Agora, Dilma mira PIS-Cofins.
Ano 87 - Nº 23.633
Conclusão: 23h58
Quer desonerar insumos na "reforma tributária de resultados". Pág. 7
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Jornal do empreendedor
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São Paulo, sábado, domingo e segunda-feira, 26, 27 e 28 de maio de 2012
Nunca antes neste país um presidente, menos ainda um ex, avançou ameaçador sobre o STF para interferir em um julgamento, o do Mensalão. O PSDB quer convocar Lula para que se explique. Pág. 5
O guia do comércio virtual Caderno especial de oito páginas para você se dar bem no e-commerce.
Reuters
Segurança para a web A necessidade de uma legislação específica é latente. Pág. 3
O poder jovem dos velhos Campanha desafia País a rever ideia que faz dos com mais de 60. Pág. 13
600.000.000.000
Lobby de Lula 'estarrece' e vai ser investigado
Leão caçou hoje um número redondo
O massacre que pode mudar a Síria Até Moscou endossou condenação ao regime sírio pela morte de 108 pessoas – sendo 49 crianças (foto). Pág. 9
Wherter Santana/AE
Tricolor, primeiro e único.
Feirão em alta. Prestação em baixa.
Correção: Pelé 88, Messi 80.
Valor da prestação pode cair 10% com efeito IPI. Pág. 20
ISSN 1679-2688
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9 771679 268008
Contas que davam 78 gols a Messi e 77 a Pelé não incluíam todos os gols de uma mesma temporada.
Rubens Chiri/Perspectiva/AE
HOJE Sol com pancadas de chuva Máxima 24º C. Mínima 14º C. AMANHÃ Parcialmente nublado Máxima 25º C. Mínima 13º C.
São Paulo de Luís Fabiano (foto): 1 X O no Bahia. É a 1ª e única vitória dos paulistas no Brasileirão. Esporte
Cada vez mais voraz, o Leão vai chegar ao fm do ano R$ 100 bi mais gordo que o trilhão e meio de 2011. Pág. 17
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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sábado, domingo e segunda-feira, 26, 27 e 28 de maio de 2012
Não é para hoje nem para amanhã, mas em algum momento o PMDB vai explodir. José Márcio Mendonça
pinião
Fernando Bizerra Jr/EFE
PAULO SAAB
O CONGRESSO DOMINADO
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Há um claro mal estar entre o PT da presidente Dilma e o PMDB do vice-presidente Michel Temer, e que pode extravasar a qualquer momento.
Aliança em ruptura
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torpedo (que está saindo pela culatra) enviado pelo ex-líder do governo na Câmara, o deputado petista Cândido Vaccarezza, ao governador peemedebista do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, noves fora o escorregão gramatical do autor, não revelou apenas o "acórdão" entre os partidos de um modo geral de tentar preservar ao máximo seus membros e parceiros correlatos – como o d o n o d a D e l t a C o n s t r uções, Fernando Cavendish – das investigações. Aliás, diga-se de passagem, é um acerto que o Palácio do Planalto nega ter patrocinado, pois a CPI, no linguajar oficial, não é coisa do governo – mas no qual, na verdade, como mostrou reportagem do jornal Folha de S. Paulo de quinta-feira passada, mergulhou de cabeça ao promover uma distribuição "atípica" de verbas para emendas parlamentares. De uma média diária de R$ 12 milhões de liberação no ano, naquele 16 de maio fatídico – quando foram negadas (ou proteladas) as convocações dos governadores Sérgio Cabral, Agnello Queirós (PT-DF), Marconi Perillo (PSDB-GO) e de Cavendish, além de não quebrar o sigilo bancário da Delta nacional, apenas de sua regional –, o Diário Oficial da União trouxe autorizações de despesas com emendas no valor de R$ 53 milhões. Seria apenas uma dita "mera coincidência” se as coisas no Brasil, em política, fossem assim tão inocentes, tão desinteressadas como os personagens desse mundo gostam de deixar transparecer.
JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA O recado de Vaccarezza ao "blindado Cabral" expõe, também com a mesma sem-cerimônia que usou para avisar ao amigo governador que ele estava protegido, o mal estar vigente entre o PT e o PMDB, os dois principais partidos da base política que sustenta a presidente Dilma.
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uando avisou Cabral que a relação PMDB-PT "vai azedar", o petista paulista não se referia apenas especificamente ao comportamento dos dois partidos na CPI Cachoeira-Delta. Extravasava um clima que é generalizado. E que foi, logo em seguida, explicitado pelo ex-ministro (do Supremo, da Justiça e da Defesa) Nélson Jobim, em um evento do partido na semana passada em Brasília. Para constrangimento do vice-presidente da República, Michel Temer, que é presiden-
te licenciado do PMDB, mas que na realidade orienta totalmente o peemedebismo, Jobim acusou o partido de estar por demais submisso ao PT, de não ter "cara e voz". E lembrou que "quem não tem cara e voz curva-se. E quem se curva leva um pontapé". A reação de Temer ao que a cúpula peemedebista considerou uma grosseria do ex-ministro foi no mesmo diapasão.
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obim, no entanto, mesmo sendo uma figura distante no PMDB, não deixou de expor à luz do dia a grande ferida que vai na alma peemedebista, e que o comando do partido, com Temer, José Sarney, Renan Calheiros, Romero Jucá, Valdir Raupp e outros poucos votados, só não explicita também porque o momento de Dilma é dos melhores com a opinião pública. Há sim, um ressentimento com o PT e com
Aos poucos o PMDB está sendo alijado do centro de decisões do governo e perdendo espaço físico na máquina federal: seus ministros estão nos cargos, mas não mandam nem decidem.
a presidente. Aos poucos o PMDB está sendo alijado do centro de decisões do governo, e perdendo espaço físico na máquina federal: seus ministros estão nos cargos mas não mandam nem decidem. Além disso , há movimentos por baixo do pano para minar a influência do partido e retirar dele a condição de parceiro preferencial do PT (e do governo petista) na aliança oficial. Não passa despercebido aos olhos experientes do PMDB o namoro de Lula com o PSB do governador Eduardo Campos (PE), nome muito bem visto para ser o vice da chapa presidencial petista em 2014, lugar hoje ocupado por Temer.
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Palácio do Planalto solapa abertamente a c a n d i d a t u r a d e C alheiros à presidência do Senado. Na Câmara, o PT manobra para não cumprir a promessa da dar a Henrique Alves (PMDB-RN) a presidência da Casa. Nas eleições municipais, o PT, muito bem postado na máquina federal e em suas ramificações estaduais, está com o bote armado para minar a força do PMDB nas prefeituras. Não é para hoje nem para amanhã, mas em algum momento o PMDB vai explodir, bem ao seu estilo dos últimos anos, quando deixou de ser aquele partido orientado pela prudência de um Ulysses Guimarães, de um Tancredo Neves, de um Franco Montoro – silenciosamente, com um sorriso de quem não está fazendo nada, não quer nada, mas está cravando fundo o punhal no adversário. JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA É
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e onde sai tanta gente? Quem paga as despesas de transporte, refeição, camisetas padronizadas, faixas com palavras de ordem e folhetos depositados em nossas mãos? Esse pessoal não trabalha? Numa das comissões, perguntei a alguém quem eram as pessoas que, com barulho estridente, ocupavam quatro filas de assentos, atrás de três com parlamentares (havia 8 deles). Resposta: são os assessores. A multidão impedia ao interessado nos projetos em votação na comissão entender o que os deputados diziam. Fosse eu um especialista em democracia e talvez entendesse melhor aquela vitalidade de conflito de interesses, traduzida numa massa humana que fazia aquele espaço parecer um
centro de cidade caótico. Como sou apenas um observador, divido com os leitores meu espanto em ver como em pouco menos de três décadas a democracia brasileira fez da "Casa do Povo" uma espécie de sanatório, ou ide observatório das transformações da nossa sociedade. Se para melhor ou pior não me atrevo a dizer, para não parecer elitista. Em minha defesa, digo que gosto de futebol, cerveja e churrasco, o que me põe na categoria de homem do povo – a não ser pelo fato de ser torcedor do único clube brasileiro tricampeão mundial. Isso me permite dizer que ser do povo não significa que o Congresso deva perder a eficiência que dele se espera, ou seja, de legislar para todos e não apenas para os grupos capazes de se deslocar e financiar um batalhão de camisetados e panfletados, para fazer lobby dentro do próprio local, de forma ostensiva e até agressiva.
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ma senhora que me parou perguntou na lata: "O senhor é deputado? De que partido?". Respondi: "Desculpe, minha senhora, não sou." O olhar com que ela me fulminou traduziu-se assim em minha mente: "O que você está fazendo aqui, cretino, atrapalhando nosso movimento"? Sou do tempo em que educação, boas maneiras e causas justas andavam de mãos dadas. No Brasil de hoje, populismo e demagogia se confundem com democracia – e as minorias impõem uma ditadura que, por dentro das paredes, cercou o poder público. Assim como no resto da vida nacional, fruto da era Lula, está tudo dominado. Observação: não entendi também porque, no avião para Brasília, o Ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, se mostrava tão constrangido, no assento da janela e protegido por um assessor armário. Não se fazem mais comunistas como antigamente. PAULO SAAB É JORNALISTA E ESCRITOR
RELATÓRIO SOCIAL –ERRATA Na página 28 do Relatório Social de 2011 da ACSP o valor referente ao seguro de vida relativo ao ano de 2010 é de R$ 133 mil e não de R$ 766 mil. E, na página 42, o idealizador do Marco da Paz foi o funcionário Gaetano Brancati Luigi e não a ACSP.
JORNALISTA E ANALISTA POLÍTICO
Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Claudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine
requento Brasília há cerca de trinta anos. Vou ao Congresso Nacional, aos ministérios, ao Planalto quando necessário, aos organismos públicos, confederações etc. Sempre me sinto um pouco passarinho fora do ninho, mas nunca tive sensação de "non sense" como na semana passada, quando fui conversar com um deputado e ingressei na "Casa do Povo" e fui abordado três vezes, por grupos diferentes, me confundindo com parlamentar, para pedir apoio à causa que defendiam. Não sei se os parlamentares deveriam se ofender por terem me confundido com um deles: deve ter sido o paletó e a gravata. Ainda que seja "a Casa do Povo", o Congresso que percorri se transformou num espaço aberto a todo tipo de reivindicação, defesa de interesses, combate a interesses, protestos e exibições como nunca vi antes. A começar pela população circulante, que parece ter dobrado, com elevadores e passarelas congestionados e até filas nas lanchonetes e sanitários.
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
sábado, domingo e segunda-feira, 26, 27 e 28 de maio de 2012
o Promessa cumprida
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CONCLUSÕES DA "COMISSÃO DA VERDADE" JÁ ESTÃO DETERMINADAS DESDE A DÉCADA DE 60.
pinião
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migos e leitores perguntam o que penso da "Comissão da Verdade". Nem há muito o que pensar. Ao entregar à admiração pública essa criatura dos seus sonhos, a presidenta Dilma Rousseff prometeu "transparência", e confesso raramente ter visto coisa tão transparente, tão aberta à inspeção de seus mais íntimos segredos. Tão cândido é o despudor com que ela se apresenta que vai até um pouco além da obscenidade. A mais exaurida das imagens diria que desde a roupa nova do rei não se via nada igual. Mas, comparadas a este espetáculo, as vestes inexistentes de Sua Majestade têm a impenetrabilidade de uma burca. De um só lance, o sistema que nos governa rasga as vestes e, lançando às urtigas até o manto diáfano da fantasia, exibe ao mundo suas banhas, suas partes pudendas e suas entranhas com o devido conteúdo excrementício. O nome da porcaria já diz tudo. Nenhuma comissão investigadora com alguma idoneidade e honradez pode prometer, antecipadamente, "a verdade". No máximo, uma busca criteriosa, o respeito aos fatos e documentos e um esforço sincero de interpretá-los com isenção. Se antes mesmo de constituir-se a coisa já ostentava o rótulo de "a verdade", é porque seus membros não esperam encontrar pelo caminho aquelas incertezas, aquelas ambiguidades que são inerentes tanto ao processo histórico quanto, mais ainda, à sua investigação. Se têm tanta certeza de que o resultado de seus trabalhos será "a verdade", é porque sentem que de algum modo já a possuem, que nada mais têm a fazer do que reforçar com novos pretextos aquilo que já sabem, acreditam saber ou desejariam fazer-nos crer. E quem, ó raios, ignora que verdade é essa? Quem já não conhece, para além de toda dúvida razoável, o enredo, os heróis, os vilões e a moral da história no script da novela que os
OLAVO DE CARVALHO
sete membros da Comissão terão dois anos para redigir? Quem não sabe que o produto final da sua criatividade literária será apenas o remake, retocado num ou noutro detalhe, de um espetáculo já mil vezes encenado na TV, nas páginas dos jornais e revistas, em livros e teses universitárias, em manuais escolares e em discursos no Parlamento? Se é certo que quem domina o passado domina o futuro, qualquer observador atento poderia prever, já nos anos 60, a conquista do poder pela esquerda revolucionária e a instauração de um sistema hegemônico que eliminaria de uma vez por todas a mera possibilidade de uma oposição "direitista" ou "conservadora". Sim, desde aquela época, quando os generais acreditavam mandar no País porque controlavam a b u r o c r a c i a e s t a t a l , a e squerda, dominando a mídia, o movimento editorial e as universidades, já tinha o monopólio da narrativa histórica e, portanto, o controle virtual do curso dos acontecimentos.
tra razão plausível fora a homenagem de praxe ao charme e à beleza da mulher brasileira – uma psicanalista. Já imaginaram um tribunal penal ou cível sem um único juiz, mas tão somente professores de História e um ginecologista?
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uristas não têm treinamento profissional para a averiguação histórica de fatos, só para a sua posterior catalogação e avaliação legal. E é precisamente disso que se trata. Não é preciso pensar nem por um minuto para enxergar que a finalidade da coisa não é a verdade histórica, mas o julgamento, a condenação moral e publicitária, a humilhação dos acusados, preparando o terreno para um festival de punições sob o título cínico de "reconciliação".
Nenhuma comissão investigadora com alguma idoneidade pode prometer, antecipadamente, "a verdade".
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s militares, que em matéria de guerra cultural eram menos que amadores, nada perceberam. Imaginaram que a derrota das guerrilhas havia aleijado a esquerda para sempre, quando já então uma breve leitura dos Cadernos do Cárcere de Gramnsci teria bastado para mostrar que as guerrilhas nunca tinham sido nada mais que um boi de piranha, jogado às águas para facilitar a passagem da boiada gramsciana, conduzida pelo velho Partidão, no qual os luminares dos serviços de "inteligência" militares só enxergavam um adversário inofensivo, cansado de guerra, ansioso de paz e democracia, quase um amigo, enfim. A história que a "Comissão da Verdade" vai publicar daqui a dois anos está pronta desde a década de 60. O simples fato de que os comissionados se comprometam a excluir do seu campo de in-
T vestigações os crimes cometidos pelos terroristas já determina que, no essencial, nada na narrativa consagrada será alterado, exceto para reforçar algum ponto em que a maldade da direita e a santidade da esquerda não tenham sido realçadas com a devida ênfase. Com toda a evidência, não é possível a reconstituição histórica de delitos cometi-
dos por uma tropa em combate sem perguntar quem ela combatia, por que combatia e quais critérios de moralidade, iguais para ambos os lados, eram vigentes na ocasião dos combates. O prof. Paulo Sérgio Pinheiro não entende essa obviedade, mas quando foi que ele entendeu alguma coisa? Os membros da Comissão
enfatizam que os trabalhos da entidade "não terão caráter jurisdicional nem persecutório", que visarão apenas a reconstituir a "verdade histórica". Mas quem não enxerga que essa presunção já nasce desmascarada pelo fato de que, entre os incumbidos da missão historiográfica, não há um único historiador, nem unzinho: só juízes, advogados e – sem ou-
udo isso é óbvio, transparente à primeira vista. A promessa da presidenta, portanto, já está cumprida. Apenas, S. Excia. se esqueceu de avisar, ou de perceber, que o objeto visível por trás da transparência não é a verdade do passado, mas a do presente: não o que sucedeu entre militares e guerrilheiros nos anos 6070, mas o que se passa nas cabeças daqueles que hoje têm o poder de julgar e condenar. OLAVO DE CARVALHO É ENSAÍSTA, JORNALISTA E PROFESSOR DE FILOSOFIA
PROJETOS: MAIS SEGURANÇA PARA TRANSAÇÕES VIA INTERNET.
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atual e-commerce nada mais é do que uma espécie de transação comercial realizada na internet preferencialmente por meio de um computador. No Brasil, esse tipo de transação cresceu 35% em 2010, totalizando R$ 14 bilhões. Apesar de atualmente as pessoas associarem a expressão "comércio eletrônico" com a internet, esse termo teve origem há trinta anos para expressar a facilitação de transações comerciais por meio eletrônico, como o caso dos cartões de crédito. Atualmente existem diversas modalidades de comércio eletrônico (MCommerce ; T-Commerce ; Social Commerce , Compra Coletiva, etc.). O fato é que o crescimento dessa modalidade de comércio está diretamente ligado ao crescimento da segurança nessas transações e com a melhoria da qualidade da conexão da internet. Para o consumidor, quanto melhor a qualidade da conexão e quanto maior
FÁBIO MELO DURAN Deputados e busca definir, principalmente, os princípios que devem nortear a internet no Brasil, bem como a responsabilidade civil no ambiente da internet e a atuação do Poder Público nesse nicho comercial.
a segurança das transações, mais confortável será o acesso à internet e, portanto, as transações eletrônicas tendem a aumentar tanto em número de compras quanto em seu valor. Assim sendo, torna-se primordial a existência de uma legislação específica para regulamentar o e-commerce, para que não fique a impressão de que o ambiente da internet é terra de ninguém.
Nesse contexto, são vários os projetos de lei em tramitação, sendo que grande parte deles visa a complementar o Código de Defesa do Consumidor, com normas específicas para regular a relação consumerista no ambiente da internet – tais como o PL 439/2011, de autoria do Senador Humberto Costa, que busca criar mecanismos de proteção ao consumidor no âmbito do comércio eletrônico.
Há também o PL 1.232/2011, que busca regulamentar o comércio eletrônico de vendas coletivas. Mas o PL de maior relevância no momento é o Projeto de Lei do Marco Civil da Internet (PL 2126/2011). Trata-se de um projeto inicialmente elaborado com a colaboração da sociedade, que pôde opinar sobre ele na primeira fase. Este projeto tramita atualmente na Câmara dos
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xistem ainda discussões no Judiciário de como interpretar as normas já existentes, sendo que dentre elas podemos citar as regras de incidência e de distribuição do ICMS – discussão essa que poderá, inclusive, gerar mais uma reforma legislativa. De qualquer maneira, mesmo com tantas normas surgindo, ainda são várias as questões não atendidas pelo legislador, como por exemplo: Onde devo
propor uma demanda em face de uma loja virtual? Como faço para rescindir um contrato firmado pela internet?
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ssas e outras questões aparentemente simples ainda não têm resposta, o que acaba forçando o Poder Judiciário a proferir decisões divergentes por todo o País, não restando outra alternativa senão um amplo estudo jurisprudencial e um acompanhamento atento às novas normas que estão surgindo. FÁBIO MELO DURAN É ADVOGADO ESPECIALISTA EM CONTENCIOSO COMERCIAL DO CORREIA DA SILVA
ADVOGADOS/
DIÁRIO DO COMÉRCIO
4 -.GERAL
GibaUm
3 Dilma Rousseff quer agora 3 MAIS: hoje, 50% do preço da desfraldar a bandeira de redução da tarifa de energia. Só que, grande parte, depende do governo.
gibaum@gibaum.com.br
k Faz parte da minha genética, sempre fui habituado a trabalhar. LULA // em entrevista ao jornal Público, de Lisboa. Fotos: Paula Lima
Olho na dívida 333 O balanço é da Secretaria do Tesouro Nacional: no ano passado, juros e encargos da dívida da União foram R$ 131 bilhões e as amortizações foram R$ 97,6 bilhões, totalizando R$ 228,6 bilhões do serviço da dívida. No período, o estoque da dívida liquida da União (interna a externa) foi de R$ 2,6 trilhões; o custo médio de carregamento da dívida foi de 12,83% ao ano; o ganho real médio dos investidores foi de 7,38% ao ano; foram pagos R$ 131 bilhões de juros e encargos; renegociados R$ 479,4 bilhões e captados novos empréstimos no montante de R$ 94,2 bilhões.
ANOS 50 Flávio Marinho escreveu, vai produzir e Wolf Maia dirigirá novo musical chamado Estúpido Cupido, que vai trazer de volta o clima dos anos 50 e começo dos anos 60. O título é da versão do hit consagrado por Neil Sedaka (1958), defendida no Brasil onde virou coqueluche por Cely Campello. Será montado no Rio e no ano que vem, chega a São Paulo. Detalhe: até agora, só um nome certo no elenco é o de Françoise Forton, 54 anos, que está no Tuca paulista, na peça Enlace – A Loja do Ourives (baseado no monologo sobre o amor e o casamento escrito pelo papa João Paulo II). 333
Com o título The Perfect Girl, a edição de junho da Vogue francesa dedica capa e grande ensaio fotográfico, com direito a cenas mais que sensuais, à Gisele Bündchen, 32 anos, considerada “a mais valiosa do mundo” e hoje incluída na lista das modelos-ícones das últimas décadas. Ela acaba de formar na lista das 100 mulheres mais poderosas do planeta da revista Forbes, faturou US$ 72 milhões no ano passado e esbanja, nas páginas da revista, sua grande forma. 333
Perfect Girl
O petista José Adalberto Vieira da Silva que, em julho de 2005, foi preso em Congonhas, em São Paulo, com US$ 100 mil na cueca e R$ 209 mil numa bolsa, foi abandonado pelo partido (era assessor do deputado José Guimarães, do Ceará, irmão de José Genoíno). Ele vive na periferia de Aracati, se mantém com ajuda de familiares e na última audiência na Justiça, recorreu a um defensor publico. Na época, José Adalberto retornava a Fortaleza depois de “uma missão” e as investigações revelaram que a dinheirama seria produto de um propinoduto instalado no Banco do Nordeste. José Guimarães, para quem não sabe, é vice-líder do governo na Câmara.
Arquivo vivo
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Contra Márcio Alceu Valença dispara contra o ex-ministro Márcio Thomaz Bastos no Facebook: “Dizem que ele vai ganhar R$ 15 milhões para defender Cachoeira. Essa dinheirama, certamente, vem do arrombamento dos cofres públicos e trambiques”. E mais adiante: “Honorários pagos com dinheiro desviado, ilustre causídico, não é prática ética e moral. Estudei Direito, poderia ser advogado, mas jamais aceitaria defender Cachoeira, nem por uma enxurrada de dinheiro”.
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Mansão suspeita Novas investigações estão sendo feitas pela Polícia Federal, em Brasília e poderão resultar num novo escândalo, envolvendo supostamente até conhecidas figuras da cena nacional. Há denúncias de que garotas de programa (incluindo menores de idade), políticos e nomes do primeiro escalão do Governo, participariam de entusiasmados eventos numa mansão, nos arredores da Capital Federal. O que não chega a ser novidade: dentro de Brasília, funcionam, há anos, duas mansões, que operam com discrição, oferecendo, dia e noite, alegria para seus clientes. Só não fazem festinhas, nem trabalham com menores. 333
O mercado de carros está em baixa atividade com vendas em queda e bancos cortando crédito. O que não significa que a tônica “o Brasil possui um carro para cada cinco habitantes” implique na possibilidade de não caber mais carros no país. Cabe e montadoras, revendas e lojas de usados vão à guerra. Há novos dados do Sindipeças: a frota está revujenescendo; os veículos que circulam no Brasil com mais de 20 anos somam somente 3% da frota, o equivalente a 1,34 milhão. Já 44% da frota possuem até cinco anos e na comparação com o aumento populacional, o setor avançou mais. Enquanto a frota aumentou 54,8% entre 2004 e 2011, a população aumentou 12% no ano passado.
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A empregada Rosário da novela Cheias de Charme, Leandra Leal, vai protagonizar cenas quentes, com direito a beijo na boca de Mariana Ximenez, no filme Uivo da Gata, de Bruno Savadi. Aos 31 anos, ela é a atração de Vip, com vestido curto, botas estilo country e muita sensualidade. “Eu não tenho nenhum problema em ficar nua em cena. Só que tem que estar a serviço de alguma coisa. Eu acho linda a imagem de um corpo nu e no cinema funciona muito. Tem cenas de sexo no cinema que são lindas”.
Com charme e sem roupa
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Sem mordomias Quem foi ver desfiles de coleção na Fashion Rio encarou novas posturas econômicas na semana de moda: os lounges, antes fartos em comidinhas e bebidas, se limitaram a servir uma rodada de espumante nacional depois de cada desfile, acompanhada de porções de batatas fritas, amendoins e variantes. Mais: a ordem era circular. Os locais para sentar eram poucos fora das salas de desfile. Algumas figurinhas carimbadas resmungavam e diziam que “parecia a Gol e só faltava distribuir barrinhas de cereais”. 333
h IN
Cano médio, solado baixo.
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MAIS CARROS
sábado, domingo e segunda-feira, 26, 27 e 28 de maio de 2012
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Cano baixo, solado alto.
Motivo de angústia 333 O senador Pedro Simon (PMDB-RS), 82 anos, não escondeu de ninguém ter ficado, literalmente, encantado com a beleza da mulher do bicheiro Carlinhos Cachoeira, Andressa Mendonça, depois de tê-la visto, de perto, em áreas próximas à sala da CPI. Com outro senador, Simon, católico praticamente e franciscano por devoção, comentou: “O pessoal dizia que o sujeito estava enlouquecendo na penitenciária de Mossoró e emagrecendo muito, agora dá para se entender o motivo de tanta angustia...”.
energia refere-se a impostos e tributos federais. Uma outra gorda fatia é do ICMS dos Estados.
Garagem cara Um estudo da Escola Politécnica da USP revela que as vagas destinadas aos carros correspondem até 30% do valor total de um imóvel na cidade de São Paulo. No mesmo estudo, está registrado que o número de edifícios sem garagem em São Paulo é pequeno, representando menos de 4% do total de prédios construídos em 2010, por exemplo. Por isso, o custo vem sendo alto para quem compra um apartamento com garagem. Num apartamento de 100 metros quadrados, que custe R$ 700 mil, o comprador está pagando a área privativa, as áreas comuns e mais 50 metros quadrados, em média, para o automóvel. Ou seja: cerca de um terço da área total comprada é estacionamento. 333
MAIS BRASIL 333 O estilista Giorgio Armani, 77 anos, aparece em matéria na semanal Panorama, da Itália, garantindo que não tem nenhuma intenção de vender sua marca, que vem crescendo na base de dois dígitos, muito diferente do que acontece com a maioria das famosas grifes do mercado de luxo. E avisa que vai aumentar sua presença no Brasil e que não abre mão de estar pessoalmente envolvido em todas as decisões de seu grupo.
MISTURA FINA NEM só de coleções assinadas por Gisele Bündchen e Beyoncé vive a C&A. Preta Gil acaba de assinar contrato com a rede e vai desenvolver uma linha de roupas para ser vendida lá. Detalhe: os modelitos serão destinados a mulheres com manequins acima de 44.
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A MARTINI vai escolher a estrela de sua nova campanha em concursos em 25 países, incluindo o Brasil. A vencedora deverá se inspirar na filosofia Luck is an attitude e receberá R$ 350 mil, mais 12 pares de sapatos Christian Louboutin e doze looks de grifes mundialmente conhecidas. 333
333 PELA PRIMEIRA vez no Brasil, o sapateiro Jimmy Choo foi ver de perto a Fashion Rio, conversou com empresários do setor de calçados e depois, fez palestra em São Paulo, na Faap. Ficou impressionado com o mercado de moda brasileira e especialmente com a produção de sapatos.
O GOVERNADOR Marconi Perillo (PSDB-GO) está irritado com a tucanada porque se sente abandonado pelo partido e ninguém entra em campo para fazer sua defesa. Na semana passada, conversou com o senador Aécio Neves (PSDB-MG), em Brasília, cobrou solidariedade de líderes tucanos e continua achando que ninguém se mexe. O herdeiro de seu mandato, senador Cyro Miranda, se nega terminantemente a defendê-lo.
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O NOVO presidente da França, François Hollande, tem 17 mulheres em posiçõeschave de seu governo, que ainda está sendo formado.
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A MODELO transexual Camila Ribeiro (mais uma), que desfilou na Fashion Rio para a grife Filhas de Gaya, é a primeira do gênero contratada pela agência Joy. Tem 22 anos, vai terminar faculdade de moda no mês que vem, faz desfiles, tem 1,77 m de altura, é do Amazonas e no final do ano, se muda para a Europa onde tentará carreira internacional.
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Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero
CHARGE DO DIA
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5 MENSALULA Gilmar Mendes acusa Lula de chantagem. Única testemunha nega.
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FORA DO AR Site que pede o julgamento do Mensalão sai da rede.
MENSALÃO
Cachoeira está muito tranquilo, ele está ótimo. Andressa Mendonça, noiva de Cachoeira, que foi casada por seis anos com Wilder Pedro de Morais, primeiro suplente do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO). O depoente não pode achar que aqui tem um bando de palhaços. O senhor não pode vir aqui para jogar com quem quiser ou para salvar da fogueira quem quiser. Deputado Fernando Francischini (PSDBPR), pedindo à presidência da CPMI que os parlamentares fossem tratados com respeito.
Dida Sampaio/AE
Dida Sampaio/AE
Não falarei nada aqui. Palavras de Cachoeira, que se manteve na linha do "quero permanecer calado", "permaneço calado" e "falarei tudo depois".
Não se pode esperar que um chefe de quadrilha, um bandido bem informado, bem orientado pelos seus advogados, dê um depoimento que colabore com a investigação que o incrimine. Odair Cunha (PT-MG), relator, com 160 questionamentos para encaminhar, dizendo que era previsível que Cachoeira não falasse.
PSDB vai pressionar Lula, que pressionou Mendes. Tucanos decidirão hoje qual providência tomar para que o ex-presidente explique encontro com o ministro.
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A denúncia é gravíssima: um expresidente dizer que manda na CPMI e usar isso para chantagear um ministro do STF. FERNANDO FRANCISCHINI
Tiago Pastoreli/Luz
Fiquei perplexo com o comportamento e as insinuações despropositadas do presidente.
Senadora Kátia Abreu (PSD-TO), dirigindo-se ao bicheiro durante a CPMI. Este silêncio não é o silêncio dos inocentes, é óbvio que não. Deputado Sylvio Costa (PTB-PE)
Foram os senhores que forçaram a minha vinda. Resposta de Cachoeira
Eu tenho convicção de que vou ganhar no Supremo Tribunal Federal e anular as provas. Antonio Carlos de Almeida Castro, Kakay, advogado de Demóstenes Torres , sobre as acusações feitas ao senador.
Quem se dispõe a participar de CPMI sabe que sua vida será vasculhada. Acho que o presidente dará os devidos esclarecimentos; ele vem conduzindo com equilíbrio os trabalhos da CPMI. Deputado Sílvio Costa (PTB-PE)
Marcelo Camargo/Folhapress
Beto Oliveira/Ag. Câmara
GILMAR MENDES
Cachoeira é tomado da arrogância de quem é livre e não preso. Álvaro Dias (PR), líder do PSDB no Senado, que também perdeu a paciência e chamou o contraventor de "marginal".
Tucano: senador Álvaro Dias está discutindo com o PSDB qual estratégia que irão adotar para Lula falar. Renato Araújo/ABr
De acordo com a Veja, Lula ofereceu ao ministro blindagem na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, a CPMI do Cachoeira, que investiga as relações do contraventor com políticos e empresários. "Não é admissível que qualquer autoridade, especialmente um ex-presidente, tenha em seu poder informações fundamentais para as investigações e que, ao contrário de partilhálas, faça uso político das mesmas", afirmou Araújo.
Estamos perguntando para uma múmia, para um cidadão que não quer responder. Não vou ficar dando ouro para bandido.
É um silêncio cínico, um silêncio desrespeitoso. Deputado Chico Alencar (RJ), líder do PSol, criticando o direito evocado pelo contraventor.
José Cruz/ABr - 17.10.11
PSDB decide hoje qual medida judicial vai tomar para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva explique a informação de que procurou o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para tentar adiar o julgamento do Mensalão. O líder dos tucanos na Câmara, deputado Bruno Araújo (PE) disse que ficou "estarrecido" com a notícia.
Mendes confirmou à reportagem o encontro e o teor da conversa. "Fiquei perplexo com o comportamento e as insinuações despropositadas do presidente", disse o ministro do STF. O encontro aconteceu no dia 26 de abril no escritório de Nelson Jobim, ex-integrante do STF e ex-ministro do governo Lula. O petista teria sugerido ao ministro que seria "inconveniente" julgar o Mensalão agora e chegou a fazer referências de uma viagem feita por Mendes a Berlim, na Alemanha, onde se encontrou com o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), investigado por suas ligações com Carlinhos Cachoeira. Além da interpelação judicial, setores do PSDB também vislumbram convocar Lula e Gilmar para depor na CPMI. "Ainda não há uma definição, estamos trocando ideias sobre qual procedimento vamos tomar", disse Álvaro Dias (PR), líder tucano no Senado. "A denúncia é gravíssima", diz o deputado Fernando Francischini (PSDB-PR). "Um expresidente dizer que manda na CPMI e usar isso para chantagear um ministro do STF", disse o deputado. "E, se é mentira, Lula tem que vir a púbico se explicar. É quase impossível um encontro fortuito entre autoridades desse porte". Jobim nega o teor da conversa e diz que o encontro não foi combinado. Lula, em nota, também nega. (Agências)
Cobrança: o deputado Fernando Francischini (PSDB-PR) exige uma explicação pública do ex-presidente.
Site pedia julgamento. Saiu do ar.
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ma misteriosa pane no sábado tirou do ar o site w w w . p e t i c a o p u b l ica.com.br. Desde abril, o portal vinha recolhendo assinaturas pedindo urgência na entrega do processo do Mensalão pelo ministro revisor
Ricardo Lewandowski e na votação pelo Supremo Tribunal Federal (STF). "O site saiu do ar e não voltou mais", contou Marcelo Medeiros, do grupo virtual de relacionamentos 31 de Julho. Em nome dos 23.2 mil internautas que
se manifestaram e outros 10 mil que assinaram a petição no papel, acompanhado da Transparência Brasil, Medeiros estará em Brasília na quarta-feira para protocolar o abaixo assinado no STF. Armando Serra Negra
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A grande novidade da campanha deste ano é a visão e a decisão eleitorais da classe C. Gaudêncio Torquato, professor da USP e consultor político e de comunicação.
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Flavio Florida/Folhapress -– 6/11/2006
Divulgação
Rudá Ricci: "A ideologia desse grupo é a da intimidade. O que é válido é aquilo que está próximo de mim".
A nova classe média vai às urnas. Afinal, o que ela quer? Cientistas políticos analisam o perfil do novo eleitor, o cidadão que saiu da pobreza e tem renda familiar de R$ 1.115 a R$ 4.807. Hoje, esse grupo reúne 130 milhões de eleitores e é fator decisivo nas disputas eleitorais. Guilherme Calderazzo
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om base em estudos e pesquisas, cientistas sociais desvendam valores, ideias, comportamentos e necessidades da chamada nova classe C, ou classe média emergente do País. Revelam que conservadorismo, pragmatismo, espírito crítico, autonomia e necessidade de participação compõem o perfil desse estrato da população, que será o fiel da balança nas eleições municipais de outubro. Ou seja, quem quiser vencer a disputa eleitoral deste ano, terá de conquistar corações e mentes dos integrantes desse grupo social. A expansão da classe C se deu a partir de 2003, com o início do primeiro governo Lula. A saída da pobreza, a ascensão social e a formação da classe média emergente se deu em razão das políticas sociais de renda governamentais, em especial do programa Bolsa Famí lia, aumento do poder de compra do salário-mínimo, crescimento da economia, emprego e renda, facilidade de acesso ao crédito e, em menor proporção, melhoria da qualificação profissional e da escolaridade. Em consequência, entre os anos 2003 e 2009, quase 29 milhões de brasileiros ascenderam socialmente e entraram na classe C, segundo o estudo A Pequena Grande Década: Crise, Cenários e Nova Classe Média, elaborado por Marcelo
Neri, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, do Rio de Janeiro. Segundo esse levantamento, a classe C do País é composta por cidadãos com renda familiar entre R$ 1.115 e R$ 4.807. Em 2003, 43,2% da população brasileira integrava esse estrato social. Em 2009, esse percentual pulou para 53,4% (101,6 milhões de pessoas, então respondendo por 46% da renda nacional).
Quando a inserção social se dá pela via do consumo, e não pela de direitos sociais, forma-se uma cultura muito individualista. RUDÁ RICCI Sem dúvida, como avaliam os cientistas sociais, no atual universo dos 130 milhões de eleitores, esse grupo social médio agora é fator decisivo nas disputas eleitorais. Losango social – Figuras geométricas servem de exemplo para expressar a presença da classe média emergente na população e como ela é importante nas eleições. Antes, uma pirâmide caracterizava os estratos sociais do País. "Hoje, não temos mais a pirâmide, mas um losango, em que a população do meio é maior que a da base e a do to-
Gaudêncio Torquato: "Ele pode até votar em um Tiririca da vida, mas avalia se as promessas são factíveis". po", diz o professor da Universidade de São Paulo (USP) e consultor político e de comunicação Gaudêncio Torquato. E acrescenta: "Infelizmente ainda temos uns 15 milhões de brasileiros na miséria. No entanto, a grande novidade da campanha deste ano será a visão e a decisão eleitorais da classe C. O candidato que não a conquistar, dificilmente ganhará a eleição". As peculiaridades e idiossincrasias da classe média emergente brasileira encontramse no radar de interesse do sociólogo e cientista político Rudá Ricci. Autor do livro Lulismo, da Era dos Movimentos Sociais à Ascensão da Nova Classe Média B ra s il ei r a, Ricci destaca que esse grupo ascendeu socialmente por meio do consumo. "Quando a inserção social se dá por essa via, e não por meio de direitos sociais, o que se forma é uma cultura muito individualista." Acrescenta que a unidade de referência desse grupo é a família e os amigos, os únicos em que ele confia, "criando uma preocupação muito grande contra a pobreza e, ainda, salvaguardas para manter estável a ascensão pelo consumo". Sem ídolos – "A ideologia desse grupo é a da intimidade. O que é válido é aquilo que é íntimo, próprio da minha família e de quem está próximo de mim", diz Ricci. Portanto, de acordo com o cientista, esse grupo desconfia de tudo que é público, que está distante, co-
mo sindicato, partido político, juiz, polícia e políticos. Diante dessa visão de mundo, Ricci diz que esse estrato da população se expressa em termos políticos sem acreditar em ídolos. "Por isso, não é verdade que estamos criando currais eleitorais no País. Isto pode estar ocorrendo com alguns beneficiados pelo Bolsa Fa m í l i a , mas não é regra na classe C." Além disso, ainda de acordo com Ricci, as famílias desses emergentes sociais são extremamente pragmáticas. "Elas votam em quem têm certeza de que vai beneficiá-las individualmente." Assim, acrescenta, nas eleições, o discurso de classe, de rico contra pobre, de estímulo à poupança e contra o consumo não pega. "O discurso adequado e valorizado de candidato é o de estímulo ao consumo, de garantia ao crédito e contra a inflação." Outra característica da nova classe média é o conservadorismo programático, diz Ricci. "Além de se opor a tudo que expresse pobreza, também é contra o aborto, o casamento gay, o homossexualismo e o feminismo, pois rompem com uma certa ordem familiar." Segundo o cientista, mesmo antifeminista, não é machista, "já que grande parte das famílias da classe C é comandada por mulher". Satisfação – O Produto Nacional Bruto da Felicidade (PNBF) do País melhorou, de acordo com a nova classe mé-
A classe C tem como referência quem é lutador, quem venceu pelo empreendedorismo, quem veio de baixo e venceu. GAUDÊNCIO TORQUATO
dia, que está mais satisfeita do que no passado, avalia Torquato. Por isso, diz ele, nessa situação, "no plano mais geral, tudo indica que o eleitor terá uma identificação maior com o situacionismo federal, responsável pelos benefícios aos emergentes". De outro lado, explica, nas eleições, o eleitor desse grupo social vai olhar para as questões locais, mais imediatas, como problemas de transporte, saúde e escolar. "O conceito de proximidade, quem está próximo do bairro, da região, será valorizado na eleição". O eleitor da classe C, segundo Torquato, tem uma visão mais crítica dos partidos e dos candidatos. "Pode até votar em um Tiririca da vida, mas avalia as propostas, se as promessas são factíveis. Quer participar mais da política e vota em quem acredita, independentemente do partido a que pertence o candidato." Para o cientista, esse eleitor não tem mais como referência
o sujeito rico que iria assumir o poder e garantir-lhe benesses. "Ele tem mais autoestima e autonomia para decidir em quem votar. Tem como referência quem é lutador, quem venceu pelo empreendedorismo, quem veio de baixo e venceu materialmente." Disputa em SP – Torquato diz que a quatro meses da eleição, ainda não é possível prever o comportamento do eleitor na disputa. "De um lado, há uma expectativa muito grande para saber se Lula vai impulsionar a candidatura de Haddad. De outro, se Serra conseguirá manter os 30% de intenção de voto, como mostram as pesquisas. Acho que Serra cairá nas pesquisas e Haddad chegará aos 20% das intenções de voto." Ricci diz que Celso Russomano, pré-candidato a prefeito pelo PRB, e Gabriel Chalita, pelo PMDB, têm muito potencial para crescer na preferência do eleitorado da nova classe C, já que o discurso de ambos se volta para esse estrato social. "O Netinho de Paula, do PCdoB, tem o discurso do abandono, da desestruturação, que é mais dirigido às classes D e E." Para ele, a nova classe se identifica muito com Lula, mas ainda é uma incógnita se essa identificação transferirá votos para o candidato petista, Fernando Haddad. Quanto ao pré-candidato do PSDB, José Serra, Ricci diz que o conteúdo de seu discurso é mais voltado para a classe B.
Luludi/LUZ - 13.05.09
OAB/SP sai em defesa de Bastos
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D'Urso: o trabalho do advogado é como o ofício do padre. "Abomina o pecado, mas ama o pecador".
Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo (OAB/SP) divulgou nota oficial, ontem, na qual rebate críticas que o advogado Márcio Thomaz Bastos vem recebendo pela maneira como conduz a defesa do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. O ex-ministro da Justiça no governo de Luiz Inácio Lula da Silva recebeu pesadas críticas do senador Aécio Neves (PSDB-MG). De acordo com a nota, "o advogado não pode ter sua figura confundida com
a de seu cliente". Para a OAB "o advogado é como o padre, que abomina o pecado, mas ama o pecador", compara o texto. A nota é subscrita por seu presidente, Luiz Flávio Borges D'Urso, que disse vir a público "para salientar que o papel do advogado é obrigatório e absolutamente indispensável para que se obtenha Justiça". D'Urso assinalou que "jamais se pode confundir o advogado com seu cliente". Para o presidente da OAB/SP também o fato de Bastos ter sido ministro da Justiça não o impe-
de de agora advogar livremente, sem qualquer restrição legal. O dirigente destacou que isso ocorreu "com inúmeros outros colegas que ocuparam postos e cargos de destaque na política nacional, também como ministros ou secretários da Justiça". D'Urso ressaltou ainda que o advogado, num crime de grande repercussão, para "cumprir bem sua função precisa enfrentar esse pré-julgamento sem temor, com total independência, apesar da incompreensão". (AE)
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Foi uma parceria com o MBC, oficial, de caráter público, criada para aproximar o setor privado do setor público. Gleisi Hoffmann, ministra da Casa Civil.
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Dilma planeja mudar o PIS-Cofins
José Cruz/ABr
Alterações integrariam o que presidente chama de "reforma tributária de resultados"
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em alarde, a presidente Dilma Rousseff começou a fazer o que chama de reforma tributária "de resultados". Definida como uma "revolução" no sistema de impostos, a mudança no PIS-Cofins é considerada fundamental pelo Palácio do Planalto para acabar com as distorções do modelo tributário. Com esse diagnóstico, Dilma está disposta a usar a mesma estratégia adotada no início do mês, quando anunciou alterações na poupança, para angariar apoio às novas medidas. Integrantes do governo já estão conversando com empresários, governadores, prefeitos e sindicalistas sobre o assunto, na tentativa de aparar arestas e diminuir resistências. A presidente sabe que não conseguirá emplacar uma
Nós tributamos insumos fundamentais. Eu não conheço muitos países que tributam energia elétrica. Nós tributamos. DILMA ROUSSEFF reforma tributária de maior fôlego tão cedo e, por isso, adota ações específicas. "Eu acho que, de fato, existe uma tributação inadequada no Brasil", disse a presidente a uma plateia formada por prefeitos que participaram da Marcha em Defesa dos Municípios, no último dia 15. "Nós tributamos insumos fundamentais, por exemplo, para o de-
senvolvimento do País. Eu não conheço muitos países que tributam energia elétrica. Nós tributamos", resmungou. Agenda positiva – Depois das mudanças na caderneta de poupança, aprovadas pela população, Dilma vai investir cada vez mais no calendário de reformas, mesmo que fatiadas. O tema é classificado pela equipe econômica como "agenda positiva". Em menos de três meses o governo já conseguiu sinal verde do Congresso para o Fundo de Previdência Complementar do Servidor (Funpresp) e para a Resolução 72, que acabou com incentivos dados pelos Estados nas importações e disparou o processo de reforma do ICMS. Além disso, Dilma editou a Medida Provisória que mudou as regras da poupança. (AE)
MP critica perda de poderes PEC que retira investigação na área criminal leva à insegurança social, diz nota.
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embros do Ministério Público divulgaram carta criticando a PEC (proposta de emenda constitucional) 37, em tramitação na Câmara dos Deputados e que acaba com os poderes de investigação do órgão na área criminal. O documento foi apresentado após encontro promovido pelo CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), que também discutiu o controle
externo da atividade policial. "A supressão ou redução do controle externo da atividade policial e do poder investigatório exercidos pelo Ministério Público implica enfraquecimento do estado democrático de direito e prejuízo da defesa dos direitos e garantias individuais", afirma o documento. Para os membros do Ministério Público, a aprovação da PEC amentaria a "insegurança social e a impunidade".
Se a proposta for aprovada, apenas instituições policiais poderão investigar crimes. A carta faz parte da briga de bastidores entre o MP e a Polícia Federal, reaberta com a CPMI do Cachoeira . No caso, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, foi acusado de reter a investigação contra o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO), durante a Operação Vegas da Pol[ícia Federal, em 2009. (Folhapress)
Acalanto: presidente, na foto com o neto Gabriel, embala o sonho da reforma com ações específicas.
Ministra defende uso de consultoria Gleisi Hoffmann diz que McKinsey profissionaliza gestão de programas de governo
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ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, defendeu ontem a parceria com a consultoria McKinsey, patrocinada por empresários, como uma forma de "profissionalizar" e "modernizar" a gestão de programas de governo. Uma das principais auxiliares da presidente Dilma Rousseff, a ministra informou, no entanto, que a atuação da McKinsey terminou. Ela reiterou que a Casa Civil continuará debatendo com o Movimento Brasil Competitivo (MBC) formas de aprimorar o controle de políticas públicas. "Não tem nada de sigiloso, nem manto de sigilo", disse Gleisi. "Foi uma parceria com o MBC, oficial, de caráter público, criada para aproximar o setor privado do setor público". Com o fim da parceria, os cerca de dez consultores da McKinsey, que chegaram a ocupar duas salas do Anexo 1 do Palácio do Planalto confor-
Celso Júnior/AE - 07.06.11
Gleisi: "Não tem nada sigiloso" me reportagem publicada ontem pelo jornal O Estado de S. Paulo, vão deixar o local. A ministra negou que eles tenham acessado dados "sigilosos, reservados ou classificados como sigilosos". O relatório produzido pela consultoria, segundo Gleisi, será apresentado aos empre-
sários da Câmara de Gestão, vinculada à Casa Civil, e depois divulgado ao público. A parceria "tinha como objetivo ajudar a analisar a parte de monitoramento das ações dos ministérios, construção de indicadores, sistema de monitoramento", explicou. "Falamos em programas lançados, em nenhum momento a McKinsey participou da elaboração de programas e propostas, mas de indicadores para serem monitorados". A McKinsey foi sugerida devido à sua experiência, informou a ministra, citando entre ex-clientes da consultoria os governos estaduais de Pernambuco, Rio de Janeiro, Minas Gerais e de potências como França e Inglaterra. Ela foi contratada pelo MBCpor cerca de R$ 7 milhões, mas seu nome não aparece no Diário Oficial. A atuação dos consultores rendeu o apelido de "Casa Civil paralela". (AE)
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A cidade não foi planejada de forma eficiente para as pessoas que trabalham longe de onde moram. Gabriel Chalita (PMDB), pré-candidato à prefeitura de SP.
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Fotos: Luiz Prado/Luz
GABRIEL CHALITA
Propostas e promessas para viabilizar a cidade Para Chalita, a preocupação básica como prefeito é com a população carente, Guilherme Calderazzo
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deputado federal Gabriel Chalita (PMDB), pré-candidato do partido à prefeitura da capital, diz que fará o sistema público de saúde paulistano funcionar 24 horas, se for eleito em outubro. Com 43 anos e 63 livros publicados, Gabriel Chalita está disputando a quarta eleição, neste ano. Na primeira, em 1988, foi eleito vereador pelo PDT, em Cachoeira Paulista (interior de SP). Depois do surgimento do PSDB, entrou no partido, onde permaneceu de 1990 até 2009. Professor universitário de Direito e de Filosofia, assumiu a Secretaria Estadual da Juventude, Esporte e Lazer e, depois, a de Educação, de 2001 a 2006, no governo Alckmin. O desempenho como secretário garantiu-lhe a eleição para vereador, na capital, em
2008, mas não a permanência no PSDB, por divergências com José Serra. Chalita deu apoio à futura candidatura da então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência da República. Em 2010, foi eleito deputado federal pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), ao obter mais de 560 mil votos. Sentindo-se sem espaço político nesse partido, aceitou convite do PMDB, em 2011, para assumir a presidência da sigla na capital e a pré-candidatura à prefeitura. A íntegra da entrevista: Diário do Comércio – O senhor já tem apoio de três partidos na disputa à prefeitura. Também negocia a entrada do PC do B na coligação. Será possível formar aliança com quais partidos? Gabriel Chalita – Já tenho o apoio do PTC (Partido Trabalhista Cristão), do PSC (Parti-
do Social Cristão) e do PSL (Partido Social Liberal). Estamos em uma fase em que os partidos conversam e tentam formar alianças. É natural isso. Eu e outros pré-candidatos temos conversado com o PCdoB. Não há nada fechado. O PCdoB também tem um précandidato, que é o vereador Netinho de Paula. Em tese os pré-candidatos vão se manter. O que já conseguimos dá um tempo confortável para fazer um bom programa no horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão, a partir de agosto. A busca de ampliar as coligações está voltada para aumentar o tempo na propaganda eleitoral. O PMDB já tem um bom tempo, por ter uma bancada grande de deputados federais. O tempo que teremos dará para apresentar bem aos eleitores as propostas para a cidade.
Chalita promete atacar os problemas mais graves da população: saúde, mobilidade urbana e educação. DC – O pré-candidato Celso Russomano propôs a formação de uma aliança entre ele, o senhor e o Netinho de Paula. Era para criar uma terceira via à polarização entre PT e PSDB. O candidato seria o que estivesse mais bem colocado nas pesquisas eleitorais. Como o senhor avalia essa questão de terceira via na eleição paulistana? Chalita – Há forças políticas estabelecidas que acham que polarizam a eleição. Discordo disso. O maior partido do Brasil hoje é o PMDB. Terceira via não seria o PMDB, que é um partido grande, com o maior número de prefeituras do País. A população não está muito preocupada com essa questão de terceira via. Quando começar o processo eleitoral, os eleitores vão querer saber quem terá as melhores propostas para a cidade de São Paulo. Esse é caminho. Em relação a fazer uma aliança cujo candidato seria o mais bem colocado nas pesquisas... Se fosse assim, não precisaria de eleição. DC – Por meio do "PMDB nos Bairros", o senhor tem feito reuniões nas quais discute os problemas locais e recolhe reivindicações, para apresentar propostas em programa de governo. Quais são os principais queixas dos moradores? Chalita – O principal problema que é sofrido pela população carente da cidade é o problema da saúde. Este causa muita angústia porque é o momento em que a pessoa mais precisa do Estado, e este está ausente. Os equipamentos de saúde não funcionam e há falta de médicos nas unidades precárias de saúde. É um problema crônico aqui na capital. Outro problema é o da mobilidade urbana, tanto com o trânsito quanto com o transporte. As pessoas reclamam muito porque ficam diariamente muitas horas no trânsito. A cidade não foi planejada de forma eficiente para fazer com que as pessoas trabalhem longe de onde moram. Outro problema recorrente, comentado nas reuniões, é a questão da violência. O prefeito tem de ajudar a resolver essa questão. A prefeitura pode ajudar a resolver o problema da violência com o aumento da iluminação das ruas. O problema da habitação e o da educação também são bem comentados. É previsível isso, já que temos 3 milhões de pessoas que moram em favelas ou em áreas irregulares, e há 150 mil crianças fora das creches. Há escolas que não funcionam como deveriam funcionar. As crianças vão à escola e não aprendem a ler e a escrever. O prefeito tem de ter visão ampla, para resolver os problemas da cidade. DC – Quais propostas o senhor já fechou para solucionar problemas na saúde? Chalita – Estamos construindo o plano de governo. Em princípio, os equipamentos de saúde que já existem vão funcionar 24 horas por dia. A população vai para os hospitais porque os postos de prontoatendimento não funcionam. Isto vai funcionar. Vamos am-
pliar o programa Saúde da Família, que terá ligação com todos os equipamentos e unidades de saúde municipais. Essa questão tem de ser sistêmica. Para isso, vamos informatizar o sistema de saúde. Vamos ainda profissionalizar e melhorar a gestão desse setor. DC – E a questão do trânsito? Chalita – Nossa proposta é no sentido de trabalhar com a inteligência no trânsito. Melhorar os semáforos. Temos três tipos de semáforos, e temos somente 10% de semáforos inteligentes que não estão sendo operados à distância; portanto, é como se não existissem. Só de melhorar os semáforos e fazer uma onda verde na cidade, em pontos da cidade, o trânsito começa a melhorar. Temos problemas estruturais. Vamos tirar os carros da rua, mas para isso é preciso planejar a cidade.
mos trazer o governo federal e fazer uma parceria com as três esferas de poder para investir no metrô. São Paulo é uma cidade com 11 milhões de habitantes. A Presidência da República tem de receber o prefeito paulistano a toda hora, para debater, discutir e tentar soluções dos problemas em parceria com a prefeitura da cidade. Para mim, a parceria da prefeitura com os governos estadual e o federal é a base de uma boa gestão. Temos de acabar com as picuinhas políticas, partidárias. O prefeito tem de dar as mãos para o governador e para a presidenta e trabalhar com ambos. DC – O senhor é professor e foi secretário estadual da Educação. Como é possível melhorar a educação municipal? Chalita – Hoje, há alguns desafios na educação. Um deles
Chalita: "O principal problema da população carente é a saúde". Estamos estudando como criar garagens subterrâneas, grandes estacionamentos perto de estações estratégicas do metrô. Temos uma equipe grande trabalhando com trânsito e com transporte. Vamos, em breve, começar a apresentar detalhadamente nossas propostas. DC – E o que fazer com o transporte? Chalita – O transporte terá de ser multimodal. O metrô está sobrecarregado porque a cidade está há oito anos sem fazer corredor de ônibus. Os investimentos também serão feitos em corredores de ônibus e em ciclovias. São Paulo é uma cidade que funciona o dia todo. Tem um orçamento de R$ 40 bilhões. Com isso, é possível fazer muitos investimentos. DC – O senhor pretende se unir ao governo estadual para impulsionar investimentos no metrô? C ha li t a – Com certeza. Va-
é fazer com que as crianças permaneçam mais tempo na escola. Isto é um processo. As nossas escolas não são de tempo integral. É para isto que devemos caminhar. As escolas têm de ser de tempo integral. Nenhum país do mundo em que os indicadores de qualidade sejam bons e destacados deixa de ter escola de tempo integral. A criança precisa entrar na unidade escolar às sete, oito horas da manhã e nela permanecer até as cinco, seis da tarde. Ainda é preciso garantir a esses alunos cinco refeições diárias. As crianças têm de ter uma formação adequada. Eleito, também vou me empenhar muito para acabar com o analfabetismo funcional. Isto é vergonhoso. Como é que uma criança vai para a escola e não aprende? Por que é que ela não aprende? De quem é o erro para que exista essa situação? Além disso, ainda é preciso melhorar a formação dos professores.
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9 COLÔMBIA Farc anunciam libertação de jornalista francês na quarta-feira
nternacional
ÁFRICA Rebeldes tuaregues criam Estado islâmico de Azawed no norte de Mali
Fotos/Reuters
Síria: não dá mais para ignorar. 108 pessoas morrem em massacre, provocando indignação mundial.
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pressão por uma ação internacional na Síria aumentou ontem depois que o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) condenou "nos mais fortes termos" o governo de Bashar al-Assad pelo massacre de Houla, no qual pelo menos 108 pessoas, incluídas 49 crianças, foram mortas. Desta vez, a Rússia, firme aliada da Síria, cedeu e juntou-se ao coro internacional que acusou diretamente o regime sírio pelo ataque, e pediu a retirada de tropas e armas pesadas dos centros residenciais. O governo sírio negou responsabilidade no massacre e disse que "centenas de homens" atacaram soldados na região, matando três e deixando 16 feridos. "Mulheres, crianças e idosos foram mortos. Este não é o estilo do heróico Exército sírio", disse o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores, Jihad Makdesi, a repórteres em Damasco, acrescentando que o regime vem sendo vítima de um "tsunami de mentiras". Makdesi alegou que o ataque foi realizado por "terroristas" após combates entre rebeldes e forças leais a Assad. "Eles (os rebeldes) foram equipados com morteiros e mísseis antitanque", afirmou. O porta-voz disse que um comitê vai investigar o ataque e que os resultados devem sair em até três dias.
A ONU acredita que pelo menos 108 pessoas foram mortas no massacre, disse o chefe de manutenção da paz da ONU, Herve Ladsous. Mais cedo, um diplomata revelou que o general Robert Mood, chefe da missão de observadores da ONU na Síria, disse em uma reunião a portas fechadas, que pelo menos 116 morreram. Mais tarde, esclareceu que a estimativa de 116 era na verdade do Exército sírio rebelde. Houla é o centro de um grupo de aldeias sunitas localizadas a 20 quilômetros ao norte da cidade de Homs, no núcleo da insurreição contra o regime de Assad. A área fica perto de uma região habitada por membros da minoria alauíta, à qual pertence Assad, que vem atuando como um centro de apoio ao presidente. A oposição em Homs disse que o massacre começou quando tropas sírias e milicianos leais a Assad dispararam em uma manifestação na sexta-feira, matando cinco pessoas. Os rebeldes responderam atacando duas barricadas das forças de Assad em estradas, disseram ativistas. A oposição revelou ainda que Houla foi então foco de um intenso bombardeio, o que resultou inicialmente na morte de 15 moradores. Logo depois, os milicianos entraram nas aldeias perto de Houla, matando dezenas de pessoas.
A d eclaração do Conselho de Segurança não passou das palavras fortes. Mas cresce a pressão para buscar uma saída à crise. O embaixador britânico na ONU, Mark Lyall-Grant, afirmou que o comunicado, embora importante, não é suficiente. "Durante os próximos dias o Conselho de Segurança se reunirá novamente para discutir em detalhes quais passos serão tomados", disse. Em outra frente diplomática, o enviado Kofi Annan chega hoje a Damasco para avaliar o frágil cessar-fogo adotado em abril. Ele deve se reunir com a oposição e, na terça-feira, com Assad. Nos bastidores, o presidente norteamericano, Barack Obama, negocia um plano para retirar Assad do poder. Segundo o jornal The New York Times, a proposta seguiria o modelo adotado no Iêmen, onde o presidente Ali Abdullah Saleh renunciou em troca de anistia e seu vice assumiu. O sucesso do plano depende da Rússia, aliada de Assad. Mas a ideia – que deve ser apresentada ao presidente russo, Vladimir Putin, em junho – já é discutida amplamente em Moscou, apontou o diário. (Agências)
O desafio faraônico das eleições Quatro dos principais candidatos à Presidência do Egito entraram com pedido de recurso para recontagem de votos na comissão eleitoral do país, alegando a ocorrência de fraudes durante o primeiro turno. Segundo eles, estas fraudes podem alterar o resultado do pleito. Resultados preliminares do primeiro turno realizado na semana passada indicaram o candidato do partido
da Irmandade Muçulmana, Mohammed Morsi, e o exprimeiro-ministro de Hosni Mubarak, Ahmed Shafiq, como os dois candidatos escolhidos para o segundo turno das eleições, marcado para os dias 16 e 17 de junho. Treze candidatos estavam concorrendo no primeiro turno. O secretário-geral da comissão eleitoral, Hatem Bagato, declarou que investiga as reclamações
dos candidatos: o socialista Hamdin Sabahi, o islâmico independente Abdel Moneim Abou Fotouh, o ex- chefe da Liga Árabe Amr Moussa e Shafiq. Os candidatos denunciaram que votos não foram incluídos na contagem, assim como o pagamento de suborno em troca de apoio. Os resultados finais devem ser divulgados oficialmente nesta terça-feira. No geral, contudo, a
eleição foi considerada a mais livre e transparente já ocorrida no Egito em décadas. Juízes estiveram presentes nos locais de votação. Observadores, jornalistas e representantes dos candidatos foram autorizados a inspecionar o processo. Mas também houve problemas. O ex-presidente norte-americano Jimmy Carter disse que sua ONG teve restrições. (Agências)
Irã atômico não se intimida: novas usinas à vista. O governo iraniano afirmou ontem que não há razões para parar de produzir urânio enriquecido a 20%, já que o país planeja construir dois novos reatores nucleares. Um deles será construído na cidade de Bushehr, até meados de 2014, reportou a TV estatal iraniana. O fim do enriquecimento de urânio a 20%, usado para a produção de componentes químicos medicinais, é uma das principais demandas das potências na negociação nuclear com o Irã. O chamado grupo 5 + 1 – formado pelas cinco potências do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU): Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, China e Rússia, mais a Alemanha – temem que este urânio possa ser enriquecido aos 90% necessá-
rios à fabricação da bomba atômica. Teerã afirma que seu programa nuclear é exclusivamente pacífico. O diretor da Organização de Energia Atômica do Irã, Fereidoun Abbasi, afirmou que o Irã vai continuar enriquecendo urânio para alimentar um reator de pesquisas médicas que produz isótopos para tratamento de cerca de 1 milhão de pacientes com câncer. "Não há razão para recuarmos, já que produzimos apenas a quantidade de urânio a 20% que precisamos. Nem mais, nem menos", garantiu. Abbasi disse ainda que o Irã está planejando ao menos dois novos reatores com capacidade de mil megawatts e que a construção começaria em um ou dois anos. (Agências)
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sábado, domingo e segunda-feira, 26, 27 e 28 de maio de 2012 Milton Mansilha/Luz - 12/01/2009
PARA EVITAR PROBLEMAS Problemas com a documentação foram responsáveis por várias ações da Prefeitura, entre elas o fechamento de alguns estabelecimentos.
idades Paulo Pampolin/Hype - 05/05/2008
O Sistema de Licenciamento Eletrônico (SLEA), da Prefeitura de São Paulo: ferramenta para o comerciante requerer o alvará condicionado.
Comércio terá mais prazo para requerer alvará
Fábio D'Castro/Hype - 08/07/2008
Vai a votação na quarta-feira projeto de lei que estende para o dia 31 de março o prazo final para que os comerciantes de São Paulo solicitem o alvará condicionado
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a próxima quarta-feira, os 55 vereadores da Câmara Municipal de São Paulo deverão colocar em primeira votação o projeto de lei que estende o prazo para requerimento do auto de licença de funcionamento condicionado, também conhecido como alvará condicionado. Tudo indica que a proposta será aprovada sem maiores problemas, uma vez que todos os vereadores assinam o projeto de interesse do comércio e da Cidade. A lei que criou o alvará condicionado estabelece que os comerciantes têm até o fim de junho para requerer o documento. Agora, segundo o texto do projeto de lei 215/ 2012, o prazo final será estendido até 31 de março de 2013. Com mais tempo, um dos objetivos dos vereadores é chamar a atenção dos proprietários de estabelecimentos comerciais e de serviços da Cidade para a lei do alvará condicionado.
Em linhas gerais, o documento é uma licença provisória concedida ao empreendedor. Ao mesmo tempo, ele deverá providenciar a regularização de seu imóvel, sem a qual é impossível a obtenção do Habite-se (documento essencial para a regularização do imóvel comercial). No texto do PL, os vereadores argumentam que problemas operacionais dificultaram o acesso do comerciante ao alvará condicionado. A falha em questão se refere ao reconhecimento dos dados dos comerciantes pelo Sistema de Licenciamento Eletrônico (SLEA), meio pelo qual os interessados podem requerer o alvará em caráter provisório pela internet. A criação desse novo sistema somente se efetivou 120 dias após a entrada em vigor da lei do alvará condicionado, reduzindo o prazo para que os interessados pudessem ingressar com o requerimento eletrônico. O presidente da Câmara Municipal de São Paulo, vereador José Police Neto, explicou que o alvará
condicionado depende exclusivamente do sistema eletrônico. No entanto, o SLEA só passou a funcionar em março, o que dificultou o acesso ao documento. "O sistema levou quase quatro meses para ser ajustado e a emissão dos alvarás condicionados dependia desses ajustes. Agora, temos menos de um mês para aprovar a extensão do prazo até 31 de março", disse Police Neto. Essa extensão de prazo é uma ideia defendida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Para a entidade, mais do que problemas no SLEA, faltou uma maior divulgação do programa nos meios de comunicação. "Faltou divulgação. Com um prazo maior, a Prefeitura poderá melhorar o desempenho do alvará condicionado", disse o vice-presidente da ACSP e coordenador do Conselho de Política Urbana (CPU), Antonio Carlos Pela. Metragem maior - A concessão de mais tempo para o comércio se habituar ao alvará condicionado deve abrir discussão sobre um outro ponto dentro da lei.
Problemas operacionais dificultaram o acesso ao alvará condicionado Patrícia Cruz/Luz - 04/02/2011
Antonio Carlos Pela, vice-presidente da ACSP: faltou divulgação. Segundo as normas atuais, só podem obter esse documento em caráter provisório os estabelecimentos comerciais instalados em imóveis com até 1.500 metros quadrados. E muitos comerciantes estão fora desses padrões. No Centro de São Paulo, por exemplo, muitos estabelecimentos comerciais estão localizados em prédios com metragens bem acima dos limites legais e não podem pedir o alvará
Macrometrópole paulista sai hoje do papel
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s contornos definitivos da macrometrópole paulista, o maior aglomerado urbano do País, devem ser definidos hoje em uma audiência pública em Sorocaba e em uma reunião em Cruzeiro. A audiência vai apresentar os estudos técnicos para a criação do aglomerado urbano de Sorocaba, enquanto conselheiros dão mais um passo em Cruzeiro para consolidar a Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte. Já foram criadas as RM de São Paulo, Campinas e Baixada Santista e as aglomerações urbanas de Jundiaí e Piracicaba. A área inclui ainda as
microrregiões de São Roque e Bragança Paulista. Os projetos das áreas ainda não criadas formalmente serão encaminhados à Assembleia Legislativa este ano Com as novas definições, a macrometrópole passa a abranger 173 cidades, num raio de pouco mais de 100 km da capital, concentrando 73% da população do Estado, 83% do Produto Interno Bruto (PIB) paulista e 28% do PIB nacional. De acordo com o secretário de Desenvolvimento Metropolitano, Edson Aparecido, a macrometrópole é uma área do Estado que se compõe de territórios profundamente conurbados, nos quais os fluxos de
mobilidade urbana estão bastante interligados. "Estamos criando mecanismos institucionais para a gestão conjunta desses espaços. As prefeituras já podem começar a pensar em transporte, saneamento, abastecimento e combate às enchentes, por exemplo, de forma integrada." As regiões poderão criar o plano diretor metropolitano levando em conta o conjunto de cidades. O Vale do Paraíba ganhou a condição de região metropolitana depois que os dados do censo de 2010 do IBGE confirmaram a forte ligação com a região do Litoral Norte. O deputado Hamilton Pereira (PT) propôs na AL que Sorocaba
também fosse sede de uma RM, mas o projeto ainda não foi votado. Ele defenderá a proposta na audiência desta segunda-feira. "Já tive a oportunidade de confrontar as duas propostas e não tenho dúvida de que Sorocaba só perde não sendo uma região metropolitana." Para o secretário, a região ainda não atingiu o grau de conurbação que caracteriza a metrópole. "É uma região de grande dinamismo e isso pode acontecer mais à frente." Os estudos de regionalização do Estado foram feitos pela Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa). (AE)
provisório via internet. Dessa forma, só podem requerer o documento pela via convencional, que é burocrática e demorada. A Prefeitura já reconheceu a necessidade de aumentar a área dos imóveis, excedendo os 1.500 metros quadrados. No entanto, a mudança ainda está em debate. Alvará definitivo - O comerciante de São Paulo enfrentará um problema ainda maior para a obtenção do Habite-se e do alvará definitivo
de funcionamento. O alvará provisório concede prazo de quatro anos para a regularização do imóvel. No entanto, as atuais exigências da Prefeitura e do Corpo de Bombeiros inviabilizam o cumprimento da lei e a obtenção do Habite-se. Estima-se que quase um milhão de estabelecimentos não cumprem as extensas listas de exigências previstas no Código de Obras, nas normas da Prefeitura ou nos itens de segurança.
Luiz Guarnieri/AE
Ivan Ventura
ISSO QUE É ÔNIBUS NA PORTA DE CASA – Eram 9h30 quando um ônibus da linha Jardim Elba/Ibirapuera bateu em uma casa na Rua José Chimenti, no Ipiranga, Zona Sul. Quatro pessoas que estavam na residência tiveram ferimentos leves e foram levadas para os hospitais Vergueiro e Ipiranga. O motorista disse que perdeu o controle ao tentar desviar de um casal e uma criança que atravessavam a rua – eles foram atingidos.
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11 FINANCIAMENTO Coopervivabem teve financiamento de R$ 90 mil para implantar projeto.
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Agora em Pinheiros, coleta de óleo. Distrital da ACSP abre posto para coleta de óleo usado. Material recolhido vai beneficiar, além do meio ambiente, 70 trabalhadores de cooperativa. André de Almeida
Fotos: Chico Ferreira/Luz
Material coletado na Distrital Pinheiros fica armazenado na cooperativa. Depois é vendido para reciclagem.
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G Ir Agendas da Associação e das distritais
Hoje I Penha – Das 8h30 às
17h30, campanha Fralda Geriátrica. Avenida Gabriela Mistral, 199. A campanha prossegue durante toda a semana. I Penha 1 – Das 12h às 17h, o Conselho da Mulher realiza a 4ª edição da Tarde da Beleza. Clube Escola Tiquatira, avenida Governador Carvalho Pinto, S/N I Jabaquara – Às 17h, reunião do Comitê Técnico de Política Urbana da distrital. Avenida Santa Catarina, 641 I Pinheiros – Às 19h, Meeting
Acima, Sandro da Silva Oliveira, educador ambiental da Coopervivabem. A meta é que, em três meses, a cooperativa esteja recolhendo e vendendo 10 mil litros de óleo por mês.
Histórico - Desde a sua fundação, em 2004, a Coopervivabem recebe óleo que é usado em residências e estabelecimentos comerciais da região de Pinheiros. "Sempre foi uma atividade informal, sem
verbas ou comprometimento com projetos. As donas de casa traziam o material em garrafas pet e em pequenas quantidades", explica o educador ambiental da cooperativa, Sandro da Silva Oliveira.
Empresarial – Aumente as suas vendas no Dia dos Namorados, em parceria com Sebrae. Rua Simão Álvares, 517
Vicente Carneiro Filho, superintendente regional da Caixa. Rua Jovita, 309 Confirmações: 2973-3708, 2979-4504 ou dnorte@acsp.com.br.
Amanhã I Santo Amaro – Às 8h30,
E-Commerce Meeting 2012: Ciclo de palestras de Comércio Eletrônico para Micro, Pequena e Média Empresa. Avenida Mário Lopes Leão, 406. I Penha – Às 18h30, reunião da Coordenação Leste. Às 18h, 3ª reunião para a organização do Evento da Maçonaria. Avenida Gabriela Mistral, 199. I Pinheiros – Às 19h30, reunião do Conselho Comunitário de Segurança. Rua Simão Álvares, 517. I Norte – Às 19h45, palestra Redução de juros e oportunidades para os empreendedores, com José
Quarta I Mooca – Às 19h30, 16ª
reunião ordinária da Diretoria Executiva e Conselho Diretor, em conjunto com o Conselho da Mulher Distrital Mooca, e palestra Redes Sociais: Oportunidades e Riscos para o seu Negócio, com Rubens S. Meyer. Rua Madre de Deus, 222
Quinta I Pinheiros – Às 15h,
encerramento da Campanha do Agasalho pelo Conselho da Mulher. Simão Álvares, 517.
Sexta I Penha – Às 9h30 e às
14h30, curso de Coral Infanto Juvenil. Avenida Gabriela Mistral, 199.
José dos Santos Januário (acima), cooperado, aprova a coleta. À esquerda, separação do lixo.
Há aproximadamente quatro anos, a Coopervivabem desenvolveu um projeto na área de reciclagem de óleo pós-consumo e conseguiu um financiamento de aproximadamente R$ 90 mil do Danielle Pessanha
r e g i ã o d e P i n h e iros, na zona oeste, está iniciando uma campanha de conscientização para que o óleo de cozinha, usado em residências e estabelecimentos comerciais, não seja descartado na pia, evitando o entupimento da tubulação e o aumento da poluição nos córregos e rios. A iniciativa é da Associação Brasileira para Sensibilização, Coleta e Reciclagem de Resíduos de Óleo Comestível (Ecóleo). O material coletado na região será reciclado e os recursos beneficiarão em torno de 70 trabalhadores da Cooperativa Viva Bem (Coopervivabem), também instalada em Pinheiros e que trabalha com vários tipos de material reciclável. De acordo com a idealizadora e diretora da Ecóleo, Célia Marcondes, existe uma necessidade de disciplinar e incentivar a coleta de óleo em todo o País, já que um litro do produto, por exemplo, pode contaminar 25 mil litros de água. Para facilitar esse processo, foram criados os Ecopontos, que hoje em dia estão distribuídos por todo o território nacional. Em São Paulo, a campanha de coleta de óleo em parceria com a Coopervivabem foi lançada recentemente e Pinheiros é o primeiro bairro atendido pela iniciativa. "D ia gn os ti cam o s , i n i c i a lNossa mente, um potencial de instaideia é lação de 50 realizar Ecopontos em parcerias Pinheiros. Dez com já estão em funtodas as ci onam ento ", diz Célia. Um distritais. dos principais é CÉLIA o posto de coleM ARCONDES, ta da Distrital IDEALIZADORA Pinheiros da AsDA ECÓLEO. s o c i a ç ã o C omercial de São Paulo (ACSP). "É um ponto estratégico, já que congrega os empreendedores e tem grande influência na região. Nossa ideia, futuramente, é realizar parcerias com todas as distritais da ACSP para que funcionem como postos de coleta".
mente há dois meses, quando a parceria com a Ecóleo foi oficialmente firmada, o projeto finalmente decolou. Atualmente, a cooperativa recolhe semanalmente o óleo em dez pontos de coleta de Pinheiros. A meta, segundo Oliveira, é que dentro de três meses a Coopervivabem já esteja recolhendo e vendendo 10 mil litros de óleo por mês. Na prática, o material fica armazenado na cooperativa e, posteriormente, é vendido para uma usina de refinamento, onde é reciclado e transformado em outros produtos, como tinta, solvente, cola e biodiesel. Benefícios - O meio ambiente não é o único beneficiado com a coleta e reciclagem do óleo de cozinha usado. O material, na realidade, acaba beneficiando todos os cooperados, já que, cada litro do produto, em média, é vendido por um valor que varia entre R$ 0,70 e R$ 0,90. "Acredito muito no potencial do óleo para complementar a nossa renda. O material ainda rende pouco
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Com a quantia, foi adquirido um caminhão e bombas para coletar o produto, além de um contêiner para armazenamento. Mas, so-
para a gente, mas com certeza será muito importante no futuro", afirma José dos Santos Januário, cooperado há três anos na Coopervivabem. Na opinião do superintendente da Distrital Pinheiros da ACSP, Enrico Cirillo, a campanha é de fundamental importância para a região e para a cidade, já que, além de ajudar a preservar o meio ambiente, dá oportunidade para a complementação de renda de muitas pessoas. "Nosso posto de coleta na Distrital Pinheiros é um sucesso. Essa iniciativa tem de ser espalhada para toda a cidade", conclui o dirigente.
ROSAS E TROFÉU As 15 distritais da ACSP homenagearam 15 mulheres pela passagem do Dia das Mães. Receberam rosas e troféus Marco da Paz Anna Stoianov Giovanolli, Michiyo Ikesaki, Meire Davanço Bittar, Veridiana Pires Figueira de Andrade, Clarice Luzia Guerriero, Efigênia Janete Almeida, Maria José Martins Trombini, Iara Romagnoli, Rute Costa Sobrinha, Marta Bedendo, Maria Olinda Rego, Clemans Murad Kfouri, Izildinha Franco Farro e Aurinda Araujo Lima. Na foto, Dimitrie Josif Gheorghiu, superintendente da Distrital Lapa, Veridiana de Andrade e Rogério Amato, presidente da ACSP e da Facesp.
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facesp regionais
Dia dos Namorados agita o Interior Associações comerciais criam campanhas e concursos para atrair e fidelizar clientes. Expectativa é que as vendas cresçam até 8%, em comparação com o mesmo período do ano passado.
André de Almeida
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duas semanas do Dia dos Namorados e o comércio já se prepara para a data, considerada uma das mais importantes para o setor. No Interior do Estado, associações comerciais promovem campanhas com objetivo de aumentar as vendas e fidelizar os consumidores no comércio local. As expectativas são otimistas: é esperado um crescimento de até 8% nas vendas, em comparação a igual período do ano passado. E para conquistar consumidores vale de tudo, desde sorteio de prêmios até promoção de concursos que dará uma viagem de navio a quem der o presente mais inusitado. Para o diretor técnico do Instituto de Economia da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp), Antônio Vicente Golfeto, a data marcará no comércio a transição do momento econômico do País. "As vendas para o Dia das Mães ficaram um pouco abaixo do esperado. Agora, com o Dia dos Namorados, o setor deverá apresentar um crescimento nominal de 3% a 4%", aposta", diz. Além dos tradicionalmente para vendidos para esta data, como calçados, vestuários, celulares e jóias, Golfeto aposta que o setor mais beneficiado será o de serviços, principalmente restaurantes e motéis. Consolidação – Em Marília, a 443 quilômetros da Capital, a Associação Comercial e Industrial do município (Acim) espera que este Dia dos Namorados consolide ainda mais a cidade como polo regional, que atrai consumidores em um raio de até 80 quilômetros. Ao todo, são 1,2 milhão de potenciais consumidores na região. “O fato de o feriado de Corpus Christi ser em uma quintafeira incentivará as pessoas a viajarem para o interior", afirma o superintendente da Acim, José Augusto Gomes. Desta forma, segundo ele, muita gente deixará para comprar quando chegar ao seu destino. "Isto traz ainda mais otimismo", diz Na opinião de Gomes, a as vendas este ano devem crescer entre 5% e 7%, em comparação com 2011. As principais apostas são nos artigos de vestuário, eletrônicos, perfumes e jóias. Para atingir este objetivo, a Acim está distribuindo cartazes alusivos à data para os seus associados – mais de 1,6 mil. O material publicitário destaca, principalmente, o horário de funcionamento diferenciado para o comércio de rua na véspera do Dia dos Namorados, 11 de junho, quando as lojas permanecem abertas das 9h às 22h. Concurso - A Associação Co-
mercial e Industrial de Piracicaba (Acipi) desenvolveu uma campanha bem diferente para o Dia dos Namorados deste ano. A entidade irá premiar os casais que apresentarem os presentes mais criativos e inovadores. O concurso é aberto a namorados, noivos e casados de todas as faixas etárias. "Os presentes serão avaliados por uma comissão composta pelos realizadores da campanha. Serão, no total, cinco casais premiados", afirma o diretor de Promoções da Acipi, Giácomo Inforzato. Quem ficar em primeiro lugar será premiado com uma viagem de navio, com destino ainda a ser definido. Os que fo-
O setor mais beneficiado será o de serviços, principalmente restaurantes e motéis. ANTÔNIO VICENTE GOLFETO, DIRETOR TÉCNICO DO
INSTITUTO DE ECONOMIA DA ACIRP
Divulgação
Campanhas pretendem fidelizar clientes. À esquerda, rua comercial de Marília, onde a expectativa é de crescimento entre 5% e 7%. rem classificados do segundo ao quinta lugares receberão estadias em hotéis e resorts. Entre os dias 4 e 8 de junho, os interessados deverão apresentar o presente na sede da Acipi, onde será fotografado. Na ocasião, o participante também preencherá uma ficha de adesão e receberá o regulamento do concurso. Os presentes serão avaliados no dia 11 de junho e, no dia seguinte, os vencedores serão conhecidos. A entidade divulgará a lista dos ganhadores em sua sede e também por
meio da imprensa local. "A ideia da campanha surgiu com o motivo da inovação. Um presente deve ser criativo e representar um momento de descontração entre os casais", explica Inforzato. A expectativa da Acipi é de um crescimento entre 7% e 8% nas vendas para a data. Sorteio - Outra entidade que aposta na distribuição de prêmios como forma de incentivar o consumo para o Dia dos Namorados é a Associação Comercial e Industrial de São Carlos (Acisc). A entidade sor-
Em São Pedro, fórum regional de emprego.
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Comissão Regional de Emprego da Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho/Regional Piracicaba realiza amanhã, na Associação Comercial e Industrial de São Pedro (Acisp), o Fórum Regional do Emprego. Participarão proprietários e gestores de atrativos turísticos naturais e culturais, de negócios em hospedagem, em alimen-
tação, em Agenciamento Turístico Emissivo e/ou Receptivo, Comercio Varejista Diferenciado e artesãos. Ao final do encontro será elaborado um documento, a ser encaminhado a autoridades e parceiros envolvidos, com propostas de capacitação. O objetivo é pleitear um amplo Programa de Qualificação para o Turismo na região.
teará aos consumidores locais cinco vales-compra no valor de R$ 1 mil cada. Os cupons serão distribuídos gratuitamente aos empresários e comerciantes associados da entidade que, por sua vez, entregarão aos seus clientes na hora da compra. O sorteio acontecerá no dia 15 de junho, na sede da Acisc, e os cupons poderão ser trocados por produtos em qualquer estabelecimento filiado à entidade. De acordo com o presidente da Acisc, Alfredo Maffei Neto, a iniciativa visa incentivar a
adesão dos micro e pequenos empresários, que dificilmente teriam condições de arcar sozinhos com os custos de uma campanha desse porte. "Além disso, estimulamos o envolvimento de estabelecimentos de vários bairros da cidade, o
que, certamente, integra e unifica o comércio local", conclui. O dirigente acredita em um crescimento nas vendas da ordem de 8% em comparação ao ano passado, principalmente em função das baixas taxas de juros.
ACE nos bairros em Guarulhos
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Associação Comercial e Empresarial (ACE) de Guarulhos reinicia amanhã, das 8h às 17h30, na Distrital Cumbica, a ação ACE nos Bairros, uma iniciativa que pretende aproximar mais a entidade de seus associados, assim como apresentar seus principais serviços aos empreendedores da cidade. Os consultores comerciais da ACE atenderão os empreendedores interessados em
conhecer as principais soluções de negócios da entidade, tais como Registro de Marca, posto de arrecadação de documentos da Jucesp, Rede de Descontos, Certificado Digital, Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), entre outros. "Na ação ACE nos Bairros de 2011 obtivemos um bom resultado. O que pretendemos é aproximar nossa entidade dos empreendedores e
mostrar que possuímos soluções que ajudam no dia a dia dos negócios”, disse Jorge Taiar, presidente da ACE. A ação terá ainda a palestra Medicina Ocupacional – Lucro X Custos, que acontecerá das 8h às 10h, na New Company (avenida Santos Dumont, 418, Cumbica) com o diretor da Health Total, Geraldo Bizerra. Mais informações na Central de Relacionamento pelo telefone 2137-9333.
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Gustavo Soares
V ELH A ´ E A MENTE! Kleber Gutierrez
As imagens desta página são exemplos das colaborações já enviadas ao site da ItsNOON. Um grupo de empresas criativas está lançando uma campanha para que os brasileiros mudem a maneira como veem aqueles com mais de 60 anos. Todos podem participar e colaborar com a mudança do paradigma do envelhecimento.
Mariana esclarece que 600 bares e restaurantes, parceiros da Enox, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte, Brasília e Salvador receberão cartazes ilustrativos da campanha. O movimento tem ainda o suporte da Update or Die, uma comunidade frequentada e produzida por profissionais ligados a diversas áreas da criação. Essa cadeia criativa, na percepção de Petrucci, é destinada a olhar além de um produto financeiro, mas mirar na grande oportunidade de mudança comportamental que a campanha representa. Ele exemplifica que "os brasileiros com mais de 60 anos são o Pelé, o Mauricio de Sousa, o Caetano Veloso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pessoas incríveis e com histórias superinspiradoras".
O criativo esclarece que o atual símbolo usado foi "colocado pelo Metrô de São Paulo, mas sem um trabalho, a época, mais elaborado, ou estruturado, em sua criação". E que a própria Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que regula a presença desse tipo de sinalização no País, já se mostrou simpática à causa. Outra que pode ser sensibilizada com a campanha é a Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, cuja presidente do Conselho Nacional dos Direitos do Idoso, Karla Giacomin, mostrou ter, pessoalmente, gostado da iniciativa. De acordo com dados do Censo 2010 do IBGE, o Brasil tem 190.755.799 habitantes. Destes, 14.785.338 têm entre 55 e 64 anos. Outros 14.081.480 brasileiros têm mais de 65 anos.
Mari Candido
Para orquestrar tamanha mudança, Petrucci buscou apoio de parceiros como a ItsNOON (uma comunidade dedicada à economia criativa), Catarse, Enox e Update or Die para criar o movimento "A Nova Cara da Terceira Idade". Conforme Mariana Abbud, responsável pela comunicação e articulação da rede pela ItsNOON qualquer um que queira se arriscar a redesenhar o símbolo tem até o próximo dia 17 para enviar sua sugestão. Ela explica que as dez melhores criações (três escolhidas por voto popular e sete pela curadoria) serão premiadas com R$ 500. Os organizadores têm apoio da plataforma de financiamento colaborativo Catarse, com o objetivo de arrecadar R$ 8 mil, que serão utilizados para a premiação das ideias e na divulgação do movimento.
Anderson Zuzu Dias
Ana Paula Moraes
Uma campanha de revalorização do idoso vai mudar a imagem que se tem das pessoas com mais de 60 anos
Divulgação
Jaqueline Oliveira
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Brasil começa a acompanhar uma tendência registrada em países desenvolvidos, a do envelhecimento de sua população. Mas – diferentemente de outras culturas em que os mais vividos são valorizados por sua experiência – por aqui ainda pairam conceitos de que a vida se encerra logo após a aposentadoria. Tanto que a imagem usada pelos transportes públicos (e outros serviços em todo o País) para retratar a preferência que se deve dar a essa parcela da sociedade é a de um bonequinho arcado empunhando uma bengala. Nada mais distante da realidade dos brasileiros nesta faixa, diz Max Petrucci, presidente da Garage.IM, a agência de marketing interativo que lança ao País o desafio de rever a imagem que temos da velhice. Conforme ele, depois de passar uma vida quase inteira trabalhando pela nação e contribuindo para a Previdência Social, é justo que se tenha certos privilégios, "mas sem se sentir culpado ou inválido como quer supor o símbolo". Petrucci explica que a campanha surgiu após uma abordagem "antropológica e etnográfica" desse estrato social, que detectou s e u s " a nseios e revelou histórias inspiradoras". Ele esclarece que, no momento, não há organizações que visem lucro atreladas à causa, mas não descarta a importância de as empresas compreenderem essa motivação e criarem desdobramentos com suas marcas para divulgá-la. "Apesar de sermos uma agência de marketing, queremos compreender as pessoas e não apenas atingir consumidores", define. Para ele, colaborar com a formação de um novo paradigma sobre a velhice é uma conquista social que beneficia a todos, dos dois lados do balcão, pois melhora o espectro da vida brasileira.
Dez criações serão escolhidas pelo júri e pela população no site da campanha. Elas receberão prêmios de R$ 500. E serão divulgadas nas principais capitais.
Vicente Conti
S AIBA M AIS
Terapeuta alerta que perda cognitiva começa aos 45
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psicoterapeuta Jacqueline Antony esclarece que as perdas cognitivas começam muito antes da vontade de jogar bocha ou fazer crochê. Segundo a profissional, por volta dos 40, 45 anos o indivíduo começa a apresentar queda no desempenho cerebral. Mais ou menos ao mesmo tempo em que já não enxerga uma placa à distância. Portanto, ela adverte: é preciso prevenção para envelhecer bem. E quanto ao fato de as pessoas com mais de 60 anos serem vistas como próximas
do fim, ela garante que é puro resquício de um inconsciente coletivo que ainda registra imagens ultrapassadas. Jacqueline diz que recebe em consultório pacientes por volta dos 40 anos temerosos a respeito do processo de envelhecimento e garante que o tipo de ansiedade apresentada é o mesmo das crianças quando entram na puberdade rumo à juventude. "O receio de envelhecer pode resultar em um processo de somatização que leve ao aparecimento de patologias. São emoções que requerem equi-
líbrio. A autoaceitação versus desafios, sonhos e temor de fracassos." Contudo, ela acredita que o aumento da renda da população associada a uma mudança de comportamento na maneira como as diferentes gerações interagem vão fazer com que os brasileiros envelheçam cada vez mais e bem. "Hoje, vemos pessoas com mais de 60 anos que vão à academia, estão malhadas. E o avô não é mais aquela figura de respeito, distante. Ele joga videogame com o neto. Esses novas
Talento Express
"A Nova Cara da 3ª Idade" tem perfis na rede: Facebook (http://facebook.com/Nova3idade) Twitter (http://twitter.com/nova3idade) Youtube (http://youtube.com/user/nova3idade) Pinterest (http://pinterest.com/nova3idade) Psicoterapeuta: www.jacquelineantony.com.br
tec nologias podem ajudar a manter atividade cognitiva. Não podemos esquecer que o cérebro é um 'músculo' que precisa ser exercitado como o bíceps." A psicóloga orienta que o cidadão invista na ampliação da qualidade de vida. E evite ao máximo a solidão: "Ela é a entrada para processos depressivos e nada envelhece mais do que isso. É por esse motivo que as atividades nessa fase da vida são feitas em grupos".
DIÁRIO DO COMÉRCIO
14 -.LOGO
sábado, domingo e segunda-feira, 26, 27 e 28 de maio de 2012
MONDRIAN PC
Para a hora da leitura
O designer Jeffrey Stephenson criou este lindo gabinete para computadores inspirado na famosa série de composições geométricas do pintor holandês Piet Mondrian. Batizado de Mondrian PC, a torre é feita em madeira e placas de acrílico coloridas cortadas à mão. A obra de Mondrian já serviu de inspiração para muitos designers e artistas e foi também usada por Yves Saint Laurent na criação de um vestido.
O escultor Jim Rosenau transformou volumes da editora Funk & Wagnalls e alguns lápis em uma "cadeira". A peça, é claro, é apenas decorativa, e entrou para o acervo da Biblioteca Leyburn, da Universidade Washington & Lee. http://bit.ly/LJ9ivS
www.slipper yskip.com/page34.html
Cookies pintados
O sonho de Jobs Steve Jobs queria criar o iCar. O designer Franco Grassi o imaginou como a imagem ao lado.
A artista Anniina inspirou-se nas luminárias medievais para pintar seus cookies.
http://bit.ly/M13YAC
http://bit.ly/JdhdfF
Logo Logo
FOTO
www.dcomercio.com.br
Exposição 'Fotógrafos Contemporâneos' reúne obras de 40 artistas. Shopping Granja Vianna. Rodovia Raposo Tavares, km 23,5. Grátis.
C ANNES C RIATIVIDADE
M ÍDIA
Ouro para 'Amour'
O
filme Amour, de Michael Haneke (A Fita Branca), foi o vencedor da Palma de Ouro, principal prêmio da 65ª edição do Festival de Cannes. O drama, sobre a relação entre dois idosos quando um deles está à beira da morte, foi aplaudido com moderação na sessão de imprensa, mas já havia saído da sala com ares
de que não deixaria a Croisette sem um troféu. Principalmente por causa das interpretações de Jean-Louis Trintignant e Emmanuelle Riva. 81 anos – "Foi uma oportunidade maravilhosa, mas não farei novamente", disse o francês de 81 anos, vencedor da Palma por Z (1969), largando o cinema de novo. Os ganhadores foram anun-
ciados em cerimônia realizada no Grande Teatro Lumière do Palácio de Festivais de Cannes na tarde de ontem. O júri optou por dividir os prêmios e apenas Beyond the Hills, de Cristian Mungiu, acabou levando duas Palmas, de roteiro e o de atriz. On the Road, do brasileiro Walter Salles, também concorria a melhor filme. (Folhapress)
Virada da Comunicação Os escritores Gay Talese, Robert Darnton são alguns dos palestrantes de diferentes congressos na área da comunicação, em São Paulo, nesta semana. A "Virada da Comunicação" compreende os Congressos Mega Brasil de Comunicação, Brasileiro da Indústria da Comunicação e Cult de Jornalismo Cultural. Saiba mais nos sites dos eventos.
Nilton Cardin/AE
www.vcongresso.com.br www.megabrasil.com.br www.espacorevistacult.com.br
M ODA
Trabalhado na tachinha
Raio X fashion O fotógrafo Nick Veasey se propôs a ir além do que considera a superficialidade da moda e expôs várias roupas e acessórios a uma máquina de raio X. O resultado são imagens lindas, tão almejadas pelo mundo da moda.
A luxuosa marca Christian Louboutin se rendeu às tachinhas em sua coleção masculina de calçados. Quem quiser um, deve entrar na fila.
www.nickveasey.com
R IO
http://bit.ly/L0Hqyu
Ide Gomes/Folhapress
A RTE
Verão 2012
As ilustrações da cartilha são do cartunista Jean Galvão
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Modelo apresenta criação da Triya durante o Fashion Rio. A grife investiu em 22 estampas gráficas e abstratas, desenvolvidas a partir do estudo de tecnologia mais arte, luz e cor, que chamou de artsy.
DIVINO - Cerca de 30 mil visitantes passaram por São Luiz do Paraitinga (SP) nos dez dias da Festa do Divino, que terminou ontem. O evento é um dos mais esperados da região – ao lado do Carnaval de Marchinhas.
Ecologia em pauta O futuro que queremos é uma cartilha educativa elaborada pela Rede Brasileira de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (Rede Clima) e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que aborda os conceitos de economia verde, desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza. Assim, ficará mais fácil acompanhar as discussões que serão o foco da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (RIO+20), entre 13 e 22 de junho. Faça o download da cartilha, em pdf, no link abaixo. http://bit.ly/KKT5Fc
A TÉ LOGO
Acesse www.dcomercio.com.br para ler a íntegra das notícias abaixo:
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Carla Cepollina vai a júri em agosto pela morte do coronel Ubiratan
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Praça da República, no centro, vai ganhar 1° museu gay da América Latina.
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PM usa gás de pimenta na entrada do show do Franz Ferdinand em SP
Um jeito diferente de pintar com lápis Kyle Bean usa os lápis de um jeito bem diferente para criar retratos. Ele escolhe a cor, aponta e usa as lascas de madeira, coloridas para transformar fotos em ilustrações. http://bit.ly/KQJ4t
e CAIXA 1 conomia
O seu consultor financeiro
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sábado, domingo e segunda-feira, 26, 27 e 28 de maio de 2012
Os IMÓVEIS também merecem proteção do SEGURO S
Expansão do mercado imobiliário no País tem impulsionado a modalidade residencial. E as coberturas custam menos do que se imagina.
KARINA LIGNELLI
Zilberman
e há alguns anos proteger o patrimônio conquistado a duras penas era luxo para poucos, hoje é cada vez maior a adesão dos consumidores à modalidade de seguro residencial. Influenciado por fatores positivos, como o aquecimento do mercado imobiliário e a ascensão da classe C, e por negativos, como o aumento dos registros de assaltos a residências (foram 475 em São Paulo entre 1º de janeiro e 10 de março deste ano, ou um roubo a cada três horas e meia, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública), é fato que esse mercado está em um momento de plena expansão. Dados da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg) apontam que a penetração da modalidade de proteção residencial no País já chegou a 12% do mercado de seguros. Apesar de o número ser considerado ainda baixo pelos grandes players do setor, todos são unânimes, porém, em apostar em seu potencial de expansão. De acordo com a Fenseg, a receita total de seguros residenciais no País fechou 2011 em R$ 1,44 bilhão – ou 15% a mais que em igual período de 2010. De janeiro a março de 2012, já ultrapassou os R$ 377,1 milhões, uma alta de 13,6% ante os três primeiros meses do ano anterior. Segundo o diretor de seguro residencial da Itaú Seguros, Ney Dias, se antes ter um seguro do tipo exigia muito "sacrifício", hoje os consumidores associam a proteção do imóvel conquistado ao pleno emprego. "O seguro dá mais conforto para se tomar decisões de longo prazo, além de oferecer suporte no momento em que mais se precisa", afirma o executivo. O gerente de riscos diversos da Caixa Seguros, Federico Salazar, tem a mesma opinião. Para ele, a procura pelo produto, que hoje ocorre muito mais pela ascensão da classe C, mostra que, se o brasileiro passou a se preocupar mais com esse seguro, "é porque há um patrimônio que vale a pena proteger". Mas embora a baixa participação do seguro residencial ainda seja "preocupante socialmente", ressalta Dias, da Itaú Seguros, as perspectivas são muito positivas. Ele se refere à atual superioridade do seguro de automóveis: 35% da frota de automóveis hoje passível de cobertura, mas
quase 90% das residências não estão protegidas.
Mercado em expansão Em conjunto com a Porto Seguro, a Itaú Seguros viu o número de contratações mensais saltar de R$ 66 milhões em fevereiro de 2007, para R$ 139 milhões em 2011, quando ficou em primeiro lugar em participação de mercado (28%). A seguradora prevê crescer 17% ainda neste ano. "Atualmente, temos 1,4 milhão de segurados só residenciais", informa Dias. Já a Bradesco Auto/RE, que tem cerca de 1,9 milhão de re-
sidências seguradas, aposta na ampla oferta de produtos e na atenção ao seguro residencial para crescer mais que os 26% registrados no primeiro trimestre de 2012, ante os 12% do mercado. "Estamos sensibilizando os proprietários a garantir o principal patrimônio de sua família", disse o presidente da companhia, Ricardo Saad. Para Salazar, da Caixa Seguros (que cresceu 20% em 2011 e prevê crescer até 25% este ano), a demanda reprimida de hoje será facilmente revertida, porque as seguradoras têm investido em outros serviços além do sinistro, como o de atendimento emer-
gencial de encanadores e eletricistas, por exemplo. "Essa difusão do seguro ajuda as pessoas a gastarem menos, ao deixarem de pagar por serviços emergenciais. E vai crescer mais, porque a demanda existe", aposta. "A tendência é de uma oferta de cada vez mais serviços", completou Dias, da Itaú Seguros.
Seguros para todos Para quem pretende aderir ao seguro residencial, há produtos acessíveis a todos os bolsos. Como exemplos, há o Bradesco Bilhete Residencial, pago em parcela única de
R$ 51,60, ou o Seguro Tranquilo Fácil Residencial, com parcelas anuais a partir de R$ 69,90, na Caixa Seguros. Na Itaú Seguros, há apenas uma modalidade desse tipo de produto, e a avaliação relativa a preços e coberturas é feita caso a caso, nas agências. De acordo com a Fenseg, o seguro residencial pode custar ainda menos do que se pensa: para um apartamento de R$ 100 mil em São Paulo ou no Rio de Janeiro custa, em média, R$ 200 por ano. Ou seja, o preço varia entre 0,1% e 0,3% do valor segurado. É importante frisar que os valores mudam de acordo com uma série de variáveis – os interessados podem fazer simulações nas seguradoras conforme as suas necessidades. Em geral, as coberturas tradicionais, que têm prazo médio para pagamento da indenização de sete a dez dias, segundo a Fenseg, envolvem proteção contra roubo, incêndio ou explosão, entre outros. Levantamento da Itaú Seguros mostra que, do total de indenizações pagas em 2011, 40,2% foram por roubo, outras 17,7% por danos elétricos, 15,2% por vendaval e granizo, 10,7% por raio/explosão/incêndio e 8,1% por desmoronamento. Os valores dos prêmios são influenciados por localização do imóvel, coberturas contratadas, tipo de construção e uso do imóvel (residência ou veraneio), além da importância segurada, informa a Fenseg. O investimento em outros serviços além do sinistro, atrelados ao seguro residencial, como o Premium Pet, no Bradesco (que inclui remoção emergencial, entre outras facilidades), ou o seguro ambiental (que oferece ajuda para o descarte inteligente de móveis ou eletroeletrônicos), também é uma forma de atrair cada vez mais segurados. Mas uma das grandes vedetes são os seguros que incluem assistência emergencial dia e noite, com atendimento de encanadores, eletricistas, chaveiros e até técnicos para conserto de eletrodomésticos, entre outros. Só na Itaú Seguros, o serviço gera, em média, 20 mil atendimentos por mês, e paga 30 mil indenizações por ano. "É uma evolução do produto original, que cresceu muito nos últimos quatro anos. Isso mostra o quanto esse mercado é favorável. O cliente procura cada vez mais solução imediata", diz o diretor Ney Dias.
CONTRATAÇÃO EXIGE CUIDADOS Apesar de oferecer proteções diversas para o dono do imóvel dormir tranquilo, contratar um seguro residencial também exige cuidados. De acordo com a Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg), assim como os demais seguros, antes de mais nada é preciso ler atentamente o contrato, além de avaliar as
principais coberturas e indenizações. É essencial também comparar preços e serviços e contratar o seguro apenas com um corretor e uma seguradora habilitados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Ficar atento ao que pode aumentar o valor desse seguro e, assim, evitar gastos desnecessários é
outra dica importante, diz Federico Salazar, da Caixa Seguros. Segundo ele, proteger o patrimônio só por medo de ser roubado, ou estimar valores muitos altos para proteger bens, não vale a pena. Sem contar que itens como joias, valores em dinheiro, obras de arte ou armas, por exemplo, não são passíveis de cobertura.
"O ladrão não vai chegar de caminhão e levar tudo, apenas o que é fácil carregar. O ideal é segurar aquilo que é possível ser roubado, como eletroeletrônicos, objetos de pequeno porte ou carros, por exemplo. Ou seja: não adianta fazer seguro para o que não se consegue receber depois", orienta.
O diretor de seguro residencial da Itaú Seguros, Ney Dias, é da mesma opinião. Segundo ele, é "exagero" fazer seguro para cobertura de roubo entre R$ 70 mil e R$ 80 mil, por exemplo. Mas é preciso ficar atento principalmente em condomínios. O executivo explica que, nesse caso, o correto é contratar o seguro
residencial individualmente, que deve ser calculado o mais próximo possível da fração que o imóvel representa no valor do terreno. "A pessoa acha que, por estar em um condomínio, está segurada, mas na verdade o que está segurado é o terreno. E, em caso de sinistro, quem recebe é o condomínio."
16 -.ECONOMIA
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AGENDA 30
Quarta-feira
Divulgação do IGP-M do mês de maio. Pesquisa da Fundação Getulio Vargas.
30
Quarta-feira
IBGE divulga o Índice de Preços ao Produtor (IPP) referente a abril.
1º
Sexta-feira
Sai o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre de 2012
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semana que passou é uma daquelas que os investidores do mercado acionário brasileiro gostariam de esquecer. Com influências negativas vindas de todos os lados – piora da situação da zona do euro, escalada das cotações do dólar e más notícias da inflação no Brasil –, o Ibovespa não conseguiu sequer esboçar uma reação consistente nos últimos pregões. Embora a bolsa tenha começado a semana com alta de 3,81% e terminado o período quase estável (recuo de 0,09%), o saldo continua ruim – principalmente consideran-
Semana PARA ESQUECER na bolsa do o tombo de 8,3% da semana encerrada no último dia 18, que ainda pesa muito nas carteiras dos investidores. Na sexta-feira, o Ibovespa (índice que serve de referência para o mercado), fechou com ganhos de 0,74%, em 54.463 pontos. A perda de 0,09% na semana elevou para 11,9% e 4,04% as quedas no mês e no ano, respectiva-
mente. O giro financeiro somou R$ 5,6 bilhões. O alto volume financeiro registrado ao longo da semana, aliás, foi um dos indicadores do mau momento da bolsa – o giro superou a média recente. Quando o volume sobe com o Ibovespa em baixa, fica claro que o mercado passa por um momento preocupante. Essa relação evidencia, por exem-
plo, a forte saída de investidores estrangeiros do mercado de ações nacional. E, de fato, o cenário não é nada positivo para a bolsa de valores no Brasil. O recente repique inflacionário captado por indicadores de preços como o IGP-M, da Fundação Getulio Vargas, e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE), podem reduzir as chances de continuidade dos cortes expressivos da taxa básica de juros (Selic) – e isso seria uma péssima notícia para empresas e para a negociação de seus papéis na bolsa. Por isso, os investidores devem acompanhar com atenção a reunião de maio do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), que acontece entre amanhã e quarta-feira. A expectativa dos economistas é de queda de 0,5 ponto percentual a 0,75 ponto da taxa Selic, que sairia dos atuais 9% ao ano. (DC/Agências)
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17 Foi o melhor ano do nosso comércio bilateral. Alcançamos US$ 1 bilhão. Ivan Jancárek, embaixador da República Checa no Brasil
conomia
Impostômetro bate os R$ 600 bilhões Em 2011, o mesmo valor foi atingido três dias depois. O avanço rápido da arrecadação aumenta a cada ano e em 2012 deve fechar em R$ 1,6 trilhão. Fotos: Werther Santana/AE
Renato Carbonari Ibelli
O
Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) ultrapassou o valor de R$ 600 bilhões na madrugada de hoje, por volta de meia-noite e meia. O valor é resultado da arrecadação de tributos federais, estaduais e municipais, recolhidos do início do ano até agora. Em 2011, o mesmo montante só foi atingido três dias após a data deste ano. Por isso, o que se observa é que a rapidez da arrecadação só aumenta ano após ano (ver quadro ao lado com a arrecadação total desde 2005). O Impostômetro é um painel eletrônico que simula, em t e m p o real, a arreEmbora reduzir cadação impostos setoriais d a s d i f erentes esseja uma decisão feras de positiva, ainda que governo. paliativa, é preciso Ele está também reduzir os instalado gastos públicos. na fachada do prédio ROGÉRIO AMATO da ACSP, na rua Boa Vista, nº 51, no centro da capital paulista, desde 2005. A ferramenta é fruto de uma parceria entre a ACSP e o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) para conscientizar os brasileiros sobre o quanto pagam de tributos todos os dias. A perspectiva do IBPT é que ao final do ano a arrecadação atinja R$ 1,6 trilhão, o que corresponderia a R$ 100 bilhões a mais do que o valor registrado no ano passado (R$ 1,5 trilhão). Rogério Amato, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais
do Estado de São Paulo (Facesp), diz que "o aumento da arrecadação drena o dinheiro de empresas e contribuintes, que poderia ir para o consumo das famílias e a melhoria do processo produtivo do Brasil". Para Amato, o governo poderia reduzir a carga de impostos sobre os contribuintes se diminuísse os gastos públicos. “Embora reduzir impostos setoriais seja uma decisão positiva, ainda que paliativa, é preciso pensar também em reduzir os gastos públicos para que sobre dinheiro para investir na infraestrutura, reduzindo o custo Brasil", afirma. "Sem isso, jamais seremos competitivos internacionalmente na guerra comercial que se trava hoje no mundo globalizado”, diz o presidente da ACSP. Na internet – O avanço da arrecadação também pode ser acompanhada pelo site do Impostômetro (www.impostometro.com.br) . O endereço eletrônico traz ainda informações de comparação entre os valores arrecadados no mesmo período do ano anterior, com valores ajustados ao índice de crescimento médio de cada tributo – impostos, taxas e contribuições, juros, multas
– e gera a estimativa apresentada pelo Impostômetro. O cidadão também pode ter uma posição mais ativa e crítica com relação a elevada carga tributária brasileira. Ao entrar no hotsite www.horadeagir.com.br o contribuinte pode tornar pública sua opinião a respeito do tema. Ele pode ainda pressionar os deputados federais – com o envio de mensagens por meio de um link – para eles colocarem em votação e aprovarem o projeto de lei 1.472/2007, que determina que o valor dos impostos seja discriminado nas notas fiscais. Sem imposto – Como o valor dos impostos está embutido nos preços, fica difícil ter uma real percepção da carga tributária no dia a dia. Por isso, a Confederação Nacional de Jovens Empresário (Conaje) escolheu o Dia Nacional de Respeito ao Contribuinte e da Liberdade de Impostos, comemorado na última sexta-feira, dia 25, para uma série de ações de conscientização da população. Cerca de 200 restaurantes em diversas partes do País venderam refeições sem a parcela de imposto destinada ao governo.
DIA DA LIBERDADE DE IMPOSTOS – A data foi comemorada na última sexta-feira, dia 25. O posto Ipiranga da avenida Sumaré, esquina com a rua Franco da Rocha, vendeu 5 mil litros de gasolina a R$ 1,267 o litro, ou seja, com 53% de desconto . O valor normal do litro acrescido de impostos é R$ 2,699. Chico Ferreira/LUZ
República Checa busca parcerias Rejane Tamoto
E
m meio a um programa de austeridade, a República Checa pretende zerar seu déficit público em 2016, após uma série de cortes que estão sendo feitos pelo atual governo. Para o embaixador checo no Brasil, Ivan Jancárek, o crescimento de 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2011 foi bom, e para este ano a expectativa é de uma estagnação positiva, no patamar de 0,3%. "As reformas de agora poderiam ter sido feitas há dez anos, em um ambiente mais tranquilo. A
perspectiva para o próximo ano é positiva", afirmou. Mirando esse horizonte, Jancárek disse que as parcerias entre empresas checas e brasileiras podem voltar a ser estimuladas. Tanto que ele fez um convite à Associação Comercial de São Paulo (ACSP) para que organize uma missão empresarial ao país, durante reunião com o vice-presidente da ACSP, Luiz Roberto Gonçalves, da qual também participou o cônsul-geral da República Checa, Pavel Procházka. "Temos muitos projetos a desenvolver e parcerias comerciais para estimular entre os
países. Para nós, a República Checa é o coração da Europa", afirmou Gonçalves, vice-presidente da ACSP. Jancárek disse que essas relações comerciais são promissoras e devem melhorar tão logo sua região consiga se recuperar da crise. Em outras palavras, o desafio da República Checa é diminuir seu nível de endividamento, que hoje é de 41% do PIB. Comércio bilateral – O embaixador, que completa quatro anos no cargo em julho, fez um balanço positivo das relações comerciais entre Brasil e República Checa, que foram intensificadas com o apoio da
ACSP. Em 2009, o presidente da República Checa, Vlácav Klaus, e uma comitiva de empresários foram recebidos pela ACSP. Como era um ano de crise econômica internacional, os efeitos dessa aproximação só puderam ser vistos em 2011, segundo Jancárek. "Foi o melhor ano do nosso comércio bilateral. Alcançamos US$ 1 bilhão em trocas comerciais, com vantagem checa. Também soubemos de parcerias criadas para pleitear o comércio entre os países", afirmou. Parcerias – Ele citou como exemplo a Aero Vodochody, que se uniu à Embraer para o
Ivan Jancárek, Roberto Gonçalves e Pavel Procházka: união. desenvolvimento de um jato caça 390, o que levou oportunidades a outros fornecedores da República Checa. "Outro exemplo é a Companhia Brasileira de Cartuchos, que comprou uma fábrica lá e
agora tem parcerias que envolvem o setor militar. Fizemos um bom trabalho para abrir o mercado brasileiro para os checos e o mercado checo para os produtos brasileiros", disse Jancárek.
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Desde a fundação da escola, já passaram pelos cursos 700 executivos brasileiros.
conomia Fotos divulgação
A
escola espanhola de negócios IESE Business School, líder no ranking mundial de educação executiva divulgado pelo jornal Financial Times, atua no Brasil por meio de parceria com o Instituto Superior de Empresa (ISE), do Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS), instituição com 40 anos de mercado. A parceria com os espanhóis é de 1997 e só no período 2011/2012 atendeu, no Brasil, cerca de 500 alunos, afirma o diretor de educação executiva da IESE Business School em Barcelona, César Beltrán. Segundo ele, desde a criação da escola, em 1958, já passaram pelos seus cursos 700 executivos do Brasil. O IESE tem sede ainda em Madri, escritórios em Munique, São Paulo e Nova York e trabalho replicado em 17 instituições conveniadas. Beltrán concedeu a seguinte entrevista ao Diário do Comércio. Diário do Comércio – Quais os cursos nos programas abertos e nos customizados? O que, basicamente, os diferencia? César Beltrán – Além do full-time MBA para graduados, a IESE Business School oferece programas abertos para diretores. No Brasil, disponibilizamos, desde 2000, o Advanced Management Program (AMP) e o Program for Management Development (PMD), ambos ministrados em São Paulo, com módulos distribuídos em seis me-
tado ao mercado brasileiro. Estamos felizes porque o programa será internacional, já que 37% dos profissionais selecionados são de outras nacionalidades. Há alunos que mesmo trabalhando em outros países da América do Sul, como Chile e Peru, participarão do programa vindo ao Brasil a cada duas semanas. É um grande esforço!
Instalações modernas: sede da IESE Business School em Barcelona, na Espanha.
A melhor escola do mundo para executivos A IESE Business School está no topo de ranking do Financial Times. Escola tem parceria no País. Fátima Lourenço
ses, e semanas intensivas nos campi do IESE em cidades como Barcelona ou Nova York. DC – Quantos executivos já fizeram esses cursos? Beltrán – Ao longo dos anos, passaram pelos programas mais de 500 altos executivos do Brasil, de empresas de todos os tamanhos e setores. Além deles, a IESE oferece
programas customizados, ideais para as necessidades de cada empresa. Há uma demanda crescente de educação para executivos de companhias brasileiras e outras multinacionais com operações no País. Os últimos custom programs do IESE Business School no Brasil incluem programas para empresas como Bradesco, Embratel, Banco Santander, IBM, Siemens, Mapfre e outras. Todo o desenvolvimento é possível graças à nossa próxima colaboração com a ISE Business School, de São Paulo. Com eles, desenvolvemos todos os nossos programas, aproveitando de sua vasta experiência, excelente corpo docente e campus.
DC – O que um executivo busca em uma escola de negócios? Beltrán – Os executivos procuram adquirir novos conhecimentos empresariais, somar diferentes pontos de vista e desenvolver capacidades e atitudes imprescindíveis para liderar uma organização. Atualmente, os gestores precisam potencializar capacidades menos técnicas e que os ajudem a se comunicar me-
tras pessoas do mesmo nível, debatendo sobre os dilemas empresariais de cada caso e compartilhando valores como o esforço ou a importância das pessoas, faz com que recuperem as esperanças em seus trabalhos. DC – Há metas específicas da escola para 2012? Beltrán – Em 2012, junto de nosso parceiro local, o ISE Bu-
DC – Como funciona a relação com as escolas conveniadas? É um sistema semelhante ao franchising ou licenciamento? Beltrán – A IESE Business School não possui franquias, somente acordos de colaboração com escolas no mundo todo. A atuação acontece de diversas maneiras, seja cedendo professores para programas conjuntos, formação de seu corpo docente, entre outras ações. A IESE é o centro de uma rede de escolas de gestão associadas ao redor do mundo. As parcerias tiveram início em 1967. Para cada caso, a IESE trabalha com acadêmicos e empresários locais, visando impulsionar o nascimento e a consolidação de novos locais de ensino, muitas vezes em colaboração com outras, como a Harvard Business School, nos Estados Unidos. DC – O que o ISE de São Paulo oferece como conveniado IESE? A matriz supervisiona diretamente o padrão? B e lt r á n – Efetivamente no Brasil, a IESE Business School ajudou no desenvolvimento da ISE Business School desde seu nascimento, em 1997. Nossa colaboração passou a ser ainda maior a partir de 2000. Temos uma relação de parceria bastante estreita, um corpo docente compartilhado que ajudamos a formar, transferência de tecnologia e elaboração de programas.
DC – No último ano, qual foi a procura das empresas? Beltrán – Durante o período acadêmico de 2011/2012, cerca de 400 alunos passaram por nossos programas no Brasil e no custom programs foram registrados mais de 30 programas para empresas. DC – O perfil dos executivos passou por grandes mudanças nos últimos anos? Beltrán – Não houve alteração no perfil, o que mudou foram as inquietações das pessoas. Agora, mais do que nunca, os executivos perceberam que o mais necessário para eles é possuir visão de integração e em longo prazo, para encarar o futuro, que todo projeto possui duas faces: a da sua empresa e a de suas vidas profissionais. DC –Como a escola se mantém atualizada? Beltrán – A equipe de professores do IESE Business School não se dedica somente à docência. Os docentes possuem contato permanente com o mundo empresarial, estão em conselhos administrativos de companhias, trabalham em projetos de consultoria e também pelo contato realizado por meio de nossos quase 40 mil antigos alunos no mundo todo (700 deles no Brasil) e que ocupam cargos de direção em todos os tipos de companhia.
DC – Algum reflexo da crise econômica mundial na busca pelos cursos do IESE? Beltrán – Não houve baixa nas atividades da IESE Business School. Como em todos os setores de uma empresa, esses momentos de crise são também oportunidades de reflexão sobre onde queremos ir, em se tratando de desenvolvimento das pessoas. Tempos de crise ressaltam ainda mais a importância da formação do profissional.
Há uma demanda crescente de educação para executivos de companhias brasileiras. CÉSAR BELTRÁN, DIRETOR DE EDUCAÇÃO EXECUTIVA DA IESE BUSINESS SCHOOL EM BARCELONA
lhor, ver além do curto prazo, definir novas estratégias, conduzir projetos, motivar e cobrar essas capacidades em suas equipes e saber ouvir. Para crescer nesses âmbitos, deve-se, primeiramente, conhecer-se melhor. Estar com ou-
siness School, iniciamos o Executive MBA Brasil (EMBA Brasil), um programa de 19 meses em sistema part time (a cada 2 semanas), similar ao que o IESE realiza há 25 anos em Madri e Barcelona com grande sucesso, porém adap-
DC – Como a IESE avalia a concorrência no Brasil? B e l tr á n – Vemos de forma muito positiva. Há grandes escolas de negócios no Brasil, com as quais temos muito a aprender. A IESE Business School está no País para ser uma escola brasileira e pretendemos compartilhar esse conhecimento com o restante do mundo. DC – O perfil do executivo brasileiro que busca os cursos é semelhante ao de alunos de outros países? Há algo a destacar neste aspecto? Beltr án – Encontramos no Brasil o mesmo perfil em nossos campi de Barcelona, Madri, Nova York ou Munique. Consideramos o País bastante cosmopolita, já que São Paulo é agora um destino muito atraente para executivos do mundo todo.
sábado, domingo e segunda-feira, 26, 27 e 28 de maio de 2012
e
A
vinte dias das cruciais eleições legislativas que decidirão a permanência da Grécia no euro, declarações da diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, geraram furiosa reação no país europeu. No sábado, em entrevista ao jornal britânico "The Guardian", Lagarde afirmou ter mais simpatia pelas crianças africanas do que pelos gregos, a quem acusou de ficarem "o tempo todo tentando fugir de pagar impostos". O líder do partido socialista grego, Evangelos Venizelos, afirmou ontem que "ninguém pode humilhar o povo grego durante a crise". "E me dirijo em particular à senhora Lagarde, que insultou os gregos." Já o líder do partido de extrema esquerda Syriza, Alexis Tsipras, afirmou que os trabalhadores gregos pagam seus impostos, "que são insuportáveis". Tsipras, cujo partido rejeita medidas de austeridade acertadas com a União Europeia como condição para a permanência do país na moeda única, aproveitou para criticar os rivais. A entrevista resultou ainda em mais de 8,5 mil comentários na página de Lagarde no Facebook, a maioria de pessoas enfurecidas. Uma delas disse: "Caso não saiba, há uma crise humanitária na Grécia." A economia grega encolheu 20% desde o início da crise, há dois anos. "Eu não me importo com o que você diz agora, depois de tantas críticas. Você sabe o dano que causou ao povo grego?", perguntou outro internauta. Pressionada pelas críticas, Lagarde escreveu em sua página que tem "muito simpatia pelo povo grego e os desafios que eles estão enfrentando. É por isso que o FMI está apoiando a Grécia em sua empreitada para superar a atual crise". Na França, a porta-voz do governo Najat Vallaud-Belkacem afirmou que foram "simplistas e estereotípicos". Ainda não é possível calcular o efeito que a polêmica terá sobre o voto dos gregos. Um receio é que as declarações reforcem o sentimento dos que defendem a saída do país da moeda única. (Folhapress)
Irlanda vota apoio a pacto fiscal
O
primeiro-ministro da Irlanda, Enda Kenny, usou um discurso em rede nacional de televisão ontem para pedir aos eleitores que aprovem o pacto fiscal da União Europeia (UE) por larga maioria no referendo que acontecerá na quinta-feira (31), ou se arrisquem a mergulhar o país em uma crise parecida à da Grécia. As últimas pesquisas de opinião indicam que os eleitores irlandeses permanecem furiosos e frustrados com cinco anos de austeridade. O desemprego subiu para 14,3% e está nesse patamar desde 2008, quando o governo da Irlanda assumiu dívidas enormes dos bancos para salvar o sistema bancário do colapso. Mas as pesquisas indicam que o novo tratado tende a ser aprovado pelo eleitorado, que teme que sem o apoio do resto da zona do euro a Irlanda possa enfrentar um turbilhão político e econômico. No discurso, Kenny repetiu o tema martelado durante o último mês: a aprovação do pacto fiscal da UE ajudará a "modesta" recuperação irlandesa da crise da dívida. ( AE)
ECONOMIA/LEGAIS - 19
INSTITUTO DAS APÓSTOLAS DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
conomia
Lagarde irrita os gregos
DIÁRIO DO COMÉRCIO CNPJ/MF nº 61.015.087/0001-65 – Entidade Individual
Ativo Notas Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa 4 Anuidades e valores a receber 5 Aplicações financeiras 6 Estoques de bens de consumo 7 Adiant. trabalhistas/fornecedores 8 Outros valores a receber Despesas antecipadas Ativo não Circulante Realizável a Longo Prazo Créditos e valores a receber 5 Depósitos judiciais Investimentos Imobilizado 9 Intangível 9 Total do Ativo *Reapresentado
Balanços Patrimoniais Encerrados em 31 de dezembro de 2011 e 2010 – Em R$ 2011 2010* 01/01/2010* Passivo Notas 42.548.214,71 40.882.287,74 39.741.396,37 Passivo Circulante 9.499.727,63 9.690.197,49 3.643.622,43 Fornecedores 5.641.926,38 5.633.327,41 10.211.344,52 Empréstimos/financiamentos 24.855.120,62 23.845.649,18 22.498.534,66 Salários e encargos sociais 255.217,78 227.784,08 243.938,67 Obrigações tributárias 1.958.092,32 834.485,91 1.358.272,32 Parcelas antecipadas 10 21.459,00 399.794,33 1.550.476,57 Adiant. para venda de imobilizado 316.670,98 251.049,34 235.207,20 Bolsas a distribuir 498.591.707,91 121.407.697,92 121.682.200,06 Subvenções e convênios a aplicar 16 25.950.279,29 26.938.480,45 26.337.878,10 Outros valores a pagar 24.585.304,89 25.782.581,81 25.547.094,59 Passivo não Circulante 1.364.974,40 1.155.898,64 790.783,51 Empréstimos/financiamentos 11 – – 167,02 Provisão para contingências 12 472.481.015,50 94.283.579,86 95.143.004,22 Outros valores a pagar 160.413,12 185.637,61 201.150,72 Patrimônio Social 13 541.139.922,62 162.289.985,66 161.423.596,43 Total do Passivo + Patrim. Social *Reapresentado As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis
2011 12.296.072,24 2.001.804,27 – 4.810.196,50 647.789,65 3.421.453,08 – 363.473,64 254.387,08 796.968,02 8.366.144,45 3.000.000,00 5.264.072,95 102.071,50 520.477.705,93 541.139.922,62
2010* 16.353.263,62 1.546.301,30 889.575,76 5.171.019,71 747.534,14 2.980.626,72 3.126.353,93 205.916,04 495.896,00 1.190.040,02 8.172.536,74 3.000.000,00 5.172.536,74 – 137.764.185,30 162.289.985,66
01/01/2010* 13.403.135,24 1.220.230,64 1.007.699,83 4.673.174,51 607.218,18 2.513.165,37 1.892.853,93 84.221,40 116.035,34 1.288.536,04 9.319.053,74 3.750.310,71 5.568.621,68 121,35 138.701.407,45 161.423.596,43
Notas Explicativas as Demonstrações Contábeis de 31 de Dezembro de 2011 (Valores expressos em R$) 1. Contexto Operacional – O Instituto das Apostolas do Sagrado Coração de Jesus é uma pessoa amortização pelo método linear; j) Passivos circulantes e não circulantes: apresentados pelos valores jurídica de direito privado de fins educacionais, assistenciais, culturais, filantrópicos e beneficente, que conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações tem duração por prazo indeterminado, com sede na Rua Coronel Melo de Oliveira, 221 na cidade de monetárias incorridos até a data do balanço; k) Provisões: constituídas em montante considerado São Paulo, estado de São Paulo. Declarado como de Utilidade Pública Federal, conforme processo MJ nº suficiente para cobrir eventuais perdas com contingências fiscais, trabalhistas e cíveis reconhecidas 55.915 de 12/04/1965, Estadual, conforme processo nº 6434 de 27/10/1961, portador do Certificado de com base na opinião dos assessores jurídicos e nas melhores estimativas da Administração sobre o Entidade Beneficente de Assistência Social renovado através do processo nº 71010.004437/2006-45, possível resultado na data do balanço; l) Imunidade: o Instituto é imune do imposto sobre a renda da tendo por finalidade prestar a assistência social à infância, adolescência e aos idosos carentes, promover pessoa jurídica, da COFINS e da contribuição social sobre o lucro; m) Isenções: o Instituto é isento a educação e o ensino, desenvolver a promoção social da coletividade e estimular a disseminação da da contribuição empresarial devida ao INSS sobre a folha de pagamento e sobre serviços tomados de cultura nessa mesma coletividade. O pedido de renovação do triênio 2010 a 2012 foi encaminhado autônomos. As respectivas contribuições dos valores que seriam devidos são registradas em contas ao CNAS conforme processo 71000.104223/2009-30 protocolado dia 02.12.2009. 2. Apresentação específicas de despesa, tendo como contrapartida o reconhecimento de um passivo. Depois de atendidos das Demonstrações Contábeis – As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com a Lei os requisitos da lei 12.101/2009 o reconhecimento da isenção usufruída é registrado baixando-se o das Sociedades por Ações n° 6.404/76, considerando suas alterações e Resolução nº 1.185/09 (NBC passivo em contra partida ao grupo de receita com isenção usufruída; n) Gratuidades: as gratuidades T 19.27), que trata da Apresentação das Demonstrações Contábeis, e ao conjunto completo relativo relativas a assistência educacional, assistência social e a projetos assistenciais, educacionais e culaos Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos turais foram registradas em contas específicas de despesas e centro de custo, sendo controladas de Contábeis (CPC) adaptado a outras Normas emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) forma genérica no grupo de compensação; o) Subvenções e convênios: os recursos recebidos foram aplicáveis às Entidades sem Fins Lucrativos, em especial a Resolução nº 877 de 2000 que aprovou reconhecidos no passivo, sendo registrado como receita em função do cumprimento das obrigações a NBC T 10.19, alterada pelas Resoluções nº 926 e 966, que estabelece critérios e procedimentos por parte da entidade ao longo do exercício, em confronto com as correspondentes despesas incorridas específicos de avaliação, de registros dos componentes e variações patrimoniais e de estruturação nos projetos, atendendo às disposições do CPC 07 – Subvenções e Assistências Governamentais. Tais das demonstrações contábeis, e as informações mínimas a serem divulgadas em nota explicativa gastos foram registrados em contas específicas de despesas e centro de custo, segregando desta das entidades sem finalidade de lucros. Na elaboração das Demonstrações Contábeis, é necessário forma a assistência social praticada com recursos próprios e de terceiros. 2011 2010 utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As Demonstrações 4. Caixa e equivalentes de caixa 331.007,84 307.942,61 Contábeis incluem, portanto, estimativas referentes à provisões necessárias para passivos contingentes, Caixa 1.162.579,34 1.702.299,64 determinação de provisão para créditos de liquidação duvidosa, e outras similares. Os resultados reais Banco conta movimento 8.006.140,45 7.679.955,24 podem apresentar variações em relação às estimativas.As Demonstrações Contábeis são apresentadas Aplicações financeiras 9.499.727,63 9.690.197,49 em Real, que é a moeda funcional da Entidade, e foram autorizadas para emissão em 25.05.2012. Total – Caixa e equivalentes 2011 2010 3. Principais práticas contábeis – a) Apuração do resultado: as receitas, inclusive as doações, 5. Anuidades e valores a rec./Créditos e valores a receber 14.901.327,29 13.409.093,09 subvenções, bem como as despesas, foram registradas pelo regime de competência, e reconhecida Anuidades a receber 20.094.260,24 20.553.380,52 no resultado em função de sua realização; b) Caixa e equivalentes de caixa: caixa e equivalentes de Títulos a receber 8.423,00 351.787,37 caixa incluem caixa, contas bancárias e aplicações financeiras de liquidez imediata que apresentam Contas a receber 579.695,39 851.476,15 risco insignificante de mudança de valor, normalmente com vencimento em prazo menor que 90 dias Outras contas a receber (29.941.779,54) (29.532.409,72) (curto prazo), ou quando maior, seja destinada a atender compromissos de caixa de curto prazo; c) Prov. p/créditos de liquidação duvidosa 5.641.926,38 5.633.327,41 Instrumentos financeiros: Os instrumentos financeiros somente são reconhecidos a partir da data Total líquido – Circulante 20.146.148,44 19.798.552,28 em que a Entidade se torna parte das disposições contratuais dos instrumentos financeiros. Quando Acordos mensalidade 3.045.499,95 6.366.815,34 reconhecidos, são inicialmente registrados ao seu valor justo acrescido dos custos de transação que Bolsas BRE 1.525.569,92 – sejam diretamente atribuíveis à sua aquisição ou emissão, exceto no caso de ativos e passivos finan- Cessão de crédito a receber 495.303,87 236.860,41 ceiros classificados na categoria ao valor justo por meio do resultado, onde tais custos são diretamente Crédito educativo (649.621,28) (654.607,39) lançados no resultado do exercício. Sua mensuração subseqüente ocorre a cada data de balanço de Prov. p/créditos de liquidação duvidosa 22.403,99 34.961,17 acordo com as regras estabelecidas para cada tipo de classificação de ativos e passivos financeiros; d) Outras contas a receber 24.585.304,89 25.782.581,81 Aplicações financeiras: foram registradas ao custo acrescido dos rendimentos correspondentes, por Total líquido – Não Circulante meio do resultado, auferidos até a data do Balanço, que não superam o valor de mercado, de acordo 6. Aplicações financeiras – São representadas por valores investidos em poupança e títulos privados com taxas pactuadas com as instituições financeiras; e) Anuidades, títulos e direitos a receber: foram (fundos de investimento e certificados de depósito bancário) com rentabilidade média equivalente a registradas pelo valor contratado reduzidos das gratuidades e descontos concedidos. A provisão para 100% do “CDI”, resgatáveis em até 360 dias. 2011 2010 créditos de liquidação duvidosa foi constituída em metade dos valores das mensalidades de 2011 não 7. Estoques de bens de consumo 28.790,06 18.730,95 recebidas e o total dos valores não recebidos de anos anteriores. Seu montante é considerado suficiente Mercadorias – Lanchonete/Cantina 226.427,72 209.053,13 para absorver eventuais perdas na realização do ativo; f) Estoques: avaliados pelo custo médio de Almoxarifado 225.217,78 227.784,08 aquisição, sendo inferior ao valor de mercado; g) Demais ativos circulantes e não circulantes: os Total – Estoques de bens de consumo 2011 2010 demais ativos circulantes e não circulantes são apresentados pelo custo de aquisição, incluindo, quando 8. Adiantamentos trabalhistas/fornecedores 77.327,34 83.551,04 aplicáveis, os rendimentos auferidos e, quando necessário, reduzidos mediante provisão aos seus valores Adiantamento de salários 425.111,61 296.309,74 prováveis de realização; h) Imobilizado: avaliado pelo custo de aquisição, acrescido de avaliações Adiantamento de férias 1.950,00 1.450,00 espontâneas efetuadas até 1999, deduzido da depreciação acumulada, calculada pelo método linear. O Adiantamento de viagens Instituto avaliou os ativos imobilizados (terrenos, imóveis e edificações) a valor justo de mercado (para Adiantamentos diversos 1.483,29 163.031,73 atribuição de custo), os efeitos do custo atribuído que aumentaram o ativo imobilizado tiveram como Adiantamento a fornecedores 1.452.220,08 290.143,40 contra partida o patrimônio social; i) Intangível: avaliado pelo custo de aquisição, sendo efetuada a Total – Adiantamentos 1.958.092,32 834.485,91
Demonstração do Superávit ou Déficit dos exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e 2010 – Em R$ Operações em continuidade Notas 2011 2010* Receita de Serviços 111.481.842,25 103.353.508,45 Receitas escolares/acadêmicas 14 91.578.069,32 82.652.103,74 Receitas escolares/acadêmicas - Gratuidades 14 26.365.719,68 23.250.871,95 (-) Bolsas de estudos concedidas 14 (26.365.719,68) (23.250.871,95) (-) Outras deduções 14 (8.553.081,47) (6.022.289,25) Receitas de anuidades escolares 14 83.024.987,85 76.629.814,49 Outras receitas escolares 15 4.380.602,30 4.292.783,08 Receitas com subvenções 17 2.465.842,56 2.158.579,44 Receitas patrimoniais (aluguéis) 1.170.088,83 926.962,91 Receitas mercantis (cantinas) 602.545,68 474.272,42 Receitas com doações e promoções 16 4.378.413,00 4.992.721,53 Receita com isenção usufruída 18 12.956.052,05 11.768.639,49 Outras receitas 19 2.503.309,98 2.109.735,09 (-) Custo dos serviços prestados (48.231.006,60) (44.188.764,18) Resultado Bruto 63.250.835,65 59.164.744,27 (-) Despesas (61.793.810,37) (61.842.063,32) Despesas administrativas (19.285.255,62) (16.529.262,21) Despesas com pessoal (26.551.570,55) (19.716.639,88) Despesas de manutenção (8.344.663,90) (6.971.253,48) Despesas tributárias e contribuições (331.410,18) (700.598,58) Despesas prov. p/ contingências (524.512,51) (302.141,55) Despesas com depreciação/amortização (3.900.209,65) (4.059.306,61) Despesas prov. p/ cred. liquidação duvidosa (831.815,30) (6.588.125,40) Despesas assistenciais 20 (339.171,19) (471.682,61) Projetos assistenciais 20 (1.023.957,17) (6.388.018,88) Outras despesas (661.244,30) (115.034,12) Resultado antes das Rec./Desp. Financ. 1.457.025,28 (2.677.319,05) Receitas financeiras 4.965.432,58 3.799.524,75 Despesas financeiras (1.610.347,49) (2.059.427,85) Superávit/(Déficit) do Exercício 4.812.110,37 (937.222,15) (*) Reapresentado As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis Demonstração das Mutações do Patrimônio Social dos exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e 2010 - Em R$ Patrimônio Ajuste de Aval. Super./(Défic.) Descrição Social Patrimonial Acumulado Total Saldo em 31/12/2009 162.462.797,18 – (596.805,45) 161.865.991,73 Adeq. de política contábil – – (23.164.584,28) (23.164.584,28) Inc. dos aj. ao patr. social (23.164.584,28) – 23.164.584,28 – Saldo em 01/01/ 2010 139.298.212,90 – (596.805,45) 138.701.407,45 Inc. ao patrimônio social (596.805,45) – 596.805,45 – Déficit do exercício – – (937.222,15) (937.222,15) Saldo em 31/12/ 2010 138.701.407,45 – (937.222,15) 137.764.185,30 Inc. ao patrimônio social (937.222,15) – 937.222,15 – Aj. de aval. patrimonial – 377.901.410,26 – 377.901.410,26 Superávit do exercício – – 4.812.110,37 4.812.110,37 Saldo em 31/12/ 2011 137.764.185,30 377.901.410,26 4.812.110,37 520.477.705,93 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixa dos exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e 2010 - em R$ Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais 2011 2010 Superávit (Déficit) do exercício 4.812.110,37 (937.222,15) Depreciação e amortização 3.900.209,65 4.059.306,61 Resultado na venda de imobilizado – 102.388,54 Baixa de investimentos por perda – 167,02 Variações nos ativos e passivos Redução (aumento) de Anuidades e valores a receber 1.567.013,28 5.493.212,13 Redução (aumento) de aplicações financeiras (1.009.471,44) (1.347.114,52) Redução (aumento) de estoques (27.433,70) 16.154,59 Redução (aumento) de adiantamentos trab./fornec. (1.123.606,41) 523.786,41 Redução (aumento) de despesas antecipadas (65.621,64) (15.842,14) Redução (aumento) de depósitos judiciais (209.075,76) (365.115,13) Aumento (redução) de fornecedores 455.502,97 326.070,66 Aumento (redução) de salários e encargos sociais 102.962,35 497.845,20 Aumento (redução) de obrigações tributárias (99.744,49) 140.315,96 Aumento (redução) de parcelas antecipadas (2.685.527,57) 467.461,35 Aumento (redução) de adto. por venda de imobilizado – 1.233.500,00 Aumento (redução) de bolsas a distribuir 157.557,60 121.694,64 Aumento (redução) de subvenções a aplicar e convênios (241.508,92) 379.860,66 Aumento (redução) de outros valores a pagar (574.685,30) (98.617,37) Aumento (redução) de provisão para contingências (221.183,53) (396.084,94) Caixa líquido gerado (aplic.) nas atividades operacionais 4.737.497,46 10.201.767,52 Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos Venda de imobilizado 3.575.463,06 369.556,48 Aquisição de imobilizado e intangível (7.746.473,60) (3.656.314,16) Caixa líquido gerado (aplic.) nas atividades de investimentos (4.171.010,54) (3.286.757,68) Fluxo de Caixa das Atividades Financiamentos Aumento (redução) de emprestimos/financiamentos (756.956,78) (868.434,78) Caixa líquido gerado (aplic.) nas atividades de financiamentos (756.956,78) (868.434,78) Aumento (diminuição) das disponibilidades (190.469,86) 6.046.575,06 Caixa e equivalente de caixa no início do período 9.690.197,49 3.643.622,43 Caixa e equivalente de caixa no final do período 9.499.727,63 9.690.197,49 Variação do Saldo de Caixa e Equivalente a Caixa (190.469,86) 6.046.575,06 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis
9. Imobilizado e intangível Taxa 2010 Adição Baixa Transferência Aj. Aval. 2011 Imobilizado 94.283.579,86 3.875.450,80 (3.575.463,06) (3.962,36) 377.901.410,26 472.481.015,50 Imóveis, Edif. e Terrenos 4% 85.318.762,26 2.976.107,10 (3.336.053,93) 4.865.182,71 377.901.410,26 467.725.408,40 Veículos 20% 4.937.813,77 217.632,90 (384.657,20) – – 4.770.789,47 Móveis, utensílios e instalações 10% 7.602.361,04 2.332.369,63 (16.917,60) – – 9.917.813,07 Máquinas e equipamentos 10% 16.915.789,24 831.349,49 (2.700,00) – – 17.744.438,73 Computadores e periféricos 20% 7.003.669,09 967.532,55 (8.817,64) – – 7.962.384,00 Biblioteca – 1.827.231,96 295.034,39 – – – 2.122.266,35 Material didático e áudio visual 10% 1.259.284,90 30.466,50 – – – 1.289.751,40 Instrumentos musicais 10% 195.317,03 14.913,59 (2.500,00) – – 207.730,62 Animais – 22.828,23 – – – – 22.828,23 Benfeitorias em imóveis de terceiros – 426.209,90 – – – – 426.209,90 Equipamentos de estação TV e rádio 10% 80.886,91 – – – – 80.886,91 Direito de uso de software 20% 3.962,36 – – (3.962,36) – – 2011 Adiantamento para imobilização – 389.381,00 15.914,49 – (403.762,00) – 1.533,49 Construção em processo – 4.414.597,42 46.823,29 – (4.461.420,71) – – Receitas e Despesas Mantenedora Educação Social (-) Depreciação acumulada (36.114.515,25) (3.852.693,13) 176.183,31 – – (39.791.025,07) Receita de Serviços 4.561.185,99 104.927.995,13 1.992.661,13 Intangível 185.637,61 (29.186,85) – 3.962,36 – 160.413,12 Receitas escolares/acadêmicas – 91.578.069,32 – Cessão de uso de software 20% 278.064,48 15.610,17 – 3.962,36 – 297.637,01 Receitas escolares/acadêmicas - Gratuidades – 26.365.719,68 – Marcas e patentes – 16.595,44 2.719,50 – – – 19.314,94 (-) Bolsas de estudos concedidas – (26.365.719,68) – (-) Amortização acumulada (109.022,31) (47.516,52) – – – (156.538,83) (-) Outras deduções – (8.553.081,47) – – 83.024.987,85 – O Instituto adotou o conjunto completo das Normas Brasileiras de Contabilidade, com destaque para a (-) Menos: 2011 2010 Receitas de anuidades escolares – 4.380.602,30 – NBC TG 27. Pela adesão inicial e plena ao conjunto completo, optou-se pela atribuição de custo (valor Bolsa filantrópica Lei 12.101 – 100% (10.407.748,62 (5.005.464,56) Outras receitas escolares – 743.700,33 1.722.142,23 justo de mercado) na avaliação de seus ativos imobilizados (terrenos, imóveis e edificações).A avaliação Bolsa filantrópica Lei 12.101 – 50% (6.734.305,16) (4.804.617,41) Receitas com subvenções 102.509,49 1.067.579,34 – foi realizada por empresa especializada, na data base de 31/12/2011, onde a vida útil estimada para as Bolsa filantrópica – 25% (458.817,04) – Receitas Patrimoniais – 602.545,68 – edificações gira em média de 50 anos. Os efeitos do custo atribuído que aumentaram o ativo imobilizado Assistência educacional – Funcional (3.899.286,93) (3.804.595,91) Receitas Mercantis Receitas com doações e promoções 3.331.442,71 969.543,26 77.427,03 tiveram como contra partida o patrimônio social. 10. Parcelas antecipadas – Representam parcelas Assistência educacional – Outras (4.865.561,93) (9.636.194,07) 674.105,80 12.098.196,07 183.750,18 da anuidade efetivamente recebidas por ocasião do registro das matrículas dos alunos efetuadas até a Devoluções e cancelamentos (274.213,45) (128.427,30) Receita com isenção usufruída 453.127,99 2.040.840,30 9.341,69 data do balanço, relativas ao exercício seguinte. 11. Empréstimos/financiamentos – Mútuo recebido Descontos e abatimentos (8.278.868,02) (5.893.861,95) Outras receitas de entidade congênere sem incidência de encargos e vencimento. 12. Provisão para contingências – Total da receita de anuidades escolares 83.024.987,85 76.629.814,49 (-) Custo dos serviços prestados – (48.124.931,03) (106.075,57) Refere-se principalmente a contingência fiscal constituída com base em 80% das contribuições devidas 15. Outras receitas escolares Resultado Bruto 4.561.185,99 56.803.064,10 1.886.585,56 ao PIS (até maio/2003) e 100% das contribuições devidas ao PIS (após maio/2003), não recolhidas por 2011 2010 (-) Despesas (9.617.182,07) (49.678.983,03) (2.497.645,27) estarem sendo compensadas, tendo em vista a ação ordinária de inconstitucionalidade movida pela Taxas materiais escolares 2.145.143,90 2.151.606,22 Despesas administrativas (4.722.306,56) (13.707.475,72) (855.473,34) entidade, relativa ao PIS recolhido no período de janeiro/92 a fevereiro/96, que conforme avaliação Cursos livres e diversos 1.107.300,39 945.421,37 Despesas com pessoal (3.219.063,85) (21.823.048,85) (1.509.457,85) efetuada por nossos advogados é considerada suficiente para suportar as demandas. 13. Patrimônio Outras taxas 1.128.158,01 1.195.755,49 Despesas de manutenção (1.100.127,04) (7.126.324,86) (118.212,00) social – 13.a) Patrimônio social: Formado por resultados apurados em exercícios anteriores, desde Total 4.380.602,30 4.292.783,08 Despesas tributárias e contribuições (70.381,21) (256.396,80) (4.632,17) sua fundação em 23.08.1935. 13.b) Ajuste de avaliação patrimonial: Conforme avaliação realizada 16. Receitas com doações e promoções Despesas prov. p/ contingências – (524.512,51) – por peritos, o ajuste de avaliação patrimonial, conforme laudo é composto pela avaliação de terrenos, 2011 2010 Despesas com depreciação/amortização (49,36) (3.885.381,86) (14.778,43) imóveis e edificações a valor justo, sendo realizado contra superávit/ (déficit) acumulado. Doações recebidas de pessoas físicas 3.356.128,93 3.338.404,11 Despesas prov. p/ cred. liquidação duvidosa – (831.815,30) – 14. Receita de anuidades escolares 2011 2010 Doações recebidas de pessoas jurídicas 76.821,41 641.618,46 Despesas assistenciais (16.266,37) (201.489,91) (121.414,91) Receitas escolares/acadêmicas da Lei 9.870 91.578.069,32 82.652.103,74 Sub-total 3.432.950,34 3.980.022,57 Projetos assistenciais e unidades (200.673,70) (823.283,47) – Receitas escolares/acadêmicas – Gratuidade 26.365.719,68 23.250.871,95 Promoções 945.462,66 1.012.698,96 Outras despesas (288.313,98) (499.253,75) 126.323,43 Total – Doações e promoções 4.378.413,00 4.992.721.53 Resultado antes das Rec./Desp. Financ. (5.055.996,08) 7.124.081,07 (611.059,71) 17. Subvenções, bolsa escola família e convênios – Subvenções recebidas das esferas governamentais e convênios (Lei Rouanet) com destinação a casas assistenciais, ou para aplicação em projetos Receitas financeiras 1.723.424,41 3.235.071,36 6.936,81 específicos, conforme demonstramos: Despesas financeiras (25.989,92) (1.567.416,32) (16.941,25) Subvenção e Convênios Concedente 2011 2010 Superávit/(Déficit) do Exercício (3.358.561,59) 8.791.736,11 (621.064,15) Instituto das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus Fundo Munic. Assist.Social – Gov.Fed 129.969,01 122.467,96 2010 Creche e Escola Madre Clélia – Bauru Fundo Munic. Assist.Social – Gov.Fed – – Ativo Mantenedora Educação Social Creche e Escola Santo Antônio – Caçapava Fundo Munic. Assist.Social – Gov.Fed. – 4.323,20 Ativo Circulante 15.541.431,32 24.944.629,33 396.227,09 Centro Assist.Sagrado Coração de Jesus – Brasília Fundo Munic. Assist.Social – Gov.Fed – – Caixa e equivalentes de caixa 315.884,78 9.114.383,61 259.929,10 Universidade Sagrado Coração – Bauru LEI ROUNET 8.313/91 271.884,71 398.135,55 181.502,37 4.247.961,52 600,00 Total federal 401.853,72 524.926,71 Anuidades e valores a receber Aplicações financeiras 14.112.614,05 9.720.458,30 12.576,83 Instituto das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus Secretaria Est.Assist.e Desenv.Social 52.023,33 79.800,02 – 227.784,08 – Educandário Madre Clélia – Adamantina Fundo Munic. Assist.Social – Gov.Est. 62.400,00 57.600,00 Estoques de bens de consumo 202.181,58 591.366,99 40.937,34 Centro Assist.Sagrado Coração de Jesus – Brasília Secretaria de Estado de Ação Social 454.544,64 447.984,00 Adiantamentos trabalhistas/fornecedores Outros valores a receber 728.627,68 869.666,60 4.763,57 Assistência Social Madre Clélia – Águas da Prata Secretaria Est.de Assistência Social 11.639,00 37.841,60 620,86 173.008,23 77.420,25 Missão Coração Divino Jesus – Benevides Programa de Assist. às Escolas do Gov. – – Despesas antecipadas 10.424.707,90 105.026.944,78 5.956.045,24 Universidade Sagrado Coração de Jesus Sec.Esp. Lazer, Tur.Est. S.P – SELT – 200.000,00 Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo 680.430,30 26.258.001,01 49,14 Total estadual 580.606,97 823.225,62 12.500,00 25.770.081,81 – Instituto das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus Secretaria Municipal Bem Estar Social 876.713,12 967.051,98 Créditos e valores a receber Depósitos judiciais 667.930,30 487.919,20 49,14 Creche e Escola Madre Clélia – Bauru Secretaria Municipal Bem Estar Social 188.687,10 170.680,73 9.655.627,40 78.671.293,25 5.955.996,10 Creche Lar Santo Antonio – Caçapava Secretaria Municipal de Educação 133.952,00 71.038,00 Imobilizado 88.650,20 97.650,52 – Assistência Social Madre Clélia – Águas da Prata Prefeitura Municipal de Àguas da Prata 11.680,00 5.600,00 Intangível 25.966.139,22 129.971.574,11 6.352.272,33 Educandário Madre Clélia – Adamantina Pref. Munic. Adamantina (s/ convênio) 11.849,00 – Total do Ativo 2010 Missão Coração Divino Jesus – Benevides Secret. Municipal de Assist. Social 20.000,00 10.000,00 Mantenedora Educação Social Total municipal 1.242.881,22 1.224.370,71 Passivo 3.777.900,73 11.983.329,17 592.033,72 Total geral recebido 2.225.341,91 2.572.523,04 Passivo Circulante 227.307,05 1.234.113,68 84.880,57 (+) Saldo anterior a aplicar 495.896,00 116.035,34 Fornecedores – 822.781,57 66.794,19 (-) Valor devolvido (1.008,27) (34.082,94) Empréstimos/financiamentos 238.119,80 4.678.539,67 254.360,24 (-) Saldo a aplicar (passivo) (254.387,08) (495.896,00) Salários e encargos sociais Total geral aplicado (receita) 2.465.842,56 2.158.579,44 Obrigações tributárias 60.579,27 679.960,09 6.994,78 Parcelas antecipadas – 2.980.626,72 – 18. Receita com isenção usufruída – Registra a isenção usufruída correspondente a provisão da Conciliação do resultado – 2010 Adiantamento p/Venda de Imobilizado 3.126.353,93 – – quota patronal sobre a folha de pagamento e a contribuição empresarial para o INSS sobre serviços Superávit/(Déficit) do exercício 2010 segundo política anterior 3.122.084,46 – 205.916,04 – prestados por autônomos, durante o exercício, cujo montante foi reconhecido como Receita conforme Reconhecimento de depreciação e amortização do exercício (4.059.306,61) Bolsas a distribuir – 358.993,16 136.902,84 orientação do CPC 07 – Subvenções e Assistências Governamentais. 19. Outras receitas – Refere-se Superávit/(Déficit) do exercício 2010 readequado (937.222,15) Subvenções a aplicar e convênios basicamente a reversão de provisões e recuperação de despesas. 20. a) Base de cálculo da filantropia: Para fins de apresentação das presentes demonstrações, parte do ajuste foi incorporado ao saldo Outros valores a pagar 125.540,68 1.022.398,24 42.101,10 Assistência educacional, social e projetos – 2010: Em atendimento aos seus objetivos estatutários Passivo Não Circulante 6.788.336,60 1.384.200,14 – inicial do patrimônio social em 01.01.2010 e parte foi apresentado na demonstração do superávit ou e em aderência aos preceitos estabelecidos pela Lei nº 12.101/2009, em 2010 o Instituto, no uso da Empréstimos/financiamentos 3.000.000,00 – – faculdade prevista no artigo 31 do Decreto nº 7.237/2010 que regulamentou a lei, aplicou uma parcela déficit de 2010, em conformidade com o normativo citado. Provisão para contingências 3.788.336,60 1.233.134,32 – substancial dos seus recursos em projetos de assistência social e outras ações de caráter filantrópico, 22. Informações por segmento – Em atendimento ao artigo 33 da Lei nº 12.101/2009 e artigo 11 Outros valores a pagar – 151.065,82 – do Decreto nº 7.237/ 2010, o Instituto mantém escrituração contábil segregada por área de atuação, Patrimônio Social conforme resumido no quadro a seguir: 15.399.901,89 116.604.044,80 5.760.238,61 Descrição 2010 conforme demonstramos: Total do Passivo + Patrimônio Social 25.966.139,22 129.971.574,11 6.352.272,33 Base de cálculo: 2011 2010 Receitas escolares/acadêmicas (-) cancelamentos e devoluções 76.629.814,49 Ativo Mantenedora Educação Social Receitas e Despesas Mantenedora Educacional Social Outras receitas escolares 4.292.783,08 Ativo Circulante 16.682.086,79 25.788.093,03 78.034,89 Receita De Serviços 3.961.470,36 97.067.114,41 2.324.923,68 Receitas com doações e promoções 4.992.721,53 Caixa e equivalentes de caixa – 82.652.103,74 – 128.926,10 9.333.072,51 37.729,02 Receitas escolares/acadêmicas Receitas financeiras 3.799.524,75 – 23.250.871,95 – 57.503,59 5.583.822,79 600,00 Receitas escolares/acadêmicas - Gratuidades Receitas diversas 3.497.707,07 Anuidades e valores a receber (-) Bolsas de estudos concedidas – (23.250.871,95) – 15.841.563,70 9.013.096,10 460,82 Total 93.212.550,92 Aplicações financeiras – (6.022.289,25) – – 255.217,78 – (-) Outras deduções Aplicação mínima exigida – 20% 18.642.510,18 Estoques de bens de consumo – 76.629.814,49 – Adiantamentos trabalhistas/fornecedores 651.120,45 1.274.754,10 32.217,77 Receitas de anuidades escolares Gratuidades realizadas: Outras receitas escolares – 4.292.783,08 – Assistência educacional (bolsas de estudos) 19.446.276,04 Outros valores a receber 2.254,27 17.308,03 1.896,70 35.000,00 485.473,09 1.638.106,35 Despesas assistenciais 471.682,61 Despesas antecipadas 718,68 310.821,72 5.130,58 Receitas com subvenções Receitas com doações e promoções 3.289.295,94 1.530.673,00 172.752,59 Despesas com projetos assistenciais 1.138.265,03 Ativo não Circulante 461.506.732,97 36.864.744,22 220.230,72 Receita com isenção usufruída 462.290,52 10.877.069,87 429.279,10 Casas assistenciais (creches, educandário, recanto, outros) 3.384.706,49 Realizável a Longo Prazo 2.362.139,98 23.588.090,17 49,14 Receitas patrimoniais, mercantis e outras 174.883,90 3.251.300,88 84.785,64 Total 24.440.930,17 Créditos e valores a receber 1.535.669,92 23.049.634,97 – (-) Custo dos serviços prestados (8,38) (44.179.705,63) (9.050,17) Percentual realizado 26,22% 826.470,06 538.455,20 49,14 Resultado Bruto 3.961.461,98 52.887.408,78 2.315.873,51 Isenção do INSS usufruída 11.768.639,49 Depósitos judiciais 459.086.732,00 13.174.101,92 220.181,58 (-) Despesas (9.022.021,73) (47.271.860,08) (5.548.181,51) Assistência aplicada a maior em relação a isenção usufruída 12.672.290,68 Imobilizado 57.860,99 102.552,13 – Despesas administrativas (3.552.651,61) (13.276.702,65) (2.049,50) 20. b) Base de cálculo da filantropia: Assistência educacional, social e projetos – 2011: Em 2011, Intangível 478.188.819,76 62.652.837,25 298.265,61 Despesas com pessoal em atendimento ao artigo 13 da Lei nº 12.101/2009, o Instituto aplicou parcela substancial de recursos Total do Ativo (2.483.925,43) (16.788.533,60) (444.180,85) em ações de caráter filantrópico, conforme resumido no quadro a seguir: 2011 Despesas de manutenção (873.764,07) (4.904.193,07) (1.193.296,34) Descrição 2011 Passivo (480.479,62) (218.714,51) (1.404,45) Mantenedora Educação Social Despesas tributárias e contribuições Base de cálculo: (642.273,47) (3.388.657,06) (28.376,08) Passivo Circulante 593.898,89 11.433.777,97 268.395,38 Despesas com depreciação/amortização Receita bruta de mensalidades e anuidades do exercício 117.943.789,00 Fornecedores – (6.588.125,40) – 154.687,11 1.833.770,61 13.346,55 Despesas prov. p/ cred. liquidação duvidosa (-) Bolsas de estudo integrais (10.407.748,62) Salários e encargos sociais (41.712,57) (413.917,81) (16.052,23) 158.862,77 3.180.339,68 81.819,48 Despesas assistenciais (-) Bolsas de estudo parciais (7.193.122,20) Projetos assistenciais e unidades (832.180,84) (1.693.015,98) (3.862.822,06) 57.667,83 589.363,87 757,95 (-) Outras Bolsas de estudo integrais e parciais (8.764.848,86) Obrigações tributárias (115.034,12) – 0,00 15.300,00 3.406.153,08 – Outras despesas (-) Devoluções/cancelamentos de mensalidades e anuidades (274.213,45) Parcelas antecipadas (5.060.559,75) 5.615.548,70 (3.232.308,00) Bolsas a distribuir – 363.473,64 – Resultado antes das Rec./Desp. Financ. (-) Descontos concedidos sobre mensalidades e anuidades (8.278.868,02) Receitas financeiras 1.304.551,78 2.477.409,90 17.563,07 – 229.816,90 24.570,18 (-) Mensalidades e anuidades a receber no final do exercício (3.827.212,00) Subvenções e convênios a aplicar Despesas financeiras (11.564,98) (2.034.148,53) (13.714,34) (=) Total da receita efetivamente recebida 79.197.775,85 Provisões 79.638,66 1.218.719,44 90.816,47 Superávit/(Déficit) do Exercício (3.767.572,95) 6.058.810,07 (3.228.459,27) Aplicação mínima exigida – 20% 15.839.555,17 Outros valores a pagar 127.742,52 612.140,75 57.084,75 23. Seguros – Como medida preventiva a Instituição, em função de análises administrativas de risco, Gratuidades realizadas: Passivo Não Circulante 6.802.531,82 1.563.612,63 – adota a política de contratar cobertura de seguros contra incêndios e riscos diversos. Assistência educacional (bolsas de estudos) 17.600.870,82 Empréstimos/financiamentos 3.000.000,00 – – Despesas assistenciais e projetos (Nota 20c) 1.469.232,41 Provisão para contingências Diretoria 3.802.531,82 1.461.541,13 – Total 19.070.103,23 Miriam Cunha Sobrinho – Presidente – 102.071,50 – Percentual realizado 24,08% Outros valores a pagar Maria Auxiliadora de Castilho – Ecônoma 470.792.389,05 49.655.446,65 29.870,23 Isenção do INSS usufruída 12.956.052,05 Patrimônio Social 478.188.819,76 62.652.837,25 298.265,61 Pedro Luiz Zanini de Camargo – Téc.Cont. – CRC 1SP 084.908/O-9 Assistência aplicada a maior em relação a isenção usufruída 6.114.051,18 Total do Passivo + Patrimônio Social 20. c) Ação social: Assistência social e projetos e Assistencialismo – 2011: O Instituto realizou Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis em 2011 diversas ações de cunho social, conforme quadro a seguir: procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar Descrição 2011 Ilmas. Sras. Diretoras do uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Entidade. Uma auditoria inclui, também, a Instituto das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus Ação social: avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis São Paulo SP Despesas assistenciais 339.171,19 Despesas com projetos assistenciais 1.023.957,17 Examinamos as demonstrações contábeis do Instituto das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus, feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis Casas assistenciais (creches, educandário, outros) 7.864.911,11 que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para Sub-total 9.228.039,47 do superávit ou déficit, das mutações do patrimônio social e dos fluxos de caixa, para o exercício findo fundamentar nossa opinião. (-) Recursos de terceiros utilizados nas ações (2.465.842,56) naquela data, assim como o resumo das práticas contábeis e demais notas explicativas. Opinião Total de recursos próprios utilizados nas ações 6.762.196,91 Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis Em nossa opinião as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos Recursos próprios utilizados em: A Administração da Entidade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demons- os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Instituto das Apóstolas do Sagrado Despesas assistenciais e projetos (Lei 12.101 – Nota 20b) 1.469.232,41 Coração De Jesus em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos Despesas em assistencialismo 5.292.964,50 trações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Total 6.762.196,91 que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres Ênfase de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. 21. Ajuste por adequação de política contábil A Entidade realizou um levantamento contábil de todo seu ativo imobilizado a partir de 2004, incluindo Para adequação de sua política contábil, o Instituto realizou um levantamento contábil de seus ativos Responsabilidade dos auditores independentes os imóveis desde sua origem, para fins de mensuração, adequação e registro da depreciação. Os efeitos o para fins de determinação de saldos e valores de depreciação e amortização. Tal ajuste foi tratado, Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com segundo a NBC TG 23, de forma retrospectiva, em seu balanço patrimonial de abertura em 01/01/2010, base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. desses ajustes foram detalhados na Nota Explicativa n 21. No momento, a Entidade está realizando o levantamento físico dos bens, demais itens além de imóveis, para confronto e estabelecimento de e apresentou os seguintes reflexos: Essas normas requerem o cumprimento das exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja adequado controle patrimonial. A efetividade desse controle depende dessa medida e de sua manuConciliação do patrimônio social – 2010 planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis Saldo em 01/01/2010 segundo política anterior 161.865.991,73 estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados tenção, a qual pode requerer ajustes, cujos efeitos, caso ocorram, não são possíveis de estimar. Este assunto não modifica nossa opinião. Reconhecimento de depreciação e amortização de exercícios anteriores (23.164.584,28) Saldo em 01/01/2010 readequado 138.701.407,45 para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações São Paulo, 25 de maio de 2012 Saldo em 31/12/2010 segundo política anterior 164.988.076,19 contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação & Cia S/S Auditores Regiane Kida Pecoriello Fabbri Reconhecimento de depreciação e amortização de exercícios anteriores (23.164.584,28) dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por Independentes Contadora Reconhecimento de depreciação e amortização do exercício (4.059.306,61) fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para CRC 2SP 17.245/O-0 CRC 1SP 193.797/O-0 Saldo em 31/12/2010 readequado 137.764.185,30 a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações contábeis da Entidade para planejar os
DIà RIO DO COMÉRCIO
20
e
sĂĄbado, domingo e segunda-feira, 26, 27 e 28 de maio de 2012
Geralmente, em feirþes, o cliente vem com intenção de comprar. Desta vez, ele chegou desconfiado. JosÊ Ramde Jardim, da concessionåria Amazonas
conomia
Prestação de carro vai diminuir 10%
Azul e Trip assinam fusĂŁo hoje
A inadimplĂŞncia na compra de veĂculos chegou a 5,9%. Montadoras apostam que ela cairĂĄ.
E
m mais um movimento de consolidação do setor brasileiro de aviação civil, a Azul e a Trip Linhas AĂŠreas anunciam hoje fusĂŁo de suas operaçþes. Pelo acordo, os acionistas da Azul ficarĂŁo com uma participação de 80% na empresa e os da Trip, com 20%. A companhia operarĂĄ com o nome Azul. Terceira maior companhia aĂŠrea do paĂs, a Azul deve aumentar a sua participação nos voos domĂŠsticos para 14% apĂłs a uniĂŁo com a Trip. A concretização do negĂłcio ainda depende do aval da AgĂŞncia Nacional de Aviação Civil (Anac), que deve analisar a parte financeira da operação, e do Conselho Administrativo de Defesa EconĂ´mica (Cade), responsĂĄvel por julgar questĂľes relativas a concentração de mercado. Segundo a Anac, em março a fatia da Azul nos voos domĂŠsticos era de 9,8%, e a da Trip, 4,3%. A participação das lĂderes TAM e Gol era de 38,2% e 34,4%, respectivamente. Regional– A Trip tem foco no mercado regional de aviação e ĂŠ a maior
companhia desse segmento na AmĂŠrica do Sul. Com sede em Barueri (Grande SP), a Azul foi criada em 2008 pelo brasileiro de origem norte-americana David Neeleman. Hoje, alĂŠm de Neeleman, fundos de investimentos integram o capital da Azul, entre os quais o GĂĄvea e os estrangeiros TPG e Weston Presidio. JĂĄ a Trip tem 20% de suas açþes nas mĂŁos da companhia aĂŠrea SkyWest, dos Estados Unidos, e o restante estĂĄ com os controladores, os grupos Capriolli e Ă guia Branca. Uma fonte afirmou que ĂŠ provĂĄvel que o atual presidente da Trip, JosĂŠ Mario Caprioli, fique com um assento no Conselho de Administração da nova empresa. O entendimento entre a Azul e a Trip acontece pouco mais de um ano apĂłs a empresa regional assinar, com a TAM, um acordo nĂŁo vinculante para vender 31% de suas açþes Ă lĂder do mercado domĂŠstico. O negĂłcio, entretanto, acabou nĂŁo indo para a frente. (AgĂŞncias)
O
presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), DĂŠcio Carbonari de Almeida, prevĂŞ que as prestaçþes dos financiamentos de veĂculos serĂŁo reduzidas em cerca de 10%, na mesma proporção do Ăndice esperado no valor do carro. Dessa forma, ele acredita que as condiçþes para a liberação de crĂŠdito, a partir das novas medidas do governo, tambĂŠm serĂŁo melhoradas. Nas suas contas, uma prestação de R$ 500 poderĂĄ ser reduzida para R$ 450. "Se a renda mĂnima exigida ĂŠ quatro vezes o valor da prestação, o cidadĂŁo precisava ter uma renda de R$ 2 mil para uma prestação de R$ 500. Com a queda para R$ 450, a renda exigida cai para R$ 1,8 mil", avaliou. De acordo com ele, abre-se
Processo nÂş 2777/2012 - Tomada de Preço nÂş 007/2012 RESUMO DO EDITAL Acha-se aberto, na Prefeitura de Pereira Barreto, Processo LicitatĂłrio na modalidade de Tomada de Preço 007/2012, objetivando a contratação de empresa de engenharia, para execução de obras de recapeamento asfĂĄltico, com utilização de concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ) e sinalização viĂĄria, em diversas ruas da cidade, de acordo com Contrato de Repasse nÂş 0372219-85/2011,firmado entre o municĂpio Pereira Barreto e o MinistĂŠrio das cidades, representado pela Caixa EconĂ´mica Federal. Encerramento: dia 13 de Junho de 2012, Ă s 14h. O Edital completo serĂĄ fornecido aos interessados na Avenida Jonas Alves de Mello, 1.947, na cidade de Pereira Barreto, mediante o recolhimento da taxa de expediente, no valor de R$ 10,00. Maiores informaçþes poderĂŁo ser obtidas pelo telefone (18) 3704-8505, pelo e-mail licitacao@pereirabarreto.sp.gov.br, ou ainda o Edital no site www.pereirabarreto.sp.gov.br Pereira Barreto, 25 de Maio de 2012. Arnaldo Shigueyuki Enomoto - Prefeito Edital de Notificação - Prazo de 20 Dias, expedido nos autos da Ação de Retificação de Registro de ImĂłvel, Processo NÂş 0022460-11.2005.8.26.0000 - PJV-12. A Doutora Maria Carolina de Mattos, MM. JuĂza de Direito da 1ÂŞ Vara de Registros PĂşblicos, do Foro Central CĂvel, da Comarca de SĂŁo Paulo, do Estado de SĂŁo Paulo, na forma da Lei, etc. Faz Saber a MĂĄrio Ferraz de Souza e sua mulher Aurora Leonor Mendes Ferraz, Eliezer Gonçalves Silva, JoĂŁo Primiano, Maria JosĂŠ de Souza, Maria Salvina de Souza, JosĂŠ Gomes Cardoso, JosĂŠ Moreira, Motoiti Yoshimura, JosĂŠ Alves dos Santos, Edigerson Raimundo da Silva, bem como seus cĂ´njuges e/ou sucessores, que Ana Piacentini Grotteria e seu marido GregĂłrio Grotteria, Vanda Piacentini Domingues e seu marido Diniz Domingues Filho, Valentim Piacentini Filho e sua mulher Alzira Machado Piacentini, Roberto Piacentini e sua mulher Lygia Margarida Ferreira da Costa Piacentini, Walter Piacentini e sua mulher SidnĂŠia Tojer Piacentini, Jorge Domingos Piacentini e sua mulher Maria Aparecida Cerullo Piacentini, ajuizaram Pedido de Retificação de Registro de ImĂłvel referente ao imĂłvel localizado no trecho final das Ruas Francisco Ribalta e Quinze s/nÂş, Distrito de Cidade Tiradentes no MunicĂpio de SĂŁo Paulo e MunicĂpio de Ferraz de Vasconcelos, matriculado sob nÂş 116.469 no 7Âş Registro de ImĂłveis, com ĂĄrea de 18.077,78 m², cadastrado no INCRA sob nÂş 638.358.025,690-0. Estando em termos, expede-se o presente edital para notificação dos supramencionados para, no prazo de 15 (quinze) dias, a fluir apĂłs o prazo de 20 dias, impugnem o feito, sob pena de presumirem-se aceitos como verdadeiros os fatos (26) articulados pelos requerentes. SerĂĄ o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei.
nomia e consequente queda da inadimplĂŞncia ĂŠ o presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e da IndĂşstria de Base (Abdib), Paulo Godoy. Ele destaca, porĂŠm, que as "medidas pontuais" adotadas para induzir maior crescimento da atividade econĂ´mica e industrial, poderiam ser mais ousadas e abrangentes. Na mesma linha, o presidente da Confederação Nacional da IndĂşstria (CNI), Robson Braga de Andrade, diz que a redução do IPI na venda de automĂłveis â€œĂŠ importante, mas pontual, e deve ser acompanhada de açþes de longo prazoâ€?, que diminuam a carga de impostos. Braga entende que a desoneração tributĂĄria deve ser ampliada, de modo a estender a redução do IPI tambĂŠm para outros setores, beneficiando as cadeias produtivas, e nĂŁo apenas o produto final. (ABr)
Compradores no feirão da GM, ontem, em São Caetano, que anunciou a volta dos "preços de 2007". Todas as montadoras investiram em promoçþes.
IPI reduzido movimenta feirĂľes no fim de semana
F
eirĂŁo de montadoras e de algumas concessionĂĄrias de automĂłveis movimentaram o domingo em SĂŁo Paulo, como costumava acontecer atĂŠ meados do ano passado, antes do movimento de redução da oferta de crĂŠdito. As medidas governamentais para estimular o consumo de automĂłveis, como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), anunciados pelo governo no Ăşltimo dia 21, levaram as montadoras a fazer campanhas publicitĂĄrias na mĂdia anunciando atraçþes como "juro zero" e "IPI reduzido", tentando diminuir os altos estoques de seus pĂĄtios. A GM promoveu um feirĂŁo em SĂŁo Caetano do Sul, anunciando que praticava
preços de 2007 para a linha 2012, com emprÊstimos a juros de 0,99% ao mês. A Volkswagen fez feirþes no Shopping Center Norte, zona norte da capital, e no Extra Anchieta, no ABC, com descontos de atÊ 10% ante o preço praticado, jå com o novo IPI e a Fiat promoveu um feirão no Campo de Marte, zona norte da capital paulista. A Renault fez seu feirão em Curitiba. Em São Paulo, o tempo bom esteve do lado dos organizadores das promoçþes. Os feirþes, atÊ conseguiram atrair mais potenciais compradores do que nos primeiros eventos do ano – considerados um fracasso pelos vendedores de carro. Mas a euforia ainda não voltou, perceberam os
vendedores. Foi preciso gastar muita saliva para convencer os interessados a levar o carro pra casa. "Geralmente, em feirĂľes, levamos em mĂŠdia 20 minutos para fechar uma venda porque o cliente jĂĄ vem com a intenção de comprar", disse o diretor da concessionĂĄria Amazonas, JosĂŠ Ramde Jardim, que estava no feirĂŁo da Fiat. "Neste fim de semana, a mĂŠdia foi de 50 minutos porque o cliente chega desconfiado." As concessionĂĄrias nĂŁo fizeram o balanço das vendas no primeiro fim de semana apĂłs o pacote de benefĂcios, mas jĂĄ preveem alta de 30% atĂŠ agosto, final do prazo para os descontos. Caixa – TambĂŠm os FeirĂľes
da Casa Própria da Caixa Econômica Federal prosseguiram em vårias cidades brasileiras neste final de semana – Campinas, Porto Alegre, Uberlândia e Ribeirão Preto. O balanço parcial do Feirão da Caixa de Ribeirão Preto indica que só no primeiro dia de vendas foram fechados 1.481 negócios, um total de R$ 169 milhþes. Segundo o superintendente Regional, Isaac Samuel dos Reis, os resultados positivos são reflexo da redução das taxas de juros nas operaçþes imobiliårias. O maior volume de vendas foi pelo programa Minha Casa Minha Vida 2. (Agências)
Resultados da desoneração
SĂŁo Eutiquiano Participaçþes S.A. CNPJ nÂş 12.125.536/0001-12 – NIRE nÂş 35.300.417.577 AssemblĂŠia Geral ExtraordinĂĄria Edital de Convocação Ficam os Srs acionistas da Cia, devidamente convocados a participarem, em primeira convocação, da AGE que se realizarĂĄ no dia 31/05/12, 11hs, no prĂŠdio da sede da Cia., localizada em SP/SP, na R. Leopoldo Couto de MagalhĂŁes, n° 110, Cond Ed JK Tower, cjs 21 e 22, parte, Jd\ Paulista, a fim de deliberarem sobre (a) ratificação da elaboração do laudo de avaliação da parcela a ser cindida no patrimĂ´nio lĂquido da Cia. pelo valor contĂĄbil para fins de determinação na redução do capital social da Cia.; (b) exame, discussĂŁo e aprovação do Laudo de Avaliação referido no item “aâ€? acima; (c) exame, discussĂŁo e aprovação do Protocolo e Justificação de CisĂŁo Parcial da Cia., firmado em 15/05/12, elaborado nos termos da legislação vigente, contendo, portanto, todos os termos, condiçþes e informaçþes necessĂĄrias Ă compreensĂŁo da Proposta de CisĂŁo Parcial da Cia.; (d) Aprovação da CisĂŁo Parcial da Cia., nos termos do Protocolo e Justificação de CisĂŁo Parcial e demais documentos colocados Ă disposição dos acionistas; (e) aprovação da redução do capital social da Cia. em decorrĂŞncia da CisĂŁo Parcial, com o cancelamento de açþes e a respectiva alteração do Estatuto Social da Cia. de forma a refletir a tal redução; e (f) ratificação dos atos jĂĄ praticados pela Adm. da Cia. em relação Ă CisĂŁo Parcial e autorização para que os administradores da Cia. possam praticar todos os atos necessĂĄrios Ă implementação e formalização da CisĂŁo Parcial da Cia.. Informaçþes Gerais. Em conformidade com o art. 135, § 3°, da Lei n° 6404/76, encontram-se Ă disposição dos acionistas, na sede social da Cia., todos os documentos e informaçþes necessĂĄrios Ă deliberação das matĂŠrias previstas na ordem do dia. SP, 21/05/12. A Diretoria 24,25,26/05/2012
tĂľes distintas, que vĂŁo formar dois blocos de pagadores. O primeiro bloco ĂŠ da inadimplĂŞncia que existe atualmente, relacionado com financiamentos em andamento, contraĂdos antes das novas medidas. E uma avaliação mais precisa, informou, sĂł apĂłs a divulgação dos dados sobre a inadimplĂŞncia de maio. "É prematuro fazer qualquer avaliação jĂĄ que em abril a curva continuava subindo. Com as novas medidas do governo, teremos que avaliar os novos contratos, os novos financiamentos", disse Dados divulgados na semana passada pelo Banco Central (BC) mostram que a inadimplĂŞncia do crĂŠdito para a compra de veĂculos atingiu 5,9%, em abril, a maior da sĂŠrie histĂłrica iniciada em 2000. Quem tambĂŠm estĂĄ otimista quanto Ă reativação da eco-
Werther Santana/ AE
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PREFEITURA MUNICIPAL DE PEREIRA BARRETO/SP
uma janela para que clientes com renda entre R$ 1,8 mil e R$ 2 mil que, atÊ antes das medidas, não tinham condiçþes de ter crÊdito, agora tenham chance de contratå-lo. AlÊm disso, o cliente de renda alta que compra carro zero à vista tambÊm Ê estimulado, porque vê a oportunidade de trocar de carro com algo em torno de 10% de desconto. Outro fator importante para reduzir a inadimplência Ê que, a partir do momento que cai o valor da prestação, o novo cliente terå mais condiçþes de pagar o financiamento do que os clientes anteriores, que pagavam mais. Contas novas – Nos caso dos automóveis, o presidente da Anef lembra que Ê importante separar os financiamentos antigos dos novos para fazer essa avaliação. Para Carbonari, são ques-
C
inco meses depois de iniciada, a desoneração da folha de salĂĄrios traz resultados modestos, mas ĂŠ bem avaliada pelos setores beneficiados. No setor de confecçþes, um dos mais duramente afetados pela concorrĂŞncia dos asiĂĄticos, a medida deu Ă s empresas um alĂvio no caixa que lhes permitiu comprar equipamentos novos, financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento EconĂ´mico e Social (BNDES). Na ĂĄrea de tecnologia da informação, a desoneração fez com que fun-
cionĂĄrios que eram contratados como pessoa jurĂdica passassem a ter carteira assinada. Esses setores, alĂŠm dos call centers, dos calçados e dos produtores de artigos de couro e acessĂłrios sĂŁo os "cobaias" de uma experiĂŞncia que começou em dezembro, no qual as empresas deixaram de recolher a contribuição patronal do INSS, que ĂŠ de 20% sobre a folha, e passaram a pagar uma contribuição sobre o faturamento que variava de 1,5% a 2,5%. Em abril, o governo anunciou a redução dessa alĂquota
para 1% a 2% e estendeu o benefĂcio a mais 11 setores: tĂŞxtil, mĂłveis, plĂĄsticos, material elĂŠtrico, autopeças, Ă´nibus, naval, aĂŠreo, bens de capital mecânicos, hotĂŠis e chips. A inclusĂŁo de outros segmentos industriais no regime estĂĄ em estudo. Os setores beneficiados ainda nĂŁo dispĂľem de um balanço sobre os efeitos da medida, mas dados do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) mostram que o estoque de postos de trabalho na indĂşstria de confecção registrou um leve crescimento
(5.417 vagas) no inĂcio deste ano, depois de queda no ano passado. O mesmo se deu no setor de couro e calçados Na avaliação do presidente da Associação Brasileira do VestuĂĄrio, Roberto Chadad, o quadro atual indica que a quantidade de empregos na indĂşstria de confecção estĂĄ praticamente estĂĄvel. "Somos o maior empregador de mĂŁo de obra industrial do PaĂs", afirmou. "Teremos condição de empregar mais gente." A entidade defende a desoneração da folha desde sua fundação, em 1987. (AE)
DIà RIO DO COMÉRCIO
sĂĄbado, domingo e segunda-feira, 26, 27 e 28 de maio de 2012
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAĂ‡ĂƒO
GOVERNO DO ESTADO DE SĂƒO PAULO
FDE AVISA: TOMADAS DE PREÇOS A FUNDAĂ‡ĂƒO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAĂ‡ĂƒO - FDE comunica Ă s empresas interessadas que se acha aberta licitação para execução de Obras: TOMADA DE PREÇOS NÂş - OBJETO - PRÉDIO - LOCALIZAĂ‡ĂƒO - PRAZO - Ă REA (se houver) - PATRIMĂ”NIO LĂ?QUIDO MĂ?NIMO P/PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAĂ‡ĂƒO - ABERTURA DA LICITAĂ‡ĂƒO (HORA E DIA) 69/00403/12/02 - Reforma de PrĂŠdio Escolar - EE Gildasio Silva Lima - Rua Henrique Pedro Ferreira, 450 - Cep: 19530-000 - Centro – Caiabu/SP - 210 - R$ 49.241,00 - R$ 4.924,00 - 09:30 - 13/06/2012. 69/00467/12/02 - Reforma de PrĂŠdio Escolar e Construção de Ambientes Complementares - EE Nicola Martins Romeira - Rua Nicola Martins Romeira, 230 - Cep: 19930-000 - Centro - RibeirĂŁo do Sul/SP - 180 - 69,71 - R$ 58.882,00 - R$ 5.888,00- 10:00 - 13/06/2012. 69/00476/12/02 - Reforma de PrĂŠdio Escolar e Construção de Ambientes Complementares - EE Pe Cesare Toppino Praça Franco de Mello, 620 - Cep: 16850-000 - Centro - LavĂnia/SP - 120 - 63,20 - R$ 45.307,00 - R$ 4.530,00 10:30 - 13/06/2012. 69/00481/12/02 - Reforma de PrĂŠdio Escolar - EE JosĂŠ Pedro de Oliveira - Av. Albino JosĂŠ B. Oliveira, s/nÂş - Cep: 13085-510 - Br Geraldo - Campinas/SP - 210 - R$ 71.373,00 - R$ 7.137,00 - 11:00 - 13/06/2012. 70/00484/12/02 - Reforma de PrĂŠdio Escolar - EE Dr AmĂŠrico Brasiliense - Praca IV Centenario, 7 - Cep: 09015-080 - Centro - Santo AndrĂŠ/SP - 180 - R$ 134.318,00 - R$ 13.431,00 - 11:30 - 13/06/2012. 70/00485/12/02 - Construção de Ambientes Complementares e Reforma de PrĂŠdio Escolar - EE ProfÂŞ Maria Jannuzzi Mascari - Est de Itapecerica, 9950 - Cep: 05888-004 - Prq Fernanda - SĂŁo Paulo/SP - 210 - 577,16 - R$ 126.200,00 - R$ 12.620,00 - 14:00 - 13/06/2012. 70/00486/12/02 - Reforma de PrĂŠdios Escolares – EE Sylvio Gueratto - Rua das Violetas, 405 - Cep: 09361-230 - Jd. Primavera - MauĂĄ/SP - EE ProfÂŞ Diva Gomes dos Santos - R. JosĂŠ Leardine, 338 - Cep: 09351-390 - Jd. Itapark MauĂĄ/SP - 150 - R$ 54.608,00 - R$ 5.460,00 - 14:30 - 13/06/2012. 70/00487/12/02 - Reforma de PrĂŠdio Escolar e Construção de Ambientes Complementares com Fornecimento, Instalação, Licenciamento e Manutenção de Elevador - EE ProfÂŞ AmĂŠlia Moncon Ramponi - Rua SĂŁo Constantino, 180 Cep 4456-000 - Jardim Santa Cruz - SĂŁo Paulo/SP - 210 - 88,34 - R$ 118.154,00 - R$ 11.815,00 - 15:00 - 13/06/ 2012. 70/00512/12/02 - Construção de Cobertura de Quadra em Estrutura Mista e Reforma de PrĂŠdio Escolar - EE Dona Marcelina Maria da Silva Oliveira - Av. Armando Bagnara, 75 - Cep: 09320-670 - Jd. Zaira – MauĂĄ/SP - 150 - R$ 41.728,00 - R$ 4.172,00 - 15:30 - 13/06/2012. 70/00529/12/02 - Construção de Cobertura de Quadra em Estrutura Mista e Reforma de PrĂŠdio Escolar - EE Prof. Alfredo Ashcar - Rua JosĂŠ Francisco dos Santos, 641 - Cep: 03946-010 - Jd. TietĂŞ - SĂŁo Paulo/SP - 150 - R$ 40.378,00 - R$ 4.037,00 - 16:00 - 13/06/2012. 70/00530/12/02 - Reforma de PrĂŠdio Escolar e Construção de Ambientes Complementares com Fornecimento, Instalação, Licenciamento e Manutenção de Elevador - EE Prof Afonso Penna Junior - Rua Muana, 31 - Cep: 03525-090 - Jd. Maringa - SĂŁo Paulo/SP - 210 - 80,33 - R$ 146.123,00 - R$ 14.612,00 - 16:30 - 13/06/2012. As empresas interessadas poderĂŁo obter informaçþes e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI, na SEDE DA FDE, na SupervisĂŁo de Licitaçþes, na Av. SĂŁo LuĂs, 99 - RepĂşblica - CEP: 01046-001 SĂŁo Paulo/SP ou atravĂŠs da Internet pelo endereço eletrĂ´nico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderĂŁo adquirir o Edital completo atravĂŠs de CD-ROM a partir de 28/05/2012, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horĂĄrio das 08:30 Ă s 17:00 horas, mediante pagamento nĂŁo reembolsĂĄvel de R$ 40,00 (quarenta reais). Todas as propostas deverĂŁo estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada Ă SupervisĂŁo de Licitaçþes da FDE, conforme valor indicado acima. Os invĂłlucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAĂ‡ĂƒO deverĂŁo ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da SupervisĂŁo de Licitaçþes - SLI na SEDE DA FDE, atĂŠ 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação serĂĄ processada em conformidade com a LEI FEDERAL nÂş 8.666/93 e suas alteraçþes, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAĂ‡ĂƒO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAĂ‡ĂƒO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAĂ‡ĂƒO - FDE. As propostas deverĂŁo obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente
Companhia AgrĂcola CaiuĂĄ CNPJ/MF nÂş 61.083.002/0001-86 - NIRE 35.3.0006234-5 1. Data, Hora e Local: Aos nove dias do mĂŞs de dezembro de dois mil e onze, Ă s 09:30 horas, no prĂŠdio da sede social, na Rua SĂŁo Bento, nÂş 329, 12Âş andar, nesta Capital.2.Convocação: Convocação efetuada em conformidade com o art.124 da Lei nÂş 6.404/76, publicada no DiĂĄrio Oficial do Estado de SĂŁo Paulo e no DiĂĄrio do ComĂŠrcio nos dias 01, 02 e 03 de dezembro de 2011. 3. Presença: Acionistas representando a totalidade do capital social, conforme as assinaturas lançadas no Livro de Presença de Acionistas. 4. Mesa: SĂŠrgio Ricardo Nutti Marangoni, como Presidente, eleito entre os acionistas presentes, e Felipe Hannickel Souza, como SecretĂĄrio. 5. Ordem do Dia: (a) Ratificação da contratação, pela Administração da Companhia, da KPMG Auditores Independentes, responsĂĄvel pela elaboração do Laudo de Avaliação da parcela a ser cindida do patrimĂ´nio lĂquido da Companhia, pelo valor contĂĄbil, para fins de determinação da redução do capital social da Companhia; (b) Exame, discussĂŁo e aprovação do Laudo de Avaliação referido no item ‘a’ acima; (c) Exame, discussĂŁo e aprovação do Protocolo e Justificação de CisĂŁo Parcial da Companhia, firmado e aprovado pela Administração da Companhia em 30 de novembro de 2011, elaborado nos termos da legislação vigente, contendo, portanto, todos os termos, condiçþes e informaçþes necessĂĄrias Ă compreensĂŁo da proposta de CisĂŁo Parcial; (d) Aprovação da CisĂŁo Parcial da Companhia, nos termos do Protocolo e Justificação de CisĂŁo Parcial e demais documentos colocados Ă disposição dos acionistas;(e) Aprovação da redução do capital social da Companhia em decorrĂŞncia da CisĂŁo Parcial, com o cancelamento de açþes, e a respectiva alteração do Estatuto Social da Companhia de forma a refletir tal redução; e (f) Ratificação dos atos jĂĄ praticados pela Administração da Companhia em relação Ă CisĂŁo Parcial e autorização para que os administradores da Companhia possam praticar todos os atos necessĂĄrios Ă implementação e formalização da CisĂŁo Parcial. 6. Deliberaçþes: Os acionistas presentes, deliberaram por unanimidade, sem qualquer ressalva ou emenda, (a) ratificar a indicação e contratação, pela Administração da Companhia, da KPMG Auditores Independentes, sociedade estabelecida na Cidade de RibeirĂŁo Preto, Estado de SĂŁo Paulo, na Av. Presidente Vargas, 2121, 14Âş andar, Sala 1403, CEP 14020-260, inscrita no CNPJ/MF sob o nÂş 57.755.217/0019-58 e no Conselho Regional de Contabilidade do Estado de SĂŁo Paulo (CRC/SP) sob o nÂş 2SP014428/O-6 (“Empresa Especializadaâ€?) para elaboração, na forma dos artigos 8, 226 e 229 da Lei nÂş 6.404/76, do Laudo de Avaliação da parcela a ser cindida do patrimĂ´nio lĂquido da Companhia, pelo valor contĂĄbil, com base no seu balanço patrimonial de 30/11/2011, para fins de determinação da redução do capital social da Companhia; (b) aprovar o teor do Laudo de Avaliação elaborado pela Empresa Especializada, previamente analisado e aprovado pela Administração da Companhia em 30 de novembro de 2011, o qual passa a integrar a presente ata como Anexo I; (c) aprovar o Protocolo e Justificação de CisĂŁo Parcial da Companhia, o qual estabelece, dentre outros, a justificativa, os termos e condiçþes em que se realizarĂĄ a cisĂŁo parcial da Companhia, com versĂŁo de parcela de seu patrimĂ´nio para a SĂŁo Eutiquiano Participaçþes S.A., atual denominação de Kesc XLII Participaçþes Ltda., sociedade por açþes com sede na Cidade de SĂŁo Paulo, Estado de SĂŁo Paulo, na Av.Paulista, 1.842,Torre Norte, 12Âş andar, conjunto 125, sala 39, Cerqueira CĂŠsar, CEP 01310-923, inscrita no CNPJ/MF sob o nÂş 12.125.536/0001-12, com seus atos constitutivos devidamente arquivados na Junta Comercial do Estado de SĂŁo Paulo sob o nÂş 35.224.445.315 e em fase de registro de sua AssemblĂŠia Geral de Transformação (“SĂŁo Eutiquianoâ€?), elaborado sob a ĂŠgide do disposto nos artigos 224, 225 e 229 da Lei nÂş 6.404/76, e que compĂľe a presente ata como Anexo II, bem como dos demais documentos que o lastrearam; (d) aprovar a CisĂŁo Parcial Desproporcional da Companhia, nos termos do Protocolo e Justificação de CisĂŁo Parcial constante do Anexo II e demais documentos colocados Ă disposição dos acionistas, com versĂŁo de parcela de seu patrimĂ´nio lĂquido para a SĂŁo Eutiquiano, com a consequente extinção de 104.131.481 (cento e quatro milhĂľes, cento e trinta e uma mil, quatrocentas e oitenta e uma) açþes ordinĂĄrias, nominativas e sem valor nominal, representativas do capital social da Companhia, correspondentes Ă totalidade das açþes de titularidade dos acionistas (i) Suzana de Oliva Mesquita, brasileira, separada judicialmente, desenhista, portadora da CĂŠdula de Identidade RG nÂş 4.279.372-5 SSP/SP e inscrita no Cadastro de Pessoas FĂsicas do MinistĂŠrio da Fazenda sob nÂş 011.152.148-37, (ii) Lucia Mesquita Nunes, brasileira, casada, empresĂĄria, portadora da CĂŠdula de Identidade RG nÂş 5.374.939-X SSP/SP e inscrita no Cadastro de Pessoas FĂsicas do MinistĂŠrio da Fazenda sob nÂş 101.056.888-43, (iii) Paulo Roberto Nunes, brasileiro, casado, empresĂĄrio, portador da CĂŠdula de Identidade RG nÂş 4.591.253-SSP/SP e inscrito no Cadastro de Pessoas FĂsicas do MinistĂŠrio da Fazenda sob nÂş 697.647.788-87 e (iv) Roberto de Oliva Mesquita, brasileiro, casado, engenheiro agrĂ´nomo, portador da CĂŠdula de Identidade RG nÂş 11.462.182-2-SSP/SP, inscrito no Cadastro de Pessoas FĂsicas do MinistĂŠrio da Fazenda sob nÂş 023.114.848-85, todos com endereço comercial na Capital do Estado de SĂŁo Paulo, na Rua SĂŁo Bento, 329, 10Âş andar, Centro; (e) aprovar a redução do capital social da Companhia em R$ 88.879.812,95 (oitenta e oito milhĂľes, oitocentos e setenta e nove mil, oitocentos e doze reais e noventa e cinco centavos), bem como a redução do saldo de reserva de reavaliação da Companhia em R$ 32.303.660,37 (trinta e dois milhĂľes, trezentos e trĂŞs mil, seiscentos e sessenta reais e trinta e sete centavos), passando o capital social dos atuais R$ 199.596.764,20 (cento e noventa e nove milhĂľes, quinhentos e noventa e seis mil, setecentos e sessenta e quatro reais e vinte centavos) para R$110.716.951,25 (cento e dez milhĂľes, setecentos e dezesseis mil, novecentos e cinquenta e um reais e vinte e cinco centavos), com a consequente extinção de 104.131.481 (cento e quatro milhĂľes, cento e trinta e uma mil, quatrocentas e oitenta e uma) açþes ordinĂĄrias, nominativas e sem valor nominal, representativas do capital social da Companhia, nos estritos termos do Protocolo e Justificação de CisĂŁo Parcial da Companhia. O capital social da CaiuĂĄ passarĂĄ a ser dividido em 191.610.531 (cento e noventa e um milhĂľes, seiscentas e dez mil, quinhentas e trinta e uma) açþes ordinĂĄrias, todas nominativas e sem valor nominal.Em razĂŁo da redução do capital social ora realizada, o artigo 5Âş do Estatuto Social da Companhia passarĂĄ a viger com a seguinte nova redação:“Artigo 5Âş - O capital social, totalmente subscrito e integralizado em moeda corrente nacional, ĂŠ de R$ 110.716.951,25 (cento e dez milhĂľes, setecentos e dezesseis mil, novecentos e cinquenta e um reais e vinte e cinco centavos), dividido em 191.610.531 (cento e noventa e um milhĂľes, seiscentas e dez mil, quinhentas e trinta e uma) açþes ordinĂĄrias, nominativas e sem valor nominalâ€?; e (f) ratificar os atos jĂĄ praticados pela Administração da Companhia em relação Ă CisĂŁo Parcial da Companhia, autorizando os administradores da Companhia a praticar todos os atos necessĂĄrios Ă implementação e formalização da CisĂŁo Parcial. 7. Encerramento: Nada mais havendo a tratar e ninguĂŠm pedindo a palavra, o Sr. Presidente suspendeu os trabalhos da AssemblĂŠia atĂŠ a lavratura desta ata, na forma de sumĂĄrio dos fatos ocorridos.SĂŁo Paulo, 09 de dezembro de 2011.(a.a.) Dr.SĂŠrgio Ricardo Nutti Marangoni, Presidente, Dr. Felipe Hannickel Souza, SecretĂĄrio; PNPER Participaçþes Ltda. (p.p. Antonio Carlos SrougĂŠ/Caio Baccarat Silva); MMPER Participaçþes Ltda. (p.p. Antonio Carlos SrougĂŠ/Caio Baccarat Silva); Roberto de Oliva Mesquita (p.p. Dra. ClĂĄudia Gottsfritz); Suzana de Oliva Mesquita (p.p. Dra. ClĂĄudia Gottsfritz); GastĂŁo de Souza Mesquita (p.p. Dr. SĂŠrgio Ricardo Nutti Marangoni/Dr. Carlos Eduardo Martins Mammana/Dr. Felipe Hannickel Souza); Paulo Roberto Nunes (p.p. Dr. SĂŠrgio Ricardo Nutti Marangoni/Dr. Carlos Eduardo Martins Mammana/Dr. Felipe Hannickel Souza) e Lucia de Mesquita Nunes (p.p. Dr. SĂŠrgio Ricardo Nutti Marangoni/Dr. Carlos Eduardo Martins Mammana/Dr.Felipe Hannickel Souza).JUCESP nÂş 26.731/12-5 em 11/01/2012.Gisela Simiema Ceschin - SecretĂĄria Geral.
Companhia AgrĂcola CaiuĂĄ CNPJ/MF nÂş 61.083.002/0001-86 - NIRE 35.3.0006234-5 Ata da AssemblĂŠia Geral ExtraordinĂĄria Realizada em 10 de Novembro de 2011 Data, Hora e Local: Aos dez dias do mĂŞs de novembro de 2011, Ă s 10:00 horas, no prĂŠdio da sede social da Companhia, na Rua SĂŁo Bento, nÂş 329, 10Âş andar, na Cidade de SĂŁo Paulo, Estado de SĂŁo Paulo. Convocação e Presença: Dispensadas as formalidades de convocação, tendo em vista a presença de Acionistas representando a totalidade do capital social da Companhia, conforme assinatura lançada no Livro de Presença de Acionistas. Mesa: Carlos Eduardo Martins Mammana, Presidente e Felipe Hannickel Souza, SecretĂĄrio. Ordem do Dia: (a) DiscussĂŁo e deliberação sobre o aumento do capital social da Companhia; e (b) conseqĂźente alteração do artigo 5Âş do Estatuto Social da Companhia. Deliberaçþes: Os acionistas presentes, deliberaram, por unanimidade de votos: (a) aumentar o capital social em R$294.385,62 (duzentos e noventa e quatro mil, trezentos e oitenta e cinco reais e sessenta e dois centavos), passando dos atuais R$112.000.000,00 (cento e doze milhĂľes de reais) para R$112.294.385,62 (cento e doze milhĂľes, duzentos e noventa e quatro mil, trezentos e oitenta e cinco reais e sessenta e dois centavos), mediante a emissĂŁo de 257.988 (duzentas e cinqĂźenta e sete mil, novecentas e oitenta e oito) açþes ordinĂĄrias, nominativas e sem valor nominal, com preço de emissĂŁo de R$1,141081 cada uma, correspondente ao valor patrimonial das açþes da Companhia com base no balanço patrimonial levantado em 31/10/2011. As açþes ora emitidas sĂŁo subscritas e totalmente integralizadas na forma do Boletim de Subscrição que constitui o Anexo I Ă presente Ata.Os acionistas que nĂŁo subscreveram açþes proporcionalmente Ă s suas participaçþes no capital social expressamente renunciaram ao seu direito de preferĂŞncia, declarando-se de pleno acordo com a subscrição de açþes ora efetuada, tendo sido homologado o aumento de capital levado a efeito;(b) tendo em vista a aprovação do aumento de capital social da Companhia, alterar o artigo 5Âş do Estatuto Social, que passa vigorar com a seguinte redação:“CapĂtulo II - Do Capital e das Açþes - Artigo 5Âş O capital social ĂŠ de R$112.294.385,62 (cento e doze milhĂľes, duzentos e noventa e quatro mil, trezentos e oitenta e cinco reais e sessenta e dois centavos), dividido em 219.233.528 (duzentas e dezenove milhĂľes, duzentas e trinta e trĂŞs mil, quinhentas e vinte e oito) açþes ordinĂĄrias nominativas, sem valor nominalâ€?.Os acionistas presentes declaram-se cientes e de acordo com o valor atribuĂdo aos bens conferidos ao capital social da Companhia, dispensando expressamente a elaboração de laudo de avaliação especĂfico. Lavratura da Ata e Encerramento: Nada mais havendo a tratar e ninguĂŠm pedindo a palavra, o Presidente suspendeu os trabalhos da AssemblĂŠia atĂŠ a lavratura desta ata na forma sumĂĄria, que foi lida, achada conforme e por todos assinada. SĂŁo Paulo, 10 de novembro de 2011. Presidente - Carlos Eduardo Martins Mammana; SecretĂĄrio - Felipe Hannickel Souza. Acionistas: PNPER Participaçþes Ltda.; MMPER Participaçþes Ltda.; Roberto de Oliva Mesquita; GastĂŁo de Souza Mesquita; Suzana de Oliva Mesquita; Lucia de Mesquita Nunes; Paulo Roberto Nunes. JUCESP nÂş 507.902/11-7 em 27/12/2011.KĂĄtia Regina Bueno de Godoy - SecretĂĄria Geral.
Companhia AgrĂcola CaiuĂĄ
CNPJ/MF nÂş 61.083.002/0001-86 - NIRE 35.3.0006234-5 Data, Hora e Local: Aos doze dias do mĂŞs de novembro de 2011, Ă s 10:00 horas, no prĂŠdio da sede social da Companhia, na Rua SĂŁo Bento, nÂş 329, 10Âş andar, na Cidade de SĂŁo Paulo, Estado de SĂŁo Paulo. Convocação e Presença: Dispensadas as formalidades de convocação, tendo em vista a presença de Acionistas representando a totalidade do capital social da Companhia, conforme assinatura lançada no Livro de Presença de Acionistas. Mesa: Carlos Eduardo Martins Mammana, Presidente e Felipe Hannickel Souza, SecretĂĄrio. Ordem do Dia: (a) discussĂŁo e deliberação sobre o aumento do capital social da Companhia; e (b) consequente alteração do artigo 5Âş do Estatuto Social da Companhia.Deliberaçþes: Os acionistas presentes, deliberaram, por unanimidade de votos:(a) aumentar o capital social em R$ 1.875.028,79 (um milhĂŁo, oitocentos e setenta e cinco mil, vinte e oito reais e setenta e nove centavos), passando dos atuais R$112.294.385,62 (cento e doze milhĂľes, duzentos e noventa e quatro mil, trezentos e oitenta e cinco reais e sessenta e dois centavos) para R$ 114.169.414,41 (cento e quatorze milhĂľes, cento e sessenta e nove mil, quatrocentos e quatorze reais e quarenta e um centavos), mediante a emissĂŁo de 1.643.204 (um milhĂŁo, seiscentas e quarenta e trĂŞs mil, duzentas e quatro) açþes ordinĂĄrias, nominativas e sem valor nominal, com preço de emissĂŁo de R$ 1,141081 cada uma, correspondente ao valor patrimonial das açþes da Companhia com base no balanço patrimonial levantado em 31/10/2011. As açþes ora emitidas sĂŁo subscritas e totalmente integralizadas na forma do Boletim de Subscrição que constitui o Anexo I Ă presente Ata. Os acionistas que nĂŁo subscreveram açþes proporcionalmente Ă s suas participaçþes no capital social expressamente renunciaram ao seu direito de preferĂŞncia, declarando-se de pleno acordo com a subscrição de açþes ora efetuada, tendo sido homologado o aumento de capital levado a efeito; (b) tendo em vista a aprovação do aumento de capital social da Companhia, alterar o artigo 5Âş do Estatuto Social, que passa vigorar com a seguinte redação: “CapĂtulo II - Do Capital e das Açþes - Artigo 5Âş - O capital social ĂŠ de R$ 114.169.414,41 (cento e quatorze milhĂľes, cento e sessenta e nove mil, quatrocentos e quatorze reais e quarenta e um centavos), dividido em 220.876.732 (duzentas e vinte milhĂľes, oitocentas e setenta e seis mil, setecentas e trinta e duas) açþes ordinĂĄrias nominativas, sem valor nominalâ€?. Os acionistas presentes declaram-se cientes e de acordo com o valor atribuĂdo aos bens conferidos ao capital social da Companhia, dispensando expressamente a elaboração de laudo de avaliação especĂfico.Lavratura da Ata e Encerramento:Nada mais havendo a tratar e ninguĂŠm pedindo a palavra, o Presidente suspendeu os trabalhos da Assembleia atĂŠ a lavratura desta ata na forma sumĂĄria, que foi lida, achada conforme e por todos assinada. SĂŁo Paulo, 12 de novembro de 2011. Presidente - Carlos Eduardo Martins Mammana; SecretĂĄrio - Felipe Hannickel Souza. Acionistas: PNPER Participaçþes Ltda.; MMPER Participaçþes Ltda.; Roberto de Oliva Mesquita; GastĂŁo de Souza Mesquita; Suzana de Oliva Mesquita; Lucia de Mesquita Nunes; Paulo Roberto Nunes. JUCESP nÂş 507.903/11-0 em 27/12/2011. KĂĄtia Regina Bueno de Godoy - SecretĂĄria Geral.
Companhia AgrĂcola CaiuĂĄ
CNPJ/MF nÂş 61.083.002/0001-86 - NIRE 35.3.0006234-5 Ata da AssemblĂŠia Geral ExtraordinĂĄria Realizada em 14 de Novembro de 2011 Data, Hora e Local: Aos quatorze dias do mĂŞs de novembro de 2011, Ă s 10:00 horas, no prĂŠdio da sede social da Companhia, na Rua SĂŁo Bento, nÂş 329, 10Âş andar, na Cidade de SĂŁo Paulo, Estado de SĂŁo Paulo. Convocação e Presença: Dispensadas as formalidades de convocação, tendo em vista a presença de Acionistas representando a totalidade do capital social da Companhia, conforme assinatura lançada no Livro de Presença de Acionistas. Mesa: Carlos Eduardo Martins Mammana, Presidente e Felipe Hannickel Souza, SecretĂĄrio. Ordem do Dia: (a) DiscussĂŁo e deliberação sobre o aumento do capital social da Companhia; e (b) conseqĂźente alteração do artigo 5Âş do Estatuto Social da Companhia. Deliberaçþes: Os acionistas presentes, deliberaram, por unanimidade de votos: (a) aumentar o capital social em R$ 2.498.898,98 (dois milhĂľes, quatrocentos e noventa e oito mil, oitocentos e noventa e oito reais e noventa e oito centavos), passando dos atuais R$ 114.169.414,41 (cento e quatorze milhĂľes, cento e sessenta e nove mil, quatrocentos e quatorze reais e quarenta e um centavos) para R$ 116.668.313,39 (cento e dezesseis milhĂľes, seiscentos e oitenta e oito mil, trezentos e treze reais e trinta e nove centavos), mediante a emissĂŁo de 2.189.940 (dois milhĂľes, cento e oitenta e nove mil, novecentas e quarenta) açþes ordinĂĄrias, nominativas e sem valor nominal, com preço de emissĂŁo de R$ 1,141081 cada uma, correspondente ao valor patrimonial das açþes da Companhia com base no balanço patrimonial levantado em 31/10/2011.As açþes ora emitidas sĂŁo subscritas e totalmente integralizadas na forma do Boletim de Subscrição que constitui o Anexo I Ă presente Ata.Os acionistas que nĂŁo subscreveram açþes proporcionalmente Ă s suas participaçþes no capital social expressamente renunciaram ao seu direito de preferĂŞncia, declarando-se de pleno acordo com a subscrição de açþes ora efetuada, tendo sido homologado o aumento de capital levado a efeito; (b) tendo em vista a aprovação do aumento de capital social da Companhia, alterar o artigo 5Âş do Estatuto Social, que passa vigorar com a seguinte redação:“CapĂtulo II - Do Capital e das Açþes - Artigo 5Âş - O capital social ĂŠ de R$ 116.668.313,39 (cento e dezesseis milhĂľes, seiscentos e sessenta e oito mil, trezentos e treze reais e trinta e nove centavos), dividido em 223.066.672 (duzentas e vinte e trĂŞs milhĂľes, sessenta e seis mil, seiscentas e setenta e duas) açþes ordinĂĄrias nominativas, sem valor nominalâ€?. Os acionistas presentes declaram-se cientes e de acordo com o valor atribuĂdo aos bens conferidos ao capital social da Companhia, dispensando expressamente a elaboração de laudo de avaliação especĂfico.Lavratura da Ata e Encerramento: Nada mais havendo a tratar e ninguĂŠm pedindo a palavra, o Presidente suspendeu os trabalhos da AssemblĂŠia atĂŠ a lavratura desta ata na forma sumĂĄria, que foi lida, achada conforme e por todos assinada. SĂŁo Paulo, 14 de novembro de 2011. Presidente - Carlos Eduardo Martins Mammana, SecretĂĄrio Felipe Hannickel Souza. Acionistas: PNPER Participaçþes Ltda.; MMPER Participaçþes Ltda.; Roberto de Oliva Mesquita, GastĂŁo de Souza Mesquita, Suzana de Oliva Mesquita, Lucia de Mesquita Nunes, Paulo Roberto Nunes. JUCESP nÂş 507.904/11-4 em 27/12/2011. KĂĄtia Regina Bueno de Godoy - SecretĂĄria Geral. %KVCnlQ 2TC\Q FKCU 2TQE PÂ? 1 &T .WKU (GTPCPFQ 0CTFGNNK ,WK\ FG &KTGKVQ FC œ 8CTC %sXGN FQ (QTQ 4GIKQPCN FQ 6CVWCRo PC HQTOC FC .GK GVE (C\ 5CDGT C 9QTP +PFWUVTKC 3WsOKEC .VFC PC RGUUQC FG UGW TGRTGU NGICN %02, 4QDGTVQ 5RKPGVVC %2( G #PFTGC 5RKPGVVC %2( SWG $CPEQ $TCFGUEQ 5 # CLWK\QW #nlQ FG 'ZGEWnlQ RCTC EQDTCPnC FG 4 'UVCPFQ QU GZGEWVCFQU GO NWICT KIPQTCFQ HQK FGHGTKFC C EKVCnlQ RQT GFKVCN RCTC SWG GO FKCU RCIWGO Q FoDKVQ CVWCNK\CFQ QW GO FKCU GODCTIWGO QW TGEQPJGnCO Q EToFKVQ FQ GZGS€GPVG EQORTQXCPFQ Q FGRxUKVQ FG FQ XCNQT FC GZGEWnlQ KPENWUKXG EWUVCU G JQPQThTKQU RQFGPFQ TGSWGTGT SWG Q RCICOGPVQ TGUVCPVG UGLC HGKVQ GO RCTEGNCU OGPUCKU CVWCNK\CFCU RTC\QU GUVGU SWG EQOGnCTlQ C HNWKT CRxU QU FKCU UWRTC UQD RGPC FG RGPJQTC RTGUWOKPFQ UG CEGKVQU QU HCVQU 5GTh Q GFKVCN CHKZCFQ G RWDNKECFQ PC HQTOC FC NGK
FALĂŠNCIA, RECUPERAĂ‡ĂƒO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAĂ‡ĂƒO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição CĂvel do Tribunal de Justiça de SĂŁo Paulo, foram ajuizados no dia 25 de maio de 2012, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falĂŞncia, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: Banco Industrial e Comercial S/A. Requerido: Blokos Engenharia Ltda. Avenida Doutor Cardoso de Melo, 1.460 - Conjunto 4 – Vila OlĂmpia - 1ÂŞ Vara de FalĂŞncias. Requerente: Fercoi S/A – DivisĂŁo Setefer. Requerido: Ventiladores Bernauer S/A. Rua Professor Aprigio Gonzaga, 8 - Salas 131 a 134 – SĂŁo Judas - 2ÂŞ Vara de FalĂŞncias.
ECONOMIA/LEGAIS - 21
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Sociedade AnĂ´nima de Capital Aberto - CNPJ/MF nÂş 17.193.806/0001-46 e NIRE 35 3 0002366 8 Ata das Assembleias Gerais OrdinĂĄria e ExtraordinĂĄria Data: 26 de abril de 2012. HorĂĄrio: 11:30 horas, Assembleia Geral OrdinĂĄria e, em seguida, Assembleia Geral ExtraordinĂĄria. Local: Sede social, Alameda Santos, 466, 1Âş andar, SĂŁo Paulo SP. Presença: 1) acionistas titulares de açþes ordinĂĄrias, representando mais de dois terços do capital social com direito de voto; 2) administradores da Sociedade, representantes do Conselho Fiscal e o Sr. Alberto Spilborghs Neto, CRC 1SP167455/O-0, representante da KPMG Auditores Independentes. Mesa: Paulo Guilherme Monteiro Lobato Ribeiro - Presidente. ChristopheYvan François Cadier - SecretĂĄrio. JosĂŠ Elanir de Lima - SecretĂĄrio. Ordem do Dia: Em Assembleia Geral OrdinĂĄria - 1. examinar, discutir e votar o RelatĂłrio da Administração, as Demonstraçþes Financeiras, o RelatĂłrio dos Auditores Independentes e o Parecer do Conselho Fiscal, relativos ao exercĂcio social encerrado em 31/12/2011; 2. deliberar sobre a destinação do lucro lĂquido do exercĂcio e ratificar as distribuiçþes de juros sobre o capital prĂłprio relativas ao 1Âş e 2Âş semestres de 2011; 3. fixar a verba mĂĄxima destinada Ă remuneração dos membros da Diretoria e do Conselho de Administração para o exercĂcio de 2012 e 4. se assim deliberado, instalar o Conselho Fiscal, eleger seus membros efetivos e suplentes e fixar suas remuneraçþes. Em Assembleia Geral ExtraordinĂĄria - Tomar conhecimento e deliberar sobre a Proposta da Diretoria, com pareceres favorĂĄveis do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal, para aumentar o capital social em R$ 21.442.970,00 (vinte e um milhĂľes, quatrocentos e quarenta e dois mil e novecentos e setenta reais), sem emissĂŁo de açþes, mediante a capitalização de igual valor a ser retirado da conta “Reserva para Aumento de Capitalâ€?, para eliminar seu excesso, e aprovar a correspondente reforma estatutĂĄria. Publicaçþes - 1. RelatĂłrio da Administração, Demonstraçþes Financeiras, Notas Explicativas, RelatĂłrio dos Auditores Independentes e Parecer do Conselho Fiscal relativos ao exercĂcio social encerrado em 31/12/2011: DiĂĄrio Oficial do Estado de SĂŁo Paulo e DiĂĄrio do ComĂŠrcio, ediçþes de 09/03/2012; 2. Editais de Convocação: DiĂĄrio Oficial do Estado de SĂŁo Paulo e DiĂĄrio do ComĂŠrcio, ediçþes de 27/03/2012, 28/03/2012 e 29/03/2012. Leitura de Documentos - Todos os documentos citados acima, incluindo as Publicaçþes, a Proposta da Diretoria e os pareceres favorĂĄveis do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal, foram lidos e colocados sobre a mesa, Ă disposição dos acionistas. Destacou-se ainda que, alĂŠm das publicaçþes nos jornais antes referidos, foi efetuada a publicação tempestiva, por meio dos sĂtios da ComissĂŁo de Valores MobiliĂĄrios e do Conglomerado Alfa na Internet, de todas as informaçþes sobre Sociedade exigidas pelas Instruçþes CVM nÂşs 480 e 481. Deliberaçþes Tomadas em Assembleia Geral OrdinĂĄria - ApĂłs anĂĄlise e discussĂŁo, os acionistas, com abstenção dos legalmente impedidos, deliberaram por unanimidade: 1. aprovar o RelatĂłrio da Administração, as Demonstraçþes Financeiras, o Parecer do Conselho Fiscal e o RelatĂłrio dos Auditores Independentes, ficando assim aprovadas as contas dos Administradores relativas ao exercĂcio social encerrado em 31/12/2011; 2. homologar a destinação do lucro lĂquido do exercĂcio, jĂĄ refletida nas demonstraçþes financeiras, sendo (i) as importâncias de R$ 2.831.916,56 (dois milhĂľes oitocentos e trinta e um mil, novecentos e dezesseis reais e cinquenta e seis centavos) para Reserva Legal; R$ 13.451.603,64 (treze milhĂľes quatrocentos e cinquenta e um mil seiscentos trĂŞs reais e sessenta e quatro centavos) a tĂtulo de dividendos postergados, para Reserva de Lucros a Realizar, e R$ 301.104,83 (trezentos e um mil, cento e quatro reais e oitenta e trĂŞs centavos) referente a Imposto de Renda devido sobre juros sobre capital prĂłprio e (ii) o saldo remanescente do lucro lĂquido, de R$ 40.053.706,09 (quarenta milhĂľes, cinquenta e trĂŞs mil, setecentos e seis reais e nove centavos) para Reservas EstatutĂĄrias, a saber: R$ 36.048.335,48 (trinta e seis milhĂľes, quarenta e oito mil, trezentos e trinta e cinco reais e quarenta e oito centavos) para Reserva para Aumento de Capital e R$ 4.005.370,61 (quatro milhĂľes e cinco mil, trezentos e setenta reais e sessenta e um centavos) para Reserva Especial para Dividendos; bem como ratificar os pagamentos, atravĂŠs de Realização de Lucros de ExercĂcios Anteriores, de dividendos no montante de R$ 1.635.252,46 (hum milhĂŁo seiscentos e trinta e cinco mil duzentos e cinquenta e dois reais e quarenta e seis centavos) e de juros sobre o capital prĂłprio no montante, lĂquido do imposto de renda, de R$1.757.130,92 (hum milhĂŁo setecentos e cinquenta e sete mil cento e trinta reais e noventa e dois centavos), ambos jĂĄ distribuĂdos, relativos ao 1Âş e 2Âş semestres de 2011 e imputados ao valor do dividendo obrigatĂłrio de 2011; 3. fixar em atĂŠ R$ 135.000,00 (cento e trinta e cinco mil reais), em mĂŠdia mensal livre do imposto de renda na fonte, a verba mĂĄxima para remuneração global do Conselho de Administração e da Diretoria, nos termos do Estatuto Social, cabendo ao Conselho de Administração deliberar sobre a forma de distribuição dessa verba entre os seus membros e os da Diretoria. Essa verba vigorarĂĄ a partir de Maio de 2012, inclusive, e poderĂĄ ser reajustada com base na combinação dos Ăndices IPC-A/IBGE e IGP-M/FGV. PoderĂĄ a Sociedade proporcionar, aos seus administradores, transporte individual e, ainda, para alguns, serviços de segurança, a critĂŠrio do Conselho de Administração, conforme PolĂtica de Remuneração dos Administradores; 4. instalar o Conselho Fiscal, considerando que, pelo Estatuto Social, seu funcionamento nĂŁo ĂŠ permanente, bem como eleger os seus membros com mandato atĂŠ a Assembleia Geral OrdinĂĄria de 2013. 4.1. O acionista Luiz Alves Paes de Barros, na qualidade de acionista e tambĂŠm de representante de outros titulares de açþes preferenciais sem direito a voto, manifestou sua intenção de eleger um Conselheiro, em votação em separado, excluĂdo o acionista controlador, tendo desta forma indicado e reeleito como Membro Efetivo, o Sr. Paulo Caio Ferraz de Sampaio (CPF/MF n° 694.546.208-00 e RG n° 5.312.732 - SSP/SP), brasileiro, casado, engenheiro civil, residente e domiciliado em SĂŁo Paulo - SP, com endereço comercial na Av. Brigadeiro Faria Lima, 1982, 6° andar - conjunto 603, Pinheiros, e como respectivo Suplente o Sr. Luiz Gonzaga Ramos Schubert (CPF/MF nÂş 080.501.128-53 - RG 2.560.033 - SSP-SP), brasileiro, casado, advogado, residente e domiciliado em SĂŁo Paulo (SP), na Alameda JaĂş, 88 apto. 114. 4.2. Os demais acionistas reelegeram entĂŁo os seguintes Conselheiros, a saber: Membros Efetivos - os Srs. Luiz Henrique Coelho da Rocha (CPF/MF nÂş 003.233.657-87 RG nÂş 6.900.119-SSP-SP), brasileiro, casado, engenheiro civil, residente e domiciliado em SĂŁo Paulo - SP, na Rua da Consolação, 3726, apto. 141, e Rogerio Rey Betti (CPF/MF nÂş 064.292.388-49 - RG nÂş 7.613.380-SSP-SP), brasileiro, casado, consultor, residente e domiciliado em SĂŁo Paulo (SP), na Rua Gaivota, 1640; e, como respectivos Suplentes - os Srs. Rubens Barletta (CPF/MF nÂş 397.909.328-04 RG nÂş 3.540.429-SSP SP), brasileiro, divorciado, advogado, residente e domiciliado em SĂŁo Paulo (SP), com escritĂłrio na Praça Ramos de Azevedo, 209 - 5Âş andar, e JosĂŠ Carlos GuimarĂŁes (CPF/MF nÂş 011.093.088-68 - RG nÂş 2.234.093-SSP-SP), brasileiro, casado, advogado, residente e domiciliado em SĂŁo Paulo (SP), na Rua TopĂĄzio, 478 - apto. 27, Aclimação. 4.3. Os acionistas deliberaram ainda que cada membro efetivo do Conselho Fiscal, quando em exercĂcio, receberĂĄ a remuneração de R$ 2.300,00 (dois mil e trezentos reais) mensais, observado o mĂnimo previsto em lei e, para cada membro suplente, a remuneração serĂĄ de R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais) mensais. 4.4. Os membros do Conselho Fiscal ora eleitos nĂŁo estĂŁo incursos em crime algum que vede a exploração de atividade empresarial, nos moldes do CĂłdigo Civil, artigo 1011 - § 1Âş. Deliberação Tomada em Assembleia Geral ExtraordinĂĄria - ApĂłs anĂĄlise e discussĂŁo, os acionistas, com abstenção dos legalmente impedidos, deliberaram, por unanimidade, aprovar o aumento do capital social em R$ 21.442.970,00 (vinte e um milhĂľes quatrocentos e quarenta e dois mil novecentos e setenta reais), sem emissĂŁo de novas açþes, elevando-o de R$ 258.082.030,00 (duzentos e cinquenta e oito milhĂľes, oitenta e dois mil e trinta reais) para R$ 279.525.000,00 (duzentos e setenta e nove milhĂľes quinhentos e vinte e cinco mil reais), mediante a capitalização de igual valor a ser retirado da conta “Reserva para Aumento de Capitalâ€?, visando eliminar o excesso a que se refere o parĂĄgrafo 3Âş do artigo 31 do Estatuto Social, tal como indicado na proposta da Diretoria e nos pareceres do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal, reformando o “caputâ€? do Artigo 5Âş do Estatuto Social, que passa a ser assim redigido: “Art. 5Âş - O capital social ĂŠ de R$ 279.525.000,00 (duzentos e setenta e nove milhĂľes quinhentos e vinte e cinco mil reais), dividido em 73.646.388 (setenta e trĂŞs milhĂľes, seiscentos e quarenta e seis mil, trezentos e oitenta e oito) açþes escriturais, sem valor nominal, das quais 40.394.932 (quarenta milhĂľes, trezentos e noventa e quatro mil, novecentos e trinta e duas) ordinĂĄrias; 164.936 (cento e sessenta e quatro mil, novecentos e trinta e seis) preferenciais classe “Aâ€?; 2.330.271 (dois milhĂľes, trezentos e trinta mil, duzentos e setenta e uma) preferenciais classe “Bâ€?; 219.863 (duzentos e dezenove mil, oitocentos e sessenta e trĂŞs) preferenciais classe “Câ€?; 2.059.517 (dois milhĂľes, cinquenta e nove mil, quinhentos e dezessete) preferenciais classe “Dâ€?; 6.759.345 (seis milhĂľes, setecentos e cinquenta e nove mil, trezentos e quarenta e cinco) preferenciais classe “Eâ€? e 21.717.524 (vinte e um milhĂľes, setecentos e dezessete mil, quinhentos e vinte e quatro) preferenciais classe “Fâ€?â€?. Finalizando os trabalhos, a Assembleia deliberou, por unanimidade, publicar a ata deste conclave, nos termos dos parĂĄgrafos primeiro e segundo do artigo 130 da Lei de Sociedades por Açþes. Lida e aprovada, vai esta assinada pelos presentes. SĂŁo Paulo, 26 de abril de 2012. Paulo Guilherme Monteiro Lobato Ribeiro - Presidente da Mesa. Christophe Yvan François Cadier - SecretĂĄrio. JosĂŠ Elanir de Lima - SecretĂĄrio. CertidĂŁo - Junta Comercial do Estado de SĂŁo Paulo. Certifico o registro sob o nÂş 214.576/12-7, em 23/05/2012. Gisela Simiema Ceschin - SecretĂĄria Geral.
Companhia de Cimento Portland Ponte Alta CNPJ/MF nÂş 61.403.507/0001-80 - NIRE 35.3.0002329-3 Data, Hora e Local: Aos vinte e dois dias do mĂŞs de dezembro de 2011, Ă s 09:30 horas, no prĂŠdio da sede social, na Rua SĂŁo Bento, nÂş 329, 12Âş andar, nesta Capital. Presença: Acionistas representando mais de 85% (oitenta e cinco por cento) do capital social, conforme assinaturas lançadas no Livro de Presença de Acionistas, atendendo a convocação efetuada de conformidade com o art. 124 da Lei nÂş 6.404/76. Mesa: Carlos Eduardo Martins Mammana, como Presidente, eleito entre os acionistas presentes, e Felipe Hannickel Souza, como SecretĂĄrio. Ordem do Dia: (a) Exame, discussĂŁo e aprovação do Protocolo e Justificação de Incorporação da Companhia pela Companhia Melhoramentos Norte do ParanĂĄ (“CMNPâ€?), firmado e aprovado pela Administração da Companhia em 12 de dezembro de 2011, elaborado nos termos da legislação vigente, contendo, portanto, todos os termos, condiçþes e informaçþes necessĂĄrias Ă compreensĂŁo da proposta de Incorporação da Companhia pela CMNP; (b) Aprovação da Incorporação da Companhia pela CMNP, nos termos do Protocolo e Justificação de Incorporação e demais documentos colocados Ă disposição dos acionistas; e (c) Ratificação dos atos jĂĄ praticados pela Administração da Companhia em relação Ă referida Incorporação e autorização para que os administradores da Companhia possam praticar todos os atos necessĂĄrios Ă implementação e formalização da Incorporação. Deliberaçþes: Os acionistas presentes deliberaram, (a) por unanimidade, sem qualquer emenda ou ressalva, aprovar a minuta do Protocolo e Justificação de Incorporação celebrado entre as administraçþes da Companhia e CMNP em 12 de dezembro de 2011, o qual estabelece, dentre outros, a justificativa, os termos e condiçþes em que se realizarĂĄ a incorporação da Companhia pela CMNP, mediante a transferĂŞncia de todo o acervo lĂquido contĂĄbil da Companhia para o patrimĂ´nio da CMNP, com o consequente aumento do capital social da CMNP, e que compĂľe a presente ata como Anexo II, bem como dos demais documentos que o lastrearam, nos termos dos artigos 224, 225 e 227 da Lei nÂş 6.404, de 15/12/1976 e posteriores alteraçþes; (b) por unanimidade, sem qualquer emenda ou ressalva, aprovar a incorporação da Companhia pela CMNP, nos termos do Protocolo e Justificação de Incorporação constante do Anexo II e demais documentos colocados Ă disposição dos acionistas. Em decorrĂŞncia da incorporação ora aprovada, os acionistas declaram extinta a Companhia, que serĂĄ sucedida em carĂĄter universal pela CMNP; e (c) por unanimidade, ratificar os atos jĂĄ praticados pela Administração da Companhia em relação Ă Incoporação da Companhia pela CMNP, autorizando ainda os administradores da Companhia a praticar todos os atos necessĂĄrios Ă implementação e formalização da incorporação em questĂŁo. Nada mais havendo a tratar, o Presidente suspendeu os trabalhos da AssemblĂŠia atĂŠ a lavratura desta ata, na forma de sumĂĄrio dos fatos ocorridos.SĂŁo Paulo, 22 de dezembro de 2011. Presidente: Carlos Eduardo Martins Mammana; SecretĂĄrio: Felipe Hannickel Souza; Companhia AgrĂcola Caiua (pp.Carlos Eduardo Martins Mammana/Felipe Hannickel Souza);Companhia Melhoramentos Norte do ParanĂĄ (pp. Carlos Eduardo Martins Mammana/Felipe Hannickel Souza). JUCESP nÂş 102.139/12-0 em 07/02/2012.Gisela Simiema Ceschin - SecretĂĄria Geral. IDEABANK HOLDING S.A. CNPJ/MF nÂş 12.551.548/0001-09 - NIRE 35.300.383.991 Ata da Assembleia Geral ExtraordinĂĄria Data, HorĂĄrio e Local: 30 de abril de 2012, Ă s 11:00 (onze) horas, na sede social da companhia, na Rua Hungria nÂş 888, 2Âş andar, conjunto 21, sala 03, Jardim Paulistano, CEP 01455-905, na Cidade de SĂŁo Paulo, Estado de SĂŁo Paulo. Presença: totalidade dos acionistas titulares de açþes ordinĂĄrias, com direito de voto, conforme consta da Lista de Presença. Convocação e Publicação: Dispensada a publicação do edital de convocação, com base no parĂĄgrafo 4°, do artigo 124, da Lei das Sociedades AnĂ´nimas (Lei 6.404/76). Mesa: Tendo em vista o disposto no Artigo 13Âş do Estatuto Social da Companhia, ocupa a presidĂŞncia da Mesa de Trabalhos, o Diretor Presidente da companhia, Senhor Pierre Moreau, o qual convidou para exercer a função de SecretĂĄrio da Mesa, o Senhor Ério Umberto Saiani Filho. Ordem do Dia: (i) deliberar sobre a dissolução da Ideabank Holding S.A., consoante o disposto no artigo 206, I, “câ€? da Lei 6.404/76; (ii) deliberar sobre a forma de liquidação da Companhia; (iii) eleger um liquidante para proceder Ă liquidação da Companhia, conforme previsto no artigo 33 do Estatuto da Companhia. Deliberaçþes: Inicialmente foi proposto pelo Senhor Presidente que a presente ata fosse lavrada de forma sumĂĄria, o que foi aprovado pela unanimidade dos acionistas presentes. Passou-se, entĂŁo, Ă deliberação da matĂŠria integrante da ordem do dia: (i) ApĂłs a leitura da ordem do dia e discussĂŁo do primeiro item, a unanimidade dos acionistas presentes decidiu aprovar a dissolução da Ideabank Holding S.A.; (ii) Discutidas as formas de liquidação da Companhia, a unanimidade dos acionistas presentes decidiu que a liquidação da Ideabank Holding S.A. se farĂĄ na forma de liquidação extrajudicial; (iii) Por fim, os acionistas, por unanimidade, decidiram eleger o Dr. Pierre Moreau como liquidante da Companhia, que deverĂĄ apresentar o relatĂłrio de contas de liquidação no prazo mĂĄximo de 1 (um) mĂŞs contado da data da presente Assembleia. Lavratura e Leitura da Ata: Nada mais havendo a ser tratado, foi oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguĂŠm se manifestou, suspendeu-se a Assembleia pelo tempo necessĂĄrio Ă lavratura desta ata no livro prĂłprio, a qual lida e aprovada foi assinada por todos os presentes. Data: 30 de abril de 2012.
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAĂ‡ĂƒO
GOVERNO DO ESTADO DE SĂƒO PAULO
FDE AVISA: PregĂŁo EletrĂ´nico de Registro de Preços nÂş 36/00120/12/05 OBJETO: Aquisição de Mesa AcessĂvel - MF 04 A FUNDAĂ‡ĂƒO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAĂ‡ĂƒO - FDE comunica Ă s empresas interessadas que se acha aberta licitação para: Aquisição de Mesa AcessĂvel - MF 04. As empresas interessadas poderĂŁo obter informaçþes e verificar o Edital a partir de 28/05/2012, no endereço eletrĂ´nico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na SupervisĂŁo de Licitaçþes na Av. SĂŁo LuĂs, 99 - RepĂşblica - CEP: 01046-001 - SĂŁo Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horĂĄrio das 08:30 Ă s 17:00 horas, ou verificar o edital na Ăntegra, atravĂŠs da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessĂŁo pĂşblica de processamento do PregĂŁo EletrĂ´nico serĂĄ realizada no endereço eletrĂ´nico www.bec.sp.gov.br, no dia 12/06/2012, Ă s 09:30, horas e serĂĄ conduzida pelo pregoeiro com o auxĂlio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epĂgrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverĂŁo obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serĂŁo encaminhadas, por meio eletrĂ´nico, apĂłs o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do inĂcio do prazo para envio da proposta eletrĂ´nica serĂĄ de 28/05/2012, atĂŠ o momento anterior ao inĂcio da sessĂŁo pĂşblica. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente
Companhia AgrĂcola CaiuĂĄ CNPJ/MF nÂş 61.083.002/0001-86 - NIRE 35.3.0006234-5 Ata da AssemblĂŠia Geral ExtraordinĂĄria Realizada em 18 de Novembro de 2011 Data,Hora e Local: Aos dezoito dias do mĂŞs de novembro de 2011, Ă s 10:00 horas, no prĂŠdio da sede social da Companhia, na Rua SĂŁo Bento, nÂş 329, 10Âş andar, na Cidade de SĂŁo Paulo, Estado de SĂŁo Paulo. Convocação e Presença: Dispensadas as formalidades de convocação, tendo em vista a presença de Acionistas representando a totalidade do capital social da Companhia, conforme assinatura lançada no Livro de Presença de Acionistas. Mesa: Carlos Eduardo Martins Mammana, Presidente e Felipe Hannickel Souza, SecretĂĄrio. Ordem do Dia: (a) DiscussĂŁo e deliberação sobre o aumento do capital social da Companhia; e (b) consequente alteração do artigo 5Âş do Estatuto Social da Companhia. Deliberaçþes: Os acionistas presentes, deliberaram, por unanimidade de votos: (a) aumentar o capital social em R$ 73.762.588,28 (setenta e trĂŞs milhĂľes, setecentos e sessenta e dois mil, quinhentos e oitenta e oito reais e vinte e oito centavos), passando dos atuais R$ 118.804.243,62 (cento e dezoito milhĂľes, oitocentos e quatro mil, duzentos e quarenta e trĂŞs reais e sessenta e dois centavos) para R$ 192.566.831,90 (cento e noventa e dois milhĂľes, quinhentos e sessenta e seis mil, oitocentos e trinta e um reais e noventa centavos), mediante a emissĂŁo de 64.642.728 (sessenta e quatro milhĂľes, seiscentas e quarenta e duas mil, setecentas e vinte e oito) açþes ordinĂĄrias, nominativas e sem valor nominal, com preço de emissĂŁo de R$ 1,141081 cada uma, correspondente ao valor patrimonial das açþes da Companhia com base no balanço patrimonial levantado em 31/10/2011. As açþes ora emitidas sĂŁo subscritas e totalmente integralizadas na forma do Boletim de Subscrição que constitui o Anexo I Ă presente Ata.Os acionistas que nĂŁo subscreveram açþes proporcionalmente Ă s suas participaçþes no capital social expressamente renunciaram ao seu direito de preferĂŞncia, declarando-se de pleno acordo com a subscrição de açþes ora efetuada, tendo sido homologado o aumento de capital levado a efeito;(b) tendo em vista a aprovação do aumento de capital social da Companhia, alterar o artigo 5Âş do Estatuto Social, que passa vigorar com a seguinte redação:“CapĂtulo II - Do Capital e das Açþes - Artigo 5Âş O capital social ĂŠ de R$ 192.566.831,90 (cento e noventa e dois milhĂľes, quinhentos e sessenta e seis mil, oitocentos e trinta e um reais e noventa centavos), dividido em 289.581.248 (duzentas e oitenta e nove milhĂľes, quinhentas e oitenta e uma mil, duzentas e quarenta e oito) açþes ordinĂĄrias nominativas, sem valor nominalâ€?. Os acionistas presentes declaram-se cientes e de acordo com o valor atribuĂdo aos bens conferidos ao capital social da Companhia, dispensando expressamente a elaboração de laudo de avaliação especĂfico. Lavratura da Ata e Encerramento: Nada mais havendo a tratar e ninguĂŠm pedindo a palavra, o Presidente suspendeu os trabalhos da AssemblĂŠia atĂŠ a lavratura desta ata na forma sumĂĄria, que foi lida, achada conforme e por todos assinada. SĂŁo Paulo, 18 de novembro de 2011. Presidente - Carlos Eduardo Martins Mammana;SecretĂĄrio - Felipe Hannickel Souza; Acionistas:PNPER Participaçþes Ltda.; MMPER Participaçþes Ltda.; Roberto de Oliva Mesquita - GastĂŁo de Souza Mesquita; Suzana de Oliva Mesquita; Lucia de Mesquita Nunes; Paulo Roberto Nunes. JUCESP nÂş 507.906/11-1 em 27/12/2011.KĂĄtia Regina Bueno de Godoy - SecretĂĄria Geral.
Companhia AgrĂcola CaiuĂĄ
CNPJ/MF nÂş 61.083.002/0001-86 - NIRE 35.3.0006234-5 Ata da AssemblĂŠia Geral ExtraordinĂĄria Realizada em 16 de Novembro de 2011 Data, Hora e Local: Aos dezesseis dias do mĂŞs de novembro de 2011, Ă s 10:00 horas, no prĂŠdio da sede social da Companhia, na Rua SĂŁo Bento, nÂş 329, 10Âş andar, na Cidade de SĂŁo Paulo, Estado de SĂŁo Paulo. Convocação e Presença: Dispensadas as formalidades de convocação, tendo em vista a presença de Acionistas representando a totalidade do capital social da Companhia, conforme assinatura lançada no Livro de Presença de Acionistas. Mesa: Carlos Eduardo Martins Mammana, Presidente e Felipe Hannickel Souza, SecretĂĄrio. Ordem do Dia: (a) DiscussĂŁo e deliberação sobre o aumento do capital social da Companhia; e (b) conseqĂźente alteração do artigo 5Âş do Estatuto Social da Companhia. Deliberaçþes: Os acionistas presentes, deliberaram, por unanimidade de votos: (a) aumentar o capital social em R$ 2.135.930,23 (dois milhĂľes, cento e trinta e cinco mil, novecentas e trinta reais e vinte e trĂŞs centavos), passando dos atuais R$ 116.668.313,39 (cento e dezesseis milhĂľes, seiscentos e oitenta e oito mil, trezentos e treze reais e trinta e nove centavos) para R$ 118.804.243,62 (cento e dezoito milhĂľes, oitocentos e quatro mil, duzentos e quarenta e trĂŞs reais e sessenta e dois centavos), mediante a emissĂŁo de 1.871.848 (um milhĂŁo, oitocentas e setenta e uma mil, oitocentas e quarenta e oito) açþes ordinĂĄrias, nominativas e sem valor nominal, com preço de emissĂŁo de R$ 1,141081 cada uma, correspondente ao valor patrimonial das açþes da Companhia com base no balanço patrimonial levantado em 31/10/2011.As açþes ora emitidas sĂŁo subscritas e totalmente integralizadas na forma do Boletim de Subscrição que constitui o Anexo I Ă presente Ata. Os acionistas que nĂŁo subscreveram açþes proporcionalmente Ă s suas participaçþes no capital social expressamente renunciaram ao seu direito de preferĂŞncia, declarando-se de pleno acordo com a subscrição de açþes ora efetuada, tendo sido homologado o aumento de capital levado a efeito;(b) tendo em vista a aprovação do aumento de capital social da Companhia, alterar o artigo 5Âş do Estatuto Social, que passa vigorar com a seguinte redação: “CapĂtulo II - Do Capital e das Açþes - Artigo 5Âş - O capital social ĂŠ de R$ 118.804.243,62 (cento e dezoito milhĂľes, oitocentos e quatro mil, duzentos e quarenta e trĂŞs reais e sessenta e dois centavos), dividido em 224.938.520 (duzentas e vinte e quatro milhĂľes, novecentas e trinta e oito mil, quinhentas e vinte) açþes ordinĂĄrias nominativas, sem valor nominalâ€?.Os acionistas presentes declaram-se cientes e de acordo com o valor atribuĂdo aos bens conferidos ao capital social da Companhia, dispensando expressamente a elaboração de laudo de avaliação especĂfico.Lavratura da Ata e Encerramento: Nada mais havendo a tratar e ninguĂŠm pedindo a palavra, o Presidente suspendeu os trabalhos da AssemblĂŠia atĂŠ a lavratura desta ata na forma sumĂĄria, que foi lida, achada conforme e por todos assinada. SĂŁo Paulo, 16 de novembro de 2011. Presidente - Carlos Eduardo Martins Mammana; SecretĂĄrio Felipe Hannickel Souza. Acionistas: PNPER Participaçþes Ltda.; MMPER Participaçþes Ltda.; Roberto de Oliva Mesquita; GastĂŁo de Souza Mesquita; Suzana de Oliva Mesquita; Lucia de Mesquita Nunes; Paulo Roberto Nunes. JUCESP nÂş 507.905/11-8 em 27/12/2011. KĂĄtia Regina Bueno de Godoy - SecretĂĄria Geral.
AVISO DE ABERTURA DE LICITAĂ‡ĂƒO TOMADA DE PREÇOS NÂş 008/2012. A ComissĂŁo Permanente de Licitação atravĂŠs de sua Presidente torna pĂşblico e para conhecimento dos interessados que se encontra aberta nesta Prefeitura – TOMADA DE PREÇOS NÂş 008/2012, cujo objeto ĂŠ a contratação de Empresa para execução do Projeto do Sistema de Videomonitoramento Metropolitano da RMC no municĂpio de JaguariĂşna, conforme Edital. O encerramento se darĂĄ no dia 15 de Junho de 2012 Ă s 09:00 horas. PoderĂŁo participar da licitação as empresas que possuem o Certificado de Registro Cadastral desta Prefeitura, e as que apresentarem e protocolarem toda a documentação necessĂĄria para o cadastro, atĂŠ o terceiro dia anterior a data de recebimento dos Envelopes, ou seja, atĂŠ o dia 12 de Junho de 2012. O cadastramento deverĂĄ ser feito junto ao Departamento de GestĂŁo de Suprimentos e Qualidade – DivisĂŁo de Licitaçþes e Contratos, sito Ă Rua Alfredo Bueno, 1235 – Centro – JaguariĂşna/ SP, no horĂĄrio das 08:00 Ă s 16:00 horas. O Edital completo poderĂĄ ser consultado e adquirido no mesmo endereço citado acima, pelo valor de R$ 20,00 (Vinte Reais), ou obtido gratuitamente atravĂŠs do site www.jaguariuna.sp.gov.br, link Editais. Maiores informaçþes poderĂŁo ser obtidas pelos telefones: (19) 3867-9780, com a Senhora AntĂ´nia Brasilino, (19) 3867-9801, com LĂlian, (19) 3867-9825, com Aline; (19) 3867-9707, com Fernanda; (19) 3867-9786, com Elvis ou fone/fax (19) 3867-9779. C.P.L., 25 de Maio de 2012. Antonia M. S. X. Brasilino Presidente AVISO DE ABERTURA DE LICITAĂ‡ĂƒO PREGĂƒO PRESENCIAL NÂş 057/2012. A Prefeitura do MunicĂpio de JaguariĂşna, atravĂŠs de sua Pregoeira, torna pĂşblico e para conhecimento dos interessados que se encontra aberto nesta Prefeitura, PREGĂƒO NÂş 057/2012, cujo objeto ĂŠ a aquisição de equipamentos de informĂĄtica, conforme especificaçþes descritas no Edital. A data para o credenciamento e o recebimento dos envelopes se darĂĄ no dia 13 de Junho de 2012 Ă s 09:00 horas. O Edital completo poderĂĄ ser consultado e adquirido no Departamento de GestĂŁo de Suprimentos e Qualidade – DivisĂŁo de Licitaçþes e Contratos, sito Ă Rua Alfredo Bueno, 1235 – Centro – JaguariĂşna/SP, no horĂĄrio das 08:00 Ă s 16:00 horas, pelo valor de R$ 12,00 (Doze Reais), ou obtido gratuitamente atravĂŠs do site www.jaguariuna.sp.gov.br, link Serviços a Empresas. Maiores informaçþes poderĂŁo ser obtidas pelos telefones: (19) 3867-9780, com a Senhora AntĂ´nia Brasilino, (19) 3867-9801, com LĂlian, (19) 3867-9825, com Aline; (19) 3867-9707, com Fernanda; (19) 3867-9786, com Elvis ou fone/fax (19) 3867-9779. JaguariĂşna, 25 de Maio de 2012. Antonia M. S. X. Brasilino Pregoeira PROCESSO ADMINISTRATIVO N° 1534/2012. AVISO DE ADESĂƒO: ATA RP 051/2011 DO MINISTÉRIO DA EDUCAĂ‡ĂƒO – FNDE. A Prefeitura do MunicĂpio de JaguariĂşna, atravĂŠs de seu Prefeito, torna publico e para conhecimento de todos, que aderiu a Ata de RP 051/2011 do ME/FNDE, cujo, o fornecedor registrado ĂŠ a empresa Iveco Latin AmĂŠrica Ltda., para adquirir um Ă”nibus Rural Escolar - ORE1, no valor global de R$ 132.000,00. SEGOV, 24 de maio de 2012. MĂĄrcio Gustavo Bernardes Reis Prefeito AVISO DE HOMOLOGAĂ‡ĂƒO PREGĂƒO PRESENCIAL NÂş 026/2012. Torna-se pĂşblico e para conhecimento dos interessados que o Item 215 do PregĂŁo acima mencionado foi Homologado em 14 de Maio de 2012 a favor da licitante a seguir, com seu respectivo item, valor unitĂĄrio e total: Geolab IndĂşstria FarmacĂŞutica Ltda. – Item 215: R$ 2,900 – R$ 60.900,00. SEGOV, 14 de Maio de 2012. MĂĄrcio Gustavo Bernardes Reis Prefeito EXTRATO DE CONTRATO PREGĂƒO PRESENCIAL N° 026/2012 Contratante: Prefeitura do MunicĂpio de JaguariĂşna Contratada: Geolab IndĂşstria FarmacĂŞutica Ltda. Objeto: Fornecimento de medicamentos – Itens: 24, 30, 31, 85, 161 e 163. VigĂŞncia: 2 meses Valor: R$ 9.920,90. SEGOV, 10 de Maio de 2012. MĂĄrcio Gustavo Bernardes Reis Prefeito
EXTRATO DE CONTRATO PREGĂƒO PRESENCIAL N° 026/2012 Contratante: Prefeitura do MunicĂpio de JaguariĂşna Contratada: Torrent do Brasil Ltda. Objeto: Fornecimento de medicamentos – Itens: 57, 58, 69, 150, 189, 204 e 227. VigĂŞncia: 2 meses Valor: R$ 34.009,00 SEGOV, 10 de Maio de 2012. MĂĄrcio Gustavo Bernardes Reis Prefeito EXTRATO DE CONTRATO PREGĂƒO PRESENCIAL N° 026/2012 Contratante: Prefeitura do MunicĂpio de JaguariĂşna Contratada: MĂĄxima ComĂŠrcio de Medicamentos Ltda. Objeto: Fornecimento de medicamentos – Itens: 7, 28, 29, 32, 50, 61, 92, 94, 96, 107, 159, 170, 171, 191, 194, 216, 217, 226 e 228. VigĂŞncia: 2 meses Valor: R$ 114.538,00 SEGOV, 10 de Maio de 2012. MĂĄrcio Gustavo Bernardes Reis Prefeito EXTRATO DE CONTRATO PREGĂƒO PRESENCIAL N° 026/2012 Contratante: Prefeitura do MunicĂpio de JaguariĂşna Contratada: BH Farma ComĂŠrcio Ltda. Objeto: Fornecimento de medicamentos – Itens: 9, 10, 40, 53 e 203. VigĂŞncia: 2 meses Valor: R$ 22.454,00 SEGOV, 10 de Maio de 2012. MĂĄrcio Gustavo Bernardes Reis Prefeito EXTRATO DE CONTRATO PREGĂƒO PRESENCIAL N° 026/2012 Contratante: Prefeitura do MunicĂpio de JaguariĂşna Contratada: Dupatri Hospitalar ComĂŠrcio, Importação e Exportação Ltda. Objeto: Fornecimento de medicamentos – Itens: 12, 19, 26, 49, 65, 84, 115, 138, 145, 157, 158, 219, 221 e 222. VigĂŞncia: 2 meses Valor: R$ 187.970,50 SEGOV, 09 de Maio de 2012. MĂĄrcio Gustavo Bernardes Reis Prefeito EXTRATO DE CONTRATO PREGĂƒO PRESENCIAL N° 026/2012 Contratante: Prefeitura do MunicĂpio de JaguariĂşna Contratada: Portal Ltda. Objeto: Fornecimento de medicamentos – Itens: 20 e 23. VigĂŞncia: 2 meses Valor: R$ 2.330,00 SEGOV, 09 de Maio de 2012. MĂĄrcio Gustavo Bernardes Reis Prefeito EXTRATO DE CONTRATO PREGĂƒO PRESENCIAL N° 026/2012 Contratante: Prefeitura do MunicĂpio de JaguariĂşna Contratada: JP IndĂşstria FarmacĂŞutica S/A. Objeto: Fornecimento de medicamentos – Itens: 164 e 212. VigĂŞncia: 2 meses Valor: R$ 13.275,00 SEGOV, 09 de Maio de 2012. MĂĄrcio Gustavo Bernardes Reis Prefeito EXTRATO DE CONTRATO PREGĂƒO PRESENCIAL N° 026/2012 Contratante: Prefeitura do MunicĂpio de JaguariĂşna Contratada: Anbioton Importadora Ltda. – EPP Objeto: Fornecimento de medicamentos – Itens: 76 e 100. VigĂŞncia: 2 meses Valor: R$ 12.965,20. SEGOV, 09 de Maio de 2012. MĂĄrcio Gustavo Bernardes Reis Prefeito PREFEITURA DO MUNICĂ?PIO DE JAGUARIĂšNA AVISO DE SUSPENSĂƒO PREGĂƒO PRESENCIAL N° 051/2012 Torna-se publico e para conhecimento dos interessados que o PregĂŁo acima mencionado que ocorreria no dia 28 de Maio de 2012 Ă s 09:00 horas, estĂĄ suspenso por motivos insertos no processo. JaguariĂşna, 25 de Maio de 2011. Antonia M. S. X. Brasilino Pregoeira
Companhia AgrĂcola CaiuĂĄ CNPJ/MF nÂş 61.083.002/0001-86 - NIRE 35.3.0006234-5 Data, Hora e Local: Aos vinte e um dias do mĂŞs de novembro de 2011, Ă s 10:00 horas, no prĂŠdio da sede social da Companhia, na Rua SĂŁo Bento, nÂş 329, 10Âş andar, na Cidade de SĂŁo Paulo, Estado de SĂŁo Paulo. Convocação e Presença: Dispensadas as formalidades de convocação, tendo em vista a presença de Acionistas representando a totalidade do capital social da Companhia, conforme assinatura lançada no Livro de Presença de Acionistas. Mesa: Carlos Eduardo Martins Mammana, Presidente e Felipe Hannickel Souza, SecretĂĄrio. Ordem do Dia: (a) discussĂŁo e deliberação sobre o aumento do capital social da Companhia;e (b) consequente alteração do artigo 5Âş do Estatuto Social da Companhia.Deliberaçþes:Os acionistas presentes, deliberaram, por unanimidade de votos:(a) aumentar o capital social em R$ 6.783.501,10 (seis milhĂľes, setecentos e oitenta e trĂŞs mil, quinhentos e um reais e dez centavos), passando dos atuais R$ 192.566.831,90 (cento e noventa e dois milhĂľes, quinhentos e sessenta e seis mil, oitocentos e trinta e um reais e noventa centavos) para R$ 199.350.333,00 (cento e noventa e nove milhĂľes, trezentos e cinquenta mil, trezentos e trinta e trĂŞs reais), mediante a emissĂŁo de 5.944.802 (cinco milhĂľes, novecentas e quarenta e quatro mil, oitocentas e duas) açþes ordinĂĄrias, nominativas e sem valor nominal, com preço de emissĂŁo de R$ 1,141081 cada uma, correspondente ao valor patrimonial das açþes da Companhia com base no balanço patrimonial levantado em 31/10/2011. As açþes ora emitidas sĂŁo subscritas e totalmente integralizadas na forma do Boletim de Subscrição que constitui o Anexo I Ă presente Ata.Os acionistas que nĂŁo subscreveram açþes proporcionalmente Ă s suas participaçþes no capital social expressamente renunciaram ao seu direito de preferĂŞncia, declarando-se de pleno acordo com a subscrição de açþes ora efetuada, tendo sido homologado o aumento de capital levado a efeito;(b) tendo em vista a aprovação do aumento de capital social da Companhia, alterar o artigo 5Âş do Estatuto Social, que passa vigorar com a seguinte redação:“CapĂtulo II - Do Capital e das Açþes - Artigo 5Âş - O capital social ĂŠ de R$ 199.350.333,00 (cento e noventa e nove milhĂľes, trezentos e cinquenta mil, trezentos e trinta e trĂŞs reais), dividido em 295.526.050 (duzentas e noventa e cinco milhĂľes, quinhentos e vinte e seis mil e cinquenta) açþes ordinĂĄrias nominativas, sem valor nominalâ€?. Os acionistas presentes declaram-se cientes e de acordo com o valor atribuĂdo aos bens conferidos ao capital social da Companhia, dispensando expressamente a elaboração de laudo de avaliação especĂfico.Lavratura da Ata e Encerramento: Nada mais havendo a tratar e ninguĂŠm pedindo a palavra, o Presidente suspendeu os trabalhos da Assembleia atĂŠ a lavratura desta ata na forma sumĂĄria, que foi lida, achada conforme e por todos assinada. SĂŁo Paulo, 21 de novembro de 2011. Presidente Carlos Eduardo Martins Mammana, SecretĂĄrio - Felipe Hannickel Souza. Acionistas: PNPER Participaçþes Ltda.; MMPER Participaçþes Ltda.; Roberto de Oliva Mesquita; GastĂŁo de Souza Mesquita; Suzana de Oliva Mesquita; Lucia de Mesquita Nunes e Paulo Roberto Nunes.JUCESP nÂş 507.907/11-5 em 27/12/2011.KĂĄtia Regina Bueno de Godoy - SecretĂĄria Geral.
Companhia AgrĂcola CaiuĂĄ CNPJ/MF nÂş 61.083.002/0001-86 - NIRE 35.3.0006234-5 Ata da AssemblĂŠia Geral ExtraordinĂĄria Realizada em 23 de Novembro de 2011 Data, Hora e Local: Aos vinte e trĂŞs dias do mĂŞs de novembro de 2011, Ă s 10:00 horas, no prĂŠdio da sede social da Companhia, na Rua SĂŁo Bento, nÂş 329, 10Âş andar, na Cidade de SĂŁo Paulo, Estado de SĂŁo Paulo. Convocação e Presença: Dispensadas as formalidades de convocação, tendo em vista a presença de Acionistas representando a totalidade do capital social da Companhia, conforme assinatura lançada no Livro de Presença de Acionistas. Mesa: Carlos Eduardo Martins Mammana, Presidente e Felipe Hannickel Souza, SecretĂĄrio. Ordem do Dia: (a) DiscussĂŁo e deliberação sobre o aumento do capital social da Companhia; e (b) consequente alteração do artigo 5Âş do Estatuto Social da Companhia. Deliberaçþes: Os acionistas presentes, deliberaram, por unanimidade de votos: (a) aumentar o capital social em R$ 246.431,20 (duzentos e quarenta e seis mil, quatrocentos e trinta e um reais e vinte centavos), passando dos atuais R$ 199.350.333,00 (cento e noventa e nove milhĂľes, trezentos e cinquenta mil, trezentos e trinta e trĂŞs reais) para R$ 199.596.764,20 (cento e noventa e nove milhĂľes, quinhentos e noventa e seis mil, setecentos e sessenta e quatro reais e vinte centavos), mediante a emissĂŁo de 215.963 (duzentas e quinze mil, novecentas e sessenta e trĂŞs) açþes ordinĂĄrias, nominativas e sem valor nominal, com preço de emissĂŁo de R$ 1,141081 cada uma, correspondente ao valor patrimonial das açþes da Companhia com base no balanço patrimonial levantado em 31/10/2011. As açþes ora emitidas sĂŁo subscritas e totalmente integralizadas na forma do Boletim de Subscrição que constitui o Anexo I Ă presente Ata.Os acionistas que nĂŁo subscreveram açþes proporcionalmente Ă s suas participaçþes no capital social expressamente renunciaram ao seu direito de preferĂŞncia, declarando-se de pleno acordo com a subscrição de açþes ora efetuada, tendo sido homologado o aumento de capital levado a efeito;(b) tendo em vista a aprovação do aumento de capital social da Companhia, alterar o artigo 5Âş do Estatuto Social, que passa vigorar com a seguinte redação: “CapĂtulo II - Do Capital e das Açþes - Artigo 5Âş - O capital social ĂŠ de R$ 199.596.764,20 (cento e noventa e nove milhĂľes, quinhentos e noventa e seis mil, setecentos e sessenta e quatro reais e vinte centavos), dividido em 295.742.013 (duzentas e noventa e cinco milhĂľes, seiscentas e quarenta e duas mil e treze) açþes ordinĂĄrias nominativas, sem valor nominalâ€?. Os acionistas presentes declaram-se cientes e de acordo com o valor atribuĂdo aos bens conferidos ao capital social da Companhia, dispensando expressamente a elaboração de laudo de avaliação especĂfico. Lavratura da Ata e Encerramento: Nada mais havendo a tratar e ninguĂŠm pedindo a palavra, o Presidente suspendeu os trabalhos da AssemblĂŠia atĂŠ a lavratura desta ata na forma sumĂĄria, que foi lida, achada conforme e por todos assinada. SĂŁo Paulo, 23 de novembro de 2011. Presidente - Carlos Eduardo Martins Mammana; SecretĂĄrio - Felipe Hannickel Souza; Acionistas: PNPER Participaçþes Ltda.; MMPER Participaçþes Ltda.; Roberto de Oliva Mesquita; GastĂŁo de Souza Mesquita; Suzana de Oliva Mesquita; Lucia de Mesquita Nunes;Paulo Roberto Nunes.JUCESP nÂş 507.908/11-9 em 27/12/2011.KĂĄtia Regina Bueno de Godoy - SecretĂĄria Geral.
PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATĂ“RIO NÂş 52/12 - CONCORRĂŠNCIA NÂş 03/12 Acha-se aberto na Prefeitura do MunicĂpio de Castilho, Estado de SĂŁo Paulo, o Processo LicitatĂłrio 52/12, ConcorrĂŞncia 03/12, objetivando a contratação de empresa para execução de obras de construção de um Centro ComunitĂĄrio no Reassentamento JupiĂĄ, relativo ao Contrato de Repasse nÂş 010/10, celebrado com a Caixa EconĂ´mica Federal e a CESP – Companhia EnergĂŠtica de SĂŁo Paulo. Tipo: menor preço. Regime: empreitada global. Visita tĂŠcnica: agendar atĂŠ 17 horas do dia 04 de julho de 2012 pelo fone (18) 37411671. Prazo de execução: 12 meses. Valor orçado: R$ 932.745,44. Encerramento: dia 06 de julho de 2012, Ă s 14 horas. O edital completo serĂĄ fornecido aos interessados, na Praça da Matriz, 247, na cidade de Castilho, Estado de SĂŁo Paulo, mediante o recolhimento da taxa de expediente no valor de R$ 100,00 (cem reais). Maiores informaçþes poderĂŁo ser obtidas pelo telefone (18) 3741-9034. Dr. Antonio Carlos Ribeiro - Prefeito. A Debitar (26.05.12)
PREFEITURA DO MUNICĂ?PIO DE SANTA GERTRUDES TOMADA DE PREÇOS 04/2012 A Prefeitura do MunicĂpio de Santa Gertrudes torna pĂşblico que, apĂłs decisĂŁo do TCESP pela retificação parcial do Edital de Tomada de Preços 04/2012, efetuou tal retificação e abre novo prazo para apresentação de propostas e documentos, no dia e hora especificados, nas dependĂŞncias do Paço Municipal, Ă Rua 01A, 332, Centro, Santa Gertrudes/SP, com o objetivo de contratar empresa para executar obras e serviços de construção de uma passagem inferior em concreto armado junto Ă Avenida Remolo Tonon no km 126 + 515 m da ferrovia, por empreitada e preço global, com fornecimento de materiais, mĂŁo de obra e equipamentos necessĂĄrios. O edital completo retificado poderĂĄ ser retirado no endereço supracitado, no horĂĄrio das 8:00 Ă s 11:00 e das 13:00 Ă s 16:00 horas, sendo necessĂĄria a retirada no local. NĂŁo serĂŁo enviados editais pelo correio ou por e-mail. Os envelopes com as propostas e os documentos de habilitação devem ser protocolados atĂŠ Ă s 9:30 horas do dia 22/06/2012, no Paço Municipal. A sessĂŁo de lances e julgamento serĂĄ nesse mesmo dia Ă s 10:00 horas. Santa Gertrudes/SP, 25 de maio de 2012. Luiz Carlos Paraluppi – ComissĂŁo de Licitaçþes.
PREFEITURA DO MUNICĂ?PIO DE SANTA GERTRUDES PregĂŁo Presencial 07/2012 A Prefeitura do MunicĂpio de Santa Gertrudes torna pĂşblico que, no dia e hora especificados, nas dependĂŞncias do Paço Municipal, Ă Rua 01A, 332, Centro, Santa Gertrudes/SP, realizar-se-ĂĄ licitação, na modalidade PregĂŁo Presencial 07/2012, objetivando o registro de preços, pelo tipo menor preço global, com vistas a eventual e futura contratação de empresa objetivando o fornecimento de brinquedos, de forma parcelada e a pedido, para revitalizar os playgrounds das unidades escolares. O edital completo poderĂĄ ser retirado no endereço supracitado, no horĂĄrio das 8:00 Ă s 11:00 e das 13:00 Ă s 16:00 horas, sendo necessĂĄria a retirada no local. NĂŁo serĂŁo enviados editais pelo correio ou por e-mail. Os envelopes com as propostas e os documentos de habilitação devem ser protocolados atĂŠ as 9:30 horas do dia 13/06/ 2012 no Paço Municipal. A sessĂŁo de lances e julgamento serĂĄ neste mesmo dia Ă s 10:00 horas. Santa Gertrudes/SP, 25 de maio de 2012. Danielle Zanardi LeĂŁo – Pregoeira.
BANCO PSA FINANCE BRASIL S.A. CNPJ/MF NÂş 03.502.961/0001-92 - NIRE 35.300.174.551 Ata de ReuniĂŁo da Diretoria realizada em 04 de maio de 2012 CERTIDĂƒO: Certificamos o registro de referida ata em 16/05/2012. JUCESP nÂş 199.016/12-4. Gisela Simiena Ceschin - SecretĂĄria Geral.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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e
sábado, domingo e segunda-feira, 26, 27 e 28 de maio de 2012
A regra do CDC é que qualquer pessoa pode fazer parte de uma relação de consumo
conomia
Luludi/LUZ
Discriminação pode render multas pesadas
Clientes especiais também são consumidores
O
Deficiências auditiva ou visual não são consideradas “fraquezas” do consumidor
C
onsultando o site do Procon-SP, mais precisamente o link com informações dirigidas a fornecedores, chamou-me a atenção um post que questionava se há limitação para a venda de produtos a deficientes. Quem fez o questionamento citou celulares ou aparelhos de som para deficiente auditivo ou aparelho de tevê para deficiente visual. "A regra é que qualquer pessoa pode fazer parte de uma relação de consumo", explica a resposta da Fundação Procon-SP. As exceções, com base no artigo 4º do Novo Código Civil, são os incapazes – menores de 18 anos,
O CDC veda ao fornecedor se utilizar da condição do consumidor para lhe vender algum produto
alcoólatras habituais, viciados em entorpecentes, os que têm o discernimento reduzido por deficiência mental e os pródigos. O Código de Defesa do Consumidor (CDC) é também um ótimo orientativo para esclarecer dúvidas sobre o tema. O artigo 6º, inciso IV, da lei consumerista diz que "é vedado ao fornecedor se utilizar da condição da fraqueza ou ignorância do consumidor para lhe vender mercadoria." O artigo 39, inciso IV, por sua vez, determina que nenhum fornecedor deve prevalecer-se da fraqueza ou ignorância do consumidor, tendo em vista sua idade, saúde, conhecimento ou condição
social, para impingir-lhe seus produtos ou serviços. C ui d ad o – Alguns especialistas em defesa do consumidor ouvidos por esta coluna explicam que deficiências físicas como a auditiva ou a visual não são consideradas "fraquezas" do consumidor no ato da compra de um produto. Mas isso pode reverter em processo contra a empresa caso algum funcionário se aproveite dessa condição do consumidor para lhe "empurrar" produto ou serviço que não era exatamente o que ele queria. "No caso específico de deficientes visuais, pode-se considerar que eles têm uma vulnerabilidade especial decor-
rente da sua condição individual, tal como ocorre com crianças e idosos, tendo cada um as suas peculiaridades. Assim, é evidente que são consumidores mais suscetíveis de serem lesados em uma relação de consumo por conta da sua limitação sensorial", explica um dos especialistas. Ele lembra que um dos direitos básicos do consumidor é a informação, válido para todos os grupos, que deve ser redobrado quando se trata de relacionamento com pessoas especiais. Na venda de produtos ou serviços para os consumidores "especiais", conforme o site do Procon-SP, quem está
do lado de dentro do balcão precisa observar atentamente se o seu cliente compreende o que "está lhe sendo ofertado (através da leitura de tabelas de preço, contrato, nota fiscal, contato táctil ou descritivo de determinado produto) e manifesta claramente sua intenção de adquirir determinado produto (por meio de gestos, sinais, apontando para a mercadoria, levando até o caixa e finalmente pagando o valor da etiqueta) ". Se as duas questões forem respondidas positivamente, "não há qualquer impedimento legal para a concretização do negócio, uma vez que ele tem os mesmos direitos e deveres de qualquer cidadão".
Fique por dentro
O QUE DIZ O CDC
EXPANSÃO Os comerciantes que ainda não aderiram aos meios eletrônicos de pagamentos precisam repensar rapidamente essa posição. Isso porque o consumidor está cada vez mais utilizando os cartões para pagar suas contas. A Associação Brasileira de Cartões de Crédito (Abecs) divulgou na semana passada que nos três primeiros meses do ano o faturamento dos cartões de crédito teve aumento de 23% e o de
COLABORAÇÃO
débito avançou 25%. Os chamados private label registraram expansão de 15%. O maior crescimento do uso do dinheiro plástico foi registrado nos comércios atacadistas e varejistas (38%). No trimestre, circularam 704 milhões de unidades de cartão no País, alta de 9% no comparativo anual. No valor do tíquete-médio das operações, houve acréscimo de 4%, para R$ 81.
CÂMARA Usar tubos flexíveis plásticos ou quaisquer recipientes de uso coletivo para servir ketchup, mostarda, maionese e molhos condimentados nos restaurantes, lanchonetes, pizzarias, bares, ou quaisquer outras instalações que sirvam alimentos poderá ser proibido se a Plenária da Câmara aprovar o Projeto de Lei 3484/00, do deputado Lincoln Portela (PR-MG), que passou pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). O projeto determina também que esses produtos sejam servidos, obrigatoriamente, em emba-
RECLAMAÇÕES
lagens individuais e descartáveis e deverão estampar com nitidez os ingredientes utilizados, a data de fabricação e o prazo de validade. A relatora, deputada Sandra Rosado (PSB-RN), votou pela constitucionalidade e juridicidade da proposta. “O projeto não apresenta qualquer vício, quando atribui o exercício da fiscalização às autoridades estaduais e municipais”, disse. Pelo texto, o descumprimento das regras impostas implicará em advertência e multa.
Na Paraíba, a Curadoria do Consumidor instaurou inquérito civil público contra todas as operadoras que atuam no estado e solicitou à Anatel fiscalização nas empresas. A ação da Curadoria é decorrente das reclamações de assinantes sobre a qualidade dos serviços prestados. E o deputado estadual Janduhy Carneiro (PPS), impetrou Ação Civil Pública, no Ministério Público solicitando a suspensão das vendas de chips de algumas operadoras no estado.
O dever geral de colaboração permite que o banco forneça o endereço de devedor de cheque sem fundos se isso for determinado pela Justiça. Para a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o procedimento não viola a privacidade do consumidor nem o sigilo bancário. Para o relator da ação, ministro Luis Felipe Salomão, "os terceiros têm um dever geral de colaboração com o Judiciário. No caso, o fornecimento dos dados cadastrais do cliente serve à preservação da autoridade jurisdicional, à utilidade do processo e ao resguardo do direito fundamental de ação do autor."
Angela Crespo é jornalista especializada em consumo. E-mail: doislados@dcomercio.com.br
Empresa terá de ressarcir casal por não entregar móveis
U
ma empresa que produz móveis sob encomenda, de Santa Catarina, foi condenada pela 4ª Câmara de Direito Civil, do Tribunal de Justiça, a ressarcir um casal de consumidores que pagaram por serviços não executados. A empresa já havia sido condenada em primeiro grau, à revelia, pelo não comparecimento na audiência de conciliação. Na apelação, sustentou que na audiência anterior não
houve o comparecimento do representante por motivo de ordem médica e apresentou o atestado, refutado pela Câmara, uma vez que não indicava o Código Internacional de Doenças (CID) nem a natureza da indisposição. O casal, no entanto, afirmou que havia pago R$ 3,8 mil para a
fabricação de móveis em sua residência. O restante seria quitado ao final da entrega. Mas a empresa só entregou metade dos móveis e exigiu o restante do dinheiro para finalizar a fabricação. "Evidenciado, assim, o inadimplemento contratual e bem demonstrado o
utra situação delicada e, portanto, que precisa de muito cuidado é com relação à discriminação de um consumidor em razão de sua raça, idade, condição social etc. Se o ato discriminatório for denunciado ao órgão de defesa do consumidor, e for provado, a empresa poderá ser multada. Os valores são até o dobro do determinado para as multas do Procon-SP pelo artigo 57 do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Eles são de R$ 400 a R$ 6 milhões. É isso que diz a Portaria Normativa do Procon nº 33, do Procon-SP, cuja redação do Anexo I sofreu alterações justamente em relação à adoção de processo sancionatório referente às violações às normas de proteção e defesa do consumidor estabelecidas pelo CDC. A nova redação está na Portaria Normativa Procon nº 36. Para uma empresa ser multada em razão de discriminação, o consumidor deve denunciar o ato aos órgãos competentes, como o Procon, e esperar a apuração do caso.
prejuízo material correspondente, deve ela ser impelida a recompô-lo, visto que, em decorrência da mora, sofreram os apelados perda econômica, consubstanciada na diferença entre o valor efetivamente despendido e aquele inicialmente previsto para o negócio. Esse montante, então, deve ser-lhes ressarcido a título de perdas e danos", sustentou o desembargador. Fonte: Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC)
Artigo 6º São direitos básicos do consumidor: IV - a proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços; É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas: (Redação dada pela Lei nº 8.884, de 11.6.1994) I - condicionar o fornecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço, bem como, sem justa causa, a limites quantitativos; II - recusar atendimento às demandas dos consumidores, na exata medida de suas disponibilidades de estoque, e, ainda, de conformidade com os usos e costumes; III - enviar ou entregar ao consumidor, sem solicitação prévia, qualquer produto, ou fornecer qualquer serviço; IV - prevalecer-se da fraqueza ou ignorância do consumidor, tendo em vista sua idade, saúde, conhecimento ou condição social, para impingir-lhe seus produtos ou serviços; V - exigir do consumidor vantagem manifestamente excessiva; VI - executar serviços sem a prévia elaboração de orçamento e autorização expressa do consumidor, ressalvadas as decorrentes de práticas anteriores entre as partes; VII - repassar informação depreciativa, referente a ato praticado pelo consumidor no exercício de seus direitos; VIII - colocar, no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes ou, se normas específicas não existirem, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ou outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro); IX - recusar a venda de bens ou a prestação de serviços, diretamente a quem se disponha a adquirilos mediante pronto pagamento, ressalvados os casos de intermediação regulados em leis especiais; (Redação dada pela Lei nº 8.884, de 11.6.1994) Artigo 57 A pena de multa, graduada de acordo com a gravidade da infração, a vantagem auferida e a condição econômica do fornecedor, será aplicada mediante procedimento administrativo, revertendo para o Fundo de que trata a Lei nº 7.347, de 24 de julho de 1985, os valores cabíveis à União, ou para os Fundos estaduais ou municipais de proteção ao consumidor nos demais casos. (Redação dada pela Lei nº 8.656, de 21.5.1993)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sábado, domingo e segunda-feira, 26, 27 e 28 de maio de 2012
e
23 LIBERTADORES Corinthians e Santos garantem decisão no Brasil. Pág. 24
sporte
SELEÇÃO Neymar e a equipe já estão juntos nos Estados Unidos. Pág. 25
PRIMEIRA E ÚNICA
Rubens Chiri/AE
S
O gol de Luis Fabiano, para o São Paulo, no 1 a 0 sobre o Bahia, no Morumbi, valeu também a solitária vitória dos times paulistas até aqui, em duas rodadas disputadas no Brasileiro
Campeonato Brasileiro 2012
CURTAS
Na vitória do Grêmio
No empate de sábado por
2ª Rodada
P
J
V
E
D
GP GC
S
26/5 Flamengo
3x3
Internacional
Portuguesa
0x1
Vasco
Atlético-GO
1x1
Ponte Preta
Náutico
0x0
Cruzeiro
sobre o Palmeiras, Léo
3 a 3 com o Inter, o
1º Botafogo
6
2
2
0
0
7
4
3
Gago desperdiçou uma
Flamengo chegou a estar
2º Vasco
6
2
2
0
0
3
1
2
3º Atlético-MG
6
2
2
0
0
2
0
2
4º Internacional
4
2
1
1
0
5
3
2
27/5
5º Figueirense
4
2
1
1
0
4
3
1
São Paulo
1x0
Bahia
Atlético-MG
1x0
Corinthians
Coritiba
2x3
Botafogo
Santos
0x0
Sport
Grêmio
1x0
Palmeiras
Fluminense
2x2
Figueirense
cobrança de pênalti
ganhando por 3 a 1, até a
mandando a bola no
metade do segundo
travessão, aos 23 minutos
tempo. Substituído,
6º Fluminense
4
2
1
1
0
3
2
1
do primeiro tempo. A falta
Ronaldinho Gaúcho
7º Grêmio
3
2
1
0
1
2
2
0
dentro da área havia sido
deixou o gramado sob
8º São Paulo
3
2
1
0
1
3
4
-1
cometida por João Vitor
vaias.
9º Flamengo
2
2
0
2
0
4
4
0
10º Atlético-GO
2
2
0
2
0
1
1
0
Sport
2
2
0
2
0
1
1
0
12º Cruzeiro
2
2
0
2
0
0
0
0
6/6
Santos
2
2
0
2
0
0
0
0
Sport
x
Palmeiras
1
2
0
1
1
1
2
-1
Atlético-GO
x
Grêmio
Palmeiras
1
2
0
1
1
1
2
-1
Coritiba
x
Portuguesa
Ponte Preta
1
2
0
1
1
1
2
-1
Vasco
x
Náutico
Atlético-MG
x
Bahia
Portuguesa
1
2
0
1
1
1
2
-1
Internacional
x
São Paulo
Santos
x
Fluminense
Ponte Preta
x
Flamengo
Corinthians
x
Figueirense
Botafogo
x
Cruzeiro
sobre Pará. Nos 2 a 2 de domingo, No sábado, o gol da vitória
do Vasco sobre a
diante do Figueirense, o Fluminense também
Portuguesa por 1 a 0, no
chegou a abrir uma
Canindé, foi marcado por
vantagem de dois gols,
14º Náutico
Alecsandro, aos 21
com Wagner e Marcos
18º Bahia
1
2
0
1
1
0
1
-1
minutos, acertando uma
Junior, nos primeiros 16
19º Corinthians
0
2
0
0
2
0
2
-2
20º Coritiba
0
2
0
0
2
2
5
-3
linda bicicleta no ângulo
minutos de jogo. Mas
direito do goleiro Gledson.
cedeu o empate.
Classificam-se para a LIbertadores
Caem para a Série B
3ª Rodada
7/6
ão Paulo 1, Bahia 0. Esse resultado, obtido ontem, no Morumbi, graças a um gol de Luis Fabiano marcado aos 12 minutos do segundo tempo, foi a primeira — e até agora a única — vitória de um time paulista nas primeiras duas rodadas do Brasileiro. Nos demais dez jogos que disputaram até aqui (lembrando que Palmeiras e Portuguesa empataram entre si por 1 a 1 na primeira rodada), os clubes do Estado de São Paulo conseguiram quatro empates e perderam seis vezes. No sábado, a Portuguesa já havia perdido do Vasco por 1 a 0, no Canindé, e a Ponte Preta, empatado (1 a 1) com o Atlético Goianiense, em Goiânia. No domingo, só o São Paulo venceu. O Corinthians, apesar de contar com a maioria de seus titulares (Paulinho, Jorge Henrique e Emerson foram os únicos poupados), voltou de Belo Horizonte derrotado pelo Atlético Mineiro (1 a 0). O Santos, sem Neymar e o goleiro Rafael (ambos a serviço da Seleção Brasileira), mais o desfalque de Ganso (submetido a uma artroscopia na sexta-feira), parou no Sport: 0 a 0, na Vila Belmiro. Em Porto Alegre, o Palmeiras reclamou muito da arbitragem, mas também acabou derrotado, por 1 a 0, pelo Grêmio, seu futuro adversário nas semifinais da Copa do Brasil (leia mais na página 24). Na Série B, os paulistas, assim como na rodada de abertura, também conseguiram uma única vitória, do Guaratinguetá sobre o Ceará (2 a 1). “Precisávamos da vitória dentro de casa, a nossa primeira”, valorizou o técnico são-paulino, Emerson Leão. “É aquilo que eu sempre digo: mesmo o Luis Fabiano não tendo um bom desempenho, num aspecto geral a bola sobrou e ele fez o gol. Sempre fazemos um gol por jogo e temos de insistir nisso.” Para o meia Jadson, o importante era conquistar os primeiros pontos no Brasileiro, já que na estreia o time havia perdido para o Botafogo por 4 a 2: “Não tivemos um rendimento muito bom, mas o mais importante era ganhar do Bahia. Dentro de casa não podemos perder pontos. Foi uma vitória importante para o decorrer da competição.” O técnico santista, Muricy Ramalho, ficou decepcionado com o fraco desempenho de seu time no segundo 0 a 0 pelo Brasileiro, dessa vez em casa, contra o Sport (o primeiro havia sido diante do Bahia, em Salvador). “Tínhamos a obrigação de jogar muito mais”, resumiu. Ele decidiu dar folga para Elano e deixar Henrique boa parte do jogo no banco, porque os dois correram demais na partida da quinta-feira passada diante do Vélez Sarsfield, pela Libertadores. “Se pudesse, tirava o time inteiro”, avaliou. Já o Corinthians, que na estreia perdeu por 1 a 0 para o Fluminense, no Pacaembu, sofreu sua segunda derrota seguida, dessa vez fora de casa, para o Atlético-MG, também por 1 a 0. O gol da vitória do Galo, marcado de cabeça pelo pequeno Danilinho (1,67 metro), foi assumido como falha pelos jogadores da defesa corintiana. “O Danilinho nos pegou desprevenidos porque estávamos tentando fazer o gol e tomamos o gol no contra-ataque”, disse o zagueiro Leandro Castán. “Ele foi muito inteligente. Fui pego na saída. Méritos dele”, amenizou o goleiro Cássio, de 1,95 metro.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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Como é um confronto muito difícil, o bicho vai pegar em qualquer lugar.” Alex, do Corinthians, sobre o local dos jogos contra o Santos
sporte
COPA DO BRASIL
LIBERTADORES
Decisão das semis será em São Paulo e Curitiba Alexandro Auler/AE
A FINAL É NO BRASIL
Jefferson Bernardes/AE
Piervi Fonseca/AE
Danilo Verpa/Folhapress
Palmeiras, de Barcos, eliminou o Atlético-PR. Agora, pegará o Grêmio do meia Marco Antônio Werther Santana/AE
Giuliano Gomes/Folhapress
Depois do Goiás, São Paulo, de Luis Fabiano, joga contra o Coritiba de Éverton Ribeiro
A
CBF realizou na sextafeira o sorteio de definição dos mandos de campo das semifinais da Copa do Brasil. Decidirão as vagas para a final em casa o Palmeiras, diante do Grêmio, em São Paulo, e o Coritiba, contra o São Paulo, no Paraná. Para a divulgação das datas das partidas, no entanto, a CBF ainda aguarda a definição da Conmebol sobre o mando de campo dos jogos entre Corinthians e Santos pela Libertadores. Grêmio x Palmeiras e São Paulo x Coritiba devem acontecer nas quartas-feiras, 13 e 20, ou nas quintas,14 e 21 de junho. Depois de 13 anos, o Palmeiras garantiu lugar nas semifinais da Copa do Brasil na quarta-feira passada, ao derrotar o Atlético-PR por 2 a 0, na Arena Barueri, mesmo resultado do jogo de ida, em Curitiba. Próximo adversário do Alviverde, o Grêmio chegou lá fazendo 2 a 0 no Bahia, em Porto Alegre, na quinta-feira (no jogo de ida, em Salvador, também havia dado Grêmio, 2 a 1). Na outra semifinal, o São Paulo classificou-se também na quarta, empatando por 2 a 2 com o Goiás, no Serra Dourada, após ter aberto uma vantagem de dois gols. No jogo de ida, no Morumbi, deu São Paulo, 2 a 0. O rival tricolor nas semifinais é o Coritiba, que também na quarta-feira goleou o
Brasileiro 2012
6
2
5 6
2 Criciúma-SC
6
2
4 8
3 Avaí-SC
4
1
1 3
4 ASA-AL
4
1
1 2
5 América-RN
3
1
3 5
6 Atlético-PR
3
1
3 4
7 Bragantino-SP
3
1
1 5
8 Vitória-BA
3
1
1 1
9 Guaratinguetá-SP 3
1
-2 3
10 Boa-MG
2
0
0 2
11 ABC-RN
2
0
0 1
Guarani-SP
2
0
0 1
13 Ipatinga-MG
1
0
0 1
Paraná-PR
1
0
0 1
15 Barueri-SP
1
0
-1 1
16 Joinville-SC
1
0
-3 1
17 Ceará-CE
0
0
-2 2
19 Goiás-GO
0
0
-3 2
20 CRB-AL
0
0
-6 0
GOLS
VITÓRIAS
1 América-MG
SALDO
Classificação
PONTOS
Série B
18
Sobem para a Série A
Caem para a Série C
Vitória por 4 a 1, de virada, em Curitiba. No primeiro jogo, em Salvador, os dois times haviam empatado por 0 a 0. Ontem, pelo Campeonato Brasileiro, Grêmio e Palmeiras fizeram uma prévia do confronto pela Copa do Brasil, com vitória gremista por 1 a 0, gol de André Lima. Os palmeirenses saíram de campo irritados com a atuação do árbitro Marcelo de Lima Henrique, por não ter marcado um pênalti sobre o zagueiro Henrique, em lance no qual Gilberto Silva tenta afastar a bola da área e também pega a perna do jogador da equipe paulista. “Quero ver se na Copa do Brasil vão faz e r i s s o c o m a g e n t e t a mbém”, disse o lateral Cicinho, irritado. “Tem que ver aí. Foram quatro árbitros cariocas que apitaram 10 jogos do Grêmio. Espero que todos estejam de olho”, reforçou o técnico Luiz Felipe Scolari. Os times ainda vão ter duas rodadas do Brasileirão pela frente antes de voltarem a se enfrentar. No São Paulo, a preocupação é não deixar que as semifinais da Copa do Brasil afetem o desempenho no Brasileiro. “Quando enfrentamos o Botafogo, esquecemos o jogo contra o Goiás. Agora precisa ser a mesma coisa”, afirmou o técnico Leão antes da vitória por 1 a 0 sobre o Bahia, no Morumbi, com um gol de Luis Fabiano.
Santos de Neymar passou pelo Vélez, da Argentina, nos pênaltis. Com um gol de Paulinho, Corinthians fez 1 a 0 no Vasco, já no final do jogo. No dia 13 de junho, os dois brasileiros começam a se enfrentar por um lugar na final da competição sul-americana. E também pela vantagem de fazer a segunda partida da decisão em casa Ricardo Ramos/AE
O Boca Juniors de Riquelme empatou por 1 a 1 com o Fluminense, no Rio, com um gol nos últimos instantes. Nos pênatis, a Universidad de Chile, de Gustavo Lorenzetti ,derrubou o Libertad, do Paraguai. Argentinos e chilenos jogam pelo outro lugar na final, já sabendo que quem passar terá de decidir fora de casa com o vencedor do confronto brasileiro
Mario Ruiz/EFE
Guará: o único paulista a vencer
S
e na Série A o São Paulo foi o único paulista a vencer no fim de semana, na Série B esse feito foi do Guaratinguetá. Jogando em casa, no sábado, a equipe do Vale do Paraíba fez 2 a 1 no Ceará e alcançou a 9ª posição. Para os clubes de São Paulo, a rodada já havia começado mal, na terça-feira, quando o São Caetano foi a Florianópolis e perdeu para o Avaí por 1 a 0. Na sexta, mesmo jogando no Brinco de Ouro, em Campinas, o Guarani não foi além de um 0 a 0 com o Boa. No sábado, o Bragantino, único clube do Estado que havia vencido na rodada de estreia das duas divisões, foi derrotado em casa pelo Criciúma: 4 a 3. O Barueri foi a Arapiraca (AL) e empatou com o ASA: 1 a 1. Demais resultados: na sexta, ABC 0 x 0 Joinville. No sábado, América-MG 4 x 0 CRB. A segunda rodada será complementada amanhã, com Goiás x Paraná, Vitória x América-RN e Atlético-PR x Ipatinga.
O
s confrontos semifinais da Libertadores (Corinthians x Santos, ambos do Brasil, e Universidad de Chile x Boca Juniors, da Argentina) só começarão a ser disputados no dia 13 de junho. Mas já trazem uma certeza: quaisquer que sejam os vencedores, o segundo jogo da final será realizado obrigatoriamente no Brasil. Isso porque tanto corintianos quanto santistas terminaram a fase de grupos em colocações melhores que as de chilenos e argentinos. Os quatro semifinalistas foram definidos no meio da semana passada, em confrontos de muita emoção. Na quartafeira, com um gol marcado por Santiago Silva nos últimos instantes da partida, o Boca Juniors, da Argentina, que havia vencido o jogo de ida, em Buenos Aires, por 1 a 0, conseguiu
o empate por 1 a 1 diante do Fluminense que lhe valeu a classificação. Na mesma noite, no Pacaembu, Corinthians e Vasco, que haviam empatado por 0 a 0 no primeiro jogo, em São Januário, no Rio, fizeram outra partida equilibrada, só decidida em favor do Corinthians com um gol de cabeça do volante Paulinho, marcado a quatro minutos do final. Na quinta-feira, mais emoção, com ambos os confrontos sendo definidos nas cobranças de pênaltis. Na Vila Belmiro, o Santos, que havia perdido o primeiro jogo para o Vélez Sarsfield, em Buenos Aires, por 1 a 0, precisava reverter o resultado. Só conseguiu o gol da vitória, também por 1 a 0, marcado por Alan Kardec, aos 33 minutos do segundo tempo. Nos pênaltis, Canteros, do Vélez, chutou por cima, o goleiro Rafael defendeu a co-
brança de Papa e o Santos, com aproveitamento de 100% de suas cobranças, venceu por 4 a 2. Em Santiago, Universidad de Chile e Libertad, do Paraguai, que já haviam empatado a primeira partida, em Assunção, voltaram a ficar iguais em 1 a 1. Nos pênaltis, brilhou a estrela do ex-goleiro corintiano Johnny Herrera e a Universidad levou a melhor por 5 a 3. Após o empate de domingo por 0 a 0 com o Sport, na Vila Belmiro, o técnico santista Muricy Ramalho lamentava as contusões de Rafael Galhardo, Bernardo e Arouca. “Vamos ter que esperar os resultados dos exames para saber o que aconteceu com eles”, disse. Ele já sabe que para os confrontos com o Corinthians não terá Paulo Henrique Ganso. Submetido a uma artroscopia no joelho direito, na sexta-
feira passada,ele fica parado durante 30 dias. A tendência é de que o veterano Léo, que passou a ser reserva na lateral com a chegada de Juan, seja passado para o meio. “Ainda não decidi quem será o substituto. Como o jogo será mais à frente, vou observar um pouco mais”, disse Muricy. No domingo, o lateral uruguaio Fucile, do Santos, esquentou o clima do confronto ao publicar em seu Facebook uma “receita para comer 11 gambas” — “gamba”, em espanhol, quer dizer camarão, mas também lembra “gambá”, modo pejorativo como os rivais se referem ao Corinthians. Os locais das duas partidas ainda não estão definidos. Em princípio, o Santos mandará o primeiro jogo na Vila Belmiro. O Corinthians já avisou: não abrirá mão de fazer o segundo no Pacaembu.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sábado, domingo e segunda-feira, 26, 27 e 28 de maio de 2012
e
25 Quem sai? Ah, isso é problema para o Mano!” Lucas, questionado sobre quem perderá o lugar na Seleção
sporte
ERA UMA VEZ NA AMÉRICA A
Seleção Brasileira já está reunida nos Estados Unidos para a série de amistosos que completará a preparação para a Olimpíada de Londres. Os santistas Rafael e Neymar, que viajaram do Brasil, chegaram primeiro e logo se juntaram aos jogadores que, no sábado, em Hamburgo (ALE), passaram com facilidade pela Dinamarca, por 3 a 1, com dois gols de Hulk e um contra de Zimlig Bendtner descontou para os dinamarqueses, que se preparam para o “grupo da morte” da Eurocopa, com Alemanha, Holanda e Portugal. Ao contrário do que esperava, porém, o técnico Mano Menezes não terá tanto tempo assim para treinar com os jogadores. O próximo jogo será na quarta, contra os Estados Unidos, e, assim, hoje e ama-
Rafael Ribeiro/CBF
nhã serão dias reservados para movimentações leves, a fim de evitar o cansaço. No domingo, o time pega o México, e no sábado seguinte, a Argentina. “Que privilégio, serão três treinamentos completos no total”, ironizou Mano, que já tem uma certeza para a partida contra os norte-americanos, em Washington: Neymar volta ao time titular. “Ainda não pensei no próximo jogo, mas é certo que Neymar vai começar jogando”, disse o técnico. Ele fez questão de dizer, no entanto, que não quer centalizar seu time no craque santista. “Nunca vamos ter uma seleção baseada só em Neymar ou Ganso. Toda a preparação pode ir por água abaixo se um deles não estiver bem, ou mesmo se não estiver na Copa do Mundo de 2014”, explicou.
Seleção dos xerifes Thiago Silva e David Luiz já está nos Estados Unidos para série de amistosos que definirão o time para os Jogos Olímpicos
Reprodução/Arquivo Celso Unzelte
P
almanaque Celso Unzelte
52 anos de amistosos pré-olímpicos
N
os próximos dias, a Seleção Brasileira cuja base se prepara para a Olimpíada de Londres fará mais três amistosos, todos nos Estados Unidos, contra os donos da casa (na quarta, 30), o México (no domingo, 3/6) e a Argentina (no outro sábado, 9/6). O Brasil faz jogos preparatórios para a conquista do ouro olímpico (que ainda não veio) desde 1960.
Se tivéssemos tido tempo para treinar pelo menos mais duas vezes, os resultados nos seriam bem mais favoráveis.” Gérson, sobre a eliminação do Brasil nos Jogos de 1960, à Revista do Esporte de 8 de outubro daquele ano.
ara sua primeira Olimpíada (Helsinque, 1952) o Brasil embarcou sem disputar nenhum amistoso. Os primeiros jogos preparatórios foram realizados antes da Olimpíada de Roma, em 1960: 1 a 1 com o Tupynambás de Juiz de Fora (MG), 4 a 0 no Campo GrandeRJ, 1 a 0 no Entrerriense-RJ e dois jogos com o Peru, em Lima. O Brasil ganhou o primeiro (3 a 1) e perdeu o segundo (1 a 0). Na foto, os jogadores daquela seleção amadora, eliminada ainda na fase de grupos, pela Itália. Destacam-se, de branco, o zagueiro são-paulino Roberto Dias (último em pé) e o meia Gérson, futuro Canhotinha de Ouro da Copa de 70 (quarto agachado).
FÓRMULA 1
A
3
Francisco Ferreira de
Aguiar, o Formiga,
, amistosos preparatórios u com três vitórias, realizo em 2008 o Brasil do ltou técnico Dunga, que vo de Pequim com a medalha de bronze: ão 1 a 0 contra uma seleç do Rio de Janeiro, em Volta Redonda, 3 a 0 em Cingapura e 2 a 0 no Vietnã.
morreu em Santos, aos 81 anos, na terça-feira, 22 de maio. Zagueiro do Santos, do Palmeiras e da Seleção entre as décadas de 1950 e 1960, depois se tornou técnico, campeão paulista pelo Santos em 1978 e pelo São Paulo em 1981 e campeão mineiro em 1993 pelo América.
FÓRMULA INDY
Chegou a vez de Mark Webber lgumas corridas atrás, Mark Webber fez bico e disse que não achava nada bom para a Fórmula 1 um Mundial tão equilibrado, com tantas equipes brigando por vitórias. Deve ter mudado de ideia neste domingo, depois de vencer o GP de Mônaco e se tornar o sexto vencedor diferente em seis corridas, recorde na história da categoria. “Pelo que tem acontecido até aqui nesta temporada de tantos altos e baixos, o importante é tentar ser constante e marcar pontos sempre. E, quando dias como o hoje chegarem, não desperdiçar a chance de vencer”, afirmou o australiano, que divide a viceliderança do Mundial com seu companheiro de Red Bull, Sebastian Vettel, quarto colocado na prova de ontem. O líder é Fernando Alonso, que aproveitou o bom desempenho da Ferrari nas ruas do principado e chegou em terceiro lugar. A corrida foi um retrato do equilíbrio da temporada: apesar das poucas ultrapassagens, os pilotos andaram muito próximos o tempo todo. E Felipe Massa, o sexto colocado, terminou apenas 6s atrás de Webber, com quatro carros entre eles. Foi o melhor resultado do brasileiro no ano, e, se não estava exatamente feliz, pelo menos ele se mostrou satisfeito com a durabilidade do carro. “Foi bom voltar aos pontos, fazer uma corrida sólida do começo ao fim. Isso valeu muito”, disse Felipe. Bruno Senna chegou em décimo e se disse frustrado, embora desta vez tenha ficado à frente do companheiro Pastor Maldonado, que bateu e frustrou dezenas de ricaços venezuelanos que foram a Mônaco ver a corrida. “A estratégia não deu certo, e aqui é difícil ultrapassar. Tinha potencial para muito mais”, lamentou.
CURTAS
A terceira coroa de Franchitti
A
tual tetracampeão da Fórmula Indy, Dario Franchitti mostrou mais uma vez sua superioridade na categoria ao vencer neste domingo a principal prova da temporada, as 500 Milhas de Indianapolis. Foi uma atuação de gala do escocês, que liderou boa parte da prova e resistiu a um ataque de Takuma Sato, na primeira curva da última volta - o japonês rodou, bateu e ficou em 17º lugar. Tony Kanaan, que chegou a liderar a poucas voltas do fim, terminou em terceiro lugar, herdando o lugar de Sato no pódio. Hélio Castroneves foi o décimo e Rubens Barrichello, o 11º, em sua corrida de estreia ganhou o prêmio de melhor novato, e chegou até a liderar, por uma volta. “Meu carro estava com um pouco de pressão aerodinâmica a mais, para ser mais seguro. Foi diferente de tudo que já tinha feito. Agora quero andar de kart para lembrar que sei virar para a direita”, brincou.
Olivier Anrigo/Reuters
Australiano venceu segunda em Mônaco e se jogou de novo na piscina
FÓRMULA 1
O Mundial de Construtores 1 Red Bull Racing-Renault 146 108 3 Ferrari
86 86
5 Mercedes
61 44
Escocês ganhou pela terceira vez as 500 Milhas de Indianapolis
OUTROS CAMPOS
Judocas levam quatro ouros em Moscou
Mundial de Pilotos
Jeff Haynes/Reuters
Grand Slam de Moscou foi uma festa para as judocas brasileiras, que conquistaram quatro medalhas de ouro durante a competição, com Sarah Menezes (48 kg), Érika Miranda (52 kg), Maria Portela (70 kg) e Maria Suelen Altheman (acima de 78 kg). Para faturar o ouro neste domingo, Maria Suelen venceu na decisão a portoriquenha Melissa Mojica, enquanto Maria Portela bateu a mongol Naranjargal Tsendayush. No sábado, Sarah Menezes derrotou a romena Alina Dumitru, atual campeã olímpica, e Érika superou a belga Ilse Heylen.
Feijão desiste, Bellucci estreia
N
úmero 1 do Brasil e 66 do mundo, Thomaz Bellucci estreia hoje em Roland Garros, por volta das 9h, em duelo contra o sérvio Viktor Troicki, 28º do mundo. O brasileiro precisa vencer para ao menos repetir o desempenho de 2011, quando foi à segunda rodada, e não correr o risco de ficar de fora da Olimpíada de Londres. O primeiro brasileiro a estrear caiu neste domingo: João Souza, o Feijão, perdia para o alemão Cedrik-Marcel Stebe por 6/3 e 2/0 quando abandonou, com dores nas costas. Rogério Dutra Silva também estreia hoje, contra o americano John Isner.
Ricardo e Pedro Cunha vencem em Praga
R
icardo e Pedro Cunha venceram neste domingo uma final brasileira na etapa de Praga do Circuito Mundial de vôlei de praia: bateram Alison e Emanuel por 2 a 1 (21/15, 19/21 e 15/10). Foi o segundo título na temporada e um resultado importante na briga para disputar a Olimpíada de Londres. “Essa é nossa meta, temos de manter a regularidade e estar sempre disputando títulos. Enfrentamos duas duplas de muita qualidade nessa caminhada olímpica”, disse Pedro Cunha. Márcio e Pedro Solberg também estão na briga por duas vagas.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
26 -.ESPORTE
sábado, domingo e segunda-feira, 26, 27 e 28 de maio de 2012
FIM DE JOGO
L
Vitor Belfort sofre lesão em treino e é cortado do próximo UFC
L
Brasil ganha prata e bronze em etapa da Copa do Mundo de canoagem
L
Liminar suspende as Séries C e D, que começariam no fim de semana
L
Vídeo em destaque - CR7 vs. 100.000 fãs - www.dcomercio.com.br
www.dcomercio.com.br/esporte/
MESSI x PELÉ o DONO DO CINTURÃO Josh Hedges/Zuffa LLC
O brasileiro Júnior dos Santos, o Cigano, nocauteia no
segundo assalto o norte-americano Frank Mir e mantém o cinturão dos pesados do UFC, em Las Vegas. Foi a primeira defesa do cinturão feita pelo brasileiro. “ Sou sério, confiante e estou aqui para ficar”, avisa Cigano, que precisa ganhar mais duas lutas para ser o primeiro entre os pesos pesados a manter o título do UFC por mais de quatro lutas. Sábado, 27
ESPERANÇA PARA LONDRES Divulgação
Levou, mas não ganhou Brasileira é bronze no pentatlo moderno
E
m sua última competição antes da Olimpíada de Londres, a pernambucana Yane Marques conquista o terceiro lugar na Final da Copa do Mundo de Pentatlo Moderno de 2012, em Chengdu, na China. Foi sua quarta participação no torneio e, com esse resultado,
a brasileira ganhou quatro posições no ranking mundial, subindo do décimo para o sexto lugar. Para estar no pódio, a pentatleta enfrentou as 35 melhores classificadas nas quatro etapas anteriores do torneio, representantes de 22 países . Sábado, 26
JEROME VALCKE Alexander Joe/AFP
Olha só quem está de volta ao Brasil
P
ela primeira vez desde que sugeriu que os brasileiros levassem um "chute no traseiro" por conta dos atrasos nas obras da Copa de 2014, o secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, volta ao País para participar do anúncio da agenda de jogos da Copa das Confederações e do slogan da Copa do Mun-
do. A frase “Juntos num só ritmo” (“All in one rhythm”, em inglês), já registrada no Instituto de Propriedade Intelectual da Suíça, será oficialmente confirmada numa solenidade no Rio. Ainda não será desta vez que o secretário-geral da Fifa retornará a Brasília. Terça-feira, 29
Ainda faltam nove gols para que Messi realmente tire de Pelé o recorde de gols numa única temporada
O
argentino Lionel Messi, maior craque do futebol na atualidade, tem sido tratado por quase todos os meios de comunicação do mundo - inclusive por este caderno de Esportes, na edição de 14 de maio - como o novo recordista de gols numa temporada: 78 ao todo, 73 pelo Barcelona e 5 pela seleção argentina, contra 77 de Pelé, 68 pelo Santos e 9 pela seleção brasileira, em 1958. Esses números de Lionel Messi na temporada europeia de 2011/2012 vêm circulando em todo o mundo da bola desde a sexta-feira, quando ele marcou um dos gols nos 3 a 0 sobre o Athletic de Bilbao que valeram ao Barcelona o título da Copa do Rei (atenção: a competição não homenageia o Rei Pelé, mas, sim, o Rei de Espanha e, entre 1938 e 1976, era chamada de Copa do Generalíssimo). Acontece que esses números não contabilizam todos os gols marcados pelo craque do Barcelona nesta temporada nem todos os gols do mito santista em 1958. Não entraram na contabilidade de jornais, revistas, sites, tevês e rádios os dois gols de Messi nos 5 a 0 sobre o Napoli, em 22 de agosto do ano passado, pelo tradicional Troféu Joan Gamper, nem os 14 gols marcados por Pelé em amistosos jogados pelo Santos no ano em que ele chegou à maioridade civil e futebolística, pois foi o artilheiro da seleção brasileira na conquista de sua primeira Copa do Mundo. Corrigido o esquecimento do pesquisador que deu origem à informação repetida em cadeia pelos meios de comunicação de todo o mundo, Messi tem 80 gols na temporada em que foi artilheiro
Os
80
gols de Messi em 2011/2012
3
50 no
na Copa do Rei
Campeonato Espanhol
3
14
na Champions League
na Supercopa da Espanha
5
2
pela seleção no Troféu argentina: Joan Gamper no Mundial em de amistosos e Clubes
2
3
1
na Supercopa da Europa Os
2
nas Eliminatórias da Copa
89
gols de Pelé em 1958
58
no Campeonato Paulista
8
no Torneio Rio-São Paulo
14
em amistosos pelo Santos
9
pela seleção brasileira:
6
na Copa do Mundo e
3
em amistosos
do Campeonato Espanhol e da Liga dos Campeões da Europa - aliás, o maior artilheiro em uma única edição das duas competições em todos os tempos. E Pelé tem 88 gols em 1958, um número que dificilmente o atual rival conseguirá atingir neste finalzinho da temporada 2011/2012. Naquele ano, o Rei também alcançou uma façanha quase impossível de ser repetida - foi o artilheiro do Campeonato Paulista, com 58 gols. A marca é tão inacreditável que só o próprio Pelé chegou perto, embora não tanto, de repeti-la em outras edições - em ordem decrescente de gols, foram 49 em 1965, 47 em 1961, 45 em 1959. Lionel Andrés Messi, que completará 25 anos no dia 24 de junho, terá os próximos dois sábados para tirar a diferença que o separa do recorde estabelecido por Pelé entre os 17 e os 18 anos, há mais de meio século. Para tentar fazer pelo menos os oito gols que lhe faltam para igualar o feito de Pelé, o craque do Barcelona terá de se multiplicar com a camisa da seleção argentina no sábado que vem, em Buenos Aires, contra o Equador, em jogo das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2012; e no sábado seguinte, dia 9, em Nova Jersey, contra a seleção brasileira em simples amistoso. Curiosamente, no site oficial do argentino Messi (www.leomessi.com/esp), as duas datas ainda aparecem em branco no calendário que anuncia os Próximos eventos. O site do craque também não registra o recorde de gols numa única temporada que a imprensa de todo o mundo lhe vem atribuindo.
Ganhou, mas não levou
O
treino de classificação para o Grande Prêmio de Mônaco , no sábado, marcou o reencontro do multicampeão Michael Schumacher com a condição de protagonista da Fórmula 1. O piloto alemão, apenas o 18º colocado neste campeonato, ganhou a pole position. Ganhou, mas não levou. Schumacher foi punido com a perda de cinco posições no grid de largada por causa da batida em Bruno Senna no GP da Espanha, em Barcelona. Ao largar em sexto, perdeu a chance de ganhar sua primeira prova desde o retorno à Fórmula 1 e também de igualar o recorde de Ayrton Senna, tio de Bruno, com seis vitórias nas ruas de Mônaco.
Se tivesse vencido neste domingo o mais charmoso GP da Fórmula 1, o heptacampeão acrescentaria a seu currículo um número inacreditável: seria sua 92ª vitória na categoria, tantas quantas, somadas, têm os mitológicos Senna (41) e Alain Prost (51). O domingo acabou, no entanto, sendo cruel para Schumacher, que largou mal, caiu para o oitavo lugar e acabou abandonando a prova. Restou o lamento e uma ponta de esperança: “Foi duplamente desapontador porque eu esperava, secretamente, ir ao pódio. Vou levar os pontos positivos deste fim de semana para o Canadá. A pista deve nos favorecer e espero ter uma corrida normal, limpa.”