamento de Capital: O gerenciamento do capital é definido como um processo contínuo de monitoramento e controle do capital mantido pela instituição; avaliação da necessidade de capital para fazer face aos riscos a que a instituição está sujeita; e planejamento de metas e de necessidade de capital, considerando os objetivos estratégicos da instituição. A estrutura de gerenciamento de capital foi implementada nos moldes da Resolução nº 3.988, aprovada e revisada, no mínimo, anualmente pela Diretoria da Instituição. A estrutura de gerenciamento de capital está sob a responsabilidade do Departamento de Gerenciamento de Riscos, independente da área de negócios e auditoria e se reporta diretamente à Vice-Presidência do Banco. A estrutura tem dimensão proporcional aos riscos referentes à complexidade dos produtos oferecidos pela instituição, natureza das operações e diretrizes de exposição ao risco do Banco e das empresas integrantes do consolidado econômico-financeiro. Tem como objetivo identificar e avaliar todos os riscos relevantes da instituição de acordo com políticas e estratégias para manter o capital compatível com os riscos incorridos. O Banco no intuito de adotar uma postura prospectiva, e antecipar-se a necessidade de capital, tem estabelecido o Comitê de Novos Produtos e Serviços, com a participação permanente do Departamento de Gerenciamento de Riscos, onde é feita uma análise do produto e/ou serviço antes de sua implantação na Instituição. O Banco não adota Processo Interno de Avaliação da Adequação de Capital (ICAAP) segundo Artigo 6º da Resolução 3.988 de 30 de junho de 2012. O Departamento de Gerenciamento de Riscos acompanha o comportamento da carteira diariamente, e em caso de discrepâncias, comunica a Alta Administração imediatamente de forma a dar tratamento adequado à adequação de capital. As informações relacionadas à Estrutura de Gerenciamento de Capital constam em relatório de acesso público, disponível no sítio eletrônico www.smbcgroup.com.br (não auditado). A Diretoria do Banco Sumitomo Mitsui Brasileiro S.A. é responsável por todas as informações divulgadas. 26. OUTRAS INFORMAÇÕES Agência em Cayman: Em 18 de janeiro de 2012, o Banco recebeu autorização do Banco Central do Brasil, para a instalação de uma agência nas Ilhas Cayman. A documentação de aprovação para a instalação da agência foi emitida em 08 de janeiro de 2013. O início das atividades operacionais está previsto para o 2º semestre de 2013.

Contador: José Maria da Cruz - CRC - TC1SP144272/O-0 - CPF 041.300.778-21 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos do Banco. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Sumitomo Mitsui Brasileiro S.A. em 30 de junho de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a

funcionar pelo Banco Central do Brasil. Ênfase sobre reapresentação dos valores correspondentes Conforme mencionado na nota explicativa nº 3p, em decorrência da Deliberação CVM nº 695/12 Benefícios a empregados (CPC 33 - R1) que ocasionou a mudança na prática contábil adotada pelo Banco nas demonstrações financeiras do semestre findo em 30 de junho de 2013, os valores correspondentes a 31 de dezembro de 2012, estão sendo ajustados na demonstração das mutações do patrimônio líquido, em conformidade com o CPC 23 (Práticas Contábeis, Mudanças de Estimativas e Retificação de Erro), homologado pelo Conselho Monetário Nacional através da Resolução nº 4.007, de 25 de agosto de 2011. Nossa opinião não contém modificação relacionada a este assunto. São Paulo, 23 de agosto de 2013

KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6

Luciana Liberal Sâmia Contadora CRC 1SP198502/O-8


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ECONOMIA - 17


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18 -.ECONOMIA/LEGAIS

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112,613 milhões de toneladas de carga devem ser movimentadas pelo Porto de Santos em 2013

conomia

Santos tem movimentação recorde Mais de 10 milhões de toneladas de cargas foram movimentadas no porto de Santos em julho, o maior volume mensal já registrado. Importações cresceram 12,2%.

O

Porto de Santos bateu recorde de movimentação para o mês de julho ao registrar 10,469 milhões de toneladas de cargas movimentadas, uma alta de 9,7% sobre igual mês de 2012, informou a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp). Julho também foi o primeiro mês em que o Porto de Santos ultrapassou a marca mensal de 10 milhões de toneladas. No acumulado do ano o volume de carga movimentada cresceu 13,5% sobre a soma registrada nos sete primeiros meses do ano passado e chegou a 64,246 milhões de toneladas. Esse resultado, segundo a Codesp, deve levar a um total de 112,613 milhões de

Mauricio de Souza/ DC

toneladas de carga movimentada no Porto de Santos ao final de 2013, com expectativa de 11 milhões de toneladas de carga em agosto, historicamente o mês de maior movimento. A Codesp informa que estudos apontam que o volume em 2024 chegará a 230 milhões de toneladas. As exportações cresceram 8,7% em julho, na comparação com igual período de 2012, e somaram 7,229 milhões de toneladas. Enquanto no acumulado dos sete meses do ano a alta foi de 18,2%, para 45,132 milhões de toneladas. Na relação de produtos que deixaram o País por meio do Porto de Santos, os maiores aumentos em julho foram verificados em soja (86,5%),

óleo combustível (58,1%) e gasolina (43,3%). No acumulado dos sete primeiros meses do ano as maiores altas de exportação foram registradas por milho (93,9%), açúcar (54,5%) e álcool (53,2%) Importações – No fluxo contrário, as importações cresceram 12,2% em julho ante igual mês do ano passado e 3,8% na comparação entre os acumulados de janeiro a julho, para, respectivamente, 3,240 milhões de toneladas e 19,114 milhões de toneladas. O item minério de ferro a granel registrou a maior variação mensal, de 169,6%, para um total de 128,3 mil toneladas, e no acumulado de janeiro a julho (61,9%), para 1,031 milhão de toneladas. (EC)

As exportações de soja e óleo combustível foram destaque. Entre as importações, foi o minério de ferro.


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ECONOMIA - 19

CNPJ nº 61.033.106/0001-86 www.bpnbrasil.com.br RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas: Submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações financeiras do BPN Brasil Banco Múltiplo S.A., relativas ao semestre findo em 30 de junho de 2013, as quais seguem os dispositivos estabelecidos pelo Banco Central do Brasil. BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E DE 2012 (Em milhares de reais) Ativo 2013 2012 Passivo Circulante 160.356 217.883 Circulante Disponibilidades (nota 4) 486 2.424 Depósitos (nota 12) Aplicações interfinanceiras de liquidez (nota 5) 78.648 79.660 Depósitos à vista Depósitos interfinanceiros Aplicações no mercado aberto 77.612 78.204 Depósitos a prazo Aplicações em depósitos interfinanceiros 1.036 1.456 Relações interfinanceiras Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos 31.735 45.723 Recebimentos e pagamentos a liquidar Carteira própria (nota 6) 6.389 32.605 Relações interdependências (nota 19 (b)) Vinculados ao Banco Central (nota 6) 10.530 Recursos em trânsito de terceiros Vinculados à prestação de garantia (nota 6) 8.583 9.827 Obrigações por empréstimos (nota 12) Instrumentos financeiros derivativos (nota 7) 6.233 3.291 Empréstimos no exterior Relações interfinanceiras 33 47 Obrigações por repasses no país - Instituições Pagamentos e recebimentos a liquidar 6 4 oficiais (nota 12) Créditos vinculados - Depósitos no Banco Central 27 43 BNDES Operações de crédito (nota 8) 15.154 58.926 FINAME Setor privado 17.965 70.152 Outras instituições Provisão para créditos de liquidação duvidosa (2.811) (11.226) Instrumentos financeiros derivativos (nota 7) Outros créditos 13.777 23.306 Outras obrigações Créditos por avais e fianças honradas (nota 8 (a)) 227 Cobrança e arrecadação de tributos e Carteira de câmbio (nota 11) 11.677 19.877 assemelhados Rendas a receber 3 3 Carteira de câmbio (nota 11) Negociação e intermediação de valores 182 Fiscais e previdenciárias Diversos (nota 10) 6.364 5.097 Negociação e Intermediação de Valores Provisão para outros créditos de liquidação Dívidas subordinadas (nota 12) duvidosa (nota 8 (c)) (4.449) (1.898) Diversas (nota 13) Outros valores e bens (nota 9) 20.523 7.797 Exigível a longo prazo Bens não de uso próprio 20.418 7.278 Depósitos (nota 12) Provisão para desvalorizações (156) Depósitos a prazo Despesas antecipadas 261 519 Obrigações por empréstimos (nota 12) Realizável a longo prazo 21.204 32.994 Empréstimos no exterior Títulos e valores mobiliários e instrumentos Obrigações por repasses no país - Instituições financeiros derivativos 4.356 oficiais (nota 12) Instrumentos financeiros derivativos (nota 7) 4.356 FINAME Operações de crédito (nota 8) 19.458 19.421 Instrumentos financeiros derivativos (nota 7) Setor privado 23.503 30.318 Instrumentos financeiros derivativos Provisão para créditos de liquidação duvidosa (4.045) (10.897) Outras obrigações Outros créditos 1.695 2.136 Fiscais e previdenciárias (nota 14) Diversos (nota 10) 1.695 2.136 Dívidas subordinadas (nota 12) Outros valores e bens (nota 9) 51 7.081 Diversas (nota 13) Bens não de uso próprio 11.408 Resultado de exercícios futuros (nota 19 (c)) Provisão para desvalorizações (4.600) Resultados de exercícios futuros Despesas antecipadas 51 273 Patrimônio Líquido (nota 15) Permanente 1.306 1.637 Capital social - domiciliados no exterior Investimentos 134 134 Prejuízos acumulados Outros investimentos 134 134 Imobilizado de uso 691 893 Outras imobilizações de uso 2.313 2.294 Depreciações acumuladas (1.622) (1.401) Diferido 292 367 Gastos de organização e expansão 1.975 1.975 Amortizações acumuladas (1.683) (1.608) Intangível 189 243 Ativos intangíveis 470 436 Amortizações acumuladas (281) (193) Total do Ativo 182.866 252.514 Total do Passivo

2013 102.906 56.282 1.207 848 54.227 51 51 12 12 26.556 26.556

2012 103.598 58.876 1.025 2.541 55.310 6 6 336 336 20.586 20.586

7.576 771 6.805 3.334 9.095

14.133 623 3.341 10.169 61 9.600

43 1.727 281 936 6.108 33.971 12.739 12.739 -

7 3.022 334 275 742 5.220 102.729 65.789 65.789 13.539 13.539

21.232 1.434 16.877 2.921 177 177 45.812 163.886 (118.074)

4.214 4.214 2.313 2.313 16.874 1.324 15.497 53 231 231 45.956 143.424 (97.468)

182.866

252.514

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E DE 2012 (Em milhares de reais) Semestres findos em 30 de junho 2013 2012 Receitas da intermediação financeira 10.463 20.440 Operações de crédito 3.569 12.950 Resultado de operações com títulos e valores mobiliários (nota 6 (d)) 3.951 5.479 Resultado com instrumentos financeiros derivativos (nota 7) 1.498 Resultado de operações de câmbio 1.445 2.011 Despesas da intermediação financeira (8.613) (21.780) Operações de captação no mercado (3.816) (7.778) Operações de empréstimos, cessões e repasses (4.311) (4.178) Resultado com instrumentos financeiros derivativos (nota 7) (418) Operações de venda ou de transferência de ativos financeiros (nota 19 (a)) (1.606) (1.277) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (nota 8 (d)) 1.120 (8.129) Resultado bruto da intermediação financeira 1.850 (1.340) Outras receitas (despesas) operacionais (18.475) (11.973) Receitas de prestação de serviços (nota 19 (e)) 325 209 Rendas de tarifas bancárias (nota 19 (e)) 33 59 Despesas de pessoal (4.431) (4.428) Despesas administrativas (nota 19 (f)) (5.143) (4.290) Despesas tributárias (197) (2.134) Outras receitas operacionais (nota 18) 993 1.308 Outras despesas operacionais (nota 13) (10.055) (2.697) Resultado operacional (16.625) (13.313) Resultado não operacional (nota 19 (i)) (141) (1.686) Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações (16.766) (14.999) Imposto de renda e contribuição social (nota 16) (4) Ativo fiscal diferido (4) Prejuízo do semestre (16.766) (15.003) Número de ações (em milhares) (nota 15) 158.961 138.499 Prejuízo por lote de mil ações - R$ (105,47) (108,33) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EM 30 DE JUNHO DE 2013 E DE 2012 (Em milhares de reais)

Em 31 de dezembro de 2011 Aumento de capital (nota 15 (a)) Prejuízo do semestre Em 30 de junho de 2012 Em 31 de dezembro de 2012 Aumento de capital (nota 15 (a)) Prejuízo do semestre Em 30 de junho de 2013

Capital social 129.477 13.947 143.424 153.386 10.500 163.886

Prejuízos acumulados (82.465) (15.003) (97.468) (101.308) (16.766) (118.074)

Total 47.012 13.947 (15.003) 45.956 52.078 10.500 (16.766) 45.812

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E DE 2012 (Em milhares de reais) 1. CONTEXTO OPERACIONAL até o vencimento. São avaliados pelos custos de aquisição, acrescidos dos rendimentos O BPN Brasil Banco Múltiplo S.A. (“Banco” ou “BPN Brasil”) tem por objeto a prática auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os instrumentos financeiros de todas as operações ativas, passivas e acessórias inerentes aos bancos múltiplos e derivativos são classificados de acordo com a intenção da Administração, na data do as respectivas carteiras autorizadas (comercial, crédito, financiamento e investimento, início da operação, levando-se em consideração se sua finalidade é para proteção contra bem como autorizações para realização de operações rurais e de câmbio). O Banco risco (“hedge”) ou não. Os instrumentos financeiros derivativos utilizados para proteger era controlado pelo Banco Português de Negócios S.A. (BPN Portugal), com sede em exposições a risco ou para modificar as características de ativos e passivos financeiros Porto - Portugal. Em 2008, todas as ações representativas do capital social do BPN foram e que sejam: (i) altamente correlacionados no que se refere às alterações no seu valor nacionalizadas pelo Governo de Portugal. O então acionista controlador passou, assim, de mercado em relação ao valor de mercado do item que estiver sendo protegido, tanto a ter natureza de sociedade anônima de capital público e detido pela Direção Geral do no início quanto ao longo da vida do contrato; e (ii) considerados efetivos na redução do Tesouro e Finanças. A sua gestão foi atribuída à Caixa Geral de Depósitos S.A. (CGD). risco associado à exposição a ser protegida, são classificados como “hedge” de acordo Como parte do seu processo de reprivatização, o BPN constituiu durante o exercício com sua natureza: • “Hedge” de risco de mercado - os ativos e passivos financeiros de 2010 as entidades Parparticipadas, SGPS, S.A., Parvalorem, S.A. e Parups, S.A., a objetos de “hedge” e os respectivos instrumentos financeiros derivativos relacionados quem alienou um conjunto de seus ativos. Dentro desse contexto, o BPN Brasil passou são contabilizados pelo valor de mercado, com as correspondentes valorizações ou a ser controlado indiretamente pela Parparticipadas. Em 31 de julho de 2011, o Governo desvalorizações reconhecidas no resultado do período; e • “Hedge” de fluxo de caixa - a de Portugal, através de Comunicado do seu Ministério das Finanças, anunciou a venda valorização ou desvalorização referente a parcela efetiva é registrada em contrapartida de parte do Banco Português de Negócios, S.A. (BPN) (então controlador do BPN Brasil à conta destacada do patrimônio líquido, líquido dos efeitos tributários. A parcela não Banco Múltiplo S.A.) ao Banco BIC Português, SA. (BIC). Em 9 de dezembro de 2011, foi efetiva é registrada em contrapartida à adequada cota de receita ou despesa no resultado assinado Contrato de Promessa de Compra e Venda entre o Comprador e o Governo de do período. Os instrumentos financeiros derivativos que não atendam aos critérios de Portugal, com pagamento de sinal de 25% do valor da operação pactuada entre as partes. “hedge” contábil estabelecidos pelo BACEN, principalmente derivativos utilizados para A concretização da operação foi concluída em 30 de março de 2012 e abrange somente administrar a exposição global de risco, são contabilizados pelo valor de mercado, com parte da operação do BPN em Portugal, ou seja, não incluiu a operação brasileira. Como as valorizações ou desvalorizações reconhecidas diretamente no resultado do período. consequência dessa decisão, após a formalização do contrato de compra e venda em (e) Operações de crédito e provisão para créditos em liquidação duvidosa - As Portugal, o BPN Brasil passou a ser controlado indiretamente pelo Estado Português operações de crédito e outros créditos com característica de concessão de crédito são e pela Parparticipadas. SGPS, S.A.. O Governo Português tem a intenção de alienar classificadas nos respectivos níveis de risco, observando: (i) os parâmetros estabelecidos as empresas que não foram compradas pelo BIC na negociação finalizada em março pela Resolução nº 2.682 do CMN, que requer a sua classificação em nove níveis, sendo último, entre elas o BPN Brasil, tanto que contratou como advisor para o processo de “AA” (risco mínimo) e “H” (risco máximo); e (ii) a avaliação da Administração quanto venda no Brasil a Caixa BI (Banco de investimentos da CGD). Ao longo do primeiro ao nível de risco. Essa avaliação, realizada periodicamente, considera a conjuntura semestre de 2012 alguns investidores avaliaram o BPN Brasil, tendo enviado propostas econômica, a experiência passada e os riscos específicos e globais em relação às à Caixa BI, e neste momento o Estado Português esta avaliando as opções. Tendo em operações, aos devedores e garantidores. Os parâmetros acima consideram os períodos vista o cenário acima, a Administração do Banco no Brasil vem tomando uma série de de atraso, para atribuição dos níveis de classificação dos clientes, da seguinte forma: medidas visando a adequação de sua estrutura operacional e financeira aos patamares Classificação do cliente considerados adequados para fazer face aos seus negócios. Essas medidas incluem: Período de atraso (1) B (a) Aporte dos acionistas controladores de R$ 98.488 nos últimos exercícios, sendo de 15 a 30 dias C R$ 34.900 no ano de 2010, R$ 39.679 no ano de 2011, R$ 23.909 no ano de 2012 e de 31 a 60 dias D R$ 10.500 no semestre findo em 30 de junho de 2013 (nota 15 (a)); (b) Manutenção do de 61 a 90 dias E índice Basileia em níveis superiores ao exigido pelo BACEN (nota 19 (g)); (c) Avaliação, de 91 a 120 dias F em curso, do seu quadro de executivo e funcional, objetivando não só uma redução de 121 a 150 dias G de custos administrativos, mas também uma readequação a um novo patamar de 151 a 180 dias H organizacional; (d) Desenvolvimento, ainda em curso, de um plano de negócios num superior a 180 dias horizonte de 2 anos, objetivando reverter a situação deficitária apresentada nos últimos (1) Para as operações com prazo a decorrer superior a 36 meses, é realizada a contagem três exercícios e adequando suas atividades operacionais a realidade deste período de em dobro dos prazos conforme facultado pela Resolução nº 2.682/99 do CMN. transição; e (e) Monetizar os imóveis retomados através de leilões e manter o esforço A atualização (“accrual”) das operações de crédito vencidas, até o 59º dia é contabilizada de recuperação de créditos não performados. Com essas medidas, a Administração do em receitas e a partir do 60° dia em rendas a apropriar. As operações em atraso Banco espera reverter a tendência de prejuízo apresentada nos últimos exercícios, sem classificadas como nível “H” permanecem nessa classificação por seis meses, quando comprometer sua liquidez e níveis atuais de solvência, ressaltando que a mesma já então são baixadas contra a provisão existente e controladas em conta de compensação comunicou o controlador que caso o processo de alienação do BPN Brasil não seja por, no mínimo, 5 anos, não sendo mais registradas em contas patrimoniais. As definido até o final deste exercício, uma nova capitalização será necessária. operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam 2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As demonstrações financeiras do BPN Brasil foram elaboradas em consonância com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pela Lei das Sociedades por Ações, incluindo as alterações introduzidas pelas leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, normatizadas pelo BACEN e apresentadas em conformidade com o Plano Contábil das Instituições Financeiras do Sistema Financeiro Nacional - COSIF. A fim de adequar-se às normas internacionais de contabilidade, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) emitiu pronunciamentos contábeis, e suas respectivas interpretações. Os pronunciamentos contábeis já aprovados pelo BACEN estão relacionados abaixo e foram considerados na preparação das informações contábeis inseridas nessas informações financeiras semestrais: • Resolução CMN nº 3.566/08 - CPC 01 (R1) - Redução ao valor recuperável de ativos; • Resolução CMN nº 3.604/08 - CPC 03 (R2) - Demonstração do fluxo de caixa; • Resolução CMN nº 3.750/09 - CPC 05 (R1) - Divulgação sobre partes relacionadas; • Resolução CMN nº 3.973/11 - CPC 24 - Eventos subsequentes; • Resolução CMN nº 3.823/09 - CPC 25 - Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes; • Resolução CMN nº 3.989/11 - CPC 10 (R1) - Pagamento baseado em ações; • Resolução CMN nº 4.007/11 - CPC 23 - Políticas contábeis, mudança de estimativa e retificação de erro; • Resolução CMN nº 4.144/12 (R1) - Emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), aplicável onde não conflitam com as normas emitidas pelo Conselho Monetário Nacional - CMN ou pelo Banco Central do Brasil BACEN. Não foram adotadas as normas emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), relacionadas ao processo de convergência contábil internacional e aprovadas pela CVM, ainda não recepcionadas pelo BACEN. Na presente data, não é possível estimar quando os demais pronunciamentos contábeis do CPC serão aprovados pelo BACEN. A administração do Banco concluiu que na presente data, não são esperados efeitos decorrentes da entrada em vigor desses novos pronunciamentos. Estas demonstrações financeiras foram aprovadas pela Diretoria e autorizadas a serem divulgadas em 23/08/2013. 3. RESUMO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS (a) Resultado - O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia e calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados ou relacionadas a operações com o exterior, que são calculadas com base no método linear. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. (b) Caixa e equivalente de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda nacional, moeda estrangeira, aplicações no mercado aberto e aplicações em depósitos interfinanceiros, cujo vencimento das operações na data da efetiva aplicação foi igual ou inferior a 90 dias e apresentam risco insignificante de mudança de valor justo, que são utilizados pelo Banco para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. (c) Aplicações interfinanceiras de liquidez - São registradas ao custo de aquisição, acrescidas dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidas de provisão para desvalorização, quando aplicável. (d) Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos - Os títulos e valores mobiliários são avaliados e classificados da seguinte forma: • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados, são apresentados no ativo circulante e avaliados ao valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - que não se enquadrem como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São ajustados ao valor de mercado em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido deduzido dos efeitos tributários; e • Títulos mantidos até o vencimento adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E DE 2012 (Em milhares de reais) 2013 2012 Prejuízo do semestre (16.766) (15.003) Ajustes para reconciliar o prejuízo Provisão para crédito de liquidação duvidosa (nota 8 (d)) (1.013) 8.129 Provisão para outros crédito de liquidação duvidosa (nota 8 (d)) (107) Provisão/reversão para desvalorização de outros valores e bens (1.101) (351) Depreciações e amortizações (nota 19 (f)) 182 206 Provisão com processos cíveis, trabalhistas e fiscais (nota 13 (iii)) 9.358 1.439 Resultado na venda bens não de uso próprio 1.312 2.096 Ativo fiscal diferido 4 Prejuízo ajustado do semestre (8.135) (3.480) (Aumento) redução nos ativos operacionais Aplicações interfinanceiras de liquidez (24) (34.559) Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos 18.326 11.484 Operações de crédito 16.119 42.674 Outros créditos 3.788 35.160 Outros valores e bens (397) 641 Aumento (redução) nos passivos operacionais Depósitos (23.738) (24.960) Relações interfinanceiras e interdependências (4.683) (71) Obrigações por empréstimos e repasses (13.753) (46.950) Instrumentos financeiros derivativos 1.010 2.374 Outras obrigações (4.890) 2.025 Resultado de exercícios futuros 71 (90) Caixa líquido aplicado nas atividades operacionais (16.306) (15.752) Atividades de investimentos Alienação de bens não de uso próprio 1.226 1.610 Aplicações em bens não de uso próprio (150) (6.185) Aplicações no imobilizado de uso (19) (3) Aplicações no ativo intangível (34) (4) Caixa líquido aplicado nas atividades de investimentos 1.023 (4.582) Atividades de financiamentos Aumento de capital (nota 15 (a)) 10.500 13.947 Caixa líquido originado pelas atividades de financiamentos 10.500 13.947 Redução de caixa e equivalentes de caixa (4.783) (6.387) Caixa e equivalentes de caixa no início do semestre 82.881 52.491 Caixa e equivalentes de caixa no final do semestre classificadas. As renegociações que já haviam sido baixadas contra a provisão e que (nota 4) 78.098 46.104 estavam em contas de compensação, são classificadas como nível “H” e as eventuais receitas provenientes da renegociação somente são reconhecidas quando efetivamente As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. recebidas. Quando houver amortização significativa da operação ou quando novos fatos relevantes justificarem a mudança do nível de risco, poderá ocorrer a reclassificação da administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e operação para categoria de menor risco. A provisão para créditos de liquidação duvidosa quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. (iii) Os é fundamentada na análise das operações efetuadas pela administração para concluir passivos contingentes classificados como perdas possíveis pelos assessores jurídicos quanto ao valor necessário para créditos de liquidação duvidosa, e leva em conta a são apenas divulgados em notas explicativas, enquanto aqueles classificados como conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos e globais das perda remota não requerem provisão e divulgação. (iv) Obrigações legais - fiscais e carteiras, bem como as normas e instruções do CMN e do Banco Central do Brasil. previdenciárias - referem-se a demandas judiciais, nas quais estão sendo contestadas (f) Investimentos - Os investimentos em títulos patrimoniais são demonstrados ao a legalidade e a constitucionalidade de alguns tributos e contribuições. Os montantes custo de aquisição, ajustados pela atualização patrimonial informada pelas instituições. discutidos são integralmente registrados nas demonstrações financeiras e atualizados Os demais investimentos estão demonstrados ao custo de aquisição, deduzidos das de acordo com a legislação fiscal. (v) Os depósitos judiciais são mantidos em conta de provisões para perdas, quando aplicável. (g) Imobilizado - Demonstrado ao custo de ativo, sem serem deduzidos das provisões para passivos contingentes, em atendimento aquisição, deduzido da depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo às normas do BACEN. (m) Outros ativos e passivos - Os ativos estão demonstrados método linear, com base em taxas anuais que contemplam a vida útil-econômica dos pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações bens, sendo móveis, instalações e equipamentos de comunicação - 10% e o sistema de monetárias auferidos (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada processamento de dados - 20%. (h) Diferido - Os gastos de organização e expansão, necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e calculáveis, registrados ao custo de aquisição ou formação correspondem ao seguinte: • Benfeitorias acrescidos dos encargos e das variações monetárias incorridos (em base “pro rata” dia). em imóveis de terceiros, amortizados linearmente com base no prazo de locação de (n) Uso de estimativas - A preparação das demonstrações financeiras exige que a três anos; e • Gastos com desenvolvimento de logiciais - correspondem a despesas com Administração efetue estimativas e adote premissas, no melhor de seu julgamento, que cessão de uso de sistemas de softwares e consultoria para implantação dos sistemas afetam os montantes de certos ativos e passivos, financeiros ou não, receitas e despesas de contabilidade, empréstimos e gerenciais, amortizados linearmente pelo prazo de 60 e outras transações, tais como: (i) as taxas de depreciação dos itens dos investimentos meses. (i) Ativo intangível - Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por para renda, (ii) depreciação de itens do imobilizado e amortização dos itens diferido e objeto bens incorpóreos destinados à manutenção do Banco ou exercidos com essa do intangível, (iii) provisão para perdas com operações de crédito, (iv) provisão para finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são amortizados no decorrer de um período estimado de benefício econômico. Compostos basicamente por softwares, riscos fiscais, cíveis e trabalhistas e (v) ajuste a mercado de aplicações financeiras e que são registrados ao custo, deduzido da amortização pelo método linear durante instrumentos financeiros derivativos. Os valores de eventual liquidação destes ativos e a vida útil estimada (20% ao ano), a partir da data da sua disponibilidade para uso. passivos, financeiros ou não, podem vir a ser diferente dos valores apresentados com (j) Redução ao valor recuperável - O CPC 01 (R1) - Redução ao valor recuperável base nessas estimativas. de ativos, aprovado pela resolução CMN nº 3.566/08, estabelece a necessidade das entidades efetuarem uma análise periódica para verificar o grau de valor recuperável dos ativos não financeiros. Em 30 de junho de 2013, com exceção da provisão para desvalorização de bens não de uso próprio no montante de R$ 156 (2012 - R$ 4.600), a Administração não identificou nenhuma perda em relação ao valor recuperável de ativos não financeiros a ser reconhecida nas demonstrações financeiras. (k) Imposto de renda, contribuição social, PIS e COFINS - Provisionados às alíquotas abaixo demonstradas, consideram, para efeito das respectivas bases de cálculo, a legislação vigente pertinente a cada encargo. Porcentagem Imposto de renda 15,00 Adicional de imposto de renda 10,00 Contribuição social 15,00 PIS 0,65 COFINS 4,00 A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota de 15% sobre o lucro tributável, acrescida do adicional de 10% para o lucro tributável excedente a R$ 120 no semestre; a provisão para contribuição social é constituída à alíquota de 15% sobre o lucro tributável. (l) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais, fiscais e previdenciárias - O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das contingências ativas e passivas e obrigações legais são efetuados de acordo com as determinações estabelecidas no pronunciamento técnico CPC 25, aprovado pela Resolução BACEN nº 3.823/09. (i) Ativos contingentes - não são reconhecidos nas demonstrações financeiras, exceto quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos. (ii) Provisões - são reconhecidas nas demonstrações financeiras quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou

4. CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Caixa Aplicações interfinanceiras de liquidez Caixa e equivalentes de caixa

2013 486 77.612 78.098

2012 2.424 43.680 46.104

2013

2012

77.612

78.204

1.036 78.648

1.456 79.660

2013 2.570 2.570

2012 3.277 3.277

5. APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ (a) Composição Aplicações no Mercado aberto: Lastro em Títulos públicos NTN Aplicações em depósito interfinanceiro: Títulos privados CDI - Rural (b) Resultado de aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações interfinanceiras de liquidez (nota 6 (d))

6. TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Composição da carteira de títulos e valores mobiliários classificada na categoria “para negociação”, por tipo de papel, demonstrada pelo seu valor de custo e de mercado e por prazo de vencimento, bem como a composição da carteira de instrumentos financeiros derivativos. continua...


20 -.ECONOMIA

DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

...continuação

BPN Brasil Banco Múltiplo S.A. CNPJ nº 61.033.106/0001-86

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E DE 2012 (Em milhares de reais) (a) Composição por classificação As operações de futuros e “swap” são registradas em contas patrimoniais e de o recebimento de valores referentes à verbas rescisórias, em especial, aviso prévio, 13º 2013 2012 compensação pelo valor do contrato ou valor referencial e estão registradas na salário, férias indenizadas e proporcionais, multa, horas extras e reflexos, danos materiais Valor do Valor de Valor do Valor de BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e de Futuros ou na CETIP S.A. - e morais, no valor de R$ 6.981. DEMAIS AÇÕES TRABALHISTAS E CÍVEIS: Ações trabalhistas ajuizadas por ex-funcionários do Banco pleiteando direitos trabalhistas que custo mercado/ custo mercado/ Balcão Organizado de Ativos e Derivativos. amortizado Contábil amortizado Contábil Os instrumentos financeiros derivativos estão sendo apresentados por tipo de papel e entendem devidas, em especial horas extras e reflexos. Ações cíveis pleiteando a revisão de cláusulas de contratos firmados com o Banco, em especial encargos, juros e multa, no possuem vencimento até agosto de 2013, como segue: Carteira própria e vinculada 2013 valor de R$ 184, conforme demonstrado: Livres 2013 2012 Valor Letras Financeiras do Demais ações Demais ações referencial Resultado Tesouro - LFTs 6.390 6.389 32.582 32.605 SABRICO trabalhistas SABRICO trabalhistas Ativos Passivos dos contratos do período Vinculados ao Banco Central Saldos iniciais 5.083 1.319 3.688 948 “Swap” Letras Financeiras do 1.898 7 1.134 258 6.233 3.334 37.036 949 Processos novos Tesouro - LFTs 10.530 10.530 - Dólar x CDI / CDI x Dólar (873) (384) Futuros 182 9.534 549 Baixas Vinculados à prestação (269) (321) 6.415 3.334 46.570 1.498 Pagamentos de garantias Saldos finais 6.981 184 4.822 501 Letras Financeiras do 2012 Tesouro - LFTs 8.584 8.583 9.822 9.827 Valor DESMUTUALIZAÇÃO DOS TÍTULOS PATRIMONIAIS DA CETIP: O Banco possui Instrumentos financeiros referencial Resultado processo administrativo no valor de R$ 473 que tem por objeto apurar ganho tributável, derivativos Ativos Passivos dos contratos do período auferido em julho de 2008, na alegada devolução de patrimônio social decorrente “Swaps” 6.175 6.233 7.508 7.647 “Swap” do processo conhecido como desmutualização da CETIP - Câmara de Custódia e 31.679 31.735 49.912 50.079 Dólar x CDI / CDI x Dólar 7.647 2.374 54.407 (608) Liquidação (“CETIP Associação”). Futuros 275 7.591 190 (b) Composição por prazo de vencimento 15. PATRIMÔNIO LÍQUIDO 7.647 2.649 61.998 (418) 2013 2012 As operações de derivativos do BPN Brasil tem o objetivo de proteção da operação de (a) Capital social - O capital social está representado por 158.960.608 (138.498.606 Acima Acima captação de recursos, cuja valorização ou desvalorização decorrente de ajuste a valor em 2012) ações ordinárias, sem valor nominal, totalmente integralizadas. Conforme Até de Até de 360 dias 360 dias Total 360 dias 360 dias Total de mercado é registrada diretamente nas contas de resultado. Tais operações têm como Assembleia Geral Extraordinária - AGE de 28 de fevereiro de 2012, foi deliberado o objetivo primário a mitigação do risco de oscilação das taxas cambiais e de juros por aumento de capital no montante de R$ 13.947, em moeda corrente, passando o capital Títulos públicos social de R$ 129.477 para R$ 143.424, totalmente subscrito e integralizado, mediante conta das captações no exterior. Letras Financeiras a emissão de 13.946.801 novas ações ordinárias nominativas e sem valor nominal, ao do Tesouro - LFTs 25.502 25.502 18.647 23.785 42.432 8. OPERAÇÕES DE CRÉDITO preço de emissão de R$ 1 cada uma. O referido aumento de capital foi homologado Instrumentos pelo Banco Central do Brasil em 5 de março de 2012. Conforme Assembleia Geral (a) Composição total da carteira Financeiros 2013 2012 Extraordinária - AGE de 25 de junho de 2013, foi deliberado o aumento de capital no Derivativos 33.749 81.760 montante de R$ 10.500, em moeda corrente, passando o capital social de R$ 153.386 “Swaps” 6.233 6.233 3.291 4.356 7.647 Empréstimos e títulos descontados 743 8.204 para R$ 163.886, totalmente subscrito e integralizado, mediante a emissão de 10.500.001 31.735 31.735 21.938 28.141 50.079 Financiamentos Financiamentos rurais e agroindustriais 6.976 10.506 novas ações ordinárias nominativas e sem valor nominal, ao preço de emissão de R$ 1 (c) Composição por emissor 41.468 100.470 cada uma. O referido aumento de capital foi homologado pelo Banco Central do Brasil em 2013 2012 Adiantamentos sobre contratos de câmbio (nota 11) 7.495 13.842 2 de julho de 2013. (b) Reserva de lucros - A reserva legal deverá ser constituída por Títulos para negociação 5% do lucro líquido do exercício, limitada a 20% do capital social. (c) Dividendos e juros Outros créditos - rendas a receber de Público adiantamentos concedidos (nota 11) 860 599 sobre o capital próprio - Aos acionistas, são assegurados dividendos mínimos de 5% Governo Federal 25.502 42.432 sobre o lucro líquido anual ajustado na forma da legislação em vigor. A distribuição dos Outros créditos - títulos e créditos a receber de Instrumentos Financeiros Derivativos cessão de créditos adquiridos (nota 10) 3.298 4.744 dividendos está sujeita à deliberação em Assembleia Geral de Acionistas. “Swaps” - Privado 53.121 119.655 16. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Instituições Financeiras 6.233 7.647 Os encargos com imposto de renda e contribuição social incidentes sobre as operações 31.735 50.079 (b) Composição por vencimento 2013 2012 são demonstrados a seguir: (d) Resultado de operações com títulos e valores mobiliários e aplicações 2013 2012 Operações vencidas 7.711 7.967 interfinanceiras de liquidez Resultado antes do IR e da CS (16.766) (14.999) A vencer 2013 2012 6.706 6.000 Até 90 dias 4.963 41.746 Expectativa de crédito de IRPJ e CSLL Aplicações interfinanceiras de liquidez (nota 5 (b)) 2.570 3.277 De 91 a 360 dias 16.944 39.624 Efeito do IRPJ e da CSLL sobre as diferenças Rendas de títulos de renda fixa 1.381 2.202 permanentes Acima de 360 dias 23.503 30.318 3.951 5.479 Despesas riscos cíveis (800) 53.121 119.655 Despesas riscos trabalhistas (2.943) (543) 7. INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (c) Composição da carteira de créditos por setor de atividade Despesas não dedutíveis (288) (522) 2013 2012 O Banco participa de operações envolvendo instrumentos financeiros com o objetivo de Setor público e privado 26.649 65.148 Efeito do IRPJ e da CSLL sobre as diferenças atender às necessidades próprias e de clientes, a fim de administrar exposições a riscos Indústria temporárias sem constituição de crédito tributário 9.279 8.007 de mercado, de moeda e de taxas de juros. O gerenciamento e acompanhamento desse Comércio 17.181 46.482 Constituição, líquida de reversão da provisão para risco é efetuado por meio de políticas e estratégias de operação, assim como limites Serviços créditos de liquidação duvidosa 448 (1.472) 12 18 para posições assumidas e o crédito concedido às contrapartes, consoantes as diretrizes Pessoas físicas (800) 53.121 119.655 Provisão para riscos trabalhistas estabelecidas pela Administração. Outras diferenças temporárias 828 195 Prejuízo fiscal e base negativa do semestre O risco da carteira e a provisão para créditos de liquidação duvidosa estavam assim distribuídos em 30 de junho: não registrados (3.936) (3.630) 2013 2012 Total do crédito (despesa) de IR e CS contabilizado (4) Percentual Operações Operações Nível de risco da provisão vencidas a vencer Total Provisão Total Provisão Créditos tributários não constituídos AA 12 12 2.428 - Em 30 de junho de 2013, existiam créditos tributários não constituídos no montante de A 0,5 7.718 7.718 39 33.592 168 R$ 22.381 (R$ 19.910 em 2012), sendo R$ 4.584 (R$ 11.448 em 2012) sobre diferenças B 1 9.071 9.071 91 18.407 184 temporárias e R$ 17.797 (R$ 8.462 em 2012) sobre prejuízo fiscal e base negativa de C 3 4.216 4.216 126 22.559 677 contribuição social. D 10 6.780 12.182 18.962 1.896 8.352 835 17. PARTES RELACIONADAS E 30 163 3.386 3.549 1.065 10.671 3.201 As transações com partes relacionadas estão refletidas nas seguintes contas: F 50 1.982 1.982 990 7.928 3.964 G 70 1.709 1.709 1.196 2.421 1.695 (a) Remuneração do pessoal-chave da Administração 2013 2012 H 100 768 5.134 5.902 5.902 13.297 13.297 1.124 1.061 7.711 45.410 53.121 11.305 119.655 24.021 Remuneração e encargos Previdência privada 36 34 O Banco possui o plano de previdência privada complementar como benefício aos seus (d) Provisão para créditos de liquidação duvidosa 13. OUTRAS OBRIGAÇÕES - DIVERSAS funcionários na modalidade PGBL do HSBC Vida e Previdência S.A. e contribui com 2013 2012 2013 2012 o mesmo montante aplicado pelo contribuinte. No semestre este valor foi de R$ 113 Saldos iniciais 20.065 33.620 Provisões para pagamentos a efetuar - pessoal 820 862 (R$ 111 em 2012). Constituição/reversão líquida (1.120) 8.129 Comissões a pagar (i) 1.502 18. OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS Créditos baixados para prejuízo (7.640) (17.728) Provisões para ações trabalhistas - SABRICO (ii) Saldos finais 11.305 24.021 2013 2012 (nota 14 (b)) 2.301 2.215 Reversão provisões - outras 815 34 No semestre, o montante de créditos recuperados foi de R$ 70 (R$ 4.450 em 2012). Provisões para demais ações trabalhistas 100 1.206 (nota 14 (b)) 220 53 Rendas de TCR - sem concessão de crédito (e) Créditos renegociados 78 68 4.156 - Outras rendas operacionais O saldo dos créditos renegociados no semestre representam R$ 41.612 (R$ 7.270 Provisões para acordos trabalhistas - SABRICO (iii) 993 1.308 Provisão de serviços de terceiros 630 372 em 2012). Outras despesas administrativas 902 269 19. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES 9. OUTROS VALORES E BENS 9.029 5.273 (a) No 1º semestre de 2013, foi realizada cessão de operações de crédito, sem Referem-se a bens não de uso próprio recebidos em dação em pagamento de operações Curto Prazo 6.108 5.220 coobrigação, com instituições não ligadas, no montante de R$ 10.885 (R$ 600 em de crédito e despesas antecipadas. Longo Prazo 2.921 53 2012), gerando resultado negativo de R$ 1.606 (R$ 1.277 em 2012). (b) Relações 10. OUTROS CRÉDITOS - DIVERSOS (i) Comissões a pagar aos correspondentes bancários. interdependências - Recursos em trânsito de terceiros, no passivo, referem-se a ordens 2013 2012 (ii) Refere-se ao saldo residual dos processos trabalhistas movidos por ex-funcionários recebidas no exterior a cumprir de clientes, no montante de R$ 12 (R$ 336 em 2012). da empresa Sabrico S.A., pertencente ao grupo SLN, onde o BPN Brasil e o Banco Títulos e créditos a receber (nota 8 (a)) 3.298 4.744 (c) Resultados de exercícios futuros referem-se a comissões recebidas sobre garantias BPN Portugal, foram colocados no pólo passivo. Por decisão da Administração do Depósito judicial PIS (nota 14 (a)) 1.673 1.529 prestadas e a retenção de rendas sobre operações de crédito, a serem diferidas pelo Banco BPN em Portugal foi feito um acordo com o grupo de ex-funcionários e foi pago Depósitos judiciais trabalhistas (i) 1.939 prazo dos contratos, no montante de R$ 177 (R$ 231 em 2012). (d) As garantias em maio de 2011 a quantia aproximada de R$ 16 milhões, sendo R$ 9,8 milhões Pagamentos a ressarcir 67 34 prestadas a terceiros, compreendendo avais, fianças e outras garantias, totalizam Adiantamentos diversos 149 180 em nome do BPN Brasil e R$ 6,2 milhões em nome do BPN Portugal, restando o R$ 18.487 (R$ 10.783 em 2012) e estão registradas em conta de compensação. Outras contas (ii) 933 746 saldo residual de R$ 2.301 em 30 de junho de 2013. A Administração do Banco (e) Receitas de prestação de serviços e rendas de tarifas bancárias: 8.059 7.233 mantém entendimentos com a Administração da Parparticipadas (holding portuguesa 2013 2012 Curto Prazo 6.364 5.097 que controla o BPN Brasil) para, em caso de eventuais contingências futuras, ser Garantias prestadas 128 139 Longo Prazo 1.695 2.136 ressarcido por aquele acionista quanto às causas desta natureza. Outros serviços 197 70 (i) Referem-se a valores depositados judicialmente de reclamações trabalhistas (iii)Em janeiro de 2013, a Administração da Parparticipadas (holding portuguesa que Rendas de prestação de serviços 325 209 envolvendo a empresa SABRICO, consideradas como risco de perda possível pelos controla o BPN Brasil) tomou a decisão de celebrar acordos em processos movidos Rendas de tarifas bancárias 33 59 assessores jurídicos do Banco (vide nota 14 (c)). por ex-funcionários contra a empresa Sabrico S.A. no Brasil, pertencente ao mesmo Total 358 268 (ii) Referem-se, substancialmente, a impostos e contribuições a compensar e valores a grupo econômico de sua antiga controladora em Portugal, o Grupo SLN, em razão da receber pela alienação de bens não de uso. inclusão do BPN Brasil no pólo passivo dos referidos processos. Por esta razão, foram (f) Despesas administrativas 2013 2012 celebrados acordos pelo BPN Brasil no montante de R$ 9.358, registrado na rubrica 11. CARTEIRA DE CÂMBIO Despesas de serviços de terceiros 1.904 1.747 de outras despesas operacionais, sendo que foram pagos R$ 5.202 até junho de 2013 2012 1.179 600 2013, restando saldo remanescente de R$ 4.156. Todos os valores foram ressarcidos Despesas de serviços técnicos especializados Ativo Despesas de aluguéis 784 637 integralmente pela sua controladora indireta Parparticipadas, através do aumento de Câmbio comprado a liquidar 10.817 18.748 Despesas de processamento de dados 69 80 capital mencionado na (nota 15 (a)). Direitos sobre vendas de câmbio 530 Despesas de comunicações 329 302 Rendas a receber de adiantamentos 14. PROVISÕES, ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - Despesas de transporte 145 148 concedidos (nota 8 (a)) 860 599 FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS Despesas de amortização e depreciação 182 206 11.677 19.877 62 87 (a) Obrigações legais - fiscais e previdenciárias - PIS: O BPN Brasil ajuizou mandado Despesas de serviços do sistema financeiro Passivo 104 131 de segurança para assegurar o direito de calcular e recolher PIS de acordo com a Lei Despesas de seguros Câmbio vendido a liquidar 512 385 352 Complementar nº 07/70, em relação aos fatos geradores ocorridos após março de Outras despesas Obrigações por compra de câmbio 9.222 16.352 5.143 4.290 2006 ou, subsidiariamente, garantir o direito de recolher PIS somente com base em Adiantamentos sobre contratos de câmbio suas receitas provenientes da prestação de serviços, compensando-se os valores (g) Limites operacionais e gerenciamento de riscos - Consoante aos preceitos do Novo (nota 8 (a)) (7.495) (13.842) os Acordo de Capital (Basileia II), o Banco Central do Brasil publicou as Resoluções nos 3.380, 1.727 3.022 indevidamente recolhidos desde julho de 2003, nos termos das Leis n 9.430/96 e 9.250/95, por ser a Lei nº 9.718/98 inaplicável às instituições financeiras. O processo 3.464 e 3.721 que tratam das estruturas para gerenciamento de riscos operacionais e 12. DEPÓSITOS, CAPTAÇÕES, EMPRÉSTIMOS NO EXTERIOR E REPASSES foi classificado como obrigação legal, tendo provisão no valor de R$ 1.434 (R$ 1.324 de mercado e de crédito, respectivamente. Publicou, também, as Circulares nos 3.360, Abertura dos depósitos, captações e repasses por vencimento: em 2012) e depósitos judiciais efetuados no montante de R$ 1.673 (R$ 1.529 em 2012), 3.361 a 3.368, 3.383, 3.388 e 3.389, que definem as metodologias das parcelas de Capital necessárias para os Riscos de Crédito, Mercado e Operacional, respectivamente, bem 2013 2012 conforme demonstrado: Prazos (dias) 2013 2012 como a Resolução nº 3.444, que altera as regras de apuração do Patrimônio de Referência Depósitos Sem venDe 91 Acima Depósito Depósito e nº 3.490, que dispõe sobre a apuração do Patrimônio de Referência Exigido a ser e captações cimento Até 90 a 360 de 360 Total Total Provisão judicial Provisão judicial aplicado a partir de 1º de julho de 2008. O BPN Brasil utiliza como base o Patrimônio de À vista 1.207 1.207 1.025 Saldos iniciais 1.383 1.607 1.243 1.453 Referência Exigido dividido por 11%, que é o patrimônio mínimo exigido pelo BACEN, e Interfinanceiros 848 848 2.541 Constituição 51 66 81 76 em 30 de junho de 2013 atingiu o índice de 49,63% (2012 - 43,34%). A prazo 6.114 48.113 12.739 66.966 121.099 Saldos finais 2013 2012 1.434 1.673 1.324 1.529 Total de 60.063 62.195 (b) Provisões para processos trabalhistas - SABRICO: Ações trabalhistas ajuizadas Patrimônio de referência - PR depósitos 1.207 6.962 48.113 12.739 69.021 124.665 45.812 45.956 por ex-funcionários da empresa Sabrico S.A., controlada indiretamente pelo Grupo Nível I Empréstimos 45.812 45.956 BPN em Portugal, pleiteando o recebimento de valores referentes a verbas rescisórias, Patrimônio líquido no exterior (i) 24.782 1.774 26.556 34.125 14.250 16.239 em especial, aviso prévio, 13º salário, férias indenizadas e proporcionais, multa, horas Nível II Dívida 14.250 16.239 extras e reflexos, danos materiais e morais. A provisão foi formulada levando em Divida subordinada (nota 12) subordinada (ii) 936 16.877 17.813 16.239 13.313 15.787 conta as verbas pleiteadas nas ações trabalhistas, observando-se a lei, jurisprudência Patrimônio de referência exigido - PRE Repasses no 9.988 14.344 e parecer dos assessores jurídicos externos. As causas prováveis trabalhistas foram Risco de crédito país (iii) 32 7.544 7.576 18.347 113 93 provisionadas no valor de R$ 2.301 (R$ 2.215 em 2012) (vide nota 13.ii). DEMAIS Risco de mercado 1.207 31.776 58.367 29.616 120.966 193.376 3.212 1.350 AÇÕES TRABALHISTAS: Ações trabalhistas ajuizadas por ex-funcionários do BPN Risco operacional (i) Representados por recursos captados no exterior junto às instituições financeiras. Em 46.750 46.408 Brasil pleiteando direitos trabalhistas que entendem devidas, em especial horas extras Margem 30 de junho de 2013, os encargos financeiros variam de 3,20% a 3,60% a.a., com Ativo ponderado pelo risco 121.026 143.516 e reflexos. As causas prováveis trabalhistas foram provisionadas no valor de R$ 220, vencimentos até outubro de 2013 (2012 - 3,20% a 3,40% a.a. com vencimentos até Índice de Basileia 49,63% 43,34% conforme demonstrado: agosto de 2013). 2013 2012 (h) Gerenciamento de riscos - Um resumo das descrições das estruturas de (ii) Dívida subordinada refere-se a captação no exterior junto ao ex-controlador indireto Demais ações Demais ações gerenciamento de risco operacional, de risco de mercado e de risco de crédito pode ser BPN Portugal no montante de US$ 8 milhões, realizada em 4 de junho de 2008 k http://www.bpnbrasil.com.br/apresentacao.htm. SABRICO trabalhistas SABRICO trabalhistas acessado no site do banco através do link: conforme “Contrato de Mútuo” e “Primeiro Aditivo ao Contrato de Mútuo”, firmados 2.301 220 856 62 (i) Resultado não operacional - Em junho de 2013, o Banco constituiu provisões sobre entre o Banco e o Banco Português de Negócios, S.A. autorizado a integrar o seu Saldos iniciais 1.359 (62) desvalorizações de seus ativos, bens não de uso, avaliados às condições de preços de capital de nível II nos termos da Resolução CMN nº 3.444, de 28 de fevereiro de Constituição 2.301 220 2.215 - mercado na data. O valor correspondente era de R$ 156 (R$ 4.600 em 2012), suportado 2007, e homologado pelo Banco Central do Brasil em 25 de agosto de 2008. Em Saldos finais com base em laudos técnicos emitidos por empresa de avaliação especializada. 30 de junho de 2013, os encargos financeiros são calculados pela Libor semestral (c) Passivos contingentes classificados como risco de perda possível - São processos judiciais e administrativos de natureza tributária, trabalhista e cível com vencimentos semestrais até maio de 2018. DIRETORIA EXECUTIVA (iii)Representados por operações de repasses de Finame, BNDES e Funcafé. Em 30 de classificados, com base na opinião dos assessores jurídicos, como risco de perda Luiz Alberto Fortuna Stouthandel junho de 2013, os encargos financeiros são atualizados pela Taxa de Juros de Longo possível, não reconhecidos contabilmente. Os principais processos são: SABRICO: Rodrigo Cristoforo del Barrio Prazo (TJLP), Real - pré e UMBNDES e juros pré-fixados respectivamente com Ações trabalhistas ajuizadas por ex-funcionários da empresa Sabrico S.A., controlada Silvio Cesar Ferreira – Contador CRC 1SP-185135/O-0 indiretamente pelo Grupo BPN em Portugal, nas quais o BPN Brasil foi citado, pleiteando vencimentos até janeiro de 2014. Aos Administradores e Acionistas do BPN Brasil Banco Múltiplo S.A. - São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras do BPN Brasil Banco Múltiplo S.A. (“Banco”), que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras - A Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes - Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras do Banco

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados às circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião - Em nossa opinião, as demonstrações financeiras referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do BPN Brasil Banco Múltiplo S.A. em 30 de junho de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Ênfases - Riscos trabalhistas - Sem modificar a nossa opinião, chamamos a atenção para a nota explicativa nº 13.ii às demonstrações financeiras, que menciona que o Banco foi citado em diversas ações judiciais de natureza trabalhista, impetradas contra a antiga empresa não financeira no Brasil, ligada ao seu antigo acionista controlador em Portugal, para as quais mantém provisão registrada em “Outras Obrigações - Diversas” em 30 de junho de 2013, no montante de R$ 2.301 mil. A referida antiga empresa ligada, entretanto, ainda possui outras ações trabalhistas em discussão judicial, nas quais o Banco não foi citado judicialmente até o presente momento e nenhuma provisão adicional foi registrada, tendo em vista a não existência de uma obrigação presente, de acordo com a Resolução nº 3.823 de 16 de dezembro de 2009 do Conselho Monetário Nacional. Prejuízos operacionais - Conforme mencionado na nota explicativa nº 1 às demonstrações financeiras, a Administração do Banco no Brasil vem tomando uma série de medidas visando à adequação de sua estrutura

operacional e financeira aos patamares considerados adequados para fazer face aos seus negócios, que incluem aportes de capital, manutenção do Índice de Basileia em níveis superiores ao exigido pelo Banco Central do Brasil, avaliação do seu quadro executivo e funcional e desenvolvimento de um plano de negócios, objetivando reverter a situação deficitária atual. Portanto, a continuidade do Banco depende do sucesso dessas medidas e do suporte financeiro do acionista controlador. Nossa opinião não está ressalvada por causa deste assunto. Alienação do controle acionário do acionista controlador indireto - Conforme mencionado na nota explicativa nº 1 às demonstrações financeiras, em 31 de julho de 2011, o Governo de Portugal anunciou a venda do controle acionário do Banco Português de Negócios, S.A. (BPN), até então acionista controlador indireto do Banco, como resultado do processo de reprivatização iniciado em 2010. Este processo foi finalizado em 30 de março de 2012 com a venda definitiva do BPN em Portugal, sendo que, após esta formalização da venda, o BPN Brasil Banco Múltiplo S.A. passou a ser controlado indiretamente pelo Governo de Portugal, através de empresa localizada naquele país, denominada Parparticipadas, SGPS, S.A. Nossa opinião não está ressalvada por causa deste assunto. São Paulo, 23 de agosto de 2013 Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes CRC nº 2 SP 011609/O-8 Marcelo Luis Teixeira Santos Contador CRC nº 1 PR 050377/O-6 ‘S’ SP


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

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ECONOMIA/LEGAIS - 21 Muitas pessoas acreditam que empreendedorismo é fazer tudo sozinho. Isso é um mito. Gary Shapiro, fundador da feira de tecnologia CES

conomia

Lugar bom para start-up é o Brasil, diz executivo. N ão há lugar melhor para uma companhia iniciante de tecnologia que o Brasil. Essa é a opinião de Gary Shapiro, fundador da feira de tecnologia CES, uma das maiores do mundo, e presidente da CEA, associação que realiza o evento anualmente em Las Vegas. Ao explicar, Shapiro citou o atual momento de robustez econômica, o aumento no uso da internet pela população e os eventos esportivos que acontecerão nos próximos anos (a Copa do Mundo, em 2014, e os Jogos Olímpicos, em 2016). O executivo falou ontem em videoconferência durante a segunda edição da conferência The Next Web Latin America, que vai até hoje, em São Paulo.

O empresário, que revelou que é seu aniversário (apesar de não ter dito qual é sua idade), contou que não pôde vir ao País por causa da "burocracia brasileira": seu passaporte não foi liberado até ontem, quando voaria para a Capital paulista. Shapiro, que lançou neste ano o livro "Ninja Innovation", deu dicas para pessoas que estão começando no mundo das start-ups. "Muitas pessoas acreditam que empreendedorismo é fazer tudo sozinho. Isso é um mito. Uma boa equipe pode ajudar tanto externamente, por meio dos contatos, quanto internamente, com o talento dos membros." Para Shapiro, a contratação de funcionários para uma companhia iniciante é um

momento crucial. "Não é interessante chamar alguém para trabalhar com você se a pessoa for parecida com seu filho, com seus amigos. Contrate alguém que é muito diferente de você." Sobre planejamento, o executivo disse que muitas vezes um plano de negócios pode ser inútil. (Folhapress)

Venda de smartplones supera a de celulares tradicionais

A

s vendas de smartphones no País subiram 110% no segundo trimestre ante igual período do ano passado, para 8,3 milhões de unidades, segundo levantamento da IDC Brasil divulgado ontem. Esta é a primeira vez que a venda de smartphones supera a venda de celulares tradicionais, informou a empresa. A venda de celulares convencionais teve uma retração de 35% no período. De abril a junho foram vendidos aproximadamente 15 milhões de celulares no País, sendo que desse total 54% foram smartphones, contra 46% de feature phones (telefones celulares tradicionais). De acordo com relatório da IDC

Brasil, o mercado total de celulares cresceu 3% no período, na comparação anual. Em comunicado, Leonardo Munin, analista de mercado da IDC Brasil, afirmou que os números mostram que a migração de telefones tradicionais para smartphones ocorre de forma acelerada e que a forte demanda no Dia das Mães deixou vários fabricantes sem estoque. O executivo apontou o início da desoneração fiscal para os produtores locais de smartphones como um fator importante, por diminuir os preços. O preço médio dos smarphones, que estava em torno de US$ 316 no primeiro trimestre, caiu para US$ 240 no segundo. (Reuters)

CORREÇÕES ICMS Ao contrário do que foi informado na edição de ontem do DC na reportagem "Troca de papéis no Fisco paulista", o prazo para ingressar no programa de parcelamento do ICMS termina neste sábado, dia 31.

Varejo Informamos que os varejistas Carrefour e Makro não são clientes da empresa norte-americana Fico, que está no Brasil desde 1998. A menção estava na reportagem "Armas para a guerra do novo varejo", de 27 de agosto.

Itaiquara Alimentos S.A. CNPJ nº 72.111.321/0001-74 – NIRE nº 35.300.012.577 Ata da AGO realizada em 19 de Julho de 2013 Aos 19/07/2013, às 10 hs, na sede social da Cia., situada na Fazenda Itaiquara, Município de Tapiratiba/SP, presentes os acionistas representando quórum suficiente para deliberação, conforme foi verificado no Livro de Presença de Acionistas, presentes também os membros efetivos do Conselho Fiscal e o representante da auditoria independente, além do Contador Sr. Marcelo Cardillo Balluf. Por aclamação assumiu a presidência da mesa, o Sr. João Guilherme Figueiredo Whitaker, que para secretário, convidou a mim Guilherme Whitaker de Lima Silva, subscritor desta ata. Convocação: Editais publicados no DOESP e no Jornal DCI, de São Paulo, nos dias 04, 05 e 06 do mês corrente, nos termos do Art. 124 da Lei 6404/76. Ordem do dia com o seguinte teor: 1. Prestação de contas dos administradores, exame, discussão e votação das demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31/12/2011 e 31/12/2012; 2. Destinação do resultado do exercício encerrado em 31/12/2011 e 31/12/2012; 3. Eleição dos membros do Conselho de Administração para o próximo triênio e fixação de seus honorários; 4. Eleição dos membros do Conselho Fiscal e seus suplentes, caso decidida a sua instalação para o novo exercício. Estão à disposição dos senhores acionistas, na sede social, os documentos da Administração a que se refere o Art. 133 da Lei 6404/76 juntamente com os seguintes documentos: a) Relatório da Administração; b) Demonstrações Financeiras; c) Parecer dos auditores independentes; d) Parecer do Conselho Fiscal; e) Demais documentos pertinentes a assuntos incluídos na ordem do dia. Deliberações: Dando inicio a ordem do dia, o Sr. Presidente procedeu à leitura de considerações da Administração abrangendo os exercício de 2011 e 2012, expondo as principais realizações da Cia., documento esse que ficará arquivado na sede da sociedade. Em seguida o Sr. Presidente esclareceu que o Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado do Exercício, das Mutações do Patrimônio Líquido, do Valor Adicionado, Demonstrativo de Fluxo de Caixa, relativos ao exercício encerrado em 31/12/2011, ou seja, os documentos referidos no Art. 133 da Lei 6404/76 foram publicados no “DOESP” e no Jornal “O DIA SP”, de São Paulo, no dia 29/06/2013, conforme parágrafo 3º do Art. 133 da Lei 6404/76, e estavam à disposição dos acionistas, tendo sido procedida as respectivas leituras de tais documentos. Examinados, discutidos e votados, deliberaram aprovar por unanimidade dos presentes, com abstenção da acionista Maria Lucia de Abreu Sampaio Dória e sem ressalvas o Balanço Patrimonial, as demonstrações financeiras, o relatório e contas da diretoria do exercício encerrado em 31/12/2011, devidamente auditados, bem como os atos dos administradores, com abstenção dos legalmente impedidos. Em seguida o Sr. Presidente esclareceu que o Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado do Exercício, das Mutações do Patrimônio Líquido, do Valor Adicionado, Demonstrativo de Fluxo de Caixa, relativos ao exercício encerrado em 31/12/2012, ou seja, os documentos referidos no Art. 133 da Lei 6404/76 foram publicados no “DOESP” e no Jornal “O DIA SP”, de São Paulo, no dia 03 do corrente mês, conforme § 3º do Art. 133 da Lei 6404/76, e estavam à disposição dos acionistas, tendo sido procedida as respectivas leituras de tais documentos. Examinados, discutidos e votados, deliberaram aprovar por unanimidade dos presentes com abstenção da acionista Maria Lucia de Abreu Sampaio Dória e sem ressalvas o Balanço Patrimonial, as demonstrações financeiras, o relatório e contas da diretoria do exercício encerrado em 31/12/2012, devidamente auditados, bem como os atos dos administradores, com abstenção dos legalmente impedidos. Passando ao item “2” da ordem do dia, o Sr. Presidente esclareceu que, conforme consta das demonstrações financeiras, o prejuízo líquido apurado no exercício terminado em 31/12/2011 foi de R$ 152.518.662,53, foi aprovada por unanimidade dos presentes com abstenção da acionista referida a sua manutenção na conta de Prejuízos Acumulados para compensação com futuros lucros. Na sequência o Sr. Presidente esclareceu que, conforme consta das demonstrações financeiras, o prejuízo líquido apurado no exercício terminado em 31/12/2012 foi de R$ 106.706.082,46, foi aprovada por unanimidade dos presentes com abstenção a acionista referida, a sua manutenção na conta de Prejuízos Acumulados para compensação com futuros lucros. Passando ao item “3” da ordem do dia, o Sr. Presidente solicitou que se procedesse à eleição do Conselho de Administração para o próximo mandato que se estenderá até a AGO a realizar-se em 2016 e efetiva posse de seus sucessores. Acionistas aprovaram por unanimidade dos presentes os seguintes senhores: Guilherme Whitaker de Lima Silva, R.G. 4.988.106-SSP/SP, CPF 052.403.158-41; Fernando Camargo de Souza Dias, R.G. 2.322.659-SSP/SP, CPF 014.859.468-91; Joaquim Augusto Bravo Caldeira, R.G.1.126.655-SSP/SP, CPF 014.859.388-72;Marcos do Amaral Mesquita, R.G.7.510.517-SSP/SP, CPF 050.575.488-670; Maria Ilidia Whitaker de Lima Silva, R.G. 2.036.717-SSP/SP, CPF 719.626.548-34; Ana Maria Whitaker de Souza Dias, R.G. 2.764.947-SSP/SP, CPF 068.232.468-04; João Baptista Bravo Caldeira, R.G. 2.638.014-SSP/SP, CPF 040.082.27849; Manuel Roberto Bravo Caldeira, R.G. 4.113.785-SSP/SP, CPF 029.428.328-51; Paulo de Barros Whitaker Neto, R.G. 19.169.068-5-SSP/SP, CPF 185.051.068-73; Luis Guilherme Villares Whitaker, R.G. 26.707.637-X-SSP/SP, CPF 213.679.408-69; Alexandre de Abreu Sampaio Dória, R.G. 00.751.080-SSP/MS CPF 267.850.628-29, e Glenn Anderson Beeby, R.G. 5.825.926-SSP-SP, CPF 013.956.058-07. Os Conselheiros eleitos, presentes em assembléia, foram empossados neste ato, tendo todos assinados o respectivo livro, termo de posse e declaração de desimpedimento. Os conselheiros abriram mão da remuneração, fazendo jus a ajuda de custo prevista no parágrafo único do Art. 6º do estatuto social. Os acionistas deliberaram ainda que a remuneração da diretoria, a título de pró-labore, deverá ser fixada pelo Conselho de Administração dentro do limite global anual de R$ 1.800.000,00. Em seguida o Sr. Presidente solicitou que se procedesse à eleição do Presidente do Conselho de Administração. Foi indicado e eleito o Conselheiro Joaquim Augusto Bravo Caldeira, para exercer o cargo de Presidente do Conselho de Administração, a quem também competirá às funções previstas no Art. 9º do Estatuto Social. Passando ao item “4” da ordem do dia, por unanimidade dos presentes, ficou deliberada a manutenção do Conselho Fiscal instalado até a próxima Assembléia Geral Ordinária. Dando início à votação dos membros do Conselho Fiscal, foi sugerida a reeleição dos Conselheiros efetivos Djalma Darin, R.G. nº 5.824.321SSP/SP, CPF nº 033.351.438-68; Edson Homero da Silva Lemes, R.G. nº 7.253.603-SSP/SP, CPF nº 822.751.068-04; e, Osvaldo Monéa, R.G. nº 3.973.191-SSP/SP, CPF nº 206.028.478-34, bem como a reeleição dos respectivos suplentes, José Augusto Modesto, R.G. nº 5.347.573-SSP/SP, CPF nº 445.037.178-04; Reinaldo Maringoli, R.G. nº 2.083.892SSP/SP, CPF nº 056.730.468-04; e, Geraldo Stanzani, R.G. nº 4.563.864-SSP/SP, CPF nº 040.704.298-91. Colocado em votação, a unanimidade dos acionistas presentes deliberou aprovar sem restrições os nomes indicados. Os conselheiros efetivos reeleitos foram empossados neste ato. Ficou deliberada a remuneração mínima permitida em lei aos conselheiros efetivos. Esgotada a ordem do dia, o Sr. Presidente concedeu a palavra a todos os presentes e não havendo qualquer manifestação, determinou a lavratura da presente ata que depois de redigida, foi lida e achada conforme, aprovada por unanimidade e assinada por todos os presentes, inclusive o representante da auditoria independente, Sr. Cláudio Wagner CRC - RS 48.422 “S” SP 2.431, bem como os membros do Conselho Fiscal. Guilherme Whitaker de Lima Silva - Secretário da Assembléia. Jucesp nº 320.723/13-6 em 22/08/2013.Gisela Simiema Ceschin-Secretária Geral.

ODEBRECHT AMBIENTAL S.A. CNPJ/MF nº 09.437.097/0001-79 - NIRE 35300358775 Ata de Assembleia Geral Extraordinária Dia, Hora e Local: 1º/08/13, 14 hs, na sede, Av.Rebouças, 3.970, 31º-parte, Pinheiros/SP.Presenças: Totalidade.Convocação: Dispensada.Mesa: Marcelo Bahia Odebrecht, Pres., Paula Godinho da Silva Lacava, Secr.. Ordem do Dia: Aprovação da eleição de membros do Conselho de Administração da Companhia em substituição aos membros renunciantes.Deliberação: 1) Aprovada a lavratura da presente ata na forma de sumário dos fatos ocorridos, conforme faculta o art. 130, §1º da Lei nº 6.404/76; 2) Os acionistas tomaram conhecimento das renúncias apresentadas pelos Srs. Felipe Montoro Jens e Paulo Oliveira Lacerda de Melo, aos cargos de membros efetivos do Conselho de Administração, e o Sr. Cláudio Melo Filho, ao cargo de membro suplente do Conselho de Administração, conforme cartas de renúncia ora apresentadas e arquivadas na sede da Cia..Tendo em vista as renúncias apresentadas, os acionistas aprovaram, por unanimidade, a eleição da Sra. Marcela Aparecida Drehmer Andrade, RG nº 03.797.428-96-SSP/BA e CPF/MF nº 515.029.505-10, residente e domiciliada em SP/SP, com endereço comercial na Av. Rebouças, 3.970, 32º, Pinheiros/SP, e do Sr. Daniel Bezerra Villar, RG nº 09370154-8-IFP/RJ e CPF/MF nº 024.449.667-67, residente e domiciliado no RJ/RJ, com endereço comercial na Av. João Cabral de Melo Neto, 400, 13º, Ed. Península Corporate, Barra da Tijuca/RJ, CEP 22775-057, aos cargos de membros efetivos do Conselho de Administração da Cia.; e do Sr. Paulo Oliveira Lacerda de Melo, RG nº 762.473-SSP/PE e CPF/MF nº 069.488.394-87, residente e domiciliado em SP/SP, com endereço comercial na Av. Rebouças, 3.970, 31º, Pinheiros/SP, ao cargo de membro suplente do Conselho de Administração. Os Conselheiros ora eleitos foram investidos em seus cargos mediante a lavratura e assinatura dos termos de posse no Livro de Atas de Reunião do Conselho de Administração da Companhia. Atendendo ao disposto no artigo 147 da Lei nº 6.404/76, os Conselheiros ora eleitos declaram, sob as penas da lei, não estarem impedidos de exercerem a administração da Cia., por lei especial, ou em virtude de condenação criminal, ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra normas de defesa de concorrência, contra as relações de consumo, fé pública, ou a propriedade; ou, por pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos. Os acionistas ratificam a nomeação dos demais membros do Conselho de Administração, de forma que o Conselho de Administração, com mandato até a AGO a se realizar em 2014, passa a ser a seguinte: Membros Efetivos: (i) Pres.-Marcelo Bahia Odebrecht; (ii) Vice-Pres.-Newton Sérgio de Souza; (iii) Benedicto Barbosa da Silva Júnior; (iv) Marcela Aparecida Drehmer Andrade; (v) Daniel Bezerra Villar; (vi) Joaquim Lima de Oliveira; e (vii) Marcos Roberto Vasconcelos; e Membros Suplentes (respectivamente): (i) Sérgio França Leão; (ii) Mônica Bahia Odebrecht; (iii) Paulo Oliveira Lacerda de Melo; (iv) Mauro Motta Figueira; (v) Jairo Elias Flor; (vi) Rebeca Correa Balian; e (vii) Flavio Eduardo Arakaki. Encerramento: Após lida e aprovada por unanimidade, a presente ata foi assinada por todos os presentes. São Paulo, 1º/08/2013. Mesa: Marcelo Bahia Odebrecht, Pres., Paula Godinho da Silva Lacava, Secr.. Acionistas: Odebrecht Engenharia Ambiental S.A. e Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço-FI-FGTS. Paula Godinho da Silva Lacava-Secr.. Jucesp nº 322.158/13-8 em 26/08/13. Gisela S. Ceschin-Secr. Geral.

CEL-LEP ENSINO DE IDIOMAS S.A.

CNPJ/MF nº 10.772.420/0001-40 - NIRE 35-3.0036757.0 EDITAL DE CONVOCAÇÃO - ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA Ficam convocados os senhores acionistas de CEL-LEP ENSINO DE IDIOMAS S.A. (a “Companhia”) a se reunirem em Assembleia Geral Extraordinária, que se realizará no dia 06/09/2013, às 10:00 horas, na sede da Companhia localizada na Avenida Paulista, 2006, 1º andar, Bela Vista, CEP 01310-200, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, para, nos termos dos Artigos 121 e seguintes da Lei nº 6.404/76, conforme alterada e em vigor (a “Lei das Sociedades por Ações”), deliberarem sobre: (i) a alteração do Artigo 3º do Estatuto Social da Companhia, a fim de refletir a alteração do endereço da sede social; (ii) a alteração de endereço de filiais; e (iii) aprovação de abertura de novas filiais. Informações Gerais: Os acionistas da Companhia deverão comparecer à Assembleia munidos da seguinte documentação: (a) documentos hábeis de sua identidade; e (b) se for o caso, instrumento de mandato, na hipótese de representação do acionista por procurador, outorgado nos termos do Artigo 126, §1º, da Lei das Sociedades por Ações. O representante legal deverá comparecer àAssembleia Geral munido dos documentos hábeis de sua identidade. São Paulo, 28 de agosto de 2013 FERNANDO MARQUES OLIVEIRA Presidente do Conselho deAdministração (29, 30 e 31)

EMPRESA MUNICIPAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS – EMPRO EXTRATO DE AVISO DE LICITAÇÃO - PREGÃO PRESENCIAL Nº 007/2013 Objeto: Contratação de empresa especializada na prestação de serviços continuados de apoio administrativo inerentes às atividades de condução de veículos automotores, na quantidade de até 05 (cinco) motoristas e 02 (dois) motociclistas, a serem utilizados sob demanda, conforme postos de trabalho especificados neste Edital e em seus anexos. Edital completo na sede da Empro: Av. Romeu Strazzi, 199 - Bairro Vila Sinibaldi, São José do Rio Preto/SP, ou pelo site http:// www.empro.com.br. - Fone: (17)3201-1201/1216. Abertura: 11 de setembro de 2013, às 09h30. São José do Rio Preto/ SP, 28 de agosto de 2013. Cássio Domingos Dosualdo Moreira - Pregoeiro.

Consórcio Cetenco-Brasília Guaíba CNPJ nº 18.624.489/0001-38 Comunicado Comunicamos a constituição do Consórcio, com sede em SP/SP, R. Maria Paula, 36 - 8º - s/ A, formado pelas empresas Cetenco Engenharia S.A., CNPJ/MF 61.550.497/0001-06 e Construtora Brasília Guaíba Ltda, CNPJ/MF 33.192.873/0001-00, para execução das Obras da Eclusa da Barragem da Penha, tendo como contratante principal o Departamento Hidroviário-Secr. de Logística e Transporte-Governo do Estado de São Paulo. Certifico o Registro sob o nº 3550070735-8 em 06.08.2013 - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

Bio Querosene de Aviação do Brasil Participações S.A. (Ex-CMNPAR NINETEEN PARTICIPAÇÕES S.A.) - CNPJ 13.574.627/0001-06 Balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 Em R$ Ativo 2012 Passivo 2012 Circulante 29.896 Circulante 36.478 Caixa e equivalente de caixa 29.878 Fornecedores 9.267 Impostos a recuperar 18 Impostos a recolher 27.210 Não circulante 2.554.630 Patrimônio líquido 2.548.048 Títulos e valores mobiliários (nota 3) 2.554.630 Capital social (nota 4) 2.244.194 Ativo total 2.584.526 Adiantamento para futuro aumento de capital 40.100 Lucros acumulados 263.754 Demonstração das mutações do patrimônio líquido Em R$ Passivo total 2.584.526 Capital Adiant. p/fut. Lucros social aum de cap. acum. Total Ações e os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Saldo 31/12/2011 em R$ 2.244.194 100 67.248 2.311.543 Contábeis. 3. Descrição das principais práticas contábeis - As principais Aumento de Capital - políticas adotadas pela Companhia são as descritas abaixo: (a) Títulos e Adiant. p/fut. aum. de cap. 40000 40.000 valores mobiliários - Os títulos e Valores Mobiliários estão representados Integralização de Capital - por duas aquisições de Promissory Notes, com outorga de Warrants para a Resultado do Exercício - 196.505 196.505 aquisição de equity oriundo das Notas Promissórias. A partir do momento Saldos 31/12/2011 2.244.194 40.100 263.754 2.548.048 que a Companhia exercer o Warrant, convertendo os créditos das Notas Promissórias, ela passará a ter participação na empresa Biogy EenewaNotas explicativas as demonstrações contábeis em 31/12/2012 Em R$ bles, Inc., sediada na Califórnia, Estados Unidos da America. Os valores 1. Contexto operacional - A Bio Querosene de Aviação de Brasil Participa- acima mencionados, foram pagos da seguinte forma: (i) Em 07 de outubro ções S.A.,("Companhia"), denominação atual de CMNPAR NINETEE PAR- de 2011, USD$ 800,080.00, sendo USD$ 800,000.00 para a aquisição de TICIPAÇÕES S/A., é uma sociedade anônima com sede na Cidade de São Promissory Note e USD$ 80.00 pela aquisição de Warrant (0,01% do pagaPaulo, tendo iniciado suas atividades em 06 de abril de 2011. A Companhia mento pelas Note); (ii) Em 27 de outubro de 2011, USD$ 450,045.00, sendo tem como objeto social (i) pesquisa e desenvolvimento de tecnologia para a USD$ 450,000.00 para a aquisição de Promissory Note e USD$ 45.00 pela produção de querosene de aviação, e (ii) a participação em outras socieda- aquisição de Warrant (0,01% do (Pagamento pelas notas); Em 31 de dedes, comerciais ou civis, nacionais ou estrangeiras, como sócia, acionista zembro de 2012, estes valores estão atualizados à taxa de USD$ 2,03435, ou quotista, com a finalidade de desenvolver/adquirir tecnologias para a perfazendo R$ 2.554.630,44, sob a rubrica Títulos e Valores mobiliários no produção de bioquerosene de aviação. 2. Apresentação das demons- Balanço Patrimonial. (b) Reconhecimento das receitas e despesas - As trações financeiras - As demonstrações financeiras foram elaboradas e receitas e despesas são reconhecidas pelo regime de competência. 4. Caestão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas pital social - O capital social subscrito, no valor de R$ 2.2244.194,38, é no Brasil, com base nas disposições contidas na Lei das Sociedades por representado por 1.500.000 ações ordinárias , nominativas e sem valor no-

Demonstração do resultado do exercício findo em 31/12/2012 Em R$ Receitas (despesas) operacionais 2012 Gerais e administrativas (10.302) Tributárias (109) Financeiras, líquidas 206.916 Resultado operacional 196.505 Lucro líquido do exercício 196.505 Demonstração do fluxo de caixa em 31/12/2012 Método indireto Em R$ Fluxo de caixa das atividades operacionais 2012 Lucro líquido do exercício 196.505 Variações das contas de ativo e passivo Impostos a recuperar (18) Redução de fornecedores (9.169) Caixa líquido gerado pelas (aplic. nas) ativ. operacionais 187.318 Fluxo de Caixa das atividades de investimentos Aquisição de títulos e valores mobiliários (209.646) Total do Fluxo de caixa das atividades de investimentos (209.646) Fluxo de Caixa das atividades de financiamentos Integralização de capital 40.000 Total do fluxo de caixa das atividades de financiamentos 40.000 Aumento/(redução) do caixa e equivalentes de caixa 17.672 Caixa e equivalentes de caixa no início do período 12.205 Caixa e equivalentes de caixa no final do periodo 29.877 Aumento/(Red.) no caixa e equiv. de caixa no período 17.672

minal, cujo único acionista, Fundo de Invetimento em Participações Votorantim Warehouse, é um fundo de investimento em participações, constituído sob forma de condomínio fechado, regido por seu Regulamento e pela instrução nº 391, editada pela Comissão de Valores Mobiliários ("CVM"). Fernando Ernesto de Souza Correa Filho - Administrador Katia Aparecida de Souza Abate - Contadora CRC 1SP172.089/O-8


24 -.ECONOMIA

DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 29 de agosto de 2013


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

ECONOMIA - 25

COOPERATIVA CENTRAL DE CRÉDITO DO ESTADO DE SÃO PAULO LTDA. - UNICRED CENTRALSP CNPJ Nº 73.085.573/0001-39

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

Central SP Ativo Circulante Disponibilidades Aplicações financeiras de liquidez Títulos e valores mobiliários Relações interfinanceiras Operações de crédito Outros créditos Outros valores e bens Não circulante Realizável a longo prazo Operações de crédito Outros créditos Permanente Investimentos Imobilizado de uso Total do ativo

Nota 3 4 5 6 7 8

7 8 9 10

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E DE 2012 - (Em milhares de reais) Passivo 2013 2012 Circulante 422.561 450.967 Relações interfinanceiras 664 6 Outras obrigações 26.176 34.216 Não circulante 385.459 404.061 Exigível a longo prazo 8.913 10.229 Outras obrigações 590 2.061 Patrimônio líquido 692 331 Capital social 67 63 Reserva de sobras 14.259 5.111 Reserva para expansão Sobras acumuladas 8.824 763 942

Nota 11 12 12 13

3.851 3.176 821 993 Total do passivo e patrimônio líquido 436.820 456.078 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

2013 413.278 404.413 8.865 167

2012 440.490 431.184 9.306 347

167 23.375 21.794 382 845 354

347 15.241 13.928 251 491 571

436.820

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E DE 2012 - Em milhares de reais Capital Reserva Reserva Sobras social legal expansão acumuladas Saldos em 1º de janeiro de 2013 21.889 384 350 1.134 Distribuição de sobras (538) Constituição de reserva de expansão 529 (529) Fundo de assistência técnica, educacional e social (FATES) (67) Baixas de capital (95) Utilização de reserva legal (2) Utilização de reserva de expansão (34) Resultado de atos não cooperados 16 Sobra do semestre 338 Saldos em 30 de junho de 2013 21.794 382 845 354 Saldos em 1º de janeiro de 2012 13.928 251 268 888 Distribuição de sobras (878) Resultado com atos não cooperados 11 Constituição de reserva de expansão 223 Sobra do semestre 550 Saldos em 30 de junho de 2012 13.928 251 491 571 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

456.078

Total 23.757 (538) (67) (95) (2) (34) 16 338 23.375 15.335 (878) 11 223 550 15.241

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E DE 2012 - Em milhares de reais 1) Contexto operacional: A Cooperativa Central de Crédito do Estado de São Paulo Ltda. – Unicred 8) Outros créditos: 2013 2012 Central SP tem sua constituição e funcionamento regulamentados pela Resolução 3.859/2010 do ConCirculante Não Circulante Não selho Monetário Nacional (CMN). A Cooperativa é filiada à Confederação das Unicreds. A Cooperativa Descrição circulante circulante está sediada em São Paulo SP, com sua área de atuação no Estado de São Paulo. 2) Apresentação 64 69 das demonstrações financeiras e resumo das principais práticas contábeis: 2.1 - Apresentação Adiantamentos salariais 29 1 das demonstrações financeiras - As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as Adiantamentos diversos 599 261 práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Devedores diversos no país 763 942 Central do Brasil (Bacen), considerando as Normas Brasileiras de Contabilidade, especificamente aque- Devedores por depósito em garantia (nota 12) 692 763 331 942 las aplicáveis às entidades Cooperativas, a Lei do Cooperativismo 5.764/1971 e normas e instruções do Bacen, apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (CO- 9) Investimentos: 2013 2012 SIF). As demonstrações financeiras, incluindo as notas explicativas, são de responsabilidade da Descrição 155 155 Administração da Cooperativa, e foram aprovadas pela Administração em 1º de agosto de 2013. Os Confederação das Unicreds (nota 18) 15 15 pronunciamentos contábeis emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) até então nor- CNAC 3.681 3.006 matizados pelo Banco Central são: CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (Resolução CMN Tecnocred (nota 18) 3.851 3.176 n.º 3.566/2008); CPC 03 - Demonstração do Fluxo de Caixa (Resolução CMN n.º 3.604/2008); CPC 05 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (Resolução CMN n.º 3.750/2009); CPC 25 - Provisões, Passi- Os investimentos na Unicred do Brasil e CNAC são avaliados pelo método de custo e o investimento na vos Contingentes e Ativos Contingentes (Resolução CMN nº. 3.823/2009); CPC 24 - Evento Tecnocred pelo método de equivalência patrimonial. O quadro abaixo apresenta a movimentação nos Subsequente (Resolução CMN n.º 3.973/2011); CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações (Resolução exercícios dos investimentos: CMN n.º 3.989/2011); CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (ReConfederação solução CMN n.º 4.007/2011); e CPC – Pronunciamentos Conceitual Básico (Resolução CMN nº das Unicreds CNAC Tecnocred Total 4.144/2012). Os demais pronunciamentos emitidos pelo CPC serão adotados mediante aprovação do Saldos em 1º de janeiro de 2013 155 15 3.294 3.464 Bacen. 2.2 - Descrição das principais práticas contábeis - As principais práticas contábeis aplicadas Equivalência patrimonial 83 83 na preparação dessas demonstrações financeiras estão definidas abaixo. Essas práticas foram aplica- Aumento de investimentos 304 304 das de modo consistente nos semestres apresentados, salvo disposição em contrário. 2.2.1 - Apuração Saldos em 30 de junho de 2013 155 15 3.681 3.851 do resultado - Os ingressos e os dispêndios são reconhecidos pelo regime de competência do exercí- Saldos em 1º de janeiro de 2012 74 15 2.646 2.735 cio. 2.2.2 - Estimativas contábeis - A preparação de demonstrações financeiras requer o uso de certas Equivalência patrimonial 360 360 estimativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da Administração da Coo- Aumento de investimentos 81 81 perativa no processo de aplicação das políticas contábeis. As demonstrações financeiras da Saldos em 30 de junho de 2012 155 15 3.006 3.176 Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à seleção das vidas-úteis do ativo imobilizado, A Tecnocred Soluções Tecnológicas Ltda. tem suas demonstrações financeiras auditadas por outros provisão para perdas nas operações de crédito, provisão para contingências e outras similares. Os re- auditores, que emitiram relatório, sem ressalva, em 31 de dezembro de 2012. A Administração da sultados reais podem apresentar variações em relação às estimativas. A Administração da Cooperativa Cooperativa utilizou balancete preliminar em 30 de junho de 2013 para cálculo e contabilização da monitora e revisa as estimativas e suas premissas pelo menos semestralmente. 2.2.3 - Caixa e equiva- equivalência patrimonial da Tecnocred, que terá suas demonstrações financeiras auditadas no encerralentes de caixa - Compreendem dinheiro em caixa, depósitos bancários livres, aplicações mento do exercício de 2013. 10) Imobilizado de uso: a) Composição do saldo: interfinanceiras de liquidez, títulos e valores mobiliários livres, de curto prazo e alta liquidez, com prazo Taxa inferior a 90 dias de vencimento. As aplicações interfinanceiras e títulos e valores mobiliários livres são anual de Depreciação 2013 2012 avaliadas pelo custo ou valor de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações Descrição depreciação Custo acumulada Líquido Líquido monetárias auferidas até a data do balanço. 2.2.4 - Operações de crédito - As operações pré-fixadas Edificações 4% 250 (173) 77 87 são registradas pelo valor futuro, retificadas pela conta de rendas a apropriar, e as operações pós-fixa- Instalações 10% 674 (313) 361 529 das são atualizadas até a data do balanço, observados os índices contratados. Para as operações Móveis e equipamentos de uso 10% 247 (60) 187 208 vencidas há mais de 60 dias, os juros permanecerão em rendas a apropriar, até a liquidação da opera- Sistema de processamento de dados 20% 757 (566) 191 159 ção. 2.2.5 - Provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa - Constituída em montante Sistema de comunicação 10% 6 (4) 2 6 julgado suficiente pela Administração da Cooperativa para cobrir eventuais perdas na realização de va- Sistema de segurança 10% 5 (2) 3 4 lores a receber, considerando ainda aspectos quanto à análise das operações em aberto, as garantias 1.939 (1.118) 821 993 existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os b) Movimentação do custo de aquisição e depreciação acumulada nos semestres: riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica, conforme determiCusto de Depreciação nam as Resoluções CMN nº 2.682/1.999 e 2.697/2.000, que classificam as operações por nível de risco. aquisição acumulada Líquido 2.2.6 - Devedores por depósitos em garantia - Seja por determinação judicial ou espontaneidade da Saldos em 1º de janeiro de 2013 1.905 (985) 920 Administração da Cooperativa, foram depositados valores para suportar passivos contingentes constitu- Adições 34 (133) (99) ídos. 2.2.7 - Investimentos - Representados, substancialmente, por participação na Tecnocred Saldos em 30 de junho de 2013 1.939 (1.118) 821 Soluções Tecnológicas Ltda. avaliada pelo método de equivalência patrimonial. Os demais investimentos Saldos em 1º de janeiro de 2012 1.744 (895) 849 são avaliados pelo custo de aquisição. Os investimentos são deduzidos conforme o caso, de provisão Adições 280 (136) 144 para perdas. 2.2.8 - Imobilizado de uso - As imobilizações de uso são demonstradas pelo custo de Baixas (177) 177 aquisição deduzido da depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, Saldos em 30 de junho de 2012 1.847 (854) 993 aplicando-se taxas que contemplam a estimativa de vida útil-econômica dos bens. 2.2.9 - Redução ao 11) Relações interfinanceiras – passivo: a) Composição do saldo valor recuperável de ativos - O imobilizado e outros ativos são revistos semestralmente para se iden2013 2012 tificar evidências de perdas não recuperáveis, ou ainda, sempre que eventos ou alterações nas Descrição Circulante Circulante circunstâncias indicarem que o valor contábil não pode ser recuperável (teste de impairment). 2.2.10 - Centralização financeira 397.978 425.457 Relações interfinanceiras - passivo - Registradas pelo montante dos recursos das associadas Cheques e outros papéis recebidos 6.435 5.727 (cooperativas singulares) centralizados pela Cooperativa e inclui os encargos e variações monetárias 404.413 431.184 até a data do balanço. 2.2.11 - Demais ativos e passivos - Os demais ativos são apresentados ao valor b) Concentração da centralização financeira: de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias aufe2013 2012 ridas não superando o valor de mercado. Os demais passivos são demonstrados pelos valores Descrição Valor % do total Valor % do total conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das varia- Maior depositante 157.983 39% 133.956 31% ções monetárias incorridas. 2.2.12 - Provisões - As provisões são constituídas como resultado de um 10 maiores depositantes 379.757 94% 414.786 96% evento passado, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar a obrigação no 397.978 100% 425.457 100% futuro. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. 2.2.13 12)Outras obrigações: - Ativos e passivos contingentes - Os ativos contingentes não são reconhecidos, exceto quando da 2013 2012 existência de evidências concretas que assegurem a sua realização. Os passivos contingentes são re- Descrição Não Não conhecidos contabilmente pela Administração da Cooperativa quando, com base na opinião dos Circulante circulante Circulante circulante assessores jurídicos e outras análises das matérias, for considerado que há risco provável de perda de Sociais e estatutárias: ações judicial ou administrativa, gerando uma possibilidade de saída de recursos no futuro para a liqui- Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (i) 103 146 dação dessas ações e, ainda, quando os montantes envolvidos possam ser mensurados com suficiente Fundo Garantidor de Depósitos (ii) 7.134 7.372 segurança. Esse é um julgamento subjetivo, sujeito às incertezas de uma previsão sobre eventos futu- Sobras distribuir 54 ros, mas que leva em consideração o fundamento jurídico da causa, a viabilidade de produção de 7.291 7.518 provas, a jurisprudência em questão, a possibilidade de recorrer à instâncias superiores e a experiência Fiscais e previdenciárias: histórica. A Administração da Cooperativa revisa periodicamente a situação dos passivos contingentes, Impostos e contribuições a recolher 142 138 conjuntamente com sua assessoria jurídica. 2.2.14 - Segregação do circulante e não circulante - Os 142 138 valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a doze meses, estão classificados no circulante, e Diversas: os com prazos superiores, no não circulante. 2.2.15 Demonstração dos fluxos de caixa - As de- Provisão para pagamentos a efetuar 370 338 monstrações dos fluxos de caixa foram preparadas pelo método indireto e estão sendo apresentadas de Credores diversos no país 1.062 1.312 acordo com o estabelecido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e normas do Bacen. 3) Provisão para passivos contingentes (iii) 167 347 Caixa e equivalentes de caixa: Às disponibilidades, as aplicações financeiras, os títulos e valores 1.432 167 1.650 347 mobiliários e as relações interfinanceiras são classificadas como caixa e equivalentes de caixa para fins 8.865 167 9.306 347 de apresentação da demonstração dos fluxos de caixa, quando atendido às determinações da Resolu- (i) O FATES tem formação, classificação e utilização conforme Lei do Cooperativismo e normas do ção CMN 3.604/2008. Bacen (nota 13b). (ii) A Cooperativa se obriga a participar de constituição do Fundo Garantidor de DeDescrição 2013 2012 pósito (FGD) do Sistema Unicred da forma, nos prazos e nas condições estabelecidas no regulamento próprio do fundo. (iii) A Cooperativa, no desenvolvimento de suas atividades operacionais, está sujeita Disponibilidades Caixa e depósitos bancários 664 6 a demandas de naturezas tributária, civil e reclamações trabalhistas. Conforme sua assessoria jurídica Aplicações financeiras de liquidez – 90 dias (nota 4) 26.176 34.216 as demandas tributárias montam R$ 1.863, em 30 de junho de 2013, e estão classificadas como perda Títulos e valores mobiliários – 90 dias (nota 5) 385.459 404.061 possível, mas não provável. A Administração da Cooperativa constituiu provisão para passivos continCheques maiores remetidos a outros bancos (nota 6) 1.779 2.857 gentes no montante de R$ 167 e R$ 347 em 30 de junho de 2013 e de 2012, respectivamente, para fazer 414.078 441.140 frente a eventuais perdas futuras que possam advir em função de interpretações polêmicas a respeito 4) Aplicações interfinanceiras de liquidez: a) Composição por tipo de aplicação (com vencimento da tributação pela Receita Federal do Brasil em transações de sociedades cooperativas e processos trabalhistas. Existem depósitos judiciais de R$ 763 e R$ 942, em 30 de junho de 2013 e de 2012, respecem até 90 dias): Descrição 2012 2011 tivamente, suportando substancialmente as demandas em andamento, registrados em outros créditos Depósitos interfinanceiros 26.176 34.216 do ativo não circulante (nota 9). A composição em 30 de junho de 2013 e de 2012 da provisão para No primeiro semestre de 2013 foram registrados no resultado como rendimentos de operações com passivos contingentes e dos depósitos judiciais em garantia efetuados é a seguinte: 2013 2012 títulos e valores mobiliários no montante de R$ 5.388. Valor da Valor dos Valor da Valor dos 5) Títulos e valores mobiliários: a)Composição por tipo de aplicação (com vencimento em até 90 dias): provisão depósitos em provisão depósitos em Descrição 2013 2012 constituída garantia constituída garantia Fundos de investimentos 363.704 395.851 Tributo 105 75 75 45 Cotas de fundos referenciados 5.723 8.210 PIS/ COFINS 675 675 Letras Financeiras do Tesouro 16.032 - CSLL (*) 62 13 50 385.459 404.061 Outros 167 763 125 720 No primeiro semestre de 2013 foram registrados no resultado como rendimentos de operações com Processos trabalhistas 222 222 títulos e valores mobiliários no montante de R$ 11.592. 167 763 347 942 6) Relações interfinanceiras – ativo: Descrição 2013 2012 (*) A Administração da Cooperativa decidiu, com base na opinião de seu assessor jurídico que indica Fundo Garantidor de depósitos (nota 19) 7.134 7.372 perda possível, mas não provável, não registrar qualquer provisão para contingências dessa demanda. Cheques maiores remetidos a outros bancos (nota 3) 1.779 2.857 A movimentação dos depósitos judiciais e da provisão para passivos contingentes foi a seguinte: Depósitos Provisão para 8.913 10.229 judiciais passivos 7) Operações de crédito: a)Composição por tipo de operação e prazo de vencimento: contingentes 2013 2012 748 153 Descrição Circulante Não circulante Circulante Saldo em 1º de janeiro de 2013 15 14 Empréstimos 608 8.913 2.125 Depósitos realizados/ constituição de provisão 763 167 Provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa (18) (89) (64) Saldo em 30 de junho de 2013 267 347 590 8.824 2.061 Saldo em 1º de janeiro de 2012 Depósitos realizados/ constituição de provisão 675 b) Composição por nível de risco e situação de vencimento: Saldo em 30 de junho de 2012 942 347 Nível de Provisão 2013 2012 Os impostos e as contribuições apurados e recolhidos pela Cooperativa, bem como as respectivas risco % Vincendas Vincendas declarações acessórias, os registros fiscais e societários, estão sujeitos a exames por parte das auB 1 8.913 2.125 toridades fiscais durante prazos prescricionais variados, conforme a legislação aplicável em cada C 3 608 circunstância, em geral, o prazo é de cinco anos. 13) Patrimônio líquido: a) Capital social - É re9.521 2.125 presentado pelas cotas integralizadas de 12 associadas (cooperativas singulares) em 30 de junho de c) Composição por tipo de operação e classificação de nível de risco em 30/06/2013: 2013 e de 14 associadas (cooperativas singulares) em 30 de junho de 2012, no valor nominal de R$ Nível de risco Descrição B C Total 1,00 cada. De acordo com o Estatuto Social cada singular tem direito a um voto independentemente Empréstimos 8.913 608 9.521 do número de suas cotas-partes. No 1° semestre de 2013 ocorreram baixas, no montante de R$ 95, proveniente de cooperados desligados. O capital social é de R$ 21.794 e de R$ 13.928 em 30 de junho d) Composição por tipo de operação e situação de vencimento: 2013 2012 de 2013 e de 2012, respectivamente. b) Destinações legais e estatutárias: As sobras à disposição da Descrição *Vincendas Vincendas AGO tiveram a seguinte destinação: 2012 2011 Empréstimos 9.521 2.125 Sobra à disposição da AGO 1.134 888 *Vincendas (dias) (538) (878) Descrição Até 30 Acima de 365 Total Destinada para distribuição, conforme AGO (529) Empréstimos 608 8.913 9.521 Constituição de reserva com sobras, conforme AGO Fates – atos cooperados, conforme AGO (67) e) Composição do não circulante por ano de vencimento (não circulante): 16 11 2013 Resultado com não atos cooperados 338 550 2017 8.913 Sobra do semestre Sobras acumuladas 354 571 f) Concentração das operações de créditos (R$ 9.521 em 2013; R$ 2.125 em 2012): 2013 2012 • 5% para o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES (destinado à assistência e Descrição Valor % do total Valor % do total educação às suas associadas e empregados). Os serviços de assistência técnica, educacional e social Maior devedor 8.913 94% 2.125 100% a serem atendidos pelos respectivos fundos e ainda com recursos de convênios e provisões, podem ser 2 maiores devedores 9.521 100% - executados mediante convênios com entidades especializadas, federações de cooperativas que mantenham tais serviços, ou com outras cooperativas de médicos. Atendendo à instrução do CMN e do Bacen, g) Movimentação da provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa: 2013 2012 o FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei Saldo inicial (77) (148) 5.764/1971 (Lei do Cooperativismo) (nota 12 (i)). c) Sobras acumuladas: As sobras são distribuídas Constituição da provisão (107) (64) ou apropriadas conforme o Estatuto Social, normas do Bacen e posterior deliberação da Assembleia Reversão da provisão 77 148 Geral Ordinária (AGO). Conforme Assembleia Geral Ordinária realizada em 22 de fevereiro de 2013, foi Saldo final (107) (64) aprovada por unanimidade a distribuição das sobras à disposição da AGO de 2012 no montante de R$

Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Às Associadas e Administradores da Cooperativa Central de Crédito do Estado de São Paulo Ltda. – Unicred Central SP - São Paulo - SP. Examinamos as demonstrações financeiras da Cooperativa Central de Crédito do Estado de São Paulo Ltda. – Unicred Central SP (“Cooperativa”), que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as Demonstrações Financeiras: A Administração da Cooperativa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do

2012 21.588 104 21.484 (20.870) (20.804) (2) (64) 718 (168) (2.069) (1.166) (9) 3.076 550

DEMONSTRAÇÕES DO FLUXO DE CAIXA SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E DE 2012 - Em milhares de reais 2013 2012 Fluxo de caixa das atividades operacionais (35.214) 48.391 Sobra ajustada do semestre 471 686 Sobra do semestre 338 550 Depreciações e amortizações 133 136 (Aumento) diminuição dos ativos (4.655) 4.458 Relações interfinanceiras - ativo 89 (784) Operações de crédito (4.237) 6.168 Outros créditos e outros valores e bens (507) (926) Aumento (diminuição) dos passivos (31.030) 43.247 Relações interfinanceiras (30.763) 41.150 Outras obrigações (267) 2.097 Fluxo de caixa das atividades de investimentos (421) (721) Aumento de investimentos (387) (441) Aquisições de imobilizado de uso (34) (280) Fluxo de caixa das atividades de financiamentos (720) (644) Distribuição de sobras (538) (878) Constituição de reservas 223 Resultado do com atos não cooperados 16 11 Utilização de reservas (36) Baixas de capital (95) Fundo de assistência técnica, educacional e social (67) (Diminuição) aumento do caixa e equivalentes de caixa (36.355) 47.026 Demonstração da variação do caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do semestre 450.433 394.114 Caixa e equivalentes de caixa no fim do semestre 414.078 441.140 (Diminuição) aumento do caixa e equivalentes de caixa (36.355) 47.026 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 1.134, sendo: R$ 538 na proporção direta e individual de cada associada em relação a sua movimentação de recursos junto à gestão financeira para abatimento de taxas administrativas de cada singular, R$ 529 destinados ao projeto de marketing, e R$ 67 para o FATES. Das Sobras acumuladas de 2011 no montante de R$ 888 mil, foi deduzido o resultado com atos não cooperados de R$ 10 mil, restando às sobras líquidas de R$ 878mil, que foi aprovada também por unanimidade em 25 de fevereiro de 2012 a distribuição destas sendo: 98,8% na proporção direta e individual de cada associada em relação a sua movimentação de recursos junto à gestão financeira e 1,2% na proporção direta e individual de cada associada em relação aos juros pagos relativos aos empréstimos tomados. 14) Outros dispêndios administrativos Descrição 2013 2012 Serviços do sistema financeiro (347) (34) Serviço técnico especializado (260) (403) Processamento de dados (170) (152) Viagem no país (136) (130) Sistema de comunicação (109) (63) Outros dispêndios administrativos (374) (384) (1.396) (1.166) 15) Outros ingressos operacionais: Descrição 2013 2012 Ressarcimento de dispêndios operacionais 2 3 Reversão de prov. para operação de crédito de liquid. duvidosa (nota 7g) 77 148 Outras rendas operacionais (i) 2.582 2.925 2.661 3.076 (i) Refere-se às dispêndios da Cooperativa no semestre, que são ressarcidas pelas associadas. A Cooperativa possui uma relação de interdependência com as suas associadas, visto que o seu custo é reembolsado por elas. A Cooperativa é responsável por fiscalizar os processos e procedimentos administrativos, ganho em escala, normatização e padronização de documentos e prestar serviços, como processamento de folha de pagamento, contabilidade, compensação, centralização financeira, entre outros, exclusivamente às associadas. 16) Instrumentos financeiros: Os ativos e passivos financeiros estão demonstrados no balanço patrimonial por valores contábeis, conforme critérios mencionados nas correspondentes notas explicativas, os quais se aproximam dos seus valores justos, com destaque para as relações interfinanceiras (ativo e passivo), aplicações financeiras, títulos e valores mobiliários e operações de crédito. Não foram realizadas operações com instrumentos financeiros derivativos nos semestres. 17) Seguros contratados (não auditado): A Administração Cooperativa adota a política de contratar seguros, cujas coberturas são consideradas suficientes pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de risco adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo da auditoria das demonstrações financeiras, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. 18) Partes relacionadas: A Cooperativa possui uma relação de filiação com a Confederação das Unicreds. (nota 9). A Cooperativa possui uma relação de dependência tecnológica com a Tecnocred Soluções Tecnológicas Ltda., empresa que desenvolve o sistema de tecnologia, além de participação societária (nota 9). Considerando que a Cooperativa é uma cooperativa central, diversas operações são realizadas exclusivamente com suas associadas (cooperativas singulares), As operações com partes relacionadas, inclusive com diretores e conselheiros, são realizadas no contexto normal das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica e estão assim resumidas em 30 de junho de 2013 e 2012: 2013 2012 Diretores e Diretores e Descrição Tecnocred Conselheiros Tecnocred Conselheiros Permanente Investimentos (nota 9) 3.681 3.006 Despesas Despesas com honorários 425 457 Despesas de processamentos 160 145 19) Confederação Nacional das Cooperativas Centrais Unicreds - Unicred do Brasil: A Cooperativa é filiada a Confederação das Unicreds, regida pela legislação cooperativista e normativos do Bacen. A Confederação representa suas associadas perante os organismos governamentais e privados ligados ao cooperativismo e às instituições financeiras. Cabe ainda a Confederação o monitoramento, a supervisão e a orientação administrativa e operacional de suas associadas, no sentido de prevenir e corrigir situações anormais que possam acarretar risco para a solidez de suas associadas ou do sistema. Os saldos das transações da Cooperativa com a Confederação das Unicreds em 30 de junho de 2013 e de 2012 são os seguintes: Descrição 2012 2011 Ativo circulante Fundo Garantidor de Depósitos (nota 6) 7.134 7.372 Ativo não circulante Investimentos (nota 9) 155 155 20) Índice da Basiléia: O patrimônio líquido da Cooperativa apresenta-se compatível com o grau de risco da estrutura dos ativos, nos semestres, conforme demonstrativo abaixo: Descrição 2013 2012 Patrimônio de referência (PR) 23.374 15.240 Ativo ponderado 10.411 2.751 Índice Basiléia – 11% do ativo ponderado 1.142 303 Risco de mercado 449 4.550 Risco operacional 414 722 Patrimônio líquido exigido 11.273 9.671 Margem em relação ao PR 12.101 5.570 Índice Basiléia 22,81% 17,34% 21) Resumo da descrição da estrutura de gerenciamento de riscos da Cooperativa Central de Crédito do Estado de São Paulo Ltda. – Unicred Central São Paulo: a) Risco operacional: Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.380/06, esta instituição implantou estrutura de gerenciamento de risco operacional compatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da instituição, e que tem por objetivo identificar, avaliar, monitorar e controlar os riscos associados a falhas, deficiências ou inadequações de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. Esta estrutura contempla atualmente: a) Diretor Responsável nomeado perante órgão regulador; b) Política, Manual e Sistema de mensuração de riscos; c) Comitê de Gestão de Riscos. Além da apuração gerencial das perdas operacionais, é realizada também a apuração mensal da parcela referente ao risco operacional (Popr), uma das parcelas que compõe o PRE (Patrimônio de Referência Exigido), em atendimento à Resolução do CMN nº 3.490/07. A metodologia utilizada para apuração da parcela Popr é o BIA (Basic IndicatorAproach). As descrições das estruturas estão evidenciadas no site da Confederação das Unicreds, e podem ser acessadas através do endereço eletrônico: www.unicred.com.br, assim como a Política, os Manuais e os Relatórios de Risco estão disponíveis na sede da instituição. b) Risco de mercado - Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.464/07, esta instituição implantou estrutura de gerenciamento de risco de mercado compatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da instituição, e que tem por objetivo identificar, avaliar, monitorar e controlar os riscos associados a perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas pela instituição. Esta estrutura contempla atualmente: a) Diretor Responsável nomeado perante órgão regulador; b) Política, Manual e Sistema de mensuração de riscos; c) Comitê de Gestão de Riscos. Além da apuração gerencial do risco de mercado, é realizada também a apuração mensal das parcelas referentes ao risco de mercado (Pjur / Pcam / Pcom / Pacs / Rban), parcelas que compõem o PRE (Patrimônio de Referência Exigido), em atendimento à Resolução do CMN nº 3.490/07, assim como é realizada a elaboração mensal do Demonstrativo de Risco de Mercado (DRM), em atendimento à Circular nº 3.429/2009 do Banco Central do Brasil. As descrições das estruturas estão evidenciadas no site da Confederação das Unicreds, e podem ser acessadas através do endereço eletrônico: www.unicred. com.br, assim como a Política, os Manuais e os Relatórios de Risco estão disponíveis na sede da instituição. Obs.: A Parcela Rban é calculada apenas para as Centrais que possuem Carteira Banking. c) Risco de crédito: Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.721/09, esta instituição implantou estrutura de gerenciamento de risco de crédito compatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da instituição, e que tem por objetivo identificar, mensurar, controlar e mitigar os riscos de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Esta estrutura contempla atualmente: a) Diretor Responsável nomeado perante órgão regulador; b) Política, Manual e Sistema de mensuração de riscos; c) Comitê de Gestão de Riscos. Além da apuração gerencial do risco de crédito é realizada também a apuração mensal da parcela referente ao risco de crédito (Pepr), parcela que compõe o PRE (Patrimônio de Referência Exigido), em atendimento à Resolução do CMN nº 3.490/07. As descrições das estruturas estão evidenciadas no site da Confederação das Unicreds, e podem ser acessadas através do endereço eletrônico: www.unicred.com.br, assim como a Política, os Manuais e os Relatórios de Risco estão disponíveis na sede da instituição.

DIRETORIA Dr. Emerson Assis Diretor Presidente Dr. Bruno Antonini Diretor Administrativo Dr. José Luís Barreto Alves Diretor Financeiro Sr. Thiago Hernandes Kulczar Contador PARECER CONSELHO FISCAL CRC 1 SP 234061/0-4

PARECER DO CONSELHO FISCAL

auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras da Cooperativa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Cooperativa. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião: Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa Central de Crédito do Estado de São Paulo Ltda. – Unicred Central SP em 30 de junho de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Ribeirão Preto SP, 1º de agosto de 2013.

Moore Stephens Prisma Auditores Independentes CRC 2SP017256/O-3

DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E DE 2012 - Em milhares de reais Nota 2013 Ingressos de intermediação financeira 17.194 Operações de crédito 214 Títulos e valores mobiliários 16.980 Dispêndios da intermediação financeira (16.414) Operações de captação no mercado (16.307) Operações de empréstimos, cessões e repasses Prov. para oper. de crédito de liquidação duvidosa 7g (107) Resultado bruto da intermediação financeira 780 Outros (dispêndios) ingressos operacionais (442) Ingressos de prestação de serviços 254 Dispêndios de pessoal, honorários da diretoria e conselhos fiscal e de administração (1.953) Outros dispêndios administrativos 14 (1.396) Outros dispêndios operacionais (8) Outros ingressos operacionais 15 2.661 Sobra do semestre 338 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

Hélio Mazzi Júnior Contador CRC 1SP189107/O-3

Aos Diretores e Associados da COOPERATIVA CENTRAL DE CRÉDITO DO ESTADO DE SÃO PAULO LTDA. - UNICRED CENTRAL SP - CNPJ 73.085.573/0001-39. 1. Examinamos o balanço patrimonial da COOPERATIVA CENTRAL DE CRÉDITO DO ESTADO DE SÃO PAULO LTDA – UNICRED CENTRAL SP elaborado em 30 de junho de 2013, e as respectivas demonstrações das Sobras/Perdas, das mutações do patrimônio líquido, da demonstração do Fluxo de Caixa, o relatório de gestão, os relatórios de auditoria interna e demais documentos e informações pertinentes às operações realizadas pela UNICRED CENTRAL SÃO PAULO durante o exercício findo. 2. Nossa missão é expressar nossa opinião aos cooperados sobre todas as operações realizadas pela Cooperativa juntamente com os relatórios de auditoria e as demonstrações contábeis relativas ao exercício findo em conformidade com o artigo 56 da Lei 5.764/71. 3. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas lidas em conjunto com as notas explicativas, o relatório de Auditoria Interna e o Relatório de Gestão, representam adequadamente em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da COOPERATIVA CENTRAL DE CRÉDITO DO ESTADO DE SÃO PAULO LTDA – UNICRED CENTRAL SP, em 30 de junho de 2013. 4. As demonstrações contábeis de 30 de junho de 2012 e 2013 apresentadas foram auditadas pela empresa Moore Stephens Auditores e Consultores. São Paulo, 22 de agosto de 2013. Dr. André Fontana Ferraresso Dr. Arlindo José Romani Filho Coordenador do Conselho Fiscal Conselheiro Fiscal Efetivo Dr. Rodrigo Vianna Salles Conselheiro Fiscal Efetivo


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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e

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

A solução para o crescimento da Toyota na América Latina e no Brasil seria mais produtos e mais capacidade de produção Mark Hogan, executivo da Toyota

conomia

Toyota A aposta no Brasil

Toyota está reformulando seus planos. A montadora precisa aumentar sua capacidade de produção e vender mais tipos de carros para impulsionar sua participação de mercado no Brasil e no México, as duas maiores economias da América Latina, disse Mark Hogan, principal executivo da montadora japonesa. "A solução real para o crescimento da Toyota na América Latina e no Brasil seria mais

produtos e, eventualmente, mais capacidade de produção", disse. "O mercado para os veículos Toyota no Brasil é limitado apenas pela capacidade da empresa de exportar ou produzir localmente de forma eficiente", afirmou. A Toyota tem três montadoras no Brasil e uma no México. A partir de 2015, vai começar a vender no mercado dos Estados Unidos e do Canadá 50 mil carros por ano feitos pela Mazda e por uma unidade em construção no México.

Hogan não deu prazo para o início de operação Peugeot - A montadora francesa PSA Peugeot Citroën também tem planos para se reestruturar. Ela quer tirar proveito da força da parceira General Motors (GM) na América do Sul para reduzir sua dependência da Europa, disse o vice-presidente de marca da companhia, Maxime Picat, ao Financial Times.O executivo descartou trabalhar com a GM no mercado indiano, onde a montadora norte-americana tem duas fá-

bricas. "Decidimos nos concentrar na China, América do Sul e Rússia", afirmou Picat à publicação. "Estes são claramente os nossos principais alvos fora da Europa". Picat disse haver uma boa oportunidade para unir forças com a GM em mercados altamente competitivos da América do Sul, onde a parceira já teria "boa escala". A GM detém uma participação de aproximadamente 7% na PSA como parte de uma aliança divulgada no ano passado. (Reuters)


quinta-feira, 29 de agosto de 2013

e China, 1ª no O e-commerce.

DIÁRIO DO COMÉRCIO

ECONOMIA - 27 O gasto total dos consumidores chineses em compras online chegou a US$ 212,4 bilhões em 2012

conomia

Comércio eletrônico chinês deve superar o dos EUA

mercado de e-commerce da China deverá ultrapassar o dos Estados Unidos este ano para se tornar o maior do mundo por gasto total do cliente, disse a empresa de consultoria Bain & Company, e poderá ser responsável por metade de todos os gastos no varejo chinês dentro de uma

década. A mudança de hábitos de compras ocorre enquanto quase metade dos 1,3 bilhão de habitantes do país agora têm acesso direto à Internet, e desse número quase 80% tem smartphones ou tablets. O mercado de e-commerce da China tem crescido a uma taxa média de 71% de 2009 a

2012, versus 13% nos Estados Unidos, e seu tamanho total deverá atingir 3,3 trilhões de yuans (US$ 539,07 milhões) em 2015, disse a Bain & Company, em relatório. O gasto total dos consumidores chineses em compras online chegou a US$ 212,4 bilhões em 2012, em comparação com US$ 228,7 bilhões nos EUA.

Empresas chinesas com lojas de varejo tiveram que realinhar suas estratégias de vendas para competir com rivais online que os ameaçam em um mercado cada vez mais competitivo há muito dominado pela empresa de e-commerce Alibaba Group, e outros como a 360Buy Jingdong. (Reuters)

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DAS COOPERATIVAS CENTRAIS UNICRED S - UNICRED DO BRASIL CNPJ Nº 00.315.557/0001-11 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

UNICRED DO BRASIL

ATIVO Circulante Disponibilidades Títulos e Valores Mobiliários Outros Créditos Outros Valores e Bens Não Circulante Realizável a Longo Prazo Aplic. Interfinanceiras de Liquidez Outros Créditos Permanente Investimento Imobilizado de Uso Intangível Total do Ativo

Nota 3 5 6

4 6 7 8

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E DE 2012 - (Em milhares de reais) 2013 2012 PASSIVO 99.682 89.895 Circulante 8 11 Relações Interfinanceiras 85.363 89.517 Outras obrigações 14.270 245 Não Circulante 41 122 Exigível a Longo Prazo 1.348 1.317 Outras obrigações 1.001 50

934 47

Patrimônio líquido Capital social Reserva legal Sobras acumuladas

Nota 9 10

2013 96.293 76.649 19.644 396

2012 87.073 80.738 6.335 615

10

396

615

12

4.341 909 1.699 1.733

3.524 1.119 1.658 747

101.030

91.212

15 15 271 273 11 48 Total do Passivo e Patrimônio Líquido 101.030 91.212 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E DE 2012 - Em milhares de reais Reservas de Sobras Capital Reserva Sobras Eventos Social Legal acumuladas Saldos em 1º de janeiro de 2013 1.119 1.699 347 Distribuição de sobras (79) Baixa de capital (210) Sobra líquida do Semestre 1.465 Saldos em 30 de junho de 2013 909 1.699 1.733 Saldos em 1º de janeiro de 2012 589 1.658 577 Distribuição de sobras (47) Integralizações de capital 530 (530) Sobra líquida do Semestre 747 Saldos em 30 de junho de 2012 1.119 1.658 747

DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E DE 2012 - Em milhares de reais Nota 2013 Ingressos da Intermediação Financeira 2.708 Títulos e valores mobiliários e aplic. interfinanceira de liquidez 2.708 Dispêndios da intermediação financeira (2.634) Operações de captação no mercado (2.634) Resultado bruto da intermediação financeira 74 Outros (dispêndios) ingressos operacionais 1.060 Dispêndios de pessoal e honorários (2.493) Outros dispêndios administrativos (3.460) Outros dispêndios operacionais (24) Outros ingressos operacionais 13 7.037 Resultado Operacional 1.134 Resultado não operacional 369 Resultado antes da tributação 1.503 Imposto de renda e contribuição social (38) Sobra líquida do semestre 1.465 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

DEMONSTRAÇÕES DO FLUXO DE CAIXA SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E DE 2012 - Em milhares de reais

Total 3.165 (79) (210) 1.465 4.341 2.824 (47) 747 3.524

As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E DE 2012 - Em milhares de reais 1 - Contexto operacional: A Confederação Nacional das Cooperativas Centrais Unicred´s – Unicred do c) Movimentação da depreciação acumulada nos exercícios Brasil, constituída por cooperativas centrais e integrantes do sistema Unicred em 10 de julho de 1994, Saldos em Saldos em conforme Assembleia Geral, e homologação pelo Banco Central do Brasil em 19 de outubro de 1994, Descrição 1°/1/2013 Adições Baixa 30/06/2013 conforme publicada no Diário Oficial de 24 de outubro de 1994. Tem sua constituição e funcionamento Móveis e equipamentos de uso (32) (11) (43) regulamentado pela Resolução CMN / BACEN nº 3.859/2010 e Estatuto Social. Tem sede e foro na ci- Sistema de comunicação (2) (1) (3) dade de São Paulo, SP, com área de atuação em todo território nacional. Tem por objetivo orientar e Sistema de processamento de dados (140) (10) 1 (149) coordenar as atividades das cooperativas associadas, nos casos em que o vulto dos empreendimentos (174) (22) 1 (195) transcender o âmbito de capacidade ou convivência de atuação das suas filiadas. 2 - Apresentação das Saldos em Saldos em demonstrações financeiras e resumo das principais práticas contábeis - 2.1. Apresentação das Descrição 1°/1/2012 Adições Baixa 30/06/2012 demonstrações financeiras - As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as Móveis e equipamentos de uso (19) (10) 8 (21) práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Sistema de comunicação (1) (1) Central do Brasil (BACEN), considerando as Normas Brasileiras de Contabilidade, especificamente Sistema de processamento de dados (123) (9) 1 (131) aquelas aplicáveis às entidades Cooperativas, a Lei do Cooperativismo 5.764/1971 e normas e instru- Benfeitoria em imóveis de terceiros (34) (34) ções do BACEN, apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro (177) (19) 9 (187) Nacional (COSIF). As demonstrações financeiras, incluindo as notas explicativas, são de responsabili- 8 - Intangível: dade da Administração da Confederação, e foram aprovadas pela Administração em 1º de agosto de Taxa 2013 2012 2013. Os pronunciamentos contábeis emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) até anual de Amortização então normatizados pelo Banco Central são: CPC 01 - Redução ao valor recuperável de Ativos, aprova- Descrição depreciação Custo acumulada Líquido Líquido do pela Resolução CMN nº 3.566/2008; CPC 03 - Demonstração do Fluxo de Caixa, aprovado pela Outros gastos diferidos 48 Resolução CMN nº 3.604/2008; CPC 05 - Divulgação sobre partes relacionadas, aprovado pela Resolu- Softwares 20% 14 (3) 11 ção CMN nº 3.750/2009; CPC 25 - Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes, aprovado 14 (3) 11 48 pela Resolução CMN nº 3.823/2009; CPC 24 - Evento subsequente, aprovado pela Resolução CMN nº a) Movimentação do custo de aquisição nos exercícios 3.973/2011; CPC 10 - Pagamento baseado em ações, aprovado pela Resolução CMN nº 3.989/2011; Saldos em Saldos em CPC 23 - Políticas contábeis, mudança de estimativa e retificação de erro, aprovado pela Resolução Descrição 1°/1/2013 Adições Baixa 30/06/2013 CMN nº 4.007/2011; e CPC – Pronunciamentos Conceitual Básico, aprovado pela Resolução CMN nº Softwares 13 1 14 4.144/2012. Os demais pronunciamentos emitidos pelo CPC serão adotados mediante aprovação do 13 1 14 BACEN. 2.2. Descrição das principais práticas contábeis - As principais práticas contábeis aplicadas Saldos em Saldos em na preparação dessas demonstrações financeiras estão definidas abaixo. Essas práticas foram aplica- Descrição 1°/1/2012 Adições Baixa 30/06/2012 das de modo consistente nos semestres apresentados, salvo disposição em contrário. 2.2.1 Apuração Gastos com aquisição e desenvolvimento do Resultado - As Receitas e despesas são reconhecidas pelo regime de competência do exercício. de logiciais (softwares) 98 (2) 96 2.2.2 Estimativas contábeis - A preparação de demonstrações financeiras requer o uso de certas es- Outros gastos diferidos 48 48 timativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da Administração da 146 (2) 144 Confederação no processo de aplicação das políticas contábeis. As demonstrações financeiras da Con- b) Movimentação da amortização acumulada nos exercícios federação incluem, portanto, estimativas referentes à seleção das vidas úteis do ativo imobilizado, Saldos em Saldos em provisões para perdas nas operações de crédito, provisão para contingências e outras similares. Os re- Descrição 1°/1/2013 Adições Baixa 30/06/2013 sultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. A administração da Softwares 1 2 3 Confederação monitora e revisa as estimativas e suas premissas pelo menos semestralmente. 2.2.3. 1 2 3 Caixa e equivalentes de caixa - Compreendem dinheiro em caixa, depósitos bancários livres e títulos Saldos em Saldos em e valores mobiliários livres, de curto prazo e de alta liquidez, e conforme a intenção da Administração da Descrição 1°/1/2012 Adições Baixa 30/06/2012 Confederação. Os títulos e valores mobiliários livres são avaliados pelo custo ou valor de realização, Gastos com aquisição e desenvolvimento de incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas até a data do balanço. logiciais (softwares) (98) 2 (96) 2.2.4 Aplicações interfinanceiras de liquidez - Classificados conforme a intenção da administração (98) 2 (96) em mantê-los até o vencimento, e são atualizados pelos rendimentos auferidos até a data do balanço, 9 - Relações interfinanceiras – Centralização financeira das Centrais: Refere-se aos depósitos não superando o valor de mercado. 2.2.5 Devedores por depósitos em garantia - Seja por determina- das associadas, sendo esses recursos próprios, conforme determina o artigo 37 da Resolução CMN nº ção judicial ou espontaneidade da administração da Cooperativa, foram depositados valores para 3.859/2010, com remuneração atrelada ao Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI). No primeiro suportar passivos contingentes constituídos, atualizados pela Selic. 2.2.6 Investimentos - Representa- semestre de 2013, a Confederação remunerou esses depósitos no montante de R$ 2.634 (R$ 3.562 em do pela participação societária avaliada ao custo de aquisição na CNAC – Confederação Nacional das 2012), que para efeito de apresentação da demonstração do resultado, é classificado como despesas Auditorias Cooperativas, de R$ 15. 2.2.7 Imobilizado - As imobilizações de uso são demonstradas pelo da intermediação financeira. Em 30 de junho de 2013 e de 2012 o saldo das relações interfinanceiras custo de aquisição deduzido da depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método montam: linear, aplicando-se taxas que contemplam a estimativa de vida útil-econômica dos bens. 2.2.8 Intangí- Descrição 2013 2012 vel - Demonstrado pelo valor dos gastos, que são amortizados pelo método linear em função do prazo Depósitos Voluntários Centrais 25.050 26.109 dos benefícios futuros esperados, quando aplicável. 2.2.9 Redução ao valor recuperável de ativos - O Depósitos FD 90% Centrais 51.599 54.629 imobilizado e outros ativos não financeiros são revistos semestralmente pela Administração da Confe76.649 80.738 deração para se identificar evidências de perdas não recuperáveis, ou ainda, sempre que eventos ou 11 - Outras obrigações: alterações nas circunstâncias indicarem que o valor contábil não pode ser recuperável (teste de impair2013 2012 ment). 2.2.10 Relações interfinanceiras - Registradas pelo montante dos recursos das associadas Não Não centralizados pela Confederação, e incluem os encargos e variações monetárias contratadas até a data Descrição Circulante circulante Total Circulante circulante Total do balanço patrimonial. 2.2.11 Demais ativos e passivos - Os demais ativos são apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias aufe- Sociais e estatutárias: ridas. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, Fundo de assistência técnica, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridas. 2.2.12 Provieducacional e social (i) 44 44 76 76 sões - As provisões são constituídas como resultado de um evento passado, sendo provável que um Cotas de capital a pagar 30 30 110 30 140 recurso econômico seja requerido para saldar a obrigação no futuro. As provisões são registradas tendo 44 30 74 186 30 216 como base as melhores estimativas do risco envolvido. 2.2.13 Ativos e passivos contingentes - Os Fiscais e previdenciárias: ativos contingentes não são reconhecidos, exceto quando da existência de evidências concretas que Impostos e contribuições a recolher 211 211 116 116 assegurem a sua realização. Os passivos contingentes são reconhecidos contabilmente pela Confede211 211 116 116 ração quando, com base na opinião dos assessores jurídicos e outras análises das matérias, for Diversas: considerado que há risco provável de perda de ações judicial ou administrativa, gerando uma possibili- Provisão para pagamentos a efetuar 473 473 318 318 dade de saída de recursos no futuro para a liquidação dessas ações e, ainda, quando os montantes Credores diversos no país (ii) 18.916 18.916 5.715 5.715 envolvidos possam ser mensurados com suficiente segurança. Esse é um julgamento subjetivo, sujeito Prov. para passivos contingentes (iii) 366 366 585 585 às incertezas de uma previsão sobre eventos futuros, mas que leva em consideração o fundamento ju19.389 366 19.755 6.033 585 6.618 rídico da causa, a viabilidade de produção de provas, a jurisprudência em questão, a possibilidade de 19.644 396 20.040 6.335 615 6.950 recorrer à instâncias superiores e a experiência histórica. A Administração da Cooperativa revisa perio- (i) O FATES tem sua formação, classificação e utilização conforme Lei do Cooperativismo e normas do dicamente a situação dos passivos contingentes, conjuntamente com sua assessoria jurídica. 2.2.14 BACEN (nota 12b). (ii) O saldo é substancialmente composto por R$ 13.449, transferidos do Fundo Segregação do circulante e não circulante (ativos e passivos) - Os valores realizáveis e exigíveis Garantidor do Sistema Unicred (FG) e rateados às Centrais para pagamento dos custos de implantação com prazos inferiores ao encerramento do próximo exercício social estão classificados no circulante, e do novo projeto de TI, que será baixado contra a rubrica “Outros devedores projeto TI” (nota 7 (i)), no os com prazos superiores, no não circulante. 2.2.15 Demonstração dos fluxos de caixa - As demons- momento da ativação do software SAP no sistema Unicred do Brasil (Centrais e Singulares). Ainda, trações dos fluxos de caixa foram preparadas pelo método indireto e estão sendo apresentadas de compõe o saldo, o FG constituído por normas instituídas por regulamento próprio, que por orientação acordo com o estabelecido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e normas do BACEN. 3 do BACEN, o registro desse fundo deve ser no passivo circulante no grupo de credores diversos no - Caixa e equivalentes de caixa - As disponibilidades e os títulos e valores mobiliários são classificadas País. Em 30 de junho de 2013 e de 2012, montava em R$ 4.558 e R$ 5.524, respectivamente. O fundo como caixa e equivalentes de caixa para fins de apresentação da demonstração dos fluxos de caixa, é remunerado por rendimentos auferidos pelos fundos de investimentos de renda fixa, aos quais estão quando atendido às determinações da Resolução CMN nº 3.604/2008. lastreados. (iii) A Confederação no desenvolvimento de suas atividades operacionais está sujeita a Descrição 2013 2012 demandas de naturezas tributária, civil e reclamações trabalhistas. Em novembro de 2011, a Receita Disponibilidades: Federal do Brasil lavrou autos de infração dos exercícios de 2006, 2007 e 2008, no montante de R$ 279, Caixa e depósitos bancários 8 11 referentes à suposta tributação sobre as rendas de aplicações financeiras relativamente ao Imposto Títulos e valores mobiliários - nota 6 85.363 89.517 de Renda, Contribuição Social sobre o lucro líquido, PIS e COFINS. Os autos de infração foram con85.371 89.528 testados administrativamente pela Confederação, alegando em síntese, a não incidência dos tributos 4 - Aplicações interfinanceiras de liquidez: a) Composição por tipo de aplicação (com vencimento federais sobre o ato cooperado de acordo com o teor do disposto no artigo 79 da Lei nº 5.764/1971 (Lei acima de 360 dias) no ativo não circulante: do Cooperativismo). Até que se tenha o retorno desta contestação, a Administração da Cooperativa, 2013 2012 de forma prudente, decidiu pela manutenção da provisão constituída no mesmo montante dos autos de Não Não infração, atualizados pela Selic, no montante de R$ 366. Em caso de insucesso na esfera administrativa, Descrição circulante circulante ainda cabe discussão posterior na esfera judicial por parte da Confederação. Existem depósitos judiciais Fundo di Bancoob 1.001 934 de R$ 50, em 30 de junho de 2013, registrados em outros créditos do ativo não circulante (nota 6). Os Em 30 de junho de 2013 e de 2012, as aplicações financeiras de liquidez foram contratadas com prazo depósitos judiciais e as provisões para contingências estão atualizados pela Selic até 30 de junho de de resgate até 12 de maio de 2016. Em 2013, referidas aplicações tiveram remuneração no montante 2013 e de 2012. A composição em 30 de junho de 2013 e de 2012 da provisão para passivos contingende R$ 67 (R$ 90 em 2011), registrado em receitas da intermediação financeira. 5 - Títulos e valores tes e dos depósitos judiciais em garantia efetuados é a seguinte: mobiliários: a) Composição por tipo de aplicação (sem vencimento) no ativo circulante 2013 2012 2013 2012 Valor da Valor dos Valor da Valor dos Descrição Circulante Circulante Tributo provisão depósitos provisão depósitos Cotas de fundo de investimento 85.363 89.517 constituída em garantia constituída em garantia Em 30 de junho de 2013 e de 2012, os títulos e valores mobiliários foram contratados com prazo de PIS 8 8 96 7 resgate até 90 dias. Em 2013, referidos títulos tiveram remuneração no montante de R$ 2.675 (R$ 3.635 COFINS 42 42 489 40 em 2012), registrado em ingressos da intermediação financeira. OUTROS PASSIVOS CONTINGENTES 316 6 - Outros créditos: 366 50 585 47 2013 2012 As movimentações das provisões e dos depósitos foram as seguintes: Não Não Provisão Descrição Circulante circulante total Circulante circulante Total Depósitos para Adiantamentos salariais 99 99 77 77 Judiciais contingências Adiantamentos diversos 1 1 59 59 Saldo em 01 de janeiro de 2013 49 355 Outros devedores projeto - TI (i) 14.164 - 14.164 - Depósitos realizados / constituição de provisão 1 11 Valores a receber das Associadas 6 6 109 109 Saldo em 30 de junho de 2013 50 366 Devedores por depósito Saldo em 01 de janeiro de 2012 46 585 em garantia (nota 10 (iii)) 50 50 47 47 Depósitos realizados / constituição de provisão 1 14.270 50 14.320 245 47 292 Saldo em 30 de junho de 2012 47 585 (i) Refere-se à aquisição de licenças de uso do software SAP e outros gastos com o projeto de unifica- Os impostos e as contribuições apurados e recolhidos pela Confederação, bem como as respectição da TI do Sistema Unicred. O valor permanecerá nesta rubrica até a transferência do custo total para vas declarações acessórias, os registros fiscais e societários, estão sujeitos a exames por parte das as suas filiadas (Centrais e Singulares). 7 - Imobilizado em uso: a) Composição do saldo: autoridades fiscais durante prazos prescricionais variados, conforme a legislação aplicável em cada Taxa 2013 2012 circunstância, em geral cinco anos. 11 - Marca Unicred - Em 7 de dezembro de 2010, foi celebrado anual de Depreciação pela Confederação contrato com a Unicred Vale das Antas, para a cessão em definitivo dos direitos Descrição depreciação Custo acumulada Líquido Líquido e a titularidade da marca UNICRED. Adicionalmente foram transferidos outros 30 registros junto ao Móveis e equipamentos de uso 10% 242 (43) 199 198 Instituto Nacional de Propriedade Industrial – INPI, referentes a diversas variações da Marca Unicred. Sistema de comunicação 10% 19 (3) 16 14 Foram pagos a Unicred Vale das Antas, a título de reembolso de despesas com o INPI e outros gastos, Sistema de processamento de dados 20% 205 (149) 56 61 o montante de R$ 29, registrados à época no ativo. Em 2012, todos os valores registrados no ativo cir466 (195) 271 273 culante e não circulante relativos a Marca Unicred foram revertidos e contabilizados em dispêndios no b) Movimentação do custo de aquisição nos exercícios período, procedimento com a concordância do BACEN. Também, como forma de compensar a cessão Saldos em Saldos em da Marca Unicred, foi concedida a singular acima citada, a isenção pelo prazo de vinte anos no rateio Descrição 1°/1/2013 Adições Baixa 30/06/2013 dos dispêndios da Confederação da Central RS e de tecnologia da informação (Tecnocred), cujo custo Móveis e equipamentos de uso 241 1 242 total será suportado pelas demais cooperativas centrais e singulares associadas ao Sistema Unicred Sistema de comunicação 19 19 do Brasil através do rateio. 12 - Patrimônio líquido - a) Capital social: O capital social é de R$ 909 e Sistema de processamento de dados 194 14 (3) 205 R$ 1.119, em 30 de Junho de 2013 e de 2012, respectivamente, totalmente subscrito e integralizado, 454 15 (3) 466 sendo representado pelas integralizações das sete centrais em 30 de Junho de 2013 (oito em 2012). Saldos em Saldos em De acordo com o Estatuto Social cada associada tem direito a um voto independentemente do número Descrição 1°/1/2012 Adições Baixa 30/06/2012 de suas cotas-partes. No primeiro semestre de 2013 ocorreu a baixa de capital no montante de R$ 210, Móveis e equipamentos de uso 227 2 (10) 219 proveniente do desligamento de uma cooperativa central associada. b) Destinações legais e estatutáSistema de comunicação 3 12 15 rias: Das sobras apuradas ao final do exercício, conforme Estatuto Social, serão destinadas: 10% para Sistema de processamento de dados 177 18 (3) 192 a reserva legal e 5% para o Fundo de assistência técnica, educacional e social – FATES. O FATES é Benfeitoria em imóveis de terceiros 34 34 registrado como exigibilidade, conforme instituição do BACEN e utilizado em despesas para o qual se 441 32 (13) 460 destina, conforme a Lei 5.764/1971 (Lei do Cooperativismo) e Manual do FATES do Sistema Unicred

2013 2012 Fluxo de caixa das atividades operacionais (1.228) 8.154 Resultado ajustado do semestre 1.491 769 Sobra do semestre 1.466 747 Depreciações e amortizações 23 20 Baixas do imobilizado de uso 2 2 (Aumento) redução dos ativos (7.166) (246) Aplicações Interfinanceiras de Liquidez (33) (41) Outros créditos e outros valores e bens (7.133) (205) Aumento (redução) dos passivos (4.446) 7.631 Relações Interfinanceiras (2.201) 7.024 Outras obrigações 6.648 607 Fluxo de caixa das atividades de investimentos (16) (32) Aquisições de imobilizado de uso (15) (32) Aquisições do ativo intangível (1) Fluxo de caixa das atividades de financiamentos (289) (47) Distribuição de sobras (79) (47) Devolução de capital (210) (Redução) aumento do caixa e equivalentes de caixa (1.534) 8.075 Demonstração da variação do caixa e equivalentes de caixa (disponibilidades e títulos e valores mobiliários livres) Caixa e equivalentes de caixa no início do semestre 86.905 81.453 Caixa e equivalentes de caixa no fim do semestre 85.370 89.528 (Redução) aumento do caixa e equivalentes de caixa (1.534) 8.075 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. (nota 10(i)). c) Sobras acumuladas - As sobras são distribuídas e apropriadas conforme o Estatuto Social, normas do BACEN e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Conforme Assembleia Geral Ordinária realizada em 21 de março de 2013, foi aprovado por unanimidade, a manutenção das sobras acumuladas para posterior deliberação, entretanto houve a distribuição de parte da sobra para restituição à Cooperativa central associada desligada. 13 - Outros ingressos operacionais: Descrição 2013 2012 Taxa de Contribuição (i) 7.015 5.810 Ressarcimento Despesas Administrativas 15 313 Outras rendas operacionais 7 7.037 6.123 (i) Refere-se às despesas da Confederação que são ressarcidas pelas associadas. A Confederação possui uma relação de interdependências com as suas associadas, visto que seu custo é reembolsado por elas. 14 - Instrumentos financeiros: Os ativos e passivos financeiros estão demonstrados no balanço patrimonial por valores contábeis, conforme critérios mencionados nas correspondentes notas explicativas, os quais se aproximam dos seus valores justos, com destaque para os títulos e valores mobiliários, aplicações interfinanceiras de liquidez e relações interfinanceiras passivas. Não foram realizadas operações com instrumentos financeiros derivativos nos semestres. 15 - Seguros contratados: A Confederação adota a política de contratar seguros, cujas coberturas são consideradas suficientes pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de risco adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo da auditoria das demonstrações financeiras, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. 16 - Partes relacionadas: A Confederação tem como missão desenvolver e coordenar ações políticas e administrativas para implantação pelas Centrais do Sistema Unicred, visando à padronização dos processos, ganhos em escala, normatização e a defesa da marca Unicred, buscando tornar o sistema uno, sólido e integrado em nível nacional. a) Cooperativas centrais associadas - Na relação das cooperativas associadas com a Confederação existem direitos e deveres que necessitam ser observados. Dentre os direitos destacamos: propor à Diretoria Colegiada ou à Assembleia Geral medidas de interesse geral ou da própria cooperada; votar e concorrer, nos termos dispostos neste Estatuto e no Regimento Interno, aos cargos eletivos da Confederação; demitir-se da Confederação quando lhe convier; beneficiar-se dos serviços que a Confederação estiver habilitada a prestar e nas condições que forem estabelecidas nos respectivos regulamentos. Dentre os deveres destacamos: subscrever e realizar as cotas-partes do capital social na Confederação; satisfazer pontualmente seus compromissos financeiros com a Confederação; participar da constituição do Fundo Garantidor do Sistema Unicred (FG), dentre outros. O rateio das despesas de funcionamento da Confederação no 1º semestre de 2013 e de 2012 foi de R$ 7.015 e de R$ 5.810, respectivamente (nota 13 ). A Confederação também recebe recursos das Centrais, que são as contribuições obrigatórias para o Fundo Garantidor do Sistema Unicred (FG). Os depósitos voluntários são recursos das Centrais aplicados voluntariamente na Confederação e têm seus rendimentos repassados em sua totalidade. Abaixo demonstramos a evolução destes depósitos durante o 1º Semestre de 2013 e de 2012: Depósitos Depósitos no FG Voluntários Saldo em 1º de janeiro de 2013 62.247 24.222 Depósitos Efetuados pelas Centrais 3.709 Rendimento gerado pela aplicação dos recursos 2.016 828 Resgates efetuados pelas Centrais (10.385) Saldo em 30 de junho de 2013 57.587 25.050 Saldo em 1º de janeiro de 2012 48.783 24.931 Depósitos Efetuados pelas Centrais 3.278 500 Rendimento gerado pela aplicação dos recursos 2.558 1.183 Resgates efetuados pelas Centrais (505) Saldo em 30 de junho de 2012 54.628 26.109 b Tecnocred Soluções Tecnológicas Ltda. - A Confederação possui também, uma relação de dependência tecnológica com a Tecnocred Soluções Tecnológicas Ltda., empresa que desenvolve o sistema de tecnologia. As Centrais Unicred Central RJ, Unicred Central RS, Unicred Central SC e Unicred Central SP possuem cada uma 20% de participação na Tecnocred. c) Remuneração paga aos administradores - Nas Assembleias Gerais Ordinárias, realizadas anualmente, é estabelecida a remuneração para a Diretoria Executiva e para o Conselho Fiscal. Para cada representação da Confederação, os ocupantes de cargos executivos recebem as cédulas de presença, sendo estabelecido o limite máximo de 14 (quatorze) cédulas de presença por mês para todos os ocupantes de cargos executivos. Nas substituições o substituto poderá receber pelo substituído desde que dentro da média estipulada de 14 (quatorze) cédulas de presença mensais. No caso que ultrapassar o limite de cédula deverá ser apresentado à Diretoria Colegiada para deliberar o pagamento. Recebidos Recebidos Descrição Benefícios em 2013 em 2012 Membros da diretoria executiva Honários 355 290 Membros da diretoria executiva e conselho fiscal Cédulas de Presença 54 53 409 343 17 - Índice de Basileia: O patrimônio líquido da Confederação apresenta-se compatível com o grau de risco da estrutura dos ativos, com índices da Basileia de 32,26% em 30 de junho de 2013 e 40,61% em 30 de junho de 2012, conforme demonstrativo abaixo: Descrição 2013 2012 Patrimônio de referência – PR 4.341 3.508 Parcela de EPR (PEPR) 1.349 708 Parcela para Risco de mercado (PJUR) 98 213 Parcela para Risco operacional (POPR) 33 27 Patrimônio referência exigido - PRE 1.480 948 Margem em relação ao PR 2.862 2.561 Índice Basileia 32,26% 40,61% 18 - Resumo da descrição da estrutura de gerenciamento de riscos da Confederação: a) Risco operacional - Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.380/06, esta Confederação implantou estrutura de gerenciamento de risco operacional compatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da Confederação, e que tem por objetivo identificar, avaliar, monitorar e controlar os riscos associados a falhas, deficiências ou inadequações de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. Esta estrutura contempla atualmente: • Diretor Responsável nomeado perante órgão regulador; • Política, Manual e Sistema de mensuração de riscos; • Comitê de Gestão de Riscos. Além da apuração gerencial das perdas operacionais, é realizada também a apuração mensal da parcela referente ao risco operacional (POPR), uma das parcelas que compõe o PRE (Patrimônio de Referência Exigido), em atendimento à Resolução do CMN nº 3.490/07. A metodologia utilizada para apuração da parcela POPR é o BIA (Basic Indicator Aproach). A descrição da estrutura está evidenciada no site da Confederação, e pode ser acessada através do endereço eletrônico: www.unicred.com.br, assim como a Política, os Manuais e os Relatórios de Risco estão disponíveis na sede da Confederação. b) Risco de mercado - Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.464/07, esta Confederação implantou estrutura de gerenciamento de risco de mercado compatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da Confederação, e que tem por objetivo identificar, avaliar, monitorar e controlar os riscos associados a perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas pela Confederação. Esta estrutura contempla atualmente: • Diretor Responsável nomeado perante órgão regulador; • Política, Manual e Sistema de mensuração de riscos; • Comitê de Gestão de Riscos: Além da apuração gerencial do risco de mercado, é realizada também a apuração mensal das parcelas referentes ao risco de mercado (PJUR / PCAM / PCOM / PACS / RBAN), parcelas que compõem o PRE (Patrimônio de Referência Exigido), em atendimento à Resolução do CMN nº 3.490/07, assim como é realizada a elaboração mensal do Demonstrativo de Risco de Mercado (DRM), em atendimento à Circular nº 3.429/2009 do Banco Central do Brasil. A descrição da estrutura está evidenciada no site da Confederação, e pode ser acessada através do endereço eletrônico: www.unicred.com.br, assim como a Política, os Manuais e os Relatórios de Risco estão disponíveis na sede da Confederação. c) Risco de crédito: Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.721/09, esta Confederação implantou estrutura de gerenciamento de risco de crédito compatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da Confederação, e que tem por objetivo identificar, mensurar, controlar e mitigar os riscos de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Esta estrutura contempla atualmente: • Diretor Responsável nomeado perante órgão regulador; • Política, Manual e Sistema de mensuração de riscos; • Comitê de Gestão de Riscos. Além da apuração gerencial do risco de crédito, é realizada também a apuração mensal da parcela referente ao risco de crédito (PEPR), parcela que compõe o PRE (Patrimônio de Referência Exigido), em atendimento à Resolução do CMN nº 3.490/07. A descrição da estrutura está evidenciada no site da Confederação, e pode ser acessada através do endereço eletrônico: www.unicred.com.br, assim como a Política, os Manuais e os Relatórios de Risco estão disponíveis na sede da Confederação.

CONTADOR

DIRETORIA Euclides Reis Quaresma Diretor Presidente

José Luis Barreto Alves Diretor Administrativo

2012 3.676 3.676 (3.562) (3.562) 114 628 (2.032) (3.453) (10) 6.123 742 5 747 747

Carlos Alberto Salomão Diretor Financeiro

Ricardo Jorge Porto de Sousa CRC nº 1SP185916/0-8

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Às Associadas e aos Administradores da Confederação Nacional das Cooperativas Centrais Unicred’s – Unicred do Brasil - São Paulo SP. Examinamos as demonstrações financeiras da Confederação Nacional das Cooperativas Centrais Unicred’s – Unicred do Brasil (“Confederação”), que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as Demonstrações Financeiras - A Administração da Confederação é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (BACEN) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes - Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas

demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas nacionais e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras da Confederação para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Confederação. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação

das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião - Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Confederação Nacional das Cooperativas Centrais Unicred’s – Unicred do Brasil em 30 de junho de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Ribeirão Preto SP, 1º de agosto de 2013. Moore Stephens Prisma Auditores Independentes CRC 2SP017256/O-3 Hélio Mazzi Júnior Contador CRC 1SP189107/O-3


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

e No ano que vem, petróleo nosso.

Desde 2006 a gente vinha sendo autossuficiente. Deixamos de ser no começo deste ano. Já vamos ser de novo até o fim do ano. Madga Chambriard, diretora-geral da ANP.

conomia

Com a entrada de novas plataformas em produção, o Brasil deixará de importar petróleo em 2014. Promessa é da diretora da ANP.

A

diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustív e i s ( A N P ) , M a g d a C h a mbriard, afirmou ontem que o Brasil deve deixar de ser importador líquido de petróleo até o final do ano, com a entrada de novas plataformas em produção. Além disso, um maior uso de etanol no combustível permitirá a substituição de importações de gasolina equivalentes a mais de US$ 10 bilhões em 2013. A declaração foi feita em uma audiência no Senado, em Brasília, na qual também disse que a ANP está avaliando se aproximar mais da Comissão dos Valores Mobiliários (CVM) para agilizar o processo de supervisão das empresas de petróleo. O comentário surgiu em resposta a perguntas de senadores sobre previsões de produção de petróleo realizadas pela OGX, de Eike Batista, que não se confirmaram, um dos motivos da crise de confiança em relação à petroleira que derrubou as ações da empresa este ano. Segundo Magda, o país continuará importando petróleo leve e exportando petróleo pesado, por uma questão de mistura necessária para as operações nas refinarias, mas a situação para a balança comercial será mais confortável do que a verificada recentemente.

Foto Bruno Domingues/Reuters

Foto Geraldo Magela/Agência Senado

Magda Chambriard, diretora-geral da ANP, falou sobre o setor do petróleo ontem, no Senado. "O nosso parque de refino tem uma capacidade de mais ou menos 2 milhões de barris por dia. Desde 2006 a gente vinha sendo autossuficiente. Deixamos de ser no começo deste ano. Já vamos ser de novo até o fim do ano", declarou Magda. A Petrobras previu em abril que o Brasil retomará a autossuficiência em petróleo no próximo ano. A estatal estimou ainda que a extração de petróleo voltaria a crescer a partir do segundo semestre deste ano, com menos paradas programadas de plataformas e novos sistemas produtivos entrando em operação. Também colabora para uma redução nas importações de gasolina um aumento no con-

sumo de etanol, disse a diretora-geral da ANP, observando que o biocombustível está mais competitivo que o combustível fóssil em São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul e partes de Minas Gerais e Mato Grosso. Ela disse ainda, durante a audiência, que o mercado brasileiro precisa entender que a exploração de petróleo tem riscos e que ele terá que aprender a trabalhar com essa situação, considerando as companhias abertas relativamente novas no setor no país. "Estou já começando a considerar que talvez a ANP tenha que se aproximar mais da CVM. Porque no âmbito da ANP o processo está correto. No âmbito da CVM, também

está correto. Mas talvez haja um ganho para a sociedade na aproximação desses dois órgãos", disse Magda. Posteriormente, questionada por jornalistas de que forma poderia ser feita a aproximação com a CVM, ela afirmou que há espaço para aperfeiçoar a supervisão. "Isso faz com que a Agência Nacional do Petróleo, trabalhando nesse tipo de projeto, esteja fazendo corretamente a sua parte, a CVM também está fazendo corretamente a parte dela. Mas a interseção dos dois trabalhos provavelmente deixou aí algum vazio que precisa ser preenchido." Perguntada diretamente se a ANP sabia que as previsões da OGX não estavam corretas,

ela afirmou que a agência trabalha com os dados disponíveis. "Num primeiro momento, os poços trabalharam muito bem. E eles foram declinando a produção", afirmou, referindo-se a Tubarão Azul, na Bacia de Campos. Após redução significativa da extração de petróleo no campo de Tubarão Azul nos primeiros meses do ano, a OGX informou ao mercado que deixaria de investir no aumento de produção da área, pedindo autorização da agência para reduzir o ritmo exploratório. A própria empresa afirmou em julho que a extração no campo poderá parar no ano que vem, por falta de tecnologia capaz de viabilizar e c o n o m i c a m e n t e i n v e s t imentos adicionais. Questionada sobre o assunto, Magda afirmou: "O que eu tenho até agora é uma expectativa que Tubarão Azul produza até meados do ano que vem. Agora vamos ver de que forma". (Reuters)

Eike, R$ 3 milhões mais pobre e sem cargo. centração), ela reconhece que cometeu o delito e fica livre de uma pena mais pesada. No limite, a multa poderia chegar a R$ 60 milhões. A petroleira adquiriu 40% de participação no bloco BS-4, na Bacia de Santos, então pertencente à Petrobras, por US$ 270 milhões. Com a compra, a estatal sairá do negócio e a companhia de Eike passará a ser sócia da Queiroz Galvão, que detém 30% do ativo, e da Barra Energia, que possui 30%. A diretora-geral da ANP (Agência Nacional do Petróleo), Magda Chambriard, disse hoje que apenas um dos

Foto Patrícia Santos/Ag. O Dia/Estadão Conteúdo

A

OGX firmou um acordo com o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para escapar de uma multa pela prática de "gun jumping" – quando uma aquisição é consumada antes da anuência do órgão. A infração ocorreu na compra pela OGX de participação da Petrobras em um bloco de petróleo, firmada em novembro do ano passado. A operação foi aprovada sem restrições. A OGX irá pagar R$ 3 milhões em três parcelas como contribuição pecuniária. Pelo acordo, chamado de ACC (Acordo em Controle de Con-

Eike: acordo e renúncia. blocos adquiridos pela OGX não será oferecida a um segundo candidato, por falta de interessados.

O bloco é o "Bar-M-213", que fica na Bacia de Barreirinhas, no mar, litoral do Maranhão. Como o empresário desistiu de assinar os contratos de 9 dos 13 blocos arrematados na 11ª rodada de licitações, realizada em maio, não precisará pagar cerca de R$ 200 milhões, valor do lance, mas terá de cumprir com a garantia financeira, de R$ 3,4 milhões. R en ún ci a – Eike Batista renunciou ao cargo de presidente do conselho da LLX, informou ontem a empresa de logística, seguindo o acordo de transferência do controle para a EIG Management Company

anunciado em meados deste mês. Seu assessor próximo Aziz Ben Ammar também renunciou ao cargo no conselho da companhia. Para ocupar o cargo deixado por Eike, foi eleito Roberto D'Araujo Senna, que já era do conselho da companhia que está construindo o Porto do Açu (RJ). Esta é a segunda vez que o empresário deixa o controle de uma das empresas do grupo EBX, após renunciar à presidência do conselho de administração da MPX Energia e vender grande parte da sua participação para a alemã E.ON em julho. (Agências)

Cartel de cargas: condenadas.

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Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) condenou ontem, por unanimidade, um grupo de companhias aéreas pela prática de cartel no mercado brasileiro de transporte de cargas. As investigações comprovaram que as companhias combinaram não apenas os valores, como também as datas para a aplicação do chamado "adicional de combustível" sobre os valores dos contratos com os clientes, pelo menos entre os anos de 2003 e 2005. As multas aplicadas somam R$ 289 milhões. Após quase cinco horas de julgamento, foram condenadas a italiana Alitalia, a norte-americana American Airlines e as brasileiras Varig Log (atualmente fora de atividade) e ABSA Cargo Airline (vinculada ao Grupo LAN e que atualmente opera com a TAM Cargo). O CADE não viu provas suficientes para a condenação da United Airlines. A maior multa foi aplicada à Varig Log, estipulada em cerca de R$ 145 milhões, seguida pela ABSA, com punição de R$ 114 milhões. Já as estrangeiras American e Alitalia foram condenadas a pagar R$ 26 milhões e R$ 4 milhões, respectivamente. Executivos das companhias também foram condenados e multados. Além das quatro companhias condenadas, a francesa Air France e a holandesa KLM já haviam assinado um Termo de Cessação de Conduta (TCC) com o Cade em fevereiro deste ano, confessando terem participado de acordos e trocas de informações sobre a cobrança de adicional de combustível. Na ocasião, as companhias se comprometeram com o órgão antitruste a pagarem R$ 14 milhões em contribuição pecuniária. O caso começou a ser investigado em 2006, com um acordo de leniência – espécie de delação premiada – assinado pela alemã Lufthansa e pela suíça Swiss com a Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça. Por terem colaborado com as investigações desde o início, as empresas se livraram de condenação. De acordo com o conselheiro do Cade que relatou o caso, Ricardo Ruiz, a participação do conjunto dessas empresas no transporte de cargas com origem no Brasil variou de 65% em 2003 a 60% em 2005. Segundo ele, a combinação entre as empresas para a aplicação uniforme de taxas adicionais levou à elevação dos preços médios das tarifas de frete, evitando que alguma das companhias envolvidas praticasse preços mais baixos e podendo ter eventualmente influência até mesmo em outras áreas que não participaram do conluio. Em julho de 2003, o antigo Departamento de Aviação Civil (DAC) autorizou a cobrança do adicional de combustível no Brasil. De acordo com Ruiz, desde então as companhias condenadas iniciaram uma intensa comunicação entre si com o objetivo de combinarem reajustes e datas para a aplicação da taxa.(Estadão Conteúdo)


quinta-feira, 29 de agosto de 2013

DIÁRIO DO COMÉRCIO

ECONOMIA - 29


30 -.ECONOMIA

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e Asas livres para a avicultura conomia

Segundo produtores, não haverá pressão de custos

O

cenário é positivo para avicultura em meio à safra recorde de milho no Brasil e à perspectiva de volumes maiores nos Estados Unidos, que vão se traduzir em custos de matérias-primas menores, disseram ontem representantes dos maiores grupos produtores de carne de aves. "O clima está mais seco nestas últimas semanas, mas felizmente o milho (nos EUA) já está na sua fase final (de desenvolvimento), então o risco de afetar rendimento é baixo na nossa avaliação", disse a jornalistas o presidente da JBS, Wesley Batista, durante evento que reúne o setor avícola em São Paulo. A JBS entrou no segmento de aves no Brasil no ano passado ao arrendar ativos da Doux Frangosul e mais recentemente anunciou a aquisição da Seara, divisão de aves, suínos e processados da Marfrig. Maior processadora de carnes do mundo, com atuação em bovinos e suínos, a JBS também opera no segmento de aves nos EUA desde 2009, quando comprou o controle da Pilgrim's Pride, que também

conta com unidades produtivas no México e Porto Rico. O milho e a soja respondem pela maior parte dos custos de produção de aves. Joesley Batista disse, porém, que o cenário de oferta preocupa mais para a soja norte-americana, que foi plantada tardiamente, ficando mais vulnerável às condições climáticas. O executivo da família controladora da JBS observou que os vencimentos mais distantes do milho na bolsa de Chicago apontam para menores custos. "Isso ainda é razoável, o milho já esteve a 7, 8 dólares por bushel", lembrou, referindo-se aos recordes vistos no ano passado, quando a safra norte-americana foi afetada pela pior seca em mais de meio século. Atualmente, o primeiro vencimento do milho em Chicago é cotado a cerca de 5 dólares por bushel. Para o vice-presidente de Finanças, Administração e Relações com Investidores da BRF, Leopoldo Saboya, ainda é prematuro fazer uma avaliação da safra e preços dos EUA. Mas ainda assim ele acredita que o ano será de oferta maior de grãos. (Reuters)


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PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANDRADINA

EXTRATO DE HOMOLOGAÇÃO E ADJUDICAÇÃO. PROCESSO Nº 65/13 – PREGÃO Nº 35/13. Objeto: Aquisição dos seguintes materiais: concreto usinado, tubos de concreto armado, emulsão asfáltica, materiais para manutenção de galerias, caixas de captação, distribuição, passagem e obras de infraestrutura, em conformidade com anexo I – Termo de Referência, que acompanha o Edital da citada licitação, ambos integrantes desta ARP. Considerando a regularidade do procedimento, hei por bem, com base na lei federal nº 10520, de 17 de julho de 2002, HOMOLOGAR E ADJUDICAR, os itens do objeto licitado, às empresas Casa do Asfalto Distribuidora, Indústria e Comercio de Asfalto LTDA. (item: 16), CBB Indústria e Comércio de asfaltos e Engenharia LTDA. (item: 17), Concresp – Concretagem e Serviços LTDA. (itens: 11, 12, 13, 14, 15), Concresp Mineração e Comércio LTDA - EPP. (Itens: 02, 03, 08, 09), Copel – Engenharia, Indústria e Comercio LTDA. (itens: 22, 24, 25), Fernando Rogério Martin - ME. (itens: 01, 07, 10, 20), Mineração Grandes Lagos LTDA. (item: 18), Noromix Concreto LTDA. (Itens: 21, 23), Pedreira Três Irmãos LTDA. (itens: 04, 05, 06, 19). Andradina, 28 de agosto de 2013. JAMIL AKIO ONO – Prefeito. SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

FDE AVISA: PREGÃO ELETRÔNICO DE REGISTRO DE PREÇOS Nº 56/00010/13/05 OBJETO: CONTRATAÇÃO DO DIREITO DE USO, NÃO EXCLUSIVO, DE LICENÇAS DE SOFTWARE E SERVIÇOS DE DESENVOLVIMENTO E CUSTOMIZAÇÃO. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para: Contratação do Direito de Uso, não Exclusivo, de Licenças de Software e Serviços de Desenvolvimento e Customização. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 29/08/2013, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sextafeira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 11/09/2013, às 10:00 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 29/08/2013, até o momento anterior ao início da sessão pública. BARJAS NEGRI - Presidente

PREFEITURA DA ESTÂNCIA BALNEÁRIA DE MONGAGUÁ/SP AVISO DE EDITAL Acha-se aberto, na Prefeitura da Estância Balneária de Mongaguá, o Pregão Presencial Registro de Preço nº 036/2013, Objeto: contratação de empresa para fornecimento de serviços de PUBLICAÇÕES LEGAIS (atos oficiais, avisos de licitação) da Prefeitura Municipal de Mongaguá na imprensa escrita, com edição diária, circulação regional (Região Metropolitana da Baixada Santista), e distribuição em bancas de jornal do Município de Mongaguá, pelo prazo de 12 (doze) meses. O Início da sessão de lances dar-se-á ás 09h30min, do dia 11 de setembro de 2013. O edital na íntegra encontra-se à disposição dos interessados, no endereço eletrônico www.mongagua.sp.gov.br, através do aplicativo Licitações Pregão Presencial Ata Registro de Preços. Para qualquer esclarecimento, entrar em contato telefone (13) 3445-3067 – 3445-3082, e pelo e-mail licitação@mongagua.sp.gov.br – Fátima Aparecida Machado – Autoridade Competente.

PREFEITURA DA ESTÂNCIA BALNEÁRIA DE MONGAGUÁ/SP EMPRESA MUNICIPAL DE SAUDE – EMUS - EXTRATO DE IMPUGNAÇÃO TOMADA DE PREÇOS Nº 01/2013 - A C.P.L. comunica aos interessados e participantes do certame licitatório referente ao processo nº 23/2013,TOMADA DE PREÇOS Nº 001/2013, contratação de serviços técnicos de Raio-X, com fornecimento de todos equipamentos e profissionais capacitados para administrar o serviço 24 horas por dia, e todos os insumos e acessórios necessários para a realização adequada dos exames por período de 12 (doze) meses), extrato do parecer de impugnação ao Edital. O parecer jurídico julga pelo indeferimento da impugnação proposta. A C.P.L. decide dar prosseguimento ao processo, permanecendo a abertura do certame para o dia 30/08/2013, às 09:00h. Comunica, ainda, que o processo se encontra com vistas aberta, à disposição dos interessados, na Empresa Municipal de Saúde, sita à Av. São Paulo, 826, Mongaguá - Mongaguá, 28 de agosto de 2013.

SOBLOCO CONSTRUTORA S.A. CNPJ: 60.869.005/0001-87 COMUNICADO

SOBLOCO CONSTRUTORA S.A. torna público que protocolou na CETESB, o Plano de Trabalho referente ao empreendimento urbanístico Jardim Botânico - Quintas do Cerrado, situado no município de São Carlos, junto à Rodovia Luiz Augusto de Oliveira (SP-215), Km 148. Declara aberto o prazo de 45 dias a partir da publicação desta nota, para manifestação, por escrito, de qualquer interessado. A solicitação deverá ser protocolada ou enviada por carta registrada, postada no prazo acima definido, ao Departamento de Avaliação Ambiental de Empreendimentos - IE - Av. Professor Frederico Hermann Junior, 345 - prédio 12 - 1º andar - Alto de Pinheiros, CEP 05489-900.

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

FDE AVISA TOMADAS DE PREÇOS A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para execução de Reforma de Prédio(s) Escolar(es): TOMADA DE PREÇOS Nº - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ÁREA (se houver) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÍNIMO P/ PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAÇÃO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 69/02913/13/02 - EE Pref Paschoal Castrequini / Mira Estrela - Rua Valentim Minto, s/nº - Cep: 15580-000 - Centro - Mira Estrela/SP; EE Manoel dos Santos - Rua Virgílio Nossa, 1271 - Cep: 15310-000 - Centro – Magda/SP; EE Prof. Dathan Cervo - Rua Faustino Moreira Goncalves, 1460 - Cep: 15690-000 - Centro – Indiaporã/SP - 120 - R$ 57.205,00 - R$ 5.720,00 - 09:30 - 17/09/2013. 69/02919/13/02 - EE José Teixeira do Amaral - Rua Boa Esperança, 371 - Cep: 15760-000 - Centro – Urânia/SP; EE Profa Elide Apparecida Carlos - Avenida Brasil, 93 - Cep: 15760-000 - Cohab Benedito Pinto Ferreira Braga – Urânia/SP; EE Prof Itael de Mattos Rua Oito, 764 - Cep: 15775-000 - Centro - Santa Fé do Sul/SP - 150 - R$ 65.660,00 - R$ 6.566,00 - 10:00 - 17/09/2013. 69/03112/13/02 - EE/ETEC/CEL Aurélio Arrobas Martins/Bebedouro (Cl Descentr) - Rua São Sebastião, 294 - Cep: 14870-890 - Centro – Jaboticabal/SP - 210 - R$ 99.903,00 - R$ 9.990,00 - 10:30 - 17/09/2013. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 29/08/2013, na SEDE DA FDE, de segunda a sextafeira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 40,00 (quarenta reais). Os interessados poderão adquirir o CD-ROM referente às Planilhas, ao custo de R$ 3,00 (três reais), na SEDE DA FDE, de segunda a sextafeira, dentro do horário de expediente, das 08:30 às 17:00 horas. Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada à Supervisão de Licitações da FDE, conforme valor indicado acima. Os invólucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. BARJAS NEGRI - Presidente

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO CHAMADA PÚBLICA Nº 001/DAAA/2013 - PROCESSO Nº: 00117/4444/2013. LOCAL: RUA TREZE DE MAIO, Nº 1.413 BELA VISTA – SÃO PAULO – SP. CHAMADA PÚBLICA VISANDO O CREDENCIAMENTO DE AGRICULTORES FAMILIARES PARA ATENDIMENTO DO PROGRAMA PAULISTA DA AGRICULTURA DE INTERESSE SOCIAL – PPAIS. A Coordenadoria de Infraestrutura e Serviços Escolares, atendendo a Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009 e a Resolução CD/FNDE nº 26, de 17 de junho de 2013, torna público o presente sistema de credenciamento, visando aquisição de gêneros alimentícios da agricultura familiar por inexigibilidade de licitação, artigo 25, da Lei 8.666/93, para atendimento de escolas públicas. Os interessados poderão obter cópia integral do Edital no sítio eletrônico: www.educacao.sp.gov.br e www.itesp.sp.gov.br. A documentação completa, composta pela habilitação jurídica e pela proposta de venda, deverá ser entregue na entidade credenciadora, situada na Rua Treze de Maio, nº 1.413 - Bela Vista - São Paulo - SP, no período de 30/08/2013 a 30/09/ 2013, das 09:00 às 16:00 horas, em envelope endereçado à Comissão de Avaliação e Credenciamento – CHAMADA PÚBLICA Nº 001/DAAA/2013. Será permitida a remessa de documentação via correios que somente será considerada e analisada se recebida na entidade credenciadora no período supracitado, respeitando-se o encerramento às 16:00 horas.

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

COORDENADORIA DE INFRAESTRUTURA E SERVIÇOS ESCOLARES

Itaiquara Alimentos S.A. CNPJ nº 72.111.321/0001-74 – NIRE nº 35.300.012.577 Ata da RCA realizada em 19 de Julho de 2013 Aos 19/07/2013, às 09 hs, na sede social da Cia., situada na Fazenda Itaiquara, Município de Tapiratiba, Estado de São Paulo, presentes a totalidade dos membros do conselho de administração da Cia.. Presidente: Sr. Joaquim Augusto Bravo Caldeira. Secretário: Guilherme Whitaker de Lima Silva; Ordem do Dia: Deliberar sobre as contas dos administradores e demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31/12/2011 e 31/12/2012. Em seguida o Sr. Presidente esclareceu que o Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado do Exercício, das Mutações do Patrimônio Líquido, do Valor Adicionado, Demonstrativo de Fluxo de Caixa, relativos aos exercícios encerrados em 31/12/2011 e 2012, ou seja, os documentos referidos no art. 133 da Lei 6404/76 foram publicados no “DOESP” e no Jornal “O DIA SP”, de São Paulo, no dia 29/06/2013 e 03/07/2013, conforme parágrafo 3º do art.133 da Lei 6404/76.Após discussão e votação, os conselheiros deliberaram aprovar por unanimidade e sem ressalvas o Balanço Patrimonial, as demonstrações financeiras, o relatório e contas da diretoria do exercício encerrado em 31/12/2011 e do exercício encerrado em 31/12/2012, devidamente auditados, bem como os atos dos administradores, com abstenção dos legalmente impedidos, recomendado assim sua aprovação pela AGO, considerados os Pareceres do Conselho Fiscal datados de 31/05/2013, elaborados em reunião própria, contendo recomendação para tal aprovação. Nada mais havendo a tratar foi lavrada a presente ata, que após lida e aprovada por unanimidade é assinada por todos os presentes, inclusive o representante da auditoria independente, Sr. Cláudio Wagner - CRC - RS 48.422 “S” SP 2.431, bem como os membros do Conselho Fiscal e também do Sr. Marcelo Cardillo Balluf – CRC – Tec 1SP 199726/O-5. Guilherme Whitaker de Lima Silva Secretário da Assembléia. Jucesp nº 320.721/13-9 em 22/08/2013.Gisela Simiema Ceschin-Secretária Geral.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANDRADINA

Comunicado da Comissão Permanente de Licitações no Processo Licitatório nº 59/13 – Concorrência nº 01/13. Objetivo: Venda de lotes de terrenos, localizados numa área de terras, medindo 161.627,00 metros quadrados, ou seja, 16,1627 hectares, encravada no perímetro urbano, situada e localizada na margem da pista Leste da Rodovia Marechal Rondon – SP 300, km 643, neste Município de Andradina, objeto da Matrícula 34.125, transcrito na fl. 01, livro 02 – Registro Geral do Serviço de Registro de Imóveis e Anexos da Comarca de Andradina. COMUNICA que fará realizar sessão pública para abertura e julgamento dos envelopes de proposta, no dia 02 de setembro de 2013, às 14 horas. Andradina, 28 de agosto de 2013. Paulo Henrique Bernardoni Caldas – Presidente da CPJL Declaração de Extravio - ALFA LAVAL AALBORG INDUSTRIA E COMERCIO LTDA., pessoa jurídica com filial no Município de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Ismael Nery nº 764, Agua Fria, inscrita no CNPJ sob nº 31.120.686/0008-54 e na Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo sob nº 102.148.502.119, comunica o extravio das notas fiscais modelo 1 de numeração 045470 a 046500, todas em branco. Os documentos fiscais foram extraviados nas dependências da sede da sociedade, não sendo possível precisar a data da ocorrência. SP 26/08/2013. Francisco Jonas Marquezin e Sergio Antonio Christ Cammarota – Administradores.

PREFEITURA MUNICIPAL DE BIRIGUI RETI-RATI EDITAL Nº 084/2.013

RP de PREGÃO PRESENCIAL Nº 064/2.013. OBJETO:- Face a alteração no descritivo dos itens 02 e 08 do anexo I do edital, fica alterada a data de abertura para 12/09/2013, as 08:00 horas, permanecendo as demais condições do Edital do Pregão Presencial nº 064/2.013, Registro de Preços para aquisição de óleos lubrificante, óleo hidráulico, graxa para rolamento e fluído de freio, destinados à secretaria de serviços públicos, água e esgoto, pelo período de 12 (doze) meses. Melhores informações poderão ser obtidas junto a Seção de Licitações na Rua Santos Dumont nº 28, Centro, ou pelos telefones (018) 3643-6126. O Edital e sua retificação poderão ser lidos naquela Seção e retirado gratuitamente no site www.birigui.sp.gov.br. Paulo Roberto Bearari, Prefeito Municipal - Interino, Birigui, 28/08/2.013.

DECLARAÇÃO À PRAÇA CAMILA DE LIMA ETTINGER, CPF 356.668.308-64 E RG. 45965426-3, comunica a perda/extravio do Contrato da FIES nº. 21.4070.185.0003786-03, firmado em 10/07/2009 com a Caixa Econômica Federal e a Faculdade Santa Marcelina. B.O. 215057/2013 e 914376/2013.

FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL

Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 28 de agosto de 2013, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: Brasília Máquinas e Ferramentas Ltda. Requerido: Lupatech S/A. Avenida Maria Coelho Aguiar, 215 - 5° Andar - Bloco B - Jardim São Luis - 2ª Vara de Falências. Recuperação Judicial Requerente: Inam Indústria Alimentícia Ltda. Requerido: Inam Indústria Alimentícia Ltda. Rua Campelo, 286-310 – Vila Nova Mazzei - 2ª Vara de Falências.

Ata da Assembleia Geral de Constituição Realizada em 06.08.2013 1. Data, Hora e Local: Realizada no dia 06.08.2013, às 16hs, na sede social em SP/SP. 2. Convocação e Presença: Dispensada por estarem presentes acionistas fundadores e subscritores representando a totalidade do capital social da Cia. 3. Mesa: Presidida pelo Sr. Alexandre Louzada Tourinho e convidou o Sr. Bruno Semino para secretariá-lo. 4. Ordem do Dia/5. Deliberações unânimes: 5.1. Aprovar a constituição da Cia sob a forma de sociedade anônima de capital fechado, a ser denominada OAS Logística e Comércio Exterior S.A., com sede e foro em São Paulo/SP, na Av. Angélica, n° 2.330/2.346/2.364, 7º andar, sala 708, Consolação, CEP 01228-200 e com prazo de duração indeterminado. 5.2. Fixar o capital social da Cia em R$ 2.000.000,00, mediante a emissão de 2.000.000 de ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, ao preço de emissão de R$ 1,00 por ação. As ações ora emitidas foram inteiramente subscritas e integralizadas neste ato, em moeda corrente nacional, sendo o valor integral depositado em conta vinculada no Banco do Brasil, nos termos dos art. 80, inciso III, e 81 da LSA, tudo de acordo com os Boletins de Subscrição e o Recibo de Depósito à presente ata de Assembleia Geral de Constituição, que, autenticado pela Mesa, fica arquivado na sede da Cia. 5.3. Aprovar, o Estatuto Social da Cia, cuja redação consolidada constitui o Anexo I à ata de Assembleia Geral de Constituição. 5.4. Eleger para compor a Diretoria da Cia, com mandato de 3 anos, permitida a reeleição, os Srs.: (i) para o cargo de Diretor Financeiro, o Sr. Alexandre Louzada Tourinho, RG 16.775.761-1 SSP/SP, CPF/MF 174.387.558-43; (ii) para o cargo de Diretor Administrativo, o Sr. Dilson de Cerqueira Paiva Filho, RG 50.960.141-8 SSP/SP, CPF/MF 513.523.465-91; (iii) para o cargo de Diretor Centro Excelência, o Sr. Henrique Martinez Andion, RG 01.544.607.70, SSP/BA, CPF/MF 232.361.165-87; (iv) para o cargo de Diretor Jurídico, o Sr. Bruno Semino, RG 27.524.731-4 SSP/SP, CPF/MF 287.093.208-14; e (v) para o cargo de Diretor de Ações Cíveis, o Sr. Bruno Menezes Brasil, RG 05.698.390-50 SSP/BA, CPF/MF 938.846.805-87, todos com domicílio para fins do §2°, do Art. 149 da LSA, na Av. Angélica, 2.346, 7º andar, SP/SP, CEP 01228-200. Os Diretores tomaram posse de seus cargos mediante assinatura dos respectivos termos de posse, a serem lavrados no Livro de Atas de Reuniões da Diretoria da Cia, que constitui o Anexo V à presente ata, no qual firmaram declaração de desimpedimento prevista em lei, sendo desde logo investidos nos cargos de Diretores para os quais foram eleitos. 5.5. Fixar a remuneração anual global dos Diretores em até R$ 50.000,00, devendo essa importância ser dividida entre os Diretores conforme deliberação da Diretoria da Cia. 5.6. Declarar a Cia constituída em razão do cumprimento de todas as formalidades legais e autorizar a administração da Cia a tomar todas e quaisquer providências necessárias para a implementação da sua constituição definitiva. 6. Encerramento: Nada mais. A presente ata é redigida na forma de sumário, nos termos do art. 130, §1º, da LSA. SP, 06.08.2013. Mesa: Alexandre Louzada Tourinho - Presidente da Mesa; Bruno Semino - Secretário. Acionistas Fundadores e Subscritores: Construtora OAS S.A., p. Alexandre Louzada Tourinho; OAS Engenharia S.A., p. Alexandre Louzada Tourinho. Visto do Advogado: André Vitorino Carvalho Tourinho - OAB/SP n° 297.564. JUCESP/NIRE nº 3530045600-9 em 23.08.2013. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral. Anexo I - Estatuto Social da OAS Logística e Comércio Exterior S.A. - Capítulo I. Denominação, Duração, Sede e Objeto Social: Art. 1º. A OAS Logística e Comércio Exterior S.A. é uma sociedade anônima, regida pelo presente Estatuto Social e pelas disposições legais que lhes forem aplicáveis, especialmente Lei n° 6.404/76 (“LSA”), e suas alterações posteriores, vigorando por prazo indeterminado. Art. 2º. A Cia tem sua sede e foro em São Paulo/SP, na Av. Angélica, n° 2.330/2.346/2.364, 7º andar, sala 708, bairro Consolação, CEP 01228-200, local onde funcionará o seu escritório administrativo, podendo abrir filiais, sucursais, escritórios e representações em qualquer localidade do país ou do exterior, mediante deliberação da Diretoria. Art. 3º. A Cia tem por objetivo social a execução de consolidação e desconsolidação de cargas, realização de afretamentos marítimos e aéreos, prestação de serviços de coordenação logística nacional e internacional integrada e multimodal, operações de trading company, prestação de consultoria e assessoria em comércio exterior, comércio de exportação e importação, por conta própria ou de terceiros, de produtos manufaturados, de bens primários, e de quaisquer outras mercadorias, bens e serviços, incluindo, mas sem se limitar, a importação e exportação de álcool, medicamentos, sementes e mudas e sua distribuição nos mercados externo e interno, pesquisas de mercado, atividades promocionais vinculadas ao comércio, no Brasil e no exterior, inclusive realização, participação ou patrocínio de feiras, exposições e “stands”, exploração do comércio de armazém e transporte de mercadorias, representações de qualquer natureza, agenciamento e intermediação de negócios e de carga aérea e marítima, como representante, mandatária, consignatária, comissária, agente administradora, gestora de negócios ou procuradora de pessoas físicas ou jurídicas, civis ou comerciais, nacionais ou estrangeiras, beneficiamento, produção ou industrialização de matérias-primas, insumos, produtos manufaturados e outras mercadorias, locação de equipamentos industriais, participação como sócia ou acionista de outras sociedades no Brasil e no exterior e realização de atividades conexas ou correlatas com seu objeto social. Capítulo II. Capital Social e Ações: Art. 4º. O capital subscrito e integralizado é de R$ 2.000.000,00, dividido em 2.000.000 de ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal. Art. 5º. Às ações da Cia são assegurados os direitos que a Lei confere as ações de cada espécie. §1º: Cada ação ordinária dá direito a um voto nas deliberações das Assembleias Gerais. §2º: A Cia, nos termos da Lei, poderá adquirir ações de sua emissão, para cancelamento ou manutenção em tesouraria para posterior alienação, mediante autorização da Assembleia Geral. §3º: A Cia poderá contratar, com instituição credenciada para serviços de agente emissor de certificados, a escrituração e guarda dos livros de registro e transferência de ações. Capítulo III. Da Administração: Art. 6º. A Cia será administrada por uma Diretoria Executiva, com os poderes conferidos em Lei e por este Estatuto Social, sendo ativa e passivamente representada nos termos do Art. 15 do presente Estatuto. §1º: A remuneração da Diretoria Executiva será fixada anualmente pela Assembleia Geral. §2º: Os membros da Diretoria Executiva tomarão posse na forma do que dispõe o Art. 149 da LSA, tendo os requisitos, impedimentos, deveres, obrigações e responsabilidades contempladas na mesma Lei, Arts. 145 a 158, dispensando-se a constituição de caução em garantia das gestões. Art. 7º. A Diretoria Executiva é composta de 5 Diretores, residentes no País, eleitos e destituíveis, a qualquer tempo, pela Assembleia Geral, com mandato de 03 anos, permitida a reeleição, com as designações seguintes: Diretor Financeiro, Diretor Administrativo, Diretor Centro Excelência, Diretor Jurídico e Diretor de Ações Cíveis. §1º: Ao final de seus mandatos, os Diretores permanecerão em seus cargos até a posse dos novos Diretores. §2º: É facultado a qualquer Diretor efetuar, por escrito, indicação específica de outro membro da Diretoria para substituí-lo em suas ausências ou impedimentos temporários, cabendo ao substituto, além do próprio voto, o voto do substituído. §3º: Em caso de vacância ou impedimento definitivo de cargo da Diretoria, o substituto será eleito pela Assembleia Geral e exercerá, quando for o caso, as funções pelo tempo que faltar ao diretor substituído. Capítulo IV. Funcionamento da Diretoria Executiva - Art. 8º. A Diretoria reunir-se-á sempre que os interesses sociais o exigirem e as reuniões serão convocadas por qualquer Diretor, mediante convocação escrita - através de carta, correio eletrônico ou outro meio de comunicação com comprovante de recebimento - contendo, além do local data e hora da reunião, a ordem do dia. As convocações deverão, sempre que possível, encaminhar as propostas ou documentos a serem discutidos ou apreciados. §1º: As reuniões da Diretoria serão instaladas com a presença da maioria de seus membros em exercício, sendo o presidente da reunião escolhido entre os presentes. Considera-se presente à reunião o Diretor que estiver, na ocasião, (i) representado por seu substituto indicado na forma do §2º do Art. 7º acima, (ii) participando da reunião por conferência telefônica, vídeo conferência ou qualquer outro meio de comunicação que permita a identificação do Diretor e a comunicação simultânea com as demais pessoas presentes à reunião, ou (iii) que tiver enviado seu voto por escrito; ficando o presidente da reunião, no caso dos itens (ii) e (iii) acima, investido dos poderes para assinar a respectiva ata da Reunião da Diretoria em nome do Diretor que não esteja presente fisicamente. §2º: As reuniões da Diretoria serão realizadas, preferencialmente, na sede da Cia. §3º: As deliberações da Diretoria serão tomadas mediante o voto favorável da maioria dos presentes. §4º: Em caso de empate, em se verificando qualquer impasse entre os Diretores, a matéria objeto da discussão e impasse será levada à deliberação da Assembleia Geral, que decidirá em ultima instância sobre o assunto. §5º: Todas as deliberações da Diretoria constarão de atas lavradas no respectivo livro de atas de reuniões da Diretoria e assinadas pelos membros da Diretoria que estiverem presentes, observado o disposto no final do §1º acima. Capítulo V. Competência da Diretoria e Representação: Art. 9º. Compete aos Diretores, nos limites de suas respectivas atribuições: (i) propor à Assembleia Geral as diretrizes fundamentais, dentro dos objetivos e metas da Cia, para exame e deliberação; (ii) assegurar o bom andamento dos negócios sociais, decidir e praticar todos os atos necessários à realização do objeto da Cia, desde que não sejam da competência exclusiva da Assembleia Geral e também não necessitem de prévia aprovação na forma deste Estatuto; (iii) promover convênios e contratar, dentro dos fins da Cia, com pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado, nacionais ou estrangeiras; (iv) adquirir, onerar e alienar bens móveis, inclusive os integrantes do ativo permanente, prestar garantias a obrigações próprias, bem como prestar quaisquer garantias a obrigações de terceiros, observado o disposto neste Estatuto Social; (v) aprovar, no âmbito de sua alçada, os critérios relativos aos cargos e salários e ao regime dos empregados da Cia; (vi) elaborar e apresentar ao final de cada exercício social as Demonstrações Financeiras, na forma da LSA, instruídas com o Parecer dos Auditores Independentes, para apreciação do Conselho Fiscal, se instalado, e aprovação pela Assembleia Geral; (vii) elaborar o orçamento da Cia; (viii) instalar escritórios de representação, filiais e sucursais da Cia em locais de interesse para os negócios sociais, quando necessário; (ix) aprovar normas, regimentos e manuais da Cia, dando sempre conhecimento à Assembleia Geral; e (x) representar a Cia, ativa e passivamente, em juízo ou fora dele, perante quaisquer terceiros e repartições públicas federais, estaduais ou municipais, bem como praticar todos os atos necessários ou convenientes à administração dos negócios sociais, respeitados os limites previstos em lei ou no presente Estatuto Social. §Único. São expressamente vedados, sendo nulos e inoperantes em relação à Cia, os atos de qualquer dos sócios, Diretores ou procuradores da Cia que a envolverem em obrigações relativas a negócios ou transações estranhas ao seu objeto social. Art. 10. Compete ao Diretor Financeiro, dentre outras atribuições que lhe venham a ser estabelecidas: (i) dirigir, coordenar e controlar as atividades de natureza financeira da Cia tanto de captação como de aplicação de recursos; (ii) coordenar e supervisionar a gestão corporativa das informações gerenciais referentes a metas de vendas, rentabilidade, orçamento, fluxo de caixa, conta corrente e indicadores econômico-financeiros da Cia e de suas sociedades controladas; (i) gerir as contas bancárias e determinar movimentação financeira das contas bancárias da Cia e supervisionar estas operações em relação às suas sociedades controladas; (ii) gerir as atividades de tesouraria da Cia e de suas sociedades controladas; (iii) aprovar pagamentos e elaborar o orçamento, o fluxo de caixa, a planilha de rentabilidade e de controle de conta corrente da Cia; (iv) planejar e viabilizar operações com moedas estrangeiras, para a Cia e suas sociedades controladas; (v) obter, controlar e resgatar cauções junto às instituições financeiras; (vi) planejar, orientar e supervisionar a execução de planejamentos financeiro-tributários; (vii) analisar, contratar e controlar empréstimos e financiamentos da Cia e de suas sociedades controladas; (viii) promover o relacionamento com instituições financeiras e com o mercado financeiro em geral; e (ix) desempenhar as demais atividades relacionadas à sua área de atuação. Art. 11. Compete ao Diretor Administrativo, dentre outras atribuições que lhe venham a ser estabelecidas: (i) dirigir e exercer a coordenação e supervisão geral das atividades administrativas da Cia, desenvolvendo o planejamento estratégico de suas áreas de atuação, alinhadas com as diretrizes da empresa; (ii) dirigir e coordenar as atividades de recursos humanos, tecnologia da informação, auditoria, comunicação interna, instalações prediais, programas de saúde dos colaboradores da Cia e programas de responsabilidade social, tudo de acordo com as políticas e diretrizes definidas pela Diretoria ou pela Assembleia Geral; (iii) garantir o controle de qualidade dos processos e atividades dentro de sua área de atuação, adotando práticas e políticas de racionalização do trabalhos e redução de custos administrativos, buscando reduzir riscos técnicos e financeiros associados a tais atividades; Art. 12. Compete ao Diretor Centro Excelência, dentre outras atribuições que lhe venham a ser estabelecidas: (i) definir as Políticas e Diretrizes de Gestão de Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde (“QSMS”) da Cia; (ii) promover a implantação e manutenção do Sistema de Gestão Integrada de QSMS; (iii) preparar documentação para participação em licitações e zelar pela guarda da documentação técnica de prestação de serviços e engenharia da Cia; (iv) estabelecer e dimensionar o Parque Mínimo de Segurança (“PMS”) dentro da política de investimento aprovada pelos acionistas, composto por equipamentos estratégicos que apresentem dificuldades no mercado locador e de maior rotatividade; (v) monitorar a performance dos equipamentos da Cia através dos indicadores de utilização, eficiência operacional e custos, definindo estratégia de venda dos equipamentos com baixa performance e baixa utilização; (vi) capturar e partilhar conhecimento e melhores práticas de gestão e execução de obras na Cia; (vii) apoiar as obras na implantação das novas ferramentas da Cia; e (viii) acompanhar o desempenho das obras da Cia. Art. 13. Compete ao Diretor Jurídico, dentre outras atribuições que lhe venham a ser estabelecidas: (i) dirigir, planejar e coordenar as atividades jurídicas da Cia; (ii) assessorar a Cia nos aspectos jurídicos, estudando e interpretando textos legais, leis, jurisprudências e demais documentos legais, com o fim de otimizar as atividades da Cia e aplicá-los em benefício dos interesses sociais; (iii) orientar o corpo de advogados sob sua responsabilidade em questões jurídicas; (iv) coordenar a contratação de advogados e escritórios de advocacia para a defesa dos interesses da Cia, podendo, para tanto, mas não se limitado a, assinar contratos de honorários e outorgar procuração ad judicia. Art. 14 . Compete ao Diretor de Ações Cíveis, dentre outras atribuições que lhe venham a ser estabelecidas: (i) dirigir, planejar e coordenar as atividades jurídicas contenciosas da Cia; (ii) analisar e definir as estratégias de atuação nos litígios em que a Cia estiver envolvida; (iii) coordenar a contratação de advogados e escritórios de advocacia para a defesa dos interesses da Cia em litígios, podendo, para tanto, mas não se limitando a, assinar contratos de honorários e outorgar procuração ad judicia; (iv) orientar o corpo de advogados sob sua responsabilidade. Art. 15. Observadas as exceções contidas no presente Estatuto Social, inclusive nos Parágrafos 2º e 3º deste artigo, os atos e operações de administração dos negócios sociais que importem responsabilidade ou obrigação para a Cia ou que a exonerem de obrigações para com terceiros, poderão ser praticados por: (i) qualquer Diretor isoladamente; ou (ii) 01 procurador, observado quanto à nomeação de procuradores o disposto no §1º deste Artigo. §1º: A Cia poderá, através de assinatura de 01 Diretor - ou de 02 Diretores, conjuntamente, se para os fins dispostos no §2º abaixo -, constituir procuradores, outorgando-lhes, por prazo determinado não superior a 02 anos, poderes específicos de administração, exceto os poderes da cláusula “ad judicia” ou para a defesa dos interesses da Cia em processos administrativos, que poderão ser outorgados por prazo indeterminado. §2º: Fica estabelecido que os atos abaixo elencados dependerão da assinatura conjunta de: (a) 02 Diretores; (b) 01 Diretor e 01 procurador, nos limites dos poderes que lhe forem conferidos; ou (c) 02 procuradores, nos limites dos poderes que lhes forem conferidos: (i) representação da Cia perante instituições financeiras, realizando todo e qualquer ato referente a movimentação de suas contas correntes e aplicações financeiras; (ii) celebração de contratos de empréstimo, financiamento, derivativo, cessão de crédito e todo e qualquer contrato financeiro e respectivas garantias; (iii) emissão e endosso de duplicatas para efeito de desconto, caução ou cobrança, assinatura de borderôs, recebimento e quitação em duplicatas de emissão da Cia; (iv) concessão de aval e/ou fiança, inclusive cartas de crédito, de fiança bancária e seguro garantia, exceto fianças concedidas em contratos de locação, nas quais será permitida a representação isolada por qualquer Diretor; (v) representação da Cia perante agentes do sistema financeiro de habitação; (vi) aquisição, oneração e/ou alienação de cotas ou ações de sociedades em que a Cia ou sociedades de seu grupo econômico participe, com a finalidade de garantir financiamento de seus projetos ou empréstimos corporativos; (vii) alienação, aquisição e/ou oneração de imóveis em nome da Cia, com a finalidade de garantir financiamento de projetos ou empréstimos corporativos. §3º: A prática dos seguintes atos depende da aprovação prévia e por escrito dos acionistas representando a maioria do capital social: (i) a alienação, aquisição e/ou oneração de imóveis, exceto com a finalidade de garantir financiamento de projetos ou empréstimos corporativos; (ii) a alienação, aquisição e/ou oneração de participação societária, exceto com a finalidade de garantir financiamento aos projetos em que a Cia ou sociedades de seu grupo econômico participe, direta ou indiretamente, como sócia ou acionista; (iii) a concessão de aval, fiança e dação de bens em garantia para negócios estranhos ao objeto social, ou para sociedades nas quais a Cia não participe, direta ou indiretamente, como sócia ou acionista; (iv) a celebração de acordos de acionistas, quotistas e/ou de investimentos; (v) a orientação do voto da Cia nas sociedades em que a Cia participe quanto às matérias constantes do presente Parágrafo e do Art. 20 abaixo; e (vi) a aprovação pela Cia das matérias constantes do presente Parágrafo e do Art. 20 abaixo em relação às sociedades em que a Cia participe. Capítulo VI. Conselho Fiscal: Art. 16. O Conselho Fiscal somente será instalado nos exercícios sociais em que for convocado mediante deliberação dos acionistas, conforme previsto em Lei. Art. 17. O Conselho Fiscal, quando instalado, será composto por no mínimo 03 e no máximo 05 membros e por igual número de suplentes, eleitos pela Assembleia Geral de Acionistas, sendo permitida a reeleição, com as atribuições e prazos de mandato previstos em Lei. §1º: A remuneração dos membros do Conselho Fiscal será estabelecida pela Assembleia Geral de Acionistas que os eleger. §2º: Aplica-se ao Conselho Fiscal, quanto às normas de eleição, requisitos, impedimentos, investidura, obrigações, deveres e responsabilidades o que dispõe a LSA, Arts. 161 a 165, seus parágrafos, incisos e alíneas. Capítulo VII. Assembleias Gerais - Art. 18. Respeitada a legislação em vigor, a Assembleia Geral será convocada na seguinte ordem: (i) por quaisquer 2 Diretores em conjunto; ou (ii) pelas pessoas legalmente habilitadas nos termos da LSA. §1º: Os trabalhos da Assembleia Geral serão dirigidos por mesa composta de presidente e secretário, escolhidos pelos acionistas presentes. §2º: As Assembleias serão realizadas e as deliberações serão tomadas com base nos quoruns previstos na legislação em vigor. Art. 19. As Assembleias Gerais serão realizadas: (i) ordinariamente-e anualmente, com a finalidade prevista no Art. 132 da LSA, nos quatro primeiros meses subsequentes ao encerramento do exercício social; e; (ii) extraordinariamente, sempre que os interesses sociais o exigirem. §Único: O conjunto de acionistas e grupos de acionistas estrangeiros não podem exercer em cada Assembleia geral número de votos superior a 2/3 do total de votos que puderem ser exercidos pelos acionistas brasileiros presentes. Art. 20. Compete à Assembleia Geral, além de outras matérias indicadas na lei ou neste Estatuto Social: (i) a reforma do presente Estatuto Social; (ii) a eleição e destituição de administradores da Cia; (iii) a fixação e alteração da remuneração dos administradores e dos critérios de participação nos lucros da Cia; (iv) a aprovação de contas e das demonstrações financeiras; (v) a emissão de debêntures; (vi) a avaliação de bens que o acionista concorrer para formação do capital social; (vii) a transformação, fusão, incorporação e cisão da Cia; (viii) a declaração ou pedido de falência, recuperação judicial ou extrajudicial, dissolução, liquidação ou cessação do estado de liquidação da Cia; (ix) a destinação do lucro líquido e distribuição de dividendos; (x) a alteração das características, direitos ou vantagens das ações existentes e criação e emissão de outras classes ou espécies de ações; e (xi) a redução do dividendo obrigatório. Capítulo VIII. Exercício Social, Lucros e Dividendos - Art. 21. O exercício social terá inicio em 01 de janeiro e terminará em 31 de dezembro de cada ano, findo o qual serão elaborados o balanço geral e as demonstrações financeiras exigidas em lei. Art. 22. Do resultado do exercício apurado na forma da legislação em vigor serão deduzidos os prejuízos acumulados, se houver, e a provisão para o Imposto de Renda. Art. 23. Após procedidas as deduções referidas no Artigo anterior, a Assembleia Geral poderá atribuir aos administradores e funcionários uma participação sobre os lucros remanescentes respeitadas as lotações legais. Art. 24. O saldo, após deduzidas as participações no resultado, configurará o lucro liquido do exercício, que será objeto de proposta à Assembleia Geral, e terá a seguinte destinação: (i) 5% para a constituição de Reserva Legal, que não excederá 20% do Capital Social; (ii) formação de Reservas para Contingências, caso haja necessidade; (iii) constituição de Reservas de Lucro a Realizar, se for o caso, na forma prevista pela legislação; (iv) pagamento de dividendos anuais obrigatórios de, no mínimo 25% sobre o lucro liquido do exercício, ajustado na forma da lei de acordo com as deduções previstas nos itens (i), (ii) e (iii) acima; e (v) a Assembleia Geral resolverá sobre o destino do saldo remanescente do lucro líquido do exercício. Art. 25. A Cia poderá levantar balanços mensais e sobre eles decidir sobre o pagamento de dividendos. §Único: A Diretoria Executiva poderá declarar dividendos intermediários à conta de reserva de lucros verificada no Balanço. Capítulo IX. Liquidação: Art. 26. A Cia entrará em liquidação nos casos previstos em Lei, competindo à Assembleia Geral eleger o liquidante e os membros do Conselho Fiscal que deverão funcionar no período da liquidação, fixando-lhes a remuneração. São Paulo, 06.08.2013. Mesa: Alexandre Louzada Tourinho - Presidente da Mesa; Bruno Semino - Secretário. Acionistas Fundadores e Subscritores: Construtora OAS S.A., p. Alexandre Louzada Tourinho; OAS

ECONOMIA/LEGAIS - 31 SSE DO BRASIL LIMITADA CNPJ/MF nº 04.518.384/0001-90 - NIRE 35.216.933.535 ATA DA REUNIÃO DE SÓCIAS - I. Data, Hora e Local: Em 28/08/2013, às 11h, na sede social da SSE do Brasil Limitada (“Sociedade”), localizada na Cidade de Araras, SP, na Rua João Sierra, 245, parte, Distrito Industrial II, CEP 13602-054. II. Quorum: Presentes todas as sócias, a saber: (i) Falcão 1 Participações Ltda. e (ii) Daniella Teixeira de Carvalho Tavares, a primeira representada por sua administradora, Daniella Teixeira de Carvalho Tavares, brasileira, divorciada, advogada, residente e domiciliada na Cidade e Estado do RJ, na Rua Lauro Muller, 116, 17º andar, CI nº 93.241, OAB/RJ, e CPF/MF nº 016.812.867-50. III. Convocação: Dispensada a convocação, tendo em vista o comparecimento da totalidade das sócias, nos termos do § 2º do art. 1.072 da Lei nº 10.406/02. IV. Composição da Mesa: Assumiu a posição de presidente da mesa a Sra. Daniella Teixeira de Carvalho Tavares e de secretário o Sr. Fernando Miguel Kelly (Diretor da Sociedade), ficando assim constituída a mesa. V. Ordem do Dia: As sócias se reuniram para deliberar: (i) o exame, discussão e votação da proposta da Diretoria acerca da redução do capital social, por ser excessivo em relação ao objeto da Sociedade e todos os demais atos correlatos; (ii) o exame, discussão e votação da forma de restituição do valor das quotas eventualmente canceladas. VI. Deliberações: Os sócios, por unanimidade e sem quaisquer restrições, deliberaram o quanto segue: (i) Aprovar a proposta da Diretoria, composta pelos Srs. Fernando Miguel Kelly, Daniella Teixeira de Carvalho Tavares e Cesar Augusto Santicioli dos Santos, no sentido da redução do capital social por ser excessivo em relação ao objeto e à atividade da Sociedade, nos termos do disposto no art. 1.082, II, da Lei 10.406, de 10.01.2002. (ii) Determinar a observância da proposta da Diretoria para que a restituição aos sócios do valor das quotas canceladas seja feita mediante a cessão e transferência de 78.179.443 quotas de emissão da sociedade empresária limitada denominada G4S Monitoramento e Sistemas Ltda., com sede na Cidade de Araras, SP, na Rua João Sierra, 245, Distrito Industrial II, CEP 13602054, CNPJ/MF 46.699.211/0001-65, as quais são de propriedade da Sociedade, e cujo valor patrimonial, com base em balanço levantado em 31/07/2013, é de R$ 35.936.925,22. (iii) Esclarecer, contudo, que, em vista do decurso do prazo legal entre a realização da presente Reunião de Sócias e a efetiva redução de capital, o valor patrimonial das quotas de emissão da G4S Monitoramento e Sistemas Ltda. poderá sofrer alterações, pelo que o valor da redução de capital social ora decidida poderá, também, ser ajustado conforme a variação do valor patrimonial das quotas da G4S Monitoramento e Sistemas Ltda., que serão vertidas às sócias da Sociedade. (iv) Em vista do esclarecimento acima, decidir que o capital social da Sociedade poderá sofrer uma redução de, no máximo, R$ 51.000.000,00, com o cancelamento de 51.000.000 de quotas de emissão da Sociedade, no valor nominal de R$ 1,00 cada uma, proporcionalmente à participação de cada sócia. (v) Decidir que, no prazo legal de 90 dias da data de publicação do extrato da presente ata, observado o disposto no parágrafo segundo do art. 1.084 da Lei 10.406, de 10.01.2002, os sócios reunir-se-ão novamente para homologar e ratificar a redução ora deliberada, inclusive quanto ao seu valor exato, conforme já explicitado, alterando-se, na ocasião, o Contrato Social da Sociedade. (vi) Deliberar que, em razão da redução do capital, o valor das quotas canceladas será restituído às sócias, por meio da transferência das quotas de emissão da G4S Monitoramento e Sistemas Ltda., observadas as proporções de suas participações no capital social, nos termos do art. 1.084 da Lei 10.406, de 10.01.2002, respeitado o disposto no parágrafo primeiro do aludido dispositivo legal. (vii) Por fim, autorizar os administradores da Sociedade a promover todos os atos necessários à efetivação da redução de capital, inclusive a publicação do extrato da presente ata. VII. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos pelo tempo necessário à lavratura da presente Ata, a qual lida e aprovada, foi assinada pelas sócias presentes. Araras, 28/08/2013. VIII. Assinaturas: Sra. Daniella Teixeira de Carvalho Tavares, Presidente; e Sr. Fernando Miguel Kelly, Secretário da Mesa; Sócias: (a) Falcão 1 Participações Ltda. e (b) Daniella Teixeira de Carvalho Tavares, a primeira representada por sua representante legal, Sra. Daniella Teixeira de Carvalho Tavares. Araras, 28/08/2013. Daniella Teixeira de Carvalho Tavares - Presidente, Fernando Miguel Kelly - Secretário. Falcão 1 Participações Ltda. - Sócia, Daniella Teixeira de Carvalho Tavares - Sócia, Fernando Miguel Kelly - Diretor, Daniella Teixeira de Carvalho Tavares - Diretora, Cesar Augusto Santicioli dos Santos - Diretor.

SOL LEVANTE PARTICIPAÇÕES S/A CNPJ/MF no 05.608.178/0001-33 - NIRE no 35.300.195.353 Extrato de Ata da Assembleia Geral Extraordinária Data e Horário: 01 de março de 2013, às 10:00 horas. Local: Rua Francisco Leitão, no 469, conj.1105 – São Paulo – SP. Presença: Acionistas representando a totalidade do capital. Ordem do Dia: (i) Aumentar o capital social; (ii) Alteração do objeto social; (iii) Alteração dos artigos 20 e 21 do Estatuto Social; (iv) demais assuntos de interesse da sociedade. Deliberações tomadas por unanimidade: (i) Aumentar o capital social da sociedade, mediante subscrição realizada pelo acionista Roberto Antonio Mazzonetto, no valor de R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais), com a emissão de 600.000 (seiscentas mil) novas ações, ordinárias nominativas sem valor nominal, da classe “A”. (ii) Em decorrência do aumento do capital acima deliberado, o artigo 5º do Estatuto Social passará: - “Artigo 5º - O capital social é de R$ 14.175.004,00 (quatorze milhões, cento e setenta e cinco mil e quatro reais), divididas em 3.277.501 (três milhões, duzentas e setenta e sete mil, quinhentas e uma) ações ordinárias nominativas sem valor nominal da classe “A”, 4.110.001 (quatro milhões, cento e dez mil, e uma) ações nominativas sem valor nominal da classe “B”, totalizando, assim, e 7.387.502 (sete milhões, trezentos e oitenta e sete mil, quinhentos e duas) ações ordinárias e 6.787.502 (seis milhões, setecentos e oitenta e sete mil, quinhentos e duas) ações preferenciais”. (iii) Aprovam a alteração do objeto social da sociedade, para que seja incluída em suas atividades “a compra e venda e locação de bens imóveis próprios”. (iv) Em decorrência da deliberação acima, o artigo 4º do Estatuto Social passará: - “Artigo 4º” - A companhia tem por objeto social (a) compra e venda e locação de bens imóveis próprios; (b) administração de bens imóveis próprios; (c) participação em outras sociedades, brasileiras ou estrangeiras, como sócia, acionista ou consorciada.” (v) Resolvem, ainda, os acionistas presentes dar nova redação aos artigos 20 e 21 do Estatuto Social, os quais passarão a vigorar com a seguinte redação: “Artigo 20” – A companhia poderá destinar, ao final de cada exercício, parcela do lucro líquido igual a até três vezes o valor do dividendo obrigatório apurado no período, para a formação de reserva a ser aplicada na realização e manutenção de seus investimentos, até que a mesma atinja 20% (vinte por cento) do capital social. “Artigo 21” – Do lucro líquido do exercício, observadas as deduções legais, serão destinadas as parcelas correspondentes à reserva legal, ao dividendo obrigatório de 5% (cinco por cento), calculado sobre o lucro líquido ajustado nos termos do artigo 202 da Lei 6.404/76, e à reserva estatutária prevista no artigo anterior, se for o caso.” Ata reg. e arq. na JUCESP sob n. 319491/13-4 em 20.08.2013.

1. Data e Horário: 07 de agosto de 2013 às 10:00 horas. Local: Sede Social na Av. Paulista, 1842 - 23º andar - Cetenco Plaza, Torre Norte, em São Paulo, SP. 2. Convocação e Quórum: Presentes acionistas representando a totalidade do capital social conforme assinaturas constantes do Livro de Presença de Acionistas, dispensada, dessa forma, a publicação g ppelo pparágrafo g g 124, da Lei n. 6404/76. 3. Mesa de editais de convocação nos termos da faculdade outorgada 4º, do artigo Diretora: Presidente Shinsuke Fujii; Secretário Kiyoshi Hasegawa. 4. Ordem do Dia: a) conhecimento do pedido de renúncia do Sr. Kenji Otake, de nacionalidade japonesa, casado, do comércio, RNE n. V727365-N, CPF n. 234.534.318-47, domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, com escritório à Avenida Paulista, 1842 - 23º andar - CEP 01310923, do cargo de Diretor Supervisor; b) eleição do Sr. Shunsuke Yamada, de nacionalidade japonesa, casado, do comércio, RNE n. V935800-L, CPF n. 236.499.188-97, domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, com escritório à Av. Paulista, 1842, 23º andar, CEP 01310-923 para o cargo de Diretor Supervisor. 5. Deliberações: foram aprovadas, por unanimidade de votos dos acionistas, as seguintes deliberações: item (a) conhecimento do pedido de renúncia do Sr. Kenji Otake ao cargo g de Diretor Supervisor, em razão do regresso do mesmo para o Japão, cujo termo de renúncia está em anexo e item (b) eleição do Sr. Shunsuke Yamada acima qqualificado, ppara ocupar p o cargo g de Diretor Supervisor. p O Diretor eleito nessa sessão, cujo mandato terá a duração igual a dos demais membros da Diretoria, eleita até 31.03.2015, declara, sob as penas da lei, não estar incurso em quaisquer impedimentos previstos no artigo 38, III, da Lei n. 6.404/76. A posse no respectivo cargo, neste ato reconhecida, será formalizada com a assinatura do respectivo termo de investidura no livro próprio. Cumprida, assim a ordem do dia e nada mais havendo a ser tratado, o Sr. Presidente declarou suspensa a sessão pelo tempo necessário à lavratura da presente que lida e aprovada, vai assinada por todos os presentes. São Paulo, 07 de g agosto de 2013. aa)Mitsui & Co., Ltd., pp. Shinsuke Fujii; Mitsui & Co.(U.S.A.), Inc., pp. Shinsuke Fujii. Mesa: Shinsuke Fujii, Presidente e Kiyoshi Hasegawa, Secretário. Esta é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo, 07 de agosto de 2013. Kiyoshi Hasegawa - Secretário; Diretor Eleito: Shunsuke Yamada. JUCESP nº 319.917/13-7 em 21/08/2013.

PREFEITURA MUNICIPAL DE PEREIRA BARRETO/SP

Processo n° 4347/2013 - Pregão nº 024/2013 Sistema de Registro de Preços - RESUMO DE EDITAL ARNALDO SHIGUEYUKI ENOMOTO, Prefeito de Pereira Barreto-SP, faz saber que se acha aberto até as 14h00min do dia 11 de setembro de 2013, o Pregão nº 024/2013, do tipo menor preço por item, objetivando o Registro de Preços para futura e eventual contratação de empresa para prestação de serviços com roçada em diversos terrenos de domínio público desta municipalidade, conforme quantitativos e especificações constantes do Anexo I – Memorial descritivo. Maiores informações no Dep. de Licitações pelo fone/fax (18) 3704-8505, pelo e-mail licitacao@pereirabarreto.sp.gov.br, ou ainda o Edital completo no website www.pereirabarreto.sp.gov.br. Pereira Barreto-SP, 27 de agosto de 2013. Arnaldo Shigueyuki Enomoto - Prefeito.

PREFEITURA MUNICIPAL DE PEREIRA BARRETO/SP

Processo nº 4350/2013 - Pregão nº 020/2013 Sistema de Registro de Preços - RESUMO DE EDITAL ARNALDO SHIGUEYUKI ENOMOTO, Prefeito de Pereira Barreto-SP, faz saber que se acha aberto até as 09h00min do dia 17 de setembro de 2013, o Pregão nº 020/ 2013, do tipo menor preço por item, que tem por objeto Registro de Preços para Aquisição de Materiais de Escritório para uso em diversas Secretarias do município. Maiores informações no Dep. de Licitações pelo fone/fax (18) 3704-8505, pelo e-mail licitacao@pereirabarreto.sp.gov.br ou ainda o Edital completo no website www.pereirabarreto.sp.gov.br. Pereira Barreto-SP, 27 de agosto de 2013. Arnaldo Shigueyuki Enomoto - Prefeito

Cyrela Milão Empreendimentos Imobiliários S.A. CNPJ/MF nº 07.273.971/0001-54 - NIRE 35.300.325.834 Extrato da Ata de Assembleia Geral Extraordinária de 23/07/2013 Data, hora e local: 23/07/2013, às 10hs, na sede social, Av. Engenheiro Roberto Zuccolo, 555, 1º andar, sala 1.001, parte, SP/SP. Convocação: Dispensadas (art. 124, §4º, Lei 6.404/76). Presença: Totalidade do capital social. Mesa: Presidente: Claudio Carvalho de Lima, Secretário: Saulo de Tarso Alves de Lara. Deliberações Aprovadas: 1. Redução do capital social em R$ 4.699.999,58, montante considerado excessivo em relação ao objeto, com o cancelamento, proporcional à participação de cada acionista, de 4.700.000 ações ordinárias, sem valor nominal. A título de restituição do valor das ações canceladas, os acionistas farão jus ao recebimento de R$ 4.699.999,58, na proporção de suas respectivas participações no capital social. 2. Autorizar os administradores a assinar os documentos necessários para a restituição dos valores devidos em razão da redução, assim como a publicar esta ata para os fins prescritos no art. 174 e seus parágrafos da Lei 6.404/76. 3. O capital social passa de R$ 12.015.343,58 para R$ 7.315.344,00 dividido em 7.315.344 ações ON e sem valor nominal, alterando-se o caput do Art. 5º do Estatuto Social: Artigo 5º: O capital social da Cia., totalmente subscrito e integralizado em moeda corrente nacional é de R$ 7.315.344,00 dividido em 7.315.344 ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, sendo 3.657.672 Classe A e 3.657.672 Classe B. Encerramento: Nada mais, lavrou-se a ata. Cyrela RJZ Empreendimentos Imobiliários Ltda. - Claudio Carvalho de Lima e Rafael Novellino, PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações - Saulo de Tarso Alves de Lara e Marco Racy Kheirallah

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO EDITAL DE PREGÃO ELETRÔNICO OBJETIVANDO A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE PROMOÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS SOB O REGIME DE EMPREITADA POR PREÇO TOTAL POR ITEM. EDITAL DE PREGÃO ELETRÔNICO n° 004/CGEB/2013 - PROCESSO n° 00091/1111/2013. OFERTA DE COMPRA Nº 080356000012013OC00011. ENDEREÇO ELETRÔNICO: www.bec.sp.gov.br ou www.bec.fazenda.sp.gov.br. DATA DO INÍCIO DO PRAZO PARA ENVIO DA PROPOSTA ELETRÔNICA: 29/08/2013. DATA E HORA DA ABERTURA DA SESSÃO PÚBLICA: 11/09/ 2013 – 09:00 HORAS.

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

COORDENADORIA DE INFRAESTRUTURA E SERVIÇOS ESCOLARES

SEAC-SP Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado de São Paulo C.N.P.J. nº 62.812.524/0001-34

Pelo presente edital, ficam os associados quites e em pleno gozo de seus direitos sindicais, convocados para a Assembléia Geral Extraordinária, a realizar-se em 1ª Convocação no dia 09 de setembro de 2.013, na sede social situada à Av. República do Líbano, 1.204 - Jd. Paulista-SP, às 17:30 h, e 2ª Convocação às 18:00 h. Ordem do dia: a) Discutir e deliberar sobre quem e como será a representação junto às instituições financeiras para abrir, movimentar e encerrar conta corrente ou conta poupança ou conta investimento em nome do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado de São Paulo (SEAC-SP); b) Assuntos gerais. São Paulo, 27 de agosto de 2013. Rui Monteiro Marques - Presidente

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE COORDENADORIA DE PARQUES URBANOS Acha-se aberta na Coordenadoria de Parques Urbanos da Secretaria do Meio Ambiente, a licitação na modalidade Pregão Eletrônico nº 13/2013/CPU, Processo nº 521/2013, destinada à contratação de serviço de manutenção e conservação predial e equipamentos de uso público no Parque VillaLobos. A abertura das propostas dar-se-á no dia 11/09/2013 às 10:00 horas, no site www.bec.sp.gov. br, através da Oferta de Compra 260121000012013OC00013. As propostas serão recebidas no site a partir do dia 29/08/2013. Os interessados poderão consultar o Edital completo nos sites http://www.enegociospublicos.com.br; www.bec.sp.gov.br ou www.ambiente.sp.gov.br. Maiores esclarecimentos: (11) 3133-3979 ou email: licitacoes@ambiente.sp.gov.br.

RB Capital Commercial Properties S.A. - NIRE 35.300.349.555 - CNPJ/MF nº 09.272.156/0001-04 Extrato da Ata da Assembleia Geral Extraordinária em 26.06.2013 Data,Hora e Local:26/06/2013,às 09hs.na sede,R.Amauri,255,5º and.,parte,SP/SP.Convocação:Dispensada.Presença: Totalidade do capital. Mesa: Presidente: Régis Dall’Agnese; e Secretário: Thiago Luiz Pereira Rosa Ribeiro. Deliberações Aprovadas: Distribuição de dividendos, no valor de R$ 5.584.139,14, referentes a lucros apurados no balanço patrimonial especialmente levantado em 31.05.2013, a serem pagos aos acionistas em moeda corrente nacional. Farão jus à Distribuição os acionistas que possuam ações nesta data. Encerramento: Nada mais, lavrou-se a ata. SP, 26.06.13. Thiago Luiz Pereira Rosa Ribeiro - Secretário da Mesa. JUCESP 320.270/13-0 em 21.08.13. Gisela Simiema Ceschin - Sec. Geral. Nicsa S.A. Indústria e Comércio de Válvulas

CNPJ/MF nº 01.081.567/0001-00 – NIRE 35.300.144.902 Assembleia Geral Extraordinária – Convocação Pelo presente, ficam convocados os Srs. acionistas para se reunirem em Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no dia 30 de setembro de 2013, as 10hs., na Rua das Baiadeiras, 406, no município de São Paulo-SP, para deliberar sobre a seguinte ordem do dia: 1. Aprovar a incorporação pela companhia da empresa Nicsa Válvulas e Equipamentos Ltda., como seu CNPJ nº 03.810.013/0001-14 e NIRE nº 35.216.264.340. 2. 0utros assuntos de interesse social. São Paulo, 27 de agosto de 2013 Heinz Bauer – Diretor Presidente 28, 29 e 30/08/2013 COMUNICADO A Empresa UNE-UNIDADE ENDOCRINOLOGICA LTDA.-ME, CNPJ: 59.945.733/0001-41, inscrita no CCM sob o nº 9.598.026-1 em 24/01/1989, COMUNICA que foi extraviado o Talão de Nota Fiscal de Serviços da Prefeitura de São Paulo, Notas de nº 351 a 400. Em conformidade com o Art.126 do Decreto 22.470 de 18/07/86.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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e

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Sem poder demitir, empresas pouco contratam. Neste ano, a Sony admitiu 160 recém-formados; em 1991, foram quase mil.

conomia

Foto Ko Sasaki/The New York Times

Shasaku Tani passa o tempo lendo jornais, navegando na internet e estudando em livros de engenharia que desencavou da época de faculdade. No final do dia, sua tarefa é fazer um relatório de suas atividades.

Demissão à japonesa Impedidas formalmente de demitir, por causa da tradição do emprego vitalício, empresas japonesas segregam funcionários em salas fechadas. Hiroko Tabuchi*

S

husaku Tani, 51 anos, é funcionário da Sony, mas, na verdade, não trabalha. Durante os últimos dois anos, ele vem a uma sala pequena, em Tagajo, senta-se e passa o tempo lendo jornais, navegando na internet e estudando livros didáticos de engenharia que desencavou da época de faculdade. Tani preenche um relatório sobre suas atividades ao final de cada dia. Empregadora de Tani há 32 anos, a Sony Corp. lhe designou essa sala porque não pode se livrar dele. A Sony cortou seu posto no Centro de Tecnologia da empresa em Sendai, que em melhores épocas produziu fitas magnéticas para vídeos e cassetes. Porém, Tani, se recusou a aceitar a proposta de aposentadoria antecipada oferecida pela Sony no final de 2010; a escolha é dele, segundo a lei trabalhista japonesa. Assim, ele fica sentado na chamada "sala da busca". Ele passa os dias lá, com aproximadamente outros 40 resistentes. "Não vou sair", disse Tani. "As empresas não deveriam agir assim. É desumano." O impasse entre os trabalhadores e a gerência da fábrica de Sendai ressalta uma batalha em processo de intensificação quanto às práticas de contratação e dispensa no Japão, onde o emprego vitalício tem sido a norma há muito tempo e as dispensas em larga escala continuam sendo um tabu social, pelo menos nas maiores companhias japonesas.

Nada de errado A Sony quer mudar isso, bem como o primeiroministro do Japão, Shinzo Abe. Enquanto a recuperação econômica japonesa começa a acelerar, reduzir as

foi superada por restrições para as empresas concorrentes mais ágeis e se tornou ainda mais seus executivos estão importante para os planos tentando refazer a empresa. econômicos de Abe. Ele quer Consertar a Sony é afrouxar as rígidas regras especialmente crítico depois sobre demissões de que ela esnobou a proposta empregados em tempo do investidor e ativista norteintegral. americano Daniel S. Loeb de Segundo os economistas, vender sua divisão de tornar flexível o mercado de entretenimento. As ações trabalho japonês ajudaria a caíram quase 10% desde que empresas em dificuldades a a empresa rejeitou a enxugar a mão de obra proposta, no começo de inchada e competir na agosto. economia global. Menos Para os restrições nas críticos, além dispensas das mudanças facilitaria para trabalhistas, a Sony deixar existe algo negócios Não vou sair. mais tradicionais As empresas importante infestados de em jogo. Eles perdas e não deveriam advertem que concentrar os agir assim. facilitar o recursos em É desumano. corte de áreas mais SHUSAKU TANI, empregos promissores e HÁ 32 ANOS NA SONY. destruiria o inovadores. tecido social "Tenho um japonês em desejo só para prol dos ganhos o setor eletrônico do Japão, a reforma trabalhista", afirmou empresariais, causando desemprego em massa e Atul Goyal, analista de acentuando a desigualdade tecnologia da Jefferies & Co. de renda. Para um país que há A Sony afirmou que não muito tempo se orgulha da estava fazendo nada errado em colocar os funcionários no estabilidade e renda relativamente justa, tal que chama de Salas de mudança seria inaceitável. Design de Carreira. Os empregados são orientados a "O Japão não deveria tentar ser esse tipo de país", encontrar novos postos no declarou Takaaki Matsuda, grupo Sony ou em outra que dirige a divisão empresa. A Sony também de Sendai do sindicato disse que oferecia aos de trabalhadores da Sony. trabalhadores pacotes generosos de aposentadoria Menos jovens antecipada. Em 2010, ela Seria uma alteração radical. prometeu verbas rescisórias Uma combinação de emprego equivalentes a 54 salários. Contudo, a verdadeira função vitalício, salário baseado no tempo de casa e lealdade das salas é fazer os intensa do empregado à firma empregados se sentirem foi a fórmula que levou ao esquecidos e inúteis – e, por milagre econômico japonês fim, tão entediados e do pós-guerra, enquanto envergonhados que estabilidade e crescimento simplesmente peçam andavam de mãos dadas. as contas. Porém, quando a economia Companhia imensa, com japonesa tropeçou no começo mais de 146 mil funcionários, da década de 1990, as a Sony está sob pressão. Ela

empresas viram que as assunto da agenda política práticas trabalhistas rígidas quando se concentrou nas tornavam impraticável o eleições parlamentares em enxugamento. Em vez disso, julho. Após uma grande os trabalhadores não vitória de seu partido, a necessários ficavam com proposta está de volta. pouca coisa a fazer além de Contudo, o novo plano olhar pela janela, dando somente facilitaria as origem ao termo "madogiwa demissões nas três maiores zoku", a "tribo sentada cidades japonesas. à janela". Os defensores da Prática comum modificação trabalhista As maiores empresas do assinalam que as proteções Japão parecem imitar a Sony rígidas para os trabalhadores na tentativa de enxotar os levaram as empresas a fazer trabalhadores. A imprensa grandes cortes na local noticia que muitas contratação, reduzindo as delas, incluindo Panasonic, oportunidades para um NEC e Toshiba, empregam a imenso número de jovens "oidashibeya" (sala de busca) japoneses. A Sony contratou e táticas semelhantes. Em 160 universitários recémmaio, o jornal "Asahi formados neste ano fiscal; Shimbun" informou que um em 1991, o número ficou em funcionário da Panasonic torno de mil. devia passar o dia em uma As empresas também se sala olhando monitores em adaptaram usando uma busca de irregularidades. No classe secundária de ano passado, um tribunal de trabalhadores temporários Tóquio determinou à Benesse ou de meio expediente, que Corp., empresa de serviços podem dispensar com maior educativos, a reintegração de facilidade. "Na verdade, as uma funcionária que alegou desigualdades ocultas já ter sido designada a tarefas existem no Japão", disse servis e degradantes depois Fumio Ohtake, economista da de se recusar a sair. Universidade A Panasonic de Osaka. não foi Mesmo encontrada assim, há para quem tema comentar Tenho só um desejo que as durante seu para o setor mudanças de período de eletrônico do Japão, férias de Abe sejam a reforma menos a favor verão. Já a do mercado e Benesse trabalhista mais das declarou ter ATUL GOYAL, empresas. O revisado as ANALISTA DE TECNOLOGIA. iene mais práticas fraco propiciou trabalhistas. a exportadores como a Sony Embora os detalhes dos uma oportunidade planos do governo ainda inesperada, embora ainda estejam sendo não se tenham visto determinados, os gerentes aumentos substanciais nos de Tani na Sony estão salários, e muitos fabricantes ampliando a aposta. A partir continuam a transferir a de agosto, a companhia produção para o exterior. determinou que ele A fragilidade das mudanças trabalhasse em turnos de 12 trabalhistas forçou Abe a agir horas em uma linha de com cautela. Ele tirou o montagem na fábrica de

Toyosato, a mais de uma hora de distância de caro. Ele disse que aceitará a decisão. Para Miwako Sato, que entrou na Sony logo após terminar o ensino médio em 1974, as mudanças são uma traição ao contrato social aceito por todos no Japão. Ela cumpria turnos de 12 horas na fábrica de Sendai, trabalhando com rolos enormes de filme magnético, e viu a empregadora se transformar em uma potência global dos eletrônicos. Entretanto, a tecnologia foi aprimorada e a Sony era cada vez mais afetada por rivais ágeis. Em 2003, a fábrica ofereceu o primeiro de vários programas de aposentadoria antecipada. Há dois anos, um tsunami varreu a fábrica, fazendo os trabalhadores subirem correndo no telhado. Os danos levaram a Sony a transferir as operações de baterias e equipamentos ópticos. Posteriormente, ela vendeu a divisão de produtos químicos, eliminando mais empregos na unidade. Em fevereiro, faltando apenas dois anos para a aposentadoria de Sato, um gerente trouxe notícias contundentes: "Seu cargo não existe mais." Ela se recusou a se demitir, e foi despachada para a sala de busca. Nela, fez um curso online de enfermagem para idosos, mas não saiu. Desde julho, Sato foi encarregada de digitar dados. O sindicato da Sony estima que o número de funcionários da fábrica hoje seja a metade de três anos atrás. De acordo com Sato, no auge da fábrica, os trabalhadores chamavam a empresa de Sony Maru (navio Sony). "Todos estavam a bordo, com nossos destinos unidos", ela disse. "Isso acabou." *The New York Times


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