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Diário do Comércio - 27/08/2013

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Patriota cai depois do resgate do senador Molina Crise aberta com fuga do senador boliviano Roger Pinto Molina (opositor de Evo Morales) da embaixada brasileira em La Paz e sua entrada no Brasil, com ajuda do corpo diplomático, provoca queda do ministro das Relações Exteriores Antonio Patriota, já substituído por Luiz Alberto Figueiredo Machado. Pág. 5 Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Marcello Casal Jr./ABr/7/5/2013

Ano 90 - Nº 23.944

Jornal do empreendedor

Conclusão: 23h35

www.dcomercio.com.br

R$ 1,40

São Paulo, terça-feira, 27 de agosto de 2013

Hoje às 12h20, no Impostômetro da ACSP Corbis

Até hoje, cada brasileiro terá pago, em média, R$ 5.117,86 em impostos, um total que chega a R$ 1 trilhão. No covil dos leões (ao lado), a marca do percentual devorado pelos quatro maiores tributos: ICMS, contribuição previdenciária para o INSS, IR e COFINS. Pág. 17

Síria pagará pelo uso 'inegável' de arma química Enquanto a Casa Branca afirmava que as provas de uso de armas químicas pelo governo Assad são "inegáveis", comandantes militares dos EUA e aliados acertavam, na Jordânia, uma ofensiva contra a Síria. Pág. 14

Tiago Auge/Divulgação

Sebastião Moreira/EFE

Ivete pop do Brasil é superstar no NYT Comparada ao carisma de Tina Turner e Janis Joplin, Ivete Sangalo é uma realidade artística nacional que os cultores da música brasileira no exterior ainda não entenderam. Mas o NYT explica na pág. 15. André Dusek/Estadão Conteúdo

Regime cubano no Brasil Cubanos que iniciaram ontem, em alojamentos militares, o treinamento para o Mais Médicos, não devem deixar seus alojamentos. A ordem foi dada pela vice-ministra da Saúde de Cuba, Marcia Cobas (acima, com o titular brasileiro, Padilha). Pág. 6

Brasil sólido, 'apesar da minicrise'.

ISSN 1679-2688

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9 771679 268008

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Mantega diz que atual turbulência terá impacto menor na economia do que crises recentes. Pág. 19


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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terça-feira, 27 de agosto de 2013

A simples perspectiva de alta dos juros americanos afeta o mercado cambial brasileiro. Roberto Fendt

pinião AFP

UM VETO AO CRESCIMENTO WALTER IHOSHI

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olto ao tema do mercado cambial por conta do anúncio do Banco Central de que, para tranquilizar o mercado diante da rápida valorização do dólar, fará leilões diários de venda da moeda americana no mercado futuro até o final de 2014. A operação não envolve a entrega de dólares físicos ao comprador; consiste em uma venda para entrega futura a uma taxa pré-fixada. Se o real se valorizar, o investidor perde; o oposto ocorre se a valorização do dólar persistir. A operação é toda feita em reais. Através desse mecanismo é possível ao Banco Central manter suas reservas internacionais, hoje da ordem de US$ 373 bilhões. As operações de swap anteriormente efetuadas pelo BC, no valor equivalente a US$ 45 bilhões, foram dessa mesma natureza. Ao oferecer até o equivalente a US$ 100 bilhões, o BC está indicando que leiloará swaps de valor equivalente a US$ 55 bilhões até o final do ano. São várias as explicações para esta intranquilidade no mercado interno de dólares, girando em especial em torno de saber-se o quanto devem ser atribuídas a fatores externos e internos. Existe um forte argumento para atribuir a rápida desvalorização do real à esperada mudança na política monetária dos Estados Unidos, com a redução dos estímulos monetários introduzidos a partir da crise de 2008. O que está em discussão é se o Federal Reserve americano (Fed) iniciará a redução de suas compras de ativos dos bancos em setembro ou em dezembro deste ano – e não se isso deixará de acontecer.

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reversão da política do Fed passou a ser antecipada pelo mercado a partir de abril passado. Até então, o diferencial entre as taxas de retorno dos títulos curtos e longos do Tesouro norteamericano pouco divergiam no mercado, indicando que os agentes econômicos apostavam na manutenção da política monetária expansionista nos Estados Unidos. Até abril, as taxas mais curtas (de títulos com vencimento até 3 anos) estavam no intervalo entre zero e meio por cento. As taxas mais longas (30 anos) situavam-se em torno de 3% ao ano. Atualmente as taxas curtas mantêm-se es-

real superou as desvalorizações das moedas da maioria dos emergentes. O peso mexicano, por exemplo, acumula desvalorização de apenas 2,08% no ano; a lira turca, de 10,5%; e a rúpia indiana, de 14,9%, para ficar com apenas três casos. O real, porém, acumula 16% de perda de valor frente ao dólar.

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ssa desvalorização adiciona-se à ocorrida em 2012, da ordem de 20%. Juntas, portanto, a desvalorização de nossa moeda. nos dois anos, já acumula quase 40%. Muitos acreditam que a sobrevalorização do real teria se reduzido drasticamente com o comportamento do câmbio de 2012 a agosto deste ano. Se assim for, talvez estejamos muito próximo do chamado câmbio "de equilíbrio". As projeções do mercado situam o valor do dólar entre R$ 2,45 e R$ 2,60 no final do ano. E o que explicaria uma desvalorização tão acentuada do real frente às moedas dos demais emergentes? Como a desvalorização não se iniciou em maio, com o descolamento das taxas de juros dos títulos do Tesouro americano, mas vem desde 2012, fica difícil atribuir somente a fatores externos a nossa desvalorização. Há grande convergência de opiniões de que o câmbio depende também de certas circunstâncias específicas de nossa economia. Uma delas é a constatação de que a vulnerabilidade cambial é maior nos países que possuem os maiores déficits em conta corrente de seus balanços de pagamentos.

AINDA O CÂMBIO táveis em torno de 0,5%, mas as taxas de 30 anos subiram para 3,5% ao ano – indicando a percepção de que o Fed elevará em futuro próximo as taxas de retorno de seus títulos. A simples perspectiva de alta dos juros americanos afeta o mercado cambial brasileiro, pela menor atratividade relativa dos papéis de países emergentes. Todos os países emergentes sofreram com essa expectativa generalizada de alta nas taxas de juros americanas, mas alguns deles foram mais afetados do que ou-

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ROBERTO FENDT

tros. É é aí que entram os argumentos a respeito das razões internas para a maior desvalorização brasileira. De fato, a desvalorização do

A rápida e forte valorização do dólar reflete problemas externos e internos. O comportamento da inflação e o déficit no balanço de pagamentos estão entre eles.

utro fator interno importante é o comportamento da inflação. Esse fator estaria explicando porque a desvalorização foi maior na Índia e no Brasil, onde a inflação se mantém em nível elevado. Por fim, dois outros fatores explicam a divergência entre a desvalorização do real e de outras moedas dos países emergentes. Primeiro, a importância e urgência das reformas estruturais que deixamos de fazer. Segundo, a inconstância da política econômica e seu diagnóstico equivocado. Está correto o Banco Central em tentar acalmar o mercado. Resta saber qual o custo dessa intervenção.

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as apesar de o rombo do FGTS ter sido coberto há mais de um ano, o projeto de lei foi vetado ao chegar às mãos da presidente Dilma, com o argumento de que sua sanção levaria à redução de investimentos a importantes programas sociais, principalmente, o Minha Casa, Minha Vida. A decisão da presidente gerou indignação e revolta, não só por parte do setor produtivo, mas dos próprios parlamentares, que compreendem que esta multa é, na prática, mais um imposto ao País. E o balde de água fria não foi apenas nos empreendedores. A economia é a principal vítima dessa história, pois a elevada carga

tributária sufoca a produção brasileira, e a consequência disso é o desemprego.

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om o veto, o governo se apropria de mais de R$ 3 bilhões ao ano, que seriam de extrema importância para as empresas, sobretudo neste momento delicado, em que o setor produtivo luta para recuperar sua competitividade. Além disso, o ato traz insegurança jurídica àqueles que desejam investir em nosso país. A multa de 10% foi criada como uma espécie de "tributo provisório" , mas ao se tornar definitivo, mostra a ânsia do governo de arrecadar – e o pouco esforço para cortar excessos e administrar melhor o que se tem, aumentando, assim, o custo Brasil.

Por entender os prejuízos que o veto traz à nossa economia, parlamentares de vários partidos, na Câmara e no Senado, revelaram desejo de derrubar veto.

A votação do veto ficou para os próximos dias. Mas por entender todos os prejuízos que este veto traz à economia brasileira, parlamentares de diversos partidos – tanto da Câmara quanto do Senado – já declararam o desejo de derrubar o veto. Nós, da bancada do PSD, votaremos pela sua queda.

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s bilhões que os cofres públicos deixarão de arrecadar por ano não serão perdidos. Pelo contrário. Eles se transformarão em um impulso à competitividade, além da geração de mais empregos e investimento em qualificação profissional. A queda do veto significa um sim à desoneração, à formalização do mercado de trabalho e ao crescimento do país. WALTER IHOSHI É DEPUTADO FEDERAL (PSD/SP)

ROBERTO FENDT É ECONOMISTA

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cesário Ramalho da Silva Edy Luiz Kogut João Bico de Souza José Maria Chapina Alcazar Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Miguel Antonio de Moura Giacummo Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Renato Abucham Roberto Mateus Ordine Roberto Penteado de Camargo Ticoulat Sérgio Belleza Filho Walter Shindi Ilhoshi

a semana passada o Congresso começou a discutir e votar os vetos da presidente Dilma a uma série de projetos de lei aprovados recentemente pela Casa, boa parte de extrema relevância ao país. Até agora, foram votados e mantidos quatro vetos, como o Ato Médico, que regula a atividade dos médicos, e a legislação que cria novas regras para o repasse do Fundo de Participação dos Estados. Um dos projetos mais esperados , porém, foi retirado da pauta em cima da hora pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, a pedido da presidente: o texto que extingue a multa extra de 10% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço para demissões sem justa causa. A aprovação desse projeto, no início de julho, foi festejada pelo setor produtivo de todo o País. A contribuição adicional foi implantada em 2001 e tinha como objetivo repor o caixa do FGTS, abalado pelos planos Verão e Collor 1. Incorporada à multa de 40% do FGTS, os 10% – pagos pelo empregador ao governo, e não ao empregado –, custaram, em 11 anos, R$ 45,3 bilhões aos empresários brasileiros. Eles deveriam permanecer em vigor até que o orçamento do FGTS fosse recomposto, ou seja, até junho de 2012, quando as contas foram reequilibradas, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, Marcel Solimeo Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Car valho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Marcus Lopes (mlopes@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), Tsuli Narimatsu (tnarimatsu@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke, Jaime Matos e Sandra Manfredini. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves e Sílvia Pimentel. Editor de Fotografia: Agliberto Lima. Arte e Diagramação: José dos Santos Coelho (Editor), André Max, Evana Clicia Lisbôa Sutilo, Gerônimo Luna Junior, Hedilberto Monserrat Junior, Lino Fernandes, Paulo Zilberman e Sidnei Dourado. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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DÓLAR FOI A CELEBRIDADE DA SEMANA, TENDO O PIB RAQUÍTICO COMO COADJUVANTE.

pinião

DÓLÃO E PIBINHO Reprodução

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música sertaneja brasileira produziu grandes duplas, como Tonico & Tinoco, Cascatinha & Inhana, Jararaca & Ratinho, Milionário & José Rico... Isso para ficar em alguns dos maiores e mais antigos ícones, sem correr o risco de enveredar numa onda de omissões e esquecimentos. Pois bem. Na semana que passou, pela repercussão colhida nas rádios, TV's e jornais de todo o País, Brasília colocou no estrelato uma nova dupla: Dólão e Pibinho, que dá título à coluna de hoje. Nunca se falou tanto do dólar e de sua repentina ascensão – daí o nome de Dólão à primeira voz da dupla. Na segunda voz, modestamente, voltou à cena o Pibinho, depois que, pela sexta vez neste ano, foi anunciada a redução da previsão para o PIB (Produto Interno Bruto) de 2013, agora no patamar de 2,5%. Como uma celebridade, o Dólar foi o personagem mais comentado, sem dúvida. Enquanto o Banco Central fazia o seu papel de tentar administrar a desvalorização do real, choveram palpites em toda a Esplanada dos Ministérios sobre a figura da semana. Houve até ministro que chegou a classificar de "ótimo" o patamar de R$ 2,45 por dólar, no mesmo dia em que o BC realizava operações financeiras da ordem de seis bilhões de dólares para conter a disparada da moeda americana. Seria o caso de se perguntar: se está "ótimo", então por que a atuação do BC? É justamente este festival de palpites que vem, dia a dia, minando a credibilidade da política econômica do Brasil. As informações desencontradas, o abismo entre discurso e prática e, principalmente, a

MANUELITO P. MAGALHÃES JÚNIOR

ansiedade em demonstrar uma calma fictícia tem custado caro ao País.

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melhor exemplo disso, por mais paradoxal que possa parecer, foi o próprio governo federal quem produziu. Bastou uma ação consistente – e capaz de dar alguma previsibilidade sobre a atuação da autoridade monetária – para que a moeda norte americana caísse mais de 3% em pouco mais de 6 horas de operação do mercado, retornando ao patamar de R$ 2,35 por dólar na última sextafeira, depois de haver frequentando a banda de R$ 2,45 e superados os boatos de que romperia a barreira dos R$ 2,50. Vamos torcer para que as ações coordenadas continuem nos próximos dias. "O problema do câmbio flutuante é que ele flutua", reagia bem humorado um ex-mi-

nistro da Fazenda, ao escorregar das perguntas dos jornalistas nos momentos de crise, evitando assim fomentar o surto especulativo. Agora, nesse novo momento do governo, há uma competição de declarações para demonstrar uma normalidade inexistente. A resultante disso é que a especulação aflora. A apreciação do dólar perante outras moedas é um fenômeno mundial. Contudo, param por aí as responsabili-

dades externas sobre a má fase do real. Praticamente, todas as moedas do mundo se desvalorizaram perante o dólar, mas poucas com uma intensidade tão grande quanto a nossa. Demoramos muito para deixar claro os limites aceitáveis para essa onda de des va lo riz aç ão e quais os mecanismos que iríamos empregar para defender a nossa moeda. Não podemos esquecer que também estamos mais fragili-

Festival de palpites mina a credibilidade da política econômica. Informações desencontradas, abismo entre discurso e prática e calma fictícia têm custado caro ao País.

zados do que outros países, por conta do nosso acúmulo de problemas. A balança comercial vem sofrendo os efeitos da baixa do preço das commodities. O déficit nas relações do Brasil com o exterior (o chamado déficit da conta corrente) somou US$ 52,5 bilhões até julho de 2013, praticamente igual ao que ocorreu em todo o ano de 2012, US$ 54,2 bilhões, o que mostra o agravamento da situação. A percepção dos investidores internacionais é cada vez mais negativa, fazendo com que os investimentos estrangeiros diretos sejam declinantes, US$ 32 bilhões até julho de 2013, contra mais de US$ 38 bilhões no mesmo período de 2012. Podemos parar por aqui para não ser exaustivo na lista de problemas...

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udo isso, mais os percalços de um mundo em crise desde 2009 tem desestabilizado a economia. E também as pessoas. O endividamento das famílias vem crescendo sistematicamente. É evidente que, diante desse quadro, as pessoas se tornam cada vez mais refratárias em contrair novas dívidas, enfraquecendo a política de expansão da economia via aumento do consumo e deixando o PIB cada vez mais longe do caminho desejado por todos nós. Se rompemos o reveillon de 2013 sonhando com um cres-

cimento econômico da ordem de 4,5%, agora estamos chegando a uma previsão oficial de apenas cerca de metade disso, enquanto o mercado fala até em meros 2%. Assim, de furo em furo, a credibilidade das autoridades econômicas brasileiras vai sendo corroída, alimentando a especulação. Só quem não parece furado é o dólar!

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ão estamos sozinhos, é certo. Na última semana o economista Jim O'Neill, autor do acrônimo BRIC para denominar o conjunto de países emergentes com maior desempenho econômico da década passada (Brasil, Rússia, Índia e China), classificou como "decepcionante" o desempenho brasileiro nos últimos anos, ao lado da Rússia e Índia. Disse mais: que provavelmente não incluiria nenhum deles em um novo acrônimo. Mas O'Neill também deu um conselho aos governantes desses países para esse momento de grande volatilidade. Afirmou o prestigiado economista da Goldman Sachs: "Relaxe. Não há nada a fazer com a flutuação da moeda. Só há que se preocupar se esse movimento acelerar a inflação". Vai ver que é por isso que a nossa autoridade maior resolveu acelerar, em passeios de motocicleta, pelas ruas da capital federal. E ainda dizem que ela não ouve ninguém... MANUELITO P. MAGALHÃES JÚNIOR É ECONOMISTA E DIRETOR DA COMPANHIA DE SANEAMENTO

BÁSICO DO ESTADO DE SÃO PAULO (SABESP). FOI PRESIDENTE DA EMPRESA PAULISTA DE PLANEJAMENTO METROPOLITANO (EMPLASA) E SECRETÁRIO DE

PLANEJAMENTO DA CIDADE DE SÃO PAULO.

TERCEIRIZAÇÃO OU TRABALHO ESCRAVO? Matheus Britto/Estadão Conteúdo

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arece claro que desde o início a preocupação do governo foi a de trazer médicos de Cuba para o Brasil e, com isso, remeter recursos para ajudar o " paraiso cubano" a se sustentar. Essa iniciativa deveria ser complementada pelo "trabalho forçado" no SUS dos médicos recém formados, ideia que parece ter sido abandonada por sua manifesta inconstitucionalidade. A vinda dos médicos cubanos, no entanto, parece decidida, o que mostra não haver preocupação de natureza ética nos autores do programa, que aceitam como natural que o ditador cubano possa dispor de sua população como mercadoria, lucrando em cima do trabalho dos médicos " alugados ", como se fossem propriedade estatal. Discute-se muito no Brasil a questão do "trabalho escravo" que, embora não tenha uma definição precisa, se caracteriza por " afronta aos princípios e as garantias individuais previstas na Declaração Universal dos Direitos Humanos e na Constituição Federal". No geral, os trabalhadores submetidos a esse regime, são aliciados por " gatos", que ficam com a maior parte da remuneração, e levados para lugares distantes, de onde, por várias maneiras, são impedidos de sair por vontade própria. Envolve sempre o cerceamento da

NOVOS POSTAIS Quero parabenizar a equipe do "Diário do Comércio pela excelente capa da edição desta segunda-feira. Tanto a capa como a página 8 ("Novos cartões-postais da Sé), revelaram coragem e ousadia em mostrar a ferida de forma direta, coisa que hoje os mais conhecidos jornais paulistanos não fazem.

MARCEL SOLIMEO

liberdade de locomoção. No caso dos médicos cubanos, eles serão recrutados por um " gato" (o ditador), que vai receber o pagamento, e os enviarão ao governo brasileiro que, segundo se informa, os mandará para lugares distantes do País, sem direito de escolha, e de onde não poderão sair antes de encerrado o prazo do contrato feito com o governo cubano. Se quisermos ser mais brandos na nossa análise, poderíamos dizer que se trata de uma "terceirização", sendo o governo cubano o "terceirizador", que receberá pelo fornecimento dos médicos (os terceirizados) , embora tenham tentado mascarar a operação com a participação da OPS como intermediária, o que não muda a natureza da relação.

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corre que a Justiça do Trabalho e o Ministério Público do Trabalho brasileiros não aceitam a terceirização de " atividades fins", como é o caso da dos médicos, enquanto os sindicatos nacionais lutam

Douglas R. Nascimento São Paulo

MÉDICOS CUBANOS

Médicos cubanos chegam ao Brasil em meio a fortes críticas sobre o programa. bravamente para impedir a regulamentação dessa matéria, a pretexto de que provoca "a precarização das relações de trabalho".

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ntão resta saber qual será a reação da Justiça e do Ministério Público do Trabalho no tocante a essa "terceirização de atividades fins", além de outras questões como a do registro de trabalho, a qual regra estarão os médicos sujeitos no tocante à legislação trabalhista, bem como os encargos e direitos sociais, e a quem responderão como empregador. Aos municípios caberá

providenciar habitação e alimentação, mas não está claro qual será o tipo de vínculo entre os médicos e a Prefeitura para poderem arcar com esse ônus. E quem fiscalizará o trabalho e será responsabilizado por erros ou deficiências do atendimento? Um aspecto que não foi comentado, mas que considero muito importante, é saber o que acontecerá se um dos médicos decidir pedir asilo político no Brasil, ou simplesmente abandonar o trabalho para tentar ser livre. Será que o contrato prevê alguma cláusula a respeito? Será que os passaportes serão retidos para evitar fugas? E se elas ocorrerem, será que serão presos e devolvidos ao governo cubano, como

ocorreu há algum tempo com os boxeadores dos Jogos Panamericanos, em um dos episódios que mais manchou as tradições brasileiras?

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em entrar no mérito da capacidade dos médicos que virão, resta aguardar que a Justiça (comum e do trabalho) se manifeste sobre a legalidade dessa terceirização ideológica, que visa muito mais a beneficiar a ditadura cubana do que resolver o problema da saúde no Brasil, na qual a falta de médicos é apenas um dos aspectos a ser atacado. MARCEL DOMINGOS SOLIMEO É DIRETOR DO INSTITUTO DE ECONOMIA DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE SÃO PAULO

O silêncio sepulcral de Dilma diante das críticas em relação ao plano mal costurado "Mais Médicos", feito para alavancar a candidatura do ministro Padilha ao governo de SP, talvez se explique pelo fato de que o mesmo caminha para um grande malogro. Há problemas de toda a ordem, desde trabalho ilegal até desconfiança de haver entre os cubanos agentes multiplicadores do regime dos Castros. As diferenças entre as regras para os médicos vindos de diferentes lugares já mostra desconcertos gritantes. Estamos esperando as explicações da principal responsável pela intrigante obra. Leila Elston - São Paulo


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)KDC7O gibaum@gibaum.com.br

As últimas manifestações MAIS: alegavam pericuna Câmara Distrital de Brasília serviram para que os seguranças pedissem aumento de 35%.

2 “Se todo mundo é ladrão, todo político é ladrão, então, seu babaca, entra você na política.”

LULA // em Rio Branco, numa irônica convocação.

Fotos: BusinessNews

Dilema cruel Com os altos solavancos do dólar, Dilma Rousseff tem um dilema e tanto pela frente: pode tentar segurar o aumento da gasolina e do diessel até passar as eleições (seriam quase quatorze meses) ou resolver o problema agora, o que o pessoal da equipe econômica acha até menos arriscado (mesmo porque ela está recuperando a popularidade e ninguém até hoje foi enlouquecido o suficiente para majorar combustível em ano eleitoral). O que a própria Chefe do Governo sabe é que “não dá para ficar segurando esse monstro muito tempo”.

GENTE FINA No domingo, Thammy Gretchen, nova contratada do SBT e filha da cantora Gretchen, aparece no programa de Silvio Santos. Aí, ele: “Eu já tenho alguma idade, já fiz algumas experiências, mas acho que você vai ser minha próxima experiência. Eu quero ver por que você é tão indefinido (usando o gênero masculino)”. Thammy não se fez de rogada: “Estou à sua disposição. Dependendo do que for, eu tenho e dependendo, não tenho”.

Numa noite em que os grandes vencedores foram Taylor Swift (primeira foto à esquerda, usando Hervé Léger), que levou Melhor Clipe Feminino, Justin Timberlake, Selena Gomez, Thirty Seconds to Mars e outros, foram entregues os prêmios VMA (MTV Video Music Awards) em Nova York, com direito a red carpet e tudo mais. Entre as famosas, da segunda foto à esquerda para a direita, Katy Perry, de Ungaro, Miley Cyrus (Dolce&Gabbana), Rita Ora (Alexandre Vauthier) e Lady Gaga, de Pradal Gurung. Ela foi a grande atração no palco, trocando de roupa várias vezes: de freira a um biquíni com fio dental, com o qual circulou depois no local, na maior (destaques).

Noite de prêmios

Entidades médicas, OAB, sindicalistas, mídia e outros blocos formam uma corrente nacional diária contra o programa Mais Médicos , sua irregularidades e ilegalidades que levarão o assunto ao Supremo Tribunal Federal. Só que nada disso fará Dilma Rousseff recuar nem um milímetro. Para ela, quando mais barulho, melhor: está convencida de que o Mais Médicos será a grande marca de seu governo, assim como o Bolsa-Família foi para o ex-presidente Lula, se bem que seu inicio tenha sido no governo FHC. Seus assessores chegados, mesmo tentando explicar o inexplicável todos os dias, festejam que, finalmente, a presidente encontrou essa marca, que será o carro-chefe da campanha da reeleição, no ano que vem. É por isso que o ministro Alexandre Padilha não pode pensar em campanha ao governo de São Paulo agora.

Marca do governo

O Planalto já deve estar entrando em clima de Copa do Mundo: acaba de empenhar R$ 5 mil para aquisição de bolas, apitos, redes, cartões para juiz e até corda de pular. São oito bolas de futsal, 12 bolas de futebol society, oito bolas de vôlei de praia e 30 bolas e tênis. Para que esses esportes possam ser praticados, a Presidência também empenhou R$ 1,7 mil para compra de 20 redes para futebol society e de salão, quadras de tênis, basquete e vôlei. Na mesma compra, seis mini-camas elásticas, seis exercitadores elásticos para condicionamento físico, 25 colchonetes, quatro bolas suíças para pilates, duas caneleiras de oito quilos e duas de seis quilos. Só falta, agora, entrar em campo.

Malgrado uma série de estragos provocados na economia por decisões erradas do governo, o Planalto mandou preparar os bumbos: ainda esta semana, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) deverá divulgar o PIB do segundo trimestre do ano, que ficará entre 0,9% e 1,1%. O governo vai alardear que a atividade econômica está retomada – e não é bem assim. Será apenas um esboço de alguma reação sem nenhuma garantia de que será mantida até o final do ano. Contudo, de novo, o Planalto primará pela arrogância. Quem viver, verá.

CARRÃO Sábado de manhã, na banca de jornais na esquina da Avenida Europa com a rua Groenlândia, nos Jardins, em São Paulo, o deputado federal Paulo Maluf, que comanda o diretório paulista do PP, comprava jornais e revistas de final de semana. Estava a bordo de um modelo esportivo Bentley, estimado em R$ 1 milhão e cercado de discretos seguranças, em outros carros.

MISTURA FINA A SITUAÇÃO é melhor do que no final do governo FHC: o Brasil tem US$ 377,5 bilhões em reservas internacionais e o Banco Central pode colocar na roleta US$ 3 bilhões por semana, sem mexer nessas reservas, com operações no mercado futuro ou compromisso de recompra dos dólares.

A JUSTIÇA do Trabalho faz, nesta semana, pela terceira vez, um mutirão de audiências de conciliação para que empregadores paguem seus débitos. É mais uma tentativa de reduzir o estoque de 2,8 milhões de processos de execução, cuja divida total, segundo o Tribunal Superior do Trabalho, pode chegar a R$ 25 bilhões. Esta semana ainda, os 24 tribunais regionais promoverão leilão de bens e mais bloqueios de contas bancárias.

Mineira de Belo Horizonte, 28 anos, Bella Falconi (52 quilos, 1m60 e 9% de gordura corporal), que mora em Orlando há sete anos e tem quase 500 mil seguidores no Instagram e 120 mil no Facebook, nova queridinha do mundo fitness, está no Brasil para lançar produtos com sua marca (todos ligados a boa forma, claro). Verdadeira febre na internet, posta fotos, exibe o corpo, dá dicas e faz palestras e workshops. Atleta e modelo, Bella também gosta de mostrar um pouco mais.

Queridinha do fitness

Queria ver o outro Mesmo garantindo que não estava lá em campanha e sim como presidente nacional do PSDB, o pré-presidenciável Aécio Neves durante a Festa do Peão de Boiadeiro, em Barretos, usou chapéu de cowboy, camisa e calças de jeans, posou para fotos e até montou num touro. E foi apresentado pelo prefeito como “futuro presidente”. Depois, com os mais chegados, brincou: “Já pensaram o Serra de chapéu de boiadeiro e montado num touro?” Mais: nos últimos tempos (e a recomendação é da namorada, Letícia Weber, que acha que lhe dá um ar mais sedutor), Aécio tem deixado o cabelo crescer. Já assessores mais cruéis acham mesmo que é outra provocação a Serra.

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Saía rodada.

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CLIMA DE COPA

Bumbos prontos

Assessor especial A situação da ministrachefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que está na China com o ministro Fernando Pimentel, do Desenvolvimento (foram atrás de investidores para concessões), ficou mais complicada depois de decretada a prisão por “estupro de vulnerável” (menores) de seu assessor especial Eduardo Gaievski. Ex-prefeito de Realeza, interior do Paraná, foi levado para o Planalto para servir de elo de ligação com prefeitos do estado com vistas às eleições de 2014. Como vinha sendo investigado há três anos pelo Ministério Público, Gleisi e o marido Paulo Bernardo, das Comunicações, deveriam ter conhecimento de sua situação (a Abin faz pentefino em qualquer nomeação).

losidade. É que os manifestantes levaram até um touro com chifres para romper o bloqueio.

OUT

Micro colada.

De volta Depois de onze anos advogando em Brasília, o exministro e fundador do PSDB, Pimenta da Veiga, está voltando a Belo Horizonte, com sua bonita mulher Ana Paola, filha do falecido colunista Wilson Frade. Ela não deixará seu trabalho de decoradora no Distrito Federal: poderá ficar no vai-e-volta. Pimenta deverá coordenar a campanha de Aécio à Presidência em Minas Gerais e é considerado uma reserva técnica para disputar o governo de Minas Gerais. Depois da eleição de FHC, Pimenta se afastou do tucanato: brigou com Sérgio Motta por causa de sobras de campanha.

O PLANALTO prepara o lançamento de uma Central de Compras. Quer promover uma única concorrência para aquisição de bens comuns para todos os ministérios, acabando com os preços diferenciados das licitações. Podem entrar nesse bloco computadores, softwares, serviços terceirizados, aluguel de carros, fornecimento de comidas e bebidas, passagens áreas, móveis, cortinas e outros.

QUEM diria: verdadeira mania há mais de cinco anos, as sandálias gladiadoras estão de volta. Podem ser simplesmente enroladas até perto dos joelhos, com tiras cruzadas ou com reforço na parte da frente. São mais compridas e também já podem ser usadas à noite. Lá fora, Rihanna já aderiu às gladiadoras e, do lado de cá, Anitta também.

O HUMORISTA, escritor e apresentador de TV Jô Soares, 75 anos, prepara sua candidatura à Academia Brasileira de Letras. Há anos, ele troca olhares com a Casa de Machado de Assis: um de seus livros se chama Assassinato na Academia Brasileiras de Letras e o lançamento de seu último romance, As Esganadas , foi lá mesmo na Academia. Só que Jô prefere ver seu nome lançado do que cabalar votos dos acadêmicos.

Colaboração:

Paula Rodrigues / Alexandre Favero

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 27 de agosto de 2013

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O chanceler tem Patriota no nome. Ele precisa ser mais patriota e menos ideológico. Pedro Taques, senador (PDT-MT)

Dilma já não é mais Patriota Presidente deixa clara a preferência pelo amigo Evo Morales e abre mão de ministro das Relações Exteriores Fernando Bizerra Jr./EFE

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esgastado com a go. Há seis meses, o governo operação de "res- da Bolívia havia feito proposta gate" do senador ao governo brasileiro para que R o g e r P i n t o q u e o senador boliviano fosse leprovocou uma crise diplomáti- vado de carro até a fronteira ca com a Bolívia, o ministro com o Brasil e deixado lá, "sem das Relações Exteriores, An- que fosse de conhecimento" tonio Patriota, foi obrigado on- do governo local. O senador tem a pedir demissão. teria de percorrer 1600 km, A queda de Patriota foi de- durante 22 horas, de carro, até sencadeada após a controver- chegar à fronteira brasileira sa operação de libertação do tornando a sua liberdade um senador boliviano de oposi- fato consumado. ção, organizada pelo embaiAo tomar conhecimento xador interino do Brasil em La desta proposta, a presidente Paz, Eduardo Saboia. Dilma disse que não concordaA decisão da presidente Dil- va. Na época, a presidente ma para o "gravíssimo episó- reagiu avisando que, se acondio" foi rápida – inclusive para tecesse alguma coisa com o mostrar ao presidente da Bolí- senador, neste longo trajeto, via, Evo Morales, e ao governo um acidente, ou qualquer coiboliviano a sua indignação sa, o governo brasileiro seria com o ocorrido. Para o lugar de responsável, já que o Estado Patriota irá o embaixador Luiz brasileiro era o guardião da Alberto Figueiredo, atual re- sua segurança e da sua vida. presentante do Brasil junto às Dilma insistiu que a vida do seNações Unidas. nador não poderia ser colocaEduardo Saboia será sub- da em risco. metido a um processo admiPortanto, reiterava Dilma, nistrativo e deverá ser "seve- havia uma clara determinaramente" punido, segundo ção da presidente da Repúblifontes do Paca de que não lácio, pelo fosse feito o q u e a p r e s itrajeto de dente Dilma carro com o Eduardo Saboia está chamansenador, por do de "grave causa do risserá submetido quebra de c o e d a r e sa um processo h ie r ar qu i a" . ponsa bilidaadministrativo A saída de Pade e, apesar e deverá ser triota, com da ordem daseveramente quem Dilma d a , o d i p l ojá se desgasmata a desapunido. tara, precipifiou e montou FONTES DO PLANALTO ta a reforma a operação ministerial de fuga de que seria no fim do ano. Roger Pinto. Para Dilma, ao Dilma já havia conversado decidir pela operação, Eduarcom Patriota e determinado do Saboia assumiu o risco e que ele cancelasse sua via- deve responder por isso. gem à Finlândia e permaneEnquanto Dilma falava com cesse no Brasil para resolver Patriota no Planalto, em rápieste problema. A presidente da audiência, Eduardo Saboia estava "inconformada" com o estava sendo ouvido pela Seepisódio e com a quebra de cretaria Geral do Ministério hierarquia e queria saber exa- das Relações Exteriores, dantamente quem sabia da ope- do as suas explicações para o ração idealizada por Saboia. inquérito administrativo aberPor isso, convocou no início to contra ele, que pode levar à da tarde de ontem ao Planalto sua exoneração do cargo. os ministros da Defesa, Celso A posse do novo ministro deAmorim, a quem estavam su- verá ocorrer amanhã. Dilma bordinados os fuzileiros que fi- distribuiu nota oficial inforzeram a segurança do sena- mando que "aceitou" o pedido dor boliviano e às Forças Ar- de demissão de Patriota. Ela m a d a s , e d a J u s t i ç a , J o s é agradeceu sua "dedicação e Eduardo Cardozo, a quem a empenho nos mais de dois Polícia Federal está subordi- anos que esteve no cargo" e nada. Queria saber se eles sa- anunciou sua indicação para a biam da operação. Missão do Brasil na ONU. A conversa entre Dilma e PaLuiz Figueiredo já acompatriota foi rápida, no Palácio do nhará Dilma na próxima sexta Planalto. A irritação da presi- feira, na reunião da Unasul, dente Dilma era maior porque em Paramaribo. Dilma não tea quebra da hierarquia de Sa- lefonou para Evo Morales. boia não se resumia à opera- Quer se explicar pessoalmenção da madrugada de domin- te. (Estadão Conteúdo)

Chanceler escolhido tem fama de durão

O

Antonio Patriota se despede do cargo de ministro das Relações Exteriores do governo Dilma Rousseff

Saboia fala em risco de vida

O

encarregado de negócios da embaixada brasileira em La Paz, Eduardo Saboia – que trouxe o senador boliviano Roger Pinto Molina ao Brasil sem o aval do Itamaraty –, disse ontem em entrevista à Folha de S.Paulo que as negociações entre os dois países para resolver a situação do político eram um "faz de conta". "Tenho os e-mails das pessoas [diplomatas brasileiros] dizendo 'olha, a gente sabe que é um faz de conta, eles fingem que estão negociando e a gente finge que acredita'", disse Saboia. Suicídio– Segundo ele, diante da inação da comissão bilateral que "mal conseguia se reunir", e de uma "situação limite", ele

Pinto: 'Devo minha liberdade ao Brasil e ao embaixador'.

O

senador oposicionista boliviano, Roger Pinto, – que fugiu da Bolívia depois de 454 dias trancado na embaixada do Brasil à espera de um visto de saída – afirmou em carta divulgada ontem por seu partido político em La Paz: "Devo minha liberdade ao Brasil e ao embaixa-

dor". Na carta de duas páginas à presidente Dilma Rouseff, ele agradeceu pela concessão do asilo solicitado em maio de 2012. E também se referiu ao embaixador brasileiro Marcel Biato. "Biato me protegeu e deu segurança e abrigo. Sofreu pessoalmente os rigores deste poder irracional ao qual

Dida Sampaio/ EC

Roger Pinto falará hoje na Comissão de Relações Exteriores do Senado

denuncio, pelo único fato de ter me recebido e, com isso, cumprir com um compromisso internacional." O senador opositor fez também uma menção especial ao encarregado de negócios Eduardo Saboia, que ficou responsável no Brasil pela decisão de ter retirado disfarçadamente Pinto do país em um veículo diplomático. E chamou Saboia de "homem corajoso e inteligente", que sabia do risco a que se expôs. Ontem, o advogado do senador, Fernando Tibúrcio Peña, comparou a situação dele à de Julian Assange (que vazou informações pelo WikiLeaks) e Edward Snowden (que denunciou espionagem dos Estados Unidos por agências secretas). "Ele (Roger Pinto) é um exilado político", disse. Hoje o boliviano vai ser ouvido na Comissão de Relações Exteriores do Senado. (EC)

decidiu agir sozinho. "Eu disse [ao Itamaraty]: 'se tiver uma situação limite, eu vou ter que tomar uma decisão'. E eu tomei porque havia um risco iminente. Ele [o senador] estava com um papo de suicídio", disse o diplomata. "Era sexta-feira, estava chegando o fim de semana, quando a embaixada sempre fica mais vazia. Aí veio o advogado com o laudo médico me dizer [que ele poderia se matar] e eu disse: vou fazer agora." Roger Pinto Molina estava asilado há 15 meses na embaixada e não podia sair porque o governo boliviano se recusava em conceder o salvo-conduto. Ele deixou o país com o diplomata e dois fuzileiros na última sexta-feira. Era um desafeto de Evo Morales.

Saboia ficará afastado enquanto responde ao inquérito aberto no Itamaraty. Ele se reuniu ontem com o secretário geral do Itamaraty, Eduardo dos Santos, e com o também embaixador Antonio Simões. Segundo o Itamaraty, está sendo formada uma comissão de sindicância composta por três diplomatas para apurar a participação de Saboia na operação Roger Pinto. A depender do resultado, a sindicância pode se transformar num procedimento administrativo disciplinar. As punições, em geral, podem ir desde uma simples advertência oral até a exoneração do cargo. Saboia vai contratar advogados para se defender. (Agências)

novo ministro das Relações Exteriores é o embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, de 57 anos. Tal qual a "chefe" Dilma Rousseff, ele é visto pelos colegas como "durão". Diplomata de carreira, foi o negociador-chefe da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, em junho do ano passado, no Rio. Na ocasião, ele se destacou pela habilidade e conquistou a confiança da presidente Dilma Rousseff pela disposição em negociar pacientemente com os que resistiam a acordos na Rio+20. De personalidade introspectiva e dono de um estilo mais incisivo de negociar, Figueiredo Machado é contido nas palavras e é apontado como um estrategista. Acostumado a longas negociações, não costuma demonstrar cansaço, nem impaciência. Ele e Dilma se conheceram na Conferência das Partes (COP), na Dinamarca, quando ela ainda estava na Casa Civil. Figueiredo Machado tem uma longa trajetória com negociações multilaterais e bilaterais referentes não só às questões ambientais, como também à área de energia. Na Rio+20, ele chamou a atenção pelo bom-humor, mesmo diante de perguntas embaraçosas e repetitivas. Após a Rio+20, foi nomeado representante do Brasil na Organização das Nações Unidas (ONU). A nomeação para a ONU é considerada, entre os diplomatas, valorização do profissional, pois a entidade é o principal órgão internacional de negociações. Figueiredo Machado chega hoje ao Brasil e assume o cargo amanhã. (Agências)


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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Cuba é um país pobre, sem grandes recursos naturais. É um país bloqueado. Marcia Cobes, vice-ministra da Saúde de Cuba

olítica

Uéslei Marcelino/Reuters

Ó RBITA

FORAGIDO

D

enunciado sob acusação de estupro de menores e favorecimento de prostituição, o assessor da Casa Civil Eduardo Gaievski já é considerado foragido pela Justiça do Paraná. Ex-prefeito de Realeza (PR) pelo PT e nomeado assessor da ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) no início do ano, Gaievski teve um mandado de prisão preventiva expedido na última sexta-feira. Gaievski é acusado de obrigar adolescentes a lhe prestarem favores sexuais em troca de dinheiro, na época em que era prefeito, entre 2005 e 2012. Ele nega as acusações e diz que sofre uma retaliação política.

ADVERTÊNCIA

A

Comissão de Ética Pública da Presidência decidiu ontem advertir o ministro Garibaldi Alves (Previdência) pelo uso de avião da FAB (Força Aérea Brasileira) para assistir no Rio de Janeiro à final da Copa das Confederações no Maracanã. O ministro saiu de Brasília com destino a Fortaleza para cumprir agenda oficial na cidade de Nova Morada (CE). Em vez de voltar à capital, seguiu direto para o Rio, onde não tinha compromissos oficiais e ainda deu carona a um amigo. Após o ocorrido, o ministro comunicou que devolveria o dinheiro aos cofres públicos.

PLEBISCITO

O

presidente do PT, Rui Falcão, disse ontem que o partido e legendas aliadas alcançaram o número de assinaturas necessário para apresentar projeto de decreto legislativo na tentativa de ressuscitar um plebiscito sobre a reforma política. As bancadas de PT, PSB, PDT e PC do B decidiram coletar assinaturas para o projeto depois que fracassou a proposta de plebiscito que a presidente Dilma Rousseff apresentou após as manifestações de junho. Rui Falcão disputa a presidência do PT com Paulo Teixeira, Markus Sokol, Valter Pomar, Renato Simões e Serge Goulart.

INVESTIGADO

O

Supremo Tribunal Federal autorizou a abertura de uma investigação contra o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, devido a suspeitas de contratação irregular de uma empresa em 2001, quando era prefeito de Petrolina (PE). De acordo com o Ministério Público, a prefeitura, num único dia, realizou todo o procedimento licitatório para a compra de órteses e próteses com a empresa SP Síntese Ltda. A empresa foi criada em janeiro de 2001, três meses antes de fechar o contrato de R$ 215 mil com a prefeitura.

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Indagado se o salário dos cubanos é compatível com o custo de vida do Brasil, ele foi claro: "Não sei".

Cubanos: liberdade parcial. Dois dias após desembarcarem, médicos levam vida espartana em quartel. E se recusam a sair quando convidados.

O

primeiro dia de aula d o s m é d i c o s e strangeiros começou cedo para os 115 profissionais de Cuba e de outros países que estão hospedados em alojamentos do Exército no Recife. Ontem, eles acordaram às 5h30 e tomaram café da manhã entre 5h45 e 6h15. O cardápio com bolinhos, pão e hambúrguer, causou estranhamento. "A comida é fatal" (ruim), criticou o cubano Bladimir Quintan Remedios, especialista em medicina da família.

Às 6h30 os médicos foram "Não exportamos médicos, guntas giraram em torno de levados para Vitória de Santo exportamos o serviço de saú- dúvidas sobre o tamanho e a Antão (a 57 km do Recife), on- de. Cuba, como todos conhe- diversidade de São Paulo, do de passaram pela primeira au- cem, é um país pobre, sem Pará e do Paraná, que tipo de la na Universidade Federal de grandes recursos naturais. É pessoas moravam nesses esPernambuco. Com batas bran- um país bloqueado." tados e como eram as condicas, eles desembarcaram Piso em peso – Apesar do tom ções de vida nessas regiões. após uma hora de viagem. patriótico, Marcia – como diz Regime espartano – Dois dias Regime militar – Reinaldo Azeve- após o desembarque no BraHomens e mulhedo, em seu blog sil, os médicos estrangeiros tires estão dividie m Ve j a o n l i n e – veram evidências de que os dos em quartéis admitiu que o sa- profissionais cubanos não diferentes. Dorlário de um médi- desfrutarão da mesma liberNão mem em bicamas c o c u b a n o é d e dade que os demais. Como exportamos em alojamentos e cerca de 800 pe- conta Azevedo, de Veja online, médicos, dividem banheisos – pouco mais a vice-ministra deu ordens exexportamos ros coletivos. Tode US$ 33 men- pressas para que os cubanos serviço dos usam crachá s a i s . S e g u n d o não deixassem os locais onde de identificação A z e v e d o , p a r a estão hospedados para o lade para circular pela trabalhar no Bra- zer. No domingo, alguns essaúde. área militar. Blasil, "esses médi- trangeiros resolveram pasMARCIA COBAS dimir estranhou cos manterão o sear pelos principais pontos as acomodações. p i s o e m p e s o s , turísticos de Brasília, como a Justificou as roupas amassa- vão ganhar um adicional de Esplanada dos Ministérios e o das por só ter direito a um pe- 20% por trabalhar em missão Teatro Nacional. Arcaram com queno armário. no exterior e uma ajuda de táxi e lanche. Convidados, os Salário integral? – Em Brasí- custo de R$ 2. 500 a R$ 4 mil do cubanos recusaram. Oficiallia, na cerimônia de abertura Programa Mais Médicos." mente, o Ministério da Saúde da fase de avaliação do ProNo fim do discurso, os profis- diz que não há restrições de grama Mais Médicos, pouco sionais aplaudiram Marcia de deslocamento para nenhum depois de a vice-ministra da pé. Havia 176 méprofissional. Saúde de Cuba, Marcia Cobas, dicos cubanos e Programa ousaafirmar que os profissionais 23 formados em do – Padilha disse cubanos receberão 100% de o u t r o s p a í s e s , que o Mais MédiO Mais seus salários, o ministro da princip almente cos causa polêmiSaúde do Brasil, Alexandre Pa- de Portugal e Esca porque é "ouMédicos dilha, tratou de esclarecer que panha. Eles farão, sado e corajoso". causa os médicos continuarão rece- no Distrito FedeMais uma vez o polêmica bendo o salário integral que ral, o módulo de ministro atribui porque é ganham em seu país. Além de a c o l h i m e n t o e as críticas ao Proousado e bônus por participar de mis- a v a l i a ç ã o , q u e grama Mais Médisões externas. Indagado se o dura três semacos à "ousadia" corajoso. salário dos cubanos é compa- nas. Depois, irão do governo fedeALEXANDRE PADILHA tível com o custo de vida aqui, para os locais deral. Mas o primeiele foi claro: "Não sei". finitivos onde ro acordo se deu A vice-ministra tentou dar atuarão no atendimento à po- no governo FHC e quem foi à um caráter humanitário aos pulação carente. Cuba intermediar as negociaacordos que envolvem profisApós a cerimônia, médicos ções foi José Serra, então misionais cubanos – atualmente, cercaram representantes do nistro da Saúde. Na época, os médicos atuam em 58 na- governo para tirar dúvidas so- ninguém do Conselho Regioções e só recebem parte de bre as regiões para as quais nal de Medicina fez ameaças, seus salários em todas elas: podem ser alocados. As per- nem fez passeata. (Agências)

No Brasil pela segunda vez

D

esembarcar no Brasil para trabalhar como médica não foi novidade para a cubana Wilma Zamora Rodríguez, 45 anos, que chegou ontem no Recife, com outros 65 médicos. Entre 2001 e 2003, ela já havia trabalhado no Tocantins. O trabalho foi resultado de um convênio firmado durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso com o governo cubano, assim como ocorre agora com o programa Mais Médicos. Wilma disse que a experiência no passado foi "muito boa", que estava feliz por poder voltar e que não teve dificuldade com o português. "Os médicos

terão um bom relacionamento com os pacientes brasileiros", disse, acrescentando que não teme a reação negativa em torno do programa. Para ela, os brasileiros vão ficar "muito agradecidos" aos profissionais trazidos pelo Mais Médicos. Os médicos que desembarcaram ontem no Aeroporto Internacional dos Guararapes, no Recife, disseram que o governo cubano não impôs restrição alguma, mas Wilma, assim como os outros, se esquivou de responder quanto ganhará do governo cubano para trabalhar no Brasil. Sobre a possibilidade de eles deixarem a missão

para viver no Brasil, Wilma disse que essa prática não causaria retaliações aos médicos ou familiares em Cuba. "Se decidirem ficar após o fim da missão, vão continuar trabalhando pela saúde. Eu pretendo voltar por causa da minha família", afirmou. No agreste, esses médicos farão o curso em português – que abordará a formação do povo brasileiro e os aspectos sociais, econômicos e políticos do País, os protocolos e parâmetros médicos e os aspectos éticos e legais da prática da Medicina. A avaliação será diária, ao longo do curso, e, no final, serão testados o português escrito e oral. (Agências)


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Bradesco Administradora de Consórcios Ltda. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 52.568.821/0001-22 Sede: Cidade de Deus, s/nº - Prédio Marrom - Vila Yara - Osasco - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Cotistas, Em 21 de janeiro de 2013, a Bradesco Consórcios completou 10 anos de atividades e é líder em cotas ativas desde 2004 nos segmentos de: Imóveis Submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do semestre findo em 30 de junho de 2013, da Bradesco Administradora de Consórcios e Automóveis e em 2008 atingiu a liderança no segmento de Caminhões/Tratores. Ltda. (Bradesco Consórcios), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Agradecemos aos nossos clientes a confiança e aos nossos funcionários e colaboradores a dedicação ao trabalho. A Bradesco Consórcios tem a missão de “Administrar grupos de consórcios de clientes, correntistas ou não do Banco Bradesco, com transparência e excelência no atendimento, norteadas pelos princípios da Organização Bradesco”. Osasco, SP, 19 de julho de 2013. No semestre, a Bradesco Consórcios registrou Lucro Líquido de R$ 223,929 milhões, correspondente a R$ 279,91 por lote de mil cotas, Patrimônio Líquido de R$ 1,567 bilhão, Ativos Totais de R$ 1,727 bilhão e receita bruta de prestação de serviços de R$ 357,253 milhões, com crescimento de 6,4% em relação ao semestre findo em 31 de dezembro de 2012. Diretoria

BALANÇO PATRIMONIAL - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6a) ....... Carteira Própria ............................................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS (Nota 7)...................................................................................................................... Créditos Específicos...................................................................................................................................... Diversos......................................................................................................................................................... REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS (Nota 7)...................................................................................................................... Diversos......................................................................................................................................................... OUTROS VALORES E BENS........................................................................................................................ Despesas Antecipadas.................................................................................................................................. PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS (Nota 8) ........................................................................................................................... Outros Investimentos..................................................................................................................................... Provisões para Perdas .................................................................................................................................. IMOBILIZADO DE USO (Nota 9)................................................................................................................... Outras Imobilizações de Uso......................................................................................................................... Depreciações Acumuladas............................................................................................................................ INTANGÍVEL (Nota 10).................................................................................................................................. Ativos Intangíveis........................................................................................................................................... Amortização Acumulada ............................................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................

30.6.2013 1.684.758 1.657.604 1.657.604 27.154 3.078 24.076 4.106 3.961 3.961 145 145 38.224 201 312 (111) 1.094 3.974 (2.880) 36.929 41.343 (4.414) 1.727.088

31.12.2012 1.519.706 1.488.056 1.488.056 31.650 2.978 28.672 5.043 4.885 4.885 158 158 33.394 201 312 (111) 1.129 3.952 (2.823) 32.064 35.581 (3.517) 1.558.143

PASSIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Sociais e Estatutárias (Nota 22a) .................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 12a)............................................................................................................. Diversas (Nota 12b).......................................................................................................................................

30.6.2013 159.337 159.337 5.810 79.129 74.398

31.12.2012 212.314 212.314 3.683 117.189 91.442

EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Diversas (Nota 12b).......................................................................................................................................

1.247 1.247 1.247

1.127 1.127 1.127

PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Nota 13) ................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País ............................................................................................................................. Reservas de Lucros.......................................................................................................................................

1.566.504

1.344.702

800.000 766.504

519.000 825.702

TOTAL ...........................................................................................................................................................

1.727.088

1.558.143

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO - Em Reais mil

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil 1º Semestre 2013 52.722 52.722 52.722 271.247 357.253 (8.428) (14.112) (41.316) 2.012 (24.162) 323.969 16.599 340.568 (116.639) 223.929 800.000.000 279,91

RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................................................ Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 6b) ......................................................... RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................................................... OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS................................................................................. Receitas de Prestação de Serviços (Nota 14) .............................................................................................. Despesas de Pessoal (Nota 15) .................................................................................................................... Outras Despesas Administrativas (Nota 16).................................................................................................. Despesas Tributárias (Nota 17) ..................................................................................................................... Outras Receitas Operacionais (Nota 18)....................................................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 18)..................................................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ..................................................................................................................... RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 19) ............................................................................................ RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 23) ................................................................... LUCRO LÍQUIDO.......................................................................................................................................... Número de cotas (Nota 13a) ......................................................................................................................... Lucro por lote de mil cotas em R$.................................................................................................................

2º Semestre 2012 46.438 46.438 46.438 234.635 335.736 (11.115) (20.394) (38.663) 2.257 (33.186) 281.073 15.120 296.193 (98.319) 197.874 519.000.000 381,26

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

Capital Social

Eventos

Reservas de Lucros Legal Estatutárias

Saldos em 30.6.2012.......................................................................

519.000

39.132

Lucros Acumulados

590.577

Totais -

1.148.709

197.874

197.874

Lucro Líquido....................................................................................

-

-

-

Destinações: - Reservas...................................................................

-

9.893

186.100

(195.993)

- Dividendos Propostos...............................................

-

-

-

(1.881)

Saldos em 31.12.2012.....................................................................

519.000

49.025

776.677

-

Aumento de Capital com Reservas ..................................................

281.000

(29.641)

(251.359)

-

-

Lucro Líquido....................................................................................

-

-

-

223.929

223.929

Destinações: - Reservas...................................................................

-

11.197

210.605

(221.802)

- Dividendos Propostos...............................................

-

-

-

(2.127)

Saldos em 30.6.2013.......................................................................

800.000

30.581

735.923

(1.881) 1.344.702

(2.127)

-

1.566.504

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - Em Reais mil

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - Em Reais mil 1º Semestre 2013

2º Semestre 2012

Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social .......................................................

340.568

296.193

Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos.......................................................................................

1.191

1.949

Depreciações e Amortizações ...................................................................................................................

1.064

1.060

Despesas com Provisões Cíveis, Trabalhistas e Fiscais ...........................................................................

121

889

Perda na Alienação de Bens do Imobilizado .............................................................................................

6

-

Lucro Líquido Ajustado antes dos Impostos..........................................................................................

341.759

298.142

(Aumento)/Redução em Títulos para Negociação e Instrumentos Financeiros Derivativos ......................

(169.548)

(240.462)

(Aumento)/Redução em Outros Créditos e Outros Valores e Bens ...........................................................

4.761

Aumento/(Redução) em Outras Obrigações..............................................................................................

(31.534)

4.445

Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos........................................................................................

(139.537)

(48.941)

Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais .....................................................

5.901

(7.887)

5.297

Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: Aquisição de Imobilizado de Uso.................................................................................................................

(157)

Alienação de Imobilizado de Uso ................................................................................................................

18

(62) (2.010)

Aplicação em Bens Intangíveis....................................................................................................................

(5.762)

(1)

Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Investimentos...............................................

(5.901)

(2.073)

Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos: Dividendos Pagos........................................................................................................................................

-

(3.224)

Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Financiamentos ...........................................

-

(3.224)

Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa...........................................................................

-

-

Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período .......................................................................................

-

-

Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período ..........................................................................................

-

-

Aumento/(Redução) Líquida, de Caixa e Equivalentes de Caixa ............................................................

-

-

1 - RECEITAS .................................................................................. 1.1) Intermediação Financeira.................................................. 1.2) Prestação de Serviços....................................................... 1.3) Outras ................................................................................. 2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ................................ Materiais, Água e Energia........................................................... Serviços Técnicos Especializados .............................................. Propaganda, Promoções e Publicidade...................................... Comunicações ............................................................................ Contribuições Filantrópicas......................................................... Processamento de Dados........................................................... Viagens ....................................................................................... Transportes ................................................................................. Manutenção e Conservação de Bens ......................................... Outras ......................................................................................... 3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) .......................................... 4 - DEPRECIAÇÕES E AMORTIZAÇÕES ...................................... 5 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (3-4)........................................................................ 6 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO............................... 6.1) Pessoal ............................................................................... Proventos ............................................................................. Benefícios ............................................................................ FGTS ................................................................................... Outros Encargos .................................................................. 6.2) Impostos, Taxas e Contribuições ..................................... Federais ............................................................................... Municipais ............................................................................ 6.3) Remuneração de Capitais de Terceiros ........................... Aluguéis ............................................................................... 6.4) Remuneração de Capitais Próprios ................................. Dividendos ........................................................................... Lucros Retidos .....................................................................

1º Semestre 2013 404.424 52.722 357.253 (5.551) (12.907) (499) (4.943) (877) (4.454) (667) (510) (345) (80) (532) 391.517 (1.064) 390.453 390.453 6.626 3.458 1.993 272 903 159.757 152.881 6.876 141 141 223.929 2.127 221.802

% 103,5 13,5 91,4 (1,4) (3,2) (0,1) (1,3) (0,2) (1,1) (0,2) (0,1) (0,1) (0,1) 100,3 (0,3) 100,0 100,0 1,7 0,9 0,5 0,1 0,2 41,0 39,2 1,8 57,3 0,5 56,8

2º Semestre 2012 366.365 46.438 335.736 (15.809) (19.220) (507) (4.787) (1.427) (4.265) (5.150) (1.363) (628) (516) (67) (510) 347.145 (1.060) 346.085 346.085 8.787 4.399 2.217 300 1.871 139.310 132.909 6.401 114 114 197.874 1.881 195.993

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO CONSOLIDADA DAS VARIAÇÕES NAS DISPONIBILIDADES DE GRUPOS - Em Reais mil

30.6.2013 8.880.570 4.157.995 592.485 3.565.510 4.722.575 4.719.997 4.649.390 26.760 43.847 2.578 30.834.701 326.415 16.119.602 14.388.684 39.715.271

31.12.2012 8.242.587 3.822.696 507.455 3.315.241 4.419.891 4.416.298 4.359.719 22.046 34.533 3.593 29.101.311 296.347 15.224.883 13.580.081 37.343.898

PASSIVO CIRCULANTE E EXIGÍVEL A LONGO PRAZO........................................................................................... Obrigações com Consorciados ..................................................................................................................... Valores a Repassar ....................................................................................................................................... Obrigações por Contemplações a Entregar .................................................................................................. Recursos a Devolver a Consorciados ........................................................................................................... Recursos dos Grupos.................................................................................................................................... COMPENSAÇÃO.......................................................................................................................................... Recursos Mensais a Receber de Consorciados ........................................................................................... Obrigações do Grupo por Contribuições....................................................................................................... Obrigações por Futuras Contemplações....................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................

8.880.570 3.322.046 43.524 3.565.510 1.379.017 570.473 30.834.701 326.415 16.119.602 14.388.684 39.715.271

8.242.587 3.086.876 40.945 3.315.241 1.275.398 524.127 29.101.311 296.347 15.224.883 13.580.081 37.343.898

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DISPONIBILIDADES NO INÍCIO DO PERÍODO .......................................................................................... Aplicações Financeiras.................................................................................................................................. Aplicações Financeiras Vinculadas a Contemplações (Cotas de Fundos de Investimentos e LFT) ............. (+) RECURSOS COLETADOS ..................................................................................................................... Contribuições para Aquisição de Bens.......................................................................................................... Taxa de Administração .................................................................................................................................. Contribuições ao Fundo de Reserva ............................................................................................................. Rendimentos de Aplicações Financeiras ...................................................................................................... Multas e Juros Moratórios ............................................................................................................................. Prêmios de Seguro........................................................................................................................................ Custas Judiciais............................................................................................................................................. Outros............................................................................................................................................................ (-) RECURSOS UTILIZADOS ....................................................................................................................... Aquisição de Bens......................................................................................................................................... Taxa de Administração .................................................................................................................................. Multas e Juros Moratórios ............................................................................................................................. Prêmios de Seguro........................................................................................................................................ Custas Judiciais............................................................................................................................................. Seguros Contratados - Quebra de Garantia.................................................................................................. Devolução a Consorciados Desligados ......................................................................................................... Outros............................................................................................................................................................ DISPONIBILIDADES NO FINAL DO PERÍODO........................................................................................... Aplicações Financeiras.................................................................................................................................. Aplicações Financeiras Vinculadas a Contemplações (Cotas de Fundos de Investimentos e LFT) .............

1º Semestre 2013 3.822.696 507.455 3.315.241 2.991.448 2.396.377 330.587 70.079 70.715 8.578 65.459 2.003 47.650 (2.656.149) (2.107.401) (337.132) (4.282) (65.829) (1.988) (47.649) (73.656) (18.212) 4.157.995 592.485 3.565.510

105,8 13,4 97,0 (4,6) (5,5) (0,1) (1,4) (0,4) (1,3) (1,5) (0,4) (0,2) (0,1) (0,1) 100,3 (0,3) 100,0 100,0 2,5 1,3 0,6 0,1 0,5 40,3 38,5 1,8 57,2 0,5 56,7

DEMONSTRAÇÃO CONSOLIDADA DOS RECURSOS DE CONSÓRCIO - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE E REALIZÁVEL A LONGO PRAZO..................................................................................... APLICAÇÕES FINANCEIRAS - Grupos em Andamento e Formação (Nota 20).......................................... Aplicações Financeiras.................................................................................................................................. Aplicações Financeiras Vinculadas a Contemplações .................................................................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Direitos junto a Consorciados Contemplados ............................................................................................... Normais ....................................................................................................................................................... Em Atraso .................................................................................................................................................... Em Cobrança Judicial.................................................................................................................................. Bens Retomados ........................................................................................................................................... COMPENSAÇÃO.......................................................................................................................................... Previsão Mensal de Recursos a Receber de Consorciados ......................................................................... Contribuições Devidas ao Grupo................................................................................................................... Valor dos Bens a Contemplar........................................................................................................................ TOTAL ...........................................................................................................................................................

%

2º Semestre 2012 3.726.628 419.857 3.306.771 2.790.094 2.239.323 307.750 65.166 69.498 7.429 64.540 1.951 34.437 (2.694.026) (2.178.053) (314.688) (3.716) (65.625) (1.940) (44.659) (60.876) (24.469) 3.822.696 507.455 3.315.241

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS h) Intangíveis Corresponde aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Administradora de Consórcios ou exercidos com essa finalidade. • Softwares São registrados ao custo, deduzido da amortização pelo método linear durante a vida útil estimada (20% a.a.), a partir da data da sua disponibilidade para uso e ajustados por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. Gastos com o desenvolvimento interno de softwares são reconhecidos como ativo quando é possível demonstrar a intenção e a capacidade de concluir tal desenvolvimento, bem como mensurar com segurança os custos 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DA ADMINISTRADORA E DOS GRUPOS DE CONSÓRCIO As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nos 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) diretamente atribuíveis ao mesmo, que serão amortizados durante a vida estimada, considerando os benefícios econômicos futuros gerados. e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com as alterações introduzidas pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, i) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN), quando aplicável. Incluem, estimativas Os ativos financeiros e não financeiros são avaliados para verificar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido uma perda no seu valor recuperável. e premissas, tais como: estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas; perdas por redução A evidência objetiva de que os ativos financeiros perderam valor pode incluir o não pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, indicações de ao valor recuperável (impairment) de ativos não financeiros; e outras provisões, quando aplicável. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles processo de falência ou mesmo, um declínio significativo ou prolongado do valor do ativo. estabelecidos por essas estimativas e premissas. Uma perda por redução ao valor recuperável (impairment ) de um ativo financeiro ou não financeiro é reconhecida no resultado do período se o valor contábil As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 19 de julho de 2013. do ativo ou unidade geradora de caixa exceder o seu valor recuperável. 1) CONTEXTO OPERACIONAL A Bradesco Administradora de Consórcios Ltda. (Bradesco Consórcios ou Instituição), é uma Instituição que tem por objeto a organização e administração de consórcios que se destinem à aquisição de bens imóveis e móveis duráveis, novos e usados, de fabricação nacional e estrangeira, a grupos de consorciados próprios ou de terceiros, isto é, de funcionários da própria Sociedade, de outros grupos empresariais ou de participantes do público em geral. Como parte integrante da Organização Bradesco, utiliza-se, de forma compartilhada, da infraestrutura administrativa e tecnológica de seu Controlador (Banco Bradesco) e suas demonstrações contábeis devem ser entendidas neste contexto.

j) Passivos circulante e exigível a longo prazo Os valores demonstrados incluem, quando aplicável, os encargos e as variações monetárias (em base pro rata dia) incorridas. A provisão para contingências é constituída considerando a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, o posicionamento dos Tribunais para causas de natureza semelhante e a experiência da Administração. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados Desta forma julgamos que a provisão constituída é suficiente para atender as perdas prováveis dos respectivos processos judiciais. k) Impostos e contribuições dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre adições temporárias, são registrados na rubrica pro rata dia e calculadas com base no método exponencial. “Outros Créditos - Diversos”. As operações com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço. Os créditos tributários sobre as adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram A taxa de administração é reconhecida mensalmente em função dos recebimentos das contribuições pagas pelos grupos, e a comissão sobre venda de constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente com base nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e cotas de consórcio, cujo pagamento se dá em parcela única, é reconhecida quando da inclusão nos grupos. análises realizadas pela Administração. c) Caixa e equivalentes de caixa A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10% e a provisão para contribuição Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda. social é calculada sobre o lucro considerando a alíquota de 9%. d) Títulos e valores mobiliários - classificação Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período e ajustados ao valor de mercado em contrapartida ao adoção das mencionadas Leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários, os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e l) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação são divulgados nas notas explicativas; do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. As aplicações em cotas de fundos de investimentos são valorizadas com base no valor da cota disponibilizada pelo administrador do fundo, Banco Bradesco • Provisões: são constituídas levando em consideração a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, S.A. (gestão da BRAM - Bradesco Asset Management S.A. Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários), para a data-base. a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; e) Ativos circulante e realizável a longo prazo • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência São demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias (em base pro rata dia). somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. f) Investimentos Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados São avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas/redução ao valor recuperável (impairment) quando aplicável. em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas; e g) Imobilizado Corresponde aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades ou exercidos com essa finalidade, inclusive os • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente decorrentes de operações que transfiram os riscos, benefícios e controles dos bens da entidade. nas demonstrações contábeis. Depreciado às taxas que levam em consideração a vida útil dos bens representados por: Instalações e Móveis e Equipamentos de Uso 10% a.a.; Detalhamento dos processos judiciais, bem como a segregação e movimentação dos valores registrados, por natureza, estão apresentados na Nota 11. Equipamentos de Informática e Direito de Uso de Softwares 20% a.a. e ajustado por redução ao valor recuperável - impairment, quando aplicável. 3) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS DA ADMINISTRADORA

a) Moeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição.

continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

8

terça-feira, 27 de agosto de 2013

...continuação

Bradesco Administradora de Consórcios Ltda. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 52.568.821/0001-22 Sede: Cidade de Deus, s/nº - Prédio Marrom - Vila Yara - Osasco - SP NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS m) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente que requer ajuste ou divulgação para as demonstrações contábeis encerradas em 30 de junho de 2013.

c) Reservas de lucros

Reservas de Lucros .............................................................................................................................. - Reserva legal (1) .................................................................................................................................. - Reserva estatutária (2).........................................................................................................................

4) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS DOS GRUPOS DE CONSÓRCIOS • Aplicações financeiras São demonstradas pelos valores de aplicação acrescidos dos rendimentos incorridos até a data do balanço. As aplicações em cotas de fundos de investimentos são valorizadas com base no valor da cota disponibilizada pelo administrador do fundo, Banco Bradesco S.A. (gestão da BRAM - Bradesco Asset Management S.A. Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários), para a data-base. Esses valores representam os recursos disponíveis e não utilizados pelos grupos e são aplicados de acordo com as diretrizes da Circular nº 3.432/09, do BACEN. Os rendimentos dessas aplicações são incorporados ao fundo comum e de reserva de cada grupo diariamente. • Outros créditos Outros créditos referem-se a direitos junto a consorciados contemplados e representam os valores a receber referentes às parcelas vincendas do fundo comum e fundo de reserva, calculados com base no valor dos bens na data do balanço. • Passivo circulante I - Obrigações com consorciados As obrigações com consorciados representam o fundo comum recebido de consorciados não contemplados para aquisição de bens e o fundo comum, a taxa de administração e o seguro recebido de consorciados dos grupos em formação são determinados com base no valor dos bens objeto da operação e no percentual de pagamentos estabelecidos de acordo com o prazo de duração dos grupos. II - Valores a repassar Os valores a repassar referem-se a valores recebidos de consorciados a serem repassados, referentes à taxa de administração, prêmios de seguros, multas e juros e outros. III - Obrigações por contemplações a entregar Correspondem ao valor de bens contemplados nos grupos, a serem entregues após a data das demonstrações contábeis, acrescidos dos rendimentos financeiros entre a data de contemplação e a data do balanço. IV - Recursos a devolver a consorciados Referem-se a valores a serem ressarcidos aos consorciados ativos por ocasião do encerramento do grupo, referentes a pagamentos a maior de parcelas, e a valores a pagar aos consorciados desistentes e excluídos, atualizados pela variação do bem. V - Recursos dos grupos Referem-se aos recursos a serem rateados aos consorciados ativos quando do encerramento do grupo, pelos valores de fundo de reserva, remunerações de aplicações financeiras, multas e juros moratórios retidos pelo grupo, atualização da variação do preço do bem e valores de prestações não recebidas dos consorciados após esgotados os procedimentos de cobrança. • Contas de compensação I - Previsão mensal de recursos a receber de consorciados e recursos mensais a receber de consorciados Demonstram a previsão de contribuições a receber (fundo comum e fundo de reserva) de consorciados para o mês subsequente ao mês base das demonstrações contábeis. O montante foi calculado considerando o valor dos bens objeto das operações de consórcio em 30 de junho de 2013 e de 31 de dezembro de 2012. II - Contribuições devidas ao grupo e obrigações do grupo por contribuições Referem-se aos valores totais das contribuições (fundo comum e fundo de reserva) devidas pelos consorciados ativos (grupos em andamento) até o final do grupo, considerando o valor dos bens objeto das operações de consórcio em 30 de junho de 2013 e de 31 de dezembro de 2012. III - Valor dos bens a contemplar e obrigações por futuras contemplações Correspondem ao valor dos bens a serem contemplados em assembleias futuras, considerando o valor dos bens objeto das operações de consórcio em 30 de junho de 2013 e de 31 de dezembro de 2012.

(1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos; e (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da sociedade, pode ser destinado em 100% do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias até atingir 80% do capital social integralizado. d) Dividendos e juros sobre o capital próprio Aos cotistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente semestrais e mensais, utilizando-se das contas de lucros Acumulados ou de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. Demonstrativo dos dividendos propostos nos períodos: R$ mil 1º Semestre 2013 2º Semestre 2012 Lucro líquido ............................................................................................................................................ 223.929 197.874 (-) Reserva legal - 5% sobre o lucro........................................................................................................ (11.197) (9.893) Base de cálculo ..................................................................................................................................... 212.732 187.981 Dividendos propostos .............................................................................................................................. 2.127 1.881 Percentual em relação à base de cálculo............................................................................................ 1,0% 1,0% Valor em reais por lote de mil cotas ........................................................................................................ 2,66 3,62 14) RECEITAS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS As receitas de prestação de serviços em 30 de junho de 2013 no montante de R$ 357.253 mil (2º Semestre 2012 - R$ 335.736 mil), referem-se basicamente à taxa de administração de grupos de consórcios. 15) DESPESA DE PESSOAL

Proventos................................................................................................................................................. Encargos sociais ..................................................................................................................................... Benefícios................................................................................................................................................ Participação dos empregados nos lucros................................................................................................ Treinamento............................................................................................................................................. Indenizações trabalhistas ........................................................................................................................ Total ........................................................................................................................................................

214.564 10.948 245.837 408.817

70.668 171.055

43 135.838 58.555

57.516 29.746 15.194 1.205.261 849.629

57.559 244.310 26.142 1.657.604

57.559 244.310 26.142 1.657.604

-

299.730 172.727 24.219

-

1.488.056

-

1º Semestre 2013 3.458 2.074 1.993 678 70 155 8.428

R$ mil 2º Semestre 2012 4.399 2.628 2.217 933 81 857 11.115

1º Semestre 2013 4.943 4.454 877 667 1.064 510 345 499 141 80 532 14.112

R$ mil 2º Semestre 2012 4.787 4.265 1.427 5.150 1.363 1.060 628 516 507 114 67 510 20.394

1º Semestre 2013 28.297 6.876 6.143 41.316

R$ mil 2º Semestre 2012 26.506 6.401 5.754 2 38.663

16) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS

Serviços técnicos especializados............................................................................................................ Comunicações......................................................................................................................................... 5) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Em 30 de junho de 2013 e 31 de dezembro de 2012, a Instituição não apresentava saldos em disponibilidade e outras contas que seriam consideradas Propaganda, promoções e publicidade ................................................................................................... equivalentes de caixa. Contribuições filantrópicas ...................................................................................................................... Processamentos de dados ...................................................................................................................... 6) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Depreciações e amortizações ................................................................................................................. a) Classificação por categorias e prazos Viagens.................................................................................................................................................... R$ mil Transportes.............................................................................................................................................. 30.6.2013 31.12.2012 Material.................................................................................................................................................... Valor de Valor Valor de Aluguéis................................................................................................................................................... 1 a 30 31 a 180 181 a 360 Acima de mercado/ de custo Marcação mercado/ Marcação Manutenção e conservação de bens....................................................................................................... Títulos (1) dias dias dias 360 dias contábil (2) atualizado a mercado contábil (2) a mercado Outras...................................................................................................................................................... Títulos para negociação (3) Total ........................................................................................................................................................ Letras financeiras do tesouro ........... 319 15.002 698.964 714.285 714.285 629.969 Certificados de depósito bancário .... 43.697 71.934 10.292 125.923 125.923 88.082 17) DESPESAS TRIBUTÁRIAS Debêntures ....................................... 20.325 26.652 48.859 393.549 489.385 489.385 273.329 Letras do tesouro nacional ............... Notas do tesouro nacional................ Outras............................................... Total em 30 de junho de 2013........ Total em 31 de dezembro de 2012..

R$ mil 31.12.2012 825.702 49.025 776.677

30.6.2013 766.504 30.581 735.923

Contribuição à COFINS........................................................................................................................... Impostos sobre serviços - ISS................................................................................................................. Contribuição ao PIS................................................................................................................................. (1) As aplicações em cotas de fundos de investimento, foram distribuídas de acordo com os papéis que compõem suas carteiras, e no caso de operações Outros...................................................................................................................................................... compromissadas, pelos respectivos papéis que estão lastreando as operações, preservando a classificação da categoria dos fundos. No encerramento Total ........................................................................................................................................................ do período, as aplicações em fundos exclusivos administrados pelo Conglomerado Bradesco somavam R$ 1.657.604 mil (31 de dezembro de 2012 18) OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS R$ 1.488.056 mil). Na distribuição dos prazos, foram considerados os vencimentos dos papéis, independentemente de sua classificação contábil; (2) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários que compõem a carteira dos fundos investidos é apurado de acordo com a cotação de preço de As outras receitas/(despesas) operacionais em 30 de junho de 2013 correspondia a R$ (22.150) mil (2º Semestre 2012 - R$ (30.929) mil), estão representadas mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de principalmente por despesas de comissões, gravames, DETRAN, taxa de avaliação e ação de reconhecimento. distribuidores, modelos de precificação, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das 19) RESULTADO NÃO OPERACIONAL aplicações em fundos de investimento, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; e R$ mil (3) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante. 1º Semestre 2013 2º Semestre 2012 b) Resultado de títulos e valores mobiliários Taxas recuperação despesas.................................................................................................................. 16.361 14.848 R$ mil Descontos obtidos ................................................................................................................................... 244 272 1º Semestre 2013 2º Semestre 2012 Prejuízo na alienação de valores e bens................................................................................................. (6) Títulos de renda fixa ................................................................................................................................ 52.722 46.438 Total ........................................................................................................................................................ 52.722 46.438 Total ........................................................................................................................................................ 16.599 15.120

7) OUTROS CRÉDITOS - ESPECÍFICOS E DIVERSOS

Impostos e contribuições a compensar ................................................................................................... Pagamentos a ressarcir........................................................................................................................... Devedores por depósitos em garantia..................................................................................................... Cobrança grupos encerrados .................................................................................................................. Créditos tributários (Nota 23c)................................................................................................................. Outros adiantamentos ............................................................................................................................. Total ........................................................................................................................................................

30.6.2013 8.961 13.937 3.404 3.078 1.084 651 31.115

R$ mil 31.12.2012 16.043 11.076 4.213 2.978 2.030 195 36.535

8) INVESTIMENTOS 30.6.2013 - Certificados de investimentos - CI......................................................................................................... - Investimentos audiovisuais.................................................................................................................... Subtotal .................................................................................................................................................. - Provisão para incentivos fiscais ............................................................................................................ Total geral dos investimentos ..............................................................................................................

12 300 312 (111) 201

R$ mil 31.12.2012 12 300 312 (111) 201

9) IMOBILIZADO DE USO Demonstrado ao custo de aquisição, líquido das respectivas depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear, de acordo com a vida útil-econômica dos bens. R$ mil Custo líquido de depreciação Taxa anual Custo Depreciação 30.6.2013 31.12.2012 Imóveis de uso: Instalações, móveis e equipamentos de uso.................................... 10% 2.406 (1.577) 829 904 Sistemas de segurança .................................................................... 10% 15 (10) 5 5 Sistemas de processamento de dados ............................................ 20% 1.553 (1.293) 260 220 Total em 30 de junho de 2013........................................................ 3.974 (2.880) 1.094 Total em 31 de dezembro de 2012................................................. 3.952 (2.823) 1.129 10) INTANGÍVEL Os ativos intangíveis adquiridos possuem vida útil definida e são compostos por softwares.

Softwares.......................................................................................... Total em 30 de junho de 2013........................................................ Total em 31 de dezembro de 2012.................................................

Taxa anual 20%

Custo 41.343 41.343 35.581

Amortização (4.414) (4.414) (3.517)

R$ mil Custo líquido de amortização 30.6.2013 31.12.2012 36.929 32.064 36.929 32.064

11) ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS a) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente ativos contingentes. b) Passivos contingentes classificados como perdas prováveis e obrigações legais - fiscais e previdenciárias A Instituição é parte em processos judiciais, de natureza cível, fiscal e trabalhista, decorrentes do curso normal de suas atividades. Na constituição das provisões a Administração leva em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. A Administração da Instituição entende que a provisão constituída é suficiente para atender às perdas decorrentes dos respectivos processos. O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o desfecho da ação, representado por decisões judiciais, sobre as quais não caiba mais recursos, ou a sua prescrição. I - Processos cíveis São pleitos de indenização por dano moral e patrimonial. Essas ações são controladas individualmente por meio de sistema informatizado e provisionadas sempre que a perda for avaliada como provável, considerando a opinião de assessores jurídicos, natureza das ações, similaridade com processos anteriores, complexidade e posicionamento de Tribunais. Não existem em curso processos administrativos significativos por descumprimento de normas do Sistema Financeiro Nacional ou de pagamento de multas que possam causar impactos representativos no resultado financeiro da Instituição. II - Obrigações legais - provisão para riscos fiscais A Instituição vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, os quais estão totalmente provisionados não obstante as boas chances de êxito a médio e longo prazo, de acordo com a opinião dos assessores jurídicos. Essas obrigações legais e as provisões avaliadas como de risco provável, tem acompanhamento regular de suas evoluções nos trâmites do Judiciário, e no decorrer ou no encerramento de cada processo, poderão resultar em condições favoráveis à Instituição, com a reversão das respectivas provisões. III - Processos trabalhistas São ações ajuizadas por ex-empregados, visando obter indenizações, em especial, o pagamento de ‘’horas extras’’ em razão de interpretação do artigo 224 da Consolidação das Leis do Trabalho. Nos processos em que é exigido depósito judicial para garantia de execução, o valor das provisões trabalhistas é constituído considerando a efetiva perspectiva de perda destes depósitos. Para os demais processos, a provisão é constituída com base no valor médio apurado dos pagamentos efetuados de processos encerrados nos últimos 12 meses. É certo que as horas extras realizadas são controladas por meio do sistema de “ponto eletrônico” e pagas durante o curso normal do contrato de trabalho, de modo que as ações oriundas de ex-funcionários do Bradesco não tem valores relevantes. IV - Movimentação das provisões constituídas R$ mil Fiscais Trabalhistas Cíveis previdenciárias (1) Saldo em 31 de dezembro de 2012 ............................................................................ 846 1.741 78 Constituição de provisão/reversões............................................................................... (45) 31 Atualização monetária ................................................................................................... 28 106 1 Pagamentos................................................................................................................... (810) Saldo em 30 de junho de 2013 (Nota 12) ................................................................... 64 1.802 110

20) APLICAÇÕES FINANCEIRAS - GRUPOS As aplicações financeiras dos grupos de consórcio (em andamento e em formação) em 30 de junho de 2013 no valor de R$ 4.157.995 mil (31 de dezembro de 2012 - R$ 3.822.696 mil), estão compostas em cotas de fundos referenciado DI. A taxa de administração paga pelos grupos ao administrador de carteiras - Banco Bradesco S.A., nos respectivos semestres, correspondeu em 30 de junho de 2013 a R$ 50.113 mil (31 de dezembro de 2012 - R$ 93.307 mil). 21) RESUMO DAS OPERAÇÕES DE CONSÓRCIOS As operações de consórcios apresentam a seguinte posição em quantidades:

Grupos em andamento............................................................................................................................ Grupos encerrados.................................................................................................................................. Bens entregues nos períodos.................................................................................................................. Bens entregues totais.............................................................................................................................. Consorciados ativos ................................................................................................................................ Desistentes e cancelados nos períodos.................................................................................................. Consórcios contemplados (*) .................................................................................................................. Bens pendentes de entrega .................................................................................................................... Taxa média de inadimplência (**) ............................................................................................................

(*) Em 30.6.2013 foram considerados somente consorciados de grupos em andamento. (**) Em 30.6.2013 o % de Inadimplência refere-se a consorciados contemplados, com uma ou mais parcelas em aberto na data-base. 22) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com o controlador estão assim representadas: 30.6.2013 Ativos (passivos)

31.12.2012 Ativos (passivos)

Provisão para impostos e contribuições sobre lucros ............................................................................. Impostos e contribuições a recolher........................................................................................................ Provisão para riscos - fiscais (Nota 11b)................................................................................................. Total ........................................................................................................................................................ b) Diversas

Valores a ressarcir a consorciados de grupos encerrados...................................................................... Provisão para pagamentos a efetuar....................................................................................................... Processos judiciais em andamento ......................................................................................................... Provisão para riscos - cíveis (Nota 11b).................................................................................................. Provisão para riscos - trabalhistas (Nota 11b) ........................................................................................ Outros valores ......................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

30.6.2013 71.374 7.645 110 79.129

30.6.2013 63.918 5.834 3.295 1.802 64 732 75.645

R$ mil 31.12.2012 109.940 7.171 78 117.189 R$ mil 31.12.2012 78.023 9.529 1.840 1.741 846 590 92.569

13) PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital social O capital social no montante de R$ 800.000 mil (31 de dezembro de 2012 - R$ 519.000 mil) totalmente integralizado, está dividido em 800.000.000 (31 de dezembro de 2012 - 519.000.000) cotas ao valor nominal de R$ 1,00 cada uma. b) Movimentação do capital social Quantidade de cotas R$ mil Em 31 de dezembro de 2012................................................................................................................. 519.000.000 519.000 Aumento de capital - alteração contratual de 19.3.2013 (1).................................................................... 281.000.000 281.000 Em 30 de junho de 2013........................................................................................................................ 800.000.000 800.000

1º Semestre 2013 Receitas (despesas)

R$ mil 2º Semestre 2012 Receitas (despesas)

Dividendos: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (5.810) (3.683) Aluguéis: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (141) (114) b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Reunião de Sócio-Cotistas é fixado: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, a ser paga aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores da Instituição. Para 2013, foi determinado o valor máximo de R$ 1.000 mil (2012 - R$ 2.300 mil) para remuneração dos Administradores e de R$ 1.000 mil (2012 - R$ 2.300 mil) para custear planos de previdência complementar de contribuição definida. Ainda em relação à remuneração da Administração, a atual política estabelece que 50% do valor líquido da remuneração variável, caso haja, deve ser destinada à aquisição de ações PN do Banco Bradesco S.A., que terão sua movimentação disponível em 3 parcelas iguais, anuais e sucessivas, vencendo a primeira parcela no ano subsequente da data de pagamento. Este procedimento está aderente à Resolução CMN nº 3.921/10, que dispõe sobre a política de remuneração de administradores de instituições financeiras. Benefícios de curto prazo a administradores

Proventos................................................................................................................................................. Contribuição ao INSS .............................................................................................................................. Total ........................................................................................................................................................ Benefícios pós-emprego

R$ mil 2º Semestre 2012 691 138 829

1º Semestre 2013 140 28 168

R$ mil 1º Semestre 2013 2º Semestre 2012 Planos de previdência complementar de contribuição definida............................................................... 289 359 289 359 Total ........................................................................................................................................................ A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração em instrumento baseado em ações, nos termos do CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações, aprovado pela Resolução CMN nº 3.989/11, para seu pessoal-chave da Administração. Outras informações Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares. 23) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL - ADMINISTRADORA a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social

Resultado antes do imposto de renda e contribuição social............................................................ Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 9%, respectivamente... Efeito no cálculo dos tributos: (1) Compreende, substancialmente, obrigações legais. Despesas indedutíveis líquidas de receitas não tributáveis .................................................................... c) Passivos contingentes classificados como perdas possíveis A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que figura como “autora” ou “ré”, e amparada Outros valores ......................................................................................................................................... na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas análises sobre as Imposto de renda e contribuição social do semestre........................................................................ tendências jurisprudenciais e efetivada, se necessária, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto os processos contingentes avaliados b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. d) Em 30 de junho de 2013 e 31 de dezembro de 2012, não há processos contingentes avaliados como de perda possível de natureza relevante. 12) OUTRAS OBRIGAÇÕES a) Fiscais e previdenciárias

R$ mil 31.12.2012 2.859 1.241 104.131 471.383 736.202 118.994 547.527 76.144 2,14%

30.6.2013 3.054 1.246 56.261 527.359 821.006 66.112 413.482 83.266 4,71%

1º Semestre 2013 340.568 (115.793)

R$ mil 2º Semestre 2012 296.193 (100.706)

(169) (677) (116.639)

(1.491) 3.878 (98.319)

Impostos correntes: Imposto de renda e contribuição social devidos ............................................................................... Impostos diferidos: Constituição/(realização) no semestre, sobre adições temporárias........................................................ Imposto de renda e contribuição social do semestre........................................................................ c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos

Provisão para contingências fiscais e trabalhistas ........................... Provisão para contingências cíveis .................................................. Provisão para perda de investimento ............................................... Outros (1) ......................................................................................... Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias (Nota 7) ..........................................................................................

R$ mil 2º Semestre 2012

1º Semestre 2013 (115.693)

(99.210)

(946) (116.639)

891 (98.319)

Saldo em 31.12.2012 298 592 41 1.099

Constituição 22 37 11

Realização 288 16 712

R$ mil Saldo em 30.6.2013 32 613 41 398

2.030

70

1.016

1.084

(1) Refere-se essencialmente à provisão para PLR e premiações. d) Previsão da realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias

2013............................................................................................................................... 2014............................................................................................................................... 2015............................................................................................................................... 2016............................................................................................................................... 2017............................................................................................................................... Total ..............................................................................................................................

Em 30 de junho de 2013 - R$ mil Diferenças temporárias Imposto de Contribuição renda social Total 152 55 207 175 63 238 326 117 443 143 52 195 1 1 797 287 1.084

(1) Em 30 de abril de 2013 o BACEN homologou o Instrumento de Alteração do Contrato Social da Companhia, que deliberou o aumento do capital social em R$ 281.000 mil, elevando-o de R$ 519.000 mil para R$ 800.000 mil, mediante capitalização de parte do saldo das contas “Reserva de Lucros - Reserva A projeção de realização de crédito tributário é uma estimativa e não está diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. Legal”, no montante de R$ 29.641 mil e “Reserva de Lucros - Estatutária”, no montante de R$ 251.359 mil, com a criação de 281.000.000 cotas, de valor O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação líquida dos efeitos tributários, monta R$ 1.027 mil (31 de dezembro de 2012 - R$ 1.928 mil). nominal de R$ 1,00 cada uma, atribuídas ao Sócio-Cotista Banco Bradesco S.A. com a concordância do Sócio-Cotista Banco Alvorada S.A. continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 27 de agosto de 2013

CIDADES & ENTIDADES - 9

...continuação

Bradesco Administradora de Consórcios Ltda. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 52.568.821/0001-22 Sede: Cidade de Deus, s/nº - Prédio Marrom - Vila Yara - Osasco - SP NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 24) OUTRAS INFORMAÇÕES a) Os consorciados mantêm seguros de vida e quebra de garantia, junto ao Grupo Bradesco Seguros e Previdência, cujos valores dos prêmios pagos encontram-se demonstrados em prêmios de seguros e seguros contratados - quebra de garantia. b) Gerenciamento de riscos A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos negócios da Organização Bradesco, motivo de constante aprimoramento desta atividade na busca das melhores práticas. A Organização Bradesco exerce o controle corporativo dos riscos de modo integrado e independente, preservando e valorizando o ambiente de decisões colegiadas, desenvolvendo e implementando metodologias, modelos, ferramentas de mensuração e controle. Promove ainda a atualização dos colaboradores em todos os níveis hierárquicos, desde as áreas de negócios até o Conselho de Administração. O processo de gerenciamento permite que os riscos sejam proativamente identificados, mensurados, mitigados, acompanhados e reportados, o que se faz necessário em face da complexidade dos produtos financeiros e do perfil da atividade da Organização Bradesco. A Bradesco Consórcios como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, de mercado, de liquidez e operacional. c) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) emitiu vários procedimentos contábeis, bem como suas interpretações e orientações, os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovado pelo CMN. Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05);

• • • • •

Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); Resolução nº 3.973/11 - Evento Subsequente (CPC 24); Resolução nº 3.989/11 - Pagamento Baseado em Ações (CPC 10); Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23); e Resolução nº 4.144/12 - Pronunciamento Conceitual Básico (R1).

Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será de forma prospectiva ou retrospectiva.

DIRETORIA Diretor-Presidente Luiz Carlos Trabuco Cappi

Diretores Vice-Presidentes Julio de S. Carvalho de Araujo Domingos Figueiredo de Abreu José Alcides Munhoz Aurélio Conrado Boni Sérgio Alexandre Figueiredo Clemente Marco Antonio Rossi

Diretor Superintendente Octávio de Lazari Júnior Diretor Hélio Vivaldo Domingues Dias

Cláudia Teixeira de Souza – Contadora – CRC 1SP177829/O-6

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores da

também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.

Bradesco Administradora de Consórcios Ltda. Osasco - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Bradesco Administradora de Consórcios Ltda. (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, bem como as demonstrações consolidadas dos recursos de consórcio em 30 de junho de 2013 e das variações consolidadas nas disponibilidades dos grupos de consórcios para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.

Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Bradesco Administradora de Consórcios Ltda. em 30 de junho de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, bem como a posição patrimonial e financeira consolidada dos grupos de consórcios em 30 de junho de 2013 e as variações consolidadas das disponibilidades dos grupos de consórcios para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas Outros assuntos contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada Demonstração do valor adicionado por fraude ou erro. Examinamos também, a demonstração do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre findo em 30 de junho de 2013, que estão sendo apresentadas como informações suplementares. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos Responsabilidade dos auditores independentes de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com demonstrações contábeis tomadas em conjunto. as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja Osasco, 26 de agosto de 2013 planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são KPMG Auditores Independentes apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, CRC 2SP014428/O-6

José Cláudio Costa Contador CRC 1SP167720/O-1

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idades

Entidades pedem resgate da Praça da Sé Para Rogério Amato, presidente da Facesp e da ACSP, o que acontece no marco zero da cidade é uma situação de degradação e de drama humano. Agliberto Lima/DC

Mariana Missiaggia

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ntidades ligadas ao Centro de São Paulo concordam que a Praça da Sé precisa ser resgatada. As fotos publicadas ontem pelo Diário do Comércio mostrando a degradação do marco zero da Capital repercutiram entre representantes da sociedade civil e autoridades. Barracas de sem-teto, pessoas deitadas, embriagadas, consumo de drogas à luz do dia e animais doentes viraram rotina em um dos principais pontos turísticos de São Paulo. Para Rogério Amato, presidente da Facesp e da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o que acontece no marco zero paulistano é uma situação de degradação urbana e de drama humano. Amato acredita que solução seja a imediata intervenção do poder público. "A sensação é de descaso

geral. Existem coisas que são deveres dos governos estadual, municipal e federal. A recuperação da Sé é um desses deveres", diz Amato. Tráfico – Além da situação de abandono, o presidente da ACSP também chamou atenção para o mau uso do espaço público. "A praça está virando ponto de traficantes. A venda de drogas é crime. E mesmo acontecendo todos os dias, diante de nossos olhos, as autoridades não cumprem o seu papel. A lei deve ser cumprida, inclusive pelo poder público. Assim como um empresário é multado quando encontram anormalidades em seu estabelecimento", declarou Rogério Amato. Na concepção de Marco Antônio Ramos de Almeida, superintendente da Associação Viva o Centro, a Sé passa por um problema de gestão. "Não acredito que sejam necessários grandes investimentos e

do poder público. "Essa unificação separou a praça em várias elevações que não foram bem organizad a s n u m p r imeiro momento. A reforma da gestão do José Serra aliviou esse quesito por ter removido esses desníveis. Mas a cidade ainda não usa a praça como deveDegradação na Sé: acampamento de moradores de rua e viciados em crack. ria", disse o superintendente adaptações. Temos que man- ma em solução, ou melhor, em da Viva o Centro. Em nota, a Secretaria de Coter o foco na gestão com aten- potencial. Trata-se da praça dimento específico para as mais emblemática de São municação informou que a rede assistencial da Prefeitura pessoas em situação de rua, Paulo", afirmou Almeida. valorização das obras de arte, Para ele, a junção da Praça oferece 40 serviços específizeladoria urbana e informa- Clóvis Bevilacqua com a Sé cau- cos para a população em situação para turistas. A Viva o Cen- sou vários problemas no am- ção de rua, na região da Sé. Intro quer transformar o proble- biente e que exigem a atenção formou também que a Secre-

Latrocínios disparam em São Paulo

A

modalidade criminal que mais cresceu na capital paulista este ano foi o latrocínio – roubo seguido de morte –, segundo dados divulgados ontem pela Secretaria de Segurança Pública. De acordo com o governo estadual, a cidade de São Paulo registrou aumento de 29% no número de casos no primeiro semestre. De janeiro a julho foram contabilizados 88 casos de latrocínio, ante 68 no mesmo período de 2012. Em todo o Estado de São Paulo, os roubos seguidos de morte também registraram um aumento de 11,9%. Foram 234 crimes do gênero de janeiro a julho deste ano, contra 209 na mesma base de comparação no ano passado. Os dados também mostram que, de janeiro a julho deste ano, foram registrados 2.549 homicídios no Estado. O número representa uma alta de 0,63% na comparação com o mesmo período de 2012, quando foram computados 2.533 assassinatos. Somente na cidade de São Paulo foram 700 crimes nos sete primeiros meses deste ano, ante 678 homicídios em 2012 – uma alta de 3,2%. Os dados mostram, no entanto, uma queda no número de homicídios dolosos (com intenção de matar) em julho deste ano, na

comparação com o mesmo mês de 2012. Os números isolados para o mês de julho foram comemorados pelo governo. Para o secretário da Segurança, Fernando Grella Vieira, o momento atual deve interromper o ciclo de

2.549 homicídios ocorreram no Estado de São Paulo de janeiro a julho deste ano.

violência. Roubos de veículos – Os roubos de veículos no Estado subiram de 6.760 casos para 8.405 no semestre, um crescimento de 24,3%. Esse tipo de crime teve alta pelo quinto mês seguido. Os roubos de carga saltaram de 635 para 673. Já os roubos a bancos caíram de 29 para 19 no mesmo período. Roubos – Ao atingir pelo segundo mês seguido mais de 22 mil casos de roubo, o Estado manteve a média de uma vítima de assalto a cada dois minutos, ou 30 por hora. Metade desses casos foram registrados na Capital, que concentra 27% da população paulista. (Folhapress)

SECRETARIA DA SAÚDE DIVISÃO TÉCNICA DE SUPRIMENTOS - SMS.3 ABERTURA DE LICITAÇÃO Encontra-se aberto no Gabinete, o seguinte pregão: PREGÃO ELETRÔNICO 334/2013-SMS.G, processo 2013-0.197.544-0, destinado ao registro de preço para o fornecimento de MEDICAMENTOS DIVERSOS XIV, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Grupo Técnico de Compras GTC/Área Técnica de Medicamentos, do tipo menor preço. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 10 horas do dia 9 de setembro de 2013, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 1ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. RETIRADA DE EDITAIS O edital do pregão acima poderá ser consultado e/ou obtido nos endereços: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br; www.comprasnet.gov.br, quando pregão eletrônico; ou, no gabinete da Secretaria Municipal da Saúde, na Rua General Jardim, 36 - 3º andar - Vila Buarque - São Paulo/SP - CEP 01223-010, mediante o recolhimento de taxa referente aos custos de reprografia do edital, através do DAMSP, Documento de Arrecadação do Município de São Paulo. DOCUMENTAÇÃO - PREGÃO ELETRÔNICO Os documentos referentes às propostas comerciais e anexos, das empresas interessadas, deverão ser encaminhados a partir da disponibilização do sistema, www.comprasnet.gov.br, até a data de abertura, conforme especificado no edital.

taria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (Smads) encaminha diariamente moradores em situação de rua para abrigos, por meio de orientadores do Serviço Especializado de Abordagem Social. O poder público também tenta promover o retorno deles ao convívio da família e da comunidade. Segundo a Secom, a Secretaria Municipal de Saúde mantém uma equipe de médicos, enfermeiros e agentes comunitários de saúde nas proximidades da praça, além de disponibilizar o Complexo Prates, no Bom Retiro, uma AMA e um CAPS III Álcool e Drogas 24 horas e um Centro de Acolhimento. Em agosto, as equipes realizaram cerca de 313 abordagens aos moradores de rua na Praça da Sé. No entanto, o número não representa o número de abordados, uma vez que muitas pessoas podem ser abordadas mais de uma vez.


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terça-feira, 27 de agosto de 2013

idades Fotos: Zé Barretta/Hype

Para eles, dois mais dois é igual a solidariedade. Formado por alunos da Escola Politécnica, projeto Matemática em Movimento reforça o ensino da matéria em escolas da periferia da Capital Mariana Missiaggia

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om lápis e papel na mão, 30 jovens deixam a preguiça típica dos finais de semana de lado, acordam cedo e seguem em busca do conhecimento em pleno sábado, no Jardim São Luis, na periferia da zona sul de São Paulo. Em uma sala de aula, eles aprendem fatoração, logaritmo, matriz e outros conhecimentos matemáticos, graças ao projeto Matemática em Movimento, que há um ano vem mudando a rotina e a cabeça de alguns adolescentes que moram na periferia. "Nosso objetivo é investir em alunos que gostam de estudar e são carentes de oportunidades. Queremos mostrar que eles podem e devem investir na educação como forma de desenvolvimento pessoal e profissional", explica Rafael Rabioglio, 22 anos, estudante de engenharia e presidente do Matemática em Movimento, criado em junho do ano passado. Habituado com o voluntariado, Rabioglio se uniu a outros 11 universitários da Escola Politécnica da Universidade

de São Paulo (USP) para dar vida ao projeto, que atualmente atende 30 jovens em parceria com três escolas estaduais da região sul da Capital. A estudante Beatriz Costa Araújo, 15 anos, é uma das alunas. No início do ano, ela foi apresentada ao Matemática em Movimento após ser indicada pelos coordenadores de sua escola por ter um bom rendimento escolar. Aprovada no teste, ela ga-

rantiu uma vaga entre os 15 alunos do 1º ano do ensino médio para receber aulas de revisão e aprofundamento de matemática, todos os sábados. "Sempre gostei de matemática, mas agora gosto ainda mais. Pela minha dificuldade financeira nunca teria acesso a esse tipo de ensino, tão focado e individualizado. Comecei

o curso porque não tinha nada a perder com isso, mas descobri que tenho muito a ganhar", disse Beatriz. Ex atas – Além de reforçar sua sabedoria, o Matemática em Movimento também já influenciou a futura vida acadêmica de Beatriz. Ela pretendia cursar direito e, hoje, grata à solidariedade dos alunos da Poli, ela sonha com uma carreira na área de exatas. "Meu sonho de me tornar uma juíza ficou para trás. Admiro muito meus professores e o trabalho deles. E ter sucesso como juíza também leva anos. Tenho que pensar em uma carreira que me proporcione um retorno financeiro mais rápido", admitiu Beatriz. No dia da conversa com o Diário do Comércio, Beatriz assistia à aula do universitário Renato Cebolo, que com muita didática ensinava matrizes para os adolescentes. O reforço no ensino acontece todos os sábados e atualmente há duas turmas (1º e 2º ano do ensino médio) em um centro comunitário do grupo de voluntariado Somar. As aulas são realizadas entre 9h30 e 12h30. Cada sala tem três professores que, após as explicações iniciais, se dividem entre os alunos para ajudá-los a resolver exercícios. Os métodos didáticos utilizados pelos professores são os tradicionais somados a competições e atividades em grupo. "Tentamos de tudo para prender a atenção deles e fazer com que eles aprendam quase sem perceber", disse

Ao centro, o professor José Renato Cebolo ajuda os alunos do projeto com exercícios de matemática Verônica Gonsalez, 21 anos, vice-presidente do projeto. O programa é totalmente gratuito e tem os mesmos deveres de um curso extracurricular, com provas, notas e controle de faltas. Empenho – "No início e no fim do curso aplicamos uma prova. Por essa prova percebemos o desenvolvimento deles na matemática, além do interesse e o empenho de cada um. Não só na matemática, mas ainda em outras matérias, porque temos contato direto com os diretores e professores desses colégios para acompanhar a evolução", explicou Verônica, sobre o método adotado pelos voluntários

Equipe do Matemática em Movimento: jovens politécnicos oferecem aulas gratuitas de reforço na matéria

para reunir os adolescentes. Grazielle De Oliveira Souza da Conceição, 14 anos, acorda às 8h, embarca em um ônibus e caminha um bocado para chegar à aula, às 9h30. Graças ao Matemática em Movimento, ela está tirando o atraso na matéria. "Comecei a ter aula de matemática na escola somente na semana passada. A profes-

sora estava de licença desde o início do ano e eu fiquei 4 meses sem ter aula. Com o Matemática em Movimento eu vou além da minha realidade", disse. Quem quiser colaborar, ser voluntário ou somente conhecer o projeto, pode acessar o site do grupo na internet: h t tp : / /m a t e ma t i ca e m mo v imento.com.br/.

Muitos estudantes decidiram seguir carreira na área de exatas após participarem das atividades gratuitas

SILÊNCIO NO GOL Goleiro Gylmar foi enterrado ontem. Veterano lembra amizade com o campeão. José Maria dos Santos

O

goleiro Oberdan Cattani, 94 anos, deve ter ficado em dúvida ontem entre chorar a perda de quem foi seu ídolo ou do seu mais ilustre e fiel admirador. Sim, pois o colega Gylmar dos Santos Neves, falecido anteontem, por volta da 18h30, no Hospital Sírio-Libanês, era as duas coisas para ele. O relacionamento entre os dois começou por volta de 1947. Oberdan lembra bem que, naquela época, o Palmeiras, cujo gol ele defendia, jogava na cidade de Santos três vezes durante o ano. Em todas as ocasiões, Oberdan era seguido com devoção por um rapaz elegante e alto, que se postava atrás do gol para registrar seus mínimos movimentos debaixo da trave. Era Gylmar. “Parecia que ele queria fotografar com o olhar tudo que eu fazia”, recorda Oberdan. Porém, um dia, aquela recepção não aconteceu – possivelmente em 1950, diz Oberdan. “Eu até estranhei. Mas quando entramos em campo, entendi o motivo da ausência. O Jabaquara já estava batendo bola. Então vi o goleiro deles correndo em minha direção. Era ele. Abraçoume rapidamente, acenou e voltou junto aos companheiros." No jogo seguinte repetiu-se a mesma cena. Mas desta vez o

jovem goleiro veio pedir conselhos. Queria saber sua opinião a respeito da transferência para o Corinthians. Havia surgido uma oportunidade. Oberdan lembra que pôs sua grande mão – que tinha a fama de abarcar uma bola de futebol – no ombro dele e recomendou que fosse correndo. “A partir daí nós reforçamos a amizade, já que ele se mudou para São Paulo. Sempre que dava marcávamos encontros fora dos gramados”, lembra Oberdan. Morte – Oberdan ficou sabendo da morte de Gylmar pela televisão logo no início da noite de domingo. Talvez o seu mal estar posterior, em torno das nove da noite, não tenha nada a ver com o impacto da notícia, mas o fato é que precisou ser levado ao pronto-socorro, vítima

de dificuldades respiratórias. Mesmo depois de medicado, o seu desconforto continuou e ele teve certeza que era uma espécie de luto. “Passei muito mal à noite. Pensei bastante nele”, confidenciou. Lembrou do amigo fazendo “aquelas pontes maravilhosas debaixo do gol. Ele era completo”. Ensaiou ir ao velório no Cemitério do Morumbi, onde Gylmar foi sepultado no fim da tarde de ontem. Mas a idade avançada e os dois joelhos inchados não permitiram. Perguntei a Oberdan se ele não se sentia orgulhoso em ser ídolo do nosso goleiro bicampeão do mundo em 1958 e 1962. Ele respondeu com outra indagação. “O maior goleiro brasileiro de todos os tempos, você quer dizer?”

Arquivo/Estadão Conteúdo

O goleiro da Seleção Brasileira Gylmar Neves, em foto de 1957: luto.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 27 de agosto de 2013

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Bankpar Arrendamento Mercantil S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 27.098.060/0001-45 Sede: Alameda Rio Negro, 585 - 15º Andar - Parte - Bloco D - Alphaville Industrial - Barueri - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do semestre findo em 30 de junho de 2013, da Bankpar Arrendamento Mercantil S.A. (Bankpar Arrendamento), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

No semestre, a Bankpar Arrendamento registrou Lucro Líquido de R$ 1,739 milhão, Patrimônio Líquido de R$ 95,104 milhões e Ativos Totais de R$ 96,656 milhões. Barueri, SP, 19 de julho de 2013. Diretoria

BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 5) ......... Carteira Própria ............................................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 6)........................................................................................................................................... REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 6)........................................................................................................................................... PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS ......................................................................................................................................... Outros Investimentos (Nota 7)....................................................................................................................... Provisões para Perdas .................................................................................................................................. INTANGÍVEL (Nota 8).................................................................................................................................... Ativos Intangíveis........................................................................................................................................... Amortização Acumulada ............................................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................

2013 92.759 8 91.759 91.759 992 992 3.896 3.896 3.896 1 1 1 96.656

2012 88.301 1 87.951 87.951 349 349 5.021 5.021 5.021 4 1 10 (9) 3 5 (2) 93.326

PASSIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Sociais e Estatutárias .................................................................................................................................... Fiscais e Previdenciárias (Nota 10a)............................................................................................................. Diversas (Nota 10b).......................................................................................................................................

2013

2012 880 880 17 802 61

906 906 81 756 69

EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 10a)............................................................................................................. Diversas (Nota 10b).......................................................................................................................................

672 672 234 438

795 795 234 561

PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Nota 11) ................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País ............................................................................................................................. Reservas de Lucros.......................................................................................................................................

95.104

91.625

90.000 5.104

90.000 1.625

TOTAL ...........................................................................................................................................................

96.656

93.326

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................................................ Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 5b) ......................................................... RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................................................... OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS ................................................................................... Outras Despesas Administrativas (Nota 12).................................................................................................. Despesas Tributárias (Nota 13) ..................................................................................................................... Outras Receitas Operacionais (Nota 14)....................................................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 14)..................................................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ..................................................................................................................... RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 16) ................................................................... LUCRO LÍQUIDO.......................................................................................................................................... Número de ações (Nota 11a) ........................................................................................................................ Lucro por lote de mil ações em R$................................................................................................................

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil

2013

2012

3.220 3.220 3.220 (338) (187) (153) 10 (8) 2.882 2.882 (1.143) 1.739 47.955.353 36,26

3.037 3.037 3.037 (328) (146) (171) 11 (22) 2.709 2.709 (1.068) 1.641 47.955.353 34,22

Eventos Saldos em 31.12.2011..................................................................... Aumento de Capital - Subscrição de Ações ..................................... Aumento de Capital com Reservas .................................................. Lucro Líquido.................................................................................... Destinações: - Reservas................................................................... - Dividendos Propostos............................................... Saldos em 30.6.2012....................................................................... Saldos em 31.12.2012..................................................................... Lucro Líquido.................................................................................... Destinações: - Reservas................................................................... - Dividendos Propostos............................................... Saldos em 30.6.2013.......................................................................

Capita Social 9.750 63.726 16.524 90.000 90.000 90.000

Reserva de Lucros Legal Estatutárias 1.222 15.302 (1.222) (15.302) 82 1.543 82 1.543 171 3.211 87 1.635 258 4.846

Lucros Acumulados 1.641 (1.625) (16) 1.739 (1.722) (17) -

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil

2013 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social ....................................................... Ajustes ao Resultado antes dos Impostos: .............................................................................................. Reversão de Provisões Cíveis ..................................................................................................................... Lucro Líquido Ajustado antes dos Impostos ........................................................................................... (Aumento)/Redução em Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos .................. (Aumento)/Redução em Outros Créditos .................................................................................................... Aumento/(Redução) em Outras Obrigações ............................................................................................... Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos ......................................................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais ..................................................... Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: Redução do Intangível................................................................................................................................. Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Investimentos............................................... Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos: Aumento de Capital por Subscrição ............................................................................................................ Dividendos Pagos........................................................................................................................................ Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Financiamentos ........................................... Redução de Caixa e Equivalentes de Caixa.............................................................................................. Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período ....................................................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período .......................................................................................... Redução Líquida de Caixa e Equivalentes de Caixa................................................................................

2012 2.882 (6) (6) 2.876 (1.140) (68) (1.638) 30

2.709 (6) (6) 2.703 (66.206) (8) (45) (195) (63.751)

2 2

-

(32) (32) 8 8 -

63.726 (6) 63.720 (31) 32 1 (31)

Descrição 1 - RECEITAS .................................................................................. 1.1) Intermediação Financeira.................................................. 1.2) Outras ................................................................................. 2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ................................ Publicações................................................................................. Serviços Técnicos Especializados .............................................. Contribuição Sindical .................................................................. Processamento de Dados........................................................... Outras ......................................................................................... 3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) .......................................... 4 - VALOR ADICIONADO A DISTRIBUIR ....................................... 5 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO............................... 5.1) Remuneração do Governo ................................................ Federais ............................................................................... 5.2) Remuneração de Capitais Próprios ................................. Dividendos ........................................................................... Lucro Retidos.......................................................................

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

2013 3.222 3.220 2 (187) (92) (34) (52) (7) (2) 3.035 3.035 3.035 1.296 1.296 1.739 17 1.722

%

2012 3.026 3.037 (11) (146) (94) (33) (10) (8) (1) 2.880 2.880 2.880 1.239 1.239 1.641 16 1.625

106,2 106,1 0,1 (6,2) (3,0) (1,1) (1,7) (0,2) (0,2) 100,0 100,0 100,0 42,7 42,7 57,3 0,6 56,7

Total 26.274 63.726 1.641 (16) 91.625 93.382 1.739 (17) 95.104

% 105,1 105,5 (0,4) (5,1) (3,3) (1,1) (0,3) (0,3) (0,1) 100,0 100,0 100,0 43,0 43,0 57,0 0,6 56,4

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL A Bankpar Arrendamento Mercantil S.A. (Bankpar Arrendamento ou Instituição) tem por objeto a prática de todas as operações de arrendamento mercantil, permitidas pela legislação em vigor e pelas normas regulamentares aplicáveis à espécie. É parte integrante da Organização Bradesco, sendo suas operações conduzidas de forma integrada a um conjunto de empresas que atuam nos mercados financeiros e de capitais, utilizando-se de seus recursos administrativos e tecnológicos e na gestão de risco, e suas demonstrações contábeis devem ser entendidas neste contexto. A Assembleia Geral Extraordinária de 26.4.2013, aprovou a proposta da Diretoria para transformar a Instituição em Banco Múltiplo, com denominação de Banco CBSS S.A., para operar com carteiras de investimento e de crédito, financiamento e investimento. A matéria aprovada entrará em vigor e se tornará efetiva depois de homologada pelo Banco Central do Brasil. 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nos 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com as alterações introduzidas pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem, estimativas e premissas, tais como: a mensuração de perdas estimadas com operações de arrendamento mercantil; estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas; perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de ativos não financeiros; e outras provisões. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 19 de julho de 2013. 3) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) Moeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devam ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério pro rata dia e calculadas pelo método exponencial. c) Títulos e valores mobiliários - classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao patrimônio líquido, deduzido dos efeitos tributários os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados ao custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda bem como os instrumentos financeiros derivativos são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. d) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social, calculados sobre prejuízo fiscal e adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros créditos - diversos”, e a provisão para as obrigações fiscais diferidas são registrados na rubrica “Outras obrigações - fiscais e previdenciárias”. Os créditos tributários sobre as adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Os créditos tributários sobre prejuízo fiscal serão realizados de acordo com a geração de lucros tributáveis, observado o limite de 30% do lucro real do período-base. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente com base nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro é calculada considerando à alíquota de 15% para empresas do segmento financeiro. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção das mencionadas Leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. A composição dos valores de imposto de renda e contribuição social, a demonstração dos seus cálculos, bem como a origem e previsão de realização dos créditos tributários estão apresentados na Nota 16. e) Investimentos Outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas/redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. f) Intangíveis Corresponde aos direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção das atividades ou exercidos com essa finalidade. Compostos por softwares, registrados ao custo, deduzido da amortização pelo método linear durante a vida útil estimada (20% ao ano), a partir da data da sua disponibilidade para uso e ajustado por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. g) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) Os ativos financeiros e não financeiros são avaliados para verificar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido uma perda no seu valor recuperável. A evidência objetiva de que os ativos financeiros perderam valor pode incluir o não pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, indicações de processo de falência ou mesmo, um declínio significativo ou prolongado do valor do ativo. Uma perda por redução ao valor recuperável (impairment) de um ativo financeiro ou não financeiro é reconhecida no resultado do período se o valor contábil do ativo ou unidade geradora de caixa exceder o seu valor recuperável. h) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas; • Provisões: são constituídas levando em consideração a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas; e • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. Detalhamento dos processos judiciais, bem como a segregação e movimentação dos valores registrados, por natureza, estão apresentados na Nota 9. i) Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidos (em base pro rata dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridos (em base pro rata dia). j) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente que requer ajuste ou divulgações para as demonstrações contábeis encerradas em 30 de junho de 2013. 4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Em 30 de junho - R$ mil 2012 1 1

2013 Disponibilidades em moeda nacional ...................................................................................................... Total caixa e equivalentes de caixa .....................................................................................................

8 8

5) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Classificação por categorias e prazos

Títulos (1) Títulos para negociação: (4) Certificados de depósitos bancários... Debêntures ....................................... Letras do tesouro nacional ............... Letras financeiras do tesouro ........... Notas do tesouro nacional................ Operações compromissadas (3) ...... Notas promissórias........................... Outros............................................... Total em 2013 .................................. Total em 2012 ..................................

1 a 30 dias 1.152 12.310 614 14.076 22.619

31 a 180 dias

181 a 360 dias

Acima de 360 dias

2.436 1.551 3.987 8.995

3.979 48 2.765 6.792 10.447

62 6.468 3.215 56.874 285 66.904 45.890

b) Resultado com títulos e valores mobiliários Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 Aplicações interfinanceiras de liquidez.................................................................................................... 125 Fundos de investimentos......................................................................................................................... 3.220 2.912 Total ........................................................................................................................................................ 3.220 3.037 c) A Bankpar Arrendamento não possuía operações de instrumentos financeiros derivativos em 30 de junho de 2013 e de 2012. 6) OUTROS CRÉDITOS 2013 Créditos tributários (Nota 16c)................................................................................................................. Devedores por depósito em garantia....................................................................................................... Impostos e contribuições a compensar ................................................................................................... Impostos e contribuições a recuperar ..................................................................................................... Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

4.368 271 136 19 94 4.888

Em 30 de junho - R$ mil 2012 4.807 262 186 18 97 5.370

7) INVESTIMENTOS Em 30 de junho, o investimento de R$ 1 mil refere-se a título patrimonial da CETIP Educacional. Os investimentos por incentivos fiscais de R$ 9 mil foram baixados em abril de 2013. 8) INTANGÍVEIS Corresponde a Softwares e foram baixados em abril de 2013. 9) ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS a) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente os ativos contingentes. b) Provisões classificadas como perdas prováveis e obrigações legais - fiscais e previdenciárias A Instituição é parte em processos judiciais, de natureza fiscal, decorrentes do curso normal de suas atividades. Na constituição das provisões a Administração leva em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. A Administração da Instituição entende que a provisão constituída é suficiente para atender às perdas decorrentes dos respectivos processos. O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial, é mantido até o ganho definitivo da ação, representado por decisões judiciais, sobre as quais não cabem mais recursos, ou a sua prescrição. I - Obrigações legais - provisão para riscos fiscais A Instituição vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, os quais estão totalmente provisionados não obstante as boas chances de êxito a médio e longo prazo, de acordo com a opinião dos assessores jurídicos. Essas obrigações legais e as provisões avaliadas como de risco provável, tem acompanhamento regular de suas evoluções nos trâmites do Judiciário, e no decorrer ou no encerramento de cada processo, poderão resultar em condições favoráveis à Instituição, com a reversão das respectivas provisões. II - Movimentação das provisões constituídas Em 30 de junho - R$ mil Fiscais e Cíveis previdenciárias No início do 1º semestre de 2013......................................................................................................... 6 234 Reversão ................................................................................................................................................. (6) No final do 1º semestre de 2013 (Nota 10) .......................................................................................... 234 No final do 1º semestre de 2012 (Nota 10) .......................................................................................... 234 10) OUTRAS OBRIGAÇÕES a) Fiscais e previdenciárias 776 234 26 1.036

Em 30 de junho - R$ mil 2012 729 234 27 990

330 169 499

Em 30 de junho - R$ mil 2012 461 169 630

2013 Impostos e contribuições sobre lucros a pagar ....................................................................................... Provisões para riscos - fiscais (Nota 9) ................................................................................................... Impostos e contribuições a recolher........................................................................................................ Total ........................................................................................................................................................ b) Diversas 2013 Provisão para pagamentos a efetuar....................................................................................................... Credores diversos ................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

11) PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital social O capital social no montante de R$ 90.000 mil (2012 - R$ 90.000 mil) está representado por 47.955.353 ações ordinárias, nominativas escriturais, sem valor nominal. b) Reservas de lucros Em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 Reservas de Lucros .............................................................................................................................. 5.104 1.625 - Reserva legal (1) ................................................................................................................................... 258 82 - Reserva estatutária (2).......................................................................................................................... 4.846 1.543 (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos; e (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Sociedade, pode ser constituída em 100% do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 80% do Capital Social Integralizado. c) Dividendos e juros sobre capital próprio Aos acionistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente semestrais e mensais, utilizando-se das contas de lucros Acumulados ou de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. O cálculo dos dividendos relativos aos semestres findos em 30 de junho está demonstrado a seguir: R$ mil 2013 2012 Lucro líquido ............................................................................................................................................ 1.739 1.641 (-) Reserva legal - 5% sobre o lucro........................................................................................................ (87) (82) Base de cálculo ..................................................................................................................................... 1.652 1.559 Dividendos propostos .............................................................................................................................. 17 16 Percentual em relação ao lucro líquido ajustado ............................................................................... 1,0% 1,0% Valor em reais por lote de mil ações ................................................................................................... 0,35 0,33 12) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 92 93 52 11 34 33 7 8 2 1 187 146

Publicações ............................................................................................................................................. Contribuição sindical ............................................................................................................................... Serviços técnicos especializados............................................................................................................ Processamento de dados........................................................................................................................ Depreciações e amortizações ................................................................................................................. Total ........................................................................................................................................................ 13) DESPESAS TRIBUTÁRIAS

Valor de mercado/ contábil (2) 6.477 6.516 3.215 62.342 12.310 899 91.759

Em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 Valor de Valor de Marcação mercado/ Marcação custo a contábil a atualizado mercado (2) mercado 6.477 6.516 3.215 62.342 12.310 899 91.759

-

6.822 1.145 14.340 41.865 9.916 1.210 12.653

-

87.951

-

(1) As aplicações em cotas de fundos de investimento foram distribuídas de acordo com os papéis que compõem suas carteiras, preservando a classificação da categoria dos fundos. No encerramento do semestre, os investimentos em fundos exclusivos administrados pelo Conglomerado Bradesco somavam R$ 91.759 mil (2012 - R$ 87.951 mil) Na distribuição dos prazos, foram considerados os vencimentos dos papéis, independentemente de sua classificação contábil; (2) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificação, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimento, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; (3) Refere-se a recursos de fundos de investimentos aplicados em operações compromissadas com o Bradesco; e (4) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante.

Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 129 122 21 20 3 29 153 171

Contribuição à COFINS........................................................................................................................... Contribuição ao PIS................................................................................................................................. Impostos e taxas ..................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 14) OUTRAS RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS

Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 (4) (10) 6 6 (7) 2 (11)

Variações monetárias .............................................................................................................................. Reversão de provisões ............................................................................................................................ Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 15) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com os controlador e empresa coligada estão assim representadas: 2013 Ativos (passivos) Disponibilidades: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... Aplicações em depósitos interfinanceiros: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... Dividendos: Banco Bradesco Cartões S.A. ......................................................... Banco Bradesco S.A. .......................................................................

Em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 Receitas Receitas (despesas) (despesas)

2012 Ativos (passivos) 8

1

-

-

-

-

-

125

(16) (1)

(77) (4)

-

continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

12

terça-feira, 27 de agosto de 2013

...continuação

Bankpar Arrendamento Mercantil S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 27.098.060/0001-45 Sede: Alameda Rio Negro, 585 - 15º Andar - Parte - Bloco D - Alphaville Industrial - Barueri - SP NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Assembleia Geral Ordinária é fixado: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, dos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta aos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores da Instituição. A Instituição é parte integrante da Organização Bradesco e seus administradores são remunerados pelos cargos que ocupam no Banco Bradesco S.A., controlador da Companhia. A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração em instrumento baseado em ações, nos termos do CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações, aprovado pela Resolução CMN nº 3.989/11, para seu pessoal-chave da Administração. Outras informações Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos conselhos consultivo ou administrativo, fiscal e semelhante, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares. 16) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 2.882 2.709 (1.153) (1.084) 10 16 (1.143) (1.068)

Resultado antes do imposto de renda e contribuição social ................................................................... Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente...... Outros valores ......................................................................................................................................... Imposto de renda e contribuição social do semestre........................................................................ b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social

Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 Impostos correntes: Imposto de renda e contribuição social devidos...................................................................................... Impostos diferidos: Realização no semestre sobre adições temporárias............................................................................... Utilização de saldos iniciais de: Prejuízo fiscal .......................................................................................................................................... Total dos impostos diferidos................................................................................................................ Imposto de renda e contribuição social do semestre........................................................................ c) Origem dos créditos tributários do imposto de renda e contribuição social diferidos Saldo em 31.12.2012 Provisões cíveis................................................................................ Outros valores .................................................................................. Total dos créditos tributários ........................................................ Prejuízo fiscal ................................................................................... Total dos créditos tributários (Nota 6)..........................................

2 104 106 4.490 4.596

(915)

Constituição 24 24 24

(865)

(14)

(4)

(214) (228) (1.143)

(199) (203) (1.068)

Realização 2 36 38 214 252

R$ mil Saldo em 30.6.2013 92 92 4.276 4.368

d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias e prejuízo fiscal Em 30 de junho de 2013 - R$ mil

2013................................................................................. 2014................................................................................. 2015................................................................................. 2016................................................................................. 2017................................................................................. Total ................................................................................

Diferenças temporárias Imposto de renda Contribuição social 2 1 10 6 29 17 15 9 2 1 58 34

Prejuízo fiscal 248 1.094 1.058 1.048 828 4.276

Total 251 1.110 1.104 1.072 831 4.368

A projeção de realização de crédito tributário é uma estimativa e não está diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. O valor presente dos créditos tributários calculado considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, somou R$ 4.048 mil (2012 - R$ 4.443 mil), sendo R$ 86 mil (2012 - R$ 91 mil) de diferenças temporárias e R$ 3.962 mil (2012 - R$ 4.352 mil) de prejuízo fiscal. 17) OUTRAS INFORMAÇÕES a) Gerenciamento de riscos A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos negócios da Organização Bradesco, motivo de constante aprimoramento desta atividade na busca das melhores práticas. A Organização Bradesco exerce o controle corporativo dos riscos de modo integrado e independente, preservando e valorizando o ambiente de decisões colegiadas, desenvolvendo e implementando metodologias, modelos, ferramentas de mensuração e controle. Promove ainda a atualização dos colaboradores em todos os níveis hierárquicos, desde as áreas de negócios até o Conselho de Administração. O processo de gerenciamento permite que os riscos sejam proativamente identificados, mensurados, mitigados, acompanhados e reportados, o que se faz necessário em face da complexidade dos produtos financeiros e do perfil da atividade da Organização Bradesco. A Bankpar Arrendamento, como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, de mercado, de liquidez, operacional e de capital. b) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, o Comitê de pronunciamentos Contábeis, emitiu vários procedimentos contábeis, bem como suas interpretações e orientações, (CPC), os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovado pelo CMN. Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); • Resolução nº 3.973/11 - Evento subsequente (CPC 24); • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento baseado em Ações (CPC 10); • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23); e • Resolução nº 4.144/12 - Pronunciamento conceitual Básico. Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será de maneira prospectiva ou retrospectiva.

A DIRETORIA Célio Magalhães – Contador – CRC 1SP199295/O-5

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores da Bankpar Arrendamento Mercantil S.A. Barueri - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Bankpar Arrendamento Mercantil S.A. (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.

também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Bankpar Arrendamento Mercantil S.A. em 30 de junho de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas Outros assuntos contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou Demonstração do valor adicionado como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Examinamos também a demonstração do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da administração da Instituição, para o semestre findo em 30 de junho de 2013, que está sendo apresentada como informação suplementar. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos Responsabilidade dos auditores independentes de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com demonstrações contábeis tomadas em conjunto. as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja Osasco, 15 de agosto de 2013 planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são KPMG Auditores Independentes Cláudio Rogélio Sertório apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, CRC 2SP014428/O-6 Contador CRC 1SP212059/O-0

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COCAÍNA MUDA ESTRUTURA DO CÉREBRO EM HORAS Pesquisa feita na Universidade da Califórnia revela que a cocaína pode mudar a estrutura do cérebro poucas horas após o consumo. Camundongos que receberam a droga pela 1ª vez desenvolveram , em duas horas, estruturas cerebrais que são ligadas à memória, ao uso de drogas e a mudanças de comportamento.

O curandeiro da miserável Chiapas Sergio Castro, que não é médico, nem padre, dedica-se a cuidar, de graça, da saúde da população carente de uma das regiões mais pobres do México. Fotos: Janet Jarman/The New York Times

Elisabeth Malkin The New York Times

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an Cristóbal de las Casas, México – Todas as manhãs, Sergio Castro atravessa a cidade para cuidar de lutas íntimas por trás de portas fechadas. Após passar por um portão preto de metal, Diego Raúl López Sánchez se deitou em uma cama em uma sala de alvenaria. Um acidente de moto o deixou paralisado do pescoço para baixo há meses e seu corpo ficou coberto de escaras. Castro limpou e cobriu a pele machucada, enquanto falava calmamente com o paciente. Ele deu conselhos à esposa de López, que parecia completamente desesperada com a nova situação do marido. Ele voltaria no dia seguinte. Nem médico, nem padre, Castro, de 72 anos, preenche um dos muitos buracos abertos da sociedade mexicana, ainda mais carente no estado de Chiapas, no sul do México, do que no restante do país. Ao longo da última década, o México ampliou o acesso a serviços médicos, à medida que os governos aumentaram as verbas destinadas ao distante objetivo de fornecer uma cobertura médica universal. Mas o tipo de tratamento oferecido por Castro vai muito além do escopo dos centros de saúde rudimentares das cidades interioranas, ou do Hospital de las Culturas, um hospital comunitário inaugurado há poucos anos. Don Sergio, como as pessoas o chamam, passa boa parte do tempo limpando e fazendo curativos em feridas causadas por queimaduras ou pelo diabetes. Ele não aceita dinheiro porque, assim, "os pacientes podem ficar calmos e se sentem motivados a ficarem bons mais rápido", afirmou. "A habilidade, o dom que Deus me deu para fazer isso: é isso que me ajuda a obter bons resultados", afirmou. Quando ele consegue

juntar doações, Castro ajuda vilarejos a construírem escolas e a tratarem a água. Sua atual preocupação é a família de López. Embora López, de 29 anos, receba o seguro do governo, não há ambulâncias à disposição para levá-lo à reabilitação, que fica a uma hora de distância, e seu pedido de aposentadoria por invalidez ainda está tramitando. Castro tem usado as doações para financiar a fisioterapia, mas o dinheiro está acabando. Ele já está fazendo planos: criar uma pequena loja de conveniência que López possa gerenciar de casa. "Esse é um caso especial ao qual eu estou me dedicando", afirmou Castro a respeito de seu paciente. "Ele precisa mudar psicologicamente, não pode se sentir inútil e precisa de alguns recursos". Vestido como um velho boiadeiro, de botas, calças jeans desbotadas e chapéu de caubói, com um maço de Salem no bolso da camisa, Castro recebe pacientes todas as tardes em uma casa pequena que serve como clínica e museu para sua coleção de vestimentas, máscaras e esculturas indígenas. Muitos de seus pacientes são maias dos planaltos da região, que estão entre os cidadãos mais marginalizados do país. "Ele conseguiu ganhar espaço nessas diferentes comunidades", afirmou Patricia Ferrer, assistente médica em Tucson, Arizona, que visita Castro duas vezes ao ano e envia suprimentos. "Ele se tornou de confiança de todos e é por isso que as pessoas o procuram." Pobreza, má gestão e negligência do poder público tornam ainda maior a complexidade do tratamento de doenças em Chiapas. Muitas pessoas não recebem qualquer tratamento preventivo. Quando recebem, "a capacidade dos serviços é muito limitada e a qualidade é deficiente", afirmou Héctor Ochoa, diretor do grupo de pesquisa médica do College of the Southern Border.

'Não fazemos milagres, mas curamos.' Acima, Sergio Castro cuida de paciente terminal, vítima de diabetes; ao lado, Carolina com a filha Guadalupe, salva pelo curandeiro que, dia após dia, leva amparo e remédios aos enfermos.

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o Hospital de las Culturas até as mangueira de incêndio têm os nomes escritos em tzotzil e tzeltal, os dois principais idiomas da região –, mas não há um tradutor para conversar com os parentes de pacientes. O diretor do hospital, Marco Pérez, tem necessidades mais imediatas: como consertar o raio-X; como garantir suprimentos... O doutor Hugo Cameras, responsável pela emergência, não tem verba para contratar médicos. Existem tantas carências que há espaço para qualquer um que se disponha a tratar os enfermos, afirmou Cameras, incluindo Castro. "É a forma como ele trata as pessoas que as cura." Nascido no norte do México, Castro chegou a Chiapas há quase meio século para trabalhar como agrônomo e veterinário. Logo começou a tratar cortes de facão e

queimaduras pelos vilarejos. Pouco mudou ao longo das décadas. Após uma viagem de apenas 20 minutos de carro pelas ruas de paralelepípedo de San Cristóbal, encontramos Carolina López, uma viúva que cuida de cinco crianças em uma pequena casa de alvenaria com chão de terra. Este ano, sua filha Guadalupe, 3 anos, foi escaldada por uma panela de água fervente. Carolina levou a menina diretamente a Castro, que viajou montanha acima todos os dias durante um mês para tratar a garota. Mas a tarefa de Castro só aumenta. Agora ele trata um número crescente de pacientes com o diabetes descontrolado, uma das principais causas de morte no México. "Não fazemos milagres, mas curamos", afirmou. "Não perdemos o ânimo."


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ONU - A agência advertiu os EUA que sua inviolabilidade diplomática deve ser respeitada.

nternacional

JAPÃO -A operadora de Fukushima quer ajuda estrangeira para lidar com vazamento radiativo.

Uso de armas químicas é "inegável" Comandantes militares dos Estados Unidos e seus aliados na Europa e no Oriente Médio se reúnem na Jordânia para discutir ofensiva contra a Síria

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nspetores de armas químicas da ONU foram alvejados ontem por franco-atiradores, enquanto se dirigiam a subúrbios supostamente atacados com armas químicas na semana passada. Em resposta, os EUA alertaram para as consequências para quem usa "as armas mais hediondas do mundo". Jay Carney, porta-voz da Casa Branca, disse que o uso de armas químicas foi "inegável" e que "há pouquíssimas dúvidas na nossa cabeça de que o regime sírio é culpado". Em um duro alerta ao presidente sírio Bashar Assad, o secretário norte-americano de Estado, John Kerry, declarou que o presidente Obama está em consulta com governos aliados e parlamentares para embasar sua reação ao ataque da semana passada. A oposição síria informou que centenas de pessoas morreram enquanto dormiam, em consequência de um ataque com armas químicas perpetrado por forças do governo contra subúrbios de Damasco dominados por rebeldes. O governo Assad nega ter cometido o massacre e autorizou no domingo a visita de inspetores da ONU ao local. Falando depois dessa missão dos inspetores, Kerry disse que Obama "acredita que deve haver uma responsabilização para aqueles que usam as mais hediondas armas do mundo contra as pessoas mais vulneráveis". "A matança indiscriminada de Ataque com civis, a morte de mulheres, armas crianças e químicas é t ra ns eu nt es inegável e inocentes por não pode armas químicas é uma ser obscenidade perdoado m o r a l " , d eJOHN KERRY clarou Kerry. " S o b q u a lquer padrão, é indesculpável. E, apesar das desculpas e equívocos de alguns fabricaram, é inegável." O governo alemão, por sua vez, pediu uma resposta internacional clara ao suposto uso de armas químicas depois de discutir a ofensiva com o primeiro-ministro britânico David Cameron e o presidente francês François Hollande. "O suposto uso generalizado de gás quebrou um tabu. Isso requer consequências e uma resposta muito clara." Comandantes militares dos EUA e seus aliados da Europa e no Oriente Médio se reuniram na Jordânia para o que pode ser um conselho de guerra, caso os aliados se decidam por punir a Síria por aquele que pode tersido o pior ataque químico do mundo. Os investigadores da ONU cruzaram a linha de combate, vindos do centro da capital, para inspecionar o subúrbio de Mouadamiya, um dos pelo menos quatro bairros supostamente bombardeados por foguetes que emanam gás. Em nota, a ONU disse que o primeiro carro do comboio, que tinha seis veículos, foi "deliberadamente alvejado múltiplas vezes por atiradores não-identificados na zona tampão" entre as áreas controladas pelo governo e pelos rebeldes. Os ocupantes do veículo alvejado precisaram passar para outro carro. A TV estatal atribuiu o ataque contra a ONU a terroristas rebeldes e a oposição culpou os milicianos pró-Assad. Há temores de que qualquer demora no acesso às áreas bombardeadas inviabilize a coleta de provas. (Reuters)

Alnour Alhaji/Reuters

Peritos da ONU visitam vítimas do suposto ataque com gás sarin, em hospital no subúrbio de Damasco. Para eles, ainda é possível reunir provas para responsabilizar o governo. Abo Alnour Alhaji/Reuters Nadeem Khawer/EFE

Comboio das Nações Unidas se dirige para a periferia de Damasco, atingida por supostas armas químicas

Suspensas negociações de paz entre palestinos e Israel Novos confrontos na Cisjordânia deixam as já difíceis tratativas entre israelenses e palestinos na corda-bamba; Estados Unidos negam retrocesso no processo de paz.

A

s negociações de paz entre israelenses e palestinos foram canceladas ontem, depois que as forças de segurança de Israel mataram três palestinos durante confrontos na Cisjordânia, disse uma autoridade palestina. O fato foi negado veementemente por Wahshington. "Eu posso assegurar que nenhuma reunião foi cancelada", rebateu a porta-voz do Departamento de Estado, Marie Harf, aos jornalistas. O cancelamento das tratativas foi anunciado por fontes palestinas. "A reunião que estava agendada para ocorrer em Jericó foi cancelada por causa do crime israelense cometido em Qalandiya", disse a fonte, referindo-se ao campo de refugiados onde os confrontos começaram a eclodir ao amanhecer.

As forças de segurança israelenses mataram três palestinos e feriram outros 19 durante uma operação de busca a um suspeito, segundo autoridades. O porta-voz da polícia de fronteira israelense, Shai Hakimi, explicou que os policiais estavam em operação para prender um suspeito quando centenas de palestinos saíram às ruas e começaram a atirar bombas, blocos de concreto e pedras contra os agentes de segurança. Ele também adiantou que os policiais utilizaram munições especiais para debelar manifestações, o que geralmente se refere a balas de borracha e gás lacrimogêneo. Segundo essa fonte, a polícia ainda está investigando o incidente. Em seguida, soldados correram para o local depois que perceberam que um

aglomerado de pessoas estava sendo prestes a ser atacado. O Exército israelense afirmou que os soldados abriram fogo quando sentiram que suas vidas estavam em "perigo iminente". "Multidões violentas e grandes como esta, que superam significativamente o número de agentes de segurança, não nos deixam outra escolha a não ser recorrer à munição letal em legítima defesa", disse o porta-voz militar, o tenente-coronel Peter Lerner. O primeiro-ministro palestino Rami Hamdallah condenou o incidente. "O crime mostra a necessidade de uma proteção internacional urgente e eficaz para o nosso povo", declarou. As negociações entre palestinos e israelenses fazem parte do difíl processo de paz na região. (AE)

Paquistaneses oferecem apoio ao ex-presidente egípcio Mursi

Islamitas no Egito fazem plano de paz

O

s principais líderes de dois ex-grupos militantes do Egito apresentaram uma iniciativa para encerrar o derramamento de sangue no país. De acordo com o plano, os islamitas deixariam de promover protestos se o governo parar com a repressão. A iniciativa, anunciada pelos líderes dos movimentos Gamaa Islamiya e Jihad Islâmica, que participaram da insurgência na década de 1990, tem como objetivo levar os militares e a Irmandade Muçulmana ao diálogo. O líder do Jihad, Mohammed Abu Samra, afirmou ontem que as negociações não têm precondições. Anteriormente, os islamitas haviam insistido que o presidente Mohammed Morsi, primeiro líder eleito livremente no Egito, deveria ser reconduzido ao seu cargo como ponto de partida para as negociações.

A proposta foi feita depois que o exército deteu líderes da Irmandade Muçulmana e outros islamitas na maior onda de violência ocorrida no país e que se seguiu ao massacre promovido para desmantelar a tentativa de reintegrar o presidente deposto ao governo. Críticos disseram que a proposta de trégua reflete o duro golpe sofrido pela aliança islamita liderada pela Irmandade, cujos principais líderes estão presos ou tiveram de fugir. "Eles querem diminuir a pressão sobre seus grupos e salvar o barco da Irmandade Muçulmana que está afundando", afirmou o jornalista e analista Makram Mohammed Ahmed. No último sábado, o primeiro-ministro interino do Egito, Hazem el-Beblawi, declarou que as medidas de segurança não serão suficientes por si só e que o Egito deve costurar uma transição democrática por meio da reconciliação. Como consequência, a violência no Egito está afetando sua maior fonte de renda, o turismo. (AE)


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Obras de Mário Cravo Neto

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Estação Pinacoteca expõe obras do fotógrafo baiano até 10/11. Entre os destaques, um conjunto de 250 imagens coloridas feitas enquanto o artista morou em Nova York (década de 60). Largo General Osório, 66. Tel.: 3335-4990. Terça a domingo e feriadoa, 10h às 18h. R$ 6.

O roteiro de shows do DCultura, normalmente publicado às terças, nesta semana sairá na quarta (28).

Ivete Sangalo, a estrela pop no NYT.

NYT

Larry Rohter

Popularidade de Ivete: abismo entre a percepção estrangeira do que é a música brasileira e a realidade.

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e Ivete Sangalo fosse norte-americana, e não uma das artistas mais populares do Brasil, sem dúvida seria descrita como belter (cantora que tem um vozeirão). No palco ela é ousada, informal e barulhenta, o que a inclui na mesma linhagem de Tina Turner, Janis Joplin e Bette Midler, e seus discos geralmente incluem músicas que a permitem extravasar a emoção dramaticamente, em alto e bom som. E o estilo não poderia ter dado mais certo: ela já vendeu mais de quinze milhões de discos como artista solo, e segundo a imprensa nacional, é a cantora em atividade que mais fatura no país, chegando a 500 mil dólares (mais de um milhão de reais) por show; tem 8,5 milhões de seguidores no Twitter e sua própria produtora. "Poder entreter as pessoas é um triunfo, mas o engraçado é que, quando criança, nunca sonhei em ser cantora, nunca me olhei no espelho fingindo ser estrela pop", disse ela em uma entrevista. "Pensava em ser atriz e só quando comecei a brincar o Carnaval na adolescência e ouvir a música dos trios elétricos é que percebi que era a única coisa que queria fazer na vida." Sangalo é a expoente máxima de um estilo

agitado e barulhento conhecido como axé que combina uma série de influências brasileiras e estrangeiras em uma fusão para lá de animada, lembrando muito o que se ouve durante o Carnaval. Samba e reggae são as fontes óbvias, mas rock, soul e os gêneros caribenhos como salsa e merengue, entram na mistura, assim como os ritmos regionais. Sua enorme popularidade ilustra bem o abismo que há entre a percepção estrangeira do que é a música brasileira e a realidade. Enquanto cantores e compositores como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Marisa Monte conquistam elogios no exterior com seus vocais sutis e melodias/harmonias sofisticadas, a parada brasileira é dominada pelo axé, pelas baladas românticas e pela versão comercial da música de raiz, conhecida como "sertanejo". "Para o bem e para o mal, Ivete reflete o estado da música popular brasileira em um momento em que o público aposta em ritmos animados, tipo dance, com letras bem simples", explica Chris McGowan, um dos autores de O Som Brasileiro, em uma entrevista telefônica. "Ela é uma profissional exemplar com um vozeirão que se destaca sobre a percussão e os demais instrumentos. Por outro lado, não

há nada sutil nem muito artístico popular, mas depois que a família nela; é puro show business." se mudou para Salvador, capital Cada vez mais a popularidade do estado mais rico de Ivete, uma ex-modelo com musicalmente de um país olhos escuros e expressivos, voz obcecado por sua música, seus rouca e personalidade horizontes se abriram para incluir extrovertida, extrapola o palco e reggae, pop norte-americano e os discos. Ela não sai da TV e das soul. capas das revistas de fofocas, foi "Adoro Sly & The Family Stone, eleita musa pelos jogadores da George Clinton, Prince, Kool & seleção, resolveu se arriscar The Gang e principalmente como atriz e já fez editoriais de Stevie Wonder. Geralmente não moda para a faço cover, mas Vogue brasileira tento colocá-los e outras na minha revistas. música, "Ela não é só principalmente cantora ou na percussão", Quando criança artista, mas ela conta. nunca olhei também uma O pai de Ivete, no espelho personalidade que era querendo ser de quem o povo joalheiro, gosta muito e morreu quando uma toma como ela era ainda estrela pop. exemplo", diz adolescente; foi Ricardo quando Pessanha, o começou a se outro autor de O Som Brasileiro. apresentar nos bares de Salvador "As mulheres principalmente a acompanhada apenas de um admiram e a veem como uma violão, aprendendo a se destacar pessoa forte, independente, feliz, e desarmar as plateias mais bem vestida e realizada, com um hostis com bom humor e batefilho e muito dinheiro." papo entre as músicas. Em 1993 Ivete nasceu no interior do entrou para a Banda Eva, gravou estado da Bahia, em Juazeiro, vários discos de sucesso com o cidade natal de João Gilberto, um grupo e partiu para carreira solo dos pais da bossa-nova. Quando em 1999. criança, a caçula de seis irmãos Marco Mazzola é um produtor ouvia todos os gêneros de música que, antes de trabalhar com ela,

Uma nova galeria da Cidade. Na Oscar Freire.

Obras de Volpi em exposição no MAC

A Divina Comédia, segundo Salvador Dalí. Em 100 gravuras.

Correspondências é a primeira mostra da Galeria Bergamin. Entre as obras expostas está um trabalho de Nelson Leirner. Rua Oscar Freire, 379. Tel.: 3853-5800. Terça a sexta, 11h às 19h. Sábado, 11h às 17h. Até 28/9.

MAC exibe 18 trabalhos do pintor Alfredo Volpi (1896-1988), todos pertencentes ao acervo do artista. Sob curadoria de Paulo Pasta, a mostra abre sábado (31). MAC. Avenida Pedro Álvares Cabral, 1301. Tel.: 5573-9932. Terça a domingo, 10h às 18h.

Salvador Dalí produziu 100 gravuras entre 1950 e 1960 para ilustrar a Divina Comédia, de Dante Alighieri. Esses trabalhos estarão expostos na Caixa Cultural a partir de sábado (31). Praça da Sé, 111. Tel.: 3321-4400. Terça a domingo e feriados, 9h às 20h. Grátis.

Trabalhos da Geração 80. Na Galeria Berenice Arvani. Os anos 80 na arte brasileira foram um contraponto, em termos de concepção e filosofia, à década anterior. Agora, aquele momento de grande criatividade pode ser apreciado na Galeria Berenice Arvani. Ao todo, apresentam-se 18 artistas. Assinaturas como as de Daniel Senise, Jorge Guinle, Paulo Pasta, Jac Leirner e Sérgio Romagnolo estão lá. Rua Oscar Freire, 540. Tel.: 3088-2843. Segunda a sexta, 10h às 19h30.

fez discos com praticamente todas as melhores cantoras do País das últimas décadas, incluindo Elis Regina, Gal Costa, Elba Ramalho e Fafá de Belém. Entre as características mais marcantes da baiana, ele destaca o poder de sua voz, seu carisma no palco, seu tino para negócios e a certeza de saber quem é. "Sua voz tem um calor muito peculiar, transmite alegria a quem a ouve. É cantora, atriz e dançarina dramática; canta com o coração e é determinada como o quê." Sem ter mais nada a provar no Brasil, Ivete esticou o olho para o mercado internacional; sua primeira turnê nos EUA aconteceu em 2010, incluindo apresentação no Madison Square Garden lotado, que se transformou em um DVD de sucesso, e agora vem testando outros mercados do país com shows em Nova Jersey, Boston, Miami e na Costa Oeste. Na primeira excursão, praticamente todo o público era composto de brasileiros e portugueses; em Portugal ela também é muito popular; mas em sua passagem por Los Angeles, anunciou, toda contente, que "metade de público era norteamericano", tanto falantes de inglês como espanhol. No ano passado, ganhou um Grammy Latino por um disco que fez com Gil e Veloso, a quem

idolatrava quando era menina. Para facilitar a entrada no mercado internacional, ela já se apresentou com Dave Matthews, Shakira, Juan Luis Guerra e Alejandro Sanz e, em dezembro, quando gravar seu próximo álbum ao vivo, em Salvador, para comemorar os vinte anos de carreira como cantora profissional, pretende incluir músicas em inglês de Bob Marley e Stevie Wonder. Porém, não está claro, nem para ela, se vai seguir os passos de alguém como Shakira, por exemplo, a colombiana que alterna projetos em inglês e espanhol. Para isso, teria de se comprometer a passar longos períodos fora do Brasil, que ainda passa por um momento econômico favorável e incluiu mais de 50 milhões de brasileiros na classe média, gente, em parte, responsável por seu sucesso. "É uma carta na manga esse lance de sair do meu país e vir para cá por um ano para tirar vantagem de todas essas coisas maravilhosas; acontece que o que eu tenho lá no Brasil também é ótimo, mas é diferente. Só não posso parar de cantar."

Larry Rohter escreve para The New York Times


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O Novo Mundo num ovo de avestruz

Fotos: EFE

Fotografias da Sociedade de Mapas de Washington mostram o mundo gravado em um ovo de avestruz. Os especialistas acreditam que o ovo é o primeiro mapa da história a registrar o "Novo Mundo" e que o gravador teria se inspirado em Leonardo Da Vinci ou trabalhava para ele.

C ELEBRIDADES

Madonna, rainha do faturamento.

Logo Logo www.dcomercio.com.br

P RIVACIDADE

A cantora Madonna foi apontada pela revista Forbes como a celebridade de maior faturamento no último ano, com US$ 125 milhões (R$ 298 milhões) de lucro entre 2012 e 2013. A publicação ressalta que MDNA, último álbum da diva, não vendeu mais que um milhão de cópias – além de ter sido recebido com frieza pela crítica. Em segundo lugar, o cineasta Steven Spielberg embolsou US$ 100 milhões (R$ 238 milhões) no ano. I NTERNET

C RIATIVIDADE

Facebook é multado

U Arte na árvore A estudante Wang Yu vive no distrito chinês de Shijiazhuang. Pintora, ela utiliza troncos de árvores como telas, criando a ilusão de que são "habitados".

m juiz norte-americano aprovou ontem um acordo de R$ 20 milhões a ser pago pelo Facebook em um processo sobre publicidade. Críticos afirmam que o acordo não protege a privacidade de crianças usuárias da rede. Cinco pessoas entraram com uma ação contra o Facebook em 2011, afirmando que o programa "Histórias Patrocinadas" informava os amigos dos usuários quando estes

"curtia" determinadas marcas sem pagá-los ou permitir que eles desabilitassem esse mecanismo. As "Histórias Patrocinadas" são anúncios que aparecem na página de notícias dos usuários normalmente estão ligados ao nome e à foto do perfil de um dos amigos, que "curte" a marca. O caso levantou preocupações sobre privacidade e a forma como o Facebook lucra com conteúdo dos usuários.

Sob os termos do acordo, o Facebook pagará US$ 20 milhões para compensar os demandantes, e prometeu dar aos usuários mais controle sobre como seu conteúdo é compartilhado – mudanças que os advogados dos demandantes avaliam em US$ 145 milhões. O Facebook cobrou dos anunciantes aproximadamente US$ 234 milhões pelas "Histórias Patrocinadas" entre janeiro de 2011 e agosto de 2012. (Reuters)

Acesso com banda larga em alta Levantamento feito pela Associação Brasileira de Telecomunicações divulgado ontem aponta que os acessos com banda larga ultrapassaram 110 milhões em julho deste ano, crescimento de 39% na comparação com o mesmo mês de 2012. De acordo com a entidade, em números absolutos, Brasil foi o país que mais cresceu em acessos à banda larga fixa na América Latina.

Stefan Wermuth/Reuters

http://bit.ly/19DAnco

R ÚSSIA Ilya Naymushin/Reuters

Bom encontro Vadim Veligurov, de 12 anos, a fêmea de pardal Abi, em Minusinsk, cidade da Sibéria, na Rússia. O menino encontrou Abi quando era ainda filhote e estava ferida. Ele cuidou dela durante as férias na cada da avó e, desde então, Abi, que não voa, passa todo o tempo com ele.

Esculpindo poemas Palavras cruzadas em 3D, criação da artista Mar Arza. As esculturaspoemas podem ser lidas em vários sentidos. http://bit.ly/ 19BjrmZ

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E SCULTURA

ESPERANDO A FESTA - Fantasiada, mulher espera pelo começo do desfile de carnaval de Notting Hill, Londres. O mais tradicional carnaval da Inglaterra teve vuvuzelas, chocalhos, apitos e um desfile especial só para as crianças.

D ESIGN L ITERATURA

Grau de super-herói Ari Kathein, um designer de joias de Pompano Beach, Florida, cria peças inspiradas nos principais super-heróis dos quadrinhos e do cinema. As peças são produzidas em prata e pedras semipreciosas. A coleção também conta com pingentes inspirados nos personagens. http://etsy.me/1dJUBnC

Ariano Suassuna deve receber alta O escritor Ariano Suassuna, que sofreu um infarto no dia 21, deve receber alta nesta semana. A informação foi divulgada ontem pelo Real Hospital Português do Recife, onde ele está internado. L OTERIAS Concurso 949 da LOTOFÁCIL 01

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LEÃO MORDE UM TRILHÃO O Impostômetro, painel da ACSP, exibe nesta terça-feira a marca de R$ 1 trilhão, atingida dois dias antes do que em 2012. Paulo Pampolin/Hype

A carga tributária é muito alta, mesmo com todas as desonerações, com a queda da atividade econômica. Esperávamos que esse valor fosse alcançado um pouco depois do que esta data. ROGÉRIO AMATO, PRESIDENTE DA ACSP E DA FACESP

Renato Carbonari Ibelli

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Impostômetro, o painel eletrônico da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), atinge R$ 1 trilhão por volta das 12h20 de hoje. O valor corresponde ao total de tributos federais, estaduais e municipais arrecadados do início do ano até este momento. No ano passado, igual valor foi alcançado dois dias depois, revelando que o ritmo da arrecadação – ou melhor, o apetite do Leão – está crescendo. O total de tributos, previsto para todo o ano de 2013, é de R$ 1,62 trilhão. Ao longo do ano passado, os governos arrecadaram R$ 1,55 trilhão, pelos dados do Impostômetro. "A carga tributária é muito alta, mesmo com todas as desonerações, com a queda da atividade econômica. Esperávamos que esse valor fosse alcançado um pouco depois do que esta data", disse o presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato. Para ele, são necessárias mu-

danças. "Isso chegou no limi- tos. Até o final deste ano, cate do tolerável. As demandas da brasileiro terá desembolestão aí, as ruas mostraram s a d o a p r o x i m a d a m e n t e isso. É preciso fazer gestão, R$ 8.202,00 para os cofres simplificar, tirar esse peso públicos. enorme e transferir isso para Por região – A região Sudesbons serviços, bom atendi- te concentra 63,52% de toda mento", completou Amato. a arrecadação, seguida da INSS – Do R$ 1 trilhão, o tri- região Sul com 13,41%, rebuto de maior gião Centroa r re c a d aç ã o Oeste com é o Imposto 10,61%, resobre Circugião Nordeslação de Mert e c o m cadorias e 9,07%, e reServiços gião Norte (ICMS), com com 3,39%. trilhão de reais é 20,66% de Para alerquanto deve pa rti ci paç ão tar o contrialcançar toda a no total; sebuinte, sobre guido da cono peso da cararrecadação de tribuição prega tributária impostos no País videnciária no País, a para o InstituACSP traz o ao longo de 2013 to Nacional Caminhão do do Seguro SoI m p o s t ô m ecial (INSS), tro para o com 18,02%; do Imposto de evento marcado para hoje no Renda, com 17,17%; e da Centro, diante do painel eleContribuição Para o Financia- trônico. Em seu interior, o camento da Seguridade Social minhão tem prateleiras com (Cofins), com 10,84%. diversos produtos de uso coA média de arrecadação tidiano, sendo que suas etidiária no País totaliza R$ 4,72 quetas trazem, além dos prebilhões. Neste ano, até hoje, ços, o porcentual de tributos cada brasileiro pagou, em embutidos. Dentro do camimédia, R$ 5.117,86 em tribu- nhão o contribuinte também

1,62

poderá selecionar produtos em telas touch screen e visualizar as notas fiscais com os impostos destacados. Vale lembrar que o comércio brasileiro é obrigado a destacar nas notas fiscais de venda o valor dos tributos incidentes em cada produto vendido. A obrigação é fruto da Lei n° 12.741/2012, aprovada graças a campanha realizada pela ACSP. O Impostômetro está localizado na fachada do prédio da ACSP, no Centro de São Paulo. O painel funciona desde 2005 para conscientizar os cidadãos sobre a alta carga tributária e estimular que eles cobrem dos governantes serviços públicos de qualidade. Por meio do portal www.impostometro.com.br é possível pesquisar valores arrecadados em diferentes períodos e fazer outros tipos de consultas e comparações, como, por exemplo, relacionar o que poderia ser construído ou contratado com determinado valor arrecadado. Com R$ 1 trilhão, por exemplo, seria possível construir quase 30 milhões de casas populares de 40 metros quadrados cada unidade.

Copom em meio a cenário complexo Rejane Aguiar

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inflação de julho desacelerou em relação aos meses anteriores, mas a elevação dos preços ainda não deixou de ser uma preocupação importante para os agentes econômicos. O Banco Central (BC) continua atuando de maneira firme para impedir nova escalada do dólar, de forma a evitar impactos mais intensos sobre os preços. A atividade econômica permanece fraca e sem grandes perspectivas de melhora, como evidenciam as mais recentes pesquisas de confiança de consumidores e empresários. É esse cenário complexo que forma o pano de fundo para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, que ocorre hoje e amanhã. A expectativa é de nova rodada de elevação da taxa Selic, provavelmente para 9% ao ano (o que representa uma alta de 0,5 ponto percentual).

A agenda desta agitada última semana de agosto tem, ainda, a divulgação do IGP-M (o primeiro índice de inflação do mês a sair, amanhã) e o anúncio, na sexta-feira, do resultado das contas nacionais trimestrais, que mostrarão como foi o desempenho da economia brasileira no segundo trimestre do ano. Espera-se também uma agitação adicional no mercado de câmbio, relacionada às tradicionais operações de fim de mês (os agentes tentam, com suas operações nos últimos dias de cada mês, influenciar a formação da ptax, a média do BC que serve de referência para diversos tipos de contratos). A alta da Selic, já considerada certa pelos analistas de mercado, tem como principal objetivo manter a inflação sob um certo controle – embora possa ter um efeito negativo sobre uma atividade ainda bastante morna (juros mais altos tendem a esfriar o ritmo da

economia, sobretudo por encarecer o crédito). No entanto, argumentam os economistas, o BC precisa agir para compensar os prováveis repasses das recentes altas do dólar para os preços. "Esse é o desafio deste semestre.

Estima-se que, a cada 20% de alta do dólar corresponda um ponto percentual de inflação, diluído em um determinado período", observa Carlos Honorato, professor da Fundação Instituto de Administração (FIA). Desde o início do ano, a moeda norteamericana já se valorizou perto de 15%. E, apesar das atuações do BC, o dólar comercial ontem subiu mais 1,06%, para R$ 2,385. Na opinião do professor, boa parte dessa situação se deve à expectativa do fim da injeção de recursos na economia dos EUA pelo Federal Reserve (Fed, o banco central do país). Se isso de fato acontecer, cai a oferta de dólares no mundo, o que eleva as cotações. "Sobre esse fator não temos controle, mas o governo brasileiro poderia ter deixado a economia mais bem preparada para este momento, principalmente com um ajuste sério nas contas públicas. Acredito que governo tenha errado em alguns momentos, ao insistir

em incentivos ao consumo mesmo diante de uma clara ameaça de alta da inflação e agora se vê diante de um quadro complicado", afirma Honorato. Em julho o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice que serve de base para o sistema de metas de inflação, ficou em 0,03%, bem abaixo das taxas dos meses anteriores (0,26% em junho e 0,37% em maio). Analistas ressaltam, no entanto, que parte da desaceleração do IPCA tem a ver com fatores "artificiais" e temporários, como a revogação do reajuste dos ônibus em grandes cidades (como resultado da pressão das manifestações de junho) e o represamento de altas de preços administrados, como os da gasolina. Segundo os analistas, será difícil para o governo manter essa política, principalmente por causa da situação cada vez mais dramática da Petrobras, obrigada a vender combustíveis por valores menores do que seus custos.


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e "País passa por minicrise", diz Mantega. Eu acho que em 2014 nós vamos estar crescendo mais. Porque talvez melhore a economia internacional. Guido Mantega, ministro da Fazenda

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Ministro da Fazenda afirma que atual turbulência terá impacto menor na economia do País do que outras crises recentes

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Brasil passa por um período de "minicrise" decorrente das expectativas globais em torno do fim dos estímulos econômicos pelo banco central norte-americano (o Federal Reserve, o Fed), mas a economia do País continua sólida, disse ontem o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo ele, mesmo assim, essa turbulência – que terá um impacto menor do que outros momentos – não afetou o fluxo de entrada de capital estrangeiro no País e que a economia brasileira continua sólida. "Ela é uma minicrise que estamos vivendo, mas trará um impacto muito menor... porque a economia mundial está em recuperação", afirmou Mantega em evento com empresários, realizado ontem em São Paulo. O ministro da Fazenda voltou a falar que o Brasil possui amplas reservas internacionais para se proteger contra turbulências. Comunicação – Guido Mantega, mais uma vez, culpou a comunicação do Federal Reserve dos Estados Unidos pelos problemas nos mercados financeiros internacionais. Para ele, o Fed não deixa claro o que fará sobre a retirada dos estímulos monetários – no valor mensal de US$ 85 bilhões – na maior economia do mundo. "Quando o Fed começar de fato a retirar os estímulos, o mercado se acalma", afirmou Mantega, acrescentando acreditar que o salto dado pelo dólar ante o real recentemente pode ter ficado para trás. Para ele, não deverá haver

Renato S. Cerqueira/EC

desvalorização excessiva no real por "muito mais tempo". Mantega afirmou que não falta liquidez no mercado à vista de dólares, por isso as atuações do Banco Central estão concentradas no mercado futuro com leilões de swap cambial. Ele voltou a dizer que o governo federal trabalha para evitar o contágio cambial na inflação que, segundo ele, está sob controle no Brasil. O titular do ministério da Fazenda lembrou ainda que o governo está trabalhando para tornar as concessões atrativas ao setor privado, de forma a impulsionar projetos da área de infraestrutura. E repetiu estar aberto a modificações para melhorar os programas de concessões. L iq u id ez – Para o ministro, como há liquidez internacional grande neste momento, os investidores estrangeiros vão se interessar pelas concessões, uma vez que eles focam no longo prazo. Mantega disse também que o a economia brasileira pode crescer 4% em 2014, ano eleitoral no País, e que, a última estimativa para este ano era de expansão de 2,5%. "Eu acho que em 2014 nós vamos estar crescendo mais. Porque talvez melhore a economia internacional", afirmou o ministro Guido Mantega. Nesta semana, o governo federal tem de entregar o Orçamento de 2014 e já estava definido que reduziria a projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB), segundo mostrou revelou a agência Reuters na semana passada. (Agências)

Guido Mantega reclama da comunicação do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, e mostra otimismo em relação ao crescimento da economia em 2014.

Bacha: hora de queimar reservas.

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diretor do Instituto de Estudos de Política Econômica (Iepe) da Casa das Garças (CdG) e membro da equipe econômica que criou o Plano Real, Edmar Bacha, afirmou ontem que o governo "precisa queimar um pouco de reservas cambiais" para sinalizar ao mercado que se preocupa com a apreciação do dólar. De acordo com Bacha, as ações em derivativos e nas linhas cambiais no mercado futuro podem ser insuficientes para segurar a alta na

moeda dos Estados Unidos porque não dão a liquidez necessária do mercado à vista. "O dólar 'verde-amarelo' é bom, mas quando o pessoal for querer, vai querer dólar mesmo. Tem de estar disposto a queimar um pouco de reserva, porque só atuar em derivativos e nas linhas, não é suficiente. É preciso assegurar que tenha liquidez no pronto", disse Bacha, após participar do seminário "Reindustrialização do Brasil", em São Paulo. O economista, ex-presi-

dente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), diz que ainda é difícil avaliar se o dólar no patamar de R$ 2,40 é bom ou ruim para os empresários por conta de um cenário conjuntural ruim, segundo ele. "Eu não gosto de discutir se chegou ou não ao câmbio que eu queria, porque não é esse o ponto. O ponto é ter um programa estruturado, consensual, planejado e não ficar reagindo às contingências do momento", criticou Bacha.

Fiesp – O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, disse que o câmbio a R$ 2,40 é razoável para a indústria e elimina um dos principais fatores que barram o avanço da competitividade do setor manufatureiro nacional. "Estamos com a questão cambial resolvida. Não vamos pregar que aumente mais", afirmou. Simulações da Fiesp apontavam que a cotação mais adequada para o País estaria entre R$ 2,30 e R$ 2,40. (EC)


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e Armas para a guerra do novo varejo

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O consumidor deixou de ser fiel e busca diferenciação, novidades e vantagens. Fátima Occiuzzi, da rede Reebock.

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Só com ferramentas corretas o lojista pode enfrentar as mudanças no cenário Karina Lignelli

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lojista que acompanha as tendências certamente tem ouvido falar muito nos conceitos de omnichannel e em como a inovação nos processos de gestão do varejo podem ajudá-lo a encarar essa nova realidade. Agora, ensinam especialistas em varejo, "não há mais diferença entre loja física e virtual", e "o consumidor não distingue mais o on-line do off-line". E ainda lembram que "não importa qual o meio em que se compra, mas sim a experiência com a marca como um todo". A tendência se confirma no crescimento do número de consumidores que consultam online antes de comprar em lojas físicas – relação que pulou de 19%, em 2009, para 62%, em 2011, diz pesquisa da Deloitte nos EUA. Ou na expansão de 78% do mercado de dispositivos móveis no Brasil, expresso na comercialização de 16 milhões de smartphones e tablets em 2012, informa a consultoria IDC. Para ajudar a transformar metas cotidianas em resultados cada vez melhores via gestão mais eficiente desse novo cenário de consumo, têm aparecido ferramentas inovadoras para o lojista. Todas prometem – algumas provam na prática – gerar melhores taxas de conversão, elevação da receita, aumento do tíquete médio, economia de escala e, o mais importante: fidelizar o cliente. Confira algumas delas a seguir, avalie a que mais se encaixa com o perfil de sua loja e... boas vendas.

Fotos: Divulgação

Para Heloísa (acima), o sucesso de uma loja é determinado pelo fluxo de pessoas, que pode ser medido pelo Virtual Gate (à direita).

Solução para faturar mais gastando menos

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ue tal produzir catálogos de ofertas e revistas de produtos com menos etapas, com redução do índice de erros, reaproveitamento de conteúdos e inserção de preços só no último minuto do processo, evitando vazamento de dados para a concorrência antes da veiculação? É possível fazer tudo isso em uma plataforma virtual acessada diretamente pelo varejista, e que pode ser adequada, em futuro próximo, à sua realidade e ao seu porte. Segundo Nilton Ribeiro, coorde-

Marcus Haddad (ao fundo) e Nilton Ribeiro: ferramenta ajuda o varejista a ganhar tempo na tomada de decisões.

nador de marketing da Arizona, essas são as funcionalidades da ferramenta da empresa que trabalha com crossmedia (pós-produção de material de merchandising para todas as mídias e plataformas de comunicação, virtuais ou físicas) e soluções integradas de tecnologia. "Essa ferramenta automatiza o processo de produção e reduz o tempo entre a análise do produto e a chegada ao ponto de venda, além de garantir qualidade na tomada de decisões do varejista", completa Marcus Abdo Haddad, sócio-fundador e diretor de desenvolvimento de negócios. A ferramenta foi aplicada como piloto na rede do Carrefour. E causou mudanças ali, conta Ribeiro. Por exemplo, ao redimensionar a equipe para operar a plataforma, o tempo de produção foi reduzido em 25%, o número de erros cometidos (96 ao ano) caiu a zero e foi criado um banco de imagens catalogadas de 60 mil ativos – além de economizar cerca de R$ 500 mil. "A plataforma foi entendida para os grandes clientes, mas desenhada pensando nos demais. Esse também é um problema do pequeno varejista, por isso ela é modular o suficiente para atender à realidade de cada um", afirma o coordenador de marketing, que sinaliza que a Arizona planeja colocar a solução na nuvem. "Aí, o custo será só do que for preciso usar", conclui.

Em busca das "áreas quentes"

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onitorar a contagem de pessoas dentro da loja e identificar as áreas que mais atraem o público – e geram taxas maiores de conversão – são alguns dos resultados prometidos pela Hot Zone da Virtual Gate, empresa que trabalha com soluções tecnológicas de gestão de fluxo de consumidores nas lojas por sistema de câmeras (video-analytics) desde 2002. Trata-se de um software ligado ao sistema de monitoramento, com o qual é possível mapear o caminho percorrido pelos clientes. Isso é conseguido por meio de algoritmos inteligentes que identificam o calor – ou seja, as "áreas quentes" da loja principalmente por serem as mais visitadas, e onde os clientes permanecem por mais tempo. Heloísa Cranchi, diretora geral da Virtual Gate, explica que o grande indicador de sucesso de uma loja é o fluxo de pessoas – a venda efetiva e o quanto elas gastam é o resultado disso. Porém, esse é o único indicador que não faz parte da gestão comum do lojista. "A ideia é compor equações com dados de quanta gente há na loja em determinado horário, qual a taxa de conversão, quais os picos", explica. "Assim é possível saber se é preciso treinar melhor os funcionários existentes ou colocar mais gente

para vender, entender onde fica o 'cantinho morto', saber como escalar equipes em dias de mais ou menos demanda, ou quais os produtos que precisam de ações promocionais para atrair os clientes". Em resumo, a Hot Zone promete retratar fielmente a loja, com indicadores que permitem analisar rapidamente impactos de alteração do layout interno, onde alocar melhor certos produtos ou os que precisam de giro, além de negociar com fornecedores as áreas mais atraentes pera os consumidores. Para clientes da Virtual Gate, que incluem desde redes como Kallan e marcas com lojas exclusivas, como Shoestock e Livraria da Vila, os resultados já aparecem. Há casos de aumento de faturamento de até 48% – caso da rede de calçados e materiais esportivos Reebok, que já usava as (video-analytics) e acaba de implantar a Hot Zone para obter uma "fotografia mais real" de cada loja para identificar seus clientes. "O varejo mudou, assim como o consumidor, que deixou de ser fiel e busca diferenciação, novidades e vantagens a toda hora. Entender a dinâmica dessa nova realidade é fundamental", diz Fátima de Jesus S. Occiuzzi, gerente geral da rede.

Qualquer lugar é ponto de venda. Até a praia.

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á é possível comprar roupas de surf e esportes radicais em plena praia – e de tablet na mão, sem tirar o pé da areia. Essa foi a demonstração feita pela australiana Billabong, durante a etapa brasileira do campeonato mundial de surf Rio PRO, patrocinado pela marca. Em parceria com a Linx, a companhia apostou em um sistema de vendas mobile desenvolvido pela especialista em tecnologias para gestão de varejo para expor e vender as ações da marca no evento. Resultado: aumento de 30% nas vendas com a ação, e 70% de impacto nos 6 mil presentes. O objetivo da ferramenta Omni (que pode ser adequada para hubs, ecommerce ou mobile) é levar ao varejista a integração

total dos canais de comunicação para o consumidor ter a mesma experiência da marca independentemente da forma de compra. "Com essas aplicações o varejista ganha melhores formas de se relacionar com o cliente – principalmente da nova geração, muito antenada e que quer sempre interagir com a marca", afirma Jean Carlo Klaumann, vice-presidente de operações da Linx. "O impacto, na prática, é a melhor conversão, aumento do tíquete médio acima de dois dígitos, inovação para o estoque, previsibilidade na venda e menos peças encalhadas. Em consequência, uma melhora na imagem da loja que ajuda a fidelizar o cliente", garante.

A experiência da Billabong: utilizar o tablet como mostruário de produtos.

O segredo do sucesso está no passado do cliente

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magine ferramentas que criem campanhas de marketing exclusivas para cada cliente, ajudem a identificar quando os consumidores têm mais propensão a comprar e criem lealdade recomendando produtos focados nos gostos individuais. Tal ferramenta existe: é a CDM (ou gestora de diálogo com o cliente, na sigla em inglês), que se completa com a AOM (gerenciadora de análise de ofertas). As soluções foram lançadas pela Fico, empresa norte-americana com 56 anos de atividades e recém-chegada ao Brasil. Pela multiplataforma, o comerciante pode projetar, executar e gerenciar campanhas através de análises preditivas – baseadas no histórico passado de compras de cada pessoa, informa Bruno Emmerick, consultor sênior de pré-vendas para varejo e marketing. A ideia é facilitar a interação com o cliente e enviar a comunicação certa para cada um em todos os canais de vendas – inclusive nas redes sociais. "As transações realizadas no PDV (ponto de venda) alimentam o nome do cliente.

Eventos específicos identificam onde ele compra mais e sinalizam em qual canal o lojista deve investir", explica Emmerick. Ele menciona casos de clientes atendidos pela Fico, como Carrefour, Best Buy, Coca-Cola e Makro, que relataram alta de retorno nas vendas entre 30% e 35% após realizar promoções nesse formato. "Antes, o índice variava entre 5% e 10%", afirma. As soluções da Fico não se destinam apenas às grandes empresas; segundo o consultor, tudo depende do tamanho da base de dados da loja. "Quanto maior for essa base, mais efetiva a nossa proposta", ressalta ele, que lembra que a ferramenta foi adaptada para o consumidor brasileiro que, diferente do norte-americano, não tem cultura que cria fidelidade, como a de cuponagem , por exemplo. "Aqui, a visão ainda é voltada para o SKU (produto). O varejista não sabe para quem vende, não conhece seu cliente. A ideia é criar outra forma de se relacionar com ele e ampliar essa cultura para ajudar a vender mais", diz.


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Sistema de previdência complementar aberta tem 12.760.460 contratos ativos e 95.557 pessoas que já estão usufruindo de benefícios

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A alta arrecadação dos planos de previdência Receita dos planos de previdência privada subiu quase 17% no primeiro semestre, com destaque para os VGBL. Bradesco lidera, seguido de Itaú e Banco do Brasil.

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s planos de previdência privada arrecadaram R$ 38,6 bilhões no primeiro semestre deste ano, resultado que equivale a um aumento de 16,92% na comparação com os R$ 33 bilhões somados em igual intervalo de 2012, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi). A carteira de investimentos do setor chegou ao final do mês de junho com R$ 354 bilhões. A cifra é 16,89% maior, na mesma base de comparação. A liderança do mercado de planos de previdência privada aberta no primeiro semestre deste ano ficou com a Bradesco Vida e Previdência, respondendo

por 32,61% do total das reservas. Em seguida vem a Itaú Vida e Previdência, com 24,10%. A empresa de previdência do Banco do Brasil, a BrasilPrev, ocupou a terceira colocação com uma fatia de 21,39%. Zurich Santander e Caixa Vida e Previdência vieram em seguida com participações de 5,91% e 5,77%, respectivamente. O melhor desempenho do semestre coube aos planos VGBL, modalidade indicada para quem declara o Imposto de Renda pelo modelo simplificado, cuja carteira arrecadou R$ 226,6 bilhões, ou 23,92% mais em um ano. Já o PGBL, modalidade recomendada para os participantes que declaram o Imposto de Renda pelo formulário

completo, apresentou expansão de 9,67%, atingindo R$ 75,9 bilhões. Os planos tradicionais somaram R$ 51 bilhões em novos aportes, com a menor elevação do período, de 1,66%. Se avaliada a arrecadação por produto, o destaque foram os planos individuais com arrecadação de R$ 34,5 bilhões. Os planos empresariais e para menores registraram aportes de R$ 3,3 bilhões e R$ 840,7 milhões, respectivamente, no primeiro semestre. O saldo de recursos acumulados pelos titulares dos planos do sistema de previdência complementar aberta (provisões) foi a R$ 344,5 bilhões, com alta de

18,58%, no primeiro semestre de 2013 ante mesmo intervalo do ano passado. As provisões do VGBL cresceram 24,30%, para R$ 226,6 bilhões, enquanto as dos planos PGBL avançaram 9,84% no período, para R$ 75,9 bilhões. As reservas de planos tradicionais, por sua vez, passaram de R$ 38,5 bilhões para R$ 41,5 bilhões, no período, aumento de 7,79% Atualmente, o sistema de previdência complementar aberta conta com 12.760.460 contratos ativos e 95.557 pessoas que já estão usufruindo de benefícios como aposentadoria, pecúlio, pensão, renda por invalidez e renda a menores.(Estadão Conteúdo)

A rentabilidade campeã da banca brasileira

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s bancos brasileiros são os mais rentáveis da América Latina e Estados Unidos, segundo levantamento da consultoria Economatica divulgado ontem. O Banco do Brasil lidera a lista, com rentabilidade sobre o patrimônio (ROE) de 24,82% nos últimos 12 meses até junho deste ano, seguido pelo Bradesco (17,59%) e Itaú Unibanco (16,83%). Para o estudo, a Economatica considerou a relação entre rentabilidade e o patrimômio dos bancos com mais de US$ 100 bilhões em ativos totais em 2013. Apenas 18 bancos da América Latina e dos EUA se encaixaram no perfil avaliado, 14 americanos e quatro brasileiros. O Santander Brasil ficou na 14ª colocação no ranking, com rentabilidade sobre o patrimônio de 6,52%. Entre os americanos, os melhores colocados foram o US Bancorp (em 4º, com 14,99%), o Wells Fargo (5º, com 13,34%) e o Fifth Third Bancorp (6º, com 12,67%). (Folhapress)

Demanda por crédito aumentou em julho

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demanda do consumidor por crédito avançou 2,2% em julho, mas no acumulado do ano, apresenta estabilidade. É o que aponta o levantamento nacional da Boa Vista Serviços, administradora do Serviço Central de proteção ao Crédito (SCPC). No resultado do acumulado 2013 (janeiro a julho), contra igual período do ano anterior, o indicador se manteve estável. Nos últimos doze meses (julho de 2012 a julho de 2013), houve elevação de 1,4% em relação a igual período anterior (julho de 2011 a julho de 2012). Considerando os segmentos que compõem o indicador geral, a busca por crédito em instituições financeiras se mostrou 3,9% maior que em junho de 2013, enquanto em não financeiras o índice avançou 0,8%. O indicador da demanda por crédito da Boa Vista é obtido a partir do número de consultas efetuadas pelas empresas a uma amostra representativa de CPFs. Os dados são classificados por sua origem em empresas do setor financeiro e as do não financeiro, corrigidos pelos devidos tratamentos estatísticos.


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Quinta que vem temos leilão e acho que biomassa e pequenas hidrelétricas vão voltar com força. Maurício Tolmasquim, presidente da EPE.

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Serviços: o desafio é a qualificação. As metas de gestão do novo presidente da Federação de Serviços do Estado de São Paulo (Fesesp), o empresário José Luiz Nogueira Fernandes. Karina Lignelli

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motores. O leque é muito grande, e o desafio é ser rápido quando se fala em qualificação, para conseguir acompanhar o mercado. Fora que a concorrência entre nós tem que ser mantida, então é preciso estar sempre preparado, se aperfeiçoar constantemente. Quanto mais fizermos isso, mais seremos solicitados.

de repente o governo iguala um CPF (o patrão) a um CNPJ (uma empresa), pois obriga a pagar horas extras, FGTS e etc. Por isso, o ideal seria melhorar essa regulamentação – que gera uma série de responsabilidades e custos extras para o empregador –, diminuindo o custo do INSS, por exemplo. Esse ônus que estão tentando colocar em cima do empresário gerará desemprego, e é um exemplo de como o governo interfere no dia a dia das empresas.

om ampla atuação na área sindical-patronal, o empresário José Luiz Nogueira Fernandes, atuante nesse meio "desde os 22 anos", conforme garante, do alto dos seus 70, acaba de assumir a presidência da Federação de Serviços do Estado de São Paulo (Fesesp) para o período 2013-2015, em eleição realizada na última sexta-feira. Diretor da Associação Comercial de São Paulo desde 1998, o ex-industrial e fundaDC – Mas devem existir outros dor de uma das grandes em- pleitos relevantes? presas do setor de segurança Fer nande s – Sim, há vários de São Paulo (a Estrela Azul), exemplos. Também é preciso Fernandes, que também foi aperfeiçoar o Simples, que é presidente do Sesvesp (sindi- muito complexo quando se cato da área de segurança pri- pensa em tributação e faixas vada) por 15 anos, assume o de rendimento. Estamos lunovo posto com tando também um desafio: mepara que, a cada lhorar a qualifireajuste do descação dos profisconto do IR de O trio do perigo sionais que acordo com a inpara os atuam nos mais flação, aumente pequenos: obter d i v e r s o s s e gtambém a faixa capital de giro, mentos do setor para desconto. de serviços. "O É um absurdo e juros altos e a leque é grande, e uma injustiça falta de mão de o desafio é ser ráabater 27,5% obra qualificada. pido quando se quando o rendiJOSÉ LUIZ N. FERNANDES fala em qualificamento fica acição para acomma de R$ 2.750. panhar o mercado. Quanto Essa é uma luta "eterna", que mais fizermos isso, mais sere- sempre pleiteamos na espemos solicitados", acredita. rança de mudar a situação. Confira a seguir sua entrevista Outra bandeira bem atual, e ao Diário do Comércio: uma responsabilidade muito grande dos sindicatos patroDC – Quais as principais ban- nais, é o fim da multa de 10% deiras de luta do setor? do FGTS, antes apenas um Fernandes – O setor de servi- "empréstimo" feito pelos emços é o que tem maior percen- presários ao governo para ret u a l p a r t i c i p a t i v o n o P I B duzir perdas dos planos Collor (67%), então imagine os pro- e V e r ã o , m a s q u e e s t á s e blemas que a gente tem. E transformando em imposto. principalmente com o gover- Isso não é justo, e sempre esno, que é o grande complica- tamos em Brasília lutando dor da nossa atividade como contra. empresário. Um exemplo simples é a PEC 66 (que regulaDC – Quais os principais promenta a profissão de empre- blemas que o setor de serviços gada doméstica). O mercado enfrenta? estava tranquilo, crescendo, e Fernandes –Não tem muito o

DC – Qual será o ponto prioritário em sua gestão? Fernandes – Administrar uma federação é administrar prioridades, mas reforço que a qualificação será a principal.

José Luiz Nogueira Fernandes, ex-industrial, é diretor da Associação Comercial de São Paulo desde 1998. que pensar: nossa preocupação central é a qualificação da mão da obra. Apesar de dizerem que muitos profissionais migram de outros setores para serviços justamente por não precisarem de tanta especialização, acontece o contrário. A economia no mundo inteiro é dinâmica, não dá pra ficar parado, tem que estudar

todo dia. A velocidade do mercado pede sempre atualização, por isso sempre negociamos, no âmbito da Fesesp, convênios com foco educacional e cursos com financiamentos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) – tudo isso para agilizar e focar essa mão de obra para o que o mercado necessita. Em especial nos servi-

ços mais "delicados", como vallet, ou em bares, restaurantes e hoteis – inclusive com cursos de idiomas, já pensando na Copa, nas Olimpíadas e etc. Também procuramos oferecer aprimoramento nas áreas administrativa e contábil, em call centers, para vendedores de lojas e até em inspeção veicular ou retífica de

DC – Quais suas perspectivas para o seu mandato à frente da federação? Fernandes– Estou preocupado com o cenário econômico. O governo não fez as três grandes reformas (sindical, política e previdenciária) que precisavam ser feitas no momento propício, há cinco, seis anos, e se tivesse começado, feito pelo menos 30%, poderia ter arrumado muita coisa. Para o empresário, tudo isso repercute agora. Minha preocupação também é o PIB pequeno e o desemprego, que começou a dar leves sinais. Teremos ainda que enfrentar um ano de eleição (2014), em que nada é feito. O Brasil é enorme, maior que o buraco, e a gente às vezes tem que se acostumar com essa velocidade, mais lenta. Se fosse mais rápido, todos teriam emprego, estaríamos exportando muito. Mas não é assim. Por isso tenho respeito pelos empresários, e não só porque eu fui um, mas porque eles matam um leão de manhã e outro à tarde. A dificuldade é maior para o pequeno, que faz parte da grande maioria das empresas e continua com as mesmas dificuldades: obter capital de giro, juros altos e a falta de mão de obra qualificada – o "trio do perigo" que pode impedir qualquer negócio de vingar.

BNDES vai financiar biomassa

O

BNDES (Banco Nacion a l d e D e s e n v o l v imento Econômico e Social) vai lançar linhas de financiamento nesta semana para estimular a compra de energia limpa gerada por biomassa e para as pequenas centrais hidrelétricas, infor-

mou ontem o presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), Maurício Tolmasquim. O objetivo é garantir demanda para o leilão desta semana para compra de energia para 2018 (A-5). "Quinta que vem temos leilão e acho que biomassa e

PCH (pequenas hidrelétricas) vão voltar com força", disse Tolmasquim durante o seminário Brazil Energy Power, no Rio de Janeiro. As energias, consideradas limpas, vão concorrer no leilão com a energia a carvão, que terá três empreendimentos ofer-

tados, sendo dois deles da MPX, de Eike Batista, em parceria com a alemã E.ON. As três usinas a carvão que serão ofertadas representam a maior oferta de energia do leilão. Do total de 3.535 megawatts que serão leiloados, 1.840 megawatts serão de

energia gerado por carvão. Segundo Tolmasquim, o preço dessas energias está em média custando R$ 140 o megawatt, acima dos R$ 110 o megawatt da energia eólica, cujo leilão foi realizado na última sexta-feira. Tolmasquim disse que não

não sabe se a oferta de usinas a carvão terá demanda, mas justificou a presença da matriz poluente pela necessidade de garantir energia em 2018. "Tem que colocar energia para 2018, então não tem jeito, tem que contratar (carvão)." (Agências)


terça-feira, 27 de agosto de 2013

DIÁRIO DO COMÉRCIO

ECONOMIA - 27


DIÁRIO DO COMÉRCIO

28 -.ECONOMIA

e

terça-feira, 27 de agosto de 2013

As companhias poderão optar por fazer o comunicado em grandes jornais e/ou em pelo menos três sites de notícias, em seções com acesso gratuito.

conomia

CVM prevê divulgação pela internet Proposta colocada ontem em audiência pública pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) prevê publicação de fatos relevantes também em portais da internet

A

divulgação de fatos relevantes pelas companhias abertas ganhará um novo canal. A obrigação, hoje restrita aos jornais de grande circulação, poderá ser feita em portais de notícias na internet, prevê uma proposta colocada ontem em audiência pública pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O edital é um primeiro passo para modernizar as regras do mercado brasileiro, incorporando os meios eletrônicos ao

dia a dia das corporações. A CVM estuda em paralelo como orientar as empresas sobre o uso de redes sociais para falar com o investidor. A minuta em audiência pública vai alterar a Instrução 358/02, que trata da divulgação e o uso de informações sobre ato ou fato relevante. Pela nova redação, as companhias poderão optar por fazer o comunicado em grandes jornais e/ou em pelo menos três sites de notícias na internet, em seções com acesso gratuito ao

MUNICÍPIO DE NOVA ODESSA AVISO DE EDITAL DE LICITAÇÃO BENJAMIM BILL VIEIRA DE SOUZA, Prefeito do Município de Nova Odessa, torna público que se acha aberta Tomada de Preços nº. 04/TP/2013, com encerramento dia 12/09/2013, às 13:30 horas, junto ao respectivo Departamento de Compras, situado a Avenida João Pessoa, 777 - Centro, Nova Odessa/SP para Contratação de empresa especializada para execução de construção de academia da saúde com fornecimento de materiais e mão de obra. ÚLTIMO DIA PARA CADASTRO: 09/09/2013. Mais informações poderão ser obtidas no endereço supra, das 9h00min às 16h00min horas ou através do telefone (0xx19) 3476.8602 ou ainda pelo site: www.novaodessa.sp.gov.br. A vistoria é obrigatória e deverá ser realizada em horário de expediente, e agendada com antecedência pelo telefone (19) 3476-8600, ramais - Diretoria de Obras Públicas, ramais 218, 308 e 340. Nova Odessa, 26 de agosto de 2013. Comissão de Licitações

REC LOG 2 S.A.

CNPJ/MF nº 12.980.045/0001-59 - NIRE nº 35.3.0038669-8 - Ata da AGE realizada em 18 de Janeiro de 2012 Instalação: 18/01/2012, às 09hs, sede social. Presença: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Presidente: Jorge Carlos Nuñez; Secretária: Celina Maria Vaz Guimarães. Deliberações: (i) aprovar o aumento de capital social da Cia, de R$ 177.301.000,00, dividido em 177.301.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal, para R$ 177.456.000,00, dividido em 177.456.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal, um aumento de R$ 155.000,00, dividido em 155.000 novas ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, da forma a seguir disposta: (a) a acionista PREP III INDUSTRIAL COINVESTMENTS, L.P., subscreve 75.950 novas ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, com valor de emissão de R$ 1,00 cada, totalmente integralizadas em moeda corrente nacional; (b) o acionista Prosperitas III Fundo de Investimento em Participações, subscreve 79.050 novas ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, com valor de emissão de R$ 1,00 cada, totalmente integralizadas em moeda corrente nacional. Em decorrência do aumento de capital social ora aprovado, os acionistas deliberam a alterar a redação do art. 5º do Estatuto Social, que passará a vigorar com a seguinte redação: Art. 5º - O Capital Social da Cia é de R$ 177.456.000,00, dividido em 177.456.000 ações ordinárias todas nominativas e sem valor nominal. Encerramento: Nada mais. São Paulo, 18/01/2012. Jucesp nº 77.296/12-6 em 22/02/12.

REC LOG 2 S.A.

CNPJ/MF nº 12.980.045/0001-59 - NIRE nº 35.3.0038669-8 - Ata da AGE realizada em 17 de Agosto de 2012 Instalação: 17/08/2012, às 09hs, sede social. Presença: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Presidente: Jorge Carlos Nuñez; Secretária: Elisa Ghizzi Lousada. Deliberações: (i) aprovar o aumento de capital social da Cia, de R$ 177.456.000,00, dividido em 177.456.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal, para R$ 177.496.000,00, dividido em 177.496.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal, um aumento de R$ 40.000,00, dividido em 40.000 novas ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, da forma a seguir disposta: (a) a acionista PREP III INDUSTRIAL COINVESTMENTS, L.P., subscreve 19.600 novas ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, com valor de emissão de R$ 1,00 cada, totalmente integralizadas em moeda corrente nacional; (b) o acionista Prosperitas III Fundo de Investimento em Participações, subscreve 20.400 novas ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, com valor de emissão de R$ 1,00 cada, totalmente integralizadas em moeda corrente nacional. Em decorrência do aumento de capital social ora aprovado, os acionistas deliberam a alterar a redação do art. 5º do Estatuto Social, que passará a vigorar com a seguinte redação: Art. 5º - O Capital Social da Cia é de R$ 177.496.000,00, dividido em 177.496.000 ações ordinárias todas nominativas e sem valor nominal. Encerramento: Nada mais. SP, 17/08/2012. Jucesp nº 376.465/12-8 em 29/08/12.

KGC Comércio de Máquinas e Equipamentos Ltda. NIRE: 35.221.580.513 - CNPJ/MF nº 08.939.864/0001-85 Extrato da Ata de Reunião de Sócios realizada em 01.08.2012 Data, Hora, Local: 01.08.2012, 12hs, sede social, R. Policon 201, Barueri/SP. Mesa: Felipe Sica Soares Cavalieri: Presidente, Christiano Kunzler: Secretário. Convocação: Dispensada. Presença: Totalidade do capital social. Deliberações Aprovadas: (i) Protocolo de Incorporação da Cia. pela BMC Hyundai S.A., S.A. de capital fechado, sede em Itatiaia/RJ, CNPJ/MF 14.168.536/0001-25, JUCERJA NIRE 33.3.0030163-1, anteriormente “BMC Hyundai”; (ii) Ratificaram a nomeação e contratação dos peritos que realizaram a avaliação do acervo líquido da Sociedade, bem como o respectivo Laudo de Avaliação contábil; (iii) Incorporação da Sociedade pela BMC Hyundai, nos termos do Protocolo de Incorporação, passando a pertencer a BMC Hyundai todos os bens, direitos e obrigações, incluindo para tanto todo o ativo e passivo da Sociedade, com sua consequente extinção de pleno direito. Encerramento: Nada mais. Barueri, 01.08.2012. Felipe Sica Soares Cavalieri: Presidente, Christiano Kunzler: Secretário. Astara Participações S.A. p. Felipe Sica Soares Cavalieri e Christiano Kunzler. JUCESP 424.071/12-5 em 01.10.2012. Gisela Simiema Ceschin - Sec. Geral.

ASSOCIAÇÃO SAÚD SAÚDE DA FAMÍLIA – ASF A ASSOCIAÇÃO SAÚDE DA FAMÍLIA – ASF torna público que se acha aberta procedimento licitatório de SELEÇÃO DE FORNECEDORES – COLETA DE PREÇO Nº 028/2013, PROCESSO ASF Nº 064/2013, OBJETIVANDO A CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA O FORNECIMENTO DE EQUIPAMENTO MÉDICO-HOSPITALAR, INCLUINDO INSTALAÇÃO E TREINAMENTO, PARA IMPLANTAÇÃO DA REDE HORA CERTA NO AMA ESPECIALIDADES SOROCABANA E PROFESSORA MARIA CECÍLIA F. DONNANGELO, PELO CRITÉRIO DE MENOR PREÇO. O edital na íntegra poderá ser consultado no sítio ASF: www.saudedafamilia.org e ou retirado na sede da Associação, sita à Praça Mal. Cordeiro de Farias, 65 (011) 3154 - 7050. Informações no endereço eletrônico: licitacoesasf@saudedafamilia.org | Data da Sessão Pública: 05/09/2013, às 09h30 – Local da Sessão: Associação Saúde da Família, Praça Mal. Cordeiro de Farias, 65 – Higienópolis – São Paulo/SP.

REC LOG 21 S.A.

CNPJ/MF nº 13.021.995/0001-19 - NIRE nº 35.3.00388461 - Ata da AGE em 25 de Abril de 2012 Instalação: 25/04/2012, às 08hs, sede social. Presença: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Presidente: Jorge Carlos Nuñez; Secretário: Luciano Lewandowski. Deliberações: (i) Reeleger os seguintes membros para a Diretoria da Cia para exercerem mandato até a realização da assembléia ordinária que aprovar as contas do exercício de 2012: Srs. Jorge Carlos Nuñez, RG 53.763.945-7-SSP/SP e CPF/MF 212.805.468-08; Luciano Lewandowski, brasileiro, RG 3.911.642SSP/SP e CPF/MF 004.331.998-06; e Maximo Pinheiro Lima Netto, RG 29.764.610-SSP/SP e CPF/MF 294.720.358-50. À Diretoria ora reeleita foi deliberado que não receberá remuneração anual. Encerramento: Nada mais. São Paulo,25/04/ 2012. Jucesp nº 196.803/12-3 em 11/05/12.

Confecções Madrugada Ltda - Me, CNPJ 07.495.186/0001-46 e I.E. 117.117.468.111, comunico a perda e extravio, de 30 talões de notas fiscais, modelo 1 nº 001 a 750, e 10 talões de notas fiscais, modelo D-1 nº 01 a 500. (27, 28 e 29/08/2013)

leitor. A obrigação de arquivar previamente o fato relevante no sistema eletrônico IPE, na página da CVM, continua. Ao flexibilizar o regime de publicação o regulador espera reduzir os custos de manutenção das companhias abertas, dando maior atratividade ao mercado de capitais como alternativa de financiamento. "Faz parte de um esforço de revisar regras e identificar onde é possível eliminar custos sem trazer prejuízos ao mercado", explica Gustavo Gonzalez,

chefe de gabinete da presidência da CVM. Também aposta em ganhos de eficiência, já que os portais não têm limitações de horário para divulgar operações por vezes sacramentadas tarde da noite. A CVM levou em conta a disseminação do uso da internet via dispositivos móveis, como smartphones e tablets, que permitem a consulta de dados a qualquer tempo. Quanto mais rápido a informação chegar ao público, melhor, já que

REC LOG 21 S.A.

CNPJ/MF nº 13.021.995/0001-19 - NIRE nº 35.3.00388461 - Ata da AGO/E em 08 de Maio de 2012 Instalação: 08/05/2012, às 12hs, sede social. Presença: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Presidente: Jorge Carlos Nuñez; Secretária: Celina Maria Vaz Guimarães. Deliberações: Em AGO: (i) Aprovar o balanço patrimonial e demais demonstrações financeiras relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2011, publicados em 05/05/2012, nos periódicos Jornal Diário de São Paulo e Diário Oficial do Estado de São Paulo. Registrar que a presença de representante dos Auditores Independentes foi dispensada pelos acionistas presentes, bem como fica sanada a falta de publicação de anúncios ou a inobservância dos prazos, conforme §4º, do art. 133, da Lei 6.404/76. (ii) Aprovar a destinação do lucro líquido apurado no exercício encerrado em 31/12/2011, no montante total de R$ 3.249.663,73, sendo que deste montante: (a) a quantia de R$ 900,00 destina-se à absorção de prejuízos verificados pela Cia no exercício social de 2011; (b) a quantia de R$ 162.438,19 destina-se à reserva legal da Cia; (c) a quantia de R$ 771.581,39 destina-se à distribuição de dividendos obrigatórios aos acionistas, conforme Estatuto Social da Cia; e (d) a quantia de R$ 2.314.744,16 constituiu a reserva de lucros da Cia e será distribuída aos acionistas a título de dividendos no decorrer do ano de 2012. Fica a diretoria autorizada a tomar todas as providências necessárias para efetivar as deliberações ora tomadas. Em AGE: (i) Aprovar o aumento do capital social da Cia, de R$ 1.000,00, dividido em 1.000 ações ordinárias, nominativas, sem valor nominal, para R$ 177.291.000,00, dividido em 177.291.000 ações ordinárias, nominativas, sem valor nominal, um aumento de R$ 177.290.000,00, mediante a emissão e subscrição de 177.290.000 novas ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, pela acionista REC LOG 2 S.A.. O aumento do capital social da Cia ora aprovado, é totalmente integralizado por meio da capitalização de créditos que esta acionista detém em face da Cia, a título de Adiantamento para Futuro Aumento de Capital (AFAC), no correspondente valor, conforme Boletim de Subscrição, o qual integra a presente ata como Anexo II. Os demais acionistas expressamente renunciam ao direito de preferência que lhes assiste quanto ao aumento de capital social da Cia. Em virtude do aumento de capital social ora deliberado, os acionistas decidem alteram o art. 5º do Estatuto Social, que passará a vigorar da seguinte maneira: Art. 5º O capital social é de R$ 177.291.000,00, dividido em 177.291.000 ações ordinárias, nominativas, sem valor nominal. (ii) foi aprovada pelos acionistas a consolidação do Estatuto Social da Cia, o qual continua a vigorar conforme redação constante do Anexo III a esta ata, que, após autenticado pela mesa, ficará arquivado na sede da Cia. Encerramento: Nada mais. São Paulo, 08/05/2012. Jucesp nº 246.117/12-6 em 12/06/12. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO EDITAL DE PREGÃO ELETRÔNICO OBJETIVANDO A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO POR FORNECIMENTO DE VALE-REFEIÇÃO CONTRATADOS SOB O REGIME DE EMPREITADA POR PREÇOS UNITÁRIOS. PREÂMBULO. EDITAL DE PREGÃO ELETRÔNICO N° 018/DA/2013 - PROCESSO N° 05289/0000/ 2013. OFERTA DE COMPRA N° 080102000012013OC00050. ENDEREÇO ELETRÔNICO: www.bec.sp.gov.br ou www.bec.fazenda.sp.gov.br. DATA DO INÍCIO DO PRAZO PARA ENVIO DA PROPOSTA ELETRÔNICA: 27/08/2013. DATA E HORA DA ABERTURA DA SESSÃO PÚBLICA: 09/09/2013 – 09:00 horas.

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

COORDENADORIA DE INFRAESTRUTURA E SERVIÇOS ESCOLARES Sindicato do Comércio Varejista de Material Médico, Hospitalar e Cientifico no Estado de São Paulo CNPJ (MF) nº 62.803.069/0001-00 Edital de Convocação – Assembleia Geral Extraordinária O Presidente da Entidade supra, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Estatuto, convoca todos os integrantes da categoria econômica por ela representada, para participarem da Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 04 de setembro de 2013, às 15:00 horas, em sua sede social, Rua Senador Feijó, nº 40, 3º andar, Cj. 31, Centro-SP. nesta cidade, a fim de deliberar sobre a seguinte ordem do dia: 1) Negociação Coletiva com as entidades representativas da categoria profissional dos comerciários em toda base representada por este sindicato na respectiva data-base; 2) Negociação Coletiva com as entidades representativas das categorias profissionais diferenciadas nas respectivas datas-base; 3) Negociação Coletiva com a entidade representativa da categoria profissional dos empregados em entidades sindicais do comércio; 4) Discussão e aprovação das contribuições assistencial e confederativa, previstas, respectivamente, na alínea “e”, do artigo 513 da CLT e no artigo 8°, inciso IV, da Constituição Federal. Não havendo, na hora acima indicada, número legal de participantes para a instalação dos trabalhos em primeira convocação, a Assembléia Geral será realizada às 15:30 horas, em segunda convocação, com o quorum legal. São Paulo, 26 de agosto de 2013. Walter Costa Júnior – Presidente.

REC LOG 21 S.A.

CNPJ/MF nº 13.021.995/0001-19 - NIRE 35.3.00388461 - Ata da AGE em 26 de Março de 2013 Instalação: 26/03/2013, às 12hs, sede social. Convocação: Dispensada. Mesa: Presidente: Angel David Ariaz; Secretária: Elisa Ghizzi Lousada. Deliberações: (a) Aprovar a incorporação da Cia pela Incorporadora, que é neste ato ratificado. (b) Ratificar a contratação anteriormente feita da PCCOMPANY ASSESSORIA E CONSULTORIA EMPRESARIAL S/S LTDA., cuja qualificação consta do Laudo de Avaliação, para avaliar o patrimônio líquido da Cia, bem como aprovar o respectivo Laudo de Avaliação, aceitando os critérios de avaliação e os valores dele constantes para todos os efeitos da operação. Diante das deliberações acima, autorizar aos administradores da Incorporadora a praticarem todos os atos necessários para efetivação da incorporação, inclusive, mas não se limitando, a baixa de inscrições da Cia perante todos os órgãos da administração pública, e declarar, neste ato, a extinção da Cia. Considerando a aprovação da incorporação, nesta mesma data pelos acionistas da Incorporadora, a Cia é neste ato extinta, sendo sucedida pela Incorporadora, sem solução de continuidade, em todos os seus ativos e passivos, direitos e obrigações de qualquer natureza. Documentos Arquivados na sede da Cia: Protocolo e Justificação de Incorporação e Laudo de Avaliação. Encerramento: Nada mais. São Paulo, 26/03/2013. Jucesp nº 172.762/13-3 em 06/05/13. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

DHARINI EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A.

CNPJ/MF nº 12.980.045/0001-59 - NIRE 35.3.00386698 - Ata da AGE realizada em 12 de Janeiro de 2011 Instalação: 12/01/2011, às 10hs, sede social. Presença: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Presidente: Jorge Carlos Nuñez; Secretária: Celina Maria Vaz Guimarães. Deliberações: (i) alterar a denominação social da Companhia de Dharini Empreendimentos e Participações S.A. para REC LOG 2 S.A., passando o art. 1º do Estatuto Social a vigorar com a seguinte nova redação: Art. 1º - A REC LOG 2 S.A. é uma sociedade por ações, que se regerá pelas leis e usos do comércio, por este Estatuto Social e pelas disposições legais aplicáveis. (ii) consolidar o Estatuto Social, o qual passará a vigorar na sua íntegra na forma do Anexo II a esta ata, que, autenticada pela mesa, ficará arquivada na sede da Cia. Encerramento: Nada mais. São Paulo, 12/01/2011. Jucesp nº 31.816/11-3 em 19/01/11.

REC LOG 2 S.A. CNPJ/MF nº 12.980.045/0001-59 - NIRE nº 35.3.0038669-8 - Ata da AGE realizada em 30 de Março de 2012 Instalação: 30/03/2012, às 09hs, sede social. Presença: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Presidente: Jorge Carlos Nuñez; Secretária: Elisa Ghizzi Lousada. Deliberações: Reeleger os seguintes membros do Conselho de Administração da Cia para exercerem mandato de 01 ano a contar da data de realização desta Assembléia: (i) para o cargo de Presidente do Conselho de Administração, Sr. Luciano Lewandowski, RG 3.911.642-SSP/SP e CPF/MF 004.331.998-06; (ii) para o cargo de Vice-Presidente do Conselho de Administração, Sr. Jorge Carlos Nuñez, RG 53.763.945-7-SSP/SP e CPF/MF 212.805.468-08; e (iii) para o cargo de Conselheiro sem designação específica, Sr. Maximo Pinheiro Lima Netto, RG 29.764.610-SSP/SP e CPF/MF 294.720.358-50, permanecendo vago um cargo de Conselheiro sem designação específica. Encerramento: Nada mais. São Paulo, 30/03/2012. Jucesp nº 213.285/12-5 em 21/05/12.

REC LOG 21 S.A.

CNPJ/MF nº 13.021.995/0001-19 - NIRE nº 35.3.00388461 - Ata da AGE em 26 de Novembro de 2012 Instalação: 26/11/2012, às 10hs, sede social. Presença: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Presidente: Jorge Carlos Nuñez; Secretário: Celina Maria Vaz. Deliberações: (i) Aprovar a alienação de 28.146.930 quotas do capital social da sociedade BRC VII Cidade Nova Empreendimentos Imobiliários LTDA. ( BRC VII ), em garantia à obtenção do financiamento a ser tomado no montante de R$ 57.000.000,00, representado por um Cédula de Crédito Bancário, com as seguintes condições: a) taxa de juros equivalente à 100% por cento do CDI; b) taxa fixa de 2,5% a.a ao ano, equivalentes à 0,205984% a.m ao mês a serem tomados com o Banco Itau BBA S.A. Encerramento: Nada mais. São Paulo, 26/11/2012. Jucesp nº 540.627/12-4 em 14/12/12.

ela influencia a decisão de investimento. Vale a recomendação de publicar antes da abertura ou após o fechamento do pregão da Bolsa. Uma das preocupações da CVM é que o investidor saiba ao certo onde a companhia publicará seus fatos relevantes. Por isso, a autarquia vai exigir que a política de divulgação e o formulário cadastral da empresa tragam o nome do canal (ou canais) de comunicação que será utilizado. Em caso de mudança, a empresa terá que

divulgá-la em fato relevante no veículo usado até então A alteração proposta não estipula critérios para a escolha dos portais de notícias para a publicação de informações, como por exemplo o número de acessos. Segundo Gonzalez, a expectativa da CVM é receber na fase de audiência pública comentários que apontem a eventual necessidade de atributos mínimos para tornar um canal elegível à publicação de fatos relevantes. (Estadão Conteúdo)

PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP TERMO DE HOMOLOGAÇÃO PROCESSO LICITATÓRIO 47/13 - PREGÃO 31/13. Objeto: Aquisição de óleos lubrificantes. Considerando a adjudicação constante da ata dos trabalhos da sessão pública de julgamento, lavrada pelo Sr. Pregoeiro, designada pela Portaria nº 029, de 03/01/2013; e a regularidade do procedimento, hei por bem, com base na Lei Federal nº 10520, de 17 de julho de 2002, Homologar os lotes do objeto licitado, às empresas abaixo delineadas e determinar que sejam tomadas as providências ulteriores. Adriana Romano Toquetão Araçatuba-ME. Avenida Ibirapuera, 1.019 - Bairro Palmeiras. Araçatuba - SP. CNPJ (MF): 04.885.558/0001-52. Lotes: 01 e 02. Valor: R$ 52.620,00 (Cinquenta e dois mil, seiscentos e vinte reais). M. A. Proença-EPP. Avenida Guanabara, 2.065-C - Bairro Stella Maris. Andradina - SP. CNPJ (MF): 12.865.746/0001-47. Lotes: 03 e 04. Valor: R$ 95.005,00 (Noventa e cinco mil e cinco reais). Castilho - SP, 23 de agosto de 2013. Joni Marcos Buzachero - Prefeito. A Debitar dia (27.08.13)

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Sorocaba comunica que foi DEFERIDO o pedido de Impugnação ao edital interposto pela empresa Solab Equipamentos para Laboratório Ltda. ao Pregão Eletrônico nº 64/2013 - Processo nº 2.616/2013SAAE, destinado à aquisição de materiais e equipamentos para laboratório. Comunica também, que se acha republicado no Sistema Eletrônico do Banco do Brasil, o edital com o novo prazo de encerramento. SESSÃO PÚBLICA dia 09/09/2013, às 10:00 horas. Informações pelo site www.licitacoes-e.com.br, pelos telefones: (15) 32245810/5811/5812/5813/5814/5815/5816/5817/5818/5819/5821/5822/5823/5824/5825 e 5826 ou pessoalmente na Av. Pereira da Silva, 1.285, no Setor de Licitação e Contratos. Sorocaba, 26 de agosto de 2013. Janaína Soler Cavalcanti - Pregoeira.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANDRADINA

AVISO DE ABERTURA DE LICITAÇÃO. PROCESSO Nº 86/13 – TOMADA DE PREÇOS Nº 16/13. Objeto: Contratação de empresa especializada para construção de um prédio em alvenaria com cobertura de estrutura metálica para uso publico. Tipo: Menor Preço. Regime: Empreitada por preço global. Vencimento: 10(dez) horas, do dia 16 de setembro de 2013. Edital por meio magnético - valor de R$ 38,66. Informações: Prefeitura - Rua Dr. Orensy Rodrigues da Silva n°341, fone/fax (18) 3702-1029, de 2ª a 6ª feira, das 8h30 às 16h30. Andradina, 26 de agosto de 2013. JAMIL AKIO ONO - Prefeito.

REC LOG 2 S.A.

CNPJ/MF nº 12.980.045/0001-59 - NIRE nº 35.3.0038669-8 - Ata da AGE realizada em 11 de Outubro de 2012 Instalação: 11/10/2012, às 10:30hs, sede social. Presença: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Pres.: Celina Maria Vaz Guimarães; Secr.: Elisa Ghizzi Lousada. Deliberações: (i) aprovar o aumento de capital social da Cia, de R$ 177.496.000,00, dividido em 177.496.000 ações ordinárias todas nominativas e sem valor nominal, para R$ 177.525.000,00, dividido em 177.525.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal, um aumento de R$ 29.000,00, mediante a emissão de 29.000 novas ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, da forma a seguir disposta: (a) a acionista PREP III INDUSTRIAL CO-INVESTMENTS, L.P., subscreve 14.210 novas ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, com valor de emissão de R$ 1,00 cada uma, totalmente integralizadas em moeda corrente nacional; (b) o acionista Prosperitas III Fundo de Investimentos em Participações, subscreve 14.790 novas ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, com valor de emissão de R$ 1,00 cada uma, totalmente integralizadas em moeda corrente nacional. Em decorrência do aumento de capital social ora aprovado, os acionistas deliberam a alterar a redação do art. 5º do Estatuto Social, que passará a vigorar com a seguinte redação: Art. 5º - O Capital Social da Cia é de R$ 177.525.000,00, dividido em 177.525.000 ações ordinárias todas nominativas e sem valor nominal. Encerramento: Nada mais. São Paulo,11/10/2012. Jucesp nº 465.958/12-6 em 25/10/12.

REC LOG 2 S.A.

CNPJ/MF nº 12.980.045/0001-59 - NIRE nº 35.3.0038669-8 - Ata da AGE realizada em 05 de Dezembro de 2012 Instalação: 05/12/2012, às 11:30hs, sede social. Presença: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Pres.: Jorge Carlos Nuñez; Secr.: Celina Maria Vaz Guimarães. Deliberações: (i) aprovar o aumento de capital social da Cia, de R$ 177.525.000,00, dividido em 177.525.000 ações ordinárias todas nominativas e sem valor nominal, para R$ 177.575.000,00, dividido em 177.575.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal, um aumento de R$ 50.000,00, mediante a emissão de 50.000 novas ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, da forma a seguir disposta: (a) a acionista PREP III INDUSTRIAL CO-INVESTMENT, L.P., subscreve 24.500 novas ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, com valor de emissão de R$ 1,00 cada uma, totalmente integralizadas em moeda corrente nacional; (b) o acionista Prosperitas III Fundo de Investimentos em Participações, subscreve 25.500 novas ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, com valor de emissão de R$ 1,00 cada uma, totalmente integralizadas em moeda corrente nacional. Em decorrência do aumento de capital social ora aprovado, os acionistas deliberam a alterar a redação do art. 5º do Estatuto Social, que passará a vigorar com a seguinte redação: Art. 5º - O Capital Social da Cia é de R$ 177.575.000,00, dividido em 177.575.000 ações ordinárias todas nominativas e sem valor nominal. Encerramento: Nada mais. São Paulo,05/12/2012. Jucesp nº 543.526/12-4 em 19/12/12.

DHENEB EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A.

CNPJ/MF nº 13.021.995/0001-19 - NIRE nº 35.3.00388461 - Ata da AGE em 12 de Janeiro de 2011 Instalação: 12/01/2011, às 10hs, sede social. Presença: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Presidente: Jorge Carlos Nuñez; Secretária: Celina Maria Vaz Guimarães. Deliberações: (i) alterar a denominação social da Cia de Dheneb Empreendimentos e Participações S.A. para REC LOG 21 S.A., passando o art. 1º do Estatuto Social a vigorar com a seguinte nova redação: Art. 1º - A REC LOG 21 S.A. é uma sociedade por ações, que se regerá pelas leis e usos do comércio, por este Estatuto Social e pelas disposições legais aplicáveis. (ii) consolidar o Estatuto Social, o qual passará a vigorar na sua íntegra na forma do Anexo II a esta ata, que, autenticada pela mesa, ficará arquivada na sede da Cia. Encerramento: Nada mais. SP, 12/01/2011. Jucesp nº 31.813/11-2 em 19/01/11. Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.

REC LOG 21 S.A.

CNPJ/MF nº 13.021.995/0001-19 - NIRE nº 35.3.00388461 - Ata da AGE em 02 de Maio de 2011 Instalação: 02/05/2011, às 08hs, sede social. Presença: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Pres.: Jorge Carlos Nuñez; Secr.: Luciano Lewandowski. Deliberações: (i) Reeleger os seguintes membros para a Diretoria da Cia para exercerem mandato de 01 ano a contar da data de realização desta Assembléia: Srs. Jorge Carlos Nuñez, RG 53.763.945-7-SSP/SP e CPF/MF 212.805.468-08; Luciano Lewandowski, RG 3.911.642-SSP/SP e CPF/MF 004.331.998-06; e Maximo Pinheiro Lima Netto, RG 29.764.610-SSP/SP e CPF/MF 294.720.358-50. À Diretoria ora reeleita foi deliberado que não receberá remuneração anual. Encerramento: Nada mais. São Paulo, 02/05/2011. Jucesp nº 186.728/11-6 em 17/05/11.


terça-feira, 27 de agosto de 2013

DIÁRIO DO COMÉRCIO

ECONOMIA - 29


DIÁRIO DO COMÉRCIO

30 -.ECONOMIA

DHENEB EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A.

DHARINI EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A.

CNPJ/MF nº 13.021.995/0001-19 - NIRE nº 35.3.00388461 - Ata da AGE em 23 de Dezembro de 2010 Instalação: 23/12/2010, às 09hs, sede social. Presença: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Presidente: Jorge Carlos Nuñez; Secretário: Luciano Lewandowski. Deliberações: (i) alterar a forma de administração e a Diretoria da Cia, sendo neste ato extinto o cargo de Diretor Presidente e ficando a Diretoria composta por no mínimo 02 e no máximo 05 Diretores, sem designação específica, com mandato de 1 ano, sendo permitida a reeleição, passando o correspondente artigo e seus respectivos parágrafos a vigorarem com a seguinte nova redação: Art. 7º - A Cia será administrada por uma Diretoria, composta por no mínimo 02 e no máximo 05 Diretores, eleitos e destituíveis pela Assembléia Geral, observado o disposto neste Estatuto. §1º - O mandato da Diretoria será de 1 ano, permitida a reeleição, sendo o mandato prorrogado, automaticamente, até a eleição e posse dos respectivos substitutos. §2º - A investidura dos Diretores far-se-á mediante termo lavrado no livro de Atas das Reuniões da Diretoria . Os Diretores reeleitos serão investidos nos seus cargos pela própria Assembléia Geral, dispensadas quaisquer outras formalidades. §3º - Em caso de vaga, será convocada a Assembléia Geral para eleição do respectivo substituto, que completará o mandato do Diretor substituído, com observância dos direitos de eleição em separado previstos no §2º do art. 5º deste Estatuto. §4º - Em suas ausências ou impedimentos eventuais, os Diretores serão substituídos por quem vierem a indicar. §5º - Compete a Diretoria conceder licença aos Diretores, sendo que esta não poderá exceder a 30 dias, quando remunerada. §6º - A remuneração dos Diretores será fixada pela Assembléia Geral, em montante global ou individual, ficando os Diretores dispensados de prestar caução em garantia de sua gestão. (ii) alterar a forma de representação da Cia, sendo que a mesma será representada e considerada validamente obrigada por ato ou assinatura: (a) de quaisquer 02 Diretores; ou (b) de qualquer Diretor em conjunto com 01 procurador, passando o correspondente artigo a vigorar com a seguinte nova redação: Art 10 - A Cia somente poderá assumir obrigações, renunciar a direitos, transigir, dar quitação, alienar ou onerar bens do ativo permanente, bem como emitir, garantir ou endossar cheques ou títulos de crédito, mediante ato ou assinatura: (i) de quaisquer 02 Diretores; ou (ii) de qualquer Diretor em conjunto com 01 procurador. §1º - As procurações serão sempre outorgadas por quaisquer 02 Diretores, devendo especificar os poderes concedidos e terão prazo certo de duração, limitado há 01 ano, exceto no caso de mandato judicial, que poderá ser por prazo indeterminado. §2º - Excepcionalmente, a Cia poderá ser representada nos atos a que se refere o caput deste Artigo mediante a assinatura isolada de um Diretor ou de um procurador, desde que haja, em cada caso específico, autorização expressa da Diretoria. (iii) aceitar a renúncia dos atuais Diretores da Cia, o Sr. Diego Carreiro Mesa, RG 30.244.119 SSP/SP e CPF/MF 297.886.318-86, do cargo de Diretor Presidente; e a Sra. Cecília Maria dos Santos Nogueira, CPF/MF 043.037.578-61, do cargo de Diretora sem designação específica. A Cia e os Diretores que ora renunciam outorgam uns aos outros a mais plena, geral e irrevogável quitação, para todos os fins e efeitos de direito, para nada mais haver a reclamar um do outro com relação ao cargo de diretoria ora renunciado; (iv) em substituição aos Diretores que ora renunciam, ficam neste ato eleitos para os cargos de Diretores da Cia, sem designação específica: (a) o Sr. Jorge Carlos Nuñez, RG 53.763.945-7 SSP/SP e CPF/MF 212.805.468-08; (b) o Sr. Luciano Lewandowski, RG 3.911.642 SSP/SP e CPF/MF 004.331.998-06; e (c) o Sr. Maximo Pinheiro Lima Netto, RG 29.764.610-2 SSP/SP e CPF/MF 294.720.358-50, com mandato até a próxima AGO a ser realizada em abril de 2011. À Diretoria ora reeleita foi deliberado que não receberá remuneração anual. (v) registrar a declaração de desimpedimento dos membros da Diretoria da Cia ora eleitos, no sentido de que: (1) não estão impedidos por lei especial, ou condenados por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, contra a economia popular, a fé pública ou a propriedade, ou a pena criminal que vede o acesso a cargos públicos, conforme previsto no §1º do art. 147 da Lei 6.404/76; (2) atendem ao requisito de reputação ilibada estabelecido pelo §3º do art. 147 da Lei 6.404/ 76; e (3) não ocupam cargo em sociedade que possa ser considerada concorrente da Cia, e não têm, nem representam, interesse conflitante com o da Sociedade, na forma dos incisos I e II do §3º do art. 147 da Lei 6.404/76; (vi) alterar o endereço da sede Cia, localizada na Cidade de São Paulo/SP, na Rua Fernando Albuquerque, nº 31, cj. 72, Consolação, CEP 01309-030, para o seguinte novo endereço: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, nº 50, 4º andar, Vila Nova Conceição, CEP 04543-011, na Capital do Estado de São Paulo. Em virtude da mudança do endereço da sede da Cia, fica alterado o art. 3º do Estatuto Social, que passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 3º - A Cia tem sede e foro na Cidade de São Paulo/SP, Av. Pres. Juscelino Kubitschek, nº 50, 4º andar, Vila Nova Conceição, CEP 04543-011, podendo por deliberação da Diretoria, criar e extinguir filiais, sucursais, agências, depósitos e escritórios de representação em qualquer parte do território nacional ou no exterior. (vii) alterar o objeto social da Cia, passando o Art. 2º a vigorar com a seguinte nova redação: Art. 2º - A Cia tem por objeto a participação em outras sociedades, como sócia, acionista ou quotista. (viii) reformular e consolidar o Estatuto Social, o qual passará a vigorar na sua íntegra na forma do Anexo II a esta ata, que, autenticada pela mesa, ficará arquivado na sede da Cia. Encerramento: Nada mais. São Paulo, 23/12/2010. Jucesp nº 15.391/11-5 em 05/01/11. Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.

CNPJ/MF nº 12.980.045/0001-59 - NIRE 35.3.00386698 Ata da AGE realizada em 21 de Dezembro de 2010 Instalação:21/12/2010, às 10hs, sede social. Presença: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Presidente: Jorge Carlos Nuñez; Secretário: Luciano Lewandowski. Deliberações: (i) alterar o objeto social da Cia, passando o correspondente artigo a vigorar com a seguinte nova redação: Art. 2º - A Cia tem por objeto a participação em outras sociedades, como sócia, acionista ou cotista. (ii) alterar a forma de administração e a Diretoria da Cia, sendo extinto o cargo de Diretor Presidente e ficando a Diretoria composta por no mínimo 02 e no máximo 05 Diretores, sem designação específica, com mandato de 1 ano, sendo permitida a reeleição, passando o correspondente artigo e seus respectivos parágrafos a vigorarem com a seguinte nova redação: Art. 7º - A Cia será administrada por uma Diretoria, composta por no mínimo 02 e no máximo 05 Diretores, eleitos e destituíveis pela Assembléia Geral. §1º - O mandato da Diretoria será de 1 ano, permitida a reeleição, sendo o mandato prorrogado até a eleição e posse dos respectivos substitutos. §2º - A investidura dos Diretores far-se-á mediante termo lavrado no livro de Atas das Reuniões da Diretoria . Os Diretores reeleitos serão investidos nos seus cargos pela própria Assembléia Geral, dispensadas quaisquer outras formalidades. §3º - Em caso de vaga, será convocada a Assembléia Geral para eleição do respectivo substituto, que completará o mandato do Diretor substituído, com observância dos direitos de eleição em separado previstos no §2º do art. 5º. §4º - Em suas ausências ou impedimentos eventuais, os Diretores serão substituídos por quem vierem a indicar. §5º - Compete a Diretoria conceder licença aos Diretores, sendo que esta não poderá exceder a 30 dias, quando remunerada. §6º - A remuneração dos Diretores será fixada pela Assembléia Geral, em montante global ou individual, ficando os Diretores dispensados de prestar caução em garantia de sua gestão. (iii) alterar a forma de representação da Cia, sendo que a mesma será representada e considerada validamente obrigada por ato ou assinatura: (a) de quaisquer 02 Diretores; ou (b) de qualquer Diretor em conjunto com 01 procurador, passando o respectivo artigo e seus parágrafos a vigorar com a seguinte nova redação: Art. 10 - A Cia somente poderá assumir obrigações, renunciar a direitos, transigir, dar quitação, alienar ou onerar bens do ativo permanente, bem como emitir, garantir ou endossar cheques ou títulos de crédito, mediante ato ou assinatura: (i) de quaisquer 02 Diretores; ou (ii) de qualquer Diretor em conjunto com 01 procurador. §1º - As procurações serão sempre outorgadas por quaisquer 02 Diretores, devendo especificar os poderes concedidos e terão prazo certo de duração, limitado há 01 ano, exceto no caso de mandato judicial, que poderá ser por prazo indeterminado. §2º - A Cia poderá ser representada nos atos a que se refere o caput deste Art. mediante a assinatura isolada de um Diretor ou de um procurador, desde que haja, em cada caso específico, autorização expressa da Diretoria. (iv) aceitar a renúncia dos atuais Diretores da Cia, o Sr. Marcelo Duarte, RG 06.584.368-2 - IFP/RJ e CPF/MF 688.187.187-20 do cargo de Diretor Presidente; e o Sr. Diego Carreiro Mesa, RG 30.244.119 - SSP/SP e CPF/MF 297.886.318-86, do cargo de Diretor sem designação específica. A Cia e os Diretores que ora renunciam outorgam uns aos outros a mais plena, geral e irrevogável quitação, para todos os fins e efeitos de direito, para nada mais haver a reclamar um do outro com relação ao cargo de diretoria ora renunciado; (v) em substituição aos Diretores que ora renunciam, ficam neste ato eleitos para os cargos de Diretores da Cia, sem designação específica: (a) o Sr. Jorge Carlos Nuñez, RG 53.763.945-7 SSP/SP e CPF/MF 212.805.468-08; (b) o Sr. Luciano Lewandowski, RG 3.911.642 SSP/SP e CPF/ MF 004.331.998-06; e (c) o Sr. Máximo Pinheiro Lima Netto, RG 29.764.610-2 SSP/SP e CPF/MF 294.720.358-50, com mandato até a próxima AGO a ser realizada em abril de 2010. À Diretoria ora reeleita foi deliberado que não receberá remuneração anual. (vi) registrar a declaração de desimpedimento dos membros da Diretoria da Cia ora eleitos, no sentido de que: (1) não estão impedidos por lei especial, ou condenados por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, contra a economia popular, a fé pública ou a propriedade, ou a pena criminal que vede o acesso a cargos públicos, conforme previsto no §1º do art. 147 da Lei 6.404/76; (2) atendem ao requisito de reputação ilibada estabelecido pelo §3º do art. 147 da Lei 6.404/ 76; e (3) não ocupam cargo em sociedade que possa ser considerada concorrente da Cia, e não têm, nem representam, interesse conflitante com o da Sociedade, na forma dos incisos I e II do §3º do art. 147 da Lei 6.404/76; (vii) alterar o endereço da sede Cia, localizada na Cidade de São Paulo/SP, na Rua Fernando de Albuquerque, 31, cj. 72, Consolação, CEP 01309-030, para o seguinte novo endereço: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 50, 4º andar, Vila Nova Conceição, CEP 04543-011, na Capital do Estado de São Paulo. Em virtude da mudança do endereço da sede da Cia, fica alterado o respectivo artigo do Estatuto Social, que passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 3º - A Cia tem sede e foro na Cidade de São Paulo/SP, Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 50, 4º andar, Vila Nova Conceição, CEP 04543-011, podendo por deliberação da Diretoria, criar e extinguir filiais, sucursais, agências, depósitos e escritórios de representação em qualquer parte do território nacional ou no exterior. (viii) reformular o Estatuto Social da Cia. (ix) consolidar o Estatuto Social, o qual passará a vigorar na sua íntegra na forma do Anexo II a esta ata, que, autenticada pela mesa, ficará arquivado na sede da Cia. Encerramento: Nada mais. São Paulo, 21/12/2010. Jucesp nº 14.574/11-1 em 04/01/11.

REC LOG 21 S.A.

BMC Hyundai S.A. - CNPJ: 14.168.536/0001-25 Ata de Assembleia Geral Extraordinária Data/Hora/Local: dia 22.12.2011, às 17hs. na Av. Brigadeiro Faria Lima, 2013, 1º and., cj. 1B, Jd. Paulista, CEP: 01452923. Convocação: Dispensada nos termos do art. 124, §4º, Lei 6.404/76, em razão do comparecimento da totalidade dos acionistas da Cia.. Mesa: Os trabalhos foram presididos por Felipe Sica Soares Cavalieri e secretariados por Christiano Kunzler. Ordem do Dia: (i) alteração de endereço da sede; (ii) criação de filial administrativa; (iii) outros assuntos de interesse da Sociedade. Deliberações tomadas por unanimidade de votos: Instalada a reunião e procedida a leitura da ordem do dia, dando início a sua discussão, o Secretário esclareceu qua a Ata desta Assembléia será lavrada em forma sumarizada, contendo apenas transcrições das deliberações, conforme faculta o §1º, art. 130, Lei 6430/76. Por unanimidade de votos e sem quaisquer restrições, delibera-se: I. Alterar o endereço da sede da Sociedade, que alterado passará situar-se na em Itatiaia/RJ, na Rod. Presidente Dutra, s/nº, Km 315, sentido São Paulo, CEP 27580-000. II. O atual endereço da matriz funcionará como filial administrativa da sociedade. Desta forma, fica constituída a filial administrativa com sede em São Paulo/SP na Av. Brigadeiro Faria Lima, 2013, 1º and., cj. 1B, Jd. Paulista, CEP: 01452-923, com atividades restritas a suporte administrativo, operacional, técnico e comercial, serviços de assistência técnica, manutenção, intermediação de negócios, marketing, prospecção de clientes, assessoria, treinamento e consultoria, com capital social destacado, para meros fins fiscais, de R$ 10.000,00. III. Diante das alterações, delibera-se consolidar o Estatuto Social da sociedade, que após lido pelo Secretário e aceito pelas partes, fará parte integrante deste instrumento como ANEXO I. Encerramento: Nada mais a tratar, foram encerrados os trabalhos, lavrando-se a presente ata que, lida e achada conforme, foi assinada por todos os presentes. Felipe Sica Soares Cavalieri - Diretor-Presidente; Christiano Kunzler - Diretor Vice-Presidente. JUCESP 46.018/12-8 e NIRE 3590424919-0 em 30.01.2012. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

CNPJ/MF nº 13.021.995/0001-19 - NIRE nº 35.3.00388461 - Ata da AGO/E em 27 de Fevereiro de 2013 Instalação: 27/02/2013, às 10hs, sede social. Presença: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Presidente: Angel David Ariaz; Secretária: Elisa Ghizzi Lousada. Deliberações: Em AGO: (i) Aprovar o balanço patrimonial e demais demonstrações financeiras relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2012, publicados nos periódicos Jornal Diário de São Paulo e Diário Oficial do Estado de São Paulo. Registrar que a presença de representante dos Auditores Independentes foi dispensada pelos acionistas presentes, bem como fica sanada a falta de publicação de anúncios ou a inobservância dos prazos, conforme §4º, do art. 133, da Lei 6.404/76. (ii) Revogar a destinação do valor de R$ 771.581,39 à título de dividendos obrigatórios aos acionistas, decorrente da apuração do lucro líquido no exercício encerrado em 31/12/2011, conforme provisionado na AGO/ E da Cia em 08/05/2012, devidamente registrada perante a Junta Comercial do Estado de São Paulo - JUCESP nº 246.117/126 em 12/06/2012. Após revogação da distribuição dos dividendos obrigatórios, os acionistas, de mútuo acordo, resolveram verter o seu valor para o saldo de reserva de lucros acumulados da Cia, para ser utilizado na absorção do prejuízo do período. (iii) Consignar que em razão da apuração de prejuízo no exercício social em 31/12/2012, no valor de R$ 10.701.794,21, não haverá distribuição de dividendos aos acionistas da Cia, sendo que parte do prejuízo correspondente a R$ 3.248.763,73 será absorvido da seguinte forma: (a) com a reserva legal da Cia, no valor de R$ 162.438,19; (b) com o saldo da reserva de lucros acumulados, no valor de R$ 3.086.325,54. Fica a diretoria autorizada a tomar todas as providências necessárias para efetivar as deliberações ora tomadas. Em AGE: Aprovar o aumento do capital social da Cia, de R$ 177.291.000,00, dividido em 177.291.000 ações ordinárias, nominativas, sem valor nominal, para R$ 177.383.200,00, dividido em 177.383.200 ações ordinárias, nominativas, sem valor nominal, um aumento de R$ 92.200,00, mediante a emissão e subscrição de 92.200 novas ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, pela acionista REC LOG 2 S.A.. O aumento do capital social da Cia ora aprovado é totalmente integralizado por meio da capitalização de créditos que esta acionista detém em face da Cia, a título de Adiantamento para Futuro Aumento de Capital (AFAC), no correspondente valor. Os demais acionistas expressamente renunciam ao direito de preferência que lhes assiste quanto ao aumento de capital social da Cia. Em virtude do aumento de capital social ora deliberado, os acionistas decidem alteram o art. 5º do Estatuto Social, que passará a vigorar da seguinte maneira: Art. 5º - O capital social é de R$ 177.383.200,00, dividido em 177.383.200 ações ordinárias, nominativas, sem valor nominal. Encerramento: Nada mais. São Paulo, 27/02/2013. Jucesp nº 172.763/13-7 em 06/05/13.

REC LOG 2 S.A. CNPJ/MF nº 12.980.045/0001-59 - NIRE 35.3.00.38669-8 - Ata da Assembléia Geral Ordinária realizada em 24 de Abril de 2013 Instalação: 24/04/2013, às 12hs, sede social. Presença: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Presidente: Jorge Carlos Nuñez; Secretária: Elisa Ghizzi Lousada. Deliberações: AGO: (i) Aprovar o balanço patrimonial e demais demonstrações financeiras relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2012, publicados em 23/04/2013, nos periódicos Jornal Diário do Comércio e Diário Oficial do Estado de São Paulo. Registrar que a presença de representante dos Auditores Independentes foi dispensada pelos acionistas presentes, bem como fica sanada a falta de publicação de anúncios ou a inobservância dos prazos, conforme §4º, do art. 133, da Lei 6.404/76. (ii) Consignar que em razão da apuração de prejuízo no exercício social encerrado em 31/12/2012, no valor de R$ 10.467.025,12, não haverá distribuição de dividendos aos acionistas da Cia, sendo que parte do prejuízo correspondente a R$ 2.153.407,72 será absorvido da seguinte forma: (a) com a reserva legal da Cia no montante de R$ 141.207,06; e (b) com o saldo de reserva de lucros acumulados, no valor de R$ 2.012.200,66. Encerramento: Nada mais. São Paulo, 24/04/2013. Jucesp nº 237.205/13-0 em 25/06/13.

REC LOG 2 S.A.

CNPJ/MF nº 12.980.045/0001-59 - NIRE 35.3.00.38669-8 Ata da Assembléia Geral Ordinária realizada em 18 de Julho de 2012 Instalação: 18/07/2012, às 16:45hs, sede social. Presença: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Presidente: Jorge Carlos Nuñez; Secretária: Celina Maria Vaz Guimarães. Deliberações: Em AGO: (i) Aprovar o balanço patrimonial e demais demonstrações financeiras relativos: (a) ao exercício social encerrado em 31/12/2010, ficando dispensada a sua publicação nos termos dos arts 176, §6º e 294 da Lei 6.404/76; e (b) ao exercício social encerrado em 31/12/2011, publicados em 18/07/2012, nos periódicos Jornal Diário de São Paulo e Diário Oficial do Estado de São Paulo. Registrar que a presença de representante dos Auditores Independentes foi dispensada pelos acionistas presentes, bem como fica sanada a falta de publicação de anúncios ou a inobservância dos prazos, conforme §4º, do art. 133, da Lei 6.404/76. (ii) Consignar que, em razão da não apuração de lucro líquido nos exercício social encerrado em 31/12/2010, não haverá distribuição de dividendos aos acionistas da Cia. Aprovar a destinação do lucro líquido apurado no exercício encerrado em 31/12/2011, no montante total de R$ 2.825.141,27, sendo que deste montante: (a) a quantia de R$ 1.000,00 destina-se à absorção de prejuízos verificados pela Cia no exercício social de 2010; (b) a quantia de R$ 141.207,06 destina-se à reserva legal da Cia; (c) a quantia de R$ 670.733,55 destina-se à distribuição de dividendos obrigatórios aos acionistas; e (d) a quantia de R$ 2.013.200,65 constituiu a reserva de lucros da Cia e será distribuída aos acionistas a título de dividendos no decorrer do ano de 2012. Fica a diretoria autorizada a tomar todas as providências necessárias para efetivar as deliberações ora tomadas. Encerramento: Nada mais. SP, 18/07/12. Jucesp nº 341.721/12-8 em 03/08/12.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

BMC HYUNDAI S.A. - Em Constituição Ata de Assembleia Geral de Constituição de Sociedade Anônima Data/Hora/Local: dia 01.07.2011, às 16h na Av. Brigadeiro Faria Lima, 2013, 1º and., conj. 1B, Jd. Paulista, CEP: 01452923. Convocação: Dispensada nos termos do art. 124, § 4º, Lei 6.404/76, em razão do comparecimento da totalidade dos acionistas da Cia.. Mesa: Os trabalhos foram presididos por Felipe Sica Soares Cavalieri e secretariados por Christiano Kunzler. Ordem do Dia: (i) constituição da Cia. BMC Hyundai S.A.; (ii) nomeação de Diretoria; (iii) aprovação do Estatuto (iv) outros assuntos de interesse da Sociedade. Deliberações tomadas por unanimidade de votos: Instalada a reunião e procedida a leitura da ordem do dia, dando início a sua discussão, o Secretário esclareceu que a Ata desta Assembléia será lavrada em forma sumarizada, contendo apenas transcrições das deliberações, conforme faculta o § 1º, art. 130, Lei 6430/76. Por unanimidade de votos e sem quaisquer restrições, delibera-se: I. Constituição da sociedade anônima de capital fechado que denominar-se-á BMC HYUNDAI S.A., com sede em São Paulo/SP na Av. Brigadeiro Faria Lima, 2013, 1º and., conj. 1B, Jd. Paulista, CEP: 01452-923; II. Referida Sociedade terá como objeto social as atividades de (a) a comercialização, distribuição, industrialização, locação, importação e exportação de equipamentos pesados, tais como, mas não se limitando a escavadeiras, pá carregadeiras, rolos compactadores, guindastes, moto niveladoras, trator de esteira, bombas de concreto estacionárias e móveis, manipuladores, máquinas e implementos rodoviários, peças e componentes; (b) a operação de centro de distribuição, incluindo armazenagem, consolidação de cargas, serviços de logística integrada e atividades complementares; (c) serviços de assistência técnica, manutenção, intermediação de negócios, marketing, prospecção de clientes, assessoria, treinamento, consultoria, suporte técnico e comercial; III. O Estatuto Social foi lido pelo Secretário e aceito pelas partes, fazendo parte integrante deste instrumento como ANEXO I; IV. O capital social da Cia. será composto por 10.000.000 de ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, conforme Boletim de Subscrição que faz parte deste instrumento como ANEXO II; V. A Diretoria será composta inicialmente pelos Srs. (a) Felipe Sica Soares Cavalieri, brasileiro, empresário, casado sob o regime de separação de bens, R.G. 25.292.070-3 SSP/SP e CPF/MF: 263.618.048-60, residente e domiciliado em São Paulo/SP à R. Manduri, 571, Jd. Paulistano, CEP 01457-050, na qualidade de Diretor-Presidente e (b) Christiano Kunzler, brasileiro, empresário, casado sob o regime de separação de bens, R.G. 1.075.780.161 SSP/RS e CPF/MF: 759.808.430-00, residente e domiciliado em Barueri/SP à Al. Costa Rica, 32, Alphaville, CEP 06470-110, na qualidade de Diretor VicePresidente, conforme Termo de Posse da Diretoria que faz parte deste instrumento como ANEXO III; Encerramento: Nada mais a tratar, foram encerrados os trabalhos, lavrando-se a presente ata que, lida e achada conforme, foi assinada por todos os presentes. Felipe Sica Soares Cavalieri - Diretor-Presidente; Christiano Kunzler - Diretor Vice-Presidente. JUCESP NIRE 3530041230-3 em 11.08.2011. Kátia Regina Bueno de Godoy - Sec. Geral.

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINDAMONHANGABA

EDITAL RESUMIDO CONCORRÊNCIA PÚBLICA Nº 019/2012 A Prefeitura torna público que se acha reaberta no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso, a CP n° 19/ 12, referente à “Contratação de empresa especializada, com fornecimento de material e mão de obra, para execução da reforma e ampliação: LOTE 01 Escola Municipal Arthur de Andrade; LOTE 02 - Escola Professor Orlando Pires, Bom Sucesso”, com encerramento dia 27/09/2013, às 9h, e abertura às 9h30. A garantia de proposta deverá ser feita até o dia 26/09/2013, às 15h, na Tesouraria, no valor de: Lote 01 - R$ 6.253,00, e Lote 2 - R$ 14.434,00. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. Maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 26 de agosto de 2013.

REC LOG 21 S.A. CNPJ/MF nº 13.021.995/0001-19 - NIRE 35.3.00388461 - Ata da AGE em 15 de Março de 2013 Instalação: 15/03/2013, às 12:30hs, sede social. Presença: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Presidente: Felipe Rodrigues Gaiad de Camargo; Secretário: Guilherme José Pagani Delboni. Deliberações: (i) Eleger para o cargo de Diretor sem designação específica da Cia, para exercer mandato até a realização da assembleia ordinária que aprovar as contas do exercício de 2013: Sr. Angel David Ariaz, RNE V333200-N e CPF/MF 228.295.328-21. (ii) Reeleger para os cargos de Diretores sem designação específica da Cia, para exercerem mandato até a realização da assembleia ordinária que aprovar as contas do exercício de 2013: (a) Sr. Jorge Carlos Nuñez, RG 53.763.945-7-SSP/SP e CPF/MF 212.805.46808; e Sr. Maximo Pinheiro Lima Netto, RG 29.764.610-SSP/SP e CPF/MF 294.720.358-50. (iii) À Diretoria ora composta foi deliberado que não receberá remuneração anual. (iv) Registrar a declaração de desimpedimento dos membros da Diretoria da Cia ora eleitos e reeleitos, no sentido de que: (1) não estão impedidos por lei especial, ou condenados por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, contra a economia popular, a fé pública ou a propriedade, ou a pena criminal que vede o acesso a cargos públicos, conforme previsto no §1º do art. 147 da Lei 6.404/76; (2) atendem ao requisito de reputação ilibada estabelecido pelo §3º do art. 147 da Lei 6.404/76; e (3) não ocupam cargo em sociedade que possa ser considerada concorrente da Cia, e não têm, nem representam, interesse conflitante com o da Cia, na forma dos incisos I e II do §3º do art. 147 da Lei 6.404/76. Encerramento: Nada mais. São Paulo, 15/03/2013. Jucesp nº 146.570/ 13-3 em 19/04/13. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

REC LOG 2 S.A. CNPJ/MF nº 12.980.045/0001-59 - NIRE 35.3.0038669-8 - Ata de AGE realizada em 15 de Março de 2013 Instalação: 15/03/2013, às 16hs, sede social. Presença: Totalidade. Convocação: Dispensada. Mesa: Presidente: Jorge Carlos Nuñez; e Secretária: Elisa Ghizzi Lousada. Deliberações: (i) Eleger os seguintes membros para o Conselho de Administração da Cia, para exercerem mandato até a realização da assembleia ordinária que aprovar as contas do exercício de 2013: (a) para o cargo de Presidente do Conselho de Administração, Sr. Jorge Carlos Nuñez, RG 53.763.945-7-SSP/SP e CPF/MF 212.805.468-08; (b) para o cargo de Vice Presidente do Conselho de Administração, Sr. Maximo Pinheiro Lima Netto, RG 29.764.640-2-SSP/SP e CPF/MF 294.720.358-50; e (c) para o cargo de Conselheiro sem designação específica, Sr. Felipe Rodrigues Gaiad de Camargo, RG 10.635.761-9-IFP/RJ e CPF/MF 085.064.737-13. (ii) Aos membros do Conselho de Administração ora eleitos foi deliberado que não receberão remuneração anual. (iii) Registrar a declaração de desimpedimento dos membros da do Conselho de Administração da Cia ora eleitos, no sentido de que: (1) não estão impedidos por lei especial, ou condenados por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, contra a economia popular, a fé pública ou a propriedade, ou a pena criminal que vede o acesso a cargos públicos, conforme previsto no §1º do art. 147 da Lei 6.404/76; (2) atendem ao requisito de reputação ilibada estabelecido pelo §3º do art. 147 da Lei 6.404/ 76; e (3) não ocupam cargo em sociedade que possa ser considerada concorrente da Cia, e não têm, nem representam, interesse conflitante com o da Cia, na forma dos incisos I e II do §3º do art. 147 da Lei 6.404/76. Encerramento: Nada mais. São Paulo, 15/03/2013. Jucesp nº 132.484/13-4 em 08/04/13.


terça-feira, 27 de agosto de 2013

DIÁRIO DO COMÉRCIO

ECONOMIA - 31


DIÁRIO DO COMÉRCIO

32 -.ECONOMIA/LEGAIS

terça-feira, 27 de agosto de 2013

e Já está no ar o avião chinês da Embraer O Legacy 650 tem alcance de 7.223 quilômetros. Com a maior cabine de sua categoria, pode levar até 14 passageiros.

conomia

O primeiro jato executivo Legacy 650 construído na China, pela joint venture Harbin Embraer, fez ontem seu voo inaugural, considerado um sucesso.

A

Harbin Embraer Aircraft Industry (HEAI), joint venture entre a Embraer e a Aviation Industry Corporation of China (Avic), anunciou ontem que o primeiro jato executivo Legacy 650 fabricado na China concluiu com sucesso seu voo inaugural. A entrega da primeira aeronave está programada para o final deste ano. Por cerca de 2 horas e 30 minutos, os pilotos e engenheiros de ensaio da Embraer fizeram testes para avaliar as características de desempenho, comandos de voo, comunica-

Divulgação

ção e navegação, entre outros sistemas. "O sucesso do primeiro voo do Legacy 650 da HEAI é um marco importante não apenas para a parceria entre a Embraer e a Avic, mas também para a história da aviação executiva chinesa, já que se trata do primeiro jato executivo da categoria large produzido por uma joint venture no país", afirmou o presidente da Embraer na China, Guan Dongyuan. "Esse voo inaugural tem um significado especial para a nossa empresa, pois mostra ao mercado que estamos

prontos e com plena capacidade para oferecer aos nossos clientes jatos executivos de alta qualidade de fabricação local", acrescentou o presidente da HEAI, Yuri Capi. Desde fevereiro de 2012, quando a Embraer entregou o primeiro Legacy 650 para o mercado chinês, a empresa já recebeu 21 pedidos firmes e mais cinco opções para essa aeronave no país, informou a companhia. O Legacy 650 entrou em serviço no final de 2010, tem alcance de 7.223 quilômetros (3.900 milhas náuticas) e capacidade para

voos diretos entre Pequim e Dubai, por exemplo. Com a maior cabine de sua categoria, o Legacy 650 pode levar até 14 passageiros. As exportações da Embraer cresceram 15,66% em julho, após forte queda em junho, fazendo a fabricante de aeronaves subir uma posição entre as maiores exportadoras brasileiras. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), a companhia exportou US$ 396,793 milhões em julho, ante US$ 343,081 milhões em 2012.(Estadão Conteúdo)

Legacy 650: primeiras encomendas serão entregues até o fim do ano.


DIà RIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 27 de agosto de 2013

COMPANHIA PAZO DE RIBAS

DHENEB EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S/A.

(em fase de organização) Ata de AssemblÊia Geral de Constituição Instalação: 24/11/2010, às 14hs, sede da Cia. Presença: Totalidade. Mesa: Presidente: Diego Carreiro Mesa, Secretårio: Cecília Maria dos Santos Nogueira. Convocação: Dispensada. Deliberaçþes: Aprovar a constituição de uma sociedade anônima sob a denominação de Dheneb Empreendimentos e Participaçþes S/A.. Aprovar o capital social inicial de R$ 1.000,00, representado por 1.000 açþes ordinårias nominativas, sem valor nominal, ao preço de emissão de R$ 1,00 cada uma, totalmente subscritas. O Capital estå integralizado em 10%, tendo sido constatada a realização em dinheiro de R$ 100,00 depositados em conta vinculada no Banco do Brasil S/A., nos termos dos arts 80, III e 81 da Lei 6404/76, tudo de acordo com os Boletins de Subscrição que constitui o anexo nº 01 desta AssemblÊia de Constituição. Aprovar o projeto de Estatuto Social da Cia, cuja redação consolidada constitui o anexo nº 02 desta AssemblÊia de Constituição, dando-se assim por efetivamente constituída a Dheneb Empreendimentos e Participaçþes S/A., em razão do cumprimento de todas as formalidades legais. Eleger o Sr. Diego Carreiro Mesa, RG 30.244.119 SSP/SP e CPF/MF 297.886.318-86, para o cargo de Diretor Presidente, e o Sra. Cecília Maria dos Santos Nogueira, RG 11.124.876 SSP/SP e CPF/MF 043.037.578-61, para o cargo de Diretor sem designação específica, ambos com mandato de 2 anos, os quais declaram não estarem incursos em nenhum dos crimes previstos em lei que os impeçam de exercer atividade mercantil, e ato contínuo tomaram posse mediante termo lavrado e arquivado na sede da Cia. Fixar a remuneração global anual dos membros da Diretoria em atÊ R$ 6.500,00. Encerramento: Nada mais. São Paulo, 24/11/ 2010. Jucesp sob NIRE nº 35300388461 em 10/12/10. Estatuto Social - Cap. I - Da Denominação, Sede, Foro, Prazo de Duração e Objeto - Art. 1º - A Dheneb Empreendimentos e Participaçþes S/A., Ê uma sociedade anônima, que se regerå pelas leis e usos do comÊrcio, por este Estatuto Social e pelas disposiçþes legais aplicåveis. Art. 2º - A Cia tem por objeto (a) empreendimentos imobiliårios, administração por conta própria de bens imóveis; (b) a participação em outras sociedades civis ou comerciais, como sócia, acionista ou quotista (holding). Art. 3º - A Cia tem sede e foro na Cidade do São Paulo/SP, Rua Fernando de Albuquerque, nº 31 - Conjunto 72 - Consolação, na Cidade e Estado de São Paulo, CEP 01309-030, podendo por deliberação da Diretoria, criar e extinguir filiais, sucursais, agências, depósitos e escritórios de representação em qualquer parte do território nacional ou no exterior. Art. 4º - A Cia iniciarå suas atividades em 24/11/2010 e seu prazo de duração serå indeterminado. Cap. II - Do Capital Social e Açþes - Art. 5º - O Capital Social da Cia Ê de R$ 1.000,00 (um mil reais), dividido em 1.000 (um mil) açþes ordinårias todas nominativas e sem valor nominal. §1º - Todas as açþes da Cia serão nominativas, facultada adoção da forma escritural, em conta corrente de depósito mantida em nome de seus titulares, junto à instituição financeira indicada pela Diretoria, podendo ser cobrada dos acionistas a remuneração de que trata o §3º do art. 35 da lei 6.404/76. §2º - A cada ação ordinåria corresponde a um voto nas AssemblÊias Gerais. §3º - A capitalização de lucros ou de reservas serå obrigatoriamente efetivada sem modificação do número de açþes. O grupamento e o desdobramento de açþes são tambÊm expressamente proibidos, exceto se previamente aprovado em AssemblÊia Especial, por acionistas representando a maioria das açþes ordinårias. §4º - Poderão ser emitidas sem direito de preferência para os antigos acionistas, açþes, debêntures ou partes beneficiårias conversíveis em açþes e bônus de subscrição cuja colocação seja feita por uma das formas previstas no art. 172 da Lei 6.404/76, desde que a eliminação do direito de preferência seja previamente aprovada em assemblÊia especial, por acionistas representando a maioria das açþes ordinårias. §5º - A alteração deste Estatuto Social na parte que regula a diversidade de espÊcies e/ou classes de açþes não requererå a concordância de todos os titulares das açþes atingidas, sendo suficiente a aprovação de acionistas que representem a maioria tanto do conjunto das açþes com direito a voto, quando de cada espÊcie ou classe. §6º - A emissão de debêntures conversíveis, bônus de subscrição, outros títulos ou valores mobiliårios conversíveis em açþes e partes beneficiårias, estas conversíveis ou não, bem como a outorga de opção de compra de açþes dependerå da prÊvia aprovação de acionistas representando a maioria das açþes de cada espÊcie ou classe de açþes. Art. 6º Os certificados representativos das açþes serão sempre assinados por dois Diretores, ou mandatårios com poderes especiais, podendo a Cia emitir títulos múltiplos ou cautelas. § Único - Nas substituiçþes de certificados, bem como na expedição de segunda via de certificados de açþes nominativas, serå cobrada uma taxa relativa aos custos incorridos. Art. 7º - O montante a ser pago pela Cia a título de reembolso pelas açþes detidas por acionistas que tenham exercido direito de retirada, nos casos autorizados por lei, deverå corresponder ao valor econômico de tais açþes, a ser apurado de acordo com o procedimento de avaliação aceita pela Lei nº 9.457/97, sempre que tal valor for inferior ao valor patrimonial apurado de acordo com o art. 45 da Lei nº 6.404/76. Art. 8º - A Cia só registrarå a transferência de açþes se forem observadas as disposiçþes pertinentes do Acordo de Acionistas, desde que esteja arquivado em sua sede. Cap. III - Da Administração - Art. 9º - A Cia serå administrada por uma Diretoria, composta por atÊ 3 (três) Diretores, sendo um Diretor - Presidente e os demais Diretores sem designação específica, residentes no País, acionistas ou não, eleitos e destituíveis pela AssemblÊia Geral, observado o disposto neste Estatuto. §1º - O mandato da Diretoria serå de 02 (dois) anos, permitida a reeleição, sendo o mandato prorrogado, automaticamente, atÊ a eleição e posse dos respectivos substitutos. §2º - A investidura dos Diretores far-se-å mediante termo lavrado no livro de “Atas das Reuniþes da Diretoria”. Os Diretores reeleitos serão investidos nos seus cargos pela própria AssemblÊia Geral, dispensadas quaisquer outras formalidades. §3º - Em caso de vaga, serå convocada a AssemblÊia Geral para eleição do respectivo substituto, que completarå o mandato do Diretor substituído, com observância dos direitos de eleição em separado previstos no §2º do art. 5º deste Estatuto. §4º - Em suas ausências ou impedimentos eventuais, os Diretores serão substituídos por quem vierem a indicar. §5º - Compete a Diretoria conceder licença aos Diretores, sendo que esta não poderå exceder a 30 (trinta) dias, quando remunerada. §6º - A remuneração dos Diretores serå fixada pela AssemblÊia Geral, em montante global ou individual, ficando os Diretores dispensados de prestar caução em garantia de sua gestão. Art. 10 - A Diretoria terå plenos poderes de administração e gestão dos negócios sociais, para a pråtica de todos os atos e realização de todas as operaçþes que se relacionarem com o objeto social, observado o disposto neste Estatuto. §1º - AlÊm das demais matÊrias submetidas a sua apreciação por este Estatuto, compete à Diretoria, reunida em colegiado: a) Fixar a orientação geral dos negócios da Cia; b) Fiscalizar a gestão dos Diretores, examinarem, a qualquer tempo, os livros e papÊis da Cia, solicitar informaçþes sobre contratos celebrados ou em vias de celebração, e quaisquer outros atos; c) Manifestar-se previamente sobre os relatórios, contas e orçamentos e propostas elaboradas pelos Diretores para apresentação à AssemblÊia Geral; e d) Distribuir entre os membros da Diretoria, a verba global dos Diretores, fixarem em AssemblÊia Geral, se for o caso. §2º - A Diretoria reunir-se-å preferencialmente na Sede Social, sempre que convier aos interesses sociais, por convocação escrita, com indicação circunstanciada da ordem do dia, subscrita pelo Diretor - Presidente, com antecedência mínima de 3 (três) dias, exceto se a convocação e/ou o prazo forem renunciados, por escrito, por todos os Diretores. §3º - A Diretoria somente se reunirå com a presença de, no mínimo, 2 (dois) Diretores, considerando-se presente o Diretor que enviar voto escrito sobre as matÊrias objeto da ordem do dia. §4º - As decisþes da Diretoria serão tomadas pelo voto favoråvel da maioria de seus membros presentes à reunião. §5º - As reuniþes da Diretoria serão objeto de atas circunstanciadas, lavradas em livro próprio. Art. 11 - Os Diretores terão a representação ativa e passiva da Cia, incumbindo-lhes executar e fazer executar, dentro das respectivas atribuiçþes, as deliberaçþes tomadas pela Diretoria e pela AssemblÊia Geral, nos limites estabelecidos pelo presente Estatuto. Art. 12 - A Cia somente poderå assumir obrigaçþes, renunciar a direitos, transigir, dar quitação, alienar ou onerar bens do ativo permanente, bem como emitir, garantir ou endossar cheques ou títulos de crÊdito, mediante instrumento assinado pelo Diretor-Presidente, isoladamente, por 2 (dois) Diretores, em conjunto, por 1 (um) Diretor e 1 (um) mandatårio ou, ainda, por 2 (dois) mandatårios, constituídos especialmente para tal, observados quanto à nomeação de mandatårios o disposto no §1º deste artigo. §1º - Os instrumentos de mandato outorgados pela Cia serão sempre assinados pelo Diretor-Presidente, isoladamente, ou por 2 (dois) Diretores, devendo especificar os poderes concedidos e terão prazo certo de duração, limitado hå um ano, exceto no caso de mandato judicial, que poderå ser por prazo indeterminado. §2º - Excepcionalmente, a Cia poderå ser representada nos atos a que se refere o Caput deste artigo mediante a assinatura isolada de um Diretor ou de um mandatårio, desde que haja, em cada caso específico, autorização expressa da Diretoria. Cap. IV - AssemblÊia Geral - Art. 13 - A AssemblÊia Geral reunir-se-å, ordinariamente, dentro dos 4 (quatro) meses subseqßentes ao tÊrmino do exercício social para fins previstos em lei e, extraordinariamente, sempre que os interesses sociais assim o exigirem. §1º - A AssemblÊia Geral poderå ser convocada, na forma da lei, por quaisquer 2 (dois) Diretores e serå presidida pelo Diretor Presidente, que designarå um ou mais secretårios. §2º - As deliberaçþes da AssemblÊia Geral, ressalvadas as exceçþes previstas em lei, e neste estatuto, serão tomadas por maioria de votos, não se computando os votos em branco. §3º - Os acionistas poderão ser representados nas AssemblÊias Gerais por mandatårios nomeados na forma do §1º do art. 126 da Lei 6.404/ 76, devendo os respectivos instrumentos de mandato ser depositados, na sede social, com 03 (três) dias de antecedência da data marcada para realização da AssemblÊia Geral. Cap. V - Conselho Fiscal - Art. 14 - O Conselho Fiscal da Cia, que não terå caråter permanente, somente serå instalado quando por solicitação dos acionistas na forma da Lei, e serå composto por 3 (três) membros efetivos e 3 (três) membros suplentes, acionistas ou não, eleitos pela AssemblÊia geral em que for requerido o seu funcionamento. §1º - Os membros do Conselho Fiscal, quando em exercício, terão direito a remuneração a ser fixada pela AssemblÊia Geral que os eleger. §2º - As deliberaçþes do Conselho Fiscal serão tomadas por maioria de votos e lançadas no livro próprio. Cap. VI - Exercício Social e Lucros - Art. 15 - O exercício social terminarå no dia 31 de dezembro de cada ano. Ao fim de cada exercício a Diretoria farå elaborar, com base na escrituração mercantil, as demonstraçþes financeiras previstas em Lei, observadas as normas então vigentes, as quais compreenderão a proposta de destinação do lucro do exercício. Art. 16 - Do resultado apurado no exercício, após a dedução dos prejuízos acumulados, se houver, 5% (cinco por cento) serão aplicados na constituição da reserva legal, a qual não excederå o importe de 20% (vinte por cento) do capital social. Do saldo, ajustado na forma do art. 202 da Lei nº 6.404/76, se existente, 25% (vinte e cinco por cento) serão atribuídos ao pagamento do dividendo mínimo obrigatório. §1º - Atribuir-se-å Reserva para Investimentos, que não excederå a 80% (oitenta por cento) do Capital Social subscrito, importância não inferior a 5% (cinco por cento) e não superior a 75% (setenta e cinco por cento) do lucro líquido do exercício, ajustado na forma do art. 202 da lei nº 6.404/76, com a finalidade de financiar a expansão das atividades da Cia e/ ou de suas empresas controladas e coligadas, inclusive atravÊs da subscrição de aumentos de capital, ou a criação de novos empreendimentos. §2º - O saldo do lucro líquido ajustado, se houver, terå a destinação quer lhe for atribuída pela AssemblÊia Geral. Art. 17 - Os dividendos atribuídos aos acionistas serão pagos nos prazos da lei, somente incidindo correção monetåria e/ ou juros se assim for determinado pela AssemblÊia Geral, e, se não reclamados dentro de 3 (três) anos contados da publicação do ato que autorizou sua distribuição, prescreverão em favor da Cia. Art. 18 - A Cia poderå levantar balanços semestrais, ou em períodos menores, e declarar, por deliberação da AssemblÊia Geral, dividendos à conta de lucros apurado nesses balanços, por conta do total a ser distribuído ao tÊrmino do respectivo exercício social, observadas as limitaçþes previstas em lei. §1º Ainda por deliberação da AssemblÊia Geral, poderão ser declarados dividendos intermediårios, à sua conta de lucros acumulados ou de reservas de lucros existentes no último balanço levantado, inclusive à conta da reserva para Investimentos a que a que se refere o §1º do art. 16. §2º - TambÊm, mediante decisão da AssemblÊia Geral, os dividendos ou dividendos intermediårios poderão ser pagos a título de juros sobre o capital social. §3º - Dividendos intermediårios deverão sempre ser creditados e considerados como antecipação do dividendo obrigatório. Cap. VII - Liquidação - Art. 19 - A Cia somente serå dissolvida e entrarå em liquidação por deliberação da AssemblÊia Geral ou nos demais casos previstos em lei. §1º - À AssemblÊia Geral que deliberar sobre a liquidação caberå nomear o respectivo liquidante e fixar-lhe a remuneração. §2º - A AssemblÊia Geral, se assim solicitarem acionistas que representem o número fixado em lei, elegerå o Conselho Fiscal, para o período da liquidação. Acionistas: Diego Carreiro Mesa e Cecília Maria dos Santos Nogueira. Confere com o original lavrado em livro próprio. São Paulo, 24/11/2010. Diego Carreiro Mesa - Presidente, Cecília Maria dos Santos Nogueira - Secretårio. Visto do Advogado: Cecília Maria S. Nogueira - CPF 043.037.578-81 - OAB/SP nº 113.428.

COMPANHIA FLORESTAL DO BRASIL

(EM ORGANIZAĂ‡ĂƒO) Ata da ReuniĂŁo do Conselho de Administração Realizada em 24 de maio de 2013 (Lavrada sob a forma de sumĂĄrio de acordo com a autorização contida no parĂĄgrafo 1Âş do Artigo 130 da Lei nÂş 6.404/76) Data, Hora e Local: Em 24 de maio de 2013, Ă s 17 horas, na sede da Companhia, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3400, 15Âş andar, parte, Sala Florestal do Brasil, Itaim Bibi, SĂŁo Paulo/SP. Presença: Totalidade dos membros do Conselho de Administração. Mesa: EnĂŠas Garcia Diniz - Presidente e Claudia Maria Sarti - SecretĂĄria. Ordem do Dia: Eleger membros da Diretoria. Deliberaçþes: Por unanimidade dos presentes, sem qualquer oposição, ressalva, restrição ou protesto, foram tomadas as seguintes deliberaçþes: (i) O Conselho de Administração, na forma do art. 17 do Estatuto Social da Companhia, aprovou a eleição do Sr. Juarez Saliba de Avelar, brasileiro, casado, engenheiro, portador da Carteira de Identidade RG nÂş 749.002 - SSP/MG, inscrito no CPF/MF sob o nÂş 447.454.946-53, como Diretor-Presidente da Companhia e do Sr.EnĂŠas Garcia Diniz, brasileiro, casado, engenheiro, portador da cĂŠdula de identidade RG nÂş 04.746.432-6 IFP/RJ, inscrito no CPF/MF sob o nÂş 657.575.057-53, como Diretor sem designação especĂ­fica, ambos domiciliados Ă Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3400 - 15Âş andar (parte), CEP 04538-132, SĂŁo Paulo/SP e com mandato de 03 (trĂŞs) anos a contar desta data, estendendo-se seus mandatos atĂŠ a investidura de seus sucessores, nos termos do art. 150, § 4Âş da Lei nÂş 6.404/76. Os Diretores ora eleitos aceitam os cargos a eles conferidos, declarando, sob as penas da lei, nĂŁo estarem impedidos de exercer quaisquer atividades de administração da Companhia, nos termos do art. 147 da Lei nÂş 6.404/76. (ii) Tendo em vista a deliberação acima, a Diretoria passa a ser composta da seguinte forma: Juarez Saliba de Avelar, como Diretor Presidente e EnĂŠas Garcia Diniz, como diretor sem designação especĂ­fica, ambos com mandato de 03 (trĂŞs) anos a contar desta data, estendendo-se seus respectivos mandatos atĂŠ a investidura dos seus sucessores.Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos, lavrada e lida a presente ata, que achada conforme, foi assinada por todos os presentes. Assinaturas: EnĂŠas Garcia Diniz - Presidente; Claudia Maria Sarti - SecretĂĄria; Conselheiros: David Moise Salama, EnĂŠas Garcia Diniz e Luis Fernando Barbosa Martinez. Certifico que esta ata ĂŠ cĂłpia fiel da original lavrada no livro de registro de ReuniĂľes do Conselho de Administração arquivado na sede da Companhia. SĂŁo Paulo, 24 de maio de 2013. Claudia Maria Sarti - SecretĂĄria. JUCESP nÂş 289.978/13-0, Protocolo: 0.691.806/13-5 em 31/07/2013. Gisela Simiema Ceschin - SecretĂĄria Geral.

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAĂ‡ĂƒO

GOVERNO DO ESTADO DE SĂƒO PAULO

FDE AVISA: PregĂŁo EletrĂ´nico de Registro de Preços nÂş 21/00443/13/05 OBJETO: Prestação de serviços de transporte de passageiros com motorista, sob o regime de fretamento eventual em Ă´nibus padrĂŁo rodoviĂĄrio com capacidade de no mĂ­nimo 44 (quarenta e quatro) passageiros, destinado ao transporte de alunos, professores, funcionĂĄrios, dirigentes, prestadores de serviços e colaboradores da Rede Estadual de Ensino e da FDE Fundação para o Desenvolvimento da Educação. A FUNDAĂ‡ĂƒO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAĂ‡ĂƒO - FDE comunica Ă s empresas interessadas que se acha aberta licitação para prestação de serviços de transporte de passageiros com motorista, sob o regime de fretamento eventual em Ă´nibus padrĂŁo rodoviĂĄrio com capacidade de no mĂ­nimo 44 (quarenta e quatro) passageiros, destinado ao transporte de alunos, professores, funcionĂĄrios, dirigentes, prestadores de serviços e colaboradores da Rede Estadual de Ensino e da FDE - Fundação para o Desenvolvimento da Educação. As empresas interessadas poderĂŁo obter informaçþes e verificar o Edital a partir de 27/08/2013, no endereço eletrĂ´nico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na SupervisĂŁo de Licitaçþes, na Av. SĂŁo LuĂ­s, 99 - RepĂşblica - CEP: 01046-001 - SĂŁo Paulo/ SP, de segunda a sexta-feira, no horĂĄrio das 08:30 Ă s 17:00 horas, ou verificar o edital na Ă­ntegra, atravĂŠs da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessĂŁo pĂşblica de processamento do PregĂŁo EletrĂ´nico serĂĄ realizada no endereço eletrĂ´nico www.bec.sp.gov.br, no dia 10/09/ 2013, Ă s 10:00 horas, e serĂĄ conduzida pelo pregoeiro com o auxĂ­lio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epĂ­grafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverĂŁo obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serĂŁo encaminhadas, por meio eletrĂ´nico, apĂłs o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do inĂ­cio do prazo para envio da proposta eletrĂ´nica serĂĄ de 27/08/2013, atĂŠ o momento anterior ao inĂ­cio da sessĂŁo pĂşblica. BARJAS NEGRI - Presidente

MINISTÉRIO PĂšBLICO DO ESTADO DE SĂƒO PAULO AVISO DE LICITAĂ‡ĂƒO Tomada de Preços nÂş 004/2013 - Processo nÂş 412/2013 Acha-se aberta, no MinistĂŠrio PĂşblico do Estado de SĂŁo Paulo, a Tomada de Preços nÂş 004/2013 - Processo nÂş 412/2013, que tem por objeto a contratação de empresa especializada para elaboração de projetos arquitetĂ´nico e elĂŠtrico e execução de obras e serviços, com fornecimento de material e mĂŁo de obra, visando reforma da Biblioteca e implantação do Memorial do MinistĂŠrio PĂşblico do Estado de SĂŁo Paulo, na cidade de SĂŁo Paulo. O Edital da presente licitação encontra-se Ă disposição dos interessados, gratuitamente, na Secretaria da ComissĂŁo Julgadora de Licitaçþes, situada na Rua Riachuelo nÂş 115, 5Âş andar, sala 506, ou atravĂŠs da Internet nos Sites “www.mp.sp.gov.brâ€? e www.e-negociospublicos.com.br, bem como na Ă­ntegra em mĂ­dia eletrĂ´nica – disco “CDâ€?, juntamente com seus Anexos. Os desenhos e plantas originais do projeto bĂĄsico estĂŁo disponibilizados em mĂ­dia eletrĂ´nica - disco “CDâ€? ou pen drive, como parte integrante do edital. Os licitantes deverĂŁo se dirigir Ă Secretaria da ComissĂŁo Julgadora de Licitaçþes, situada na Rua Riachuelo nÂş 115, 5Âş andar, sala 506, Centro, SĂŁo Paulo – SP, no horĂĄrio comercial, e entregar um CD virgem gravĂĄvel (R ou R/W) ou pen drive, ocasiĂŁo em que serĂĄ gravado o Edital na Ă­ntegra, sem Ă´nus para os licitantes. Os envelopes serĂŁo recebidos impreterivelmente atĂŠ Ă s 10:45h do dia 12.09.2013, na Rua Riachuelo, 115 - 5Âş andar, sala 506, e sua abertura dar-se-ĂĄ Ă s 11:00h do mesmo dia e local. ComissĂŁo Julgadora de Licitaçþes, em 26 de agosto de 2013.

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FALĂŠNCIA, RECUPERAĂ‡ĂƒO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAĂ‡ĂƒO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição CĂ­vel do Tribunal de Justiça de SĂŁo Paulo, foram ajuizados no dia 26 de agosto de 2013, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falĂŞncia, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: Remapack Embalagens Ltda. Requerido: IndĂşstria e ComĂŠrcio de Vidros Santa Terezinha Ltda. Rua Harry Dannemberg, 148 – Itaquera - 1ÂŞ Vara de FalĂŞncias.

ECONOMIA/LEGAIS - 33

Balanço Patrimonial

2012 2011 Ativo/Circulante 636 1.003 Disponibilidades 636 1.003 17.716.654 27.501.510 Não Circulante Transaçþes com Partes Relacionadas 7.701.763 3.819.280 CrÊditos Realizåveis 138.133 126.520 Investimentos – 13.678.952 9.876.758 9.876.758 Imobilizado 17.717.290 27.502.513 Total Ativo Demonstraçôes das Mutaçþes do Patrimônio Líquido Histórico Capital Reserva de Lucros Total Saldo em 31/12/2010 2.709.000 8.561.369 11.270.369 Resultado do Período – 3.017.953 3.017.953 – (4.926.974) (4.926.974) Lucros Distribuídos Saldo em 31/12/2011 2.709.000 6.652.348 9.361.348 Aumento de Capital 11.047.263 (6.647.263) 4.400.000 Resultado do Período – 9.968 9.968 (13.678.952) – (13.678.952) Cisão 30/06/2012 Saldo em 31/12/2012 77.311 15.053 92.364 Notas Explicativas às Demonstraçþes Contåbeis 1. Contexto Operacional: A Cia. Pazo de Ribas tem por objeto: participação em outras sociedades, como sócia, quotista ou titular de partes beneficiårias, debêntures ou quaisquer outros títulos, em caråter permanente ou temporårio, como controladora ou minoritåria. Apresentação das Demonstraçþes Contåbeis e Principais Pråticas Contåbeis: As demonstraçþes contåbeis referentes aos exercícios findos em 31/12/2012 e 2011 foram preparadas de acordo com as pråticas contåbeis adotadas no Brasil, com base nas disposiçþes contidas na Lei das Sociedades por Açþes - Lei nº 6.404/76 alterada pela Lei nº 11.638/07 - e nos pronunciamentos, orientaçþes e interpretaçþes emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contåbeis (CPC), homologados pelos órgãos reguladores. 2. Reestruturação Societåria: Em AssemblÊia Geral Ordinåria e Extraordinåria de 25/06/2012 foi aprovado: 1) Aumento de capital social em R$ 11.047.263,00, passando a ser o capital de R$ 13.756.263,00, mediante emissão de 11.047.263 de novas açþes ordinårias nominativas, no valor nominal de R$ 1,00 cada. 2) Proceder à cisão parcial da Cia. Pazo de Ribas para retirar da aludida sociedade parcela patrimonial correspondente aos seus investimentos no âmbito empresarial do patrimônio remanejado. 3) AtravÊs da cisão parcial da PAZO e incorporação da parcela cindida em seu patrimônio pela New Pazo Participaçþes Ltda., CNPJ 15.713.517/0001-03, foram a esta transferidas quotas que representavam 31%

C.N.P.J. nº 03.941.362/0001-75 Demonstraçþes Contåbeis em 31/12/2011 e 31/12/2012 - R$ Balanço Patrimonial 2012 2011 Passivo e Patrimônio Líquido/Circulante 5.398 – Obrigaçþes Fiscais 5.398 – 17.619.529 18.141.165 Não Circulante EmprÊstimos e Financiamentos 8.491.050 8.972.700 Partes Relacionadas 9.128.479 9.180.079 Outras Obrigaçþes – (11.614) 92.363 9.361.348 Patrimônio Líquido Capital: Capital Social 77.311 2.709.000 15.052 6.652.348 Reservas: Reserva de Lucros 17.717.290 27.502.513 Total Passivo do capital da Santa Gertrudes e, 60% do Capital da La Lubina. 4) Em consequência da Cisão parcial da Companhia seu capital social foi reduzido de R$ 13.756.263,00 para R$ 77.311,00, com o cancelamento de 13.678.952 açþes ordinårias nominativas, ficando assim distribuído entre os sócios: Acionista Nº de Açþes Valor da Participação Belarmino Fernandez Iglesias 77.266 R$ 77.266,00 Belarmino Fernandez Iglesias Filho 45 R$ 45,00 3. Principais Pråticas Contåbeis Adotadas: (a) Investimentos: Os investimentos em controladas são registrados pelo mÊtodo de equivalência patrimonial. De acordo com esse mÊtodo, a participação da Companhia no aumento ou na diminuição do patrimônio líquido das controladas, após a aquisição, em decorrência da apuração de lucro líquido ou prejuízo no período ou em decorrência de ganhos ou perdas em reservas de capital ou de ajustes de exercícios anteriores Ê reconhecida como receita (ou despesa) operacional. (b) Outros Ativos e Passivos (Circulantes e não Circulantes): Os ativos são apresentados ao valor de custo ou realização, incluindo, quando aplicåvel, os rendimentos e variaçþes incorridas. Os passivos são apresentados por valores conhecidos ou calculåveis, acrescidos, quando aplicåvel, dos correspondentes encargos financeiros e as variaçþes monetårias incorridas. 4. Investimentos: O saldo do grupo de Investimentos nas controladas em 31/12/2012 e 31/12/2011 estå assim demonstrado: 31/12/2011 31/12/2012 Restaurante Santa Gertrudes 2.076.909,11 – La Lubina Comercial Ltda. 11.602.042,60 – 5. Capital Social: O Capital Social Ê de R$ 77.311 dividido em 77.311 de açþes, nominativas, no valor nominal de R$ 1,00 cada, das quais 71.311 são açþes ordinårias e 6.000 são açþes preferenciais.

REC LOG 2 S.A.

CNPJ/MF Nº 12.980.045/0001-59 - NIRE Nº 35.3.0038669-8 Ata da AGE realizada em 30 de março de 2011 Instalação: 30/03/2011, às 12hs, sede social. Presença: Totalidade. Mesa: Sr. Jorge Carlos Nuùez - Presidente; Sra. Celina Maria Vaz Guimarães - Secretåria. Convocação: Dispensada. Deliberaçþes: 1. Alterar o objeto social da Cia, passando a clåusula que disciplina o objeto social a vigorar com a seguinte nova redação: “Art. 3 - A Cia tem por objeto social: (i) realizar investimentos em participaçþes societårias, por meio de sociedades brasileiras, em ativos imobiliårios industriais e de escritórios no Brasil; (ii) adquirir, deter, administrar desenvolver, construir, fiscalizar, alugar e dispor de tais investimentos; (iii) realizar atividades incidentais ou auxiliares às mencionadas anteriormente; e (iv) deter participação como sócia, acionista ou quotista em outras sociedades que tenham como objeto social os negócios mencionados nos itens (i) a (iii) acima e/ou que tenham como objeto social a participação, como sociedade patrimonial, em quaisquer sociedades que tenham como objeto social os negócios mencionados acima.” 2. Alterar a forma de administração da Cia, que passarå a ser administrada por um Conselho de Administração e uma Diretoria. Fica criado neste ato o Conselho de Administração, que serå composto por 4 membros, sendo um Presidente do Conselho de Administração, um Vice-Presidente do Conselho de Administração e dois Conselheiros sem designação específica, para um mandato de 01 ano, sendo permitida a reeleição. A Diretoria serå composta de 3 membros, sendo um deles o Diretor Presidente e os outros dois Diretores sem designação específica, para um mandato de 1 ano, sendo permitida a reeleição. As clåusulas que disciplinam a forma de administração da Cia passam a vigorar com a seguinte nova redação: “Cap. V - Administração - “Art. 15 - A Cia serå administrada por um Conselho de Administração e uma Diretoria, na forma da lei e deste Estatuto Social. §1 - Os membros do Conselho de Administração e da Diretoria tomarão posse de seus cargos mediante a assinatura dos termos de investidura lavrados em livro próprio, permanecendo em seus respectivos cargos atÊ a investidura de seus sucessores. §2 - Os membros do Conselho de Administração e da Diretoria não perceberão quaisquer remuneraçþes relativas a seus serviços à Cia na qualidade de conselheiros ou administradores.” Cap. VI - Conselho de Administração - “Art. 16 - O Conselho de Administração serå composto de 04 membros, sendo estes pessoas naturais eleitas e destituídas pela Assembleia Geral, para um mandato de 01 ano, sendo permitida a reeleição. §1 - A Assembleia Geral que eleger os membros do Conselho de Administração elegerå o Presidente do Conselho de Administração. O Presidente e o VicePresidente do Conselho de Administração serão indicados pela Assembleia Geral. §2 - Nos casos de ausências ou impedimentos temporårios de qualquer Conselheiro, este deverå indicar seu substituto por escrito. Caso não haja indicação por escrito, a maioria do Conselho de Administração indicarå o substituto. §3 - Na hipótese de destituição, renúncia ou impedimento permanente de qualquer Conselheiro durante o mandato pelo qual esse Conselheiro foi eleito, seu substituto serå nomeado em Assembleia Geral a ser realizada dentro de 15 dias corridos contados da data de destituição, renúncia ou impedimento, pelo Acionista que tiver nomeado o Conselheiro a ser substituído. Art. 17 - As reuniþes do Conselho de Administração serão convocadas sempre que necessårio, por qualquer Conselheiro e mediante notificação com pelo menos 5 dias de antecedência. As reuniþes do Conselho de Administração serão instaladas, em primeira chamada, com a presença da totalidade de seus membros e serå presidida pelo Presidente do Conselho de Administração. Se o quórum não for atingido para a instalação em primeira chamada, a reunião deverå ser instalada em segunda chamada, mediante notificação com pelo menos 24 de antecedência, com a presença de qualquer número de membros. §1 - A reunião serå considerada vålida, independentemente da satisfação das formalidades previstas neste Estatuto Social, caso todos os membros do Conselho de Administração estejam presentes à reunião. §2 - A reunião do Conselho de Administração poderå ocorrer fisicamente ou por meio de conferência telefônica, vídeo conferência ou outros meios decididos pelo Conselho de Administração. Art. 18 - A convocação para reuniþes do Conselho de Administração conterå a ordem do dia proposta, devidamente acompanhada da documentação de suporte, e indicarå quaisquer questþes que possam ser apreciadas somente com a recomendação dos Acionistas. A convocação para a reunião do Conselho de Administração serå enviada aos seus membros com antecedência mínima de 08 dias corridos à data da reunião em questão, salvo se esta notificação for renunciada pela participação na reunião ou por escrito. Nenhuma reunião serå realizada sem o comparecimento do Presidente do Conselho de Administração e sem a confirmação de cada um dos Conselheiros de que a notificação foi devidamente recebida. Art. 19 - As deliberaçþes do Conselho de Administração serão tomadas pela maioria de votos de seus membros, exceção feita às deliberaçþes que exigirem um quórum maior, de acordo com a legislação pertinente, e cada membro terå 01 voto em quaisquer deliberaçþes do Conselho de Administração. Se o Conselho de Administração não puder deliberar acerca de algum tema a ela submetido, mencionado tema deverå ser submetido à aprovação da Assembleia Geral. Art. 20 - Sem prejuízo das matÊrias de competência da Assembleia Geral, conforme previsto no Art. 14 acima, alÊm dos outros poderes e atribuiçþes conferidos por lei, compete exclusivamente ao Conselho de Administração, dentro dos limites de sua autoridade, aprovar qualquer das matÊrias a seguir: (i) fixar as diretrizes gerais dos negócios da Cia, aprovando medidas, políticas empresariais e objetivos båsicos para as åreas de atuação da Cia; (ii) eleger, avaliar, destituir e substituir os membros da Diretoria e determinar suas funçþes, bem como aprovar previamente os procuradores da Cia; (iii) examinar e deliberar sobre a administração geral dos negócios da Cia, com a finalidade de opinar acerca das estratÊgias da Cia e das propostas de custos e investimentos, preparadas pela Diretoria; (iv) ter acesso direto e imediato a qualquer membro da Diretoria, da alta administração ou outro órgão, ou a empregados da Cia; (v) convocar as AssemblÊias Gerais conforme estabelecido na Lei 6.404/76; e (vi) implementar e supervisionar a execução pelos Diretores e representantes de todas as decisþes tomadas em Assembleia Geral. § Único - Sem prejuízo do disposto no caput do Art.20, a eleição e destituição do Diretor Presidente da Cia só serão aprovadas com o voto unânime de todos os membros do Conselho de Administração.” Cap. VII - Diretoria - Art. 21 - A Diretoria serå composta de 03 membros, sendo um deles o Diretor Presidente e os outros dois Diretores sem designação específica. Os Diretores serão eleitos e destituídos a qualquer tempo pelo Conselho de Administração, para um mandato de 01 ano, sendo permitida a reeleição. A eleição e destituição do Diretor Presidente dependerão de votação unânime do Conselho de Administração. §1 - Nos casos de ausências ou impedimentos temporårios de qualquer membro da Diretoria, o mesmo serå temporariamente substituído nos atos que envolvam a representação da Cia por um procurador nomeado pela Diretoria em conformidade com este Estatuto, atÊ que essa ausência ou impedimento cessem ou atÊ que o Conselho de Administração nomeie um novo Diretor, no caso de o impedimento temporårio tornar-se permanente. §2 - É vedado aos Diretores praticar atos de liberalidade às custas da Cia, bem como praticar todo e qualquer ato, em proveito próprio ou no interesse de terceiros, que se constituam em desvio de poder e que sejam conflitantes com os interesses da Cia. Art. 22 - A Diretoria, sujeita às limitaçþes estabelecidas neste Estatuto Social, poderå realizar todos os atos necessårios ou exigidos na condução dos negócios da Cia, e que não estejam condicionados à aprovação da Assembleia Geral ou do Conselho de Administração. Art. 23 Sem prejuízo do Art. 14 acima, a representação da Cia perante quaisquer terceiros, incluindo (a) qualquer ato que envolva obrigaçþes, contratuais ou não, para a Cia, (b) perante o Poder Judiciårio ou fora deste, ou (c) como autora ou rÊ, perante quaisquer órgãos públicos ou autoridades federais, estaduais ou municipais, serå feita mediante (i) a assinatura dos 2 Diretores ou (ii) a assinatura de um Diretor juntamente com a assinatura de um procurador, que deverå ser previamente aprovado pelo Conselho de Administração. Art. 24 - As procuraçþes devem ser assinadas por 02 Diretores, com prazo måximo de 12 meses, salvo aquelas outorgando poderes “ad judicia”, que permanecerão vigentes durante todo o processo judicial. A procuração incluirå uma descrição detalhada dos poderes concedidos aos procuradores da Cia. Art. 25 - Qualquer ato, praticado por qualquer dos Diretores, procuradores ou empregados que envolvam a Cia em obrigaçþes ou atividades contrårias ou não relacionadas aos interesses da Cia, bem como a concessão de garantias em benefício de terceiros, tais como fianças, avais, endossos ou quaisquer outras garantias são expressamente proibidos, nulos e não produzem efeitos em relação à Cia, salvo quando expressamente autorizado pelos Acionistas.” 3. Aceitar a renúncia dos respectivos cargos de Diretor dos Srs. (a) Luciano Lewandowski, RG 3.911.642 SSP/SP e CPF/MF 004.331.998-06; e (b) Maximo Pinheiro Lima Neto, RG 29.764.610-2 SSP/SP e CPF/MF 294.720.358-50. A Cia e os Diretores que ora renunciam outorgam uns aos outros a mais plena, geral e irrevogåvel quitação, para todos os fins de direito, para mais nada haver a reclamar um do outro com relação ao cargo de Diretor ora renunciado. 4. Eleger como membros do Conselho de Administração da Cia, para mandatos de 01 ano que se iniciam nesta data, permitida a reeleição, em conformidade com o Art. 16 do Estatuto Social, conforme alterado no item 2 acima: (a) para o cargo de Presidente do Conselho de Administração o Sr. Luciano Lewandowski, jå qualificado acima; (b) para o cargo de Vice-Presidente do Conselho de Administração o Sr. Jorge Carlos Nuùez, RG 53.763.945-7 e CPF/MF 212.805.468-08; (c) para o cargo de Conselheiro sem designação específica o Sr. Maximo Pinheiro Lima Netto, jå qualificado acima; permanecendo vago um cargo de Conselheiro sem designação específica. 4.1. Os membros do Conselho de Administração ora eleitos aceitaram os cargos para os quais foram investidos e tomarão posse mediante assinatura do respectivo termo de posse, lavrado em livro próprio, e declaração expressa, sob as penas da lei, de que não estão impedidos, por lei especial, de exercer a administração da Cia, e nem condenados ou sob efeitos de condenação a pena que vede o acesso a cargos públicos, ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional contra as normas de defesa da concorrência, contra as relaçþes de consumo, a fÊ pública ou a propriedade. 5. Aumentar o capital social da Cia, de R$ 1.000,00, dividido em 1.000 açþes ordinårias todas nominativas e sem valor nominal, para R$177.301.000,00, dividido em 177.301.000 açþes ordinårias nominativas e sem valor nominal, um aumento de R$ 177.300.000,00, mediante a emissão de 177.300.000 novas açþes ordinårias, todas nominativas e sem valor nominal, da forma a seguir disposta: (a) a acionista PREP III INDUSTRIAL CO-INVESTMENTS, L.P., neste ato, subscreve 86.877.000 novas açþes ordinårias, todas nominativas e sem valor nominal, com valor de emissão de R$ 1,00 cada uma, totalmente integralizadas em moeda corrente nacional; (b) o acionista Prosperitas III Fundo de Investimentos em Participaçþes, subscreve 90.423.000 novas açþes ordinårias, todas nominativas e sem valor nominal, com valor de emissão de R$ 1,00 cada uma, totalmente integralizadas em moeda corrente nacional. 6. Reformular e consolidar o Estatuto Social. Encerramento: nada mais. São Paulo, 30/03/2011. Jucesp nº 177.607/11-7 em 10/05/11.

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CNPJ/MF nÂş 04.231.740/0001-90 - NIRE 35.300.342.224 Ata da ReuniĂŁo do Conselho de Administração Realizada em 30 de Abril de 2013 I- Data, hora e local: 30 de abril de 2013, Ă s 17:00 horas, na sede social, na Cidade de SĂŁo Paulo, Estado de SĂŁo Paulo, na Rua Bento Branco de Andrade Filho, 400, sala 2. II - Convocação: Dispensada a convocação em virtude da presença da totalidade dos membros do Conselho de Administração da Companhia. III - Presenças: A totalidade dos membros do Conselho de Administração. IV - Mesa: Presidente: Fernando Luiz Alterio, Presidente do Conselho de Administração; SecretĂĄria: DĂŠbora CalabrĂł. V- Ordem do dia: Deliberar sobre a reeleição de membros da diretoria. VI- Deliberaçþes: ApĂłs a anĂĄlise e discussĂŁo da matĂŠria constante da Ordem do Dia, os membros do Conselho de Administração presentes deliberaram, por unanimidade de votos, reeleger para compor a Diretoria da Companhia, por mandatos de 02 (dois) anos que se estenderĂŁo atĂŠ a Assembleia Geral que aprovar as contas do exercĂ­cio social ďŹ ndo em 31 de dezembro de 2014, o Sr. Fernando Luiz Alterio, brasileiro, casado, empresĂĄrio, portador da CĂŠdula de Identidade RG nÂş 4.647.014-1 (SSP/SP), inscrito no CPF/MF sob nÂş 688.646.208-34, como Diretor-Presidente, e a Sra. Ana Maria Ometto Alterio, brasileira, solteira, administradora de empresas, portadora da CĂŠdula de Identidade RG nÂş. 4.324.250 SSP/SP e inscrita no CPF/MF sob o nÂş 901.849.638-34, como Diretora sem designação especĂ­ďŹ ca, ambos residentes e domiciliados na Cidade de SĂŁo Paulo, Estado de SĂŁo Paulo, com endereço comercial na Rua FidĂŞncio Ramos nÂş 213 - Vila OlĂ­mpia, 6Âş Andar, CEP 04551-010. Os Diretores ora reeleitos declaram, sob as penas da lei, nĂŁo estarem impedidos de exercer a administração da Companhia por lei especial, ou em virtude de condenação criminal, ou por se encontrar sob os efeitos dela, ou de penas que vedem, ainda que temporariamente, o acesso a cargos pĂşblicos, ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussĂŁo, peculato, ou contra a economia popular, contra o sistema ďŹ nanceiro nacional, contra as normas de defesa da concorrĂŞncia, contra as relaçþes de consumo, a fĂŠ pĂşblica ou Ă propriedade, dessa forma nĂŁo estando incursos em quaisquer crimes previstos em lei que o impeça de exercer a atividade mercantil, estando cientes do disposto no Artigo 147 da Lei nÂş 6.404/76 (Lei das Sociedades por Açþes). VII - Esclarecimentos: Foi autorizada a lavratura da presente ata na forma sumĂĄria, nos termos do Art. 130, § 1Âş, da Lei nÂş 6.404/76. VIII - Encerramento, lavratura, aprovação e assinatura da ata: Nada mais havendo a ser tratado, foi a presente ata lavrada, lida, aprovada e assinada por todos os presentes. Presidente da Mesa: Fernando Luiz Alterio; SecretĂĄria da Mesa: DĂŠbora CalabrĂł; Membros do Conselho de Administração: Fernando Luiz Alterio, Luciano Nogueira Neto, Luis Alejandro SoberĂłn Kuri. SP, 30/4/2013. CertiďŹ co que a presente ĂŠ cĂłpia ďŹ el da ata lavrada em livro prĂłprio. Mesa: Fernando Luiz Alterio - Presidente - DĂŠbora CalabrĂł - SecretĂĄria da Mesa. JUCESP nÂş 320.036/13-3 em 21/8/2013. Gisela Simiema Ceschin - SecretĂĄria-Geral.

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CNPJ/MF n.Âş 04.231.740/0001-90 - NIRE 35.300.342.224 Ata da Assembleia Geral OrdinĂĄria e ExtraordinĂĄria Realizada em 30 de Abril de 2013 I- Data, hora e local: 30 de abril de 2012, Ă s 16:00 horas, na sede social, na Cidade de SĂŁo Paulo, Estado de SĂŁo Paulo, na Rua Bento Branco de Andrade Filho, 400, sala 2, Vila Almeida, CEP 04757-000. IIConvocação: Dispensada a convocação, nos termos do Artigo 124, § 4Âş da Lei 6.404/76. III- Presenças: Acionistas representando a totalidade do capital social da Companhia. IV- Mesa: Presidente: Fernando Luiz Alterio; SecretĂĄria: DĂŠbora CalabrĂł. V- Ordem do dia: (i) Tomar as contas dos administradores, exame, discussĂŁo e votação do Balanço Patrimonial e das Demonstraçþes Financeiras da Companhia referentes ao exercĂ­cio social ďŹ ndo em 31 de dezembro de 2012, publicados no DiĂĄrio OďŹ cial Empresarial e DiĂĄrio do ComĂŠrcio em 27 de março de 2013; e (ii) Alteração dos jornais para as publicaçþes da Companhia. VIDeliberaçþes tomadas por unanimidade: (i) NĂŁo havendo lucros a distribuir, foram apreciadas e aprovadas pelos acionistas com direito a voto as contas dos administradores e as Demonstraçþes Financeiras da Companhia referentes ao exercĂ­cio social ďŹ ndo em 31 de dezembro de 2012; e (ii) Foi aprovado, por unanimidade de votos, que as publicaçþes da Companhia serĂŁo realizadas nos jornais DiĂĄrio do ComĂŠrcio e DiĂĄrio OďŹ cial Empresarial. VII- Esclarecimentos: Foi autorizada a lavratura da presente ata na forma sumĂĄria, nos termos do Art. 130, § 1Âş, da Lei nÂş 6.404/76. VIII - Encerramento, lavratura, aprovação e assinatura da ata: Nada mais havendo a ser tratado, foi a presente ata lavrada, lida, aprovada e assinada por todos os presentes. Acionistas presentes: Fernando Luiz Alterio e CIE Internacional S.A. de CV. Mesa: Fernando Luiz Alterio – Presidente e DĂŠbora CalabrĂł - SecretĂĄria. SĂŁo Paulo, 30/4/2013. CertiďŹ co que a presente ĂŠ cĂłpia ďŹ el da ata lavrada em livro prĂłprio. Mesa: Fernando Luiz Alterio - Presidente da Mesa - DĂŠbora CalabrĂł SecretĂĄria da Mesa. JUCESP nÂş 320.035/13-0 em 21/8/2013. Gisela Simiema Ceschin - SecretĂĄria-Geral.

Allis Participaçþes S.A. CNPJ/MF nº 08.648.295/0001-19 – NIRE 35.300.337.867 – Companhia Aberta Ata da Reunião do Conselho Fiscal realizada em 12 de agosto de 2013 1. Data, Hora e Local: Em 12/08/2013, às 15 hs., na sede da Cia. (Av. Brig. Faria Lima, 1.355, 15º andar, São Paulo/SP). 2. Convocação: Dispensada, face a presença de todos os membros do Conselho. 3. Presenças: Srs. Emanuel Sotelino Schifferle, João Bosco Paulo Carneiro, Pedro Wagner Pereira Coelho, representando a totalidade dos membros do Conselho Fiscal. Como convidados, compareceram à reunião: Sr. Wander Teles (representante da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes),Alexandre M. O. Campos (Presidente), Leonardo Carvalho D’Oliveira Porto (Diretor Financeiro), JosÊ Vanderlei de Medeiros (Controller), Mariana Sakakibara (Ger.Auditoria Interna), Fabíola Ribeiro dos Santos (Superint. Jurídica). 4. Mesa: Sr. Emanuel Sotelino Schifferle, Presidente; Fabíola Ribeiro dos Santos, Secretåria. 5. Deliberaçþes: Feitas as apresentação de praxe acerca das evoluçþes dos principais temas da Cia., os senhores Membros do Conselho Fiscal, por unanimidade e sem ressalvas, tomaram as seguintes deliberaçþes: 5.1. Realizada a apresentação do ITR 2T13 pela administração da Cia. e Auditores Externos, os membros do Conselho Fiscal, no uso de suas atribuiçþes legais consoantes as disposiçþes do Art. 163 da Lei nº 6.404/76, manifestaram-se favoravelmente ao ITR 2T13, sendo de parecer que as mesmas encontram-se adequadas e em condiçþes de serem submetidas à Comissão de Valores Mobiliårios – CVM. 6. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a AssemblÊia, sendo lavrada a presente Ata. Ass.: Emanuel Sotelino Schifferle, João Bosco Paulo Carneiro, Pedro Wagner Pereira Coelho, Wander Teles, Alexandre M. O. Campos, Leonardo C. O. Porto, JosÊ Vanderlei de Medeiros e Mariana Sakakibara. (ass.) Fabíola Ribeiro dos Santos. JUCESP – Certifico o registro sob o nº 320.984/13-8 em 22/08/2013. Gisela Simiema Ceschin – Secretåria Geral.

Raro Consultoria e Participaçþes S.A. CNPJ/MF 53.686.036/0001-37 - NIRE 35300110404 Edital de Convocação de Assembleia Geral ExtraordinĂĄria Raro Consultoria e Participaçþes S.A. (“Cia.â€?) convoca seus acionistas para AGE, a realizar-se no dia 5/9/2013, Ă s 11:00h, na sede da Cia., na R. Boa Vista, 254, 5Âş andar, cj. 522, SĂŁo Paulo/SP, para deliberar sobre (a) correção da expressĂŁo monetĂĄria do capital social; (b) reforma e consolidação do Estatuto; (c) eleição da diretoria e fixação de sua remuneração; (d) determinação de cumprimento dos acordos firmados por controladas da Cia, conforme descrito na petição protocolada pela Cevekol S.A. IndĂşstria e ComĂŠrcio de Produtos QuĂ­micos em 29/8/2012 nos autos de seu processo de falĂŞncia; e (e) outros assuntos de interesse da Cia..SĂŁo Paulo-SP, 26 de agosto de 2013. MĂ´nicaYvonne Rosenberg

Demonstraçþes do Resultado do Exercício 2012 2011 Resultado de Equivalência Patrimonial – 3.419.140 – 3.419.140 (=) Resultado Líquido Despesas Operacionais: Gerais e Administrativas (47.667) (20.333) Despesas Tributårias (871) (409) – 81 Outras Despesas/Receitas Líquidas Total Despesas/Receitas Operacionais (48.537) (20.661) (=) Resultado Operacional (48.537) 3.398.480 Despesas Financeiras (6.525) (380.526) 89.441 – Receitas Financeiras (=) Resultado antes do IRPJ e da CSLL 34.378 3.017.953 (–) Imposto de Renda (16.360) – (8.050) – (–) Contribuição Social (=) Resultado Líquido do Exercício 9.968 3.017.953 Demonstraçþes do Fluxo de Caixa Descrição 31/12/2012 31/12/2011 Resultado do Exercício 9.968 3.017.953 (+/–) Itens que não Afetam o Caixa Operacional – (3.419.140) Equivalência Patrimonial – (3.419.140) Fluxo de Cx. das Ativ. Oper.: (Aum.) Red. no Ativo EmprÊstimos Partes Relacionadas (3.882.483) (3.512.180) Adiantamento para Importação (11.613) (126.520) Aum. (Red.) no Passivo: EmprÊst. Partes Relac. (521.637) 8.980.629 Obrigaçþes Tributårias 5.398 (69) Outros Passivos Contingentes – (12.700) (=) Caixa Líquido das Atividades Operacionais (4.410.335) 5.329.159 Fxo. Cx. das Ativ. Financ.: Receb. p/Integr. de Cap. 4.400.000 – Distribuição de Dividendos – (4.926.974) 4.400.000 (4.926.974) (=) Caixa Líquido das Ativ. de Financiamentos (=) Aumento/(Redução) Líquido de Caixa (367) 998 Caixa no Início do Período 1.003 5 636 1.003 Caixa no Final do Período (367) 998 (=) Aumento/(Redução) Líquido de Caixa Belarmino Fernandez Iglesias Filho - Diretor Superintendente Ana Lúcia Marques de Oliveira Iglesias - Diretora Executiva JosÊ Altamiro Souza Gusmão - Contador - CRC 1SP 158452/O-0

DHARINI EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S/A.

(em fase de organização) Ata de AssemblÊia Geral de Constituição Instalação: 30/09/2010, às 14hs, sede da Cia. Presença: Totalidade. Mesa: Presidente: Marcelo Duarte, Secretårio: Diego Carreiro Mesa. Convocação: Dispensada. Deliberaçþes: Aprovar a constituição de uma sociedade anônima sob a denominação de Dharini Empreendimentos e Participaçþes S/A.. Aprovar o capital social inicial de R$ 1.000,00, representado por 1.000 açþes ordinårias nominativas, sem valor nominal, ao preço de emissão de R$ 1,00 cada uma, totalmente subscritas. O Capital estå integralizado em 10%, tendo sido constatada a realização em dinheiro de R$ 100,00 depositados em conta vinculada no Banco do Brasil S/A., nos termos dos arts 80, III e 81 da Lei 6404/76, tudo de acordo com os Boletins de Subscrição que constitui o anexo nº 01 desta AssemblÊia. Aprovar o projeto de Estatuto Social da Cia, cuja redação consolidada constitui o anexo nº 02 desta AssemblÊia, dando-se assim por efetivamente constituída a Dharini Empreendimentos e Participaçþes S/ A., em razão do cumprimento de todas as formalidades legais. Eleger o Sr. Marcelo Duarte, brasileiro, RG 06.584.368-2-IFP/ RJ e CPF/MF 688.187.187-20, para o cargo de Diretor Presidente, e o Sr. Diego Carreiro Mesa, brasileiro, RG 30.244.119 SSP/ SP e CPF/MF 297.886.318-86, para o cargo de Diretor sem designação específica, ambos com mandato de 2 anos, os quais declaram não estarem incursos em nenhum dos crimes previstos em lei que os impeçam de exercer atividade mercantil, e ato contínuo tomaram posse mediante termo lavrado e arquivado na sede da Cia. Fixar a remuneração global anual dos membros da Diretoria em atÊ R$ 6.500,00. Encerramento: Nada mais. São Paulo, 30/09/2010. Jucesp sob NIRE nº 35300386698 em 10/ 11/10. Anexo II - Estatuto Social - Cap. - I - Da Denominação, Sede, Foro, Prazo de Duração e Objeto - Art. 1º - A Dharini Empreendimentos e Participaçþes S/A., Ê uma sociedade anônima, que se regerå pelas leis e usos do comÊrcio, por este Estatuto Social e pelas disposiçþes legais aplicåveis. Art. 2º - A Cia tem por objeto (a) empreendimentos imobiliårios, administração por conta própria de bens imóveis; (b) a participação em outras sociedades civis ou comerciais, como sócia, acionista ou quotista (holding). Art. 3º - A Cia tem sede e foro na Cidade do São Paulo, Estado do São Paulo, Rua Fernando de Albuquerque, nº 31 - Conjunto 72 - Consolação, na Cidade e Estado de São Paulo, CEP 01309-030, podendo por deliberação da Diretoria, criar e extinguir filiais, sucursais, agências, depósitos e escritórios de representação em qualquer parte do território nacional ou no exterior. Art. 4º - A Cia iniciarå suas atividades em 30/09/2010 e seu prazo de duração serå indeterminado. Cap. - II - Do Capital Social e Açþes - Art. 5º - O Capital Social da Cia Ê de R$ 1.000,00 (um mil reais), dividido em 1.000 (um mil) açþes ordinårias todas nominativas e sem valor nominal. §1º - Todas as açþes da Cia serão nominativas, facultada adoção da forma escritural, em conta corrente de depósito mantida em nome de seus titulares, junto à instituição financeira indicada pela Diretoria, podendo ser cobrada dos acionistas a remuneração de que trata o parågrafo 3º do artigo 35 da lei 6.404/76. §2º - A cada ação ordinåria corresponde a um voto nas AssemblÊias Gerais. §3º - A capitalização de lucros ou de reservas serå obrigatoriamente efetivada sem modificação do número de açþes. O grupamento e o desdobramento de açþes são tambÊm expressamente proibidos, exceto se previamente aprovado em AssemblÊia Especial, por acionistas representando a maioria das açþes ordinårias. §4º - Poderão ser emitidas sem direito de preferência para os antigos acionistas, açþes, debêntures ou partes beneficiårias conversíveis em açþes e bônus de subscrição cuja colocação seja feita por uma das formas previstas no artigo 172 da Lei 6.404/76, desde que a eliminação do direito de preferência seja previamente aprovada em assemblÊia especial, por acionistas representando a maioria das açþes ordinårias. §5º - A alteração deste Estatuto Social na parte que regula a diversidade de espÊcies e/ou classes de açþes não requererå a concordância de todos os titulares das açþes atingidas, sendo suficiente a aprovação de acionistas que representem a maioria tanto do conjunto das açþes com direito a voto, quando de cada espÊcie ou classe. §6º - A emissão de debêntures conversíveis, bônus de subscrição, outros títulos ou valores mobiliårios conversíveis em açþes e partes beneficiårias, estas conversíveis ou não, bem como a outorga de opção de compra de açþes dependerå da prÊvia aprovação de acionistas representando a maioria das açþes de cada espÊcie ou classe de açþes. Art. 6º - Os certificados representativos das açþes serão sempre assinados por dois Diretores, ou mandatårios com poderes especiais, podendo a Cia emitir títulos múltiplos ou cautelas. Parågrafo Único - Nas substituiçþes de certificados, bem como na expedição de segunda via de certificados de açþes nominativas, serå cobrada uma taxa relativa aos custos incorridos. Art. 7º - O montante a ser pago pela Cia a título de reembolso pelas açþes detidas por acionistas que tenham exercido direito de retirada, nos casos autorizados por lei, deverå corresponder ao valor econômico de tais açþes, a ser apurado de acordo com o procedimento de avaliação aceita pela Lei nº 9.457/97, sempre que tal valor for inferior ao valor patrimonial apurado de acordo com o artigo 45 da Lei nº 6.404/76. Art. 8º - A Cia só registrarå a transferência de açþes se forem observadas as disposiçþes pertinentes do Acordo de Acionistas, desde que esteja arquivado em sua sede. Cap. - III - Da Administração - Art. 9º - A Cia serå administrada por uma Diretoria, composta por atÊ 3 (três) Diretores, sendo um Diretor - Presidente e os demais Diretores sem designação específica, residentes no País, acionistas ou não, eleitos e destituíveis pela AssemblÊia Geral, observado o disposto neste Estatuto. §1º - O mandato da Diretoria serå de 02 (dois) anos, permitida a reeleição, sendo o mandato prorrogado, automaticamente, atÊ a eleição e posse dos respectivos substitutos. §2º - A investidura dos Diretores far-se-å mediante termo lavrado no livro de “Atas das Reuniþes da Diretoria”. Os Diretores reeleitos serão investidos nos seus cargos pela própria AssemblÊia Geral, dispensadas quaisquer outras formalidades. §3º - Em caso de vaga, serå convocada a AssemblÊia Geral para eleição do respectivo substituto, que completarå o mandato do Diretor substituído, com observância dos direitos de eleição em separado previstos no §2º do artigo 5º deste Estatuto. §4º - Em suas ausências ou impedimentos eventuais, os Diretores serão substituídos por quem vierem a indicar. §5º - Compete a Diretoria conceder licença aos Diretores, sendo que esta não poderå exceder a 30 (trinta) dias, quando remunerada. §6º - A remuneração dos Diretores serå fixada pela AssemblÊia Geral, em montante global ou individual, ficando os Diretores dispensados de prestar caução em garantia de sua gestão. Art. 10 - A Diretoria terå plenos poderes de administração e gestão dos negócios sociais, para a pråtica de todos os atos e realização de todas as operaçþes que se relacionarem com o objeto social, observado o disposto neste Estatuto. §1º - AlÊm das demais matÊrias submetidas a sua apreciação por este Estatuto, compete à Diretoria, reunida em colegiado: a) Fixar a orientação geral dos negócios da Cia; b) Fiscalizar a gestão dos Diretores, examinarem, a qualquer tempo, os livros e papÊis da Cia, solicitar informaçþes sobre contratos celebrados ou em vias de celebração, e quaisquer outros atos; c) Manifestar-se previamente sobre os relatórios, contas e orçamentos e propostas elaboradas pelos Diretores para apresentação à AssemblÊia Geral; e d) Distribuir entre os membros da Diretoria, a verba global dos Diretores, fixarem em AssemblÊia Geral, se for o caso. §2º - A Diretoria reunir-se-å preferencialmente na Sede Social, sempre que convier aos interesses sociais, por convocação escrita, com indicação circunstanciada da ordem do dia, subscrita pelo Diretor - Presidente, com antecedência mínima de 3 (três) dias, exceto se a convocação e/ou o prazo forem renunciados, por escrito, por todos os Diretores. §3º - A Diretoria somente se reunirå com a presença de, no mínimo, 2 (dois) Diretores, considerando-se presente o Diretor que enviar voto escrito sobre as matÊrias objeto da ordem do dia. §4º - As decisþes da Diretoria serão tomadas pelo voto favoråvel da maioria de seus membros presentes à reunião. §5º - As reuniþes da Diretoria serão objeto de atas circunstanciadas, lavradas em livro próprio. Art. 11 - Os Diretores terão a representação ativa e passiva da Cia, incumbindo-lhes executar e fazer executar, dentro das respectivas atribuiçþes, as deliberaçþes tomadas pela Diretoria e pela AssemblÊia Geral, nos limites estabelecidos pelo presente Estatuto. Art. 12 - A Cia somente poderå assumir obrigaçþes, renunciar a direitos, transigir, dar quitação, alienar ou onerar bens do ativo permanente, bem como emitir, garantir ou endossar cheques ou títulos de crÊdito, mediante instrumento assinado pelo Diretor-Presidente, isoladamente, por 2 (dois) Diretores, em conjunto, por 1 (um) Diretor e 1 (um) mandatårio ou, ainda, por 2 (dois) mandatårios, constituídos especialmente para tal, observados quanto à nomeação de mandatårios o disposto no parågrafo 1º deste artigo. §1º - Os instrumentos de mandato outorgados pela Cia serão sempre assinados pelo Diretor-Presidente, isoladamente, ou por 2 (dois) Diretores, devendo especificar os poderes concedidos e terão prazo certo de duração, limitado hå um ano, exceto no caso de mandato judicial, que poderå ser por prazo indeterminado. §2º - Excepcionalmente, a Cia poderå ser representada nos atos a que se refere o Caput deste artigo mediante a assinatura isolada de um Diretor ou de um mandatårio, desde que haja, em cada caso específico, autorização expressa da Diretoria. Cap. - IV - AssemblÊia Geral - Art. 13 - AAssemblÊia Geral reunir-se-å, ordinariamente, dentro dos 4 (quatro) meses subseqßentes ao tÊrmino do exercício social para fins previstos em lei e, extraordinariamente, sempre que os interesses sociais assim o exigirem. §1º - A AssemblÊia Geral poderå ser convocada, na forma da lei, por quaisquer 2 (dois) Diretores e serå presidida pelo Diretor Presidente, que designarå um ou mais secretårios. §2º - As deliberaçþes da AssemblÊia Geral, ressalvadas as exceçþes previstas em lei, e neste estatuto, serão tomadas por maioria de votos, não se computando os votos em branco. §3º - Os acionistas poderão ser representados nas AssemblÊias Gerais por mandatårios nomeados na forma do §1º do artigo 126 da Lei 6.404/76, devendo os respectivos instrumentos de mandato ser depositados, na sede social, com 03 (três) dias de antecedência da data marcada para realização da AssemblÊia Geral. Cap. - V - Conselho Fiscal - Art. 14 - O Conselho Fiscal da Cia, que não terå caråter permanente, somente serå instalado quando por solicitação dos acionistas na forma da Lei, e serå composto por 3 (três) membros efetivos e 3 (três) membros suplentes, acionistas ou não, eleitos pela AssemblÊia geral em que for requerido o seu funcionamento. §1º - Os membros do Conselho Fiscal, quando em exercício, terão direito a remuneração a ser fixada pela AssemblÊia Geral que os eleger. §2º - As deliberaçþes do Conselho Fiscal serão tomadas por maioria de votos e lançadas no livro próprio. Cap. - VI - Exercício Social e Lucros - Art. 15 - O exercício social terminarå no dia 31 de dezembro de cada ano. Ao fim de cada exercício a Diretoria farå elaborar, com base na escrituração mercantil, as demonstraçþes financeiras previstas em Lei, observadas as normas então vigentes, as quais compreenderão a proposta de destinação do lucro do exercício. Art. 16 - Do resultado apurado no exercício, após a dedução dos prejuízos acumulados, se houver, 5% (cinco por cento) serão aplicados na constituição da reserva legal, a qual não excederå o importe de 20% (vinte por cento) do capital social. Do saldo, ajustado na forma do artigo 202 da Lei nº 6.404/76, se existente, 25% (vinte e cinco por cento) serão atribuídos ao pagamento do dividendo mínimo obrigatório. §1º - Atribuir-se-å Reserva para Investimentos, que não excederå a 80% (oitenta por cento) do Capital Social subscrito, importância não inferior a 5% (cinco por cento) e não superior a 75% (setenta e cinco por cento) do lucro líquido do exercício, ajustado na forma do artigo 202 da lei nº 6.404/76, com a finalidade de financiar a expansão das atividades da Cia e/ou de suas empresas controladas e coligadas, inclusive atravÊs da subscrição de aumentos de capital, ou a criação de novos empreendimentos. §2º - O saldo do lucro líquido ajustado, se houver, terå a destinação quer lhe for atribuída pela AssemblÊia Geral. Art. 17 - Os dividendos atribuídos aos acionistas serão pagos nos prazos da lei, somente incidindo correção monetåria e/ou juros se assim for determinado pela AssemblÊia Geral, e, se não reclamados dentro de 3 (três) anos contados da publicação do ato que autorizou sua distribuição, prescreverão em favor da Cia. Art. 18 - A Cia poderå levantar balanços semestrais, ou em períodos menores, e declarar, por deliberação da AssemblÊia Geral, dividendos à conta de lucros apurado nesses balanços, por conta do total a ser distribuído ao tÊrmino do respectivo exercício social, observadas as limitaçþes previstas em lei. §1º - Ainda por deliberação da AssemblÊia Geral, poderão ser declarados dividendos intermediårios, à sua conta de lucros acumulados ou de reservas de lucros existentes no último balanço levantado, inclusive à conta da reserva para Investimentos a que a que se refere o §1º do artigo 16. §2º - TambÊm, mediante decisão da AssemblÊia Geral, os dividendos ou dividendos intermediårios poderão ser pagos a título de juros sobre o capital social. §3º - Dividendos intermediårios deverão sempre ser creditados e considerados como antecipação do dividendo obrigatório. Cap. - VII - Liquidação - Art. 19 - A Cia somente serå dissolvida e entrarå em liquidação por deliberação da AssemblÊia Geral ou nos demais casos previstos em lei. §1º - À AssemblÊia Geral que deliberar sobre a liquidação caberå nomear o respectivo liquidante e fixar-lhe a remuneração. §2º - A AssemblÊia Geral, se assim solicitarem acionistas que representem o número fixado em lei, elegerå o Conselho Fiscal, para o período da liquidação. Acionistas: Marcelo Duarte e Diego Carreiro Mesa. São Paulo, 30/09/2010. Marcelo Duarte - Presidente, Diego Carreiro Mesa - Secretårio. Visto do Advogado: Cecília Maria S. Nogueira - CPF 043.037.578-81 - OAB/SP nº 113.428.

PREFEITURA MUNICIPAL DE IGARATĂ AVISOS DE LICITAĂ‡ĂƒO TOMADA DE PREÇOS NÂş 002/2013 – PROCESSO ADMINISTRATIVO NÂş 1711/2013 CONTRATAĂ‡ĂƒO DE EMPRESA ESPECIALIZADA EM OBRAS DE ENGENHARIA, REFERENTE Ă€ MĂƒO DE OBRA, MATERIAIS E EQUIPAMENTOS PARA CONSTRUĂ‡ĂƒO DE UMA CRECHE ESCOLA NO JARDIM ROSA HELENA, MUNICĂ?PIO DE IGARATĂ /SP. Abertura e Credenciamento: 13/09/2013, Ă s 14h00, na sala de licitaçþes, sita Ă Av. Benedito Rodrigues de Freitas, 330, Centro, IgaratĂĄ/SP. A vistoria (visita tĂŠcnica) ao local da obra serĂĄ realizada das 12h00 Ă s 17h00 entre os dias 02/09/2013 a 10/09/2013, com agendamento prĂŠvio atravĂŠs do telefone: (11) 4658-1055. O edital e seus anexos poderĂŁo ser obtidos atravĂŠs de solicitação por e-mail: licitacaoigarata@gmail.com. IgaratĂĄ, 26 de agosto de 2013. BENEDITO SERGIO DE MORAES - PRES. CPL

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAĂ‡ĂƒO

GOVERNO DO ESTADO DE SĂƒO PAULO

FDE AVISA COMUNICADO Comunicamos Ă Bonauto Locação de VeĂ­culos Ltda., que os OfĂ­cios DAF/GAD/DTR 21/00007/13; DAF/GAD/DTR 21/00008/13; DAF/GAD/ DTR 21/00009/13 e DAF/GAD/DTR 21/0021/13, datados de 09/05/13, 09/05/13, 09/05/13 e 09/08/13, respectivamente, encaminhados Ă sede dessa empresa, sita Ă Av. Visconde de Nova Granada, 142 – sala 2 – Jardim Cipava – Osasco – SP., conforme cadastro nesta FDE, retornaram dos Correios com a “Observação “ Mudou-se/Desconhecido. Solicitamos o comparecimento de V. Sas. no Departamento de Cadastro e Processos Administrativos localizado na sede da FDE, sita Ă Av. SĂŁo Luis, 99 – 5Âş andar - RepĂşblica – SĂŁo Paulo – SP., para regularizar as informaçþes do seu cadastro, bem como comparecer junto ao DTR para tomar ciĂŞncia dos ofĂ­cios elencados acima.

DECLARAĂ‡ĂƒO Ă€ PRAÇA

A empresa DPTO PROMOÇÕES COMÉRCIO IMPORTAĂ‡ĂƒO E EXPORTAĂ‡ĂƒO LTDA., situada Ă Rua Pepiguari, 120 – Alto da Lapa – SĂŁo Paulo -SP, CEP.: 05059-010, inscrita na IE nÂş 114.424.722.113 e inscrição no CNPJ(MF) nÂş 00.662.485/0001-89, vem atravĂŠs desta DECLARAR EXTRAVIO de notas fiscais, modelo 1, utilizadas do nÂş 3328 ao nÂş 3343 (15 notas), AIDF nÂş 850-05/02.

DECLARAĂ‡ĂƒO Ă€ PRAÇA

A empresa DPTO PROMOÇÕES LTDA., situada à Avenida Netuno, 29 – Sala 1 – Piso 1 – Centro de Apoio 1 – Alphaville – Santana de Parnaíba – SP, CEP.: 06541015, inscrita na IE nº 623.096.659.114 e inscrição no CNPJ(MF) nº 03.490.964/ 0001-53, vem atravÊs desta DECLARAR EXTRAVIO de notas fiscais, modelo 1, não utilizadas e em branco, do nº 001 ao nº 200.

PREFEITURA MUNICIPAL DE BIRIGUI

EDITAL NÂş 99/2013 – RP de PREGĂƒO PRESENCIAL NÂş 77/2013. OBJETO:- Registro de preços para contratação de empresa especializada em prestação de serviços para a realização de diversos exames laboratoriais, destinados Ă s unidades bĂĄsicas de saĂşde, saĂşde da mulher e pronto socorro municipal - Secretaria de SaĂşde, pelo perĂ­odo de 12 (doze) meses. Data da Abertura 09/09/2013, Ă s 08:00 horas. Melhores informaçþes poderĂŁo ser obtidos junto a Seção de Licitaçþes na Rua Santos Dumont nÂş 28, Centro, ou pelos telefones (018) 3643.6126. O Edital poderĂĄ ser lido naquela Seção e retirado gratuitamente no site www.birigui. sp.gov.br., Paulo Roberto Bearari, Prefeito Municipal Interino, Birigui, 26/08/2013.

Empresa SĂŁo Paulo Obras - SP Obras SOLICITAĂ‡ĂƒO DE LICENÇA AMBIENTAL PRÉVIA A SĂŁo Paulo Obras - SPOBRAS torna pĂşblico que requereu Ă Secretaria do Verde e do Meio Ambiente do MunicĂ­pio de SĂŁo Paulo a Licença Ambiental PrĂŠvia para o empreendimento denominado: Terminais de Itaquera e Corredores de Ă´nibus da Zona Leste, MunicĂ­pio de SĂŁo Paulo/SP.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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terça-feira, 27 de agosto de 2013

nformática Heidi Schuman/The New York Times

n APLICATIVO 1

Olho do dono no restaurante. Mesmo à distância. aplicativo móvel Pulse Real Time, da NCR, para restaurantes e lanchonetes, permite ao usuário ter acesso remoto e em tempo real a dados estratégicos operacionais do estabelecimento por meio do tablet ou smartphone. Compatível com iOS e Android, fornece informações coletadas pelo Ponto de Venda (POS) para que o gestor acompanhe a movimentação do restaurante e tome decisões mesmo à distância. O software traz painéis e alertas sobre desempenho de vendas, detalhes de performance da equipe e configura rotinas – como cancelamentos, descontos e transferências. www.colibri.com.br

O

Para Gultekin, coinventor do Now, o Google é "muito conservador" com o que mostra às pessoas . APLICATIVO 2

Soluções à procura de problemas Companhias trabalham no que chamam "busca preditiva" – novas ferramentas que agem como assistentes robóticos, antecipando o que a pessoa precisa antes que faça o pedido. Claire Cain Miller*

E

m Hollywood, há os assessores que seguram os guarda-chuvas para proteger o chefe das inclemências do tempo; em escritórios, há quem saiba exatamente quanto creme colocar no café do superior; nos castelos britânicos, a nobreza conta com os criados . No Vale do Silício, assistentes pessoais tão solícitos quanto esses, com igual capacidade de ler mentes, se apresentam na forma de um aplicativo de celular. Uma gama de startups e grandes empresas como o Google trabalham no que chamam "busca preditiva" – novas ferramentas que agem como assistentes robóticos, antecipando o que você precisa antes que faça o pedido. É como se você fosse alertado por seu celular pela manhã de que precisa sair mais cedo para sua reunião por causa do trânsito – mesmo sem ter registrado no telefone que tinha uma reunião, ou onde ela seria. Então, como ele soube? Porque um aplicativo leu seu email, examinou seu calendário, monitorou sua localização, buscou padrões de tráfego e deduziu que você precisaria de meia hora adicional para chegar até a reunião. A tecnologia é o mais novo desenvolvimento de busca na web, e um dos primeiros focados em dispositivos móveis. Nem exige que as pessoas digitem uma pergunta. Seu contexto – localização, hora do dia e atividade digital – é a consulta, segundo os engenheiros criadores desses serviços. Muitos tecnólogos concordam que esse serviço provavelmente se tornará parte do dia a dia da maioria das pessoas, incorporado em despertadores, geladeiras e espelhos de banheiros. O Google Now já é parte importante dos óculos conectados Google Glass. Enquanto um usuário dos óculos caminha pelo aeroporto, cheio de malas, o dispositivo pode exibir um alerta de que seu voo está atrasado. O Google Now está "meio que me deixando boquiaberto atualmente", afirma Danny Sullivan, editor e fundador do site Search Engine Land, que vem estudando as buscas há duas décadas. "Já vi todo tipo de

coisa que teoricamente iria revolucionar as buscas, mas nada aconteceu. O Google Now está fazendo isso". Para algumas pessoas, porém, a busca preditiva – também em serviços como Cue, reQall, Donna, Tempo AI, MindMeld e Evernote – é a invasão definitiva em nossas vidas, outra intrusão piscando e vibrando em nossos bolsos, analisando nossas vidas online por informações pessoais e confundindo a linha entre o útil e o bizarro. "Em questão de bizarrice, a resposta depende da pessoa a quem você pergunta", diz An-

Quanto melhor pudermos oferecer informações, melhor poderemos entregar informações comerciais. LARRY PAGE, DO GOOGLE. drea M. Matwyshyn, professor da Wharton School, na Universidade de Pennsylvania, que estuda as implicações legais da tecnologia. "O que funciona para um grupo de engenheiros do Vale do Silício de 30 e poucos anos pode não espelhar a forma como executivos de Nova York com 60 anos costumam usar seus celulares". Migalhas digitais Muitos programadores de software sonhavam em criar uma ferramenta como essa durante anos. A tecnologia está surgindo agora porque as pessoas estão desesperadas por formas de lidar com a inundação de informações digitais, já que grande parte dessas informações fica armazenada na nuvem – onde aplicativos podem acessá-la com facilidade. "Não podemos continuar fazendo oito reuniões e receben-

do 200 e-mails por dia", afirma N. Rao Machiraju, cofundador e presidente da reQall, que vende tecnologia para outras empresas criarem seus próprios assistentes pessoais. "Possuímos uma tecnologia que não está esperando que você faça uma pergunta, mas antecipando o que você precisa e qual a melhor hora para lhe entregar aquilo". Os serviços adivinham o que o usuário quer com base nas migalhas digitais deixadas por ele, como entradas de calendário, e-mails, atividade em redes sociais e os locais que ele frequenta com o celular. Muitos usam serviços externos para coisas como procurar cupons, ler notícias e se informar sobre o trânsito. O Google Now, que chegou para alguns celulares Android há um ano e para iPhones em abril, diz ao usuário a hora de sair para o restaurante onde fez reserva. Isso porque ele percebeu um e-mail do OpenTable em sua caixa de entrada do gmail, conhece sua localização pelo GPS de seu aparelho e verificou o Google Maps pelas condições do trânsito. Alguns dias antes de você viajar, ele lhe mostra o clima em seu destino, e ao desembarcar, informações sobre o câmbio e a hora em seu país de origem. Peça em voz alta que o Google Now lhe avise para comprar leite quando entrar em um mercado, e um alerta aparecerá da próxima vez em que você estiver em uma loja. A busca preditiva de sucesso, no entanto, é tão complicada quanto a vida real. Se você está em Londres a trabalho, o que um aplicativo saberia a partir dos eventos em seu calendário, provavelmente gostaria de um PDF corporativo. Mas se está de férias, você preferiria a rota até o Big Ben. "No momento em que você faz uma busca, algo já falhou", afirma Phil Libin, presidente do Evernote, aplicativo de notas que exibe ativamente entradas anteriores relacionadas a circunstâncias atuais. Conhecer as pessoas Muitos dos aplicativos usam o aprendizado de máquinas para conhecer as pessoas ao longo do tempo. O serviço da reQall, por exemplo, pode bloquear chamadas para não o atrapalhar durante reuniões. Certo dia, porém, o jovem filho

do cofundador da companhia, Sunil Vemuri, estava doente em casa com o pai de Vemuri, que tentava falar urgentemente para perguntar sobre medicamento. Como ligou mais de uma vez e a reQall sabia que os dois tinham o mesmo sobrenome e se falavam com frequência, o aplicativo interrompeu a reunião. A meta é ir além da ajuda logística para lhe enviar qualquer coisa que você possa precisar saber. O Google recentemente acrescentou recomendações de livros, filmes e músicas, por exemplo. "Você pode apenas imaginar vários anos no futuro, se aquele assistente pessoal fosse um especialista em cada campo conhecido pela humanidade", conta Amit Singhal, vice-presidente de busca do Google. Os anúncios não estão muito distantes. "Quanto melhor pudermos oferecer informações, mesmo sem que você peça, melhor poderemos entregar informações comerciais que as pessoas estão animadas para promover", disse Larry Page, presidente do Google, a analistas em abril. Alguns céticos dizem que empurrar anúncios e outras informações indesejadas pode ser irritante ou até mesmo uma violação de privacidade. Se você assiste ao trailer de um filme no YouTube, por exemplo, o Google Now pode enviar horários locais quando o filme estrear em sua cidade. Mas e se você odiou o trailer? "As pessoas podem achar a interface mais perturbadora do que útil", admite Matwyshyn, da Wharton. Baris Gultekin, diretor de gestão de produtos do Google coinventor do Now, argumenta que a empresa está ciente do risco e é "muito conservadora" com o que mostra às pessoas. Segundo Daniel Gross, cofundador de outros aplicativo de assistente pessoal, o Cue, é por isso que ele começou com alertas onde a pessoa assinalou interesse – como criar uma entrada no calendário, por exemplo. "Esse é um problema complexo, pois por um lado você quer oferecer ao usuário a melhor experiência possível", diz ele. "E por outro lado, você não quer que alguém tenha um momento sinistro de preocupação, do tipo: 'Isso parece bom demais pra ser verdade'". *The New York Times

Uma ajuda para o lojista que quer mais aproximação com o cliente Avanade criou a solução Grab and Go específica para o varejo. O aplicativo possibilita aos lojistas utilizarem tecnologias de multicanal (lojas físicas, web e m-commerce) para melhorarem a interatividade com os clientes. Com ele, o usuário pesquisa, seleciona itens e envia as informações sobre produtos para smartphones por meio do QR Code ou por NFC (por aproximação), adicionando-as a uma cesta virtual. Os consumidores podem, ainda, compartilhar essas informações com amigos via redes sociais, diretamente do smartphone ou tablet. O varejista compra o aplicativo diretamente com a Avanade. O preço varia de acordo com a aplicação e o cliente. http://www.avanade.com/pt-br/pages/contact.aspx

A

IMAGEM

Tire os velhos negativos do fundo da gaveta

uem tem negativos de filmes fotográficos guardados e quer revelá-los, pode contar com a ajuda do smartphone. Os negativos em película são transformados em fotos digitais com o pequeno Smartphone Film Scanner acoplado a aparelhos que rodam iOS ou Android e com a ajuda de um aplicativo. O app permite editar e fazer vídeos usando as fotos escaneadas. Por US$ 59 na http://www.uncommongoods.com/product/smartphonefilm-scanner

Q

SMARTPHONE

Especial para quem gosta de enfrentar qualquer parada Galaxy S4 Active, da Samsung é para usuários que gostam de aventuras e esportes e precisam estar sempre conectados. O aparelho possui proteção padrão IP67 (International Protection), que permite ao proprietário levá-lo à praia ou andar por trilhas empoeiradas – é totalmente selado contra poeira e água (pode ser mergulhado em até um metro durante 30 minutos). A entrada para fones de ouvido também é à prova d'água e ele pode ficar debaixo da chuva ou na piscina. O S Travel (Trip Advisor) informa o viajante sobre o local onde se encontra, enquanto o Translator fornece tradução instantânea, com áudio para textos, emails e mensagens. A câmera de 8 MP inclui o Modo Ação para captura em várias funções de disparo. A tela tem 5 polegadas. Por R$ 2.299

O


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