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Diário do Comércio - 26/08/2013

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A PAZ ESTÁ MORTA. SÍRIA ESPERA ATAQUE.

Ammar Dar/Reuters

São Paulo, sábado, domingo e segunda-feira, 24, 25 e 26 de agosto de 2013

www.dcomercio.com.br

O novo cartão-postal da Praça da Sé

Conclusão: 23h40

Ano 90 - Nº 23.943

Jornal do empreendedor

R$ 1,40

Pombas caem mortas na Síria. Gás e ataque punitivo pairam no ar. Israel distribui máscaras. E Irã e Rússia advertem. Pág. 7

Agliberto Lima/DC

Defesa da Rússia gay, com vodca. Boicote mundial à vodca será uma arma eficaz? Não. Pág. 6

Agnes Dherbeys/The New York Times

Acima, na pág. 8 e em nosso site, uma galeria de cartões-postais atualizados da Sé. Mande-os para o prefeito Haddad e vereadores.

Matheus Britto/Futura Press/Estadão Conteúdo

Marcello Zambrana/Estadão Conteúdo

Itamaraty vai apurar fuga para o Brasil

Francês em baixa na... França. ISSN 1679-2688

23943

9 771679 268008

Página 4

Medicina à cubana está servida No sábado, chegaram 206 médicos de Cuba. Ontem (foto), mais 194. Eles vieram para o Mais Médicos, que pagará R$ 10 mil a cada um. Mas a Ilha ficará com R$ 9,3 mil . Pág. 5

Não há mal que sempre dure Na briga entre tricolores, vence o do Morumbi (2) contra o Flu (1). Ganso brilha, L. Fabiano (foto) marca. É a virada? Espor te, págs. 13 e 14.

Martin Alipaz/EFE-29/05/12

Consumo da outrora popular baguete murcha 50%. Pág. 18

O senador boliviano Roger Pinto Molina, que estava refugiado na embaixada brasileira há mais de um ano, veio de carro oficial do Brasil.Pág. 5


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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sábado, domingo e segunda-feira, 24, 25 e 26 de agosto de 2013

Como diz o provérbio norte-americano, é a diferença de opiniões que faz os cavalos correrem. Roberto Fendt

pinião

EMPREGO AINDA É UM DADO POSITIVO

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TOUREANDO AS EXPECTATIVAS

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ames Clavell notabilizouse por seus romances ambientados na Ásia, como Shogun e Tai-Pan, introduzindo para milhões de leitores aspectos pouco conhecidos da cultura oriental. Em um desses livros, ambientado em Hong Kong na primeira metade do século 19, mercadores dependiam da informação da chegada de navios para formar preço sobre os estoques de produtos que seriam. Em um embate pelo mercado de Hong Kong entre duas grandes casas comerciais, venceu aquela que instalou no alto de uma coluna um posto de observação para primeiro perceber a chegada dos navios – e assim tomar posição comprada ou vendida e vencer a adversária na luta pelo lucro comercial.

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enorme progresso nas comunicações no mundo globalizado atual mudou a ênfase da informação para a expectativa, seja dos preços dos produtos, das taxas de juros e do câmbio. Essas expectativas às vezes tornam-se voláteis, em momentos especiais, nos quais se antecipa que grandes mudanças de tendências estão por ocorrer. Quanto maior a volatilidade, maiores as flutuações nos principais preços no mercado, como as taxas de juros e o câmbio. Como diz o provérbio americano, é a diferença de opiniões

que faz os cavalos correrem. Ocorre que às vezes essa corrida torna-se desenfreada e prejudica a todos. Evitar a exacerbação das expectativas é uma das principais missões dos bancos centrais.

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mundo inteiro está hoje de olho no que fará o Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos). Desde a crise de 2008, o Fed vem mantendo a taxa básica de juros americana muito próxima de zero e injetando liquidez no mercado através de uma política de compra sistemática de ativos. Certo ou errado, o objetivo dos estímulos monetários foi criar as condições para a retomada da economia dos EUA. O baixo retorno dos ativos financeiros nos EUA fez os capitais do país fluirem para o mundo inteiro, particularmente para os emergentes. E tornou as taxas de câmbio desses países valorizadas.

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s efeitos do direcionamento dos fluxos de capitais abateu a inflação em alguns lugares, prejudicou a indústria em outros. Mal ou bem, cada país atingido procurou, ao seu modo, conviver com os efeitos da política monetária dos EUA, aguardando que a direção fosse eventualmente revertida. Desde maio desse ano, o governador do Fed, Ben Bernanke, vem procurando direcio-

MARINA E O PEN Sobre a nota veiculada em 13 de agosto na coluna de GibaUm, afirmando que "se Rede não vingar, Marina Silva virá ao PEN", a Rede Sustentabilidade esclarece que não houve nenhuma conversa entre a ex-senadora Marina Silva e Uezer

terior, esperavam que o Fed começasse a retirar os estímulos monetários já a partir de setembro. A divulgação da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária americano frustrou essa expectativa. Em lugar de reduzir a divergência das opiniões, a comunicação do Fed exacerbou-a. Assim os cavalos estão correndo agora mais que antes. O gerenciamento das expectativas não conseguiu o resultado desejado.

ROBERTO FENDT

nar as expectativas dentro e fora dos EUA para o retorno de condições normais para a política monetária – entendidas essas condições como o retorno das taxas de juros americanas a um patamar mais alto.

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ernanke procurou fazêlo com a antecedência necessária para que os efeitos da alta dos juros não pegasse todos, ou pelo menos quase todos, desprevenidos. E procurou explicitar os indicadores que norteariam a mudança da política monetária. Tais indicadores seriam o crescimento do PIB e o nível de emprego no mercado de trabalho. Como a economia não depende apenas das intenções das autoridades monetárias mas, principalmente, das percepções e das expectativas dos agentes econômicos, a mudança da política monetária americana não está correspondendo às expectativas geradas no mercado pelas informações prévias fornecidas por Bernanke. Os mercados, daqui e no ex-

Marquez, presidente do PEN (Partido Ecológico Nacional), sobre sua possível filiação ao partido. A #rede já se pronunciou por diversas vezes de forma contrária à antecipação da campanha eleitoral por considerar a discussão inadequada. Além disso, estamos confiantes em

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s consequências se fazem mostrar em toda parte. No Brasil e em toda a América Latina desvalorizam-se rapidamente as moedas – mais acentuadamente aqui do que nos vizinhos por termos uma política econômica mais errática do que as deles. Mas o mesmo se passa na Índia, que padece de um déficit recorde em conta corrente, da desvalorização da rúpia e da desaceleração do crescimento. O mesmo está ocorrendo na Indonésia e teme-se o contágio desses efeitos a outros países do Sudeste asiático. Tudo indica, portanto, que o Fed não conseguiu tourear as expectativas como desejava e, portanto, que a mudança de uma política monetária expansionista para uma política mais restritiva também deverá causar turbulências em um grande número de países. ROBERTO FENDT É ECONOMISTA

relação ao registro do partido que, agora entra em sua reta final, com o protocolo do registro nos Estados e, nos próximos dias, com o pedido de registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Bianca Marchetti - Idearia Assessoria de Imprensa da Rede Sustentabilidade

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cesário Ramalho da Silva Edy Luiz Kogut João Bico de Souza José Maria Chapina Alcazar Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Miguel Antonio de Moura Giacummo Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Renato Abucham Roberto Mateus Ordine Roberto Penteado de Camargo Ticoulat Sérgio Belleza Filho Walter Shindi Ilhoshi

divulgação da ata da última reunião do FED, o Banco Central dos EUA, em 21 de agosto, trouxe informações que ajudam a entender o "adiamento da antecipação" do processo de redução do ritmo de compras dos ativos, de US$ 85 bilhões mensais que – na expectativa dos mercados financeiros – deveria começar em setembro próximo. Em primeiro lugar, viuse que o dissenso entre os membros do Comitê é enorme; em segundo, que os sistemas de comunicação do FED precisam ser melhorados (o que robustece a suspeita de que a confusão que ganhou os mercados decorreu de falhas de comunicação); e por último e o mais importante, é que a maioria dos membros não aceita deflagrar o processo de desaceleração antes que o desemprego nos EUA caia para 6,5% (está acima de 7%), que era a ideia inicial de Bernanke.

O

comunicado de quarta-feira mostrou avanços na comunicação: deixa claro que a discordância é geral e que um dos membros do comitê chegou a discordar, inclusive. da forma de sua divulgação. A comunicação, aliás, está se tornando um dos problemas mais sérios para compreensão dos fatos econômicos. No Brasil, a semana agitada nos mercados de câmbio e de juros ajudou a reanimar algumas expectativas pessimistas que não encontram correspondência nos resultados do primeiro semestre econômico. A começar pelo mercado de trabalho, que na maioria dos países continua mostrando resultados desastrosos, e entre nós manteve altos níveis de ocupação, com o índice de desemprego em julho situando-se em 5,6% – e ainda com variações positivas para o número de contratações e nível médio de renda dos trabalhadores, em comparação com o semestre análogo do ano anterior.

DELFIM NETTO

com as colheitas dos 20 principais produtos agrícolas superando em 12,2% o volume das safras do ano anterior e as exportações de todo o setor, encerrando o semestre com crescimento de 9,5%, atingindo US$ 58,8 bilhões, quase US$ 6 bilhões a mais do que no mesmo período de 2012.

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a indústria de transformação – que tem sido apontada como o "patinho feio" da economia – houve reação na produção do semestre, terminando junho com o nível de capacidade média instalada de 82,16% e alta de 0,8% em relação a igual período do ano anterior, o que aponta para a possibilidade de aumento dos investimentos em parte do setor, pelos dados da Confederação Nacional das Indústrias – CNI.

N

o próprio campo político assistimos à redução de dois estresses institucionais, que devem trabalhar na direção de diminuir a angústia de muitos setores da sociedade na 1ª metade do ano. Primeiro, a presidente Dilma tomou a iniciativa do diálogo e diminuiu a tensão entre o Executivo e o Legislativo, que ameaçava tornar-se um cabo de guerra na apreciação de cada projeto e de seus vetos. Em segundo lugar, o STF reconheceu que pode, eventualmente, condenar membros do legislativo, mas que a cassação do mandato obtido na urna deve ser feita pelo Congresso. São dois movimentos no sentido do mútuo respeito à independência harmônica dos Poderes da República e, portanto, no sentido da consolidação institucional.

O

s resultados da produção e das exportações do agronegócio brasileiro, nos primeiros seis meses de 2013, mostraram crescimento significativo,

ANTÔNIO DELFIM NETTO É PROFESSOR EMÉRITO DA FEA-

USP, EX-MINISTRO DA FAZENDA, DA AGRICULTURA E DO PLANEJAMENTO contatodelfimnetto@terra.com.br

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, Marcel Solimeo Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Car valho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Marcus Lopes (mlopes@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), Tsuli Narimatsu (tnarimatsu@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke, Jaime Matos e Sandra Manfredini. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves e Sílvia Pimentel. Editor de Fotografia: Agliberto Lima. Arte e Diagramação: José dos Santos Coelho (Editor), André Max, Evana Clicia Lisbôa Sutilo, Gerônimo Luna Junior, Hedilberto Monserrat Junior, Lino Fernandes, Paulo Zilberman e Sidnei Dourado. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

sábado, domingo e segunda-feira, 24, 25 e 26 de agosto de 2013

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O ESTADO BRASILEIRO, CADA VEZ MAIS, IN TE RF ER E NA VIDA PESSOAL DOS CIDADÃOS.

pinião

Melhorando sempre

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omo vemos o tempo todo, o Estado, entre nós identificado ilegitimamente com o governo, cada vez mais interfere em nossa vida pessoal. Falta pouco para baixarem regras sobre o que devemos comer em casa (nas cantinas escolares, já baixaram e em breve algum alegre aí vai propor que os restaurantes só sirvam sobremesa se o freguês apresentar certidão negativa de diabetes), fundarem o programa Mesada Mínima para proteger nossos filhos de nossa eventual mesquinharia e instalarem câmeras nos banheiros domésticos, para pilhar possíveis deslizes em nossa higiene, consumo de água excessivo, uso do vaso em padrões anômalos e assim por diante, dessa forma colhendo dados preciosos para melhor nos proteger e aprimorar nossa qualidade de vida. Ingratos que somos, nem suspeitamos do alcance de certas medidas. Agora mesmo, nós, os felizes residentes da cidade do Rio de Janeiro, estamos prestes a ter a cidade mais limpa do mundo. Com grande severidade, agentes públicos acionam maquinetas moderníssimas e já multaram até quem jogou na calçada um palito de fósforo.

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plausos, aplausos, todos os brasileiros querem o Rio de Janeiro limpinho. Mas logo uma contestação chegará aos tribunais, que vão encarar sérios problemas epistemológicos, como, por exemplo, se a cinza espalhada pelo vento que deu na ponta de um cigarro constitui lixo jogado na rua, mesmo que não haja resquício visível dela. Em termos genéricos, o vento, em casos de lenços ou guardanapos de papel arrebatados de supetão, exclui o ilícito? Em área mais delicada, se o cidadão tem um engasgo no meio da rua e cospe antes de poder pegar um lenço ou chegar perto de uma cesta, paga multa por cuspir, digamos, em legítima defesa? Nos casos de dúvida fundada sobre quem jogou a guimba fora, prevalece o testemunho

JOÃO UBALDO RIBEIRO

de quem? A quantos segundos tem direito quem joga fora algo, para se arrepender e pegar o objeto de volta? Quem cronometra? Haverá lixo doloso e lixo culposo?

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ão graves questões, para cuja dilucidação certamente se requererá a participação de vários setores profissionais e da sociedade civil. Mas, na verdade, a política de tolerância zero quanto ao lixo é apenas uma fachada. Como a gente via nos filmes de detetive, é indispensável olhar além das aparências e talvez os cariocas encarem como uma bomba a notícia que vou dar. A notícia, claro, é que, por trás dessa aparentemente inócua medida, está um plano de grande astúcia, para reduzir quase a zero os crimes por arma de fogo, no Rio de Janeiro. Pensem aí. Pois é, a mim também isso só ocorreu depois de matutar bastante. As armas de fogo mais potentes costumam cuspir fora as cascas das balas, que geralmente caem no chão. Sacaram? Isso mesmo, caiu no chão, vira lixo! No momento mesmo em que o vagabundo der o primeiro tiro e a casca da bala cair no chão, o fiscal do lixo vai lá e dá um "guentaí, mermão" no meliante, tacando-lhe a multa logo em seguida.

Dar-se-á fenômeno análogo ao que aconteceu em São Paulo, com a zelosa campanha pela abolição do cigarro em locais públicos, até mesmo debaixo de uma marquise. Hoje os assaltos aumentaram, mas o número de assaltantes fumantes caiu vertiginosamente, por-

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uito sagaz, essa medida, temos que tirar o chapéu. Não pode papel de embrulhar bala de chupar, claro que não pode também casca de bala de atirar. Se tivessem feito uma campanha de tolerância zero à violência, a bandidagem ficaria em alerta. Com a campanha do lixo, ela é colhida de surpresa.

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ssa é a tradução de como agem Lula e Dilma, os companheiros petistas e aliados de oca$ião, que vendem a pátria se preciso for para , fingindo governar para os pobres, difundir a morta causa socialista. Afrontando, humilhando a classe médica brasileira que, sem lideranças combativas, não sabe como reagir ao acinte, mais uma vez o Brasil copia o anacrônico modelo venezuelano, para trazer para cá esses 4 mil médicos pagando a Cuba 10 mil reais por mês para cada um deles .

que eles sabem que, se fumarem, a cana pega.

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uerem ver, botem um cigarro aceso no bico e vão fazer arrastão num restaurante paulistano. Não passarão da porta de entrada, qualquer assaltante sabe dis-

Nossa conduta como torcedores de futebol também está sendo objeto de normatização. Já soube que ninguém vai poder entrar com instrumentos musicais na arena.

ACORDEM TODOS: A BRAZUELA VEM AÍ. bscuro. Ilegal. Irregular. Inconstitucional. A caminho de ser uma Venezuela, sonho dourado da embaçada visão míope da era Lulilma, o Brasil dá mais um passo e, violentando a legislação pátria, importa de Cuba médicos sem habilitação comprovada, a título de atender cidades sem profissionais – mas na verdade para subsidiar o falido modelo comunista da ilha dos Castros, com o suado dinheiro do pagador de impostos de nosso país.

proibir a transmissão e a cobertura de jogos? Mas aceitamos ovinamente até mesmo que algum paspalho invente e depois nos impinja palavras grotescas, como "Paralimpíadas" - e dá saudade de Ary Barroso, porque tenho certeza de que ele a denunciaria como uma burrice traidora da pátria e se recusaria a usá-la. Nossa conduta como torcedores também está sendo objeto de normatização. Já soube que ninguém vai poder entrar com instrumentos musicais numa arena, acabaram de matar de vez a charanga. Os torcedores também deverão observar uma série de regras, entre as quais não usar palavrões. Como os palavrões diferem regionalmente, tanto em vocábulos quanto em seus significados e usos, creio que será necessária a elaboração de um glossário de turpilóquios para cada cidade onde há arenas, com um 0800 e um site na internet, a fim de esclarecer o torcedor sobre a linguagem admissível em determinado local. E será também inevitável a proibição de epítetos que ofendam qualquer categoria, inclusive as prostitutas, tão injustamente presentes nos atuais xingamentos. Mas os avanços reais estarão nas conquistas contra a exclusão, a discriminação e a injustiça.

so. No Rio, dar tiro vai sair os olhos da cara, com certeza levando o bandido a pensar duas vezes antes de atirar. Muitas das últimas novidades têm a ver com o futebol. A gente aceita tudo o que nos impõem não se sabe de onde, ou mesmo que se saiba, até chamar os estádios de arena isso ou aquilo. Em nossa língua, é "estádio" ou "campo" e arena é do Coliseu romano ou é picadeiro, mas todos cedem a essa imposição descabida.

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ue é que o autor dessas mudanças faria, se a imprensa continuasse a chamar as "arenas" de estádios? Punir os jornais e a tevê,

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ada time terá um limite máximo de torcedores, excedido o qual haverá quotas para os de torcida muito pequena. Chega à casa do torcedor uma mensagem do governo: "Comunicamos que o Flamengo já preencheu sua quota de torcedores e, nos termos da Lei de Igualdade Desportiva e do programa Torcida para Todos, V.S. passa agora a torcer obrigatoriamente pelo Fluminense de Feira de Santana." Não tem jeito, mas talvez devamos até pôr as mãos para o céu, enquanto eles se contentarem com o futebol. JOÃO UBALDO RIBEIRO É CRONISTA, ROMANCISTA E PERTENCE À ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS.

Rodolfo Buhrer/Estadão Conteúdo

Ação do governo é um verdadeiro acinte aos médicos brasileiros.

como faz em um programa similar na Venezuela.

U PAULO SAAB

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uma conta simples, 4 mil vezes 10 mil reais equivalem a uma transferência do Brasil para Cuba de cerca de 40 milhões de reais por mês – ou 480 milhões de reais por ano. Meio bilhão de reais por ano para o governo de Cuba pagar aos médicos, dos 10 mil recebidos por cabeça, algo estimado em torno de 2 mil reais. A diferença vai sustentar a manutenção do caduco, desastrado e criminoso regime comunista cubano. Se o leitor não sabe, é bom saber. Contrariando frontalmente as leis trabalhistas do Brasil, o governo Lulilma vai pagar os 10 mil reais não para cada médico, mas para o governo de Cuba, que fará o repasse –

ma vez mais o povo brasileiro está sendo enganado pelo governo do PT e aliado$ . Esse programa já estava definido e escondido – e assim continua em seus detalhes –, tendo aproveitado os movimentos de rua no País, que clamam por mais qualidade nos hospitais, para financiar os companheiros remanescentes do comunismo na ilha que matou milhões de pessoas no paredão. Falácia obscura. Manobra de uso dos recursos públicos para financiar interesses ideológicos, partidários, vendendo ao povo gato por lebre. De novo.

O

governo Lulilma não gosta dos médicos. Já aprovou uma lei que deles tira faculdades inerentes à sua formação, permitindo que outras categorias igualmente de respeito, mas sem qualificação, façam diagnósticos e atos semelhantes aos dos médicos. Agora , os humilha

geral, José de Lima Ramos Pereira, disse que vai agir, por considerar que essa importação – na verdade uma doação de dinheiro brasileiro a Cuba – fere a legislação trabalhista e a Constituição brasileira.

L

de público, como se a péssima saúde no País fosse culpa deles e não do sistema público falido, corrupto, inepto. Além disso, ainda afronta, como já mencionei, e atropela, ao melhor estilo de Lula, que Dilma segue, a legislação nacional, para

subverter a ordem e "contratar" , sem contrato, médicos que serão mantidos na condição de escravos do regime cubano e da (ou do) Brazuela que vem vindo a passos largos. Acorda, Brasil ! O Ministério Público do Trabalho, por seu procurador

ula, Dilma, os criminosos do Mensalão, como Dirceu, Genoíno, Cunha e todos os remanescentes de visão socialista (que tentam ressuscitar), se sentem donos do Brasil. A lei, ora a lei... Às ruas, brasileiros do bem. Sem vandalismo. Em ordem, vamos pedir o Brasil de volta. Queremos ter um governo voltado para reduzir, sim, as desigualdades, eliminar a miséria, combater a fome, ter saúde pública, transportes e estradas, decentes, mas sem assaltar os brasileiros em seus direitos, em sua honra, em sua dignidade e em seu bolso. PAULO SAAB É JORNALISTA E ESCRITOR.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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)KDC7O gibaum@gibaum.com.br

Como os atletas que foram MAIS: devolvidos, muitos médicos cubanos que estão chegando já sonham em não voltar mais à ilha de Fidel.

2 “Você é homem, mulher ou armário?”

SILVIO SANTOS // 82 anos, em seu programa, a Thammy Gretchen, nova contratada do SBT.

Fotos: Paula Lima / Divulgação

Menos arrogante

Menos arrogante do que o habitual, segundo os que estiveram com ela, Dilma Rousseff negociou, na semana passada, sua vitória nos vetos, recebendo senadores individualmente, negociou o toma lá da cá e acertou nomeações. Nesse bloco, formaram o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o líder do PMDB na Casa, Eunicio Oliveira (CE), o líder do PTB, Gim Argello (DF) e o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM). Depois, em São Paulo, ela encontrou Lula: “Para você não dizer que eu não faço o que você fala”.

DISPUTADO

O deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSCSP), da Comissão de Direitos Humanos da Câmara e protagonista de diversos e polêmicos episódios misturando religião com homofobia, está sendo disputado por diversos partidos ao mesmo tempo, de olho nas eleições do ano que vem. A reeleição de Feliciano é mais do que certa, com a massa de evangélicos a seu lado. Ele poderá ultrapassar a marca de um milhão de votos. Até agora, enviaram propostas de amor a Feliciano PSDB, PR, DEM e PSD.

Não poderia ter sido mais movimentada a abertura da 7ª edição da SP-Arte/Foto 2013, organizada por Fernanda Feitosa (primeira foto à esquerda), no shopping JK Iguatemi, reunindo 25 galerias nacionais e apresentando 250 obras. A feira, segundo Fernanda, quebrou o preconceito: “Foto é arte visual e ninguém mais discute isso”. Entre os autores, Damien Hirst (Reino Unido), Candida Höffer (Alemanha), Massimo Vitali (Itália) e muitos mais. Entre tantos que circularam por lá, uma festa de mulheres: da esquerda para direita, Alessandra Campiglia, Lisa Graham, mulher de Bruno Barreto, Geyse Diniz e a arquiteta Fernanda Marques.

Arte e foto

Eduardo Campos, a se usar uma expressão popular, não brinca em serviço e vai correspondendo ao que a própria Dilma Rousseff pensa dele: postura política, pensamento, obras e palavras. Na semana passada, acabou aplaudido por empresários da construção pesada, em almoço, em São Paulo, enquanto homens do governo acumulavam uma série de contradições, diante da ascensão descontrolada do dólar. Campos usou três exemplos: “1. O governo quer dar prioridade ao transporte público e incentiva a venda de automóveis; 2. O projeto prioritário do país é o pré-sal e estamos importando gasolina cada vez mais; e 3. Exportamos minério de ferro e importamos trilhos”. Os empreiteiros, por outro lado, são os maiores doadores de campanhas e como a maioria do empresariado, estão perdendo a fé na economia.

Não brinca em serviço

Depois que resolveu deixar sua casa no bairro de Pinheiros, em São Paulo, o exgovernador José Serra, que continua achando que será escolhido pelo PSDB para disputar a Presidência, no ano que vem, é hospede na casa de seu grande amigo, o exsecretário da Cultura e vereador Andrea Matarazzo.

Data vencida

Petistas já estão trabalhando para obter mais detalhes de um processo que corre na Polícia Federal (começou há anos e teria sido enviado para Goiás), envolvendo figura do primeiro escalão do governo paulista. Seria sobre venda de medicamentos com data de validade vencida para Angola num suposto propinoduto que envolveria até mesmo autoridades daquele país. Na época, departamento da ONU que cuida dessa área teria sido convocado, provocando processo no Brasil.

Na noite de lançamento de seu livro erótico Juliette Society, na Livraria Cultura, em São Paulo, a ex-atriz pornô, Sasha Grey, corpo de ninfeta e 270 filmes no catálogo (e sem curvas de mulher-fruta ou silicone), autografou mais de 500 exemplares e a fila de admiradores esticava até a rua. Ela largou o cinema pornográfico há dois anos (foi convidada a filmar com Steven Soderbergh), mas não a área: seu livro mistura ménage à trois, sadomasoquismo e sexo sujo. Detalhe: jovens fãs levaram fotos colhidas na internet para Sasha autografar.

Ex-pornô bem amada

Algo no ar

O ator Tony Ramos foi escolhido para ser o garotopropaganda das carnes da Friboi especialmente por sua imagem de bom moço, casamento sólido, homem de família, com fácil comunicação com a massa consumidora. Durante a vigência de seu contrato, gravará outros comerciais em diferentes situações e não fará campanha para nenhum outro produto. E ganhou um dos maiores cachês dos últimos tempos na propaganda brasileira: R$ 1,5 milhão – com imposto já descontado.

FASHION NUDE A ministra Marta Suplicy passou por cima de decisão da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura e autorizou três estilistas brasileiros a captar verba de apoio, via renuncia fiscal, para desfiles de moda no Exterior: Pedro Lourenço (R$ 2,8 milhões), Alexandre Herchcovitch (R$ 2,6 milhões) e Ronaldo Fraga (R$ 2 milhões). Pedro Lourenço fará desfiles em Paris em setembro e março com peças inspiradas em Carmen Miranda. E também “quer mostrar que a mulher pode estar nua sem ser vulgar”.

MISTURA FINA NAS ÚLTIMAS três décadas, 92 mil mulheres foram assassinadas no Brasil. São 4,6 homicídios por 100 mil vitimas do sexo feminino, o que coloca o país na sétima posição em assassinatos de mulheres no mundo, segundo a senadora Ana Rita (PT-ES), relatora da CPI Mista da Violência contra as Mulheres. O relatório, com mais de mil páginas será entregue à presidente Dilma Rousseff amanhã.

NO FIM de semana, o prépresidenciável Aécio Neves fez grande ofensiva em São Paulo: conversou com prefeitos e lideranças em Ribeirão Preto, participou da Queima do Alho da Festa de Barretos e na quinta-feira que vem, almoça com a bancada tucana na Assembléia Legislativa paulista. Aos chegados, diz que, apoiando prévias, “deu um xequemate no pessoal do Serra”.

O sindicato dos Jornalistas de São Paulo e a ABI – Associação Brasileira de Imprensa – enviaram oficio à mesa da Assembléia Legislativa pedindo o cancelamento da licitação de fornecimento de serviços para a TV Legislativa, um contrato de R$ 75 milhões em cinco anos. Querem que nova concorrência seja feita com a participação de empresas voltadas para conteúdo de jornalismo e não de vídeos de publicidade. E pedem capital social à altura da licitação (uma das empresas é de uma senhora de Taubaté com capital de dois mil reais). Quem venceu foi a GPM de São José dos Campos, que é uma agência de publicidade. O grande arquiteto da licitação é Rubert Alqueres, secretário-executivo da Casa.

FERNANDO Gabeira será a nova atração da CBN, a partir de setembro: entrará no ar às segundas e sextas-férias, quando fará um balanço do noticiário com o quadro Que semana foi essa?

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Gola para dentro.

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HÓSPEDE

Bom e caro moço

Não querem voltar

Nas paróquias cariocas, estima-se que mais de 50 peregrinos estrangeiros que vieram para a Jornada Mundial da Juventude não querem deixar o país. Esse número acaba de ser coletado pelo Alto Comissariado da ONU para Refugiados junto a Arquidiocese do Rio de Janeiro, com base em pedidos de jovens de Serra Leoa, Paquistão e Republica Democrática do Congo. Eles alegam que correm risco de morte em seus países motivados por perseguição religiosa.

o governo de lá criou um passaporte para tentar impedir o êxodo. De 2006 à 2010, dois mil cubanos escaparam.

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OTÁVIO Mesquita postou no Instagram a foto de um macaco com os olhos arregalados e o texto: “Foi assim que eu fiquei quando soube que o Roberto Justus estava namorando. Eu, tolinho, achando que ele iria ficar comigo”. Justus não gostou: “Pena que você use e brinque com a vida e os sentimentos de seus amigos para aparecer”. Otávio é amigo do publicitário: três de suas namoradas foi ele quem apresentou a Justus.

Gola para fora.

De volta A atriz Itala Nandi, 71 anos, pioneira do nu frontal no teatro brasileiro nos anos 70 no Oficina, vai voltar ao teatro em O Diabo e a Avó, ao lado de Luciano Szafir. É a história de uma mulher que não se convence de que morreu. Aí, surge Deus interpretado por Fernanda Montenegro. Agora, no começo de setembro, será lançado o livro Itala Nandi – O caminho de uma deusa, do jornalista italiano Claudio Valentinetti, ao qual a veterana atriz passou em revista sua carreira e vida pessoal, incluindo o tempo em que viveu clandestina em Cuba, no final dos anos 60.

O MINISTRO do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, garantiu a empresários de Manaus, na semana passada, que o Congresso vai aprovar e a presidente Dilma sancionar projeto que prorroga a Zona Franca por mais 50 anos a partir de 2023. Pimentel é aquele que, diante da escalada da moeda americana, nesses dias, sapecou: “O dólar está ótimo”.

Colaboração:

Paula Rodrigues / Alexandre Favero

sábado, domingo e segunda-feira, 24, 25 e 26 de agosto de 2013


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sábado, domingo e segunda-feira, 24, 25 e 26 de agosto de 2013

PRODUTORES VERSUS ÍNDIOS Produtores rurais que se manifestavam contra a invasão de 25 fazendas atearam fogo em oito casas de tupinambás em Buerarema, sul da Bahia. Os índios alegam que as terras estão em áreas indígenas.

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! Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr

Vou mandar retirar todas as coisas exóticas desse cardápio. Tudo que for com nome francês, com nome inglês, com nome russo, vai sair, vai ficar só coisa com nome em português. Governador Cid Gomes (PSB-CE), após má repercussão do contrato de R$ 3,4 milhões para o fornecimento de pratos como caviar e escargot ao bufê do governo.

Martín Alipaz/EFE-29/05/12

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Ministério das Relações Exteriores informou ontem, que abrirá inquérito para apurar a chegada ao Brasil do senador boliviano Roger Pinto Molina, que estava refugiado na Embaixada do Brasil em La Paz há mais de um ano. Segundo nota do Itamaraty, o Ministério está reunindo informações sobre as circunstâncias em que se verificou a saída do senador boliviano da embaixada brasileira e de sua entrada em território nacional. Pinto desembarcou à 1h10 de ontem no aeroporto de Brasília, acompanhado do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado. Ele deixou a embaixada em um carro oficial brasileiro e viajou 22 horas até Corumbá, no Mato Grosso do Sul. De lá, seguiu para Brasília, segundo informou o senador Ferraço. Durante o tempo em que ficou na embaixada (território brasileiro), Molina não saiu por não ter salvo-conduto. Opositor do governo do presidente Evo Morales, o senador foi condenado a um ano de prisão na Bolívia, por suposto envolvimento em corrupção. Em 8 de junho de 2012, dez dias depois de se abrigar na embaixada em La Paz, o governo brasileiro concedeu asilo ao senador. Ele afirma ser vítima de perseguição política. De acordo com Ferraço, Pinto utilizou carro da embaixada brasileira para deixar a Bolívia, acompanhado de fuzileiros navais. Ao chegar a Corumbá, foi recebido por agentes da Polícia Federal e embarcou em avião de familiares de Ferraço até Brasília, onde vai ficar no apar-

O episódio da semana anterior constitui motivo que deve merecer séria reflexão por parte dos Juízes desta Corte. Celso de Mello, ministro do Supremo Tribunal Federal.

Nelson Jr./STF

Usted está en Brazil, bienvenido!

Roger Pinto Molina, que estava refugiado na embaixada brasileira, viajou 22 horas de carro até Corumbá.

Temos que ter um controle que identifique a pessoa e saber para onde ela vai aqui na Câmara. É assim que funciona em todos os parlamentos do mundo. Deputado Rubens Bueno (PPS-PR).

No plenário, a não ser parlamentar e assessor, não pode entrar ninguém. Isso é em qualquer Parlamento do planeta. Inclui a própria imprensa. A imprensa não pode, como às vezes acontece, entrevistar um líder ao lado do microfone. Líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), querendo restringir os que entram na Câmara.

Roger Pinto Molina: mais de um ano refugiado na embaixada brasileira. tamento do senador brasileiro. Segundo Ferraço, a organização para a transferência de Molina foi feita "em conjunto" entre as autoridades brasileiras. No sábado, a ministra boliviana da Comunicação, Amanda Dávila, disse que se Molina não

estivesse mais na Bolívia, ele deixaria de ter status de refugiado e passaria a ser considerado "foragido da Justiça, sujeito à extradição". Em junho, a Advocacia-Geral da União (AGU), a Procuradoria Geral da República (PGR) e o

Itamaraty se posicionaram contra ajuda ao senador boliviano, que queria vir para o Brasil. As informações prestadas pelo secretário-geral do Itamaraty, Eduardo dos Santos, estão nos pareceres e balizaram posicionamentos da AGU e da PGR encaminhados ao Supremo Tribunal Federal (STF) em uma ação apresentada pelo político boliviano. No processo protocolado em 16 de maio no STF, a defesa do senador pediu um carro para deixar a Bolívia. Acionadas pelo ministro do STF Marco Aurélio Mello, relator do habeas corpus pedido pela defesa de Pinto, a AGU e a PGR se manifestaram contra possibilidade de o governo brasileiro conceder um carro diplomático. Ontem, Marco Aurélio disse que vai arquivar o processo porque houve "perda de objeto". Conforme a AGU, para que o senador deixasse o país seria necessário um salvo-conduto do governo boliviano, documento que o Brasil não pode obrigar a ser concedido por ser prerrogativa daquele país. Para Ferraço, Molina é "refugiado", não foragido". "Ele foi recepcionado em Corumbá, adotou todos os procedimentos. O governo brasileiro já tinha concedido asilo político antes do salvo-conduto. Ele está acolhido como refugiado, como perseguido político." Na nota divulgada ontem, o Itamaraty informou que tomará "as medidas administrativas e disciplinares cabíveis" em relação à transferência do senador boliviano. Segundo a nota, o encarregado de negócios do Brasil em La Paz, ministro Eduardo Saboia, foi chamado a Brasília para da explicações. (Agências)

André Lima/Folhapress

Nelson Jr./STF

Vamos trabalhar, né?. Joaquim Barbosa, presidente do STF.

ONG VERSUS ORÇAMENTO O Instituto de Estudos Socioeconômicos está lançando o portal Orçamento ao seu Alcance (http://orcamento. inesc.org.br), que acompanha o Orçamento da União. "Queremos dar um panorama de quanto foi autorizado e quanto está sendo gasto", diza Ana Paula Felipe, do Inesc.

Um senador boliviano e mais...

A Suprema Corte Americana é um mundo secreto e a brasileira, um reality-show. Celso Roma, cientista político da USP, sobre ministros do Supremo Tribunal Federal: eles 'se exibem mais e decidem menos sobre a matéria'.

José Cruz/ABr

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Recepcionados por manifestantes a favor, médicos cubanos desembarcaram em Fortaleza, ontem.

Censurar posturas diversas daquela que se tem e, a um só tempo, alardear modernidade e pluralidade soa, no mínimo, como hipocrisia. Ministro Marco Aurélio Mello, em crítica velada a Joaquim Barbosa.

...400 médicos cubanos entre nós.

A presidente ficou muito satisteita com o resultado das votações. Ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) comemorando a manutenção dos quatro vetos presidenciais analisados pelo Congresso.

Nossa intenção é fazer um direito penal mais justo, mas tendo claro que o direito penal não é um remédio para resolver os problemas do Brasil, mas apenas um mecanismo a mais para vivermos em uma sociedade mais justa. Senador Pedro Taques (PDT-MT), procurador de carreira.

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Geraldo Magela/Agência Senado

Quero deixar este episódio de lado, considerá-lo ultrapassado. Este tribunal e sua história são maiores que seus membros. Ministro Ricardo Lewandowski.

omeçaram a chegar ao Brasil, no sábado, os primeiros 206 médicos cubanos que farão parte do programa Mais Médicos. Ontem, desembarcaram mais 194. Além deles, profissionais de outros países e brasileiros que se formaram no exterior foram selecionados para trabalhar no programa federal, que pretende contratar 15.450 médicos. Os 400 cubanos são os primeiros de um total de 4 mil que devem ser contratados para atuar em cidades pelas quais nenhum brasileiro optou ao se inscrever. Esses profissionais – cubanos e de demais nacionalida-

des – não precisarão fazer o Revalida. Segundo o Ministério da Saúde, terão registro provisório durante três anos para atuar na atenção básica e com validade restrita ao local para onde forem designados. Todos os médicos com diploma estrangeiro e sem revalidação vão passar por três semanas de capacitação, com foco no Sistema Único de Saúde (SUS) e na língua portuguesa, antes de começarem a trabalhar. Ainda serão supervisionados por universidades. Impasse – Todos devem começar a trabalhar em setembro. Os conselhos regionais de medicina afirmam que não darão registro profissional aos

estrangeiros, enquanto o Ministério da Saúde promete que eles poderão exercer legalmente a profissão. No desembarque no Recife, sábado, os primeiros médicos cubanos foram recebidos por estudantes e integrantes de movimentos sociais. Disseram que não é a primeira vez que vão trabalhar fora de Cuba e que vieram "dispostos a ajudar" – os médicos e a medicina do Brasil. "Queremos trabalhar, colaborar e participar da melhora dos indicadores de saúde do povo brasileiro", declarou a médica Natacha Sanchez. Esta foi uma das frases que mais provocou polêmica nas redes

sociais, com reações como: "O que eles entendem por ajudar, com salário de R$ 10 mil que quem vai pagar somos nós?" O governo brasileiro pagará R$ 10 mil por mês, por médico. Ao contrário dos demais médicos estrangeiros, os cubanos terão seus salários repassados à Organização Pan-Americana de Saúde e, depois, para o governo de Cuba, que lhes pagará cerca de 7% do valor total, cerca de R$ 700. O Brasil diz que não sabe quanto cada um receberá no fim do mês e que isso será decidido por Cuba. A responsabilidade por casa e comida será das prefeituras que assinaram convênios com o Ministério da Saúde. (Agências)


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sábado, domingo e segunda-feira, 24, 25 e 26 de agosto de 2013

Durante séculos, o Estado russo usou a vodca para oprimir e explorar seu povo. Mark Lawrence Schrad

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VODCA É O NOVO ALVO DOS ATIVISTAS GAYS

Alice Vergueiro/ Estadão Conteúdo

Lei que impede a propaganda da homossexualidade, sancionada em junho pelo governo russo, causa protestos, alguns atípicos, como o boicote à vodca. Mark Lawrence Schrad The New York Times

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an Savage, colunista de sexo e relacionamento preferido d o s E s t a d o s U n idos, pediu um boicote à vodca russa para protestar contra os ataques violentos aos gays por brutamontes nacionalistas e a legislação antigay apoiada pelo presidente russo, Vladimir V. Putin. É uma reação compreensível, mas a perspectiva de o boicote dar certo é pequena, e o potencial de prejudicar gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros russos é alto. Segundo pesquisas, dois terços dos russos consideram a homossexualidade inaceitável sob qualquer circunstância, de forma similar às atitudes norteamericanas de três décadas atrás. Naquele contexto conservador, uma ameaça percebida – ainda que simbólica do Ocidente liberal – seria uma bênção para Putin, que pode se apresentar como o defensor da família russa tradicional, dos valores ortodoxos cristãos e do orgulho nacional a um só tempo. E à medida que a Rússia se torna mais xenófoba e reacionária, sua comunidade gay será vista como ainda mais exótica – o oposto à tolerância e à integração. Como estudioso da política russa, chego a esta conclusão com ambivalência. A vodca e o Kremlin têm mesmo uma longa história de codependência. UM VALOROSO INSTRUMENTO POLÍTICO Durante séculos, o Estado russo usou a vodca para oprimir e explorar seu povo. Líderes de Ivã, o Terrível, a Pedro, o Grande, e Josef Stalin forçavam até mesmo os colegas mais próximos a beber até o estupor para mantê-los divididos e dependentes – da mes-

ma forma que o Estado forçava a vodca no seu povo para mantê-lo desestabilizado e subserviente – enquanto ganhavam os tubos com a bebida que matava sua gente. A partir de 1763, durante o reinado de Catarina, a Grande, até 1914, quando Nicolau II instituiu a lei seca para ajudar na mobilização para a I Guerra Mundial, as receitas ganhas com o imposto sobre bebidas respondiam por entre 25% a 40% de toda a renda estatal, o suficiente para bancar um dos maiores exércitos do mundo e conservar os opulentos palácios da família Romanov. Até mesmo nas décadas de 1970 e 1980 a receita da vodca respondia por um quarto da renda da União Soviética. Dissidentes de todos os cantos reconheceram há muito tempo a capacidade opressiva do álcool. Em 1845, Frederick Douglass, ex-escravo e escritor norte-americano, argumentou que manter os escravos bêbados era "o meio mais eficiente nas mãos do senhor para restringir o espírito de insurreição". Do outro lado do mundo, em 1858 e 1859, servos do Báltico ao Volga boicotaram a vodca manipulada pelo Estado. Enquanto as tavernas se esvaziavam e as destilarias fechavam, o governo respondeu com brutalidade. "Os abstêmios foram açoitados para beber; alguns que obstinadamente resistiam tiveram a bebida derramada em suas bocas através de funis, sendo mais tarde levados à prisão como rebeldes", escreveu um jornalista britânico. Escritores como Dostoievski e Turgueniev usaram a vodca para ressaltar o atraso e a falência moral da autocracia. Tolstoi formou uma sociedade de temperança para promover o progresso espiritual e material dos russos contra o

Beijaço gay em porta de consulado deixa policial militar constrangido

poder do Estado e da Igreja, desafio que lhe rendeu a excomunhão. Igualmente, dissidentes soviéticos de Andrei Sakharov a Alexandr Soljenitsyn eram abstêmios. Por que, então, não apoiar o bem intencionado chamado por um boicote de Savage? Em primeiro lugar, beber Absolut, Belvedere ou Ketel One em vez de Stolichnaya é um ato simbólico, como mudar a foto do perfil no Facebook. Em segundo lugar, um boicote permite que Putin retrate o bicho-papão norte-americano como interessado em violar a soberania russa. Da Emenda Jackson-Vanik, de 1974, sancionando a União Soviética por restringir a emigração judia, à lei Magnitsky, do ano passado – que puniu autoridades russas supostamente envolvidas na morte de um investigador de fraudes– os EUA têm uma longa história de intromissão malsucedida nos assuntos russos. A maioria dos cientistas políticos concorda que as sanções raramente provocam os resultados desejados e podem solapar a eficácia e credibilidade dos grupos de oposição internos. Por último e mais importante, a dependência histórica do Kremlin das receitas da vodca em grande medida terminou, tornando a iniciativa de aplicar o boicote ineficaz e até mesmo vergonhoso. Muitos bares pararam de servir Smirnoff, produzida nos EUA, não na Rússia, desde a década de 1930 e agora é destilada por um conglomerado britânico, Diageo. A Stolichnaya vem sendo o alvo principal – o Hotel Moskva do rótulo tem quase sido sinônimo da Rússia desde 1972, quando a marca se tornou disponível nos EUA graças a um acordo que despachava Pepsi para o bloco soviético. Infelizmente, a Stolichnaya que bebemos é destilada na Letônia e pertence ao SPI Group, com sede em Luxemburgo, ao contrário da Stolichnaya (mais barata e menos venerada) consumida na Rússia, feita pela estatal FKP Soyuzplodoimport. O CEO do SPI, Val Mendeleev, foi forçado a condenar a legislação antigay. O SPI é de propriedade de Yuri Scheffler, um magnata. Porém, ele e Mendeleev fugiram da Rússia anos atrás para evitar o exílio ou a prisão. O Kremlin não é amigo de gays, mas um boicote ineficiente e simbólico a este símbolo nacional certamente não vai adiantar.

Manifestantes realizaram protesto em frente ao Consulado Geral da Rússia, em São Paulo, na manhã de sexta-feira, contra a lei sancionada pelo governo russo que proíbe e pune com multa a "propaganda homossexual".

Governo alega que lei visa o desenvolvimento das crianças

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homossexualidade foi discriminalizada na Rússia, em 1993, e somente agora, 20 anos depois, o tema começou a ser debatido pela sociedade russa. Uma lei aprovada em 11 de junho proíbe a "propaganda" de relações sexuais "não-tradicionais" entre os menores de idade e traz à tona a problemática da homofobia no país. A norma federal ratificou leis regionais vigentes em mais de dez cidades russas, incluindo São Petersburgo, a segunda maior do país. Com a nova lei, a distribuição de informação sobre homossexualidade a menores

de idade pode ser punida com multas que variam entre 4 mil rublos (R$ 290), para indivíduos, e 1 milhão de rublos (R$ 72,7 mil), para organizações. As autoridades alegam que se trata de proteger o "desenvolvimento espiritual" das crianças. O ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, declarou recentemente que os homossexuais não estão sendo discriminados, mas deixou claro que "não será permitido que os gays promovam agressivamente seus valores, que são diferentes dos da maioria, e os imponham às crianças".

Ao mesmo tempo em que a controversa lei foi aprovada, inúmeros casos de violência homofóbica vieram à tona na Rússia, o que acendeu o alerta da comunidade internacional, provocando protestos até mesmo em São Paulo – como o que ocorreu na sexta-feira em frente ao Consulado Geral da Rússia. Manifestantes capricharam no beijaço gay. O último informe da associação Ilga-Europa indicou que a Rússia é a nação europeia mais difícil para minorias sexuais. A pesquisa avaliou 49 países e durou cinco anos, acabando antes da aprovação da lei. (Agências)


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7 IRAQUE Um ataque perto da cidade de Mosul deixou 23 mortos, dos quais cinco soldados.

nternacional

ÍNDIA A polícia prendeu o último supeito no caso do estupro coletivo de uma fotógrafa.

MORREM ATÉ AS POMBAS DA PAZ

EUA dão um basta para a Síria

Divulgação

Ammar Dar/Reuters

Tensão na Síria levou a população israelense a buscar apetrecho nos centros de distribuição; aumento do número de pedidos é quatro vezes maior.

Procura por máscaras de gás cresce em Israel

A possibilidade de um ataque dos Estados Unidos contra a Síria aumentou sensivelmente a procura por máscaras de gás em Israel. De acordo com os Correios israelenses, que operam os centros de distribuição do artefato em todo o país, o número habitual de pedidos multiplicou-se por quatro ao longo do dia de ontem. Estatísticas divulgadas pelo serviço postal revelam que mais de 75% dos habitantes

da região norte do país já estão de posse de suas máscaras. Cidades como Kiryat Shemona, Nahayira e Haifa registram distribuição de máscaras entre pelo menos 70% dos moradores. Já em Jerusalém, apenas 29% dos residentes têm o equipamento em casa. Cidades como Nahayira e Haifa acusam distribuição de máscaras entre pelo menos 70% dos moradores. Já em Jerusalém, apenas 29% dos residentes têm o equipamento.

O governo israelense ainda tem de prover recursos para a aquisição de máscaras de gás para os próximos anos e a verba para a distribuição de artefatos em 2014 ainda não foi destinada. Ao final de 2013, cerca de 60% dos israelenses terão máscaras de gás. Para completar a distribuição para toda a população, será necessário um aporte de mais de R$ 850 milhões.Os artefatos usados por Israel têm 25 anos de vida útil.

responsável por esse ato indescritível", assinalou Hollande, lembrando que tanto a França como o Reino Unido "condenam sem reservas o uso de armas químicas na Síria". Hollande também afirmou que ele e David Cameron concordaram em manter novos contatos para avaliar como responder a esse "ato intolerável", que a França está determinada a "não deixar impune". Em resposta à esta enxurrada de acusações da comunidade internacional, a Rússia reagiu emitindo comunicado no qual afirma que atribuir culpa antecipadamente pelo suposto ataque de armas químicas ao regime sírio seria um "erro trágico". "Recomendamos fortemente àqueles que tentam impor sua opinião de especialistas à frente dos resultados de uma investigação da ONU não cometam erros trágicos", declarou em nota o Ministério das Relações Exteriores. XEQUE-MATE "Chegou a hora de fazer um esforço conjunto para tirar todas as armas q u í m i c a s d a S íria", disse o presidente de Israel, Shimon Peres, sem detalhar se isso deveria ser feito através de uma operação militar ou não. Em discurso para milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, o papa Francisco renovou ontem o apelo ao diálogo e pediu que as forças sírias e os rebeldes deponham suas armas. O papa também declarou que ficou perturbado diante das "terríveis imagens" de atrocidades ocorridas na Síria.

FOME E SEDE - Dias depois de o suposto ataque com gás ter matado centenas de pessoas na zona rural de Damasco, moradores dos arredores dão provas de estar com medo de que o suprimento de água e comida da cidade esteja contaminado. Eles também não sabem se devem manter portas e janelas de casa abertas ou fechadas, e por quanto tempo o veneno ficará ativo no ar. O envenenamento com gás atingiu a área de Ghouta, onde centenas de hectares de terras agrícolas fornecem hortaliças, carne e laticínios para a população de 3 milhões de pessoas de Damasco. Não está claro ainda que tipo de veneno ou mistura de venenos provocou a morte das vítimas e as autoridades sírias tampouco esclareceram até o momento se a população precisa tomar cuidados especiais para se proteger de eventuais contaminações. O gás sarin, que os Estados Unidos e a França acreditam ter sido usado anteriormente em incidentes menores na Síria, se mistura com a água. As pessoas ficam expostas a ele simplesmente ao tocar ou beber água contaminada, de acordo com a página na internet do Centro de Controle e Prevenção de Doenças norte-americano. As vítimas também sofrem sequelas ao ingerir comida contaminada. Esta não é a primeira vez que a Síria mergulha num ataque químico. De acordo com arqueólogos da Universidade de Leicester, a mais antiga evidência arqueológica da queima de betume e enxofre, que geram compostos tóxicos quando misturados ao fogo, data do século III, quando 20 soldados romanos foram mortos enquanto escavavam um túnel na cidade de Dara-Europos. (Agências) Benoit Tessier/Reuters

juntura, a decisão do regime de conceder acesso à equipe da ONU foi tomada tarde demais para ser crível, inclusive porque as evidências disponíveis foram significativamente danificadas, como resultado dos persistentes bombardeios e outras ações intencionais do regime nos últimos dias", acrescentou o alto funcionário do governo Obama. Ele também informou que, tomando como base o número de vítimas reportado e o relato dos sintomas apresentados pelas pessoas mortas e feridas, "há muito pouca dúvida, neste momento, de que armas químicas não tenham sido usadas pelo regime sírio contra a população civil". EVIDÊNCIAS - William Hague, ministro de Relações Exteriores do Reino Unido, divide a mesma opinião. Para ele, "algumas evidências do uso de armas químicas na Síria, na semana passada, já podem ter se deteriorado e outras podem ter sido adulteradas". "Agora, temos de ser realistas sobre o que a equipe da ONU pode conseguir", declarou Hague, enquanto uma missão de inspetores se prepara para vasculhar os subúrbios de Damasco, onde ocorreram os ataques químicos, em meio à promessa de um cessar-fogo por parte da Síria. "Já há muitas evidências, e todas elas apontam para uma direção." Depois de conversar com o primeiro ministro britânico David Cameron, o presidente da França, François Hollande, também reconheceu que existem evidências indicando que o ataque de 21 de agosto na Síria foi de natureza química: "Tudo leva a crer que o regime sírio foi

Yuri Kochetkov/Reuters

O presidente norte-americano Barack Obama rejeitou a oferta do regime sírio de Bashar Assad de permitir o acesso de inspetores das Nações Unidas, atualmente em missão no país, às áreas atingidas pelos ataques supostamente químicos da semana passada, nas imediações da capital Damasco. A Síria anunciou ontem que autorizaria a visita dos peritos da ONU aos arredores da capital, onde a oposição acusa o regime de ter utilizado armas de destruição em massa contra combatentes e civis. Para a Casa Branca, porém, o gesto veio tarde demais para ser confiável. O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Chuck Hagel, declarou que o governo norteamericano ainda está avaliando se usará a força militar no país, em resposta ao suposto ataque com armas químicas. Falando a repórteres em Kuala Lumpur, capital da Malásia, Hagel se recusou a dizer que medidas os Estados Unidos estudam adotar. Ele adiantou, porém, que o governo está considerando vários fatores, o que inclui uma avaliação da Inteligência sobre o ataque na Síria, bem como o que ele chamou de questões legais e relacionadas ao apoio internacional para eventual intervenção militar. Em reunião com sua equipe de segurança nacional realizada anteontem, Obama recebeu um estudo detalhado das opções de resposta que solicitou aos EUA e aos seus parceiros internacionais, caso se conclua que a Síria está envolvida numa guerra química mortal. Os comentários feitos por um alto oficial do governo sinalizaram que os EUA não descartaram a possibilidade de um confronto, apesar dos esforços de Damasco para aliviar as tensões: "Se o governo sírio não tinha nada a esconder e queria provar ao mundo que não usou armas químicas, ele teria cessado os ataques na área e dado acesso imediato à ONU cinco dias atrás", disse o alto oficial. "Na atual con-

Joshua Roberts/Reuters

Obama consulta parceiros internacionais para dar resposta ao suposto ataque químico na Síria e não descarta ação militar


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FLAGRANTES NA PRAÇA DA SÉ O repórter-fotográfico Agliberto Lima passou dois dias na Praça da Sé registrando os novos "postais" do marco zero da capital paulista. Veja a galeria completa das imagens em www.dcomercio.com.br. Ali, você poderá enviar os "cartões-postais" para quem você quiser e também para o prefeito Fernando Haddad.

NOVOS CARTÕES-POSTAIS DA SÉ


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sábado, domingo e segunda-feira, 24, 25 e 26 de agosto de 2013

9 EXTENSÃO E CUSTO O trecho norte do rodoanel terá 44 quilômetros. As obras começaram no último mês de março e o projeto está orçado em R$ 5,8 bilhões.

acsp distritais

Trecho norte do rodoanel fica pronto em 2016 Data de entrega foi confirmada em palestra realizada na Distrital Noroeste da ACSP. As licenças já saíram e as obras foram retomadas em seis frentes de trabalho. André de Almeida

Arquivo/DC

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odas as licenças necessárias para a construção do trecho norte do rodoanel Mário Covas, incluindo as ambientais, já foram emitidas e as obras se desenvolvem rapidamente nos seis lotes (frentes de trabalho). A informação é da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), responsável pelo gerenciamento da extensão, que mantém a previsão de que o trecho será entregue até março de 2016, completando assim o traçado do rodoanel. Os dados foram apresentados pelo gerente de Relações Institucionais da Dersa, Ermes da Silva, em palestra sobre o rodoanel norte na Distrital Noroeste da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Este trecho terá 44 quilômetros, interligará os trechos oeste e leste e permitirá a ligação exclusiva com o Aeroporto Internacional de Guarulhos. As obras começaram em março último e o projeto está orçado em R$ 5,8 bilhões. Segundo Silva, o trecho norte do rodoanel será o segundo mais movimentado, atrás do oeste. "Receberá, por exemplo, o transporte de cargas das rodovias Dutra e Fernão Dias, no sentido região oeste do Estado e sul do Brasil", afirmou. A Dersa estima que o novo trecho reduzirá em 23% o volume diário d e c a m inhões na O trecho marginal Tieserá o tê, ou, em segundo média, 17 mil mais veículos pemovimen- sados. "Esta é a função bátado. s i c a d o r oERMES DA SILVA, doanel, proGERENTE DA jetado justaDERSA. mente para aliviar o tráfego de carga nas marginais Pinheiros e Tietê", disse. Traçado - O rodoanel norte passará por três municípios: São Paulo, Guarulhos e Arujá. No trecho oeste, fará confluência com a avenida Raimundo Pereira de Magalhães, antiga estrada Campinas/São Paulo, enquanto no trecho leste a intersecção será com a rodovia Presidente Dutra (BR-116). O trajeto terá sete túneis e 111 pontes e viadutos. "Fizemos vários estudos de traçados e escolhemos o que causará o menor impacto ambiental possível", disse Silva. A preocupação com o meio-ambiente, segundo ele, foi um fator decisivo na elaboração do projeto do trecho norte, o mais polêmico de todo o rodoanel. O principal motivo é que este trecho atravessa uma extensa área de proteção ambiental da Serra da Cantareira, na zona norte de São Paulo. "A via passará ao sul do Parque da Cantareira e, nos pontos em que há contato com a reserva de mata atlântica, a passagem será feita por túneis, reduzindo o impacto", afirmou. Posteriormente, disse, serão adotadas medid a s d e c o m p e n s a ç ã o a mbiental. As obras criarão em torno de 12 mil empregos diretos. A recomendação é que as empreiteiras contratem mão de obra local. Desapropriações – Um outro ponto do projeto que tem provocado polêmica e gerado críticas é o número elevado de desapropriações – aproximadamente mil famílias. Outras

Agendas da Associação e das distritais

Hoje I Jabaquara – Às 11h,

reunião Projeto Empreender – Núcleo de Beleza. Avenida Santa Catarina, 641. I Noroeste – Às 14h30, reunião do Projeto Empreender. Núcleo Beleza. Rua Luis Braille, 8. I Tatuapé – Às 19h30, 6ª reunião Ordinária com a palestra "Comércio Eletrônico - Como Alcançar Sucesso nas Vendas - A Prevenção I Necessária e Crimes na Internet", com Tavares Filho. Rua Apucarana, 1.388.

Amanhã I Ceciex – O presidente

O trecho atravessa uma área de proteção da Serra da Cantareira. Nos pontos onde há contato com a mata atlântica a passagem será por túneis.

O trecho oeste do rodoanel é hoje o mais movimentado

da Facesp e da ACSP, Rogério Amato, preside o V Encontro Brasileiro de Empresas Comerciais Importadoras e Exportadoras (Ceciex), coordenado pelo vice-presidente Roberto Ticoulat. Às 9h, Hotel Renaissance, alameda Santos, 2233 - salas Américas. I Jabaquara – Às 19h30, 6ª reunião Ordinária da Diretoria Executiva e Conselho Diretor com a palestra "Conceitos Gerais de Eireli", com Rinaldo Araújo Carneiro, diretor do Sescon, empresário contábil, administrador de empresas e advogado. Avenida Santa Catarina, 641. I Pinheiros – Às 19h, 7ª reunião Ordinária da Diretoria Executiva e Conselho Diretor. Simão Álvares, 517.

Quarta I Jabaquara – Às 15h30,

reunião Projeto Empreender – Núcleo Gastronomia. Avenida Santa Catarina, 641.

Quinta I Centro – Às 18h30, pa-

Superintendente da Distrital Noroeste, Valnoy Pereira Paixão.

Parte oeste foi entregue em 2002

O O trecho se interligará ao oeste, leste e Aeroporto de Guarulhos. 4,6 mil serão reassentadas. Nesse caso, há duas opções: receber o valor correspondente ao imóvel, pelo preço praticado no mercado, ou optar por uma unidade da CDHU na mesma região, avaliada entre R$ 110 mil e R$ 120 mil. "Já temos terrenos disponíveis e vamos começar a construção das moradias, obras que devem durar de 12 a 15 meses. Neste intervalo de tempo, ofereceremos um aluguel social de R$ 420, incluindo as três primeiras parcelas", explicou Silva. Transtornos – Na avaliação do superintendente da Distrital Noroeste da ACSP, Valnoy Pereira Paixão, uma das vias mais afetadas pela construção do rodoanel norte será a

avenida Raimundo Pereira de Magalhães, na altura de Parada de Taipas. Na opinião do dirigente, o aumento do tráfego de caminhões utilizados nas obras prejudicará ainda mais o já congestionado trânsito da região. "Uma alternativa interessante seria restringir a circulação dos caminhões a determinados horários, talvez à noite. Alguma medida terá de ser adotada", afirmou Paixão. "Já estamos conversando com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) sobre a implantação de algumas alternativas para reduzir os problemas viários. A Dersa, inclusive, estuda formas de compensar os impactos no local", concluiu Silva.

primeiro trecho do rodoanel, o oeste, foi inaugurado em outubro de 2002. Com 32 quilômetros de extensão, interliga as rodovias Bandeirantes, Anhanguera, Castello Branco, Raposo Tavares e Régis Bittencourt, beneficiando as cidades de Embu das Artes, Cotia, Osasco, Carapicuíba, Barueri, Santana do Parnaíba e os municípios a oeste da Região Metropolitana de São Paulo. De acordo com informações da Dersa, 71 mil veículos passam diariamente pela via. Posteriormente, em abril de 2010, foi aberto o trecho sul. Com 57 quilômetros de extensão, mais 4,4 quilômetros de interligação ao município de Mauá, ele liga as

rodovias Anchieta e Imigrantes – além da região do ABC – ao trecho oeste do rodoanel. A via recebe diariamente, em média, 16 mil caminhões e 55 mil veículos, e passa pelas cidades de Embu das Artes, Itapecerica da Serra, São Paulo, São Bernardo do Campo, Santo André, Ribeirão Pires e Mauá. O trecho leste, da mesma forma que o norte, também está em fase de construção. Quando estiver concluído, em março de 2014, interligará os trechos norte e sul às rodovias Presidente Dutra e Ayrton Senna. Ao todo serão 43,5 quilômetros de extensão, proporcionando uma ligação mais rápida e eficiente com o Porto de Santos e o Aeroporto Internacional de Guarulhos. (AA)

lestra em parceria com o Sebrae sobre "Substituição Tributária". Rua Galvão Bueno, 83. I Butantã – Às 19h30, palestra gratuita "Carga Tributária na Nota Fiscal – Lei Federal 12.741/2012". Inscrições: 3032-6101/8878 ou dbutanta@acsp. com.br. Rua Alvarenga, 591. I Norte – Às 19h30, palestra "Esporte, Lazer e Recreação para São Paulo e Investimentos na zona norte", com Celso Jatene, secretário municipal de Esportes. Será também descerrada a foto do ex-diretor superintendente João Bico de Souza. Salão Azul do Clube Esperia, avenida Santos Dumont, 1313. Confirmações: 2973-3708/ 2979-4504 ou dnorte@ acsp.com.br.

Domingo (01/09) I Pinheiros – Às 10h,

21ª abertura da Semana da Pátria, em apoio ao Rotary Clube São Paulo Pinheiros na realização de Desfile Cívico Militar. Praça Panamericana s/ nº.


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facesp

EXPANSÃO A VestCasa quer atuar em cidades com até 100 mil habitantes. O Griletto já tem 28 lojas no Interior paulista.

regionais

Fotos: Divulgaç

ão e Arquivo/D

C

Franquias: a vez do Interior. A expansão dos shoppings e o aumento do poder aquisitivo atraem, cada vez mais, franquias para as cidades paulistas. São 485 franqueadores que, em 2012, tiveram um faturamento de R$ 50,7 bilhões. André de Almeida

O

crescimento econômico do Interior paulista está impulsionando a expansão do segmento de franquias. De acordo com dados da Rizzo Franchise, empresa especializada em pesquisas para o setor, são 485 franqueadores que obtiveram, no ano passado, um faturamento de R$ 50,7 bilhões. Entre os fatores que podem explicar o crescimento está a forte concorrência nas capitais, a expansão dos shoppings centers e o aumento do poder aquisitivo da população nos municípios interioranos. Dirigentes de associações comerciais do Interior do Estado se mostram otimistas com a expansão de franquias, não apenas para cidades mais populosas, como também em localidades pequenas e médias municípios, independente da distância da Capital. "Trata-se de um conceito moderno de administração empresarial. Existem franquias de vários tamanhos e segmentos e os empresários devem ficar atentos ao cenário, aproveitando as melhores oportunidades", afirmou o presidente da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp), José Carlos Carvalho. Ribeirão Preto, segundo pesquisa da Rizzo Franchise, é a segunda cidade mais promissora do Interior para se abrir uma franquia, atrás apenas de Campinas. O município, com mais de 600 mil habitantes, tem elevado padrão de vida, boa infraestrutura de transportes e comunicação e é um polo de atração regional de atividades comerciais e de prestação de serviços. Além disso, possui um dos principais centros universitários e de pesquisas do País, o que garante mão de obra qualificada. Shoppings - População disposta a consumir, trabalhadores capacitados e custos operacionais mais baixos, quan-

do comparados com a Capital, formam um cenário favorável para a expansão das franquias no Interior. Outro fator fundamental é presença de shoppings centers, que oferecem segurança e conveniência e garantem a circulação de pessoas. Alguns deles, inclusive, realizam pesquisa de mercado e estudos de viabilidade para as empresas interessadas em se instalarem. Ribeirão Preto, por exemplo, terá em breve o seu quarto centro de compras. "Muitos shoppings se desenvolveram em função de suas franquias. Apesar de ocuparem 37% da área total, elas são responsáveis por 60% do faturamento", explicou o consultor Marcus Rizzo, fundador da Rizzo Franchise. "No entanto, os empresários devem ficar atentos. Nenhum shopping consegue atingir uma maturação financeira em menos de quatro anos de funcionamento", disse. Para Cláudia Bittencourt, diretora-geral do Grupo Bittencourt (empresa de consultoria em franchising), é importante fazer um estudo do potencial de mercado antes de abrir uma franquia, onde quer que seja. "Dependendo do tipo de produto, ele é mais indicado para determinadas localidades. Outros não. Cada caso deve ser analisado individualmente". Segundo a consultora, principalmente em cidades pequenas, os pioneiros nesses mercados terão uma relativa vantagem competitiva, desde que apresentem diferenciais e valores agregados que agradem ao consumidor. Expansão - Uma das empresas que resolveu apostar no interior paulista é a VestCasa, especializada em produtos de cama, mesa, banho e decoração. Com cerca de 100 lojas espalhadas pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, a rede de franquias espera fechar este ano com 130 lojas. "Queremos

Campinas foi apontada, em pesquisa da Rizzo Franchise, como a cidade mais promissora do interior paulista para se abrir uma franquia.

Ribeirão Preto, a segunda no ranking, tem alto padrão de vida e é polo de atração regional de comércio. atuar em cidades com até 100 mil habitantes, onde os grandes magazines geralmente não chegam. Além da menor concorrência, o custo de instalação também é mais baixo", contou Ahmad Yassin, sócio fundador da Vest Casa. Outra rede que se consoli-

dou na região foi o Griletto, especializada em servir fast food de parmegianas e grelhados. Atualmente, das 150 unidades instaladas em onze estados brasileiros, 60 delas são em cidades do interior. Apenas no território paulista, a empresa está presente em

Solução de conflitos atinge 91% em Matão

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esde que começou a funcionar, em 17 de junho, o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Matão solucionou, até o dia 31 de julho, 91% dos conflitos mediados nas audiências de conciliação. Foram 70 audiências, com acordo em 64 delas. O Cejusc também registrou 257 reclamações nas áreas cível e familiar,

com audiências a serem realizadas, e 88 atendimentos no setor de cidadania. Segundo Hudson Martins, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Matão, parceira na instalação do Cejusc, embora esteja instalado sede da entidade, o centro é um órgão do Tribunal de Justiça do Estado para

atender toda a população e não apenas os associados. O juiz coordenador do Cejusc, Giovani Augusto Serra Azul Guimarães, reforça que a abertura do órgão visa a pacificação social, solução e prevenção de litígios. O Cejusc fica na rua Cesário Mota, 1.290, Vila Santa Cruz, e funciona de segunda a sexta, das 9h às 17h.

28 municípios. "O interior de São Paulo é uma região muito promissora e que está recebendo muitos shoppings centers. Todas as cidades que comportarem centros de compras nos interessam", afirmou o gerente de expansão do grupo, Jorge Mariano.

Ranking - Campinas foi apontada pela pesquisa da Rizzo Franchise como a cidade mais promissora do interior paulista para se abrir uma franquia. O estudo, divulgado este ano, avalia a oferta de produtos e serviços de nove diferentes setores da economia nas 250 cidades mais ricas e populosas do País. "Campinas é a única cidade que não é capital a figurar entre as dez primeiras no ranking (9º lugar). Apesar de próximo a São Paulo, o município tem um nível de independência muito grande e consegue se sustentar por si próprio", explicou Marcus Rizzo. De acordo com o levantamento, os 15 melhores mercados para franquias no Estado, respectivamente, são: São Paulo, Campinas, Santo André, Guarulhos, São Bernardo do Campo, Santos, Ribeirão Preto, Osasco, São José dos Campos, Sorocaba, Jundiaí, São José do Rio Preto, Piracicaba, Bauru e Mogi das Cruzes.

Encontro de mulheres empreendedoras

O

Núcleo de Mulheres Empreendedoras (NME) da Associação Comercial e Industrial de Santo André (Acisa) realiza, dia 10, às 19h, a 3ª edição da Rodada Feminina de Negócios, que oferece às empresárias a oportunidade de apresentar seus serviços e produtos, além de ampliar sua rede de relacionamentos. A

iniciativa de promover anualmente o encontro surgiu da grande procura das empreendedoras por este tipo de evento. Na edição do ano passado, inclusive, já havia uma lista de espera para este ano. "Esta rodada de negócios é uma rede de relacionamentos (network), onde cada participante tem a oportunidade de

apresentar para as outras 48 empresas seus produtos e serviços", explicou Ana Maria Mascaro, coordenadora do NME. O encontro será realizado no Primeiro de Maio Futebol Clube, que fica na avenida Portugal, 79, no centro de Santo André. As inscrições podem ser feitas pelos telefones (11) 2199-1674 e (11) 2199-1630.


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cultura

A CAPITAL DAS NOVAS GALERIAS Carol Vogel

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bairro de Mayfair é conhecido por suas butiques exclusivas: Prada, Burberry, Yves Saint Laurent... e, há mais de um século, as ruas elegantes da região também abrigam algumas das galerias de arte mais tradicionais da Inglaterra. Há pouco tempo, porém, elas ganharam novos vizinhos: Gagosian, Pace, Hauser & Wirth, Michael Werner, David Zwirner, que estão mais para Nova York do que para Londres. Algumas inauguraram ou expandiram seus espaços, pagando um preço bem salgado; apesar disso, como acontece no mundo "eu também" da arte contemporânea, outras galerias, principalmente americanas, devem seguir o exemplo. "Há arte na rua num nível nunca visto antes", diz o corretor de imóveis David Rosen, que se diz ocupadíssimo, tentando descobrir novos espaços para aluguel no bairro. Sob vários aspectos, as novas galerias são um sinal da concorrência acirrada do mercado. Os comerciantes de arte não só estão disputando os novos colecionadores de países como Rússia, China e Oriente Médio que têm casa na cidade, mas também os novos artistas, que cada vez mais exigem negociantes com alcance mundial. Acontece que Londres se tornou a cidade escolhida para esse tipo de comércio, tendo Mayfair como seu centro. "É onde tudo acontece", conta Rosen. "Tem a Sotheby's, a Christie's, a Claridges, o Connaught e o Ritz", completa, citando os nomes das maiores casas de leilão e hotéis famosos.

Curta 400 Está em cartaz o 24º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo (400 obras). Os filmes são exibidos nos em salas do Centro Cultural São Paulo (Tel.: 3397-4002); Olido (Tel.: 3331-7703); CineSesc (Tel.: 3087-0500); MIS (Tel.: 2117-4777); Cinusp (Tel.: 3091-3540); Espaço Itaú de Cinema - Augusta (Tel.: 3288-6780/3287-5590) e Cinemateca Brasileira (3512-6111 r. 115).

M

aranhense, Papete é percussionista, um dos maiores. Pesquisador, Papete tem música na alma. Cantor, Papete dá voz ao que lhe pulsa nas veias. O ruído que lhe brota das mãos retrata a sonoridade que nasce do arame do berimbau, da pele dos tambores, das contas que escorrem no caxixi... tudo sintetizando a brasilidade sonora que é do Maranhão, é da floresta, é das ruas e é dos pássaros, é do Sul, é do Norte... é do Brasil inteiro, planetário, universal. Sua cantoria vocaliza versos, dá vida às rimas. Afinada, ela tem o jeito dos cantadores de feira, tem a pegada dos que

Arquivo DC

Embaixadas estrangeiras e empresas de fundos de cobertura, além de centenas de empresas famosas, também se estabeleceram em Mayfair. Os russos do Grupo Mercury, por exemplo, pagaram cerca de US$160 milhões por um prédio de 4.831 metros quadrados no 30 Berkeley Square, que planejam transformar na sede da casa de leilão Phillips. Outras galerias menores, também ligadas a Nova York, estão operando por ali, sendo que algumas nem alugam o prédio/casa inteiros, preferindo apenas um andar, como é o caso de Per Skarstedt e Eykyn Maclean. A tendência começou quando Larry Gagosian abriu sua primeira galeria em Londres, há treze anos, e, em outubro passado, já inaugurou a terceira, um espaço de dois mil metros quadrados no 20 Grosvenor Hill. "Para mim, inaugurar galerias em várias partes do mundo é uma

aventura", afirmou, acrescentando que muitos colecionadores europeus compram em Londres, mas não necessariamente vão a Nova York. Das outras duas filiais, uma fica ali perto, na Davies Street; a outra, mais distante, está na Britannia Street, pertinho de Kings Cross. E confessa que decidiu abrir um espaço maior em Mayfair depois que um colecionador disse: "Adoro você, Larry, mas não tenho tempo para ir até Britannia Street". A nova galeria será a 13ª de Gagosian ao redor do mundo. Marc Glimcher, presidente da Pace Gallery, admitiu, relutante, que sua empresa abriu uma galeria em Londres em parte por medo de perder artistas para o concorrente. "Sim, há um elemento de verdade aí", admite Glimcher. "Gagosian deu uma cartada de mestre quando se instalou em Londres em 2000." Hoje a Pace tem quatro filiais em Nova York, uma em Pequim e

duas em Londres: uma pequena no Soho e outra, maior, em Mayfair, em parte do que antes era o Museu da Humanidade. "Estamos todos atrás dos mesmos artistas", conta Glimcher. "Mas o interesse na arte em Londres é duradouro. Aqui você consegue dez resenhas em dez jornais diferentes e, além dos novos colecionadores e galerias, a comunidade de museus é muito vibrante." No final de 2012, David Zwirner, talvez o maior concorrente de Gagosian, abriu uma galeria numa casa do século XVIII, em Grafton Street, a mesma em que Helena Rubenstein teve uma clínica de estética, em 1909, e que, depois, virou sede de um banco. Ele contratou Annabelle Selldorf, arquiteta de Nova York, para reformar o imóvel de 929 metros quadrados, estruturado em cinco andares de galerias e escritórios. "Eu queria uma presença

Sinfônica Municipal

europeia", confessa Zwirner. "E Londres, depois de Nova York, é a segunda cidade mais importante do mundo." Os negociantes dizem que fazer aplicar em Londres é diferente de vender em Nova York. "Ninguém simplesmente entra e compra alguma coisa, como faria nos EUA", explica Iwan Wirth, um dos sócios da Hauser & Wirth, que já tem dois salões na cidade. "Nós trabalhamos com o modelo suíço, desenvolvendo relações com os colecionadores aos poucos." Embora a Hauser & Wirth tenha começado em Zurique, onde ainda possui uma galeria, além de duas em Nova York, Wirth confessa que só passou a ser considerado um negociante internacional quando se instalou em Londres, com um espaço em Piccadilly e o outro, em Savile Row. Até os mais cautelosos admitem que é hora de agir. A Michael Werner Gallery chegou para testar o mercado, abrindo "pop-ups" temporários em

Mansfield Street, em Marylebone, em 2008 e em Hoxton Square, no East End, há três anos. Ali, a galeria acabou de acrescentar mais um andar ao sobrado da Upper Brook Street, bem no centro do bairro. "Os artistas querem expor em locais onde há outros artistas", afirma Gordon VeneKlasen, sócio de Werner. "No fim de 2012, quando fizemos a mostra das pinturas de Peter Doig, recebemos umas 200 pessoas por dia durante três meses", conta ele, referindose ao pintor escocês. Atualmente, suas salas grandes com detalhes elaborados em madeira vitoriana, lareira decorada e jardim de inverno com telhado de vidro (foto) servem de cenário para duas pinturas monumentais e uma escultura de bronze do artista dinamarquês Per Kirkeby. Os negociantes admitem que o custo de manter tantas galerias é astronômico, uma vez que Londres é excepcionalmente cara. Como Rosen observa, além do aluguel, há os impostos, que custam quase a metade desse valor, sem incluir as renovações e salários. "Os custos são altíssimos", diz VeneKlasen, "mas, até agora, está valendo a pena". E o investimento não parece assustar outros profissionais. Marian Goodman, que tem galerias estabelecidas em Paris e Nova York, já está procurando um lugar. "Não pretendo conquistar o universo como certos homens; só quero investir nos artistas porque muitos não têm condições de expor em Londres." "Agora parece ser a hora certa", conclui ela.

Carol Vogel escreve para The New York Time

Teatro para bebês

A Orquestra Sinfônica Municipal apresenta nesta fim de semana com dois concertos, sob a regência do italiano Oleg Caetano (ex-diretor da Sinfônica de Melbourne). No programa, sinfonias do russo Dmitri Shostakovich e do austríaco Franz Schubert (foto). Teatro Municipal. Praça Ramos de Azevedo. Tel.: 3397-0327. Sábado (31), às 20h. Domingo (1º), às 11h. R$ 20 a R$ 60.

Vai até 15/9 o 2º Festival Internacional de Teatro para Bebês, dedicado a crianças de seis meses a três anos de idade. O evento abrange São Paulo e São Bernardo. As peças foram criadas por grupos do Brasil, Dinamarca, Canadá e Espanha. No Centro Livre de Artes Cênicas, por exemplo, está em cartaz a montagem Café Frágil (foto). CLAC - São Bernardo do Campo. Tel.: 4125-0582. Grátis.

Papete de corpo e alma Aquiles Rique Reis delicadamente embutem emoção em cada respiração. Seu novo álbum é duplo. Além de reeditar (regravando, remixando e remasterizando) Bandeira de Aço - um de seus trabalhos mais criativos, lançado pela gravadora do saudoso Marcus Pereira em 1978 -, traz também Sr. José... de Ribamar e outras praias... (independente), seu 23º disco. O fato de termos nas mãos dois discos tão diferentes revela que têm a afinidade de serem produzidos por alguém especial, alguém que recria a música ao sabor de seu amadurecimento. Papete é sempre diferente e é sempre (quase) igual em (quase)

tudo. Variações saltam aos olhos, reedições vêm a calhar, inéditas chegam para completar, regravações soam para confirmar, para que se observem ângulos musicais não pressentidos. Para começar, um reggae: O Biltre (Josias Sobrinho). Papete canta e surpreende com seu bom cantar. A bonita Senhor José (Alberto Trabulsi), além da percussão e do solo vocal de Papete, tem no

ritmo final seu apogeu. Três músicas do CD anterior de Papete estão neste Sr. José...: Na Baixa do Sapateiro (Ari Barroso), After Sunrise (Oscar Castro Neves) e Era Uma Vez (Eugênio Matos). Iniciando esta última, ouve-se uma levada rítmica afrobrasileira. Entra uma voz de criança. É Vitória, filha de Papete, convidando para ouvirmos a música. Com suas músicas, Papete traduz o país que Vitória conhece pelos olhos e

pelas mãos paternas, elas que não tem cordas, nem preconceito que as reprima'. Segue-se o instrumental, com o ritmo maranhense predominando. A levada é pop, quase roquenrrol. Ao final, Vitória volta para lamentar que a música tenha acabado. Linda. Na Baixa do Sapateiro tem poderosa versão instrumental. A percussão arrasa no berimbau e no timbáu. O piano dá molho à melodia. Ari Barroso adoraria ouvir. After Sunrise é, segundo Papete, uma homenagem à percussão e à música instrumental. O piano sola a bela melodia. Modernidade à flor da pele.

Cubanita (Almir Sater e Paulo Simões) tem gosto de polca paraguaia. Estrela de Madureira (Acyr Pimentel e Cardoso), um grande samba gravado com delicioso requinte. Grandes músicas gravadas por Papete, comprovando sua nenhuma disposição para restringir música a rótulos. Não há composição no CD que não reflita o imaginário de Papete, seu jeito de ver o mundo, sua relação com a natureza. Tudo lá é Papete - lá estão seu espírito e seu corpo.

Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do MPB4.


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Logo Logo www.dcomercio.com.br

Sacolas com um toque de humor atraem mais a atenção de potenciais clientes.

Marketing de sacola Já que as sacolas para os clientes fazem parte da venda e já que é preciso divulgar sua marca, por que não unir tudo isso? Algumas marcas apostam em sacolas marcantes, com imagens curiosas e bem-humoradas para atrair nas ruas os olhares de quem – ainda – não fez sua compra. O site Webneel fez uma seleção de 33 sacolas criativas. Inspire-se. http://bit.ly/1cQ76L6

S AÚDE A RTE

Ação contra hepatite C

C

começa hoje e vai até sábado (31) uma campanha de orientação e prevenção contra a hepatite C no Poupatempo Luz, no centro da Cidade. O atendimento será de segunda a sexta, das 7h às 19h, e nos sábados, das 7h às 13h. Quem participar será orientado por profissionais da área da saúde sobre a hepatite viral

do tipo C, uma doença silenciosa e inflamatória que, a longo prazo, pode comprometer as funções do fígado no organismo. Ela é transmitida pelo sangue. Pessoas que passaram por transfusões ou que manipulam instrumentos sem a devida esterilização estão mais propensas a contrair o vírus. Além de serem informados sobre a doença, os interes-

sados poderão realizar exame gratuito de diagnóstico do vírus, no próprio Poupatempo. Consta de exame a partir da retirada de sangue com um picada num dos dedos da mão. O resultado fica pronto em até 40 minutos. O Poupatempo Luz fica na praça Alfredo Issa, nº 57, próximo à estação Luz do metrô.

T ROFÉU

Ney Matogrosso recebe o Aruanda Ney Matogrosso será o homenageado do FestAruanda, festival de cinema em João Pessoa no mês de dezembro. O filmeensaio Olho Nu (sobre Ney) será exibido após o artista receber o Troféu Aruanda. O documentário ainda está inédito nos cinemas do País. (AE)

www.poupatempo.sp.gov.br/posto_luz

Vanessa Carvalho/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo

Acelerador de partículas Todd Johnson usa um pequeno acelerador de partículas para criar esculturas em 2D e 3D criando campos magnéticos e luz. O resultado: imagens como a que você vê acima. http://bit.ly/168Ls0h

D ECORAÇÃO

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CORRENDO PELA SAÚDE - 8.000 pessoas participaram ontem da campanha de prevenção ao câncer de mama. O percurso, de 5 km, começou em frente à Assembleia Legislativa. O dinheiro arrecadado com a venda dos kits da campanha, R$ 50 cada um, será destinado ao Instituto Brasileiro de Controle do Câncer.

A RMAS

Natal com a sua cara Ornamental é uma bola para árvores de Natal (ou, se você quiser, para outros tipos de decoração) que você pinta como quiser. A ideia é que as imagens em sua árvore saiam da mesmice de papaisnoéis, botas e flocos de neve. http://bit.ly/1dal5kp

B ROADWAY

A morte da atriz Julie Harris A atriz americana Julie Harris, 87, conhecida por peças da Broadway, morreu neste fim de semana em consequência de problemas cardíacos. Ela ganhou seis prêmios Tony, considerado o mais

importante do teatro americano. O papel de Sally Bowles, em I Am Camera , adaptação do livro Berlin Stories, rendeu-lhe o primeiro, em 1952. Em 2002, recebeu o sexto, pelo conjunto da obra. (Agências)

T RÂNSITO

A UTOMÓVEIS

Faixa de ônibus: hoje tem multa. Circular nas novas faixas exclusivas de ônibus do corredor norte-sul na capital paulista rende multa a partir de hoje O motorista que burlar a regra, que funciona das 6h às 22h, ficará sujeito a pagar penalidade leve, de R$ 53,20, além de ter três pontos anotados na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). (AE)

Para lá de discretas Na atualidade, muitos países aboliram o uso de armas pelos agentes penitenciários, a menos que eles estejam isolados dos detentos. Mas no passado, em prisões dos EUA, as rondas eram realizadas por agentes discretamente armados. Eles levavam consigo armas disfarçadas nas chaves dos portões de alas e corredores. Essas chaves eram, na verdade, revólveres em miniatura com apenas uma bala de baixo calibre. http://bit.ly/14EsYFx

O elétrico que encolhe Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Coreia do SUl criaram um modelo de carro elétrico que pode ser "dobrado" quando está estacionado. A ideia é, com um só modelo, reduzir a falta de vagas e a poluição do ar nas grandes cidades. http://bit.ly/16CLWiR


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SUPLEMENTO EXCLUSIVO PARA

SANTOS

PALMEIRAS

Eu quero a camisa 11

É quase 100, Verdão!

Se a camisa 11 do Santos pudesse falar, ela seria apenas desaforos nos últimos meses. Após a saída de Neymar ela deixou de ser destaque. Mas no triunfo sobre o Vitória, no último sábado, Gabriel, o Gabigol, de apenas 16 anos, a vestiu pela primeira vez: gol, belas jogadas, fim do jejum de seis jogos sem vitória no Brasileirão e o sentimento de que o manto tem um novo dono. Contra o Grêmio, quarta-feira, ele marcou gol e atuou com a 17, de forma mais discreta. A simbiose ocorreria mesmo com a camisa 11. O destino também tratou de

CAIO CARRIERI E FELLIPE LUCENA reporterverdao@lancenet.com.br

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juntá-los. O Peixe acertou a contratação de Thiago Ribeiro, principal reforço para o segundo semestre. Seria ele o sucessor da linhagem. Seria... Nos últimos jogos, no entanto, o jogador assumiu a camisa 9. Nem a chegada de Everton Costa, ex-Coritiba, mudou o destino da camisa 11, já que este tem características semelhantes a de um centroavante, um camisa 9: Ciente do entrosamento, Gabriel quer, de vez, a 11 para si. Ainda tenho muito o que aprender, mas dá para continuar no time, com essa camisa. O Santos está ganhando e fico feliz por tudo.

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Ao mesmo tempo em que comemora hoje os 99 anos de sua fundação, o Palmeiras inicia nas ações de marketing em alusão ao seu centenário. Até 26 de agosto de 2014, o Verdão fará diversas campanhas para festejar a sua história repleta de títulos, ídolos e torcedores apaixonados. Uma das primeiras iniciativas será anunciada à noite, em um jantar na Vila Olímpia, bairro nobre da Zona Oeste da cidade. Durante o banquete, o presidente Paulo Nobre comunicará mudanças significativas e me-

lhorias para o Avanti, programa de sócio-torcedor que esta gestão herdou com oito mil associados em janeiro e já está perto de alcançar a marca de 30 mil pessoas. Além dela, teremos camisas especiais comemorativas, produtos alusivos à data, ações envolvendo torcedores, ídolos atuais e do passado e alguns outros movimentos que serão conhecidos no momento certo revelou o mandatário. Dentre a fartura de opções de grandes ídolos, um deles será peça fundamental nestes próximos 12 meses comemorativos: Marcos, herói da Liberta-99.

NO BRASILEIRÃO

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PONTOS

É a diferença do Flu para o São Paulo na tabela: 18 contra 14.

FÉ! F

No chão Edinho e Cavalieri tombam diante de Luis Fabiano

VISÃO DE JOGO

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MAURO BETING

SÃO PAULO

maurobeting@lancenet.com.br

ONDE ESTÁ O CAMPEÃO? Desfalcado e desfigurado, o Fluminense jogou mal e perdeu por 2 a 1 para o São Paulo que voltou a vencer depois de 12 jogos no BR-13

T

udo que estava dando errado no Morumbi mudou. Pelo menos nos 90 minutos contra o Fluminense. O volante carioca Jean sentiu a perna e saiu de campo. O substituto William demorou a ser autorizado a entrar em campo. Com um a mais, e Ganso em passe (e em tarde) de Ganso, o São Paulo abriu o placar com Luís Fabiano, na raça e na presença de artilheiro, aos 27 minutos. De bico, e não fazendo mais bico pra torcida. Era o São Paulo vencendo como

São Paulo. Eram mais de 55 mil sãopaulinos torcendo como devem para um time que ainda deve tantos pontos quanto futebol. Torcedor que aplaudiu minutos antes Luís Fabiano, gritou por Ademilson quando foi substituído por Lucas Evangelista, gritou Rodrigo Caio quando o zagueiro deu um carrinho na lateral. Era o time vibrando como a torcida. Com o gol sofrido, Luxemburgo mudou o Fluminense. Escalou Kenedy ao lado de Samuel na frente. Avançou Wagner como único meia,

recuou Felipe como volante, adiantou Edinho como volante, segurou os laterais. Voltou ao 4-3-1-2 que foi melhor que o 3-4-2-1 com Samuel esquecido no ataque, Wagner e Felipe lentos na armação, Igor Julião e Carlinhos como alas apoiando pouco e marcando mal, os volantes muito afundados perto dos três da zaga. Resultado: nenhuma chance do Fluminense em 45 minutos. Três do São Paulo, e dois gols do Tricolor paulista: o segundo também foi bonito. Reinaldo aproveitou desastrado

VASCO X CORINTHIANS

Bom jogo, empate ruim AURINO LEITE aurinoleite@lancenet.com.br

l

Não acreditando muito na defesa do Vasco, o Corinthians foi com tudo para o ataque e de cara abriu o placar do jogo com Guerrero. Fez certo, até porque, durante toda a partida, o sistema defensivo vascaíno parecia que queria entregar o ouro. Mas aí o Vasco acordou e correu atrás do prejuízo, empatando no segundo tempo com André. No fim das contas, com esse 1 a 1, ficou no ar um sentimento de frustração. Com este pontinho apenas, o Timão deixou escapar a chance de

colar ainda mais nos primeiros colocados e o Vasco, em buscas de dias melhores, saiu de campo acreditando que merecia a vitória. Dorival Júnior já previa que a partida seria complicada, ainda mais por julgar que o Corinthians tem um dos melhores elencos do Brasil. Mas era preciso avisar isso ao zagueiro Cris, que deu bobeira para Guerrero marcar. Melhor para o Timão, que explorou também a Avenida Yotún na jogada. Só que o Vasco tinha gás e o Reizinho para reagir, até porque estava com o adversário engasgado, sempre

uma pedra no seu sapato. Ainda no primeiro tempo, o time carioca criou ótimas chances, aproveitando a movimentação do jovem Marlone, que entrou numa verdadeira fogueira, mas não teve medo de se queimar. Enquanto Tite estava satisfeito com a equipe dele, Dorival deu mostras no intervalo de que queria um melhor rendimento do Vasco no segundo tempo. Colocou o jovem atacante Willie no lugar do volante Wendel. Deu certo. Prova disso, foi o empate logo no início, após passe de Juninho, que, diga-se de passagem, estava caído. Daí em diante, o con-

rebote de Carlinhos e encheu a rede antes do intervalo no Morumbi. Na segunda etapa, o promissor meia Eduardo deu mais vida ao Fluminense no lugar de Felipe. O São Paulo recuou e pouco criou na segunda etapa. O campeão brasileiro também fez pouco. Só marcou o (belo) gol aos 45, em lance de futsal de Kenedy para Eduardo. Era tarde. Mas ainda não é para o São Paulo se recuperar. Como o são-paulino recuperou parte do carinho pelo time. Voltou a vencer após 12 rodadas.

CLEBER MENDES

Rogério Ceni 6,0 Douglas 6,0 Rodrigo Caio 7,0 Rafael Toloi 6,0 Reinaldo 6,5 Wellington 6,5 n Fabrício 6,5 Antônio Carlos 6,5 Intervalo Ganso 7,0 Jadson 6,0 Aloísio 5,5 n 32 /2º T Ademilson 4,5 Lucas Evangelista 6,0 32 /1º T Luis Fabiano 7,5 n T: Paulo Autuori 7,0

fronto ficou lá e cá, com cada time explorando as brechas do adversário. No fim, choro dos dois lados. Ao Timão, os dois pontos a mais que jogou fora e, ao Vasco, a vitória que daria mais moral ao time.

Diego Cavalieri Gum Anderson Edinho Igor Julião Diguinho Jean Kenedy 27 /1º T Felipe Eduardo Intervalo Wágner Biro Biro 17 /2º T Carlinhos Samuel T: Luxemburgo

6,0 4,0 3,5 3,5 4,0 4,0 4,0

n n n

n

3,5 6,0 3,0 5,0 3,5 4,0 3,0

JUIZ: Jailson Macedo Freitas (BA) 6,0 Poderia ter deixado o jogo correr mais, sem marcar algumas faltas. Foi bem nos cartões amarelos e não comprometeu no resultado. GOLS: 27 1ºT Luis Fabiano (1-0) ; 45 1ºT Reinaldo (2-0) e 46 2ºT Eduardo (2-1) RENDA/PÚBLICO: R$ 658.280,00 / 55.256 pagantes LOCAL: Morumbi, São Paulo (SP) GRAMADO: Bom

1

VASCO

No alto Danilo vence disputa pelo alto

1

FLUMINENSE

Diogo Silva 6,0 Fagner 5,0 n Cris 4,0 Rafael Vaz 5,0 Yotún 3,5 Abuda 5,0 n Wendel 4,0 Willie 5,5 Intervalo Juninho 7,0 Pedro Ken 3,5 n Marlone 6,5 Edmilson 45 /2º T André 7,5 Tenório 5,0 28 /2º T T: Dorival Júnior 5,0

1

CORINTHIANS Cássio Edenilson Paulo André Gil Fábio Santos Ralf Ibson Danilo Douglas Romarinho 16 /2º T Emerson Pato 33 /2º T Guerrero Alessandro 44 /2º T T: Tite

5,5 6,5 4,5 5,5 5,0 6,0 6,0 5,0 7,0 5,0

n n n n

5,0 5,5 6,0 n 5,0

JUIZ: Heber Roberto Lopes (SC) 5,0 Exagerou um pouco nos cartões amarelos e deixou de expulsar Danilo. GOLS: 4 1ºT Guerrero (0-1); 9 2ºT André (1-1) RENDA/PÚBLICO: R$ 2.070.800/21.627 pagantes LOCAL: Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF) GRAMADO: Ruim


DIÁRIO DO COMÉRCIO

14

sábado, domingo e segunda-feira, 24, 25 e 26 de agosto de 2013

FUTEBOL NACIONAL

Adeus, grande Gylmar SAIU DE CAMPO Bicampeão do mundo pela Seleção e pelo Santos, Gylmar do Santos Neves morre aos 83 anos em São Paulo. CBF decreta luto de três dias ARQUIVO

NÚCLEO FUTEBOL BRASILEIRO futbr@lancenet.com.br

F

l

Gylmar dos Santos Neves, um dos maiores goleiros da história do futebol, descansou. Aos 83 anos e tendo sido bicampeão do mundo com a Seleção (1958 e 1962) e com o Santos (1962 e 1963), Gylmar não resistiu após lutar por uma semana para se recuperar de um infarto e morreu ontem, no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Além do problema no coração, Gylmar também estava hospitalizado com o diagnóstico de infecção sistêmica (em grande parte do organismo) e infecção urinária. O exgoleiro já não falava e não tinha os movimentos de 40% do corpo por causa de um Acidente Vascular Cerebral (AVC), sofrido em 2000. É uma tristeza muito grande perder um amigo. Sabia que ele não estava bem, e chega uma hora que acontece. É um momento bastante triste lamentou o ex-ponta-esquerda Pepe, que jogou com Gylmar no Santos e na Seleção. Gylmar foi dono da meta brasileira por 16 anos, tendo estreado com o time canarinho em 1953 e se aposentando em 1969. Esse período significou a marca de 104 jogos defendendo a Seleção. Só Gylmar e mais dez jogadores superaram 100 partidas pelo Brasil. Até hoje, ele é o único goleiro ter sido campeão do mundo duas vezes. Eu vi Barbosa, Oberdan (Cattani) e Castilho, mas o Gylmar foi o maior de todos completou Pepe. Nascido em Santos, Gylmar se profissionalizou pelo Corinthians em 1951, após passar a juventude no Jabaquara. No entanto, depois de uma discórdia no Timão, ele se transferiu para o Santos de Pelé, em 1962, onde repetiu com o Rei o

Ídolo do São Paulo, De Sordi morre no Paraná

Referência Gylmar foi um dos maiores goleiros brasileiros

ARQUIVO

sucesso já obtido na Seleção. O futebol brasileiro está de luto. Depois do De Sordi, agora o Gilmar, jogadores que fizeram com que os torcedores brasileiros sentissem orgulho. Meus pêsames à família deste que foi um dos maiores goleiros do Brasil de todos os tempos disse o presidente da CBF, José Maria Marin, que decretou luto de três dias e lembrou do lateral-direito, falecido no sábado.

FRASES Gylmar foi um goleiro excepcional. A profissão dele no Santos era muito difícil, porque todos falavam do nosso ataque, mas, para fazer isso, a defesa ficava exposta. Mas a gente tinha a segurança de ter um goleiro como ele Pepe EX-PONTA ESQUERDA DO SANTOS E DA SELEÇÃO BRASILEIRA

Gilmar dos Santos Neves, nos defenda em paz. O Rei (Pelé) chorou em seu peito em 29/6/1958. O mundo chora em 25/8/2013, com um imenso vazio em nosso peito Mauro Beting COLUNISTA DO LANCE!

O ex-lateral Nílton de Sordi, ídolo do São Paulo que vestiu a camisa do clube em 536 partidas, morreu no sábado em Bandeirantes, no interior do Paraná. Aos 82 anos, ele sofreu falência múltipla dos órgãos, depois de muito tempo lutando contra o Mal de Parkinson. Campeão paulista duas vezes em 1953 e 1957 pelo Tricolor, De Sordi defendeu o time até 16 de julho de 1965, mas não marcou nenhum gol. mesmo assim é considerado um dos principais ídolos da história do clube. Ontem, no Morumbi, foi respeitado um minuto de silêncio em sua homenagem antes do confronto entre São Paulo e Fluminense. Campeão na Copa do Mundo de 1958, na Suécia, De Sordi foi titular em todos os jogos da Seleção Brasileira até a final contra os suecos, quando acabou barrado para a entrada de Djalma Santos, que foi um dos destaques na vitória por 5 a 2. De Sordi foi revelado pelo XV de Piracicaba (SP) e encerrou a carreira no União Bandeirante, do Paraná, em 1966, quando foi convidado para virar treinador da equipe.

OUTROS LANCES BRASILEIRÃO

Botafogo deixa escapar liderança Atlético-PR, ontem, no Duruval de Britto e encerrou a rodada na vice-liderança do Brasileiro. O herói da partida foi o atacante Éderson, autor dos dois gols. O Com 27 pontos, o Furacão agora é o quarto colocado. Foi a primeira vez na temporada que o Alvinegro perdeu por mais de um gol de diferença. No Estádio do Vale, Internacional e Goiás empataram em 3 a 3. No independência, o Atlético-MG venceu, de virada, a Portuguesa por 2 a 1 e se manteve fora da degola. Dátolo fez seu primeiro gol pelo Galo, justamente o que decretou a vitória. Já o Bahia venceu o Náutico por 2 a 0, na Fonte Nova.

BARCELONA

FÓRMULA 1

3 Em apenas dois parágrafos, o Chelsea confirmou a rasteira no Tottenham ao acertar de forma oficial com o brasileiro Willian. O meia chegou a fazer exames nos Spurs antes de optar por jogar de azul em seu primeiro clube do futebol inglês. O anúncio aconteceu na manhã de ontem, após o jogador passar por uma série de testes médicos no CT dos Blues. Especula-se que o negócio tenha girado em torno de 32 milhões de libras (R$ 119 milhões). Ainda que Willian já seja jogador do Chelsea, uma audiência naquarta-feira irá determinar se o meia poderá mesmo jogar na Inglaterra.

3 O técnico Gerardo Martino optou em deixar mais uma vez o brasileiro Neymar no banco de reservas, assim como Daniel Alves. Com isso, o Barcelona teve que suar para garantir a vitória magra por 1 a 0 contra o Málaga, no La Rosaleda. O lateral Adriano foi o autor do gol do triunfo. Neymar entrou com 17 minutos do segundo tempo. O camisa 11 foi logo para o canto esquerdo, e movimentou-se bastante, tentando centralizar em algumas oportunidades. A principal participação do aracante foi em uma arrancada a partir da intermediária, com bonitos dribles e alguma ginga.

3 O alemão Sebastian Vettel ven-

Chelsea anuncia Adriano marca e Vettel vence o meia Willian Barça triunfa GP da Bélgica

FELIPE GABRIEL

3 O Botafogo perdeu por 2 a 0 para o

MERCADO

Vitinho passou em branco

ceu o GP da Bélgica, e disparou na liderança com 46 pontos de diferença sobre o segundo colocado, o espanhol Fernando Alonso a oito provas para o fim do campeonato. Largando na segunda posição, o tricampeão precisou de apenas algumas curvas para deixar o pole position Lewis Hamilton para trás e rumar para uma vitória tranquila, a quinta na temporada e a 31ª na carreira. Já Alonso, que iniciou em 9º, Alonso protagonizou bela recuperação e fechou em 2º. Com problema no freio, Raikkonen abandonou pela 1ª vez desde que voltou à F-1.

TIME

V

E

D GP GC SG

2 o- Chapecoense

36 16 11

3

2 34 15 19

3 o- Sport

30 17 10

0

7 31 27

4 o- Paraná

30 17

8

6

3 25 13 12

5 o- Boa

29 17

8

5

4 17 17

27 17

8

3

6 29 19 10

1 o- Palmeiras

8 a- RODADA TIME

PG

J

V

E

D

GP

GC

SG

V

Cruzeiro

31

16

9

4

3

33

14

19

2 o-

Botafogo

29

16

8

5

3

27

19

3 o-

Grêmio

28

16

8

4

4

22

15

1 o-

4 o-

CASA E

D

V

6

2

0

8

5

2

7

5

2

FORA

10/9 - TERÇA-FEIRA 21h

E

D

AP

PM

3

2

3 64.6%

97

0

3

3

3 60.4%

95

1

3

2

3 58.3%

94

*Atlético-MG x Ponte Preta

10 a- RODADA

10/9 - TERÇA-FEIRA 21h

**Náutico x São Paulo

9/9 - SEGUNDA-FEIRA

19h30**Internacionalx Santos

Atlético-PR

27

16

7

6

3

28

22

6

4

4

0

3

2

3 56.2%

93

5 o- Corinthians

26

16

6

8

2

15

7

8

4

3

1

3

4

1 54.2%

92 4/10 - SEXTA-FEIRA

6 o-

Coritiba

7 o- Bahia 8 o9 o-

Internacional Vitória

24

16

6

6

4

20

17

3

5

2

1

1

4

3

50%

23

16

6

5

5

15

16

-1

4

2

2

2

3

3

47.9%

23

15

5

8

2

27

24

3

4

2

1

3

3

2

51.1%

90

21h

14 a- RODADA

Santos 1x1 Vasco Criciúma 3x0 Náutico Vitória 3x1 Ponte Preta Coritiba 1x1 Portuguesa Fluminense0x0 Corinthians Grêmio 3x1 Cruzeiro Goiás 1x1 Flamengo

16

6

4

6

21

23

-2

5

3

0

1

1

6 45.8%

88

22

16

5

7

4

17

21

-4

3

4

0

2

3

4 45.9%

88

11 o-

20

16

5

5

6

23

27

-4

3

3

3

2

2

3

41.7%

86

12 o- Atlético-MG

19

15

5

4

6

15

19

-4

4

2

1

1

2

5 42.2%

88

13 o-

19

14

4

7

3

16

12

5

2

5

0

1

2

3 45.2%

91 15/8

14 o- Flamengo

19

16

4

7

5

17

17

0

1

4

3

3

3

2 39.6%

85

15 o- Fluminense

18

16

5

3

8

19

22

-3

4

1

3

1

2

5

84

16 o- Criciúma

17

16

5

2

9

21

28

-7

5

1

3

0

1

6 35.4%

83 17/8

17 o- Ponte Preta

15

15

4

3

8

18

24

-6

2

2

5

2

1

3 33.3%

84

18 o- São Paulo

14

15

3

5

7

15

18

-3

2

1

5

1

4

2

31.1%

83

19 o-

13

16

2

7

7

18

26

-8

2

3

2

0

4

5

27.1%

79

8

14

2

2

10

8

24

-16

1

2

3

1

0

7

19%

80

Portuguesa

20 o- Náutico

37.5%

PG: pontos ganhos, J: jogos, V: vitórias, E: empates, D: derrotas, GP: gols pró, GC: gols contra, SG: saldo de gols, AP: aproveitamento, PM: pontuação máxima. REGULAMENTO: A Série A será disputada no sistema de pontos corridos em dois turnos. Critérios de desempate: 1) vitórias;2) saldo de gols; 3) gols pró; 4) confronto direto (apenas entre dois times, somados os dois jogos); 5) menos cartões vermelhos e amarelos e 6) sorteio. Os quatro últimos serão rebaixados. Os três primeiros (além do campeão da Copa do Brasil) disputarão a Libertadores 2014. Caso o campeão da Libertadores-2013 seja brasileiro, o terceiro se classifica, mas jogará o mata-mata da primeira fase. Para a SulAmericana (caso a CBF confirme que usará o regulamento de 2013) classificam-se os oito mais bem colocados excluindo os que estiverem disputando a quarta fase da Copa do Brasil-2014. CRITÉRIOS DE DESEMPATE: 1) vitórias; 2) saldo de gols; 3) gols pró; 4) confronto direto (apenas entre dois times, somados os dois jogos); 5) menos cartões vermelhos; 6) menos cartões amarelos; 7) sorteio. Os quatro últimos serão rebaixados.

LIBERTADORES SUL-AMERICANA REBAIXAMENTO

**Santos x Náutico

89 14/8 Atlético-MG 2x0 Bahia 92

22

Santos

o A.Pernambuco 6 - Joinville

E. do Vale

11 a- RODADA

10 o- Goiás Vasco

Independência

Vila Belmiro

Independência Vila Belmiro H. Hülse Barradão Couto Pereira Maracanã Arena Grêmio Serra Dourada

São Paulo 1x1 Atlético-PR Morumbi Botafogo 3x3 Internacional Maracanã

15 a- RODADA

18/8

Náutico 0x1 Fluminense Cruzeiro 5x1 Vitória Vasco 2x3 Grêmio Portuguesa 1x3 Botafogo Flamengo0x0 São Paulo Corinthians 1x0 Coritiba Ponte Preta 0x1 Goiás Bahia 0x0 Santos Internacional0x0 Atlético-MG Atlético-PR 2x1 Criciúma

A. Pernambuco Mineirão S. Januário Canindé M.Garrincha Pacaembu M.Lucarelli Fonte Nova E. do Vale D. Britto

* Jogo adiado por conta da participação do AtléticoMG na Libertadores ** Jogos adiados por conta de compromissos de Santos e São Paulo fora do Brasil

PG

J

40 17 13

1

3 34 13 21

4

0

7 o- América-MG

27 17

7

6

4 29 24

5

8 o- Figueirense

26 17

8

2

7 34 28

6

9 o- Avaí

26 17

7

5

5 25 23

2

10 o-Icasa

25 17

8

1

8 25 31 -7

11 o- Bragantino

25 17

7

4

6 18 17

1

6 21 21

0

12 o- Ceará

21 17

5

6

13 o- ASA

19 17

6

1 10 20 28 -8

14 o- Oeste

19 16

5

4

7 14 22 -8

15 o- Guaratinguetá 18 17

5

3

9 20 27 -7

16 o-Atlético-GO

17 17

5

2 10 13 24 -11

17 o- São Caetano

16 17

4

4

18 o- Paysandu

15 17

4

3 10 19 28 -10

19 o- América-RN

15 16

3

6

20 o-ABC-RN

11 17

2

5 10 13 29 -16

9 18 21 -3

7 17 26 -9

P: pontos, J: jogos, V: vitórias, E: empates, D: derrotas, GP: gols pró, GC: gols contra, SG: saldo de gols REGULAMENTO: A Série B será disputada no sistema de pontos corridos em dois turnos. Critérios de desempate: 1) vitórias; 2) saldo de gols; 3) gols pró; 4) confronto direto (apenas entre dois times, somados os dois jogos); 5) menos cartões vermelhos; 6) menos cartões amarelos e 7) sorteio. Se houver empate entre dois clubes na definção de título, acesso ou rebaixamento, não serão aplicados os critérios 5, 6 e 7, realizando-se um jogo extra em campo neutro (em caso de empate, pênaltis). O campeão será o time que conquistar o maior número de pontos. Os quatro últimos colocados serão rebaixados para a Série C do ano seguinte. Os quatro primeiros garantem vaga na Série A de 2014.


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sábado, domingo e segunda-feira, 24, 25 e 26 de agosto de 2013

DÓLAR Quem ganha com o Georgina Garcia/Estadão Conteúdo

alto na Bolsa de Valores

C

REJANE TAMOTO

om a alta do dólar comercial – que fechou a sexta-feira com valorização de 3,37% neste mês e de 15,46% no ano – quem tem a ganhar? A expectativa é que as empresas de perfil exportador na Bolsa de Valores sejam favorecidas. Mas, ainda assim, o aumento da moeda norte-americana deve ser acompanhado de perto. Na semana passada, o Banco Central (BC) passou a atuar fortemente no mercado de câmbio, realizando leilões de venda de linha e de swap (troca) para conter a queda do real. A atitude já surtiu efeito no mercado, com o dólar comercial cotado a R$ 2,36, uma queda de 3,20% apenas na sexta-feira. Por isso, o pequeno investidor não deve observar a variável dólar isoladamente e tomar cuidado com os movimentos do mercado ao escolher uma ação. É preciso verificar o quanto a empresa está exposta em dólar, seja na geração de receitas, dívidas e custos. O Diário do Comércio pesquisou junto a seis casas, entre corretoras e gestoras, as empresas que devem ser acompanhadas de perto nesse novo cenário. A expectativa é que as grandes exportadoras tenham desempenho positivo num mercado ainda muito volátil, com o Ibovespa acumulando perdas de 14,36% no ano. Em agosto, até sexta-feira, o índice está positivo em 6,91%. "O mercado está um pouco confuso sobre quem é vencedor e perdedor nesse cenário de dólar alto. Os papéis de empresas exportadoras subiram, mas ainda há muita especulação em cima de moedas e ações. Um cenário mais claro sobre o dólar será conhecido em setembro", diz Pedro Galdi, analista-chefe da SLW Corretora. "O dólar pode virar. O governo ainda tem mecanismos para intervir na taxa de câmbio", alerta Mitsuko Kaduoka, diretora de análise da BI&P Corretora. Alguns dos setores que devem ser influenciados pela variação do dólar em patamar mais elevado, ao longo deste semestre, são os de petróleo, mineração, siderurgia, indústria aeronáutica e papel e celulose. No entanto, cada empresa deve ser analisada separadamente. "É sempre preciso buscar uma orientação especializada. Teoricamente as exportadoras deverão ganhar mais neste cenário, mas é necessário verificar qual a proporção de seus custos e dívidas em dólar ", diz Henrique Kleine, analista-chefe da Magliano Corretora.

Ações de exportadoras atraem a atenção do mercado. Mas pequeno investidor da Bolsa deve olhar caso a caso e nunca descartar uma orientação especializada antes de comprar papéis.

penho da companhia vai depender do ritmo de entregas de aeronaves no terceiro trimestre. Já para Marcel Kussaba, analista da Quantitas Asset Management, a ação da Embraer já precificou o cenário de dólar alto. Para ele, o setor de papel e celulose ainda pode capturar efeitos positivos de um dólar mais alto.

Atenção ao papel Um exemplo mencionado por ele é o da Petrobras, que, com a elevação do dólar, não teve um ganho de receitas a ponto de compensar as despesas em moeda estrangeira. No ano, as ações preferenciais da estatal caem 1,17%. No mês, a valorização é de 13,87%. "A companhia usou um componente previsto no estatuto das companhias abertas que é o hedge accounting, no qual pode diluir a perda cambial de RS 7 bilhões ao longo do tempo. Isso fez com que tivesse lucro no último trimestre. Quando os contratos de exportação vencerem, o valor será descontado do lucro. Ela provisionou o prejuízo para o futuro", diz. Com uma dívida maior do que o lucro, a estatal depende de reajustes na gasolina para ajustar sua situação. Karina Freitas, analista da Concórdia Corretora, explica que, mesmo com o ajuste contábil, não houve compensação integral do impacto sobre o resultado financeiro. "A companhia exporta óleo pesado e importa óleo leve e derivados, que têm peso maior na conta. A disparada do dólar compromete a paridade do preço da gasolina praticado no exterior e aqui, que é 30% menor", explica. Na semana passada, houve um rumor de reajuste no preço da gasolina e do diesel, o que poderia equilibrar o caixa da empresa.

Dólar versus preço Com o dólar em alta, a Vale pode ter efeitos positivos e negativos em seu caixa, na opinião de Mitsuko, da BI&P Corretora. A ação preferencial da mineradora cai 18,79% no ano e sobe 14,67% em agosto. "A variação cambial afeta diretamente sua dívida em dólar, mas a maior parte de sua receita, ou 60%, vem do mercado externo", afirma Mitsuko. Além da elevação do dólar, a Vale depende do preço do minério de ferro no mercado internacional, que oscila muito. "O que influencia é a atividade econômica da China, que segundo

a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, divulgada na semana passada), melhorou neste mês em relação a julho. Isso pode ser positivo", diz Kleine, da Magliano. No entanto, ele também considera que a alta do dólar trouxe impacto para a dívida da Vale. "Tanto que a partir do próximo trimestre a companhia vai adotar o hedge accounting. Para o acionista, é interessante porque a empresa terá lucro e o efeito câmbio será parcialmente controlado", diz Kleine.

Receita versus despesa Um papel bem avaliado pelos analistas no ambiente atual é o preferencial da Gerdau, que tem valorização de 19,21% no mês. No ano, acumula queda de 2,75%. "O passivo da empresa está em dólar e o ativo também. Assim, ela não precisa reconhecer a variação cambial", afirma Galdi, da SLW Corretora. Segundo Kleine, da Magliano, a empresa tem 50% de sua receita em dólar, além de subsidiárias nos Estados Unidos. A expectativa é positiva para o papel, principalmente após o anúncio de reajuste de cerca de 8% no preço do aço longo, na última semana. "Essa ação é a minha preferida no setor. Além disso, o dólar maior inibe a importação de aço no mercado interno, o que pode ajudar as vendas aqui. É um papel que tem espaço para crescer por conta da recuperação econômica dos Estados Unidos", avalia Marcelo Torto, analista da Ativa Corretora. Outra empresa bem equacionada neste sentido, segundo Torto, é a Embraer. "Ela tem mais de 90% da sua receita em dólar e custo de 75% na moeda norte-americana. Existe uma diferença positiva de caixa e uma dívida protegida. Na minha opinião, é uma clara vencedora", diz Torto. A ação ordinária da Embraer subiu 2,11% no mês e 38,05% no ano. Karina, da Concórdia, diz que o bom desem-

Kussaba diz que um papel que tem na carteira é o da Fibria, que se valoriza 10,63% no mês e 24,5% no ano. "Em um cenário em que a moeda norte-americana se valoriza ante às demais moedas, o preço da celulose manteve-se alto. É difícil o preço subir quando a taxa de câmbio cai", diz. Para Mitsuko, da BI&P Corretora, a alta do dólar não é tão favorável assim para as empresas de papel e celulose. Na opinião dela, pesa contra a Fibria a dívida em moeda estrangeira. Na avaliação de Daniela Martins, analista da Concórdia Corretora, a Fibria tem 90% da receita e 90% da dívida em dólar e está empenhada em diminuir a alavancagem. "Está tomando medidas para reduzir custos e quer voltar a receber graus de investimento de rating para conseguir ganho novamente", diz a analista. Torto, da Ativa, diz que a empresa tem dívida de longo prazo, o que acaba diluindo as saídas e gerando um impacto positivo na geração de caixa. "Mas o mercado precificou muito a alta do dólar no papel da Fibria", afirma.

Cenário ainda é de cautela

Segundo analistas, é preciso verificar se um determinado papel já não incorporou todo o preço de alta antes de comprá-lo. A escolha requer análise cuidadosa e com foco para a diversificação da carteira. O dólar elevado não deve ser a única pista a seguir na hora de identificar uma empresa exportadora para investir. Especialistas aconselham o investidor a olhar o mercado específico de cada companhia, pois isso também dita a sua evolução. As mineradoras, por exemplo, tiveram muita oscilação de preços por causa da desaceleração da China. Outro setor que enfrenta a volatilidade de preços no mercado internacional é o de commodities agrícolas, em especial o de grãos, cujos preços dependem da safra, que determina a oferta mundial.


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17 O ensino a distância deverá ser responsável por 60% do crescimento da FMU nos próximos anos

conomia

Luludi/Luz

Paulo Pampolin/Hype

Outlets pareciam ser alternativa viável aos shoppings, mas a questão tributária aparece como entrave.

Representantes de empresas na reunião do Conselho de Varejo, coordenado por Nelson Kheirallah.

Potencial dos outlets posto em dúvida Executivos de grandes redes varejistas nacionais não acreditam que esses empreendimentos tenham grande poder de atrair lojistas a seu espaço Renato Carbonari Ibelli

O

mercado tem anunciado uma nova onda de inaug u r a ç õ e s d e o utlets no Brasil como alternativa aos shoppings tradicionais. Até o final de 2014 são previstas pelo menos 10 unidades para diferentes regiões, segundo levantamento da About, empresa que presta consultoria de planejamento e comercialização a esse tipo de empreendimento. Entretanto, executivos de algumas grandes redes varejistas têm sérias dúvidas em relação ao potencial que esses outlets terão de atrair lojistas a seu espaço. O questiona-

mento foi levantado por representantes de empresas na última sexta-feira, em reunião do Conselho de Varejo da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), coordenado por Nelson Kheirallah. Nos Estados Unidos, onde os outlets são bem difundidos, as marcas produzem itens para vender especificamente neles. São produtos semelhantes aos comercializados nas lojas de rua ou de shoppings, mas de qualidade um pouco inferior e, naturalmente, que custam menos. No Brasil ainda não existe essa produção específica, isto é, a mercadoria que o consumidor encontra no outlet é a mesma que está à venda em outros canais.

O passo anterior no caminho do amadurecimento desse modelo de negócio se daria com as redes se habituando a direcionar seus encalhes para suas lojas em outlets. À medida que tal prática se tornasse comum, a oferta de outlets cresceria, estimulando as redes a fabricarem itens específicos para serem vendidos exclusivamente neles. O problema, dizem os empresários, é que o sistema tributário brasileiro inviabiliza a logística reversa necessária para que uma marca “capture” os encalhes de estoques de suas lojas ou franquias espalhadas pelo País para depois realocá-los em outlets. Isso porque a mercadoria estaria sujeita a incidência do Im-

Com Laureate, FMU quer triplicar número de alunos.

A

consolidação do reestruturação da São Paulo. Macedo setor de educação companhia, eram 16 mil destacou que as privada deu outro alunos. Na época, a FMU, companhias ainda não passo importante no País, que tinha como carroavaliaram suas potenciais com a aquisição do chefe o curso de Direito e sinergias, mas defendeu a Complexo Educacional foi criada para atender o permanência da FMU pela Laureate Brasil, público das classes A e B, concorrência entre as duas anunciada na última sexta- decidiu reduzir o preço das marcas. Juntas, porém, as feira. Embora as empresas mensalidades em 25% instituições esperam não informem o valor do para atrair alunos com liderar o mercado de São negócio, fontes do renda mais baixa. A Paulo. mercado falam em R$ 1 política "agressiva" de Macedo ainda informou bilhão. Com a transação, a preços não deve mudar que a FMU pretende aderir FMU calcula que até 2016 com a venda, segundo ao Programa Nacional de poderá triplicar o número Macedo. Acesso ao Ensino Técnico e de alunos – atualmente 68 A marca da FMU, disse Emprego (Pronatec) até Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo mil, entre 2014. "Estamos graduação, póspreparando as graduação e ensino matrizes a distância. A curriculares", previsão é de afirmou. Em crescimento março, o Ministério orgânico, sem da Educação aquisições. regulamentou De acordo com o medida que vice-reitor autoriza a adesão executivo da FMU, de instituições de Arthur Sperandéo ensino superior e de Macedo, 60% do escolas privadas crescimento da de educação companhia nos tecnológica ao próximos anos programa. As deve vir do ensino a unidades privadas distância, passam a oferecer especialmente bolsas de estudos, para outras regiões como já ocorre fora de São Paulo, com o Programa onde se Universidade para concentram os Todos (ProUni), cursos presenciais. para cursos Além disso, a técnicos instituição, que só contemplados pelo A venda inclui todas as unidades de São Paulo oferece essa programa. modalidade na pósA venda para a graduação, espera levá-la Laureate inclui todas as Macedo, permanecerá para a graduação neste ativa e o atual grupo gestor unidades da FMU em São ano. Paulo: Faculdades segue no comando. O Segundo o executivo, Metropolitanas Unidas fundador, Edevaldo Alves sem contar com a (FMU), Faculdades da Silva, segue como estrutura da Laureate, a Integradas de São Paulo presidente do Conselho de expansão desejada (Fisp) e Fiam-Faam Centro Administração do demoraria ao menos dez Universitário. Mas não Complexo e sua esposa, anos. O executivo lembra Labibi Alves da Silva, como envolve o Centro que nos últimos cinco anos reitora. Universitário de Brasília a rede elevou (UniCEUB), no qual o A Laureate Brasil é dona significativamente o seu fundador têm 50% de da Anhembi Morumbi, número de estudantes. Em instituição que tem cerca participação. (Estadão 2008, quando começou a Conteúdo) de 30 mil estudantes em

posto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cada vez que migrar de um estado a outro. “Haveria espaço para alguns poucos outlets, não para tantos como está sendo alardeado. Não vejo tantas marcas se interessarem por esse tipo de empreendimento”, disse um representante de empresa durante o encontro do Conselho de Varejo da ACSP. Entraves – Os outlets estão sendo apresentados como alternativa aos shoppings tradicionais, modelo que atravessa um momento complicado. No entendimento dos participantes da reunião da ACSP, “os impostos e o preço do condomínio praticado pelos shoppings hoje são insuportáveis para os lojis-

tas, em especial para os de menor porte”. Isso torna cada vez mais difícil atrair lojas satélites. “Tem shopping sendo inaugurado com apenas 50% da área bruta locável”, foi comentado na reunião. O bom momento da economia brasileira levou a uma enxurrada de lançamentos de shoppings nos últimos anos. E o ritmo de lançamentos não arrefeceu. Em 2012 foram inaugurados 27 centros. Para este ano, inicialmente, eram previstos 54. Mas a dificuldade de levar lojas aos empreendimentos, entre outros problemas, fez vários lançamentos serem postergados. Espera-se que uns 30 sejam inaugurados este ano. Por ter custo mais baixo pa-

ra o lojista, os outlets pareciam uma alternativa viável aos shoppings tradicionais. Mas a questão tributária acaba aparecendo como um entrave , como apontaram os participantes da reunião do Conselho de Varejo. Entre os outlets previstos para serem inaugurados entre este ano e os próximos estão o Premium Salvador, Premium Rio de Janeiro (ambos da General Shopping Brasil), Platinum, da Iguatemi e Catarina Fashion – esse último da da JHSF, em São Roque, interior paulista. Todos esses estão previstos ainda para 2013. A BRMalls anuncia o Castelo Premium para 2014 e a General Shopping pretende inaugurar três unidades em 2015.


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Essa campanha parece o miolo de uma baguete: sem graça. Está incentivando o público a comprar pão como parte da rotina, tipo lavar a mão. Steven L. Kaplan, historiador norte-americano

conomia

Quem diria... o francês longe do pão. O consumo de baguetes na França está caindo, o que mostra que a paixão nacional pelo alimento já não é a mesma de décadas atrás. Agnes Dherbeys/NYT

Elaine Sciolino*

P

arece que os franceses estão se desapaixonando; não pelo serviço de saúde pública, que é gratuito, nem pelas semanas mais curtas de trabalho nem pelas longas férias de verão. É pelo pão mesmo. Um francês atualmente consome em média apenas meia baguete por dia, em comparação a quase uma inteira em 1970 e mais de três em 1900. As mulheres, ainda responsáveis pelas compras na maioria das famílias, comem 30% a menos que os homens – assim como os jovens, em relação à década passada. O declínio é tão preocupante que o Observatoire du Pain, associação de padeiros e donos de moinhos, começaram uma campanha nacional em junho que mostra o pão como alimento que promove a boa saúde, uma boa conversa e a civilização francesa. "Coucou, tu as pris le pain?" ("E aí, já comprou o seu pão?") é o slogan. Inspirada na campanha publicitária norte-americana "Got Milk?", a frase aparece em outdoors e embalagens em mais de 130 cidades do país. "Os hábitos alimentares estão mudando", diz Bernard Valluis, um dos diretores da organização. "O pessoal está muito ocupado ou trabalha até muito tarde para passar na padaria. Os adolescentes quase não tomam mais café da manhã. A nossa intenção ao usar uma palavra tão familiar como 'coucou' é fazer o consu-

Alimento básico, a baguete perde espaço no café da manhã. Um francês atualmente consome em média apenas meia baguete por dia, em comparação a quase uma inteira em 1970 e mais de três em 1900. midor pensar: 'Ah, tenho que comprar pão hoje.'" O site da campanha, www.tuasprislepain.fr, explica que "a França é o país do pão" e que o alimento faz parte da refeição tradicional "à la française". Ele é descrito como saudável e importante na perda de peso. "É rico em proteína vegetal e fibras e pobre em gorduras; glicídios são fonte de energia", continua a explicação, substituindo gentil-

mente a palavra "carboidrato". E se a pessoa que estiver de regime quiser "evitar consumir gordura e açúcar, o pão é a melhor opção, pois a sensação de saciedade que dá permite que se espere pela próxima refeição". E aí entra o efeito simpatia: "Lembre-se de que comprar pão fresco a caminho de casa é uma forma simples de mostrar carinho e atenção a quem se ama, proporcionando-lhe

uma agradável surpresa." Ao equivalente a pouco mais que R$ 2, a baguete é um dos alimentos básicos mais baratos do país: dez bilhões delas são vendidas por ano em toda a França. FESTIVAL O pão tem até um festival nacional só para si, realizado em maio, perto da festa de Santo Honorato (o santo padroeiro dos padeiros), para que os franceses possam experimentar diversas variedades e até como aprenderem a se tornar profissionais. Além disso, Paris organiza um concurso anual para escolher o criador da melhor baguete artesanal – sendo que o vencedor tem a honra de ter seus produtos na mesa do presidente François Hollande, no Palácio do Eliseu, durante um ano. Em julho, depois de uma tarde de degustação de 152 baguetes, o júri escolheu Ridha Khadher, que saiu da Tunísia 24 anos atrás, ainda adolescente, para se tornar padeiro na França. "É uma grande honra para um tunisiano ver seu pão considerado o melhor do país. Quero só saber o que o presidente vai achar", diz ele. O pão está perdendo terreno à mesa para produtos como cereais matinais, massa e arroz. A França continua tendo o maior número de padarias independentes do mundo (32 mil), mas em 1950 eram 54 mil. Segundo Steven L. Kaplan, historiador norte-americano considerado até pelos franceses como sendo a autoridade máxima do pão nacional, a panificação vem seguindo duas tendências no último século: um declínio contínuo na qualidade da maioria dos produtos e o surgimento de padeiros artesanais dedicados à excelência e à tradição. DECLÍNIO O declínio da qualidade começou em 1920, com a transição da produção lenta, com base de massa lêveda, para o processo rápido de fermentação – e a mecanização dos anos 1960 contribuiu para que o pão perdesse em sabor e aroma. A tendência começou a se reverter nos anos 80, quando os moinhos passaram a produzir uma farinha de melhor qualidade e a dar mais apoio de marketing aos padeiros. Famoso, Lionel Poilâne combinou a produção em larga escala com práticas artesanais como a fermentação lenta e o uso de forno à lenha. Em 1993, foi a vez de o go-

verno ajudar, aprovando um decreto que cunhava uma designação especial: o "pão de tradição francesa", feito exclusivamente com farinha, sal, água e levedura – e nenhum aditivo. O "tradição", como é chamado, é mais caro que a baguete comum, que leva aditivos, passa por um processo de crescimento acelerado, usa mecanização e representa 75% das vendas totais de pães do país.

Os hábitos alimentares estão mudando. O pessoal trabalha até tarde para passar na padaria. BERNARD VALLUIS, DIRETOR DA OBSERVATOIRE DU PAIN "Os métodos de fabricação dos dois pães são completamente diferentes", conta Philippe Levin, padeiro com 25 anos de profissão do 9º arrondissement, no Rive Droite (Margem Direita). "O segredo do pão tradicional é o tempo. A fermentação é muito lenta, porque os aromas e o açúcar têm de se destacar. O processo todo, do início ao fim, leva de 3,5 a quatro horas." Para mostrar a diferença, ele cortou um pão tradicional e uma baguete comum na me-

tade e depois na transversal, como se fosse preparar um sanduíche. AROMA "Repare nas cavidades desiguais, a crosta dourada, que beleza", disse ele, referindose ao primeiro. "Sinta o aroma, doce e picante. Todos feitos à mão. Magníficos!" E em relação à segunda: "É diferente, mais branca, feita na máquina." Levin vende mais pães tradicionais que baguetes, embora essas sejam vinte centavos mais baratas. Nas manhãs de domingo, seus produtos são tão disputados que ele monta uma mesa especial para os clientes, que fazem fila até para fora da padaria. Tanto Levin e Kaplan, o historiador norte-americano, dizem que a campanha publicitária atual é muito fraca. "O meu padrão de qualidade nunca foi tão alto e meu negócio nunca esteve tão bem", resume Levin. Steven Kaplan já foi mais direto na sua crítica. "Essa campanha parece o miolo de uma baguete: totalmente sem graça. Está incentivando o público a comprar pão como parte da rotina, tipo lavar a mão, escovar os dentes. É preciso mostrá-lo como um objeto de prazer. Precisamos dar valor ao pão que faz as nossas papilas gustativas dançarem", afirmou ele. *The New York Times

Padeiros lançam campanha publicitária: "E aí, já comprou o seu pão?"


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ECONOMIA - 19

Banco Itaú BBA S.A. RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas: Apresentamos as Demonstrações Contábeis do Banco Itaú BBA S.A. (ITAÚ BBA) relativas aos períodos de 01/01 a 30/06 de 2013 e de 2012, as quais seguem os dispositivos estabelecidos pelo Banco Central do Brasil (BACEN) e do Conselho Monetário Nacional (CMN). RESULTADO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO O Lucro Líquido do ITAÚ BBA no período alcançou R$ 946 milhões e o Patrimônio Líquido R$ 6.220 milhões. O Lucro Líquido por ação foi de R$ 89,47, enquanto seu valor patrimonial por ação atingiu R$ 588,51. ATIVOS E RECURSOS CAPTADOS Os Ativos totalizaram R$ 269.210 milhões e estavam substancialmente formados por R$ 129.970 milhões de Aplicações Interfinanceiras de Liquidez, Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos e R$ 123.659 milhões de Operações de Crédito, Operações de Arrendamento Mercantil Financeiro e Carteira de Câmbio. Os Recursos Captados totalizaram R$ 248.613 milhões e estão representados pela Carteira de Câmbio e Captação de Recursos e Obrigações por Empréstimos e Repasses. BALANÇO PATRIMONIAL (Em Milhares de Reais) ATIVO NOTAS 30/06/2013 30/06/2012 CIRCULANTE ........................................................................................................ 166.331.622 124.074.187 DISPONIBILIDADES....................................................................................... 3a e 4 2.038.531 1.648.518 APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ.............................. 3a, 3b, 4 e 5 17.235.445 24.040.733 Aplicações no Mercado Aberto............................................................... 3.694.849 8.463.517 Aplicações em Depósitos Interfinanceiros ......................................... 13.540.596 15.577.216 TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS................................................................. 3c, 3d e 6 63.616.226 26.186.938 Carteira Própria............................................................................................. 9.773.951 7.961.087 Vinculados a Compromissos de Recompra ........................................ 43.984.773 12.244.394 Vinculados a Prestação de Garantias .................................................... 4.140.415 2.117.290 Instrumentos Financeiros Derivativos.................................................. 5.717.087 3.864.167 RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS............................................................... 3.767.138 4.685.114 Pagamentos e Recebimentos a Liquidar ............................................. 143 132 Depósitos no Banco Central..................................................................... 3b 3.730.975 4.586.031 Correspondentes.......................................................................................... 36.020 64.983 Repasses Interfinanceiros ......................................................................... –.– 33.968 OPERAÇÕES DE CRÉDITO ........................................................................... 3e, 3g e 7 37.398.827 34.433.588 Operações de Crédito................................................................................. 38.130.535 34.721.015 (Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa). (731.708) (287.427) OPERAÇÕES DE ARRENDAMENTO MERCANTIL............................... 3f, 3g e 7 (19.996) (15.730) Arrendamentos a Receber e Valor Residual Garantido .................. 1.330.182 1.345.260 (Rendas a Apropriar e Valor Residual a Balancear)........................... (1.296.220) (1.294.540) (Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa).............................................................................. (53.958) (66.450) OUTROS CRÉDITOS ....................................................................................... 42.249.785 33.013.423 Carteira de Câmbio...................................................................................... 8 37.689.728 29.017.622 Rendas a Receber......................................................................................... 546.505 105.946 Negociação e Intermediação de Valores ............................................. 1.733.320 1.377.110 Diversos ........................................................................................................... 11a 2.324.926 2.536.067 (Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa)............. 3g e 7e (44.694) (23.322) OUTROS VALORES E BENS ......................................................................... 3h 45.666 81.603 Outros Valores e Bens ................................................................................. 74 109 Despesas Antecipadas ............................................................................... 45.592 81.494 REALIZÁVEL A LONGO PRAZO .................................................................... 93.596.897 71.159.186 APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ.............................. 3b e 5 3.844.540 3.974.012 Aplicações no Mercado Aberto............................................................... 2.626.778 3.234.093 Aplicações em Depósitos Interfinanceiros ......................................... 1.217.762 739.919 TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS................................................................. 3c, 3d e 6 45.273.323 33.659.370 Carteira Própria............................................................................................. 12.512.962 4.284.929 Vinculados a Compromissos de Recompra ........................................ 27.891.887 26.461.845 Vinculados a Prestação de Garantias .................................................... 1.716.365 367.879 Instrumentos Financeiros Derivativos.................................................. 3.152.109 2.544.717 OPERAÇÕES DE CRÉDITO ........................................................................... 3e, 3g e 7 42.885.394 30.928.726 Operações de Crédito................................................................................. 43.595.167 31.412.970 (Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa). (709.773) (484.244) OPERAÇÕES DE ARRENDAMENTO MERCANTIL............................... 3f, 3g e 7 190 15.271 Arrendamentos a Receber e Valor Residual Garantido .................. 945.007 2.252.135 (Rendas a Apropriar e Valor Residual a Balancear)........................... (934.167) (2.218.451) (Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa).............................................................................. (10.650) (18.413) OUTROS CRÉDITOS ....................................................................................... 1.539.389 2.576.287 Carteira de Câmbio...................................................................................... 8 38.153 1.690.674 Rendas a Receber......................................................................................... 6.981 5.542 Negociação e Intermediação de Valores ............................................. 95.956 –.– Diversos ........................................................................................................... 11a 1.398.445 880.653 (Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa)............. 3g e 7e (146) (582) OUTROS VALORES E BENS - Despesas Antecipadas ...................... 3h 54.061 5.520 PERMANENTE...................................................................................................... 9.281.414 10.579.146 INVESTIMENTOS............................................................................................. 3i 6.581.888 6.526.998 Participação em Coligadas e Controladas........................................... 13 I 6.500.767 6.438.062 No País .......................................................................................................... 6.129.199 6.424.474 No Exterior................................................................................................... 371.568 13.588 Outros Investimentos ................................................................................. 120.627 115.779 (Provisões para Perdas) .............................................................................. (39.506) (26.843) IMOBILIZADO DE USO ................................................................................. 3j 169.749 148.847 Imóveis de Uso.............................................................................................. 4.958 4.958 Outras Imobilizações de Uso.................................................................... 324.167 270.783 Depreciações Acumuladas)................................................................... (159.376) (126.894) IMOBILIZADO DE ARRENDAMENTO ..................................................... 3k, 3l e 7d 2.066.625 3.156.662 Bens Arrendados .......................................................................................... 2.009.289 3.008.780 (Depreciações Acumuladas)..................................................................... 57.336 147.882 INTANGÍVEL...................................................................................................... 3m e 13 II 463.152 746.639 TOTAL DO ATIVO................................................................................................ 269.209.933 205.812.519 DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Nota 14) (Em Milhares de Reais) Capital Social SALDOS EM 01/01/2012......................................................................................................................... 4.224.086 Variação do Ajuste ao Valor de Mercado ............................................................................................ –.– Dividendos Pagos........................................................................................................................................ –.– Lucro Líquido................................................................................................................................................ –.– Destinação: Reserva Legal .......................................................................................................................................... –.– Reserva Estatutária................................................................................................................................ –.– SALDOS EM 30/06/2012......................................................................................................................... 4.224.086

CNPJ nº 17.298.092/0001-30 CIRCULAR 3.068/01 - BACEN O ITAÚ BBA declara ter capacidade financeira e intenção de manter até o vencimento os títulos assim classificados, no montante de R$ 32 milhões, representando 0,03% do total de títulos e valores mobiliários. AGRADECIMENTOS Agradecemos aos senhores acionistas a confiança e apoio indispensáveis para o desenvolvimento contínuo alcançado pelo ITAÚ BBA. Aos funcionários e colaboradores expressamos reconhecimento por seu empenho e dedicação. Aos clientes, nossos agradecimentos pela confiança e fidelidade, que procuramos retribuir com produtos, serviços e atendimento diferenciados. São Paulo, 20 de agosto de 2013. A Administração DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Em Milhares de Reais)

PASSIVO NOTAS CIRCULANTE .................................................................................................... DEPÓSITOS.................................................................................................... 3b e 9 Depósitos à Vista ...................................................................................... Depósitos Interfinanceiros ................................................................... Depósitos a Prazo..................................................................................... CAPTAÇÕES NO MERCADO ABERTO................................................. 3b e 9 Carteira Própria......................................................................................... Carteira de Terceiros................................................................................ RECURSOS DE ACEITES E EMISSÃO DE TÍTULOS ......................... 3b e 9 Recursos de Letras Imobiliárias, Hipotecárias, de Crédito e Similares ................................................................................................... Obrigações por Títulos e Valores Mobiliários no Exterior.......... RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS........................................................... 3b e 9 Recebimentos e Pagamentos a Liquidar ......................................... Repasses Interfinanceiros ..................................................................... RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS ...................................................... Recursos em Trânsito de Terceiros ..................................................... Transferências Internas de Recursos ................................................. OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS - Empréstimos no Exterior ....................................................................................................... 3b e 9 OBRIGAÇÕES POR REPASSES DO PAÍS............................................. 3b e 9 Tesouro Nacional...................................................................................... BNDES........................................................................................................... CEF................................................................................................................. FINAME ........................................................................................................ Outras Instituições................................................................................... INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS ............................. 3d e 6 OUTRAS OBRIGAÇÕES............................................................................. Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados .............. Carteira de Câmbio.................................................................................. 8 Sociais e Estatutárias............................................................................... Fiscais e Previdenciárias......................................................................... 3o, 3p e 12c Negociação e Intermediação de Valores ......................................... Credores por Antecipação de Valor Residual................................. 3f e 7d Diversas........................................................................................................ 11b EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................... DEPÓSITOS.................................................................................................... 3b e 9 Depósitos Interfinanceiros ................................................................... Depósitos a Prazo..................................................................................... CAPTAÇÕES NO MERCADO ABERTO................................................. 3b e 9 Carteira Própria......................................................................................... Carteira de Terceiros................................................................................ RECURSOS DE ACEITES E EMISSÃO DE TÍTULOS ......................... 3b e 9 Recursos de Letras Imobiliárias, Hipotecárias, de Crédito e Similares ................................................................................................... Obrigações por Títulos e Valores Mobiliários no Exterior.......... RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS - Repasses Interfinanceiros OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS ..................................................... 3b e 9 Empréstimos no País - Outras Instituições...................................... Empréstimos no Exterior....................................................................... OBRIGAÇÕES POR REPASSES DO PAÍS............................................. 3b e 9 Tesouro Nacional...................................................................................... BNDES........................................................................................................... CEF................................................................................................................. FINAME ........................................................................................................ Outras Instituições................................................................................... INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS ............................. 3d e 6 OUTRAS OBRIGAÇÕES............................................................................. Carteira de Câmbio.................................................................................. 8 Sociais e Estatutárias............................................................................... Fiscais e Previdenciárias......................................................................... 3o, 3p e 12c Negociação e Intermediação de Valores ......................................... Credores por Antecipação de Valor Residual................................. 3f e 7d Diversas........................................................................................................ 11b

30/06/2013 30/06/2012 201.192.997 144.377.673 75.314.784 67.208.767 6.222.763 5.350.324 51.652.689 46.146.909 17.439.332 15.711.534 52.900.709 20.325.507 49.686.835 16.810.336 3.213.874 3.515.171 4.954.973 2.202.321 4.664.838 290.135 4.327 1 4.326 1.192.433 1.191.303 1.130

1.339.740 862.581 8.668 –.– 8.668 1.411.242 1.400.263 10.979

16.861.968 3.953.529 458 1.429.814 18.918 2.397.930 106.409 6.390.684 39.619.590 11.302 34.291.226 235.326 263.336 3.516.433 860.700 441.267

12.156.990 6.407.060 575 1.148.718 17.476 5.198.349 41.942 5.124.914 29.532.204 12.121 24.903.156 253.736 303.409 3.168.052 666.355 225.375

61.592.450 3.927.415 484.246 3.443.169 27.394.114 25.875.544 1.518.570 4.183.256

55.144.239 11.612.122 832.958 10.779.164 21.791.510 21.791.510 –.– 3.801.126

3.043.511 1.139.745 –.– 6.791.579 1.579 6.790.000 14.542.555 1.373 6.114.232 26.119 8.390.831 10.000 2.510.769 2.242.762 23.316 28.067 1.271.292 138.753 551.963 229.371

2.550.060 1.251.066 4.312 2.132.306 1.579 2.130.727 9.564.487 1.723 4.612.204 43.383 4.876.782 30.395 2.065.268 4.173.108 1.690.845 42.202 982.732 –.– 1.182.318 275.011

RESULTADOS DE EXERCÍCIOS FUTUROS ............................................

3q

204.499

147.996

PATRIMÔNIO LÍQUIDO................................................................................ Capital Social ............................................................................................. Reservas de Capital ................................................................................. Reservas de Lucros .................................................................................. Ajustes de Avaliação Patrimonial .......................................................

14

6.219.987 4.224.086 15.372 1.831.112 149.417

6.142.611 4.224.086 15.372 1.748.015 155.138

TOTAL DO PASSIVO ......................................................................................

3c e 6a

269.209.933 205.812.519

Reservas de Capital 15.372 –.– –.– –.–

Reservas de Lucros 2.471.291 –.– (1.645.000) –.–

Ajustes de Avaliação Patrimonial 121.042 34.096 –.– –.–

Lucros Acumulados –.– –.– –.– 921.724

Total 6.831.791 34.096 (1.645.000) 921.724

–.– –.– 15.372

46.086 875.638 1.748.015

–.– –.– 155.138

(46.086) (875.638) –.–

–.– –.– 6.142.611

MUTAÇÕES DO PERÍODO.......................................................................................................................

–.–

–.–

(723.276)

34.096

–.–

(689.180)

SALDOS EM 01/01/2013......................................................................................................................... Variação do Ajuste ao Valor de Mercado ............................................................................................ Dividendos Pagos........................................................................................................................................ Lucro Líquido................................................................................................................................................ Destinação: Reserva Legal .......................................................................................................................................... Reserva Estatutária................................................................................................................................ SALDOS EM 30/06/2013.........................................................................................................................

4.224.086 –.– –.– –.–

15.372 –.– –.– –.–

1.685.139 –.– (799.610) –.–

358.587 (209.170) –.– –.–

–.– –.– –.– 945.583

6.283.184 (209.170) (799.610) 945.583

–.– –.– 4.224.086

–.– –.– 15.372

47.279 898.304 1.831.112

–.– –.– 149.417

(47.279) (898.304) –.–

–.– –.– 6.219.987

MUTAÇÕES DO PERÍODO.......................................................................................................................

–.–

–.–

145.973

–.–

(63.197)

(209.170)

NOTAS RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ...................................... Operações de Crédito..................................................................................... 3e Operações de Arrendamento Mercantil .................................................. 3f Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários ............. Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos ....................... 3d e 6b IV Resultado de Operações de Câmbio......................................................... Resultado das Aplicações Compulsórias ................................................. DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA..................................... Operações de Captação no Mercado........................................................ Operações de Empréstimos e Repasses................................................... Operações de Arrendamento Mercantil .................................................. 3f Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa .................................. 3g e 7e RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ................. OUTRAS RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS................................ Receitas de Prestação de Serviços ............................................................. 11c Despesas de Pessoal ....................................................................................... Outras Despesas Administrativas............................................................... 11d Despesas Tributárias ....................................................................................... 3p e 12a II Resultado de Participação em Coligadas e Controladas ................... 3i e 13 I Outras Receitas Operacionais...................................................................... Outras Despesas Operacionais.................................................................... 11e RESULTADO OPERACIONAL ......................................................................... RESULTADO NÃO OPERACIONAL............................................................... RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO E PARTICIPAÇÕES............................................................................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL ................................. 3p e 12a I Devidos sobre Operações do Período ...................................................... Referentes a Diferenças Temporárias........................................................ PARTICIPAÇÕES NO LUCRO .......................................................................... 15b LUCRO LÍQUIDO................................................................................................. Nº DE AÇÕES.......................................................................................................... LUCRO POR AÇÃO- R$....................................................................................... VALOR PATRIMONIAL POR AÇÃO - R$ .......................................................

14a

01/01 a 01/01 a 30/06/2013 30/06/2012 8.088.390 7.413.781 3.352.357 2.924.976 390.637 415.998 3.649.251 4.232.362 340.982 (154.302) 238.202 (268.032) 116.961 262.779 (6.818.292) (6.107.698) (5.321.189) (5.090.318) (831.455) (353.677) (321.009) (305.325) (344.639) (358.378) 1.270.098 1.306.083 (214.277) (282.180) 686.332 614.788 (351.063) (499.446) (475.614) (313.203) (112.552) (109.396) 186.681 245.688 50.098 43.005 (198.159) (263.616) 1.055.821 1.023.903 243 26.552 1.056.064 (83.132) (265.225) 182.093 (27.349) 945.583

1.050.455 (107.792) (277.018) 169.226 (20.939) 921.724

10.569.053 89,47 588,51

10.569.053 87,21 581,19

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (Em Milhares de Reais)

LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO...................................................................................................... Lucro Líquido.................................................................................................................................. Ajustes ao Lucro Líquido: ........................................................................................................... Ajustes ao Valor de Mercado de T.V.M. e Instrumentos Financeiros Derivativos (Ativos/Passivos) ............................................................................................. Efeito das Mudanças das Taxas de Câmbio em Caixa e Equivalentes de Caixa .. Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa ........................................................... Depreciações e Amortizações .............................................................................................. Amortização de Ágio ............................................................................................................... Tributos Diferidos...................................................................................................................... Resultado de Participação em Coligadas e Controladas ............................................ Rendas de Títulos e Valores Mobiliários Disponíveis para Venda ............................ Rendas de Títulos e Valores Mobiliários Mantidos até o Vencimento.................... (Ganho) na Alienação de Investimentos........................................................................... Outros............................................................................................................................................ VARIAÇÃO DE ATIVOS E OBRIGAÇÕES ................................................................................. (Aumento) Redução em Aplicações Interfinanceiras de Liquidez .......................... (Aumento) Redução em Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos (Ativos/Passivos) ..................................................................... (Aumento) Redução em Depósitos Compulsórios no Banco Central do Brasil .. (Aumento) Redução em Relações Interfinanceiras e Relações Interdependências (Ativos/Passivos).............................................................................. (Aumento) Redução em Operações de Crédito e Arrendamento Mercantil Financeiro ............................................................................................................. (Aumento) Redução em Outros Créditos e Outros Valores e Bens.......................... (Aumento) Redução em Operações de Câmbio e Negociação e Intermediação de Valores (Ativos/Passivos)................................................................. (Redução) Aumento em Depósitos .................................................................................... (Redução) Aumento em Captações no Mercado Aberto............................................ (Redução) Aumento em Recursos por Emissão de Títulos......................................... (Redução) Aumento em Obrigações por Empréstimos e Repasses........................ (Redução) Aumento em Outras Obrigações ................................................................... Variação nos Resultados de Exercícios Futuros.............................................................. Pagamento de Imposto de Renda e Contribuição Social........................................... CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE/(APLICADO) NAS ATIVIDADES OPERACIONAIS ............................................................................................................................ Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Recebidos............................................... Recursos da Venda de Títulos e Valores Mobiliários Disponíveis para Venda ..... Recursos de Juros de Títulos e Valores Mobiliários Mantidos até o Vencimento.............................................................................................................................. Alienação de Investimentos.................................................................................................. (Aquisição) de Títulos e Valores Mobiliários Disponíveis para Venda..................... Aumento de Capital em Controladas ................................................................................ (Aquisição) de Imobilizado de Uso ..................................................................................... Alienação de Imobilizado de Uso........................................................................................ (Aquisição) Alienação de Intangível................................................................................... CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE/(APLICADO) NAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO ............................................................................................................................ Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Pagos ....................................................... CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE/(APLICADO) NAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO ........................................................................................................................ AUMENTO/(REDUÇÃO) LÍQUIDO EM CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA (Notas 3a e 4) ................................................................................................................................ Início do Período ....................................................................................................................... Efeito das Mudanças das Taxas de Câmbio em Caixa e Equivalentes de Caixa...... Final do Período.........................................................................................................................

01/01 a 01/01 a 30/06/2013 30/06/2012 (222.430) (1.526.025) 945.583 921.724 (1.168.013) (2.447.749) 1.145.870 (193.358) 344.639 39.244 141.403 (182.093) (186.681) (2.268.897) (3.757) (268) (4.115) (3.308.826) 984.801

406.856 (1.482.338) 358.378 35.549 186.730 (169.226) (245.688) (1.504.186) (5.832) (26.349) (1.643) 2.443.931 (2.601.900)

10.586.151 (895.319)

27.948.724 2.235.384

(80.367)

114.574

(6.840.283) 378.188

(4.874.883) (1.119.013)

2.623.746 (4.425.424) (15.976.656) 1.670.478 8.825.489 (142.960) 21.330 (38.000)

(1.016.811) (1.950.042) (13.353.135) (5.760.091) 861.316 2.470.164 15.303 (525.659)

(3.531.256) 74.642 12.499.937

917.906 293.270 (1.130.783)

10.745 1.679 (9.047.939) –.– (24.780) 16 (20.353)

11.282 34.413 (8.142.930) (1.385) (15.163) 32 (16.537)

3.493.947 (1.081.999)

(8.967.801) (2.172.117)

(1.081.999)

(2.172.117)

(1.119.308) (10.222.012) 12.412.928 24.705.931 193.358 1.482.338 11.486.978 15.966.257

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - PERÍODOS DE 01/01 A 30/06 DE 2013 E DE 2012 (Em Milhares de Reais) NOTA 1 - CONTEXTO OPERACIONAL e) Operações de Crédito e Outros Créditos (Operações com Características de Concessão de Crédito) m) Intangível - Corresponde aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados - Registradas a valor presente, calculadas pro rata die com base na variação do indexador e na taxa de juros à manutenção da entidade ou exercidos com essa finalidade, de acordo com a Resolução nº 3.642, de O Banco Itaú BBA S.A. (ITAÚ BBA) tem por objeto a atividade bancária, inclusive a de operações de câmbio, nas pactuados, sendo atualizadas accrual” até o 60º dia de atraso. Após o 60º dia, o reconhecimento no resultado 26/11/2008, do CMN. Está composto por ágios de incorporação correspondente ao valor pago na aquisição de modalidades autorizadas para banco múltiplo, com carteiras comercial, de investimentos, de arrendamento ocorre quando do efetivo recebimento das prestações. As receitas decorrentes da recuperação de operações sociedade, transferido para o ativo intangível em razão da incorporação do patrimônio da sociedade, conforme mercantil, de crédito imobiliário e de crédito, financiamento e investimento. levadas anteriormente a prejuízo (write-offs), estão classificadas na linha de Receitas de Intermediação Financeira determina a Lei nº 9.532/97, amortizados conforme prazos estipulados em laudos de avaliação, e direitos na As operações do ITAÚ BBA são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente - Operações de Crédito e as tarifas na contratação dessas operações são classificadas em Receitas de Prestação aquisição de folhas de pagamento, amortizados de acordo com os prazos dos contratos. no mercado financeiro, lideradas pelo Itaú Unibanco Holding S.A. Os benefícios dos serviços prestados entre essas de Serviços. instituições e os custos correspondentes são absorvidos segundo a praticabilidade e razoabilidade de lhes serem n) Redução ao Valor Recuperável de Ativos - O ITAÚ BBA avalia os ativos a fim de verificar se seus valores f) Arrendamentos a Receber e Valor Residual Garantido (VRG) Registrados pelo valor contratual, em atribuídos. contábeis são plenamente recuperáveis. Este procedimento, realizado semestralmente, submete os ativos à contrapartida às contas retificadoras de rendas de arrendamento a apropriar e valor residual a balancear, ambos As Demonstrações Contábeis elaboradas para os períodos findos em 30 de junho de 2013 e de 2012 foram análise tanto qualitativa quanto quantitativa, sendo que todos os ativos são avaliados, no mínimo, uma vez apresentados pelas condições pactuadas. O VRG recebido antecipadamente é registrado em Outras Obrigações aprovadas pela Diretoria em 20 de agosto de 2013. por ano. Credores por Antecipação do Valor Residual até a data do término contratual. O ajuste a valor presente As perdas por reduções ao valor recuperável são reconhecidas pelo montante no qual o valor contábil do NOTA 2 - APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS das contraprestações e do VRG a receber das operações de arrendamento mercantil é reconhecido como ativo (ou grupo de ativos) excede seu valor recuperável. O valor recuperável de cada ativo é calculado como As Demonstrações Contábeis do ITAÚ BBA foram elaboradas de acordo com a Lei das Sociedades por Ações, em superveniência/insuficiência de depreciação no imobilizado de arrendamento mercantil. o maior valor entre o valor em uso (soma dos fluxos de caixa antes de imposto estimados descontados à data consonância, quando aplicável, com os normativos do Banco Central do Brasil (BACEN) e do Conselho Monetário A prática adotada acima difere das práticas contábeis previstas na legislação brasileira, principalmente no presente) e o valor justo menos seu custo de venda (preço de mercado subtraído das despesas de transação). Nacional (CMN), que incluem práticas e estimativas contábeis no que se refere à constituição de provisões. que diz respeito ao regime de competência no registro das receitas e despesas relacionadas aos contratos de Para fins de avaliar a redução ao valor recuperável, os ativos são agrupados ao nível mínimo para o qual podem Em função do processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, algumas normas e suas arrendamento mercantil. ser identificados fluxos de caixa independentes (unidades geradoras de caixa). A avaliação pode ser feita ao interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicáveis às Em consequência, de acordo com a Circular BACEN n° 1.429/89, é calculado o valor presente das contraprestações nível de um ativo individual quando o valor justo menos seu custo de venda possa ser determinado de forma instituições financeiras somente quando aprovadas pelo BACEN, naquilo que não confrontar com as normas por em aberto, utilizando-se a taxa interna de retorno de cada contrato, registrando-se uma receita ou despesa de confiável. ele já emitidas anteriormente. Os pronunciamentos contábeis já aprovados, através das Resoluções do CMN são: arrendamento mercantil, em contrapartida às rubricas de superveniência ou insuficiência de depreciação, Nos períodos findos em 30/06/2013 e de 30/06/2012 não houve indicação de redução ao valor recuperável • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos; respectivamente, registradas no Ativo Permanente, com o objetivo de adequar as operações de arrendamento de ativos. • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração dos Fluxos de Caixa; mercantil ao regime de competência. o) Ativos e Passivos Contingentes e Obrigações Legais - Fiscais e Previdenciárias - São avaliados, • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas; l até o 60º dia de atraso. Após o 60º dia, o As operações de arrendamento mercantil são atualizadas (accrual) reconhecidos e divulgados de acordo com as determinações estabelecidas CMN e Carta Circular nº 3.429 • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes; reconhecimento no resultado ocorre quando do efetivo recebimento das prestações e a receita decorrente da de 11/02/2010 do BACEN. • Resolução nº 3.973/11 - Evento Subsequente; recuperação de operações levadas anteriormente a prejuízo (write-offs) está classificada na linha de Receitas da I - Ativos e Passivos Contingentes • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento Baseado em Ações; Intermediação Financeira - Operações de Arrendamento Mercantil, as tarifas na contratação dessas operações Referem-se a direitos e obrigações potenciais decorrentes de eventos passados e cuja ocorrência depende de • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro; e são classificadas em Rendas de Tarifas Bancárias e as apropriações em resultado das operações de arrendamento • Resolução nº 4.144/12 - Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro. eventos futuros. mercantil operacional ocorrem na data da exigibilidade da contraprestação. • Ativos Contingentes - Não são reconhecidos, exceto quando da existência de evidências que assegurem Conforme determinado no parágrafo 1º, do artigo 2º, da Circular nº 2.804, de 11/02/1998, do BACEN, as g) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa - Constituída com base na análise dos riscos de realização elevado grau de confiabilidade de realização, usualmente representado pelo trânsito em julgado da ação e Demonstrações Contábeis do ITAÚ BBA abrangem a consolidação de sua agência no exterior (Nota 16d). dos créditos, em montante considerado suficiente para cobertura de eventuais perdas, conforme as normas pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro exigível; Conforme determina o parágrafo único do artigo 7° da Circular nº 3.068, de 08/11/2001, do BACEN, os títulos e estabelecidas pela Resolução nº 2.682, de 21/12/1999, do CMN, alterada pelo artigo 2° da Resolução n° 2.697, de • Passivos Contingentes - Decorrem basicamente de processos judiciais e administrativos, inerentes ao curso valores mobiliários classificados como títulos para negociação (Nota 6a) são apresentados no Balanço Patrimonial, 24/02/2000, dentre as quais se destacam: no Ativo Circulante, independentemente de suas datas de vencimentos. normal dos negócios, movidos por terceiros, ex-funcionários e órgãos públicos, em ações cíveis, trabalhistas, • As provisões são constituídas a partir da concessão do crédito, baseadas nas classificações de risco do cliente, de natureza fiscal e previdenciária e outros riscos. Essas contingências, coerentes com práticas conservadoras em função da análise periódica da qualidade do cliente e dos setores de atividade e não apenas quando da NOTA 3 - RESUMO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS ocorrência de inadimplência; e adotadas, são avaliadas por assessores legais e levam em consideração a probabilidade que recursos a) Caixa e Equivalentes de Caixa - O ITAÚ BBA define como caixa e equivalentes de caixa as disponibilidades que • Considerando-se exclusivamente a inadimplência, os write-offs são efetuados após 360 dias do vencimento do financeiros sejam exigidos para liquidar as obrigações e que o montante das obrigações possa ser estimado compreendem o caixa e contas correntes em bancos (considerados na rubrica de Disponibilidades), Aplicações crédito ou após 540 dias, para as operações com o prazo a decorrer superior a 36 meses. com suficiente segurança. As contingências são classificadas como prováveis, para as quais são constituídas em Depósitos Interfinanceiros e Aplicações em Operações Compromissadas - Posição Bancada com prazo h) Outros Valores e Bens Compostos basicamente por Bens Não Destinados a Uso, correspondentes a veículos provisões; possíveis, que somente são divulgadas sem que sejam provisionadas; e remotas, que não requerem original igual ou inferior a 90 dias. disponíveis para venda e recebidos em dação de pagamento, os quais são ajustados a valor de mercado através provisão e divulgação. Os valores das contingências são quantificados utilizando-se modelos e critérios que b) Aplicações Interfinanceiras de Liquidez, Créditos Vinculados no BACEN, Depósitos Remunerados, da constituição de provisão, de acordo com as normas vigentes; e Despesas Antecipadas, correspondentes permitam a sua mensuração de forma adequada, apesar da incerteza inerente ao prazo e valor. Captações no Mercado Aberto, Recursos de Aceites e Emissão de Títulos, Obrigações por Empréstimos e a aplicações de recursos cujos benefícios decorrentes ocorrerão em exercícios futuros e comissões pagas aos Os Depósitos Judiciais em Garantia correspondentes são atualizados de acordo com a regulamentação vigente. Repasses e Demais Operações Ativas e Passivas - As operações com cláusula de atualização monetária/cambial revendedores na concessão de financiamento ou leasing de veículos. Contingências garantidas por cláusulas de indenização em processos de privatização e outros e com liquidez e as operações com encargos prefixados estão registradas a valor presente, líquidas dos custos de transação i) Investimentos - Em controladas e coligadas estão avaliados pelo método de equivalência patrimonial, sendo são reconhecidas quando da notificação judicial, sendo reconhecidos simultaneamente os valores a receber, incorridos, calculadas pro rata die com base na taxa efetiva das operações, de acordo com a Deliberação nº 556, as demonstrações contábeis das subsidiárias no exterior adaptadas aos critérios contábeis vigentes no Brasil não gerando efeito no resultado. de 12/11/2008, da CVM. e convertidas para reais. Os demais estão registrados pelo valor de custo e são ajustados a valor de mercado II - Obrigações Legais - Fiscais e Previdenciárias c) Títulos e Valores Mobiliários - Registrados pelo custo de aquisição atualizado pelo indexador e/ou taxa de através da constituição de provisão, de acordo com as normas vigentes. Os ágios originados nas aquisições de Representadas por exigíveis relativos às obrigações tributárias, cuja legalidade ou constitucionalidade é objeto juros efetiva e apresentados no Balanço Patrimonial conforme a Circular nº 3.068, de 08/11/2001, do BACEN. São investimentos são amortizados com base na expectativa de rentabilidade futura (10 anos) ou por sua realização. classificados nas seguintes categorias: de contestação judicial, constituídas pelo valor integral em discussão. j) Imobilizado de Uso Demonstrado ao custo de aquisição ou construção, menos depreciação acumulada. • Títulos para Negociação - Títulos e valores mobiliários adquiridos com o propósito de serem ativa e Os Exigíveis e os Depósitos Judiciais correspondentes são atualizados de acordo com a regulamentação Corresponde aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades frequentemente negociados, avaliados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; vigente. da companhia ou exercidos com essa finalidade, inclusive os bens decorrentes de operações que transfiram à • Títulos Disponíveis para Venda - Títulos e valores mobiliários que poderão ser negociados, porém não são p) Tributos - Calculados às alíquotas abaixo demonstradas, consideram, para efeito das respectivas bases de companhia os benefícios, riscos e controles desses bens. As depreciações são calculadas pelo método linear, adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados, avaliados pelo valor de mercado em cálculo, a legislação vigente pertinente a cada encargo. sobre o custo corrigido e às seguintes taxas anuais: contrapartida à conta destacada do Patrimônio Líquido; Imposto de Renda.......................................................................................................................................................... 15,00% Imóveis de Uso ......................................................................................................................................................................... 4% a 8% • Títulos Mantidos até o Vencimento - Títulos e valores mobiliários, exceto ações não resgatáveis, para os quais Adicional de Imposto de Renda................................................................................................................................ 10,00% Benfeitorias em Imóveis de Terceiros.............................................................................................................................. Até 10% haja intenção ou obrigatoriedade e capacidade financeira da instituição para sua manutenção em carteira até Contribuição Social........................................................................................................................................................ 15,00% Instalações, Móveis e Equipamentos de Uso e Sistemas de Segurança e Transporte e o vencimento, registrados pelo custo de aquisição ou pelo valor de mercado quando da transferência de outra PIS ........................................................................................................................................................................................ 0,65% Comunicações....................................................................................................................................................................... 10% a 20% categoria. Os títulos são atualizados até a data de vencimento, não sendo avaliados pelo valor de mercado. COFINS ............................................................................................................................................................................... 4,00% Sistemas de Processamentos de Dados......................................................................................................................... 20% a 50% Os ganhos e perdas de títulos disponíveis para venda, quando realizados, serão reconhecidos na data de ISS......................................................................................................................................................................................... até 5,00% k) Imobilizado de Arrendamento - Os bens arrendados são registrados no ativo imobilizado ao custo de negociação na Demonstração do Resultado, em contrapartida de conta específica do Patrimônio Líquido. q) Resultados de Exercícios Futuros - Referem-se basicamente as rendas recebidas antes do cumprimento do aquisição. A depreciação dos bens arrendados é reconhecida pelo método linear no prazo de vida útil usual, Os declínios no valor de mercado dos títulos e valores mobiliários disponíveis para venda e dos mantidos até o considerando uma redução de 30% na vida útil do bem, se enquadrada nas condições previstas na Portaria prazo da obrigação que lhes deu origem, sobre as quais não haja quaisquer perspectivas de exigibilidade e cuja vencimento, abaixo dos seus respectivos custos atualizados, relacionados a razões consideradas não temporárias, nº 113, de 26/02/1988, do Ministério da Fazenda. apropriação, como renda efetiva, depende apenas da fluência do prazo. serão refletidos no resultado como perdas realizadas. As taxas anuais de depreciação, sem consideração da referida redução, são: edificações 4%, móveis e utensílios e Os efeitos da aplicação dos procedimentos descritos anteriormente, nas coligadas e controladas do ITAÚ BBA, NOTA 4 - CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA instalações 10%, máquinas e equipamentos de 10% a 50%, veículos e afins de 20% a 25% e outros bens de 10% refletidos por estas em conta destacada dos seus Patrimônios Líquidos ou em contas de resultado, foram 30/06/2013 30/06/2012 a 20%. igualmente registrados diretamente no Patrimônio Líquido ou no Resultado de Equivalência Patrimonial da Disponibilidades............................................................................................................................. 2.038.531 1.648.518 l) Perdas em Arrendamento a Amortizar - A diferença apurada ao final do contrato, entre o valor residual controladora proporcionalmente ao percentual de participação. Aplicações em Operações Compromissadas - Posição Bancada .................................. 250.050 2.202.121 atribuído e o valor residual garantido, quando devedora, é debitada ao ativo diferido para amortização no d) Instrumentos Financeiros Derivativos - São classificados, na data de sua aquisição, de acordo com a intenção Aplicações em Depósitos Interfinanceiros............................................................................ 9.198.397 12.115.618 prazo restante de vida útil do bem. Para fins de publicação o saldo do ativo diferido está sendo classificado em da administração em utilizá-los como instrumento de proteção (hedge) ou não, conforme a Circular nº 3.082, de TOTAL................................................................................................................................................. 11.486.978 15.966.257 Imobilizado de Arrendamento. 30/01/2002, do BACEN. As operações que utilizam instrumentos financeiros, efetuadas por solicitação de clientes, por conta própria, ou que não atendam aos critérios de proteção (principalmente derivativos utilizados para NOTA 5 - APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ administrar a exposição global de risco), são contabilizadas pelo valor de mercado, com os ganhos e as perdas 30/06/2013 30/06/2012 realizados e não realizados, reconhecidos diretamente na Demonstração do Resultado. 0 - 30 31 - 180 181 - 365 Acima de 365 Total % Total % Os derivativos utilizados para proteger exposições a risco ou para modificar as características de ativos e passivos Aplicações no Mercado Aberto ............................................................................ 250.050 2.713.947 730.852 2.626.778 6.321.627 30,0 11.697.610 41,8 financeiros que sejam altamente correlacionados no que se refere às alterações no seu valor de mercado em Posição Bancada (*) ................................................................................................. 250.050 704.957 –.– 64.208 1.019.215 4,8 8.062.869 28,8 relação ao valor de mercado do item que estiver sendo protegido, tanto no início quanto ao longo da vida do Posição Financiada................................................................................................... –.– 2.008.990 730.852 2.562.570 5.302.412 25,2 3.634.741 13,0 contrato e considerado efetivo na redução do risco associado à exposição a ser protegida, são classificados como Aplicações em Depósitos Interfinanceiros..................................................... 10.753.627 2.124.205 662.764 1.217.762 14.758.358 70,0 16.317.135 58,2 hedge de acordo com sua natureza: • Hedge de Risco de Mercado - Os ativos e passivos financeiros, bem como os respectivos instrumentos TOTAL................................................................................................................................ 11.003.677 4.838.152 1.393.616 3.844.540 21.079.985 100,0 28.014.745 100,0 financeiros relacionados, são contabilizados pelo valor de mercado com os ganhos e as perdas realizados e não % por prazo de vencimento ...................................................................................... 52,2 23,0 6,6 18,2 realizados, reconhecidos diretamente na Demonstração do Resultado; TOTAL - 30/06/2012.................................................................................................... 14.992.805 5.341.609 3.706.319 3.974.012 28.014.745 100,0 • Hedge de Fluxo de Caixa - A parcela efetiva de hedge dos ativos e passivos financeiros, bem como os respectivos % por prazo de vencimento ...................................................................................... 53,5 19,1 13,2 14,2 instrumentos financeiros relacionados, são contabilizados pelo valor de mercado com os ganhos e as perdas (*) Inclui R$ 704.774 (R$ 6.633.650 em 30/06/2012) referente a Aplicação no Mercado Aberto com livre movimentação, cujos títulos estão vinculados à garantia de operações na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros realizados e não realizados, deduzidos quando aplicável, dos efeitos tributários, reconhecidos em conta específica BM&FBOVESPA e BACEN. do Patrimônio Líquido. A parcela não efetiva do hedge é reconhecida diretamente na Demonstração do Resultado.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

20 -.ECONOMIA

sábado, domingo e segunda-feira, 24, 25 e 26 de agosto de 2013

Banco Itaú BBA S.A. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - PERÍODOS DE 01/01 A 30/06 DE 2013 E DE 2012 (Em Milhares de Reais) (Continuação) NOTA 6 - TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (ATIVOS E PASSIVOS) Apresentamos a seguir a composição por tipo de papel e prazo de vencimento dos Títulos e Valores Mobiliários e de Instrumentos Financeiros Derivativos, já ajustados aos respectivos valores de mercado. a) Resumo por Vencimento 30/06/2013 Provisão para Ajuste a Valor de Mercado refletida no: Patrimônio Valor de Custo Resultado Líquido Mercado % 0 - 30 TÍTULOS PÚBLICOS - BRASIL.............................................................................................................................................................. 33.381.712 (1.229.388) (220.448) 31.931.876 29,3 308 Letras Financeiras do Tesouro........................................................................................................................................................... 1.073 (1) –.– 1.072 0,0 –.– Letras do Tesouro Nacional................................................................................................................................................................ 18.830.982 (510.864) (121.766) 18.198.352 16,7 308 Notas do Tesouro Nacional ................................................................................................................................................................ 12.288.380 (718.523) 6.699 11.576.556 10,6 –.– Títulos da Dívida Externa Brasileira................................................................................................................................................. 2.260.851 –.– (105.378) 2.155.473 2,0 –.– Outros........................................................................................................................................................................................................ 426 –.– (3) 423 0,0 –.– TÍTULOS PÚBLICOS - OUTROS PAÍSES........................................................................................................................................... 4.595.045 22 –.– 4.595.067 4,2 –.– Dinamarca................................................................................................................................................................................................ 3.254.134 –.– –.– 3.254.134 3,0 –.– Coreia......................................................................................................................................................................................................... 1.319.288 –.– –.– 1.319.288 1,2 –.– Uruguai ..................................................................................................................................................................................................... 21.623 22 –.– 21.645 0,0 –.– TÍTULOS DE EMPRESAS........................................................................................................................................................................ 62.982.094 32.081 479.235 63.493.410 58,4 5.040.350 Euro Bonds e Assemelhados ............................................................................................................................................................. 2.855.826 –.– 100.082 2.955.908 2,7 3.168 Ações.......................................................................................................................................................................................................... 2.123.725 25.599 (376) 2.148.948 2,0 2.148.948 Debêntures.............................................................................................................................................................................................. 50.304.684 5.843 391.832 50.702.359 46,6 3.476 Notas Promissórias................................................................................................................................................................................ 1.169.366 –.– 353 1.169.719 1,1 101.703 Cédula do Produtor Rural................................................................................................................................................................... 721.475 –.– (16.423) 705.052 0,6 19.886 Cotas de Fundos .................................................................................................................................................................................... 2.763.220 (51) –.– 2.763.169 2,5 2.763.169 Renda Fixa............................................................................................................................................................................................ 2.539.184 (51) –.– 2.539.133 2,3 2.539.133 Direitos Creditórios........................................................................................................................................................................... 224.036 –.– –.– 224.036 0,2 224.036 Certificados de Recebíveis Imobiliários......................................................................................................................................... 792.493 690 11.348 804.531 0,8 –.– Letras Financeiras.................................................................................................................................................................................. 1.735.732 –.– (1.349) 1.734.383 1,6 –.– Outros........................................................................................................................................................................................................ 515.573 –.– (6.232) 509.341 0,5 –.– SUBTOTAL - TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS ....................................................................................................................... 100.958.851 (1.197.285) 258.787 100.020.353 91,9 5.040.658 Títulos para Negociação ..................................................................................................................................................................... 45.245.472 (1.197.285) –.– 44.048.187 40,5 1.819.508 Títulos Disponíveis para Venda ........................................................................................................................................................ 55.681.247 –.– 258.787 55.940.034 51,4 3.221.150 Títulos Mantidos até o Vencimento (1).......................................................................................................................................... 32.132 –.– –.– 32.132 0,0 –.– INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS........................................................................................................................... 7.115.609 1.753.587 –.– 8.869.196 8,1 1.901.093 TOTAL DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (ATIVO)....... 108.074.460 556.302 258.787 108.889.549 100,0 6.941.751 % POR PRAZO DE VENCIMENTO ...................................................................................................................................................... Impostos Diferidos (Nota 12 b II) ..................................................................................................................................................... Ajuste de coligadas e controladas .................................................................................................................................................. AJUSTE AO VALOR DE MERCADO - TVM....................................................................................................................................... INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (PASSIVO).................................................................................................... % POR PRAZO DE VENCIMENTO ...................................................................................................................................................... TOTAL DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (ATIVO) - 30/06/2012 .........................................................................................................................................................................

31 - 90 11.059 –.– –.– 10.636 –.– 423 275.584 275.584 –.– –.– 893.432 –.– –.– 299.880 194.353 189.669 –.– –.– –.– 209.530 –.– –.– 1.180.075 –.– 1.169.439 10.636 1.436.021 2.616.096

91 - 180 16 –.– –.– 16 –.– –.– 832.541 832.541 –.– –.– 690.423 130.128 –.– 8.010 483.008 69.277 –.– –.– –.– –.– –.– –.– 1.522.980 130.128 1.392.852 –.– 954.971 2.477.951

181 - 365 5.047.319 –.– 5.047.307 12 –.– –.– 1.125.746 1.125.746 –.– –.– 2.117.411 235.301 –.– 961.766 390.655 94.219 –.– –.– –.– 108 430.229 5.133 8.290.476 233.601 8.056.875 –.– 1.425.002 9.715.478

366 - 720 5.706.196 –.– 5.112.343 593.853 –.– –.– 2.348.046 1.020.263 1.319.288 8.495 2.558.035 443.655 –.– 646.276 –.– 46.502 –.– –.– –.– 84.387 1.259.046 78.169 10.612.277 3.748.832 6.855.099 8.346 1.700.280 12.312.557

Acima de 720 dias 21.166.978 1.072 8.038.394 10.972.039 2.155.473 –.– 13.150 –.– –.– 13.150 52.193.759 2.143.656 –.– 48.782.951 –.– 285.499 –.– –.– –.– 510.506 45.108 426.039 73.373.887 38.116.118 35.244.619 13.150 1.451.829 74.825.716

6,4

2,4

2,3

8,9

11,3

68,7

(2.371.332)

(1.404.530)

(1.120.794)

(1.494.028)

(1.038.862)

(1.471.907)

26,6

15,8

12,6

16,8

11,7

16,5

5.377.277

1.780.643

1.562.572

5.897.967

4.242.117

40.985.732

9,0

3,0

2,6

9,9

7,1

68,4

(1.747.071)

(1.069.143)

(570.953)

(1.737.747)

(797.966)

(1.267.302)

Valor de Mercado 2.368.067 4.024 32.646 207.099 2.123.517 781 3.117.725 1.445.772 1.671.953 –.– 47.942.632 1.199.167 1.222.520 37.859.120 956.942 582.495 3.235.549 2.515.861 719.688 890.104 1.781.374 215.361 53.437.424 12.432.985 40.955.951 48.488 6.408.884 59.846.308

(115.795) 6.425 149.417 (6.970.966)

(1.930.487)

58.751.687

–.–

848.474

246.147

% POR PRAZO DE VENCIMENTO ...................................................................................................................................................... Impostos Diferidos................................................................................................................................................................................ Ajuste de coligadas e controladas .................................................................................................................................................. AJUSTE AO VALOR DE MERCADO - TVM - 30/06/2012........................................................................................................... INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (PASSIVO) - 30/06/2012........................................................................

30/06/2012

(8.901.453)

59.846.308

100,0

100,0

(101.707) 10.698 155.138 (5.654.074)

(1.536.108)

–.–

(7.190.182)

(1) Os títulos classificados nesta categoria, se avaliados a valor de mercado, apresentariam um ajuste positivo no valor de R$ 446 (R$ 2.636 em 30/06/2012). b) Instrumentos Financeiros Derivativos A globalização dos mercados nos últimos anos proporcionou um crescente nível de sofisticação dos produtos financeiros utilizados. Como consequência deste processo, houve uma crescente demanda por instrumentos financeiros derivativos para administrar riscos de mercado, resultantes basicamente de flutuações em taxas de juros, câmbio, commodities e demais preços de ativos. Desta forma o ITAÚ BBA opera nos mercados derivativos, tanto no atendimento às crescentes necessidades de seus clientes, como na execução de sua política de gestão de riscos. Tal política baseia-se na utilização dos instrumentos derivativos como forma de minimização dos riscos resultantes das operações comerciais e financeiras. A comercialização de instrumentos financeiros derivativos junto a clientes é precedida da aprovação de limites de crédito. O processo de aprovação dos limites também leva em consideração potenciais cenários de stress. O conhecimento do cliente, do setor em que atua e do seu perfil de apetite a riscos, assim como a prestação de informações sobre os riscos envolvidos na operação e sobre as condições negociadas, asseguram a transparência na relação entre as partes e permitem que se ofereça ao cliente o produto mais adequado às suas necessidades. As operações de derivativos efetuadas pelo ITAÚ BBA junto a clientes são neutralizadas de modo a eliminar os riscos de mercado. A maior parte dos contratos de derivativos negociados pela instituição com clientes no Brasil refere-se a operações de swap, termos, opções e futuros, registradas na BM&FBovespa ou na CETIP S.A. - Balcão Organizado de Ativos e Derivativos. No exterior, realizam-se operações com contratos derivativos de futuros, termos, opções, swaps com registro principalmente nas Bolsas de Chicago, Nova York e Londres. Importante destacar que no exterior existem operações de balcão, mas

seus riscos são baixos em relação ao total da instituição. Ressaltamos, também, que na carteira da instituição não existem operações estruturadas com base em ativos subprime e todas estas operações são baseadas em fatores de risco negociados em bolsa. Os principais fatores de risco dos derivativos assumidos em 30/06/2013 eram relacionados a taxas de câmbio, taxas de juros, commodities, cupons de dólar e de TR, Libor e renda variável. O gerenciamento destes e de outros fatores de risco de mercado está apoiado em modelos determinísticos e estatísticos sofisticados. Com base neste modelo de gestão, a instituição tem conseguido, com a utilização de operações envolvendo derivativos, otimizar a relação risco-retorno mesmo em situações de grande volatilidade. A maioria dos derivativos da carteira da instituição é negociada em bolsa. Para estes derivativos são utilizados os preços divulgados pelas próprias bolsas, exceto em casos em que se identifique baixa representatividade do preço por iliquidez de seu contrato específico. Os derivativos tipicamente apreçados desta forma são os contratos futuros. Da mesma forma, existem outros instrumentos que possuem cotações (preços justos) diretamente divulgadas por instituições independentes e que são apreçados utilizando estas informações diretas. Caem nesta situação grande parte dos títulos públicos brasileiros, títulos (públicos e privados) internacionais de alta liquidez e ações. Para derivativos que não têm preços diretamente divulgados por bolsas, os preços justos são obtidos por meio de modelos de apreçamento que utilizam informações de mercado, inferidas a partir de preços divulgados de ativos de maior liquidez. Destes preços são extraídas as curvas de juros e as volatilidades de mercado que servem de dados de entrada para os modelos. Nesta situação, encontram-se os derivativos de balcão, contratos a termos e títulos pouco líquidos. O valor total das margens dadas em garantia é de R$ 3.939.484 (R$ 305.800 em 30/06/2012).

I - Abaixo, composição da carteira de Instrumentos Financeiros (Ativos e Passivos) por tipo de instrumento e indexador de referência, demonstrada pelo seu valor referencial, valor de custo e valor de mercado.

Contratos de Futuros.......................................... Compromissos de Compra ........................... Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Índices.................................................................. Títulos................................................................... Commodities ...................................................... Compromissos de Venda............................... Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Índices.................................................................. Títulos................................................................... Commodities ...................................................... Contratos de Swaps ............................................ Posição Ativa....................................................... Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Prefixados ........................................................... Pós-Fixados ........................................................ Índices.................................................................. Títulos................................................................... Commodities ...................................................... Posição Passiva .................................................. Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Prefixados ........................................................... Pós-Fixados ........................................................ Índices.................................................................. Títulos................................................................... Commodities ...................................................... Contratos de Opções .......................................... De Compra - Posição Comprada ................ Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Pós-Fixados ........................................................ Índices.................................................................. Títulos................................................................... Commodities ...................................................... Outros .................................................................. De Venda - Posição Comprada.................... Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Pós-Fixados ........................................................ Índices.................................................................. Títulos................................................................... Commodities ...................................................... De Compra - Posição Vendida..................... Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Pós-Fixados ........................................................ Índices.................................................................. Títulos................................................................... Commodities ......................................................

Conta de Compensação Valor Referencial 30/06/2013 30/06/2012 315.968.468 173.188.510 50.776.356 107.492.513 1.218.836 781.506 35.564.683 90.949.358 13.440.997 14.738.867 137.281 467.595 414.559 555.187 265.192.112 65.695.997 6.150.605 7.399.258 245.925.370 39.205.526 12.656.719 18.084.958 266.076 677.944 193.342 328.311 189.965.438 200.201.979 94.543.800 99.496.889 20.960.465 16.658.384 53.088.486 46.724.213 16.247.787 26.532.819 488.611 5.732.206 3.645.229 3.844.776 110.087 –.– 3.135 4.491 95.421.638 100.705.090 47.995.626 33.944.439 24.460.336 29.066.837 14.566.867 21.582.143 1.983.389 7.239.901 6.235.185 8.686.306 149.187 113.559 31.048 71.905 999.645.799 1.215.477.781 250.496.149 304.780.962 15.745.064 14.809.623 45.700.443 63.420.743 134.287 322.811 188.122.770 225.221.758 27.096 2.719 766.489 994.835 –.– 8.473 406.829.041 361.589.599 10.127.215 11.514.445 39.374.441 16.146.166 701.083 1.059.142 354.493.097 330.440.695 1.748.771 1.242.694 384.434 1.186.457 135.553.117 175.615.849 12.175.783 10.666.762 28.884.588 35.915.178 –.– 79.599 93.858.624 128.640.534 –.– 9.902 634.122 303.874

Valor Patrimonial a Receber/(Recebido) (a Pagar)/Pago 30/06/2013 85.324 88.880 12.293 (34.316) 110.876 –.– 27 (3.556) (63.215) 136.597 (77.044) 131 (25) (877.837) 2.215.217 1.588.444 75.400 259.092 12.074 280.087 10 110 (3.093.054) (2.269.457) (15.873) (264.732) (27.185) (417.573) (98.171) (63) 676.296 503.029 275.646 51.325 1.117 151.822 3.541 19.578 –.– 1.360.773 161.504 61.166 1.175 280.362 847.304 9.262 (499.259) (299.089) (38.811) –.– (142.840) –.– (18.519)

Ajustes ao Valor de Mercado (no Resultado) 30/06/2013 (1.572) (10.100) (17) (19) 220 –.– (10.284) 8.528 63 325 1.467 –.– 6.673 (127.932) 1.235.320 374.055 101.498 597.086 55.956 106.586 (3) 142 (1.363.252) (440.391) (47.777) (658.245) (100.767) (138.095) 22.016 7 (222.954) 383.009 266.728 185.658 (1.099) (57.141) (3.219) (7.918) –.– (148.191) (93.867) (40.526) (513) (86.831) 67.635 5.911 (539.834) (278.236) (157.999) –.– (111.052) –.– 7.453

Valor de Mercado 30/06/2013 30/06/2012 83.752 163.659 78.780 (314.868) 12.276 (58.102) (34.335) (16.129) 111.096 (266.963) –.– (8.213) (10.257) 34.539 4.972 478.527 (63.152) 259.319 136.922 3.143 (75.577) 261.104 131 1.727 6.648 (46.766) (1.005.769) (1.225.007) 3.450.537 2.518.776 1.962.499 1.049.185 176.898 193.622 856.178 803.416 68.030 12.582 386.673 459.971 7 –.– 252 –.– (4.456.306) (3.743.783) (2.709.848) (1.742.350) (63.650) (97.898) (922.977) (972.830) (127.952) (100.185) (555.668) (765.705) (76.155) (64.401) (56) (414) 453.342 (499.629) 886.038 264.786 542.374 219.076 236.983 12.732 18 87 94.681 15.699 322 1.074 11.660 16.112 –.– 6 1.212.582 1.637.666 67.637 128.698 20.640 96.804 662 969 193.531 624.100 914.939 766.520 15.173 20.575 (1.039.093) (676.084) (577.325) (609.465) (196.810) (15.041) –.– (34) (253.892) (41.122) –.– (1.762) (11.066) (8.660)

Os contratos de derivativos possuem os seguintes vencimentos em dias: Compensação Valor Referencial ................................. Futuros ..................................................................................... Swaps........................................................................................ Opções ..................................................................................... Termo........................................................................................ Derivativos de Crédito........................................................ Forwards.................................................................................. Swaps com Verificação ....................................................... Verificação de Swap............................................................. Outros.......................................................................................

0 - 30 219.169.362 16.815.628 432.778.405 20.507.822 –.– –.– –.– –.– –.–

BM&F/Bovespa..................... Balcão ....................................... Instituições Financeiras.... Empresas ............................... Pessoas Físicas.....................

Swaps 6.200.988 86.127.594 61.782.966 24.312.127 32.501

1.454.707 1.454.707 –.–

–.– –.– –.– ATIVO PASSIVO TOTAL

Valor Patrimonial a Receber/(Recebido) (a Pagar)/Pago 30/06/2013 (688.247) (212.534) (128.012) (1.238) (229.319) (104.438) (12.706) –.– 174.146 1.097.369 471.476 –.– 625.876 –.– 17 –.– (1.381.033) (743.234) (625.876) (567) (11.923) –.– 1.455.876 812.822 –.– 625.308 567 17.179 –.– (998.066) (372.191) –.– (625.308) (567) –.– 67.588 89.801 89.801 –.– (22.213) (22.213) –.– –.– –.– (64.384) –.– (64.384) (64.224) (160) –.– –.–

Ajustes ao Valor de Mercado (no Resultado) 30/06/2013 82.062 158.989 104.676 846 (156.292) (21.677) (4.480) –.– 37.210 100.265 100.631 516 (906) –.– 24 –.– 587 (462) 906 (3) 143 –.– (5.327) (4.210) –.– (908) 3 (212) –.– (58.315) (58.446) (774) 908 (3) –.– 77.503 81.162 81.162 –.– (3.659) (3.659) –.– –.– –.– (44.995) –.– (44.995) (43.810) (1.185) 72.634 72.634

83.510 393.544 (310.034) 7.115.609 (6.970.966) 144.643

33.206 34.715 (1.509) 1.753.587 (1.930.487) (176.900)

Valor de Mercado 30/06/2013 30/06/2012 (606.185) (1.725.997) (53.545) (100.686) (23.336) (578.355) (392) (718) (385.611) (767.698) (126.115) (256.460) (17.186) (21.978) –.– (102) 211.356 426.640 1.197.634 668.875 572.107 587.909 516 –.– 624.970 33.358 –.– 47.257 41 80 –.– 271 (1.380.446) (134.267) (743.696) (46.146) (624.970) (33.358) (570) (47.257) (11.780) (7.345) –.– (161) 1.450.549 125.513 808.612 37.010 –.– 2 624.400 33.358 570 47.257 16.967 7.501 –.– 385 (1.056.381) (233.481) (430.637) (148.939) (774) –.– (624.400) (33.358) (570) (47.257) –.– (3.927) 145.091 321.640 170.963 343.616 170.963 343.616 –.– –.– (25.872) (21.976) (25.872) (21.976) –.– 30.111 –.– 682.687 –.– (652.576) (109.379) (2.018) –.– –.– (109.379) (2.018) (108.034) –.– (1.345) (2.018) 72.634 3.306 72.634 3.306 116.716 428.259 (311.543) 8.869.196 (8.901.453) (32.257)

–.– –.– –.– 6.408.884 (7.190.182) (781.298)

IV - Resultado Realizado e não Realizado na Carteira de Instrumentos Financeiros Derivativos 31 - 180 13.103.423 29.970.727 64.989.507 24.476.327 22.156 –.– –.– –.– 575.291

181 - 365 39.529.571 9.568.827 492.479.376 6.629.641 –.– –.– 14.416 17.725 –.–

Acima de 365 44.166.112 35.973.400 9.398.511 5.407.154 1.468.568 –.– 752.607 820.155 879.416

30/06/2013 315.968.468 92.328.582 999.645.799 57.020.944 1.490.724 –.– 767.023 837.880 1.454.707

30/06/2012 173.188.510 97.659.270 1.215.477.781 14.594.941 2.505.770 48.135.364 65.157 73.808 –.–

II - Abaixo, composição da carteira de Instrumentos Financeiros Derivativos por tipo de instrumento, demonstrada pelo seu valor referencial, por local de negociação (mercado organizado ou balcão) e contrapartes:

Futuros 303.828.206 12.140.262 6.294.962 5.845.300 –.–

De Venda - Posição Vendida ........................ Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Pós-Fixados ........................................................ Índices.................................................................. Títulos................................................................... Commodities ...................................................... Outros .................................................................. Contratos a Termo................................................ Compras a Receber .......................................... Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Prefixados ........................................................... Pós-Fixados ........................................................ Commodities ...................................................... Outros .................................................................. Obrigações por Compra a Pagar ............... Moeda Estrangeira .......................................... Prefixados ........................................................... Pós-Fixados ........................................................ Commodities ...................................................... Outros .................................................................. Vendas a Receber.............................................. Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Prefixados ........................................................... Pós-Fixados ........................................................ Commodities ...................................................... Outros .................................................................. Obrigações por Venda a Entregar............. Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Prefixados ........................................................... Pós-Fixados ........................................................ Commodities ...................................................... Derivativos de Crédito....................................... Posição Ativa....................................................... Prefixados ........................................................... Títulos................................................................... Posição Passiva .................................................. Prefixados ........................................................... Operações de Forwards .................................... Posição Ativa - Moeda Estrangeira........... Posição Passiva - Moeda Estrangeira ...... Swap com Verificação ........................................ Posição Ativa - Mercado Interfinanceriro.. Posição Passiva .................................................. Moeda Estrangeira .......................................... Mercado Interfinanceiro................................ Verificação de Swap............................................ Posição Ativa - Moeda Estrangeira........... Outros Instrumentos Financeiros Derivativos........................................................ Posição Ativa - Prefixados ............................ Posição Passiva - Prefixados........................

Conta de Compensação Valor Referencial 30/06/2013 30/06/2012 206.767.492 373.491.371 10.696.749 8.176.611 110.569.843 61.874.679 704.074 1.065.508 83.307.587 300.452.922 1.108.276 909.585 380.963 1.004.212 –.– 7.854 57.020.944 14.594.941 12.596.039 6.888.675 8.964.744 6.788.471 3.004.171 –.– 624.970 33.358 –.– 47.257 2.154 3.386 –.– 16.203 17.034.034 2.472.911 16.954.785 2.425.752 –.– –.– –.– –.– 79.249 39.415 –.– 7.744 17.137.216 2.695.894 16.421.411 1.962.156 –.– 504.362 624.400 33.358 570 47.257 90.835 134.149 –.– 14.612 10.253.655 2.537.461 8.325.932 2.522.629 1.927.723 –.– –.– –.– –.– –.– –.– 14.832 1.490.724 2.505.770 1.202.696 1.303.702 1.191.993 1.293.937 10.703 9.765 288.028 1.202.068 288.028 1.202.068 –.– 48.135.364 –.– 25.473.955 –.– 22.661.409 1.598.429 130.506 767.023 65.157 831.406 65.349 766.259 –.– 65.147 65.349 837.880 73.808 837.880 73.808

Opções 952.496.474 47.149.325 21.582.394 25.563.107 3.824

30/06/2013 Derivativos Termo de Crédito 4.931.893 –.– 52.089.051 1.490.724 30.509.586 1.490.724 21.564.507 –.– 14.958 –.–

Forward –.– –.– –.– –.– –.–

Swap com Verificação –.– 767.023 –.– 767.023 –.–

Verificação de Swap Outros –.– –.– 837.880 1.454.707 –.– 41.365 837.880 1.413.342 –.– –.–

TOTAL em 30/06/2013.......

315.968.468

92.328.582

999.645.799

57.020.944

1.490.724

–.–

767.023

837.880

1.454.707

TOTAL em 30/06/2012.......

173.188.510

97.659.270

1.215.477.781

14.594.941

2.505.770 48.135.364

65.157

73.808

–.–

III - Derivativos de Crédito Abaixo, composição da carteira de Derivativos de Crédito (Ativos e Passivos), demonstrada pelo seu valor referencial:

Swap....................................................................................................................................................................................................................................................... Termo..................................................................................................................................................................................................................................................... Futuro .................................................................................................................................................................................................................................................... Opções .................................................................................................................................................................................................................................................. Derivativos de Crédito..................................................................................................................................................................................................................... Outros.................................................................................................................................................................................................................................................... TOTAL....................................................................................................................................................................................................................................................

Transferidos....................................................................................................................................................................................................................................... Swaps de créditos cujos ativos subjacentes são: Títulos e Valores Mobiliários.................................................................................................................................................................................................. Swap de taxa de retorno total cujos ativos subjacentes são: Títulos e Valores Mobiliários.................................................................................................................................................................................................. Recebidos............................................................................................................................................................................................................................................ Swaps de créditos cujos ativos subjacentes são: Títulos e Valores Mobiliários.................................................................................................................................................................................................. TOTAL....................................................................................................................................................................................................................................................

(1.202.696)

(1.303.702)

(1.191.993)

(1.293.937)

(10.703) 288.028

(9.765) 1.202.068

288.028 (914.668)

1.202.068 (101.634)

Durante o período não houve ocorrência de evento de crédito relativo a fatos geradores previstos nos contratos.

340.982

01/01 a 30/06/2012 (615.033) –.– 228.141 5.700 (20.775) 133.935 (268.032)

c) Evolução do Ajuste a Valor de Mercado do Período

Saldo Inicial ....................................................................................................................................................................................................................................... Ajustes com efeitos no: Resultado........................................................................................................................................................................................................................................ Títulos para Negociação ......................................................................................................................................................................................................... Instrumentos Financeiros Derivativos (Ativos e Passivos).......................................................................................................................................... Patrimônio Líquido.................................................................................................................................................................................................................... Disponiveis para Venda........................................................................................................................................................................................................... Saldo Final.......................................................................................................................................................................................................................................... Ajuste a Valor de Mercado.......................................................................................................................................................................................................... Títulos para Negociação ............................................................................................................................................................................................................. Títulos Disponíveis para Venda ................................................................................................................................................................................................ Instrumentos Financeiros Derivativos (Ativos e Passivos)..............................................................................................................................................

01/01 a 30/06/2013 331.638

01/01 a 30/06/2012 (71.807)

(1.107.866) (1.340.743) 232.877 (339.170) (339.170) (1.115.398) (1.115.398) (1.197.285) 258.787 (176.900)

(406.856) 1.415 (408.271) 37.176 37.176 (441.487) (441.487) 14.419 246.147 (702.053)

O quadro abaixo demonstra, para melhor entendimento, o Resultado não Realizado de Títulos Disponíveis para Venda e dos Mantidos até o Vencimento: 30/06/2013 30/06/2012 Ajuste de Títulos Disponíveis para Venda - Patrimônio Líquido....................................................................................................................................... 258.787 246.147 Ajuste de Títulos Mantidos até o Vencimento ........................................................................................................................................................................ 446 2.636 Total de Resultado Não Realizado ..........................................................................................................................................................................................

Valor Referencial 30/06/2013 30/06/2012

01/01 a 30/06/2013 (813.175) (32) 589.277 427.263 55.914 81.735

259.233

248.783

d) Resultado Realizado na Carteira de Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos

Lucro (Prejuízo) - Títulos para Negociação............................................................................................................................................................................... Lucro (Prejuízo) - Títulos Disponíveis para a Venda............................................................................................................................................................... Lucro (Prejuízo) - Derivativos ........................................................................................................................................................................................................

01/01 a 30/06/2013 (97.711) (17.842) 26.953

01/01 a 30/06/2012 224.210 155.011 (666.415)

Total.......................................................................................................................................................................................................................................................

(88.600)

(287.194)

e) Reclassificação de Títulos e Valores Mobiliários (artigo 5º da Circular nº 3.068, de 08/11/2001, do BACEN) A Administração determina diretrizes para a classificação de Títulos e Valores Mobiliários. As classificações dos títulos existentes na carteira, assim como aqueles adquiridos no período, são periódica e sistematicamente avaliadas de acordo com tais diretrizes. Conforme estabelecido no artigo 5º da Circular nº 3.068, de 08/11/2008, do BACEN, a reavaliação quanto à classificação de títulos e valores mobiliários só pode ser efetuada por ocasião dos balancetes semestrais. Além disso, no caso da transferência da categoria “mantidos até o vencimento” para as demais, essa só poderá ocorrer por motivo isolado, não usual, não recorrente e não previsto, que tenha ocorrido após a data da classificação. No período, não foram realizadas reclassificações ou alterações nas diretrizes existentes.

NOTA 7 - OPERAÇÕES DE CRÉDITO, ARRENDAMENTO MERCANTIL FINANCEIRO E OUTROS CRÉDITOS a) Composição da Carteira de Crédito por Tipo de Operação e Níveis de Risco

Níveis de Risco Operações de Crédito ........................................................................................................................................... Empréstimos e Títulos Descontados .............................................................................................................. Financiamentos...................................................................................................................................................... Financiamentos Rurais e Agroindustriais ..................................................................................................... Operações de Arrendamento Mercantil Financeiro (Nota 7d).......................................................... Adiantamentos sobre Contratos de Câmbio(1)........................................................................................ Outros Créditos - Diversos(2)............................................................................................................................ Total Operações com Características de Concessão de Crédito .......................................................

AA 66.160.124 29.841.913 31.578.914 4.739.297 372.830 2.412.464 1.910 68.947.328

A 7.134.932 5.065.149 1.897.129 172.654 95.445 533.298 –.– 7.763.675

B 1.807.620 1.472.015 307.283 28.322 50.366 85.508 –.– 1.943.494

C 4.370.070 3.190.981 1.076.998 102.091 59.753 489.741 7.536 4.927.100

30/06/2013 D 322.506 297.755 24.721 30 38.093 23.865 –.– 384.464

E 611.747 552.141 59.606 –.– 18.710 1.207 –.– 631.664

F 191.089 172.874 –.– 18.215 14.950 –.– –.– 206.039

G 720.170 699.480 20.690 –.– 12.502 –.– 15.264 747.936

H 407.444 387.840 18.275 1.329 36.189 –.– 12.966 456.599

Total 81.725.702 41.680.148 34.983.616 5.061.938 698.838 3.546.083 37.676 86.008.299

30/06/2012 Total 66.133.985 34.054.758 28.941.414 3.137.813 1.392.502 3.969.488 26.854 71.522.829

Avais e Fianças(3).................................................................................................................................................... Total com Avais e Fianças....................................................................................................................................

–.– 68.947.328

–.– 7.763.675

–.– 1.943.494

–.– 4.927.100

–.– 384.464

–.– 631.664

–.– 206.039

–.– 747.936

–.– 456.599

52.256.205 138.264.504

42.474.875 113.997.704

TOTAL EM 30/06/2012...........................................................................................................................................

56.201.165

9.550.256

3.519.023

1.003.481

224.401

30.356

603.515

46.172

344.460

71.522.829

(1) Compostos por Rendas a Receber de Adiantamentos Concedidos e Adiant. sobre Contratos de Câmbio e Imp. Fin. - Câmbio Contratado, contabilizados em Outros Créditos/Obrigações - Carteira de Câmbio (Nota 8); (2) Compostos por Títulos e Créditos a Receber, Devedores por Compra de Valores e Bens e Avais e Fianças Honrados: (Operações com Característica de Concessão de Crédito - Nota 11a). (3) Contabilizados em Contas de Compensação.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

sábado, domingo e segunda-feira, 24, 25 e 26 de agosto de 2013

ECONOMIA - 21

Banco Itaú BBA S.A. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - PERÍODOS DE 01/01 A 30/06 DE 2013 E DE 2012 (Em Milhares de Reais) (Continuação) b) Composição da Carteira por Faixas de Vencimento e Níveis de Risco AA –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.–

Parcelas Vincendas..................................................................................................................................... 01 a 60 ............................................................................................................................................................... 61 a 90 ............................................................................................................................................................... 91 a 180............................................................................................................................................................. 181 a 365 .......................................................................................................................................................... Acima de 365 .................................................................................................................................................. Parcelas Vencidas (em Atraso) .............................................................................................................. 01 a 60 ............................................................................................................................................................... 61 a 90 ............................................................................................................................................................... 91 a 180............................................................................................................................................................. 181 a 365 .......................................................................................................................................................... Acima de 365 .................................................................................................................................................. Subtotal ...........................................................................................................................................................

A –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.– –.–

B 62.668 6.322 2.994 8.315 15.604 29.433 19.407 19.407 –.– –.– –.– –.– 82.075

C 116.766 10.349 4.917 52.998 21.030 27.472 23.980 23.785 143 52 –.– –.– 140.746

AA A B C Parcelas Vincendas..................................................................................................................................... 68.842.478 7.742.931 1.837.019 4.778.639 01 a 60 ............................................................................................................................................................... 12.404.010 1.321.780 273.754 386.268 61 a 90 ............................................................................................................................................................... 4.049.765 519.533 102.521 275.090 91 a 180............................................................................................................................................................. 8.290.102 1.048.409 163.183 572.868 181 a 365 .......................................................................................................................................................... 9.285.190 1.375.260 229.835 214.795 Acima de 365 .................................................................................................................................................. 34.813.411 3.477.949 1.067.726 3.329.618 Parcelas Vencidas até 14 dias................................................................................................................ 104.850 20.744 24.400 7.715 Subtotal ........................................................................................................................................................... 68.947.328 7.763.675 1.861.419 4.786.354 TOTAL GERAL EM 30/06/2013 ............................................................................................................... 68.947.328 7.763.675 1.943.494 4.927.100 PDD EM 30/06/2013................................................................................................................................... –.– (38.818) (19.435) (147.813) TOTAL GERAL EM 30/06/2012 ............................................................................................................... 56.201.165 9.550.256 3.519.023 1.003.481 PDD EM 30/06/2012................................................................................................................................... –.– (47.751) (35.190) (30.105) (*) Para as operações que apresentem parcelas vencidas há mais de 14 dias ou com composições efetuadas ou de responsabilidade de empresas concordatárias ou em processo de falência. c) Composição por Setor de Atividade Setor Público..................................................................................................................................................................................................................................... Setor Privado .................................................................................................................................................................................................................................... Pessoa Jurídica ................................................................................................................................................................................................................................ Pessoa Física.....................................................................................................................................................................................................................................

30/06/2013 1.000.248 85.008.051 83.804.136 1.203.915

30/06/2012 633.571 70.889.258 69.513.128 1.376.130

TOTAL....................................................................................................................................................................................................................................................

86.008.299

71.522.829

30/06/2013 44.802 2.275.189 (2.230.387) 74 2.066.625 2.009.289 2.009.266 23 57.336 (1.675.184) 1.732.520 (1.412.663)

30/06/2012 84.404 3.597.395 (3.512.991) 109 3.156.662 3.008.780 3.008.770 10 147.882 (2.159.042) 2.306.924 (1.848.673)

d) Composição do Valor Presente das Operações de Arrendamento Mercantil Financeiro Operações de Arrendamento Financeiro ............................................................................................................................................................................ Arrendamentos a Receber e Valor Residual Garantido........................................................................................................................................................ (Rendas a Apropriar e Valor Residual a Balancear) ................................................................................................................................................................ Outros Valores e Bens - Bens Reintegrados ....................................................................................................................................................................... Imobilizado de Arrendamento................................................................................................................................................................................................. Bens Arrendados.......................................................................................................................................................................................................................... Veículos.......................................................................................................................................................................................................................................... Perdas em Arrendamento a Amortizar (Nota 3l) ............................................................................................................................................................ Depreciação Acumulada .......................................................................................................................................................................................................... (Depreciação Acumulada)....................................................................................................................................................................................................... Superveniência de Depreciação........................................................................................................................................................................................... (Credores por Antecipação do Valor Residual)................................................................................................................................................................. TOTAL....................................................................................................................................................................................................................................................

698.838

1.392.502

e) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa

Curso Anormal (*) E 26.693 2.540 1.183 3.371 6.570 13.029 10.157 2.218 707 6.955 277 –.– 36.850 Curso Normal E 594.670 210.618 1.325 142.098 39.811 200.818 144 594.814 631.664 (189.499) 30.356 (9.107)

D 33.840 4.458 1.712 4.778 9.041 13.851 37.679 9.427 27.937 315 –.– –.– 71.519 D 306.198 54.689 1.568 43.487 51.939 154.515 6.747 312.945 384.464 (38.447) 224.401 (22.440)

F 15.463 1.400 673 1.877 3.505 8.008 35.232 1.560 10.613 22.558 501 –.– 50.695

G 133.646 11.003 614 9.668 27.192 85.169 46.053 1.576 9.226 32.689 2.562 –.– 179.699

H 22.215 2.878 1.357 6.791 8.871 2.318 230.341 7.455 6.342 19.776 195.045 1.723 252.556

F 155.313 164 85 17.051 19.130 118.883 31 155.344 206.039 (103.020) 603.515 (345.217)

G 551.378 24.185 718 131.974 7.936 386.565 16.859 568.237 747.936 (557.298) 46.172 (46.168)

H 200.507 51.552 64.759 1.140 2.273 80.783 3.536 204.043 456.599 (456.599) 344.460 (344.460)

Total 411.291 38.950 13.450 87.798 91.813 179.280 402.849 65.428 54.968 82.345 198.385 1.723 814.140 Total 85.009.133 14.727.020 5.015.364 10.410.312 11.226.169 43.630.268 185.026 85.194.159 86.008.299 (1.550.929) 71.522.829 (880.438)

Saldo Inicial ....................................................................................................................................................................................................................................... Constituição Líquida do Período.............................................................................................................................................................................................. Requerida pela Resolução nº 2.682/99................................................................................................................................................................................... Complementar................................................................................................................................................................................................................................ “Write-Offs”........................................................................................................................................................................................................................................ Saldo Final.......................................................................................................................................................................................................................................... Provisão Requerida pela Resolução nº 2.682/99 (Nota 3g)............................................................................................................................................. Provisão Complementar(*) .........................................................................................................................................................................................................

01/01 a 30/06/2012 (602.616) (358.378) (373.033) 14.655 80.556 (880.438) (823.131) (57.307)

(*) Refere-se à provisão complementar aos percentuais mínimos requeridos pela Resolução nº 2.682, de 21/12/1999, do CMN, utilizando-se da metodologia de perda esperada, adotada na gestão de risco de crédito da instituição, que considera inclusive as perdas potenciais para créditos rotativos. Em 30/06/2013, o saldo da provisão em relação à carteira de crédito equivale a 1,80% (1,23% em 30/06/2012). f) Recuperação e Renegociação de Créditos I - No período foram recuperados créditos baixados (write-off) f contra a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa no valor de R$ 51.159 (R$ 38.209 de 01/01 a 30/06/2012), que se encontram registrados em Receitas de Operações de Crédito e Arrendamento Mercantil. II - Em 30/06/2013 o saldo de créditos renegociados totalizava R$ 520.751 (R$ 412,237 em 30/06/2012), sendo a respectiva Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa de R$ 252.760 (R$ 151.487 em 30/06/2012). g) Operações de Venda ou Transferência de Ativos Financeiros A partir de janeiro de 2012, conforme determinação da Resolução 3.533/08, de 31/01/2008, do CMN e normatizações complementares, os registros contábeis passaram a ser efetuados considerando a retenção ou não dos riscos e benefícios nas operações de venda ou transferência de ativos financeiros. As operações de venda ou transferência de ativos financeiros sem retenção de riscos e benefícios totalizam R$ 99.297, com efeito no resultado de R$ 166, líquido da Provisão para Crédito de Líquidação Duvidosa. h) Operações Ativas Vinculadas Apresentamos abaixo informações relativas a operações ativas vinculadas, realizadas na forma prevista na Resolução nº 2.921, de 17/01/2002, do CMN: 01/01 a 01/01 a 30/06/2013 30/06/2013 30/06/2012 30/06/2012 Acima Receitas Receitas 31 - 180 de 365 Total (Despesas) Total (Despesas) Operações Ativas Vinculadas Operações de Crédito.......................................................................................................................... 1.534 129.613 131.147 12.997 148.461 13.374 Obrigações por Operações Ativas Vinculadas Obrigações por Títulos e Valores Mobiliários no Exterior....................................................... 1.534 129.613 131.147 (12.998) 148.461 (13.374) Resultado Líquido das Operações Vinculadas......................................................................... (1) –.– Em 30/06/2013 e 30/06/2012, não havia operações inadimplentes. NOTA 8 - CARTEIRA DE CÂMBIO

% 98,82% 17,12% 5,83% 12,10% 13,05% 50,72% 0,22% 99,04% 100,00%

A principal natureza está descrita a seguir: • PIS - Anterioridade Nonagesimal e Irretroatividade - R$ 28.195 - Pleiteamos o afastamento das Emendas Constitucionais 10/96 e 17/97, dado o princípio da anterioridade e irretroatividade, visando recolhimento pela Lei Complementar 07/70. O saldo do depósito em garantia correspondente totaliza R$ 19.583. II - Contingências classificadas como possíveis: Não são reconhecidas contabilmente e estão representadas por Processos Cíveis no valor de R$ 16.602, Processos Trabalhistas no valor de R$ 105.097 e Processos Fiscais e Previdenciários no valor de R$ 323.275, relativos basicamente a: • INSS - Verbas não Remuneratórias - R$ 299.230: Defendemos a não incidência do tributo sobre essas verbas, principalmente participação nos lucros, nos resultados, vale transporte e abono único; • IRPJ/CSLL - Desmutualização das Bolsas de Valores - R$ 23.631: No processo de desmutualização das bolsas de valores discute-se que a troca de títulos por ações não constitui fato gerador tributário. O ITAÚ BBA, com base na opinião de assessores legais, não está envolvido em quaisquer outros processos administrativos ou judiciais que possam afetar significativamente os resultados de suas operações. NOTA 11 - DETALHAMENTO DE CONTAS a) Outros Créditos - Diversos 30/06/2013 30/06/2012 Créditos Tributários (Nota 12b I).................................................................................................................................................................................................. 1.537.167 1.099.160 Títulos a Receber sem Característica de Concessão de Crédito ....................................................................................................................................... 891.652 1.432.951 Depósitos em Garantia (Nota 10) ................................................................................................................................................................................................ 581.243 546.727 Devedores Diversos no Exterior................................................................................................................................................................................................... 330.563 –.– Impostos e Contribuições a Compensar................................................................................................................................................................................... 280.664 231.786 Operações com Característica de Concessão de Crédito (Nota 7a) ................................................................................................................................ 37.676 9.311 Avais e Fianças Honrados (Nota 7a)............................................................................................................................................................................................ –.– 17.543 Outros.................................................................................................................................................................................................................................................... 64.406 79.242 TOTAL....................................................................................................................................................................................................................................................

01/01 a 30/06/2013 (1.376.859) (344.639) (445.824) 101.185 170.569 (1.550.929) (1.517.186) (33.743)

% 0,49% 0,05% 0,02% 0,10% 0,11% 0,21% 0,47% 0,08% 0,06% 0,10% 0,23% 0,00% 0,96%

3.723.371

3.416.720

Provisão para Passivos Contingentes (Nota 10b)................................................................................................................................................................... Credores Diversos no Exterior ...................................................................................................................................................................................................... Obrigações por Operações Vinculadas a Cessão de Crédito ............................................................................................................................................. Provisão para Despesas de Pessoal............................................................................................................................................................................................. Provisão para Pagamentos a Efetuar.......................................................................................................................................................................................... Outras ....................................................................................................................................................................................................................................................

30/06/2013 257.310 201.212 84.813 71.279 34.223 21.801

30/06/2012 257.905 49.465 28.509 107.163 33.638 23.706

TOTAL....................................................................................................................................................................................................................................................

670.638

500.386

Garantias Prestadas .......................................................................................................................................................................................................................... Serviços de Assessoria Econômica e Financeira..................................................................................................................................................................... Serviços de Cobrança....................................................................................................................................................................................................................... Rendas de Corretagem/Colocação de Títulos......................................................................................................................................................................... Comissões ............................................................................................................................................................................................................................................ Outros....................................................................................................................................................................................................................................................

01/01 a 30/06/2013 350.505 242.833 53.045 28.084 1.533 10.332

01/01 a 30/06/2012 291.350 215.743 50.999 14.790 37.548 4.358

TOTAL....................................................................................................................................................................................................................................................

686.332

614.788

Convênio de Rateio de Custos Comuns (Nota 15a) .............................................................................................................................................................. Processamento de Dados e Telecomunicações...................................................................................................................................................................... Instalações ........................................................................................................................................................................................................................................... Despesas com Serviços do Sistema Financeiro...................................................................................................................................................................... Serviços de Terceiros ........................................................................................................................................................................................................................ Depreciação e Amortização .......................................................................................................................................................................................................... Despesas com Viagens .................................................................................................................................................................................................................... Despesas com Confraternizações/Decoração ........................................................................................................................................................................ Propaganda, Promoções e Publicações .................................................................................................................................................................................... Outras ....................................................................................................................................................................................................................................................

01/01 a 30/06/2013 (197.771) (91.066) (49.801) (38.514) (36.376) (20.467) (7.777) (5.532) (5.245) (23.065)

01/01 a 30/06/2012 (29.373) (81.898) (43.729) (45.624) (41.360) (16.772) (7.650) (7.286) (3.789) (35.722)

TOTAL....................................................................................................................................................................................................................................................

(475.614)

(313.203)

Amortização de Ágios de Incorporação (Nota 13 II)............................................................................................................................................................. Outras Despesas com Operações de Crédito.......................................................................................................................................................................... Provisão para Perdas em Títulos a Receber sem Característica de Consessão de Crédito...................................................................................... Outras ....................................................................................................................................................................................................................................................

01/01 a 30/06/2013 (141.403) (39.801) (2.791) (14.164)

01/01 a 30/06/2012 (186.730) (24.655) (14.676) (37.555)

TOTAL....................................................................................................................................................................................................................................................

(198.159)

(263.616)

01/01 a 30/06/2013 1.056.064 (422.426)

01/01 a 30/06/2012 1.050.455 (420.182)

79.815 202.923 52.799 3.757 (83.132)

98.275 128.732 80.484 4.899 (107.792)

b) Outras Obrigações - Diversas

c) Receitas de Prestação de Serviços

d) Outras Despesas Administrativas

e) Outras Despesas Operacionais 30/06/2013 37.727.881 21.105.340 16.982.527 (436.938) 76.953 34.314.542 16.896.537 20.885.852 (3.469.130) 1.283 783.352 771.486 11.866

30/06/2012 30.708.296 15.840.326 15.138.231 (347.290) 77.029 26.594.001 15.080.772 15.405.142 (3.892.459) 546 1.188.316 1.149.583 38.733

Acima de 365 3.927.415 27.394.114 4.183.256 2.810.427 207.528 25.556 1.139.745 1.032.107 –.– 107.638 –.– 21.334.134

Total 79.242.199 80.294.823 9.138.229 7.221.173 461.620 25.556 1.429.880 1.319.701 –.– 110.124 55 42.153.958

30/06/2012 Total 78.820.889 42.117.017 6.003.447 3.863.014 26.786 –.– 2.113.647 2.020.651 89.053 3.844 99 30.260.843

56.838.919

210.829.209

157.202.196

ATIVO - OUTROS CRÉDITOS........................................................................................................................................................................................................ Câmbio Comprado a Liquidar - ME.......................................................................................................................................................................................... Direitos sobre Vendas de Câmbio - MN.................................................................................................................................................................................. (Adiantamentos Recebidos) - MN ............................................................................................................................................................................................ Rendas a Receber de Adiantamentos Concedidos............................................................................................................................................................ PASSIVO - OUTRAS OBRIGAÇÕES............................................................................................................................................................................................ Câmbio Vendido a Liquidar - ME .............................................................................................................................................................................................. Obrigações por Compras de Câmbio - MN........................................................................................................................................................................... (-) Adiant. sobre Contratos de Câmbio e Imp. Fin. - Câmbio Contratado................................................................................................................... Outras................................................................................................................................................................................................................................................. CONTAS DE COMPENSAÇÃO...................................................................................................................................................................................................... Créditos Abertos para Importação - ME ................................................................................................................................................................................ Créditos de Exportação Confirmados - ME........................................................................................................................................................................... NOTA 9 - CAPTAÇÃO DE RECURSOS E OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS E REPASSES

Depósitos............................................................................... Captações no Mercado Aberto.................................... Recursos de Aceites e Emissão de Títulos: ............. Letras de Crédito Agronegócio .................................... Letras de Crédito Imobiliário......................................... Letras Financeiras.............................................................. Emitidos no Exterior......................................................... Brazil Risk Note Programme....................................... Fixed Rate Notes............................................................. Euro Bonds ....................................................................... Outros ................................................................................ Obrigações por Empréstimos e Repasses(*).........

0 - 30 24.540.971 16.526.099 509.869 487.174 20.607 –.– 2.088 1.123 –.– 952 13 2.021.927

31 - 180 22.899.098 22.591.323 3.042.492 2.587.038 177.728 –.– 277.726 276.150 –.– 1.534 42 9.977.753

30/06/2013 181 - 365 27.874.715 13.783.287 1.402.612 1.336.534 55.757 –.– 10.321 10.321 –.– –.– –.– 8.820.144

Total..........................................................................................

43.598.866

58.510.666

51.880.758

(*) Os Empréstimos no Exterior estão representados, basicamente, por aplicações em operações comerciais de câmbio, relativas a pré-financiamentos à Exportação e Financiamentos à Importação. NOTA 10 - ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS O ITAÚ BBA, na execução de suas atividades normais, encontra-se envolvido em contingências como segue: a) Ativos Contingentes: Não existem ativos contingentes contabilizados. b) Passivos Contingentes: São quantificados e classificados conforme segue: Critérios de quantificação e de provisionamento: - Ações Cíveis, Trabalhistas, Fiscais e Previdenciárias: São analisadas e controladas de forma individual, pelo valor envolvido na demanda, atualizado mensalmente, a partir da análise concreta do caso, realizada por advogados externos que patrocinam as ações e/ou pelos advogados internos do ITAÚ BBA, levando-se em conta os subsídios fáticos levantados no caso em si, provas produzidas nos autos, jurisprudência atual em casos similares e, finalmente, as decisões judiciais que vierem a ser proferidas na própria ação. Esse conjunto de dados é usado para a indicação do valor financeiro de risco da ação e, ainda, definição da chance de perda da ação por parte do ITAÚ BBA, que pode ser: Provável, Possível ou Remota. I - Contingências classificadas como prováveis: São reconhecidas contabilmente e estão representadas por Ações Cíveis, Trabalhistas, Fiscais e Previdenciárias. Abaixo demonstramos a movimentação das respectivas provisões para passivos contingentes e os saldos dos respectivos depósitos em garantia de recursos: 01/01 a 01/01 a 30/06/2013 30/06/2012 Cíveis Trabalhistas Total Total Saldo Inicial .............................................................................................................................................................. 1.460 67.622 69.082 120.982 Atualização/Encargos ............................................................................................................................................. 11 2.014 2.025 4.809 Movimentação do Período Refletida no Resultado ..................................................................................... 404 5.159 5.563 6.332 Constituição ............................................................................................................................................................ 654 5.255 5.909 6.456 Reversão ................................................................................................................................................................... (250) (96) (346) (124) Pagamento ................................................................................................................................................................. (16) (1.130) (1.146) (438) Saldo Final (Nota 11b) ......................................................................................................................................... 1.859 73.665 75.524 131.685 Depósitos em Garantia de Recursos em 30/06/2013 (Nota 11a) .................................................... 30.790 10.506 41.296 Depósitos em Garantia de Recursos em 30/06/2012 (Nota 11a) .................................................... 19.399 9.167 28.566 Obrigações Legais/Fiscais e Previdenciárias e Depósitos em Garantia para Interposição de Recursos: São passivos constituídos pelo valor integral em discussão e respectivos depósitos em garantia conforme abaixo: 01/01 a 01/01 a 30/06/2013 30/06/2012 Obrigação Legal Contingência Provisões (Nota 12c) (Nota 11b) Total Total Saldo Inicial .............................................................................................................................................................. 32.549 167.264 199.813 131.533 Atualização/Encargos ............................................................................................................................................. 341 9.412 9.753 1.765 Movimentação do Período Refletida no Resultado ..................................................................................... –.– 5.110 5.110 25.099 Constituição ............................................................................................................................................................ –.– 5.110 5.110 47.433 Reversão ................................................................................................................................................................... –.– –.– –.– (22.334) Saldo Final................................................................................................................................................................. 32.890 181.786 214.676 158.397

Depósitos em Garantia de Obrigação Legal e Contingências Saldo Inicial .................................................................................................................................................................................................................................... Apropriação de Rendas................................................................................................................................................................................................................ Movimentação do Período - Levantamentos Efetuados ................................................................................................................................................. Reclassificação para ativos dados em garantia de contingências ............................................................................................................................... Saldo Final (Nota 11a)................................................................................................................................................................................................................

01/01 a 30/06/2013 466.326 9.284 (3) –.– 475.607

01/01 a 30/06/2012 446.212 13.159 (2.774) (403) 456.194

Os ativos dados em garantia de contingências são relativos a processos de passivos contingentes e estão vinculados ou depositados, sendo o montante dos Depósitos em Garantia R$ 64.340 (R$ 61.967 em 30/06/2012) (Nota 11a).

NOTA 13 - INVESTIMENTOS E INTANGÍVEL I - Participação em Coligadas e Controladas

Empresas No País:............................................................................................................................................................................................. Intrag Participações Societárias ............................................................................................................................................... Itauseg Participações S.A............................................................................................................................................................ Itaú-BBA Trading S.A..................................................................................................................................................................... No Exterior:.................................................................................................................................................................................... Itau BBA Colombia S.A. Corporación Financeira ................................................................................................................ Itaú-BBA SAS. .................................................................................................................................................................................. Banco Itaú Argentina S.A............................................................................................................................................................

Saldos em 31/12/2012 5.941.323 4.523.887 1.334.550 82.886 383.964 360.796 18.499 4.669

Total...................................................................................................................................................................................................

6.325.287

NOTA 12 - TRIBUTOS a) Composição das Despesas com Impostos e Contribuições I - Demonstração do cálculo com Imposto de Renda e Contribuição Social:

Resultado Antes do Imposto de Renda e Contribuição Social.................................................................................................................................. Encargos (Imposto de Renda e Contribuição Social) às alíquotas vigentes (Nota 3p)............................................................................................. Acréscimos/Decréscimos aos encargos de Imposto de Renda e Contribuição Social decorrentes de: Participações em Coligadas e Controladas........................................................................................................................................................................... Variação Cambial de Investimentos no Exterior ................................................................................................................................................................. Dividendos e Juros sobre Títulos da Dívida Externa.......................................................................................................................................................... Outras Despesas Indedutíveis líquidas das Receitas Não Tributáveis......................................................................................................................... Total de Imposto de Renda e Contribuição Social .......................................................................................................................................................... II - As despesas tributárias estão representadas basicamente por PIS, COFINS e ISS. b) Tributos Diferidos I - O saldo de Créditos Tributários e sua movimentação estão representados por: ATIVO 31/12/2012 Refletidos no Resultado........................................................................................................... 1.018.519 Prejuízo Fiscal e Base Negativa de Contribuição Social ............................................... 8.944 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa ............................................................ 469.458 Ajuste ao Valor de Mercado de TVM e Instrumentos Financeiros Derivativos..... 203.033 Obrigações Legais, Fiscais e Previdenciárias e Passivos Contingentes................... 46.745 Provisão para Participações no Lucro ................................................................................. 167.037 Outras Provisões Indedutíveis............................................................................................... 123.302 Refletida no Patrimônio Líquido - Ajustes ao Valor de Mercado de Títulos Disponíveis para Venda (Nota 6a).................................................................... –.– TOTAL................................................................................................................................................ 1.018.519

Realização (396.749) –.– (1.673) (203.033) (639) (167.037) (24.367)

Constituição 913.279 39.720 48.593 724.773 3.062 91.726 5.405

30/06/2013 1.535.049 48.664 516.378 724.773 49.168 91.726 104.340

30/06/2012 1.099.160 612 361.941 424.707 69.267 –.– 242.633

–.– (396.749)

2.118 915.397

2.118 1.537.167

–.– 1.099.160

Constituição 548.616 –.– 396.332 147.980 4.304

30/06/2013 1.114.793 484.090 407.946 147.980 74.777

30/06/2012 844.632 611.194 21.024 147.709 64.705

–.– 548.616

117.913 1.232.706

101.704 946.336

366.781

304.461

152.824

II - O saldo da Provisão para Impostos e Contribuições Diferidos e sua movimentação estão representados por: PASSIVO 31/12/2012 Realização Refletido no Resultado............................................................................................................. 788.741 (222.564) Superveniência de Depreciação de Arrendamento Mercantil Financeiro ............ 558.713 (74.623) Ajustes de Operações Realizadas em Mercado de Liquidação Futura ................... 11.614 –.– Ajuste ao Valor de Mercado de TVM e Instrumentos Financeiros Derivativos..... 147.941 (147.941) Atualização de Depósitos de Obrigações Legais e Passivos Contingentes........... 70.473 –.– Refletida no Patrimônio Líquido - Ajustes ao Valor de Mercado de Títulos Disponíveis para Venda (Nota 6a).................................................................... 256.085 (138.172) TOTAL................................................................................................................................................ 1.044.826 (360.736) Total Líquido (Ativo - Passivo)...............................................................................................

(26.307)

(36.013)

III - A estimativa de realização e o valor presente dos Créditos Tributários existentes em 30/06/2013, de acordo com a expectativa de geração de lucros tributáveis futuros, com base no histórico de rentabilidade e em estudo técnico de viabilidade, é: Ano de Diferenças Prejuízo Fiscal Realização Temporárias % e Base Negativa % Total % 2013 598.129 40% 24.230 50% 622.359 40% 2014 407.722 27% 24.434 50% 432.156 28% 2015 59.344 4% –.– 0% 59.344 4% 2016 158.373 11% –.– 0% 158.373 10% 2017 85.004 6% –.– 0% 85.004 6% acima de 2017 179.931 12% –.– 0% 179.931 12% TOTAL 1.488.503 100% 48.664 100% 1.537.167 100% Valor Presente(1) 1.224.237 44.362 1.268.599 (1) Para o ajuste a valor presente foi utilizada a taxa média de captação. As projeções de lucros tributáveis futuros incluem estimativas referentes a variáveis macroeconômicas, taxas de câmbio, taxas de juros, volume de operações financeiras e tarifas de serviços, entre outros, que podem apresentar variações em relação aos dados e valores reais. O lucro líquido contábil não tem relação direta com o lucro tributável para o imposto de renda e contribuição social, em função das diferenças existentes entre os critérios contábeis e a legislação fiscal pertinente, além de aspectos societários. Portanto, recomendamos que a evolução da realização dos créditos tributários decorrentes das diferenças temporárias não seja tomada como indicativo de lucros líquidos futuros. IV - Em 30/06/2013 não existem Créditos Tributários não contabilizados. c) Obrigações Fiscais e Previdenciárias O saldo das Obrigações Fiscais e Previdenciárias está representado por: 30/06/2013 30/06/2012 Provisão para Impostos e Contribuições Diferidos (1)......................................................................................................................................................... 1.232.706 946.336 Impostos e Contribuições sobre Lucros a Pagar .................................................................................................................................................................... 200.577 234.804 Impostos e Contribuições a Recolher ........................................................................................................................................................................................ 68.455 72.824 Obrigações Legais - Fiscais e Previdenciárias (Nota 10b).................................................................................................................................................... 32.890 32.177 Total.......................................................................................................................................................................................................................................................

1.534.628

1.286.141

(1) Representado principalmente por Superveniência de Arrendamento Mercantil Financeiro e Ajustes de Operações Realizadas em Mercado de Liquidação Futura.

Resultado de Participação em Controladas e Coligadas 01/01 a 30/06/2013 (1) 199.078 118.521 77.040 3.517 (12.397) (12.336) (279) 218 186.681

Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários de Controladas e Outros (10.290) –.– (10.290) –.– –.– –.– –.– –.–

Dividendos Provisionados/Pagos (911) –.– (911) –.– –.– –.– –.– –.–

Saldo em 30/06/2013 6.129.200 4.642.408 1.400.389 86.403 371.567 348.460 18.220 4.887

Resultado de Participação em Controladas e Coligadas de 01/01 a 30/06/2012 252.939 174.397 74.324 4.218 (7.251) –.– (7.466) 215

(10.290)

(911)

6.500.767

245.688

(1) Inclui Variação Cambial no montante de (R$ 3.717). Empresas No País: Intrag Participações Societárias ............................................................................................................................ Itauseg Participações S.A......................................................................................................................................... Itaú-BBA Trading S.A.................................................................................................................................................. No Exterior: Itau BBA Colombia S.A. Corporación Financiera ............................................................................................. Itaú-BBA SAS. ............................................................................................................................................................... Banco Itaú Argentina S.A.........................................................................................................................................

Patrimônio Líquido

Lucro/ (Prejuízo) do Período

5.950.679 10.182.908 46.442

6.358.662 12.798.150 86.403

162.337 704.072 3.517

–.– 554.902.067 3.938.518.832

60.816.478 –.– –.–

73,01 10,94 100,00

73,01 10,94 100,00

402.458 21.642 305.971

370.703 18.220 486.578

(9.387) (115) 25.642

329.000 1.880.288 7.469.046

–.– –.– –.–

94,00 100,00 1,02

94,00 100,00 1,00

Capital

Nº de Ações/Cotas de Propriedade do Banco Itaú BBA S.A. Ordinárias Cotas

Participação no Capital Votante %

Participação no Capital Social %


DIÁRIO DO COMÉRCIO

22 -.ECONOMIA

sábado, domingo e segunda-feira, 24, 25 e 26 de agosto de 2013

Banco Itaú BBA S.A. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - PERÍODOS DE 01/01 A 30/06 DE 2013 E DE 2012 (Em Milhares de Reais) (Continuação) II - Intangível Outros Ativos Intangíveis Direitos Gastos com Aquisição Aquisição/ Ágio de Ágio de de Folha de Desenvolvimento Incorporação Incorporação Outros Ativos Pagamento de Software Banco Único S.A. (1) Banco Itaú (1) Intangíveis (2) Taxas Anuais de Amortização................................ 20% 20% 20% 20% 13% Custo Saldo em 31/12/2012 ................................................. 270 44.449 1.163.514 254.794 300.000 Aquisições......................................................................... –.– 20.353 –.– –.– –.– Saldo em 30/06/2013 ................................................. 270 64.802 1.163.514 254.794 300.000 Amortização Saldo em 31/12/2012 ................................................. (195) (1.363) (892.028) (196.341) (68.750) Despesa de Amortização............................................. (27) (1.371) (116.352) (25.051) (18.750) Saldo em 30/06/2013 ................................................. (222) (2.734) (1.008.380) (221.392) (87.500) Saldo em 30/06/2013 ................................................. 48 62.068 155.134 33.402 212.500 Saldo em 30/06/2012 ................................................. 102 25.195 387.838 83.504 250.000

Ativos / (Passivos) Taxa Anual Total

1.763.027 20.353 1.783.380 (1.158.677) (161.551) (1.320.228) 463.152 746.639

(1) Refere-se basicamente a ágio na aquisição de empresas quando na associação Itaú Unibanco, que foram incorporadas em 2009. (2) Contrato celebrado com a Tele Norte Leste Participações que garante o direito de recebimento do fluxo de juros sobre capital próprio/dividendos referentes às ações da Telemar Norte Leste S.A. NOTA 14 - PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital Social - Está representado por 10.569.053 ações nominativas, sem valor nominal, sendo 5.284.526 ações ordinárias da classe “A”, 1 ação ordinária da classe “B” e 5.284.526 ações preferenciais. b) Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio - Os acionistas têm direito de receber como dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, importância não inferior a 25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido ajustado, conforme disposto na Lei das Sociedades por Ações. Em Reunião da Diretoria de 31/01/2013, foi deliberado o pagamento de dividendos extraordinários no montante de R$ 799.610 (R$ 1.645.000), pagos na mesma data, a razão de R$ 75,66 (R$ 155,643) por ação. c) Reservas 30/06/2013 30/06/2012 Reservas de Capital - Atualização de Títulos Patrimoniais ............................................................................................................................................... 15.372 15.372 Reservas de Lucros................................................................................................................................................................................................................................... 1.831.112 1.748.015 Legal.............................................................................................................................................................................................................................................................. 729.545 668.901 Estatutária(*).............................................................................................................................................................................................................................................. 1.101.567 1.079.114 (*) Constituída para assegurar à sociedade adequada margem operacional, conforme previsto em estatuto. NOTA 15 - PARTES RELACIONADAS a) As operações realizadas entre partes relacionadas, são efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, vigentes nas respectivas datas, e em condições de comutatividade. Entre essas operações destacam-se: Ativos / (Passivos) Receitas / (Despesas) 01/01 a 01/01 a Taxa Anual 30/06/2013 30/06/2012 30/06/2013 30/06/2012 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez...................................... 16.899.580 24.103.658 178.743 372.359 - Itaú Unibanco S.A. .................................................................................. 1,5 a 19,83% prefixada, 99,75 a 103,6% do CDI e 100% SELIC 3.765.896 11.685.812 170.675 293.165 - Itaú Unibanco S.A. - Agência Grand Cayman................................ 0,01 a 1,1% prefixada e LIBOR + 1,45% 5.418.417 10.788.738 7.737 56.688 - Itaú Unibanco S.A. - Agência New York........................................... 0,2 a 8,28% prefixada e 100% do CDI 7.021.249 1.069.512 –.– 10.216 - Itau Bank Ltd............................................................................................. 0,45% prefixada 342.227 314.378 331 7.744 - Outras.......................................................................................................... 0,43 a 1,6% prefixada 351.791 245.218 –.– 4.546 Títulos e Valores Mobiliários ............................................................. 37.216.688 27.522.254 1.360.339 1.075.574 - Dibens Leasing S.A. Arrendamento Mercantil.............................. 100% CDI 36.943.924 27.522.254 1.358.449 1.075.574 - Outras.......................................................................................................... 272.764 –.– 1.890 –.– Instrumentos Financeiros Derivativos - Posição Ativa ......... 1.305.059 1.470.040 2.283.897 3.355.210 - Itaú Unibanco S.A. .................................................................................. 902.475 794.542 1.759.034 2.939.682 - Licania Fund Limited ............................................................................. 260.358 492.843 –.– 16.322 - Itau Bank Ltd............................................................................................. 97.068 127.103 330.805 353.839 - Jasper Internacional Investment LLC............................................... –.– –.– 108.595 –.– - Outras.......................................................................................................... 45.158 55.552 85.463 45.367 Negociação e Intermediação de Valores - Posição Ativa ..... 288.255 188.352 –.– –.– - Banco Itau BBA International.............................................................. 2.296 –.– –.– –.– - Itaú Corretora de Valores S.A. ............................................................. 285.959 188.352 –.– –.– Carteira de Câmbio - Posição Ativa ................................................ 24.772.819 8.994.328 199.010 93.375 - Itaú Unibanco S.A. .................................................................................. 3.240.042 5.902.375 183.037 43.715 - Itaú Unibanco S.A. - Agência Grand Cayman................................ 21.532.777 3.091.953 15.973 49.660 Valores a Receber de Sociedades Ligadas .................................. 882.499 1.373.520 39.013 28.611 - Itaú Unibanco S.A. - Agência New York (*)..................................... 879.133 1.373.520 39.011 28.583 - Outras.......................................................................................................... 3.366 –.– 2 28 Depósitos Interfinanceiros................................................................. (47.908.956) (38.101.704) (1.447.403) (1.326.493) - Itaú Unibanco S.A. .................................................................................. (37.674.822) (34.388.821) (1.255.589) (1.294.545) - Dibens Leasing S.A. Arrendamento Mercantil.............................. (7.675.028) (2.929.035) (175.028) (24.035) - Itaú Unibanco S.A. - Agência Grand Cayman................................ (2.500.606) (387.451) (3.670) (3.158) - Itaú Unibanco S.A. - Agência New York........................................... –.– (225.735) (12.390) (4.207) - Outras.......................................................................................................... (58.500) (170.662) (726) (548) Depósitos a Prazo ................................................................................... (53.275) (53.377) (1.912) (2.709) - Itaú BBA Trading S.A............................................................................... (8.598) –.– (304) –.– - Itaú BBA Participações S.A................................................................... (44.677) –.– (1.577) –.– - Outras.......................................................................................................... –.– (53.377) (31) (2.709) Negociação e Intermediação de Bens (Posição Passiva)...... (24.535) (23.101) –.– –.– - Itau Bank Ltd............................................................................................. (17.747) (23.101) –.– –.– - Jasper Internacional Investment LLC............................................... (6.788) –.– –.– –.– Instrumentos Financeiros Derivativos - (Posição Passiva) .... (2.254.101) (2.153.975) (2.862.204) (3.471.523) - Itaú Unibanco S.A. .................................................................................. (1.293.956) (1.259.698) (2.397.048) (3.122.049) - Licania Fund Limited ............................................................................. (851.976) (686.600) –.– (11.651) - Itau Bank Ltd............................................................................................. (89.129) (175.506) (265.955) (299.345) CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Presidente ROBERTO EGYDIO SETUBAL

DIRETORIA Diretor Presidente CANDIDO BOTELHO BRACHER

Vice-Presidentes ALFREDO EGYDIO SETUBAL CANDIDO BOTELHO BRACHER

Diretores Vice-Presidentes ALBERTO FERNANDES DANIEL LUIZ GLEIZER JEAN-MARC ROBERT NOGUEIRA BAPTISTA ETLIN JOSÉ ROBERTO HAYM

Conselheiros ANTONIO CARLOS BARBOSA DE OLIVEIRA CAIO IBRAHIM DAVID EDUARDO MAZZILLI DE VASSIMON HENRI PENCHAS JOÃO DIONÍSIO FILGUEIRA BARRETO AMOÊDO

Diretores Executivos ALEXANDRE JADALLAH AOUDE ÁLVARO DE ALVARENGA FREIRE PIMENTEL ANDRÉ LUÍS TEIXEIRA RODRIGUES ELAINE CRISTINA ZANATTA RODRIGUES VASQUINHO FERNANDO FONTES IUNES JOSÉ AUGUSTO DURAND

JOÃO CARLOS DE GÊNOVA LUIZ FELIPE MONTEIRO ARCURI TREVISAN MARCELLO PECCININI DE CHIARO MARCELO ARIEL ROSENHEK MARCO ANTONIO SUDANO MARCOS AUGUSTO CAETANO DA SILVA FILHO MÁRIO LÚCIO GURGEL PIRES MÁRIO LUÍS BRUGNETTI RODRIGO PASTOR FACEIRO LIMA THALES FERREIRA SILVA VANESSA LOPES REISNER

Diretores ALBERTO ZOFFMANN DO ESPÍRITO SANTO ALEXANDRE ENRICO SILVA FIGLIOLINO ANDRÉ CARVALHO WHYTE GAILEY ANDRÉ FERRARI ANTONIO JOSÉ CALHEIROS RIBEIRO FERREIRA CAIO IBRAHIM DAVID CRISTIANO ROGÉRIO CAGNE EDUARDO CARDOSO ARMONIA EDUARDO CORSETTI EMERSON SAVI JUNQUEIRA FABIO MASSASHI OKUMURA FLÁVIO DELFINO JUNIOR GILBERTO FRUSSA ILAN GOLDFAJN

30/06/2013 (18.349) –.– –.– (691) (24.791.049) (3.241.643) (21.549.406) (39.393.877) (14.434.416) (24.959.461) (4.388) –.– (3.533) –.– –.– –.– (709) (146)

- Banco Itaú BBA International PLC. .................................................... - Banco Itaú BBA International S.A. ..................................................... - Jasper Internacional Investment LLC............................................... - Outras.......................................................................................................... Carteira de Câmbio - (Posição Passiva)......................................... - Itaú Unibanco S.A. .................................................................................. - Itaú Unibanco S.A. - Agência Grand Cayman................................ Obrigações por Operações Compromissadas........................... - Dibens Leasing S.A. Arrendamento Mercantil.............................. - Itaú Unibanco S.A. .................................................................................. Valores a Pagar de Sociedades Ligadas ....................................... - Itaú Unibanco S.A. .................................................................................. - Itaú BBA USA SEC.................................................................................... - Itaú Corretora de Valores S.A. ............................................................. - Fináustria Ass., Adm., Serv. Crédito e Partic. S.A. ......................... - Fina Promoção e Serviços S.A............................................................. - Mundostar S.A.......................................................................................... - Outras..........................................................................................................

30/06/2012 (21.037) –.– –.– (11.134) (8.923.782) (5.805.287) (3.118.495) (12.511.293) (12.483.545) (27.748) (20.711) (146) (20.562) –.– (3) –.– –.– –.–

Receitas / (Despesas) 01/01 a 01/01 a 30/06/2013 30/06/2012 (34.681) (34.538) (1.032) –.– (117.584) –.– (45.904) (3.940) (226.557) (43.043) (139.369) (27.857) (87.188) (15.186) (1.412.484) (796.015) (465.938) (472.207) (946.546) (323.808) (8.701) (18.717) –.– –.– (3.301) (11.947) –.– (3.293) –.– (392) –.– (56) (5.038) (3.029) (362) –.–

(*) Refere-se, principalmente, a contrato de cessão de empréstimo no qual o ITAÚ BBA partilha os riscos e os resultados inerentes a operação. Além das operações acima discriminadas, o ITAÚ BBA, como parte integrante do Convênio de Rateio de Custos Comuns do Conglomerado Itaú, foi ressarcido pelas demais empresas do Conglomerado em R$ 75.878 (R$ 49.397 01/01 a 30/06/2012) e registrou em Outras Despesas Administrativas R$ (197.771) (R$ (29.373) de 01/01 a 30/06/2012) em função da utilização da estrutura comum. b) Remuneração do Pessoal-Chave da Administração Os honorários atribuídos no período aos Administradores do ITAÚ BBA são compostos conforme segue: 01/01 a 01/01 a 30/06/2013 30/06/2012 Remuneração Administradores .............................................................................................................................................................................................................. (29.870) (63.930) Participações no Lucro ............................................................................................................................................................................................................................... (27.349) (20.939) Total..................................................................................................................................................................................................................................................................

(57.219)

(84.869)

NOTA 16 - INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES a) Gerenciamento de Riscos - O ITAÚ BBA, por intermédio da instituição líder Itaú Unibanco Holding S.A., aderiu à estrutura de gerenciamento de riscos em atendimento às Resoluções do CMN: nº 3.380/06 - Risco Operacional; nº 3.464/07 - Risco de Mercado; nº 3.721/09 - Risco de Crédito e nº 4.090/12 - Risco de Liquidez. As descrições dessas estruturas de gerenciamento de riscos, e dos demais riscos inerentes ao negócio, estão disponibilizadas no site de Relacionamento com Investidores da instituição líder (www.itau.com.br/ri) na rota: Governança Corporativa/Gerenciamento de Riscos. b) Acordos para compensação e liquidação de obrigações no âmbito do Sistema Financeiro Nacional - Foram firmados alguns acordos para compensação e liquidação de obrigações ao amparo da Resolução n° 3.263, de 24 de fevereiro de 2005, do CMN, por meio de instrumentos públicos cujo objetivo é permitir a compensação de créditos e débitos mantidos com uma mesma contraparte, onde os vencimentos dos direitos e obrigações podem ser antecipados para a data em que ocorrer o evento de inadimplência por uma das partes ou em caso de falência do devedor. c) Comitê de Auditoria Único - Em atendimento à Resolução nº 3.198, de 27/05/2004, do CMN, o ITAÚ BBA aderiu ao Comitê de Auditoria Único instituido pelo Conglomerado Financeiro Itaú Unibanco, por intermédio da instituição lider, Itaú Unibanco Holding S.A. O resumo do relatório do referido Comitê é divulgado em conjunto com as Demonstrações Contábeis da instituição líder Itaú Unibanco Holding S.A. d) Informações da Agência no Exterior - O ITAÚ BBA realiza operações por meio de sua agência em Nassau, Bahamas. Os saldos das contas patrimoniais e de resultado são os seguintes: 30/06/2013 30/06/2012 Ativo Circulante e Realizável a Longo Prazo ............................................................................................................................................................................................. 92.109.483 70.839.801 Disponibilidades ....................................................................................................................................................................................................................................... 1.845.039 1.050.865 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez........................................................................................................................................................................................... 13.868.518 12.839.577 Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos................................................................................................................................... 15.122.212 11.244.483 Operações de Crédito, Arrendamento Mercantil e Outros Créditos ...................................................................................................................................... 30.002.262 24.491.189 Carteira de Câmbio................................................................................................................................................................................................................................... 28.528.321 18.785.841 Outros Ativos.............................................................................................................................................................................................................................................. 2.743.131 2.427.846 Permanente .................................................................................................................................................................................................................................................. 16.554 25.079 Outros Investimentos.............................................................................................................................................................................................................................. 15.580 23.689 Imobilizado ................................................................................................................................................................................................................................................. 974 1.390 TOTAL............................................................................................................................................................................................................................................................... 92.126.037 70.864.880 Passivo Circulante e Exigível a Longo Prazo.................................................................................................................................................................................................. Depósitos..................................................................................................................................................................................................................................................... Captações no Mercado Aberto ............................................................................................................................................................................................................ Recursos de Aceites e Emissão de Títulos ........................................................................................................................................................................................ Obrigações por Empréstimos............................................................................................................................................................................................................... Instrumentos Financeiros Derivativos............................................................................................................................................................................................... Carteira de Câmbio................................................................................................................................................................................................................................... Outras Obrigações.................................................................................................................................................................................................................................... Resultado de Exercícios Futuros......................................................................................................................................................................................................... Patrimônio Líquido ................................................................................................................................................................................................................................... Capital Social e Reservas ........................................................................................................................................................................................................................ Resultado do Período.............................................................................................................................................................................................................................. TOTAL...............................................................................................................................................................................................................................................................

84.960.131 22.901.164 4.425.966 1.320.654 22.672.963 2.481.035 28.556.144 2.602.205 81.118 7.084.788 6.571.790 512.998 92.126.037

64.974.258 26.044.124 417.400 2.021.519 13.263.140 1.772.526 18.818.358 2.637.191 46.082 5.844.540 5.646.328 198.212 70.864.880

Demonstração do Resultado Receitas da Intermediação Financeira............................................................................................................................................................................................... Despesas da Intermediação Financeira ............................................................................................................................................................................................ Resultado Bruto da Intermediação Financeira............................................................................................................................................................................ Outras Receitas/Despesas Operacionais .......................................................................................................................................................................................... Resultado Operacional............................................................................................................................................................................................................................ Resultado antes da Tributação sobre Lucros e Participações .............................................................................................................................................. Lucro Líquido ...............................................................................................................................................................................................................................................

01/01 a 30/06/2013 1.058.556 (573.133) 485.423 27.575 512.998 512.998 512.998

01/01 a 30/06/2012 731.775 (564.909) 166.866 31.346 198.212 198.212 198.212

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Administradores e Acionistas Banco Itaú BBA S.A. Examinamos as demonstrações contábeis individuais do Banco Itaú BBA S.A. (“Banco”) que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo nessa data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e as demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Base para opinião com ressalva O Banco registra as suas operações e elabora suas demonstrações contábeis com a observância das diretrizes contábeis estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, que requerem que o ajuste a valor presente da carteira de arrendamento mercantil seja classificado no ativo permanente como superveniência/insuficiência de depreciação. Essas diretrizes não requerem a reclassificação das operações, que permanecem registradas de acordo com a Lei n° 6.099/74, para as rubricas de ativos circulante e realizável a longo prazo e receitas/despesas de intermediação financeira - operações de arrendamento mercantil, mas resultam na apresentação do lucro líquido e do patrimônio líquido de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião com ressalva Em nossa opinião, exceto pela não reclassificação descrita no parágrafo acima, as demonstrações contábeis referidas anteriormente apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Itaú BBA S.A. em 30 de junho de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. São Paulo, 20 de agosto de 2013

Contador REGINALDO JOSÉ CAMILO CRC - 1SP114497/0-9

PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes CRC 2SP000160/O-5

Sede: Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400 - 3º ao 8º, 11º e 12° andares - Itaim Bibi - São Paulo - SP.

e

Paulo Sergio Miron Contador CRC 1SP173647/O-5

A Sony diz ter pedidos antecipados para 1 milhão de PS4; a Microsoft garante que a pré-venda do Xbox One supera as do antecessor do console, lançado há oito anos.

conomia

A bem-vinda guerra dos consoles Para Sony e Microsoft, a batalha entre PlayStation 4 e Xbox One, que dominou a gigantesca feira Gamescom, é a grande esperança de reviver um setor em declínio.

"N

ovos heróis estão aqui", dizia um cartaz mostrando os novos consoles de videogames da Microsoft e da Sony na entrada da feira Gamescom, na Alemanha, refletindo expectativas de que a nova batalha dos consoles vai impulsionar uma indústria em declínio. A popularização de jogos online e gratuitos não foram os únicos tópicos da maior feira de videogames da Europa, encerrada ontem, que atraiu cerca de 300 mil visitantes a Colônia. Em vez disso, a já clássica batalha de titãs voltou a ganhar corpo, com a indústria esperando que os novos consoles possam impulsionar o setor antes da importante temporada de compras de fim de ano. A empresa de pesquisa de mercado NPD afirma que as vendas de hardware e software de videogames têm tido quedas a cada mês desde janeiro de 2012 nas comparações anuais, perdendo terreno para jogos

Reprodução

Foto Koelnmesse GmbH/Divulgação

Cerca de 300 mil visitantes passaram pela Gamescom, realizada em Colônia, na Alemanha. online e gratuitos pela internet, que podem ser executados em smartphones e tablets. Mas depois que Sony e Microsoft anunciaram os novos PlayStation

4 e Xbox One, as empresas de jogos passaram a apostar fichas nos novos consoles para faturarem. O otimismo é apoiado pela

empresa de consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC), que sugere que o mercado global de videogames vai atingir US$ 86,9 bilhões em 2017, ante US$ 63,4

bilhões em 2012, com o gasto dos consumidores com consoles subindo para US$ 31,2 bilhões em 2017, sobre US$ 24,9 bilhões em 2012. Dois meses depois da Electronic Entertainment Expo (E3), em Los Angeles (EUA), Sony e Microsoft anunciaram os jogos que estarão disponíveis para seus novos aparelhos, esperando convencer os consumidores a gastarem US$ 499 em um Xbox One e US$ 399 em um PlayStation 4. A Sony informou recentemente que recebeu pedidos antecipados para 1 milhão de PS4, enquanto as vendas antes da chegada do Xbox One às lojas já superam as registradas pelo modelo antecessor do console, lançado há oito anos, disse a Microsoft. (Reuters)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

sábado, domingo e segunda-feira, 24, 25 e 26 de agosto de 2013

23

Fibra Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. CNPJ nº 30.711.501/0001-47 Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 360 - 8º andar - Parte Chácara Itaim - São Paulo-SP - CEP 04543-000 Tel. (11) 3847-6700 - Fax (11) 3847-6744

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO

SENHORES COTISTAS, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações financeiras referentes aos semestres findos em 30 de junho de 2013 e de 2012, bem como o relatório dos auditores independentes. ESTRATÉGIA OPERACIONAL As operações da Fibra Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda., (FIBRA ASSET) são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado

financeiro e certas operações têm a co-participação ou a intermediação de empresas ligadas integrantes do Conglomerado Financeiro Fibra. O objeto principal da empresa é a administração de recursos de terceiros, sendo responsável pela administração de fundos de investimentos de renda fixa e em ações e clubes de investimentos, cujos patrimônios líquidos, em 30 de junho de 2013, totalizavam R$ 264.343 mil, auferindo receitas sobre a administração dos mesmos no montante de R$ 1.059 mil durante o primeiro semestre de 2013. A Empresa possui, ainda, Captações no Exterior, oriundas de incorporação por meio de processo de reorganização societária de períodos anteriores e seus respectivos Repasses.

BALANÇO PATRIMONIAL em 30 de Junho de 2013 e de 2012 (Em milhares de reais)

PASSIVO ATIVO 2013 2012 CIRCULANTE ................................................................................................................ CIRCULANTE ................................................................................................................ 362.830 114.622 Obrigações por Empréstimos ..................................................................................... Disponibilidades (Notas 3b e 4) ................................................................................. 797 711 Empréstimos no Exterior (Nota 8)................................................................................ Aplicações Interfinanceiras de Liquidez (Notas 3c e 5) ............................................ 13.197 2.530 Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 6b e 3f ).............................................. Aplicações em Depósitos Interfinanceiros ..................................................................... 13.197 2.530 Instrumentos Financeiros Derivativos ............................................................................ Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Outras Obrigações ...................................................................................................... Financeiros Derivativos (Notas 3d e 6) .................................................................... 11.879 5.274 Fiscais e Previdenciárias ................................................................................................ Carteira Própria ........................................................................................................... 10.704 11 Negociação e Intermediação de Valores ....................................................................... Instrumentos Financeiros Derivativos ............................................................................ 1.175 5.263 Diversas (Nota 9b) ...................................................................................................... Outros Créditos ........................................................................................................... 336.922 106.087 EXIGÍVEL A LONGO PRAZO......................................................................................... Rendas a Receber ........................................................................................................ 138 149 Obrigações por Empréstimos ..................................................................................... Negociação e Intermediação de Valores ....................................................................... 1.805 5.037 Empréstimos no Exterior (Nota 8)................................................................................ Diversos (Nota 9a) ...................................................................................................... 334.979 100.901 Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 6b e 3f ).............................................. Outros Valores e Bens................................................................................................. 35 20 Instrumentos Financeiros Derivativos ............................................................................ Outros Valores e Bens .................................................................................................. 674 486 Outras Obrigações ...................................................................................................... (–) Provisões para Desvalorizações ................................................................................ (674) (486) Fiscais e Previdenciárias ................................................................................................ Despesas Antecipadas.................................................................................................. 35 20 Negociações e Intermediação de Valores ...................................................................... REALIZÁVEL A LONGO PRAZO ................................................................................... 154.568 404.927 PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Nota 12)................................................................................ Aplicações Interfinanceiras de Liquidez (Notas 3c e 5) ............................................ – 107.253 Capital Social............................................................................................................... Aplicações em Depósitos Interfinanceiros ..................................................................... – 107.253 De Domiciliados no País ............................................................................................. Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Reservas de Capital...................................................................................................... Financeiros Derivativos (Notas 3d, 3f e 6)............................................................... 923 – Prejuízos Acumulados .................................................................................................. Instrumentos Financeiros Derivativos ............................................................................ 923 – Outros Créditos ........................................................................................................... 153.645 297.674 Créditos Tributários (Nota 11b) ................................................................................... 32.489 26.191 Diversos (Nota 9a) ...................................................................................................... 121.156 271.483 PERMANENTE .............................................................................................................. 45 217 Investimentos.............................................................................................................. 45 217 45 217 Outros Investimentos ................................................................................................... TOTAL DO ATIVO......................................................................................................... 517.443 519.766 TOTAL DO PASSIVO E DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO..................................................... As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações financeiras

2013 135.050 89.211 89.211 20.816 20.816 25.023 15.138 1.799 8.086 317.196 276.950 276.950 16.355 16.355 23.891 23.884 7 65.197 78.000 78.000 407 (13.210)

2012 39.677 6.765 6.765 6.891 6.891 26.021 14.530 5.037 6.454 410.075 334.697 334.697 46.544 46.544 28.834 28.834 – 70.014 78.000 78.000 407 (8.393)

Reservas de Lucros 936 – (936) – – – –

517.443

519.766

(Prejuízos) Acumulados (30.053) 20.113 1.547 (8.393) (5.306) (7.904) (13.210)

Total 49.901 20.113 – 70.014 73.101 (7.904) 65.197

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Em 30 de Junho de 2013 e de 2012 (Em milhares de reais, exceto quando indicado)

1. CONTEXTO OPERACIONAL A Fibra Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (FIBRA ASSET) tem como objetivo social, principalmente, organizar e administrar fundos e clubes de investimento, bem como atuar nas demais atividades permitidas e regulamentadas pelo Banco Central do Brasil (BACEN). As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, e certas operações têm a co-participação ou a intermediação de seu controlador, o Banco Fibra S.A. (BANCO FIBRA). As Demonstrações Financeiras referente ao semestre findo em 30 de junho de 2013 foram aprovadas pelo Conselho de Admistração em 08 de agosto de 2013. 2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As Demonstrações financeiras, instituídas pela Circular nº 2.990/00 do Banco Central do Brasil (BACEN), foram elaboradas em conformidade com as normas e instruções expedidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e BACEN consubstanciadas no Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional - COSIF, com as diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações - Lei nº 6.404/76 e com as mudanças introduzidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09. Na elaboração das Demonstrações Financeiras foram utilizadas estimativas e premissas na determinação dos montantes de certos ativos, passivos, receitas e despesas de acordo com as práticas contábeis vigentes no Brasil. Essas estimativas e premissas foram consideradas na mensuração de provisões de perdas com operações de crédito e para contingências, na determinação do valor de mercado de instrumentos financeiros e na seleção do prazo de vida útil de certos ativos. Os resultados efetivos podem ser diferentes das estimativas e premissas adotadas. O Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC emitiu pronunciamentos relacionados ao processo de convergência contábil internacional, porém nem todos homologados pelo CMN. Os pronunciamentos contábeis já aprovados pelo BACEN são: • CPC01 Redução ao valor recuperável de ativos - Resolução CMN nº 3.566/08; • CPC 03 - Demonstrações dos fluxos de caixa - Resolução CMN nº 3.604/08; • CPC 05 - Divulgação sobre partes relacionadas - Resolução CMN nº 3.750/09; • CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações - Resolução CMN nº 3.989/11; • CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudanças de Estimativa e Retificação de Erro - Resolução CMN nº 4007/11; • CPC 24 - Evento Subsequente - Resolução CMN nº 3.973/11; e • CPC 25 - Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes - Resolução CMN nº 3.823/09. 3. PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS A FIBRA ASSET adota as seguintes principais práticas na elaboração de suas demonstrações financeiras: a) Apuração do Resultado - As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência. Os valores sujeitos às variações cambiais ou monetárias são atualizados até a data do balanço. b) Caixa e Equivalentes de Caixa - São representados por disponibilidades em moeda nacional, moeda estrangeira e aplicações interfinanceiras de liquidez, com prazo original igual ou inferior a 90 dias e apresentam risco insignificante de mudança do valor justo, que são utilizados pela FIBRA ASSET para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo (Nota 4). c) Aplicações Interfinanceiras de Liquidez - São avaliadas pelo custo de aquisição, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço (Nota 5). d) Títulos e Valores Mobiliários Registrados pelo custo de aquisição, atualizado pelo indexador e/ou taxa de juros efetiva e apresentados no Balanço Patrimonial conforme a Circular BACEN nº 3.068/01 (Nota 6). São classificados nas categorias: • Títulos para Negociação - Títulos e valores mobiliários adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados, avaliados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos Disponíveis para Venda - Títulos e valores mobiliários que poderão ser negociados, porém não são adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados, avaliados pelo valor de mercado em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido; • Títulos Mantidos até o Vencimento - Títulos e valores mobiliários avaliados pelo custo de aquisição acrescido dos juros incorridos, estando condicionada à capacidade financeira da instituição em mantê-los em carteira até o vencimento, cuja decisão da Administração, desconsidera a possibilidade de venda desses títulos. e) Obrigações por Empréstimos e Repasses no Exterior - Os empréstimos no exterior são avaliados pelo custo da operação, acrescido dos juros contratuais e da variação cambial. Até 31 de dezembro de 2009, esses empréstimos eram marcados a mercado em conjunto com os derivativos utilizados na estrutura. Após essa data, com o desfazimento da estrutura, o saldo remanescente está sendo registrado no resultado na proporção da apropriação dos encargos contratuais até o vencimento final da operação (taxa efetiva da operação) (Nota 8). f) Instrumentos Financeiros Derivativos - De acordo com a Circular nº 3.082/02, do Banco Central do Brasil, os instrumentos financeiros derivativos são avaliados e contabilizados a valor de mercado e classificados como “hedge” (proteção) ou “não-hedge”. g) Imposto de Renda e Contribuição Social - O imposto de renda e a contribuição social diferidos, calculados

São Paulo, 22 de agosto de 2013 A Administração DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO Em 30 de Junho de 2013 e de 2012 (Em milhares de reais) 2013 2012 RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................... 27.856 72.700 Operações de Crédito ................................................................................................. – 197 Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários .......................................... 2.168 6.929 Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos ................................................... 25.688 65.574 DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA.......................................................... (39.589) (34.553) Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses ......................................................... (39.589) (34.553) 38.147 RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA .......................................... (11.733) OUTRAS RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS ...................................................... (1.186) (3.056) Receitas de Prestação de Serviços (Nota 13) ............................................................... 1.135 1.041 Despesas de Pessoal.................................................................................................... (558) (619) Outras Despesas Administrativas (Nota 9c)................................................................. (926) (238) Despesas Tributárias.................................................................................................... (405) (2.326) Outras Receitas Operacionais (Nota 9d) ..................................................................... 1.018 1.323 (1.450) (2.237) Outras Despesas Operacionais (Nota 9e).................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ....................................................................................... (12.919) 35.091 RESULTADO NÃO OPERACIONAL .............................................................................. (202) 5 RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO........................................... (13.121) 35.096 5.217 (14.983) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 11)...................................... Provisão para Imposto de Renda ................................................................................. (1.341) (5.858) Provisão para Contribuição Social................................................................................ (788) (3.524) 7.346 (5.601) Ativo Fiscal Diferido .................................................................................................... LUCRO/(PREJUÍZO) LÍQUIDO...................................................................................... (7.904) 20.113 LUCRO/(PREJUÍZO) POR LOTE DE MIL COTAS - EM R$............................................. (0,1013) 0,2579 As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações financeiras DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA Em 30 de Junho de 2013 e de 2012 (Em milhares de reais)

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO Em 30 de Junho de 2013 e de 2012 (Em milhares de reais)

Capital Reservas Realizado de Capital 78.000 1.018 SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 ..................................................................................................................... Ativo/(Passivo) Diferido ................................................................................................................................................. – – Absorção de Reservas ................................................................................................................................................... – (611) 78.000 407 SALDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 ............................................................................................................................ 78.000 407 SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 ..................................................................................................................... Prejuízo Líquido do Período........................................................................................................................................... – – SALDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 ............................................................................................................................ 78.000 407 As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações financeiras

CAPITAL SOCIAL E RESULTADOS OBTIDOS O capital social integralizado está representado por 78.000.088 cotas, no valor nominal de R$ 1,00 cada uma. Em 30 de junho de 2013, o Patrimônio Líquido da FIBRA ASSET atingiu a cifra de R$ 65.197 mil, apresentando resultado negativo de R$ 7.904 mil durante o semestre.

sobre prejuízos fiscais, base negativa e adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros Créditos Diversos”. Os créditos tributários sobre adições temporárias são realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Os créditos tributários sobre prejuízo fiscal e sobre base negativa de contribuição social são realizados de acordo com a geração de lucros tributáveis. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota de 15% sobre o lucro real, acrescida do adicional de 10% sobre a parcela do lucro real que exceder a R$ 240 anuais, e engloba a parcela correspondente aos incentivos fiscais. A provisão para contribuição social foi constituída à alíquota de 15% sobre o lucro contábil ajustado, conforme legislação vigente (Nota 11). h) Contingências e Obrigações Legais - O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das contingências ativas e passivas das obrigações legais são efetuados de acordo com critérios definidos pela Resolução CMN nº 3.823/09, com vigência a partir de 1º de janeiro de 2010 (Nota 10): i. Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando da existência de decisão judicial favorável, sobre a qual não se admitam recursos, caracterizados como praticamente certo. Os ativos com avaliação de êxito provável são apenas divulgados em nota explicativa. ii. Passivos Contingentes: são reconhecidos contabilmente quando a opinião da administração e dos consultores jurídicos avaliam a probabilidade de perda seja provável e quando o montante da obrigação possa ser estimado com suficiente segurança. Os casos com chances de perda classificadas como possível são apenas divulgados em nota explicativa quando individualmente relevantes, e os classificados como remotos não requerem provisão e nem divulgação. iii. Obrigações Legais - Fiscais e Previdenciárias: São reconhecidas e provisionadas integralmente no balanço patrimonial, independentemente da avaliação das probabilidades de êxito no decorrer do processo judicial. A partir de 1º de janeiro de 2010, a Resolução CMN nº 3.535/08 foi revogada e as alterações promovidas pela Resolução CMN nº 3.823/09, aprovando o Pronunciamento Técnico nº 25 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, não resultaram em mudanças nos critérios adotados pela administração. i) Passivo Circulante e Exigível a Longo Prazo - São demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, incluindo os encargos e as variações monetárias e cambiais, incorridos até a data do balanço, ou a valor de mercado, quando aplicável. j) Estimativas Contábeis A elaboração das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis. Ativos e passivos significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem a provisão para desvalorização de certos ativos, imposto de renda e contribuição social diferido ativo, provisão para contingências e valorização de títulos e valores mobiliários e instrumentos derivativos. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A FIBRA ASSET revisa as estimativas e premissas periodicamente. 4. CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Para fins da Demonstração do Fluxo de Caixa, o valor de Caixa e Equivalentes de Caixa é composto por Disponibilidades no valor de R$ 797 (R$ 711 em 2012). 5. APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ A Carteira é composta por Aplicações em Depósitos Interfinanceiros com o BANCO FIBRA, indexados ao CDI, no montante de R$ 13.197 (R$ 109.783 em 2012) com vencimento de 181 a 360 dias. 6. TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Classificação da Carteira de Títulos e Valores Mobiliários 2013 2012 Valor na Valor Contábil Valor na Valor Contábil Curva Mercado (1) Curva Mercado Titulos para Negociação ................................. 10.704 10.704 11 11 Letras Financeiras do Tesouro - LFT..................... 10.704 10.704 11 11 Instrumentos Financeiros Derivativos ........... 697 2.098 3.543 5.263 697 2.098 3.543 5.263 Diferenciais a Receber de Swap.......................... Total de Títulos e Valores Mobiliários ........... 11.401 12.802 3.554 5.274 (1) Os valores de mercado dos títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos são calculados com base em: - Cotações de preços de mercado ou de agentes de mercado; - Modelos de precificação que utilizam como base o preço determinado para outros instrumentos financeiros com características semelhantes, divulgados pela BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros ou associações de classe; Modelos de precificação desenvolvidos pela administração, que utilizam modelos matemáticos de interpolação de taxas para prazos intermediários.

b) Composição dos Instrumentos Financeiros Derivativos - Os instrumentos financeiros derivativos, cuja contraparte são empresas ligadas, estão descritos abaixo: 2013 2012 Tipo do Valor Diferencial Tipo do Valor Diferencial Posição Ativa Ativo Passivo Ativo Passivo Produto Referência a Receber Produto Referência a Receber 350.902 348.804 2.098 Swap 277.804 278.222 272.959 5.263 CDI X DÓLAR............................................................. Swap 350.523 Total Valor Mercado................................................ 350.902 348.804 2.098 278.222 272.959 5.263 Valor a Receber Calculado pela Curva ................... 697 3.543 Curto Prazo 2.098 Curto Prazo 5.263 Tipo do Valor Diferencial Tipo do Valor Diferencial Produto Referência a Pagar Produto Referência a Pagar Posição Passiva Ativo Passivo Ativo Passivo DÓLAR X CDI............................................................. Swap 146.355 262.099 299.270 (37.171) Swap 164.295 259.954 313.389 (53.435) Total Valor Mercado................................................ 262.099 299.270 (37.171) 259.954 313.389 (53.435) Valor a Pagar Calculado pela Curva....................... (9.463) (44.677) Curto Prazo (2.497) Curto Prazo (6.891) Longo Prazo (34.674) Longo Prazo (46.544) Os valores nominais globais dos contratos de “Swap”, registrados na Cetip, em 30 de junho de 2013 montam a R$ 496.878 (R$ 442.099 em 2012). 7. GESTÃO DE RISCOS A gestão de riscos de mercado, de liquidez, de crédito e operacionais sob gestão da Diretoria Executiva do controlador (BANCO FIBRA) tem por responsabilidade gerenciar a exposição ao risco de liquidez, controlar o fluxo de caixa e garantir a aplicação da política de crédito em conformidade com as diretrizes estabelecidas. Com a evolução dos mercados e dos produtos e serviços oferecidos pela FIBRA ASSET, temos buscado continuamente a excelência na gestão e no controle de riscos, sempre em linha com as melhores práticas adotadas internacionalmente. A identificação prévia dos riscos inerentes de produtos/atividades novos(as) ou alterados(as) é realizada pela Área de Controle de Riscos dentro do Comitê de Produtos, onde são avaliados todos os impactos antes da implementação. A área de Controle de Riscos é composta pelas áreas de Risco de Mercado e Risco de Crédito, estando o Risco Operacional atualmente sob a gestão do Compliance. 8. OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS E REPASSES - EURO MEDIUM TERM NOTES 2013 2012 Série Quantidade (mil) Valor Nominal Atualizado (US$ mil) Taxa Vencimento Valor Presente Ajuste a Valor de Mercado (1) Valor Total Valor Total 1ª .............................................................. 25.000 25.175 9,5% a.a. 04/06/2014 55.779 1.498 57.277 53.999 1ª .............................................................. 10.000 10.470 9,5% a.a. 02/07/2014 23.197 640 23.837 22.438 1ª .............................................................. 15.000 15.705 9,5% a.a. 02/07/2014 34.795 961 35.756 33.660 225.984 23.307 249.291 231.365 2ª .............................................................. 100.000 101.997 10,75% a.a. 24/10/2025 Total ......................................................... 339.755 26.406 366.161 341.462 Curto Prazo 89.211 6.765 Longo Prazo 276.950 334.697 (1) Ajuste constituído em função da estrutura existente em 31 de dezembro de 2009, a qual foi descontinuada e vem sendo apropriada conforme requerido pela Circular BACEN nº 3.082/02 (Nota 3e). 10. ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS 9. OUTRAS CONTAS A FIBRA ASSET é parte em ações judiciais e processos administrativos decorrentes do curso normal das a) Outros Créditos operações, envolvendo questões de natureza cível, trabalhista, fiscal e previdenciária. a) Ativos Contingentes 2013 2012 - Não há ativos contingentes registrados contabilmente. Há processos administrativos e/ou judiciais, entretanto, Linhas de Repasse (1)........................................................................... 397.477 316.181 com perspectiva de êxito provável, sendo o mais relevante - COFINS - R$ 814 (R$ 792 em 2012) e PIS - R$ 153 Depósitos em Garantia (2) ................................................................... 57.881 53.351 (R$ 149 em 2012): pleiteia a restituição dos valores pagos de julho de 2001 a junho de 2006, que superaram o Créditos Tributários (Nota 11b) ........................................................... 32.489 26.191 cálculo efetuado com base na Lei Complementar 7/70, tendo em vista a inconstitucionalidade da ampliação da Impostos a Compensar ........................................................................ 589 2.800 base de cálculo prevista na Lei nº 9.718/98. b) Passivos de Natureza Cível - A FIBRA ASSET efetua provisão no Outros ................................................................................................. 188 52 montante considerado suficiente com base no histórico de perdas apuradas nos últimos 2 anos, além da Total ................................................................................................... 488.624 398.575 adequação aos precedentes dos Tribunais. São consideradas no cálculo da provisão as ações cíveis em que a Curto Prazo 334.979 100.901 empresa figure no pólo passivo e que efetivamente exista a probabilidade de desembolso de caixa, tais como Longo Prazo 153.645 297.674 (1) São operações contratadas junto ao BANCO FIBRA (Cayman Branch), em dólar dos Estados Unidos, a taxas Ações Indenizatórias, Ações Revisionais acumuladas com Repetição de Indébito, Ações de Cobrança, dentre outras. Em junho de 2013, o saldo da provisão era de R$ 5.641 (R$ 5.594 em 2012) (Nota 9b), registrado na usuais de mercado na data das operações, contabilizadas pela curva da operação e convertida para reais na data rubrica “Outras Obrigações - Diversas”. A movimentação das Contingências está representada abaixo: do Balanço pela taxa PTAX 800, como determinado pelo Banco Central do Brasil, classificadas em “Outros 31/12/2012 Movimentação 30/06/2013 Créditos - Diversos”. (2) Referem-se substancialmente a Depósitos em Garantia de processos fiscais. Saldo Inicial Constituição Saldo Final b) Outras Obrigações - Diversas - totalizam R$ 8.086 (R$ 6.454 em 2012) e são compostas, basicamente, por Passivos Contingentes Contingências Cíveis ........................................................... 5.541 100 5.641 provisões para Passivos Contingentes de natureza cível no montante de R$ 5.641 (R$ 5.594 em 2012) (Nota 10b). 5.541 100 5.641 Total .................................................................................. c) Outras Despesas Administrativas c) Obrigações Legais Provisão para Riscos Fiscais A questão mais relevante refere-se a: Obrigação Fiscal 2013 2012 classificada como Perda provável Integralmente provisionada no montante de R$ 20.967. A FIBRA ASSET Serviços Técnicos Especializados..................................................................................... 449 82 MANAGEMENT DTVM impetrou mandado de segurança visando garantir o direito líquido e certo de recolher Processamentos de Dados.............................................................................................. 53 44 a contribuição para o PIS e COFINS somente com base nas receitas provenientes da prestação de serviços, Serviços de Terceiros....................................................................................................... 349 13 Lei nº 9.718/98 (alargamento da base de cálculo), relativamente ao período-base de junho de 2006 e Despesas c/Associação de Classe.................................................................................... – 9 subsequentes, bem como de proceder à compensação dos valores indevidamente recolhidos a tal título, desde Publicações .................................................................................................................... 6 5 junho de 2001, nos termos do artigo 74 da Lei nº 9.430/96, com redação dada pela Lei nº 10.637/02, acrescidos Despesas Contribuição Sindical Patronal......................................................................... 22 11 da taxa de juros SELIC, conforme determinado pela Lei nº 9.250/95. Em observância a decisão de 10/12/2010, Impostos e Taxas ............................................................................................................ – 53 exarada nos autos da Medida Cautelar, que atribuiu efeito suspensivo ao Recurso Extraordinário, não foi Outras ........................................................................................................................... 47 21 necessária a realização de depósito judicial para o PIS. No que tange a COFINS, a partir de abril/2012 foram 926 238 Total ............................................................................................................................. efetuados os depósitos judiciais que somados perfazem o valor de R$ 18.795, conforme disposto no d) Outras Receitas Operacionais parágrafo 2º, do artigo 63 da Lei nº 9.430/96, após publicação de decisão oriunda do Tribunal Regional 2013 2012 da 3ª Região, datada de 02/03/2012. Os advogados externos contratados responsáveis pela condução dos Variação Monetária sobre Depósitos Judiciais ................................................................. 965 1.196 processos entendem que a probabilidade de perda é provável. Reversão de Contingências Cíveis................................................................................... – 49 31/12/2012 Movimentação 30/06/2013 Outras ........................................................................................................................... 53 78 Saldo Inicial Constituição Saldo Final Total ............................................................................................................................. 1.018 1.323 Obrigações Legais - Fiscais e Previdenciárias e) Outras Despesas Operacionais PIS Lei nº 9.718................................................................... 2.931 123 3.054 COFINS Lei nº 9.718 ........................................................... 18.036 759 18.795 2013 2012 20.967 882 21.849 Total .................................................................................. Despesas com Processos Judiciais ................................................................................... 47 101 d) Contingências Passivas com Risco de Perda Possível - Os passivos contingentes classificados como perdas Provisão de Contingências Cíveis.................................................................................... 91 126 possíveis são monitorados pela instituição e estão baseados nos pareceres dos consultores jurídicos em relação Despesas com Indenizações Cíveis.................................................................................. 189 571 a cada uma das medidas judiciais e processos administrativos. Com a incorporação da Fibra Leasing S.A. Atualização Monetária sobre Riscos Fiscais ..................................................................... 875 1.006 Arrendamento Mercantil em 12/2005, os passivos contingentes foram assumidos pela FIBRA ASSET. Desta Despesas de Fianças....................................................................................................... 105 13 Provisão para Desvalorização - Bens Não de Uso ............................................................ – 321 forma, seguindo as normas vigentes, não estão reconhecidas contabilmente as contingências classificadas como Outras ........................................................................................................................... 143 99 perdas possíveis no montante de (i) R$ 25.559 (R$ 30.278 em 2012) em cobrança de ISS de diversos períodos e Total ............................................................................................................................. 1.450 2.237 de diversas prefeituras do Brasil, sobre operações de arrendamento mercantil, sendo que o mesmo tributo fora

A DIRETORIA RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem Aos Administradores e Sócios do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, Fibra Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Examinamos as demonstrações financeiras individuais da Fibra Asset Management Distribuidora de Títulos e independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles Valores Mobiliários Ltda. (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2013 e as internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras da Instituição respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui também a avaliação da semestre findo nessa data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. funcionar pelo Banco Central do Brasil (BACEN) e pelos controles internos que ela determinou como necessários Opinião para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Fibra Asset Management Distribuidora de Títulos e causada por fraude ou erro. Valores Mobiliários Ltda. em 30 de junho de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa para o semestre findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo Outros assuntos Demonstração do Valor Adicionado de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos Examinamos também a Demonstração do Valor Adicionado (DVA) da Fibra Asset Management Distribuidora de

2013 2012 (862) 14.189 Lucro/(Prejuízo) Líquido Ajustado ........................................................................... Lucro/(Prejuízo) Líquido do Período ............................................................................ (7.904) 20.113 Ativo/(Passivo) Diferido .............................................................................................. 7.346 (5.601) (Reversão) Provisão para Desvalorização de Outros Valores e Bens.............................. (304) (323) Variação de Ativos e Passivos .................................................................................. (23.209) (34.010) (Aumento) Redução em Aplicações Interfinanceiras de Liquidez ................................. 37.590 84.049 (Aumento) Redução em Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos ..................................................................... (6.445) (28.540) (Aumento) Redução em Outros Créditos e Outros Valores e Bens............................... (47.288) (100.562) Aumento (Redução) em Outras Obrigações................................................................ (7.066) 11.043 Atividades Operacionais - Caixa Líquido Aplicado................................................. (24.071) (19.821) Atividades de Investimentos - Caixa Líquido Proveniente (Aplicado) .................. 165 – (Aquisição) Baixas de Investimentos ........................................................................... 165 – Atividades de Financiamentos - Caixa Líquido Proveniente.................................. 23.765 19.828 Aumento (Redução) em Obrigações por Empréstimos e Repasses............................... 23.765 19.828 Aumento (Redução) Líquido de Caixa e Equivalentes de Caixa ............................ (141) 7 Caixa e Equivalentes de Caixa no Início do Período....................................................... 938 704 Caixa e Equivalentes de Caixa ao Fim do Período ......................................................... 797 711 (141) 7 Aumento (Redução) Líquido de Caixa e Equivalentes de Caixa ............................ As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações financeiras DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO Em 30 de Junho de 2013 e de 2012 (Em milhares de reais) 2013 2012 R$ Mil % R$ Mil % Composição do Valor Agregado Resultado Bruto da Intermediação Financeira ................................. (11.733) 96,4% 38.147 100,3% Receita de Prestação de Serviços .................................................... 1.135 -9,3% 1.041 2,7% Outras Receitas/Despesas Operacionais .......................................... (1.358) 11,2% (1.152) -3,0% Resultado não Operacional ............................................................ (202) 1,7% 5 0,0% Total ............................................................................................. (12.158) 100,0% 38.041 100,0% Distribuição do Valor Adicionado Remuneração do Trabalho.......................................................... 558 -4,6% 537 1,4% Proventos..................................................................................... 366 -3,0% 460 1,2% Benefícios .................................................................................... 159 -1,3% 51 0,1% Fundo de Garantia por Tempo de Serviço..................................... 33 -0,3% 26 0,1% Remuneração do Governo.......................................................... (4.812) 39,6% 17.391 45,7% Despesas Tributárias..................................................................... 405 -3,3% 2.326 6,1% Imposto de Renda e Contribuição Social ...................................... (5.217) 42,9% 14.983 39,4% INSS............................................................................................. – 0,0% 82 0,2% Lucro/(Prejuízo) Retido (Assumido) dos Cotistas...................... (7.904) 65,0% 20.113 52,9% Total ............................................................................................. (12.158) 100,0% 38.041 100,0% As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações financeiras recolhido no município sede da extinta sociedade; (ii) R$ 3.492 (R$ 3.420 em 2012) em cobrança de IRPJ relativo ao ano de 1987; (iii) R$ 975 (R$ 1.209 em 2012) referente a processo de contestação sobre multas de trânsito e IPVA. Programa de Pagamento ou Parcelamento de Tributos Federais - Lei nº 11.941/09 - A FIBRA ASSET aderiu ao programa de parcelamento e pagamento a vista de débitos tributários, com a anistia para liquidação de débitos administrados pela Receita Federal do Brasil e pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, instituído pela Lei nº 11.941/09. Em 30 de junho de 2011, os valores foram consolidados e pagos a vista, no montante de R$ 472, exceto para os processos judiciais garantidos por depósitos, que aguardam a vinculação dos depósitos efetuados nos autos do mandado de segurança para quitação dos valores devidos e posterior levantamento dos saldos remanescentes dos processos. Esse saldo, em 30 de junho de 2013, era de R$ 15.105 (R$ 14.491 em 2012) contabilizado no Passivo Circulante, em Impostos e Contribuições a Recolher. Saldo em 31/12/2012 Constituição Saldo em 30/06/2013 Provisão Lei nº 11.941/09....................... 14.805 300 15.105 14.805 300 15.105 Total ..................................................... 11. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Composição das Despesas com Impostos e Contribuições - I - Demonstramos a seguir o Imposto de Renda e Contribuição Social devidos sobre as Operações do Período: 2013 2012 IRPJ CSLL Total Total Resultado Antes do Imposto de Renda e Contribuição Social ........................................................... (13.121) (13.121) (13.121) 35.096 Encargos (Imposto de Renda e Contribuição Social) às Alíquotas Vigentes (Nota 3g)........................................... 3.280 1.968 5.248 (14.038) Efeitos das Adições e Exclusões no Cálculo de Impostos:... (30) (1) (31) (945) Despesas não Dedutíveis - Permanentes.................................. (44) (1) (45) (5) Juros Indedutíveis - Lei nº 12.249/11....................................... – – – (955) Incentivos Fiscais..................................................................... 2 – 2 3 Adicional IRPJ ......................................................................... 12 – 12 12 Total de Imposto de Renda e 3.250 1.967 5.217 (14.983) Contribuição Social do Semestre ........................................ II - As despesas tributárias estão representadas por PIS, COFINS e ISS. b) Créditos Tributários - I - Em 30 de junho de 2013, a FIBRA ASSET possuía Créditos Tributários sobre diferenças temporárias decorrentes, basicamente, de obrigações fiscais diferidas sobre ajustes a valor de mercado de instrumentos financeiros derivativos e provisão para contingências, calculados com base nas alíquotas vigentes. Saldo em Saldo em CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS ................................. 31/12/2012 Constituição (Realização) 30/06/2013 Total de Créditos Tributários de Diferenças Temporárias ................................ 25.237 7.345 (93) 32.489 IR Diferido - Circular 3082 - Resultado ............... 14.135 6.951 – 21.086 Contingência PIS e COFINS ................................ 8.386 354 – 8.740 Contingências Cíveis .......................................... 715 40 – 755 Contingências - Outras ...................................... 1.501 – – 1.501 500 – (93) 407 Outros ............................................................... Total ................................................................. 25.237 7.345 (93) 32.489 II - Em 30 de junho de 2013, fundamentado em estudo técnico detalhado, o qual considera o histórico de realização e a previsão de rentabilidade futura, apresentamos abaixo a expectativa anual de realização dos créditos tributários sobre prejuízo fiscal e base negativa da contribuição social, e seu respectivo valor presente. Para o cálculo do valor presente dos créditos tributários, foi utilizada como custo de captação a Taxa Selic, projetada ano a ano, para os próximos 10 anos, aplicada sobre os valores nominais da expectativa de realização, deduzindo o efeito tributário de IRPJ e CSLL às alíquotas vigentes na data do balanço. Ano de Realização Realização de Créditos Tributários 2013................................................................................................... 1.704 2014................................................................................................... 1.683 2015................................................................................................... 1.683 2016................................................................................................... 4.479 2017................................................................................................... 3.257 2018................................................................................................... 3.451 2019................................................................................................... 3.594 2020................................................................................................... 2.063 2021................................................................................................... 1.683 2022................................................................................................... 1.640 Total em 31/12/2012 ........................................................................ 25.237 Crédito Tributário Constituído............................................................. 7.345 Crédito Tributário Realizado ................................................................ (93) Total em 30/06/2013 ........................................................................ 32.489 Valor Presente..................................................................................... 13.235 Em decorrência da intenção de reestruturação societária do Grupo Fibra (Nota 15 (c)) a revisão do estudo do crédito tributário para 30 de junho de 2013 foi efetuada de forma consolidada com o Banco Fibra S.A. e aprovada pelo Conselho de Administração em 08 de agosto de 2013. 12. PATRIMÔNIO LÍQUIDO O capital social está representado por 78.000.088 cotas de responsabilidade limitada, no valor nominal de R$ 1,00 cada uma. A distribuição de dividendos está sujeita à deliberação dos acionistas, estando assegurado um dividendo mínimo correspondente a 25% do lucro líquido do exercício, deduzida a reserva legal, podendo ser distribuído ou retido, total ou parcialmente, em contas de reserva. Reserva Legal - Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. 13. ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS A FIBRA ASSET é responsável pela administração de diversos fundos de investimentos de renda fixa e variável (em ações) e de clube de investimentos, cujos patrimônios líquidos totalizavam R$ 264.343 (R$ 517.369 em 2012) e geraram R$ 1.059 (R$ 1.041 em 2012) de receita de administração de fundos e clubes de investimentos. 14. TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) Partes Relacionadas - As operações realizadas entre partes relacionadas são divulgadas em atendimento à Resolução nº 3.750/09, de 30/06/2009, do CMN. Essas operações são efetuadas com o BANCO FIBRA a valores, prazos vigentes nas respectivas datas, e em condições usuais de mercado, conforme descrito abaixo: Ativo Receitas Ativo Receitas (Passivo) (Despesas) (Passivo) (Despesas) 01/01 a 01/01 a 2013 30/06/2013 2012 30/06/2012 Disponibilidades.......................................................... 797 – 708 – Aplicações Interfinanceiras de Liquidez (Nota 5) ......... 13.197 1.341 109.783 6.368 Outros Créditos .......................................................... 397.522 38.877 313.688 32.578 Obrigações por Empréstimos no Exterior ..................... (366.161) (16.302) (341.462) (15.331) Instrumentos Financeiros Derivativos ........................... (35.073) (13.189) (48.172) 32.996 b) Remuneração do Pessoal-Chave da Administração - Os honorários atribuídos, no período, ao pessoal-chave da administração, totalizam R$ 183 (R$ 226 em 2012) e são destinados aos Diretores Estatuários da FIBRA ASSET. A FIBRA ASSET não possui planos de benefício pós-emprego, benefícios de rescisão de contrato, outros benefícios de longo prazo ou remuneração baseada em ações. 15. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES a) Benefícios a Funcionários - A FIBRA ASSET oferece aos seus empregados os seguintes benefícios: Seguro de Vida, Seguro Saúde, Vale-Alimentação, Vale-Refeição e Vale-Transporte. Nenhum destes benefícios é considerado como parte integrante do salário. b) Limites Operacionais - As instituições financeiras integrantes do Conglomerado Financeiro Fibra apuram seus limites de patrimônio líquido mínimo exigido de forma consolidada, dentro dos parâmetros previstos nas Resoluções 3.380/06 e 3.464/07, do BACEN, e normativos posteriores aplicáveis. Em junho de 2012, esse índice era de 13,8% (12,7% em 2012). c) Evento Subsequente - Visando a simplificação da estrutura societária do BANCO FIBRA e de suas subsidiárias, com o objetivo de aumentar a sua eficiência operacional sem alterar seus objetivos e o curso de seus negócios, o BANCO FIBRA está adotando as medidas necessárias junto aos seus acionistas visando à incorporação da Fibra Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. em 31 de agosto de 2013 com base no balanço de 30 de Junho de 2013. CONTADOR: ALEXANDRE LEITE GONÇALVES - CRC - 1RJ057600/O-5“T”SP Títulos e Valores Mobiliários Ltda. para o semestre findo em 30 de junho de 2013, cuja apresentação está sendo efetuada de forma voluntária pela instituição. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Ênfase Conforme mencionado na Nota 15(c), a administração do controlador, Banco Fibra S.A., está adotando as medidas necessárias junto a seus acionistas visando à incorporação da Instituição ao Banco Fibra S.A. Nossa opinião não está ressalvada em função deste assunto. São Paulo, 24 de agosto de 2013

PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes CRC 2SP000160/O-5

Edison Arisa Pereira Contador CRC 1SP127241/O-0


DIÁRIO DO COMÉRCIO

24 -.ECONOMIA/LEGAIS

e

Os bancos privados reclamam de menor demanda não só das pessoas físicas, que têm a renda comprometida, mas também das empresas, desanimadas com novos projetos.

conomia

Mais crédito? Só em 2015. Baixo avanço econômico neste e no próximo ano posterga planos dos bancos privados de retomar ampliação de empréstimos

sábado, domingo e segunda-feira, 24, 25 e 26 de agosto de 2013

A

possibilidade de os bancos privados voltarem a ter maior participação no crédito, abocanhada pelos públicos, pode ser realidade só em 2015. Embora especialistas esperassem retomada já em 2014, a realidade do País, evidenciada por indicadores que incluem baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), inflação e uma sociedade mais endividada, desloca a expectativa para 2015.

Os privados reclamam de menor demanda não só das pessoas físicas, que têm a renda comprometida, mas também das empresas. "Se o empresário não vê uma economia sustentável, ele não toma crédito. A tendência é de que, diante da volatilidade dos mercados, tenhamos mais demanda para reestruturação de dívidas das empresas no próximo ano", avalia o executivo. Além de um cenário mais

pessimista, 2014 será ano de eleição presidencial o que, geralmente, posterga projetos. Agora, os grandes bancos estão justamente preparando as projeções para 2014. O tom das é de otimismo, mas a recente mudança de cenário, com revisões nas projeções para o PIB, a inflação e as notícias vindas do exterior contaminaram o horizonte. O Itaú Unibanco, por exemplo, segundo fontes, está fe-

chando seus números para 2014 e estuda crescimento de crédito próximo dos 10%. O Bradesco espera que 2014 seja melhor para o crédito, acelerando o ritmo de crescimento, segundo o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi. Apesar disso, ele não vê os bancos privados reconquistando uma fatia maior nos empréstimos que hoje está nas mãos das instituições públicas. (Estadão Conteúdo)


sábado, domingo e segunda-feira, 24, 25 e 26 de agosto de 2013

e

DIÁRIO DO COMÉRCIO

De janeiro a julho, as transações correntes do País registraram saldo negativo de US$ 52,472 bilhões.

conomia

Balança já tem saldo negativo equivalente a todo ano de 2012 Os Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) não cobriram o rombo da conta corrente do País

O

ECONOMIA/LEGAIS - 25

Brasil registrou déficit em transações correntes de US$ 9,018 bilhões em julho, o maior para esses meses na história e que faz o saldo acumulado nos se-

te primeiros meses do ano se aproximar do déficit verificado em todo o ano passado. Além disso, mais uma vez, os Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) não cobriram

o rombo da conta corrente do País, abalada sobretudo pelo fraco desempenho comercial, mostrou o Banco Central. De janeiro a julho, as transações correntes do País regis-

traram saldo negativo de US$ 52,472 bilhões, bem próximo do déficit de US$ 54,230 bilhões visto em 2012 todo. No acumulado em 12 meses, o déficit em conta corren-

TTM Participações S/A

EMPRESA METROPOLITANA DE TRANSPORTES URBANOS DE SÃO PAULO S.A. CNPJ: 58.518.069/0001-91 AVISO DE LICITAÇÃO - CONCORRÊNCIA EMTU/SP Nº 011/2013 OBJETO: Contratação de empresa especializada para a prestação de serviços técnicos de engenharia para a elaboração dos levantamentos preliminares, projetos básico e executivo das obras civis, projetos básico e executivo dos Sistemas Inteligentes de Transporte, projetos, levantamentos, buscas, laudos e estudos necessários para a elaboração do Decreto de Utilidade Pública (DUP) e desapropriações dos imóveis afetados pela implantação do corredor, estudos ambientais, apoio técnico e acompanhamento dos processos para obtenção da Licença Prévia (LP) e Licença de Instalação (LI) e elaboração dos Termos de Referência para a contratação de empresa(s) para a execução das obras e para apoio ao gerenciamento das obras do BRT Metropolitano Alphaville - Cajamar, no trecho compreendido entre os municípios de São Paulo, Cajamar, Santana de Parnaíba e Barueri, situado no oeste da Região Metropolitana de São Paulo – RMSP. REALIZAÇÃO DA SESSÃO PÚBLICA: 11.10.2013, às 10h30min, no Auditório do CECOM da EMTU/SP, na Rua Joaquim Casemiro, 290 – Planalto – São Bernardo do Campo / SP. O Edital completo está disponível na Internet, no sítio www.emtu.sp.gov.br. Também poderá ser retirado gratuitamente, no endereço acima, no Departamento de Compras e Contratos – DCC, das 08 às 17 horas, mediante a apresentação da mídia DVD-R (gravável), necessário para cópia do arquivo até 10.10.2013. Os invólucros contendo a proposta técnica, proposta de preços e documentos de habilitação deverão ser entregues no dia 11.10.2013, das 10 às 10h30min, no Auditório do CECOM da EMTU/SP. Outras informações poderão ser obtidas pelos tels.: 11 4341-1196 e 4341-1040 ou e-mail licitacao@emtu.sp.gov.br.

Soares Penido Participações e Empreendimentos S.A. CNPJ/MF nº 45.083.219/0001-30 – NIRE 35.300.055.357 Ata de Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária realizada em 30 de abril de 2013 I. Data, Hora e Local: 30/04/2013, às 9:00 hs., na sede social da Cia., localizada na Rua Deputado Vicente Penido, 255, São Paulo-SP. II. Convocação: Dispensada a publicação de Editais de Convocação, conforme faculdade prevista no Art. 124, § 4º, da Lei nº 6.404/76, conforme alterada (“Lei das S.A.”). IV. Mesa: Presidente – Thadeu Luciano Marcondes Penido; Secretário – Julio Cezar Alves. III. Presença: Reuniu-se a Assembleia Geral da Soares Penido Participações e Empreendimentos S.A. (“Companhia”) na data, hora e local acima mencionados, com a presença dos acionistas representando a totalidade do capital social da Cia., conforme assinatura constante do Livro de Presença de Acionistas. V. Ordem do Dia: Deliberar sobre: 1) A ratificação da proposta da Diretoria de distribuição aos acionistas da Cia. de juros a título de remuneração sobre o capital próprio (JCP); 2) As contas dos Administradores, apreciar, votar e aprovar o relatório da administração e as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31/12/2012; 3) A aprovação da destinação do lucro líquido do exercício findo em 31/12/2012; 4) A proposta de aumento de capital social da Cia.; 5) A modificação do Estatuto Social em seu Art. 5º; 6) A reeleição dos membros da Diretoria; e 7) A consolidação do Estatuto Social; VI. Deliberações: Instalada a Assembleia e feita a leitura da Ordem do Dia, os acionistas, por unanimidade de votos e sem quaisquer restrições, deliberaram: 1) Pela aprovação da distribuição de juros a título de remuneração sobre o capital próprio (JCP) aos acionistas da Cia., nas condições e forma mencionadas na Ata de Reunião da Diretoria realizadas em 31/12/2012, perfazendo o montante de R$ 2.847.500,00, líquido da retenção de imposto de renda à alíquota de 15%; 2) Aprovar as contas dos Administradores, bem como o relatório da administração e as demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31/12/2012, os quais foram publicados nos jornais Diário Oficial do Estado de São Paulo e no Valor Econômico, ambos na edição de 30/04/2013; 3) Aprovar a destinação do lucro líquido do exercício findo em 31/12/2012, no valor de R$ 390.329.481,22, deduzida a reserva legal de R$ 19.516.474,06, perfazendo o saldo remanescente de R$ 370.813.007,16, o qual será destinado à conta de “Reserva de Retenção de Lucros”; 4) Aprovar a proposta de aumento do capital social da Cia. no montante de R$ 170.000.000,00, mediante a emissão de 88.961.556 novas ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, como segue: (i) R$ 34.500.000,00 por meio da conferência de recursos financeiros repassados em 18/07/2012 e registrados na rubrica contábil “Adiantamento para Futuro Aumento de Capital – AFAC”, equivalentes a 19.142.000 novas ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, pelo preço de emissão de R$ 1,802320 por ação, calculado de acordo com o valor patrimonial da ação, nos termos do disposto no Art. 170, § 1º, inciso II da Lei nº 6.404/76, conforme Boletim de Subscrição de Ações (Anexo I), a ser subscrito e integralizado pelo acionista Thadeu Luciano Marcondes Penido; (ii) R$ 135.500.000,00 por meio da capitalização parcial do saldo contábil registrado na rubrica “Reserva de Retenção de Lucros”, equivalentes a 69.819.556 novas ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, pelo preço de emissão de R$ 1,940717, calculado de acordo com o valor patrimonial da ação, nos termos do disposto no Art. 170, § 1º, inciso II da Lei nº 6.404/76, conforme Boletim de Subscrição de Ações (Anexo II), cujas ações serão emitidas em favor do acionista Thadeu Luciano Marcondes Penido; Consignar que o acionista Thiago Lopes Ribeiro Penido renuncia expressamente, de forma irrevogável e irretratável, ao respectivo direito de preferência, que lhe é conferido pela Lei nº 6.404/76, na subscrição de 88.961.556 novas ações emitidas; 5) Aprovar a alteração do capital social subscrito e integralizado da Cia., que passa de R$ 930.000.000,00, representado por 1.185.590.000 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, para R$ 1.100.000.000,00, representado por 1.274.551.556 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. Em decorrência dessa deliberação, o caput do Art. 5º do Estatuto Social passa a ter nova redação, como segue: “Art. 5º – O capital social, totalmente integralizado, é de para R$ 1.100.000.000,00, representado por 1.274.551.556 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal.” 6) Reeleger os seguintes membros da Diretoria ficando assim constituída, com mandato de 01/05/2013 até 30/04/2015: (i) Diretor Presidente - Thadeu Luciano Marcondes Penido, portador do RG nº 3.837.244-7 SSP/SP e do CPF/MF nº 006.249.538-07; (ii) Diretor Vice-Presidente - Thiago Lopes Ribeiro Penido, portador do RG nº 16.296.433-X SSP/SP e do CPF/MF nº 221.601.578-48; e (iii) Diretor Geral - Matheus Lopes Ribeiro Penido, portador do RG 22.976.024-7 SSP/SP e do CPF/MF nº 222.496.628-86, todos domiciliados em São Paulo-SP. Os diretores reeleitos, presentes à Assembleia, declaram que não estão incursos em nenhum dos crimes previstos em lei que os impeçam de exercer atividades mercantis; 7) Autorizar os diretores da Cia. a tomar as providências necessárias ao cumprimento e formalização das deliberações aqui aprovadas, inclusive providenciar a devida escrituração nos livros societários da Cia.; e 8) Consolidar o Estatuto Social da Cia. (Anexo III – Estatuto Social da Cia.). VII. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, a presente Assembleia Geral foi suspensa para lavratura desta ata, que, após lida e aprovada, foi assinada por todos os presentes: Presidente da Mesa – Sr. Thadeu Luciano Marcondes Penido; Secretário da Mesa – Sr. Julio Cezar Alves. Acionistas: Thadeu Luciano Marcondes Penido e Thiago Lopes Ribeiro Penido. São Paulo, 30/04/2013. (ass.) Thadeu Luciano Marcondes Penido – Presidente da Reunião; Julio Cezar Alves – Secretário da Reunião. JUCESP – Certifico o registro sob o nº 309.703/13-0 em 15/08/2013. Gisela Simiema Ceschin – Secretária Geral.

BTG Pactual Oil & Gas Empreendimentos e Participações S.A. CNPJ/MF nº 17.020.505/0001-10 – NIRE 35.300.444.337 Ata da Assembleia Geral Extraordinária realizada em 09 de agosto de 2013 Local, data e hora: Aos 09/08/2013, às 10:00 hs., na sede da BTG Pactual Oil & Gas Empreendimentos e Participações S.A. (“Companhia”), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.477, 14º andar, parte, São Paulo-SP. Presença: Presentes os acionistas representando a totalidade do capital social da Cia., conforme se constatou pelas assinaturas no Livro de Presença de Acionistas. Mesa: Presidente: Sr. Gabriel Fernando Barretti; Secretária: Sra. Talita Nascimento. Convocação: Dispensada, tendo em vista a presença da totalidade dos acionistas, nos termos do § 4º do Art. 124 da Lei nº 6.404/76, conforme alterada (“Lei nº 6.404/76”). Ordem do Dia: Deliberar sobre o aumento do capital social da Cia. no valor de R$ 20.000,00 e a consequente alteração do Art. 4º do Estatuto Social. Deliberação: Os acionistas da Cia. aprovaram, por unanimidade de votos, o aumento do capital social no valor de R$ 20.000,00 passando o capital dos atuais R$ 77.574.081,72 para R$ 77.594.081,72, mediante a subscrição de 200.000 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, ao preço total de emissão de R$ 200.000, ou seja, R$ 1,00 por ação, fixado nos termos do Art. 170, § 1º, inciso II, da Lei nº 6.404/76, sendo que R$ 20.000,00 serão destinadas à conta de capital social da Cia., e R$ 180.000,00 serão destinados à conta de reserva de capital da Cia.. Todas as referidas ações são, neste ato, totalmente subscritas pelo BTG Pactual Principal Investments Fundo de Investimento em Participações, fundo de investimento em participações constituído nos termos da Instrução CVM nº 391/2003, com sede na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.477, 14º andar, parte, São Paulo-SP, CNPJ/MF nº 11.938.926/0001-49, neste ato representado por sua gestora BTG Pactual Gestora de Recursos Ltda., sociedade limitada com sede na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.477, 14º andar, parte, São Paulo-SP, CNPJ/MF nº 09.631.542/0001-37, na forma do Boletim de Subscrição constante do Anexo I à presente ata. Tal subscrição ocorre com a expressa anuência da acionista NPA Empreendimentos e Participações S.A., que renuncia ao direito de preferência na subscrição das ações ora emitidas. Em face de tal deliberação, o Art. 4º do Estatuto Social passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 4º – O capital social é de R$ 77.594.081,72, representado por 774.140.817 ações, totalmente subscritas e integralizadas, sendo todas ordinárias nominativas e sem valor nominal.” Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foi lavrada e lida a presente ata que, achada conforme, foi assinada pelos presentes. Assinaturas: Gabriel Fernando Barretti – Presidente, Talita Nascimento – Secretária, Acionistas presentes: NPA Empreendimentos e Participações S.A., neste ato representado por Carolina Cury Maia Costa e Marcelo Bittencourt Guariento e BTG Pactual Principal Investments Fundo de Investimento em Participações, neste ato representado pela sua gestora BTG Pactual Gestora de Recursos Ltda., representada, por sua vez, por Carolina Cury Maia Costa e Marcelo Bittencourt Guariento. Certifico que a presente é cópia fiel da ata da original lavrada no livro de atas de Assembléias Gerais da Cia.. São Paulo, 09/08/2013. (ass.) Talita Nascimento – Secretária. JUCESP – Certifico o registro sob o nº 310.758/13-0 em 19/08/2013. Gisela Simiema Ceschin – Secretária Geral.

BELL - Brasil Engenharia e Locações Ltda. - CNPJ. 13.518.309/0001-10 - NIRE. 35.225.333.367 Extrato da 4ª Alteração e Consolidação de Contrato Social Pelo presente Instrumento: FCK 50 Holding e Participações Ltda., sede, SP/SP, atos constitutivos JUCESP NIRE 35.223.940.088, CNPJ/MF nº 11.457.365/0001-66, representada por Felipe Sica Soares Cavalieri, RG nº 25.292.070-3 SSP/SP, CPF/MF nº 263.618.048-60, e Christiano Kunzler, RG nº 1.075.780.161 SSP/RS e CPF/MF nº 759.808.430-00; Enejota Cavalieri Engenharia Ltda., sede, SP/SP, atos constitutivos JUCESP NIRE 35.224.060.979, CNPJ/MF nº 62.450.564/0001-83, representada por, Newton José Soares Cavalieri, RG nº 4.115.273, CPF/MF nº 371.619.978-87, e Cambra Holding e Participações Ltda., sede, SP/SP, atos constitutivos JUCESP NIRE 35.225.022.507, CNPJ/MF nº 13.069.003/0001-23, representada por, Luiz Antonio Tavares de Pinho, RG 6.304.529-1 SSP/SP, CPF/MF nº 693.220.82887. Únicos sócios: RESOLVEM, de comum acordo, alterar e consolidar o Contrato Social: I. 1. aprovaram o Protocolo e Justificação de Cisão Parcial da Enejota Cavalieri Engenharia Ltda., (“Enejota”), com a versão de parcela cindida à Sociedade. 2. o capital social, de R$ 1.000.000,00, será aumentado em R$ 4.097.470,00, mediante a emissão 4.097.470 quotas, no valor nominal de R$1,00 cada, as quais serão totalmente integralizadas mediante a versão da parcela cindida do acervo líquido ajustado da Enejota para a Sociedade, passando o Capital Social para R$ 5.097.470,00, dividido em 5.097.470 quotas, com valor nominal de R$1,00 cada, alterando a Cláusula 5ª do Contrato Social. II. Alterar o caput da Cláusula 8ª do Contrato Social. III. Consolidação do Contrato Social. Encerramento: Nada mais. SP, 31.10.12. FCK 50 Holding e Participações Ltda., p. Felipe Sica Soares Cavalieri e Christiano Kunzler; Enejota Cavalieri Engenharia Ltda., p. Newton José Soares Cavalieri; Cambra Holding e Participações Ltda., p. Luiz Antonio Tavares de Pinho; Newton José Soares Cavalieri; Felipe Sica Soares Cavalieri. JUCESP 18.750/13-8 em 09.01.13. Gisela Simiema Ceschin - Sec. Geral.

CNPJ/MF nº 09.409.536/0001-30 – NIRE 35 30 0351401 Ata de Assembleia Geral Extraordinária I. Data, hora e local: Aos 28/05/2013, às 09hs., na Sede Social da Cia., localizada na Rua Deputado Vicente Penido, 255, São Paulo-SP. II. Convocação: Dispensada a convocação, nos termos do § 4º do Art. 124 da Lei 6.404/76. III. Mesa: Presidente, Thadeu Luciano Marcondes Penido; Secretário, Julio Cezar Alves. IV. Presença: Acionistas representando a totalidade do capital social. V. Ordem do Dia: Deliberar sobre: 1) Discutir e deliberar acerca do aumento do capital social da Cia.; 2) Aprovar a alteração do Art. 6º do Estatuto Social da Cia.; e 3) Extinguir o Art. 21 do Estatuto Social. VI. Deliberações aprovadas por unanimidade de votos: 1) Aprovar a lavratura da presente ata sob a forma de sumário; 2) Ratificar a nomeação da empresa especializada Pontevedra Assessoria Empresarial e Contábil Ltda., sociedade limitada com sede na Av. Índia Piquerobi, 93, sala 01, São Paulo-SP, inscrita no Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo nº 2SP023498/O-0, e no CNPJ/MF nº 07.040.262/0001-29, representada por seu sócio responsável, Eduardo Silva Fraguas, inscrito no CPF/MF nº 090.866.368-45, portador do CRC nº 1SP208970/O-0, previamente contratada para proceder à avaliação dos bens e direitos utilizados na integralização do capital subscrito, nos termos do Art. 8º da Lei 6.404/76; 3) Examinar e aprovar o Laudo de Avaliação acima mencionado, elaborado pela empresa especializada supra referida, que confirmou o valor dos bens com o qual o capital subscrito foi integralizado, o qual constitui o Anexo IV à presente Ata; 4) Aprovar a proposta de aumento do capital social da Cia. no valor de R$ 7.420.000,00 mediante a emissão de 2.414.597 novas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, pelo preço de emissão de R$ 3,072977, calculado de acordo com o valor patrimonial da ação, nos termos do disposto no Art. 170, § 1º, inciso II da Lei 6.404/76, cujo montante será subscrito e integralizado como segue: (i) R$ 5.017.000,00, equivalentes a 1.632.619 novas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, subscritos e integralizados pelo acionista Thadeu Luciano Marcondes Penido, como segue: a. R$ 6.403,51, integralizados em moeda corrente nacional, neste ato; b. R$ 5.010.596,49, pelo acionista Thadeu Luciano Marcondes Penido, mediante a capitalização dos créditos detidos por ele contra a Sociedade registrados contabilmente em 31/03/2013 nas rubricas “Adiantamento para Futuro Aumento de Capital – AFAC” e “Empréstimos a Pagar – Mútuo” e disponibilizados financeiramente à Sociedade nas seguintes datas: Data: 02/02/2012; Tipo: AFAC; Valor: R$ 500.000,00. Data: 13/02/2012; Tipo: AFAC; Valor: R$ 1.000.000,00. Data: 06/09/2012; Tipo: AFAC; Valor: R$ 50.000,00. Data: 13/09/2012; Tipo: AFAC; Valor: R$ 35.000,00. Data: 25/09/2012; Tipo: AFAC; Valor: R$ 213.000,00. Data: 05/10/2012; Tipo: AFAC; Valor: R$ 50.000,00. Data: 22/10/2012; Tipo: AFAC; Valor: R$ 2.450.000,00. Data: 24/10/2012; Tipo: AFAC; Valor: R$ 75.000,00. Data: 25/10/2012; Tipo: AFAC; Valor: R$ 250.461,75. Data: 26/10/2012; Tipo: AFAC; Valor: R$ 6.134,74. Data: 06/12/2012; Tipo: AFAC; Valor: R$ 65.000,00. Data: 08/01/2013; Tipo: AFAC; Valor: R$ 50.000,00. Data: 30/01/2013; Tipo: AFAC; Valor: R$ 16.000,00. Data: 19/02/2013; Tipo: AFAC; Valor: R$ 50.000,00. Data: 07/03/2013; Tipo: AFAC; Valor: R$ 50.000,00. Data: 23/10/2012; Tipo: Mútuo; Valor: R$ 100.000,00. Data: 05/11/2012; Tipo: Mútuo; Valor: R$ 50.000,00. Valor Total: R$ 5.010.596,49. Consignar que os acionistas Arthur Lopes Ribeiro Penido e Matheus Lopes Ribeiro Penido renunciam expressamente, de forma irrevogável e irretratável, ao respectivo direito de preferência, que lhe é conferido pela Lei 6.404/76, na subscrição das 1.632.619 novas ações emitidas. (ii) R$ 2.403.000,00, equivalentes a 781.978 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, subscritas e integralizadas pela acionista ingressante Serveng Transportes Ltda., como segue: a. R$ 1.622,82, integralizados em moeda corrente nacional, neste ato; b. R$ 2.401.377,18, representados pelos bens imóveis que constam no Anexo II, com os respectivos direitos, ônus e obrigações relacionados a eles, descritos na forma prevista no Art. 2º da Lei 7.433/85. O valor de R$ 2.401.377,18, atribuído aos imóveis ora conferidos ao capital social da Sociedade, foi apurado com base em Laudo de Avaliação Contábil elaborado por empresa especializada, o qual constitui o Anexo IV à presente Ata. Fica consignado que, nos termos do Art. 2º da Lei 7433/85, não é necessária a descrição e caracterização completa do imóvel mencionado acima, o qual foi transferido por meio do presente instrumento. Ainda, a Cia., na condição de adquirente do mencionado imóvel, dispensa a Serveng Transportes Ltda. da apresentação das certidões previstas na Lei Federal 7433/85, regulamentada pelo Decreto 93240/86 e assume a obrigação, nos termos da Lei, pelo pagamento dos eventuais débitos fiscais incidentes sobre este imóvel a partir da data que está sendo firmado este instrumento. Consignar que os acionistas Arthur Lopes Ribeiro Penido, Thadeu Luciano Marcondes Penido e Matheus Lopes Ribeiro Penido renunciam expressamente, de forma irrevogável e irretratável, ao respectivo direito de preferência, que lhe é conferido pela Lei 6.404/76, na subscrição das 781.978 novas ações emitidas. 5) Aprovar, em face das deliberações mencionadas no item 4 acima, a alteração do capital social da Cia., que passa de R$ 14.160.000,00, representado por 10.053.232 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, para R$ 21.580.000,00, representado por 12.467.829 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal. 6) Alterar, em face das deliberações acima, o caput do Art. 6º do Estatuto Social da Cia., que passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 6º – O capital social totalmente subscrito e integralizado é de R$ 21.580.000,00, representado por 12.467.829 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal. § Único: Cada ação ordinária terá direito a um voto nas deliberações da Assembleia Geral.” 7) Aprovar a extinção do Art. 21 do Estatuto Social. 8) Autorizar a Diretoria da Cia. a praticar todos e quaisquer atos necessários à efetiva formalização das deliberações acima. 9) Por fim, os sócios decidem consolidar o Estatuto Social (Anexo III), tendo em vista as alterações estatutárias realizadas por meio desta AGE e da AGOE ocorrida em 23/05/2011 (registro JUCESP em 15/06/2011 nº 228.696/11-2). VII. Lavratura e Leitura da Ata: Oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso. Ninguém se manifestando, foi suspensa a reunião pelo tempo necessário à lavratura desta ata, a qual foi lida, achada conforme, aprovada e assinada por todos os presentes. Acionistas: Thadeu Luciano Marcondes Penido, Arthur Lopes Ribeiro Penido e Matheus Lopes Ribeiro Penido. Confere com o original, lavrado em livro próprio. São Paulo, 28/05/2013. (ass.) Thadeu Luciano Marcondes Penido – Presidente da Reunião, Julio Cezar Alves – Secretário da Reunião. JUCESP – Certifico o registro sob o nº 267.817/13-7 em 23/07/2013. Gisela S. Ceschin – Secretária Geral.

Allis Soluções ç Inteligentes g S.A CNPJ/MF nº 08.219.000/0001-99 - NIRE 35.300.350.898 - Cia. Fechada Ata da Assembleia Geral Extraordinária realizada em 13/05/2013. 1.Data,Hora e Local: 13/05/2013, às 16hs, Av.Brig.Faria Lima, 1.355, 15º andar, SP/SP.2.Convocação: Dispensada, face à presença de todos os Acionistas.3. Mesa: Alexandre Milani de Oliveira Campos (Presidente);Fabíola Ribeiro dos Santos (Secretária).4. Deliberações: Os Acionistas presentes, por unanimidade e sem ressalvas, tomaram as seguintes deliberações: 4.1. Alterar o endereço da Filial Aracaju de R. Pacatuba, 254-Sl. 214-Centro-Aracaju/SE-CEP: 49010-150 para R. Pacatuba, 254 - Loja 02-Centro-Aracaju/SE-CEP: 49010-150 e retificar o NIRE que constou erroneamente na última consolidação, registrada sob o n° 71.271/12-0 no dia 13/02/12, sendo que o correto é NIRE 28.900.124.958. 4.2. Aprovar a abertura da seguinte filial: Filial Brasília-QS 03, LOTES 03, 05, 07 E 09, SALA 608 e 607 (parte), Areal (Águas Claras), Taguatinga/DF, CEP: 71953-000. 4.3. Tendo em vista a deliberação acima, o art. 2° do Estatuto Social da Sociedade passa a vigorar com a seguinte nova redação: “Art. 2º-A Cia. tem sede e foro na em SP/SP, Av. Brigadeiro Faria Lima, 1355 - 15° Andar/ Cjs.1501 (parte) - Jardim Paulistano-CEP 01452-002, e pode, por deliberação da Diretoria, abrir, manter e fechar filiais, escritórios, depósitos ou agências de representações, em qualquer parte do território nacional ou no exterior. § único-A Cia. possui as seguintes filiais: (a) Filial Aracajú:R.Pacatuba, 254, Loja 02 (parte), Centro, Aracajú/SE, CEP 49010-150 NIRE 28.900.124.958;(b) Filial Brasília:QS 03, LOTES 03, 05, 07 E 09, SALA 608 e 607 (parte), Areal (Águas Claras), Taguatinga/DF, CEP: 71953-000; (c) Filial Bráulio: Rua Doutor Bráulio Gomes, 36, 1° e 15° andar (parte), República, São Paulo/SP, CEP 01047-020 NIRE 35.903.930.403;(d) Filial Belo Horizonte:Rua dos Carijós, 166-9° Andar (parte), Centro-Belo Horizonte-MG-CEP:30120-060;Esquina com a R.Espírito Santo, 1.176-Centro-Belo Horizonte/MG CEP 30160031 NIRE 31.999.091.196; (e) Filial Campinas: Av. Francisco Glicério, 1.110, 6° andar (parte), Centro, Campinas, CEP: 13012-100 NIRE 35.903.727.578;(f) Filial Curitiba:R.Marechal Deodoro, 220, Cj.801 (parte), Centro, Curitiba/PR, CEP:80010-918 NIRE 41.901.173.316;(g) Filial Florianópolis: R.Tenente Silveira, 293, s/ 1202 (parte), Centro, Florianópolis/SC, CEP 88010-301 NIRE 42.900.910.041; (h) Filial Porto Alegre Avenida Júlio de Castilhos, 44, 4° andar (parte) Centro Histórico, Porto Alegre/RS CEP: 90030-130 NIRE 43.999.064.997; (i) Filial Quitanda: R. da Quitanda, 107, 1° e 2° andar (parte), Centro, SP/SP, CEP: 01012-010 NIRE 35.904.387.657; (j) Filial Recife: Av. Fernando Simões Barbosa, 266, Salas 701 e 702, Boa Viagem, Recife - PE CEP 51020-390 NIRE 26.900.566.096; (k) Filial Ribeirão Preto: R. Rui Barbosa, 1145, Cj. 53 (parte), Centro, Ribeirão Preto/SP, CEP 14015-120 NIRE 35.903.511.699; (l) Filial Rio de Janeiro: R. Rodrigo Silva, 26, 20° Andar (parte), Centro, Rio de Janeiro/RJ, CEP 20011-902 NIRE 33.901.121.701;(m) Filial São José:Avenida Nove de Julho 765, 3° andar, S/ 32/34 (parte), Jd. Apolo, São José dos Campos/SP, CEP 12243-000 NIRE 35.903.930.438; (n) Filial Salvador: Avenida Tancredo Neves, 3.343, salas 303/304 (parte), Torre A, Caminho das Árvores, Salvador/BA, CEP 41820-974 NIRE 29.900.982.80; (o) Filial São Vicente:Rua Ipiranga, 345, sala 5 (parte), Centro, SãoVicente/SP CEP 11310-421 NIRE 35.903.971.410;(p) FilialVitória:Avenida Princesa Isabel, 15, 10° andar - Sala 1006 (parte), Edifício Martinho de Freitas, Centro, Vitória, CEP: 29010-361 NIRE 32.999.026.743.”4.4. Alterar o objeto social da Sociedade, que passa a vigorar com a seguinte nova redação:“A Cia.tem por objeto social:a) Locação de Mão-de-Obra Temporária ou não;b) A prestação de serviços:(i) Recrutamento, seleção e colocação de mão-de-obra com ou sem distribuição de materiais propagandísticoepublicitário;(ii)Consultoriaeassessoriaempresarialmercadológicaeorganizacional;(iii)Consultoriaeassessoriaempresarial financeira, na área de eventos promocionais; (iv) Planejamento, organização e execução de feiras, congressos e eventos e campanhas de incentivo; (v) Promoção de vendas e distribuição de brindes promocionais; (vi) Comunicação e/ou promoção por meio de telefonia celular ou outros meios digitais; (vii) A distribuição de material promocional, brindes e mercadorias em geral, inclusive produtos alimentícios; (viii) A promoção, organização, produção, agenciamento, programação e execução, no país ou no exterior, de eventos em geral de qualquer espécie ou gênero, eventos sociais e promocionais, inclusive filantrópicos e beneficentes; c) Correspondente Bancário no País para: (i) promoção de negócios de qualquer natureza; (ii) gestão comercial; (iii) assessoria financeira, comercial e mercadológica; e (iv) análise de crédito, de seleção de riscos e de acompanhamento de contas;d) Coordenação junto a instituições financeiras e administradoras de cartões de crédito para criação, administração e comercialização de cartões de crédito ou outros meios de congêneres destinados a premiações em campanhas ou quaisquer esforços relacionados a incentivos de vendas;e) Coleta, análise, pesquisa e fornecimento de informações na área depromoçãoeeventosemerchandising.f)Aparticipaçãoemoutrasempresassimplesouempresárias,nacionaisouestrangeiras,bemcomo em empreendimentos em geral, na qualidade de sócia ou quotista; g) A prestação de serviços em geral para empresas do mesmo grupo econômico, incluindo a gestão empresarial, financeira, contábil e jurídica.5. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos e lavrada esta Ata em forma de sumário, a qual, depois de lida e achada conforme, foi aprovada e assinada pelos presentes. Fica autorizada a publicação da presente Ata com omissão das assinaturas dos presentes, conforme faculta o §2º do art. 130 da Lei nº 6.404/76. Certidão: A presente é cópia fiel e confere com o original lavrado em livro próprio. Fabiola Ribeiro dos Santos-Secretária. Jucesp nº 309.522/13-4 em 15/08/2013.Gisela S. Ceschin-Secr. Geral.

GWI Empreendimentos Imobiliários S.A. – CNPJ/MF nº 08.156.700/0001-81 – NIRE 35.300332.270 Ata da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária de 30/04/2013 1. Data, Hora e Local: 30/04/2013, às 18 horas, na sede social da Cia., situada na Av. Brig. Faria Lima, 3.900, 6º and., São Paulo-SP. 2. Convocação e Presenças: Dispensada nos termos do § 4º do art. 124 da Lei 6.404/76. 3. Mesa: Os trabalhos foram presididos pelo Sra. Jong Sun Kim You e secretariados pela Sra. Gabriela Hi Joo You. 4. Ordem do Dia: AGO: (i) apreciar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras da Sociedade publicadas em 29/04/2013 no Diário Comercial e em 30/04/2013 no Diário Oficial Empresarial, acompanhadas do parecer dos auditores independentes, referentes ao exercício social encerrado em 31/12/2012; (ii) dispensar a presença do representante dos auditores independentes na Assembleia, conforme faculta o disposto no § 2º do art. 134 da Lei 6.404/76; (iii) aprovar a destinação do resultado do exercício de 2012; AGE: (i) ratificar o mandato dos diretores, (ii) fixar a remuneração global anual dos administradores (Conselho de Administração e Diretoria); e (iii) aprovar a consolidação do Estatuto Social. 5. Deliberações em AGO: foram tomadas por unanimidade e sem ressalvas, as seguintes deliberações: (i) foram examinadas, discutidas e aprovadas as contas dos administradores e as demonstrações financeiras da Sociedade e o parecer dos auditores independentes, referentes ao exercício social encerrado em 31/12/2012; (ii) aprovada a dispensa de presença do representante dos auditores independentes na Assembleia, conforme faculta o disposto no § 2º do art. 134 da Lei 6.404/76; (iii) aprovada, nos termos do art. 202, § 3º da Lei 6.404/76, a não distribuição de dividendos obrigatórios aos acionistas, referente ao exercício social encerrado em 31/12/2012 e, como consequência, foi também aprovado destinar (a) 5% do lucro líquido, no valor de R$ 456.344,69 à conta de Reserva Legal, (b) 10,2% do lucro líquido, no valor de R$ 929.985,07 à conta de Reserva de Lucros – Estatutária, e (c) o restante, conforme deliberado em AGE realizada em 31/12/2012; 6. Deliberações em AGE: foram tomadas por unanimidade e sem ressalvas, as seguintes deliberações: (i) ratificar o mandato de seus diretores: Mu Hak You, RNE nº W 476.695-R (SPMAF/SP) e CPF nº 538.055.348-68, e Jong Sun Kim You, RG nº 38.303.202-7 (SSP/SP) e CPF nº 995.469.658-04, ambos residentes e domiciliados em São Paulo-SP, pelo período de 1 ano, prorrogável automaticamente, nos termos do Art. 15, § 2º; (ii) remuneração global anual da administração (Diretoria e Conselho de Administração) no valor total de até R$1.000.000,00; e (iii) Em virtude das deliberações acima, aprovar o Estatuto Social, que passará a reger a Sociedade, o qual lido e rubricado por todos, passa a fazer parte integrante do presente instrumento como seu Anexo I. 7. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a Assembléia, sendo lavrada a presente Ata. São Paulo, 30/04/2013. (ass.) Jong Sun Kim You – Presidente; Gabriela Hi Joo You – Secretária. Mu Hak You; Jong Sun Kim You; Thiago Hi Joon You; Tathiana Hi Jung You Han, p/ Gabriela Hi Joo You; GWI Empreendimentos e Participações Ltda.; Gabriela Hi Joo You. JUCESP – Registrado sob o nº 214.392/13-2 em 11/06/2013. Gisela Simiema Ceschin – Secretária Geral.

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Sorocaba comunica que foi

Tendência Empreendimentos e Participações S.A. CNPJ Nº 65.435.174/0001-22 - NIRE Nº 35300188004 Extrato da Ata da Assembléia Geral Ordinária Realizada em 30/04/2013 Data, Hora e Local: 30/04/2013, às 16hs, na sede social, Av. Brig. Faria Lima nº 2092, 20º and., Jd. Paulistano, SP/SP. Mesa: Leo Kryss, Presidente; João Alberto C.F. dos Santos, secretário. Presença: 100% do Capital Social. Convocação: Através de correspondência (art. 124, Lei 6.404/76). Deliberações Aprovados por Unanimidade: As Demonstrações Financeiras do exercício findo em 31/12/2012, publicadas no DOE e no Jornal Diário do Comércio de 24/04/2013. O prejuízo no exercício, no valor total de R$ 1.273.037,17, bem como a sua total compensação com os Lucros dos exercícios anteriores contabilizados na conta contábil de Reservas de Lucros que totaliza em 31/12/2012 a quantia de R$ 3.956.932,97. Feitas as compensações, o saldo da conta contábil de Reservas de Lucros passa a ser de R$ 2.683.895,80. Encerramento: Nada mais, lavrou-se a ata. São Paulo, 30/04/2013. Mesa: Leo Kryss - Presidente; João Alberto C. F. dos Santos - Secretário. JUCESP 307.398/13-4 em 13.08.2013. Gisela Simiema Ceschin - Sec. Geral.

INDEFERIDO o pedido de Impugnação ao edital interposto pela empresa ECO SYSTEM - Preservação do Meio Ambiente Ltda. ao Pregão Eletrônico nº 58/2013 - Processo nº 4.524/2013-SAAE, destinado à contratação de empresa para prestação de serviços contínuos de coletas e análises laboratoriais, neste município.

DECLARAÇÃO À PRAÇA A empresa DPTO PROMOÇÕES LTDA., situada à Avenida Netuno, 29 – Sala 1 – Piso 1 – Centro de Apoio 1 – Alphaville – Santana de Parnaíba – SP, CEP.: 06541015, inscrita na IE nº 623.096.659.114 e inscrição no CNPJ(MF) nº 03.490.964/ 0001-53, vem através desta DECLARAR EXTRAVIO de notas fiscais, modelo 1, não utilizadas e em branco, do nº 001 ao nº 200.

DECLARAÇÃO À PRAÇA A empresa DPTO PROMOÇÕES COMÉRCIO IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA., situada à Rua Pepiguari, 120 – Alto da Lapa – São Paulo -SP, CEP.: 05059-010, inscrita na IE nº 114.424.722.113 e inscrição no CNPJ(MF) nº 00.662.485/0001-89, vem através desta DECLARAR EXTRAVIO de notas fiscais, modelo 1, utilizadas do nº 3328 ao nº 3343 (15 notas), AIDF nº 850-05/02.

bém continuam pesando, somando US$ 1,215 bilhão no mês passado, ante US$ 1,719 bilhão em igual mês de 2012. Ainda segundo o BC, apesar do dólar mais alto, os gastos líquidos de brasileiros no exterior com viagens atingiram US$ 1,674 bilhão em julho, maiores que os gastos de US$ 1,464 bilhão em igual mês de 2012. O rombo no mês mais uma vez não foi financiado pelo Investimento Estrangeiro Direto (IED), que somou US$ 5,212 bilhões. (Reuters)

Odebrecht TransPort S.A. NIRE 3530038154-8 – CNPJ: 12.251.483/0001-86

Ata de Assembleia Geral Extraordinária Dia, hora e local: Em 1º de agosto de 2013, às 8h00 horas, na sede da Companhia, localizada na Avenida das Nações Unidas, nº 4.777, 5º andar – Sala 8, Alto de Pinheiros, São Paulo/SP, CEP 05477-000. Presença: Acionistas representando a totalidade do capital social, conforme assinaturas lançadas no Livro de Presença de Acionistas. Convocação: Dispensada a publicação de Edital de Convocação, conforme disposto no Artigo 124, § 4º da Lei nº 6.404/76, conforme alterada (“Lei das S.A.s”). Mesa: Paulo Henyan Yue Cesena, Presidente; Adriano Sa de Seixas Maia, Secretário. Antes de iniciarem-se os trabalhos do dia, os acionistas tomaram conhecimento nesta data, através de carta dirigida à Companhia, da renúncia dos Srs.: (i) Felipe Montoro Jens, brasileiro, casado, administrador de empresas, inscrito no CPF/MF sob o nº 166.417.478-83, portador da cédula de identidade RG nº 17.032.674 SSP/SP, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, com endereço comercial na Avenida Rebouças, nº 3.970, 32º andar, Pinheiros, São Paulo – SP, ao cargo de Vice-Presidente do Conselho de Administração da Companhia; e (ii) Mônica Bahia Odebrecht, brasileira, advogada, divorciada, inscrita no CPF/MF sob o nº 541.080.715-49, portadora da cédula de identidade RG nº 2598721-64 SSP/BA, residente e domiciliada na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, com escritório na Avenida Rebouças, nº 3.970, 32º andar, Pinheiros, São Paulo – SP, ao cargo de membro suplente do Sr. Newton Sergio de Souza, no Conselho de Administração da Companhia; e, nesta oportunidade, agradeceram a atuação eficaz e competente dos mesmos no exercício de seus cargos. Deliberações: 1) Autorizada a lavratura da presente ata na forma de sumário dos fatos ocorridos, conforme faculta o Artigo 130, §1º da Lei das S.A.s; e 2) Aprovada a eleição dos Srs.: (i) Marcela Aparecida Drehmer Andrade, brasileira, casada, administradora de empresas, inscrita no CPF/MF sob o nº 515.29.505-10, portadora da cédula de identidade RG nº 03.797.428-96 SSP-BA, residente e domiciliada na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, com endereço comercial na Avenida Rebouças, nº 3.970, 32º andar, Pinheiros, São Paulo - SP, para o cargo de membro titular do Conselho de Administração da Companhia; (ii) Daniel Bezerra Villar, brasileiro, casado, engenheiro civil, inscrito no CPF/MF sob o nº 024.449.667-67, portador da cédula de identidade RG nº 09.370.154-8 IFP/RJ, residente e domiciliado na cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, com endereço comercial na Avenida João Cabral de Melo Neto, nº 400, 13º andar, Edifício Península Corporate, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ, para o cargo de membro suplente do Sr. Newton Sergio de Souza, no Conselho de Administração da Companhia; (iii) Newton Sergio de Souza, brasileiro, casado, advogado, inscrito no CPF/MF sob o nº 261.214.417-04, portador da cédula de identidade RG nº 03.604.882-5 IFP/RJ, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, com endereço comercial na Avenida Rebouças, nº 3.970, 32º andar, Pinheiros, São Paulo – SP, atual membro titular do Conselho de Administração da Companhia, para o cargo de Vice-Presidente do Conselho de Administração da Companhia, em substituição ao Sr. Felipe Montoro Jens; e (iv) Mauro Motta Figueira brasileiro, casado, engenheiro de produção, inscrito no CPF/MF sob o nº 115.134.858-90, portador da cédula de identidade RG nº 11.335.092-2 SSP/SP, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, com endereço comercial na Avenida Rebouças, nº 3.970, 28º andar, Pinheiros, São Paulo - SP, atual membro suplente do Sr. Felipe Montoro Jens, para o cargo de membro suplente da Sra. Marcela Aparecida Drehmer Andrade, no Conselho de Administração da Companhia; todos com mandato até a Assembleia Geral Ordinária de 2014, sendo permitida a reeleição, conforme preceitua o Artigo 12 do Estatuto Social da Companhia. Os conselheiros e suplentes ora eleitos serão investidos em seus cargos mediante a lavratura e assinatura de termo de posse no Livro de Atas de Reunião do Conselho de Administração da Companhia. Atendendo ao disposto no Artigo 147 da Lei das S.A.s, os conselheiros e suplentes ora eleitos declaram, sob as penas da lei, não estarem impedidos de exercer a administração da Companhia, por lei especial, ou em virtude de condenação criminal, ou por se encontrarem sob os efeitos dela, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos, ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra normas de defesa de concorrência, contra as relações de consumo, fé pública, ou a propriedade. Diante do exposto, a composição do Conselho de Administração da Companhia, com mandato unificado até a Assembleia Geral Ordinária de 2014, passa a ser a seguinte: Membros titulares: (i) Benedicto Barbosa da Silva Junior, brasileiro, casado, engenheiro civil, inscrito no CPF/MF sob o nº 015.225.538-94, portador da cédula de identidade RG nº 7.730.356 SSP/SP, residente e domiciliado na cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, com endereço comercial na Praia de Botafogo, nº 300, 8º andar, Botafogo, Rio de Janeiro – RJ, Presidente do Conselho de Administração da Companhia; (ii) Newton Sergio de Souza, brasileiro, casado, advogado, inscrito no CPF/MF sob o nº 261.214.417-04, portador da cédula de identidade RG nº 03.604.882-5 IFP/RJ, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, com endereço comercial na Avenida Rebouças, nº 3.970, 32º andar, Pinheiros, São Paulo - SP, Vice-Presidente do Conselho de Administração da Companhia; (iii) Adriano Chaves Jucá Rolim, brasileiro, casado, advogado, inscrito no CPF/MF sob o nº 508.511.015-34, inscrito na OAB sob o nº 280.660 OAB/SP, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, com endereço comercial na Praia de Botafogo, nº 300, 8º andar, Botafogo, Rio de Janeiro – RJ, membro titular do Conselho de Administração da Companhia; (iv) Luiz Antonio Mameri, brasileiro, casado, engenheiro civil, inscrito no CPF/MF sob o nº 603.563.597-00, portador da cédula de identidade RG nº 03.382.231-3, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, com endereço comercial na Avenida Rebouças, nº 3.970, 32º andar, Pinheiros, São Paulo-SP, membro titular do Conselho de Administração da Companhia; (v) Marcela Aparecida Drehmer Andrade, brasileira, casada, administradora de empresas, inscrita no CPF/MF sob o nº 515.29.505-10, portadora da cédula de identidade RG nº 03.797.428-96 SSP-BA, residente e domiciliada na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, com endereço comercial na Avenida Rebouças, nº 3.970, 32º andar, Pinheiros, São Paulo - SP, membro titular do Conselho de Administração da Companhia; (vi) Flavio Eduardo Arakaki, brasileiro, solteiro, economista, inscrito no CPF/MF sob o nº 283.844.958-31, portador da cédula de identidade RG nº 25.769.192-3 SSP/SP, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, com endereço comercial na Avenida Paulista, nº 2.300, 11º andar, São Paulo – SP, membro titular do Conselho de Administração da Companhia; e (vii) Édilo Ricardo Valadares, brasileiro, divorciado, economiário, inscrito no CPF/MF sob o nº 494.191.106-72, portador da cédula de identidade RG nº MG-2.976.493 SSP/MG, residente e domiciliado na SBS, Quadra 4, Lote 3/4, Asa Sul, CEP 70092-900, Brasília, Distrito Federal, membro titular do Conselho de Administração da Companhia; e Membros suplentes: (viii) João Borba Filho, brasileiro, casado, engenheiro civil, inscrito no CPF/MF sob nº 095.292.097-20, portador da cédula de identidade RG nº 1820.211 SSP/IFP, residente e domiciliado na cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, com endereço comercial na Praia de Botafogo, 300, 8º andar, Botafogo, Rio de Janeiro – RJ, suplente do Sr. Benedicto Barbosa da Silva Junior, Presidente do Conselho de Administração da Companhia; (ix) Daniel Bezerra Villar, brasileiro, casado, engenheiro civil, inscrito no CPF/MF sob o nº 024.449.667-67, portador da cédula de identidade RG nº 09.370.154-8 IFP/RJ, residente e domiciliado na cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, com endereço comercial na Avenida João Cabral de Melo Neto, nº 400, 13º andar, Edifício Península Corporate, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ, suplente do Sr. Newton Sergio de Souza, Vice-Presidente do Conselho de Administração da Companhia; (x) Mauro Motta Figueira, brasileiro, casado, engenheiro de produção, inscrito no CPF/MF sob o nº 115.134.858-90, portador da cédula de identidade RG nº 11.335.092-2, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, com endereço comercial na Avenida Rebouças, nº 3.970, 28º andar, Pinheiros, São Paulo - SP, suplente da Sra. Marcela Aparecida Drehmer Andrade; (xi) Jairo Elias Flor, brasileiro, casado, administrador de empresas, inscrito no CPF/MF sob nº 407.391.209-72, portador da cédula de identidade RG nº 1.924.225-0 SSP/PR, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, com endereço comercial na Avenida Rebouças, nº 3.970, 32º andar, Pinheiros, São Paulo – SP, suplente do Sr. Adriano Chaves Jucá Rolim; (xii) Jorge Henrique Simões Barata, brasileiro, casado, engenheiro, inscrito no CPF/MF sob o nº 328.045.555-34, portador da cédula de identidade RG nº 15.446.492-9 SSP/BA, residente e domiciliado no Peru, com escritório na Avenida Victor Andrés Belaúnde 280 – Of. 502, San Isidro Lima – Peru, suplente do Sr. Luiz Antonio Mameri; (xiii) Yoshio Marcos Hashimoto, brasileiro, casado, economista, inscrito no CPF/MF sob nº 719.229.209-59, portador da cédula de identidade RG nº 43.565.834 SSP/PR, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, com endereço comercial na Avenida Paulista, nº 2.300, 11º andar, Cerqueira César, São Paulo – SP, suplente do Sr. Flávio Eduardo Arakaki; e (xiv) Cássio Viana de Jesus, brasileiro, casado, economiário, inscrito no CPF/MF sob o nº 321.010.338-01, portador da cédula de identidade RG nº 22.797.727-0 SSP/SP, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, com endereço comercial na Avenida Paulista, nº 2.300, 11º andar, São Paulo – SP, suplente do Sr. Édilo Ricardo Valadares. Quorum das Deliberações: Todas as deliberações foram aprovadas por unanimidade, sem reservas ou restrições. Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a Assembleia, lavrando-se a presente Ata que, após lida e aprovada, foi assinada por todos os presentes. São Paulo/SP, 1º de agosto de 2013. Mesa: Paulo Henyan Yue Cesena – Presidente; Adriano Sa de Seixas Maia – Secretário. Acionistas: Odebrecht S.A. e Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FI-FGTS. Certifico e dou fé que essa ata é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo/SP, 1º de agosto de 2013. Adriano Sa de Seixas Maia, Secretário. JUCESP – Junta Comercial do Estado de São Paulo. Certifico o registro sob o número 311.188/13-8, em 19.08.2013. Gisela Simiema Ceschin, Secretária-Geral.

Allis Soluções Inteligentes S.A - CNPJ/MF nº 08.219.000/0001-99 - NIRE 35.300.350.898 - Cia. Fechada Ata da Assembléia Geral Extraordinária realizada em 26/07/2013 1. Data, Hora e Local: 26/07/2013, 16hs, Av. Brig. Faria Lima, 1.355, 15º, Cjs. 1501 e 1502, SP/SP. 2. Convocação: Dispensada, face à presençadetodososAcionistasdaCia.,quaissejamAllisParticipaçõesS.A(99,99%)eAlexandreMilanideOliveiraCampos(0,01%).3. Mesa:AlexandreMilanideOliveiraCampos(Presidente);FabíolaRibeirodosSantos(Secretária).4.Deliberações:OsAcionistaspresentes, por unanimidade e sem ressalvas, tomaram as seguintes deliberações:4.1. Aceitar o pedido de renúncia apresentado pelo Sr.Goldwasser Pereira Santos Neto, em 01/07/2013, do cargo de Diretor, ficando sua carta de renúncia arquivada na sede da Companhia. 4.2. Aceitar o pedido de renúncia apresentado pelo Sr. Otavio Augusto Castro Lustosa Nogueira, em 26/07/2013, do cargo de Diretor, ficando sua carta de renúncia arquivada na sede da Companhia.4.3.Aprovar, por unanimidade a eleição do Sr.Leonardo Carvalho D´Oliveira Porto, brasileiro, casado, administrador, RG n° 0547805276 e CPF/MF n° 906.874.775-49, com escritório comercial na Av.Brigadeiro Faria Lima, 1.355, 15°, Jd. Paulistano/SP, para preencher o cargo vago de Diretor, sendo que o termo de posse e impedimento fica arquivado em livro próprio na sede da Companhia.Ficam convalidados todos os atos praticados pelo Diretor ora eleito desde 01/07/2013.4.4. Consignar que a Diretoria passa a ser composta pelos seguintes membros:Srs.Alexandre Milani de Oliveira Campos (Dir.Presidente), Leonardo Carvalho D´Oliveira Porto (Dir. Executivo) e Rosemberg Macedo de Souza (Dir. Executivo), todos com mandato válido até 30/04/16. 4.5. Aprovar a alteração do endereço da Filial Centro/SP situada na R. da Quitanda, 107, 1° e 2°, SP/SP - CEP 01012-010 para R. Júlio Gonzáles, 132, cjs. n° 111, 112, 113 e 114 (parte), Barra Funda, SP/SP, CEP 01156-060, aprovando-se, ainda, que referida filial passe a chamar-se Filial Barra Funda. NIRE 35.904.387.657. 4.6. Ratificar e aprovar, expressamente, o balanço anual da Companhia relativamente ao exercício social de 2012, tendo em vista o mesmo ter sido discutido e analisado na íntegra.Referido balanço é rubricado pelos presentes e ficará arquivado na sede da Companhia. 5. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos e lavrada esta Ata em forma de sumário, a qual, depois de lida e achada conforme, foi aprovada e assinada pelos presentes.Fica autorizada a publicação da presente Ata com omissão das assinaturas dos presentes, conforme faculta o §2º do art.130 da Lei nº 6.404/76.Ass.Acionistas: Allis Participações S.A; Alexandre Milani de Oliveira Campos. Certidão: A presente é cópia fiel e confere com o original lavrado em livro próprio.Alexandre Milani de Oliveira Campos-Presidente e Fabíola Ribeiro dos Santos-Secretária. Jucesp nº 309.521/13-0 em 15/08/2013.Gisela S. Ceschin-Secr. Geral.

Informações pelo site www.saaesorocaba.com.br, pelos telefones: (15) 32245810/5811/5812/5813/5814/5815/5816/5817/5818/5819/5821/5822/5823/5824/5825 e 5826 ou pessoalmente na Av. Pereira da Silva, 1.285, no Setor de Licitação e Contratos. Sorocaba, 23 de agosto de 2013. Érica Aparecida de Menezes - Pregoeira.

ASSOCIAÇÃO SAÚDE DA FAMÍLIA – ASF RERRATIFICAÇÃO DO ATO CONVOCATÓRIO SELEÇÃO DE FORNECEDORES – COLETA DE PREÇO Nº 021/2013 E PROCESSO ASF 051/2013 A Associação Saúde da Família - ASF comunica alteração do Ato Convocatório de Seleção de Fornecedores, na modalidade COLETA DE PREÇO Nº 021/2013, que será realizada em 29 de agosto de 2013, às 09h30, que tem por objeto A CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA O FORNECIMENTO DE SISTEMA DE MAMOGRAFIA ANALÓGICA, INCLUINDO TREINAMENTO E INSTALAÇÃO, PARA IMPLANTAÇÃO DA REDE HORA CERTA NA AMA ESPECIALIDADES SOROCABANA, PELO CRITÉRIO DE MENOR PREÇO, a saber: RERRATIFICAÇÃO DO ITEM 27.9 (ANEXO I Memorial Descritivo) DO EDITAL. Esclarecemos que as alterações encontram-se disponíveis para consulta no site da ASF -www.saudedafamilia.org

te do País ficou em 3,39% do Produto Interno Bruto (PIB). Os dados mostram que a conta corrente segue castigada pelo desempenho ruim da balança comercial, que nos sete primeiros meses de 2013 acumula déficit de US$ 4,989 bilhões, devido à performance fraca das exportações e de maiores importações. Só em julho, o Brasil teve déficit comercial de US$ 1,898 bilhões. As remessas de lucros e dividendos feitas por multinacionais instaladas no País tam-

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Sorocaba comunica que foi INDEFERIDO o Recurso Administrativo interposto pela licitante Partner Manutenção e Terceirização Ltda. ao Pregão Presencial nº 39/2013 - Processo nº 5.102/2013-SAAE, destinado à contratação de empresa especializada para prestação de serviços de controle, operação e fiscalização de portarias, em próprios do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Sorocaba. Informações pelo site www.saaesorocaba.com.br e pelos tel. (15) 3224-5810/5811/5812/5813/5814/ 5815/5816/5817/5818/5819/5821/5 822/5823/5824/5825 e 5826, ou pessoalmente na Av. Pereira da Silva, nº 1.285, no Setor de Licitação e Contratos. Sorocaba, 23 de agosto de 2013. Érica Aparecida de Menezes - Pregoeira.

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE Comunicado Acha-se aberta no Gabinete do Secretário, da Secretaria do Meio Ambiente, a licitação na modalidade Pregão Eletrônico nº 26/2013/GS, Processo nº 6.898/2013, destinada à contratação de empresa para prestação de serviços de engenharia de infraestrutura na área anexa ao Parque Villa-Lobos. A abertura das propostas dar-se-á no dia 06/09/2013 às 09h00, através do site www.bec.sp.gov.br, através da Oferta de Compra 260031000012013OC00050. As propostas serão recebidas no site a partir do dia 26/08/2013. Os interessados poderão consultar o edital completo nos sites http://www.e-negociospublicos.com.br; www.bec.sp.gov.br ou www.ambiente.sp.gov.br. Maiores esclarecimentos: (11) 3133-3979 ou e-mail: licitacoes@ambiente.sp.gov.br

Itaiquara Alimentos S.A. CNPJ nº 72.111.321/0001-74 - NIRE nº 35.300.012.577 - Ata da RCA realizada em 19 de Julho de 2013 Aos 19/07/2013, às 11 hs, na sede social situada na Fazenda Itaiquara, Município de Tapiratiba/SP, reuniram-se os membros do Conselho de Administração, recém eleitos e empossados em assembléia do mesmo dia. Iniciados os trabalhos, assumiu a presidência o Sr. Joaquim Augusto Bravo Caldeira, que convidou a mim Guilherme Whitaker de Lima Silva, para secretariá-lo. Fica aprovada por unanimidade de votos dos conselheiros a eleição dos seguintes diretores com mandato até abril de 2016: Diretor Vice Presidente: Fernando Whitaker de Souza Dias, R.G. 12.633.699-4-SSP/SP, CPF 114.513.208-17; e para Diretores Gerentes: Marcos do Amaral Mesquita, R.G. 7.510.517-SSP/SP, CPF 050.575.488.67; Guilherme Whitaker de Lima Silva, R.G. nº 4.988.106-SSP/SP, CPF/MF nº 052.403.158-41; e Paulo de Barros Whitaker Neto, RG nº 19.169.068-5-SSP/SP, CPF 185.051.068-73. Foi mantido no cargo de Diretor Presidente o Sr. João Guilherme Figueiredo Whitaker, R.G. 2.582.306-SSP-SP, CPF 014.859.118-34. Os diretores eleitos foram empossados neste ato nos seus respectivos cargos, tendo todos assinado o respectivo livro, termo de posse e declaração de desimpedimento. Foi aprovado por unanimidade de votos dos conselheiros, a manutenção dos honorários hoje vigentes a título de prólabore de diretores. Deliberou-se que a companhia manterá a contratação da atual auditoria independente para o corrente exercício. Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a reunião da qual foi lavrada esta ata, que depois de lida e aprovada é assinada por todos os Conselheiros. Consoante parágrafo único do art.146 da Lei 6404/76 em virtude de conter a presente deliberação destinada a produzir efeitos perante terceiros, mandou-se arquivá-la no Registro do Comércio e fazer publicar nos jornais de praxe. Tapiratiba, 19/07/2013. Guilherme Whitaker de Lima Silva - Secretário da Assembléia. Jucesp nº 320.722/13-2 em 22/08/2013. Gisela Simiema Ceschin-Secretária Geral.

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAPÃO BONITO-SP ABERTURA DE LICITAÇÃO PREGÃO PRESENCIAL Nº 94/2013 – Aquisição de materiais e equipamentos para uso na vigilância epidemiológica, pertencente á Secretaria Municipal de Saúde, deste Município, conforme especificação constante do anexo I – Termo de Referência, do presente instrumento convocatório. O encerramento (credenciamento e entrega dos envelopes) dar-se-á na data de 10 de setembro de 2013, às 09:00 horas. Edital e melhores informações mediante o recolhimento da taxa de R$ 10,00 (dez reais) através de guia de arrecadação, no Setor de Licitações, sita o Paço Municipal localizado à Rua Nove de Julho, nº 690, Centro, ou pelo Tel: (15) 3543-9900 – ramal 9936, de segunda a sexta-feira, das 09:00 às 11:00hs e das 13:00 às 16:00hs ou através do e-mail: editalcapaobonito@gmail.com. Capão Bonito-SP, 22 de agosto de 2013. Dr. JULIO FERNANDO GALVÃO DIAS - Prefeito Municipal

www.dcomercio.com.br


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sábado, domingo e segunda-feira, 24, 25 e 26 de agosto de 2013

A chegada da Riachuelo à Oscar Freire vai coincidir com o lançamento de cinco linhas assinadas por estilistas de renome que serão distribuídas na rede.

conomia

Bandeira fincada na Oscar Freire Como parte de um projeto de sofisticação da marca, Riachuelo inaugura em novembro uma unidade na rua que é sinônimo de luxo no varejo paulistano. Epitácio Pessoa/Estadão Conteúdo

Loja da Riachuelo no Bourbon Shopping, na zona oeste da capital: empresa quer dobrar o número de lojas e triplicar a receita, para R$ 10 bilhões, até 2016.

A

linha divisória entre as marcas de luxo e as redes populares de moda para consumo rápido vai desaparecer na Oscar Freire, uma das ruas de comércio mais sofisticadas do País. A rede de varejo Riachuelo vai inaugurar uma unidade no local em novembro. A decisão faz parte de um projeto de sofisticação de marca que serve a um objetivo econômico bem claro: dobrar o número de lojas e triplicar a receita para R$ 10 bilhões até 2016. Para convencer o consumidor de que Riachuelo também é sinônimo de glamour, a empresa vai aumentar a aposta nas linhas assinadas por estilistas famosos em 2014. As experiências dos últimos anos com nomes como Oskar Metsavaht, Clô Orozco e Chris Barros mostraram que o público do Grupo Guararapes quer consumir produtos que tragam tendências de moda mais ousadas. A chegada à Oscar Freire vai coincidir com o lançamento de cinco linhas assinadas que serão distribuídas em toda a rede.

Para chegar à meta de dobrar o número de lojas até 2016, para 330 unidades, a Riachuelo está colocando o pé no acelerador a partir deste ano. Serão 41 inaugurações ao longo de 2013, para um total de 210 pontos de venda no fim de dezembro. Para chegar lá, Rocha está atento aos espaços que surgem nos shopping centers. Antes do Natal, a empresa deverá abrir uma unidade de roupas femininas – a Riachuelo Mulher – no Shopping Eldorado, em São Paulo,

Chili Beans (óculos) e a Arezzo (calçados) já têm lojas conceito no local. A chocolateria Kopenhagen vai abrir um espaço semelhante em breve Especialista em moda, Marie-Oceane Gazurek, do Grupo Troiano de Branding, diz que a aproximação entre o luxo e o fast fashion reflete uma evolução da percepção da consumidora brasileira. De um lado, as camadas mais populares perderam o "medo" de lojas mais bonitas e organizadas. De outro, as classes de maior poder

Vamos melhorar o produto comum da Riachuelo, mas sem aumentar o preço. Já cometemos esse erro. Hoje sabemos quanto o nosso público se dispõe a pagar. FLÁVIO ROCHA, PRESIDENTE DA RIACHUELO

onde as rivais Renner, C&A e Zara já estão há anos. Refinado versus popular. A "mistura" de marcas populares a grifes de luxo já é muito comum no exterior. O aluguel comercial mais caro do mundo é pago pela rede de confecções Forever 21, que ocupa o edifício que antigamente era da Virgin Records, no Times Square, em Nova York. A Oscar Freire está seguindo essa tendência, segundo Rosangela Lyra, presidente da Associação dos Lojistas dos Jardins. Ela lembra que redes como a

da ajuda a reduzir encalhes e melhora o faturamento por metro quadrado de venda, uma vez que peças que não caíram no gosto da clientela deixam de ocupar espaço na loja. Atualmente, cerca de 40% da rede é abastecida diariamente pelos caminhões do Grupo Guararapes, que tem sua própria transportadora. O objetivo é que todas as unidades da rede sejam atendidas na mesma velocidade até o final do ano que vem. Mudanças na fábrica

Patrícia Cruz/LUZ – 15/9/09

Loja símbolo na Paulista A meta de crescer e, ao mesmo tempo, ter uma percepção mais premium aos olhos do consumidor, não passa só pela sofisticação dos produtos. Segundo o presidente da Riachuelo, Flávio Rocha, uma parte vital do trabalho não é só abrir lojas, mas também ocupar os espaços certos. É por isso que, no início de 2014, a empresa vai inaugurar outra loja "símbolo", num prédio de seis andares na Avenida Paulista, bem na esquina com a Haddock Lobo. Juntas, as unidades da Paulista e da Oscar Freire vão consumir R$ 20 milhões e custarão pelo menos dois terços mais do que um ponto de venda padrão.

Freire. "Vamos melhorar o produto comum da Riachuelo, mas sem aumentar o preço", diz o empresário. "Já cometemos esse erro no passado, após algumas parcerias com estilistas. Hoje sabemos quanto o nosso público está disposto a pagar." Em relação às lojas, a Riachuelo afirma ter, entre inaugurações e reformas, 60 pontos de venda considerados premium – um deles é a unidade do Shopping Frei Caneca, em São Paulo. O novo conceito

aquisitivo perceberam que vestir grifes da cabeça aos pés não é, necessariamente, sinônimo de elegância. "Na França, por exemplo, é comum uma mulher usando uma bolsa Louis Vuitton entrar na H&M (rede sueca de baixo custo) para comprar um item mais básico. As duas coisas podem conviver muito bem." Para que a sofisticação da Riachuelo não fique só no discurso, o presidente da empresa sabe que o cuidado com a qualidade precisará ser percebido também fora da Oscar

mudou a iluminação e a disposição dos produtos. Agora, a empresa está trabalhando para que o consumidor tenha a impressão de que as roupas da Riachuelo não são mais produzidas em série. Por isso, a empresa desenvolveu um sistema que reduziu drasticamente o número de peças expostas nas lojas. Até pouco tempo atrás, a Riachuelo chegava a mandar 36 unidades de cada peça ao varejo; hoje, conseguiu reduzir a quantidade para até quatro unidades por item. A medi-

A velocidade de reposição das mercadorias nas lojas da rede terá de ser acompanhada por mudanças também no processo fabril, de acordo com Rocha. Hoje, 85% de tudo o que é vendido na Riachuelo sai das fábricas da Guararapes em Fortaleza e Natal. A empresa produz 35 mil modelos diferentes por ano. "É bem mais do que a Zara, que faz 20 mil peças", afirma o presidente da Riachuelo, em referência à rede espanhola. Como será preciso acelerar ainda mais este processo, a Riachuelo trabalha, junto com o Sebrae, na criação de 360 pequenas confecções no Rio Grande do Norte, que forneceriam exclusivamente para o Grupo Guararapes. Apesar da presença de redes internacionais ainda ser tímida no mercado brasileiro, raramente um trimestre se passa sem que uma grande unidade finque bandeira no País. É por isso que Rocha afirma que a meta de dobrar o número de lojas da Riachuelo será mantida, apesar das projeções de crescimento mais fraco para a economia. "O mercado não vai crescer tanto, mas minha fatia de mercado ainda é pequena. Quero crescer por esse caminho", afirma. (Estadão Conteúdo)

Consumidor mais confiante em agosto

O

Índice de Confiança do Consumidor (ICC), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) recuperou-se das quedas registradas em junho e julho e subiu 4,4% em agosto ante o mês passado. O ICC subiu para

113,1 pontos, em comparação aos 108,3 pontos de julho, pontuação que havia sido a menor desde maio de 2009. Apesar da recuperação, a FGV destacou que "o nível do índice de agosto é ainda baixo em termos históricos".

O Índice da Situação Atual (ISA) subiu 7,3%, passando para 117,2 pontos em agosto, refletindo a diminuição do grau de insatisfação com o presente. Já o Índice de Expectativas avançou 3,5%, para 110,4 pontos, o melhor resultado

desde janeiro de 2013 (110,5), e um nível superior à média, de 108 pontos. O indicador que mede a satisfação dos consumidores com a economia atual foi o responsável pela melhora do ICC. Entre julho e agosto, a

proporção de consumidores que avaliam a situação atual da economia como boa subiu de 14,9% para 17,4%, e a dos que a acham ruim caiu de 47,1% para 37,8%. Já no que se refere aos seis meses seguintes, houve melhora no quesito que

mede o otimismo em relação à economia, com avanço de 7,5%, para 111,2 pontos. A parcela de consumidores projetando melhora aumentou de 27,9% para 29,8%, enquanto a dos que preveem piora diminuiu de 24,5% para 18,6%. (Reuters)


sábado, domingo e segunda-feira, 24, 25 e 26 de agosto de 2013

DIÁRIO DO COMÉRCIO

Ultra S.A. - Participações CNPJ nº 54.041.439/0001-91 - NIRE 35.300.105.702 Ata da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária Data, hora e local: 31 de julho de 2013, às 13h, na sede social da Ultra S.A Participações ( Companhia ), na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, nº 1.343, 9º andar, na cidade e Estado de São Paulo. Presença: Acionistas representando a totalidade do capital social. Publicações: Aviso aos Acionistas: Dispensada a publicação tendo em vista a publicação dos documentos a que se refere o artigo 133 da Lei nº 6.404/76 no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no jornal Diário do Comércio no dia 28 de março de 2013. Edital de Convocação: Dispensada a publicação de editais, na forma do artigo 124, parágrafo 4º, da Lei nº 6404/76. Mesa: Paulo Guilherme Aguiar Cunha - Presidente. Pedro Wongtschowski - Secretário. Ordem do dia e deliberações: 1. Aprovada a lavratura da ata desta Assembleia em forma de sumário, conforme dispõe o parágrafo 1º do artigo 130 da Lei nº 6.404/76, e autorizada sua publicação com omissão das assinaturas, na forma do parágrafo 2º do mesmo dispositivo. Em Assembleia Geral Ordinária: 2. Aprovado, com a abstenção dos legalmente impedidos, o relatório e as contas dos administradores da Companhia, bem como as demonstrações financeiras e suas notas explicativas, relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012. 3. Aprovada a destinação do lucro líquido do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, cujo montante foi de R$ 244.499.425,22 (duzentos e quarenta e quatro milhões, quatrocentos e noventa e nove mil, quatrocentos e vinte e cinco Reais e vinte e dois centavos), nos seguintes termos: a) R$ 12.224.971,26 (doze milhões, duzentos e vinte e quatro mil, novecentos e setenta e um Reais e vinte e seis centavos), serão destinados à reserva legal; b) R$ 81.638.258,03 (oitenta e um milhões, seiscentos e trinta e oito mil, duzentos e cinquenta e oito Reais e três centavos) serão destinados à reserva de retenção de lucros; e c) R$ 150.636.195,93 (cento e cinquenta milhões, seiscentos e trinta e seis mil, cento e noventa e cinco Reais e noventa e três centavos) foram destinados ao pagamento de dividendos, dos quais R$ 65.605.513,72 (sessenta e cinco milhões, seiscentos e cinco mil, quinhentos e treze Reais e setenta e dois centavos) foram pagos aos acionistas de acordo com a deliberação do Conselho de Administração da Companhia de 01 de agosto de 2012. O saldo remanescente dos dividendos ora aprovados, no montante de R$ 85.030.682,21 (oitenta e cinco milhões, trinta mil, seiscentos e oitenta e dois Reais e vinte e um centavos) foi pago aos acionistas a partir de 08 de março de 2013, conforme deliberado pelo Conselho de Administração da Companhia em 20 de fevereiro de 2013, sem remuneração ou atualização monetária, cabendo aos acionistas titulares de ações ordinárias receber o valor de R$946,99 por lote de mil ações e aos acionistas titulares de ações preferencias receber o valor de R$ 1.041,99 por lote de mil ações. 4. Aprovada a eleição, para membros do Conselho de Administração, das pessoas abaixo qualificadas, com mandato até a realização da Assembleia Geral Ordinária de 2014, que examinar os documentos a que se refere o artigo 133, da Lei nº 6.404/76, pertinentes ao exercício social em curso: Para Presidente: · Paulo Guilherme Aguiar Cunha, brasileiro, casado, engenheiro, portador da Cédula de Identidade RG nº 4.554.607-SSP/ SP e inscrito no CPF sob o nº 008.255.498-68. Para Conselheiros: · Lucio de Castro Andrade Filho, brasileiro, casado, engenheiro, portador da Cédula de Identidade RG nº 3.045.977-SSP/SP e inscrito no CPF sob o nº 061.094.708-72; · Ana Maria Levy Villela Igel, brasileira, viúva, empresária, portadora da Cédula de Identidade RG nº 2.821.401-SSP/SP e inscrita no CPF sob o nº 513.400.208-82; · Joyce Igel de Castro Andrade, brasileira, casada, empresária, portadora da Cédula de Identidade RG nº 3.005.592-SSP/SP e inscrita no CPF sob o nº 074.266.918-10; · Fabio Igel, brasileiro, casado, empresário, portador da Cédula de Identidade RG nº 16.473.997-X-SSP/SP e inscrito no CPF sob o nº 187.996.078-83; · Pedro Wongtschowski, brasileiro, divorciado, engenheiro químico, portador da Cédula de Identidade RG nº 3.091.522-SSP/SP e inscrito no CPF sob o nº 385.585.058-53; · Hélio Marcos Coutinho Beltrão, brasileiro, casado, engenheiro, portador da Cédula de Identidade RG nº 879.392-SSP/DF e inscrito no CPF sob o nº 008.786.367-73, com endereço profissional na Rua Iguatemi, n°448, 4° andar, na cidade e Estado de São Paulo; · Márcia Igel Joppert, brasileira, viúva, empresária, portadora da cédula de identidade RG n° 2.987.353-SSP/SP e inscrita no CPF sob o n° 694.695.398-34; e · Rogério Igel, brasileiro, divorciado, empresário, portador da cédula de identidade RG n° 2.992.103-SSP/SP e inscrito no CPF sob o n° 061.076.308-30. Todos os Conselheiros possuem endereço profissional na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, nº 1.343, 9º andar, na cidade e Estado de São Paulo, CEP 01317-910, à exceção de Hélio Marcos Coutinho Beltrão, cujo endereço encontra-se acima. 5. Fixado, a título de honorários, para cada membro do Conselho de Administração, por reunião que comparecerem, o jeton individual de R$ 500,00 (quinhentos Reais), sendo que os Diretores a serem eleitos exercerão as funções de seus cargos sem ônus para a Companhia. Em Assembleia Geral Extraordinária: 6. Ratificada a aprovação do relatório e as contas dos administradores da Companhia, bem como as demonstrações financeiras e suas notas explicativas, relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011, nos termos aprovados pelo Conselho de Administração da Companhia em 15 de fevereiro de 2012. 7. Ratificada, ainda, a aprovação, nos termos do artigo 27 do Estatuto Social da Companhia, do cancelamento de 6.840.773 (seis milhões, oitocentas e quarenta mil, setecentas e setenta e três) ações atualmente em tesouraria em razão de permutas solicitadas por acionistas da Companhia, sendo 5.440.773 (cinco milhões, quatrocentas e quarenta mil, setecentas e setenta e três) ações ordinárias e 1.400.000 (um milhão e quatrocentas mil) ações preferenciais, nos termos aprovados pelo Conselho de Administração da Companhia nesta data. 8. Aprovado o aumento do capital social da Companhia, que passará de R$ 609.500.000,00 (seiscentos e nove milhões e quinhentos mil Reais) para R$ 687.500.000,00 (seiscentos e oitenta e sete milhões e quinhentos mil Reais) sem emissão de novas ações, mediante capitalização de parte da importância existente na reserva de retenção de lucros. 9. Em razão das deliberações 7 e 8 acima, fica aprovada a alteração da redação do artigo 4º do Estatuto Social da Companhia, que passará a vigorar com a seguinte redação: Art. 4º - O capital social é de R$ 687.500.000,00 (seiscentos e oitenta e sete milhões e quinhentos mil Reais), dividido em 81.704.161 (oitenta e um milhões, setecentos e quatro mil, cento e sessenta e uma) ações nominativas, sem valor nominal, sendo (a) 57.761.275 (cinquenta e sete milhões, setecentas e sessenta e um mil e duzentos e setenta e cinco) ações ordinárias, e (b) 23.942.886 (vinte e três milhões, novecentos e quarenta e duas mil, oitocentas e oitenta e seis) ações preferenciais. 10. Ainda em virtude das deliberações anteriores, os acionistas decidem consolidar o Estatuto Social da Companhia, nos termos do Anexo I à presente ata. Observações: O Presidente da Mesa informou que: (i) todas as deliberações foram aprovadas por unanimidade de votos; (ii) os membros do Conselho de Administração tomam posse nesse ato, mediante assinatura de termo de posse devidamente arquivado na sede da Companhia e, consultados anteriormente, declararam que não estão incursos em qualquer delito que os impeçam de exercer as atividades do cargo para o qual foram designados, que não ocupam cargos em sociedades que possam ser consideradas concorrentes no mercado com a Companhia e que não têm interesse conflitante com a mesma, de acordo com o art. 147 da Lei nº 6.404/76, devidamente alterada. Nada mais havendo a tratar e não tendo sido solicitado o funcionamento do Conselho Fiscal, foram encerrados os trabalhos e lavrada a presente Ata que, lida e aprovada, foi assinada pelos Acionistas. Paulo Guilherme Aguiar Cunha na qualidade de Acionista e Presidente da Mesa. Pedro Wongtschowski - na qualidade de Acionista e Secretário da Mesa. Ana Elisa Alves Côrrea Igel; Ana Maria Levy Villela Igel; Ana Paula de Queiroz Cunha; Bettina de Castro Andrade Gasparian; Bruno Igel; Christy Participações Ltda.; Eduardo Queiroz Cunha; Fabio Igel; Guilherme de Queiroz Cunha; Hélio Marcos Coutinho Beltrão; Joyce Igel de Castro Andrade; Lucio de Castro Andrade Filho; Marcia Igel Joppert; Pedro Augusto de Queiroz Cunha; Rogério Igel; Roberta Joppert; Roberto de Castro Andrade; Sandra Joppert Bevilaqua. Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia. Junta Comercial do Estado de São Paulo. Certifico o Registro sob o número 319.913/13-2 em 21.08.2013. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

Tendência Empreendimentos e Participações S.A. CNPJ Nº 65.435.174/0001-22 - NIRE Nº 35300188004 Extrato da Ata da Assembléia Geral Extraordinária de 17/06/2013 Data, Hora e Local: 17/06/2013, às 08hs, na sede social, Av. Brig. Faria Lima nº 2092, 20º andar, SP/SP. Mesa: João Alberto C.F. dos Santos, Presidente; Antonio Martins Lima, secretário. Presença: 100% do Capital Social. Convocação: Através de correspondência (art. 124, Lei 6.404/76). Deliberações Aprovadas por Unanimidade: a) Alteração dos artigos 8º, 9º, 10º, 11º, 12º, 13º, 14º e 15º do Capítulo III - Da Administração do Estatuto Social: Art. 8º. A Sociedade será administrada por uma Diretoria, eleita por Assembléia Geral dos acionistas, composta de pelo menos 2 diretores e no máximo por 5 diretores, sem designação, residentes no País, acionistas ou não, eleitos e destituíveis pela Assembléia Geral, observado o disposto neste Estatuto Social. Art. 9º. O mandato dos Diretores será de 2 anos ou conforme estabelecido na Assembléia Geral que eleger o Diretor, permitida a reeleição sendo certo que o mandato dos Diretores cará automaticamente prorrogado até a eleição e posse dos respectivos substitutos. Art. 10º. Os membros da Diretoria tomarão posse mediante assinatura do respectivo termo nos livros das Atas da Diretoria, permanecendo sujeitos aos requisitos, impedimentos, deveres, obrigações e responsabilidades previstos nos artigos 145 a 158 da Lei nº 6.404/76. Art. 11º. A remuneração global ou individual da Diretoria será anualmente xada pela Assembléia Geral, cando os Diretores dispensados de prestar caução. Art. 12º. No caso de vaga de um dos cargos de Diretor, será convocada a Assembléia Geral para eleger o substituto, por prazo não superior a 30 dias, o qual completará o mandato do Diretor substituído. No caso de ausência ou impedimento temporário de qualquer Diretor, as suas atribuições serão exercidas pelo outro Diretor. Art. 13º. A Diretoria reunir-se-á quando convocada por qualquer de seus membros, sempre que assim exigirem os negócios sociais, com antecedência mínima de 03 dias, e somente será instalada com a presença da maioria de seus membros. As deliberações nas reuniões da Diretoria serão tomadas por maioria de votos. Cópias das atas das reuniões da Diretoria serão obrigatoriamente encaminhadas a todos os membros do Conselho Fiscal e registradas nos respectivos livros. Art. 14º. Compete à Diretoria a administração dos negócios sociais em geral e a prática, para tanto, de todos os atos necessários ou convenientes, ressalvados aqueles para os quais seja por lei ou pelo presente Estatuto atribuída a competência à Assembléia Geral. Art. 15º. A representação da Sociedade ativa ou passivamente perante quaisquer terceiros e a assinatura de escrituras de qualquer natureza, letras de câmbio, cheques, ordens de pagamento, contratos, em geral, e quaisquer outros documentos ou atos que importem em responsabilidade ou obrigação para a Sociedade ou que exonerem a Sociedade de obrigações para com terceiros, incumbirão e serão obrigatoriamente praticados por (i) dois Diretores em conjunto; (ii) um Diretor em conjunto com um procurador com poderes especí cos, observado o disposto no Parágrafo Primeiro; ou (iii) por 2 procuradores devidamente constituídos na forma prevista neste Estatuto Social, os quais deverão estar agindo nos limites dos poderes que lhes foram outorgados. § 1º. As procurações serão outorgadas em nome da Sociedade, representada conforme disposto neste artigo, devendo a procuração especi car os poderes conferidos e, com exceção daquelas para ns judiciais, terão período de validade limitado a, no máximo, 1 ano. Para o m de representação da Sociedade em juízo e perante repartições públicas federais, estaduais ou municipais, os poderes poderão ser outorgados em nome de somente um procurador. § 2º. A sociedade será considerada validamente representada por um diretor, isoladamente, quando em Juízo e perante quaisquer repartições públicas federais, estaduais e municipais e entidades autárquicas, podendo praticar todo e qualquer ato necessário à boa representação da sociedade ativa e passivamente, inclusive constituir procuradores com a cláusula ad judicia, rmar acordos judiciais de qualquer natureza e nomear prepostos para representação em Juízo. b) Eleição da Nova Diretoria. Foi comunicado que Leo Kryss não apresentou seu nome para reeleição, desligando-se da Diretoria, sendo eleitos os seguintes Diretores, com mandato até 30/04/2015: Josef Kryss, brasileiro, casado, administrador de empresas, RG nº 27.993.918-8-SSP/SP, CPF/MF nº 213.022.268-43; Antonio Martins Lima, brasileiro, casado, administrador de empresas, RG nº 1.043.494-3 SSP/PR e CPF/MF nº 204.203.159-34; e,João Alberto Costa Fonseca dos Santos, brasileiro, casado, administrador de empresas, RG nº 6.370.882-SSP/SP, CPF/MF nº 693.194.808-34, todos residentes no Estado de São Paulo. Encerramento: Nada mais, lavrou-se a ata. SP, 17/06/2013. João Alberto C. F. dos Santos Presidente da Mesa; Antonio Martins Lima - Secretário. Diretoria Eleita: João Alberto C. F. dos Santos; Antonio Martins Lima; Josef Kryss. JUCESP 310.285/13-6 em 16.08.2013. Gisela Simiema Ceschin - Sec. Geral.

BELL - Brasil Engenharia e Locações Ltda. NIRE. 35.225.333.367 - CNPJ. 13.518.309/0001-10 Extrato da Ata de Reunião de Sócios em 31 de Outubro de 2012 Data, Hora, Local: 31.10.2012, 10hs, sede social, R. Prof. Nova Gomes 382, SP/SP. Mesa: Felipe Sica Soares Cavalieri: Presidente, Christiano Kunzler: Secretário. Convocação: Dispensada. Presença: Totalidade do capital. Deliberações Aprovadas: (i) O Protocolo e Justificação de Cisão Parcial da Enejota Cavalieri Engenharia Ltda., sede em SP/SP, JUCESP NIRE 35.224.060.979, CNPJ/MF 62.450.564/0001-83 com a versão de parcela cindida à Sociedade; (ii) Ratificaram a nomeação e contratação dos peritos que realizaram a avaliação do acervo líquido bem como o Laudo de Avaliação; (iii) A versão da parcela do patrimônio cindido, passando a pertencer a esta Sociedade os direitos e obrigações referentes à parcela do patrimônio cindido, com a consequente redução do capital social; (iv) O capital social, atualmente de R$ 1.000.000,00, será aumentado em R$ 4.097.470,00, mediante a emissão 4.097.470 quotas, no valor nominal de R$1,00 cada, as quais serão totalmente integralizadas mediante a parcela cindida do acervo líquido ajustado, passando para R$ 5.097.470,00, dividido em 5.097.470 quotas, com valor nominal de R$1,00, alterando a Cláusula 5ª do Contrato Social. Encerramento: Nada mais. Quotistas: FCK 50 Holding e Participações Ltda. p/Felipe Sica Soares Cavalieri/Christiano Kunzler, Enejota Cavalieri Engenharia Ltda. p/Newton José Soares Cavalieri, Cambra Holding e Participações Ltda. p/Luiz Antonio Tavares Pinho. JUCESP 18.751/13-1 em 09.01.2013. Gisela Simiema Ceschin: Sec.Geral.

PREFEITURA MUNICIPAL DE BIRIGUI

EDITAL Nº 090/2.013 – RP de PREGÃO PRESENCIAL Nº 087/2.013. MANIFESTAÇÃO À IMPUGNAÇÃO. Após análise do pedido de Impugnação ao Edital do Pregão Presencial nº 087/2013 interposto pela empresa “INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGICO E ASSISTÊNCIA INTEGRAL À SAÚDE - IDEAIS”, o Pregoeiro decide Indeferir o “Pedido de Impugnação”, mantendo-se a redação original do edital, respaldado pela jurisprudência do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, TC-45181/026/08, TC-0344995/026/09, TC028304/026/09 e TC-029453/026/10, e a justificativa da Secretaria de Saúde, requisitante do objeto, anexo VI do edital em questão. Desta forma, ficam as informações constantes no edital de Pregão Presencial de nº 087/2013, inalteradas e sua realização na data e horário previstos inicialmente no edital em questão, cuja decisão foi confirmada pelo Excelentíssimo Sr. Prefeito. A decisão sobre a impugnação encontra-se nos autos do processo licitatório à disposição dos interessados no Site: www.birigui.sp.gov.br ou na Seção de Licitações, na Rua Santos Dumont, 28- Centro, Birigui, 23/08/2013.

FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 23 de agosto de 2013, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: Grampofix Indústria e Comércio Ltda. Requerido: Master Móveis Ltda. Rua Artur de Azevedo, 1.217 - 4° andar - Sala 42 Pinheiros - 1ª Vara de Falências. Requerente: Soma Design Representação e Projetos de Moda Ltda. Requerido: Nacarato Comércio de Calçados Ltda. Rua Doutor Alceu de Campos Rodrigues, 352 Vila Nova Conceição 2ª Vara de Falências. Requerente: Banco Industrial do Brasil S/A. Requerido: Asfalto Califórnia S/A. Alameda Campinas, 728 - 11° Andar, Sala 111 Jardim Paulista - 1ª Vara de Falências. Requerente: AVS Seguradora S/A - Autofalência. Requerido: AVS Seguradora S/A. - Autofalência. Largo São Bento, 64 - 5°Andar Centro - 2ª Vara de Falências. Recuperação Judicial Requerente: PJ Com. e Consertos de Joias e Relógios Ltda. ME. Requerente: PSJ Comércio e Consertos de Semi Joias e Relógios Ltda. ME. Requerido: PJ Com. e Consertos de Joias e Relógios Ltda. ME. Rua Barão de Paranapiacaba, 25 - 3° Andar Salas 2 e 3 Centro. Requerido: PSJ Comércio e Consertos de Semi Joias e Relógios Ltda. ME. Rua Barão de Paranapiacaba, 73 - 3° Andar com loja na sala 34 Sé - 1ª Vara de Falências.

ECONOMIA/LEGAIS - 27 COMPANHIA FLORESTAL DO BRASIL

(Em Organização) Ata da Assembleia Geral de Constituição da Companhia Florestal do Brasil, Mediante Subscrição Particular, Realizada em 24 de Maio de 2013 1. Data e Horário: Aos vinte e quatro dias do mês de maio de 2013, às 15:00 horas. 2. Local: Avenida uso de marcas e patentes, gestão financeira e de investimentos, bem como zelar pelo seu estrito Brigadeiro Faria Lima, 3400, 20º andar, Itaim Bibi, São Paulo/SP, CEP 04538-132. 3. Convocação e cumprimento; II - aprovar os orçamentos anuais e plurianuais, os projetos de expansão e programas de Presença: Convocação dispensada, nos termos do artigo 124, § 4o, da Lei no 6.404/76, face à presença investimento, bem como acompanhar a sua execução e o seu desempenho; III - aprovar a estrutura da totalidade dos acionistas fundadores/subscritores, a seguir nomeados e qualificados: (a) Florestal administrativa da Companhia e deliberar a respeito da política de recursos humanos, inclusive a política Nacional S.A., sociedade por ações, com sede na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3400, 20º andar, Sala salarial; IV - eleger e destituir os membros da Diretoria e, em caso de vacância, eleger substituto para Volta Redonda, Itaim Bibi, São Paulo/SP, inscrita no CNPJ/MF sob no 09.295.323/0001-24, neste ato concluir o período de gestão do substituído;V - definir a política de dividendos e propor à Assembleia Geral representada por seus Diretores Juarez Saliba de Avelar e Luis Fernando Barbosa Martinez; (b) Enéas a destinação do lucro líquido do exercício;VI - deliberar sobre aumento de capital dentro do limite do capital Garcia Diniz, brasileiro, casado, engenheiro, portador da cédula de identidade RG nº 04.746.432-6-IFP/ autorizado, observado o disposto no Art.6º do presente Estatuto Social;VII - fixar alçadas da Diretoria para RJ, inscrito no CPF/MF sob nº 657.575.057-53, residente e domiciliado na Cidade de Volta Redonda, a prática dos seguintes atos, independentemente de autorização do Conselho de Administração: Estado do Rio de Janeiro, na Rodovia BR 393 - Lúcio Meira, KM 5.001, s/nº, Vila Santa Cecília; 4. Mesa: (a) aquisição, alienação e oneração de qualquer bem do ativo permanente; (b) celebração de quaisquer Assumiu a Presidência da Mesa, por consenso dos presentes, o Sr.Juarez Saliba de Avelar, que convidou, negócios jurídicos pela Companhia, incluindo empréstimos e financiamentos, inclusive com sociedades a mim, Claudia Maria Sarti, para Secretária. 5. Providências Preliminares: O Sr. Presidente (i) declarou por ela controladas, direta ou indiretamente; (c) constituição de qualquer espécie de garantia ou a instalada a Assembleia, informando, como era de conhecimento de todos, que a mesma tinha como oneração de qualquer bem que não integre o ativo permanente da Companhia, inclusive em benefício ou objetivo a constituição de uma sociedade por ações de capital fechado, sob a denominação de Companhia em favor de terceiros, desde que tais terceiros sejam pessoas jurídicas subsidiárias, controladas ou Florestal do Brasil, na forma do projeto de Estatuto Social (Anexo I) que se encontrava sobre a mesa. coligadas da Companhia; VIII - deliberar a respeito da transferência de recursos da Companhia para O projeto de Estatuto Social foi entregue à Assembleia, lido, discutido e aprovado por unanimidade, tendo terceiros, inclusive associações de empregados, entidades assistenciais recreativas, fundos de sido assinado em duplicata por todos os acionistas fundadores/subscritores; (ii) informou, ainda, que a previdência privada, fundações e pessoas jurídicas de direito público; IX - determinar a realização de Lista de Subscrição (Anexo II) do capital social encontrava-se sobre a mesa. Os acionistas fundadores/ auditorias em sociedades, associações, fundações e entidades assemelhadas, de que a Companhia subscritores subscreveram, no ato, a totalidade do capital social, no valor de R$ 1.000,00 (mil reais), participe; X - deliberar a respeito de atos que envolvam transformação, fusão, cisão, incorporação ou dividido em 1.000 (mil) ações ordinárias, todas nominativas, sem valor nominal, tendo sido subscritas e extinção de sociedades nas quais a Companhia possua participação societária; XI - definir lista tríplice de integralizadas 999 ações, no valor de R$ 999,00 (novecentos e noventa e nove reais), pela Florestal empresas especializadas para determinação do valor econômico da Companhia para fins de reembolso; Nacional S.A. e 1 (uma) ação, no valor de R$1,00 (um real), pelo Sr. Enéas Garcia Diniz, perfazendo o total XII - deliberar sobre a aquisição de ações da companhia, para efeitos de cancelamento ou posterior de R$1.000,00 (mil reais), conforme comprovam os recibos de depósito no Banco do Brasil (Anexo III); alienação, devendo posteriormente convocar Assembléia Geral Extraordinária para deliberar sobre a (iii) tendo em vista que os requisitos preliminares exigidos pelo art. 80 da Lei no 6.404/76 foram cumpridos, alteração da cláusula estatutária referente ao capital social da Companhia, observado o disposto na declarou constituída, de pleno direito, a sociedade por ações de capital fechado, denominada Companhia legislação em vigor; XIII- vetar a execução de decisões dos Diretores eventualmente adotadas contra as Florestal do Brasil, que passa a ser regida pelo Estatuto Social igualmente aprovado. 6. Deliberações: Foi disposições deste Estatuto Social; XIV - manifestar-se a respeito de todos os assuntos que devam ser aprovado, por unanimidade de votos: 6.1. a constituição da Companhia Florestal do Brasil, com o capital submetidos à Assembleia Geral; XV - deliberar sobre quaisquer matérias cujos limites ultrapassem a subscrito e integralizado, conforme acima mencionado de R$ 1.000,00 (mil reais), dividido em 1.000,00 alçada estabelecida para a Diretoria Executiva, conforme previsto neste Artigo 16; XVI - resolver os casos (mil) ações ordinárias, todas nominativas, sem valor nominal;6.2. que a Companhia Florestal do Brasil tem omissos e exercer outras atribuições legais que não conflitem com aquelas definidas por este Estatuto ou sede social na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3400, 15º andar, parte, Sala Florestal do Brasil, Itaim Bibi, pela lei. Seção II - Diretoria - Art. 17 - A Companhia terá uma Diretoria composta de 2 (dois) a 5 (cinco) São Paulo/SP, CEP 04538-132. 6.3. o Estatuto Social, na forma do Anexo I; 6.4. a eleição do Conselho de Diretores, sendo um Diretor-Presidente e os demais sem designação específica, a critério do Conselho Administração da Companhia Florestal do Brasil, tendo sido eleitos para compor o referido órgão da de Administração. Parágrafo 1o - O prazo de gestão dos Diretores é de 3 (três) anos, permitida a sua administração os Srs. Enéas Garcia Diniz, brasileiro, casado, engenheiro, portador da cédula de reeleição. Parágrafo 2o - No caso de ausência ou impedimento temporário de qualquer dos Diretores, as identidade RG nº 04.746.432-6 IFP/RJ, inscrito no CPF/MF sob o nº 657.575.057-53, residente e funções do Diretor ausente ou impedido serão acumuladas por outro Diretor, por designação do Diretor domiciliado na Av. Brig. Faria Lima, 3400, 20º andar, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, como ausente. Parágrafo 3o - Em caso de vacância de cargo de Diretor, seu substituto será indicado pelo Presidente do Conselho de Administração; David Moise Salama, brasileiro, casado, contador, portador Conselho de Administração e exercerá o cargo pelo período remanescente do prazo de gestão do da Cédula de Identidade RG nº 15.315.057-9 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob nº 085.725.298-45, com substituído. Art. 18 - A Diretoria, observadas as diretrizes e deliberações do Conselho de Administração endereço comercial na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 20º andar, na Cidade de São Paulo, Estado de e da Assembleia Geral, terá poderes de administração e gestão dos negócios sociais, podendo praticar São Paulo, como Vice-presidente do Conselho de Administração; e Luis Fernando Barbosa Martinez, todos os atos e realizar todas as operações que se relacionem com o objeto social da Companhia, brasileiro, casado, engenheiro metalurgista, portador da Cédula de Identidade RG nº 10.527.662 - observadas as limitações e as disposições previstas neste Estatuto Social. Parágrafo único - Compete à SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob nº 055.978.608-52, com endereço comercial na Av. Brigadeiro Faria Diretoria designar um Diretor ou procurador para representar singularmente a Companhia em atos Lima, 3.400, 20º andar, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, como conselheiro, todos com prazo determinados. Art. 19 - A Diretoria reunir-se-á sempre que convocada por qualquer de seus membros. de gestão de 3 (três) anos, estendendo o mandato até a investidura dos respectivos sucessores. Parágrafo Único - A Diretoria sempre deliberará pela maioria dos membros presentes. Em caso de Os conselheiros ora eleitos declararam estar totalmente desimpedidos, nos termos do art. 147 da Lei empate, a Diretoria deverá submeter a matéria à deliberação do Conselho de Administração. no 6.404/76, para o exercício de suas funções; 6.5. a fixação da remuneração anual global dos Art. 20 - Compete a cada Diretor, no âmbito da área específica de atuação que lhe for definida pelo Administradores da Companhia Florestal do Brasil no valor de até R$ 30.000,00 (trinta mil reais), cabendo Conselho de Administração: I - representar a Companhia, nos termos da lei e deste Estatuto Social; II ao Conselho de Administração em reunião, proceder ao rateio daquela verba; 6.6. que as publicações - organizar, coordenar e supervisionar os serviços que lhe competem; III - participar das reuniões da legais da Companhia sejam realizadas no jornal Diário do Comércio e no Diário Oficial do Estado de São Diretoria, concorrendo para a definição das políticas a serem seguidas pela Companhia e relatando os Paulo; 6.7. dispensar a instalação do Conselho Fiscal da Companhia, conforme facultado pelo artigo 161 assuntos da sua respectiva área de supervisão e coordenação; IV - cumprir e fazer cumprir a política e a da Lei nº 6.404/76 e pelo artigo 24 do Estatuto Social ora aprovado; 6.8. desde logo entregar todos os orientação geral dos negócios da Companhia estabelecidos pelo Conselho de Administração, sendo cada documentos, livros e/ou papéis relativos à constituição da Companhia Florestal do Brasil ou a ela Diretor responsável pela sua área específica de atividades. Art. 21 - A representação da Companhia e a pertencentes, aos primeiros administradores assim eleitos para as providências legais cabíveis. prática dos atos necessários ao seu funcionamento regular caberão aos membros da Diretoria, 7. Encerramento: E, nada mais havendo a tratar, suspenderam-se os trabalhos pelo tempo necessário à observadas as seguintes normas: I - todos os atos, contratos ou documentos que impliquem lavratura desta Ata. Reaberta a sessão, foi esta lida, achada conforme e assinada pela Secretária, pelo responsabilidade para a Companhia, ou desonerem terceiros de responsabilidade ou obrigações para Presidente da Mesa e por todos os acionistas fundadores/subscritores presentes. São Paulo, 24 de maio com a Companhia deverão, sob pena de não produzirem efeitos contra a Companhia, ser assinados (a) de 2013. Juarez Saliba de Avelar - Presidente da Assembleia; Claudia Maria Sarti - Secretário da por dois Diretores; (b) por um Diretor e um procurador com poderes especiais; ou (c) por dois procuradores Assembleia. Florestal Nacional S.A.: p.p. Juarez Saliba de Avelar/Luis Fernando B. Martinez - Fundadora/ com poderes especiais; II - ressalvado o disposto neste Estatuto Social, a Companhia poderá ser Subscritora; Enéas Garcia Diniz - Fundador/Subscritor.Visto do Advogado: Claudia Maria Sarti - OAB/SP representada, indistintamente, por qualquer um dos Diretores ou procurador com poderes especiais, nº 124.687. Anexo I à ata de Assembleia Geral de Constituição da Companhia Florestal do Brasil, conforme designação da Diretoria (Art. 18, parágrafo único), (i) na prática de atos de simples rotina realizada em 24 de maio de 2013. Companhia Florestal do Brasil - (Em Organização) - Estatuto administrativa, inclusive os praticados perante as repartições públicas em geral, autarquias, empresas Social - Capítulo I - Da Denominação, Objetivo, Sede e Duração - Art. 1o - Companhia Florestal do públicas, sociedades de economia mista, Junta Comercial, Justiça do Trabalho, INSS, FGTS e seus Brasil, pessoa jurídica de direito privado, constituída em 24 de maio de 2013 e organizada sob a forma de bancos arrecadadores, (ii) perante concessionárias ou permissionárias de serviços públicos, em atos que sociedade por ações de capital fechado, reger-se-á por este Estatuto Social, onde será doravante não importem em assunção de obrigações ou na desoneração de obrigações de terceiros, (iii) para a designada abreviadamente como Companhia, e pelas disposições legais que lhe forem aplicáveis. preservação de seus direitos em processos administrativos ou de qualquer natureza, e no cumprimento Art. 2o - A Companhia tem por objeto a participação no capital de outras sociedades nacionais ou de suas obrigações fiscais, trabalhistas ou previdenciárias, (iv) no endosso de títulos para efeitos de internacionais constituídas sob qualquer forma societária e qualquer que seja o objeto social. Art. 3º - cobrança ou depósito em contas bancárias da Companhia, (v) para representar a Companhia nas A Companhia tem sede e foro na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, podendo, por deliberação assembleias gerais e reuniões de acionistas ou equivalentes de sociedades, consórcios e outras do Conselho de Administração, instalar ou encerrar filiais, sucursais, agências, escritórios ou entidades das quais participe a Companhia, (vi) para fins de recebimento de intimações, citações, representações em qualquer parte do território nacional. Art. 4o - A Companhia tem prazo de duração notificações ou interpelações, na representação ativa e passiva da Companhia em Juízo, bem como para indeterminado. Capítulo II - Capital Social e Ações - Art. 5º - O capital social da Companhia, totalmente prestar depoimento pessoal ou praticar atos análogos e (vii) na assinatura de documentos de qualquer subscrito e integralizado, é de R$ 1.000,00 (mil reais), dividido em 1.000 (mil) ações ordinárias nominativas espécie que importem em assunção de obrigação pela a Companhia, em circunstâncias nas quais não e sem valor nominal. Parágrafo 1º - As ações são indivisíveis perante a Companhia. Parágrafo 2º - Cada seja possível a presença do segundo procurador e desde que autorizado pela Diretoria. Art. 22 ação ordinária dá direito a um voto nas deliberações da Assembleia Geral. Art. 6o - O Conselho de Na constituição de procuradores observar-se-ão as seguintes regras: I - todas as procurações terão de Administração fica autorizado a aumentar o capital social da Companhia, independentemente de reforma ser outorgadas por dois Diretores ou por um Diretor em conjunto com um Procurador designado pelo estatutária, nos termos do disposto no art. 168 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, a até 2.000 Conselho de Administração; II - exceto nos casos das procurações “ad judicia”, que poderão ser (duas mil) ações nominativas e sem valor nominal. Parágrafo 1o - Na proporção do número de ações que outorgadas por prazo indeterminado, todas as procurações serão por prazo certo, não superior a um ano, possuírem, os acionistas terão preferência para a subscrição do aumento de capital. Parágrafo e terão poderes específicos e limitados. Art. 23 - Compete a qualquer membro da Diretoria, além de 2o - Compete ao Conselho de Administração estabelecer o preço, prazo e as condições de cada emissão. exercer os poderes e atribuições conferidos pelo presente Estatuto Social, cumprir outras funções que Parágrafo 3º - O acionista que não integralizar as ações subscritas, na forma do boletim de subscrição ou vierem a ser fixadas pelo Conselho de Administração. Capítulo V - Conselho Fiscal - Art. 24 da chamada, ficará constituído, de pleno direito, em mora, devendo pagar à Companhia juros de 1% (um Com funcionamento nos exercícios sociais em que se instalar, a pedido de acionistas, o Conselho Fiscal por cento) ao mês ou fração, contados do 1º (primeiro) dia do não cumprimento da obrigação, acrescido é composto de 3 (três) membros efetivos e 3 (três) suplentes, eleitos pela Assembleia Geral, que fixará a de correção monetária na forma admitida em lei e de multa equivalente a 10% (dez por cento) do valor não remuneração dos membros efetivos. Parágrafo único - Cada período de funcionamento do Conselho integralizado em atraso. Capítulo III - Assembleia Geral - Art. 7º - A Assembleia Geral tem poderes para Fiscal termina na primeira Assembleia Geral Ordinária, realizada após a sua instalação. Capítulo VI decidir todos os negócios relativos à Companhia, tomar as resoluções que julgar convenientes à sua Exercício Social, Demonstrações Financeiras e Destinação do Lucro - Art. 25 - O exercício social defesa e ao seu desenvolvimento, e será convocada, com a indicação da ordem do dia, na forma da Lei. encerrar-se-á em 31 de dezembro de cada ano, findo o qual serão elaboradas as demonstrações Art. 8º - Assembleia Geral será instalada e presidida pelo Presidente do Conselho de Administração ou financeiras do exercício, que serão, após manifestação do Conselho de Administração, submetidas à por que o substituir, na forma do disposto no Art. 14, parágrafo 3º, a quem caberá a escolha do secretário Assembleia Geral, juntamente com a proposta de destinação do lucro do exercício. Parágrafo 1º da Mesa. Art. 9º A Assembleia Geral reunir-se-á ordinariamente, na sede social, nos quatro primeiros Do resultado do exercício serão deduzidos, antes de qualquer participação, os prejuízos acumulados e a meses subseqüentes ao encerramento do exercício social a fim de deliberar sobre as matérias previstas provisão para o imposto sobre a renda e contribuição social sobre o lucro líquido. Parágrafo 2º - O lucro do no art. 132 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e extraordinariamente sempre que os interesses exercício terá obrigatoriamente a seguinte destinação: I - 5% (cinco por cento) para a formação do fundo sociais o exigirem. Capítulo IV - Administração - Art. 10 - A administração da Companhia compete ao de reserva legal, até atingir 20% (vinte por cento) do capital social subscrito; II - pagamento de dividendo Conselho de Administração e à Diretoria. Art. 11 - A remuneração dos administradores será fixada pela obrigatório (Art. 28); III - o lucro remanescente terá a destinação deliberada em Assembleia Geral, Assembleia Geral, observado o disposto neste artigo. Parágrafo 1o - A remuneração dos administradores observadas as prescrições legais. Art. 26 - Compete ao Conselho de Administração, além das matérias será fixada global ou individualmente, a critério da Assembleia Geral. Parágrafo 2º - Na hipótese de a previstas em lei e neste Estatuto Social: I - determinar o levantamento de balanços semestrais, trimestrais Assembleia Geral fixar um montante global para remuneração dos administradores caberá ao Conselho ou em períodos menores, observadas as prescrições legais; II - aprovar a distribuição de quaisquer de Administração proceder à sua distribuição. Seção I - Conselho de Administração - Art. 12 - dividendos adicionais, intercalares ou intermediários, inclusive como antecipação total ou parcial do O Conselho de Administração será composto por 3 (três) a 6 (seis) membros, eleitos pela Assembleia dividendo obrigatório do exercício em curso, observadas as disposições legais; III - declarar dividendos à Geral, com prazo de gestão de três anos, permitida a reeleição, sendo um deles indicado para o cargo de conta de lucros acumulados ou de reservas de lucros existentes no último balanço anual ou semestral; Presidente e outro para o de Vice-Presidente.Art. 13 - O Conselho de Administração reunir-se-á mediante IV - pagar juros sobre o capital próprio imputando o montante dos juros pagos ou creditados ao valor do convocação efetuada pelo Presidente ou por 2 (dois) Conselheiros. Parágrafo 1º As reuniões do Conselho dividendo obrigatório (Art. 28), nos termos do artigo 9º, §7º, da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995. de Administração somente se instalarão com a presença da maioria dos seus membros. Parágrafo 2o Das Art. 27 - O ato do Conselho de Administração que deliberar o pagamento antecipado de dividendo reuniões serão lavradas atas em livro próprio.Parágrafo 3º As deliberações do Conselho de Administração obrigatório disporá se esses pagamentos serão compensados, corrigidos monetariamente, com o valor serão tomadas por maioria de votos dos presentes.No caso de empate, aquele que preside a reunião terá, do dividendo obrigatório do exercício e, prevista essa compensação, a Assembleia Geral Ordinária além do voto pessoal, o de desempate. Parágrafo 4º As Reuniões do Conselho de Administração serão determinará o pagamento do saldo obrigatório que houver, bem como a reversão à conta de origem do presididas pelo seu Presidente. Art. 14 - Nos casos de vacância, impedimento temporário ou ausência de valor pago antecipadamente. Art. 28 - A Companhia distribuirá como dividendo, em cada exercício social, membro do Conselho de Administração, serão observadas as seguintes regras: Parágrafo 1º - No caso de no mínimo 25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido do exercício, nos termos do art. 202, da Lei vacância de qualquer membro do Conselho de Administração, os Conselheiros remanescentes deverão, nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976. Art. 29 - Os dividendos não reclamados no prazo de três anos caso o número de Conselheiros remanescentes seja inferior ao mínimo previsto neste Estatuto Social, contados do início do seu pagamento prescreverão em favor da Companhia. Capítulo VII - Liquidação nomear substituto que servirá até a primeira Assembleia Geral da Companhia e que, se confirmado pela Art. 30 - A Companhia entra em liquidação nos casos previstos em lei, observadas as normas pertinentes. respectiva Assembleia Geral, completará o mandato do substituído.Parágrafo 2o - No caso de impedimento Parágrafo Único - Compete à Assembleia Geral que aprovar a liquidação nomear o liquidante e os temporário ou ausência de qualquer membro do Conselho de Administração, o Conselheiro ausente ou membros do Conselho Fiscal, que deverá funcionar durante o período de liquidação, fixando-lhes os impedido poderá indicar, dentre os demais Conselheiros, aquele que o representará, sendo que a respectivos honorários. Capítulo VIII - Disposições Gerais - Art. 31 - O valor de reembolso das ações substituição ocorrerá enquanto durar o impedimento, que, se for superior a noventa dias, caracterizará a será o quociente da divisão do valor econômico da Companhia, apurado mediante avaliação nos termos vacância do cargo. Parágrafo 3º - Se a vacância ocorrer no cargo de Presidente, ele será substituído por da lei, pelo número total das ações emitidas pela Companhia, excluídas as ações emTesouraria.Parágrafo outro Conselheiro escolhido pelos Conselheiros remanescentes. No caso de impedimento temporário ou único - Compete à Assembleia Geral escolher a empresa especializada responsável pela determinação ausência, o Presidente será substituído pelo seuVice-Presidente, ou, na falta deste, por outro Conselheiro do valor econômico da Companhia para fins de reembolso, dentre uma lista tríplice de empresas por ele indicado.Parágrafo 4º - Nas hipóteses de impedimento temporário ou ausência previstos neste Art. apontadas pelo Conselho de Administração. Art. 32 - A Companhia poderá observar as normas sobre 14, o representante agirá, inclusive para efeito de votação em reuniões do Conselho de Administração, demonstrações financeiras expedidas pela Comissão deValores Mobiliários para as companhias abertas. por si e pelo Conselheiro representado.Art. 15 - O Conselho de Administração, para seu assessoramento, São Paulo, 24 de maio de 2013. Juarez Saliba de Avelar - Presidente da Assembleia; Claudia Maria Sarti poderá criar comitês especiais, com objetivos definidos e prazos de atividade limitados, integrados por - Secretário da Assembleia. Florestal Nacional S.A.: p.p. Juarez Saliba de Avelar/Luis Fernando B. pessoas por ele designadas. Art. 16 - Compete ao Conselho de Administração, além das atribuições Martinez - Fundadora/Subscritora; Enéas Garcia Diniz - Fundador/Subscritor.Visto do Advogado: Claudia fixadas em lei: I - aprovar as diretrizes gerais de administração da Companhia, estabelecendo as regras Maria Sarti - OAB/SP nº 124.687. JUCESP/NIRE nº 3530045397-2 em 26/06/2013. Protocolo: básicas à ação executiva, inclusive no tocante à produção, comercialização, transferência de tecnologia, 0.564.019/13-6. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

FDE AVISA: Pregão Eletrônico de Registro de Preços nº 36/00710/13/05 OBJETO: AQUISIÇÃO DE CARRO AUXILIAR PARA COZINHA - CA 01, LIQUIDIFICADOR COMERCIAL - BT 01 E FOGÃO INDUSTRIAL 4 BOCAS - FO 03 + 01 KIT PARA REDE GLP. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para Aquisição de Carro Auxiliar para Cozinha - CA 01, Liquidificador Comercial - BT 01 e Fogão Industrial 4 Bocas - FO 03 + 01 Kit Para Rede GLP. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 26/08/2013, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 06/09/2013, às 10:00 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 26/08/2013, até o momento anterior ao início da sessão pública. BARJAS NEGRI - Presidente

BES SECURITIES DO BRASIL S.A. CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS - CNPJ nº 33.894.445/0001-11 - NIRE 35.300.339.045 - Ata da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, realizada em 24/04/2013 - Data, Hora e Local: Aos 24/04/2013, às 09hs, na sede social, situada na Av. Brig. Faria Lima, 3729, Itaim Bibi, SP/SP. Convocação: Dispensada a publicação do Edital de Convocação, de conformidade com o disposto no § 4º do Art. 124 da Lei 6.404/76. Presenças: Compareceu, identificou-se e assinou o Livro de Presença o único acionista da sociedade, BES Investimento do Brasil S.A. - Banco de Investimento, por seus representantes. Constituição da Mesa: Presidente: Rui Miguel Aleixo Marques; Secretário: Mércia Carmeline Alves Bruno. Ordem do Dia: AGO/E: 1) Exame, discussão e votação das contas dos Administradores, das Demonstrações Financeiras acompanhadas das Notas Explicativas e do Parecer dos Auditores Independentes, relativas ao exercício encerrado em 31/12/2012; 2) Deliberação sobre a destinação do lucro líquido do exercício encerrado em 31/12/2012; 3) Reeleição da Diretoria; 4) Fixação da remuneração gglobal anual da Diretoria ppara o exercício de 2013; 5) Alteração do Art. 23, item “c” do Estatuto Social; 6) Alteração do endereço da sociedade, e, 7) Outros assuntos de interesse da Sociedade. ç Financeiras Deliberações da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária: 1) Aprovados, p por p unanimidade de votos, o Relatório da Diretoria, as contas dos Administradores, as Demonstrações acompanhadas das Notas Explicativas e do Parecer dos Auditores Independentes, referentes ao exercício social encerrado em 31/12/2012, documentos estes publicados no “DOE/SP”, págs. 303 e 304 e no “DCI”, pág. C9, em suas respectivas edições do dia 28/02/2013, sendo que a publicação do aviso aos acionistas de que trata o Art. 133, da Lei 6.404/76 foi dispensada, nos termos do § 5º daquele mesmo Art.. 2) Aprovada a destinação do lucro líquido do exercício da seguinte forma: Do lucro líquido de R$ 3.389.870,94, foi destinado: (a) R$ 169.493,54 para a conta de “Reserva Legal”; p a conta de “Reserva para p Retenção ç de Lucros” (art. 196). O acionista da companhia p (b) R$ 806.000,00 distribuídos como Dividendos; e, (c) o saldo remanescente no valor de R$ 2.414.377,40 para resolveu, ainda, ratificar o pagamento a título de participação nos lucros aos administradores de até 4,25% do lucro líquido ajustado relativo ao último exercício, na forma do Estatuto Social, cabendo à administração da sociedade deliberar sobre a forma de distribuição dessa verba entre os seus membros. 3) Foram reeleitos para compor a Diretoria da sociedade, com mandato até a AGO de 2015, os seguintes Diretores Executivos: Mércia Carmeline Alves Bruno, bras., sep. judic., adv., RG 11.322.659 SSP/SP e CPF/MF 011.726.438-57; e, Rui Miguel port., cas., adm., RNE g Aleixo Marques, q nº V565802-R expedido por CGPI/DIREX/DPF, CPF/MF 233.172.288-90, os quais declaram, sob as penas da Lei, que não estão impedidos de exercer a administração da sociedade, por lei especial, ou em virtude de condenação criminal, ou por se encontrar sob os efeitos dela, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos; ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra normas de defesa da concorrência, contra as relações de consumo, fé pública, ou a propriedade (Art. 1.011, § 1º do CC). 4) Fixada em até R$ 2.000.000,00 a verba global anual a ser paga a título de remuneração aos administradores para o exercício de 2013; 5) O acionista resolveu alterar o item “c” do Art. 23, que passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 23, (...) c) constituição das reservas previstas nos arts. 195 a 197 (Reservas para Contingência, Retenção de Lucros e Lucros a Realizar) da mencionada Lei 6.404/76, mediante proposta da Diretoria “ad referendum” da Assembleia Geral.” 6) O acionista resolveu deliberar a alteração de endereço da sede desta sociedade para o 8º andar do mesmo prédio. Desta forma, o endereço passou a ser Av. Brig. Faria Lima, 3729, 8º andar, parte, Itaim Bibi, SP/SP. 7) O acionista deliberou ainda consolidar o Estatuto Social que passará a vigorar com a redação conforme documento anexo. Encerramento: A presente ata foi lavrada na forma permitida pelo § 1º, do Art. 130, da Lei 6.404/76. Ass.: Presidente: Ricardo Abecassis Espirito Santo Silva; Secretária: Mércia Carmeline Alves Bruno; Acionista: BES Investimento do Brasil S.A. - Banco de Investimento, representado por seus Diretores, Ricardo Abecassis Espirito Santo Silva e Mércia Carmeline Alves Bruno. Mércia Carmeline Alves Bruno - Secretária. JUCESP nº 301.567/13-0 em 08/08/2013. ESTATUTO SOCIAL DA BES Securities do Brasil S.A. Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários - CNPJ nº 33.894.445/0001-11 - NIRE 335.300.339.045. Capítulo I - Denominação, Sede, Objeto e Prazo de Duração: Art. 1º - BES Securities do Brasil S.A. Corretora de Cambio e Valores Mobiliários, é uma sociedade anônima regida pelo presente Estatuto e pelas disposições legais e regulamentares que forem aplicáveis. Art. 2º - A sociedade tem sede e foro na cidade de São Paulo/SP. § único - Respeitadas as prescrições legais, a sociedade poderá instalar ou encerrar dependências em qualquer localidade do país e no exterior, bem como nomear ou destituir agentes, representantes ou correspondentes particulares, por simples deliberação de sua Diretoria, adotada por maioria de votos. Art. 3º -A sociedade terá como objeto social: I. operar em recinto ou em sistema mantido por Bolsa de Valores; II. subscrever, isoladamente ou em consorcio com outras sociedades autorizadas, emissões de títulos e valores mobiliários para revenda; III. intermediar oferta publica e distribuição de títulos e valores mobiliários no mercado; IV. comprar e vender títulos e valores mobiliários por conta própria e de terceiros, observada a regulamentação baixada pela CVM e Banco Central do Brasil nas suas respectivas áreas de competência; V. encarregar-se da administração de carteiras e da custodia de títulos e valores mobiliários; VI. incumbir-se da subscrição, da transferência e da autenticação de endossos, de desdobramento de cautelas, de recebimento e pagamento de resgates, juros e outros proventos de títulos e valores mobiliários; VII. exercer funções de agente fiduciário; VIII. instituir, organizar e administrar fundos e clubes de investimento; IX. constituir sociedade de investimento - capital estrangeiro e administrar a respectiva carteira de títulos e valores mobiliários; X. exercer as funções de agente emissor de certificados e manter serviços de ações escriturais; XI. emitir certificados de deposito de ações e cédulas pignoratícias de debêntures; XII. intermediar operações de cambio; XIII. praticar operações no mercado de cambio de taxas flutuantes; XIV. praticar operações de conta-margem, conforme regulamentação da CVM; XV. realizar operações compromissadas; XVI. praticar operações de compra e venda de metais preciosos, no mercado físico, por conta própria e de terceiros, nos termos da regulamentação baixada pelo Banco Central do Brasil; XVII. operar em Bolsas de Mercadorias e de Futuros por conta própria e de terceiros, observada regulamentação áreas de competência; XVIII. pprestar serviços ç baixada ppela CVM e Banco Central do Brasil nas suas respectivas p p ç de intermediação ç e de assessoria ou assistência técnica, em operações p ç e atividades nos mercados financeiro e de capitais; XIX. exercer outras atividades expressamente autorizadas, em conjunto, pelo Banco Central do Brasil e pela CVM; XX. participar em outras sociedades. § único - É vedado à sociedade: I. realizar operações que caracterizem, sob qualquer forma, a concessão de financiamentos, empréstimos ou adiantamentos a seus clientes, inclusive através de cessão de direitos, ressalvadas as hipóteses de operação de conta margem e as demais previstas na regulamentação em vigor; II. cobrar de seus comitentes corretagem ou qualquer outra comissão referente a negociações com determinado valor mobiliário durante seu período de distribuição primaria; III. adquirir bens não destinados ao uso próprio, salvo os recebidos em liquidação de dividas de difícil ou duvidosa solução, caso em que devera vende-los dentro do prazo de 1 ano, a contar do recebimento, prorrogável ate 2 vezes, a critério do Banco Central; IV. obter empréstimos ou financiamentos junto a instituições financeiras, exceto aqueles vinculados a: a) aquisições de bens para uso próprio; b) operações e compromissos envolvendo títulos de renda fixa, conforme regulamentação em vigor; c) operações de conta-margem de seus clientes, conforme regulamentação em vigor; d) garantias na subscrição ou aquisição de valores mobiliários objeto de distribuição pública; V. realizar operações envolvendo comitente final que não tenha identificação cadastral na Bolsa de Valores; VI. acolher aplicações das entidades definidas no Art. 2º do Decreto nº 84.128, de 29-10-1979; VII. celebrar contratos de mutuo tendo por objeto o empréstimo de recursos financeiros com pessoas físicas e jurídicas não financeiras. Art. 4º - O prazo de duração da companhia e indeterminado. Capítulo II Capital Social e Ações: Art. 5º - O Capital Social é de R$ 100.000.000,00, dividido em 25.338.410 ações nominativas, sem valor nominal, sendo 12.809.890 ações ordinárias e 12.528.520 ações preferenciais, sem direito a voto. § 1º - As ações preferenciais gozam de prioridade no recebimento de um dividendo, não cumulativo, sobre a parte do capital atribuído a esta classe e no reembolso do seu valor de capital em caso de dissolução da companhia. § 2º - Cada ação ordinária da direito a um voto nas Assembleias Gerais. Capítulo III - Assembleia Geral de Acionistas: Art. 6º - A Assembleia Geral terá as atribuições que a lei lhe confere, será instalada pelo Presidente da companhia, ou em sua falta, por qualquer membro da Diretoria, presidida pelo acionista para esse fim eleito ou aclamado, que convidara um dos presentes para secretariá-la. Art. 7º - A Assembleia Geral reunir-se-á ordinariamente dentro dos quatro primeiros 04 meses de cada ano após o termino do exercício social e extraordinariamente sempre que os interesses sociais exigirem a manifestação dos Acionistas. As convocações para as Assembleias Gerais, bem como sua instalação e funcionamento serão processadas de acordo com a lei, e a partir da data de publicação do primeiro anuncio ate a realização da Assembleia ficara suspensa a transferência de ações. Art. 8º - Independentemente do cuma Assembleia Geral a qque comparecerem todos os Acionistas. Art. 9º - As Assembleias Gerais, ordinárias e extraordinárias, poderão pprimento das formalidades de convocação será considerada regular g p ser, cumulativamente, convocadas e realizadas no mesmo local, data e hora e instrumentadas em Ata única. Capitulo IV - Administração: Art. 10 - A sociedade é administrada por uma Diretoria composta por no mínimo dois e no máximo seis membros, sendo todos denominados Diretores Executivos, eleitos em Assembleia Geral, acionistas ou não e residentes no pais. Art. 11 - O prazo de gestão da Diretoria será de 02 anos, permitida a reeleição. § Único - O prazo de gestão da Diretoria se estende ate a investidura dos novos administradores eleitos. Art. 12 - A investidura no cargo de Diretor far-se-á por termo lavrado no Livro de Atas de Reuniões de Diretoria, depois sua eleição pelo p de aprovada p p Banco Central do Brasil. Art. 13 - Os membros da Diretoria perceberão honorários mensais fixados pela Assembleia Geral que os eleger. § Único - Os Diretores poderão receber participação no lucro da Sociedade, desde que o seu total não ultrapasse a remuneração anual dos administradores nem um décimo dos lucros, prevalecendo o limite que for menor. Art. 14 - Nos casos de impedimento ou ausências temporárias de qualquer um dos Diretores, os remanescentes escolherão, entre si, o substituto que exercera as funções do substituído cumulativamente. § Único - O diretor substituto acumula suas funções com as do substituído, mas não honorários. Art. 15 - No caso de vacância de um dos cargos da Diretoria, esta designara um substituto provisório até a realização da pprimeira Assembleia Geral qque então deliberara sobre o pprovimento definitivo do cargo, g o Diretor substituto eleito servira ate o termino do mandato do substituído. Art. 16 - A Diretoria reunir-se-á quando necessário, por convocação de qualquer dos membros, sendo as deliberações tomadas por maioria dos votos, cabendo ao Diretor Presidente o voto de qualidade em caso de empate. Art. 17 - A Diretoria fica investida dos mais amplos poderes de direção, inclusive para praticar todos e quaisquer q q atos relativos aos fins e objeto j da sociedade. Art. 18 - As atribuições de cada Diretor serão fixadas em reunião de Diretoria. Art. 19 - Reputar-se-á a sociedade legitimamente representada nos atos que envolvam sua responsabilidade em todos os atos de Gerencia e Administração, pela Diretoria, através de assinaturas: a)) De dois membros da Diretoria; b) De um membro da Diretoria e g um procurador, ou ainda; c) De dois procuradores constituídos Com expressa menção dos atos e operações que poderão praticar. § Único - Os instrumentos de mandato serão outorgados mediante assinatura de dois membros da Diretoria. Art. 20 - A sociedade será representada ativa e passivamente em Juízo por qualquer um dos membros da Diretoria. Capítulo V - Do Conselho Fiscal: Art. 21 - A sociedade terá um Conselho Fiscal, não permanente, composto de três a cinco membros efetivos e igual numero de suplentes e que somente será instalado pela Assembleia Geral, nos caso previstos em lei. § 1º - O funcionamento do Conselho Fiscal ira ate a primeira Assembleia Geral Ordinária após a sua instalação. § 2º - Os membros do Conselho Fiscal perceberão honorários que serão fixados pela Assembleia Geral que os eleger. Capítulo VI - Exercício Social, Balanços, Lucros, Reservas e Dividendos: Art. 22 - O exercício social coincidirá com o ano civil, iniciando-se em 1º de Janeiro e encerrando-se em 31 de dezembro de cada ano. Art. 23 - Ao fim de cada semestre, em 30 de junho e 31 de dezembro de cada ano, serão elaborados o Balanço e as demais demonstrações financeiras exigidas em lei, os quais registrarão a destinação dos lucros do exercício. Dos lucros líquidos verificados no exercício será dada a seguinte aplicação: a) 5% para o Fundo de Reserva legal ate atingir este Fundo valor igual a 20% do Capital Social, b) A quantia necessária ao pagamento do dividendo obrigatório aos acionistas no percentual mínimo de 25% do lucro liquido; c) constituição das reservas previstas nos arts. 195 a 197 (Reservas para Contingência, Retenção de lucros e Lucros a Realizar) da mencionada Lei 6.404/76, mediante proposta da Diretoria “ad referendum” da Assembleia Geral”. § Único - A sociedade, por deliberação da Diretoria, “ad referendum” da Assembleia Geral, poderá fixar e mandar pagar juros sobre capital próprio. O valor dos juros pagos ou creditados, a titulo de capital próprio, nos termos da legislação e regulamentação pertinentes, será imputado o valor do dividendo obrigatório e estatutário, integrando tal valor o montante dos dividendos distribuídos pela sociedade, para todos os efeitos legais. Art. 24 - O pagamento de dividendos aprovados em Assembleia Geral e a distribuição de ações provenientes de aumento de Capital serão realizados dentro do prazo de 60 dias, contados da data da publicação ata. Capítulo VII - Da Liquidação Art. 25 - A sociedade entrara em liquidação nos casos previstos em lei, obp ç da respectiva p servadas as normas legais pertinentes. § Único - Compete a Assembleia Geral,convocada e instalada com observância das formalidades legais, estabelecer o modo de liquidação e nomear o liquidante e o Conselho Fiscal que deva funcionar durante o período de liquidação.

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINDAMONHANGABA

EDITAL RESUMIDO CARTA CONVITE Nº 004/2013 A Prefeitura torna público que se acha aberta no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso, a CV n° 04/ 13, referente à “Contratação de empresa especializada para prestação de serviços para elaboração de projeto complementar do sistema de drenagem entre as ruas Major Alfredo Homem de Mello e Avenida Benedito Cruz César”, com encerramento dia 02/09/2013, às 9h, e abertura às 9h30. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. Maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 23 de agosto de 2013. CONCORRÊNCIA PÚBLICA Nº 003/2013 A Prefeitura torna público que se acha aberta no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso, a CP n° 03/ 13, referente à “Contratação de empresa especializada, com fornecimento de material e mão de obra, para construção da REMEFI com a quadra poliesportiva coberta, no bairro Crispim”, com encerramento dia 26/09/2013, às 9h, e abertura às 9h30. A garantia de proposta deverá ser feita até o dia 25/09/2013, às 15h, na Tesouraria, no valor de R$ 48.254,00. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. Maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 23 de agosto de 2013.

Ultra S.A. - Participações CNPJ nº 54.041.439/0001-91 - NIRE 35.300.105.702 Ata da Reunião do Conselho de Administração Data, Hora e Local: 31 de julho de 2013, às 14h, na sede social, localizada na Av. Brigadeiro Luís Antônio, nº 1.343, 9º andar, na cidade e Estado de São Paulo ( Companhia ). Presença:Membros do Conselho de Administração abaixo assinados. Ordem do Dia e Deliberações: 1. Aprovada a eleição, na forma do artigo 20 do Estatuto Social da Companhia, das pessoas abaixo qualificadas para Diretores da Companhia, com mandato até a Assembleia Geral Ordinária de 2014, a qual irá examinar os documentos a que se refere o artigo 133 da Lei nº 6.404/76, referentes ao exercício social em curso: Para Diretor Presidente: · Paulo Guilherme Aguiar Cunha, brasileiro, casado, engenheiro, portador da cédula de identidade RG nº 4.554.607/ SSP-SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 008.255.498-68. Para Diretores: · Lucio de Castro Andrade Filho, brasileiro, casado, engenheiro, portador da cédula de identidade RG nº 3.045.977-1/SSP-SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 061.094.708-72; e · Pedro Wongtschowski, brasileiro, divorciado, engenheiro químico, portador da cédula de identidade RG nº 3.091.522-3/SSPSP e inscrito no CPF/MF sob o nº 385.585.058-53. Observações: (i) As deliberações foram aprovadas pela totalidade dos Conselheiros presentes; (ii) os Diretores ora eleitos possuem endereço profissional na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, nº 1.343, 9º andar, na cidade e Estado de São Paulo, CEP 01317-910; e (iii) os Diretores ora eleitos tomam posse, nesta data, mediante assinatura do respectivo termo de posse, e, consultados anteriormente, declararam que: (a) não estão incursos em qualquer delito que os impeça de exercer as atividades do cargo para o qual foram designados; (b) não ocupam cargos em sociedades que possam ser consideradas concorrentes no mercado com a Companhia, e (c) não têm interesse conflitante com a mesma, de acordo com o art. 147 da Lei nº 6.404/76. Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos e lavrada a presente Ata que, lida e aprovada, foi assinada por todos os Conselheiros presentes. aa) Paulo Guilherme Aguiar Cunha, na qualidade de Presidente; Lucio de Castro Andrade Filho, Ana Maria Levy Villela Igel, Hélio Marcos Coutinho Beltrão, Joyce Igel de Castro Andrade, Márcia Igel Joppert, Pedro Wongtschowski, Rogério Igel, na qualidade de Conselheiros. Certifico que a presente é cópia fiel da original lavrada em livro próprio. Paulo Guilherme Aguiar Cunha - Presidente. Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia. Junta Comercial do Estado de São Paulo. Certifico o Registro sob o número 320.079/13-2 em 21.08.2013. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

Enejota Cavalieri Engenharia Ltda. - NIRE: 35.224.060.979 - CNPJ/MF nº 62.450.564/0001-83 Extrato da Ata de Reunião de Sócios em 31 de Outubro de 2012 Data, Hora, Local: 31.10.2012, 10hs, sede social, R. Prof. Nova Gomes 382, SP/SP. Mesa: Newton José Soares Cavalieri: Presidente, Felipe Sica Soares Cavalieri: Secretário. Convocação: Dispensada. Presença: Totalidade do capital social. Deliberações Aprovadas: (i) O Protocolo e Justificação de Cisão Parcial da Sociedade, e versão da parcela cindida à BELL - Brasil Engenharia e Locações Ltda., sede em SP/SP, JUCESP NIRE 35.225.333.367, CNPJ/MF 13.518.309/0001-10; (ii) Ratificaram a nomeação e contratação dos peritos que realizaram a avaliação do acervo líquido, bem como o Laudo de Avaliação contábil; (iii) Cisão parcial da Sociedade e a versão da parcela cindida da Sociedade e de seu patrimônio à BELL, nos termos e condições estabelecidas no Protocolo, passando a pertencer a BELL todos os bens, direitos e obrigações da parcela cindida da Sociedade; (iv) Redução do capital, totalmente subscrito e integralizado no valor de R$ 4.572.610,00, dividido em 457.261 quotas, no valor nominal de R$ 10,00 cada uma, para R$ 475.140,00, dividido em 47.514 quotas sociais, com valor nominal de R$ 10,00 cada uma. (v) Alteração da Cláusula V do Contrato Social. Encerramento: Nada mais. SP, 31.10.12. Sócios: Newton José Soares Cavalieri, Felipe Sica Soares Cavalieri. JUCESP 18.749/13-6 em 09.01.2013. Gisela Simiema Ceschin: Sec. Geral.

Enejota Cavalieri Engenharia Ltda. - NIRE: 35.224.060.979 - CNPJ/MF: 62.450.564/0001-83 Extrato da 11ª Alteração e Consolidação de Contrato Social Pelo presente Instrumento: Newton José Soares Cavalieri, engenheiro civil, RG 4.115.273, CPF/MF 371.619.978-87; Felipe Sica Soares Cavalieri, empresário, RG 25.292.070-3 SSP/SP, CPF/MF 263.618.048-60, ambos brasileiros, casados e residentes em SP/SP. Únicos sócios RESOLVEM, de comum acordo, alterar e consolidar o Contrato Social da Sociedade, nos seguintes termos: I. 1.1. aprovaram o Protocolo e Justificação de Cisão Parcial da Sociedade (o “Protocolo”)da BELL - Brasil Engenharia e Locações Ltda., sede em SP/SP, Contrato Social arquivado na JUCESP NIRE 35.225.333.367 e CNPJ/MF nº 13.518.309/0001-10, (“BELL”). 1.2. Redução do capital social, R$ 4.572.610,00, para R$ 475.140,00, dividido em 47.514 quotas sociais, com valor nominal de R$ 10,00 cada uma. 1.3. Alteração da Cláusula 5ª do Contrato Social. II. Alterar a denominação para Enejota Cavalieri Engenharia Ltda.. III. 3.1. Incluir no Contrato Social as disposições relativas às Deliberações Sociais e Formalidades em relação às Reuniões de Sócios. IV. Consolidação do Contrato Social. Encerramento: Nada mais, lavrou-se a ata. SP, 31.10.2012. Newton José Soares Cavalieri; Felipe Sica Soares Cavalieri. Antonio Edson Q. Soares; Gabriel Victor Alves Belini. JUCESP 18.748/13-2 em 09.01.2013. Gisela Simiema Ceschin: Sec. Geral.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

28 -.ECONOMIA

e

sábado, domingo e segunda-feira, 24, 25 e 26 de agosto de 2013

Quem não cumprir a nova legislação poderá ser punido inclusive com multas. Se aplicadas pelo Procon de São Paulo, o valor pode chegar a R$ 7 milhões.

conomia

A previsão é de que em 15 dias o ministro da Justiça encaminhe o texto final da proposta à presidenta da República

A lista dos produtos essenciais, que deverão ser trocados imediatamente.

A

parelho celular, televisor, geladeira, fogão e máquina de lavar fazem parte da lista preliminar de produtos essenciais elaborada pela Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacon-MJ) e, portanto, deverão ser substituídos imediatamente por fabricantes ou varejistas em caso de vício e se estiverem dentro da garantia legal de 90 dias estabelecida pelo artigo 26 do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Ou seja, o consumidor não mais precisará esperar 30 dias para o reparo, conforme estabelece o artigo 18 da mesma lei, ou pedir a troca ou a devolução do dinheiro se o problema não for sanado no prazo de um mês. A lista de produtos essenciais havia sido prometida para meados de abril, 30 dias após o anúncio do Plano Nacional de Consumo e Cidadania (Plandec) apresentado à Nação pelo governo federal em 15 de março, data em que se comemora do Dia Mundial do Consumidor. Ela regulamenta o parágrafo 3º do artigo 18 do CDC, que diz que o consumidor poderá desconsiderar o que diz o parágrafo 1º do mesmo artigo se o produto defeituoso se tratar de item essencial. “Trata-se de uma proposta que ainda será apresentada aos órgãos de defesa do consumidor. A previsão é de que, dentro de 15 dias, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, possa encaminhar o texto final da proposta para a presidenta da República, Dilma Rousseff”, informa a Senacon.

Conforme a secretaria, para a formação dessa lista prévia foram levadas em consideração, entre outros fatores, as demandas dos consumidores nos Procons e registradas no Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec). “Esta relação está sendo construída em acordo com o mercado, assim como os prazos que terão de ser cumpridos pelo fabricante e pelo varejo.” Para as capitais e regiões metropolitanas, a proposta apresentada pelo mercado é de que o período para troca do produto seja de, no máximo, 10

Por constranger consumidora, loja pagará R$ 2,5 mil de indenização

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juiz da 6ª Turma Recursal do Fórum Professor Dolor Barreira, de Fortaleza (CE), determinou à C&A que pague R$ 2,5 mil de indenização por danos morais a uma professora vítima de constrangimento causado por segurança da empresa. A professora, em sua ação, explicou que, ao sair do estabelecimento após ter pago sua compra, o alarme disparou, sendo puxada por um segurança, que a acusou de furto. Ela provou que fez o pagamento e verificou-se que o funcionário do caixa não havia retirado o chip da mercadoria, razão pela qual o alarme disparou. Em razão do constrangimento, ela entrou com ação pedindo indenização. A empresa contestou afirmando que a abordagem feita pelo segurança foi para orientação e foi feita de forma respeitosa. Na decisão em Primeiro Grau, o juiz reconheceu o dano moral e condenou a loja a pagar em dobro o valor do produto. Inconformada com a decisão, a consumidora recorreu e a 6ª Turma reformou a decisão. Fixando a indenização no valor de R$ 2.500,00. Conforme o juiz, “o dano moral não guarda relação com o produto que acionou o alarme, mas sim com o constrangimento sofrido pela cliente na abordagem”. Fonte: Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE)

dias, enquanto que nos municípios do interior, a solução ao consumidor não deverá exceder 15 dias. Solidária – Independentemente dos itens que entrarão na lista de produtos essenciais, nada será modificado quanto à responsabilidade solidária, isto é, os consumidores continuarão com a liberdade de escolher quem responderá pelo vício do produto: fabricante, fornecedor ou ambos. Isso porque, os artigos 7º, parágrafo único, e 25 da lei consumerista definem que o consumidor pode optar por reclamar o dano a todos os parti-

cipantes da cadeia de fornecedores ou a apenas um. Especialistas em defesa do consumidor ouvidos pela coluna afirmam que cabe ao consumidor decidir se quer, inclusive, envolver terceiros ou donos de marcas (aqueles que transferem para outros a produção do produto que irá levar sua etiqueta) na solução da questão. Franquias e franqueados também podem ser chamados para responder pelo dano ao consumidor. Pe n a l i d a d e s – A partir do momento em que entrarem em vigor as determinações da lista de produtos essen-

ciais – pode ser por decreto e, então, passarão a valer seis meses após a publicação –, quem não cumprir poderá ser punido inclusive com multas. Se aplicadas pelo Procon de São Paulo, o valor pode chegar a R$ 7 milhões, dependendo do grau da infração e do faturamento da empresa. Mas a empresa tem o direito de recorrer na esfera administrativa ou no Judiciário, a exemplo de outras multas aplicadas pelo Procon. Renato Duarte Franco de Moraes, advogado especializado em contencioso cível e em direito do consumidor, do escritório Moraes Pitombo Advogados, explica que, após a decretação da lista de produtos essenciais, se alguma empresa for autuada, poderá entrar com mandado de segurança preventivo antes mesmo da emissão do auto de infração, evitando a autuação; com ação anulatória; ou mandado de segurança. “Nesse último caso, podese discutir se o prazo estabelecido para troca dos produtos essenciais é razoável”, assinala. O advogado chama a atenção para o ônus que poderá chegar ao bolso do consumidor caso a lista de produtos essenciais seja efetivada. “Cada restrição que o governo coloca para o mercado aumenta o custo da produção e impacta no preço dos produtos", comenta Moraes. "Para melhorar a logística de solução rápida para produtos com defeitos, os fornecedores terão de melhorar a sua estrutura, e isso exigirá investimentos, que serão assumidos pelo consumidor.”

FIQUE POR DENTRO ESTACIONAMENTOS Está em análise conclusiva pela Câmara Federal o Projeto de Lei 5315/13, que estabelece as responsabilidades de estacionamentos pagos e locais com serviços de manobristas com relação ao veículo e aos objetos deixados em seu interior. Pelo texto, de autoria do deputado Major Fábio (DEMPB), o estacionamento ou a entrega do automóvel configura contrato de depósito de bem. Ainda conforme a proposta, informa a Agência

Câmara, o prestador do serviço de vigilância ou de manobrista deverá entregar ao consumidor, no ato de estacionamento ou recebimento do veículo, comprovante de recebimento informando a data e horário de recebimento do automóvel; a identificação da marca, do modelo e da placa do veículo; o preço fixo ou proporcional a determinado intervalo de tempo de uso do serviço, especificando de forma clara o critério de sua apuração; a razão social e o

nome de fantasia do estabelecimento; o endereço do estabelecimento de prestação do serviço e, caso diferente, da sede ou escritório da empresa e dados para contato. Major Fábio argumenta que, por falta de regulamentação desse tipo de serviço, “o assunto é causa de um sem número de questionamentos junto aos Procons de todo o País e objeto de igualmente significativas querelas judiciais”.

CIP ELETRÔNICA

MULTAS

Ainda neste mês, o Procon de Poá (SP) deve começar a enviar a Carta de Informação Preliminar (CIP) via online. No momento, o órgão está entrando em contato com as empresas para que se cadastrem. No Procon de Suzano (SP), a CIP Eletrônica foi implantada em julho e 72 empresas se cadastraram para receber a carta de forma online. A expectativa é que o tempo de espera de atendimento seja reduzido. Oitenta por cento dos casos que são registrados pelo Procon de Suzano são solucionados na fase preliminar.

As empresas Parmalat, Marajoara, Barbosa e Marques e Cooperoeste foram multadas pelo Ministério da Justiça em razão de comercializarem o leite UHT integral e o leite em pó em desacordo com a legislação. O valor das multas foi R$ 308 mil; R$ 150 mil; R$ 191 mil e R$ 525 mil, respectivamente. A fiscalização foi realizada por técnicos dos ministérios da Justiça e da Agricultura e foram instaurados quatro processos administrativos que resultaram nas multas.

Angela Crespo é jornalista especializada em consumo; e-mail: doislados@dcomercio.com.br

Empresas poderiam evitar interferência do governo

M

aria Inês Dolci, coordenadora institucional da Associação Proteste, considera a elaboração de uma lista de produtos essenciais um avanço na conquista de direitos do consumidor, mas opina que sua efetividade só ocorrerá se a publicação casar com o fortalecimento dos Procons. “Se a forma de atuação dos órgãos públicos do consumidor não mudar, a lista terá pouco efeito na vida do consumidor.” Ela assinala que são as próprias empresas que direcionam o governo na elaboração de mecanismos que facilitem a vida do consumidor, uma vez que elas são useiras e vezeiras em postergar soluções, “o que é bom para elas, porque o consumidor se cansa de correr atrás de uma causa”. Esse comportamento das empresas, conforme Dolci, precisa ser alterado. “Se o pós-venda fosse eficiente, não haveria necessidade de regulamentações impostas por governos, diminuir-se-ia o número de reclamações nos órgãos e as empresas provavelmente venderiam mais”, finaliza.

O QUE DIZ O CDC Artigo 7 § Único Tendo mais de um autor a ofensa, todos responderão solidariamente pela reparação dos danos previstos nas normas de consumo.

Artigo 18 § 1º Não sendo o vício sanado no prazo máximo de trinta dias, pode o consumidor exigir, alternativamente e à sua escolha: I - a substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso; II - a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos; III - o abatimento proporcional do preço. § 3° O consumidor poderá fazer uso imediato das alternativas do § 1° deste artigo sempre que, em razão da extensão do vício, a substituição das partes viciadas puder comprometer a qualidade ou características do produto, diminuir-lhe o valor ou se tratar de produto essencial. Artigo 25 § 1° Havendo mais de um responsável pela causação do dano, todos responderão solidariamente pela reparação prevista nesta e nas seções anteriores. § 2° Sendo o dano causado por componente ou peça incorporada ao produto ou serviço, são responsáveis solidários seu fabricante, construtor ou importador e o que realizou a incorporação. Artigo 26 O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em: I - trinta dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos não duráveis; II - noventa dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos duráveis.


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Diário do Comércio - 26/08/2013 by Diário do Comércio - Issuu