Anúncio de 1920, da coleção de Cley Scholz
Hoje: contadores somam 85 anos.
Arte: MAX.
O guarda-livros virou domador de Leão e de regras. (Nesta edição, presente aos contadores: caderno com 20 págs.) Ano 86 - Nº 23.357
Conclusão: 23h20
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Jornal do empreendedor
R$ 1,40
Sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
CAIXA 1
A conta para driblar a inflação O foco é a vilã da inflação, a comida. Só compre a necessária. Não parcele a conta no cartão e nem use cheque especial. Atenção às promoções. Se puder, compre em grupo. Pág. 23 Andreas Solaro/AFP
Jose Jordan/AFP
GRÁVIDOS DE BOLA Robinho garantiu o 1 a 0 do Milan contra o Brescia e homenageou o filho recém-nascido. Kaká fez o mesmo para Isabella, que nasceria em SP horas depois de ele marcar 2 para o Real Madrid nos 6 a 3 sobre o Valencia. Pág. 48
Está São Paulo x Santos nascendo o Palmeiras x Corinthians campeão
Muhammad Hamed/Reuters
O Tricolor conquistou sua vaga ao bater a Lusa por 2 a 0. Vai pegar o Peixe que, na véspera, despachou a Ponte (1 a 0). O Verdão passou pelo Mirassol (2 a 1) e terá pela frente o arquirival Timão, que já tinha batido o Oeste (2 a 1). Págs. 45, 46 e 48
Sírios somem: é a guerra secreta HOJE Chuvoso durante o dia e a noite. Máxima 22º C. Mínima 17º C.
AMANHÃ Chuvoso durante o dia e a noite. Máxima 20º C. Mínima 15º C.
ISSN 1679-2688
23357
9 771679 268008
Centenas de sírios somem da luta contra o ditador Assad: é o Moukhabarat, serviço secreto, numa onda de prisões para evitar mais mortos. O menino da foto espera vitória. Pág. 8
Economia à beira de A vida no mundo intangível. mudanças. Por Delfim Neto. Por Humberto Eco Página 2 Página 3
Cadê meu cartão postal? Foi roubado na Paulista. Página 19
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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As conclusões sugerem que mesmo os modelos mais sofisticados não reproduzem a complexidade da vida econômica Delfim Netto
pinião
A demonstração de que a crise continua foio choque causado pelo rebaixamento da perspectiva da dívida soberana dos EUA de "estável" para "negativa", pela S&Poor’s.
O FMI e novas políticas à vista
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ebates durante a rec e n t e c o n f e rê n c i a promovida pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para refletir sobre as razões que impediram os economistas de prever e tentar prevenir a terrível catástrofe que foi (e continua sendo) a crise financeira de 2007/09, permitem acreditar que estamos às vésperas de uma mudança na teoria e na prática da política macroeconômica. As conclusões sugerem que mesmo os modelos mais sofisticados, apoiados em artilharia matemática pesada, não reproduzem a complexidade da vida econômica e, o que é pior, não contêm em si a possibilidade (ou quase a fatalidade) das crises. Todos sugerem a convergência para algum "equilíbrio". Deixam de fora a possibilidade que a acumulação de pequenos problemas pode levar a uma descontinuidade instantânea do circuito econômico. A demonstração que a crise
"continua sendo" (e que a administração defeituosa de seus efeitos vai continuar mantendo o mundo em sobressalto) foi o choque causado nesta semana pelo rebaixamento da perspectiva da dívida soberana dos Estados Unidos de "estável" para "negativa", pela agência de classificação de crédito Standard & Poor’s (S&P).
N
a conferência do FMI, uma das questões mais discutidas foi exatamente tentar saber se algum dia seremos capazes de evitar as clássicas crises de crédito que acompanham desde sempre a economia de mercado. Há sérias suspeitas de que elas
prudenciais para realizá-los. Isso mostra que o "novo Banco Central" de Alexandre Tombini está mais antenado com a confusão do "estado da arte" da política monetária do que a maioria dos nossos analistas do sistema financeiro. Estes continuam prisioneiros dos velhos preconceitos dos bancos centrais – e que ajudaram a criar as condições objetivas para a crise de 2007/2009.
DELFIM NETTO são produzidas pela própria psicologia humana, de forma que não importa o que façamos, elas estarão sempre conosco. Outro ponto interessante que surgiu da conferência contraria praticamente tudo o que tem sido recomendado por uma falsa ciên-
envolve profundo conhecimento da realidade e uma reformulação da teoria. E na sua aplicação, uma grande humildade, paciência e muita sensibilidade.
cia monetária. A política monetária deve ter mesmo múltiplos objetivos: a estabilidade do sistema financeiro, a taxa de inflação e a taxa de crescimento do PIB (indiretamente do nível de emprego) e deve usar não apenas a taxa de juros, mas também medidas macro-
A
recomendação inferida da conferência é de uma política econômica pragmática, que use com cuidado e inteligência os novos instrumentos macroprudenciais e a taxa de juros. Tratase de um formidável programa que
É
importante reafirmar a necessidade de criar-se uma absoluta coordenação entre as políticas monetária e fiscal (de novo, isso é o que complica o problema americano), acompanhada dos incentivos corretos aos agentes, de uma boa regulação dos mercados e do completo respeito às identidades da contabilidade nacional. As dúvidas com relação à política macroeconômica não devem ser justificativas para o abandono das boas práticas de governança dos Estados, que vêm sendo aperfeiçoadas nos últimos 200 anos. ANTÔNIO DELFIM NETTO É PROFESSOR EMÉRITO DA FEA-USP, EX-MINISTRO DA FAZENDA, DA AGRICULTURA E DO PLANEJAMENTO
OPORTUNISMO E DESRESPEITO V
ocês já leram o livro Honoráveis Bandidos, do jornalista Palmério Dória? Talvez ele explique o oportunismo e a demagogia de políticos como o presidente do Senado, José Sarney, reapresentando a ideia de, na esteira da comoção criada pela tragédia da Escola Municipal Tasso da Silveira, no Rio de Janeiro, realizar um plebiscito sobre o desarmamento no País. Realmente o choque foi brutal e ficará marcado para sempre em nossas mentes e corações; afinal, nunca antes na história deste País ocorrera algo parecido. A que ponto pode chegar um ser humano – o que passou em sua cabeça para atirar em crianças indefesas, ceifando suas vidas e destruindo a de seus familiares? Eu me pergunto: por que não entrou em um quartel ou em uma delegacia de polícia para duelar de igual para igual? Por que crianças? E, ao mesmo
tempo o que esta deformação humana tem a ver com o desarmamento? Sarney não leu o Estatuto do Desarmamento que vigora há alguns anos. E se leu, pior: não deveria vir novamente com esta asneira, renegada, quando da consulta feita à população, em 2005, por mais de 60% dos brasileiros. omo senador, deveria apenas recomendar que se cumprisse rigorosamente a lei em vigor. Na verdade, os cidadãos de bem já a seguem à risca; quem não a cumpre são os mesmos que nunca a cumprirão, os marginais de todas as espécies. Mas como é para justificar o injustificável, que é exatamente o descaso com que os políticos tratam a segurança no Brasil, agora querem "jogar para a torcida", em mais uma peça de oportunismo e desrespeito. O Estatuto do Desarmamento em vigor é extremamente rígido, com
C
CLÁUDIO SLAVIERO regras claras e difíceis de serem seguidas. Com certeza, se o assassino de Realengo o tivesse seguido, jamais receberia permissão para comprar armas e muito menos ter porte delas, pois o Estatuto exige que a pessoa seja maior de 25 anos, não apresente problemas psicológicos,
tenha trabalho fixo e prove necessitar do uso da arma. Mas onde o assassino teria conseguido as armas? No mercado negro, pelas mãos de quem realiza esse comércio ilegal, e que deveria ser duramente perseguido. E onde teria conseguido tamanha destreza com as armas? Pela internet,
Os bandidos, traficantes, MST, elementos das Farcs aninhados no Brasil serão desarmados? Não, apenas os cidadãos que, dentro da lei, têm o direito de ter uma arma para se defender.
Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cláudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine
respondem. Devemos então proibir o uso da internet, que foi cúmplice neste episódio? O interesse de Sarney e de outros que estão abraçando a causa do desarmamento não é desmobilizar bandidos, assim como não era essa a intenção do governo Lula, que pregava o mesmo. u é de se questionar: por acaso, os bandidos, os traficantes, o MST, os integrantes das Farcs e os extremistas islâmicos que se aninham no Brasil serão desarmados? Também confiscarão as bordunas, facões, facas, arcos e fechas dos índios? Claro que não! Desarmarão somente os cidadãos que desejam e, dentro da lei, têm o direito de se defender em um país cada vez mais inseguro. O que os políticos oportunistas e demagogos querem é desviar o foco do verdadeiro problema: a civilidade está perdendo
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a guerra para a insegurança, para o tráfico, contrabando, a marginalidade, a bandidagem e, sobretudo, para a corrupção, que assola principalmente o meio político, no qual todos têm impunidade e poucos não são cooptados. uerem igualar cidadãos de bem aos traficantes e bandidos. Será que é mais fácil proibir armas do que efetivamente criar políticas de segurança pública decentes, eficientes? Chega de demagogia barata e incompetente. Qualquer legislação gerada em tom absolutamente emocional e com perfil oportunista não faz bem ao país e muito menos à maioria de sua população, os cidadãos de bem.
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CLÁUDIO SLAVIERO É EMPRESÁRIO, EX-PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO PARANÁ, AUTOR DO LIVRO “A VERGONHA NOSSA DE CADA DIA”
Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, João de Scantimburgo, Marcel Solimeo Diretor-Responsável João de Scantimburgo (jscantimburgo@acsp.com.br) Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br) Chefia de Reportagem: Teresinha Leite Matos (tmatos@acsp.com.br) Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br) Editores Seniores: Bob Jungmann (bob@dcomercio.com.br), Carlos de Oliveira (coliveira@dcomercio.com.br), chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), Estela Cangerana (ecangerana@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Luiz Antonio Maciel (maciel@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br) Editor de Fotografia: Alex Ribeiro (aribeiro@dcomercio.com.br) Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Ricardo Ribas (rribas@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br) Subeditores: Fernanda Pressinott, Kleber Gutierrez, Marcus Lopes e Rejane Aguiar Redatores: Adriana David, Anna Lucia França, Eliana Haberli ,Evelyn Schulke, e Sérgio Siscaro Repór teres: Anderson Cavalcante (acavalcante@dcomercio.com.br), André de Almeida, Fátima Lourenço, Geriane Oliveira, Giseli Cabrini , Ivan Ventura, Kelly Ferreira, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mário Tonocchi, Neide Martingo, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves, Sandra Manfredini, Sergio Leopoldo Rodrigues, Sílvia Pimentel, Vanessa Rosal, Vera Gomes e Wladimir Miranda. Gerente Comercial Arthur Gebara Jr. (agebara@acsp.com.br) Gerente Executiva Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações José Gonçalves de Faria Filho (jfilho@acsp.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estado, Globo e Reuters Impressão Diário S. Paulo Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60
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A SITUAÇÃO DA HUMANIDADE COM RELAÇÃO À ÁGUA NÃO É DAS MAIS CONFORTÁVEIS.
Água: a era da abundância acabou
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e toda água doce que flui pelos rios deste planeta, cerca de 11% está no Brasil. É um volume gigantesco, o maior potencial hídrico da Terra (cerca de 5.700 kM3). A bacia Amazônica é também a maior do País e do planeta. E ainda há os aquíferos subterrâneos, que continuam sendo dimensionados pelos pesquisadores brasileiros. Hoje, os cientistas calculam que 96% dos estoques de água doce de todo o mundo estejam nesses tipo de reserva. A Unesco, órgão da ONU que estuda o assunto, já catalogou 273 delas: 12 na Ásia, 68 nas Américas, 155 na Europa e 38 na África. O volume de água doce nesses reservatórios, segundo a agência, é cem vezes maior do que o da superfície do planeta, que atualmente usa a água mais ou menos assim: 65% na irrigação de lavouras, 25% para o consumo humano e os 10% restantes para a indústria. A existência de água em abundância deveria deixar-nos tranquilos em relação ao assunto, mas é melhor não ficar. Embora a água seja um mineral que não se consuma, já que ela se recicla constantemente, a situação da humanidade não é confortável por várias razões. Em primeiro lugar, a distribuição dessa água não é uniforme em termos de países ou concentrações populacionais – falta no semiárido brasileiro, por exemplo, falta no Oriente Médio, falta nos desertos e começa a faltar em cidades que dependem de rios para serem abastecidas, porque o volume deles é instável. Cidades brasileiras disputam umas com as outras o direito de captar água aqui ou ali, e nem sempre os acordos sobre
isso são satisfatórios para todos. Além disso, as informações disponíveis na Unesco dizem que nem todas as reservas subterrâneas de água doce são renováveis: muitas estão ameaçadas pela exploração e pela poluição. Os dados dessa agência das ONU mostram que aqui no Brasil estamos consumindo mais de 200 litros de água por dia, quando o padrão é 110 litros. Apenas como ilustração, o governo brasileiro calcula que nossas cidades consomem 11% da água tratada (em uso doméstico e industrial). Infelizmente, as pesquisas da ONU mostram que cada litro utilizado por nós resulta em outros dez que precisam de tratamento antes de poderem ser devolvidos ao ambiente. Ou, em outras palavras, aos rios.
Muitas civilizações foram mutiladas ou destruídas pela sua incapacidade de compreender a água ou de administrá-la.
O
jornalista americano Charles Fishman analisou as principais questões que colocam a água em perigo em The Big Thirst: The Secret Life and Turbulent Future of Water ("A grande sede: a vida secreta e o turbulento futuro da água", Free Press, 400 páginas), lançado semana passada nos EUA. Vá r i a s d a s re p o r t a g e n s d e Fishman já foram premiadas. Nos últimos anos, ele escreveu sobre organizações que tentou entender e explicar, como a NASA e o Wal-Mart por exemplo. Foi o primeiro repórter a entrar numa fábrica da Tupperware – o que pode não ser grande vantagem, mas foi também o primeiro a entrar na única fábrica de bombas atômicas do país. O relato que ele elaborou sobre a água é ao mesmo tempo atraente e inquietante. Fishman conta tudo o que sabe sobre o líquido. Entre ou-
Apesar do problema, muita coi- de pensar sobre ela, afirma o ausa está sendo feita e muitas inova- tor, pode garantir que vamos têções estão a caminho do mercado, la em abundância no futuro. trazidas por empresas como GE, IBM e Royal Caribbean, que desenPAULO BRITO É JORNALISTA, GRADUADO EM volveram sistemas de recuperação ECONOMIA E MESTRE EM e dessalinização. Sem falar nos esCOMUNICAÇÃO E SEMIÓTICA forços feitos em todo o mundo para dotar as casas de sistemas de captação de água da chuva.
PAULO BRITO tras coisas, que além dos três estados naturais a água existe em estado molecular, fundida em rochas 650 quilômetros abaixo da superfície da Terra. E que aquela que sai de nossas torneiras já está presente aqui há quatro bilhões de anos, podendo muito bem já ter passado pela garganta de algum Tiranossauro Rex. O que se faz com a água, como ele mostra, é maravilhoso – fontes magníficas em hotéis luxuosos de Las Vegas e Dubai, lagos artificiais para golfinhos podere m n a d a r e m p l e n o d e s e r t o americano, cascatas, represas... Mas o jornalista alerta para o fato de que a era da abundância e da falta de preocupação acabou. Entre os
exemplos que ele dá estão três fatos marcantes: em 2007, os moradores de Atlanta passaram 90 dias sob a ameaça de ficar sem água por causa da pior seca em cem anos.
A
Califórnia está atualmente numa desesperada (segundo o autor) batalha para evitar um problema semelhante. E nos últimos cinco anos a Austrália precisou praticamente reinventar o sistema de distribuição de água do país inteiro para não ficar sem abastecimento. O que está acontecendo agora, ele explica, não é que a água esteja acabando: nós é que não a estamos usando com sabedoria.
A
parte mais difícil, na opinião de Fishman, é mudar o modo pelo qual as pessoas olham a água e lidam com ela. São capazes de desperdiçá-la a qualquer momento com a torneira aberta, e ao mesmo tempo estão dispostas a pagar cinco mil vezes mais o seu preço quando a compram engarrafada. "Muitas civilizações foram mutiladas ou destruídas pela sua incapacidade de compreender a água ou de administrá-la", diz ele. "Nós temos uma enorme vantagem sobre as gerações que vieram antes de nós, porque podemos compreender a água e usá-la com inteligência". Mudar para sempre a maneira
O maior problema em relação à água é que a usamos mal.
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reio que Michel Serres tem a melhor cabeça filosófica que há na França hoje em dia. E como todo bom filósofo, Serres é capaz de refletir sobre os temas atuais tão bem quanto sobre os fatos históricos. Vou basear descaradamente esta coluna no esplêndido ensaio que Serres escreveu no mês passado para o Le Monde, no qual nos alerta sobre questões relacionadas à juventude atual: os filhos de meus leitores jovens e os netos de nós mesmos, os velhos. Para começar, a maioria desses filhos ou netos nunca viu um porco, uma vaca ou uma galinha – observação que me faz lembrar uma pesquisa feita há cerca de 30 anos nos Estados Unidos. Ela mostrou que a maioria das crianças de Nova York achava que o leite, que elas viam em recipientes sendo vendido nos supermercados, era um produto fabricado pelo homem, tal como a Coca-Cola. Os seres humanos modernos não estão mais acostumados a viver na natureza: só conhecem a cidade. Eu também gostaria de assinalar que ao sair de férias, a maioria deles se hospeda no que o antropólogo Marc Augé definiu como "não lugares": espaços de circulação, consumo e comunicação homogeneizados. As vilas dos resorts são impressionantemente parecidas, digamos, ao aeroporto de Cingapura – cada um deles com uma natureza perfeitamente ordenada e limpa, árcade, totalmente artificial. Estamos no meio de uma das maiores revoluções antropológicas desde a Era Neolítica. As crianças de hoje vivem em um mundo superpovoado, com uma expectativa de vida próxima dos 80 anos. E, por causa da crescente longevidade das gerações de seus pais e avós, têm menos probabilidade de receber as suas heranças antes que estejam à beira da velhice. Uma pessoa nascida na Europa nos últimos 60 anos não conheceu a guerra. E, tendo se beneficiado dos avanços da medicina, não sofreu tanto quanto seus antepassados. A geração de seus pais teve filhos
UMBERTO ECO entre proximidade e distância. Não comentarei as reflexões de Serres sobre como manejar as novas demandas de educação. Mas sua observação geral do tema engloba um período de revolução total não menos essencial que as eras que levaram à invenção da escrita e, séculos depois, da imprensa. problema é que a tecnologia moderna muda a uma velocidade louca, escreve Serres, e "ao mesmo tempo o corpo se transfigurou, o nascimento e a morte mudaram, bem como o sofrimento e a cura, as vocações, o espaço, o meio ambiente e o estar no mundo". Por que não estávamos preparados para essa revolução? Serres chega à conclusão que talvez parte da culpa deva ser atribuída aos filósofos, que, por natureza de sua profissão, deveriam prever mudanças no conhecimento e na prática. E não fizeram o suficiente nesse sentido porque, como estavam "envolvidos na política diariamente, não sentiram a chegada da contemporaneidade". Não sei se Serres está completamente certo, mas com certeza não está totalmente errado.
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UMA GERAÇÃO DE ESTRANHOS quando tinham mais idade do que a geração de meus pais teve. E seus pais, muito possivelmente estão divorciados. Na escola, estudou ao lado de crianças de outras cores, religiões e costumes. Isso levou Serres a se perguntar quanto tempo mais os estudantes da França cantarão a Marselhesa, que contém uma referência ao "sangue impuro" dos estrangeiros. Que obras essa pessoa pode desfrutar? E com quais ela consegue estabelecer uma conexão, já que nunca conheceram a vida rústica, a vindima das uvas, as invasões militares, os monumentos aos mortos, os estandartes perfurados por balas inimigas ou a urgência vital da moralidade? Seu pensamento foi formado por
meios de comunicação que reduzem a permanência de um fato a uma pequena frase e a imagens fugazes – fiéis ao senso comum dos lapsos de atenção de sete segundos – lembrando que as respostas dos programas de perguntas devem ser dadas em 15 segundos. esses meios de comunicação lhe mostram coisas que não veria em sua vida cotidiana: corpos ensanguentados, ruínas, devastação. "Ao chegar aos 12 anos de idade, os adultos já forçaram as crianças a serem testemunhas de 20 mil assassinatos", escreve Serres. As crianças atuais são criadas com publicidades repletas de abreviações e palavras estrangeiras que as fazem perder contato com sua língua materna.
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A escola já não é mais um lugar de aprendizado e, acostumadas aos computadores, elas vivem uma boa parte de sua existência no mundo virtual. Ao escrever em seus aparelhos eletrônicos usam seus dedos indicadores ou polegares em vez da mão toda. (E, além disso, estão totalmente consumidas pelo afã de desenvolver várias tarefas ao mesmo tempo). Elas ficam sentadas, hipnotizadas pelo Facebook e pela Wikipedia, que, segundo Ferres, “não estimulam os mesmos neurônios nem as mesmas zonas do córtex (cerebral)” que se estivessem lendo um livro. Antes, os seres humanos viviam em um mundo conhecível, tangível. Esta geração existe em um espaço virtual, que não estabelece distinção
UMBERTO ECO É O AUTOR DO ROMANCE “A MISTERIOSA CHAMA DA RAINHA LOANA”, ALÉM DE “BAUDOLINO”, “O NOME DA ROSA” E “O PÊNDULO DE FOUCAULT” TRADUÇÃO: RODRIGO GARCIA
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4 -.GERAL
Giba Um
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gibaum@gibaum.com.br
Guido Mantega, que derrubou Roger Agnelli da Vale e quer emplacar Otacílio Cartaxo no Carf, já tem novo alvo.
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MAIS: quer afastar o Ricardo Flores, presidente da Previ, o maior fundo de pensão do país. E já tem o nome do substituto no bolso
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25 de Abril
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k A batina impõe respeito, é uma proteção – inclusive contra o Suite Lula
Os 100 dias 333 A presidente Dilma preferiu não fazer nenhum balanço – e tampouco alarde – em torno dos seus primeiros 100 dias de governo, como é quase uma tradição. Na campanha, a atual Chefe do Governo usava e abusava de números e mais números sobre a realização da administração Lula, sempre enfocando que participava de praticamente tudo. Agora, não teria o que mostrar. Já os primeiros 100 dias de Lula fora do governo têm sido mais do que pródigos: além de dez viagens ao Exterior, alcançou o primeiro milhão de reais em palestras. Particularmente, ele só acha que anda aparecendo pouco na mídia.
MASSA FALIDA A cúpula do DEM já chegou à conclusão de que não tem como estancar a sangria em seus quadros, com Democratas pulando para o barco de Gilberto Kassab, que registra o novo PSD em dois meses. Os sobreviventes do DEM acham que devem reformar tudo e, dependendo,atémudar onome dopartido.Grandebloco,contudo, com muita discrição, já enviou sinais de fumaça ao PSDB e começa a conversar com os tucanos para umapossívelfusão. Detalhe: quando, há meses, o prefeito Gilberto Kassab, de São Paulo, fez uma consulta para ver o que os Democratas achavam de uma fusão com o PMDB, quase foi linchado.
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De olho no padre O cardeal-arcebispo de São Paulo, D. Odilo Scherer, tem acompanhado as últimas entrevistas do padre Marcelo Rossi, ainda se recuperando de um tombo na esteira ergométrica, onde o sacerdote continua atacando a Arquidiocese, que não permitiu que ele chegasse muito próximo ao Papa Bento 16, quando esteve no Brasil. Anota também quando o padre garante que “o pessoal da Arquidiocese ficou com ciúmes” quando ganhou o prêmio Van Thuân, do Vaticano. E agora, até a CNBB acompanha “o dom especial” que o padre Marcelo Rossi garante ter, quando toca as pessoas. A maioria dos bispos gostaria de averiguar se, supostamente, o padre atravessa período de conflitos psicológicos. 333
TRADIÇÃO Aos mais chegados, na reunião de Osasco, Lula anunciou quequer organizar,no Brasil, no segundo semestre, um evento internacional para discutir os rumos da esquerda no planeta. Em suas viagens ao Exterior, ele tem conversado sobre a super-reunião com dirigentes da esquerda e a organização do evento. Seria a V Internacional, que é como é chamada essa reunião de lideres da esquerda no mundo, uma tradição entre os socialistas. A primeira aconteceu em 1864 e depois, só foram realizadas mais três. 333
PADRE MARCELO ROSSI // agora garantindo que elas não lhe dão sossego, nem pelo celular.
333 Enquanto o país atravessa sua pior fase financeira e muitos apostam que Portugal não escapará do default, os portugueses se consolam e suspiram com a ascensão da atriz Joana Santos, 25 anos, curvilínea e que vem aparecendo nas revistas masculinas de lá. Agora, ensaio de Mert e Marcus para a GQ lusitana, mostra Joana Santos mais intimamente, na capa e no recheio. Ela é a atração da novela Laços de Sangue e garante que não se incomoda em ser desejada. Agora, até a Globo está de olho nela para uma participação especial em alguma minissérie. Detalhe: Joana é a cara de Sandy (no destaque, antes de cortar os cabelos).
Devassa à lusa
333 Na reunião de Osasco com prefeitos, vices e parlamentares do PT, Lula estava entre dois mensaleiros: de um lado, o deputado João Paulo Cunha e, de outro, José Dirceu, ex-ministro e deputado cassado. Dia 29, no encontro do diretório nacional, também Delúbio Soares, que será reintegrado ao PT, formará ao lado do ex-presidente, com todas as honras. Mais: além de anunciar que quer se dedicar às eleições municipais, no ano que vem, Lula fica à disposição do partido para novas alianças políticas, de olho na reforma política. E quer o envolvimento da Igreja, ONGs e centrais sindicais, num movimento que ele acredita que poderá superar o Diretas Já. Detalhe: nas últimas aparições, o ex-presidente deixou de lado a bayadera e acaba de aderir à camiseta preta de gola redonda. Há quem aposte que se inspirou na camicia nera, dos seguidores de Mussolini.
Camicia nera
333 Fazendo justiça à antológica frase de Andy Wharol, segundo a qual “qualquer pessoa tem direito a seus quinze minutos de fama”, ex-integrantes do BBB11, brothers e sisters cumprem o ritual habitual depois que deixam o reality show. Para elas, site Paparazzo e depois, Playboy ou Sexy. E todos, especialmente os que participaram do Axé Brasil em Belo Horizonte, começam a cobrar cachê para aparecer em eventos: o médico Wesley Schunk Cunha e a vencedora Maria Melilo (ela cobra R$ 10 mil), à esquerda, a transsexual Ariadna Thalia (centro) e Natalia Pinto de Castro e Diana Balsini (direita).
Minutos de fama
Minha Casa ameaçado 333 Lançado em abril de 2009, com o objetivo de construir 400 mil casas, o programa Minha Casa, Minha Vida consumiu, até o final do ano passado, R$ 53 bilhões, entre Orçamento da União e FGTS. E até agora só entregou 92,4 mil casas, ou seja, menos de 25% do total pretendido. Do final de 2010 para cá, não há novos dados: do Orçamento deste ano, nem um centavo foi liberado e dentro do próprio governo, muitos começam a apostar que o programa está seriamente ameaçado.
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Fotos: Mert e Marcus
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assédio das mulheres.
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Sapatos de cobra (piton).
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Sapatos de croco fake.
Nadadenovo Na Virada Cultural, em São Paulo, os novos adeptos da stand-up comedy fizeram grande sucesso e, em vários teatros, o gênero (nos Estados Unidos, em cada bar sempre há um comediante) vem se multiplicando. De novo, contudo, apenas a expressão americana: no passado, comediantes sempre se apresentaram sozinhos em grandes teatros e o pioneiro, ainda no final dos anos 50, em São Paulo, foi José Vasconcelos, hoje com 85 anos. Depois, o gênero foi rebatizado para one-man-show, ficando mais sofisticado, com música a slides. Entre os anos 70 e 80, Miele era disputado e Chico Anysio lotava teatros, além de Juca Chaves e até Ari Toledo, o rei das piadas sujas. 333
Na edição comemorativa dos 25 anos da Casa Cor, que acontecerá no Jockey Club de São Paulo, a partir de 24 de maio, haverá uma espécie de homenagem ao ex-presidente Lula e sua mulher, Marisa Letícia. A suíte presidencial, assinada por Samla Sarayedine Testa, será inspirada no casal. Ela utilizará materiais brasileiros (palhas, rendas e tecidos), num espaço simples e cheio de referências sociais. Nada a ver com os tempos da suíte do Alvorada: apenas suaves ligações com o apartamento de São Bernardo. Detalhe: não haverá espaço para o sofá da sala de Lula onde, às vezes, ele cochila e acorda de madrugada. 333
São Marcos Evangelista
ROSA NO DECOTE 333 Luiza Brunet acaba de publicar no Facebook uma foto antiga sua (mais de duas décadas atrás), num show no TeatroMunicipal,doRio,onde no final do espetáculo, Roberto Carlos coloca uma rosa vermelha em seu decote. Na noite, Luiza foi direto de São Paulo para a apresentação, usando um vestido preto (não deu para trocar) mesmo sabendo que RC não gosta da cor,oquenãooimpediu dogesto certeiro. “Não tenho o prazer de ser intima dele, mas amo esse homem de paixão”. Luiza, quase cinquentonaeRoberto, setentão, estão numa fase available.
MISTURA FINA A ATRIZ Mariana Ximenez, que povoa os sonhos de milhões de brasileiros, está namorando agora o gaúcho Lucas Mello, 29 anos, com quem tem sido vista circulando pela noite de São Paulo. Ele é publicitário e um dos donos do Bar Secreto, onde o pessoal do U2 caiu na gandaia, nesses dias. 333
333 O MINISTRO da Defesa, Nelson Jobim, com quase dois metros de altura, há dias, num evento do Exercito, foi cumprimentar o presidente do Supremo, Cezar Peluso, cujo cargo ocupou no passado e – quem diria – acabou sapecando dois beijos, um de cada lado do rosto do presidente do STJ.
333 NEM SÓ de Blowin’in the Wind, de Bob Dylan, vive o senador Eduardo Matarazzo Suplicy: agora, homenageando os 70 anos de Roberto Carlos, ele vem declamando trechos de suas letras mais conhecidas e, dependendo da platéia, até arrisca cantar Detalhes , a sua favorita.
O SECRETÁRIO do Meio Ambiente de São Paulo, Bruno Covas, esclarece que não procurou agência de publicidade alguma para levantar custos de suposta campanha à prefeitura paulistana, que a época das eleições ainda está muito distante e que não brigou com Police Neto. 333
TAMBÉM o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, está disposto a levar seu nome para a convenção do PT que escolherá o candidato do partido, no ano que vem, para disputar a prefeitura de São Paulo.
333
A CLÍNICA São Vicente, no Rio, informa que Millôr Fernandes foi transferido no final de fevereiro para outra unidade hospitalar à pedido da família. 333
Colaboração: Paula Rodrigues,Alexandre Favero
Solução
iscípulo e intérprete de São Pedro, é autor do segundo Evangelho que traz a visão de quando era criança da Paixão de Jesus. Também foi assistente dos Apóstolos S. Paulo e S. Barnabé (este seu tio) em suas viagens missionárias. Bispo de Hierápolis, na Ásia, foi martirizado em 130.
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sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
5 MÃOS ATADAS Deputados trabalham para liberar a pauta, trancada por MPs.
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MÃOS LIVRES No Senado, só audiências e comemorações de efemérides.
14 MPs trancam trabalhos na Câmara Plenário vai ter de dedicar a última semana do mês ao exame das medidas provisórias que travam a Casa Constatado o vencimento do documento e providenciado outro motorista, o bafômetro não foi realizado. Nota da assessoria do senador Aécio Neves (PSDBMG), flagrado durante a madrugada numa blitz da polícia no Leblon, no Rio. O senador se recusou a fazer o teste e apresentou a Carteira Nacional de habilitação, vencida. Foi uma ação orquestrada. Resposta de Andrea Neves, irmã de Aécio Neves, em razão da enxurrada de críticas recebidas pelo irmão. A terminologia direitaesquerda-centro, com suas gradações de centro-direita e centro-esquerda, perdeu conteúdo e significado. Pronunciamento da senadora Kátia Abreu (TO), que oficializou o adeus ao Democratas e a adesão ao PSD. É natural, todo partido tem (disputas internas). No mundo inteiro é assim. A democracia começa em casa. A maioria tem que ser respeitada. Geraldo Alckmin (PSDB), governador de São Paulo, sobre a debandada de cinco vereadores tucanos de São Paulo. Fomos ofendidos e desrespeitados acima da nossa capacidade de suportar. Chegaram a dizer que vereador tem que ser tratado a peixeirada. Justificativa do vereador Gilberto Natalini, que trocou o PSDB pelo PSD. Não sei como alguém estuda tanto e depois quer esquecer o povão? O povão é a razão de ser do Brasil. Do povão fazem parte a classe média, a classe rica, os mais pobres, todos são brasileiros. Palavras de Luiz Inácio Lula da Silva ao responder a artigo escrito por Fernando Henrique Cardoso, que sugeria ao PSDB avançar sobre as novas classes sociais e esquecer as camadas mais baixas da população, cooptadas pelo PT.
Dida Sampaio/AE - 31.01.11
N
a última semana de abril, o plenário da Câmara dev e a n a l i s a r, e m sessões ordinárias, as medidas provisórias que trancam os trabalhos. A primeira das 14 MPs é que permite à União conceder subvenção de juros em empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para empresas e produtores rurais de cidades atingidas por desastres naturais. Os deputados precisam analisar os destaques ao texto principal, aprovado na terçafeira. As informações são da Agência Câmara. Um dos destaques apresentados pela oposição à MP pretende retirar a possibilidade de os fundos especiais da União participarem como cotistas do Fundo Garantidor de Parcerias Público-Privadas (FGP), que pode garantir até R$ 6 bilhões nas parcerias com o setor privado. Minha Casa, Minha Vida – A segunda MP que tranca as sessões ordinárias é a que cria novas regras para o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Para essa fase do programa está prevista a construção ou a reforma de dois milhões de moradias entre 2011 e 2014, com prioridade de atendimento às famílias chefiadas por mulheres e às desabrigadas que residam em áreas de risco e insalubres ou tenham sido desalojadas por isso. Código de Aeronáutica – Em sessões extraordinárias, o plenário poderá votar outras matérias, como as mudanças
Marco Maia: expectativa de acordo na reunião de líderes, amanhã, para a retomada das votações.
no Código Brasileiro de Aeronáutica e a ampliação da banda larga com recursos do Fundo de Universalização de Serviços de Telecomunicações (Fust). A expectativa do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), é a de que haja acordo sobre essas propostas na reunião de líderes, amanhã. As outras 12 MPs que trancam os trabalhos: - concede crédito extraordinário de R$ 26,6 bilhões a órgãos do Executivo e a estatais; - fixa o salário mínimo em R$ 540 para os dois primeiros meses do ano; - reduz a zero o Imposto de Renda sobre os rendimentos
pios atingidos pelas chuvas na da Região Sudeste; - autoriza a União a conceder subvenção econômica ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiar investimentos e capital de giro de empresas dos municípios atingidos pelas chuvas no Rio; - autoriza a prorrogaçãode contratos temporários em projetos internacionais de cooperação técnica; - permite a contratação de professores para instituições federais de ensino; - autoriza a capitalização do BNDES em R$ 55 bilhões. (Folhapress)
E o Senado festeja o Dia dos Aposentados Senadores estarão ocupados com atividades como essa e em audiências públicas sobre questões diversas
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epois da Páscoa, a primeira sessão plenária do Senado, hoje, se destinará a comemorar o Dia Nacional dos Aposentados e Pensionistas. Também hoje, a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa realizará uma audiência pública para debater as ações de fis-
calização do Tribunal de Contas da União (TCU) nos programas sociais do governo. Amanhã, a Comissão de Serviços de Infraestrutura também realiza audiência pública para debater a importância de melhorias na infraestrutura portuária. A ideia é trabalhar pela redução das desigualda-
José Cruz/ABr
O Lula, que era contra a privatização, agora vai para Londres falando para a Telefónica e ganhando US$ 100 mil. Crítica de Fernando Henrique Cardoso ao petista, a quem classifica de malicioso por tentar colar a imagem da sigla tucana à das elites.
des regionais, com investimentos que possam elevar o movimento geral dos portos e dinamizar o turismo. Nesse mesmo dia, a Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização reúne-se para ouvir a ministra do Planejamento, Miriam Belchior. Na pauta da reunião está ainda o decreto que fixa em 30 de abril o prazo de validade dos "restos a pagar" de 2007 a 2009 – um estoque de aproximadamente R$ 18 bilhões de dívida do governo para com Estados e municípios. Para quarta-feira estão previstas audiências públicas na Comissão de Direitos Humanos (CDH) e também na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). No Dia Nacional da Empregada Doméstica, a CDH recebe 17 convidados para debater o tema "Empregada Doméstica e Direitos Humanos". Já a CCT recebe cinco conviWalter Pinheiro (PT-BA): projeto para reduzir de 33 para 22 as subcomissões que proliferam no Senado – muitas delas sem nenhum objetivo prático.
Imóvel no Tatuapé e Imóvel Comercial Anália Franco 1, 2, 3 em várias regiões dorms. Venda e de São Paulo. Locação Venda e Locação
DC
Em vez de uma disputa entre ideias e concepções de mundo, o presidente Lula promoveu a luta dos justos contra os pecadores. É o tudo ou nada, que representa o fundamentalismo e a negação da política. José Augusto Guilhon Albuquerque, professor aposentado do Departamento de Ciência Política e membro do Núcleo de Pesquisas em Relações Internacionais da USP, ao comentar a estratégia petista de demonizar os adversários.
de títulos privados se o comprador residir no exterior; - cria o cadastro positivo para a inclusão de dados sobre os pagamentos em dia de pessoas físicas e jurídicas; - autoriza a União a doar estoques de alimentos a países e regiões afetados por eventos naturais e sociais; - cria a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) para apoiar os hospitais universitários federais; - amplia o valor da bolsa de médico residente e garante licença-maternidade e paternidade a esse profissional; - libera crédito de R$ 780 milhões para estados e municí-
dados para discutir denúncias de que concessões para funcionamento de emissoras estão sendo entregues a "laranjas" – pessoas que emprestam o nome para esse tipo de fraude. Subc omissõ es – Fáceis de criar, às vezes sem objetivo nenhum, a não ser dar ao senador que a idealizou a condição de "dono", as 33 subcomissões do Senado podem ser reduzidas para no máximo 22. Projeto do senador Walter Pinheiro (PTBA) reduz de quatro para duas subcomissões para cada uma das 11 comissões permanentes. Pinheiro alega que, apesar de movimentar os corredores da Casa, o trabalho delas resulta em pouca coisa de concreto. Até meados dos anos 90, os senadores se orientavam pelo Regimento Interno, que prevê a existência de quatro subcomissões "no âmbito" das comissões permanentes. E como tal era entendido, sem o excesso existente hoje. Até que a inauguração da TV Senado, em 1995, mostrou uma nova forma de o parlamentar se exibir como presidente de uma subcomissão. E aí começou a farra, com a interpretação de que o Regimento se referia a quatro subs para cada uma das comissões. (AE/Folhapress)
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sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
Não se ganha eleição com apoio de 100% da população, mas com o apoio de 50% mais um. Amaury de Souza
olítica
Pablo de Souz
a/Luz – 16/1
Sérgio Neves/AE – 22/4/2010
2/2010 storeli/Luz – 9/
2/2010
Tiago Pa
r lei e ordem".
demanda po uza: "Há uma
Amaury de So
Fernando Henrique quer que o PSDB seja mais atuante.
Fornazieri diz
que o partido
tucano não se
enraizou na so
ciedade.
A difícil disputa pela nova classe média O ex-presidente Fernando Henrique desafiou os tucanos a conquistar as classes C e D, que o PT tenta manter sob seu controle a todo custo. Masao Goto Filho/e-Sim – 13/1/2010
Sergio Kapustan
O
papel da oposição, artigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso publicado na mais recente edição da revista Interesse Nacional , de grande repercussão na mídia e nos meios políticos, é uma peça que "sacode" os tucanos, pois aponta para a necessidade de uma ação partidária menos burocrática e mais atuante (leia o artigo em www.dcomercio.com.br). Segundo especialistas ouvidos pelo Diário do Comércio, Fernando Henrique tem razão quando escreveu que, em vez de centrar fogo no Congresso, os tucanos devem ir à luta e conquistar o apoio da nova classe média (as camadas C e D), de jovens empresários e universitários. De acordo com o cientista político e diretor acadêmico da Escola de Sociologia e Política de São Paulo, Aldo Fornazieri, ao defender um modelo de oposição mais agressiva, FHC mostra um grave defeito dos tucanos – "a falta de organização partidária, que foi completamente negligenciada ao longo de sua história". O PSDB "nasceu dentro do Estado", segundo Fornazieri, "e não se enraizou na sociedade". Com isso, consolidou uma ação de partido personalista. "Os tucanos não têm uma rotina própria de partido em razão de depender de seus líderes políticos. E a palavra é só um dos elementos da ação política. Sem um sujeito ativo, as pala-
vras ficam no ar". O cientista política observa que, ao desenvolver um trabalho partidário de longo prazo, o PT, adversário histórico do PSDB, foi o que mais lucrou. "O PT nasceu nos sindicatos e se projetou na sociedade. E criou uma vida interna ativa, com reuniões nacionais e congressos, que a midia acompanha." Menos impostos – Autor de A Cabeça do Brasileiro, A Cabeça do Eleitor e Dedo na Ferida: Menos Imposto, Mais Consumo , o sociólogo Alberto Carlos Almeida afirma que um dos temas para estimular um diálogo com a nova classe média e os empreendedores é a redução de impostos, que, segundo ele, geram postos de trabalho e melhoram a qualidade de vida.
Cabe à oposição dizer que é possível melhorar a vida da população diminuindo os impostos ALBERTO CARLOS ALMEIDA
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), o peso dos impostos cresceu de 30% para 35%, de 2000 a 2010. A carga tributária prejudica principalmente as camadas de menor poder aquisitivo, entre elas, as classes C e D, com renda fami-
SECRETARIA DA SAÚDE DIVISÃO TÉCNICA DE SUPRIMENTOS - SMS.3 ABERTURA DE LICITAÇÕES Encontram-se abertos no Gabinete: PREGÃO PRESENCIAL 114/2011-SMS.G, processo 2011-0.090.149-0, destinado ao registro de preço para o FORNECIMENTO de FILME RADIOLÓGICO PERIAPICAL, para a Central de Distribuição de Medicamentos e Correlatos CDMEC/Área Técnica de Odontologia, do tipo menor preço. A sessão pública de pregão ocorrerá às 10 horas do dia 6 de maio de 2011, a cargo da 4ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. PREGÃO PRESENCIAL 108/2011-SMS.G, processo 2011-0.083.404-0, destinado ao registro de preço para o FORNECIMENTO de GUARDANAPOS DE PAPEL, para a Central de Distribuição de Medicamentos e Correlatos - CDMEC/Área Técnica de Odontologia, do tipo menor preço. A sessão pública de pregão ocorrerá às 10 horas do dia 10 de maio de 2011, a cargo da 4ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. PREGÃO PRESENCIAL 095/2011-SMS.G, processo 2011-0.011.991-0, destinado ao registro de preço para a CONTRATAÇÃO de SERVIÇOS de RECONDICIONAMENTO DE MOTORES DE PARTIDA, ALTERNADORES E CHAVES DE SETA, para a SMS/Divisão Técnica de Transportes - DTT/Compras, do tipo menor preço. A sessão pública de pregão ocorrerá às 14 horas do dia 12 de maio de 2011, a cargo da 3ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. RETIRADA DE EDITAL O edital do pregão acima poderá ser consultado e/ou obtido nos endereços: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br, ou, no gabinete da Secretaria Municipal de Saúde, na Rua General Jardim, 36 - 3º andar - Vila Buarque - São Paulo/SP - CEP 01223-010, mediante o recolhimento de taxa referente aos custos de reprografia do edital, através do DAMSP, Documento de Arrecadação do Município de São Paulo. DOCUMENTAÇÃO - PREGÃO PRESENCIAL Os documentos referentes ao credenciamento, os envelopes contendo as propostas comerciais e os documentos de habilitação das empresas interessadas, deverão ser entregues diretamente ao pregoeiro, no momento da abertura da sessão pública de pregão.
PSDB foi para a direita, lamenta Bresser-Pereira.
E Almeida: "As classes médias pretendem melhorar de vida".
liar de R$ 1.200,00. Almeida sustenta que o governo Dilma aumentou três impostos: bebidas frias, IOF para compras no exterior e IOF para empréstimos no exterior. "Sem intermediários, o PSDB deve procurar o povão e divulgar que menos governo significa melhoria da qualidade de vida das pessoas." Almeida diz que as privatizações no governo tucano, especialmente a da telefonia, mudaram a vida do País. "Tanto o povo como as classes médias são consumidores que pretendem melhorar de vida. E cabe à oposição dizer que é possível melhorar a vida da população diminuindo os impostos". Maioria e democracia – Ao comentar o artigo, o cientista político Amaury de Souza, autor de A Classe Média Brasileira Ambições, valores e projetos de sociedade - em parceria com Bolívar Lamounier, elogia a luta de Fernando Henrique a favor do voto distrital e a importância de melhorar a participação do eleitor no processo eleitoral.
Amaury afirma que as classes médias já representam praticamente metade da população e que Fernando Henrique mostrou a necessidade de o PSDB modernizar sua ação. "Não se ganha eleição com o apoio de 100% da população, mas com o apoio de 50% mais um." E acrescenta que esse é um eleitorado sensível. "Como ele está subindo na vida, é muito sensível a qualquer coisa que seja uma ameaça à sua expectativa de um futuro melhor." As duas últimas eleições, de 2006 e 2010, mostraram, segundo Amaury, que o voto está dividido no Brasil: "O voto popular lulista se concentra no Norte e Nordeste. O voto do PSDB é das camadas médias do Sul, Sudeste e Centro-Oeste". No livro, baseado em pesquisas, os autores afirmam que as classes médias apoiam o Estado democrático e criticam a atuação do Congresso e a corrupção. "Há uma demanda por lei e ordem. E um repúdio às invasões patrocinadas pelo MST", conclui Amaury de Souza.
Guinada – Longe da polítinquanto Fernando H e n r i q u e C a r d o s o ca, o ex-ministro da Adminisaponta uma saída para tração Federal e da Reforma o PSDB se reaproximar do do Estado de Fernando Heneleitorado brasileiro, inter- rique, Luiz Carlos Bresser-Penamente, o partido procura reira, em entrevista ao jornal uma forma de se recompor Valor Econômico , anunciou no plano nacional, em meio a seu desligamento do PSDB, uma crise no diretório muni- partido que ajudou a fundar. Bresser argumentou que o cipal de São Paulo. Após a derrota de José Ser- PSDB caminhou definitivara à Presidência da República, mente para a direita. A justifia pauta tucana ficou restrita à cativa: em oito anos de governo Lula, os eleição do p r e s i d e n t e Lelo de Almeida/Folha Imagem – 23/4/2010 tucanos foram empurnacional do rados para a partido, em direita pelo 28 de maio, PT, que assupara o biênio miu a posi2011-2013. ção socialSegundo democrata. e s p e c u l aEm sua ções, a dispua n á l i s e, " o ta interna cofato concreloca frente a to é que no frente Serra e governo Fero senador Aénando Hencio Neves rique Cardo(MG), com so o partido vantagem pa- Bresser saiu do PSDB. já caminhara o mineiro. Em maioria, Aécio e um va para a direita, muito claragrupo de deputados e go- mente. Daí o PT ganhou a vernadores apoiam a recon- eleição e assumiu uma posidução do deputado federal ção de centro-esquerda, torSergio Guerra (PE) ao cargo, nou-se o partido social-deem chapa única, sem adver- mocrata brasileiro – e o sário. "O núcleo do poder se PSDB, naturalmente, contitransferiu de São Paulo para nuou sua marcha acelerada Minas e outros estados", afir- para a direita", disse Bresser na entrevista. (SK) ma um político tucano.
Mercosul, próxima parada de Dilma A Bulgária, terra natal do pai da presidente, também está entre as oito viagens presidenciais programadas Uéslei Marcelino/Reuters
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ecém-chegada da China, a presidente Dilma Rousseff sobe no avião presidencial em breve para novos voos diplomáticos. Nos próximos meses, devem entrar na agenda pelo menos oito viagens internacionais, que incluem desde os vizinhos do Mercosul até a Bulgária, terra de seu pai. Em quase todas, o foco é o mesmo: atrair negócios para o Brasil. Mais ainda que seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva – que se autodenominava um "caixeiro-viajante" –, a presidente deixa claro que seu objetivo, ao sair do Brasil, é o de ampliar relacionamentos que possam fazer bem à balança comercial do País. Para cada ação programada pelo Itamaraty, a pergunta fei-
Na rota: depois da China, Dilma quer "vender" Brasil a vizinhos.
ta por Dilma é: "E o que nós ganhamos com isso?". Na primeira fase da agenda, ela vai percorrer boa parte da América do Sul. Por enquanto, estão no horizonte visitas ao Uru-
guai e ao Paraguai, ambas em maio. Aos parceiros menores do Mercosul, o Brasil deve levar mais do que trazer. É o caso do Uruguai, onde Dilma pretende conversar
com o presidente José Mujica sobre a dificuldade dos uruguaios em atrair grandes investimentos estrangeiros. Deve entrar também na pauta um acordo de cooperação sobre agricultura e pecuária. Apesar de muito menor que o agronegócio brasileiro, a produção uruguaia supera a brasileira em qualidade e em diversas áreas. Ao Paraguai, a presidente Dilma espera entregar, finalmente, o acordo de revisão dos preços das tarifas de energia de Itaipu pagos ao País. O acordo, aprovado na semana passada pela Câmara, está agora em tramitação no Senado. No entanto, o crescimento de 10,9% do PIB paraguaio em 2010 atiçou ainda mais o interesse brasileiro. (AE)
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7 Eu defendo um plano estratégico de comércio externo, com mais autonomia e independência. Alfredo Cotait Neto
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Andre Dusek/AE - 23/02/2001
STF julga vagas de suplentes Supremo decidirá se vaga na Câmara pertence ao partido ou à coligação
O O ministro Ricardo Lewandowski já optou a favor das coligações: a questão não é unanimidade no STF.
Dutra tem retorno incerto
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rogramado para hoje, o retorno de José Eduardo Dutra à presidência do PT ainda é um mistério. De licença médica desde 22 de março, devido a uma crise hipertensiva associada a um quadro depressivo, ele comunicou a amigos e correligionários que reassumiria o cargo logo após o feriado da Semana Santa. Mas a direção nacional da legenda não confirma oficialmente a volta do líder. O secre-
tário-geral do PT, Elói Pietá, afirmou que só hoje terá essa informação, lembrou que a licença vale até meia-noite e que Dutra poderia reassumir o posto amanhã. O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), manteve o suspense. "Não tive contato com ele nos últimos dias". Integrante da corrente majoritária Construindo um Novo Brasil (CNB), Costa é apontado como seu provável suces-
sor, caso Dutra renuncie. "O PT é presidencialista, o presidente é uma figura fundamental", disse o secretário de Comunicação, André Vargas (PR). Embora o presidente interino, o deputado estadual Rui Falcão (SP), siga no comando do PT, Dutra tem perfil conciliador, útil neste momento em que o partido se divide em torno do reingresso ao partido do ex-tesoureiro e réu do mensalão, Delúbio Soares. (AE)
plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julgará nesta quarta-feira se a vaga de suplente pertence ao partido ou à coligação. A decisão afetará 24 vagas na Câmara dos Deputados. O primeiro caso, que servirá de parâmetro, será o do suplente do PSB do Rio de Janeiro Carlos Victor Rocha Mendes. Ele quer ficar com a vaga deixada por Alexandre Cardoso (PSB-RJ), ocupada por Carlos Alberto (PMN-RJ). No tribunal há 18 mandados de segurança com o mesmo pedido. Até agora, o Supremo determinou liminarmente cinco posses de suplentes dos partidos. A Câmara não deu posse a eles. Nestes casos, os ministros entendem que a vaga pertence ao partido por conta do princípio da fidelidade partidária. A questão não é unanimidade no tribunal. Os ministros Ricardo Lewandowski e Celso de Mello já se decidiram contrariamente, em favor das coli-
gações. Segundo eles, não se aplica a regra de que o mandato pertence aos partidos na substituição dos deputados. A Câmara tem um projeto em tramitação para disciplinar a questão. A proposta foi aprovada pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Ao todo, 49 deputados federais se licenciaram para assumir outros cargos. Segundo a Secretaria-Geral da Mesa da Câmara, 25 são suplentes pela coligação e do mesmo partido dos deputados licenciados. Cassação – O PMDB de Parintins, no Amapá, e a coligação formada por PT, PRP e PMN, impetraram recurso no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pedindo a cassação do prefeito da cidade, Frank Luiz da Cunha Garcia (PSDB-AM), e de seu vice, Messias Wilson de Medeiros (PDT-AM). Segundo o TSE, o recurso visa suspender decisão do TRE do Amazonas) que afastou de Frank Garcia as acusações de abuso de poder econômico e
compra de votos. Para os segundos colocados no pleito de 2008, Enéas Gonçalves e o vice, Antônio Andrade (PMDB), Garcia e Medeiros "distribuíram e foram beneficiados pela distribuição de bens para a população no período eleitoral"– o que caracteriza "abuso de poder econômico, captação ilícita de votos e o uso eleitoreiro da máquina administrativa". Segundo a acusação, o prefeito distribuiu, ilegalmente, kits para gestantes, coletes para mototaxistas e ranchos. Usou bens, funcionários e serviços públicos para a campanha, a propaganda institucional e o uso indevido dos meios de comunicação. Para a corte regional do TRE, não houve potencialidade nos atos que causassem desequilíbrio no pleito. Para os segundos colocados, o TRE se equivocou: não entendeu como abuso de poder econômico a distribuição de colete para mototaxistas e kits a gestantes. (Folhapress)
Marcos Mendes/Luz
Na área econômica, o projeto mais importante é o que ajusta a dívida do Estado de São Paulo e da capital com o governo federal. IDEM
s Os 48 dias útei
.
unidos em livro
de atuação, re
A luta de Cotait pelo Cadastro Positivo Em sua breve, mas profícua, passagem pelo Senado, Alfredo Cotait Neto conseguiu a aprovação do projeto do Cadastro Positivo e defendeu os interesses do Estado de São Paulo . Sergio Kapustan
O
secretário munic i p a l d e R e l ações Internacionais, Alfredo Cotait Neto, ocupou a cadeira de senador, de dezembro de 2010 a janeiro de 2011, em vir tude do falecimento de R o m e u Tu m a . S u a c u r t a atuação no Parlamento, no entanto, foi produtiva e está registrada no livro Min ha passagem pelo Senado. Cotait teve uma participação importante na aprovação do projeto do Cadastro Positivo e foi à tribuna defender a criação do Ministério do Comércio Exterior. "O
p r o gra m a d e d e s e nvo l v imento chinês está baseado no plano de desenvolvimento do comércio externo, e o Brasil é baseado no mercado inter no." Cotait apresentou dez projetos de lei, entre eles uma nova regra de correção da tabela do Imposto de Renda da pessoa física, que entraria em vigor no ano-calendário de 2011. Segundo o projeto, os mecanismos de correção da tabela seriam a variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do ano anterior, e do PIB per capita da economia brasileira, se positivo.
No Senado, Alfredo Cotait Neto lutou pela aprovação do Cadastro Positivo e apresentou dez projetos, atualmente em tramitação.
O projeto do Cadastro Positivo foi aprovado graças a minha intervenção no Senado ALFREDO COTAIT NETO Outro projeto apresentado institui os prêmios César Lattes e Santos Dumont nas mesmas áreas contempladas pelo Prêmio Nobel – Física, Química, Fisiologia ou Medicina, Economia, Literatura e Paz. O primeiro seria conferido ao brasileiro que recebesse um prêmio internacional, como o Nobel. O segundo, aos brasileiros que criassem inovações que gerem benefícios para a população. Além da economia, o secretário defendeu a democratização da gestão de clubes e federações e confederações esportivas. O projeto apresentado por Cotait estabelece que essas entidades não poderiam receber verbas do Orçamento da União e
de empresas sob controle estatal se os mandatos de seus presidentes e diretores excedessem quatro anos. A seguir, os principais trechos da entrevista ao Diário do Comércio. Diário do Comércio – Qual é o balanço que sr. faz de sua passagem pelo Senado? Alfredo Cotait Neto – Minha passagem – de 48 dias úteis – foi extremamente positiva. O Senado é um fórum de 81 senadores – são três por estado. Tive a oportunidade diária de conhecer os problemas dos estados que a mídia não cobre. Quem mora em São Paulo sabe muito pouco do que ocorre nos outros estados. Recebi convites, por exemplo, para visitar o Acre, Roraima e Paraíba. DC – Que ações o sr. destacaria no seu mandato ? Alfredo Cotait – A primeira foi a interferência na aprovação do Cadastro Positivo. O projeto foi aprovado graças a minha intervenção [o presidente Lula o vetou depois e editou uma Medida Provisória]. A segunda foi um pronunciamento na tribuna em que
suger i à presidente Dilma Rousseff separar o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior em dois: Desenvolvimento, Indústria e Comércio e outro – do Comércio Exterior. Os dois temas são antagônicos. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio se concentraria nas ações internas – o mercado interno. Comércio Exterior exige outra estratégia, em que se faz um planejamento de longo prazo. Vou dar um exemplo: a China. Ela montou seu desenvolvimento num tripé, e um deles é o mercado externo. O programa de desenvolvimento chinês está baseado no plano de crescimento do comércio exterior, e o do Brasil é baseado no mercado interno. É preciso ir mais longe; e eu defendo um plano estratégico de comércio externo, com mais autonomia e independência e desvinculado dos entraves internos. Outra ação importante que beneficiou o governo de São Paulo foi a renovação da Lei Kandir [créditos tributários] até 2020, o que evitou uma perda de R$ 7 bilhões. Por último, apresentei no Parlasul [Parlamento do Mercosul] projeto que cria um acordo de livre comércio entre o Mercosul e o Líbano. Ele está em andamento e estou acompanhando. DC – Além de intervenções políticas, qual foi o número de projetos que o sr. apresentou ? Alfredo Cotait – Apresentei dez projetos e eles estão andando nas comissões. Há dois com relatores: o que cria os prêmios Santos Dumont e César Lattes e o que democratiza os clubes. De modo geral, eu agrupo as propostas em três temas: econômico, tributário e outros projetos. Na área econômica, o mais importante é o que ajusta a dívida do Estado de São Paulo e da capital paulista com o governo federal. A capital paga por ano quase R$ 3 bilhões para cumprir o acordo. Nós pagamos 9% de juros mais a cor-
reção do IGP-DI [Í nd i c e Geral de Preços Disponibilidade Interna], que rendeu 14%, totalizando 23%! Nunca vamos conseguir pagar a dívida. Eu sugeri a troca do IGP-DI pelo IPCA [Índice de Preços ao Consumidor Amplo]. Outro projeto diz respeito a de investimentos públicos. Todos os estados e cidades, como o Rio de Janeiro, pagam sua dívida com o governo federal. O que diz meu projeto: que 30% da dívida seja depositada num fundo, gerido pelo governo federal, para reinvestir em infraestrutura nos estados. DC – E na área tributária ? Alfredo Cotait – Antes de falar do projeto de atualização da tabela do Imposto de Renda, é preciso saber um fato. A correção cessou no final de 2010. Com isso, o governo não precisa fazer a correção em 2011. Desde o Plano Real, houve uma defasagem de 70% a favor do governo. Ora, isso é um aumento disfarçado de imposto. Se não há correção, ele aumenta a arrecadação em cima do contribuinte, que já paga muitos impostos. Outras iniciativas importantes foram o incentivo à desburocratização, que cria um único número de identificação fiscal, e o que aumenta o teto de enquadramento de R$ 48 milhões para R$ 78 milhões, para ingresso de pessoas jurídicas no regime de lucro presumido. Aumentando o teto, as empresas vão continuar crescendo e gerando mais empregos.
O programa de desenvolvimento chinês está baseado no comércio exterior, e o do Brasil, no mercado interno. IDEM DC – A democratização dos clubes é um proposta polêmica... Alfredo Cotait – Eu quero acabar com casos em que pessoas assumem cargos e não querem sair. É preciso renovar clubes e confederações.
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sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
SAIA JUSTA Príncipe herdeiro do Bahrein não vai ao casamento real da Grã-Bretanha esta semana, dando fim a uma disputa potencialmente embaraçosa sobre o convite que lhe foi feito.
nternacional
Síria lança uma guerra secreta Dominique Faget/AFP
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orças de segurança da Síria detiveram ontem cerca de 200 líderes oposicionistas, no que ativistas descreveram como uma tentativa do governo de minar a capacidade de mobilização dos manifestantes antirregime sem recorrer ao uso da força. As equipes de segurança voltaram a atirar contra manifestantes em diversos pontos do país, de acordo com relatos de moradores. Testemunhas disseram que tropas do exército e a polícia abriram fogo de cima de telhados mesmo que não houvesse protesto em andamento, matando uma pessoa e ferindo outras na cidade de Jableh, segundo a ONG Human Rights Watch. A informação é de que residentes enfurecidos bloquearam a principal estrada ligando as cidades de Tartous e Latakia para protestar contra o ataque. Também ontem, a ONG pediu que a Organização das Nações Unidas (ONU) faça uma investigação na Síria quanto à repressão de protestos. Mais de 300 pessoas foram mortas, incluindo mais de 120 na sexta e no sábado, desde a revolta contra o regime da Bashar Al-Assad, iniciada há cinco semanas. O grupo de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch, com sede nos Estados Unidos, pediu sanções internacionais às autoridades da Síria responsáveis pelo assassinato de ativistas de oposição. "Depois da carnificina de sexta-feira, não é mais suficiente condenar a violência", disse Joe Stork, vice-diretor da ONG para
o Oriente Médio e o norte da África, em um comunicado. Sanções – "Em face à estratégia de 'atirar para matar' das autoridades sírias, a comunidade internacional precisa impor sanções àqueles que ordenaram os disparos contra os manifestantes", afirmou. Outros grupos, como o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (com base na GrãBretanha) e a Comissão Internacional de Juristas (sediada na Suíça), também pediram investigações a respeito das mortes. No sábado, pelo menos 12 pessoas foram mortas quando forças de segurança sírias abriram fogo nos presentes aos funerais de manifestantes mortos no dia anterior. Os protestos da última sextafeira foram os mais sangrentos na Síria desde o início das manifestações contra o governo do presidente Bashar Al-Assad. Os dissidentes pedem reformas democráticas no país. Reação – Os episódios causaram forte reação, dentro e fora do país. Ontem, o ministro do Exterior da Grã-Bretanha, William Hague, pediu que os cidadãos britânicos deixem a Síria o mais rápido possível, devido à deterioração progressiva da segurança no país. Ele também condenou a violência crescente no país árabe e disse estar espantado com a matança de manifestantes. No sábado, dois integrantes do Parlamento sírio renunciaram, em protesto pelas mortes. Ambos os parlamentares são de Deraa, onde os protestos começaram há 5 semanas. (Agências)
Reuters
Reuters
Na foto maior, presidente sírio Bashar Al-Assad aparece caracterizado como Hitler, durante protesto em Madri, na Espanha. Ao lado, imagens tiradas de um vídeo mostram manifestantes sendo atacados a tiros na cidade de Damasco.
Ammar Awad/Reuters
Protestos devem aumentar no Iêmen
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anifestantes no Iêmen expressaram ceticismo sobre o anúncio do governo do ditador Ali Abdullah Saleh de que aceita plano que prevê a sua saída em 30 dias e prometeram aumentar os protestos. Saleh comanda o país há quase 33 anos e concordou com uma iniciativa do CCG (Conselho de Cooperação do Golfo) que levaria à sua renúncia. A principal coalizão de oposição apoiou condicionalmente o plano, mas jovens e ativistas que deram força aos protestos contra o regime permanecem céticos. Eles estão preocupados que os partidos de oposição e de governo, que estavam no parlamento antes dos protestos, vão sacrificar os desejos dos manifestantes para conseguir benefícios políticos. (Agências)
Phil Moore/AFP
US$ 177 mi aos rebeldes líbios
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Kuwait contribuirá com 50 milhões de dinares (US$ 177,2 milhões) para o conselho rebelde da Líbia para ajudar a pagar salários na região separatista de Leste, disse ontem um líder rebelde. "Sua alteza o emir nos deu um subsídio financeiro no valor de 50 milhões de dinares do Kuwait. Esta quantia vai nos ajudar a pagar os salários dos empregados que não recebem seus baixos salários há dois meses", disse Mustafa Abdel Jalil, chefe do conselho nacional de rebeldes da Líbia. "Somos capazes de cobrir apenas 40% desse montante. Precisamos de ajuda urgente", disse ele numa conferência de imprensa no Kuwait. Em 4 de abril, o Kuwait se tornou o segundo Estado árabe após o Catar a reconhecer oficialmente as forças rebeldes da Líbia.
Abdel Jalil disse que os rebeldes receberam armas de "amigos e aliados", mas não especificou quais os países ou organizações tinham doado. Países ocidentais, relutantes em ser arrastados para um conflito em um terceiro país muçulmano após as guerras no Iraque e no Afeganistão, têm se mostrado pouco dispostos a armar os rebeldes. Assessores – Grã-Bretanha e França disseram que iriam enviar assessores militares e a Itália pondera o envio de instrutores militares, mas Abdel Jalil disse que nenhum conselheiro militar para a Líbia tinha chegado ainda. Na sexta-feira, o senador norte-americano John McCain pediu ao governo do presidente Barack Obama que reconheça o conselho rebelde como governo legítimo do país e que transfira à organização ativos líbios congelados. (Reuters)
Fim de semana sangrento: ao menos 32 mortos em Misurata
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Misurata continua sob ataque de forças leais a Qadafi
ebeldes líbios repeliram ontem uma ofensiva de forças leais ao ditador Muamar Kadafi que sitiam a cidade de Misurata, no oeste do país. De acordo com um morador local, os rebeldes tomaram o controle de um hospital onde soldados leais a Kadafi estavam entrincheirados e os afastaram até a periferia da cidade. Durante o domingo, relatou o morador, as forças leais a Kadafi dispararam dezenas de foguetes sobre Misurata. A versão do morador, que pediu para ser identificado apenas como Abdel Salam, diverge das alegações do governo, segundo o qual o exército não ataca Misurata desde sexta. Ao menos 32 pessoas morreram e 85 ficaram feridas em Misurata no fim de semana, informou o médico Khaled Abu Falgah, diretor do comitê médico da cidade. "As últimas 24 horas estiveram entre as mais difíceis e tristes dos últimos 65 dias", declarou.
A disputa pela cidade já cobrou centenas de vidas nos últimos dois meses. Autoridades líbias afirmam que o exército paralisou suas ações em Misurata ao longo dos últimos dois dias para permitir que líderes tribais negociem com os rebeldes. No sábado, o vice-chanceler Khaled Kaim disse que os soldados mantinham suas posições no entorno da cidade, mas assegurou que as operações militares estavam suspensas. Em Washington, membros da Comissão de Forças Armadas do Senado dos EUA defenderam que uma ação mais enérgica deveria ser adotada para depor Kadafi, inclusive ataques aéreos a integrantes de seu círculo íntimo. "Seria preciso fazer com que todos os dias, ao acordar, Kadafi pensasse: 'Será que este é meu último?'", argumentou o senador republicano Lindsey Graham em entrevista à CNN.
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
10
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
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nternacional Youssef Boudlal/Reuters
É a vez do Marrocos? Policiamento tem sido discreto durante os protestos do Movimento 20 de fevereiro. O nome é uma homenagem à data da primeira manifestação.
M
ilhares de pessoas tomaram as ruas do Marrocos ontem em manifestações pacíficas para exigir reformas profundas e o fim da prisão política, no terceiro dia de protestos em massa, desde que as manifestações começaram, em fevereiro. Desesperadas para evitar a turbulência que derrubou os governantes do Egito e da Tunísia, as autoridades já anuncia-
ram algumas mudanças para que o rei Mohammed ceda mais poder e limite à forte influência da monarquia nos negócios. Cerca de 10 mil pessoas foram às ruas em Casablanca, a maior cidade de um dos principais aliados árabes do Ocidente. Os manifestantes da capital, Rabat, também reclamaram da corrupção e tortura, assim como uma taxa de desemprego muito alta entre os jovens. (Reuters)
Manifestantes exigem reformas profundas e o fim da prisão política
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
11
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
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sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
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$ ',5(725,$ 0DUFR $QWRQLR &XQKD GH 6DQWDQD ² &RQWDGRU ² &5& 63 2
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nternacional Menahem Kahana/AFP
Tensão na Terra Santa
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m policial palestino abriu fogo ontem contra um grupo de colonos judeus em uma área da Cisjordânia controlada pela Autoridade Nacional Palestina (ANP), provocando a morte de uma pessoa e ferindo quatro, informou o exército israelense. Os disparos ocorreram no início da manhã perto da Tumba
de José, local sagrado para os judeus sob controle da ANP, e tem potencial para inflamar a tensão entre israelenses e palestinos. A polícia de Israel identificou o homem morto como Ben-Yosef Livnat, sobrinho de Limor Livnat, uma ministra linha-dura que compõe o governo de Benjamin Netanyahu. Nos funerais do sobrinho, a ministra disse a jornalistas que
Ben-Yosef Livnat foi morto por "um terrorista disfarçado de policial". Ainda segundo ela, seu sobrinho estava desarmado e foi "assassinado a sangue frio por ser judeu". Por meio de nota, o exército de Israel informou que oficiais palestinos confirmaram que um policial abriu fogo "após identificar movimentos suspeitos". (AE)
O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, divulgou comunicado "condenando de forma veemente" o incidente e pedindo que o exército e a ANP investiguem a ocorrência. Jibril alBakri, governador da Nablus, disse que a Autoridade Palestina já está investigando o caso.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
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sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
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nternacional Mariana Bazo/Reuters
Peru: Humala quase presidente Candidato está à frente da congressista populista de direita, Keiko Fujimori.
U
ma pesquisa divulgada ontem, duas semanas após o primeiro turno da eleição presidencial peruana e seis semanas antes do segundo turno, mostrou o candidato da esquerda nacionalista, Ollanta Humala, na liderança com 42% de apoio. A pesquisa é a primeira desde 10 de abril. A notícia de que Humala está à frente da congressista populista de direita, Keiko Fujimori, que tem 36% de apoio, pode deflagrar mais incerteza no mercado acionário, hoje. Na semana que se seguiu à vitória de Humala, um ex-oficial
militar de 48 anos, a bolsa de valores do Peru perdeu quase 9%. Desde então, a Bolsa tem tido negociação incerta, caindo com retiradas de investidores e, então, se recuperando levemente na busca por pechinchas. A pesquisa Ipsos Apoyo também mostrou 12% preferindo votos brancos, uma forma de protestar no Peru, onde o voto é obrigatório, enquanto 10% estavam indecisos. Forças favoráveis ao mercado são esperadas para ficar em torno de Keiko Fujimori, filha de 35 anos do ex-presidente Alberto Fujimori, mas diversas pessoas
temem que ela possa ser uma repetição da forma ditatorial do pai, que cumpre sentença de 25 anos de prisão por abuso aos direitos humanos. A pesquisa ainda perguntou aos eleitores qual era a maior dúvida sobre os dois candidatos e 68% acreditavam que Keiko Fujimori iria libertar o pai. No caso de Humala, 39% acreditavam que o candidato pode tentar ficar no poder mais do que o mandato de cinco anos, enquanto 48% acreditavam que a campanha presidencial estava sendo financiada pelo venezuelano, Hugo Chávez. (AE)
Pesquisa revela que o candidato da esquerda nacionalista, Ollanta Humala, tem 42% de apoio.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
15
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
16
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
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127$6 (;3/,&$7,9$6 6 '(021675$d¯(6 &217É%(,6 (P 5HDLV PLO &RQWUROH H $FRPSDQKDPHQWR 2 FRQWUROH H R DFRPSDQKDPHQWR GDV SRVLo}HV VmR UHDOL]DGRV GH PDQHLUD LQGHSHQGHQWH j iUHD GH JHVWmR 'HSDUWDPHQWR GH 7HVRXUDULD 1R SURFHVVR GH JHUHQFLDPHQWR GH ULVFR GH OLTXLGH] D iUHD GH EDFN RIILFH WHP D UHVSRQVDELOLGDGH GH IRUQHFHU DV LQIRUPDo}HV QHFHVViULDV j JHVWmR H DR DFRPSDQKDPHQWR GR FXPSULPHQWR GRV OLPLWHV HVWDEHOHFLGRV -i D iUHD GH ULVFRV p UHVSRQViYHO SHOD PHQVXUDomR GR QtYHO PtQLPR GH OLTXLGH] UHYLVmR GH SROtWLFD QRUPDV FULWpULRV H SURFHGLPHQWRV H UHDOL]DomR GH HVWXGRV SDUD DV QRYDV UHFRPHQGDo}HV
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862 '( (67,0$7,9$6 ( -8/*$0(1726 1DV 'HPRQVWUDo}HV &RQWiEHLV IRUDP XWLOL]DGDV DOJXPDV HVWLPDWLYDV H MXOJDPHQWRV FRQWiEHLV HODERUDGRV D ILP GH TXDQWLILFDU GHWHUPLQDGRV DWLYRV H SDVVLYRV 7DLV HVWLPDWLYDV H MXOJDPHQWRV VmR FRQWLQXDPHQWH DYDOLDGRV H EDVHLDP VH HP H[SHULrQFLD KLVWyULFD H GLYHUVRV RXWURV IDWRUHV LQFOXLQGR H[SHFWDWLYDV GH HYHQWRV IXWXURV FRQVLGHUDGRV UD]RiYHLV QDV FLUFXQVWkQFLDV DWXDLV 9DORU MXVWR GH DWLYRV H SDVVLYRV ILQDQFHLURV $ &RPSDQKLD DSOLFD R &3& SDUD LQVWUXPHQWRV ILQDQFHLURV PHQVXUDGRV QR EDODQoR SDWULPRQLDO SHOR YDORU MXVWR R TXH UHTXHU GLYXOJDomR GDV PHQVXUDo}HV (VVDV HVWLPDWLYDV H MXOJDPHQWRV FRQWiEHLV UHIHUHP VH EDVLFDPHQWH j UHGXomR DR YDORU UHFXSHUiYHO GH DWLYRV QmR ILQDQFHLURV H iJLR GR YDORU MXVWR SHOR QtYHO GD VHJXLQWH KLHUDUTXLD GH PHQVXUDomR SHOR YDORU MXVWR &$,;$ ( (48,9$/(17(6 '( &$,;$ 1tYHO 3UHoRV FRWDGRV HP PHUFDGRV DWLYRV SDUD DWLYRV RX SDVVLYRV LGrQWLFRV $WLYRV H SDVVLYRV GH 1tYHO LQFOXHP WtWXORV GH GtYLGD H SDWULPRQLDLV H FRQWUDWRV GH GHULYDWLYRV TXH VmR QHJRFLDGRV HP XP PHUFDGR DWLYR DVVLP FRPR WtWXORV S~EOLFRV EUDVLOHLURV TXH VmR DOWDPHQWH OtTXLGRV H DWLYDPHQWH QHJRFLDGRV HP 'LVSRQLELOLGDGHV HP PRHGD QDFLRQDO 7RWDO GH &DL[D H (TXLYDOHQWHV GH &DL[D PHUFDGRV GH EDOFmR 5HIHUH VH D GHSyVLWR EDQFiULR j YLVWD 1tYHO 'DGRV REVHUYiYHLV TXH QmR RV SUHoRV GH 1tYHO WDLV FRPR SUHoRV FRWDGRV SDUD DWLYRV RX SDVVLYRV VLPLODUHV SUHoRV FRWDGRV HP PHUFDGRV QmR DWLYRV RX RXWURV GDGRV TXH VmR REVHUYiYHLV QR PHUFDGR RX TXH SRVVDP VHU FRQILUPDGRV SRU GDGRV REVHUYiYHLV GH PHUFDGR SDUD VXEVWDQFLDOPHQWH WRGR R SUD]R GRV DWLYRV RX SDVVLYRV 2V DWLYRV H SDVVLYRV GH 1tYHO LQFOXHP FRQWUDWRV GH GHULYDWLYRV FXMR YDORU p GHWHUPLQDGR XVDQGR XP PRGHOR GH SUHFLILFDomR FRP GDGRV TXH VmR REVHUYiYHLV QR PHUFDGR RX TXH SRVVDP VHU GHGX]LGRV SULQFLSDOPHQWH GH RX VHU FRQILUPDGRV SRU GDGRV REVHUYiYHLV GH PHUFDGR LQFOXLQGR PDV QmR OLPLWDGRV D FXUYDV GH UHQGLPHQWR WD[DV GH MXURV YRODWLOLGDGHV SUHoRV GH WtWXORV GH GtYLGD H SDWULPRQLDLV H WD[DV GH FkPELR 1tYHO 'DGRV QmR REVHUYiYHLV TXH VmR VXSRUWDGRV SRU SRXFD RX QHQKXPD DWLYLGDGH GH PHUFDGR H TXH VHMDP VLJQLILFDWLYRV DR YDORU MXVWR GRV DWLYRV H SDVVLYRV 2V DWLYRV H SDVVLYRV GH 1tYHO JHUDOPHQWH LQFOXHP LQVWUXPHQWRV ILQDQFHLURV FXMR YDORU p GHWHUPLQDGR XVDQGR PRGHORV GH SUHFLILFDomR PHWRGRORJLDV GH IOX[R GH FDL[D GHVFRQWDGR RX WpFQLFDV VLPLODUHV DVVLP FRPR LQVWUXPHQWRV SDUD RV TXDLV D GHWHUPLQDomR GR YDORU MXVWR UHTXHU MXOJDPHQWR RX HVWLPDWLYD VLJQLILFDWLYRV GD
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5(&(,7$6 ),1$1&(,5$6
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'(63(6$6 *(5$,6 ( $'0,1,675$7,9$6
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3,6 &RILQV 7RWDO
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$WLYR 5HFHLWDV SDVVLYR GHVSHVDV
(P GH GH]HPEUR
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$ ',5(725,$ 'DQLHO -RVH /LEHUDWL ² &RQWDGRU ² 63 2
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CARTOONS New York Times, com humor
O jornal americano diz muito em poucas palavras. Artistas de diversos países, inclusive do Brasil, colocam em seus traços sátiras políticas, críticas à desigualdade social e a destruição do meio ambiente, entre outros assuntos.
DIร RIO DO COMร RCIO
sexta-feira, sรกbado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
17
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6DOGRV HP
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DIà RIO DO COMÉRCIO
18
sexta-feira, sĂĄbado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
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c
Teoricamente era um horĂĄrio bom, mas passei duas horas na serra. TomĂĄs Toledo, estudante
idades
A velha paciĂŞncia na volta para casa O paulistano que viajou de carro sofreu no retorno do feriado prolongado, mais uma vez. Ontem, os congestionamentos chegaram a dezenas de quilĂ´metros nas rodovias. Nelson Antoine/AE
N
esta PĂĄscoa, atĂŠ os motoristas que procuraram horĂĄrios alternativos para voltar para SĂŁo Paulo chegaram mais tarde do que o previsto. Os congestionamentos nas principais estradas paulistas chegaram a dezenas de quilĂ´metros. O estudante TomĂĄs Toledo, de 24 anos, achava que retornar da praia na madrugada de ontem evitaria os congestionamentos. "Teoricamente era um horĂĄrio bom, mas passei duas horas na serra, andando, em mĂŠdia, cinco quilĂ´metros por hora", contou. Segundo a Ecovias, concessionĂĄria que opera o sistema Anchieta-Imigrantes, a explicação para o trânsito pesado, mesmo durante a madrugada de ontem, ĂŠ que muitos motoristas anteciparam o retorno para almoçar com a famĂlia no domingo de PĂĄscoa. Barreiras – Mas esses nĂŁo foram os Ăşnicos problemas. No fim da tarde de ontem, na Rodovia Rio-Santos, trĂŞs quedas de barreiras interditaram totalmente a pista no trecho de SĂŁo SebastiĂŁo, no litoral norte paulista, por causa das chuvas fortes. Um deles foi no quilĂ´metro 148. Mais cedo, por volta das 13 horas, outras duas quedas ocorreram, tambĂŠm por causa da chuva, nos quilĂ´metros 151 e 159, entre as praias de Maresias e Boiçucanga. Nesses trĂŞs pontos, o moto-
De norte a sul do Brasil o motorista enfrentou trânsito intenso no retorno do feriado prolongado de PĂĄscoa/Tiradentes. Ao lado, o fluxo intenso de veĂculos na Rodovia dos Imigrantes, no sentido capital paulista. Abaixo, fila de veĂculos na BR381, na regiĂŁo metropolitana de Belo Horizonte (MG).
FlĂĄvio Tavares/Hoje em Dia
rista teve de trafegar no sistema pare e siga (por apenas uma faixa). O resultado foi mais de 40 quilĂ´metros de lentidĂŁo no sentido Santos. O advogado Michel Sancovski, 28, jogou atĂŠ gamĂŁo no carro para o tempo passar mais rĂĄpido. Ele saiu Ă s 12h30 de JuqueĂ, em SĂŁo SebastiĂŁo, e levou cinco horas atĂŠ SĂŁo Paulo. Outras estradas que levam ao litoral norte tambĂŠm ficaram paradas, como a Tamoios e a Osvaldo Cruz. "Demoramos cinco horas de Ubatuba
atÊ Caraguatatuba (a distância entre as cidades Ê de 53 quilômetros)'', conta o administrador Marcos Rios, 25. Ele levou oito horas de ônibus entre Ubatuba e a Capital, um percurso de 226 quilômetros e que, normalmente, Ê percorridos entre três e quatro horas. Interior – Quem foi para o interior tambÊm sofreu para voltar para casa após o feriadão. Na Fernão Dias, que liga São Paulo a Minas Gerais, a lentidão somou 54 quilômetros por volta das 18 horas.
Segundo a Autopista FernĂŁo Dias, os problemas na estrada iam do quilĂ´metro 11, em Vargem Grande Paulista, atĂŠ o quilĂ´metro 65, em MairiporĂŁ, devido ao excesso de veĂculos no sentido capital paulista. Aeroportos – Quem viajou de aviĂŁo sofreu menos. Segundo boletim divulgado pela Infraero, 62 (4,8%) dos 1.280 voos domĂŠsticos programados apresentaram atrasos e outros 48 (3,8%) foram cancelados da zero hora atĂŠ as 16 horas de ontem. (AgĂŞncias)
CNPJ nÂş 60.701.521/0001-06 Declarada de Utilidade PĂşblica Federal - Decreto nÂş 86.238/81 Inclui 646.000 atendimentos, sendo: 115.260 alunos atravĂŠs de sua rede de 40 escolas e 530.740 atendimentos atravĂŠs da Escola Virtual e dos CIDs, Centros de InclusĂŁo Digital em cursos semipresenciais e Ă distância. DEMONSTRAĂ‡ĂƒO DO SUPERĂ VIT DO EXERCĂ?CIO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 - Em Reais mil
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 - Em Reais mil PASSIVO E PATRIMÔNIO SOCIAL
ATIVO CIRCULANTE ............................................................ Caixa e Equivalentes de Caixa................................... Instrumentos Financeiros/Aplicaçþes Financeiras ..... CrÊditos a Receber..................................................... Outros CrÊditos ..........................................................
1.068.506 216.211 91.283 750.031 10.981
CIRCULANTE ............................................................ Fornecedores ............................................................. Encargos a Cumprir....................................................
32.189 10.082 22.107
NĂƒO CIRCULANTE ................................................... Investimentos.............................................................. Imobilizado .................................................................
17.437.048 17.353.655 83.393
PATRIMÔNIO SOCIAL...............................................
18.473.365
TOTAL ........................................................................
18.505.554
TOTAL ........................................................................
18.505.554
DOAÇÕES RECEBIDAS............................................
5.471
RECEITAS .................................................................. Instrumentos Financeiros/Financeiras........................ Resultado de EquivalĂŞncia Patrimonial ...................... Outras .........................................................................
3.044.774 26.679 3.003.560 14.535
DESPESAS ................................................................ De Educação .............................................................. Outras .........................................................................
263.082 248.872 14.210
SUPERà VIT L�QUIDO DO EXERC�CIO INCORPORADO AO PATRIMÔNIO SOCIAL ..........
2.787.163
DEMONSTRAĂ‡ĂƒO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMĂ”NIO SOCIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 - Em Reais mil SALDO NO INĂ?CIO DO EXERCĂ?CIO ....................................................................................................................................................................................................................................................... (+) SuperĂĄvit LĂquido do ExercĂcio ........................................................................................................................................................................................................................................................... (+) Ajuste de Avaliação Patrimonial Reflexo ............................................................................................................................................................................................................................................. (+) Ajuste Reflexo de Controladas............................................................................................................................................................................................................................................................ SALDO NO FINAL DO EXERCĂ?CIO ........................................................................................................................................................................................................................................................
14.823.334 2.787.163 606.841 256.027 18.473.365
DIRETORIA Diretor Presidente LĂĄzaro de Mello BrandĂŁo Diretor Vice-Presidente AntĂ´nio Bornia
Diretores Gerentes MĂĄrio da Silveira Teixeira JĂşnior Luiz Carlos Trabuco Cappi Carlos Alberto Rodrigues Guilherme LaĂŠrcio Albino Cezar Arnaldo Alves Vieira SĂŠrgio Socha
Julio de Siqueira Carvalho de Araujo Norberto Pinto Barbedo Domingos Figueiredo de Abreu
Diretores Adjuntos JoĂŁo Aguiar Alvarez Denise Aguiar Alvarez Mario Helio de Souza Ramos
Cidade de Deus, Osasco-SP, 15 de abril de 2011.
Marcos Aparecido Galende Contador - CRC 1SP201309/O-6
Ă“ RBITA
CHUVAS NO SUL
O
s temporais que assolaram o Rio Grande do Sul no fim de semana causaram 12 mortes e muitos danos em, pelo menos, 12 cidades gaĂşchas. Segundo a Defesa Civil Estadual, dois municĂpios decretaram situação de emergĂŞncia. AtĂŠ ontem Ă tarde, de acordo com informaçþes fornecidas pelas prefeituras, a Defesa Civil do Rio Grande do Sul contabilizava 36.490 pessoas atingidas pelas enchentes. Entre elas, 11 feridos e 12 mortos. (AE)
BEBĂŠ ABANDONADO
O
bebê abandonado em uma caçamba de lixo na Praia Grande (SP) apresentou melhora ontem. Dessa maneira, a menina recÊm-nascida pode receber alta da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Municipal Irmã Dulce, onde estå internada. A previsão mÊdica anterior indicava que a menina, de idade estimada em dez dias, teria alta no fim de semana. Mas por causa de um processo infeccioso, os mÊdicos decidiram deixå-la na UTI. (Folhapress)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
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Patrícia Cruz/Luz - 19/04/2011
CONSUMO DE DROGAS O consumo de drogas na região da avenida Paulista aumentou nos últimos tempos, de acordo com os frequentadores. O consumo de crack é uma das maiores preocupações.
idades
Patrícia Cruz/Luz - 19/04/2011
Euler Paixão/Hype - 18/04/2011
Policiais militares abordam jovens na Avenida Paulista, perto do Masp
Cabines de segurança instaladas ao longo da via aumentam a segurança
Patrícia Cruz/Luz - 19/04/2011
Mesmo policiada, Paulista não se livra dos furtos Centro financeiro e avenida símbolo de São Paulo sofre com problemas que acontecem em toda a metrópole Euler Paixão/Hype - 18/04/2011
Ivan Ventura
O
s recentes casos de violência registrados na Avenida Paulista evidenciam uma irônica relação entre a presença policial e a incidência de crimes no maior centro financeiro do País. A mais famosa avenida de São Paulo ostenta um numeroso contingente policial. Mas isso não impediu os recentes casos de agressões e não evitou um aumento no número de furtos na região – uma situação admitida pela própria Polícia Militar. Dos recentes crimes na avenida Paulista, chama a atenção os casos de agressões, a maioria delas cometidas por jovens de classe média contra homossexuais. Desde o ano passado, foram contabilizados pelo menos oito casos, dos quais três motivados por homofobia. Em um deles, ocorrido em novembro do ano passado, um grupo de cinco rapazes usou até bastões de lâmpadas fluorescentes para agredir um suposto homossexual próximo ao Metrô Brigadeiro. Dias depois, a polícia descobriu que o mesmo grupo havia se envolvido em outro caso de agressão, também na Paulista. Em dezembro do mesmo ano, a polícia registrou outra agressão, igualmente motivada por homofobia. Facadas – Porém, o caso mais recente de agressão teve outra natureza. No último dia 11, um homem com sinais de distúrbios mentais (e provavelmente usuário de crack) agrediu a facadas pessoas em um ponto de ônibus localizado em frente ao Parque Siqueira Campos, o Trianon. Para o primeiro tenente da
Praça atrás do Masp: um dos pontos para o consumo de drogas na região Euler Paixão/Hype - 18/04/2011
Tenente Adriano da Silva: violência é resultado do choque cultural entre grupos que frequentam a avenida
PM e relações públicas do 7º Batalhão (responsável pelo policiamento na Paulista), Adriano Raimundo da Silva, os casos violentos são novos e revelam um choque cultural entre as diversas tribos que frequentam a avenida. "São crimes que não ocorriam na região há alguns anos. Agora passaram a acontecer, não num ponto específico, mas ao longo de toda a Paulista", disse. Quem trabalha na região confia na segurança e não se intimida com os recentes casos de violência. É o caso do faxineiro Leandro Andrade, de 26 anos, que costuma tomar ônibus no mesmo ponto de ônibus onde houve a agressão a faca. "Eu até vi o sangue, mas não fiquei preocupado", afirmou outro usuário da Paulista, Diego Macedo Salustino, de 26 anos. Leandro Andrade é responsável pela limpeza dos supedâneos (as torres de observação da PM) da
Paulista e na semana passada ele protagonizou uma cena curiosa. Passava das 15h quando ele iniciou a limpeza de uma das torres. Enquanto fazia seu trabalho, uma senhora de cerca de 60 anos se aproximou e pediulhe informações, possivelmente pensando tratar-se de um policial militar. Não havia um PM na cabine, que, segundo o próprio faxineiro, realizava uma ronda a pé pela região. O faxineiro, solidário, não deixou por menos: deu a informação sobre a localização da rua Frei Caneca. Furtos - O crime de furto é outro problema que chama a atenção na Paulista. Números ainda não confirmados pela PM dão conta da ocorrência de 46 casos no primeiro trimestre de 2010. Neste ano, no mesmo período, o número de furtos teria saltado para 100, mais do que
dobrando a incidência. O tenente Adriano da PM confirmou o aumento no número de furtos, mas não informou quantos foram registrado oficialmente na região. Segundo ele, o aumento no número desse tipo de crime se deve a dois fatores: a adoção de sistema eletrônico de ocorrência criminal pela PM e a circulação de 1,5 milhão/ano de pessoas na Paulista excluídos a Parada Gay e a festa do Réveillon. "Com o sistema eletrônico, mais pessoas registraram o crime de furto", disse o tenente. Um dos que mais sofrem com os furtos são os turistas, especialmente nos fins de semana, e os proprietários de bancas de jornais. Segundo Leandro Andrade, de 26 anos, funcionário de uma banca situada em frente ao Conjunto Nacional, "normalmente os autores dos furtos são meninos de rua. Eles passam pela banca,
Supedâneos oferecem maior visão aos policiais, o que evita roubos
pegam um punhado de bala e saem correndo. Foram mais de cinco furtos somente este ano", disse. Morador de rua - Outra preocupação das pessoas que trabalham ou circulam pela Paulista é a presença de moradores de rua. Aparentemente, não se trata de um caso de polícia, mas de assistência social. Ocorre que alguns deles entram nos mais variados prédios da Paulista para pedir esmola. Normalmente, vão embora após a recusa ou o recebimento do dinheiro. No entanto, há outros que entram nos prédios e causam constrangimento a quem não oferta o dinheiro. "Alguns funcionários têm medo da
reação desses moradores de rua", explicou a funcionária de um banco, Mariana Oliveira, de 26 anos. Maconha - Pessoas que trabalham na Paulista, mas que não quiseram se identificar, disseram que, com a presença dos moradores de rua, teria crescido o consumo de crack na região. Se a prática um dia existiu, ela já foi inibida pela presença da PM à noite. O que existe é a presença de usuários de maconha no Vão Livre do Masp. Sobre isso, um policial que não quis se identificar disse: "É normal. Toda a vez somos acionados e os expulsamos. Depois de um tempo eles voltam e fumam de novo", disse.
Luiz Guarnieri/AE
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CAIXA ELETRÔNICO
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ENTALADO – Um caminhão perdeu a direção e entrou em uma casa, ontem de manhã, na rua Roberto Sampaio Ferreira, no Capão Redondo, zona sul de São Paulo. O motorista ficou preso nas ferragens e foi levado pelo Corpo de Bombeiros em estado grave para o pronto-socorro do Campo Limpo, na zona sul, onde permanecia internado até ontem à noite. Nenhum morador da casa ficou ferido. A casa foi interditada pela Defesa Civil, com risco de queda do imóvel.
erca de 15 homens encapuzados e armados roubaram três caixas eletrônicos de uma empresa, na madrugada de ontem, em Nova Odessa (SP). De acordo com a Polícia Militar, três homens entraram com uniformes e crachás da empresa, renderam os vigias – com os quais trocaram de roupa – e abriram o portão para a entrada de outros criminosos. Os caixas eletrônicos foram danificados com o uso de maçarico. Ninguém foi preso. (Folhapress)
SARAMPO
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rês estados registraram este ano casos de sarampo: Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e São Paulo – um em cada estado. Os casos em Mato Grosso do Sul e no Rio Grande do Sul foram notificados em março e o de São Paulo, em fevereiro. O sarampo é uma doença contagiosa transmitida pelo ar quando o doente tosse ou espirra. Os sintomas são febre alta, tosse rouca, conjuntivite, coriza, perda de apetite e manchas avermelhadas na pele. (Folhapress)
VACINA DA GRIPE
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campanha nacional de vacinação contra a gripe começa hoje e vai até o dia 13 de maio. Devem ser imunizados idosos, indígenas, gestantes e crianças entre seis meses e dois anos de idade. A meta do governo federal é vacinar 23,8 milhões de pessoas contra os três tipos de vírus da doença, inclusive o H1N1. Cada pessoa deve tomar uma dose da vacina, com exceção das crianças, que têm que receber duas (a segunda 30 dias após a primeira). (Agências)
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acsp
ONZE Onze dirigentes já assumiram seus cargos à frente das distritais.
distritais
PRÓXIMAS As quatro posses que ainda restam devem acontecer na quinta-feira.
Novas posses: trabalho e parceria As distritais Ipiranga, Jabaquara, Santo Amaro e Sudeste da ACSP já deram início à gestão 2011/2013 com a posse dos novos superintendentes André de Almeida
Evandro Monteiro/Hype
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epois do Centro e das regiões norte e oeste da cidade, agora foram empossados, para o biênio 20112013, os superintendentes das distritais da zona sul da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). A cerimônia, que aconteceu semana passada no Sesc Vila Mariana, contemplou as distritais Ipiranga, Jabaquara, Santo Amaro e Sudeste. Durante o evento, o presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e da ACSP, Rogério Amato, desejou uma boa gestão aos novos dirigentes e se comprometeu a trabalhar em parceria com as distritais, visando o crescimento da entidade. "Quem faz parte do movimento das associações comerciais, não pertence por acaso. São pessoas que fazem a diferença nas comunidades nas quais estão inseridas. Nada vence o trabalho organizado", disse. O vice-presidente da ACSP e coordenador institucional das Sedes Distritais, Roberto Mateus Ordine, leu o termo de posse e destacou a qualidade do trabalho realizado pelos superintendentes que deixaram seus cargos, Gerson Gomez, no Ipiranga; Soriano Muller, no Jabaquara; e Ângela Simões, em Santo Amaro. "Apesar de ex-superintendentes, eles não são ex-trabalhadores. Continuamos contando com a colaboração de todos vocês". Ipiranga - Na Distrital Ipiranga, o novo superintendente, Ademir Gatti, tem como uma de suas principais bandeiras a implantação do turismo cultural no bairro, projeto em fase final de acerto com agências do setor. O programa de alfabetização de adultos em Heliópolis continuará, da mesma forma que a luta para combater outros problemas da região, como as enchentes. "Temos que levar infraestrutura comercial e de serviços para toda a área de abrangência da distrital. Dessa forma, os moradores não teriam de vir para o centro do Ipiranga realizar suas compras. É importante divulgar as nossas palestras e eventos não apenas no bairro, mas em toda a região", afirmou Gatti. Jabaquara - A nova superintendente da Distrital Jabaquara, Etles Maziero, está consciente da responsabilidade do cargo que passa a ocupar. "Dirigir uma distrital é um trabalho muito sério. Junto com a nossa diretoria, conselhos e parceiros, espero corresponder às expectativas e somar forças para o benefício da ACSP e da comunidade", ressaltou. Etles disse que dará continuidade aos trabalhos e projetos iniciados na gestão anterior, como palestras sobre temas pertinentes aos empresários, orientação e capacitação do Microempreendedor Indi-
G Ir Agendas da Associação e das distritais
Hoje I Jabaquara – Às 17h, reunião
do Comitê Técnico de Política Urbana da distrital. Avenida Santa Catarina, 641. I Santo Amaro – Às 19h, Projeto Empreender com a palestra Arrefecimento, avenida Mário Lopes Leão, 406. I Penha – Das 8h30 às 17h30, Campanha do Agasalho 2011,
O coordenador institucional das Sedes Distritais, Roberto Mateus Ordine (esq.), e o presidente da Facesp e da ACSP, Rogério Amato (acima), na cerimônia de posse no Sesc Vila Mariana
vidual (MEI), Banco do Povo e Encontros de Negócios. A superintendente confirmou também mais uma edição do Prêmio Destaques Empresariais da Zona Sul, homenagem aos policiais que mais se destacaram no ano, além das
atividades sociais desenvolvidas pelo Conselho da Mulher (CM), como a alfabetização de adultos e as feiras de saúde. Quanto aos problemas e desafios pertinentes à área de abrangência da Distrital Jabaquara, a dirigente lutará para
aumentar a segurança na região, continuar as discussões sobre a interligação entre a avenida Roberto Marinho e a rodovia dos Imigrantes, além de levar para o comércio informal informações sobre o MEI, entre outros projetos.
Santo Amaro - Rita de Cássia Campagnoli Acea assumiu a Distrital Santo Amaro honrada pelo convite e prometendo muito empenho nos trabalhos. Uma peculiaridade dessa distrital é a sua grande área de alcance, abrangendo seis subpre-
feituras. Diante desse cenário, a nova superintendente sugere a realização de trabalhos regionais, levando a ACSP aos bairros mais distantes. "Pretendemos realizar parcerias locais com associações de moradores e subprefeituras". A primeira ação dentro dessa proposta será uma parceria com todos os shoppings da região. "Assim conseguiremos envolver com mais rapidez um grande número de comerciantes. A ideia é fazer com que a associação comercial seja a voz da comunidade", disse Rita Campagnoli. A dirigente afirmou que também aumentará a divulgação do MEI junto aos ambulantes de Santo Amaro e acompanhará o processo de revitalização da represa de Guarapiranga, que deve se tornar um grande complexo de lazer. Sudeste - Na Distrital Sudeste, o superintendente reconduzido ao cargo, Pedro Rodrigues, está feliz pela nova oportunidade e espera continuar o programa de trabalho iniciado há dois anos. "Com um pouco mais de experiência, a ideia é trabalhar mais e melhor, de acordo com a nova diretriz da presidência", contou. O dirigente acredita que um dos principais problemas da região da Vila Mariana é o processo de aprovação dos túneis que interligarão as avenidas Sena Madureira e Ricardo Jafet, além da questão da segurança e do tráfego intenso de veículos em várias vias locais. Um dos desafios é conquistar novos associados, principalmente os empreendedores da região de Moema. Associativismo - Para o coordenador Regional Sul das Sedes Distritais, Giacinto Cataldo, a escolha dos novos superintendentes foi democrática e justa. "Eles devem ter transparência e clareza de objetivos. É importante mostrar para a comunidade que sem associativismo não resolveremos nossos problemas", finalizou Cataldo.
realização Conselho da Mulher. Avenida Gabriela Mistral, 199. Iinformações: dpenha@acsp.com.br I Pinheiros – Das 8h30 às 12h e das 13h às 17h, palestra Camp Pinheiros Qualidade de Vida. Simão Álvares, 517 I Tatuapé – Às 19h30, reunião do Núcleo Automotivo do Projeto Empreender, coordenada por Izildinha Franco Farro. Praça Silvio Romero, 29.
Comunitário de Segurança. Rua Simão Álvares, 517
da distrital, biênio 2011/2013. Rua Pio XI, 418. I Santo Amaro – Às 19h, 1ª reunião ordinária da Diretoria Executiva e Conselho Diretor da gestão 2011/2013. Avenida Mário Lopes Leão, 406. I Vila Maria – Às 19h30, 2ª reunião ordinária da Diretoria Executiva, Conselho Diretor da distrital, com a palestra Lei Cidade Limpa. Rua do Imperador, 1660
51/11º andar, salas Tadashi. I Comus – O diretor da ACSP José Candido Senna coordena reunião do Comitê dos Usuários de Portos e Aeroportos do Estado de São Paulo (Comus), com a visão de representantes dos Portos Secos, sobre o Projeto Porto 24 horas. Às 17h, rua Boa Vista, 51/11º andar, auditório. I Centro – Às 18h30, palestra A Liderança dos Novos Tempos, com Alkíndar de Oliveira. Confirmação: 3208-5753 ou dcentro@acsp.com.br. Rua Galvão Bueno, 83. I Pinheiros – Das 8h30 às 12h e das 13h às 17h, palestra Camp Pinheiros Qualidade de Vida.
Rua Simão Álvares, 517. I Pinheiros 1 - Às 19h, Circuito de Negócios – Encontros Empresariais, em parceria com o Sebrae, com o tema Marketing com Resultados. Club Homs, avenida Paulista, 735. I Mooca – Às 19h30, posse das Diretorias Executivas e Conselhos Diretores das Distritais Mooca, Penha, São Miguel e Tatuapé, da Gestão 2011/2013. Serão empossados também os superintendentes. Salão de Festas Golden House, avenida Condessa Elizabeth de Robiano, 2.100 (marginal Tietê, próximo à ponte Aricanduva).
Etles Maziero assumiu a Distrital Jabaquara
Pedro Rodrigues foi reconduzido ao cargo na Sudeste
À frente da Santo Amaro, Rita de Cássia Campagnoli Acea
Ademir Gatti é o superintendente da Distrital Ipiranga
Amanhã I Pinheiros – Das 8h30 às 12h, palestra Camp Pinheiros Qualidade de Vida. Às 19h30, reunião do Conselho
Quarta I Conselho – Reunião do
Conselho Socioambiental, com a coordenadora Maria José Ribeiro. Às 17h, rua Boa Vista, 51/11º andar, salas Tadashi. I Butantã – Às 19h30, curso gratuito de mecânica básica desenvolvido pela DPaschoal. Os participantes receberão apostila e certificado de conclusão. Vagas Limitadas. Rua Alvarenga, 591. I Lapa – Às 19h30, 1ª reunião ordinária da Diretoria Executiva e Conselho Diretor
Quinta I Conselho – O diretor da
ACSP, Roberto Ticoulat, coordena a reunião do Conselho de Comércio Exterior. Às 17h, rua Boa Vista,
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facesp 24 horas de música, teatro e lazer
PÚBLICO 1,6 milhão de pessoas deverão participar das apresentações.
regionais
CIRCO E CINEMA A virada terá também dança, circo, cinema e arte de rua.
Virada Cultural Paulista, nos dias 14 e 15 de maio, será e em 23 cidades do Interior e do Litoral André de Almeida
Dida Sampaio/AE?Arquivo/DC
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epois de um final de semana inteiro dedicado à cultura e ao lazer na capital, agora o Interior e o Litoral de São Paulo serão palcos, pelo quinto ano consecutivo, da Virada Cultural Paulista. Nos dias 14 e 15 de maio, 23 cidades do Estado terão 24 horas ininterruptas de apresentações artísticas nacionais e internacionais. A programação, assim como aconteceu na edição paulistana, terá música, teatro, dança, intervenções urbanas, circo, cinema e arte de rua. De acordo com a Secretaria de Estado da Cultura, 1,6 milhão de pessoas deverão participar dos eventos nas cidades participantes, mesmo número de público registrado em 2010. A Virada Cultural Paulista, desde a sua criação, em 2007, tem registrado crescimento. Naquele ano, foram dez cidades e 381 atrações. Em 2008, mais de 740 mil pessoas compareceram à virada em 19 municípios e conferiram 476 espetáculos. Já na edição de 2009 o público presente nas 20 cidades ultrapassou a marca de um milhão de pessoas. Para este ano, estão confirmadas quase mil atrações. Programação - Na programação de 2011 estão grandes nomes da música brasileira, entre eles Fafá de Belém, Renato Teixeira, Angra, Jamelão Neto e Charlie Brown Jr., que participam pela primeira vez da Virada. Jovens talentos como Maria Gadú, Tulipa Ruiz, Marcelo Jeneci, Thiago Pethit, Lulina, Les Pops, Luisa Maita e Karina Buhr também se apresentam. Entre os artistas estrangeiros, Agnès Jaoui, Pink Martini e Superchunk. A virada também terá uma intensa programação teatral, com peças como Análise Comportamental e Crítica da Música Eduardo e Monica, com direção de Fernanda D’Umbra; A ssembléia dos Bichos, da Bendita Tr u p e ; e B i c h o s d o B r a s i l , com Pia Fraus. "O programa cumpre a sua missão de levar cultura de qualidade para as cidades do Interior e do Litoral", diz o secretário de Estado da Cultura, Andrea Matarazzo. Segundo ele, a virada, além de crescer a cada ano, leva as pessoas para as ruas e auxilia na formação de público em São Paulo. Um dos principais parceiros da Virada Cultural, o Sesc São Paulo também planeja atividades no Interior e no Litoral do Estado. Para o diretor regional da instituição, Danilo Santos de Miranda, o envolvimento do Sesc no evento é ma ótima oportunidade de ampliar o seu raio de ação e de experiências. "É uma maneira
Fotos: Divulgação
Renato Teixeira, Luiza Possi, Fafá de Belém e Lobão farão shows na virada 2011. À direita, público em festa do ano passado.
Leonardo Ro
de proporcionar ambientes que favoreçam a convivência e a apreciação crítica e criativa, como elementos para o desenvolvimento social do indivíduo", afirma Miranda. Impacto - Mas a Virada Cultural Paulista não é apenas música e teatro. O evento movimenta o setor de bares e restaurantes nas cidades onde acontece. Esta é a opinião do presidente da Associação Comercial e Industrial de Piracicaba (Acipi), Jorge Aversa Júnior. O município, a aproximadamente 160 quilômetros da capital, receberá , entre outras atrações, a banda de rock Titãs e a ópera Carmen, de Bizet. "É um evento muito importante e muito esperado pela população da região, que certamente lotará o parque do
Rodada de Negócios em maio
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o lado da prefeitura e do Sebrae, a Associação C o m e rc i a l e E m p re s a r i a l (ACE) de Guarulhos é uma das apoiadoras da 8ª Rodada de Negócios da cidade, que acontece, em 12 e 13 de maio, no Internacional Eventos. A ACE terá uma ilha de 48m² e oferecerá apoio aos empreendedores por meio dos consultores comerciais. Até o momento, foram fechadas as participações das empresas Make It, Elev Brasil, K1 Corretora de Seguros e dos núcleos de Contabilidade (18
escritórios) e Reparadores Automotivos (20 centros automotivos) do Programa Empreender da cidade. O presidente da ACE, Wilson Lourenço, disse que a rodada é muito importante para os empreendedores de Guarulhos. "Um associado me contou que, na edição de 2010, em dois dias de evento fez contatos equivalentes aos de quase um ano de visitas comerciais", disse. A ACE comercializa espaços no evento e as empresas associadas interessadas em participar podem ligar para 2137-9322.
drigues/e-S
Engenho Central", diz Aversa. Segundo o dirigente, Piracicaba passa por um momento especial de crescimento tanto econômico como cultural, com a restauração de museus e recuperação do patrimônio histórico. "A virada só vem fortalecer nossa vocação cultural, já conhecida nacionalmente pelo Salão Internacional de Humor de Piracicaba". O evento também tem o apoio do presidente da Associação Comercial de Caraguatatuba, Rui Fernando Coutinho. "A Virada Cultural é uma ótima oportunidade para divulgar a cidade e receber turistas fora da alta temporada. Apoiamos integralmente a iniciativa, que deve ser bem divulgada no município e na região", conclui.
Certificados crescem em Jundiaí
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ntre as 146 localidades que emitem certificados digitais no Brasil pela parceria com a Certisign, a unidade da Associação Comercial Empresarial (ACE) de Jundiaí avançou do 21º para o 9º lugar. Em um mês foram emitidos 201 certificados, segundo Edmara Turbiani, responsável pelo posto da ACE. A atualização é feita pela Facesp . O ranking apresenta a soma dos últimos doze meses, na qual Jundiaí registrou 1.453 documentos. Na medição anterior, divulgada em
novembro, foram emitidos 1.178 certificados. Além da garantia de procedência, outra vantagem na emissão do certificado digital é a economia de papel e a agilidade na entrega de documentações. Os profissionais terão de pagar, em média, R$ 365 pela certificação. Os associados da ACE têm desconto de 18%. A associação também comercializa as leitoras para certificação. Para mais informações sobre certificado digital, o telefone é 3308-4313.
im/Arquivo/
DC
Curso de classificador de café
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Associação Comercial de Santos (ACS) abriu inscrições para o Curso de Classificação e Degustação de Café que acontece de 2 a 26 de maio. o objetivo é formar profissionais capazes de identificar as diferentes características do café, atender às exigências do mercado e criar oportunidades de negócio. Cerca de 40% dos classificadores certificados pela ACS são estrangeiros. O curso de café da ACS é considerado o melhor da modalidade no País e um dos principais do mundo. A grade
inclui visitas a fazenda, armazém e terminal de embarque no porto, além de aulas teóricas e práticas de classificação e degustação. Ao final, os alunos aprovados recebem certificado, carteira de classificador de café e uma colher de prova. As aulas duram um mês, de segunda a sexta, das 8h às 10h. As taxas de matrícula vão de R$ 800 a R$ 1,5 mil e as inscrições devem ser feitas diretamente na secretaria da ACS, na rua XV de Novembro, 137, 2 º andar, com Karina. Mais informações (13) 3212-8200, ramal 220.
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Clássico de açúcar Uma das peças clássicas do design é a cadeira. Por isso, foi ela a escolhida pelo artista Pieter Brenner para criar polêmica com o jornal norte-americano The New York Times, que publicou uma matéria sobre os perigos do açúcar para a saúde. Brenner usou 27 quilos de açúcar nessa cadeira, que custa US$ 11 mil. http://sugarchair.com/
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Uma prancheta à prova de balas. Pode parecer excêntrico, mas tem sua utilidade. Por US$ 45.
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C ASAMENTO REAL
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Mr. Bean e Beckham na lista de convidados
C A R T A Z
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ais de 40 membros da famílias reais e personalidades como o jogador David Beckham e o ator Rowan Atkinson, famoso por seu personagem Mr. Bean, estão entre os 1.900 convidados do casamento do príncipe William e Kate Middleton, que será realizado na próxima sexta-feira, em Londres. A Casa Real britânica divulgou no fim de semana novos detalhes da cerimônia, que será realizada na Abadia de Westminster e que, estimase, será assistida por cerca de 2 bilhões de espectadores em todo o mundo pela televisão. No casamento estarão todos os integrantes da família
real britânica e 46 membros da realeza de países como Espanha, Grécia e Holanda. Também figuram entre os convidados, entre outros, o príncipe Albert de Mônaco e sua noiva, Charlene Wittstock, o sultão de Brunei e os reis da Noruega. Diplomatas, membros do governo britânico e integrantes do mundo do esporte e do espetáculo foram convidados. Além do primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, e sua mulher, Samantha, comparecerão à cerimônia o vice-primeiro-ministro, Nick Clegg, e sua esposa Miriam; o ministro britânico de Relações Exteriores, William Hague; o ministro da
Economia, George Osborne; o titular da pasta de Justiça, Kenneth Clarke, e o presidente da Câmara dos Comuns, John Bercow. O jogador de futebol David Beckham e sua mulher, Victoria, o cantor Elton John e seu marido, David Furnish, assim como o cineasta britânico Guy Ritchie, ex-marido da cantora Madonna, figuram na lista divulgada pela Clarence House (residência oficial do príncipe Charles). Também irão ao casamento o ator britânico Rowan Atkinson, amigo do príncipe Charles e conhecido pelo personagem Mr. Bean, e o fotógrafo peruano Mario Testino, responsável pelas fotografias
oficiais do evento. O ex-técnico da equipe ing l e s a d e r u g b y C l i v e Woodward e vários amigos de William de sua época no colégio secundário de Eton também estão entre os convidados do casamento, que desperta grande atenção da imprensa mundial. Na Abadia de Westminster, que é formada por duas igrejas, a família real britânica e a de Kate Middleton poderão ver de perto a cerimônia, enquanto os demais convidados – especialmente os que estiverem nos últimos assentos – poderão assisti-la através de telões instalados no templo, segundo a Casa Real britânica. (Efe)
MIRO
Robin Utrecht/AFP
Exposição 'Miro – 35 anos' apresenta a trajetória do fotógrafo com retratos e imagens de natureza morta. Estação Luz do Metrô.
P ÁSCOA
Max Rossi/Reuters
Papa pede fim de combates na Líbia
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FLORES DO CAMPO - Vista aérea de uma plantação de flores em Lisse, na Holanda. Para os turistas que viajam em trailers, os produtores criaram um estacionamento que permite apreciar a paisagem colorida. Dibyangshu Sarkar/AFP
R ELIGIÃO O papa Bento XVI pediu ontem, em sua mensagem de Páscoa, o fim dos combates na Líbia e a ênfase no uso da diplomacia para solucionar o conflito. O pontífice disse que as políticas para o norte da África e o Oriente Médio devem ser baseadas no respeito para todos e conclamou os europeus a receberem bem os refugiados do norte da África. "Enquanto no Céu tudo é paz e contentamento", disse Bento XVI, "infelizmente, não é assim na Terra", mencionando fome, doença, guerra
e violência na mensagem que proferiu depois da missa, na Basílica de São Pedro. "No atual conflito na Líbia, que a diplomacia e o diálogo sejam capazes de substituir as armas e que aqueles que sofrem como resultado do conflito possam ter acesso à ajuda humanitária", disse. Em referência ao norte da África e Oriente Médio, o papa orou pela materialização de uma sociedade na qual "cada escolha política seja inspirada pelo respeito à pessoa humana". (AE)
A RTE Dkart71 é o nome pelo qual o criador de motocicletas feitas com peças de relógios antigos é conhecido na web. Além das peças, ele traz dos relógios para suas criações a precisão nos detalhes.
MOTO-RELÓGIO
http://dkar t71.deviantar t.com/
A TÉ LOGO
Acesse www.dcomercio.com.br para ler a íntegra das notícias abaixo:
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Morre em Lisboa crítico de arte brasileiro Paulo Reis
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Detectado o mais pesado núcleo de antimatéria
Morre, na Índia, o popular guru Sai Baba Morreu ontem na Índia, aos 84 anos, o popular e polêmico guru indiano Sathya Sai Baba. Autoproclamado deus, Sai Baba sofreu uma parada cardiorrespiratória no hospital construído por ele em sua cidade natal, Puttaparthi, onde estava internado desde o fim de março por problemas de coração. "Sathya Sai Baba já não está mais conosco. Morreu às 7h40 no horário local (23h10 de sábado em
Brasília), como qualquer outro paciente humano", disse o médico que o tratava, A. N. Safaya. Sai Baba, cujo verdadeiro nome é Sathya Narayana Raju, conta com milhões de seguidores, entre eles influentes políticos, esportistas e atores de cinema, que o consideravam uma encarnação da trindade do hinduísmo formada por Brahma, Vishnu e Shiva. Nascido em
Fiéis prestam homenagem ao líder Sai Baba em Puttaparthi
1926 em uma família pobre, aos 14 anos Raju disse ter natureza divina e predicou durante três dias embaixo de uma árvore em Puttaparthi, local onde depois levantou seu centro religioso, o "Prashanti
Nilayam" ou "Morada da Paz". Uma fonte do Conselho Sathya Sai afirmou que, após "abandonar seu corpo mortal", o líder estará agora "onipresente" na natureza, e que seus seguidores devem "senti-lo e buscá-lo" de forma "diferente", até sua próxima encarnação. (Efe)
G @DGET DU JOUR I NTERNET
Caneca com mensagem
Por US$ 15, além do valor do frete você pode ter uma caneca que fala algumas coisinhas por você. De pedidos de socorro a declarações de amor, basta escrever sua fala na caneca e exibi-la sempre que levá-la aos lábios... Como um balãozinho de cartoon, mas com mais estilo. www.perpetualkid.com/mixedmessages-mug.aspx
YouTube cria 'escola' de copyright A partir de agora, usuários do que colocarem no YouTube vídeos com direitos autorais reservados irão para a "escola". Na "YouTube Copyright School", que é, na verdade, um vídeo de cinco minutos, eles verão os personagens da animação Happy Tree Friends falando sobre o respeito à propriedade intelectual. Ao término do vídeo, o "aluno" responde a um questionário. Se passar no teste, poderá voltar a fazer uploads de vídeos no YouTube.
e CAIXA 1
AGENDA
conomia
O seu consultor financeiro
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Terça-feira
Quarta-feira
Sexta-feira
Sai nota do Banco Central sobre o setor externo referente a março.
Banco Central divulga relatório sobre operações de crédito e juros em março.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulga sinopse do Censo 2011.
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Com jeitinho, dá para encarar o dragão. Inflação em alta no País aparece principalmente nos preços dos alimentos. Saiba como fazer compras sem comprometer o orçamento.
REJANE TAMOTO
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Monte o orçamento Aproveitar as promoções dos supermercados pode ser uma ótima ideia se os itens em oferta estiverem realmente faltando na dispensa. Mas isso pode significar um gasto extra se não estiverem em falta. O educador financeiro e presidente do Instituto DSOP de Educação Financeira, Reinaldo Domingos, recomenda que o consumidor descubra seu real poder de compra. Isso significa separar uma quantia da renda mensal para gastar no supermercado. O maior risco de ignorar esse primeiro passo é comprar produtos às vezes desnecessários e deixar os gastos saírem do controle. É preciso, ainda, evitar parcelar as
Lilo Clareto/LUZ
Caça às oportunidades A assistente social Teresa Cristina Marques França, de 53 anos, diz que o preço para escapar da inflação alta é abrir mão de horas de descanso e de lazer para procurar oportunidades nos supermercados, a cada 15 dias. "Fiz uma pesquisa no meu bairro e descobri um supermercado com preços melhores. O problema é que ele fica dentro de um shopping e o estacionamento é lotado. Gasto tempo para fazer as compras, mas o sacrifício vale a pena. Economizo R$ 100 por mês." A assistente social afirma que acompanha a variação dos preços da concorrência. Contrariando as recomendações dos especialistas, Teresa é avessa a listas. "Minha lista está na cabeça. Gosto de aproveitar promoções de verduras e frutas de época", diz. Outra estratégia que usa é compartilhar com colegas de trabalho informações sobre lojas de fábrica de pães e de frios, por exemplo. "Já encontrei preços 50% menores do que no supermercado e fiz estoque. Congelo pão e os frios porque minhas filhas gostam de lanches", afirma. Especialistas não recomendam o estoque, mas Teresa insiste na estratégia: garante que nunca perdeu alimentos dessa forma.
compras no cartão ou, pior, usar o limite do cheque especial. "Muitas vezes o que se gasta nessas 'oportunidades' pode fazer falta no futuro", afirma Domingos. Para evitar as distorções entre o que é necessário na dispensa e o que é compra por impulso, é importante planejar. A boa e velha lista de supermercado continua sendo forte aliada dos consumidores. Outra dica antiga, mas muito útil, é não ir ao supermercado de estômago vazio para não correr o risco de comprar mais alimentos do que o necessário. Domingos sugere um inventário – ou uma contagem obrigatória – dos itens espalhados pela casa antes de preparar a lista. "Verifique a quantidade de produtos nos armários da cozinha, na geladeira. Desse levantamento surgirá a lista de necessidades reais", diz. Ele aconselha que o consumidor compre, no máximo, a quanti-
dade que usará no mês. Detalhe: todos os envolvidos na rotina doméstica podem contribuir para este trabalho. A época da fidelidade a um estabelecimento acabou, afirma Domingos. "A cada quatro meses, mais ou menos, pesquise novos supermercados, compare e descubra o que oferece melhor relação custo-benefício. As campanhas de preços baixos para atrair o consumid o r c o s t umam durar três meses e, depois, os valores voltam ao normal. Essa é a hora de procurar outro", destaca. Para acompanhar a variação de preços, o ideal é sempre recolher folhetos e ficar atento aos anúncios nos jornais, na televisão e na internet. Marcos Mendes/LUZ
esde o fim do ano passado o governo tenta impedir que a inflação estoure as metas estabelecidas. A população, entretanto, continua sentindo de perto a escalada dos preços, principalmente nas visitas ao supermercado, à feira, ao sacolão do bairro, ao açougue. Mas enquanto as medidas da equipe econômica não conseguem baixar o custo de vida, resta ao consumidor elaborar estratégias para não estourar seu orçamento. O Diário do Comércio ouviu especialistas para buscar dicas de economia para a hora das compras. É melhor estocar ou ir várias vezes ao mercado? Vale compartilhar as compras? Como substituir um produto cujo preço disparou? O supermercado de sempre ainda merece a fidelidade? De fato, a preocupação do brasileiro com o que desembolsa para abastecer a despensa é legítima. Nos 12 meses anteriores a março, o grupo alimentação teve alta de 8,75% na apuração do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, do IBGE, que serve de base para o sistema de metas), mais do que a inflação de 6,3% do período. A lista de alimentos cujos preços ficaram inflados desde os primeiros meses do ano passado é extensa e variada, mas destacam-se os cortes de carne bovina. (veja na ilustração). O cenário requer atenção ao orçamento, mas o momento econômico não justifica pânico ou impulso para formação de estoques. A compra não deve ser encarada como uma aplicação financeira, como era na época de hiperinflação, na década de 1980. Agora ocorre justamente o inverso. O alimento que sai do supermercado hoje desvaloriza com o tempo porque não pode ser revendido e tem data de validade. "No momento, não vejo perspectiva de alta excessiva nem previsão de escassez", diz o professor do Laboratório de Finanças da Fundação Instituto de Administração (Labfin-FIA), Keyler Carvalho Rocha.
Quem tem disponibilidade de tempo e variedade de supermercados próximos de casa pode ir a vários deles, de preferência nos dias de promoção. "Mas veja se compensa o
gasto com combustível, estacionamento ou transporte público. Evite sair do bairro", afirma Rocha, do Labfin. Reunir familiares, vizinhos e amigos para fazer compras coletivas é uma estratégia antiga, que vem da memória inflacionária da década de 1980, mas que persiste. Hoje, as famílias e os grupos que optam por compras coletivas devem sempre lembrar de dividir as despesas com gasolina e estacionamento, se houver. No caso de frutas, legumes e verduras é preciso observar se a quantidade comprada evitará o desperdício. Na cidade de São Paulo, um bom lugar para compras em conjunto é o varejão do Ceagesp. Mais uma boa opção para os grupos é o tipo de estabelecimento conhecido como "atacarejo", que mistura atacado com hipermercado. Para compras maiores, os preços, em geral, compensam. Substitua, se possível Em tempos de alta nos preços, especialistas recomendam o consumo consciente e a substituição de produtos. Os legumes, verduras e frutas de época têm preços menores – sites como o do Ceagesp têm listas com informações sobre períodos de safras. O consumo consciente também ajuda. Comprar mais do que o necessário às vezes gera desperdício e prejuízo para o bolso. "Observe o que vai para o lixo em excesso. Compre menos e economize", observa Rocha, do Labfin. Para os demais alimentos, a dica é ser flexível e variar a die-
ta. Dependendo dos preços, avalie a troca de carne vermelha e peixe por frango ou carne suína. As marcas de preços mais altos também podem ser substituídas por outras, desde que sejam similares na qualidade e na concentração de proteínas e vitaminas. Mas, mantenha atenção a um detalhe: muitas vezes, o aumento do consumo de frango, por exemplo, como resultado da substituição pode também elevar os preços desse produto. A escolha da periodicidade das compras depende do tempo disponível e da frequência de recebimento do salário. "Quem recebe uma vez por mês deve fazer a compra mensal. Quem recebe duas vezes pode ir ao supermercado a cada quinzena", diz Domingos, do DSOP. A vantagem de ir uma vez por mês ao supermercado é que o consumidor tem uma lista programada, fica menos exposto a campanhas publicitárias e corre menos riscos de comprar por impulso. Por outro lado, pode acabar estocando alguns alimentos e corre o risco de perdê-los se não armazenar corretamente. "A recomendação para quem estoca é fazer um calendário mensal ou anual. Quando há feriado e mês de férias dos filhos, por exemplo, compre menos alimentos porque parte da família não estará em casa", afirma o educador. Quem vai ao supermercado de duas a mais vezes por mês fica mais vulnerável a promoções mas, por outro lado, pode aproveitar melhor o dinheiro comprando pouco e encontrando preços atrativos em dias diferentes.
Compras em família A professora de costura Judite Lira Guelere, de 56 anos, dribla a inflação dos alimentos com um planejamento organizado da dispensa e com a união da família. Uma vez por mês, ela e suas filhas já casadas Karina e Sabrina vão ao atacarejo juntas e fazem uma compra coletiva. "Faço compra mensal porque recebo o salário uma vez por mês. A economia, no total da conta, é de 30%." O segredo para poupar, segundo ela, é fazer uma lista para cada uma e pegar primeiro os produtos essenciais: açúcar, arroz, feijão e óleo. Quando encontra grãos com bom preço, Judite estoca em garrafas PET. "Se o feijão estiver caro, trocamos por lentilha." Em casa, Judite usa dosadores e divide as compras com as filhas. Toda semana, ainda, o trio se reúne para ir a um sacolão municipal. A estratégia é comprar mais verduras em uma semana e deixar para levar frutas na outra. "Esse revezamento ajuda a evitar o desperdício e a falta de espaço na geladeira", afirma. Judite diz que é cliente de uma casa de carnes, onde os preços são menores do que no supermercado. "Como sou cliente, compro a peça e o atendente corta e limpa sem cobrar.". Mas quando o preço da carne vermelha está alto, ela não tem dúvida: varia para frango, fígado e moela.
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CAIXA 1 O seu consultor financeiro
IPCA: guerra de expectativas. Banco Central e mercado financeiro observam aumentos de preços, mas têm evidentes divergências em relação à trajetória da inflação. É uma das novidades da gestão Dilma.
REJANE TAMOTO
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Nova gestão O mercado parece não acreditar que as doses homeopáticas desses diferentes "remédios" do governo tenham resultado. Essa discordância de
são inevitáveis nesse cenário, no qual o consumo é impulsionado pelo alto nível de emprego e por reajustes salariais. Política fiscal
expectativas entre o BC e o mercado financeiro não ocorreu enquanto Henrique Meirelles comandou o BC. O embate, na opinião do conselheiro do Conselho Regional de Economia de São Paulo (Corecon-SP), Cláudio Gonçalves, é prejudicial por recriar a expectativa futura de inflação, que havia sido extinta depois do início do Plano Real. Na avaliação de Gonçalves, esse é um período em que os analistas se acomodam ao novo presidente do BC, Alexandre Tombini, e à gestão da presidente Dilma Rousseff. "O mercado está arisco porque está aprendendo a ler o sinais de Tombini. O Meirelles era pragmático e sucinto. O novo presidente não é tão claro nos discursos à imprensa e isso se reflete nas expectativas", afirma o conselheiro do Corecon-SP. Segundo ele, há ainda diferenças nas falas de Dilma, de Tombini e do ministro da fazenda, Guido Mantega. "O mercado precisa entender como as novas cabeças pensam a política monetária", afirmou.
Gonçalves diz ainda que a inflação está sob controle e que deve arrefecer no segundo semestre, como prevê o BC. A estimativa do governo é que o pico da inflação em 12 meses ocorra no terceiro trimestre, chegando a 6,6%, recuando depois até chegar aos 5,6% estimados no último relatório trimestral de inflação. "A pressão inflacionária é momentânea e causada pelo aumento das commodities desde o ano passado", observa.
Ele diz que as medidas graduais do governo não estão surtindo efeito e que o BC tem de procurar colocar a inflação no centro da meta ainda neste ano. "O governo tem tomado medidas com prudência para não atrapalhar o ritmo de crescimento da economia e chegou ao limite. É preciso atitude mais forte porque o mês de abril foi marcado pela fuga de capitais, o que mostra a perda de confiança do investidor internacional no Brasil." Segundo Grisi, os aumentos da Selic
Na opinião do economista do Instituto de Economia Gastão Vidigal, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Emilio Alfieri, tanto o aumento da Selic quanto o de tributos como o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), vão pesar no bolso do consumidor e desaquecer o varejo. "Para o governo é melhor usar o IOF porque ele arrecada recursos que podem ir para o superávit primário. É uma tentativa de segurar a inflação com política fiscal e, se o governo conseguir, será inédito no País. O setor financeiro reage porque, assim, tem de colaborar com o ajuste", destaca Alfieri. "Como o Banco Central está hoje no meio de um ajuste, acredito que o governo use mais o IOF do que a Selic para combater a inflação, porque o imposto não pressiona o câmbio", completa o economista.
Tolerância
Monalisa Lins/e-SIM – 16/10/2009
recente escalada dos preços de produtos e serviços não dá trégua: disso todos os agentes econômicos sabem. Não há concordância, no entanto, em relação às perspectivas para os preços nos próximos meses. Nas últimas semanas, ficaram ainda mais claras as divergências entre o Banco Central (BC) e o mercado financeiro nas estimativas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano. Enquanto o BC trabalha com previsão de 5,6% para 2011, os analistas já apostam em alta de 6,29%, conforme o resultado do levantamento Focus mais recente. Para diminuir o consumo e tentar conter os preços, o governo alterou depósito compulsório e elevou impostos. Na última quarta-feira, mais uma medida: o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu elevar a taxa básica (Selic) em 0,25 ponto percentual (leia mais nesta página). A expectativa do governo é de que as medidas tenham efeito no segundo semestre e o IPCA feche o ano acima do centro da meta de 4,5%, mas dentro da tolerância, de dois pontos acima ou abaixo do centro. Aposta que, aparentemente, não encontra respaldo entre os analistas de bancos e corretoras. Esse agentes continuam vendo inflação bem mais alta.
O economista e diretor-presidente do Instituto de Pesquisa Fractal, Celso Grisi, afirma que o mercado financeiro está enxergando uma certa tolerância do BC com os movimentos de preços. "O Banco Central está muito obediente ao gradualismo do ministro Mantega", avalia o economista. "É preciso estancar as expectativas inflacionárias e indexatórias, contingenciar o crédito e recuperar a credibilidade internacional", acrescenta.
Copom eleva Selic para 12%
O
Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu na quarta-feira elevar a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 12% ao ano. Com isso, reduziu o ritmo de alta do juro básico da economia iniciado em janeiro deste ano, quando a taxa foi elevada em 0,5 ponto percentual, e no início de março, quando também subiu meio ponto. Foi a terceira reunião do comitê que reúne os diretores do BC sob o comando de Alexandre Tombini na instituição, e do governo de Dilma Rousseff.
A resolução ficou fora da previsão da maior parte dos a n a l i s t a s f i n a n c e i ro s . D e acordo com levantamento da Agência Estado, de 70 instituições financeiras consultadas, 47 esperavam uma alta de 0,5 ponto percentual; 22 instituições previam aumento de 0,25 ponto percentual e uma, o Banco Santander, previa estabilidade. "A decisão do Copom de aumentar a taxa Selic em 0,25 ponto percentual já era esperada, tendo em vista os resultados da inflação registrada pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) nos últimos
meses. Apesar de ser uma medida desagradável e que terá reflexos negativos sobre a economia, ela se tornou inevitável para tentar atuar sobre as expectativas", disse Rogerio Amato, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), sobre a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do BC. Conforme o dirigente, "melhor seria que o governo agisse de forma mais efetiva no controle dos gastos para reforçar a ação do Banco Central", (Com AE)
O governo tem tomado medidas com prudência para não atrapalhar o ritmo de crescimento da economia e chegou ao limite. É preciso atitude mais forte.
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As distritais da ACSP poderão receber estas ações e atrair os varejistas do entorno. Marcel Solimeo, da ACSP
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Atualização para empresários Associação Comercial de São Paulo e Fundação Procon vão editar cartilhas e realizar palestras e cursos de apoio a varejistas e fornecedores Newton Santos/ Hype
Paula Cunha
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Marcel Solimeo (à direita), economista da ACSP conversou com Valéria Rodrigues Garcia e Paulo Arthur Lencioni Góes, diretores da Fundação Procon-SP sobre as necessidades de orientação dos empreendedores. Novas parcerias a caminho.
Uma vitrina para a acessibilidade Fotos: Divulgação
Silvia Pimentel
U
Cadeira de rodas que desce escadas foi criada para emergências. Equipamentos variados facilitam o dia a dia dos portadores de deficiência em casa e no carro. Tecnologias ainda têm valores elevados.
gicas é a cadeira desenvolvida pela Rea Team, com sofisticado sistema de acionamento, configurado de acordo com o grau de comprometimento dos braços e mãos. Aqueles com pouca sensibilidade nas mãos podem, por exemplo, mover a cadeira tocando um botão, com cinco versões de cores, correspondentes ao movimento que se quer. Há ainda o modelo específico para pessoas com comprometimento total dos membros superiores. Nesse caso, a cadeira se move por meio de sopros em uma espécie de canudo. Com pu t ad or –O equipamento responsável pelos comandos fica acoplado à cadeira e se assemelha a um GPS. Com ele, é possível ainda se conectar ao computador por bluetooth ou ligar a televisão. De acordo com o diretor-técnico da empresa, Jonathan Hummel, a tecnologia é da empresa inglesa P & G, especializada no desenvolvimento de centrais de coman-
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do e joysticks. A novidade custa R$ 15 mil. O sistema bluetooth é também usado na nova geração de aparelhos auditivos do Grupo Microsom. A empresa lançou modelos que permitem ao usuário ouvir músicas de um tocador de MP3 e falar ao celular. O som que sai do MP3 ou celular é enviado via bluetooth para um acessório que fica pendurado ao pescoço, como um colar, e passa para o aparelho auditivo. Os preços variam de R$ 5 mil a R$ 8 mil. Outra atração da Reatech foi a cadeira de rodas que desce
escadas, desenvolvida para resgate em situações de emergência. A Evac Chair foi usada para socorrer vítimas do atentado terrorista às torres do World Trade Center, segundo o diretor-administrativo da Mobility Brasil, Bruno Maciel Moura. Com 10 quilos, a cadeira possui um sistema de esteira com frenagem automática – suporta até 150 quilos. Segundo o gerente comercial André Bento, os condomínios residenciais são um dos alvos da empresa. O produto custa R$ 2.860. Para amputados, a Otto Bock apresentou seu avançado sistema de prótese de perna controlado por microprocessador, conhecido como C-Leg. Por meio dessa tecnologia, a prótese reconhece a fase do passo do usuário, ajustando-se em tempo real de acordo com a velocidade, amplitude e frequência do movimento. O preço pode chegar a R$ 100 mil. Não sem razão, são vendidas apenas 20 próteses do gênero no Brasil. DC
ma cadeira de rodas movida a sopro, que ao mesmo tempo também liga a televisão, o aparelho de som e o computador. Outra que desce escadas e que passou pelos degraus do World Trade Center, nos Estados Unidos, socorrendo vítimas do atentado do dia 11 de setembro. Um minúsculo aparelho auditivo de onde é possível ouvir música e falar ao celular. Esses são alguns dos novos produtos voltados à acessibilidade de portadores de deficiência, apresentados na Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade (Reatech). Na 10ª edição do evento, que terminou no dia 17 com a participação de 250 expositores e visitação de 45 mil pessoas, a inovação tecnológica chamou a atenção. Mas a baixa escala de produção ainda impede que produtos revolucionários sejam acessíveis ao bolso de muitos brasileiros. Especializada em adaptação de veículos, a Cavenaghi lançou o TDriveN2, desenvolvido para atender a motoristas tetraplégicos. Com o equipamento, o motorista consegue acionar buzina, faróis, lanternas, limpadores e setas só com o comando da voz. Além disso, com o sistema automatizado, é possível fazer adaptações de volante, frenagem e posição de bancos, facilitando a entrada e saída do motorista. O produto chega ao mercado por R$ 8 mil. Outra novidade para facilitar o dia a dia de pessoas tetraplé-
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da uma cartilha sobre as dúvidas mais frequentes, como as trocas, assunto que mais gerou consultas. Outros temas, como a lei que determina horário para entrega de produtos e sua difícil aplicação devido ao trânsito caótico na capital paulista e a que estabelece que celulares com defeito devem ser trocados pelo mesmo estabelecimento da compra, também serão abordados. A diretora de Estudos e Pesquisas da Fundação Procon-SP, Valéria Rodrigues Garcia, afirmou que a parceria com a ACSP será positiva para pequenos e médios empreendedores, que necessitam de informações básicas e não dispõem de ouvidorias e assessorias jurídicas, como acontece com as grandes empresas.
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A s s o c i a ç ã o C omercial de São Paulo (ACSP) e a F u n d a ç ã o P r ocon-SP iniciaram na semana passada conversações para estabelecer novas parcerias para a criação de cartilhas de orientação e a realização de palestras e cursos para varejistas e fornecedores. A meta é divulgar as alterações na legislação, atualizando os empresários e tratar do relacionamento com os consumidores. No encontro com representantes da Fundação, o economista do Instituto de Economia Gastão Vidigal (IEGV) da ACSP, Marcel Solimeo, reforçou a necessidade de ações para esse público. Para Paulo Arthur Lencioni Góes, diretor-executivo da Fundação Procon-SP, essa é uma boa oportunidade para ampliar as ações do canal de orientação para fornecedores. Segundo ele, a entidade já oferece um curso voltado para varejistas. Hoje, as dúvidas mais frequentes dos empreendedores são as que envolvem trocas, garantias, defeitos e bloqueio de ligações de empresas de telemarketing. Essa última questão acentuou-se a partir do ano passado, com a nova legislação que regula a atividade. Solimeo ressaltou a importância do papel das Distritais da ACSP no processo, uma vez que "elas poderão receber estas ações e atrair os varejistas do entorno". Trocas – O diretor-executivo da Fundação Procon-SP lembrou que as consultas cresceram significativamente nos últimos anos. Elas passaram de 21,4 mil em 2007 para 87,2 mil no ano passado – um aumento expressivo de 307,4% no período. Por isso, Góes propôs que seja elabora-
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HOSPITAL SANTA PAULA S.A. CNPJ. nº 60.777.901/0001-16 RELATÓRIO DA DIRETORIA Senhores Acionistas: Em cumprimento às disposições legais estatutárias, submetemos a apreciação de Vsa. As Demonstrações Financeiras referentes ao Exercício Social, encerrado em 31/12/2010. Fica, assim, esta Diretoria à total Demonstração dos Fluxos de Caixa disposição para esclarecimentos que se fizerem necessários para conhecimento de todas as contas apresentadas. Demonstração do Resultado do Exercício Em 31 de dezembro de 2010 e 2009 - (Expressa em Reais) Elaboradas em 31 de Dezembro de 2010 e 2009 (Expressas em Reais) Fluxos de Caixa das Atividades Operacionais 2010 2009 Balanço Patrimonial - Levantados em 31 de Dezembro de 2010 e 2009 - (Expressos em Reais) Receita bruta de serviços 2010 2009 Ativo 31/12/2010 31/12/2009 Passivo 2010 2009 Lucro (Prejuízo) Líquido ............................................................ (10.975.915) 674.818 Receita de serviços prestados .......................................... 155.775.265 133.801.588 Circulante ......................................................................... 19.395.628 20.115.543 Circulante ......................................................................... 31.635.286 27.408.757 Ajustes para Reconciliar o Prejuízo Líquido com Caixa Líquido Impostos incidentes sobre os serviços prestados e Disponibilidades ................................................................ 564.960 84.883 Empréstimos e financiamentos ......................................... 4.833.165 4.362.721 Aplicado/Obtido nas/das Atividades Operacionais: demais deduções ............................................................ (12.484.607) (18.119.764) Contas a receber, líquido................................................... 13.795.984 18.475.901 Fornecedores .................................................................... 16.462.934 17.319.768 Depreciação e amortização ...................................................... 2.908.241 2.712.373 Receita líquida de serviços ............................................ 143.290.658 115.681.824 Estoques............................................................................ 1.692.527 817.351 Salários e encargos sociais ............................................... 2.559.073 1.260.323 Imobilizados baixados ao resultado ......................................... 64.309 Custo dos serviços prestados ........................................... (80.347.167) (97.611.179) Créditos Tributários ........................................................... 685.884 Provisão para férias e encargos sociais ............................ 2.924.749 607.199 Lucro bruto ...................................................................... 62.943.491 18.070.645 Despesas Antecipadas ...................................................... 183.941 Impostos e contribuições a recolher .................................. 4.566.992 3.853.746 Amortização de (deságio)/ágio ................................................. 119.340 Despesas operacionais Outros ................................................................................ 2.472.332 737.407 Provisão para contingências trab.,Trib. e cíveis ................ 6.439 Aumento (diminuição) das contas dos grupos do ativo e Despesas administrativas.................................................. (64.008.419) (20.263.425) Outras obrigações ............................................................. 281.933 5.000 passivo circulantes: Honorários da administração............................................. (57.380) (40.524) Não Circulante ................................................................. 61.779.745 58.742.591 Não circulante Duplicatas a receber................................................................. 4.679.918 (2.896.659) Impostos e contribuições ................................................... (1.910.255) (187.139) Realizável a longo prazo ................................................. 17.243.332 17.474.855 Exigível a longo prazo..................................................... 66.548.644 48.739.092 Ajustes de Exercícios Anteriores .............................................. (8.742.927) Outras despesas operacionais,líquidas............................. (8.326.659) Depósitos judiciais e cauções ........................................... 57.650 Programa de Recuperação Fiscal - PAES ........................ 32.913.913 35.423.140 (74.302.713) (20.491.087) Títulos e Créditos Tributário a Receber ............................. 15.727.918 15.727.918 Parcelamento de tributos................................................... 1.181.125 Estoques................................................................................... (875.176) 337.490 Outras Receitas operacionais Outros Créditos a Receber ................................................ 1.457.765 1.746.937 Empréstimos e financiamentos ......................................... 24.130.503 13.315.952 Outros créditos curto e longo prazo ......................................... (2.373.227) 3.575.716 Outras Receitas operacionais ........................................... 3.162.974 10.175.749 Permanente ....................................................................... 44.536.412 41.267.736 Provisão para contingências ............................................ 8.323.102 Fornecedores ........................................................................... (856.834) (2.839.489) Lucro operacional antes das participações Investimentos ................................................................... 930.301 930.301 Patrimônio Líquido .......................................................... (17.008.557) 2.710.286 Impostos a recolher .................................................................. (614.855) (4.102.602) societárias e do resultado financeiro .......................... (8.196.248) 7.755.306 Imobilizado ........................................................................ 42.532.052 39.263.375 Capital Social..................................................................... 14.660.050 14.660.050 Resultado financeiro Salários e encargos sociais ...................................................... 1.298.749 475.085 Intangível ........................................................................... 1.074.060 1.074.060 Reserva de capital ............................................................. 13.752.968 16.651.882 Despesas financeiras ........................................................ (6.112.201) (11.189.295) Reserva de Lucros ............................................................ (264.140) Provisões .................................................................................. 10.647.093 312.832 3.332.534 4.108.807 Lucro ou Prejuízos Acumulados ........................................ (46.743.102) (29.659.033) Receitas financeiras .......................................................... Outros débitos/contas a pagar - curto e longo prazo ............... 11.091.484 120.301 Lucro (Prejuízo ) antes do Imposto de Ajuste de Avaliação Patrimonial ........................................ 1.321.527 1.321.527 Caixa líquido obtido/(aplicado) das/nas atividades Renda e da contribuição social.................................... (10.975.915) 674.818 Total do ativo ................................................................... 81.175.373 78.858.134 Total do passivo e patrimônio líquido ........................... 81.175.373 78.858.134 Operacionais ........................................................................... 6.250.860 (1.510.795) Imposto de renda............................................................... As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. Contribuição social ............................................................ Fluxos de Caixa das Atividades de Investimentos Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido em 31 de Dezembro de 2010 E 2009 - (Expressas em Reais) Participação nos lucros ..................................................... Aquisição de bens do ativo imobilizado.................................... (6.241.227) (1.022.846) Reserva Legal Lucros Lucro líquido (prejuízo) do exercício............................. (10.975.915) 674.818 Caixa líquido obtido/(aplicado) nas/das atividades de Capital Reserva Reserva de de Correção (Prejuízos) Ajuste Lucro líquido (prejuízo) por ação do capital social no fim Investimentos ......................................................................... (6.241.227) (1.022.846) Social de Capital Reavaliação Monetária Acumulados Patrimonial Total do exercício ..................................................................... (0,75) 0,05 Em 31 de dezembro de 2008.............................. 14.660.050 16.651.882 (264.140) (30.333.851) 713.941 As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. Fluxos de Caixa das Atividades de Financiamento Reserva de Reavaliação ...................................... Empréstimos e financiamentos obtidos ................................... 1.562.500 4.400.000 Demonstração do Resultado Abrangente do Exercício - Elaboradas Reserva de Capital ............................................... em 31 de Dezembro de 2010 e 2009 - (Expressas em Reais) Pagamento de empréstimos e financiamentos ........................ (1.092.056) (2.405.868) Reserva Especial Ágio Incorporação ................... Caixa líquido obtido das atividades de Financiamentos ...... 470.444 1.994.132 2010 2009 Ajuste Patrimonial................................................. 1.321.527 1.321.527 Lucro ( Prejuízo ) Líquido do Exercício ............................. (10.975.915) 674.818 Aumento (Diminuição) Líquido no Caixa e Caixa Resultado do Exercício......................................... 674.818 674.818 Realização de Reserva de Reavaliação............................ 2.898.914 Em 31 de dezembro de 2009.............................. 14.660.050 16.651.882 (264.140) (29.659.033) 1.321.527 2.710.286 Equivalentes ........................................................................... 480.077 (539.509) Ajustes de Exercícios Anteriores ....................................... (8.742.927) Ajustes de Exercício Anteriores ............................ (8.742.927) (8.742.927) Caixa e Caixa Equivalentes no Início do Período.................. 84.883 624.392 Ajustes Patrimonial ............................................................ 1.321.527 Reserva de Reavaliação ...................................... (2.898.914) 2.898.914 Caixa e Caixa Equivalentes no Fim do Período..................... 564.960 84.883 Resultado Abrangente do Exercício .................................. (16.819.928) 1.996.345 Reserva de Capital ............................................... 264.140 (264.140) As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. Reserva Especial Ágio Incorporação ................... Ajuste Patrimonial................................................. A Companhia não revisou a vida útil dos ativos imobilizados. Custo atribuído (Deemed Cost). (a) empréstimos e recebíveis, (b) mensurados ao valor justo contra resultado, (c) mantidos Resultado do Exercício......................................... (10.975.915) (10.975.915) A Companhia optou pela não adoção do custo atribuído (deemed cost) . até o vencimento e, (d) disponíveis para venda. A classificação é realizada com base nos Em 31 de dezembro de 2010.............................. 14.660.050 13.752.968 (46.743.102) 1.321.527 (17.008.557) 12. Intangível: O saldo de ágio tem o seu valor recuperável testado ao final de cada exercício. seguintes critérios: a. Empréstimos e recebíveis: São ativos financeiros com pagamentos As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. Durante o exercício não ocorreram eventos que requeressem revisar o seu valor recuperável. fixos ou determináveis que não são cotados em mercado ativo. Tais ativos financeiros são 13. Fornecedores: 2010 2009 registrados ao custo histórico pelo método do custo amortizado. A Companhia tem como Notas Explicativas da Diretoria às Demonstrações Contábeis em 31 de Dezembro de 2010 e 2009 - (Expressas em Reais) 74.442 - principais ativos financeiros classificados nesta categoria: (i) contas a receber de clientes (nota 1. Contexto operacional: O Hospital Santa Paula S/A é uma sociedade anônima de capital política contábil aplicável ao ativo. Os arrendamentos financeiros existentes foram encerrados Fornecedores de Bens ......................................................... Fornecedores Servicos ...................................................... 9.280.904 7.048.331 7). b. Mensurados ao valor justo contra resultado: São os ativos financeiros que sejam: fechado que tem por objeto social a prestação de assistência médica e hospitalar, servir de no decorrer de 2010. Os outros arrendamentos mercantis são arrendamentos operacionais e 1.160.349 4.010.973 (i) mantidos para negociação no curto prazo, (ii) designados ao valor justo com o objetivo de campo de aperfeiçoamento de médicos, enfermeiros e outros profissionais relacionados a essas não são reconhecidos no balanço patrimonial da Companhia. 3.6. Estoques: Os estoques são Fornecedores - Clinicas e Outros ......................................... 137.334 214.526 confrontar os efeitos do reconhecimento de receitas e despesas a fim de se obter informação atividades, proporcionar meios para a pesquisa e investigação científica, e participar de outras avaliados com base no custo histórico, não excedendo o valor de mercado. Os estoques são Fornecedores Diversos ........................................................ 5.809.905 6.045.938 contábil mais relevante e consistente ou, (iii) derivativos. Estes ativos são registrados pelos utilizados integralmente no processo de atendimento aos pacientes. 3.7. Redução ao valor Fornecedores de Materiais ................................................... sociedades atuantes na área de saúde. 16.462.934 17.319.768 respectivos valores justos e, para qualquer alteração na mensuração subseqüente dos valores 2. Base de preparação: 2.1. Declaração de conformidade (com relação às normas IFRS recuperável: 3.7.1. O valor justo de outros ativos intangíveis é baseado nos fluxos de caixa 2010 2009 justos, a contrapartida é o resultado. Os principais ativos financeiros que a Companhia têm e às normas do CPC): As demonstrações financeiras ora apresentadas foram preparadas descontados que se espera que derivem do uso e possível venda dos ativos. Um ativo 14. Empréstimos e financiamentos: 4.838.165 4.362.721 classificados nesta categoria são: (i) disponibilidades e aplicações financeiras, c. Mantidos até conforme as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International financeiro não mensurado pelo valor justo por meio do resultado é avaliado a cada data de Empréstimos e Financiamentos a Pagar CP ................... 4.783.165 4.362.721 o vencimento: Correspondem aos ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos Accounting Standards Board (IASB) e também de acordo com os pronunciamentos contábeis apresentação para apurar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido perda no seu valor Empréstimo Bancários ....................................................... 50.000 - ou determináveis com vencimentos definidos e para os quais a Companhia tem a intenção de emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), no que for aplicável por recuperável. Um ativo tem perda no seu valor recuperável se uma evidência objetiva indica que Financiamentos Para Aquisição de Ativos.......................... 13.315.952 manter até o vencimento. Os ativos financeiros referentes a esta classificação são registrados imposição da legislação. Essas são as primeiras demonstrações preparadas conforme as um evento de perda ocorreu após o reconhecimento inicial do ativo, e que aquele evento de Empréstimos e Financiamentos a Pagar LP .................... 24.130.503 13.164.047 ao custo histórico pelo método do custo amortizado. A Companhia não possui ativos financeiros IFRS nas quais o CPC 37 foi aplicado. A emissão das demonstrações financeiras foi autorizada perda tenha tido um efeito negativo nos fluxos de caixa futuros projetados que possam ser Empréstimo a Pagar de Longo Prazo ................................ 24.043.003 87.500 151.905 classificados nesta categoria. d. Disponíveis para venda: Referem-se aos ativos financeiros pela Diretoria. 2.2. Base de mensuração: As demonstrações financeiras foram preparadas estimados de maneira confiável. A evidência objetiva de que os ativos financeiros (incluindo Financiamentos Para Aquisição de Ativos.......................... 17.678.673 que não se enquadram em quaisquer classificações acima ou que sejam designados como com base no custo registrado com exceção do item aplicação financeira cujos efeitos são títulos patrimoniais) perderam valor pode incluir o não-pagamento ou atraso no pagamento por Total ..................................................................................... 28.963.668 reconhecidos no resultado do item investimento em debêntures e do ágio sobre expectativa parte do devedor, a reestruturação do valor devido a Companhia sobre condições de que a As administrações da entidade, juntamente com os controladores, estão fazendo estudos para disponíveis para venda. O registro destes ativos financeiros é realizado aos respectivos futura de resultados incorporado ao capital. 2.3. Moeda funcional e moeda de apresentação: Companhia não consideraria em outras transações, indicações de que o devedor ou emissor a conversão do empréstimo no valor de R$ 24.043.033 em Adiantamento para Futuro Aumento valores justos e, para qualquer alteração na mensuração subseqüente dos valores justos, a contrapartida é o patrimônio liquido. A Companhia não possui ativos financeiros classificados Essas demonstrações financeiras são apresentadas em Real, que é a moeda funcional da entrará em processo de falência, ou o desaparecimento de um mercado ativo para um titulo. de Capital e sua possível conversão para Capital Social. nesta categoria. Passivos financeiros, tendo como categorias: (a) mensurados ao valor justo Companhia. Todas as informações financeiras apresentadas em Real foram arredondadas Além disso, para um instrumento patrimonial, um declínio significativo ou prolongado em seu 15. Impostos parcelados: para o milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. 2.4. Uso de estimativas valor justo abaixo do seu custo é evidência objetiva de perda por redução ao valor recuperável. Descrição 2010 2009 contra resultado e, (b) mensurados ao custo amortizado. A classificação é realizada conforme os seguintes critérios: a. Mensurados ao valor justo contra resultado: São os passivos e julgamentos: A preparação das demonstrações financeiras de acordo com as normas IFRS 3.7.2. A Companhia avaliou a recuperação do valor contábil dos ágios e intangíveis de vida útil Tributos e Contrib. a Recolher e as normas CPC exigem que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que indefinida com base no seu valor em uso, utilizando o modelo de fluxo de caixa descontado da Parcelamento LP .................................................... 32.913.913 35.423.140 financeiros que sejam: (i) mantidos para negociação no curto prazo, (ii) designados ao valor justo com o objetivo de confrontar os efeitos do reconhecimento de receitas e despesas a fim afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas unidade geradora de caixa individual, representativa do conjunto de bens tangíveis e Parcelamento - MP 303/06 - PAEX ............................ 1.608.340 e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas intangíveis. O teste de recuperação dos ágios e intangíveis de vida útil indefinida da FGTS Parcelamento a Longo Prazo .......................... 2.118.366 2.118.366 de se obter informação contábil mais relevante e consistente. Estes passivos são registrados pelos respectivos valores justos e, para qualquer alteração na mensuração subseqüente são revistos de uma maneira continua. Revisões com relação a estimativas contábeis são Companhia não resultou na necessidade de reconhecimento de perdas nos ativos intangíveis. REFIS IV - Cód. 1285 ................................................. 7.490.682 16.712.913 reconhecidas no período em que as estimativas são revisadas e em quaisquer períodos futuros 3.8. Provisões: Uma provisão é reconhecida, em função de um evento passado, se houver REFIS IV - Cód. 1240 - Previdenciário ....................... 12.635.268 16.073.608 dos valores justos, a contrapartida é o resultado. A Companhia e não possui ativos nesta categoria. b. Mensurados ao custo amortizado contra resultado: São os demais passivos afetados. As informações sobre julgamentos críticos referentes as políticas contábeis adotadas uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e é provável Provisão Sucumbência e Honorários que apresentam efeitos sobre os valores reconhecidos nas demonstrações financeiras estão que um recurso econômico seja exigido para liquidar a obrigação. 3.9. Receita operacional: Adv a pagar ............................................................. 518.253 518.253 financeiros que não se enquadram na classificação acima. Os passivos financeiros referentes incluídas na seguinte nota explicativa: • Nota 22 - Arrendamento Mercantil: As informações Serviços: A receita de serviços prestados é reconhecida no resultado em função de sua Outros Débitos Previdenciários .................................. 8.543.003 - a esta classificação são reconhecidos e amortizados seguindo essencialmente ao método do custo amortizado. Os principais passivos financeiros classificados nesta categoria são: sobre incertezas sobre premissas e estimativas que possuam um risco significativo de resultar realização. Uma receita não é reconhecida se há uma incerteza na sua realização. O resultado Tributos e Contrib. a Recolher em um ajuste material dentro do próximo exercício financeiro estão incluídas nas seguintes das operações é apurado em conformidade com o regime contábil de competência. Parcelamento CP .................................................... 3.684.216 1.790.768 (i) fornecedores (nota 13), (ii) empréstimos e financiamentos (nota 14). • Riscos: As operações notas explicativas: • Nota 7 - Contas a Receber de Clientes; • Nota 16- Provisão para 3.10. Pagamento de Arrendamento: Os pagamentos efetuados sob arrendamentos REFIS IV - Cód. 1285 ................................................. 1.248.447 646.256 da Companhia estão sujeitas aos fatores de riscos abaixo descritos: a. Risco de crédito: Contingências. 2.5. Demonstração de resultados abrangentes: As transações, em todos os operacionais são reconhecidos no resultado pelo método linear pelo prazo do arrendamento. REFIS IV - Cód. 1240 - Previdenciário ....................... 2.435.769 1.144.512 A Companhia está subordinada às políticas de crédito fixadas por sua administração e visam aspectos relevantes, ocorridas no Patrimônio Líquido que ocasionaram ajustes que pudessem Os incentivos de arrendamentos recebidos são reconhecidos como uma parte integrante das Total ........................................................................... 36.598.128,79 37.213.908 minimizar eventuais problemas decorrentes da inadimplência dos convênios. b. Risco de compor a demonstração de resultados abrangentes foram as seguintes. • Realização de despesas totais de arrendamento, pelo prazo de vigência do arrendamento. Os pagamentos (a) Em 29 de julho de 2003, a Companhia aderiu ao Programa PAES (Lei n° 10.684), taxa de câmbio: Esse risco decorre da possibilidade de oscilações das taxas de câmbio mínimos de arrendamento efetuados sob arrendamentos financeiros são alocados entre declarando os débitos tributários relativos ao PIS e a COFINS que estavam sendo discutidos das moedas estrangeiras, quando aplicável, utilizadas pela Companhia para a aquisição de Reserva da Reavaliação; • Ajustes de Exercícios Anteriores. 3. Principais políticas contábeis: As políticas contábeis descritas em detalhes a seguir têm despesas financeiras e redução do passivo em aberto. As despesas financeiras são alocadas judicialmente. O montante da divida consolidada está dividido em 120 parcelas mensais e Equipamentos e Empréstimos, os quais podem incorrer em perdas e em restrições de caixa sido aplicadas pela Companhia, de maneira consistente a todos os períodos apresentados a cada período durante o prazo do arrendamento visando a produzir uma taxa periódica atualizado utilizando a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP). As amortizações ocorrerão por conta de flutuações nas taxas de câmbio, aumentando os saldos de passivo denominados nessas demonstrações financeiras e na preparação do balanço patrimonial de abertura constante de juros sobre o saldo remanescente do passivo. Pagamentos contingentes de até junho de 2013, e a Companhia não efetua o recolhimento com base na receita bruta, em moeda estrangeira. c. Risco de taxa de juros: Esse risco é oriundo da possibilidade da apurado em 01 de janeiro de 2009 com a finalidade da transição para as normas IFRS e arrendamentos são registrados através da revisão dos pagamentos mínimos do arrendamento bem como não utilizou, nem utiliza créditos fiscais para amortização de multas e juros. Companhia vir a incorrer em perdas por conta de flutuações nas taxas de juros que aumentem normas CPC, exceto nos casos indicados em contrário. 3.1. Moeda estrangeira: Transações pelo prazo remanescente do arrendamento quando o ajuste do arrendamento é confirmado. (b) Parcelamento especial de débitos federais - Lei 11.941/09 (REFIS IV) Com a edição da as despesas financeiras relativas a empréstimos, financiamentos. • Gerenciamento dos em moeda estrangeira: Transações em moeda estrangeira, isto é, todas aquelas que não 3.11. Receitas financeiras e despesas financeiras: As receitas financeiras abrangem Lei n° 11.941/09 foi instituído um novo programa de parcelamento especial (REFIS IV) que Riscos: A Companhia mantém procedimentos de controles internos para acompanhar as realizadas na moeda funcional, são convertidas pela taxa de câmbio das datas de cada basicamente receitas de juros sobre fundos de investimentos, ganhos na alienação de ativos abrange os débitos administrados pela Receita Federal do Brasil - RFB, Procuradoria-Geral transações e os saldos dos instrumentos financeiros, com o objetivo de monitorar os riscos transação. Ativos e passivos monetários em moeda estrangeira são convertidos para a moeda financeiros disponíveis para venda. As despesas financeiras abrangem basicamente despesas da Fazenda Nacional- PGFN e Instituto Nacional da Seguridade Social - INSS, constituídos ou e taxas vigentes em relação às praticadas no mercado, buscando liquidez, segurança e funcional pela taxa de câmbio da data do fechamento. Os ganhos e as perdas de variações nas com juros sobre empréstimos bancários, financiamentos e parcelamento de impostos. Perda não, inscritos ou não em Divida Ativa da União, mesmo em fase de execução fiscal já ajuizada, rentabilidade de seus ativos. A Companhia não realiza transações envolvendo derivativos taxas de câmbio sobre os ativos e os passivos monetários são reconhecidos nas nos instrumentos de hedge que estão reconhecidos no resultado. 3.12. Imposto de renda e inclusive os que tenham sido objeto de parcelamento anterior. Considerando as condições exóticos ou especulativos. d. Valores estimados de mercado: A estimativa do valor de demonstrações de resultados. Ativos e passivos não monetários adquiridos ou contratados em contribuição social: O Imposto de Renda e a Contribuição Social do exercício corrente e favoráveis deste novo programa, a Companhia aderiu ao parcelamento em 27 de novembro de mercado dos instrumentos financeiros foi elaborada através de modelo de precificação, moeda estrangeira são convertidos com base nas taxas de câmbio das datas das transações diferido são calculados com base nas alíquotas de 15%, acrescidas do adicional de 10% sobre 2009, efetuando o recolhimento da primeira parcela nas condições previstas em lei. Em 31 de aplicadas individualmente para cada transação, levando em consideração os fluxos futuros ou nas datas de avaliação ao valor justo quando este é utilizado. 3.2. Instrumentos o lucro tributável excedente de R$ 240 para imposto de renda e 9% sobre o lucro tributável março de 2010, a Companhia, reconheceu no resultado os efeitos pela adesão ao programa, de pagamento, com base nas condições contratuais, descontados a valor presente por taxas financeiros: A Companhia reconhece os empréstimos, recebíveis e depósitos inicialmente na para contribuição social sobre o lucro liquido, e consideram a compensação de prejuízos que compreende a inclusão de (i) débitos tributários anteriormente não reconhecidos pela obtidas através das curvas de juros de mercado, tendo como base informações obtidas pelo site da BM&FBovespa e ANDIMA. Desta forma, o valor de mercado de um titulo corresponde data em que foram originados. Todos os outros ativos financeiros (incluindo os ativos fiscais e base negativa de contribuição social, limitada a 30% do lucro real. A Companhia Companhia e (ii) parcelamentos em andamento que migraram para o programa. designados pelo valor justo por meio do resultado, quando existir) são reconhecidos adotou o Regime Tributário de Transição (RTT) para apuração de Imposto de Renda e 16. Provisão para contingências: A companhia é parte envolvida em processos de natureza ao seu valor de vencimento (valor de resgate) trazido a valor presente pelo fator de desconto inicialmente na data da negociação na qual a Companhia se toma uma das partes das Contribuição Social relativo ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010 assim como para o trabalhista, tributária e cíveis e está discutindo essas questões nas esferas apropriadas, as (referente à data de vencimento do titulo) obtido da curva de juros de mercado em reais. disposições contratuais do instrumento. A Companhia deixa de reconhecer um ativo financeiro exercício findo em 31 de dezembro de 2009. Os impostos ativos diferidos decorrentes de quais, quando aplicável, são amparadas por depósitos judiciais e caução, que montam a 20. Cobertura de seguros: A Companhia adota a política de contratar cobertura de seguros quando os direitos contratuais aos fluxos de caixa do ativo expiram, ou quando a Companhia prejuízos fiscal, base negativa da contribuição social e diferenças temporárias foram R$57.650 em 31 de dezembro de 2010 (2008 - R$ 19.426). O montante provisionado para para os bens sujeitos a riscos por montantes considerados suficientes para cobrir eventuais transfere os direitos ao recebimento dos fluxos de caixa contratuais sobre um ativo financeiro constituídos em conformidade com a CPC 32 e IAS 12, e consideram a expectativa de geração essas contingências em 2010 foi de R$ 8.323.102. No tocante as contingências tributárias, a sinistros, considerando a natureza de sua atividade. A Companhia mantém apólices de seguro em uma transação no qual essencialmente todos os riscos e benefícios da titularidade do ativo de lucros tributáveis futuros fundamentada em estudo técnico de viabilidade, aprovado pelo companhia procede ao cálculo de suas obrigações tributárias utilizando as adições, exclusões contratadas com as principais seguradoras do Pais que foram definidas por orientação de financeiro são transferidos. Eventual participação que seja criada ou retida pela Companhia órgão da administração. Ativos de imposto de renda e contribuição social diferidos são e compensações das bases de cálculos seguindo o disposto na legislação e baseada nas especialistas e levam em consideração a natureza e o grau de risco envolvido. As principais nos ativos financeiros é reconhecida como um ativo ou passivo individual. Os ativos ou revisados a cada data de relatório e são refletidos pelo seu valor provável de realização. orientações de seus consultores tributários. Os entes tributantes podem rever esses tributos, coberturas de seguro são contra incêndio, lucros cessantes, responsabilidade civil , , vendaval passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial 3.13. Resultado por ação: O resultado por ação é calculado por meio do resultado do período fazendo o respectivo lançamento de ofício até 5 anos. Existem outros processos avaliados e fumaça, danos elétricos , por valores considerados suficientes para cobrir eventuais perdas. quando, somente quando, a Companhia tenha o direito legal de compensar os valores e tenha dividido pela quantidade de ações ordinárias e preferenciais no período. Os CPC 41 e IAS 33 pelos assessores jurídicos como sendo de risco possível sem mensuração com suficiente As premissas de riscos adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de um a intenção de liquidar em uma base liquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo não são aplicáveis para a Companhia. 3.14. Novas normas e interpretações ainda não segurança, cujos montantes não foram considerados relevantes e para os quais nenhuma exame das demonstrações financeiras e conseqüentemente não foram auditadas pelos simultaneamente. A Companhia tem os seguintes ativos financeiros não derivativos: adotadas: Diversas normas, emendas a normas e interpretações IFRS emitidas pelo IASB provisão foi constituída, tendo em vista que as práticas contábeis adotadas no Brasil não nossos auditores independentes. 21. Partes relacionadas: A Companhia transaciona com outras empresas que tem o mesmo empréstimos e recebíveis e ativos financeiros disponíveis para venda. Ativos financeiros ainda não entraram em vigor para o exercício encerrado em 31 de dezembro de 2010, sendo requerem sua contabilização. registrados pelo valor justo por meio do resultado. Um ativo financeiro é classificado pelo valor essas: • Limited exemption from Comparative IFRS 7 Disclosures for First-time Adopters. 17. Patrimônio líquido: a) Capital social: No exercício foi aprovado através de AGE de acionista controlador e as transações com estas empresas são regidas por contrato específico. justo por meio do resultado caso seja classificado como mantido para negociação, ou seja • Improvements to IFRS 2010. • IFRS 9 Financial Instruments. • Prepayment of a minimum fund 11 de outubro de 2010 o grupamento das ações de emissão da sociedade na razão de - AMIL; - MEDIAL; - AMICO. designado como tal no momento do reconhecimento inicial. Os ativos financeiros são requirement (Amendment to IFRIC 14). • Amendments to IAS 32 Classification of rights issues. 5.050 ações existentes para uma nova ação,passando o capital social a ser representado 22. Arrendamento Mercantil: A Companhia terminou em 2010 o arrendamento de bens designados pelo valor justo por meio do resultado se a Companhia gerencia tais investimentos O CPC ainda não emitiu pronunciamentos equivalentes aos IFRSs acima citados, mas existe por 2902 ações,sendo 2.790 ações ordinárias e 112 ações preferenciais ,conforme proposta que estão registrados no ativo permanente com opção de compra, exercendo esta opção. e toma decisões de compra e venda baseadas em seus valores justos de acordo com a gestão expectativa de que o faça antes da data requerida de sua entrada em vigor. A Companhia não do Conselho de Administração ,motivada pela necessidade de se proceder a diminuição do Os contratos de arrendamento operacionais tem seus pagamentos lançados ao resultado de riscos documentada e a estratégia de investimentos da Companhia. Os custos da estimou a extensão do impacto destas novas normas em suas demonstrações financeiras. numero de ações em circulação,devido a dificuldade na realização de cálculos.Iniciado ainda e não estão incluídos no ativo imobilizado na rubrica de aparelhos e equipamentos, sendo transação, após o reconhecimento inicial, são reconhecidos no resultado quando incorridos. 4. Determinação do valor justo: Diversas políticas e divulgações contábeis da Companhia no exercício o prazo previsto no art.28 da Lei n.6.404/76 para os acionistas comporem entre controlados à parte. Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado são medidos pelo valor exigem a determinação do valor justo, tanto para os ativos e passivos financeiros como para si,com relação às frações. Os acionistas da Sociedade passaram a ser Total Care Empresa 23. Receita operacional: Não existe variação entre a receita operacional para fins fiscais e as justo, e mudanças no valor justo desses ativos são reconhecidas no resultado do exercício. os não financeiros. Os valores justos têm sido apurados para propósitos de mensuração e/ de Atendimento Médico Preventivo S.A. e Life Care Ltda. b) Reserva Legal: A reserva legal receitas apresentadas na demonstração de resultado do exercício. Empréstimos e recebíveis: Empréstimos e recebíveis são ativos financeiros com pagamentos ou divulgação baseados nos métodos abaixo. Quando aplicável, as informações adicionais é constituída com 5% do lucro líquido ajustado do exercício, limitado a 20% do capital social. 24. Adoção das normas internacionais de contabilidade: fixos ou calculáveis que não são cotados no mercado ativo. Tais ativos são reconhecidos sobre as premissas utilizadas na apuração dos valores justos são divulgadas nas notas c) Reservas de Capital: São reservas do capital de naturezas diversas, revisadas de acordo 24.1. Alterações de práticas contábeis: 24.1.1. Capitalização de juros: Os encargos financeiros dos empréstimos e financiamentos, atribuíveis à aquisição, construção e inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o especificas àquele ativo ou passivo. 4.1. Imobilizado: O valor justo dos itens do ativo as práticas contábeis adotadas. reconhecimento inicial, os empréstimos e recebíveis são medidos pelo custo amortizado imobilizado é baseado na abordagem de mercado e nas abordagens de custos através de 18. Imposto de renda e contribuição social sobre o lucro: Os impostos e provisões forma produção de ativos que necessariamente levem um período substancial de tempo para através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor preços de mercado cotados para itens semelhantes, quando disponíveis, e custo de reposição calculados conforme a legislação tributária e todas as adições e exclusões foram feitas e serem concluídos para sua devida utilização, são adicionados ao custo destes ativos, até o momento que os mesmos estejam prontos para utilização. 24.1.2. Provisão para redução ao recuperável. Os empréstimos e recebíveis abrangem contas a receber de clientes e outros quando apropriado. 4.2. Ativos intangíveis: O valor justo dos ativos intangíveis é baseado nos registradas no LALUR. créditos, incluindo os recebíveis oriundos de acordos de concessão de serviços. Caixa e fluxos de caixa descontados que se espera que derivem do uso e possível venda dos ativos. 19. Instrumentos financeiros: Classificação dos instrumentos financeiros: Os valor recuperável de ativos Refere-se a provisão ao valor recuperável de ativos financeiros equivalentes de caixa abrangem saldos de caixa e investimentos financeiros com vencimento 4.3. Estoques: Os estoques são avaliados com base no custo registrado, não excedendo o instrumentos financeiros são classificados como: Ativos financeiros, tendo como categorias: conforme CPC 38 (IAS 39), que não foi constituída no presente exercício em função de levantamento de avaliação dos bens que não detectou esta necessidade. original de três meses ou menos a partir da data da contratação. Instrumentos financeiros valor de mercado.O Valor justo do estoques é determinado pelo preço de reposição do bem 01/01/2009 31/12/2009 derivativos: A Companhia não opera com instrumentos financeiros derivativos Passivos no mercado através de cotação com fornecedores ou através de tabela de preços publicadas. 24.2. Reconciliações BR GAAP x IFRS: a) Balanço Patrimonial: BR GAAP BR GAAP e BR GAAP BR GAAP e financeiros não derivativos: A Companhia reconhece títulos de divida emitidos e passivos 4.4. Investimentos em instrumentos patrimoniais e títulos de dívida: O valor justo de Anterior Ajustes IFRSs Anterior Ajustes IFRSs subordinados inicialmente na data em que são originados. Todos os outros passivos ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado, investimentos mantidos Ativo Circulante ........................................................................................ 18.088.791 18.088.791 20.115.543 20.115.543 financeiros (incluindo passivos designados pelo valor justo registrado no resultado) são até o vencimento e ativos financeiros disponíveis para venda é apurado por referência aos 624.392 624.392 84.883 84.883 reconhecidos inicialmente na data de negociação na qual a Companhia se toma uma parte das seus preços de fechamento apurado na data de apresentação das demonstrações financeiras. Disponibilidades ............................................................................... 15.579.243 18.475.901 18.475.901 disposições contratuais do instrumento. A Companhia baixa um passivo financeiro quando tem O valor justo de investimentos mantidos até o vencimento é determinado para fins de divulgação Contas a receber, líquido.................................................................. 15.579.243 1.154.841 1.154.841 817.351 817.351 suas obrigações contratuais retirada, cancelada ou vencida. Os ativos e passivos financeiros somente. 4.5. Passivos financeiros não derivativos: O valor justo, que é determinado para Estoques........................................................................................... 730.315 730.315 737.407 737.407 são compensados e o valor líquido é apresentado no balanço patrimonial quando, e somente fins de divulgação, é calculado baseando-se no valor presente do principal e fluxos de caixa Outros ............................................................................................... 62.423.653 58.742.591 58.742.591 quando, a Companhia tenha o direito legal de compensar os valores e tenha a intenção de futuros, descontados pela taxa de mercado dos juros apurados na data de apresentação das Não Circulante ................................................................................ 62.812.738 21.057.662 17.474.855 17.474.855 liquidar em uma base liquida ou de realizar o ativo e quitar o passivo simultaneamente. demonstrações financeiras. Quanto ao componente passivo dos instrumentos conversíveis Realizável a longo prazo ................................................................ 21.057.662 15.727.918 15.727.918 15.727.918 A Companhia tem os seguintes passivos financeiros não derivativos: empréstimos e de divida, a taxa de juros de mercado é apurada por referência a passivos semelhantes que Títulos e Créditos Tributário a Receber ............................................ 15.727.918 5.329.744 5.329.744 1.746.937 1.746.937 financiamentos, debêntures, fornecedores e outras contas a pagar. Tais passivos financeiros não apresentam uma opção de conversão. Para arrendamentos financeiros, a taxa de juros é Outros Créditos a Receber ............................................................... 41.267.736 Permanente ...................................................................................... 41.755.076 41.365.991 41.267.736 são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação apurada por referência a contratos de arrendamento semelhantes. 2.004.361 (1.074.060) 930.301 Investimentos .................................................................................. 2.123.701 (1.193.400) 930.301 atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo 5. Gerenciamento de risco financeiro: A Companhia apresenta exposição aos seguintes 39.263.375 39.263.375 (389.085) 39.242.290 amortizado através do método dos juros efetivos. Capital social: Ações ordinárias e riscos advindos do uso de instrumentos financeiros: • risco de mercado; • risco de liquidez; Imobilizado ....................................................................................... 39.631.376 1.074.060 Intangível .......................................................................................... 1.193.400 1.193.400 1.074.060 Preferenciais: Ações ordinárias e preferenciais são classificadas como patrimônio líquido. • risco de crédito; • risco operacional. A Companhia avalia e toma as precauções necessárias (389.085) 80.512.444 78.858.134 78.858.134 Custos adicionais diretamente atribuíveis à emissão de ações, quando aplicáveis, são 6. Segmento operacional: Um segmento operacional é um componente da Companhia que Total do ativo .................................................................................. 80.901.529 reconhecidos como dedução do patrimônio líquido, liquido de quaisquer efeitos tributários. desenvolve atividades de negócio das quais pode obter receitas e incorrer em despesas, Passivo e patrimônio líquido Circulante ........................................................................................ 25.022.447 25.022.447 27.408.757 27.408.757 3.3. Imobilizado: Reconhecimento e mensuração: Itens do imobilizado são mensurados pelo incluindo receitas e despesas relacionadas com transações com outros componentes Empréstimos e financiamentos ........................................................ 2.368.588 2.368.588 4.362.721 4.362.721 custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada e perdas de da Companhia. Na operação do negócio da Companhia, a Administração entende que 17.319.768 Fornecedores ................................................................................... 20.159.256 20.159.256 17.319.768 redução ao valor recuperável (“impairment”) acumuladas, quando aplicáveis. Os valores dos a prestação de serviços e processos de produção da mesma natureza, tipo de cliente, Salários e encargos sociais .............................................................. 785.239 785.239 1.260.323 1.260.323 bens foram avaliados e não se constatou perdas que justificassem o referido ajuste. fornecedores e processo logístico semelhante, define “Serviços hospitalares” como o único Provisão para férias e encargos sociais ........................................... 294.366 294.366 607.198 607.198 A Companhia optou por não reavaliar os ativos imobilizados pelo custo atribuído (“deemed segmento operacional e única unidade de reporte. A concentração de sua receita liquida é Impostos e contribuições a recolher ................................................. 1.378.393 1.378.393 3.853.746 3.853.746 cost”) na data de abertura do exercício de 2009. O custo inclui, quando aplicável, gastos que pulverizada entre todos os seus clientes. A distribuição geográfica não pode ser levada em Outras obrigações ............................................................................ 36.605 36.605 5.000 5.000 são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. O custo de ativos construídos pela própria conta na avaliação do negócio da Companhia, pois sua receita liquida é oriunda de um único Não circulante Companhia inclui , quando aplicável, o custo de materiais e mão de obra direta, quaisquer local geográfico. Exigível a longo prazo.... outros custos para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam 7. Contas a receber de clientes: O processo de cobrança pelos serviços hospitalares P m R F PAES capazes de operar da forma pretendida pela administração, os custos de desmontagem e de ofertados pela Companhia é complexo devido, entre outros fatores, ao grande número de Em m m restauração do local onde estes ativos estão localizados, e custos de empréstimos sobre planos de saúde, diferentes graus de cobertura, informações que são solicitadas por estes P m ativos qualificáveis para os quais a data de inicio para a capitalização seja 01 de janeiro de planos e questionamentos destes sobre a adequada documentação suporte. Todos esses C S 2009 ou data posterior a esta. O software comprado que seja parte integrante da funcionalidade fatores historicamente contribuem para que o prazo médio de recebimento dos pagamentos R de um equipamento é capitalizado como parte daquele equipamento. Quando partes de um seja diferente dos prazos definidos em contrato. Sendo feita provisão de glosa. R 2010 2009 item do imobilizado têm diferentes vidas úteis, elas são registradas como itens individuais 8. Estoques: P A m 8.169 47.712 (componentes principais) de imobilizado. Ganhos e perdas na alienação de um item do MATERIAL DE ESCRITORIO............................................. A A P m 3.528 26.475 imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos advindos da alienação com o MATERIAL DE LIMPEZA.................................................... To do p o p môn o qu do 444.827 202.494 valor contábil do imobilizado, e são reconhecidos líquidos na rubrica de outras receitas no MATERIAL MEDICO HOSPITALAR ................................... D mon o do R u do 1.227.292 540.671 resultado. Custos subseqüentes: O custo de reposição de um componente do imobilizado é MEDICAMENTOS .............................................................. 8.678 reconhecido no valor contábil do item caso seja provável que os benefícios econômicos MATERIAL DE CONSUMO ................................................ BR GAAP BR GAAP 32 incorporados dentro do componente irão fluir para a Companhia e que o seu custo possa ser OUTROS ESTOQUES ....................................................... R bu d o An o Au FRS 1.692.527 817.351 medido de forma confiável. O valor contábil do componente que tenha sido reposto por outro é R baixado. Os custos de manutenção do imobilizado são reconhecidos no resultado conforme 9. Impostos a recuperar, ativo e passivo fiscal diferido: a. Ativo fiscal diferido: O imposto m m incorridos. Depreciação: A depreciação é calculada sobre o valor depreciável, que é o custo de de renda e contribuição social diferidos são registrados para refletir os efeitos fiscais futuros R qu d d o um ativo, ou outro valor substituto do custo, deduzido do valor residual. A depreciação é atribuíveis às diferenças temporárias entre a base fiscal de ativos e passivos e seu respectivo C reconhecida no resultado baseando-se no método linear com relação às vidas úteis estimadas valor contábil. De acordo com a CPC 32, a Companhia, baseada na expectativa de geração de Lu o b u o de cada parte de um item do imobilizado, já que esse método é o que mais perto reflete o lucros tributáveis futuros, por meio de estudo técnico aprovado pela administração, reconhece D p op on padrão de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. As benfeitorias os créditos e débitos tributários sobre diferenças temporárias dedutíveis e dos prejuízos fiscais D m em imóveis de terceiros são depreciadas com base no prazo de vigência do contrato de e bases negativas acumuladas de contribuição social, que não possuem prazo prescricional e H m locação do imóvel ou vida útil dos bens, dos dois o menor. As taxas de depreciação e cuja compensação está limitada a 30% dos lucros anuais tributáveis. O valor contábil do ativo m amortização estão divulgadas na Nota Explicativa n° 11. 3.4. Ativos Intangíveis: Os ágios por e passivo fiscal diferidos é revisado trimestralmente e as projeções revisadas anualmente. expectativa de rentabilidade futura que são parte integrante do patrimônio da Companhia, não Caso hajam fatores relevantes que venham a modificar as projeções, estas serão revisadas Ou R op on são mais amortizados contabilmente desde 1° de janeiro de 2009 e tem seu valor recuperável durante o exercício pela Companhia. O R testado anualmente. 3.5. Ativos arrendados: Os arrendamentos em cujos termos a O imposto de renda e a contribuição social diferidos têm os seguintes saldos Lu o op on n d p p õ o do u do fin n o 2010 2009 R u do fin n o Companhia assume os riscos e benefícios inerentes a propriedade são classificados como Ativo fiscal diferido D 11.358.810 11.358.810 arredamentos financeiros. No reconhecimento inicial o ativo arrendado é medido pelo valor IRPJ ................................................................................... R 4.369.108 4.369.108 igual ao menor valor entre o seu valor justo e o valor presente dos pagamentos mínimos do CSSL ................................................................................. Lu o P u o n do mpo o d R nd d on bu o o 15.727.918 15.727.918 arrendamento mercantil. Após o reconhecimento inicial, o ativo é registrado de acordo com a 10. Investimentos: São classificados no item investimento debêntures cuja estimativa de recebimento e realização é feita pela administração regularmente sendo o valor líquido R$ 930.301, m já contendo uma previsão de perdas. C 11. Imobilizado Taxa de 2010 2009 P Imobilizado Depreciação% a.a. Custo Depreciação Líquido Líquido Lu o qu do p Edificações .......................................................... 4 35.579.409 (5.146.074) 30.433.335 32.041.712 Móveis, Utensílios e Instalações ......................... 10 3.907.151 (1.521.485) 2.385.666 1.693.224 Máquinas e Equipamentos .................................. 10 12.104.715 (5.394.723) 6.709.992 5.325.182 Obras em Andamento.......................................... 2.772.121 2.772.121 78.000 Veículos ............................................................... 20 371.597 (144.038) 227.559 121.878 Outros .................................................................. 3.379 3.379 3.379 Total ...................................................................... 54.738.372 (12.206.320) 42.532.052 39.263.375 m S Q E m m m m ob m
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DIà RIO DO COMÉRCIO
28 -.ECONOMIA/LEGAIS HSBX Bauru Empreendimentos S/A
CNPJ/MF n° 67.760.702/0001-44 RelatĂłrio da Administração Srs. Acionistas, em cumprimento Ă s disposiçþes estatutĂĄrias e legais, submetemos Ă apreciação de V.Sas.,o Balanço Patrimonial e as demais Demonstraçþes Financeiras concernentes ao exercĂcio encerrado em 31 de dezembro de 2010, comparativo ao exercĂcio encerrado em 31 de dezembro de 2009. Colocamo-nos Ă disposição para quaisquer esclarecimentos complementares que porventura possam desejar. SĂŁo Paulo, 18 de abril de 2010 A Diretoria Balanços Patrimoniais (em R$ mil) Demonstração do Resultado ExercĂcio (Em R$ Mil) 2010 2009 2010 2009 Despesas Administrativas e Gerais Ativo 2010 2009 Passivo 1.105 1.105 Despesas Administrativas (32.051) (124.400) Circulante 1.620 1.858 Circulante 1.105 1.105 Desp. Financeiras (238) (310) Disponibilidades 1.620 1.858 Impostos e Contr. a Recolher NĂŁo Circulante 2.751.942 2.570.533 Desp. TributĂĄrias (12.238) (500) NĂŁo Circulante Conta Corrente Coligada 2.751.942 2.570.533 Resultado Operacional (44.527) (125.210) Imobilizado 8.135.425 7.998.555 5.383.998 5.428.775 Desp. NĂŁo Operacionais (250) Terrenos e Imobilizaçþes 8.135.425 7.998.555 PatrimĂ´nio LĂquido 9.928.128 9.928.128 PrejuĂzo antes do IR e CSSL (44.777) (125.210) 8.000.413 Capital Social Total do Ativo 8.137.045 PrejuĂzo Acumulado (4.544.130) (4.499.353) ProvisĂŁo do Imposto de Renda e CSSL Demonstração das Mutaçþes do PatrimĂ´nio LĂquido (Em R$ Mil) 8.000.413 PrejuĂzo do ExercĂcio Total do Passivo 8.137.045 (44.777) (125.210) Capital Prej Acum. Total PrejuĂzo por ação do Capital Social no final Em 1° de janeiro de 2009 9.928.128 (4.374.143) 5.553.985 ao empreendimento, conforme Laudo de Avaliação 29 de maio de 1.992, do exercĂcio (nĂşmero de açþes 9.431.769) (0,0047) (0,0133) PrejuĂzo do exercĂcio (125.210) (125.210) consequentemente, apurou-se um efeito da conversĂŁo de debĂŞntures em Demonstraçþes do Fluxo de Caixa (Em R$ Mil) Em 31 de dezembro de 2009 9.928.128 (4.499.353) 5.428.775 açþes no valor de R$ 9.928.023,62, valor este estabelecido entre o valor Atividades Operacionais 2010 2009 PrejuĂzo do exercĂcio (44.777) (44.777) nominal de cada debĂŞnture e o valor da subscrição de cada ação ordinĂĄria Lucro (prejuĂzo) do perĂodo (44.777) (125.210) (4.544.130) 5.383.998 nominativa, e que corresponde ao seu valor patrimonial na data de subsEm 31 de dezembro de 2010 9.928.128 Aumento (dimin.) dos itens que nĂŁo afetam o caixa: crição. 2. Principais prĂĄticas contĂĄbeis - a) Moeda funcional e de apreNotas Explicativas 156 sentação: As Demonstraçþes contĂĄbeis estĂŁo apresentadas em reais, que Aumento de Impostos a Pagar 1. Contexto operacional - A empresa, em fase prĂŠ-operacional, tem por (136.870) (92.000) ĂŠ a moeda funcional da Entidade. b) Caixa e equivalentes de caixa: Caixa Aumento do Imobilizado objetivo o desenvolvimento do empreendimento denominado Maksoud Geração (utilização) de caixa das atividades e equivalentes de caixa sĂŁo representados por disponibilidades em moeda Plaza Hotel & Shopping Center Bauru, compreendendo a construção e (181.647) (217.054) nacional e aplicaçþes no mercado aberto, cujo vencimento das operaçþes operacionais a exploração das Unidades do Shopping Center e Hotel do CondomĂnio na data da efetiva aplicação seja igual ou inferior a 90 dias e apresentam Atividades de Financiamentos Bauru Centro. Desde 1995 as obras de construção estĂŁo paralisadas. Aumento de conta-corrente com controladora 181.409 216.816 risco insignificante de mudança de valor justo. c) Apuração do resultado: Os acionistas reunidos em AssemblĂŠia Geral ExtraordinĂĄria no dia 17 O resultado ĂŠ apurado pelo regime de competĂŞncia de exercĂcios. d) Ativos Geração (utilização) de caixa das atividades de setembro de 2007, apĂłs analisarem as possĂveis alternativas de viade financiamento 181.409 216.816 circulantes e realizĂĄvel a longo prazo: Apresentado ao valor da realizabilidade do empreendimento, em razĂŁo da falta de recursos financeiros (238) (238) ção, incluindo, quando aplicĂĄvel, os rendimentos e variaçþes monetĂĄrias Aumento (diminuição) no caixa e equivalentes necessĂĄrios seja por emissĂŁo e colocação de debĂŞntures no mercado ou Caixa e equivalentes no inicio do perĂodo 1.858 2.096 auferidos de seus ativos. e) Passivos circulante e exigĂvel a longo prazo: por qualquer forma de financiamento, decidiram aprovar por unanimidade Caixa e equivalentes no fim do perĂodo 1.620 1.858 Demonstrado por valores conhecidos ou calculados, acrescidos, quando a descontinuação do empreendimento Maksoud Plaza Hotel & Shopping (238) (238) aplicĂĄvel, dos correspondentes encargos e variaçþes monetĂĄrias incorri- Aumento (diminuição) no caixa e equivalentes Center Bauru. AlĂŠm disso, tambĂŠm foi aprovado nesse dia o distrato e a das. f) Imobilizado: Os bens integrantes do ativo imobilizado, terrenos e Butcher Particip. Empreend.e liberação da Hidroservice Engenharia Ltda. da obrigação de construir o construçþes em andamento estĂŁo demonstrados ao custo de aquisição, Assessoria Coml. Ltda. 2.452 2.581 0,026 referido empreendimento. O saldo registrado como adiantamento efetuado corrigidos monetariamente atĂŠ 31 de dezembro de 1995, com base em VAR Participaçþes Ltda. 1.509 1.588 0,016 Ă empresa Hidroservice Engenharia Ltda. mediante açþes no valor de R$ Ăndices oficiais. 3. Conta-corrente controladora - Refere-se a recursos Henry Maksoud 1 36.082.487,19 foram liquidadas pelo montante total de R$ 32.510.532,50, provenientes da acionista Hidroservice Engenharia Ltda. 4. Capital social Hidroservice Engenharia Ltda 97 apurando-se uma perda lĂquida no total de R$ 3.571.954,69. Concomitan(cifras expressas em reais) - O capital social subscrito e integralizado, no ClĂĄudio Denis Maksoud 1 temente, houve a devolução das açþes da HSBX Bauru Empreendimentos montante de R$ 9.928.128, representado por 9.431.769 açþes ordinĂĄrias Saldo em 31/12/2010 9.431.769 9.928.128 100,00 S/A pela Hidroservice Engenharia Ltda. No dia 16 de outubro de 2007, foi nominativas, sem valor nominal, apĂłs a conversĂŁo mencionada no contexto 5. Seguros - Administração nĂŁo mantĂŠm apĂłlice de seguros para cobertura realizada uma AssemblĂŠia Geral ExtraordinĂĄria de debenturistas, os quais operacional foi alterado, cuja composição pode ser assim demonstrada: de eventuais sinistros. 6. Dispensa de OPA - Em 26 de fevereiro de 2008 a por unanimidade aprovaram as seguintes deliberaçþes: a) InclusĂŁo de Descrição Quant. açþes R$ Percentual Sociedade protocolou na CVM - ComissĂŁo de Valores MobiliĂĄrios o pedido clĂĄusula de conversĂŁo de debĂŞntures em açþes na escritura de debĂŞntuSaldo em 01/01/2007 31.193.341 32.510.532 100,00 de cancelamento de seu Registro de Companhia Aberta (cĂłdigo 01409res sĂŠrie Ăşnica relativas Ă construção do empreendimento Maksoud Plaza Devolução açþes Hidroservice (31.193.338) (32.510.529) (100,00) 5) com a dispensa de realização de OPA (oferta pĂşblica de aquisição de Hotel & Shopping Center Bauru; b)Aprovação do fator de conversĂŁo das Roberto FĂŠlix Maksoud (1) (1) (0,0000032) açþes). O cancelamento foi concluido em 16/09/2009. 100.000 (cem mil) debĂŞntures - sĂŠrie Ăşnica em açþes sem valor nominal da (1) (1) (0,0000032) Conselho de Administração HSBX Bauru Empreendimentos S/A conforme Artigo 57 da 6404/76, sendo ClĂĄudio Denis Maksoud (1) (1) (0,0000032) Henry Maksoud – Presidente que para cada uma (1) debĂŞnture foi convertida em 94 (noventa) açþes Henry Maksoud ordinĂĄrias nominativas sem valor nominal. O fator de conversĂŁo levou em Sub total Claudio Denis Maksoud - Conselheiro consideração o valor contĂĄbil dos bens imĂłveis, no estĂĄgio atual em que se Pela conversĂŁo 16/10/07 Diretoria encontram relativos ao empreendimento Shopping e Hotel no montante de HMKY Empreend. Particip. Henry Maksoud – Diretor Presidente 8.787.487 9.250.037 93,170 R$ 7.906.554,68. Do valor contĂĄbil das debĂŞntures de R$ 113.241.345,30, Adm. S.A. Henry Maksoud Neto – Diretor 627.206 660.221 6,650 deduzido o efeito da reavaliação no valor de R$ 103.313.321,68, feita Residec Constr. e Incorpor. Ltda 13.016 13.701 0,140 Regisvaldo Regis Coimbra - Contador CRC 1BA016614/O-8 T SP para fins de lastro de emissĂŁo das debĂŞntures e incorporação do imĂłvel Unitas DTVM Ltda
FORMALE S.A.
CNPJ/MF nÂş 05.426.571/0001-06 - SĂŁo Paulo - Brasil RelatĂłrio da Diretoria Senhores acionistas: A administração da Formale S.A., nos termos da legislação vigente, submete a apreciação de V.Sas. o Balanço Patrimonial e as Demonstraçþes Financeiras relativas ao exercĂcio findo em 31 de dezembro de 2010, acompanhado de Notas Explicativas. A Diretoria Balanço Patrimonial Encerrado em 31 de Dezembro de 2009 e 2010 (expresso em R$) Demonstração de Resultados ExercĂcios Findos em 31/12/2009 e 31/12/2010 (expresso em R$) Ativo 2009 2010 Passivo 2009 2010 Circulante 10.728.011 10.765.826 Circulante 7.052.372 5.172.589 2009 2010 Caixa e Bancos 843.819 872.532 Fornecedores 2.436.330 2.205.944 Receita Operacional Bruta 32.100.260 36.980.254 Aplicaçþes Financeiras 6.385.493 5.754.946 EmprĂŠstimo de Curto Prazo 438.965 383.377 Receita de Ferramental – – Duplicatas a Receber 2.617.654 2.650.490 SalĂĄrios e Contribuiçþes 174.063 167.709 Impostos Incidentes sem Vendas (8.439.202) (9.858.533) Demais Contas a Receber 7.674 43.954 SalĂĄrios e Contribuiçþes-ProvisĂŁo 218.759 264.679 Abatimentos e Devoluçþes (524.279) (474.714) Impostos a Recuperar 302.878 289.986 Impostos a Pagar 285.015 240.697 23.136.778 26.647.007 Despesas de ExercĂcio Seguinte 31.094 30.950 Adiantamento de Clientes 3.466.928 1.869.210 Receita Operacional LĂquida (20.297.224) (21.766.835) Estoques 539.399 1.122.969 Demais Contas a Pagar 32.313 40.974 Custo dos Produtos Vendidos Lucro Bruto 2.839.554 4.880.172 NĂŁo Circulante NĂŁo Circulante RealizĂĄvel a Longo Prazo 9.054 12.633 ExigĂvel a Longo Prazo (503.228) (666.388) 132.955 10.227 Despesas Comerciais Investimentos TemporĂĄrios 9.054 12.633 EmprĂŠstimo com Pessoas Ligadas – – Despesas de Administração (1.218.452) (1.192.728) Permanente 1.299.528 1.402.990 Financiamentos Longo Prazo 132.955 10.227 Outras Receitas Operacionais 1.194 43.183 Imobilizado 1.299.528 1.377.112 PatrimĂ´nio LĂquido 4.851.267 6.998.633 Resultado Financeiro 373.873 568.451 IntangĂvel – 25.878 Capital Social 3.706.000 4.602.000 Resultado Operacional 1.492.941 3.632.690 (-) Depreciação/Amortizaçþes Acumuladas – – Reserva Legal 48.065 119.832 Despesas nĂŁo DedutĂveis (48.051) (37.624) Lucros Acumulados 183.976 – Resultado Antes do IRPJ e CSSL 1.444.890 3.595.066 Resultado do ExercĂcio 913.226 2.276.801 (349.235) (874.848) Total do Ativo 12.036.594 12.181.449 Total do Passivo 12.036.594 12.181.449 Imposto de Renda no PerĂodo Contribuição Social sem Lucro LĂquido (134.365) (323.585) Demonstrativo das Mutaçþes do PatrimĂ´nio LĂquido dos ExercĂcios Findos em 2009 e 2010 (expresso em R$) Resultado LĂquido do ExercĂcio 961.290 2.396.633 Capital Social Reserva Lucros ou PrejuĂzos Demonstração do Fluxo de Caixa - MĂŠtodo Indireto Subscrito Legal Acumulados Total ExercĂcios Findos em 31/12/2009 e 31/12/2010 (expresso em R$) Saldo em 31 de Dezembro de 2008 2.929.000 38.837 829.114 3.796.951 Lucro LĂquido do ExercĂcio 737.909 – 961.290 1.699.199 2009 2010 Reservas de Lucro 38.837 (38.837) (48.065) (48.065) Lucro LĂquido Ajustado Lucros Acumulados – 48.065 (645.138) (597.073) 961.290 2.396.633 Capital Social 254 – – 254 Resultado LĂquido do ExercĂcio Saldo em 31 de Dezembro de 2009 3.706.000 48.065 1.097.202 4.851.267 Ajustes ao Lucro LĂquido Depreciaçþes (116.407) – Lucro LĂquido do ExercĂcio 663.226 – 2.396.633 3.059.858 844.883 2.396.633 Reservas de Lucro 48.065 (48.065) (119.832) (119.832) Variaçþes em Ativos e Passivos Lucros Acumulados 183.976 119.832 (847.202) (543.394) Redução em Aplicaçþes Financeiras (1.274.715) 630.546 Capital Social 733 – – 733 1.124.632 (583.571) Pagamento de Dividendos – – (250.000) (250.000) Aumento em Estoques Aumento em Outros CrĂŠditos 185.044 (23.243) Saldo em 31 de Dezembro de 2010 4.602.000 119.832 2.276.801 6.998.633 Aumento em Clientes (863.498) (32.835) Notas Explicativas Aumento em Fornecedores (694.478) (230.386) 1) Contexto Operacional: A empresa tem por objeto social a prestação de devedores duvidosos, devido Ă diminuta margem de perda. Os Estoques Aumento em Adiantamento de Clientes (380.000) (1.597.718) serviços de produção de peças e componentes para veĂculos automotores, foram avaliados conforme o art. 14Âş do Decreto 1598, ou seja, 70% do (16.415) 39.566 destinados Ă s indĂşstrias montadoras automobilĂsticas, de autopeças, e a maior preço de venda praticado, para os produtos acabados; 56% do Redução em SalĂĄrios e Contribuiçþes Aumento em Impostos a Pagar 246.578 (44.319) fabricação de produtos, artefatos de metais, a prestação de serviços de maior preço de venda para produtos em elaboração; e pelo custo mĂŠdio de 7.875 8.661 manutenção e assistĂŞncia tĂŠcnica. 2) Apresentação das Demonstraçþes aquisição para matĂŠrias-primas, material secundĂĄrio e de embalagem. As Redução em Outras Obrigaçþes Financeiras: As Demonstraçþes Financeiras da sociedade foram elabora- demais Contas a Receber estĂŁo representadas por adiantamentos efetua- Caixa LĂquidos Proveniente (820.093) 563.335 das e estĂŁo sendo apresentadas de acordo com as prĂĄticas contĂĄbeis dos a fornecedores de serviços, destinados a posterior comercialização e/ das Atividades Operacionais emanadas da legislação societĂĄria adotada no Brasil, tomando-se como ou industrialização pela empresa, ou mesmo integrando parte destes ser- Fluxos de Caixa das Atividades base as disposiçþes contidas na Lei das Sociedades por Açþes - Lei 6404/ viços ao ativo permanente da empresa, considerando como investimento de Investimentos (4.091) (3.579) 76, e alteraçþes posteriores e, ainda, as disposiçþes constantes dos pro- no processo de produção. Investimentos temporĂĄrios, formados por aqui- Aquisição de TĂtulos de Capitalização 88.464 (103.461) nunciamentos emitidos pelo CPC - ComitĂŞ de Pronunciamentos ContĂĄbeis sição de tĂtulos de capitalização junto a Instituiçþes Financeiras, estĂŁo de- Aquisição de Ativo Imobilizado e aprovados pelo CFC - Conselho Federal de Contabilidade e com as nor- monstrados ao custo de aquisição atĂŠ 3/12/2010. As demais contas do Ba- Caixa LĂquido Usado nas Atividades 84.373 (107.040) mas estabelecidas pela ComissĂŁo de Valores MobiliĂĄrios (CVM). 3) Princi- lanço Patrimonial estĂŁo mantidas por seus valores originais, por estarem de Investimentos pais Diretrizes ContĂĄbeis: Balanço Patrimonial: O Balanço Patrimonial, de acordo com o poder aquisitivo da moeda em 31/12/2010. 4) PatrimĂ´nio Fluxo de Caixa das Atividades encerrado em 31/12/2010, foi elaborado com base em Balancetes Mensais LĂquido: Capital Social: Em 13/07/2010, a companhia elevou o Capital de Financiamentos de SuspensĂŁo/Redução. As contas de resultados foram registradas pelo Social de R$ 3.706.000,00 (TrĂŞs milhĂľes, setecentos e seis mil reais) para Aumento de Capital 93.025 733 regime de competĂŞncia com base na Lei 8383 de 30/12/91. Os CrĂŠditos de R$ 4.602.000,00 (Quatro milhĂľes, seiscentos e dois mil reais), mediante a EmprĂŠstimos e Financiamentos Tomados 316.237 260.649 Longo Prazo, bem como os EmprĂŠstimos e Financiamentos de Curto e utilização parcial da conta contĂĄbil “lucros acumuladosâ€? no montante de Pagamento de Dividendos – (250.000) Longo Prazo foram quando existentes, atualizados a Ăndices prĂŠ-estabele- R$ 663.225,79 (Seiscentos e sessenta e trĂŞs mil, duzentos e vinte e cinco Pagamento de EmprĂŠstimos (133.871) (438.965) cidos, conforme o caso, sendo os Ativos RealizĂĄveis e os Passivos ExigĂ- reais e setenta e nove centavos), utilização da reserva legal prevista em Caixa LĂquido Usado nas Atividades veis no prazo de um ano, classificados como circulante. As Contas do Ativo conta propria atĂŠ o exercĂcio de 2009, no montante de R$ 48.064,52 (Qua- de Financiamentos 275.392 (427.582) Permanente foram registradas pelo custo de aquisição e/ou construção renta e oito mil, sessenta e quatro reais e cinquenta e dois centavos), Aumento do Caixa conforme determina a Lei 9249/95 atĂŠ 31/12/2010, sendo as depreciaçþes R$ 183.976,49 (Cento e oitenta e tres mil, novecentos e setenta e seis e Equivalentes de Caixa (460.328) 28.713 computadas pelo mĂŠtodo linear, com base nas taxas que levam em consi- reais e quarenta e nove centavos), mediante a utilização de lucros acumu- Demonstração do Aumento do Caixa deração a vida Ăştil estimada do bem. A provisĂŁo para Imposto de Renda foi lados de exercĂcios anteriores e R$ 733,20 (Setecentos e trinta e trĂŞs reais e Equivalentes de Caixa constituĂda Ă alĂquota de 15% acrescida de 10% sobre o lucro tributĂĄvel, e vinte centavos) correspondentes Ă subscrição e integralização em moeNo InĂcio do ExercĂcio 1.304.147 843.819 excedente a R$ 240.000,00. A Contribuição Social sobre o Lucro LĂquido da corrente efetuada pelos acionistas. Com a elevação do capital social da No Fim do ExercĂcio 843.819 872.532 ajustado, na forma da legislação em vigor, foi calculada Ă alĂquota de 9% companhia esta passou segundo deliberação dos acionistas a possuir (460.328) 28.713 sobre o resultado tributĂĄvel apurado conforme legislação em vigor. As con- 4.602.000,00 (Quatro milhĂľes, seiscentos e duas mil) açþes ordinĂĄrias, tas do PatrimĂ´nio LĂquido foram registradas conforme determina a Lei 9249/95. ProvisĂŁo para FĂŠrias, foi constituĂda para cobertura das obrigaçþes relativas a fĂŠrias proporcionais e integrais, acrescidos dos respectivos encargos sociais, absorvidas no custo de produção ou diretamente aos resultados, quando aplicĂĄvel. Deixamos de constituir a provisĂŁo para
todas nominativas e sem valor nominal, totalmente subscrito e integralizado em moeda corrente do paĂs em 31 de dezembro de 2010. Reserva Legal: A Reserva Legal estĂĄ constituĂda mediante a apropriação de 5% do lucro lĂquido apurado a cada exercĂcio social, atĂŠ atingir os limites fixados pela legislação societĂĄria.
FLAVIO FORNASIERI - Diretor ROSÂNGELA APARECIDA DIAS - Diretora APARECIDO P. LIMA - Contador - CRC 1 SP 145.282/O-0 ANA CLAUDIA DANTAS BAEZ - Contadora - CRC 1SP 179328/O-0
CBDN - Confederação Brasileira de Desportos na Neve CNPJ. 67.148.288/0001-17 Balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2010 e de 2009 %M 2EAIS !4)6/ .OTAS 0!33)6/ % 0!42)-ÂŞ.)/ ,ÂŁ15)$/ .OTAS !TIVO CIRCULANTE 0ASSIVO CIRCULANTE #AIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA #ONTAS A PAGAR #RÂżDITOS & ) 3 /BRIGA½ËES TRABALHISTAS E TRIBUT¡RIAS !DIANTAMENTO PARA ATLETAS 4OTAL DO PASSIVO CIRCULANTE 4OTAL DO ATIVO CIRCULANTE 0ATRIMĂŠNIO LĂƒQUIDO !TIVO NšO CIRCULANTE 3UPER¡VIT ACUMULADO )NVESTIMENTOS 4OTAL DO PASSIVO E PATRIMĂŠNIO LĂƒQUIDO )MOBILIZADO Demonstraçþes dos fluxos de caixa para os exercĂcios findos em 31 )NTANGĂƒVEL de dezembro de 2010 e de 2009 %M 2EAIS 4OTAL DO ATIVO NšO CIRCULANTE 4OTAL DO ATIVO &LUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Notas explicativas Ă s demonstraçþes financeiras 31 de dezembro de 3UPER¡VIT DO EXERCĂƒCIO 2010 e de 2009 (Em Reais) $ESPESAS QUE NšO AFETAM O CAIXA 1. Contexto operacional # %$&0 %QPHGFGTCnlQ $TCUKNGKTC FG &GURQTVQU "AIXAS DE INVESTIMENTOS PC 0GXG o WOC CUUQEKCnlQ EKXKN UGO HKPU NWETCVKXQU EQO UGFG GO 5lQ "AIXAS DE INTANGĂƒVEIS 2CWNQ G EQO LWTKUFKnlQ GO VQFQ Q VGTTKVxTKQ DTCUKNGKTQ G SWG VGO RQT HKPCNKFCFG $EPRECIA½ËES E AMORTIZA½ËES TGRTGUGPVCT Q $TCUKN RGTCPVG GPVKFCFGU PCEKQPCKU G KPVGTPCEKQPCKU NKICFCU CQ UMK G CQ UPQYDQCTF QTICPK\CT TGIWNCOGPVCT G KPEGPVKXCT C RThVKEC FQ UMK PC 6ARIA½ËES NOS ATIVOS E PASSIVOS PGXG UGLC CNRKPQ DKCVJNQP QW PxTFKEQ G FQ UPQYDQCTF G FGOCKU GURQTVGU $IMINUI½šO AUMENTO NAS CONTAS DE ATIVOS TGEQPJGEKFQU G FKTKIKFQU RGNC Âł(+5 +PVGTPCVKQPCN 5MK (GFGTCVKQP´ G Âł+$7 !UMENTO DIMINUI½šO DE CRÂżDITOS & ) 3 +PVGTPCVKQPCN $KCVJNQP 7PKQP´ KPENWUKXG Q UMK PC ITCOC G Q DKCVJNQP FG XGTlQ $IMINUI½šO AUMENTO DE ADIANTAMENTOS PARA ATLETAS
EQPEGFGT HKNKCnlQ C CUUQEKCFQU G ENWDGU DTCUKNGKTQU RTQOQXGT EQORGVKn|GU
VQTPGKQU G ECORGQPCVQU TGIKQPCKU PCEKQPCKU G QWVTQU GXGPVQU PQU FKHGTGPVGU !UMENTO DIMINUI½šO NAS CONTAS DE PASSIVOS PsXGKU G ECVGIQTKCU QHKEKCKU !UMENTO DO CONTAS A PAGAR 2. Apresentação das demonstraçþes financeiras e principais pråticas !UMENTO DIMINUI½šO DE OBRIGA½ËES contåbeis adotadas 2.1. Base de apresentação #U FGOQPUVTCn|GU TRABALHISTAS E TRIBUT¡RIAS
HKPCPEGKTCU FC %QPHGFGTCnlQ KPENWUKXG CU PQVCU GZRNKECVKXCU GUVlQ CRTGUGPVCFCU GO TGCKU GZEGVQ SWCPFQ KPFKECFCU FG QWVTC HQTOC 'UUCU $ISPONIBILIDADES LĂƒQUIDAS GERADAS PELAS FGOQPUVTCn|GU HKPCPEGKTCU HQTCO GNCDQTCFCU G GUVlQ UGPFQ CRTGUGPVCFCU ATIVIDADES OPERACIONAIS
FG CEQTFQ EQO CU RThVKECU EQPVhDGKU CFQVCFCU PQ $TCUKN FG CEQTFQ EQO C $AS ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS 4GUQNWnlQ FQ %(% SWG CRTQXC C 0$% 6 %QPVCDKNKFCFG RCTC !DI½ËES DO ATIVO IMOBILIZADO
RGSWGPCU G OoFKCU GORTGUCU # OQGFC HWPEKQPCN FC %QPHFGTCnlQ o Q 4GCN 6ARIA½šO LĂƒQUIDA NO EXERCĂƒCIO
# 'PVKFCFG CFQVQW VQFCU CU PQTOCU TGXKU|GU FG PQTOCU G KPVGTRTGVCn|GU #AIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA NO INĂƒCIO DO EXERCĂƒCIO GOKVKFCU RGNQ %QOKVq FG RTQPWPEKCOGPVQU EQPVhDGKU %2% SWG GUVCXCO #AIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA NO FINAL DO EXERCĂƒCIO GO XKIQT GO #U FGOQPUVTCn|GU HKPCPEGKTCU HQTCO RTGRCTCFCU !S NOTAS EXPLICATIVAS SšO PARTE INTEGRANTE DAS DEMONSTRA½ËES FINANCEIRAS WVKNK\CPFQ Q EWUVQ JKUVxTKEQ EQOQ DCUG FG XCNQT 1U RTQPWPEKCOGPVQU GOKVKFQU RGNQ %2% CQ NQPIQ FG EQO CRNKECnlQ GO PlQ VTQWZGTCO KORCEVQU RThVKECU EQPVhDGKU CFQVCFCU PQ $TCUKN $4)##2 #U FGOQPUVTCn|GU CU FGOQPUVTCn|GU HKPCPEGKTCU FC %QPHGFGTCnlQ CUUKO PlQ HQTCO HKPCPEGKTCU RCTC Q GZGTEsEKQ HKPFQ GO FG FG\GODTQ FG UlQ CU PGEGUUhTKQU CLWUVGU PQU XCNQTGU CRWTCFQU G CRTGUGPVCFQU GO RTKOGKTCU FG CEQTFQ EQO Q %QOKVq FG 2TQPWPEKCOGPVQU %QPVhDGKU %2% 2.2. Principais prĂĄticas contĂĄbeis adotadas 5lQ CU UGIWKPVGU RTKPEKRCKU &GUVC HQTOC C %QPHGFGTCnlQ RTGRCTQW UWCU FGOQPUVTCn|GU HKPCPEGKTCU RThVKECU EQPVhDGKU CFQVCFCU RCTC GNCDQTCnlQ FGUVCU FGOQPUVTCn|GU EWORTKPFQ CU PQTOCU RTGXKUVCU PQU RTQPWPEKCOGPVQU RCTC QU RGTsQFQU HKPCPEGKTCU Apuração do resultado #U TGEGKVCU G FGURGUCU UlQ CRWTCFCU KPKEKCFQU CRxU FG LCPGKTQ FG EQPHQTOG FGUETKVQ PCU RQNsVKECU FG CEQTFQ EQO Q TGIKOG FG EQORGVqPEKC FQ GZGTEsEKQ Caixas e equivalentes EQPVhDGKU G CRTKOQTQW CU FKXWNICn|GU FCU FGOQPUVTCn|GU HKPCPEGKTCU HKPFCU de caixa +PENWGO ECKZC UCNFQU RQUKVKXQU GO EQPVC OQXKOGPVQ CRNKECn|GU GO FG FG\GODTQ FG WOC XG\ SWG PlQ Jh CLWUVG FGTKXCFQ FC HKPCPEGKTCU EQO NKSWKFG\ KOGFKCVC G EQO TKUEQ KPUKIPKHKECPVG FG OWFCPnC FG CRNKECnlQ FQU PQXQU RTQPWPEKCOGPVQU EQPVhDGKU EQO CU RThVKECU EQPVhDGKU UGW XCNQT FG OGTECFQ #U CRNKECn|GU HKPCPEGKTCU KPENWsFCU PQU GSWKXCNGPVGU CFQVCFCU PQ $TCUKN KPENWKPFQ Q 0$% 6 %QPVCDKNKFCFG RCTC RGSWGPCU FG ECKZC UlQ ENCUUKHKECFCU PC ECVGIQTKC Âł&KURQPsXGKU RCTC XGPFC´ CrĂŠditos G OoFKCU GORTGUCU GOKVKFCU RGNQ %QPUGNJQ (GFGTCN FG %QPVCDKNKFCFG # F.I.S. 4GIKUVTC QU EToFKVQU EQO C Âł+PVGTPCVKQPCN 5MK (GFGTCVKQP´ C UGTGO CRNKECnlQ FGUVG RTQPWPEKCOGPVQ PlQ IGTQW KORCEVQU UKIPKHKECVKXQU PCU WVKNK\CFQU RCTC EWUVGCT FGURGUCU NKICFCU CQU FGURQTVQU PC PGXG GPVTG QWVTQU FGOQPUVTCn|GU HKPCPEGKTCU FC %QPHGFGTCnlQ G RQT GUUG OQVKXQ PlQ GUVlQ EQO VTCPURQTVGU JQURGFCIGO G CSWKUKnlQ FG GSWKRCOGPVQU RCTC Q UGPFQ CRTGUGPVCFCU KPHQTOCn|GU FQ UCNFQ FG CDGTVWTC FG FG LCPGKTQ FG VTGKPCOGPVQ G EQORGVKn|GU Adiantamentos para atletas 4GIKUVTC DCUKECOGPVG QU CFKCPVCOGPVQU FG CVNGVCU G QU VTGKPCFQTGU RCTC EWUVGCT 4. Caixa e equivalentes e caixa GXGPVQU G EQORGVKn|GU Imobilizado d TGIKUVTCFQ RGNQ EWUVQ FG CSWKUKnlQ $ESCRI½šO 2 #U FGRTGEKCn|GU UlQ EQORWVCFCU RGNQ OoVQFQ NKPGCT FG CEQTFQ EQO CU VCZCU KPHQTOCFCU PC 0QVC 'ZRNKECVKXC PÂ? TGEQPJGEKFCU PQ TGUWNVCFQ FQ #AIXA GZGTEsEKQ G NGXCO GO EQPUKFGTCnlQ Q VGORQ FG XKFC }VKN GEQPzOKEC GUVKOCFQ "ANCOS CONTAS MOVIMENTO FQU DGPU Obrigaçþes trabalhistas e tributĂĄrias 4GRTGUGPVCO QU XCNQTGU !PLICA½ËES FINANCEIRAS C RCICT C HWPEKQPhTKQU FGEQTTGPVGU FG UCNhTKQU DGPGHsEKQU RTQXKU|GU FG 4OTAL HoTKCU Lh KPEQTTKFCU QU GPECTIQU KPEKFGPVGU UQDTG GUVCU RTQXKU|GU G VTKDWVQU 5. Imobilizado 4AXA DE 2 TGVKFQU FG RTGUVCFQTGU FG UGTXKnQU GPVTG QWVTQU Demais ativos e passivos $ESCRI½šO DEPRECIA½šO AO ANO #RTGUGPVCFQU CQ XCNQT FG EWUVQ QW FG TGCNK\CnlQ KPENWKPFQ SWCPFQ CRNKEhXGN -ÉVEIS E UTENSĂƒLIOS CU XCTKCn|GU OQPGVhTKCU QW ECODKCKU 1U CVKXQU TGCNK\hXGKU G RCUUKXQU %QUIPAMENTOS DE INFORM¡TICA GZKIsXGKU CVo Q RTC\Q FG WO CPQ HQTCO ENCUUKHKECFQU EQOQ EKTEWNCPVGU 3UBTOTAL Estimativas contĂĄbeis #U FGOQPUVTCn|GU HKPCPEGKTCU KPENWGO GUVKOCVKXCU $EPRECIA½šO ACUMULADA G RTGOKUUCU EQOQ C OGPUWTCnlQ FG RTQXKU|GU RCTC RGTFCU EQO QRGTCn|GU )MOBILIZADO LIQUIDO FG EToFKVQ RTQXKU|GU RCTC RCUUKXQU EQPVKPIGPVGU GUVKOCVKXCU FC XKFC }VKN FG 6. Subvençþes governamentais e de outras entidades 1U TGEWTUQU FC FGVGTOKPCFQU CVKXQU G QWVTCU UKOKNCTGU 1U TGUWNVCFQU GHGVKXQU RQFGO UGT %QPHGFGTCnlQ UlQ CRNKECFQU GO UWCU HKPCNKFCFGU KPUVKVWEKQPCKU GO FKHGTGPVGU FGUVCU GUVKOCVKXCU G RTGOKUUCU EQPHQTOKFCFG EQO UGW GUVCVWVQ UQEKCN # %QPHGFGTCnlQ TGEGDG UWDXGPn|GU 3. Adoção inicial dos pronunciamentos contĂĄbeis (CPC) 'O RGTsQFQU FQ /KPKUVoTKQ FQ 'URQTVG FQ %QOKVq 1NsORKEQ $TCUKNGKTQ FC Âł+PVGTPCVKQPCN 5MK CPVGTKQTGU KPENWKPFQ Q GZGTEsEKQ HKPFQ GO FG FG\GODTQ FG C (GFGTCVKQP´ G Âł+PVGTPCVKQPCN $KCVJNQP 7PKQP´ G SWG UlQ CRNKECFCU RCTC C RThVKEC %QPHGFGTCnlQ RTGRCTQW UWCU FGOQPUVTCn|GU HKPCPEGKTCU FG CEQTFQ EQO CU FKHWUlQ G CRTKOQTCOGPVQ VoEPKEQ FQ UMK FQ UPQYDQCTF G FQ DKCVNQP PQ $TCUKN
Demonstraçþes do superĂĄvit e do superĂĄvit acumulado para os exercĂcios findos em 31 de dezembro de 2010 e de 2009 %M 2EAIS 2ECEITAS 3UBVEN½šO & ) 3 )NSCRI½ËES 2ECEITAS COM #AMPEONATO "RASILEIRO 3OLIDARIEDADE OLĂƒMPICA #OMITĂ€ /LIMPICO 2ECEITA ,EI 0IVA 3UBVEN½šO ) " 5 &INANCEIRAS /UTRAS RECEITAS $ESPESAS 3OLIDARIEDADE OLĂƒMPICA
0ROGRAMA ,EI 0IVA
!DMINISTRATIVAS
/PERACIONAIS
#OMUNICA½šO
4RIBUT¡RIAS
&INANCEIRAS
3UPER¡VIT DO EXERCĂƒCIO Demonstraçþes do superĂĄvit acumulado 3UPER¡VIT ANTERIOR 3UPER¡VIT DO EXERCĂƒCIO 3UPER¡VIT ACUMULADO
CWFKVQTKC EQPFW\KFC FG CEQTFQ EQO CU PQTOCU DTCUKNGKTCU G KPVGTPCEKQPCKU FG CWFKVQTKC 'UVCU PQTOCU TGSWGTGO Q EWORTKOGPVQ FG GZKIqPEKCU oVKECU RGNQU CWFKVQTGU G SWG C CWFKVQTKC UGLC RNCPGLCFC G GZGEWVCFC EQO Q QDLGVKXQ FG QDVGT UGIWTCPnC TC\QhXGN FG SWG CU FGOQPUVTCn|GU HKPCPEGKTCU GUVlQ NKXTGU FG FKUVQTnlQ TGNGXCPVG 7OC CWFKVQTKC GPXQNXG C GZGEWnlQ FG RTQEGFKOGPVQU UGNGEKQPCFQU RCTC QDVGPnlQ FG GXKFqPEKC C TGURGKVQ FQU XCNQTGU G FKXWNICn|GU CRTGUGPVCFQU PCU FGOQPUVTCn|GU HKPCPEGKTCU 1U RTQEGFKOGPVQU UGNGEKQPCFQU FGRGPFGO FQ LWNICOGPVQ FQ CWFKVQT KPENWKPFQ C CXCNKCnlQ FQU TKUEQU FG FKUVQTnlQ TGNGXCPVG PCU FGOQPUVTCn|GU HKPCPEGKTCU KPFGRGPFGPVG UG ECWUCFC RQT HTCWFG QW GTTQ 0GUVC CXCNKCnlQ FG TKUEQU Q CWFKVQT EQPUKFGTC QU EQPVTQNGU KPVGTPQU TGNGXCPVGU RCTC C GNCDQTCnlQ G CFGSWCFC CRTGUGPVCnlQ FCU FGOQPUVTCn|GU HKPCPEGKTCU FC %QPHGFGTCnlQ RCTC RNCPGLCT QU RTQEGFKOGPVQU FG CWFKVQTKC SWG UlQ CRTQRTKCFQU PCU EKTEWPUVjPEKCU OCU PlQ RCTC HKPU FG GZRTGUUCT WOC QRKPKlQ UQDTG C GHKEhEKC FGUVGU EQPVTQNGU KPVGTPQU FC %QPHGFGTCnlQ 7OC CWFKVQTKC KPENWK VCODoO C CXCNKCnlQ FC CFGSWCnlQ FCU RThVKECU EQPVhDGKU WVKNK\CFCU G C TC\QCDKNKFCFG FCU GUVKOCVKXCU EQPVhDGKU HGKVCU RGNC #FOKPKUVTCnlQ DGO EQOQ C CXCNKCnlQ FC CRTGUGPVCnlQ FCU FGOQPUVTCn|GU HKPCPEGKTCU VQOCFCU GO EQPLWPVQ #ETGFKVCOQU SWG C GXKFqPEKC FG CWFKVQTKC QDVKFC o UWHKEKGPVG G CRTQRTKCFC RCTC HWPFCOGPVCT PQUUC QRKPKlQ Opinião sobre as demonstraçþes
financeiras 'O PQUUC QRKPKlQ CU FGOQPUVTCn|GU HKPCPEGKTCU CEKOC TGHGTKFCU CRTGUGPVCO CFGSWCFCOGPVG GO VQFQU QU CURGEVQU TGNGXCPVGU C RQUKnlQ RCVTKOQPKCN G HKPCPEGKTC %QPHGFGTCnlQ $TCUKNGKTC FG &GURQTVQU PC 0GXG GO FG FG\GODTQ FG Q FGUGORGPJQ FG UWCU QRGTCn|GU G QU UGWU HNWZQU FG ECKZC RCTC Q GZGTEsEKQ HKPFQ PCSWGNC FCVC FG CEQTFQ EQO CU RThVKECU EQPVhDGKU CFQVCFCU PQ $TCUKN CRNKEhXGN iU RGSWGPCU G OoFKCU GORTGUCU Outros assuntos Auditoria dos valores correspondentes ao exercĂcio anterior #U FGOQPUVTCn|GU HKPCPEGKTCU FC %QPHGFGTCnlQ $TCUKNGKTC FG &GURQTVQU PC 0GXG TGHGTGPVGU CQ GZGTEsEKQ HKPFQ GO FG FG\GODTQ FG HQTCO GZCOKPCFCU RGNC 6GTEQ )TCPV 6JQTPVQP #WFKVQTGU +PFGRGPFGPVGU
6GTEQ GPVKFCFG UGRCTCFC NGICNOGPVG FC 'TPUV ;QWPI #WFKVQTGU +PFGRGPFGPVGU 5 5 SWG GOKVKW TGNCVxTKQ GO FG OCTnQ FG UGO TGUUCNXC 'O FG QWVWDTQ FG C 6GTEQ HQK KPEQTRQTCFC RGNC 'TPUV ;QWPI #WFKVQTGU +PFGRGPFGPVGU 5 5 #RxU GUVC KPEQTRQTCnlQ C 'TPUV ;QWPI #WFKVQTGU +PFGRGPFGPVGU 5 5 RCUUQW C UGT FGPQOKPCFC 'TPUV ;QWPI 6GTEQ #WFKVQTGU +PFGRGPFGPVGU 5 5 5lQ 2CWNQ FG OCTnQ FG ERNST & YOUNG TERCO Auditores Independentes S.S. CRC 2SP-015.199/O-6 Marcos Roberto Evangelista Contador CRC 1SP-218.803/O-5
Relatório do Auditores independentes sobre as Demonstraçþes Financeiras #QU #FOKPKUVTCFQTGU FC Confederação Brasileira de Desportos na Neve 5lQ 2CWNQ ¹ 52 'ZCOKPCOQU CU FGOQPUVTCn|GU HKPCPEGKTCU FC %QPHGFGTCnlQ $TCUKNGKTC FG &GURQTVQU PC 0GXG ³%QPHGFGTCnlQ´ SWG EQORTGGPFGO Q DCNCPnQ RCVTKOQPKCN GO FG FG\GODTQ FG G CU TGURGEVKXCU FGOQPUVTCn|GU FQ TGUWNVCFQ FCU OWVCn|GU FQ RCVTKOzPKQ NsSWKFQ G FQU HNWZQU FG ECKZC RCTC Q GZGTEsEKQ HKPFQ PCSWGNC FCVC CUUKO EQOQ Q TGUWOQ FCU RTKPEKRCKU RThVKECU EQPVhDGKU G FGOCKU PQVCU GZRNKECVKXCU Responsabilidade da Administração sobre as demonstraçþes financeiras # #FOKPKUVTCnlQ FC %QPHGFGTCnlQ o TGURQPUhXGN RGNC GNCDQTCnlQ G CFGSWCFC CRTGUGPVCnlQ FGUUCU FGOQPUVTCn|GU HKPCPEGKTCU FG CEQTFQ EQO CU RThVKECU EQPVhDGKU CFQVCFCU PQ $TCUKN CRNKEhXGKU iU RGSWGPCU G OoFKCU GORTGUCU 0$% 6 CUUKO EQOQ RGNQU EQPVTQNGU KPVGTPQU SWG GNC FGVGTOKPQW EQOQ PGEGUUhTKQU RCTC RGTOKVKT C GNCDQTCnlQ FG FGOQPUVTCn|GU HKPCPEGKTCU NKXTGU FG FKUVQTnlQ TGNGXCPVG KPFGRGPFGPVG UG ECWUCFC RQT HTCWFG QW GTTQ Responsabilidade dos auditores independentes 0QUUC TGURQPUCDKNKFCFG o C FG GZRTGUUCT WOC QRKPKlQ UQDTG GUVCU FGOQPUVTCn|GU HKPCPEGKTCU EQO DCUG GO PQUUC
7. Impostos sobre o resultado 'O XKTVWFG FG UGT WOC 'PVKFCFG UGO HKPU NWETCVKXQU IQ\C FQ DGPGHsEKQ FG KUGPnlQ FQ RCICOGPVQ FQU VTKDWVQU HGFGTCKU KPEKFGPVGU UQDTG Q TGUWNVCFQ FG CEQTFQ EQO QU CTVKIQU C FQ 4GIWNCOGPVQ FG +ORQUVQ FG 4GPFC CRTQXCFQ RGNQ &GETGVQ PÂ? FG G CTVKIQ FC %QPUVKVWKnlQ (GFGTCN 8. Instrumentos financeiros 1U KPUVTWOGPVQU HKPCPEGKTQU EQTTGPVGOGPVG WVKNK\CFQU RGNC %QPHGFGTCnlQ TGUVTKPIGO UG iU CRNKECn|GU HKPCPEGKTCU FG EWTVQ RTC\Q EQPVCU C RCICT G HQTPGEGFQTGU GO EQPFKn|GU PQTOCKU FG OGTECFQ 'UVGU KPUVTWOGPVQU UlQ CFOKPKUVTCFQU RQT OGKQ FG GUVTCVoIKCU QRGTCEKQPCKU XKUCPFQ i NKSWKFG\ C TGPVCDKNKFCFG G C OKPKOK\CnlQ FG TKUEQU # %QPHGFGTCnlQ PlQ GHGVWQW CRNKECn|GU FG ECThVGT GURGEWNCVKXQ GO FGTKXCVKXQU QW SWCKUSWGT QWVTQU CVKXQU FG TKUEQU Parecer do Conselho Fiscal /S INFRA ASSINADOS MEMBROS DO #ONSELHO &ISCAL DA #"$. #ONFEDERA½šO "RASILEIRA DE $ESPORTOS NA .EVE TENDO RECEBIDO PARA EXAME E APROVA½šO O "ALAN½O !NUAL DO %XERCĂƒCIO DE E APÉS OBTEREM AS INFORMA½ËES E ESCLARECIMENTOS SOBRE OS REGISTROS E DA DOCUMENTA½šO CORRESPONDENTE
SšO DE PARECER QUE O MESMO DEVE SER APROVADO PELA !SSEMBL¿IA 'ERAL 3šO 0AULO 11 03 ,UIZ %DUARDO #ONSIGLIO !LBERTO *ORGE &ILHO $ARIO $OS 3ANTOS Conselho Fiscal ,UIZ %DUARDO #ONSIGLIO !LBERTO *ORGE &ILHO $ARIO $OS 3ANTOS Conselho Deliberativo $OMINGOS 'IOBBI 3YLVIO -ONTI .ETO ,AURA $IAS $ALCANALE 0EREIRA !LVES /LAVO &ONTOURA 6IEIRA &RANCISCO 'IOBBI !LFREDO 2ICARDO 0ARODI .ETO (ANS 3ANTOS %GGER /CTEGNQ #RQXKCP Diretoria 5VGHCPQ #TPJQNF ¹ 2TGUKFGPVG -CTN #PFGTU +XCT 2GVVGTUUQP ¹ 8KEG ¹2TGUKFGPVG #NCKT )QPnCNXGU %QWVQ 0GVQ ¹ &KTGVQT 6GUQWTGKTQ .GCPFTQ FG %CTXCNJQ 2KPVQ 4KDGNC ¹ &KTGVQT 5GETGVCTKQ %CTNQU 'FWCTFQ $CTTQU FG #NOGKFC ¹ &KTGVQT 5PQYDQCTF ,5#2/3 0%2$!3 #/.4!"),)$!$% 3 # ,4$! #.0* #ONTADOR !LCIDES 'ÉES DE -ORAIS 4# #2# N� 30 /
sexta-feira, sĂĄbado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
e
conomia
Moagem de cana ĂŠ antecipada por usinas
L
evantamento da UniĂŁo da IndĂşstria de Canade-Açúcar (Unica) mostra que 130 usinas jĂĄ operam na moagem da safra no CentroSul do PaĂs, regiĂŁo que concentra a maior parte da produção nacional. Segundo a entidade, 195 unidades produtoras devem estar em atividade, ou seja, 58% das 335 usinas. No final de março, a Unica anunciou a estimativa para a safra 2011/2012. A projeção aponta para moagem de 568,5 milhĂľes de toneladas de canade-açúcar, crescimento de 2,11% em relação Ă Ăşltima safra (556,74 milhĂľes de toneladas). A entidade informou que o inĂcio da moagem da cana, na semana passada, antes da abertura oficial da safra, estĂĄ surtindo efeito. Para a Unica, a antecipação da produção estĂĄ ajudando a equilibrar a oferta de ĂĄlcool hidratado (etanol vendido nas bombas de combustĂveis) e do anidro (usado na mistura com a gasolina). Reflexos – A antecipação da nova safra nĂŁo acontece por acaso. A entressafra e a alta do
preço do açúcar provocaram uma elevação superior a 30% nos preços do etanol desde o inĂcio do ano. Diante disso, motoristas migraram em massa para a gasolina, provocando escassez do produto no PaĂs. Chegou a faltar combustĂvel em alguns postos do interior de SĂŁo Paulo. A Petrobras e os usineiros chegaram a comprar gasolina e etanol no exterior. De acordo com projeçþes feitas pela RC Consultores, as importaçþes prometem provocar um dĂŠficit de US$ 18 bilhĂľes na balança de derivados de petrĂłleo neste ano. Em 2010, as importaçþes de derivados ultrapassaram as exportaçþes em US$ 13 bilhĂľes, segundo informaçþes do MinistĂŠrio do Desenvolvimento, IndĂşstria e ComĂŠrcio Exterior (MDIC). Em 2000, o rombo atingiu a cifra de US$ 3,2 bilhĂľes. Em geral, a Petrobras prioriza a produção de gasolina localmente e concentra as importaçþes em outros derivados de petrĂłleo como diesel e nafta.(AgĂŞncias)
Bolso do consumidor fica Ă margem de queda do dĂłlar
O
dĂłlar desceu a R$ 1,56, a menor cotação registrada em dois anos e meio. Mas poucos clientes pessoa fĂsica encontraram taxas, de fato, abaixo de R$ 1,60 no câmbio de moeda e nas faturas de seus cartĂľes de crĂŠdito. Cada instituição opera com uma taxa prĂłpria de conversĂŁo da moeda, que varia de acordo com condiçþes pontuais de oferta e de procura. Na terça-feira passada, antes do feriado, a menor taxa encontrada pela Folha de S.Paulo foi de R$ 1,59, na Caixa EconĂ´mica Federal (CEF) e no ItaĂş Unibanco. Os
demais bancos estavam com cotaçþes a partir de R$ 1,60. Nesse dia, o dĂłlar comercial era negociado a R$ 1,576 e o dĂłlar turismo, a R$ 1,63. No cartĂŁo de crĂŠdito, as taxas utilizadas para fechar as faturas ficam entre o câmbio comercial (usado nas grandes transaçþes) e o turismo (pequenas operaçþes). No Banco do Brasil, a regra ĂŠ pegar a taxa Ptax (mĂŠdia do Banco Central) do dia anterior e cobrar mais 2%, diz DenĂlson Molina, diretor de cartĂľes do BB. Os demais bancos nĂŁo disseram como calculam suas taxas de conversĂŁo. (Folhapress)
Securitização da Caixa vai atÊ sexta-feira
O
s investidores que quiserem participar da operação de securitização da Caixa EconĂ´mica Federal tĂŞm atĂŠ sexta-feira para reservar os papĂŠis. O banco transformou uma parte de sua carteira de crĂŠdito imobiliĂĄrio em um tĂtulo que serĂĄ vendido no mercado de capitais. Esta ĂŠ a primeira vez que esses papĂŠis, chamados de CRIs (Certificados de RecebĂveis ImobiliĂĄrios), estĂŁo disponĂveis para o varejo. Os tĂtulos tĂŞm valor unitĂĄrio de R$ 1 mil, mas os investidores precisam de aplicação mĂnima de R$ 10 mil – em operaçþes semelhantes no PaĂs, o valor mais baixo era de R$ 300 mil.
Depois do tĂŠrmino do perĂodo de reserva, a Caixa EconĂ´mica Federal vai analisar a demanda dos investidores e o nĂşmero de tĂtulos disponĂveis para fazer a distruibução dos papĂŠis. Caso a procura seja maior que a oferta, os interessados receberĂŁo menos C R I s d o q u e re s e r v a r a m , para que todos possam ser atendidos. O resultado sairĂĄ no prĂłximo dia 4. A Caixa reservou 80% da oferta para o investidor de varejo. Os papĂŠis, que tĂŞm como benefĂcio principal a isenção de Imposto de Renda (IR), serĂŁo remunerados por uma taxa fixa de 10% mais Taxa Referencial (TR) ao ano. (Folhapress)
Brasil estĂĄ na mira de novos planos da Codelco
A
mineradora estatal chilena Codelco, a maior produtora mundial de cobre, planeja expansão para o Brasil, Colômbia e Equador, de acordo com o presidente da companhia, Diego Hernandez. Segundo informaçþes divulgadas ontem pela imprensa local e reproduzidas por agêncais internacionais, ele disse que a Codelco procuraria parceiros nos setores público e privado para desenvolver novos projetos fora do Chile no final da dÊcada.
A companhia controlada pelo governo mostrou no passado inclinação para parcerias. Em fevereiro, aprovou a venda de 66% da mina de ouro e cobre Inca de Oro para a australiana PanAust. O Chile Ê o maior produtor mundial de cobre, respondendo por um terço da produção global. A Codelco sozinha responde por 11% da produção mundial do metal, que Ê usado para encanamento, calefação, fiação elÊtrica e telecomunicaçþes. (Agências)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
ECONOMIA/LEGAIS - 29
e IR devido: à vista é melhor para o bolso. 10 milhões de contribuintes deixaram a entrega da declaração do IR para a última semana. Prazo não será prorrogado.
conomia
O contribuinte que tiver condições financeiras deve evitar parcelar a dívida com o fisco. O prazo para entrega da declaração termina na próxima sexta-feira.
O
contribuinte que tiver saldo de Imposto de Renda (IR) a pagar na declaração deste ano, e possuir condições financeiras para isso, deve quitar a dívida à vista ou no menor número possível de parcelas. Isso porque a parcela paga até sexta-feira (dia 29) – primeira ou única – não sofrerá acréscimo. Se a opção for pelo pagamento em duas vezes, o acréscimo da parcela de maio, que vence no dia 31, será de 1%. Do mês de junho, quando vence a terceira cota, em diante, haverá acréscimo da taxa Selic acumulada de maio até o mês anterior ao do pagamento, mais 1% no mês do pagamento. Se o contribuinte ainda em débito com o fisco tiver aplicação financeira (poupança, fundo de renda fixa etc.), compensa usar
o dinheiro para se livrar da dívida. Pelo sistema da Receita Federal do Brasil (RFB), a última parcela, que seria paga ao final de novembro, pode ter acréscimo superior a 7%, taxa não obtida em aplicações no mercado. O parcelamento máximo é de até oito vezes, desde que nenhuma cota seja inferior a R$ 50. O imposto devido de até R$ 99,99 terá de ser pago de uma só vez. O pagamento é feito em bancos por meio de Darf. O código é o 0211. Se decidir fazer o parcelamento em várias vezes, o contribuinte deve, pelo menos, evitar pagar com atraso, pois neste caso a mordida do Leão é maior. Além do juro pela Selic, há também multa de 0,33% ao dia, limitada a 20%. Um atraso de dez dias, por exemplo, faz a dívida crescer 3,3% apenas com a multa.
10 milhões – O prazo para os contribuintes entregarem a declaração neste ano pela internet termina na sexta-feira, às 23h59min59s (horário de Brasília). O prazo não será prorrogado pela Receita Federal. Com base no que ocorreu nos últimos anos, o supervisor nacional do IR, Joaquim Adir, prevê que 10 milhões de contribuintes deixaram para
entregar nesta semana. Desses, 7 milhões devem fazê-lo nos três últimos dias. No ano passado, 2,78 milhões entregaram na data final. Segundo Adir, embora os computadores da Receita tenham capacidade para receber aproximadamente milhões de declarações por dia, não está descartado um possível congestionamento na
internet – especialmente no final da tarde e no início da noite da sexta-feira –, se muitos contribuintes deixarem para declarar no último dia. Assim, Adir alerta os contribuintes para que se antecipem e evitem enviar a declaração na última hora. Diariamente, entre a 1h e as 5h, o sistema de transmissão da Receita fica fora do ar para
a realização de serviços de manutenção. Mas os programas de preenchimento e de envio da declaração podem ser baixados a qualquer hora. Pode ser que, se muitos contribuintes deixarem a entrega para o último dia, a Receita decida encurtar a parada do sistema para apenas uma hora (entre 4h e 5h), mas isso ainda não está decidido. (Folhapress)
Hidroservice Amazônia S/A Agropecuária e Industrial CNPJ/MF n° 05.054.358/0001-10 Relatório da Diretoria Srs. Acionistas, em cumprimento às disposições estatutárias e legais, submetemos à apreciação de V.Sas.,o Balanço Patrimonial e as demais Demonstrações Financeiras concernentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2010, comparativo ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2009. Colocamo-nos à disposição para quaisquer esclarecimentos complementares que porventura possam desejar. São Paulo, 18 de abril de 2011 A Diretoria Balanços Patrimoniais (Em R$) 2009 Passivo 1.743,94 Circulante 1.489,20 Impostos e Contr. a Recolher – Dividendos a Distribuir 254,74 Não Circulante Empresas Associadas 9.562.134,42 9.190.625,90 Parcelamento Tributos 9.562.134,42 9.190.625,90 Patrimônio Liquido Capital Social Correção Monet. do Capital Reserva de reavaliação Reserva Legal Prejuízos Acumulados 9.192.369,84 Total do Passivo 9.566.678,36
Ativo Circulante Impostos a recuperar Antecipações Parc. Tributos Outras Contas a Receber Não Circulante Realizável a Longo Prazo Partes relacionadas
2010 4.543,94 1.489,20 2.800,00 254,74
Total do Ativo
Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (Em R$) Correção Capital Reserva Monetária Reserva de Legal do Capital reavaliação 8.181.369,40 – 0,64 2.005.776,15 – – – – 8.181.369,40 – 0,64 2.005.776,15 – – – – – 381,30 – – – – – – – – – – 381,30 0,64 2.005.776,15 8.181.369,40
Em 1° de janeiro de 2008 Lucro Líquido do exercício Em 31 de dezembro de 2008 Ajustes Exercícios Anteriores Reserva Legal Distribuição de Dividendos Lucro Líquido do exercício Em 31 de dezembro de 2009
2010 4.219,43 2.408,24 1.811,19 426.339,14 351.499,90 74.839,24 9.136.119,79 8.181.369,40 0,64 2.005.776,15 381,30 (1.051.407,70) 9.566.678,36
2009 62.464,93 62.464,93 – – – – 9.129.904,91 8.181.369,40 0,64 2.005.776,15 – (1.057.241,28) 9.192.369,84
Prejuízos
Total
(1.065.918,30) 8.677,02 (1.057.241,28) 400,00 (381,30) (1.811,19) 7.626,07 (1.051.407,70)
9.121.228,00 8.677,02 9.129.904,91 400,00 – (1.811,19) 7.626,07 9.136.119,79
Notas Explicativas exercícios. c) Ativos circulantes e realizável a longo prazo: Apresentado 1. Contexto operacional: De acordo com o processo de desapropriação ao valor da realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e variainstaurado pelo Instituto Nacional de Reforma Agrária – INCRA, contra a ções monetárias auferidos de seus ativos. d) Passivos circulante e exiHidroservice Amazônia S/A Agropecuária e Industrial, cuja audiência de gível a longo prazo: Demonstrado por valores conhecidos ou calculados, conciliação, ocorrida em 20 de julho de 2005, estabeleceu acordo entre as acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações partes, cuja indenização seria de R$ 26.000.000 (vinte e seis milhões de monetárias incorridas. 3. Realizável a longo prazo – partes relacionadas: reais), sendo R$ 20.007.970 (vinte milhões, sete mil, novecentos e setenta Referem-se substancialmente ao saldo de Títulos da Dívida Agrária – TDA’s reais) em Títulos da Dívida Agrária – TDA’s, para indenização da terra nua. recebidos de acordo com o mencionado na Nota 1 e cedidos parcialmente, A sentença judicial homologando o referido acordo foi emitida na mesma em 2005, para o acionista Hidroservice Engenharia Ltda., sendo que a data anteriormente mencionada. 2. Principais práticas contábeis: a) movimentação ocorrida foi a seguinte: Moeda funcional e de apresentação: As Demonstrações contábeis estão Descrição 2010 2009 apresentadas em reais, que é a moeda funcional da Entidade. b) Apura- Saldo Incial 9.190.625,90 9.205.965,87 ção do resultado: O resultado é apurado pelo regime de competência de (+) Reclassificação Empresa Associada 306.099,66 – Henry Maksoud – Diretor Presidente Claudio Denis Maksoud - Conselheiro Henry Maksoud Neto – Conselheiro Parecer dos Auditores Independentes Aos Administradores e Acionistas Hidroservice Amazônia S/A Agropecuária e Industrial São Paulo - SP 1. Examinamos o balanço patrimonial da Hidroservice Amazônia S/A Agropecuária e Industrial em 31 de dezembro de 2010 e as correspondentes demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e do fluxo de caixa do exercício findo nessa data, elaborados sob a responsabilidade de sua administração. Nossa responsabilidade é a de emitir parecer sobre essas demonstrações contábeis. 2. Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria aplicáveis no Brasil que requerem que os exames sejam realizados com o objetivo de comprovar a
adequada apresentação das demonstrações contábeis em todos os seus aspectos relevantes. Portanto, nossos exames compreenderam, entre outros procedimentos: (a) o planejamento dos trabalhos, considerando a relevância dos saldos, o volume de transações e o sistema contábil e de controles internos da Entidade; (b) a constatação, com base em testes, das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados; e (c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administração da empresa, bem como da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. 3. Somos de parecer que as demonstrações contábeis mencionadas no primeiro parágrafo apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Hidroservice Amazônia
Demonstração do Resultado Exercício (Em R$) Despesas Operacionais 2010 2009 Administrativas (40.605,47) (48.278,48) Financeiras 50.639,78 64.659,98 Resultado antes do IR e CSSL 10.034,31 16.381,50 Provisão do Imposto de Renda e CSSL (2.408,24) (7.704,48) 8.677,02 Lucro Líquido do Exercício 7.626,07 Prejuízo por ação do Capital Social no 0,01 0,01 final do exercício (número de ações 658.923) Demonstrações do Fluxo de Caixa (Em R$) Atividades Operacionais 2010 2009 Lucro (prejuízo) do período 7.626,07 8.677,02 Aum. (dim.) itens que não afetam o caixa: Variações monetárias e encargos s/ emprést. (12.374,31) (64.974,39) Ajustes Exercícios Anteriores 400,00 – Aumento(diminuição) do Ativo Antecipações - Parcelamento de Tributos (2.800,00) – Aumento(diminuição) do passivo Impostos a recolher (60.056,69) (24.015,99) Geração (utiliz.) de cxa das ativ. operac. (67.204,93) (80.313,36) Atividades de Financiamentos Amortização empréstimos e financiamentos (7.634,31) – Pagamento de empréstimos e financiamentos 74.839,24 80.313,36 Geração (utiliz.) de cxa das ativ. de financ. 67.204,93 80.313,36 2010 2009 (+) Juros e atualização monetária 65.408,86 64.973,39 (-) Transferências de recursos recebidos – (80.313,36) Saldo Final 9.562.134,42 9.190.625,90 4. Capital social: O capital subscrito e integralizado de R$ 8.181.369, está representado por 265.231 ações ordinárias nominativas e 393.692 ações incentivadas, sendo 350.631 classe “A”, 2.180 classe “B”, 3.083 classe “C” e 37.798 classe “D”, totalizando 658.923 ações, sem valor nominal. 5. Despesas administrativas: Descrição 2010 2009 Serviços de terceiros 13.000 8.010 Despesas legais e judiciais 17 2.668 Jornais, revistas e publicações 27.262 37.200 Despesas gerais 326 400 Saldo Final 40.605 48.278 Regisvaldo Regis Coimbra - Contador CRC 1BA016614/O-8 T SP S/A Agropecuária e Industrial em 31 de dezembro de 2010, o resultado das operações, as mutações do patrimônio líquido e do fluxo de caixa dos exercícios findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil (NBC T 19.41). 4. Anteriormente, examinamos as demonstrações contábeis referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009, compreendendo o balanço patrimonial, as demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa desse exercício, sobre as quais emitimos parecer sem ressalvas, datado de 20 de abril de 2010, anterior à aprovação da norma contábil NBC T 19.41. SGS Auditores Independentes SC - CRC 2SP020277/O-5 Silvio de Jesus - Contador - CRC 1SP141676/O-7
PRONTO PLUS CONSULTORIA DE IMÓVEIS S.A.
Acerto com o Leão fica para última hora
A
Receita Federal do Brasil (RFB) recebeu até agora 13,120 milhões de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2011, de acordo com o último balanço, divulgado ontem. O número representa 54,6% do total esperado de 24 milhões de declarações. A estimativa da Receita é que, até o fim do feriadão de Páscoa, ontem, o número se aproximasse dos 14 milhões. O plantão de dúvidas da Receita volta a funcionar hoje. Durante o feriado, não houve atendimento. Mas muitas dúvidas podem ser respondidas por meio do Questionário de Obrigatoriedade criado pelo órgão. Um tutorial também está disponível no site da Receita ( ww w.f az e nd a .g o v. br ) co m orientações sobre todas as eta-
pas, desde como baixar o programa de computador (download) até o processo de restituição do imposto ou eventuais pendências ou necessidades de regularização. O final de semana prolongado de Páscoa foi o último antes do término do prazo de entrega das declarações. O documento deve ser enviado ao Fisco até as 23h59min59s do dia 29. A multa mínima para quem não entregar o documento no prazo é de R$ 165,74 e a máxima chega a 20% do imposto devido. A Receita Federal garante que, a exemplo dos últimos 15 anos, não prorrogará o prazo. O contribuinte que entregou a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física deste ano já pode verificar, via internet, se caiu na malha fina. (ABr)
Ipea relaciona imposto e PIB
O
aumento do volume dos impostos cobrados dos brasileiros funciona como um freio para o crescimento econômico. A conclusão é do economista Adolfo Sachsida, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), responsável por um estudo inédito sobre a relação entre a carga tributária e seus efeitos sobre o Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com o economista, o aumento de 1% da carga de tributos reduz o PIB, no longo prazo, em até 3,8%. O efeito negativo também pode ser sentido no curto prazo. Nesse caso, a mesma elevação do peso dos impostos provoca uma desaceleração de 0,42% na economia. "Mais importante do que a magnitude da redução do PIB, é o indício de que a carga tributária está se colocando
como um obstáculo ao crescimento de longo prazo da economia brasileira", argumenta Adolfo Sachsida. Para o pesquisador do Ipea, a conclusão "óbvia" do estudo é que a redução da carga tributária teria potencial para "dinamizar" o crescimento econômico brasileiro, sobretudo, de longo prazo. A arrecadação federal no primeiro trimestre deste ano bateu mais um recorde. No período, os contribuintes recolheram aos cofres públicos R$ 226,2 bilhões em impostos e contribuições, um aum e n t o r e a l d e 11 , 9 6 % e m relação ao valor apurado nos primeiros três meses de 2010. No ano, a arrecadação de impostos já está R$ 35,7 bilhões superior ao registrado n o p r i m e i ro t r i m e s t re d e 2010. Somente em março, a Receita recolheu quase R$ 71 bilhões em tributos. (AE)
CNPJ/MF 11.990.422/0001-78 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, temos o prazer de submeter à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Financeiras relativa ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2010 acompanhadas das notas explicativas. A Administração. BALANÇOS PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (Em milhares de reais - R$) Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa .............. Contas a receber de clientes ................ Outras contas a receber ....................... Total do ativo circulante........................... Não Circulante Imobilizado ............................................ Total do ativo não circulante....................
Nota explicativa _______ 2010 _______ 2009 __________ 3 4
5
84 310 _______9 _______403 ______________ 327 ______________ 327 -
Passivo Circulante Fornecedores ........................................ Salários, provisões e contribuições sociais........................... Impostos e contribuições a pagar ......... Imposto de renda e contribuição social a pagar ..................................... Dívidas com pessoas ligadas ............... Adiantamento de clientes...................... Total do passivo circulante ...................... Patrimônio Líquido Capital social......................................... Prejuízos acumulados........................... Total do patrimônio líquido ...................... Total do Passivo e do Patrimônio Líquido ................................
_______ _______ 730 _______ _______ _______ _______ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
Total do Ativo...........................................
Nota explicativa _______ 2010 _______ 2009 __________ 111
-
81 29
-
6 7
76 272 15 ______________ 584 ______________
8
319 (173) ______________ 146 ______________ 730 _______ _______ _______ _______
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (Em milhares de reais - R$) Capital Social _______ Subscrição e integralização de capital em 17 de agosto de 2010 ................................................................... 319 Prejuízo do exercício ........................................................................................................................................ _______SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010..................................................................................................... 319 _______ _______ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
Prejuízos Acumulados ____________ (173) ____________ (173) ____________ ____________
Total _______ 319 (173) _______ 146 _______ _______
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (Valores expressos em milhares de reais - R$, exceto quando indicado de outra forma) 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Companhia Pronto Plus Consultoria de Imóveis S.A. (“Pronto Plus” ou “Companhia”), iniciou suas operações em 17 de agosto de 2010 e tem como atividades a prestação de serviços de consultoria e intermediação imobiliária, assessoria técnico imobiliária e prestação de serviços de correspondente bancário. A Companhia é uma controlada indireta da empresa LPS Brasil Consultoria de Imóveis S.A., que tem suas ações negociadas na BM&F Bovespa Bolsa de Valores Mercadorias e Futuros S.A. 2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS E PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS 2.1. Declaração de conformidade - As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que incluem os princípios contábeis em consonância com a Lei das Sociedades por Ações, incluindo as alterações promovidas pela Lei nº 11.638/07 e pela Medida Provisória nº 449/08, posteriormente convertida na Lei nº 11.941/09, e os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, aplicadas de maneira consistente com as práticas contábeis descritas na Nota Explicativa nº 2.2. 2.2. Principais práticas contábeis adotadas: a) Moeda funcional e de apresentação - As demonstrações financeiras da Companhia são apresentadas em reais (R$), que é a moeda funcional e de apresentação. b) Caixa e equivalentes de caixa - Incluem caixa e saldos em conta movimento. c) Instrumentos financeiros - Somente são reconhecidos a partir da data em que a Companhia se torna parte das disposições contratuais dos instrumentos financeiros. Quando reconhecidos, são inicialmente registrados ao seu valor justo acrescido dos custos diretamente atribuíveis à sua aquisição ou emissão. Sua mensuração subsequente ocorre a cada data de balanço de acordo com as regras estabelecidas para cada tipo de classificação de instrumentos financeiros. A Companhia classifica seus ativos financeiros sob a categoria de: empréstimos e recebíveis. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. A Administração determina a classificação de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial. i) Empréstimos e recebíveis - Incluem-se nessa categoria os empréstimos concedidos e os recebíveis que são ativos financeiros não derivativos com recebimentos fixos ou determináveis: porém, não cotados em mercado ativo. Após o reconhecimento inicial, são mensurados pelo custo amortizado pelo método da taxa efetiva de juros. Os juros, menos as perdas do valor recuperável, quando aplicável, são reconhecidos no resultado, quando incorridos. Os ativos financeiros reconhecidos pela Companhia nesta categoria de instrumentos financeiros são: caixa e equivalentes de caixa e contas a receber de clientes. Os passivos financeiros são classificados de acordo com a natureza dos instrumentos financeiros contratados ou emitidos. ii) Passivos financeiros mensurados pelo custo amortizado Os passivos financeiros não derivativos que não são usualmente negociados antes do vencimento, após o reconhecimento inicial são mensurados pelo custo amortizado pelo método da taxa efetiva de juros. Os juros, quando aplicável, são reconhecidos no resultado, quando incorridos. Os passivos financeiros reconhecidos pela Companhia nessa categoria de instrumentos financeiros são, principalmente, contas a pagar a fornecedores. - d) Contas a receber de clientes - Registradas inicialmente pelo valor nominal dos títulos, os quais estão sujeitos ao ajuste a valor presente. A Companhia considera cada transação no cálculo desse ajuste contabilizando, quando relevante, a crédito nesse grupo de contas em contrapartida à rubrica “Receita bruta de serviços”, no resultado. A provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída com base na análise dos riscos de realização dos créditos a receber, em montante considerado pela Administração como suficiente para cobrir eventuais perdas. e) Imobilizado - Os ativos imobilizados foram registrados ao custo de aquisição e são depreciados pelo método linear, considerando-se a vida útil-econômica estimada de cada bem. f) Imposto de renda e contribuição social - A Companhia optou pelo regime de tributação com base no lucro presumido. A base de cálculo do imposto de renda e a da contribuição social é apurada à razão de 32% sobre as receitas brutas provenientes da prestação de serviços e 100% das receitas financeiras, sobre as quais se aplicam as alíquotas regulares de 15%, acrescidas do adicional de 10% para o imposto de renda e 9% para a contribuição social. g) Direitos e obrigações - Os direitos e as obrigações sujeitos à variação monetária estão demonstrados pelos seus valores atualizados. h) Apuração do resultado - A receita é mensurada pelo valor justo da contrapartida recebida ou a receber, deduzida de descontos comerciais. A receita é reconhecida quando da efetiva prestação de serviços e o custo do serviço prestado é reconhecido no mesmo período que a receita é contabilizada. As despesas
são registradas quando incorridas. i) Resultado financeiro (receitas e despesas financeiras) - Representam descontos diversos e ajuste a valor presente, que são reconhecidos nos resultados do exercício pelo regime de competência. j) Ajuste a valor presente - Os ativos e passivos monetários de curto e longo prazos são ajustados ao seu valor presente quando o efeito é considerado relevante em relação às demonstrações financeiras. As contas a receber de clientes prefixadas, foram trazidas ao seu valor presente na data das transações, devido a seus prazos, com base nas taxas internas de juros para clientes. k) Lucro por ação - O lucro básico por ação é calculado mediante a divisão do lucro líquido do exercício atribuível aos acionistas pela quantidade média ponderada de ações ordinárias em circulação durante o exercício. l) Estimativas contábeis - Na aplicação das práticas contábeis descritas acima a Administração da Companhia deve fazer julgamentos e elaborar estimativas a respeito dos valores contábeis dos ativos e passivos os quais não são facilmente obtidos de outras fontes. As demonstrações contábeis incluem estimativas referentes à relação das vidas úteis dos ativos imobilizados, provisões necessárias para os passivos contingentes e outras similares. Os resultados efetivos podem diferir dessas estimativas. 3. CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 2010 _______ 2009 _______ Caixa e bancos .................................................... 84 ______________ 84 _______ _______ _______ _______ 4. CONTAS A RECEBER DE CLIENTES 2010 _______ 2009 _______ Circulante: Contas a receber de clientes ............................ 312 Ajuste a valor presente ..................................... (2) ______________ 310 _______ _______ _______ _______ A composição das contas a receber, por vencimento, é como segue: 2010 _______ 2009 _______ A vencer: Até 60 dias........................................................... 228 De 61 a 90 dias ................................................... 7 De 91 a 180 dias ................................................. 2 Vencidas: Até 60 dias........................................................... 75 ______________ 312 ______________ _______ _______ 5. IMOBILIZADO É composto como segue: Taxa média anual de ________________________ 2010 depreciação - % Custo Líquido ______________ _____ Depreciação ___________ _______ Imobilizado: Benfeitorias e instalações em imóveis de terceiros 20 26 (1) 25 Equipamentos de informática .............. 20 116 (8) 108 Móveis e utensílios ......... 10 168 (5) 163 Veículos .......................... 20 9 (1) 8 Imobilizado em andamento ............. 23 - _______ 23 327 _______ _______ 6. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL A PAGAR 2010 _______ 2009 _______ Imposto de renda................................................. 54 Contribuição social .............................................. 22 _______ _______76 ______________ _______ _______ 7. PARTES RELACIONADAS 2010 _______________ 2009 _______________ Contas a pagar - Contas a pagar Dívidas com Dívidas com pessoas ligadas _______________ pessoas ligadas _______________ Com controladora: Pronto Participações ................. _______________ 272 _______________272 Circulante .................................... 272 Não Circulante ............................. -
DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (Em milhares de reais - R$, exceto o prejuízo líquido por ação) Nota explicativa ___________ Receita operacional líquida ................ 9 Custo dos serviços prestados ............. Lucro Bruto .......................................... (Despesas) receitas operacionais Despesas com vendas........................ Despesas gerais e administrativas ..... 10 Remuneração da Administração......... Despesas com depreciações e amortizações ................................. Prejuízo operacional antes do resultado financeiro.......................... Resultado financeiro Receitas financeiras............................ Despesas financeiras.......................... Prejuízo antes do imposto de renda e da contribuição social ...................... Imposto de renda e contribuição social................................................. 11 Prejuízo líquido do exercício ..............
2010 _______ 2009 _______ 693 (216) ________________ 477 (195) (315) (48)
-
(15) ________________ (96)
-
2 (2) ________________ (96) (77) ________________ (173) _________ _________ _______ _______
Lucro líquido do exercício por ação Números de ações (mil) ...................... Lucro por ação - R$ ...........................
_________5 _______(34,60000) _________ _________ _______ _______ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
8. PATRIMÔNIO LÍQUIDO O capital social é representado por 5.000 ações ordinárias nominativas, escriturais e sem valor nominal, correspondente ao valor de R$ 319. 9. RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 2010 _______ 2009 _______ Receita operacional bruta.................................... 759 (-) Impostos incidentes sobre serviços ................ (66) _______ _______693 _______ _______ ______________ 10. DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS 2010 _______ 2009 _______ Despesas com pessoal ....................................... (157) Marketing ............................................................. (58) Despesas administrativas.................................... (52) Despesas com informática e telecomunicações . (13) Outras despesas ................................................. (35) _______ _______ (315) _______ _______ _______ _______ 11. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 2010 _______ 2009 _______ Companhia tributada pelo lucro presumido: Receita bruta de serviços ................................. 763 ______________ Receita líquida de serviços ............................... 763 _______ _______ _______ _______ Lucro presumido (32%)..................................... 244 Base de cálculo do IRPJ e da CSLL ................. 244 IRPJ - alíquota nominal - 15% .......................... (37) IRPJ - adicional de 10%.................................... (18) CSLL - alíquota nominal de 9% ........................ (22) ______________ Despesa com imposto de renda e contribuição social .......................................... (77) _______ _______ _______ _______ 12. INSTRUMENTOS FINANCEIROS A Companhia não mantêm instrumentos financeiros para operações com derivativos em 31 de dezembro de 2010 nem com operações de risco semelhante. a) Risco de capital - A Administração da Companhia administra o capital da Companhia e de suas controladas de maneira que possam continuar com suas atividades normais, ao mesmo tempo em que maximizam o retorno a todas as partes interessadas ou envolvidas em suas operações, por meio da otimização do saldo das dívidas e do patrimônio. A estrutura de capital da Companhia consiste em caixa e equivalentes de caixa e patrimônio líquido. b) Categorias dos principais instrumentos financeiros Valor contábil ________________ 2010 _______ 2009 _______ Ativos financeiros: Empréstimos e recebíveis Caixas e equivalentes de caixa ............................... 84 Contas a Receber .................................................... _______ 310 _______394 _______ _______ _______ _______ Passivos financeiros: Mensurados pelo custo amortizado Contas a pagar a fornecedores ............................... _______ 111 _______111 _______ _______ _______ _______ Os instrumentos financeiros os quais estão reconhecidos nas demonstrações financeiras da companhia a valor contábil, não apresentam variações significativas em relação aos respectivos valores de mercado. O saldo do contas a receber é apresentando considerando-se as respectivas apropriações de receitas e encargos. c) Risco de crédito - Os instrumentos financeiros que potencialmente sujeitam a Companhia a concentrações de risco de crédito consistem primariamente em caixa e bancos e contas a receber. A Companhia mantêm contas-correntes bancárias com instituições aprovadas pela Administração com o objetivo de diversificação de risco. A base de clientes é pulverizada, sendo o nível de contas a receber da Companhia, monitorado por meio de controles internos e, para aqueles em que não há expectativa de realização, é constituída a provisão para perdas com créditos de liquidação duvidosa, o que limita o risco de contas inadimplentes. d) Risco de liquidez - A responsabilidade final pelo gerenciamento do risco de liquidez é da Administração da Companhia, que elaborou um modelo apropriado de gestão de risco de liquidez para o gerenciamento das necessidades de captação e gestão de liquidez no curto, médio e longo prazo. A Companhia gerencia o risco de liquidez mantendo adequadas reservas e linhas de crédito bancárias, por meio do monitoramento contínuo dos fluxos de caixa previstos e reais, e pela combinação dos perfis de vencimento dos ativos e passivos financeiros. e) Risco de mercado Risco de câmbio - A Companhia não está exposta a mudanças na taxa de câmbio, pois não possui contratos em moeda estrangeira. Angelo Alves dos Santos - Contador Responsável - CRC 1SP 215.108/O-0
DIÁRIO DO COMÉRCIO
30 -.ECONOMIA/LEGAIS
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
e Meta inflacionária também desafia China É necessário buscar contribuição pública por meio de taxação. Yoshito Sengoku, vice-secretário de gabinete do Japão
conomia
Assim como o Brasil, país asiático enfrentará dificuldades para manter o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) dentro do teto estipulado de 4% neste ano. Entre abril e junho, elevação no indicador pode atingir até 5,1%.
O
avanço da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) na China deve ficar entre 4,9% e 5,1% no período de abril a junho, e pouco abaixo de 5% no segundo semestre. As informações foram divulgadas ontem pela agência de notícias Xinhua, citando Xu Lianzhong, oficial da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma do departamento de supervisão de preços do país asiático. As pressões inflacionárias domésticas não devem ter expansão significativa, mas será "relativamente difícil" atingir a meta estipulada pelo governo chinês de 4% para o CPI acumulado em 2011, disse Xu, segundo a nota. O CPI subiu 5,4% em março, ante igual período do ano anterior, acima dos 4,9% apurados em fevereiro, marcando o ritmo mais elevado desde o mês de julho de 2008. Mo nit ora ment o – A im-
prensa chinesa também divulgou ontem informações relativas a outras questões econômicas importantes para o país como prováveis impactos do aumento da dívida norte-americana e alterações no regime tributário vigente. A China deve ficar vigilante contra possíveis flutuações de preços causadas pelo custo crescente que os Estados Unidos enfrentam para emitir dívida, divulgou a Caixin Media, citando o diretor de pesquisa do Banco do Povo da China (PBoC, o banco central chinês), Zhang Jianhua. Segundo a nota, não há necessidade de se preocupar se os Estados Unidos deixariam de cumprir suas obrigações. "No máximo, o país enfrenta custos crescentes para emitir dívida", disse o representante do BC chinês. A China é o maior detentor da dívida norte-americana, com US$ 1,154 trilhão em títulos até o fim de fevereiro. O Departamento do Tesouro
norte-americano disse que logo o teto limite de endividamento, US$ 14,3 trilhões, será alcançado. Embora o órgão tenha revelado que pode usar algumas manobras para manter
suas obrigações por mais algumas semanas, irá ao default da dívida em 8 de julho. Isso só não ocorrerá caso o limite de endividamento seja elevado. Tributos – A China irá divul-
PRONTO MABER CONSULTORIA DE IMÓVEIS S.A. CNPJ/MF 09.625.913/0001-78 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, temos o prazer de submeter à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Financeiras relativa ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2010 acompanhadas das notas explicativas. A Administração. BALANÇOS PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (Em milhares de reais - R$) Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa .............. Contas a receber de clientes ................ Impostos a compensar.......................... Total do ativo circulante........................... Não Circulante Imobilizado ............................................ Intangível .............................................. Total do ativo não circulante....................
Nota explicativa _______ 2010 _______ 2009 __________ 3 4
1.210 597 3 ______________ 1.810 ______________
5
374 5 ______________ 379 -
Passivo Circulante Fornecedores ........................................ Salários, provisões e contribuições sociais ................................................. Impostos e contribuições a pagar ......... Imposto de renda e contribuição social a pagar...................................... Adiantamento de clientes...................... Dividendos a pagar ............................... Total do passivo circulante ...................... Patrimônio Líquido Capital social......................................... Reserva de lucros ................................. Total do patrimônio líquido ...................... Total do Passivo e do Patrimônio Líquido ................................
Nota explicativa _______ 2010 _______ 2009 __________
_______ _______ Total do Ativo........................................... 2.189 _______ _______ _______ _______ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
6 7.c.
7.a.
81
-
15 66
-
221 55 317 ______________ 755 ______________ 416 1.018 _______ 1.434 _______ 2.189 _______ _______
______________ _______ _______
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (Em milhares de reais - R$) Nota explicativa __________
Capital Social ________ 416 -
Reserva de lucros _____________________ Reserva Retenção legal de lucros ________ __________ 1.335
Subscrição e integralização de capital em 24 de setembro de 2010 .................... Lucro líquido do exercício...................................................................................... Proposta para destinação do lucro líquido do exercício Constituição da reserva legal.............................................................................. 7.b. 67 Dividendos mínimos obrigatórios ........................................................................ 7.c. ________- ________SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010.......................................................... 416 67 ________ ________ ________ ________ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
Total ________ 416 1.335
DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (Em milhares de reais - R$, exceto o lucro líquido por ação)
Receita operacional líquida ................ Custo dos serviços prestados ............. Lucro Bruto .......................................... Despesas operacionais Despesas com vendas........................ Despesas gerais e administrativas ..... Remuneração da Administração......... Despesas com depreciações e amortizações.................................. Lucro operacional antes do resultado financeiro.......................... Resultado financeiro Receita financeira ...............................
Nota explicativa _________ 2010 _______ 2009 __________ 8 1.906 (93) ________________ 1.813 -
Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social ........................... Imposto de renda e contribuição social Lucro líquido do exercício ..................
9
(84) (136) (10)
-
(37) ________________ 1.546
-
15 ________________ 15 10
1.561 (226) ________________ 1.335 ________________ _________ _______
Lucro líquido do exercício por ação Números de ações (mil) ...................... Lucro por ação - R$ ...........................
5 ________________ 267,00000 ________________ _________ _______ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
9. DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS (67) 2010 _______ 2009 _______ (317) ________ (317) __________ Despesas com pessoal ............................................... (62) 951 1.434 __________ ________ __________ ________ Despesas administrativas............................................ (44) Despesas com informática e telecomunicações ......... (10) Outras despesas ......................................................... _______ (20) _______NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (136) _______ _______ _______ (Valores expressos em milhares de reais - R$, exceto quando indicado de outra forma) _______ 10. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 1. CONTEXTO OPERACIONAL 3. CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 2010 _______ 2009 _______ A Companhia Pronto Maber Consultoria de Imóveis S.A. (“Pronto Maber” ou 2010 _______ 2009 _______ Companhia tributada pelo lucro presumido: “Companhia”), tem como atividades a prestação de serviços de consultoria Caixa e bancos ................................................... 43 Receita bruta de serviços ......................................... 2.096 e intermediação de imóveis, assessoria técnica imobiliária, prestação de Aplicações financeiras: Vendas canceladas/devoluções ............................... _______- _______serviços de correspondente bancário e a administração de bens imóveis. 1.167 _______2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS E PRINCI- Certificados de Depósito Bancário - CDBs ...... _______ Receita líquida de serviços ....................................... _______ 2.096 _______PAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS _______ _______ 1.210 _______ 2.1. Declaração de conformidade - As demonstrações contábeis foram Lucro presumido (32%)............................................. 671 _______ _______ _______ elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que As aplicações financeiras da Companhia são mantidos em títulos atrelados Outras receitas operacionais e financeiras ............... _______ 12 _______incluem os princípios contábeis em consonância com a Lei das Sociedades 683 por Ações, incluindo as alterações promovidas pela Lei nº 11.638/07 e pela à variação do Certificado de Depósito Interbancário (“CDI”) e possuem liqui- Base de cálculo do IRPJ e da CSLL ......................... IRPJ - alíquota nominal - 15% .................................. (102) Medida Provisória nº 449/08, posteriormente convertida na Lei nº 11.941/09, dez diária cujos valores se aproximam dos valores de mercado. IRPJ - adicional de 10%............................................ (62) e os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contá- 4. CONTAS A RECEBER DE CLIENTES CSLL - alíquota nominal de 9% ................................ _______ (61) _______beis - CPC, aplicadas de maneira consistente com as práticas contábeis 2010 _______ 2009 _______ descritas na Nota Explicativa nº 2.2. 2.2. Principais práticas contábeis Despesa com imposto de renda e contribuição social_______ (226) _______ _______ _______ adotadas: a) Moeda funcional e de apresentação - As demonstrações Circulante: 602 - 11. INSTRUMENTOS FINANCEIROS financeiras da Companhia são apresentadas em reais (R$), que é a moeda Contas a receber de clientes .............................. (5) _______- A Companhia não mantém instrumentos financeiros para operações com funcional e de apresentação. b) Caixa e equivalentes de caixa - Incluem Ajuste a valor presente ....................................... _______ caixa, saldos em conta movimento e aplicações financeiras de alta liquidez 597 - derivativos em 31 de dezembro de 2010 nem com operações de risco se_______ (com prazo original, igual ou inferior a 90 dias), prontamente conversíveis _______ _______ _______ melhante. a) Risco de capital - A Administração da Companhia administra em um montante de caixa e sujeitos a insignificante risco de mudança de A composição das contas a receber, por vencimento, é como segue: o capital da Companhia de maneira que possam continuar com suas ativalor. As aplicações financeiras estão demonstradas pelos valores aplica2010 _______ 2009 vidades normais, ao mesmo tempo em que maximizam o retorno a todas _______ dos, acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço, cujos as partes interessadas ou envolvidas em suas operações, por meio da otivalores não superam os valores de mercado. c) Instrumentos financeiros A vencer: - Somente são reconhecidos a partir da data em que a Companhia se tor- Até 60 dias.......................................................... 511 - mização do saldo das dívidas e do patrimônio. A estrutura de capital da na parte das disposições contratuais dos instrumentos financeiros. Quando De 61 a 90 dias .................................................. 50 - Companhia consiste em caixa e equivalentes de caixa e patrimônio líquido (compreendendo o capital e reservas de lucros, conforme apresentado na reconhecidos, são inicialmente registrados ao seu valor justo acrescido dos De 91 a 180 dias ................................................ 40 custos diretamente atribuíveis à sua aquisição ou emissão. Sua mensuranota explicativa nº 7). 1 ______________ ção subsequente ocorre a cada data de balanço de acordo com as regras De 181 a 360 dias .............................................. b) Categorias dos principais instrumentos financeiros estabelecidas para cada tipo de classificação de instrumentos financeiros. 602 _______Valor contábil _______ ________________ _______ _______ A Companhia classifica seus ativos financeiros sob a categoria de: emprés2010 _______ 2009 _______ timos e recebíveis. A classificação depende da finalidade para a qual os 5. IMOBILIZADO ativos financeiros foram adquiridos. A Administração determina a classifica- É composto como segue: Ativos financeiros: ção de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial. i) Empréstimos Empréstimos e recebíveis Taxa média e recebíveis - Incluem-se nessa categoria os empréstimos concedidos e Caixas e equivalentes de caixa .............................. 1.210 anual de ________________________ 2010 os recebíveis que são ativos financeiros não derivativos com recebimentos Contas a Receber ................................................... _______ 597 _______fixos ou determináveis: porém, não cotados em mercado ativo. Após o recodepreciação - % Custo ______________ _____ Depreciação ___________ Líquido _______ 1.807 _______ _______ _______ nhecimento inicial, são mensurados pelo custo amortizado pelo método da _______ taxa efetiva de juros. Os juros, menos as perdas do valor recuperável, quan- Imobilizado: Passivos financeiros: do aplicável, são reconhecidos no resultado, quando incorridos. Os ativos Benfeitorias e instalações Mensurados pelo custo amortizado 20 21 (4) 17 financeiros reconhecidos pela Companhia nesta categoria de instrumentos em imóveis de terceiros Contas a pagar a fornecedores .............................. _______ 81 _______financeiros são: caixa e equivalentes de caixa e contas a receber de clien- Equipamentos tes. Os passivos financeiros são classificados de acordo com a natureza de informática .............. 81 _______20 299 (28) 271 _______ _______ _______ dos instrumentos financeiros contratados ou emitidos. ii) Passivos finan- Móveis e utensílios ......... 10 51 (2) 49 Os instrumentos financeiros os quais estão reconhecidos nas demonstraceiros mensurados pelo custo amortizado - Os passivos financeiros não Veículos .......................... 20 31 (2) 29 ções financeiras da Companhia a valor contábil, não apresentam variações derivativos que não são usualmente negociados antes do vencimento, após 10 9 (1) _______ 8 significativas em relação aos respectivos valores de mercado. O saldo do o reconhecimento inicial são mensurados pelo custo amortizado pelo méto- Máquinas e equipamentos do da taxa efetiva de juros. Os juros, quando aplicável, são reconhecidos 374 _______ contas a receber é apresentando considerando-se as respectivas aprono resultado, quando incorridos. Os passivos financeiros reconhecidos pela _______ priações de receitas e encargos. c) Risco de crédito - Os instrumentos Companhia nessa categoria de instrumentos financeiros são, principalmen- 6. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL A PAGAR financeiros que potencialmente sujeitam a Companhia a concentrações de te, contas a pagar a fornecedores. d) Contas a receber de clientes - Regis2010 _______ 2009 risco de crédito consistem primariamente em caixa e bancos, aplicações _______ tradas inicialmente pelo valor nominal dos títulos, os quais estão sujeitos ao 160 - financeiras e contas a receber. A Companhia mantém contas-correntes ajuste a valor presente. A Companhia considera cada transação no cálculo Imposto de renda......................................................... 61 _______- bancárias com instituições aprovadas pela Administração com o objetivo de desse ajuste contabilizando, quando relevante, a crédito nesse grupo de Contribuição social ...................................................... _______ diversificação de risco. A base de clientes é pulverizada, sendo o nível de contas em contrapartida à rubrica “Receita bruta de serviços”, no resultado. 221 _______ A provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída com base _______ _______ _______ contas a receber da Companhia, monitorado por meio de controles internos e, para aqueles em que não há expectativa de realização, é constituída a na análise dos riscos de realização dos créditos a receber, em montante 7. PATRIMÔNIO LÍQUIDO considerado pela Administração como suficiente para cobrir eventuais perprovisão para perdas com créditos de liquidação duvidosa, o que limita o das. e) Imobilizado - Os ativos imobilizados foram registrados ao custo de a) Capital social - O capital social é representado por 5.000 ações ordiná- risco de contas inadimplentes. d) Risco de liquidez - A responsabilidade aquisição e são depreciados pelo método linear, considerando-se a vida rias nominativas, escriturais e sem valor nominal, correspondente ao valor final pelo gerenciamento do risco de liquidez é da Administração da Comútil-econômica estimada de cada bem. f) Imposto de renda e contribui- de R$ 416. b) Reserva legal - É constituída mediante a apropriação de panhia, que elaborou um modelo apropriado de gestão de risco de liquidez ção social - A Companhia optou pelo regime de tributação com base no 5% do lucro líquido apurado no fim de cada exercício, até atingir os limites para o gerenciamento das necessidades de captação e gestão de liquidez lucro presumido. A base de cálculo do imposto de renda e a da contribuição fixados pela legislação societária. no curto, médio e longo prazo. A Companhia gerencia o risco de liquidez social é apurada à razão de 32% sobre as receitas brutas provenientes da 2010 _______ 2009 mantendo adequadas reservas e linhas de crédito bancárias, por meio do _______ prestação de serviços e 100% das receitas financeiras, sobre as quais se - monitoramento contínuo dos fluxos de caixa previstos e reais, e pela combiaplicam as alíquotas regulares de 15%, acrescidas do adicional de 10% Saldo inicial ................................................................. para o imposto de renda e 9% para a contribuição social. g) Direitos e obri- Constituição ................................................................. _______ 67 _______- nação dos perfis de vencimento dos ativos e passivos financeiros. e) Risco de mercado - Risco de câmbio - A Companhia não está exposta a mudangações - Os direitos e as obrigações sujeitos à variação monetária estão 67 demonstrados pelos seus valores atualizados. h) Apuração do resultado Saldo final .................................................................... _______ _______ _______ _______ ças na taxa de câmbio, pois não possui contratos em moeda estrangeira. - A receita é mensurada pelo valor justo da contrapartida recebida ou a receRisco de taxa de juros - A Companhia está exposta ao risco da taxa de ber, deduzida de descontos comerciais. A receita é reconhecida quando da c) Dividendos - Aos acionistas é assegurada a distribuição de 25% do lucro juros, uma vez que possui as seguintes transações: • Aplicações finanefetiva prestação de serviços e o custo do serviço prestado é reconhecido líquido do exercício, ajustado de acordo com o artigo 202 da Lei nº 6.404/76. ceiras remuneradas pelo CDI. f) Análise de sensibilidade - Análise de no mesmo período que a receita é contabilizada. As despesas são regis- Os dividendos para o exercício findo em 31 de dezembro de 2010 foram sensibilidade da taxa de juros - Em 31 de dezembro de 2010, a análise de tradas quando incorridas. i) Resultado financeiro (receitas e despesas calculados conforme demonstrado a seguir: sensibilidade dos ativos financeiros expostos às variações de taxas de juros financeiras) - Representam juros sobre aplicações financeiras, descontos 2010 _______ 2009 da Companhia e os seus respectivos impactos no resultado do exercício, _______ diversos e ajuste a valor presente, que são reconhecidos nos resultados 1.335 - estão demonstrados para o período de 360 dias, conforme segue: do exercício pelo regime de competência. j) Ajuste a valor presente - Os Lucro líquido do exercício............................................ Operação Risco ________ Cenário I _________ Cenário II Cenário III ativos e passivos monetários de curto e longo prazos são ajustados ao seu Reserva legal constituída no exercício limitada ____________ __________________ _________ (67) _______- Exposição a valor presente quando o efeito é considerado relevante em relação às de- a 20% do capital social da Companhia ..................... _______ monstrações financeiras. As contas a receber de clientes prefixadas, foram Base de cálculo para os dividendos mínimos ............. índices 1.268 _______ trazidas ao seu valor presente na data das transações, devido a seus pra_______ _______ _______ variáveis: zos, com base nas taxas internas de juros para clientes. k) Lucro por ação Dividendos mínimos obrigatórios (25%) ...................... 317 _______Ativo: _______ - O lucro básico por ação é calculado mediante a divisão do lucro líquido CDI ............. Decréscimo do índice 105 79 53 317 do exercício atribuível aos acionistas pela quantidade média ponderada de Total de dividendos a pagar ........................................ _______ _______ _______ _______ O cenário I reflete as expectativas para 360 dias, a partir da data do balanço, ações ordinárias em circulação durante o exercício. l) Estimativas contádisponibilizadas no mercado financeiro para cálculo dos valores futuros de beis - Na aplicação das práticas contábeis descritas acima a Administração 8. RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA da Companhia deve fazer julgamentos e elaborar estimativas a respeito dos 2010 _______ 2009 tais operações, sendo 9,38% para o CDI. O cenário II considera queda dos _______ valores contábeis dos ativos e passivos os quais não são facilmente obtidos índices variáveis, dependendo da natureza do risco, de 25%, e o cenário 2.087 de outras fontes. As demonstrações contábeis incluem, estimativas referen- Receita operacional bruta............................................ III, de 50%. (181) _______tes à relação das vidas úteis dos ativos imobilizados, provisões necessárias (-) Impostos incidentes sobre serviços ........................ _______ para os passivos contingentes e outras similares. Os resultados efetivos 1.906 ______________ Angelo Alves dos Santos - Contador Responsável - CRC 1SP 215.108/O-0 podem diferir dessas estimativas. _______ _______
gar um texto com mudanças propostas para a lei tributária para pessoa física e fazer revisões para aprovar as mudanças o mais rápido possível. Entre as ideias, está a elevação do
nível mínimo de renda sujeita à taxação para 3 mil yuans por mês, ante os atuais 2 mil yuans. Além disso, elas reduziram a lista de itens no imposto de renda. (Agências)
Vizinhos querem ajudar Japão, mas restrições continuam.
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inistros do Comércio do Japão, da China e da Coreia do Sul concordaram, ontem, sobre a importância de garantir fluxo constante de bens e pessoas na Ásia, diante das consequências do terremoto e tsunami no Japão, em março. Eles também veem com bons olhos o avanço dos esforços para alcançar um acordo quanto às negociações atuais de um pacto para facilitar investimento. Na visão dos três representantes, a manutenção de um sistema de comércio livre e aberto será de "enorme apoio" para o processo de recuperação do Japão e para assegurar crescimento sustentável para os três países. Os ministros do comércio exterior da China e da Coreia do Sul também disseram a seus pares japoneses que eles esperam que o país asiático possa rapidamente recuperar sua cadeia de suprimentos, reduzida depois do desastre do mês passado e que pode afetar setores da economia global que dependem de partes produzidas naquela nação. "Nós compartilhamos a visão de que a recuperação das regiões afetadas, bem como do
Japão como um todo, é do interesse de todos os países", disseram os ministros, em comunicado conjunto, divulgado após a reunião. O encontro realizado ontem teve por objetivo estabelecer as bases para o encontro de dois dias entre os três países que também será realizado na capital japonesa, Tóquio, em 21 de maio. N eg a ti v a – O ministro da Economia, Comércio e Indústria do Japão, Banri Kaieda, também pediu para a China e Coreia do Sul que permitam a entrada de bens importados japoneses em "base científica". Os dois países impuseram restrições a produtos alimentícios japoneses em virtude de temores quanto à radiação, deflagrados pela crise nuclear que se seguiu ao terremoto. A solicitação, no entanto, foi rejeitada e mostra a dificuldade que o governo japonês enfrentará para restaurar linhas de comércio após casos de contaminação por radiação. "A resposta da Coreia do Sul foi de que eles precisam dar importância à segurança da população. A China também destacou a importância dos produtos alimentícios", disse Kaieda ao sair da reunião. (Agências)
Elevação temporária de tributo está em estudo
O
vice-secretário de gabinete do Japão, Yoshito Sengoku, disse, ontem, que medidas para reabilitar áreas destruídas pelo terremoto e tsunami, em 11 de março, deveriam ser financiadas por elevação temporária de imposto. "É necessário buscar contribuição pública por meio de taxação", disse ele, para repórteres na cidade costeira de Watari, uma das áreas mais devastadas. "É desejável mais arrecadação de imposto por um tempo limitado". Ele afirmou esperar que aqueles que podem pagar mais tributo – seja imposto de renda, de consumo ou corporativo – compartilhe a carga para a reabilitação dos locais afetados. O ex-chefe de gabinete
assumiu o posto atual no mês passado para acelerar os esforços de recuperação. O governo local estima que somente os danos materiais podem superar o montante de US$ 300 bilhões. Montadoras – A Toyota Motor avalia que levará até o fim do ano para que sua produção esteja totalmente recuperada. A montadora disse que a produção começará a se recuperar em julho no Japão e por volta de agosto no exterior. Uma retomada completa acontecerá em novembro ou dezembro. Até lá, as fábricas domésticas da empresa continuarão operando com volumes equivalentes à metade do habitual e com uma média de 40% fora do Japão. (Agências)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
e
ECONOMIA/LEGAIS - 31 Cerca de 40% dos empreendimentos lançados na Grande São Paulo tem o prazo de entrega entre 30 e 45 meses.
conomia Zé Carlos Barreta/Hype
Maior prazo para entrega de imóveis Do total de lançamentos, 40% estarão disponíveis entre 30 e 45 meses.
A
euforia que tomou conta do mercado imobiliário brasileiro nos últimos cinco anos pegou em cheio, primeiro, o bolso do consumidor: o preço do imóvel praticamente dobrou no período. Agora, além de pagar um valor mais alto pela casa própria, o cliente terá de esperar mais tempo para se mudar. Levantamento feito pela Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp) mostra que, no primeiro trimestre de 2007, cerca de 25% d o s e m p re e n d i m e n t o s n a Grande São Paulo tinham prazo de entrega entre 30 e 45 meses, o patamar máximo utilizado pela atividade. Entre janeiro e março de 2011, esse tempo já é estabelecido para 40% dos lançamentos. Até então, a maioria dos imóveis eram entregues em até 15 meses. A dilatação dos prazos para entrega das chaves está sendo
adotada pela maioria das construtoras e incorporadoras, em uma tentativa de evitar os desgastes com atrasos de obra, como os que vêm ocorrendo desde o fim de 2009. Um levantamento feito com dados do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) dá uma ideia da gravidade do problema: entre 2008 e 2010, o número de processos contra construtoras passou de 202 para mais de 500. Reverso – "As obras entregues com atraso foram contratadas com a cabeça de 2007, quando havia mão de obra, insumos e equipamentos disponíveis no mercado", diz o diretor de economia do Sindicato da Construção em São Paulo, Eduardo Zaidan. Na época, com dinheiro em caixa para investir, houve uma corrida das incorporadoras para lançar empreendimentos. O resultado não poderia ter sido outro: o que havia em abundância começou a faltar. "Veio uma pres-
Proprietários são indenizados por atrasos
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asado e com dois filhos, Marcos, de 41 anos, decidiu em 2008 que estava na hora de deixar a casa da mãe. Comprou um apartamento no município de São Paulo e fez planos para se mudar em novembro do ano seguinte. Mas o projeto teve de ser adiado pelo crescimento imobiliário, do qual Marcos, a mulher e os filhos acabaram virando vítimas. Por problemas de gestão, falta de mão de obra e de materiais, o imóvel comprado por ele está com previsão de entrega para setembro de 2011: quase dois anos de atraso. Há duas semanas, a Justiça decidiu, em primeira instância, que o caso de Marcos merecia uma reparação e determinou que a incorporadora Ecoesfera, responsável pela obra, pagasse a ele uma indenização por danos morais e materiais, equivalente a mais de R$ 100 mil. A decisão é uma das primeiras a beneficiar as vítimas da expansão imobiliária. Na sentença, o juiz Carlos Fantacini exige da incorporadora o pagamento de 0,84% do valor do imóvel (R$ 213 mil) por mês de atraso até a entrega das chaves. A multa começa a valer em novembro de 2009, quando o empreendimento deveria ter sido concluído. Com isso, o juiz desconsiderou o prazo de seis meses garantido em contrato às construtoras para eventuais atrasos. Prazo de carência – "Apesar
de estar previsto contratualmente, o atraso é incompreensível e inaceitável. Por isso, a Justiça ignorou o prazo de carência que resguarda a construtora", afirma Maria Inês Dolci, coordenadora institucional do Pro Teste. Ela aconselha os consumidores a tomarem providências judiciais assim que os 180 dias expirarem. "O comprador fica com a esperança de que o imóvel será entregue no mês seguinte e quando percebe já se passou mais de um ano." No caso de Marcos, como compensação pelos danos morais, o juiz determinou que 20% do valor do imóvel sejam abatidos do saldo devedor. Em outra decisão recente, a juíza Adriana Porto Mendes, condenou a construtora MVG, de Guarulhos, a indenizar em R$ 45 mil, um dos clientes que espera para entrar no apartamento que deveria ter ficado pronto em dezembro de 2009. "Alguns dos moradores se mudaram em fevereiro, mas só vou quando tudo estiver no lugar", diz o cliente que pediu para não ser identificado. "Eles estão vivendo em uma obra e não em um condomínio." Procurada, a MVG não retornou às ligações feitas pela reportagem e a Ecoesfera informou, por e-mail, que "os contratos, na sua quase totalidade, foram renegociados com sucesso e todos os clientes informados do novo cronograma de entrega". (AE)
Corte orçamentário não afeta Minha Casa, Minha Vida
O
corte orçamentário de 40% não afetou a execução do principal programa habitacional do governo federal. No acumulado de 2011, os pagamentos do Minha Casa, Minha Vida somam R$ 1,89 bilhão e superam o volume gasto em 2010, que foi de R$ 1,57 bilhão. Os números consideram os recursos do Orçamento Geral da União para o programa, geralmente destinados a cobrir os gastos com os subsídios às linhas de crédito. As cifras não incluem o valor dos financiamentos habitacionais concedidos pelos bancos oficiais. Até agora, os gastos do Minha Casa, Minha Vida em 2011 foram executados com restos a pagar (recursos autorizados em um ano para serem gastos em outros) de 2010. Nada saiu do orçamento deste ano.
A ação com maior execução em 2011 foi a transferência de recursos para o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), de R$ 1,7 bilhão. Em segundo, a subvenção da habitação de interesse social em cidades com menos de 50 mil habitantes, com R$ 163 milhões. Depois, projetos de interesse social em áreas rurais, com R$ 30,2 milhões. Com orçamento previsto de R$ 12,77 bilhões neste ano, o Minha Casa, Minha Vida sofreu corte de R$ 5,16 bilhões, o que reduziu a verba em 40%, para R$ 7,61 bilhões. O governo informou que os cortes se deviam ao fato de o Congresso Nacional não ter aprovado a segunda etapa do programa habitacional e assegurou que a primeira fase do programa seria preservada. (ABr)
são enorme de falta de gente, máquinas, material e na hora de entregar o imóvel, simplesmente, ele não estava pronto. Não dá mais para prometer no mesmo prazo." A incorporadora paulistana MaxCap já acrescentou seis meses ao prazo previsto para a conclusão da obra. Além disso, incluiu no contrato uma cláu-
Entre as razões para a demora, está a falta de mão de obra qualificada.
sula na qual orienta compradores a não planejarem compromissos durante o prazo de "carência", que garante à construtora a possibilidade de atrasar em 180 dias a entrega das
chaves, por motivos fundamentados, como a incidência de chuva ou mesmo falta de mão de obra. Impas se – "Mesmo assim, os atrasos vão continuar, não
tem saída", afirma José Paim de Andrade Junior, presidente da MaxCap. Dos 40 projetos que a companhia tem em andamento, 70% estão com atrasos superiores a três meses. "Estamos trabalhando com uma mão de obra menos qualificada e, portanto, menos produtiva." A PDG, maior incorporadora do País, também vai levar mais tempo para entregar os empreendimentos. Com 200 canteiros de obras em execução atualmente, a companhia estendeu os prazos em quatro meses. "Estamos em regiões diferentes do Brasil que exigem planejamento diferenciado", diz Milton Goldfarb, presidente da Goldfarb, empresa da PDG. (AE)
SOL LEVANTE PARTICIPAÇÕES SA. CNPJ 05.608.178/0001-33 RELATÓRIO DA DIRETORIA Senhores Acionistas, submetemos a vossa apreciação as demonstrações referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010. ATIVO CIRCULANTE Caixa e Bancos Aplicações Financeiras Contas a Receber NÃO CIRCULANTE Investimentos Imóveis Móveis e Equipamentos TOTAL DO ATIVO
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 - (Em Reais) 2010 2009 PASSIVO 2010 726.934,40 309.799,08 CIRCULANTE 42.157,81 46.645,02 30.098,41 Imposto de Renda/Contribuição Social 1.994,33 678.189,38 277.600,67 Contas a Pagar 2.431,00 2.100,00 2.100,00 Receitas Financeiras Diferidas 37.732,48 21.338.728,32 16.376.723,42 PATRIMÔNIO LÍQUIDO 22.023.504,91 19.813.135,80 14.853.806,23 Capital Social 13.575.004,00 1.510.003,09 1.510.003,09 Reservas de Lucros 2.797.543,27 15.589,43 12.914,10 Resultado do Exercício 5.650.957,64 22.065.662,72 16.686.522,50 Total do Passivo 22.065.662,72
2009 17.317,70 3.298,97 2.431,00 11.587,73 16.669.204,80 2.857.896,00 11.833.591,95 1.977.716,85 16.686.522,50
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31/12/2010 E 2009 - (Valores Expressos em Reais - R$) Patrimônio Líquido 31 de dezembro de 2008 Lucro Líquido no Exercício Patrimônio Líquido 31 de dezembro de 2009 Aumento do Capital Mediante Aproveitamento das Reservas Lucro Líquido no Exercício em 31 de dezembro de 2010 Dividendo Pagos Patrimônio Líquido em 31 de dezembro de 2010
Capital Subscrito 2.857.896,00 – 2.857.896,00 10.717.108,00 – – 13.575.004,00
Reservas de Lucros 11.833.591,95 1.977.716,85 13.811.308,80 (10.717.108,00) 5.650.957,64 (296.657,53) 8.448.500,91
Patrimônio Líquido 14.691.487,95 1.977.716,85 16.669.204,80 – – – 22.023.504,91
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 2009 1 - A Sociedade tem por objetivo participação em outras sociedades e locação de bens imóveis. 2 - O Capital social é de R$ 13.575.004,00 (treze milhões, quinhentos e setenta e cinco mil e quatro reais) correspondendo a 6.787.502 (seis milhões, setecentos e oitenta e sete mil e quinhentas e duas) ações ordinárias e 6.787.502 (seis milhões, setecentos e oitenta e sete mil, quinhentos e duas) ações preferenciais nominativas, no valor de R$ 1,00 (hum real) cada uma.
3 - As participações em empresas controladas são demonstradas ao custo de aquisição e avaliadas pelo método de equivalência patrimonial. 4 - As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis emanadas da Legislação Societária e das normas substanciais nos pronunciamentos contábeis emitidos pelo CPC - Comitê de Pronunciamentos Contábeis, e as alterações introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e Lei nº11.941/09.
DIRETORIA Albino José Coelho da Rocha Filho Presidente
Ana Maria Gomes Carreira Contadora - CRC-SP nº 097895/0-6
São Paulo, 18 de abril de 2011 DEMONST. DO RESULTADO EM 31/12/2010 E 31/12/2009 - (Em Reais) RECEITAS OPERACIONAIS 2010 2009 Receitas de Aluguéis 89.047,24 86.980,52 Outras Receitas 30.585,66 104.479,13 (-) Impostos s/Receitas (3.250,17) (3.932,57) Resultado Equivalência Patrimônial 5.613.984,82 1.865.746,99 (-) DESPESAS OPERACIONAIS Honorários Diretoria / Terceiros (40.553,32) (37.797,00) Despesas Com Pessoal (5.172,00) (5.172,00) Impostos e Taxas (1.173,40) (1.038,82) (-) DESPESAS FINANCEIRAS (34,80) (27,53) (-) OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS (25.637,55) (24.841,74) (-) PROVISÕES TRIBUTÁRIAS (6.838,84) (6.680,13) Resultado do Exercício 5.650.957,64 1.977.716,85 Dem. dos Fluxos de Caixa - Método Indireto Exercícios 2010 e 2009 FLUXO OPERACIONAL 2010 2009 Lucro Líquido 5.650.957,64 1.977.716,85 Ajustes por (-) Resultado de Eq.Patrimonial (5.613.984,82) (1.865.746,99) Lucro Ajustado 36.972,82 111.969,86 Mudança nos Ativos e Passivos Obrigações Tributárias e Encargos Sociais (1.304,64) 1.355,02 Receitas Financeiras Diferidas 26.144,75 11.587,73 Dividendo Pagos (296.657,53) 0,00 Caixa Gerado - Atividades Operacionais (234.844,60) 124.912,61 Atividades de Investimentos Investimento Inicial 170.000,00 101.165,70 Investimento Final (207.732,48) (170.000,00) Ajuste de mercado 11.587,73 (11.587,73) Dividendo Recebidos 680.800,00 0,00 Aquisições de Imobilizado (2.675,33) (4.613,00) Caixa Consumido - Ativ. Investimentos 651.979,92 (85.035,03) Aumento (Redução) Líquido do Caixa 417.135,32 39.877,58 No Início do Exercício 309.799,08 269.921,50 No Fim do Exercício 726.934,40 309.799,08 Redução (Aumento) Líquido do Caixa 417.135,32 39.877,58
VNC PRONTO CONSULTORIA DE IMÓVEIS S.A. CNPJ/MF nº 11.990.425/0001-01 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO
Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, temos o prazer de submeter à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2010 acompanhadas das notas explicativas. A Administração BALANÇOS PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (Em milhares de reais - R$) Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa .............. Contas a receber de clientes ................ Outras contas a receber ....................... Total do ativo circulante ........................... Não Circulante Imobilizado ............................................ Intangível .............................................. Total do ativo não circulante ....................
Nota explicativa _______ 2010 _______ 2009 __________ 3 4
5
359 294 3 ______________ 656 ______________ 273 1 ______________ 274 _______ _______-
Total do Ativo ...........................................
Passivo Circulante Salários, provisões e contribuições sociais ................................................. Impostos e contribuições a pagar ......... Imposto de renda e contribuição social a pagar ..................................... Dividendos a pagar ............................... Total do passivo circulante Patrimônio Líquido Capital social......................................... Reserva de Capital ............................... Reserva de lucros ................................. Total do patrimônio líquido....................... Total do Passivo e do Patrimônio Líquido ..................................................
930 _______ _______ _______ _______As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
Nota explicativa _______ 2010 _______ 2009 __________ 51 35 6 7.d.
7.a. 7.b.
-
88 8 ______________ 182 ______________ 35 458 255 ______________ 748 ______________ 930 _______ _______ _______ _______-
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (Em milhares de reais - R$)
Subscrição e integralização de capital em 24 de setembro de 2010 ........ Lucro líquido do exercício .......................................................................... Proposta para destinação do lucro líquido do exercício Constituição da reserva legal.................................................................. Dividendos mínimos obrigatórios............................................................ SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010..............................................
Nota Capital Reserva explicativa ________ Social __________ de capital __________ 7.a. e 7.b. 35 458 -
Reserva de lucros ____________________ Reserva Retenção legal __________ de lucros ________ Total ________ 493 338 338
7.c. 7.d.
7 (7) (83) ________ (83) ________- __________- ________- __________ 35 __________ 458 ________ 7 __________ 248 ________ 748 ________ __________ __________ ________ ________ ________ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
Nota explicativa __________ Receita operacional líquida ................ 8 Custo dos serviços prestados............. Lucro Bruto .......................................... (Despesas) receitas operacionais Despesas com vendas........................ Despesas gerais e administrativas ..... 9 Remuneração da administração ......... Despesas com depreciações e amortizações .................................... Lucro operacional antes do resultado financeiro.......................... Resultado financeiro Receitas financeiras............................ Despesas financeiras.......................... Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social ...................... Imposto de renda e contribuição social................................................. Lucro líquido do exercício ..................
2010 _______ 2009 _________ 780 (89) _________ _______691 (81) (131) (50)
(9) ________________ 420
-
9 (1) ________________ 8 428
10
-
-
(90) ________________ 338 ________________ _________ _______
Lucro líquido do exercício por ação Números de ações (mil) ...................... Lucro por ação - R$ ............................
5 ________________ 62,59259 _________ _________ _______ _______ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
9. DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS
2010 _______ 2009 _______ Despesas com pessoal ................................................ (75) Despesas administrativas ............................................. (21) Marketing ...................................................................... (15) Despesas com informática e telecomunicações .......... (10) imobilizados, provisões necessárias para os passivos contingentes e outras Outras despesas .......................................................... _______ (10) _______similares. Os resultados efetivos podem diferir dessas estimativas. (131) _______ _______ ______________ 3. CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 2010 _______ 2009 10. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL _______ 2010 _______ 2009 _______ Caixa e bancos ............................................................. 30 Companhia tributada pelo lucro presumido: Aplicações financeiras: Receita bruta de serviços ............................................ 859 _______ _______ Certificados de Depósito Bancário - CDBs ................ _______ 329 _______Receita líquida de serviços .......................................... _______ 859 _______ _______ _______359 _______ _______ ______________ 275 As aplicações financeiras da Companhia são mantidas em títulos atrelados à Lucro presumido (32%)................................................ 7 _______variação do Certificado de Depósito Interbancário (“CDI”) e possuem liquidez Outras receitas operacionais e financeiras .................. _______ Base de cálculo do IRPJ e da CSLL ............................ 282 diária cujos valores se aproximam dos valores de mercado. IRPJ - alíquota nominal - 15% ..................................... (42) 4. CONTAS A RECEBER DE CLIENTES IRPJ - adicional de 10%............................................... (22) 2010 _______ 2009 _______ CSLL - alíquota nominal de 9% ................................... _______ (25) _______Circulante: Despesa com imposto de renda e contribuição social .. _______ (90) _______ _______ _______Contas a receber de clientes .................................... 296 Ajuste a valor presente ............................................. _______ (2) _______- 11. INSTRUMENTOS FINANCEIROS A Companhia não mantém instrumentos financeiros para operações 294 _______ _______ _______ _______- com derivativos em 31 de dezembro de 2010 nem com operações de A composição das contas a receber, por vencimento, é como segue: risco semelhante. a) Risco de capital - A Administração da Companhia 2010 _______ 2009 administra o capital da Companhia de maneira que possam continuar com _______ A vencer: suas atividades normais, ao mesmo tempo em que maximizam o retorno a Até 60 dias.................................................................. 216 - todas as partes interessadas ou envolvidas em suas operações, por meio da De 181 a 360 dias ...................................................... 24 - otimização do saldo das dívidas e do patrimônio. A estrutura de capital da Vencidas: Companhia consiste em caixa e equivalentes de caixa e patrimônio líquido Até 60 dias.................................................................. _______ 56 _______- (compreendendo o capital e reservas de lucros, conforme apresentado na 296 _______ _______ _______ _______ nota explicativa nº 7). b) Categorias dos principais instrumentos financeiros 5. IMOBILIZADO Valor contábil É composto como segue: ________________ Taxa média 2010 _______ 2009 _______ Ativos financeiros: anual de ________________________ 2010 Empréstimos e recebíveis Caixas e equivalentes de caixa ............................... 359 depreciação - % Custo Líquido ______________ _____ Depreciação ___________ _______ Contas a receber ..................................................... _______ 294 _______Imobilizado: 653 _______ _______ _______Benfeitorias e _______ instalações em imóveis Os instrumentos financeiros os quais estão reconhecidos nas demonstrações de terceiros .................. 20 93 (5) 88 financeiras da Companhia a valor contábil, não apresentam variações Equipamentos de significativas em relação aos respectivos valores de mercado. O saldo informática ................... 20 50 (3) 47 do contas a receber é apresentado considerando-se as respectivas Móveis e utensílios ......... 10 51 (1) 50 apropriações de receitas e encargos. c) Risco de crédito - Os instrumentos Imobilizado em financeiros que potencialmente sujeitam a Companhia a concentrações de andamento ................... 88 - _______ 88 risco de crédito consistem primariamente em caixa e bancos, aplicações 273 _______ _______ financeiras e contas a receber. A Companhia mantém contas-correntes bancárias com instituições aprovadas pela Administração com o objetivo de 6. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL A PAGAR 2010 _______ 2009 diversificação de risco. A base de clientes é pulverizada, sendo o nível de _______ Imposto de renda......................................................... 62 - contas a receber da Companhia, monitorado por meio de controles internos Contribuição social ...................................................... _______ 26 _______- e, para aqueles em que não há expectativa de realização, é constituída a 88 _______ _______ _______- provisão para perdas com créditos de liquidação duvidosa, o que limita o _______ risco de contas inadimplentes. d) Risco de liquidez - A responsabilidade 7. PATRIMÔNIO LÍQUIDO final pelo gerenciamento do risco de liquidez é da Administração da a) Capital social - O capital social é representado por 5.400 ações ordinárias Companhia, que elaborou um modelo apropriado de gestão de risco de nominativas, escriturais e sem valor nominal, correspondente ao valor de R$ liquidez para o gerenciamento das necessidades de captação e gestão de 35. b) Reserva de capital - A reserva de capital foi constituída em 24 de liquidez no curto, médio e longo prazo. A Companhia gerencia o risco de setembro de 2010, pelo valor de R$ 458. c) Reserva legal - É constituída liquidez mantendo adequadas reservas e linhas de crédito bancárias, por mediante a apropriação de 5% do lucro líquido apurado no fim de cada meio do monitoramento contínuo dos fluxos de caixa previstos e reais, e exercício, até atingir os limites fixados pela legislação societária. pela combinação dos perfis de vencimento dos ativos e passivos financeiros. 2010 _______ 2009 _______ e) Risco de mercado - Risco de câmbio: A Companhia não está exposta Saldo inicial .................................................................. - a mudanças na taxa de câmbio, pois não possui contratos em moeda Constituição .................................................................. _______ 7 _______- estrangeira. Risco de taxa de juros: A Companhia está exposta ao risco Saldo final ..................................................................... _______ 7 _______ _______ _______- da taxa de juros, uma vez que possui as seguintes transações: • Aplicações d) Dividendos - Aos acionistas é assegurada a distribuição de 25% do lucro financeiras remuneradas pelo CDI. f) Análise de sensibilidade - Análise de líquido do exercício, ajustado de acordo com o artigo 202 da Lei nº 6.404/76. sensibilidade da taxa de juros: Em 31 de dezembro de 2010, a análise de Os dividendos para o exercício findo em 31 de dezembro de 2010 foram sensibilidade dos ativos financeiros expostos às variações de taxas de juros calculados conforme demonstrado a seguir: da Companhia e os seus respectivos impactos no resultado do exercício, 2010 _______ 2009 estão demonstrados para o período de 360 dias, conforme segue: _______ Operação Risco ________ Cenário I _________ Cenário II Cenário III Lucro líquido do exercício ............................................. 338 - ____________ __________________ _________ Reserva legal constituída no exercício limitada a Exposição a 20% do capital social da Companhia ......................... _______ (7) _______índices variáveis: Base de cálculo para os dividendos mínimos .............. _______ 331 _______ _______ _______Ativo: Dividendos mínimos obrigatórios (25%) ....................... 83 CDI............. Decréscimo do índice 30 22 15 Dividendos antecipados ............................................... _______ (75) _______O cenário I reflete as expectativas para 360 dias, a partir da data do balanço, Total de dividendos a pagar.......................................... _______ 8 _______ _______ _______- disponibilizadas no mercado financeiro para cálculo dos valores futuros de 8. RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA tais operações, sendo 9,38% para o CDI. O cenário II considera queda dos 2010 _______ 2009 índices variáveis, dependendo da natureza do risco, de 25%, e o cenário _______ Receita operacional bruta............................................. 854 - III, de 50%. (-) Impostos incidentes sobre serviços ......................... _______ (74) _______Angelo Alves dos Santos - Contador Responsável - CRC 1SP 215.108/O-0 780 _______ _______ _______ _______-
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (Valores expressos em milhares de reais - R$, exceto quando indicado de outra forma) 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Companhia VNC Pronto Consultoria de Imóveis S.A. (“VNC Pronto” ou “Companhia”) iniciou suas operações em 07 de julho de 2010 e tem como atividades a prestação de serviços de consultoria e intermediação de imóveis, assessoria técnica imobiliária, prestação de serviços de correspondente bancário e a administração de bens imóveis. A Companhia é uma controlada indireta da empresa LPS Brasil Consultoria de Imóveis S.A., que tem suas ações negociadas na BM&F Bovespa Bolsa de Valores Mercadorias e Futuros S.A. 2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS E PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS 2.1. Declaração de conformidade - As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que incluem os princípios contábeis em consonância com a Lei das Sociedades por Ações, incluindo as alterações promovidas pela Lei nº 11.638/07 e pela Medida Provisória nº 449/08, posteriormente convertida na Lei nº 11.941/09, e os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC, aplicadas de maneira consistente com as práticas contábeis descritas na Nota Explicativa nº 2.2. 2.2. Principais práticas contábeis adotadas: a) Moeda funcional e de apresentação - As demonstrações financeiras da Companhia são apresentadas em reais (R$), que é a moeda funcional e de apresentação. b) Caixa e equivalentes de caixa - Incluem caixa, saldos em conta movimento e aplicações financeiras de alta liquidez (com prazo original, igual ou inferior a 90 dias), prontamente conversíveis em um montante de caixa e sujeitos a insignificante risco de mudança de valor. As aplicações financeiras estão demonstradas pelos valores aplicados, acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço, cujos valores não superam os valores de mercado. c) Instrumentos financeiros Somente são reconhecidos a partir da data em que a Companhia se torna parte das disposições contratuais dos instrumentos financeiros. Quando reconhecidos, são inicialmente registrados ao seu valor justo acrescido dos custos diretamente atribuíveis à sua aquisição ou emissão. Sua mensuração subsequente ocorre a cada data de balanço de acordo com as regras estabelecidas para cada tipo de classificação de instrumentos financeiros. A Companhia classifica seus ativos financeiros sob a categoria de: empréstimos e recebíveis. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. A Administração determina a classificação de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial. i) Empréstimos e recebíveis - Incluem-se nessa categoria os empréstimos concedidos e os recebíveis que são ativos financeiros não derivativos com recebimentos fixos ou determináveis: porém, não cotados em mercado ativo. Após o reconhecimento inicial, são mensurados pelo custo amortizado pelo método da taxa efetiva de juros. Os juros, menos as perdas do valor recuperável, quando aplicável, são reconhecidos no resultado, quando incorridos. Os ativos financeiros reconhecidos pela Companhia nesta categoria de instrumentos financeiros são: caixa e equivalentes de caixa e contas a receber de clientes. d) Contas a receber de clientes - Registradas inicialmente pelo valor nominal dos títulos, os quais estão sujeitos ao ajuste a valor presente. A Companhia considera cada transação no cálculo desse ajuste contabilizando, quando relevante, a crédito nesse grupo de contas em contrapartida à rubrica “Receita bruta de serviços”, no resultado. A provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída com base na análise dos riscos de realização dos créditos a receber, em montante considerado pela Administração como suficiente para cobrir eventuais perdas. e) Imobilizado Os ativos imobilizados foram registrados ao custo de aquisição e são depreciados pelo método linear, considerando-se a vida útil-econômica estimada de cada bem. f) Imposto de renda e contribuição social A Companhia optou pelo regime de tributação com base no lucro presumido. A base de cálculo do imposto de renda e a da contribuição social é apurada à razão de 32% sobre as receitas brutas provenientes da prestação de serviços e 100% das receitas financeiras, sobre as quais se aplicam as alíquotas regulares de 15%, acrescidas do adicional de 10% para o imposto de renda e 9% para a contribuição social. g) Direitos e obrigações - Os direitos e as obrigações sujeitos à variação monetária estão demonstrados pelos seus valores atualizados. h) Apuração do resultado - A receita é mensurada pelo valor justo da contrapartida recebida ou a receber, deduzida de descontos comerciais. A receita é reconhecida quando da efetiva prestação de serviços e o custo do serviço prestado é reconhecido no mesmo período que a receita é contabilizada. As despesas são registradas quando incorridas. i) Resultado financeiro (receitas e despesas financeiras) - Representam juros sobre aplicações financeiras, descontos diversos e ajuste a valor presente, que são reconhecidos nos resultados do exercício pelo regime de competência. j) Ajuste a valor presente - Os ativos e passivos monetários de curto e longo prazos são ajustados ao seu valor presente quando o efeito é considerado relevante em relação às demonstrações financeiras. As contas a receber de clientes prefixadas, foram trazidas ao seu valor presente na data das transações, devido a seus prazos, com base nas taxas internas de juros para clientes. k) Lucro por ação - O lucro básico por ação é calculado mediante a divisão do lucro líquido do exercício atribuível aos acionistas pela quantidade média ponderada de ações ordinárias em circulação durante o exercício. l) Estimativas contábeis - Na aplicação das práticas contábeis descritas acima a Administração da Companhia deve fazer julgamentos e elaborar estimativas a respeito dos valores contábeis dos ativos e passivos os quais não são facilmente obtidos de outras fontes. As demonstrações contábeis incluem estimativas referentes à relação das vidas úteis dos ativos
DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (Em milhares de reais - R$, exceto o lucro líquido por ação)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
32 -.ECONOMIA/LEGAIS
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
e Líquidos preciosos no roteiro da Copa O consumo de cerveja no Brasil é de 47,9 litros por habitante ao ano
conomia
Indústria aposta no crescimento do turismo, impulsionado por megaeventos esportivos, e lança novas fórmulas e formatos para conquistar os consumidores. Fotos: Marcos Mendes/LUZ
Indústria – Entre as ações esGiseli Cabrini tão a adoção de novas embalagens pelos fabricantes como Brasil recebeu, só "bag in box" e "screwcap". Elano ano passado, borada em filme transparente 5,16 milhões de tu- multicamada, a primeira tem ristas estrangeiros, capacidade para armazenar de um volume 7,8% maior que o três a cinco litros, garantindo registrado no ano anterior. E as propriedades da bebida por com a Copa do Mundo de 2014 mais tempo: cerca de 30 dias. Já estima-se que o fluxo de visi- o segundo conceito "tampas de tantes externos possa crescer alumínio de rosca" tem por obaté 79%, conforme estudo rea- jetivo facilitar o consumo, dislizado pela consultoria Ernst & pensando o uso de abridor. "Na Inglaterra, um dos Young em parceria com Funp r i n c i p a i s c o n s u m i d o re s dação Getúlio Vargas (FGV). De olho nesse potencial de mundiais, essas novas embaampliação do movimento de lagens já representam 60% do bares e restaurantes, entidades mercado." Ainda segundo o ligadas às cadeias do vinho e da executivo do Ibravin, no Bracachaça multiplicam iniciativas s i l , a M i o l o Wi n e G r o u p para extrair goles cada vez mais (MWG) – que controla a Almadén – já adota expressivos do a screwcap. mercado na" O p r i n c icional de bebipal gargalo das, no qual a A meta é atingir o não está na cerveja reina consumo de 9 litros p r o d u ç ã o , soberana. mas na distriE vale tudo por habitante ao na conquista ano até 2014 e que o buição. A cultura do vinho do consumivinho esteja entre é pouco dissedor, até mesas bebidas minada no camo a busca oficiais da Copa. n a l d e v e npor novas técdas. Isso sem nicas que perDIEGO BERTOLINI, DO IBRAVIN contar que o mitam a fabriponto de dose c a ç ã o d e v inhos com menor teor alcoóli- costuma colocar uma marco, embalagens que facilitem e gem muito grande sobre esse prolonguem o consumo e trei- tipo de produto. Estamos empenhados em mudar isso." namento de força de venda. Segundo Bertolini, para driSegundo o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja blar isso, além de feiras do seg(Sindicerv), o consumo da be- mento – entre elas o 15º Salão bida no Brasil é de cerca de 47,9 Internacional do Vinho (Expolitros por habitante ao ano. Es- vinis), que acontece de 26 a 28 timativa a partir de dados do de abril – o Ibravin tem intenInstituto Brasileiro de Cachaça sificado a participação em (Ibrac) aponta que nessa cate- eventos das cadeias supermergoria são ingeridos 4,03 litros cadista e atacadista. Presença – A agenda estraper capita.Para os vinhos, o patamar varia de dois a três litros, tégica da Câmara Setorial da de acordo com o Instituto Bra- Cachaça para 2015, segundo o Ibrac, prevê também ações de sileiro do Vinho (Ibravin). "Nossa meta é atingir o con- aproximação com os pontos sumo de 9 litros por habitante ao de venda a fim de ampliar o ano até 2014. Queremos que o consumo de cachaça durante vinho nacional esteja entre as o mundial de futebol e os Jobebidas oficiais da Copa", afir- gos Olímpicos. "Vamos intenmou o gerente de marketing do sificar a presença de cartas de cachaça em bares e restauranIbravin, Diego Bertolini.
O
Vale tudo para atrair adeptos, até mesmo a busca por novas técnicas, embalagens que facilitem o consumo e treinamento de vendas.
tes, capacitar mão de obra e criar roteiros turísticos para promover a bebida", disse o diretor-executivo do Ibrac, Carlos Lima. Outro projeto envolve o combate à informalidade por meio do reingresso da atividade ao Simples Nacional. "Isso é fundamental para que as pessoas consumam um produto de qualidade e assim o estigma que envolve a cachaça seja diluído." Lima completou: "Há mais de dez anos, a indústria tem investido pesado em novos produtos e embalagens. Há garrafas que custam até R$ 600. A cachaça é o único destilado do mundo envelhecido em vários tipos de madeira. Além, é claro, do trabalho de valorização do produto no exterior que é o caminho para que isso aconteça no mercado interno."
Diana Paolucci S/A Indústria e Comércio CNPJ: 60.715.703/0001-28 Demonstrações contábeis Balanços patrimoniais em 31 de Dezembro de 2010 e 2009 (Em reais) Ativo Notas 2010 2009 Passivo e Patrimônio Líquido Notas 2010 2009 Passivo circulante Ativo circulante 8 14.703.425 17.629.918 Caixa e equivalentes de caixa 3 8.734.646 5.834.151 Empréstimos e financiamentos - 9.139.172 13.767.356 Contas a receber - 26.890.780 45.814.631 Fornecedores - 370.681 290.010 Estoques 4 16.327.725 1.817.734 Obrigações trabalhistas Obrigações tributárias - 651.380 1.399.100 Tributos a recuperar 5 11.019.093 7.010.820 - 1.154.303 2.735.677 Créditos diversos 6 1.842.895 16.844.530 Contas a pagar Provisões tributárias do exercício 1.093.178 2.511.442 Despesas do exercício Seguinte 1.346 37.583 Total do passivo circulante 27.112.139 38.333.503 Total do ativo circulante 64.816.485 77.359.449 Passivo não circulante Ativo não circulante Obrigações tributárias - 541.831 1.981.344 Realizável a longo prazo Tributos diferidos 9 2.087.344 2.087.344 Partes relacionadas - 3.475.320 1.177.454 Resultado de Exercícios Futuros 823.347 Depósitos judiciais e outros créditos - 468.891 583.144 Total do passivo não circulante 3.452.522 4.068.688 Tributos a recuperar - crédito prêmio IPI 5 2.212.756 11.074.971 Patrimônio líquido 10 6.156.967 12.835.569 Capital social - 30.259.323 14.865.989 Investimentos - 209.617 209.617 Reserva legal - 2.329.444 1.560.925 Imobilizado líquido 7 2.204.583 2.049.001 Reserva de incentivos fiscais - 1.357.347 17.004.876 Intangível - 323.907 376.979 Reserva de lucros - 9.200.784 16.996.634 Total do ativo não circulante 8.895.074 15.471.166 43.146.898 50.428.424 Total do ativo 73.711.559 92.830.615 Total do passivo e patrimônio líquido 73.711.559 92.830.615 Demonstrações das mutações do patrimônio líquido para os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2010 e 2009 (Em Reais) Capital social Reserva legal Reserva de incentivos fiscais Reserva de lucros Total 14.865.989 1.560.925 16.750.681 3.179.298 36.356.893 Saldos em 31 de Dezembro de 2008 Constituição de reserva legal 254.195 (254.195) Resultado líquido do exercício 5.083.904 5.083.904 Ajuste Exercícios Anteriores 8.987.627 8.987.627 Saldos em 31 de Dezembro de 2009 14.865.989 1.815.120 16.750.681 16.996.634 50.428.424 Aumento de capital 15.393.334 (15.393.334) Constituição da reserva legal 514.324 (514.324) Distribuição de Lucros (17.568.013) (17.568.013) Resultado líquido do exercício 10.286.487 10.286.487 Saldos em 31 de Dezembro de 2010 30.259.323 2.329.444 1.357.347 9.200.784 43.146.898 Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2010 e 2009(Valores expressos em Reais) 1. Contexto operacional: A Cia. opera nos segmentos de industrialização, reza das ações, existência de processos anteriores, posicionamento dos comércio, importação e exportação, confecção de uniformes por atacado tribunais e complexidade da causa, sempre que a perda for avaliada como e varejo e de ferragens em geral. 2. Apresentação das Demonstrações provável, os valores possam ser mensurados c/suficiente segurança e que Contábeis: 2.1. Base de apresentação: As demonstrações contábeis da haja a perspectiva de uma provável saída de recurso. P/as perdas classiSociedade em 31/12/2010 e 2009 foram preparadas de acordo c/as práticas ficadas como possíveis, os passivos não são contabilizados, devendo ser contábeis adotadas no Brasil, c/base nas disposições contidas na Lei das divulgados em nota explicativa. As perdas consideradas como remotas não Sociedades por Ações - Lei nº 6.404/76, alteradas pelas Leis nº 11.638/07 são registradas ou divulgadas. e 11.941/09, e nos pronunciamentos, nas orientações e nas interpretações 3. Caixa e Equivalentes de Caixa 2010 2009 emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), homologados Caixa 12.909 262.190 pelos órgãos reguladores. 2.2. Principais práticas contábeis adotadas: Bancos Conta Movimento 3.632.491 315.429 São as seguintes as práticas adotadas p/elaboração destas demonstra- Aplicações Financeiras 5.089.246 5.256.532 ções contábeis: Estimativas contábeis: A elaboração de demonstrações Total 8.734.646 5.834.151 contábeis requer que a Administração use de julgamento na determinação 4. Estoques 2010 2009 e registro de estimativas contábeis, revisando-as anualmente. Os ativos e Matéria Prima 11.755.962 1.763.202 passivos significativos sujeitos a estas estimativas e premissas incluem o Aviamentos 489.832 54.532 valor residual do ativo imobilizado, provisão p/créditos de liquidação du- Produto Acabado 4.081.931 vidosa, obsolescência de estoques e de contingências. A liquidação das Total 16.327.725 1.817.734 transações envolvendo estas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. Caixa e equivalentes de caixa: Incluem caixa, saldos positivos em conta movimento, aplicações financeiras c/liquidez imediata e c/risco insignificante de mudança de seu valor de mercado. As aplicações financeiras incluídas nos equivalentes de caixa são classificadas na categoria “ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado”. Estoques: Foram avaliados pelo custo médio de aquisição excluídos os impos- 5. Impostos a recuperar 2010 2009 tos, c/custo não superior ao valor de mercado ou realização. Tributos a Pis processo judicial 2.253.153 2.160.410 recuperar: Os valores retidos e não compensados de exercícios anteriores Icms a recuperar 6.734.014 4.011.934 encontram-se corrigidos monetariamente c/base na variação da taxa SE- IPI a recuperar 42.641 128.379 LIC. Imobilizado líquido: Registrado pelo custo de aquisição, deduzido das Pis a recuperar 14.270 respectivas depreciações acumuladas. As depreciações são computadas Cofins a recuperar 65.729 pelo método linear, de acordo c/as taxas informadas na Nota Explicativa Pis sobre compras – diferido 206.189 69.583 nº 7, estando sujeitos à análise sobre sua recuperabilidade. Empréstimos Cofins sobre compras – diferido 1.009.716 320.979 e financiamentos: São atualizados pelas variações monetárias incorridas Impostos retidos de órgãos públicos 503.208 136.078 até a data do balanço e os juros respectivos transcorridos estão provisio- Impostos pagos por estimativa 22.318 24.717 nados. Outros ativos e passivos (circulantes e não circulantes): Um Outros impostos a compensar 167.855 158.740 ativo é reconhecido no balanço patrimonial quando for provável que seus Subtotal 11.019.093 7.010.820 benefícios econômicos futuros serão gerados em favor da Sociedade e seu Crédito prêmio IPI 15.192 4.900.430 custo ou valor puder ser mensurado c/segurança. Um passivo é reconheci- Juros sobre prêmio IPI 2.197.564 6.174.541 do no balanço patrimonial quando a Sociedade possui uma obrigação legal Subtotal 2.212.756 11.074.971 ou constituída como resultado de um evento passado, sendo provável que Total 13.231.849 18.085.791 um recurso econômico seja requerido p/liquidá-lo. São acrescidos, quando 6. Créditos diversos 2010 2009 aplicável, os correspondentes encargos, variações monetárias ou cambiais Adiantamento a fornecedores 587.990 615.733 incorridos. As provisões são registradas tendo como base as melhores es- Importações em andamento 572.855 2.332.515 timativas do risco envolvido. Os ativos e passivos são classificados como Adiantamentos 169.177 2.313.880 circulantes quando sua realização ou liquidação é provável que ocorra até Conta corrente acionistas - 2.430.390 o final do Exercício Subseqüente. Caso contrário, são demonstrados como Cheques em cobrança 11.861 não circulantes. Provisão p/I.R. e contribuição social sobre o lucro líOutros créditos 512.873 9.140.151 quido; A provisão p/I.R. e contribuição social sobre o lucro líquido foi consTotal 1.842.895 16.844.530 tituída de acordo c/a legislação vigente. A contabilização destas provisões 7.Imobilizado %depr. Custo Depre- Imobilizado Imobilizado ocorreu no passivo circulante, líquida dos valores retidos de I.R. na fonte Descrição a.a. Aquisição ciação Liquido 2010 Liquido 2009 sobre aplicações financeiras e das antecipações efetuadas nos exercícios. Imóveis 4% 654.987 78.598 576.389 606.954 Passivos contingentes: O reconhecimento, a mensuração e a divulgação 597.083 das contingências ativas e passivas, são efetuadas de acordo c/os critérios Maq. e Equip. 10% 3.295.950 2.281.719 1.014.231 Móveis e Utens. 10% 528.885 478.401 50.484 117.897 definidos na Resolução CFC nº 1.066/05, que apresenta os seguintes con10% 96.734 77.210 19.524 29.112 ceitos: • Ativos contingentes: não são reconhecidos nas demonstrações Instalações Veículos 20% 1.440.482 1.065.446 375.036 381.662 contábeis, exceto quando a Sociedade possui total controle da situação ou Equip. Inform. 20% 426.262 412.460 13.802 20.131 quando existem garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as 282.263 quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamen- Maq. Locação 10% - 164.575 9.458 155.117 13.899 te certo; • Passivos contingentes: são contabilizados c/base na avaliação Outras Imob. 6.607.875 4.403.292 2.204.583 2.049.001 dos consultores jurídicos da Sociedade, levando em consideração a natu- Total
Demonstrações do resultado dos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2010 e 2009(Em Reais) Notas 2010 2009 Receita Faturada - 120.546.722 78.964.689 Devoluções de vendas - (30.026.067) (11.674.221) ( = ) Receita bruta de vendas 90.520.655 67.290.468 ( - ) Impostos incidentes - (15.639.454) (10.675.815) ( = ) Receita líquida de vendas 74.881.201 56.614.653 Custo dos produtos vendidos - (47.328.963) (40.699.998) Lucro bruto 27.552.238 15.914.655 Receitas(despesas) operacionais: Administrativas - (9.855.747) (6.490.690) Comerciais - (1.604.244) (1.508.097) Tributárias e não dedutíveis - (546.710) Despesas financeiras - (4.446.476) (3.262.595) Receitas financeiras - 4.619.102 2.595.551 Equivalência patrimonial Outras receitas(despesas) operacionais 18.446 1.097.687 (11.268.919) (8.114.854) Lucro antes da provisão para o imposto de renda e contribuição social 16.283.319 7.799.801 ( - ) Contribuição social - (1.593.750) (725.267) ( - ) Imposto de renda - (4.403.082) (1.990.630) Lucro líquido do exercício 10.286.487 5.083.904 Lucro Líquido por Ações 1,8610 0,9198 Demonstrações dos fluxos de caixa para os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2010 e 2009 (Em Reais) Das atividades operacionais 2010 2009 Lucro líquido antes do imposto de renda e da contribuição social 16.283.319 7.799.801 Ajustes para conciliar o resultado às disponibilidades geradas pelas atividades operacionais: Depreciações e amortizações 520.283 401.382 Reserva e incentivos fiscais (514.324) Decréscimo(acréscimo) em ativos Contas a receber 18.923.851 (28.285.926) Estoques (14.509.991) 6.249.863 Tributos a recuperar 4.853.942 (286.979) Créditos diversos 15.001.635 (3.975.382) Despesas do exercício seguinte 36.237 6.225 Depósitos judiciais e outros 114.253 (22.042) Partes Relacionadas (2.297.866) (Decréscimo) acréscimo em passivos Fornecedores (4.628.184) 8.841.427 Obrigações trabalhistas e tributárias (3.524.826) 4.395.935 Contas a pagar (1.581.374) 612.311 Outros passivos 823.347 Caixa proveniente das operações 29.500.302 (4.263.385) Imposto de renda e contribuição social pagos (5.996.832) (2.715.897) Caixa líquido proveniente das atividades operacionais 23.503.470 (6.979.282) Fluxo de caixa das atividades de investimento Acréscimo de investimentos (15.561) Acréscimo do imobilizado (342.862) (427.658) Acréscimo de intangivel (7.150) (248.391) Caixa líquido aplicados nas atividades de investimento (350.012) (691.610) Fluxo de caixa das atividades de financiamento Ingressos de empréstimos (2.926.493) 9.682.848 Caixa líquido proveniente das (aplicados nas) atividades de financiamentos (2.926.493) 9.682.848 Das atividades de financiamento com acionistas Distribuições de lucros (17.326.470) Caixa líquido utilizado pelas atividades de financiamento com acionistas (17.326.470) Aumento líquido de caixa e equivalente de caixa 2.900.495 2.011.956 Caixa e equivalentes de caixa No início do exercício 5.834.151 3.822.195 No fim do exercício 8.734.646 5.834.151 Aumento líquido de caixa e equivalente de caixa 2.900.495 2.011.956 8. Empréstimos e Financiamentos Descrição 2010 2009 Financiamento Capital de Giro 10.537.855 14.506.332 Finimp 3.206.933 2.820.308 Finame 958.637 303.278 Total 14.703.425 17.629.918 9. Tributos diferidos Descrição 2010 2009 IRPJ sobre Prêmio IPI 1.531.635 1.531.635 CSLL Sobre Prêmio IPI 555.709 555.709 Total 2.087.344 2.087.344 10. Patrimônio Liquido: Capital social: O capital social subscrito e totalmente integralizado é constituído por 5.527.401 quotas, c/valor nominal de R$ 5,47 cada. Aumento de Capital no decorrer do exercício de 2010 por meio de utilização dos créditos de incentivos fiscais no montante de R$ 15.393.334,00. Reserva legal: É constituída em conformidade c/a lei das sociedades Poe ações e o estatuto social na base de 5% do lucro líquido de cada exercício até atingir 20% do capital social. Abelardo Paolucci - Diretor Presidente Marcos A. Miranda da Silva - Diretor Vice-Presidente Antonio A. Teixeira - TC CRC 1SP 123.904/O-6
Cachaça é destaque em bares
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ocalizado no centro da capital paulista, o Papo, Pinga e Petisco é um dos estabelecimentos no qual a cachaça tem lugar de destaque. Além da alusão à bebida no nome que batiza o lugar, o bar oferece aos clientes versões especialmente curtidas no próprio local, entre elas as de umburana e café, preferidas pela clientela. Embora a cerveja represente o grosso das vendas – por semana são comercializadas de 40 a 50 caixas com 24 garrafas de 600 ml ante 200 a 300 doses de 50 ml de cachaça –, o consumo da "branquinha" cresce dia a dia. "Antigamente, havia um certo preconceito em relação à cachaça. No entanto, atualmente, grande parte dos clientes conhece as marcas. Até entre as mulheres, os pedidos têm aumentado", conta o gerente Edney Ardanuy Vassalo.
Acho que cerveja e cachaça servem como aperitivos, diz Batista
Para o assistenteadministrativo Luis Donizeti Batista, cliente do lugar, cada momento pede um tipo de bebida. "Acho que cerveja e cachaça servem mais como aperitivos. Mas, na hora de celebrar com os amigos, a minha preferência é sempre pelos vinhos". diz. Outro detalhe que chama a atenção no bar está no
cardápio do bar, que inclui diversas bebidas, entre elas vinho e até marcas importadas de whisky. A dose de maior valor, R$ 28, refere-se à cachaça Anísio Santiago, a antiga Havana. Fabricada em Salinas (MG), desde os anos 1940, tem produção limitada, o que garante sua fama nacional e internacional. (GC)
Vinho com teor alcoólico menor
Divulgação/Embrapa Uva e Vinho-Viviane Zanella
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fim de realçar cada vez mais o apelo do vinho como um produto saudável, pesquisas voltadas a reduzir o teor alcoólico da bebida para 12, 13 graus têm se intensificado. Segundo Celito Crivelaro Guerra, pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Uva e Vinho na área de enologia, há testes em andamento voltados para novas variedades e formas de produção que tornem isso possível. Outra frente que a Embrapa já trabalha é da sustentabilidade, ou seja, produção de uva e vinhos orgânicos. "Mas é importante ter critérios na hora de seguir modismos que acabam por atrasar os avanços já conquistados pela vitivinicultura nacional." Entre eles, Guerra ci-
Embrapa faz testes para redução com novos formas de produção
tou o surgimento de novos polos produtores. "O Vale do São Francisco é apenas um deles. Já existem, por exemplo, iniciativas para a produção altamente tecnificada em São Carlos, no interior de São Paulo."
Além de auxiliar o processo de expansão geográfica da atividade, a Embrapa também desenvolve novas variedades de uvas por meio de técnicas de melhoramento genético que usam hibridação.(GC)
Cervejaria lança vodca
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Grupo Petrópolis – um dos maiores do segmento cervejeiro do País, detentor de marcas como Itaipava – resolveu diversificar ainda mais seus produtos. Além de já vender o TNT Energy Drink, a empresa acaba de lançar a vodca Premium Blue Spirit Unique e sua versão ice. As pesquisas com o
mercado de vodca começaram em 2009. "Aproveitaremos os canais de distribuição de cervejas para distribuir a vodca, que vai formar um mix com os produtos diferenciados", afirmou o gerente de marketing e relações com o mercado do Grupo Petrópolis, Douglas Costa. E completou. "O grupo entrou
no mercado de vodcas e ices seguindo uma estratégia de agregar valor a suas operações", disse Costa. A empresa está atenta a todos os consumidores. "Consideramos que existe mercado no País para produtos voltados para a camada AB, apesar de a meta de crescimento estar na classe C." (GC)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
O ano de 2010 para a Rede D’Or foi marcado pela reestruturação societária da Companhia e a expansão das atividades hospitalares e laboratoriais. A Rede D’Or vem, constantemente, buscando maior eficiência no gerenciamento dos seus resultados e tem investido na expansão dos seus negócios. Em 2010 o Grupo apresentou um crescimento expressivo em suas operações, devido à expansão das atividades existentes e a compra de novos hospitais. Os hospitais adquiridos em 2010 ainda estão em processo de integração com os modelos de gestão praticados pelo Grupo e projetamos ganhos futuros significativos oriundos de sinergias e melhorias operacionais. Estamos envidando todos os esforços no sentido de reforçar a estrutura de capital da Companhia e maximizar sua liquidez. Há um empenho substancial em fomentar em base gradativa e, de maneira sustentada, os resultados e a lucratividade para os próximos exercícios. Visão Geral A Rede D’Or (“Companhia” ou “Grupo”) reúne a referência médica e tecnológica das unidades Labs D’Or, dos Hospitais D’Or e demais hospitais integrantes do Grupo que não utilizam a bandeira “D’Or”, representando uma das mais completas redes de medicina diagnóstica e a maior rede privada de hospitais do Brasil. Atuando nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco, o Grupo opera com mais de 50 unidades de diagnóstico e 17 hospitais próprios, além de 2 hospitais sob gestão e 3 em fase de construção. Os hospitais têm por objetivo a prestação de serviços hospitalares, oferecendo conceitos de assistência e hotelaria, criando centros de excelência médica e diagnóstica e gerando experiência e conhecimento médicos que proporcionam segurança aos nossos clientes, sejam médicos, pacientes ou planos de saúde. O Labs D’Or oferece exames de diagnósticos por imagem, métodos gráficos e também integra os exames de Patologia Clínica e Anatomia Patológica com a mesma garantia de qualidade e profissionalismo desenvolvidos no ambiente hospitalar. Os serviços são disponibilizados em unidades de atendimentos com moderna tecnologia, ambientes adequados e de fácil acesso, gerando comodidade e segurança aos pacientes. História A Rede D’Or foi fundada em 1977 com a abertura da primeira unidade Cardiolab em Botafogo, no Rio de Janeiro. Em 1998, o Grupo expandiu suas atividades e investiu na área hospitalar, inaugurando o Hospital Barra D’Or, introduzindo novos conceitos de arquitetura e hotelaria hospitalar. Em 2000 foi inaugurado o Hospital Copa D’Or, e em 2001 o Hospital Quinta D’Or. A partir de 2004 iniciou parcerias estratégicas com outros hospitais, aumentando a amplitude de atuação e alcançando outras áreas do Rio de Janeiro. Em 2007 começou a operar, também mediante parcerias e aquisições, no Estado de Pernambuco. Em 2010, importantes passos foram dados no mercado de São Paulo, com as aquisições do Hospital Brasil, em Santo André, do Hospital Assunção, em São Bernardo, e na capital, do Hospital São Luiz, que possui três unidades. Com o objetivo de se consolidar como referência brasileira em gestão hospitalar e prestação de serviços médicos, a Rede D’Or conquistou, a partir de novembro de 2007, a certificação internacional de qualidade pela Joint Commission International (JCI) para o Hospital Copa D’Or, as
ECONOMIA/LEGAIS - 33
MENSAGEM DOS ADMINISTRADORES certificações em nível de excelência pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) para os Essa reestruturação proporcionou a simplificação da estrutura societária e gerará consideráveis Hospitais Barra D’Or, Quinta D’Or, Badim, Brasil, Assunção, São Luiz Itaim, São Luiz Morumbi benefícios de ordem administrativa, econômica e financeira, em especial a redução de custos e e Esperança, bem como a certificação internacional da Accreditation Canada (CCHSA) para os despesas operacionais, proporcionando uma gestão mais eficiente das atividades desenvolvida hospitais Barra D’Or e Quinta D’Or. Essas certificações são importantes selos de qualidade que pelo Grupo. representam os mais elevados padrões técnicos e representam a prática de cuidados seguros e Negociação de venda do Labs D’Or Em 15 de dezembro de 2010, a Companhia assinou junto ao Fleury S.A, nos termos do dispadrões comparáveis aos melhores hospitais do mundo. Adicionalmente, durante o exercício de 2010, o Grupo também adquiriu participação adicional posto na Instrução CVM nº 358/02 e legislação em vigor, um Memorando de Entendimento, o (50%) na Casa de Saúde e Maternidade Rio de Janeiro S.A. (“Hospital Rio de Janeiro”) e no qual informa aos acionistas e ao mercado que fora firmado um acordo entre as partes em que estabelecem os principais termos e condições acordados para eventual assunção dos ativos de Hospital Prontolinda, passando a deter 100% de participação nestas empresas. medicina diagnóstica do Labs D’Or, incluindo: Missão e Valores • Todas as unidades de atendimento ambulatorial do Labs D’Or (análises clínicas e imagem); Visão Ser referência em gestão hospitalar e na prestação de serviços médicos, com base nos mais • Contratos de prestação de serviços de análises clínicas para 19 hospitais e contratos de prestação de serviços de imagem para 03 destes hospitais, compostos pela Rede D’Or/São Luiz, elevados padrões técnicos. associados e hospitais gerenciados pela Rede D’Or/São Luiz (“Ativos”). Missão Prestar atendimento médico-hospitalar de alta eficácia, com equipes qualificadas e motivadas, O valor total do negócio foi estimado pelas partes em R$ 1,04 bilhão, dos quais 50% serão recebidos mediante pagamento em dinheiro e 50% serão mediante emissão de novas ações ordinárias respeitando a ética e o indivíduo em seu contexto social. Fleury S.A. em favor do Grupo. Estima-se que após o fechamento da transação, os sócios do Valores e princípios de conduta da Rede D’Or Labs D’Or terão uma participação acionária de aproximadamente 15% no Fleury S.A., sujeita a • Competência ajustes previstos no Memorando de Entendimentos. De acordo com os termos em negociação • Credibilidade haverá ampliação do Conselho de Administração do Fleury S.A. de nove para dez membros, • Desenvolvimento sendo que o titular da nova posição será indicado pelos sócios do Labs D’Or. O Labs D’Or poderá • Humanização ainda recomendar candidatos para o preenchimento de uma vaga de conselheiro independente. • Integridade Para maiores esclarecimentos vide Fato Relevante: MoU Labs D‘Or no site do Fleury S.A. • Respeito (ri.fleury.com.br). Eventos relevantes Aquisição Hospital e Maternidade São Luiz S.A. Reestruturação societária Em 30 de outubro de 2010, o Grupo adquiriu 74,58% das ações com direito a voto da HMSL, Dado o processo de expansão da Rede D’Or nos últimos anos, a Companhia entendeu ser ne- uma empresa de capital fechado que opera três hospitais e um plano de saúde com receita bruta cessária uma reestruturação societária, além da reorganização da estrutura de gestão e controle, registrada em 2010 no valor de R$ 723 milhões. Essa aquisição está alinhada com os planos visando suportar o crescimento das operações. de expansão do Grupo, principalmente, com o objetivo de crescimento no Estado de São Paulo. Essa reestruturação consistiu, principalmente, no aporte das participações societárias ante- O total da contraprestação transferida foi de R$ 748.424, dos quais R$ 536.033 foram pagos na riormente detidas pelos acionistas controladores na FMG Empreendimentos Hospitalares S.A. data de aquisição e R$ 212.391 serão pagos em 10 parcelas mensais, atualizadas diariamente (“FMG”). Após os referidos aportes e aquisições efetuadas, para aumentar os ganhos de escala pela taxa CDI a partir do 55º mês após a data de fechamento. e eficiência do Grupo, os hospitais Brasil, Prontolinda e Assunção foram incorporados na então Aquisição do Hospital Brasil Ltda. controladora FMG. Em 13 de abril de 2010, o Grupo adquiriu 88,89% das ações com direito a voto da HMB, uma Em dezembro de 2010, a FMG foi incorporada pela subsidiária Hospital e Maternidade São Luiz empresa de capital fechado que opera um hospital em Santo André com receita bruta registrada S.A. (incorporação reversa), que passou a ser a controladora do Grupo (exceto pela Rede Labs em 2010 no valor de R$ 263 milhões. Essa aquisição está alinhada com os planos de expansão que continua tendo seu controle diretamente vinculado aos acionistas controladores do HMSL). A do Grupo, principalmente, com o objetivo de crescimento no Estado de São Paulo. estrutura do Grupo após a reestruturação está sumariada na Nota 2(a). O total da contraprestação transferida foi de R$ 178.667, dos quais R$ 44.667 foram pagos na A reestruturação societária não gerou impacto nas demonstrações financeiras do Grupo uma vez data de aquisição e R$ 134.000 estão sendo pagos em três parcelas semestrais iniciadas após que estas são apresentadas combinadas, exceto pelo efeito das novas aquisições que impacta- seis meses da data de fechamento do contrato, atualizadas semestralmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado no período. ram os saldos de 2010, tornando-os não comparáveis com os saldos de 2009.
BALANÇOS PATRIMONIAIS COMBINADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 E 01 DE JANEIRO DE 2009 (Em milhares de reais) 01 de janeiro Nota 2010 2009 de 2009 Nota (Reapre- (ReapreAtivo sentado) sentado) Passivo Passivo circulante Ativo circulante Fornecedores Empréstimos e financiamentos 10 Caixa e equivalentes de caixa 5 207.052 27.445 22.589 Promissórias a pagar 11 12 Títulos e valores mobiliários 5 146.814 – – Arrendamentos a pagar Salários e encargos sociais 13(a) Contas a receber 6 426.889 150.996 93.590 Obrigações fiscais Tributos parcelados 13(b) Estoques 47.274 20.571 15.294 Contas a pagar por aquisição 4 Dividendos e juros sobre capital próprio 15(b) Impostos a recuperar 47.015 13.100 8.431 Outros Total do passivo circulante Outros 35.344 9.178 8.160 Passivo não-circulante 10 Total do ativo circulante 910.388 221.290 148.064 Empréstimos e financiamentos Arrendamentos a pagar 12 Partes relacionadas 7 Ativo não-circulante Tributos parcelados 13(b) Realizável a longo prazo Contas a pagar por aquisição 4 Imposto de renda e contribuição social diferidos 17 Partes relacionadas 7 7.044 14.875 13.131 Provisão para contingências 14 Depósitos judiciais 14 42.797 8.424 6.518 Outros Total do passivo não-circulante 15 Imposto de renda e contribuição social diferidos 17 301.878 10.420 – Patrimônio líquido Capital social Outros 19.679 10.183 4.040 Reserva de capital Reserva de lucros Investimentos 3.249 1.782 670 Outras reservas Prejuízos acumulados Imobilizado 8 611.293 313.720 228.708 Total do patrimônio líquido Adiantamento para futuro aumento de capital Intangível 9 841.715 108.595 105.940 Participação não-controladora Total do ativo não-circulante 1.827.655 467.999 359.007 Total do patrimônio líquido, adiantamento para futuro aumento de capital e participação não-controladora Total do ativo 2.738.043 689.289 507.071 Total do passivo e patrimônio líquido As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
Aquisição do Hospital Assunção Ltda. Em 10 de setembro 2010, o Grupo adquiriu 100% das ações com direito a voto da HMA, uma empresa de capital fechado que opera um hospital em São Bernardo com receita bruta registrada em 2010 de R$ 79 milhões. Essa aquisição está alinhada com os planos de expansão do Grupo, principalmente, com o objetivo de crescimento no Estado de São Paulo. O total da contraprestação transferida foi de R$ 20.629, dos quais R$ 10.314 foram pagos na data de aquisição e o restante será pago em duas parcelas semestrais iniciando após seis meses da data de fechamento do contrato. Aquisição Clínica Radiológica Menezes da Costa Ltda. Em 09 de dezembro de 2010 o grupo adquiriu o controle da Clínica Menezes da Costa Ltda. com a aquisição de 100% de participação. A Clínica registrou em 2010 uma receita bruta no valor de R$ 19 milhões. O total da contraprestação transferida foi de R$ 18.850, que será paga em duas parcelas sucessivas, sendo a primeira no fechamento do contrato e a segunda após um ano. Aquisição 50% restantes do Hospital Prontolinda Ltda. Em 31 de outubro de 2010 o grupo adquiriu o controle do Hospital Prontolinda com a aquisição de 50% de participação adicional. O hospital registrou em 2010 uma receita bruta total no valor de R$ 50 milhões. O total da contraprestação transferida foi de R$ 31.416, mediante emissão de novas ações do Grupo, de forma que antigos controladores do Prontolinda passaram a deter 0,93% do Grupo. Perspectivas para 2011 Após toda a reestruturação societária realizada em 2010, são altas as expectativas para o ano de 2011, onde é projetado crescimento em todos os nossos mercados de atuação. As principais expectativas da Companhia são: • Continuidade e aprimoramento das mudanças iniciadas em 2010, visando margens e retornos sustentáveis; • Crescimento em todas as linhas de negócios, com abertura de novas unidades hospitalares, iniciada com a abertura do Norte D’Or em janeiro de 2011, e identificação de oportunidades em novos mercados, com especial atenção aos mercados do Nordeste e Distrito Federal; • Oferecer serviços que atendam e superem as expectativas dos clientes da Companhia, promovendo excelência tanto nos mercados em que a empresa já atua quanto em novas áreas de atuação; • Aproveitar as sinergias dos modelos de negócios das recentes aquisições para alavancar o crescimento da empresa e torná-la ainda maior. Declaração da Diretoria Declaramos que revisamos e concordamos com as demonstrações financeiras e também com o parecer de auditoria independente emitido sobre a respectiva Demonstração Financeira combinada para o exercício findo em 31 de dezembro de 2010. Estas foram elaboradas com base nas práticas contábeis adotadas no Brasil, observando a legislação societária (Lei nº 6.404/76 e alterações subseqüentes) e os pronunciamentos técnicos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC).
DEMONSTRAÇÕES COMBINADAS DO RESULTADO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 (Em milhares de reais)
2010
2009 (Reapresentado)
01 de janeiro de 2009 (Reapresentado) Receita bruta
120.825 208.651 407.380 11.696 92.355 28.971 17.266 121.766 68.717 26.135 1.103.762
55.524 162.146 – 14.981 34.186 10.989 4.283 – 2.577 9.132 293.818
49.646 58.150 – 9.436 27.029 26.380 6.200 – – 9.526 186.367
246.120 16.439 2.338 83.759 216.702 11.696 138.220 31.133 746.407
187.837 25.529 2.414 49.038 – 4.805 15.008 22.056 306.687
186.403 28.144 – 21.942 – – 15.905 9.862 262.256
52.620 218.427 53.305 600.000 (42.381) 881.971 – 5.903
53.587 10.148 8.986 – (4.652) 68.069 14.377 6.338
58.563 3.146 441 – (21.486) 40.664 14.377 3.407
887.874 2.738.043
88.784 689.289
58.448 507.071
Nota
DEMONSTRAÇÕES COMBINADAS DOS FLUXOS DE CAIXA EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 (Em milhares de reais)
2010
2009 (Reapresentado)
1.534.030
966.178
(25.280)
(17.797)
Lucro antes do imposto de renda e contribuição social
Impostos incidentes sobre receitas Receita líquida
(51.151)
atividades operacionais
897.230
Depreciação e amortização
54.468
51.008
Juros e variações monetárias e cambiais, líquidos
50.258
25.454
–
7.541
(864)
1.478
(496.715)
(301.897)
Materiais e medicamentos
(322.897)
(203.866)
Serviços de terceiros
(282.591)
(170.837)
8
Provisão para perdas
(1.111)
–
(54.468)
(51.008)
(1.946)
–
864
(1.478)
(126.134)
(79.492)
(1.284.998)
(808.578)
Provisão para contingências Outros custos e despesas operacionais Total dos custos e despesas operacionais
139.243
Resultado financeiro, líquido
Baixa de itens do ativo imobilizado Provisão de contingências Provisão para devedores duvidosos
88.652
Contas a receber
138.317
(275.911) (61.401) (26.703)
(5.277)
Impostos a recuperar
(33.915)
(4.669)
Depósitos judiciais
(34.373)
(1.906)
Imposto de renda e contribuição social diferidas
(284.567) (10.420)
Outros ativos
(26.166)
(8.905)
Fornecedores
65.301
5.878
Salários e encargos sociais
58.169
7.157
Obrigações tributárias
17.982
(15.391)
Tributos parcelados
47.704
25.179
Distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio
(70.641) (13.981) 124.076
(2.375)
26.080
21.596
(57.383)
(39.811)
81.860
48.841
17
(20.197)
(5.095)
Lucro líquido do exercício
61.663
43.746
Provisão para contingências
Participação dos não-controladores
(3.988)
(1.609)
Outros passivos
Lucro antes do imposto de renda e contribuição social
3.995
185.739
Estoques
16
Imposto de renda e contribuição social
17
(Aumento) redução de ativos e aumento (redução) de passivos
Lucro antes do resultado financeiro e imposto de renda e contribuição social
48.841
(84.509)
Pessoal
Equivalência patrimonial
81.860
Ajustes para conciliar o lucro ao caixa gerado pelas
1.424.241
Custos e despesas operacionais
Depreciação e amortização
2009 (Reapresentado)
Fluxos de caixa das atividades operacionais
Deduções da receita Cancelamentos e abatimentos
2010
Lucro líquido do exercício após participação dos
(412.964) (64.515) Pagamento de imposto de renda e contribuição social
não-controladores 57.675 42.137 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
DEMONSTRAÇÕES COMBINADAS DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 (Em milhares de reais) Reserva de lucros Total do Adiantamento Reserva Descrição Capital Reservas Reserva Outras Prejuízos patrimônio para futuro para líquido aumento de capital social de capital legal reservas acumulados investimento Saldos em 01 de janeiro de 2009 (reapresentado) 58.563 3.146 – 441 – (21.486) 40.664 14.377 Aumento de capital 6.261 – – – – – 6.261 – Incorporação da Labeco Laboratório de Exames Complementares Ltda. (11.237) 7.115 – – – 2.338 (1.784) – Incorporação da Clínica Santa Marta Ltda. – – – – – (5.228) (5.228) – Realização de reservas – (113) – – – 113 – – Lucro líquido do exercício – – – – – 42.137 42.137 – Constituição de reserva legal – – 1.024 – – (1.024) – – Dividendos e juros sobre capital próprio – – – – – (13.981) (13.981) – – – – 7.521 – (7.521) – – Destinação de lucros acumulados nas sociedades anônimas Saldos em 31 de dezembro de 2009 (reapresentado) 53.587 10.148 1.024 7.962 – (4.652) 68.069 14.377 Aumento de capital 24.621 (10.138) (1.024) (2.197) – (11.262) – – Cisão de imóveis (18.248) – – – – – (18.248) – Reversão de adiantamento para futuro aumento de capital – – – – – – – (14.377) Redução de capital por incorporação da FMG Empreendimentos Hospitalares Ltda. (7.340) – – 47.540 – (13.501) 26.699 – Debêntures conversíveis – – – – 600.000 – 600.000 – Constituição de reserva de ágio – 218.417 – – – – 218.417 – Lucro líquido do exercício – – – – – 57.675 57.675 – Constituição de reserva legal – – 3.456 – – (3.456) – – – – – – – (70.641) (70.641) – Dividendos e juros sobre capital próprio 52.620 218.427 3.456 53.305 600.000 (45.837) 881.971 – Saldos em 31 de dezembro de 2010 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
(9.025) (10.710)
Caixa líquido (aplicado nas) proveniente das atividades operacionais
(236.250)
63.092
(1.467)
(1.112)
Fluxos de caixa das atividades de investimentos
Participação dos não controladores 3.407 – 1.222 – – 1.709 – – – 6.338 – – – – – – 3.988 – (4.423) 5.903
Adições ao investimento Total 58.448 6.261 (562) (5.228) – 43.846 – (13.981) – 88.784 – (18.248) (14.377) 26.699 600.000 218.417 61.663 – (75.064) 887.874
Adições ao imobilizado
(352.041) (143.561)
Adições ao intangível
(733.120)
(2.655)
Títulos e valores mobiliários
(146.814)
–
Caixa aplicado nas atividades de investimentos
(1.233.442) (147.328)
Fluxos de caixa das atividades de financiamentos Aumento de capital/reserva de capital
218.417
6.186
Promissórias a pagar
400.000
–
Contas a pagar por aquisição
338.468
–
Emissão de debêntures conversíveis
600.000
–
Captações de empréstimos e financiamentos
104.789
79.976
Captações (pagamentos) de arrendamentos mercantis financeiros Caixa líquido proveniente das atividades de financiamentos Aumento no caixa e equivalentes de caixa
(12.375)
2.930
1.649.299
89.092
179.607
4.856
Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício
27.445
22.589
Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício
207.052
27.445
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS COMBINADAS 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (Em Milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma) 1. Contexto operacional A Rede D’Or (“Companhia” ou “Grupo”) reúne a referência médica e tecnológica das unidades Labs D’Or, dos Hospitais D’Or e demais hospitais integrantes do Grupo que não utilizam a bandeira “D’Or”, representando uma das mais completas redes de medicina diagnóstica e a maior rede privada de hospitais do Brasil. Atuando nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco, o Grupo opera com mais de 50 unidades de diagnóstico e 17 hospitais próprios, além de 2 hospitais sob gestão e 3 em fase de construção. Os hospitais têm por objetivo a prestação de serviços hospitalares, oferecendo conceitos de assistência e hotelaria, criando centros de excelência médica e diagnóstica e gerando experiência e conhecimento médicos que proporcionam segurança aos nossos clientes, sejam médicos, pacientes ou planos de saúde. O Labs D’Or oferece exames de diagnósticos por imagem, métodos gráficos e também integra os exames de Patologia Clínica e Anatomia Patológica com a mesma garantia de qualidade e profissionalismo desenvolvidos no ambiente hospitalar. Os serviços são disponibilizados em unidades de atendimentos com moderna tecnologia, ambientes adequados e de fácil acesso, gerando comodidade e segurança aos pacientes. A Rede D’Or foi fundada em 1977 com a abertura da primeira unidade Cardiolab em Botafogo, no Rio de Janeiro. Em 1998, o Grupo expandiu suas atividades e investiu na área hospitalar, inaugurando o Hospital Barra D’Or, introduzindo novos conceitos de arquitetura e hotelaria hospitalar. Em 2000 foi inaugurado o Hospital Copa D’Or, e em 2001 o Hospital Quinta D’Or. A partir de 2004 iniciou parcerias estratégicas com outros hospitais, aumentando a amplitude de atuação e alcançando outras áreas do Rio de Janeiro. Em 2007 começou a operar, também mediante parcerias e aquisições, no Estado de Pernambuco. Em 2010, importantes passos foram dados no mercado de São Paulo, com as aquisições do Hospital Brasil, em Santo André, do Hospital Assunção, em São Bernardo, e na capital, do Hospital São Luiz, que possui três unidades. Com o objetivo de se consolidar como referência brasileira em gestão hospitalar e prestação de serviços médicos, a Rede D’Or conquistou, a partir de novembro de 2007, a certificação internacional de qualidade pela Joint Commission International (JCI) para o Hospital Copa D’Or, as certificações em nível de excelência pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) para os Hospitais Barra D’Or, Quinta D’Or, Badim, Brasil, Assunção, São Luiz Itaim, São Luiz Morumbi e Esperança, bem como a certificação internacional da Accreditation Canada (CCHSA) para os hospitais Barra D’Or e Quinta D’Or. Essas certificações são importantes selos de qualidade que representam os mais elevados padrões técnicos e representam a prática de cuidados seguros e padrões comparáveis aos melhores hospitais do mundo. (Informações não auditadas). Adicionalmente, durante o exercício de 2010, o Grupo também adquiriu participação adicional (50%) na Casa de Saúde e Maternidade Rio de Janeiro S.A. (“Hospital Rio de Janeiro”) e no Hospital Prontolinda, passando a deter 100% de participação nestas empresas. A Rede D’Or vem, constantemente, buscando maior eficiência no gerenciamento dos seus resultados e tem investido na expansão dos seus negócios. Em 2010 o Grupo apresentou um crescimento expressivo em suas operações, devido à expansão das atividades existentes e a compra de novos hospitais. Os hospitais adquiridos em 2010 ainda estão em processo de integração com os modelos de gestão praticados pelo Grupo e a Administração projeta ganhos futuros significativos oriundos de sinergias e melhorias operacionais. A Administração está envidando todos os esforços no sentido de reforçar a estrutura de capital da Companhia e maximizar sua liquidez. Há um empenho substancial da Rede D’Or em fomentar em base gradativa e, de maneira sustentada, os resultados e a lucratividade para os próximos exercícios. A Companhia planeja também expandir em outros estados, com especial atenção aos mercados do Nordeste e Distrito Federal. Reestruturação societária Dado o processo de expansão da Rede D’Or nos últimos anos, a Companhia entendeu ser necessária uma reestruturação societária, além da reorganização da estrutura de gestão e controle, visando suportar o crescimento das operações. Essa reestruturação consistiu, principalmente, no aporte das participações societárias anteriormente detidas pelos acionistas controladores na FMG Empreendimentos Hospitalares S.A. (“FMG”). Após os referidos aportes e aquisições efetuadas, para aumentar os ganhos de escala e eficiência do Grupo, os hospitais Brasil, Prontolinda e Assunção foram incorporados na então controladora FMG. Em dezembro de 2010, a FMG foi incorporada pela subsidiária Hospital e Maternidade São Luiz S.A. (incorporação reversa), que passou a ser a controladora do Grupo (exceto pela Rede Labs que continua tendo seu controle diretamente vinculado aos acionistas controladores do HMSL). A estrutura do Grupo após a reestruturação está sumariada na Nota 2(a). A reestruturação societária não gerou impacto nas demonstrações financeiras do Grupo uma vez que estas são apresentadas combinadas, exceto pelo efeito das novas aquisições que impacta-
ram os saldos de 2010, tornando-os não comparáveis com os saldos de 2009. Essa reestruturação proporcionou a simplificação da estrutura societária e gerará consideráveis benefícios de ordem administrativa, econômica e financeira, em especial a redução de custos e despesas operacionais, proporcionando uma gestão mais eficiente das atividades desenvolvida pelo Grupo. Negociação de venda do Labs D’Or Em 15 de dezembro de 2010, a Companhia assinou junto ao Fleury S.A, nos termos do disposto na Instrução CVM nº 358/02 e legislação em vigor, um Memorando de Entendimento, o qual informa aos acionistas e ao mercado que fora firmado um acordo entre as partes em que estabelecem os principais termos e condições acordados para eventual assunção dos ativos de medicina diagnóstica do Labs D’Or, incluindo: • Todas as unidades de atendimento ambulatorial do Labs D’Or (análises clínicas e imagem); • Contratos de prestação de serviços de análises clínicas para 19 hospitais e contratos de prestação de serviços de imagem para 03 destes hospitais, compostos pela Rede D’Or/São Luiz, associados e hospitais gerenciados pela Rede D’Or/São Luiz (“Ativos”). O valor total do negócio foi estimado pelas partes em R$ 1,04 bilhão, dos quais 50% serão recebidos mediante pagamento em dinheiro e 50% serão mediante emissão de novas ações ordinárias Fleury S.A. em favor do Grupo. Estima-se que após o fechamento da transação, os sócios do Labs D’Or terão uma participação acionária de aproximadamente 15% no Fleury S.A., sujeita a ajustes previstos no Memorando de Entendimentos. De acordo com os termos em negociação haverá ampliação do Conselho de Administração do Fleury S.A. de nove para dez membros, sendo que o titular da nova posição será indicado pelos sócios do Labs D’Or. O Labs D’Or poderá ainda recomendar candidatos para o preenchimento de uma vaga de conselheiro independente. Para maiores esclarecimentos vide Fato Relevante: MoU Labs D’Or no site do Fleury S.A. (ri.fleury.com.br). 2. Apresentação das demonstrações financeiras combinadas e principais práticas contábeis As demonstrações financeiras combinadas da Companhia para o exercício findo em 31 de dezembro de 2010 foram autorizadas pela Administração em 26 de março de 2011. As demonstrações financeiras da Rede D’Or são de responsabilidade da Administração e foram elaboradas com base nas práticas contábeis adotadas no Brasil, observando a legislação societária (Lei nº 6.404/76 e alterações subsequentes) e os pronunciamentos técnicos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). As principais políticas contábeis adotadas pela Companhia na elaboração das demonstrações financeiras são descritas abaixo: a) Bases de consolidação/combinação As demonstrações financeiras combinadas incluem todas as demonstrações financeiras das empresas que compõem a Rede D’Or. O processo de combinação das contas patrimoniais e do resultado corresponde à soma horizontal dos saldos das contas de ativo, passivo, receitas e despesas, segundo a sua natureza, complementada pelas seguintes ajustes:
• As transações significativas realizadas entre as empresas combinadas são eliminadas; • Os saldos de contas do ativo e do passivo mantidos entre as empresas combinadas são eliminados; e • A participação dos acionistas não-controladores é segregada do patrimônio líquido e resultado combinado. Em 31 de dezembro de 2010, por conta da reestruturação societária, todos os hospitais são controlados pelo Hospital e Maternidade São Luiz S.A., empresa adquirida pelo Grupo em 2010, que como resultado de incorporação reversa efetuada, se tornou a controladora do Grupo (com exceção do Labs), conforme descrito acima. As eliminações da parte consolidada são as mesmas acima descritas, mais a eliminação das participações da controladora no capital, reservas e resultados acumulados das empresas controladas. As empresas que a Rede D’Or detém o controle compartilhado são combinadas proporcionalmente, por meio do qual as contas de ativo, passivo e resultado foram somados às demonstrações financeiras combinadas considerando os percentuais de participação, não havendo, dessa forma, a eliminação da participação dos terceiros que detém a outra parcela de controle compartilhado. Todas as empresas combinadas têm o mesmo exercício fiscal e possuem práticas contábeis consistentes. As demonstrações financeiras combinadas da Rede D’Or, referentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e 2009, compreendem as demonstrações financeiras das seguintes empresas: Participação (%) 2010 2009 Empresas consolidadas integralmente (c) Hospital e Maternidade São Luiz S.A. (“HMSL”) - Controladora (a) 100,00 – Advance Plano de Saúde Ltda. 100,00 – São Luiz Assistência Médica Ambulatorial Ltda. (“SLAMA”) 100,00 – Medise Medicina Diagnóstico e Serviços Ltda. (“Medise”) (b) 85,34 85,34 Casa de Saúde e Maternidade Joari Ltda. (“Hospital Joari”) 80,00 80,00 Casa de Saúde e Maternidade Rio de Janeiro S.A. (“Hospital Rio de Janeiro”) 100,00 50,00 Hospital Realcordis Ltda. (“Hospital Realcordis”) 100,00 100,00 Hospital Geral de Bangu Ltda. (“Hospital HGB”) 100,00 100,00 Hospital de Clínicas de Bangu Ltda. (“HCB”) 100,00 50,00 LE Participações Societárias S.A. 100,00 100,00
Participação (%) 2010 2009 Empresas consolidadas proporcionalmente Hospital Esperança Ltda. (“Esperança”) 50,00 50,00 JMJB Diagnósticos e Serviços Hospitalares S.A. 50,00 – J Badim S.A. (“Hospital Badim”) 50,00 50,00 PRONCORDIS - Pronto Atendimento Cardiológico Ltda. (“Hospital Provita”) 50,00 50,00 Hospital Norte D’Or de Cascadura Ltda. (“Norte D’Or”) 50,00 50,00 Rede Lav Lavanderia Industrial Hospitalar Ltda. 50,00 – Empresas combinadas integralmente Labs Cardiolab Exames Complementares Ltda. (“Cardiolab”) 100,00 100,00 Labs Cardioclínica Exames Complementares Ltda. (“Cardioclínica”) 100,00 100,00 Cavallieri Serviços Médicos Ltda. (“Cavalieri”) 100,00 100,00 Labs Barra Life Diagnósticos Médicos Ltda. (“Barra Life”) 100,00 100,00 Labs Ecolab Patologia Clínica Ltda. (“Ecolab”) 100,00 100,00 Labs Diagnostika Exames Complementares Ltda. (“Diagnostika”) 100,00 100,00 CEC - Centro de Ultrasom e Exames Cardiológicos Ltda. (“CEC”) 100,00 100,00 Centro de Diagnóstico Ultrassonográfico Ltda. (“CEDU”) 100,00 100,00 Diagnoservice Imagem Ltda. (“Diagnoservice”) 100,00 100,00 Cardiomeier Laboratório de Exames Complementares Ltda. (“Cardiomeier”) 100,00 100,00 Clínica Radiológica Menezes da Costa Ltda. 100,00 – Empresa reconhecida por equivalência patrimonial no combinado Prontimagem Serviços Médicos Ltda. 25,00 25,00 (a) A HMSL foi adquirida pelo Grupo em 2010 e por meio de uma reestruturação societária passou a ser a controladora das empresas do grupo indicadas acima. Além das controladoras indicadas acima, sob a HMSL estão os hospitais São Luiz Itaim, São Luiz Morumbi, São Luiz Anália Franco, Copa D’Or, Quinta D’Or, Caixas D’Or, Brasil, Assunção e Prontolinda. (b) Sob a Medise estão os Hospitais Barra D’Or e Rios D’Or. (c) Em 2009, todas as empresas eram combinadas, não havia relação societária entre elas.
Os sumários das demonstrações financeiras das empresas que compõem a Rede D’Or em 31 de dezembro de 2010 e 2009 estão apresentados a seguir: 2010 Ativo Ativo circulante Não-circulante Realizável a longo prazo Permanente Total do ativo Passivo Passivo circulante Não-circulante Patrimônio líquido Total do passivo Demonstração do resultado Receita bruta Deduções Receita operacional líquida Custos e despesas operacionais Imposto de renda e contribuição social Participação dos não-controladores Lucro líquido (prejuízo) do exercício
HMSL
Cardiolab
Cardioclínica Cavallieri
Barra Life
Ecolab
Diagnostika
CEDU
Diagnoservice
Cardiomeier
CEC
Menezes da Costa
Total
Eliminações
Demonstrações combinadas
1.226.449 2.201.440 701.290 1.500.150 3.427.889
73.226 182.316 48.697 133.619 255.542
4.429 13.163 9.470 3.693 17.592
68 3.779 3.264 515 3.847
5 3.589 2.220 1.369 3.594
3.348 13.967 12.921 1.046 17.315
721 1.708 1.608 100 2.429
674 8.852 5.928 2.924 9.526
11 2.243 1.507 736 2.254
191 2.520 2.515 5 2.711
73 1.392 1.392 – 1.465
1.470 6.078 642 5.436 7.548
1.310.665 2.441.047 791.454 1.649.593 3.751.712
(400.277) (613.392) (420.056) (193.336) (1.013.669)
910.388 1.827.655 371.398 1.456.257 2.738.043
1.440.357 948.065 1.039.467 3.427.889
86.754 181.770 (12.982) 255.542
3.049 2.512 12.031 17.592
12 2.813 1.022 3.847
32 2.562 1.000 3.594
9.108 8.201 6 17.315
585 871 973 2.429
9.057 17 452 9.526
155 1.044 1.055 2.254
15 1.679 1.017 2.711
37 1.233 195 1.465
1.458 – 6.090 7.548
1.550.619 1.150.767 1.050.326 3.751.712
(446.857) (404.360) (162.452) (1.013.669)
1.103.762 746.407 887.874 2.738.043
1.299.112 (91.116) 1.207.996
207.308 (16.210) 191.098
15.030 (991) 14.039
130 (10) 120
– – –
17.328 (1.225) 16.103
180 (3) 177
2.406 (217) 2.189
– – –
79 (7) 72
113 (10) 103
– – –
1.541.686 (109.789) 1.431.897
(7.656) – (7.656)
1.534.030 (109.789) 1.424.241
(1.116.854)
(191.955)
(9.026)
(583)
(732)
(9.301)
(412)
(858)
(47)
(365)
(515)
–
(1.330.648)
(11.733)
(1.342.381)
(21.920)
2.897
(458)
–
–
(652)
(2)
(58)
–
(2)
(2)
–
(20.197)
–
(20.197)
(3.988)
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
(3.988)
–
(3.988)
65.234
2.040
4.555
(463)
(732)
6.150
(237)
1.273
(47)
(295)
(414)
–
77.064
(19.389)
57.675
DIÁRIO DO COMÉRCIO
34 -.ECONOMIA/LEGAIS
2009 Ativo Ativo circulante Não-circulante Realizável a longo prazo Permanente Total do ativo Passivo Passivo circulante Não-circulante Patrimônio líquido Total do passivo Demonstração do resultado Receita bruta Deduções Receita operacional líquida Custos e despesas operacionais Imposto de renda e contribuição social Participação dos não-controladores Lucro líquido (prejuízo) do exercício
Medise
FMG FMG Imobiliária
Joari Realcordis
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
HGB CardiolabCardioclínica Cavallieri Barra Life
Ecolab Diagnostika
CEDU Diagnoservice
798 836 275 561 1.634
Cardiomeier
CEC
Badim Procordis
Rio de Janeiro Esperança Prontolinda
HCB
Norte D’Or
Demonstrações Total Eliminações combinadas
39.319 90.623 37.275 53.348 129.942
78.921 292.395 111.711 180.684 371.316
851 46.304 – 46.304 47.155
11.563 13.969 958 13.011 25.532
6.945 31.775 14.735 17.040 38.720
46.298 126.114 22.349 103.765 172.412
3.808 7.342 3.069 4.273 11.150
194 876 269 607 1.070
66 1.711 39 1.672 1.777
3.773 7.720 6.417 1.303 11.493
656 817 453 364 1.473
1.027 7.545 3.926 3.619 8.572
14 743 7 736 757
288 39 15 24 327
69 1.419 1.419 – 1.488
4.031 2.025 57 1.968 6.056
2.314 1.053 4 1.049 3.367
3.148 5.482 8 5.474 8.630
10.187 23.306 – 23.306 33.493
5.564 6.231 47 6.184 11.795
1.999 5.909 4.697 1.212 7.908
100 7.523 – 7.523 7.623
221.933 681.757 207.730 474.027 903.690
(643) (213.758) (163.828) (49.930) (214.401)
221.290 467.999 43.902 424.097 689.289
54.493 33.357 42.092 129.942
116.047 208.752 46.517 371.316
3.506 20.737 22.912 47.155
10.760 14.113 659 25.532
22.763 2.186 67.752 22.270 9.957 109.437 (6.313) (10.509) (4.777) 38.720 1.634 172.412
1.486 2.188 7.476 11.150
82 498 490 1.070
186 723 868 1.777
1.277 8.588 1.628 11.493
69 892 512 1.473
414 53 8.105 8.572
211 943 (397) 757
38 930 (641) 327
93 787 608 1.488
3.548 2.038 470 6.056
4.438 394 (1.465) 3.367
2.114 5.058 1.458 8.630
12.991 11.833 8.669 33.493
4.809 2.063 4.923 11.795
2.136 4.494 1.278 7.908
2.921 4.873 (171) 7.623
314.320 464.978 124.392 903.690
(20.502) (158.291) (35.608) (214.401)
293.818 306.687 88.784 689.289
186.960 (11.327) 175.633 (161.056) (4.361) (1.494) 8.722
382.985 (21.922) 361.063 (357.672) 116 – 3.507
6.096 (260) 5.836 (4.318) (999) – 519
47.653 27.142 (3.957) (4.632) 43.696 22.510 (41.249) (28.694) (1.494) (986) (115) – 838 (7.170)
13.217 (818) 12.399 (4.147) (457) – 7.795
268 (25) 243 (647) – – (404)
– – – (406) – – (406)
16.010 (898) 15.112 (9.330) (471) – 5.311
584 (38) 546 (444) (13) – 89
4.949 (427) 4.522 (494) (128) – 3.900
– – – (88) – – (88)
146 (12) 134 (440) (3) – (309)
210 23.985 (18) (1.234) 192 22.751 (776) (16.650) (20) (663) – – (604) 5.438
11.596 (2.012) 9.584 (9.609) – – (25)
6.290 (353) 5.937 (6.422) – – (485)
58.299 (8.953) 49.346 (47.391) (824) – 1.131
21.570 (1.015) 20.555 (17.020) (739) – 2.796
2.802 (651) 2.151 (2.837) (116) – (802)
– – – (167) – – (167)
976.731 (68.948) 907.783 (864.709) (5.095) (1.609) 36.370
(6.096) – (6.096) 11.863 – – 5.767
970.635 (68.948) 901.687 (852.846) (5.095) (1.609) 42.137
b) Combinação de negócios Combinações de negócios a partir de 01 de janeiro de 2009 são contabilizadas utilizando o método de aquisição. O custo de uma aquisição é mensurado pela soma da contraprestação transferida, avaliada com base no valor justo na data de aquisição, e o valor de qualquer participação de não-controladores na adquirida. Qualquer contraprestação contingente a ser transferida pela adquirente será reconhecida a valor justo na data de aquisição. Custos diretamente atribuíveis à aquisição devem ser contabilizados como despesa quando incorridos. Ao adquirir um negócio, o Grupo avalia os ativos e passivos financeiros assumidos com o objetivo de classificá-los e alocá-los de acordo com os termos contratuais, as circunstâncias econômicas e as condições pertinentes na data de aquisição, o que inclui a segregação, por parte da adquirida, de derivativos embutidos existentes em contratos hospedeiros na adquirida. Inicialmente, o ágio é mensurado como sendo o excedente da contraprestação transferida em relação aos ativos líquidos adquiridos (ativos identificáveis adquiridos, líquidos e os passivos assumidos). Se a contraprestação for menor do que o valor justo dos ativos líquidos adquiridos, a diferença é reconhecida como ganho na demonstração do resultado. Após o reconhecimento inicial, o ágio é mensurado pelo custo, deduzido de perdas do valor recuperável, se houver. Para fins de teste do valor recuperável, o ágio adquirido em uma combinação de negócios é, a partir da data de aquisição, alocado às respectivas unidades geradoras de caixa que se espera sejam beneficiadas pela combinação. Quando um ágio fizer parte de uma unidade geradora de caixa e uma parcela dessa unidade for alienada, o ágio associado à parcela alienada deve ser incluído no custo da operação ao apurar o ganho ou perda na alienação. c) Instrumentos financeiros Ativos financeiros - reconhecimento inicial e mensuração A Companhia classifica os seus ativos financeiros como segue: (i) Ativos financeiros a valor justo por meio do resultado Um ativo financeiro é classificado pelo valor justo por meio do resultado caso seja classificado como mantido para negociação e seja designado como tal no momento do reconhecimento inicial. Os custos da transação, após o reconhecimento inicial, são reconhecidos no resultado como incorridos. Ativos financeiros a valor justo por meio do resultado são apresentados no balanço patrimonial a valor justo, com os correspondentes ganhos ou perdas reconhecidos na demonstração do resultado. A Companhia avaliou seus ativos financeiros a valor justo por meio do resultado, pela capacidade de negociá-los em um curto espaço de tempo. (ii) Recebíveis Os recebíveis são ativos financeiros não derivativos, com prazos fixos ou determináveis, não cotados em um mercado ativo. Após a mensuração inicial, esses ativos financeiros são contabilizados ao custo amortizado, utilizando o método de juros efetivos (taxa de juros efetiva), menos perda por redução ao valor recuperável. O custo amortizado é calculado levando em consideração qualquer desconto ou “prêmio” na aquisição e taxas ou custos incorridos. A amortização do método de juros efetivos é incluída na linha de receita financeira na demonstração de resultado. As perdas por redução ao valor recuperável são reconhecidas no resultado. (iii) Investimentos mantidos até o vencimento Caso a Companhia tenha intenção e a capacidade de manter ativos financeiros até o vencimento, tais itens são classificados como mantidos até o vencimento. Os investimentos mantidos até o vencimento são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação diretamente atribuíveis. Após seu reconhecimento inicial, os investimentos mantidos até o vencimento são mensurados pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável, cujos montantes são reconhecidos no resultado financeiro. (iv) Ativos financeiros disponíveis para venda Ativos financeiros disponíveis para venda são ativos financeiros não derivativos que são designados como disponíveis para venda ou não são classificados em nenhuma das categorias anteriores. Após o reconhecimento inicial, eles são medidos pelo valor justo e as mudanças, que não sejam perdas por redução ao valor recuperável, são reconhecidas em outros resultados abrangentes e apresentadas dentro do patrimônio líquido. Quando um investimento é baixado, o resultado acumulado em outros resultados abrangentes é transferido para o resultado. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos e é determinada no momento do reconhecimento inicial. Em 2010 e 2009, a Companhia não registrou investimentos mantidos até o vencimento ou ativos financeiros disponíveis para a venda. Os ativos financeiros são baixados quando os direitos de receber fluxos de caixa dos investimentos tenham expirado ou tenham sido transferidos, e a Companhia tenha transferido substancialmente todos os riscos e direitos de propriedade desses ativos. A Companhia avalia se existe evidência clara de perda por redução ao valor recuperável de cada ativo financeiro que seja individualmente significativa, ou em conjunto para ativos financeiros que não sejam individualmente significativos. Os ativos financeiros da Companhia, mensurados pelo custo amortizado, se houver evidência clara da ocorrência de redução do valor recuperável, o valor da perda é mensurado como a diferença entre o valor contábil do ativo e o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados (excluindo perdas de crédito futuras esperadas ainda não incorridas), sendo o valor contábil do ativo reduzido por meio de uma provisão em contrapartida ao resultado. Os recebíveis, juntamente com a correspondente provisão, são baixados quando não há perspectiva realista de sua recuperação futura e todas as garantias tenham sido realizadas ou transferidas para Companhia. Passivos financeiros - reconhecimento inicial e mensuração Os passivos financeiros são reconhecidos inicialmente na data de negociação na qual a Companhia se torna uma parte das disposições contratuais do instrumento. A Companhia baixa um passivo financeiro quando pago ou quando tem suas obrigações contratuais retiradas, canceladas ou vencidas. Quando um passivo financeiro existente for substituído por outro do mesmo mutuante com termos substancialmente diferentes, ou os termos de um passivo existente forem significativamente alterados, essa substituição ou alteração é tratada como baixa do passivo original e reconhecimento de um novo passivo, sendo a diferença nos correspondentes valores contábeis reconhecida na demonstração do resultado. Os passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado, ajustados com base nas variações monetárias e taxas de câmbio e incluem os juros incorridos até a data do balanço, baseados nos termos contratuais. Ganhos e perdas são reconhecidos na demonstração do resultado no momento da baixa dos passivos, bem como durante o processo de apropriação dos juros e variações monetárias. Os instrumentos financeiros derivativos Os derivativos são reconhecidos inicialmente, e subsequentemente mensurados, pelo valor justo, sendo as variações do valor justo reconhecidas no resultado. Compensação de instrumentos financeiros Os ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é apresentado no balanço patrimonial quando, e somente quando, a Companhia tenha o direito legal de compensar os valores e tenha a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e quitar o passivo simultaneamente. d) Reconhecimento da receita e custos As receitas, custos e despesas das operações são reconhecidos em conformidade com o regime contábil de competência dos exercícios. As receitas são reconhecidas de acordo com a prestação dos serviços hospitalares, de diagnósticos e laboratoriais, quando seu valor pode ser mensurado de forma confiável, líquidas de descontos, créditos, abatimentos e possíveis glosas estimadas. Uma receita não é reconhecida se há uma incerteza significativa da sua realização. e) Ativos e passivos circulantes e não-circulantes Os ativos são classificados como circulantes quando realizáveis dentro dos doze meses seguintes. Os passivos circulantes e não-circulantes são demonstrados pelos montantes nos quais eles serão liquidados considerando a data de cada balanço, incluindo juros provisionados e variações monetárias ou cambiais de acordo com as condições contratuais. f) Caixa, equivalentes de caixa e títulos e valores mobiliários Incluem saldos em caixa, depósitos bancários à vista e aplicações financeiras. Estão demonstradas ao custo, acrescido dos rendimentos auferidos até as datas de encerramento dos exercícios, e com liquidez imediata, e estão sujeitas a um risco insignificante de mudança de valor. Os títulos e valores mobiliários são investimentos de curto prazo mantidos com o objetivo de serem negociados ativamente.Tais investimentos são registrados ao custo e acrescidos de atualização, estão marcados a mercado, e o ganho ou a perda registrado no resultado do exercício. g) Estoques Os estoques são compostos por materiais hospitalares e medicamentos, e são avaliados ao custo médio de aquisição, não excedendo o seu valor de mercado. As provisões para estoques de baixa rotatividade ou obsoletos são constituídas quando consideradas necessárias pela Administração. h) Imobilizado O imobilizado é registrado ao custo de aquisição ou construção, deduzido das respectivas depreciações acumuladas calculadas pelo método linear com base nas taxas descritas na Nota 8 que levam em consideração as vidas úteis estimadas dos bens. Gastos com reparos e manutenção que não aumentaram a vida útil do ativo são reconhecidos como despesa quando incorridos. No exercício de 2010, a Companhia não aplicou o custo atribuído (deemed cost) no imobilizado, conforme faculta o pronunciamento ICPC 10 - Esclarecimentos sobre o CPC 27 - Ativo Imobilizado. As taxas de depreciação foram revisadas e refletidas contabilmente em 01 de janeiro de 2010, com base nas seguintes alterações: Estimativa anterior Estimativa (Em anos) revisada Edificações 25,0 60,0 Máquinas e equipamentos 10,0 14,0 Máquinas e equipamentos hospitalares 5,0 8,0 A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Quando tais evidências são identificadas, e o valor contábil líquido excede o valor recuperável, é constituída provisão para perdas ajustando o valor contábil ao valor recuperável. Quando aplicável, o valor recuperável de um ativo ou unidade geradora de caixa é definido como sendo o maior entre o valor em uso e o valor líquido de venda. Na estimativa do valor em uso do ativo, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados ao seu valor presente, utilizando uma taxa de desconto antes dos impostos que reflita o custo médio ponderado de capital para a indústria em que opera a unidade geradora de caixa. O valor líquido de venda é determinado, sempre que possível, com base em contrato de venda firme em uma transação em bases comutativas, entre partes conhecedoras e interessadas, ajustado por despesas atribuíveis à venda do ativo, ou, quando não há contrato de venda firme, com base no preço de mercado de um mercado ativo, ou no preço da transação mais recente com ativos semelhantes. i) Arrendamento mercantil A determinação sobre se um acordo é, ou contém, arrendamento mercantil está baseada em aspectos relativos ao uso de um ativo ou, ainda, ao direito de uso de um determinado ativo, na data do início da sua execução. Arrendamentos mercantis financeiros são aqueles que transferem à Companhia substancialmente todos os riscos e benefícios relativos à propriedade do item arrendado e são capitalizados no início do arrendamento mercantil pelo valor justo do bem arrendado ou, se inferior, pelo valor presente dos pagamentos mínimos do arrendamento, incluindo, quando aplicável, os custos iniciais diretos incorridos na transação. Os pagamentos de arrendamento mercantil financeiro são alocados a encargos financeiros e redução de passivo de arrendamentos mercantis financeiros de forma a obter taxa de juros constante sobre o saldo remanescente do passivo. Os encargos financeiros são reconhecidos na demonstração do resultado. Esses bens arrendados são depreciados ao longo da sua vida útil ou, quando não houver razoável certeza de que a Companhia obterá a propriedade ao final do prazo do arrendamento, o ativo é depreciado ao longo do prazo contratual do arrendamento, dos dois o menor.
112 (24) 88 (303) (3) – (218)
165.857 (10.372) 155.485 (154.549) 6.066 – 7.002
Os arrendamentos operacionais são aqueles cujos riscos e benefícios não são transferidos ao arrendatário, sendo os custos reconhecidos no resultado por competência, à medida que o ativo é utilizado. As diferenças entre os valores efetivamente pagos e os reconhecidos como despesa no resultado são reconhecidos como despesas antecipadas ou provisionados no balanço patrimonial. j) Intangível Ativos intangíveis adquiridos separadamente são mensurados ao custo no momento do seu reconhecimento inicial. O custo de ativos intangíveis adquiridos em uma combinação de negócios corresponde ao valor justo na data da aquisição. Após o reconhecimento inicial, os ativos intangíveis são apresentados ao custo, menos amortização acumulada e perdas acumuladas de valor recuperável. Ativos intangíveis gerados internamente, excluindo custos de desenvolvimento capitalizados, não são capitalizados, e o gasto é refletido na demonstração do resultado no exercício em que for incorrido. A vida útil de ativo intangível é avaliada como definida ou indefinida. Ativos intangíveis com vida definida são amortizados ao longo da vida útil econômica e avaliados em relação à perda por redução ao valor recuperável sempre que houver indicação de perda de valor econômico do ativo. O período e o método de amortização para um ativo intangível com vida definida são revisados no mínimo ao final de cada exercício social. Mudanças na vida útil estimada ou no consumo esperado dos benefícios econômicos futuros desses ativos são contabilizadas por meio de mudanças no período ou método de amortização, conforme o caso, sendo tratadas como mudanças de estimativas contábeis. A amortização de ativos intangíveis com vida definida é reconhecida na demonstração do resultado na categoria de despesa consistente com a utilização do ativo intangível. Ativos intangíveis com vida útil indefinida não são amortizados, mas são testados anualmente em relação a perdas por redução ao valor recuperável, individualmente ou no nível da unidade geradora de caixa. A avaliação de vida útil indefinida é revisada anualmente para determinar se essa avaliação continua a ser justificável. Caso contrário, a mudança na vida útil de indefinida para definida é feita de forma prospectiva. Ganhos e perdas resultantes da baixa de um ativo intangível são mensurados como a diferença entre o valor líquido obtido da venda e o valor contábil do ativo, sendo reconhecidos na demonstração do resultado no momento da baixa do ativo. k) Empréstimos, financiamentos, debêntures e notas promissórias Os empréstimos, financiamentos, debêntures e as notas promissórias são apresentados pelo seu montante principal mais os encargos financeiros incorridos, com base no método da taxa efetiva, até a data das demonstrações financeiras. l) Provisões Provisões são reconhecidas quando há uma obrigação presente (legal ou não formalizada) em consequência de um evento passado, é provável que benefícios econômicos sejam requeridos para liquidar a obrigação e uma estimativa confiável do valor da obrigação possa ser feita. Quando a Companhia espera que o valor de uma provisão seja reembolsado, no todo ou em parte, o reembolso é reconhecido como um ativo separado, mas apenas quando o reembolso for praticamente certo. A despesa relativa a qualquer provisão é registrada no resultado, líquida de qualquer reembolso. A Companhia é parte de diversos processos judiciais e administrativos. A provisão para contingências é constituída para as discussões judiciais para as quais é provável que uma saída de recursos ocorra para liquidar a contingência e uma estimativa razoável possa ser feita. A avaliação da probabilidade de perda inclui a avaliação das evidências disponíveis, a hierarquia das leis, as jurisprudências disponíveis, as decisões mais recentes nos tribunais e sua relevância no ordenamento jurídico, bem como a avaliação dos advogados externos. As provisões são revisadas e ajustadas para levar em conta alterações nas circunstâncias, tais como prazo de prescrição aplicável, conclusões de inspeções fiscais ou exposições adicionais identificadas com base em novos assuntos ou decisões de tribunais. m) Tributação Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social são calculados com base no resultado do exercício, ajustado ao lucro real pelas adições e exclusões previstas na legislação fiscal vigente. O imposto de renda e contribuição social diferidos são constituídos sobre os prejuízos fiscais acumulados, base negativa de contribuição social e diferenças temporárias entre os montantes dos ativos e passivos do balanço e bases fiscais, líquido de provisões para perda. Essas diferenças temporárias serão utilizadas para reduzir lucros tributários futuros. A Companhia anualmente reavalia o montante de imposto de renda e contribuição social diferidos ativos em relação a performance operacional e projeção do lucro tributável e, se necessário, reduz os valores para o valor esperado de realização. Impostos sobre a receita As receitas da Companhia estão sujeitas aos impostos e contribuições relacionados abaixo, e com as seguintes alíquotas: ISS - Impostos sobre Serviços de Qualquer Natureza De 2 a 4% PIS - Programa de Integração Social De 0,65 a 1,65% COFINS - Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social De 3 a 7,6% ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços De 0 a 4% Esses impostos e contribuições são deduzidos das receitas brutas nas demonstrações financeiras. n) Ajuste a valor presente de ativos e passivos Os ativos e passivos monetários de longo prazo são atualizados monetariamente e, portanto, estão ajustados pelo seu valor presente. O ajuste a valor presente de ativos e passivos monetários de curto prazo é calculado, e somente registrado, se considerado relevante em relação às demonstrações financeiras combinadas tomadas em conjunto. o) Julgamentos, estimativas e premissas contábeis O processo de elaboração das demonstrações financeiras combinadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil requer que a Administração faça uso de julgamentos, estimativas e premissas que afetam os valores de receitas, despesas, ativos e passivos reportados nas demonstrações financeiras combinadas e suas notas explicativas. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem a vida útil econômica e o valor residual do imobilizado, recuperabilidade de ativos, provisão para contingências, valor justo dos instrumentos financeiros, dentre outros. O uso de estimativas e julgamentos é complexo e considera diversas premissas e projeções futuras e, por isso, a liquidação das transações pode resultar em valores diferentes das estimativas. A Companhia revisa suas estimativas e premissas ao menos anualmente. p) Demonstrações dos fluxos de caixa As demonstrações dos fluxos de caixa foram preparadas pelo método indireto e estão apresentadas de acordo com o CPC 03. 3. Adoção inicial dos pronunciamentos emitidos pelo CPC e reapresentação dos saldos correspondentes de 2009 O CPC 37(R1) - Adoção inicial das normas internacionais de contabilidade permite algumas isenções na aplicação dos requerimentos dos CPCs. O Grupo adotou a isenção relacionada ao CPC 15 - Combinações de negócios e aplicou esse pronunciamento apenas para as aquisições que ocorreram após 01 de janeiro de 2009. O CPC 43(R1) - Adoção inicial dos pronunciamentos técnicos CPC 15 a 40 requer a aplicação retrospectiva dos efeitos desses pronunciamentos e, consequentemente, a reapresentação das demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2009, incluindo os saldos de abertura de 01 de janeiro de 2009. A Administração analisou todos os pronunciamentos e interpretações emitidos pelo CPC e concluiu não haver efeitos nos exercícios anteriores. Reapresentação das demonstrações financeiras As demonstrações financeiras de 2009 estão sendo reapresentadas pela exclusão da JM&AM Empreendimentos e Participações S.A. (“JM&AM”) das demonstrações financeiras combinadas. Em conexão com a reestruturação pela qual a Companhia passou em 2010, esta empresa foi excluí- da da combinação com o objetivo de manter no Grupo apenas os ativos operacionais dos hospitais e laboratórios. Esta empresa tem imóveis dos acionistas controladores do Grupo, sendo alguns deles alugados às empresas do Grupo. As tabelas abaixo resumem os ajustes efetuados pela Companhia nos saldos de abertura e nas demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2009: Balanço patrimonial - 01 de janeiro de 2009: 01/01/2009 Exclusão 01 de janeiro originalmente da de 2009 apresentado JM&AM (Reapresentado) Ativo circulante Caixa e equivalentes de caixa 22.597 (8) 22.589 Contas a receber 93.840 (250) 93.590 Estoques 15.294 – 15.294 Impostos a recuperar 8.437 (6) 8.431 Outros 8.160 – 8.160 Total do ativo circulante 148.328 (264) 148.064 Ativo não-circulante Realizável a longo prazo Partes relacionadas 12.209 922 13.131 Depósitos judiciais 6.518 – 6.518 Imposto de renda e contribuição social diferidos – – – Outros 4.040 – 4.040 Investimentos 670 – 670 Imobilizado 245.059 (16.351) 228.708 Intangível 105.940 – 105.940 Total do ativo não-circulante 374.436 (15.429) 359.007 Total do ativo 522.764 (15.693) 507.071 Passivo circulante Fornecedores 49.646 – 49.646 Empréstimos e financiamentos 58.150 – 58.150 Arrendamentos a pagar 9.436 – 9.436 Salários e encargos sociais 27.029 – 27.029 Obrigações fiscais 26.496 (116) 26.380 Tributos parcelados 6.449 (249) 6.200 Outros 9.531 (5) 9.526 Total do passivo circulante 186.737 (370) 186.367 Passivo não-circulante Empréstimos e financiamentos 186.403 – 186.403 Arrendamentos a pagar 28.144 – 28.144 Partes relacionadas 2.706 (2.706) – Tributos parcelados 21.942 – 21.942 Imposto de renda e contribuição social diferidos – – – Provisão para contingências 15.905 – 15.905 Outros 9.862 – 9.862 Total do passivo não-circulante 264.962 (2.706) 262.256 Patrimônio líquido Capital social 65.883 (7.320) 58.563 Reserva de capital 3.146 – 3.146 Reserva de lucros 441 – 441 Prejuízos acumulados (21.222) (264) (21.486) Participação dos não-controladores 3.407 – 3.407 Adiantamento para futuro aumento de capital 19.410 (5.033) 14.377 Total do patrimônio líquido 71.065 (12.617) 58.448 Total do passivo, patrimônio líquido e adiantamento para futuro aumento de capital 522.764 (15.693) 507.071
Balanço patrimonial - 31 de dezembro de 2009: 31/12/2009 Exclusão originalmente da 31/12/2009 (Reapresentado) apresentado JM&AM Ativo circulante Caixa e equivalentes de caixa 27.448 (3) 27.445 Contas a receber 151.130 (134) 150.996 Estoques 20.571 – 20.571 Impostos a recuperar 13.105 (5) 13.100 9.178 – 9.178 Outros Total do ativo circulante 221.432 (142) 221.290 Ativo não-circulante Realizável a longo prazo Partes relacionadas 9.578 5.297 14.875 Depósitos judiciais 8.424 – 8.424 Imposto de renda e contribuição social diferidos 10.420 – 10.420 Outros 10.183 – 10.183 Investimentos 1.782 – 1.782 Imobilizado 340.840 (27.120) 313.720 108.595 – 108.595 Intangível Total do ativo não-circulante 489.822 (21.823) 467.999 711.254 (21.965) 689.289 Total do ativo Passivo circulante Fornecedores 55.524 – 55.524 Empréstimos e financiamentos 162.146 – 162.146 Arrendamentos a pagar 14.981 – 14.981 Salários e encargos sociais 34.186 – 34.186 Obrigações fiscais 11.207 (218) 10.989 Tributos parcelados 4.283 – 4.283 Dividendos e juros sobre capital próprio 2.577 – 2.577 11.354 (2.222) 9.132 Outros 296.258 (2.440) 293.818 Total do passivo circulante Passivo não-circulante Empréstimos e financiamentos 187.837 – 187.837 Arrendamentos a pagar 25.529 – 25.529 Partes relacionadas 424 1.990 2.414 Tributos parcelados 49.038 – 49.038 Imposto de renda e contribuição social diferidos 4.805 – 4.805 Provisão para contingências 15.008 – 15.008 22.056 – 22.056 Outros 304.697 1.990 306.687 Total do passivo não-circulante Patrimônio líquido Capital social 60.907 (7.320) 53.587 Reserva de capital 10.148 – 10.148 Reserva de lucros 8.986 – 8.986 Prejuízos acumulados (2.689) (1.963) (4.652) Adiantamento para futuro aumento de capital 26.609 (12.232) 14.377 6.338 – 6.338 Participação dos não-controladores 110.299 (21.515) 88.784 Total do patrimônio líquido Total do passivo e 711.254 (21.965) 689.289 patrimônio líquido Demonstração do resultado - 31 de dezembro de 2009: 31/12/2009 Exclusão originalmente da 31/12/2009 apresentado JM&AM (Reapresentado) Receita bruta 970.686 (4.508) 966.178 Deduções da receita Cancelamentos e abatimentos (17.797) – (17.797) (51.315) 164 (51.151) Impostos incidentes sobre receitas 901.574 (4.344) 897.230 Receita líquida Custos e despesas operacionais Pessoal (301.897) – (301.897) Materiais e medicamentos (203.866) – (203.866) Serviços de terceiros (170.838) 1 (170.837) Equivalência patrimonial – – – Depreciação e amortização (52.666) 1.658 (51.008) Provisão para perdas – – – Provisão para contingências (1.478) – (1.478) Outros custos e despesas (79.804) 312 (79.492) operacionais Total dos custos e despesas operacionais (810.549) 1.971 (808.578) Lucro antes do resultado financeiro e imposto de renda e contribuição social 91.025 (2.373) 88.652 Resultado financeiro, líquido (39.839) 28 (39.811) Lucro antes do imposto de renda e contribuição social 51.186 (2.345) 48.841 Imposto de renda e contribuição social (5.561) 466 (5.095) Lucro líquido do exercício 45.625 (1.879) 43.746 (1.609) – (1.609) Participação dos não-controladores Lucro líquido do exercício após participação dos não-controladores 44.016 (1.879) 42.137 4. Combinação de negócios As aquisições de 2010 foram efetuadas, predominantemente, no segundo semestre, sendo algumas em dezembro de 2010. A Administração envidou esforços para avaliar os valores justos dos ativos adquiridos e passivos assumidos, entretanto, algumas análises, principalmente, relacionadas a créditos fiscais, contingências e imobilizado, encontram-se em andamento. Caso haja diferenças entre os saldos registrados em 31 de dezembro de 2010 e a avaliação final, os ajustes serão reconhecidos dentro do período de mensuração (12 meses) conforme previsto no CPC 15. Aquisições em 2010 a) Hospital e Maternidade São Luiz S.A. Em 30 de outubro de 2010, o Grupo adquiriu 74,58% das ações com direito a voto da HMSL, uma empresa de capital fechado que opera três hospitais e um plano de saúde. Essa aquisição está alinhada com os planos de expansão do Grupo, principalmente, com o objetivo de crescimento no Estado de São Paulo. O Grupo avaliou, na data de aquisição, os ativos adquiridos e passivos assumidos pelos seus valores justos. O Grupo optou por mensurar a participação dos não-controladores na adquirida ao valor justo. O total da contraprestação transferida foi de R$ 748.424, dos quais R$ 536.033 foram pagos na data de aquisição e R$ 212.391 serão pagos em 10 parcelas mensais, atualizadas diariamente pela taxa CDI a partir do 55º mês após a data de fechamento. Os ajustes a valores justos efetuados e o ágio auferido na aquisição são demonstrados como segue: Na data de aquisição Ativos líquidos adquiridos a valor contábil 165.685 Ajustes a valor justo registrados nos ativos e passivos: Imposto de renda e contribuição diferidos ativos (i) 219.240 Ativo imobilizado (ii) 28.456 Ativo intangível (marca) (iii) 190.799 Ativos líquidos adquiridos a valor justo 604.180 Participação não-controladora (iv) (255.082) Ativos líquidos adquiridos a valor justo após participação não-controladora 349.098 Contraprestação transferida 748.424 Ágio gerado na aquisição 399.326 (i) O benefício fiscal futuro oriundo do excedente pago na aquisição foi registrado como imposto de renda e contribuição social diferidos ativos. (ii) A mensuração dos valores justos do ativo imobilizado foi feita por avaliador independente por meio de laudo de avaliação patrimonial baseado no método Evolutivo, Involutivo, Comparativo (de dados de mercado) e de Quantificação do custo. Essas avaliações fornecem ferramentas para encontrar o valor de reposição do bem, o valor de mercado e a vida útil remanescente. O método evolutivo trata da avaliação do valor do terreno somado a reprodução das benfeitorias devidamente depreciadas e aplicadas a um fator de comercialização. O método Involutivo consiste em identificar o valor de mercado do bem baseado em estudo de viabilidade técnico-econômica mediante hipotético empreendimento de características compatíveis com o bem e com as condições do mercado. O método Comparativo busca no mercado bens de características semelhantes aplicando ajustes de acordo com as diferenças identificadas entre o bem comparado e o de mercado. O método de quantificação do custo busca bens idênticos ou semelhantes no mercado e aplica a depreciação técnica do bem para fins de comparação. (iii) A mensuração dos valores justos da marca foi feita por avaliador independente por meio de fluxos de caixa descontados estimados relacionados ao intangível. (iv) A participação não-controladora foi mensurada pelo valor justo, que considerou a relação de troca estabelecida entre o Grupo e os não-controladores da HMSL, uma vez que esta participação não-controladora foi integralmente adquirida pela Companhia em dezembro de 2010, mediante emissão de novas ações do Grupo. Após a aquisição da participação não-controladora, o Grupo passou a deter 100% de participação na HMSL e os referidos não-controladores passaram a participar em 7,61% na Companhia. Vide reestruturação societária também mencionada na Nota 1. Desde a data da aquisição, a HMSL contribuiu para o Grupo com receitas de R$ 120.400 e lucro antes dos impostos de R$ 4.800. Se a combinação de negócios tivesse ocorrido no início do exercício, a HMSL teria contribuído para o Grupo com receitas de R$ 723.100 e prejuízo antes dos impostos de R$ 12.422. Custos relacionados à aquisição, no valor de R$ 20.000, foram reconhecidos na demonstração do resultado como despesas administrativas. b) Hospital Brasil Ltda. Em 13 de abril de 2010, o Grupo adquiriu 88,89% das ações com direito a voto da HMB, uma empresa de capital fechado que opera um hospital em Santo André. Essa aquisição está alinhada com os planos de expansão do Grupo, principalmente, com o objetivo de crescimento no Estado de São Paulo. O Grupo avaliou, na data de aquisição, os ativos adquiridos e passivos assumidos pelos seus valores justos. O Grupo optou por mensurar a participação dos não-controladores na adquirida ao valor justo. O total da contraprestação transferida foi de R$ 178.667, dos quais R$ 44.667 foram pagos na data de aquisição e R$ 134.000 estão sendo pagos em três parcelas semestrais iniciadas após seis meses da data de fechamento do contrato, atualizadas semestralmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado no período.
Os ajustes a valor justos efetuados e o ágio auferido na aquisição são demonstrados como segue: Na data de aquisição Ativos líquidos adquiridos a valor contábil 19.977 Ajustes a valor justo registrados nos ativos e passivos 34.438 Imposto de renda e contribuição diferidos ativos (i) Ativo imobilizado (ii) 59.622 Ativos líquidos adquiridos a valor justo 114.037 Participação não-controladora (iii) (22.330) Ativos líquidos adquiridos a valor justo após participação não-controladora 91.707 Contraprestação transferida 178.667 Ágio gerado na aquisição 86.960 (i) O benefício fiscal futuro oriundo do excedente pago na aquisição foi registrado como imposto de renda e contribuição social diferidos ativos. (ii) A mensuração dos valores justos do ativo imobilizado foi feita por avaliador independente por meio de laudo de avaliação patrimonial baseado no método Evolutivo, Involutivo, Comparativo (de dados de mercado) e de Quantificação do custo. (iii) A participação não-controladora foi mensurada pelo valor justo, que considerou a relação de troca estabelecida entre o Grupo e os não-controladores do Hospital Brasil, uma vez que esta participação não-controladora foi integralmente adquirida pela Companhia em novembro de 2010, mediante emissão de novas ações do Grupo. Após a aquisição da participação nãocontroladora, o Grupo passou a deter 100% de participação na Hospital Brasil e os referidos não-controladores passaram a participar em 1,03% na Companhia.Vide também reestruturação societária na Nota 1. Desde a data da aquisição, o Hospital Brasil contribuiu para o Grupo com receitas de R$ 199.100 e lucro antes dos impostos de R$ 9.900. Se a combinação de negócios tivesse ocorrido no início do exercício, a Hospital Brasil teria contribuído para o Grupo com receitas de R$ 262.600 e lucro antes dos impostos de R$ 19.641. c) Hospital Assunção Ltda. Em 10 de setembro de 2010, o Grupo adquiriu 100% das ações com direito a voto da HMA, uma empresa de capital fechado que opera um hospital em São Bernardo. Essa aquisição está alinhada com os planos de expansão do Grupo, principalmente, com o objetivo de crescimento no Estado de São Paulo. O Grupo avaliou, na data de aquisição, os ativos adquiridos e passivos assumidos pelos seus valores justos. O total da contraprestação transferida foi de R$ 20.629, dos quais R$ 10.314 foram pagos na data de aquisição e o restante será pago em duas parcelas semestrais iniciando após seis meses da data de fechamento do contrato. Os ajustes a valor justos efetuados e o ágio auferido na aquisição são demonstrados como segue: Na data de aquisição Ativos líquidos adquiridos a valor contábil (23.512) Ajustes a valor justo registrados nos ativos e passivos Imposto de renda e contribuição diferidos ativos (i) 5.440 Ativo imobilizado (ii) 28.140 Ativos líquidos adquiridos a valor justo 10.068 Contraprestação transferida 20.629 Ágio gerado na aquisição 10.561 (i) O benefício fiscal futuro oriundo do excedente pago na aquisição foi registrado como imposto de renda e contribuição social diferidos ativos. (ii) A mensuração dos valores justos do ativo imobilizado foi feita por avaliador independente por meio de laudo de avaliação patrimonial baseado no método Evolutivo, Involutivo, Comparativo (de dados de mercado) e de Quantificação do custo. Desde a data da aquisição, o Hospital Assunção contribuiu para o Grupo com receitas de R$ 27.600 e lucro antes dos impostos de R$ 2.485. Se a combinação de negócios tivesse ocorrido no início do exercício, o Hospital Assunção teria contribuído para o Grupo com receitas de R$ 79.400 e prejuízo de R$ 24.541. d) Hospital Prontolinda Ltda. Em 31 de outubro de 2010 o grupo adquiriu o controle do Hospital Prontolinda com a aquisição de 50% de participação adicional. O Grupo avaliou, na data de aquisição, os ativos adquiridos e passivos assumidos e concluiu não haver diferenças relevantes entre seus valores contábeis e valores justos. O total da contraprestação transferida foi de R$ 31.416, mediante emissão de novas ações do Grupo, de forma que antigos controladores do Prontolinda passaram a deter 0,93% do Grupo. O ágio auferido na aquisição é demonstrado como segue: Na data de aquisição Ativos líquidos adquiridos 821 Contraprestação transferida 31.416 Ágio gerado na aquisição 30.595 Desde a data da aquisição, o Hospital Prontolinda contribuiu para o Grupo com receitas de R$ 29.668 e lucro antes dos impostos de R$ 3.893. Se a combinação de negócios tivesse ocorrido no início do exercício, a Hospital Prontolinda teria contribuído para o Grupo com receitas de R$ 50.218 e lucro antes dos impostos de R$ 7.900. e) Clínica Radiológica Menezes da Costa Ltda. Em 09 de dezembro de 2010 o grupo adquiriu o controle da Clínica Menezes da Costa Ltda. com a aquisição de 100% de participação. O Grupo avaliou, na data de aquisição, os ativos adquiridos e passivos assumidos e concluiu não haver diferenças relevantes entre seus valores contábeis e valores justos. O total da contraprestação transferida foi de R$ 18.850, que será paga em duas parcelas sucessivas, sendo a primeira no fechamento do contrato e a segunda após um ano. O ágio auferido na aquisição é demonstrado como segue: Na data de aquisição Ativos líquidos adquiridos 6.090 Contraprestação transferida 18.850 Ágio gerado na aquisição 12.760 Visto que a aquisição foi realizada em dezembro, a Clínica Menezes da Costa não contribuiu para o Grupo com receitas e lucro em 2010. Se a combinação de negócios tivesse ocorrido no início do exercício, a Clínica Menezes da Costa teria contribuído para o Grupo com receitas de R$ 19.075 e lucro antes dos impostos de R$ 5.077. f) Hospital das Clínicas de Bangu (HCB) Em 2009 o Grupo adquiriu 50% do HCB e em 2010 adquiriu os 50% restantes, obtendo o controle deste hospital. O Grupo avaliou, na data de aquisição, os ativos adquiridos e passivos assumidos e concluiu não haver diferenças relevantes entre seus valores contábeis e valores justos. O valor da transação totalizou R$ 5.000 e gerou ágio de R$ 1.244. Aquisições em 2009 Em 2009 o Grupo adquiriu 100% de participação no Hospital Geral de Bangu (HGB) e 50% da participação adicional do Realcordis, obtendo 100% de participação neste hospital. O Grupo avaliou, na data de aquisição, os ativos adquiridos e passivos assumidos e concluiu não haver diferenças relevantes entre seus valores contábeis e valores justos. Os ágios apurados nessas aquisições totalizaram R$ 10.760 e R$ 1.115, respectivamente. 5. Caixa, equivalentes de caixa e títulos e valores mobiliários 2010 2009 01/01/2009 (Reapresentado) (Reapresentado) Equivalentes de caixa Caixas e bancos 22.004 8.370 15.003 Aplicações financeiras 185.048 19.075 7.586 207.052 27.445 22.589 Títulos de valores mobiliários (mantidos para negociação) 146.814 – – 353.866 27.445 22.589 As aplicações financeiras e os títulos e valores mobiliários referem-se principalmente a certificados de depósitos bancários (CDBs) e debêntures compromissadas, emitidos por instituições financeiras de primeira linha, possuem liquidez diária e garantia de recompra. As aplicações financeiras e títulos e valores mobiliários são substancialmente remuneradas com base em percentuais da variação do Certificado de Depósito Interbancário (CDI). 6. Contas a receber As contas a receber consistem em saldos a receber das operadoras de saúde e de particulares, como segue: 2010 2009 01/01/2009 (Reapresentado) (Reapresentado) Contas a receber de convênios e planos de saúde 432.305 152.861 92.685 Contas a receber de particulares 16.996 2.130 905 Provisão para créditos de liquidação duvidosa (22.412) (3.995) – 426.889 150.996 93.590 Movimentação da provisão 2010 2009 (Reapresentado) Saldo no início do exercício (3.995) – (Constituição) reversão de provisão (17) (3.995) Provisão oriunda das aquisições de empresas (18.400) – Saldo no final do exercício (22.412) (3.995) 7.Transações com partes relacionadas a) Saldos com partes relacionadas 2010 2009 Ativo não Passivo não Ativo não Passivo não circulante circulante circulante circulante Empresas (Reapresen(Reapretado) sentado) JM&AM Empreendimentos e Participações S.A. 1.734 – 5.297 1.990 PMJ Assessoria e Consultoria Financeira S.A. 3.167 – – – Cardioimagem Exames Diagnósticos Ltda. – – 188 – Acionistas/cotistas 1.445 2.336 3.864 – Outros 698 2 5.526 424 7.044 2.338 14.875 2.414 As principais transações com partes relacionadas referem-se a transferências de recursos entre as empresas, sendo que os principais saldos são eliminados nas demonstrações financeiras combinadas. Os saldos remanescentes demonstrados acima são operações de conta-corrente com as empresas não combinadas e/ou adiantamentos aos acionistas/ cotistas que serão quitados através da compensação de dividendos a serem distribuídos futuramente. O saldo com a JM&AM Empreendimentos e Participações S.A. refere-se a conta-corrente que será compensado com os aluguéis a pagar a esta empresa, uma vez que o Grupo aluga alguns imóveis desta parte relacionada. O saldo com a PMJ Assessoria e Consultoria Financeira S.A. refere-se a adiantamentos a esta empresa com o objetivo de prospectar imóveis para aquisição. A Administração pretende incorporar esta parte relacionada ao Grupo em 2011. Não há transações operacionais relevantes entre as empresas da Rede D’Or. b) Aluguéis de imóveis A Companhia possui contratos de aluguéis de imóveis da empresa JM&AM Empreendimentos e Participações S.A. Os principais contratos são os aluguéis dos imóveis do Hospital Copa D’Or e da Plataforma de Serviços Compartilhados, cujos valores mensais são de R$ 550 e R$ 84, respectivamente, reajustados anualmente pelo IPCA. O prazo dos contratos é de 120 meses e automaticamente renovável por igual período, salvo se as partes interessadas manifestarem-se contrárias. Adicionalmente, algumas unidades do Labs são alugadas da JM&AM Empreendimentos e Participações S.A., sendo o valor total mensal dessas unidades de aproximadamente R$ 270. A Companhia possui valores a pagar referentes a imóveis alugados da empresa JM&AM Empreendimentos e Participações S.A. que perfazem em 31 de dezembro de 2010 o montante de R$ 2.958 (R$ 1.675 em 2009), registrados no passivo circulante.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
8. Imobilizado: A composição do imobilizado da Companhia em 31 de dezembro de 2010 e 2009 e 01 de janeiro de 2009 é como segue:
Taxa de depreciação
Descrição
Máquinas e equipamentos hospitalares Instrumentos cirúrgicos Máquinas e equipamentos Imóveis Benfeitorias em imóveis próprios Benfeitorias em bens de terceiros Móveis e utensílios Veículos Instalações Terrenos Imobilizações em andamento Outros
12,5% 20% 7,14% 1,7% 10% 33% 10% 20% 10% n/a n/a 5% a 10%
2010 Depreciação Custo acumulada
Valor líquido
296.850 8.209 68.339 147.197 17.351 292.490 44.883 4.011 22.631 21.526 38.314 4.324 966.125
134.478 2.056 41.113 132.660 12.583 182.159 29.396 2.564 12.838 21.526 36.330 3.590 611.293
(162.372) (6.153) (27.226) (14.537) (4.768) (110.331) (15.487) (1.447) (9.793) – (1.984) (734) (354.832)
2009 Depreciação Custo acumulada
163.566 1.571 32.735 59.473 4.867 141.531 17.448 2.391 17.403 8.082 14.328 1.126 464.521
(65.986) (1.480) (12.597) (5.075) (1.455) (48.499) (6.574) (836) (6.717) – (1.000) (582) (150.801)
Valor líquido (Reapresentado) 97.580 91 20.138 54.398 3.412 93.032 10.874 1.555 10.686 8.082 13.328 544 313.720
01 de janeiro de 2009 Valor líquido (Reapresentado) 94.834 102 18.440 33.736 3.389 37.925 10.583 935 10.355 8.290 9.247 872 228.708
A movimentação do imobilizado no exercício de 2010 foi como segue: 31 de dezembro Adições oriundas 31 de dezembro de 2009 de aquisições de 2010 Descrição Adições Baixas Depreciação (Reapresentado) Máquinas e equipamentos hospitalares 97.580 19.554 – (34.007) 51.351 134.478 Instrumentos cirúrgicos 91 601 – (419) 1.783 2.056 Máquinas e equipamentos 20.138 11.156 – (1.131) 10.950 41.113 Imóveis 54.398 606 (18.248) (1.268) 97.172 132.660 Benfeitorias em imóveis próprios 3.412 12.484 – (3.313) – 12.583 Benfeitorias em bens de terceiros 93.032 40.319 – (11.365) 60.173 182.159 Móveis e utensílios 10.874 7.363 – (281) 11.440 29.396 Veículos 1.555 594 – (383) 798 2.564 Instalações 10.686 2.282 – (1.169) 1.039 12.838 Terrenos 8.082 2.308 – – 11.136 21.526 Imobilizações em andamento 13.328 9.261 – (984) 14.725 36.330 Outros 544 240 – (148) 2.954 3.590 313.720 106.768 (18.248) (54.468) 263.521 611.293 Conforme anteriormente mencionado, no exercício de 2010, a Companhia revisou as vidas úteis remanescentes dos itens do imobilizado e reprocessou a depreciação correspondente, a partir de 01 de janeiro de 2010. Essa alteração de estimativa gerou uma redução de R$ 1.679 na despesa de depreciação do exercício findo em 31 de dezembro de 2010. 9. Intangível 2010 2009 01/01/09 (a) Em 24 abril de 2008, o Quinta D’Or adquiriu 64% de participação do Copa D’Or, pelo (Reapresen- (Reapremontante de R$ 127.641, apurando um ágio de R$ 101.393, oriundo da diferença entre o Vida útil definida tado) sentado) 4.275 2.158 5.978 valor pago e o valor patrimonial desta participação. Em 01 de maio de 2008, o Copa D’Or Softwares Vida útil indefinida incorporou o Quinta D’Or nos termos e condições estabelecidos no protocolo firmado entre Ágios Aquisição do Copa D’Or (a) 80.058 80.058 87.874 as partes, sucedendo a incorporada no direito de amortizar para fins fiscais o ágio apurado 399.326 – – na aquisição, que em 31 de dezembro de 2009, líquido de amortização acumulada, monta Aquisição do HMSL (b) Aquisição do Hospital Brasil (b) 86.960 – – 10.561 – – a R$ 80.058. Aquisição do Hospital Assunção (b) Aquisição do Laboratório Menezes da (b) Em 2010 e 2009, o Grupo adquiriu o controle dessas empresas. O valor pago Costa (b) 12.760 – – (consideração transferida) superou os valores justos dos ativos líquidos adquiridos, Aquisição do Hospital Prontolinda (b) 30.595 – – excedente este registrado como ágio e justificado pela lucratividade futura das unidades Outros Ágios 22.631 22.631 8.352 geradoras de caixa. Vide detalhes das aquisições na Nota 4. Marcas e patentes (c) 194.549 3.748 3.736 841.715 108.595 105.940 (c) Valor substancialmente oriundo da aquisição da HMSL. Vide Nota 4. 10. Empréstimos e financiamentos 2010 2009 Banco Curto-prazo Longo-prazo Total Total Indexadores Vencimento (Reapresentado) Banco ABC Brasil S.A. 6.359 1.654 8.013 2.378 CDI + 4,35% a 5,22% a.a. 23/09/2010 a 30/03/2012 Banco ABN AMRO Real S.A. 1.432 461 1.893 5.058 CDI + 1,21% a 4,66% a.a. 16/01/2010 a 20/04/2012 – – – 2.965 CDI +4,91% a.a. 08/06/2010 Banco Banrisul S.A. Banco Bradesco S.A. 9.945 5.783 15.728 33.538 CDI + 0,19%a.m. a 7,06% a.a. 20/04/2011 a 30/11/2012 1.651 6.441 8.092 5.704 TJLP+4%a.a. 30/10/2015 Banco Bradesco S.A./ BNDES Banco Brascan S.A. – – – 6.950 CDI +5,28% a.a. 5/10/2011 Banco Citibank S.A. 6.492 6.132 12.624 19.454 CDI + 3,98% a 4,91%a.a. 30/11/2012 Banco do Brasil S.A. 852 – 852 CDI + 4,5% a.a. 20/07/2011 Banco BTG Pactual S.A. 56.507 – 56.507 CDI+3,5% a.a. 31/01/2011 Banco Pine S.A. 4.984 – 4.984 10.036 CDI + 3,3% a.a. 20/05/2011 a 30/05/2011 8.048 26.401 34.449 27.634 CDI + 2,5% a 5,5% a.a. 02/09/2015 Banco Safra S.A. Banco Santander S.A. 34.184 31.983 66.167 34.786 4,5%a.a. a CDI + 6,04% 25/02/2011 a 15/03/2016 63.957 96.878 160.835 163.648 29/03/2011 a 31/12/2012 Banco Itaú Unibanco S.A. Banco Unicred S.A. 370 45 415 3.030 CDI +1,02% a 5,54% a.a. 18/04/2011 a 12/02/2012 Banrisul S.A. 1.981 743 2.724 4.284 CDI + 1,57% a.a. 09/05/2012 Caixa Econômica Federal – – – 507 CDI +3,66% a.a. 26/02/2010 IFC - International Finance Corparation 6.019 47.148 53.167 – Libor+2% a.a. 15/09/2019 Lage Landen 336 483 819 1.085 12,55% a.a. 27/05/2013 5.534 21.968 27.502 28.926 Outros 208.651 246.120 454.771 349.983 Os principais financiamentos foram captados com objetivo de efetuar aquisições de empresas, conforme mencionado na Nota 4, e para obras de expansão dos hospitais e laboratórios. Em garantia aos empréstimos e financiamentos foram oferecidos avais e imóveis dos acionistas controladores. Adicionalmente às garantias prestadas, estão previstos em alguns contratos de empréstimos e financiamentos a manutenção de certas condições de natureza financeira (covenants) que são acompanhados e fiscalizados pelos agentes fiduciários e que foram honradas pela Companhia em 2010. O saldo de longo prazo possui o seguinte cronograma de vencimento: Ano Valor 2012 88.716 2013 52.980 2014 49.920 2014 26.067 2016 a 2019 28.437 246.120 11. Promissórias a pagar A captação da nota promissória foi firmada em 03 de novembro de 2010 junto ao Banco Itaú Unibanco S.A., no valor de R$ 400.000, com juros de CDI + 2% ao mês e com vencimento em 02 de maio de 2011. Em 31 de dezembro de 2010, essas notas promissórias totalizam R$ 407.380. A Administração está estruturando uma nova operação que objetiva o alongamento dessa dívida, mediante emissão de títulos mobiliários, e espera concluir a negociação ainda no primeiro semestre de 2011. Essa captação está consistente com o planejamento estratégico do Grupo e tiveram o objetivo de subsidiar as aquisições da Companhia e o processo de expansão das unidades existentes, bem como fortalecer a posição financeira do Grupo. 12. Arrendamentos a pagar 01 de janeiro de 2009 Arrendador 2010 2009 (Reapresentado) (Reapresentado) Moeda nacional Banco Bradesco S.A. 11.663 13.312 5.625 Banco Ibm S.A. 797 1.213 1.795 Banco Itau Leasing S.A. 4.552 5.822 6.541 Dibens Leasing S.A. (Unibanco) – 308 277 Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. 461 706 979 Outros 2.484 4.876 625 19.957 26.237 15.842 Arrendador Moeda estrangeira BA-CA Export Leasing GmbH Capita Corporation General Eletric Intl. CSI Latina Unicredit Global Leasing Export GmbH Outros
2010 793 418 5.686 593
2009 01 de janeiro de 2009 (Reapresentado) (Reapresentado) 1.659 3.280 837 964 8.607 11.087 2.373 –
688 797 4.752 – – 1.655 8.178 14.273 21.738 Total 28.135 40.510 37.580 Circulante 11.696 14.981 9.436 Não-circulante 16.439 25.529 28.144 Total 28.135 40.510 37.580 Esses arrendamentos são referentes a aquisições, por meio de arrendamentos mercantis financeiros, de equipamentos hospitalares e foram registrados em contrapartida ao imobilizado e vêm sendo depreciado pela vida útil dos mesmos. Em garantia dos arrendamentos mercantis foram oferecidos avais dos cotistas. O montante registrado no longo prazo será pago em parcelas mensais até o ano de 2018, conforme abaixo: 2010 Vencimento em: 2012 8.821 2013 6.602 2014 711 2015 92 213 2016 a 2018 16.439 Total Além dos arrendamentos descritos acima, a Rede D’Or possui contratos de arrendamentos operacionais, cujos compromissos totalizam aproximadamente R$ 250.000 (valor bruto nominal) em 31 de dezembro de 2010 (R$ 134.000 em 2009), correspondentes principalmente a arrendamentos de edifícios pelo prazo de dezoito anos. As despesas com arrendamentos reconhecidas no exercício foram de R$ 7.474 (R$ 6.981 em 2009). 13. Obrigações fiscais e tributos parcelados a) Obrigações fiscais 01 de janeiro de 2009 2010 2009 (Reapresentado) (Reapresentado) PIS - Programa de Integração Social 1.126 673 1.018 COFINS - Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social 5.156 3.382 5.562 ISS - Impostos sobre Serviços de Qualquer Natureza 5.092 1.331 1.213 Imposto de renda 7.057 1.914 12.014 Contribuição social 2.453 1.023 4.442 Outros 8.087 2.666 2.131 28.971 10.989 26.380
Provisão para contingências Fiscais Trabalhistas Cíveis
2010 Depósitos judiciais
b) Tributos parcelados
Tributos parcelados
PAES - RFB PAEX - RFB COFINS PIS ISS Parcelamento - Lei 11.941/09 Outros
Circu lante
2010 Não-circulante
2009 Total
– 5 – – 43
– 71 – – 292
– 76 – – 335
Total (Reapresentado) – – – – 1.807
01 de janeiro de 2009 Total (Reapresentado) 20.830 1.826 1.344 865 3.111
8.814 69.128 77.942 (a) 50.229 – 8.404 14.268 22.672 1.285 166 17.266 83.759 101.025 53.321 28.142 (a) Refere-se ao parcelamento do programa de refinanciamento da Lei 11.941/09. O aumento em 2010 é decorrente das aquisições efetuadas. Em 27 de maio de 2009, o governo brasileiro promulgou a Lei 11.941/09, que alterou a legislação tributária relativa ao pagamento de débitos fiscais vencidos até 30 de novembro de 2008. A Lei lançou um Programa de Refinanciamento Fiscal e concedeu alguns benefícios, como a redução da multa e dos juros, dependendo da forma de pagamento. Adicionalmente, a Lei 11.941/09 permitiu às empresas pagar os juros com prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social. A Administração da Companhia avaliou os benefícios concedidos pela Lei para aderir a este refinanciamento fiscal e incluiu os seguintes impostos no programa: Montante total Redução aderido ao de juros e Saldo em Tributos parcelados 31/12/2009 programa multas (iii) (iv) Novos tributos aderidos ao parcelamento (i) PIS, COFINS, imposto de renda e contribuição social 1.096 (178) 918 Compensações (Perdcomp’s) 7.548 (1.154) 6.394 não homologadas 8.644 (1.332) 7.312 Passivos fiscais refinanciados (ii) PAEX - RFB 1.666 (430) 1.236 PAES - RFB 29.762 (5.522) 24.240 PIS, COFINS, imposto de 19.683 (2.242) 17.441 renda e contribuição social 51.111 (8.194) 42.917 59.755 (9.526) 50.229 Total (i) Esses saldos referem-se a impostos não recolhidos e compensações não homologadas pela Receita Federal do Brasil e Procuradoria Geral da Fazenda Nacional entre 2001 e 2007, cujas probabilidades de perda eram estimadas como possível pela Administração e, portanto, nenhuma provisão havia sido registrada anteriormente. Considerando os benefícios concedidos pela Lei 11.941/09 a Administração optou por incluir esses tributos no programa de parcelamento. (ii) Esses tributos já haviam sido reconhecidos contabilmente em parcelamentos de exercícios anteriores e considerando os benefícios concedidos pela Lei 11.941/09 a Administração optou por refinanciar esses tributos, e outros tributos federais não recolhidos e provisionados pela Administração, principalmente no exercício de 2008. (iii) Montante total aderido ao programa incluindo juros e multa até 31 de dezembro de 2009, estimados pela Administração em conformidade com os critérios estabelecidos pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. (iv) De acordo com a Lei 11.941/09, com base na intenção da Administração em pagar o saldo devedor em 180 parcelas, 25% dos juros podem ser reduzidos. Como consequência do reconhecimento contábil do programa de refinanciamento fiscal, a Companhia registrou R$ 4.702 como despesas operacionais, relativas aos novos tributos aderidos ao parcelamento, R$ 7.511 como despesas financeiras, e R$ 9.526 como receitas financeiras, correspondente aos benefícios concedidos pela Lei. Adicionalmente, conforme detalhado na Nota 17, a Companhia registrou imposto de renda e contribuição social diferidos ativos, no montante de R$ 5.365, referente aos prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social que serão utilizados para pagamento dos juros correspondentes aos impostos aderidos ao parcelamento. Os montantes acima foram estimados pela Administração em conformidade com os critérios estabelecidos pela Lei 11.941/09 e ainda dependem da homologação por parte da Secretaria da Receita Federal do Brasil. 14. Provisão para contingências As empresas integrantes da Rede D’Or estão envolvidas em diversas ações judiciais de natureza fiscal, cível e trabalhista. Os depósitos judiciais somente serão liberados em caso de decisão favorável às empresas. Com base no parecer de seus consultores jurídicos internos e externos, a Administração constituiu provisão para perdas consideradas suficientes para cobrir as perdas prováveis, conforme demonstrado a seguir:
Valor líquido
2009 (reapresentado) Provisão para Depósitos contingências judiciais
Valor líquido
01 de janeiro de 2009 Valor líquido (Reapresentado) 4.715 2.050 2.622 9.387
75.238 (31.248) 43.990 9.855 (6.204) 3.651 26.913 (4.089) 22.824 2.198 (1.931) 267 36.069 (7.460) 28.609 2.955 (289) 2.666 138.220 (42.797) 95.423 15.008 (8.424) 6.584 As movimentações das provisões para contingências nos exercícios de 2010 e 2009 estão resumidas a seguir: 2010 2009 01 de janeiro de 2009 Fiscais Trabalhistas Cíveis Total Total Total (Reapresentado) (Reapresentado) Saldos no início do exercício 9.855 2.198 2.955 15.008 15.905 10.177 Adições líquidas de reversões (3.322) 1.701 757 (864) 1.478 7.698 Pagamentos (1.845) (113) (273) (2.231) – (1.970) 70.550 23.127 32.630 126.307 (2.375) – Adições oriundas de aquisições 75.238 26.913 36.069 138.220 15.008 15.905 Saldos no final do exercício
Os processos de natureza fiscal provisionados decorrem principalmente de ações referentes a discussões sobre a incidência de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - ICMS nas importações de equipamentos médicos, Impostos sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS com recolhimento com base em alíquota diferenciada, e discussões sobre a incidência de Imposto sobre produtos industrializados - IPI sobre importações, cujas perdas são avaliadas como prováveis e, portanto, foram provisionadas pela Administração. A provisão para contingências fiscais oriunda da aquisição da HMSL, no valor total de R$ 25.603, refere-se, principalmente, a autuações relacionadas Pis e Cofins sobre recuperação de despesas e IOF sobre operações de mútuo. A provisão para contingências fiscais oriunda da aquisição do Hospital Brasil, no valor total de R$ 39.121, refere-se, principalmente, a autuações relacionadas a Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS, no valor de R$ 18.589, e a incidência de Pis e Cofins sobre o valor dos medicamentos submetidos ao regime monofásico de tributação, no valor de R$ 14.000, que se encontra integralmente depositado judicialmente. Adicionalmente, a Companhia também é parte de diversos processos fiscais de naturezas variadas, no montante total de aproximadamente R$ 5.029 (R$ 3.400 em 2009), cujas probabilidades de perda foram estimadas como possível. Portanto, não foram registradas provisões para contingências para esses processos. Os processos de natureza trabalhista decorrem principalmente de reclamações de horas extras, 13º salário, aviso prévio, férias e FGTS. Além das causas provisionadas, a Rede D’Or é ré em processos trabalhistas no montante total aproximado de R$ 15.143 (R$ 2.500 em 2009), cujas probabilidades de perda foram avaliadas como possível e, portanto, não são reconhecidas provisões para contingências. Os processos de natureza cível referem-se, principalmente, a indenizações por danos morais e materiais. Além das causas provisionadas, a Rede D’Or é ré em processos cíveis no montante total aproximado de R$ 73.426 (R$ 5.500 em 2009), cujas perdas são avaliadas como possível e, portanto, não são reconhecidas provisões para contingências. 15. Patrimônio líquido a) Capital social O capital social, totalmente subscrito e integralizado por empresa, é representado em 31 de dezembro de 2010, pelos seguintes números de ações: 2010 HMSL - Controladora 243.995.151 Empresas combinadas Diagnoservice Imagem S.A. (c) 60.000 Labs Cardiolab Exames Complementares S.A. (c) 9.164.000 Labs Cardioclínica Exames Complementares S.A. (c) 136.000 Cavallieri Serviços Médicos S.A. (c) 2.000 Labs Barra Life Diagnósticos Médicos S.A. (c) 6.000 Labs Ecolab Patologia Clínica S.A. (c) 6.000 Labs Diagnostika Exames Complementares S.A. (c) 10.000 CEC - Centro de Ultrasom e Exames Cardiológicos S.A. (c) 600.000 Centro de Diagnóstico Ultrassonográfico S.A. (c) 450.000 Cardiomeier Laboratório de Exames Complementares S.A. (c) 17.000 Clínica Radiológica Menezes da Costa Ltda. (c) 6.090 Em 31 de dezembro de 2009, as empresas não tinham relação societária; portanto, o capital social demonstrado é representado pela soma dos capitais sociais das empresas: 2009 FMG Empreendimentos Hospitalares Ltda. (a) 16.000.000 Hospital Prontolinda Ltda. (a) 1.622.000 FMG Empreendimentos Imobiliários Ltda. (a) 18.556.000 Medise Medicina Diagnóstico e Serviços Ltda. (b) 18.990.000 J Badim S.A. (b) 390.000 PROCORDIS - Pronto Atendimento Cardiológico Ltda. (Provita) (b) 210.000 Casa de Saúde e Maternidade Joari Ltda. (b) 840.000 Casa de Saúde e Maternidade Rio de Janeiro S.A. (b) 4.714.000 Hospital Realcordis Ltda. (b) 50.000 Hospital de Clinicas de Bangu Ltda. (b) 4.200.000 Hospital Geral de Bangu Ltda. (b) 2.000 Hospital Esperança Ltda. (b) 1.533.000 Hospital Norte D’Or de Cascadura S.A. (b) 26.000 Diagnoservice Imagem Ltda. (c) 60.000 Labs Cardiolab Exames Complementares Ltda. (c) 9.164.000 Labs Cardioclínica Exames Complementares Ltda. (c) 136.000 Cavallieri Serviços Médicos Ltda. (c) 2.000 Labs Barra Life Diagnósticos Médicos Ltda. (c) 6.000 Labs Ecolab Patologia Clínica Ltda. (c) 6.000 Labs Diagnostika Exames Complementares Ltda. (c) 10.000 CEC - Centro de Ultrasom e Exames Cardiológicos Ltda. (c) 600.000 Centro de Diagnóstico Ultrassonográfico Ltda. (c) 450.000 (a) Conforme mencionado na Nota 1, em 2010, as participações no Hospital Prontolinda e na FMG Empreendimentos Imobiliários Ltda. foram aportadas na FMG, que subsequentemente, incorporou essas empresas. Adicionalmente, a FMG que adquiriu a HMSL em outubro de 2010, subsequentemente foi incorporada pela mesma (incorporação reversa). (b) As participações nessas empresas foram aportadas na FMG, que subsequentemente foi incorporada pela HMSL. (c) As empresas do grupo Labs continuam sendo combinadas, uma vez que a participação nessas empresas é detida diretamente pelos acionistas controladores da HMSL. No exercício de 2010, os cotistas efetuaram aumento de capital no montante de R$ 24.621 (R$ 6.261 em 2009) mediante capitalização de lucros acumulados. b) Destinações do lucro Para as empresas constituídas sob a forma de sociedades por ações, a reserva legal é constituída com base em 5% do lucro líquido do exercício, limitada a 20% do capital social, em conformidade com o artigo 193 da Lei nº 6.404/76. As empresas constituídas sob a forma de sociedades por ações distribuíram dividendos com base na Lei nº 6.404/76, sendo o dividendo mínimo obrigatório de 25% do lucro líquido, após destinação da reserva legal. As empresas constituídas como limitadas distribuem dividendos mediante aprovação dos cotistas. Durante o exercício de 2010 foram distribuídos R$ 75.064 (R$ 13.981 em 2009) de dividendos e juros sobre capital próprio aos acionistas, dos quais R$ 68.717 estão provisionados em 31 de dezembro de 2010 (R$ 2.577 em 2009). c) Reserva para investimentos A reserva para investimentos foi criada na HMSL no exercício de 2009, como parte das destinações do lucro desta empresa. Quando da aquisição e incorporação reversa, esta reserva foi integrada ao patrimônio líquido do Grupo. d) Outras reservas – debêntures conversíveis Em 14 de abril de 2010, a Companhia realizou a emissão privada de debêntures, integralmente adquiridas pelo BTG Pactual Saúde Fundo de Investimento em Participações, de espécie subordinada e conversível em ações, em uma única série, no valor total de R$ 350.000, com vencimento em 31 de dezembro de 2013, atualizados pelo CDI (Certificado de Depósito Interbancário) acrescido de juros de 3,5% ao ano. Em 28 de novembro de 2010, a Companhia realizou uma segunda emissão privada de debêntures, integralmente adquiridas pelo BTG Pactual, de espécie subordinada e conversível em ações, em uma única série, no valor total de R$ 250.000, com vencimento em 31 de dezembro de 2013, atualizados pelo CDI (Certificado de Depósito Interbancário) acrescido de juros de 2,0% ao ano. Referidos juros somente serão pagos no vencimento das debêntures caso essas não sejam convertidas em ações. O debenturista tem a opção (call) de, na data de vencimento, converter essas debêntures em ações, que representarão 23,46% do capital do Grupo. Caso o debenturista não exerça sua opção, a Companhia tem a opção (put) de pagar o montante corrigido com ações que representem a referida participação. Considerando a estrutura destas operações, onde ambas as partes tem a opção de liquidar as debêntures por meio de recebimento/entrega de participação no Grupo, a Administração entendeu que a conversão é praticamente certa e concluiu, portanto, que, contabilmente, trata-se de um instrumento de patrimônio. Dessa forma, as debêntures foram classificadas no patrimônio liquido, como Outras reservas, até sua efetiva capitalização. 16. Resultado financeiro, líquido As receitas (despesas) financeiras para o exercício findo em 31 de dezembro de 2010 e 2009 são compostas como segue: 2010 2009 (Reapresentado) Receitas financeiras Rendimentos de aplicações financeiras 17.089 1.046 Variação monetária e cambial ativa 10.008 142 Benefícios da Lei 11.941/09 (Nota 13.b) – 9.526 2.305 136 Outros 29.402 10.850 Despesas financeiras Juros sobre financiamentos e contas a pagar por aquisições (69.928) (42.034) Juros sobre tributos - Lei 11.941/09 (Nota 13(b)) (1.943) (7.511) (14.914) (1.116) Outros (86.785) (50.661) (57.383) (39.811) 17. Imposto de renda e contribuição social A despesa com imposto de renda e a contribuição social para os exercícios de 2010 e 2009 são compostos como segue: 2010 2009 Diferido (Reapresentado) Imposto de renda (3.382) 4.128 (1.217) 1.487 Contribuição social (4.599) 5.615 Corrente Imposto de renda (10.710) (7.422) (4.888) (3.288) Contribuição social (15.598) (10.710) Despesa de imposto de renda e (20.197) (5.095) contribuição social Imposto de renda e contribuição social diferido A movimentação do imposto de renda e contribuição social diferidos ativos em 2010 foi como segue: Benefícios adicionais Crédito fis31 de de- (despesa) cal oriundo 31 de zembro registra- das aquisi- dezembro Ativos de 2009 de 2010 ções dos Imposto de renda diferido 3.945 – 6.501 10.446 Prejuízo fiscal 3.717 1.685 206.123 211.525 Diferenças temporárias Contribuição social diferida Base negativa de contribuição 1.420 – 2.340 3.760 social 1.338 607 74.202 76.147 Diferenças temporárias 10.420 2.292 289.166 301.878 Total de ativo fiscal diferido Imposto de renda e contribuição social diferidos passivos sobre (4.805) (6.891) – (11.696) diferenças temporárias (4.805) (6.891) – (11.696) Total de passivo fiscal diferido – (4.599) – – Efeito líquido no exercício Do total do imposto de renda e contribuição social diferidos ativos, R$ 5.365 refere-se a prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social que serão integralmente utilizados para pagamento dos juros do programa de refinanciamento fiscal, conforme descrito na Nota 13(b). Conforme descrito na Nota 4, como parte da alocação de ativos adquiridos e passivos assumidos nas aquisições efetuadas, o benefício fiscal futuro e as diferenças entre as bases fiscais e contábeis nos balanços das empresas adquiridas, no valor total de R$ 259.118, foi registrado como imposto de renda e contribuição social diferidos ativos. Além disso, as empresa adquiridas também tinham registrados em seus balanços créditos fiscais no valor total de R$ 30.048. Adicionalmente, a Companhia registrou R$ 6.891 (R$ 4.805 em 2009) de imposto de renda e contribuição social diferidos passivos sobre a diferença entre a base fiscal e contábil dos ágios gerados em aquisições. A amortização contábil do ágio foi extinta, porém a Lei 11.941/09 manteve dedução fiscal do mesmo. Imposto de renda e contribuição social corrente A reconciliação do imposto de renda e da contribuição social contábeis e o montante determinado pela alíquota efetiva para os exercícios de 2010 e 2009 são apresentados a seguir:
ECONOMIA/LEGAIS - 35
2010 2009 (reapresentado) Imposto Contribuide ção Imposto Contribuirenda social de renda ção social
Empresas que tributam pelo lucro real Resultado antes do imposto de renda e da contribuição social 81.860 81.860 48.841 48.841 Imposto de renda e contribuição 20.465 7.367 12.210 4.396 social à alíquota nominal Ajustes para obtenção da alíquota efetiva Provisão para contingências (216) (78) 153 55 Compensação de prejuízos fiscais e base (611) (220) (1.098) (395) negativa da contribuição social Dedutibilidade de ágios (*) (5.485) (1.974) (3.548) (1.277) Outros (2.917) (110) 555 816 Redutor das bases das empresas que (526) (97) (850) (307) tributam pelo lucro presumido(**) Despesa com imposto de renda e contribuição 10.710 4.888 7.422 3.288 social do exercício (*) Embora a amortização do ágio tenha sido extinta, a Lei 11.941/09 permitiu que as empresas mantivessem a dedução correspondente para fins fiscais. (**) Refere-se aos redutores (de 68% a 92%) aplicados sobre as receitas das empresas que tributam o imposto de renda e a contribuição social pelo lucro presumido. 18. Instrumentos financeiros 18.1. Classificação dos instrumentos financeiros por categoria A classificação dos ativos financeiros por categoria é a seguinte: 2010 A valor justo por meio do Recebíveis Total Ativos financeiros resultado Caixa e equivalentes de caixa – 207.052 207.052 Títulos e valores mobiliários – 146.814 146.814 Contas a receber 426.890 – 426.890 Impostos a recuperar 47.015 – 47.015 Contas a receber de partes relacionadas 7.044 – 7.044 Depósitos judiciais 42.797 – 42.797 523.746 353.866 877.612 2009 (reapresentado) A valor justo por meio do Recebíveis Total Ativos financeiros resultado Caixa e equivalentes de caixa – 27.445 27.445 Títulos e valores mobiliários – – – Contas a receber 150.996 – 150.996 Impostos a recuperar 13.100 – 13.100 Contas a receber de partes relacionadas 14.875 – 14.875 8.424 – 8.424 Depósitos judiciais 187.395 27.445 214.840 O valor justo dos recebíveis não difere de forma relevante dos saldos contábeis, pois têm correção monetária consistente com taxas de mercado e/ou estão ajustados pela provisão para redução ao valor recuperável. Os principais passivos financeiros da Companhia são mensurados, conforme demonstrado abaixo: 2010 2009 Custo amortizado Custo amortizado Passivos financeiros (Reapresentado) Fornecedores 120.825 55.524 Empréstimos e financiamentos 454.771 349.983 Promissórias a pagar 407.380 – Contas a pagar a partes relacionadas 2.338 2.414 28.971 10.989 Impostos e obrigações fiscais 1.014.285 418.910 Os empréstimos e financiamentos não têm negociação ativa e as taxas de juros são pós-fixadas e estão consistentes com as praticadas no mercado; dessa forma, os saldos contábeis informados encontram-se próximos aos respectivos valores justos. As debêntures estão reconhecidas pelo valor histórico no patrimônio líquido, conforme descrito na nota 15(d). 18.2. Gestão de risco As operações financeiras da Rede D’Or são realizadas por intermédio da área financeira de acordo com a estratégia previamente aprovada pela diretoria e cotistas. As estratégias de gerenciamento de riscos da Rede D’Or e os respectivos efeitos nas demonstrações financeiras podem ser resumidos como segue: a) Moeda estrangeira A Rede D’Or está exposta a riscos de mercado decorrentes de suas operações. As receitas são geradas em reais, ao passo que a Companhia possui algumas obrigações em moeda estrangeira, de forma que seus resultados são suscetíveis a variações cambiais, que poderia causar um impacto adverso em seu fluxo de caixa, posição patrimonial e financeira e operações, conforme demonstrado abaixo: 01 de janeiro de 2010 2009 2009 (Reapresentado) (Reapresentado) Arrendamentos mercantis financeiros 7.485 14.273 21.738 Arrendamentos mercantis 688 3.423 3.213 operacionais 8.173 17.696 24.951 Total da exposição cambial b) Risco das taxas de juros A Rede D’Or possui financiamentos em moedas locais sujeitos principalmente à flutuação da taxa CDI. c) Risco de crédito Os instrumentos financeiros que sujeitam a Companhia a riscos de crédito referem-se às disponibilidades e as contas a receber. Todas as operações da Companhia são realizadas com bancos de reconhecida liquidez, o que minimiza seus riscos. O risco de incorrer em perdas resultantes da dificuldade de recebimento de valores faturados a seus clientes é minimizado uma vez que não há grande concentração das receitas. Seu cliente mais significativo representa aproximadamente 15% do faturamento anual. d) Risco de liquidez Representa o risco de escassez e dificuldade da Companhia honrar suas dívidas. A Companhia procura alinhar o vencimento de suas dívidas com o período de geração de caixa para evitar o descasamento e gerar a necessidade de maior alavancagem. e) Derivativos A Companhia não operava com derivativos em 31 de dezembro de 2010. 19. Seguros A Companhia mantém as seguintes coberturas de seguros: Tipo de cobertura Valor segurado Hospitais Incêndio/raio/explosão 205.000 Danos elétricos 7.270 Estacionamento 14.800 Vendaval/furacão/ciclone/fumaça/granizo/queda de aero 13.800 Lucro cessante/raio/incêndio/explosão 52.250 Derrame de sprinklers 3.200 Perda de aluguel 840 Laboratórios Incêndio/raio/explosão 23.377 Danos elétricos 1.500 Estacionamento 4.000 Lucro cessante/raio/incêndio/explosão 3.000 Total 329.037 A DIRETORIA Contador: Nilo Cesar Braga de Almeida - CRC 068910/0-6 RJ - CPF 967.034.827-72 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS COMBINADAS Aos Administradores e Acionistas da Rede D’Or Examinamos as demonstrações financeiras combinadas da Rede D’Or (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial combinado em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações combinadas do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras combinadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras combinadas com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras combinadas estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras combinadas. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras combinadas, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras combinadas da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras combinadas tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras combinadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira combinada da Rede D’Or em 31 de dezembro de 2010, o desempenho combinado de suas operações e os seus fluxos de caixa combinados para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Rio de Janeiro, 26 de março de 2011
ERNST & YOUNG TERCO Auditores Independentes S.S. CRC - 2SP 015.199/O-6 - F - RJ Mauro Moreira Wilson J. O. Moraes Contador CRC - 1RJ 072.056/O-2 Contador CRC - 1RJ-107.211/O-1
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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e
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
Os canhotos representam 10% da população mundial
conomia
Uma virada à esquerda para atender clientes canhotos Lojas e produtos exclusivos para esses consumidores crescem no mercado e oferecem de tesouras a máquinas. Paula Cunha
E
les são 10% da população mundial. Famosos ou anônimos, os canhotos enfrentam as mesmas dificuldades para realizar tarefas rotineiras como escrever, abrir latas, pintar e praticar esportes. Ainda não existe uma conclusão científica definitiva sobre o que leva alguém a ser destro ou canhoto, mas muitos acreditam que há uma tendência genética e
existem estudos que apontam que filhos de pais destros têm somente 9,5% de chance de ser canhotos. Por isso, ainda hoje, essa característica é muito notada e causa estranheza. Apesar disso, na rotina do dia a dia, eles já encontraram soluções para se adaptar e a indústria passou a oferecer produtos para tornar suas vidas mais fáceis. De olho nesse mercado, surgem produtos
e lojas especializadas para atender a essa parcela da população. De tesouras a carteiras escolares, passando por ferramentas e produtos eletrônicos, há de tudo um pouco para esse público. Pode ser lucrativo para fabricantes e varejistas, se eles utilizarem a criatividade para criar soluções inteligentes e atrativas. A seguir, o Diário do Comércio apresenta alguns desses itens.
Eliária Andrade/Agência O Globo
CORTE E COSTURA
MÚSICA PARA TODOS O mundo do rock está repleto de canhotos talentosos. Pode parecer brincadeira, mas parece que o gênero musical estimula as habilidades de guitarristas e multi-instrumentistas que criam estilos diferenciados e influenciam gerações de músicos em todo o mundo. Os exemplos são muitos, a começar por nada menos que metade dos Beatles. É isso mesmo: Paul McCartney e Ringo Starr são exemplos do seleto grupo. Além deles, Jimi Hendrix, o maior guitarrista de todos os tempos, realizava proezas com a guitarra de deixar a plateia literalmente de boca aberta. O músico invertia as cordas da guitarra para tocar os famosos solos distorcidos com a mão esquerda e até com os dentes. Outros músicos canhotos que alcançaram a fama no mundo do rock são David Bowie, Phil Collins, Kurt Kobain, David Byrne, Bob Dylan, Bob Geldof e Paul Simon. No Brasil, Edgar Scandurra comanda a guitarra do Ira!.
Que levante a tesoura o canhoto que nunca teve dificuldade para realizar um trabalho escolar. Pensando nesse público, a Mundial, indústria nacional de acessórios e ferramentas, fabrica esse item com as lâminas invertidas. A empresa pesquisou os modelos comercializados em outros países e oferece aos brasileiros quatro tipos com preços que variam de R$ 2,70 a R$ 94,50.
PODEROSOS DA CASA BRANCA Jason Reed/REUTERS
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INFORMAÇÕES NA WEB O mundo virtual também ajuda os canhotos. A internet é fonte de referência para que esse grupo encontre informações sobre produtos e serviços, além de fóruns de discussão. Diversos sites oferecem produtos e serviços que podem facilitar o dia a dia das pessoas. O endereço britânico www.anythingleft-handed.co.uk oferece, além de canetas, cadernos, relógios, carteiras e acessórios para informática, textos de orientação com pesquisas recentes sobre o mundo desse grupo, dicas de livros e aceita encomendas de escolas. Outras sugestões estão no www.zazzle.com.br. Nele, chaves e chaveiros, canecas e outros itens podem ser personalizados conforme as necessidades dos clientes.
Os Estados Unidos são bem servidos de presidentes canhotos. Além do atual, o democrata Barack Obama, John F. Kennedy, George Bush e Bill Clinton fazem parte do grupo. O comando do país mais poderoso do mundo esteve nas mãos desses líderes por quase 20 anos, com a alternância de poder entre democratas e republicanos.
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MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
PRATOS JAPONESES Os amantes da comida japonesa podem ter certeza de que o sushiman canhoto não comprometerá o corte e a qualidade de sushis e sashimis, pois ele tem facas especiais que o ajudam na tarefa de criar essas delícias. No Brasil, o produto tem que ser importado e as vendas são pequenas. A Himeya, importadora paulistana localizada no bairro Liberdade, comercializa itens para essas finalidades. O modelo especial custa R$ 90, o dobro de uma para destro, e pode ser encomendado pelo site www.himeya.com.br. Div
ulga
ção
Richard Saigh Indústria e Comércio S.A. CNPJ/MF nº 61.206.397/0001-67 - NIRE 35.300.042.174 Ata da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária Realizada em 12 de Abril de 2011 (Lavrada na forma de Sumário, conforme autorizado pelo art. 130, §1º da Lei nº 6.404/76) Data, Hora e Local: 12 de abril de 2011, às 10:00hs, na sede social da Richard Saigh Indústria e Comércio S.A. (“Companhia” ou “Richard reserva de investimentos, correspondendo esse valor a 65% (sessenta e cinco por cento) do lucro líquido apurado no exercício de 2010, Saigh”), localizada na cidade de São Caetano do Sul, Estado de São Paulo, na Rua Heloísa Pamplona, 842. Convocação: Convocação na forma do art. 23 do estatuto social; e (d) o valor de R$484.938,95 (quatrocentos e oitenta e quatro mil, novecentos e trinta e oito Reais e publicada no Diário Oficial Empresarial e no Diário do Comércio nos dias 1, 2 e 5 de abril de 2011, na forma do inciso I, parágrafo 1º do noventa e cinco centavos) destina-se à conta de reserva de pesquisa e desenvolvimento, correspondendo esse valor a 5% (cinco por cento) art. 124 da Lei nº 6.404/76 e suas alterações posteriores (“Lei das Sociedades por Ações”). Presenças: Acionistas titulares de 100% do lucro líquido apurado no exercício de 2010, com finalidade de subsidiar pesquisas para o desenvolvimento e aprimoramento de produtos (cem por cento) do capital social com direito a voto, conforme assinaturas lançadas no Livro de Presença de Acionistas. Os acionistas da Companhia, na forma do art. 23 do estatuto social. Ainda de acordo com a proposta apresentada pela Administração e aprovada por Eurobristol S.A. (“Eurobristol”), Bens de Raiz Participações S.A. (“Bens de Raiz”) e Christian Mattar Saigh (“Christian Saigh”) encontram-se maioria absoluta de votos dos acionistas presentes, considerando o pool de votação de representado pelas participações detidas pelos representados por procuração arquivada na sede da Companhia na forma legal estabelecida no art. 126, §1º, da Lei das Sociedades por acionistas Eurobristol e Bens de Raiz e em face da abstenção de voto do acionista Christian Saigh em relação à matéria, foi registrado que Ações, pelos advogados Drs. Sami Arap Sobrinho, OAB/SP 97.542 (Eurobristol), Luís Gustavo Haddad, OAB/SP 184.147 e Bruno Robert, os dividendos serão pagos na proporção da participação dos acionistas no capital social da Companhia em 07 (sete) parcelas mensais, OAB/SP 221.002 (Bens de Raiz), e Silvia Regina Nishi Uyeda, OAB/SP 116.162 (Christian Saigh). As procurações foram recebidas pela iguais e consecutivas, sendo a primeira em 31 de maio de 2010 e a última em 30 de novembro de 2011, sendo consignado que os mesa e ficam arquivadas na sede da Companhia como DOC. 01. Presentes, ainda, (i) os Srs. Edgard Nassif Saigh, Christian Mattar Saigh, pagamentos serão sempre realizados no último dia útil de cada mês. O Acionista Bens de Raiz apresentou manifestação de voto contrária Jorge Botossi de Figueiredo e Gerson Edvaldo da Silva, Diretores da Companhia, em atendimento ao disposto no §1º do art. 134 da Lei das sobre a matéria, que fica arquivada na sede da Companhia como DOC.09. (iii) Por fim, o acionista Bens de Raiz solicitou, por intermédio de Sociedades por Ações; (ii) os Srs. Ary Waddington e Flavio Stamm, membros titulares do Conselho Fiscal da Richard Saigh, em atendimento manifestação de voto por escrito e nos termos do §1º do art. 161 da Lei das Sociedades por Ações (DOC. 10) e que fica arquivada na sede ao disposto no art. 164 da Lei das Sociedades por Ações; e (iii) o Sr. Francisco de Paula dos Reis Júnior, representante da empresa de da Companhia, que seja instalado o Conselho Fiscal da Richard Saigh, que funcionará até a próxima Assembleia Geral Ordinária a ser auditoria externa Crowe Horwath RCS, atualmente denominada BDO RCS Auditores Independentes, para fins de atendimento ao disposto realizada no exercício social de 2012, solicitação essa que foi aceita pela unanimidade de votos dos acionistas presentes, considerando o no §1º do art. 134 da Lei das Sociedades por Ações. Composição da Mesa: Presidente, Edgard Nassif Saigh; Secretário, João Eduardo de pool de votação representado pelas participações detidas pelos acionistas Eurobristol e Bens de Raiz e em face da abstenção de voto do Villemor Amaral Ayres. Ordem do Dia: em Assembleia Geral Ordinária: i) tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar acionista Christian Saigh em relação à matéria. A acionista Eurobristol elegeu, neste ato, para os cargos de membro titular e suplente do as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010; ii) deliberar sobre a destinação do lucro Conselho Fiscal da Companhia, respectivamente: Membro Titular: Sr. Jarbas T. Barsanti Ribeiro, brasileiro, casado, contador, inscrito no líquido do exercício e a distribuição de dividendos; e iii) eleger os membros do Conselho Fiscal; em Assembleia Geral Extraordinária: C.R.C./RJ sob o nº 42.819-5 e no CPF/MF sob o nº 272.271.707-72, com escritório na Avenida Presidente Wilson, 164, 11º andar, Centro, i) fixar a remuneração global dos administradores da Companhia. Deliberações: Assuntos Preliminares: Dando início aos trabalhos da na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro; Membro Suplente: Sr. Ronaldo Ferreira, brasileiro, casado, contador, portador da presente assembleia geral, o Presidente da Mesa deu a palavra ao procurador do acionista Bens de Raiz que apresentou à mesa protesto cédula de identidade RG nº 23.144.575-1-SP e inscrito no Conselho Regional de Contabilidade sob nº 230.211/P-0 e no CPF/MF sob escrito solicitando a lavratura desta ata na sua forma integral de fatos ocorridos e para que eventuais manifestações de voto sejam recebidas nº 148.557.388-24, residente e domiciliado na Rua Martim Francisco, 62, apto. 52, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo; pela Mesa, numeradas e registradas na sede da Companhia. Tal manifestação fica arquivada na sede da Companhia (DOC.02). A acionista Membro Titular: Sr. Ary Waddington, brasileiro, casado, economista, portador da cédula de identidade RG nº 01.139.777-5 IFP/RJ e inscrito Eurobristol se manifestou em favor da lavratura da presente ata em forma de sumário de fatos e acontecimentos, conforme dispõe o art. 130, no CPF/MF sob o nº 004.469.397-49, com escritório na Rua Arandú, 205, cj. 1109, Brooklin Novo, na Cidade de São Paulo, Estado de § 1º da Lei das Sociedades por Ações. Colocado este assunto preliminar em votação, por maioria absoluta de votos dos acionistas presentes, São Paulo; Membro Suplente: Sr. Silvio Luiz Girotto, brasileiro, casado, administrador, portador da cédula de identidade RG nº 8.732.929-3 foi deliberado pela lavratura desta ata em forma de sumário de fatos e eventos, conforme dispõe o art. 130, §1º da Lei das Sociedades por SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob nº 051.712.448-39, residente e domiciliado na Rua Marechal Barbacena, 911, Vila Regente Feijó, Ações e de acordo com os procedimentos regularmente adotados pela Companhia em conclaves anteriores. Na sequência, foi apresentada na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo. A acionista Bens de Raiz elegeu, neste ato, por voto em separado, recebido pela mesa na manifestação de voto pelo acionista Bens de Raiz solicitando sejam entregues cópias integrais dos documentos da assembleia, que recebida forma do DOC. 10 e que fica arquivado na sede da Companhia, para os cargos de membro titular e suplente do Conselho Fiscal da e autenticada pela Mesa fica arquivada na sede da Companhia como DOC. 03. Ademais, foi recebida, ainda, manifestação de voto pelo Companhia, respectivamente: Membro Titular: Sr. Flavio Stamm, brasileiro, casado, administrador de empresas, inscrito no Conselho acionista Bens de Raiz sustentando a suposta violação do acordo de acionistas da Companhia, que foi recebida e autenticada pela Mesa e Regional de Administração - Seção SP sob o nº 45.324, portador da cédula de identidade RG nº 12317859 - SSP/SP e inscrito no CPF/MF fica arquivada na sede da empresa como DOC. 04. Os acionistas Eurobristol e Christian, nesta oportunidade, rechaçam na íntegra o teor de sob o nº 048.241.708-00, residente e domiciliado na Rua Patápio Silva, nº 223, apto. 32, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo; todas as manifestações de voto apresentadas pelo acionista Bens de Raiz até o momento. Ordem do Dia da AGO: O Sr. Presidente informou Membro Suplente: João Paulo de Seixas Maia Krepel, brasileiro, solteiro, advogado, portador da cédula de identidade OAB/SP nº 220.294 que o Relatório da Diretoria, as Demonstrações Financeiras e o Parecer dos Auditores Independentes e, ainda, o Parecer do Conselho Fiscal e inscrito no CPF/MF sob o nº 296.652.048-58, com escritório na Av. Faria Lima, 1744, 6º andar, na Cidade de São Paulo, Estado de São (incluindo as manifestações e votos dissidentes apresentados pelos integrantes do Conselho Fiscal) e a Proposta da Administração sobre a Paulo. Em decorrência das deliberações acima tomadas, o Conselho Fiscal da Companhia passa a ser composto da seguinte forma: destinação de resultados do exercício, todos referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, foram disponibilizados (a) Sr. Jarbas T. Barsanti Ribeiro, acima qualificado, como membro titular e como seu suplente o Sr. Ronaldo Ferreira, acima qualificado; para consulta e exame dos acionistas da Companhia, em atendimento ao disposto no caput do art. 133 da Lei das Sociedades por Ações. (b) Sr. Ary Waddington, acima qualificado, como membro titular e, como seu suplente o Sr. Silvio Luiz Girotto, acima qualificado; O “Aviso aos Acionistas” - conforme previsto no dispositivo legal acima indicado - foi publicado no Diário Oficial Empresarial e no Diário do e (c) Sr. Flávio Stamm, acima qualificado, como membro titular e como seu suplente o Sr. João Paulo de Seixas Maia Krepel, Comércio em suas edições dos dias 11, 12 e 15 de março de 2011. Adicionalmente, em cumprimento ao disposto no § 3º do art. 133 da acima qualificado. Os acionistas, à unanimidade de votos dos presentes, considerando o pool de votação representado pelas participações Lei das Sociedades por Ações, o Relatório da Diretoria, as Demonstrações Financeiras e o Parecer dos Auditores Independentes foram detidas pelos acionistas Eurobristol e Bens de Raiz e em face da abstenção de voto do acionista Christian Saigh em relação à matéria, publicados no Diário Oficial do Estado de São Paulo, e no jornal “Valor Econômico”, em sua edição do dia 06 de abril de 2011, sendo sua aprovaram que a remuneração global mensal dos membros do Conselho Fiscal é fixada, em observância ao disposto no §3º do Art. 162 da leitura dispensada pelos presentes. Foram apresentadas manifestações preliminares ao exame do item (i) da Ordem do Dia pelo acionista Lei das Sociedades por Ações, em, no mínimo, 10% (dez por cento) da remuneração global mensal da Diretoria. Ordem do Dia da AGE: Bens de Raiz sobre as seguintes matérias: (a) ausência de disponibilização de documentos; (b) pedido de esclarecimentos e informações Em relação ao único item da Ordem do Dia da AGE, a acionista Eurobristol sugeriu, por manifestação de voto em separado, recebido pela administrativas; (c) reprovação de contas. Todas as manifestações preliminares foram recebidas pela Mesa e ficam arquivadas na sede da mesa na forma do DOC. 11 e que fica arquivado na sede da Companhia, a fixação da remuneração global e mensal da Diretoria em até Companhia como DOCS. 05, 06, 07, respectivamente. As eventuais informações solicitadas pelo acionista Bens de Raiz serão examinadas R$160.000,00 (cento e sessenta mil Reais). Adicionalmente e antes de se colocar o tema em votação, a acionista Eurobristol apresentou pela administração da Companhia e serão objeto de resposta, caso necessário, a ser oportunamente encaminhada. Prosseguindo, questionamento ao representante da empresa de auditoria externa BDO RCS Auditores Independentes acerca do fiel cumprimento, o Sr. Presidente colocou em votação o item (i) da Ordem do Dia desta Assembleia. De acordo com o estabelecido no art. 129 da Lei das pela Companhia, do limite fixado e aprovado em AGO realizada em 16/04/2010, acerca da remuneração global e mensal da Diretoria para o Sociedades por Ações, foram aprovados na íntegra e sem quaisquer ressalvas, por maioria absoluta de votos dos acionistas presentes, exercício de 2010. Na sequência, tendo sido instado a respeito o Sr. Francisco Reis, representante dos auditores independentes, certificou a considerando o pool de votação representado pelas participações detidas pelos acionistas Eurobristol e Bens de Raiz e em face da todos os presentes que, durante a realização do seu trabalho para a emissão do “Parecer dos Auditores Independentes” e ainda durante os abstenção de voto do acionista Christian Saigh em relação à matéria, o Relatório da Diretoria e as Demonstrações Financeiras referentes ao trabalhos de auditoria realizados durante todo o exercício de 2010, constatou que a Companhia respeitou e respeita, rigorosamente, exercício social encerrado em 31/12/2010, incluindo o Parecer dos Auditores Independentes e o Parecer do Conselho Fiscal. Para cômputo os limites estabelecidos pela assembleia geral de ordinária de acionistas realizada em 2010 quanto à distribuição da remuneração global dos de votos desta deliberação foi observada a participação detida (a) pelo acionista Eurobristol S.A. e (b) pelo acionista Bens de Raiz no capital acionistas. Na sequência, no momento da votação do tema, foi aprovada na íntegra e sem quaisquer ressalvas, por unanimidade absoluta de votante da Companhia, razão pela qual a participação detida pelo acionista Eurobristol corresponde à maioria absoluta do capital votante da votos, considerando as abstenções dos acionistas Bens de Raiz e Christian, razão pela qual a participação detida pelo acionista Eurobristol Richard Saigh. O acionista Bens de Raiz apresentou manifestação contrária sobre a matéria, que fica arquivada na sede da Companhia como representa, nesta votação, a totalidade do capital votante da Companhia, a fixação da remuneração global e mensal da Diretoria nos termos DOC.08. (ii) Em relação a este item da Ordem do Dia e de acordo com o estabelecido no art. 129 da Lei das Sociedades por Ações, da proposta apresentada pelo acionista Eurobristol, no montante de até R$160.000,00 (cento e sessenta mil Reais). A distribuição deste valor foi aprovada na íntegra e sem quaisquer ressalvas, por maioria absoluta de votos dos acionistas presentes, considerando o pool de votação entre os membros da Diretoria será realizada oportunamente em Reunião de Diretoria. A acionista Bens de Raiz apresentou representado pelas participações detidas pelos acionistas Eurobristol e Bens de Raiz e em face da abstenção de voto do acionista Christian 02 (dois) registros por escrito, no sentido de se abster de se manifestar sobre o tema, que ficará arquivada na sede da Companhia como Saigh em relação à matéria, a proposta da Administração acerca da destinação do lucro líquido do exercício e distribuição de dividendos DOCS. 12 e 13. O acionista Eurobristol e a Companhia rechaçam, na íntegra, todas as manifestações apresentadas pelo acionista Bens de relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2010, que fica arquivada na sede da Companhia e estabelece o quanto segue: Raiz durante a realização deste conclave. Encerramento: Nada mais havendo a tratar e como ninguém quisesse fazer uso da palavra, (a) o valor de R$484.938,95 (quatrocentos e oitenta e quatro mil, novecentos e trinta e oito Reais e noventa e cinco centavos) destina-se à foram os trabalhos suspensos pelo tempo necessário à lavratura desta Ata. Reabertos os trabalhos, foi esta lida e aprovada por unanimidade conta de reserva legal, na forma do artigo 193 da Lei das Sociedades por Ações; (b) o valor de R$2.424.694,75 (dois milhões, quatrocentos pelos presentes, tendo sido assinada pelos integrantes da mesa e lavrada no livro próprio. São Caetano do Sul, 12 de abril de 2011. e vinte e quatro mil, seiscentos e noventa e quatro Reais e setenta e cinco centavos) destina-se ao pagamento de dividendos aos acionistas, Edgard Nassif Saigh - Presidente da Mesa; João Eduardo de Villemor Amaral Ayres - Secretário da Mesa. Acionistas presentes: correspondendo esse valor aos dividendos mínimos obrigatórios de 25% (vinte e cinco por cento) previstos no estatuto social; Eurobristol S.A. - p.p. Sami Arap Sobrinho; Bens de Raiz Participações S.A. - p.p. Luís Gustavo Haddad, p.p. Bruno Robert; Christian (c) o valor de R$6.304.206,35 (seis milhões, trezentos e quatro mil, duzentos e seis Reais e trinta e cinco centavos) destina-se à conta de Mattar Saigh - p.p. Silvia Regina Nishi Uyeda. JUCESP nº 150.716/11-4 em 19/04/2011. Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.
Os canhotos que trabalham na área de construção civil, engenharia e metalurgia têm ferramentas elétricas com mecanismos que permitem giro de até 360 graus. A Bosch comercializa para esse público uma esmerilhadeira angular profissional que pesa menos de dois quilos e oferece segurança por meio de funções que detectam quando o disco trava e desliga a máquina automaticamente. O modelo GWS tem motor de 1.500 W e seu preço é de R$ 465. Já a serra de esquadria, modelo 3310-SKIL, oferece potência de 1.800 W, corta alumínio, madeira e plástico. Tem guia laser e saco coletor de pó. Custa R$ 620. O Dremel 4000 tem motor de 175 W e é utilizada em atividades como corte, lixamento, desbastamento, afiação, polimento, limpeza e gravação. É equipada com botão que torna mais rápida a troca de acessórios. É comercializado por R$ 340. Mais informações em www.bosch.com.br/ferramentas-profissionais Divulgação
HAMBÚRGUERES INVERTIDOS A rede de lanchonetes Burger King também quer abocanhar o mercado para canhotos. Ela lançou no início do mês um sanduíche batizado Whopper Canhoto, cujo formato facilita a vida desses consumidores famintos. Seus ingredientes são pão com gergelim, 113 gramas de carne grelhada, tomate, alface, maionese, ketchup, cebola e picles que são distribuídos de modo que fica mais fácil para o canhoto comer. A iniciativa faz parte da campanha "A gente faz do seu jeito", que aceita sugestões dos frequentadores da cadeia de alimentação rápida.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
ECONOMIA/LEGAIS - 37
FUNDAÇÃO CESP PLANOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE CNPJ/MF Nº 62.465.117/0001-06 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E DE 2009 - Em milhares de reais
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E DE 2009 – Em milhares de reais AT IV O ATIVO CIRCULANTE Disponível Realizável Aplicações Créditos de Operações com Planos de Assistência à Saúde Contraprestação Pecuniária a Receber Outros Créditos de Operações com Planos de Assistência à Saúde Títulos e Créditos a Receber Outros Valores e Bens ATIVO NÃO CIRCULANTE Realizável a Longo Prazo Valores e Bens Outros Créditos a Receber a Longo Prazo
TOTAL DO ATIVO
1.
2.
3.
2010 107.116 1.914 105.202 61.222 20.194 14.329 5.865 23.634 152
2009 84.245 1.640 82.605 41.350 25.759 10.063 15.696 10.315 5.181
87.381 87.381 36.898 50.483
83.342 83.342 31.746 51.596
194.497
167.587
P A S S IV O PASSIVO CIRCULANTE Provisões Técnicas de Operações de Assistência à Saúde Provisão de Eventos a Liquidar Provisão de Eventos Ocorridos e Não Avisados Outras Provisões Técnicas Títulos e Contribuições a Recolher Débitos Diversos
2010 86.774 37.480 20.624 16.856 – 1.927 47.367
2009 63.332 47.259 31.084 12.100 4.075 2.164 13.909
PASSIVO NÃO CIRCULANTE Exigível a Longo Prazo Provisões
106.711 106.711 106.711
106.366 106.366 106.366
PATRIMÔNIO SOCIAL Reservas Retenção de Superávit Déficits Acumulados TOTAL DO PASSIVO
1.012 1.012 1.012 – 194.497
(2.111) – – (2.111) 167.587
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E DE 2009 - Em milhares de reais tação da conta médica, quer pelo aviso do prestador do atendimento ao segurado. CONTEXTO OPERACIONAL (ii) Provisão de eventos ocorridos e não avisados (PEONA), determinada pela Resolução A Fundação CESP, instituída em 10 de março de 1969, por prazo indeterminado, é uma Normativa nº 209/09, é calculada conforme metodologia prevista nesta Resolução Entidade Fechada de Previdência Complementar Multipatrocinada, sem fins lucrativos, regida Normativa. especialmente por seu Estatuto e pelas disposições da Lei Complementar Federal nº 109, de (iii) Provisão de Risco (PR) é constituída para garantia das parcelas das contraprestações 29 de maio de 2001, e demais regras regulamentares, e tem por finalidade a administração de cuja vigência do risco ainda não tenha findado, será equivalente a 50% (cinquenta por planos de benefícios de natureza previdenciária, acessíveis aos participantes, beneficiários e cento) das contraprestações emitidas líquidas, nos últimos três meses, na modalidaassistidos. de preço pré-estabelecido. A Fundação CESP divide-se operacionalmente em três segmentos básicos: 3.9. Passivos Contingenciais • Planos de Benefício de Natureza Previdenciária; São provisionados quando as perdas forem avaliadas como prováveis e os montantes • Planos de Assistência à Saúde; e envolvidos mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes avaliados • Planos Patrimoniais. como perdas possíveis são apenas divulgados em nota explicativa e os passivos continA Fundação CESP mantém a administração de planos de assistência à saúde, conforme gentes avaliados como perdas remotas não são provisionados nem divulgados. artigo nº 76 da Lei Complementar Federal nº 109, de 29 de maio de 2001, administrando dois 4. APLICAÇÕES tipos de planos a saber: 2010 2009 • Pós-pagamento AMH/O – Este plano é oferecido aos participantes ativos e seus depenSantander FI Dedicado – ANS (i) 24.261 – dentes, sendo que a empresa patrocinadora arca com 70% do custo e o participante com Santander Fundo de Invest. Referenciado DI Baixo Risco de Liquidez (ii) 36.961 41.350 30%, cobrindo a utilização de assistência médica. A assistência odontológica é custeada Total 61.222 41.350 com 50% participante e 50% patrocinadora. As aplicações em fundos de investimento estão avaliadas ao valor de mercado da sua carteira • Pré-pagamento PES – Este plano é oferecido aos aposentados, dependentes e desigcom base na informação disponibilizada pelos correspondentes administradores desses funnados. Seu custo é mantido em 100% pelo próprio participante, cobrindo a utilização de dos. assistência médica. (i) A Entidade constituiu ativos garantidores com aplicações financeiras que lastreiam proviOs patrocinadores da Fundação CESP, em 31 de dezembro de 2010, são: CESP - Comsões técnicas, cuja movimentação segue regras estabelecidas pela ANS. Em janeiro de panhia Energética de São Paulo, EMAE - Empresa Metropolitana de Águas e Energia 2010, foi feita a reclassificação contábil entre os ativos não garantidores para os ativos S.A., Companhia Paulista de Força e Luz - CPFL, CPFL Comercialização Brasil S.A., garantidores, para atender as normas da ANS. Este fundo foi constituído pela ANS, a fim CPFL Geração de Energia S.A., CPFL Energia S.A., CPFL - Companhia Piratininga de de receber aplicações financeiras das operadoras de saúde, para fazer face às provisões Força e Luz, CTEEP - Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista, Duke técnicas (nota 3.8, item ii). Energy International, Geração Paranapanema S.A., Elektro Eletricidade e Serviços (ii) Fundo exclusivo da Entidade para negociação, constituído por títulos públicos, com baixo S.A., Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de São Paulo S.A., Eletropaulo Telecorisco de crédito, onde são aplicados os recursos do plano assistencial, conforme abertura municações Ltda., AES Tietê S.A., Elektro Comercializadora de Energia Ltda, que se abaixo: tornou patrocinador do plano PSAP/ELEKTRO a partir de 08 de maio de 2009, e BandeiPapel Indexador Taxa % aa Emissão Vencimento 2010 2009 rante Energia S.A.. A transferência de gerenciamento do Plano PSAP/Bandeirante para NTN-F PRÉ 10,65% 06/07/2007 01/01/2013 115 – a ENERPREV - Previdência Complementar do Grupo Energia do Brasil, foi aprovada pela NTN-F PRÉ 10,65% 05/01/2007 01/01/2017 36.846 – PREVIC - Superintendência Nacional de Previdência Complementar, através do ofício nº NTN-B PRÉ 8,64% 15/07/2000 15/08/2010 – 41.350 2.816 CGTR/DITEC/PREVIC de 03 de setembro de 2010, não tendo data efetiva de saída. Total 36.961 41.350 A retirada do patrocínio da Logica América do Sul Soluções de Tecnologia Ltda., foi aprovada pela Secretaria de Previdência Complementar através do ofício nº 2.034 SPC/ 5. CRÉDITOS DE OPERAÇÕES COM PLANOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE 2010 2009 DETEC/CGAF de 10 de agosto de 2009, tendo como data da efetiva saída o dia 30 de Faturas a Receber 3.013 – outubro de 2009. Mensalidades a Receber 36.565 31.515 ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Co-Participação a Receber 5.865 5.966 As demonstrações contábeis dos Planos de assistência à saúde administrados pela Outros créditos – 9.730 Fundação CESP foram elaboradas a partir dos registros contábeis do exercício de (-) Faturamento Antecipado (nota 3.4) (24.516) (21.452) 2010, específicos para registrar os eventos decorrentes desses planos e cumprir os (-) Provisão para Devedores Duvidosos (nota 3.4) (733) – requisitos do artigo 15 da Instrução Conjunta SPC/ANS nº 1/08 e artigo 4 da Instrução Total 20.194 25.759 Normativa nº 19/08 e alterações posteriores. Foram adotadas as práticas contábeis O vencimento dos créditos é inferior a 90 dias. Créditos vencidos totalizam R$ 1.062. Consiemanadas da Lei das Sociedades por Ações – Lei nº 6.404/1976, sendo adotadas derando o curto prazo dos valores a receber o valor justo dos mesmos é próximo ao seu valor em 31 de dezembro de 2008 as alterações introduzidas pela Lei nº 11.638/2007 e contábil líquido. Medida Provisória nº 449/2008 (convertida na Lei nº 11.941/2009), bem como as normas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e determinações do Comitê 6. TÍTULOS E CRÉDITOS A RECEBER 2010 2009 de Pronunciamentos Contábeis (CPC) aprovados pela ANS. Estão sendo também Títulos e Créditos a Receber (nota 3.5) 23.634 10.315 apresentadas segundo critérios estabelecidos pelo plano de contas instituído pela ReTotal 23.634 10.315 solução Normativa nº 207/2009, que introduziu alterações na classificação das contas Este valor será recebido do Plano Especial de Saúde, aprovado pelo Conselho Deliberativo e do balanço patrimonial e, demonstração de resultados, sendo obrigatória para registro demais órgãos internos da Entidade, cujo vencimento se dará no prazo máximo de 30 meses dos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2010. Em decorrência, alguns a contar do mês de setembro de 2011. saldos foram reclassificados para melhor comparabilidade. Os planos assistência à saúde não são uma Entidade com fins lucrativos e dessa forma as 7. VALORES E BENS ( NÃO CIRCULANTE ) Depósitos Judiciais 2010 2009 demonstrações contábeis devem ser lidas e consideradas nesse contexto operacional. Dessa COFINS 1.423 1.344 forma, não há incidência de imposto de renda ou contribuição social sobre o superávit apuraINSS 35.475 30.402 do. Total (nota 3.6) 36.898 31.746 De acordo com a faculdade prevista na Instrução Normativa nº 40 da Diretoria de Normas e Classificado como não circulante, pois sua realização está condicionada ao desenvolvimento Habilitação das Operadoras (DIOPE) de 8 de março de 2010, em seu artigo 1º, item 5.5, a dos processos judiciais os quais, com base no histórico passado, demandam mais de 360 Entidade optou pela não apresentação da Demonstração do Fluxo de Caixa - DFC, em função dias. do Patrimônio Social ser inferior a R$ 2.000, bem como não ser classificada como Entidade de 8. OUTROS CRÉDITOS A RECEBER (NÃO CIRCULANTE) grande porte. 2010 2009 PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS ADOTADAS Créditos a Receber – Patrocinador (es) 37.172 33.648 A ANS aprovou, por meio da Instrução Normativa nº 37/2009, da DIOPE, os pronunciamentos Créditos a Receber – Participantes (PES) 13.311 17.948 do CPC de números CPC 1 a CPC 9, com aplicação imediata, bem como todos os pronunTotal 50.483 51.596 ciamentos do CPC aprovados pelo Conselho Federal de Contabilidade em 2009, para serem Tratam-se de créditos a receber para cobertura de passivo contingencial, referente a observados nas demonstrações contábeis relativas ao exercício social de 2010, exceto CPC processos judiciais em andamento, relacionado ao PIS, COFINS e INSS dos planos de 11 - “Contrato de Seguros”, não obstante, a forma de apresentação das demonstrações conassistência à saúde. A partir de julho/2008, a Entidade está recebendo em 72 meses as tábeis continua a seguir a Instrução Normativa n º 36/2009. parcelas referentes aos valores devidos pelos participantes do Plano Especial de Saúde As demonstrações contábeis são preparadas considerando o custo histórico como base de (PES). valor e ajustadas para refletir o valor justo dos ativos financeiros classificados como para Classificado como não circulante, pois sua realização está condicionada ao desenvolvimento negociação ou disponível para venda. dos processos judiciais os quais, com base no histórico passado, demandam mais de 360 As principais práticas contábeis adotadas pela entidade estão descritas a seguir: dias. 3.1. Apuração do Resultado 9. PROVISÕES TÉCNICAS As receitas e despesas estão sendo apuradas pelo regime da competência. São calculadas com base em metodologia estabelecida pela Resolução Normativa nº 209/09 3.2. Estimativas Contábeis e Julgamentos Contábeis Críticos da ANS. As demonstrações contábeis incluem estimativas e premissas, como a mensuração de a) Provisão para Eventos a Liquidar provisões para perdas sobre créditos, provisões técnicas, estimativas do valor justo de deA Resolução Normativa nº 209/09 da ANS determinou a constituição desta provisão a terminados ativos e passivos, provisões para passivos contingentes. A aplicação dessas partir de 01 de janeiro de 2010, cujo registro contábil é realizado pelo valor integral inestimativas contábeis requer julgamento na aplicação e consequentemente os resultados formado pelo prestador ou beneficiário no momento da apresentação da cobrança às efetivos poderão vir a ser diferente das estimativas e premissas adotadas. operadoras. 3.3. Ativos Financeiros - Aplicação 2010 2009 Conforme determinações da ANS, as aplicações são classificadas de acordo com a finaliPré-pagamento 17.022 23.745 dade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. Essa classificação é determinada Pós-pagamento 3.602 7.339 pela administração no reconhecimento inicial. Provisão de Eventos a Liquidar (nota 3.8, i) 20.624 31.084 Os títulos e valores mobiliários são classificados em três categorias: b) Provisão de Risco (i) Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemen2010 2009 te negociados; Provisão de Risco (nota 3.8, iii) – 4.075 (ii) Títulos disponíveis para venda - os títulos que não se enquadram nas categorias I e Provisão de Risco – PR – Em janeiro de 2010, a Entidade reverteu o saldo registrado no pasIII; e sivo circulante referente à Provisão de Risco em sua totalidade a crédito da conta de resultado, (iii) Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção de mantê-los em carvariação das provisões técnicas, atendendo assim o disposto na Resolução Normativa nº teira até o vencimento. 209/09 da ANS. Os títulos classificados como “para negociação” e “disponíveis para venda” são rec) Provisão para Eventos Ocorridos e Não Avisados gistrados pelo valor de custo, acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do Em 31 de dezembro de 2010, o montante de Provisão para Eventos Ocorridos e Não Avibalanço e ajustados pelo seu valor de mercado. Os títulos “mantidos até o vencimento” sados – PEONA é de R$ 16.856 (R$ 12.100 em 2009), registrado na proporção de 36/72 são avaliados pelo seu custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos até avos da constituição integral, conforme critérios estabelecidos na Resolução Normativa a data do balanço. Os ajustes ao valor de mercado dos títulos classificados como nº 209/09 da ANS. “para negociação” são contabilizados em contrapartida ao resultado e os ajustes ao Em função da Entidade ter iniciado suas operações antes de 19 de julho de 2001, a consvalor de mercado dos títulos classificados como “disponíveis para venda” são contatituição da referida provisão, está sendo realizada no prazo máximo de 06 (seis) anos, bilizados em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos contados a partir de janeiro de 2008, na proporção cumulativa mínima de 1/72 (um seefeitos tributários, sendo transferidos para o resultado quando da efetiva realização tenta e dois avos), a cada mês, do valor calculado da PEONA, o qual é determinado com pela venda dos respectivos títulos e valores mobiliários. base no maior entre os seguintes valores: (i) 9,5% do total das contraprestações emitidas 3.4. Ativos Financeiros - Créditos de Operações com Plano de Assistência à Saúde líquidas nos últimos 12 meses e (ii) 12% do total dos eventos indenizáveis conhecidos. São ativos financeiros não derivativos classificados na categoria de empréstimos e reDessa forma, caso a Entidade tivesse reconhecido o passivo integral da PEONA, o patricebíveis por terem pagamentos fixos ou determináveis, que não são cotados em um mônio líquido em 31 de dezembro de 2010 seria reduzido em R$ 16.856 (R$ 24.200 em mercado ativo. São incluídos como ativo circulante, exceto aqueles com prazo de venci2009) e o resultado do exercício findo em 31 de dezembro de 2010 seria aumentado por mento superior a 12 meses após a data do balanço (estes são classificados como ativos R$ 7.344 (R$ 1.677 em 2009). não circulantes). São registrados e mantidos no balanço pelo valor nominal dos títulos Provisão Integral Provisão Contábil Constituída Provisão a Constituir representativos desses créditos, em contrapartida à conta de resultado de contraprestaAno Provisão Resultado Provisão Resultado Provisão Resultado ções efetivas de operações de planos de assistência à saúde. 2008 30.543 – 4.666 – 25.877 – A administração avalia ao final de cada período de balanço se há evidência objetiva de 2009 36.300 5.757 12.100 7.434 24.200 1.677 perda para o ativo financeiro. Considerando-se as características do ativo financeiro e a 2010 33.712 (2.588) 16.856 4.756 16.856 7.344 experiência passada na avaliação dos eventos que caracterizam a evidencia objetiva de d) Patrimônio Mínimo Ajustado perda, a provisão para perdas sobre créditos de contraprestação efetiva (impairment) é O valor foi apurado com base na Resolução Normativa nº 209/09 da ANS. Conforme a leconstituída sobre valores a receber de beneficiários com títulos vencidos há mais de 90 gislação, a constituição do Patrimônio Mínimo Ajustado está sendo efetuada em 72 meses dias. e, até a data de 31/12/2010, a Entidade possui constituído no mínimo 36/72 avos. Desta As contraprestações provenientes das operações de planos na modalidade de preço préforma, segue abaixo a metodologia aplicada para calculo do Patrimônio Mínimo Ajustado: -estabelecido passaram a ser apropriadas a partir de 01 de janeiro de 2010 pelo valor Patrimônio Mínimo Ajustado 2010 2009 correspondente ao rateio diário do período de cobertura individual de cada contrato e a Capital Base 5.244 5.002 parcela das contraprestações correspondente aos dias do período de cobertura referenFator K 38,39% 38,39% tes ao mês subsequente passou a ser contabilizada na rubrica “Faturamento antecipado” Patrimônio Mínimo Ajustado 2.013 1.920 em atendimento à regulamentação da ANS. Capital Requerido 1.007 640 3.5. Ativos Financeiros - Títulos e Créditos a Receber 10. PROVISÃO PARA CONTINGÊNCIAS São classificados na categoria de empréstimos e recebíveis e são registrados e mantidos A Entidade é parte envolvida em processos trabalhistas, cíveis e fiscais e está discutindo no balanço pelo valor nominal dos títulos representativos desses créditos, referente ao essas questões tanto na esfera administrativa como na judicial, as quais quando apliempréstimo concedido ao Plano Especial de Saúde, atualizado pelos mesmos índices de cáveis, são amparadas por depósitos judiciais. A administração constitui provisão para correção aplicados aos recursos do Fundo Garantidor do Plano Especial de Saúde. contingências com base na opinião de seus assessores jurídicos externos. Com isso, a 3.6. Valores e Bens entidade provisiona a totalidade dos processos classificados com risco de perda provável, São registrados valores de custo referentes a depósitos judiciais, dos processos judiciais a qual considera suficiente para cobrir eventuais perdas processuais. Os saldos provisiode PIS, COFINS e INSS e são atualizados pelas taxas de juros e atualizações monetárias nados estão demonstrados a seguir: legais tendo como contrapartida o resultado do exercício. 2010 2009 3.7. Outros Créditos a Receber (não Circulante) Descrição Trabalhista INSS (iii) PIS (i) COFINS(ii) PES AMH Total Total São registradas contas a receber das patrocinadoras e dos participantes provenientes de Valor da Causa 450 46.618 27.021 31.998 595 29 106.711 106.636 um passivo contingencial referente a processos judiciais em andamento, cuja expectativa (-) Depósitos (iv) – (35.476) – (1.423) – – (36.899) (31.746) de realização é superior a 360 dias. (=) Provisão 450 11.142 27.021 30.575 595 29 69.812 74.890 3.8. Provisões Técnicas Saldo Inicial 9.985 8.261 26.112 29.359 883 20 74.620 72.631 As provisões técnicas são constituídas em conformidade com as determinações e os Constituição – 2.552 – – 960 9 3.521 5.457 critérios estabelecidos pela ANS, como segue: Reversão (9.655) – – – (1.279) – (10.934) (5.576) (i) A Provisão de Sinistros a Liquidar (PSL) é constituída com base nas indenizações a Atualização 120 329 909 1.216 31 – 2.605 2.108 pagar, apuradas por ocasião do recebimento do aviso de sinistro, quer por apresenSaldo Final 450 11.142 27.021 30.575 595 29 69.812 74.620
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores, Conselheiros, Participantes e Patrocinadores FUNDAÇÃO CESP Examinamos as demonstrações contábeis dos Planos de assistência à saúde da Fundação CESP (“Planos”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado e das mutações do patrimônio social para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre demonstrações contábeis - A Administração dos Planos é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades supervisionadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes - Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas
demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis dos Planos para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos dos Planos. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Base para opinião com ressalva - Conforme descrito na Nota 9(c), os planos assistenciais à saúde da Fundação CESP adotam as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a qual, por meio da Resolução Normativa (RN) 160/2007, revogada pela Resolução Normativa (RN) 209/2009, determinou a constituição em até 72 meses, a partir de janeiro de 2008, de Provisão para Eventos Ocorridos e Não Avisados (PEONA). A Entidade vem adotando o critério estabelecido na RN 209/2009 de constituir os valores mínimos de PEONA em 72 meses com base no maior entre os seguintes valores: (i) 9,5% do total das contraprestações emitidas líquidas nos últimos 12 meses e (ii) 12% do total dos eventos indenizáveis conhecidos. O total da PEONA estimado pela Entidade para 31 de dezembro de 2010 totaliza aproximadamente R$ 33.712 mil (2009: R$ 36.300 mil) e a provisão constituída contabilmente totaliza R$ 16.856 mil (2009: R$ 12.100 mil). Dessa forma, caso a Entidade tivesse reconhecido o passivo integral da PEONA, o patrimônio social em 31 de dezembro de 2010 seria reduzido em R$ 16.856 mil (2009 - R$ 24.200 mil) e o resultado do exercício findo em 31 de dezembro de 2010 seria aumentado por R$ 7.344 mil (2009: R$ 1.677 mil). Opinião com ressalva - Em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto mencionado no parágrafo base para conclusão com ressalva, as demonstrações contábeis anteriormente referidas apresentam
DESCRIÇÃO Contraprestações Efetivas de Plano de Assistência à Saúde Contraprestações Líquidas Variação das Provisões Técnicas Receita com Administração de Planos de Assistência à Saúde Tributos Diretos de Operações com Planos de Assistência à Saúde da Operadora Eventos Indenizáveis Líquidos Eventos Conhecidos ou Avisados Recuperação de Eventos Conhecidos ou Avisados Variação da Provisão de Eventos Ocorridos e Não Avisados RESULTADO DAS OPERAÇÕES COM PLANOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE Outras Despesas Operacionais de Assistência à Saúde não Relacionadas com Planos de Sáude da Operadora RESULTADO BRUTO Despesas Administrativas Outras Receitas Operacionais Outras Despesas Operacionais Provisão Para Perdas Sobre Créditos Provisão Para Contingências - Operacional Outras Resultado Financeiro Líquido Receitas Financeiras Despesas Financeiras RESULTADO OPERACIONAL RESULTADO ANTES DOS IMPOSTOS E PARTICIPAÇÕES RESULTADO LÍQUIDO
2010 391.130 382.138 4.075 6.265
2009 369.424 363.285 (2.492) 9.863
(1.348) (366.164) (393.034) 31.626 (4.756)
(1.232) (365.127) (380.631) 22.938 (7.434)
24.966
4.297
(5.578) 19.388 (22.374) 13.969 (11.889) (733) (4.798) (6.358) 4.029 5.934 (1.905) 3.123 3.123 3.123
(5.185) (888) (20.012) 41.888 (18.776) – (10.613) (8.163) 3.430 3.746 (316) 5.642 5.642 5.642
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO SOCIAL DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E DE 2009 - Em milhares de reais
Saldos em 31 de dezembro de 2008 Superávit do Exercício Saldos em 31 de dezembro de 2009 Superávit do Exercício Saldos em 31 de dezembro de 2010
11.
12.
13.
14.
15.
16.
Sobras/ Retenções – – – 1.012 1.012
Déficits Acumulados (7.753) 5.642 (2.111) 2.111 –
Total (7.753) 5.642 (2.111) 3.123 1.012
Os valores envolvidos dos processos judiciais relativos a PIS, COFINS e INSS demonstrados a seguir nos itens (i), (ii) e (iii), respectivamente, referem-se aos riscos envolvidos de todos os planos Previdenciários, Investimentos, Administrativos e Assistenciais da Fundação CESP, sendo que na tabela acima os valores demonstrados referem-se apenas aos planos de assistência à saúde, objeto da presente demonstração contábil. (i) Com referência ao Programa de Integração Social (PIS), a Fundação CESP recebeu em 29/11/2008 a notificação da Execução Fiscal da Dívida Ativa – Processo nº 2008.61.82.025476-9, no valor de R$ 365.733 (R$ 397.718 atualizada até 31/12/2010). Esta notificação diz respeito ao período compreendido entre janeiro de 1995 e dezembro de 1999. A Fundação CESP ofereceu como garantia do Juízo, para interposição de Embargos de Execução, Notas do Tesouro Nacional série B e cotas de participação no Shopping Iguatemi. A administração da Entidade pleiteou ao juiz e teve deferido pedido para substituir cotas de participação no Shopping Iguatemi dadas em garantia nos autos do processo por outro lote dos mesmos títulos do Tesouro Nacional oferecidos anteriormente. Ainda em relação ao PIS, em 23 de novembro de 2007, a Fundação CESP foi autuada no valor de R$ 715 (R$ 936 atualizado até 31/12/2010), referente ao período compreendido entre janeiro de 2002 e dezembro de 2003. A administração da Entidade, em conjunto com seus assessores legais, decidiu: a) pelo pagamento em 28/12/2007 de R$ 232, já líquido da redução de 50% do valor da multa para pagamento em até 30 dias da lavratura do auto de infração e b) pelo provisionamento em 31/12/2007 no valor de R$ 22.436 (R$ 30.316 atualizado até 31/12/2010), considerando como obrigação legal nos termos da Deliberação CVM 489/05. Para a parcela remanescente do valor autuado, a administração da Entidade não registrou provisão, tendo em vista que os seus assessores legais entendem que o mesmo constitui passivo contingente nos termos da deliberação acima citada, bem como que a chance de êxito nessa parcela é possível. (ii) Com referência à Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS), a Fundação CESP foi autuada em 25 de abril de 2001 e 14 de fevereiro de 2002 no valor de R$ 14.315 (R$ 36.530 atualizados até 31/12/2010), sobre a apuração de eventuais diferenças devidas no período compreendido entre fevereiro de 1999 e dezembro de 1999. Em referência ao 1º auto a Fundação CESP recebeu em 02/12/2005 a notificação da Execução Fiscal da Dívida Ativa – Processo nº 2005.61.82.051600, no valor de R$ 23.956 (R$ 31.794 atualizada até 31/12/2010), e ofereceu como garantia do Juízo, para interposição de Embargos de Execução, carta de fiança de instituição bancária. Ainda em relação a COFINS, a Fundação CESP foi autuada em 23 de novembro de 2007, no valor de R$ 6.470 (R$ 8.460 atualizado até 31/12/2010), referente ao período compreendido entre janeiro de 2002 e dezembro de 2003. A administração da Entidade, em conjunto com seus assessores legais, decidiu: a) pelo pagamento em 28/12/2007 de R$ 2.648, já líquidos da redução de 50% do valor da multa para pagamento em até 30 dias da lavratura do auto de infração e b) pelo provisionamento, em 31/12/2007, no valor de R$ 26.032 (R$ 36.530 atualizado até 31/12/2010), líquido do depósito judicial, considerando como obrigação legal nos termos da Deliberação CVM 489/05. Para a parcela remanescente da autuação de 23 de novembro de 2007, a administração da Entidade não registrou provisão, tendo em vista que os seus assessores legais entendem que o mesmo constitui passivo contingente nos termos da deliberação acima citada, bem como que a chance de êxito nessa parcela é possível. (iii) Em relação às importâncias provisionadas relativas ao INSS, tratam-se de questionamentos judiciais promovidos ou sofridos pela Fundação CESP em relação às seguintes matérias: de responsabilidade solidária em serviços terceirizados, auxílio creche, auxílio babá, programa de alimentação do trabalhador (vale refeição/cesta básica), seguro de acidente do trabalho (SAT), contribuição de avulsos, autônomos e cooperativas, além de adicional de 2,5% da folha por enquadramento como instituição financeira. Em todos esses casos a Fundação CESP possui defesas apresentadas justificando seus procedimentos. A entidade possui depósitos judiciais, quando requeridos, registrados em seu ativo referentes aos processos em andamento (Nota 7). PATRIMÔNIO SOCIAL Nos planos de assistência à saúde não há capital social alocado. O patrimônio social é formado pelo resultado gerado a cada exercício. EVENTOS CONHECIDOS OU AVISADOS 2010 2009 Eventos de assistência médico-hospitalar 390.380 376.602 Eventos de assistência odontológica 2.654 4.029 Total 393.034 380.631 DESPESAS ADMINISTRATIVAS Referem-se basicamente, a despesas com pessoal e encargos no valor de R$ 22.374 (R$ 20.012 em 2009). PARTES RELACIONADAS Os planos de assistência à saúde operam substancialmente, com partes relacionadas no que se refere as contribuições recebidas e pagamentos de eventos indenizáveis, bem como valores a receber de empréstimos. Despesas administrativas decorrem da alocação dos custos incorridos pela Fundação CESP como administradora dos referidos planos. a) Remuneração do Pessoal Chave da Administração A Fundação CESP considerou como pessoal chave da administração os integrantes da sua diretoria. Os valores com os benefícios de curto prazo, sendo basicamente, salários e contribuições para a seguridade social, estão assim demonstrados: 2010 2009 Salário 1.751 1.526 Encargos Sociais 947 888 Total 2.698 2.414 GERENCIAMENTO DE RISCO A Entidade está exposta a diversos riscos inerentes à natureza de suas operações relacionadas aos planos de assistência à saúde. Dentre os principais fatores de risco que podem afetar as operações de saúde na Entidade, destacam-se: a) Risco de crédito: o risco de crédito associado à possibilidade do não recebimento de valores faturados aos seus participantes é atenuado pela cobrança a uma base pulverizada de participantes e pela possibilidade legal de interrupção do atendimento aos beneficiários de planos de saúde após determinado período de inadimplência. A Entidade também está sujeita a risco de crédito associado às suas aplicações financeiras. Esse risco é atenuado pela restrição de suas operações a instituições financeiras consideradas de primeira linha pelo mercado e concentração das aplicações em títulos públicos de renda fixa e vencimento de curto prazo. b) Risco operacional: o risco operacional é definido como a possibilidade de ocorrência de perda resultante de processos internos, pessoas e sistemas inadequados ou falhos e de eventos externos que ocasionem ou não a interrupção de negócios. O gerenciamento do risco operacional acompanha a variância dos diversos cenários de exposição a riscos a que a Entidade está sujeita, refletindo o ambiente de suas operações e os compromissos com os resultados que a Entidade tem para com os participantes, funcionários, órgãos reguladores e Sociedade. A Entidade monitora os riscos operacionais através do procedimento de auto-avaliação de riscos e controles, atualizado anualmente. Além disso, conta com o trabalho feito por consultoria externa contratada onde foram levantados todos os principais riscos operacionais e traçados planos de implementação das melhorias propostas. EVENTOS SUBSEQUENTES A ANS publicou em 25/02/2011, a Resolução Normativa nº 247/2011, que altera a Resolução Normativa nº 207/2009 relativo ao plano de contas padrão para as operadoras de plano de assistência a saúde, com vigência a partir de 01 de janeiro de 2011. São Paulo, 14 de março de 2011. MARTIN ROBERTO GLOGOWSKY Diretor Presidente JORGE SIMINO JÚNIOR Diretor de Investimentos e Patrimônio EUZÉBIO DA SILVA BOMFIM Diretor de Previdência EDUARDO GOMES Diretor Administrativo e de Benefícios FRANCISCO CARLOS BEGO Gerente Contábil e Fiscal - Contador - CRC-1SP142407/O-3
adequadamente, em todos aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira dos Planos de assistência à saúde da Fundação CESP em 31 de dezembro de 2010, e o desempenho de suas operações para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS. Ênfase sobre a não apresentação da Demonstração dos Fluxos de Caixa Conforme mencionado na Nota 2 às demonstrações contábeis, de acordo com a faculdade prevista na Instrução Normativa nº 40, de 8 de março de 2010, da ANS, não estão sendo apresentadas a Demonstração dos Fluxos de Caixa do exercício findo em 31 de dezembro de 2010. Nossa opinião não está sendo ressalvada em decorrência desse assunto. Ênfase sobre a base de elaboração das demonstrações contábeis - Sem modificar nossa opinião sobre as demonstrações contábeis dos Planos de assistência à saúde de 2010, chamamos a atenção para a Nota 2 às demonstrações contábeis, que descreve sua base de elaboração e apresentação. As demonstrações contábeis foram elaboradas pela administração da Fundação CESP, a partir do exercício de 2010, para cumprir os requisitos do artigo 15 da Instrução Conjunta SPC/ANS nº 1/08 e artigo 4 da Instrução Normativa nº 19/08 e alterações posteriores. Desta forma, os saldos contábeis apresentados correspondentes aos valores de 2009 não foram objeto de auditoria. Consequentemente, não emitimos opinião sobre eles. São Paulo, 17 de março de 2011 PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes CRC 2SP000160/O-5
Edison Arisa Pereira Contador CRC 1SP127241/O-0
continua…
DIÁRIO DO COMÉRCIO
38 -.ECONOMIA/LEGAIS
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
FUNDAÇÃO CESP PLANOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE CNPJ/MF Nº 62.465.117/0001-06 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS …continuação PARECER DO CONSELHO FISCAL Os membros do Conselho Fiscal da Fundação CESP abaixo signatários, no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, procederam ao exame das demonstrações contábeis dos planos de assistência à saúde da Fundação CESP, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado e das mutações do patrimônio social para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Conforme descrito na nota 9 (c) das referidas demonstrações contábeis, os planos assistenciais à saúde da Fundação CESP adotam as práticas contábeis no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, a qual, por meio da Resolução Normativa 160/2007, revogada
pela Resolução Normativa 209/2009, determinou a constituição em até 72 meses, a partir de janeiro/2008, de Provisão para Eventos Ocorridos e Não Avisados – PEONA. A entidade vem adotando o critério estabelecido na RN 209/2009 de constituir os valores mínimos de PEONA em 72 meses. Caso a entidade tivesse reconhecido o passivo integral da PEONA, o patrimônio social em 31 de dezembro de 2010 seria reduzido em R$ 16.856 mil e o resultado do exercício seria aumentado por R$ 7.344 mil. Consideradas as explanações dos órgãos competentes da Fundação CESP e o parecer dos auditores independentes, bem como a aprovação da Diretoria Executiva, o Conselho Fiscal é de opinião que, exceto pelos efeitos do assunto mencionado no parágrafo anterior, as demonstrações contábeis refletem adequadamente, em seus aspectos relevantes, as posições patrimonial e financeira dos planos de assistência à saúde
da Fundação CESP em 31 de dezembro de 2010 e recomenda a sua aprovação pelo Conselho Deliberativo. Os saldos contábeis apresentados correspondentes aos valores de 2009 não foram objeto de análise e parecer deste Conselho Fiscal.
Augusto Etchebehere Tavares de Tavares, na qualidade de Gerente Executivo Jurídico da Fundação CESP, certifica que o presente extrato reproduz parcial teor do contido na Ata original da 450ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo que se encontra registrada em livro próprio da Entidade, mantido nas dependências daquela Gerência. EXTRATO DA ATA DA 450ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DELIBERATIVO DA FUNDAÇÃO CESP Aos vinte e quatro dias do mês de março de dois mil e onze, às 11h00, nas dependências da Sala de Reuniões da Presidência, situada na Alameda Santos, 2477 - 10º andar, reuniu-se o Conselho Deliberativo da Fundação CESP, com a presença dos Srs. Conselheiros: Sergio Tadeu Nabas, Presidente do Conselho Deliberativo; Cristiane da Costa Fernandes; Marcos de Mendonça Peccin; Airton de Souza; Ronaldo Bento Trad; Alberto Soares da Silva; Donato da Silva Filho; Ciro Marçal de Souza; Laércio Aparecido Custódio, substituindo o conselheiro Donato Locaspi; Carlos Rogério Araújo; Maurício Caobianco de Freitas; Luis Antonio Mathias de Moraes, substituindo o Conselheiro Alexsandro Ferreira da Silva; Osvaldo Esteban Clari Redes; Francisco Manzano Neto substituindo o Conselheiro Silvio Luiz de Souza; Valdivino Ferreira Anjos e Sylvio Pacheco Rasi, substituindo o Conselheiro Luiz Pedro Delgado. Ausente, justificadamente, o Conselheiro Vicente Donizeti dos Santos. Presentes, como convidados, os membros da Diretoria Executiva da Fundação CESP: Martin Roberto Glogowsky, Diretor Presidente; Euzébio da Silva Bomfim, Diretor
de Previdência; Eduardo Gomes, Diretor Administrativo e de Benefícios e Jorge Simino Júnior, Diretor de Investimentos e Patrimônio. I - Prestação de contas da Diretoria Executiva, compreendendo o relatório de gestão, o balanço e a avaliação atuarial consolidada, relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2010, conforme aprovados pelo CRD/011/2011/1388ª - O Gerente Contábil fez uma apresentação da matéria com base no Relatório à Diretoria A/003/2011, de 11/03/2011, aprovado pelo CRD/011/2011/1388ª, de 14/03/2011, enfatizando que as demonstrações contábeis de 2010 foram subsidiadas em parecer técnico atuarial do Consultor Atuarial Externo, Jessé Montello Serviços em Atuária e Economia Ltda., através dos DRAA, e submetidos também à Auditoria Externa da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, estando em conformidade com a legislação que regulamenta as atividades das Entidades Fechadas de Previdência Complementar. No referido Relatório à Diretoria foram apresentados quadros evolutivos do patrimônio administrado pela Fundação CESP e da situação financeiro-atuarial dos planos previdenciários, nos exercícios de 2009 e 2010, além da composição das contribuições contratadas com as Patrocinadoras, também em relação ao comparativo 2009 e 2010, inclusive observadas as normas quanto à apuração de resultado dadas pela Resolução CGPC nº 26, de 29/09/2008. De ser destacado que a partir do exercício de 2010 as demonstrações contábeis da Entidade passam a ser apresentadas segregadamente conforme trate-se de matéria previdenciária ou de matéria assistencial, nos termos da Instrução Conjunta SPC/ANS nº 01, de 18/12/2008. Deste modo no pri-
meiro quadro reproduzido no Relatório à Diretoria A/003/2011 foi observada tal segregação, sendo que os dois demais quadros retratados no citado Relatório dizem respeito à situação financeiro-atuarial dos planos previdenciários, por patrocinadoras e segundo modalidades dos planos de benefícios, e da composição consolidada dos contratos de reservas técnicas. Complementando as informações, o Diretor Administrativo e de Benefícios, fazendo uso da palavra, esclareceu que a ressalva feita pela Auditoria Externa quanto à constituição da Provisão para Eventos Ocorridos e Não Avisados (PEONA), referente aos planos de assistência à saúde, foi formulada por conta de a Fundação CESP seguir critérios de contabilização da ANS (RN 160/2007 e RN 209/2009) com os quais não concorda o IBRACON (Comunicado Técnico nº 3/2008), sendo certo que a Fundação CESP adotou os critérios da ANS que é o órgão regulador da matéria. Feita a exposição e esclarecidas as dúvidas dos Senhores Conselheiros e considerando o parecer do Conselho Fiscal, pela aprovação das Demonstrações Contábeis relativas ao exercício de 2010, a matéria foi aprovada pela unanimidade do Colegiado, de conformidade com o CRD/011/2011/1388ª, devendo seguir para apreciação da Assembléia Geral, conforme disposto no art. 16, I, do Estatuto Social da Entidade. Matéria aprovada por unanimidade. São Paulo, 25 de março de 2011. Augusto Etchebehere Tavares de Tavares Gerente Executivo - Jurídico
Augusto Etchebehere Tavares de Tavares, na qualidade de Gerente Executivo Jurídico da Fundação CESP, certifica que o presente extrato reproduz parcial teor do contido na Ata original da Décima Terceira Assembléia Geral Ordinária que se encontra registrada em livro próprio da Entidade, mantido nas dependências daquela Divisão. EXTRATO ATA DA 13ª ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DA FUNDAÇÃO CESP CNPJ/MF Nº 62.465.117/0001-06 Data, Horário e Local: Aos vinte e quatro dias do mês de março de 2011, às 14h00, na sede da FUNDAÇÃO CESP, situada na cidade de São Paulo, na Alameda Santos, nº 2477 – 10º andar – São Paulo – SP. Presença: (I) ELETROPAULO METROPOLITANA ELETRICIDADE DE SÃO PAULO S/A, AES TIETÊ S/A e ELETROPAULO TELECOMUNICAÇÕES LTDA., neste ato representadas por seu procurador, Sr. Sergio Tadeu Nabas; (II) CPFL – COMPANHIA PAULISTA DE FORÇA E LUZ, CPFL GERAÇÃO DE ENERGIA S/A, CPFL - COMPANHIA PIRATININGA DE FORÇA E LUZ; CPFL - COMERCIALIZAÇÃO BRASIL S/A e CPFL Energia S.A., neste ato, representadas por seu procurador, Sr. Ronaldo Bento Trad; (III) CESP – COMPANHIA ENERGÉTICA DE SÃO PAULO e EMAE – EMPRESA METROPOLITANA DE ÁGUAS E ENERGIA S/A, neste ato representadas, por seu procurador, Sr. Vicente K. Okazaki, (IV) BANDEIRANTE ENERGIA S/A; DUKE ENERGY INTERNATIONAL, GERAÇÃO PARA-
NAPANEMA S/A; COMPANHIA DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PAULISTA – CTEEP; ELEKTRO – ELETRICIDADE E SERVIÇOS S/A e ELEKTRO COMERCIALIZADORA DE ENERGIA LTDA., neste ato representadas pela sua representante, Sr.ª Cristiane da Costa Fernandes, por indicação dos patrocinadores minoritários, em conformidade com o 1º Aditivo ao Instrumento Particular de Acordo de Patrocinadores da Fundação CESP, todos na forma prevista no parágrafo 6º, inciso II, do artigo 14, do Estatuto Social da Fundação CESP; (V) na qualidade de REPRESENTANTE DOS PARTICIPANTES, Sr. Alberto Soares da Silva e (VI) na qualidade de REPRESENTANTE DOS ASSISTIDOS, Sr. Sylvio Pacheco Rasi. A representação ora declarada está de acordo com os termos fixados nos parágrafos 6º e 7º, do Artigo 14, do Estatuto Social da Fundação CESP, conforme consignado em Lista de Presença. Deliberações: O Presidente da Mesa deu início aos trabalhos, e no pertinente ao tema do item I da Ordem do Dia - Prestação de contas da Diretoria Executiva, compreendendo o relatório de gestão, o balanço e a avaliação atuarial consolidada, relativos ao exercício social encerrado em 31.12.2010, conforme aprovados pelo CRD/011/2011/1388ª, informando que as contas apresentadas pela Diretoria Executiva da Fundação CESP, relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2010, foram apreciadas pelo Conselho Fiscal, o qual emitiu parecer favorável à sua aprovação, sendo que o Conselho Deliberativo, conforme extrato da
ata de sua 450ª Reunião Ordinária, ocorrida nesta mesma data, as aprovou, por unanimidade e sem ressalvas, recomendando, assim, sua aprovação por esta Assembleia Geral. Após os debates e a prestação dos esclarecimentos solicitados, foi aprovada, por unanimidade e sem ressalvas, a prestação de contas apresentada pela Diretoria Executiva da Fundação CESP, compreendendo o Balanço Patrimonial Consolidado, a Demonstração do Ativo Líquido (por plano de benefício previdenciário), a Demonstração de Mutação do Ativo Líquido (consolidada e por plano de benefício previdenciário), a Demonstração do Plano de Gestão Administrativa (consolidada), a Demonstração das Obrigações Atuariais do Plano (por plano de benefício previdenciário), as Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis consolidadas da PREVIC, o Balanço Patrimonial, a Demonstração do Resultado, a Demonstração da Mutação do Patrimônio Social e as Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis consolidadas da ANS do exercício 2010, ratificando-se, por unanimidade, a deliberação tomada pelo Conselho Deliberativo da Entidade, em sua 450ª Reunião Ordinária.
e
São Paulo, 21 de março de 2011.
Júlio Cézar Vivian Hernandes Jurandyr Lorena Pimentel Marco Antônio Alves da Rocha Newton Akira Fukumitsu Sandra Aparecida Quintino
São Paulo, 25 de março de 2011. Augusto Etchebehere Tavares de Tavares Gerente Executivo - Jurídico
Um quarto de nossas importações de alimentos vem do Mercosul e dependemos deles para dois terços de nossas exigências de proteínas Shelby Matthews, conselheiro da Associação de Cooperativas Agrícolas da Europa
conomia
Mantega cobra Lamy sobre guerra cambial Assunto será tratado no em 10 maio pela OMC
O
ministro das Finanças, Guido Mantega, cobrou o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy, sobre o que a entidade fará com a decisão do Brasil de acioná-la para lidar com a guerra cambial. Fontes em Genebra confirmaram que o encontro ocorreu entre os dois em Washington, na semana passada. Mas Lamy teria lavado as mãos e apontado que a pergunta deve ser feita aos países-membros da organização, e não à entidade em si. Há uma semana, o governo brasileiro apresentou uma proposta na OMC para introduzir a questão cambial na agenda da entidade. Pela proposta, o organismo faria um levantamento sobre o que a teoria econômica diz a respeito do impacto no comércio das mudanças cambiais. Outra proposta é a de promover um workshop com economistas,
além de apresentações de casos concretos, em uma espécie de seminário. Para completar, o Itamaraty quer encomendar dois estudos. O tema será tratado em 10 de maio, na reunião do comitê sobre assuntos financeiros. Mas China, Estados Unidos e Europa viram a proposta com hesitação, alertando que não seria a OMC quem solucionaria a crise da guerra das moedas. Pequim não quer a abertura de mais uma frente de questionamento de sua política cambial, enquanto norte-americanos não gostariam de ver a imposição de regras sobre o que devem fazer com o dólar. Ao se encontrar com Lamy, Mantega teria sido direto. "O que você fará com nossa proposta?" A diplomacia brasileira lançou nos últimos dias uma ofensiva para ganhar apoio de outros governos, desfazer temores e explicar a proposta. O Itamaraty, porém, admite que há a chance de que nenhuma
decisão seja tomada no dia 10 e que os governos peçam tempo para avaliar a proposta. Co ns el ho – Mantega, na conversa que teve com Lamy, admitiu que foi alertado pelo Itamaraty que deveria "pegar leve" e que a diplomacia brasileira o teria advertido sobre o fato de que seria inútil pensar em abrir uma disputa comercial em relação ao câmbio. O ministro brasileiro adotou, durante meses, um tom duro e de ameaças em relação ao câmbio, indicando que poderia acionar a OMC. Em debates internos, o Itamaraty convenceu Mantega a desistir
de uma disputa e introduzir o assunto de forma discreta. O formato escolhido foi levar o tema a um discreto subcomitê dentro da organização. Se o assunto depende dos governos, pessoas próximas a Lamy indicam que o diretorgeral da OMC está consciente da necessidade de tratar do tema, já que a variação cambial teria um efeito ainda maior que as tarifas. Curiosamente, ele tem em sua sala um quadro no qual um míssil chinês e um norte-americano estão apontados um contra o outro. E sobre cada um deles o símbolo de suas moedas. (AE)
Para simplificar burocracia aduaneira
A
Organização Mundial do Comércio (OMC) já trabalha com a possibilidade da ambiciosa Rodada Doha se transformar em um acordo para facilitar a burocracia aduaneira. Na semana passada, o diretorgeral da entidade, Pascal Lamy, apresentou o resumo de dez anos de negociações e concluiu que, pelo menos atualmente, o impasse é "insuperável". Governos consultados indicaram que passaram os últimos dias já em debates internos para estudar como salvar o trabalho de uma década. As autoridades brasileiras apontaram que, se o hiato persistir, estaria de fato na hora de governos "explorarem novos cenários". Entre as alternativas de Plano B em estudo, a mais séria é a possibilidade de fechar um acordo
sobre o regime aduaneiro ainda em 2011, deixando para o futuro a questão de tarifas e subsídios. Esse capítulo da negociação já estaria praticamente concluído, com regras para facilitar o comércio, acelerar e harmonizar trâmites burocráticos e tornar a exportação e importação mais transparentes. Na OMC, a estimativa é de que um acordo aduaneiro representaria ganhos de 5% do valor do comércio mundial, de US$ 16 trilhões. Pelas contas da entidade, o custo da burocracia e transporte no comércio consome 10% do total das importações e expor tações pelo mundo. Pelo novo acordo, os custos do comércio seriam reduzidos pela metade. Pela proposta, o Brasil poderia incrementar imediatamente as
vendas externas em US$ 530 milhões por ano apenas com a redução da burocracia e melhoria dos serviços de comércio exterior. No médio prazo, toda a América Latina poderia aumentar em 20% suas vendas se uma ampla reforma nas aduanas e na infraestrutura fosse realizada, de acordo com um estudo do Banco Mundial (Bird) exatamente sobre esse capítulo das negociações. Isso sem que nenhuma tarifa ou barreira nos países ricos fosse retirada. A instituição financeira aponta que o acordo aduaneiro poderia gerar ganhos para a economia mundial de US$ 377 bilhões com melhorias nas aduanas, portos, leis e infraestrutura no setor de serviços relacionados a comércio exterior. O banco estima que o comércio mundial
aumentaria em US$ 107 bilhões apenas com a melhora dos portos, além de outros US$ 33 bilhões com maior eficiência das aduanas. Simplificação da legislação para exportadores e importadores geraria outros US$ 83 bilhões. Entretanto, pelos cálculos feitos, os maiores ganhos viriam de uma reforma na infraestrutura no setor de serviços relacionados a comércio exterior: US$ 154 bilhões. Pelos cálculos do Bird, a América Latina seria uma das regiões que mais se beneficiaria das medidas, com uma alta de 20% nas exportações se uma ampla reforma for adotada nos sistemas de comércio. Com o fim da burocracia, as vendas aumentariam 1%, além de outros 7% com a melhora dos portos. (AE)
Doha trava avanço entre Mercosul e UE
O
colapso da Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC) deve adiar de forma indefinida a conclusão das negociações entre o Mercosul e a União Europeia (UE), que já levam mais de uma década na agenda dos dois blocos. Fontes próximas à negociação indicam que Bruxelas não estaria disposta a oferecer uma abertura aos produtos agrícolas do Mercosul sem saber qual seria o resultado multilateral. Os dois blocos têm reuniões marcadas para maio e junho, na esperança de que haja uma troca de ofertas sobre quais setores cada governo estaria disposto a abrir. Mas a meta estabelecida de concluir o acordo comercial neste ano pode ser abandonado, apesar dos discursos oficiais apontando perspectivas positivas. Na semana passada, a OMC admitiu que o impasse em sua negociação é "insuperável". Para os europeus, porém, isso significará também uma maior hesitação em fechar acordos bilaterais que signifiquem concessões agrícolas. Bruxelas ainda indica que
não está satisfeita com as propostas de abertura do setor industrial por parte do Mercosul. Na Argentina, a campanha presidencial estaria já influenciando diretamente a capacidade do governo de fazer qualquer concessão que afete o setor industrial. No Brasil, a situação do câmbio e o déficit no setor industrial também enfraquecem o poder do governo de convencer o setor privado de que um acordo com os europeus pode ser positivo, principalmente porque quem ganharia já está tendo lucro com a alta nos preços de commodities. Em uma recente audiência pública no Parlamento Europeu, o lobby agrícola europeu afirmou que não aceitará um acordo entre o bloco local e o Mercosul em 2011. O grupo alertou que a Europa está dependente dos alimentos do Mercosul e não há mais como abrir o mercado. "Um quarto de nossas importações de alimentos vem do Mercosul e dependemos deles para dois terços de nossas exigências de proteínas ", afirmou Shelby Matthews, conselheiro da Associação de Cooperativas Agrícolas da Europa. (AE)
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ECONOMIA/LEGAIS - 39
Companhia Agrícola Caiuá CNPJ 61.083.002/0001-86 Relatório da Diretoria Senhores Acionistas: Em obediência às disposições estatutárias e às determinações legais que regem o teve as seguintes destinações: a) distriuição do valor de R$ 3.400.000,00; b) constituição de reserva de lucros a funcionamento das sociedades por ações, submetemos à apreciação dos Senhores Acionistas o Balanço realizar no valor de R$ 771.989,28, de acordo com o previsto no art. 197 da Lei nº 6.404/76; e c) constituição de Patrimonial e as Demonstrações Financeiras do exercício encerrado em 31/12/2010, acompanhados das Notas reserva especial de dividendos no valor de R$ 2.381.236,49, de acordo com o previsto nos § 4º e 5º do art. 202 da Explicativas. Resultado do Exercício: O lucro do exercício de R$ 37.111.588,34, após a constituição da reserva Lei das Sociedades por Ações. O saldo remanescente de lucros acumulados de R$ 28.059.677,29 e os ajustes legal de R$ 1.855.579,42 e a reversão da reserva de reavaliação reflexa em empresas controladas/coligadas de R$ positivos de exercícios anteriores decorrentes de mudança de prática contábil relativos aos saldos de aberturas de 2.156.894,14, apurou-se um lucro final de R$ 37.412.903,06. O dividendo mínimo obrigatório é de R$ 9.353.225,77. adoção aos CPC’s - Comitê de Pronunciamentos Contábeis de R$ 33.055.694,54 foram destinados para a reserva Durante o exercício de 2010 foram destacados a importância de R$ 2.800.000,00 a título de dividendos antecipados de lucros/reserva estatutária de equivalência patrimonial. A administração propõe aumentar o capital social em R$ por conta do lucro do exercício. O saldo de dividendos complementares ao mínimo obrigatório de R$ 6.553.225,77 35.607.610,44, por meio da capitalização de parte da reserva de lucros/reserva estatutária de equivalência Controladora Consolidado Balanços Patrimoniais em 31 de Dezembro de 2010, 2009 e 1° de Janeiro de 2009 (Em milhares reais) 2009 01/jan/09 2010 2009 01/jan/09 2010 Nota Ativo circulante Consolidado Controladora 6 27 4 3.117 42.848 12.039 22.387 Caixa e equivalentes de caixa .................... Passivo circulante Nota 2010 2009 01/jan/09 2010 2009 01/jan/09 7 84.837 – – 78.952 80.069 – Aplicações financeiras ................................ Fornecedores .............................................. 17 33.896 29.730 19.820 – – – Empréstimos e financiamentos .................. 18 146.211 202.008 147.143 1.088 942 4.567 8 – – 18.725 17.418 – 11.439 Contas a receber de clientes ...................... 19 20.318 – – – – – Debêntures.................................................. 9 30.800 36.560 – – – – Contas-correntes - Copersucar .................. Financiamentos - Copersucar .................... 20 54.926 60.113 79.845 – – – 10 – Estoques .................................................... – 68.866 55.112 117.463 – Passivos fiscais parcelados ........................ 2.663 2.741 2.843 – – – Ativo biológico ............................................ 11 24.461 14.705 27.677 – – – Passivos fiscais .......................................... 3.857 3.626 32.427 164 38 164 509 15.347 585 589 25.393 15.974 12 Impostos a recuperar .................................. Salários e encargos sociais ........................ 11.657 11.513 10.371 – – – – 647 3.399 3.837 5.615 8.795 Outros créditos ............................................ Dividendos a pagar .................................... 8.345 385 – 6.200 – – Outras obrigações ...................................... 4.664 287 442 1 1 1 1.160 616 298.840 237.492 282.987 7.101 Total do ativo circulante .......................... 9 – – 21.915 – – – Contas correntes - Copersucar .................. Não circulante Total do passivo circulante...................... 286.537 310.403 314.806 7.453 981 4.732 – – – 9.746 7 9.497 6.444 Aplicações financeiras ................................ Não circulante – – – 2.301 2.301 476 10 Adiantamento a fornecedores .................... Empréstimos e financiamentos .................. 18 124.937 142.717 161.869 1.088 1.885 – – – – 18 14.121 11.326 10.288 Títulos a receber ........................................ Debêntures.................................................. 19 78.699 – – – – – 367 22 367 8.106 367 7.714 7.953 Depósitos judiciais ...................................... Financiamentos - Copersucar .................... 20 39.528 29.236 43.024 – – – 14.210 – – – Passivos fiscais parcelados ........................ 8.953 12.008 – – – 18.471 6.627 18.425 12 Impostos a recuperar .................................. Provisões para contingências .................... 22 22.000 27.279 40.840 14 94 94 – – – 17.203 9.716 14.331 Ativo fiscal diferido ...................................... 13 Passivo fiscal diferido.................................. 13 92.467 80.724 80.824 – – – – – 1.232 – 1.079 1.922 Outros créditos ............................................ Provisão para passivo a descoberto .......... – – – 77 58 27 Investimentos .............................................. 14 79.072 60.723 64.883 232.578 201.227 205.538 – 2.843 2.069 – Partes relacionadas .................................... 2.843 2.069 – – – 18.578 15 Propriedade para investimentos ................ 19.420 18.973 Total do passivo não circulante .............. 369.427 294.033 340.767 4.022 4.106 121 Patrimônio líquido .................................... 24 – – – Ativo biológico ............................................ 11 222.852 186.761 170.818 Capital social .............................................. 76.392 76.110 76.110 76.392 76.110 76.110 Imobilizado .................................................. 16 369.477 366.687 382.738 – – – Reserva de reavaliação .............................. 40.219 42.376 43.454 40.219 42.376 43.454 – Intangível .................................................... – 2.958 – 2.958 2.958 Reservas de lucros .................................... 111.960 79.181 77.536 111.960 79.181 82.104 741.191 701.014 706.930 232.945 201.594 205.905 Total do ativo não circulante.................... – – – Participações de não controladores............ 155.496 136.403 137.244 Total do Ativo ............................................ 1.040.031 938.506 989.917 240.046 202.754 206.521 Total do Patrimônio Líquido .................... 384.067 334.070 334.344 228.571 197.667 201.668 Total do Passivo e Patrimônio Líquido .. 1.040.031 938.506 989.917 240.046 202.754 206.521 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido - Consolidado - Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares reais) Reservas de lucros Lucros Capital Reserva de Lucros Especial (prejuízos) Participação de social reavaliação Legal a realizar Estatutária de dividendos acumulados Total não controladores Total Saldo em 1º de janeiro de 2009 ........................................................................ 76.110 43.454 7.814 – 57.101 12.621 – 197.100 137.244 334.344 Realização da reserva de reavaliação ................................................................ – (7.150) – – – – 7.150 – – – Prejuízo do exercício............................................................................................ – – – – – – (4.689) (4.689) (3.337) (8.026) Reversão do valor recuperável de ativos em controlada .................................... – 6.072 – – – – – 6.072 3.249 9.321 Dividendos .......................................................................................................... – – – – – (816) – (816) (575) (1.391) Juros sobre capital próprio .................................................................................. – – – – – – – – (178) (178) Compensação de prejuízo do exercício com reserva estatutária ........................ – – – – 2.461 – (2.461) – – Saldo em 31 de dezembro de 2009 .................................................................. 76.110 42.376 7.814 – 59.562 11.805 – 197.667 136.403 334.070 Aumento de capital .............................................................................................. 282 – – – – – – 282 – 282 Realização da reserva de reavaliação ................................................................ – (2.157) – – – – 2.157 – – – Dividendos .......................................................................................................... – – – – – (290) – (290) – (290) Lucro líquido do exercício .................................................................................... – – – – – – 37.112 37.112 22.415 59.527 Destinação do lucro líquido: Constituição de reserva legal ............................................................................ – – 1.856 – – – (1.856) – – – Dividendos ........................................................................................................ – – – – – – (6.200) (6.200) (2.661) (8.861) Juros sobre capital próprio ................................................................................ – – – – – – – – (661) (661) Reserva de lucros a realizar .............................................................................. – – – 772 – – (772) – – – Reserva especial de dividendos ........................................................................ – – – – – 2.381 (2.381) – – – – (28.060) – – – Reserva estatutária............................................................................................ – – – – 28.060 Saldo em 31 de dezembro de 2010 .................................................................. 76.392 40.219 9.670 772 87.622 13.896 – 228.571 155.496 384.067 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido - Controladora - Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares reais) Reservas de lucros Capital Reserva de Lucros Especial Lucros social reavaliação Legal a realizar Estatutária de dividendos acumulados Total Saldo em 1º de janeiro de 2009 ........................................................................ 76.110 43.454 7.814 – 61.669 12.621 – 201.668 Realização da reserva de reavaliação ................................................................ – (7.150) – – – – 7.150 – Prejuízo do exercício............................................................................................ – – – – – – (9.257) (9.257) Reversão do valor recuperável de ativos em controlada .................................... – 6.072 – – – – – 6.072 Dividendos............................................................................................................ – – – – – (816) – (816) Compensação de prejuízo do exercício com reserva estatutária ........................ – – – – (2.107) – 2.107 – Saldo em 31 de dezembro de 2009 .................................................................. 76.110 42.376 7.814 – 59.562 11.805 – 197.667 Aumento de capital .............................................................................................. 282 – – – – – – 282 Realização da reserva de reavaliação ................................................................ – (2.157) – – – – 2.157 – Dividendos............................................................................................................ – – – – – (290) – (290) Lucro líquido do exercício .................................................................................... – – – – – – 37.112 37.112 Destinação do lucro líquido: Constituição de reserva legal ............................................................................ – – 1.856 – – – (1.856) – Dividendos.......................................................................................................... – – – – – – (6.200) (6.200) Reserva de lucros a realizar .............................................................................. – – – 772 – – (772) – Reserva especial de dividendos ........................................................................ – – – – – 2.381 (2.381) – Reserva Estatutária............................................................................................ – – – – 28.060 – (28.060) – Saldo em 31 de dezembro de 2010 .................................................................. 76.392 40.219 9.670 772 87.622 13.896 – 228.571 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras - Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2010 e 2009 e 1º de Janeiro de 2009 (Em milhares de reais) Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais serão revistos a cada encerramento de exercício 1. Contexto operacional: A Companhia tem sede na capital do Estado de São Paulo, e tem por objeto social a par- financeiro e eventuais ajustes são reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. f) Propriedade para ticipação em outras sociedades por ações, sociedades limitadas ou empresas constituídas sobre qualquer tipo investimento - Propriedade para investimento é a propriedade mantida para auferir receita de aluguel, mas não societário, podendo exercer o controle sob essas sociedades ou, apenas, participar de seus lucros sociais. As para venda no curso normal dos negócios, utilização na produção ou fornecimento de produtos ou serviços ou para demonstrações financeiras consolidadas incluem as demonstrações da controladora Companhia Agrícola Caiuá e propósitos administrativos. A propriedade para investimento é mensurada pelo custo histórico, exceto a propriedaseguintes controladas: de para investimentos da controlada Usina Morretes Ltda., que possui reavaliação. g) Ativos intangíveis - (i) Percentual de Outros ativos intangíveis - Outros ativos intangíveis que são adquiridos pela Companhia e que têm vidas úteis participação (*) finitas são mensurados pelo custo, deduzido da amortização acumulada e das perdas por redução ao valor recupePaís de domicílio Controladas 61,07 rável acumuladas. Os gastos subsequentes são capitalizados somente quando eles aumentam os futuros benefíBrasil Companhia Melhoramentos Norte do Paraná...................... 61,06 cios econômicos incorporados no ativo específico ao quais se relacionam. Todos os outros gastos, incluindo gastos Brasil Destilarias Melhoramentos S.A. .......................................... 59,28 com ágio gerado internamente e marcas, são reconhecidos no resultado conforme incorridos. (ii) Amortização Brasil Companhia de Cimento Portland Ponte Alta ...................... 63,71 Amortização é calculada sobre o custo de um ativo, ou outro valor substituto do custo, deduzido do valor residual. Brasil Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga .................................... 60,11 A amortização é reconhecida no resultado baseando-se no método linear com relação às vidas úteis estimadas de Brasil Companhia Agrícola Usina Jacarezinho .............................. 54,89 ativos intangíveis, que não ágio, a partir da data em que estes estão disponíveis para uso, já que esse método é o Brasil Companhia Canavieira de Jacarezinho .............................. 61,06 que mais perto reflete o padrão de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. h) Estoques Brasil Companhia Melhoramentos Norte do Brasil ........................ 58,51 - Os estoques são mensurados pelo menor valor entre o custo e o valor realizável líquido. O custo dos estoques é Brasil Usina Morretes Ltda. ............................................................ (*) Considerando a participação direta e indireta. baseado no princípio da média ponderada móvel e inclui gastos incorridos na aquisição de estoques, custos de pro2. Base de preparação: a) Declaração de conformidade (com relação às normas do CPC e CFC) - As demons- dução e transformação e outros custos incorridos em trazê-los às suas localizações e condições existentes. No trações financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas caso dos estoques manufaturados e produtos em elaboração, o custo inclui uma parcela dos custos gerais de fabrino Brasil, as quais abrangem a legislação societária, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emi- cação baseado na capacidade operacional normal. O custo também pode incluir transferências de outros resultatidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e as normas emitidas pelo Conselho Federal de dos abrangentes de qualquer ganho ou perda nos hedges de fluxos de caixa de contas a pagar de compra de mateContabilidade (CFC). A autorização para a conclusão das demonstrações financeiras foi dada pela Administração riais em moeda estrangeira de estoques. O valor realizável líquido é o preço estimado de venda no curso normal da Companhia em 28 de março de 2011. b) Base de mensuração - As demonstrações financeiras foram prepara- dos negócios, deduzido dos custos estimados de conclusão e despesas de vendas. A Companhia realiza anualdas com base no custo histórico com exceção dos seguintes itens materiais reconhecidos nos balanços patrimo- mente manutenções em sua unidade industrial, aproximadamente no período de dezembro a março. Os principais niais: • os ativos biológicos mensurados pelo valor justo deduzidos das despesas com vendas; • propriedades para custos de manutenção incluem custos de mão de obra, materiais externos e despesas gerais indiretas alocadas investimento que possui reserva de reavaliação; • ativo imobilizado das controladas Companhia Agrícola Usina durante o período de entressafra. Tais custos são contabilizados como e depreciado durante a safra seguinte. Jacarezinho, Companhia Canavieira de Jacarezinho e Destilarias Melhoramentos S.A. c) Moeda funcional e i) Ativos biológicos - Os ativos biológicos são mensurados pelo valor justo, deduzidos das despesas de venda. moeda de apresentação - Essas demonstrações financeiras são apresentadas em Real, que é a moeda funcional Alterações no valor justo menos despesas de venda são reconhecidos no resultado. Custos de venda incluem da Companhia. Todas as informações financeiras apresentadas em Real foram arredondadas para o milhar mais todos os custos que seriam necessários para vender os ativos. j) Redução ao valor recuperável (Impairment) próximo, exceto quando indicado de outra forma. d) Uso de estimativas e julgamentos - A preparação das i) Ativos financeiros (incluindo recebíveis) - Um ativo financeiro não mensurado pelo valor justo por meio do demonstrações financeiras de acordo com as normas CPC exige que a Administração faça julgamentos, estimati- resultado é avaliado a cada data de apresentação para apurar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido perda vas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas no seu valor recuperável. Um ativo tem perda no seu valor recuperável se uma evidência objetiva indica que um e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma evento de perda ocorreu após o reconhecimento inicial do ativo, e que aquele evento de perda teve um efeito negamaneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no período em que as estima-tivo nos fluxos de caixa futuros projetados que podem ser estimados de uma maneira confiável. A Companhia contivas são revisadas e em quaisquer períodos futuros afetados. As informações sobre incertezas sobre premissas esidera evidência de perda de valor para recebíveis e títulos de investimentos mantidos até o vencimento tanto no estimativas que possuam um risco significativo de resultar em um ajuste material dentro do próximo exercício finan-nível individualizado como no nível coletivo. Todos os recebíveis e títulos de investimento mantidos até o vencimenceiro estão incluídas na nota de provisão para contingências. 3. Principais práticas contábeis: As políticas con-to individualmente significativos são avaliados quanto a perda de valor específico. Todos os recebíveis e títulos de tábeis descritas em detalhes abaixo têm sido aplicadas de maneira consistente a todos os períodos apresentadosinvestimentos mantidos até o vencimento individualmente significativos identificados como não tendo sofrido perda nessas demonstrações financeiras e na preparação do balanço patrimonial de abertura apurado em 1º de janeirode valor individualmente são então avaliados coletivamente quanto a qualquer perda de valor que tenha ocorrido, de 2009 com a finalidade da transição para as normas CPC. a) Base de consolidação - i) Controladas - As polí-mas não tenha sido ainda identificada. Recebíveis e investimentos mantidos até o vencimento que não são indiviticas contábeis das controladas são incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas a partir da data em quedualmente importantes são avaliados coletivamente quanto a perda de valor por agrupamento conjunto desses títuo controle se inicia até a data que o controle deixa de existir. As políticas contábeis das controladas estão alinhadaslos com características de risco similares. Ao avaliar a perda de valor recuperável de forma coletiva a Companhia com as políticas contábeis adotadas pela controladora. ii) Transações eliminadas na consolidação - Saldos eutiliza tendências históricas da probabilidade de inadimplência, do prazo de recuperação e dos valores de perda transações entre as Companhias e quaisquer receitas ou despesas derivadas de transações intergrupo, são elimi-incorridos, ajustados para refletir o julgamento da Administração quanto as premissas se as condições econômicas nadas na preparação das demonstrações financeiras consolidadas. Ganhos não realizados oriundos de transaçõese de crédito atuais são tais que as perdas reais provavelmente serão maiores ou menores que as sugeridas pelas com Companhias investidas registrado por equivalência patrimonial são eliminados contra o investimento na pro-tendências históricas. Uma redução do valor recuperável com relação a um ativo financeiro medido pelo custo porção da participação da controladora nas Companhias investidas. Prejuízos não realizados são eliminados daamortizado é calculada como a diferença entre o valor contábil e o valor presente dos futuros fluxos de caixa estimesma maneira como são eliminados os ganhos não realizados, mas somente até o ponto em que não haja evi-mados descontados à taxa de juros efetiva original do ativo. As perdas são reconhecidas no resultado e refletidas dência de perda por redução ao valor recuperável. b) Moeda estrangeira - Transações em moeda estrangeira sãoem uma conta de provisão contra recebíveis. Os juros sobre o ativo que perdeu valor continuam sendo reconheciconvertidas para as respectivas moedas funcionais das Companhias pelas taxas de câmbio nas datas das transa-dos através da reversão do desconto. Quando um evento subsequente indica reversão da perda de valor, a dimições. Ativos e passivos monetários denominados e apurados em moedas estrangeiras na data de apresentaçãonuição na perda de valor é revertida e registrada no resultado. A administração da Companhia não identificou qualsão reconvertidos para a moeda funcional à taxa de câmbio apurada naquela data. O ganho ou perda cambial emquer evidência que justificasse a necessidade de provisão para recuperabilidade. ii) Ativos não financeiros - Os itens monetários é a diferença entre o custo amortizado da moeda funcional no começo do período, ajustado porvalores contábeis dos ativos não financeiros da Companhia, que não os ativos biológicos, propriedade para invesjuros e pagamentos efetivos durante o período, e o custo amortizado em moeda estrangeira à taxa de câmbio notimento, estoques e imposto de renda e contribuição social diferidos, são revistos a cada data de apresentação para final do período de apresentação. As diferenças de moedas estrangeiras resultantes na reconversão são reconhe-apurar se há indicação de perda no valor recuperável. Caso ocorra tal indicação, então o valor recuperável do ativo cidas no resultado. c) Instrumentos financeiros - i) Ativos financeiros não derivativos - A Companhia reconhe-é determinado. No caso de ágio e ativos intangíveis com vida útil indefinida ou ativos intangíveis em desenvolvice os empréstimos e recebíveis e depósitos inicialmente na data em que foram originados. Todos os outros ativosmento que ainda não estejam disponíveis para uso, o valor recuperável é estimado todo ano na mesma época. O financeiros (incluindo os ativos designados pelo valor justo por meio do resultado) são reconhecidos inicialmente navalor recuperável de um ativo ou unidade geradora de caixa é o maior entre o valor em uso e o valor justo menos data da negociação na qual a Companhia se torna uma das partes das disposições contratuais do instrumento. Adespesas de venda. Ao avaliar o valor em uso, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados aos seus Companhia desreconhece um ativo financeiro quando os direitos contratuais aos fluxos de caixa do ativo expiram,valores presentes através da taxa de desconto antes de impostos que reflita as condições vigentes de mercado ou quando a Companhia transfere os direitos ao recebimento dos fluxos de caixa contratuais sobre um ativo finan-quanto ao período de recuperabilidade do capital e os riscos específicos do ativo. k) Benefícios a empregados ceiro em uma transação no qual essencialmente todos os riscos e benefícios da titularidade do ativo financeiro sãoa) Planos de contribuição definida - Um plano de contribuição definida é um plano de benefícios pós-emprego transferidos. Eventual participação que seja criada ou retida pela Companhia nos ativos financeiros são reconheci-sob o qual a Companhia paga contribuições fixas para uma entidade separada (Fundo de Previdência) e não terá dos como um ativo ou passivo individual. Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apre-nenhuma obrigação legal ou construtiva de pagar valores adicionais. As obrigações por contribuições aos planos sentado no balanço patrimonial quando, somente quando, a Companhia tenha o direito legal de compensar os valo-de pensão de contribuição definida são reconhecidas como despesas de benefícios a empregados no resultado nos res e tenha a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente.períodos durante os quais serviços são prestados pelos empregados. Contribuições pagas antecipadamente são ii) Investimentos mantidos até o vencimento - Caso a Companhia tenha intenção e a capacidade de manter títu-reconhecidas como um ativo mediante a condição de que haja o ressarcimento de caixa ou a redução em futuros los de dívida até o vencimento, então tais ativos financeiros são classificados como mantidos até o vencimento. Ospagamentos esteja disponível. As contribuições para um plano de contribuição definida cujo vencimento é esperado investimentos mantidos até o vencimento são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquerpara 12 meses após o final do período no qual o empregado presta o serviço são descontadas aos seus valores custos de transação diretamente atribuíveis. Após seu reconhecimento inicial, os investimentos mantidos até o ven-presentes. b) Benefícios de curto prazo a empregados - Obrigações de benefícios de curto prazo a empregados cimento são mensurados pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquersão mensuradas em uma base não descontada e são incorridas como despesas conforme o serviço relacionado perda por redução ao valor recuperável. Eventual venda ou reclassificação de um valor maior que irrisório de inves-seja prestado. O passivo é reconhecido pelo valor esperado a ser pago sob os planos de bonificação em dinheiro timentos mantidos até o vencimento que não estejam próximos de seu vencimento poderia resultar na reclassifica-ou participação nos lucros de curto prazo se a Companhia tem uma obrigação legal ou construtiva de pagar esse ção de todos os investimentos mantidos até o vencimento como disponíveis para venda e impedir as Companhiasvalor em função de serviço passado prestado pelo empregado, e a obrigação possa ser estimada de maneira conde classificar títulos de investimentos como os mantidos até o vencimento para o exercício corrente e os próximosfiável. l) Provisões - Uma provisão é reconhecida, em função de um evento passado, se a Companhia tem uma dois exercícios financeiros. iii) Empréstimos e recebíveis - Empréstimos e recebíveis são ativos financeiros comobrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e é provável que um recurso econôpagamentos fixos ou calculáveis que não são cotados no mercado ativo. Tais ativos são reconhecidos inicialmentemico seja exigido para liquidar a obrigação. As provisões são apuradas através do desconto dos fluxos de caixa pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os emprés-futuros esperados a uma taxa antes de impostos que reflete as avaliações atuais de mercado quanto ao valor do timos e recebíveis são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qual-dinheiro no tempo e riscos específicos para o passivo. m) Receita operacional - A receita operacional da venda de quer perda por redução ao valor recuperável. Caixa e equivalentes de caixa abrangem saldos de caixa e investi-bens no curso normal das atividades é medida pelo valor justo da contraprestação recebida ou a receber. A receita mentos financeiros com vencimento original de três meses ou menos a partir da data da contratação. Limites deoperacional é reconhecida quando existe evidência convincente de que os riscos e benefícios mais significativos cheques especiais de bancos que tenham de ser pagos à vista e que façam parte integrante da gestão de caixa dainerentes a propriedade dos bens foram transferidos para o comprador, de que for provável que os benefícios ecoCompanhia são incluídos como um componente das disponibilidades para fins da demonstração dos fluxos denômicos financeiros fluirão para a entidade, de que os custos associados e a possível devolução de mercadorias caixa. iv) Passivos financeiros não derivativos - A Companhia reconhece títulos de dívida emitidos e passivospode ser estimada de maneira confiável, de que não haja envolvimento contínuo com os bens vendidos, e de que subordinados inicialmente na data em que são originados. Todos os outros passivos financeiros são reconhecidoso valor da receita operacional possa ser mensurada de maneira confiável. Caso seja provável que descontos serão inicialmente na data de negociação na qual a Companhia se torna uma parte das disposições contratuais do instru-concedidos e o valor possa ser mensurado de maneira confiável, então o desconto é reconhecido como uma redumento. A Companhia baixa um passivo financeiro quando tem suas obrigações contratuais retirada, cancelada oução da receita operacional conforme as vendas são reconhecidas. As receitas de vendas de açúcar e etanol aufevencida. Os ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é apresentado no balanço patrimonialridas pela COPERSUCAR - Cooperativa de Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São quando, e somente quando, a Companhia tenha o direito legal de compensar os valores e tenha a intenção de liqui-Paulo são apropriadas ao resultado do exercício com base em rateio, definido de acordo com a produção da dar em uma base líquida ou de realizar o ativo e quitar o passivo simultaneamente. Tais passivos financeiros sãoCompanhia em relação as demais cooperadas, em conformidade com o disposto no Parecer Normativo CST nº 66, reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhe-de 05 de setembro de 1986. n) Receitas financeiras e despesas financeiras - As receitas financeiras abrangem cimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efeti-receitas de juros sobre aplicações financeiras. A receita de juros é reconhecida no resultado, através do método vos. v) Capital social - Ações ordinárias são classificadas como patrimônio líquido. Os dividendos mínimos obriga-dos juros efetivos. As despesas financeiras abrangem despesas com juros sobre empréstimos, líquidas do descontórios conforme definido em estatuto são reconhecidos como passivo. d) Investimentos - Os investimentos emto a valor presente. Custos de empréstimo que não são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou producontroladas são contabilizados nas demonstrações financeiras da controladora por meio da equivalência patrimo-ção de um ativo qualificável são mensurados no resultado através do método de juros efetivos. o) Imposto de nial. e) Imobilizado - i) Reconhecimento e mensuração - Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histó-renda e contribuição social - O Imposto de renda e a contribuição social do exercício corrente e diferido são calrico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada, exceto pelas controladas Companhiaculados com base nas alíquotas de 15%, acrescidas do adicional de 10% sobre o lucro tributável excedente de R$ Agrícola Usina Jacarezinho, Companhia Canavieira de Jacarezinho e Destilarias Melhoramentos S.A. que pos-240 para imposto de renda e 9% sobre o lucro tributável para contribuição social sobre o lucro líquido, e consideram suem reavaliação. O custo de determinados itens do imobilizado foi apurado por referência à reavaliação anterior-a compensação de prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, limitada a 30% do lucro real. A despesa mente efetuada no BR GAAP. O custo inclui gastos que são diretamente atribuível à aquisição de um ativo. O custocom imposto de renda e contribuição social compreende os impostos de renda correntes e diferidos. O imposto corde ativos construídos pela própria entidade inclui o custo de materiais e mão de obra direta, quaisquer outros custosrente e o imposto diferido são reconhecidos no resultado. O imposto corrente é o imposto a pagar ou a receber para colocar o ativo no local e condição necessários para que esses sejam capazes de operar da forma pretendidaesperado sobre o lucro ou prejuízo tributável do exercício, a taxas de impostos decretadas ou substantivamente pela Administração, os custos de desmontagem e de restauração do local onde estes ativos estão localizados, edecretadas na data de apresentação das demonstrações financeiras e qualquer ajuste aos impostos a pagar com custos de empréstimos sobre ativos qualificáveis para os quais a data de início para a capitalização seja 1º de janei-relação aos exercícios anteriores. O imposto diferido é reconhecido com relação às diferenças temporárias entre os ro de 2009 ou data posterior a esta. Quando partes de um item do imobilizado têm diferentes vidas úteis, elas sãovalores contábeis de ativos e passivos para fins contábeis e os correspondentes valores usados para fins de triburegistradas como itens individuais (componentes principais) de imobilizado. Ganhos e perdas na alienação de umtação.O imposto diferido é mensurado pelas alíquotas que se espera serem aplicadas às diferenças temporárias item do imobilizado são apurados pela comparação entre os recursos advindos da alienação com o valor contábilquando elas revertem, baseando-se nas leis que foram decretadas ou substantivamente decretadas até a data de do imobilizado, e são reconhecidos líquidos dentro de outras receitas no resultado. ii) Custos subsequentes - Oapresentação das demonstrações financeiras. Os ativos e passivos fiscais diferidos são compensados caso haja custo de reposição de um componente do imobilizado é reconhecido no valor contábil do item caso seja provávelum direito legal de compensar passivos e ativos fiscais correntes, e eles se relacionam a impostos de renda lançaque os benefícios econômicos incorporados dentro do componente irão fluir para a Companhia e que o seu custodos pela mesma autoridade tributária sobre a mesma entidade sujeita à tributação. Um ativo de imposto de renda pode ser medido de forma confiável. O valor contábil do componente que tenha sido reposto por outro é baixado.e contribuição social diferido é reconhecido por diferenças temporárias dedutíveis não utilizados quando é provável Os custos de manutenção no dia a dia do imobilizado são reconhecidos no resultado conforme incorridos.que lucros futuros sujeitos à tributação estarão disponíveis e contra os quais serão utilizados. Ativos de imposto de iii) Depreciação - A depreciação é calculada sobre o valor depreciável, que é o custo de um ativo, ou outro valorrenda e contribuição social diferido são revisados a cada data de relatório e serão reduzidos na medida em que sua substituto do custo, deduzido do valor residual. A depreciação é reconhecida no resultado baseando-se no métodorealização não seja mais provável. p) Aspectos ambientais - As instalações da Companhia estão sujeitas à regulinear com relação a vidas úteis estimadas de cada parte de um item do imobilizado, já que esse método é o quelamentações ambientais. A Companhia diminui os riscos associados com assuntos ambientais, por procedimentos mais perto reflete o padrão de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. As vidas úteis esti-operacionais e controles e investimentos em equipamento de controle de poluição e sistemas. A Companhia acremadas para os períodos correntes e comparativos são as seguintes: dita que nenhuma provisão para perdas relacionadas a assuntos ambientais é requerida atualmente, baseada nas A partir de 01/01/09 atuais leis e regulamentos em vigor. 4. Determinação do valor justo: Diversas políticas e divulgações contábeis A partir de 01/01/10 25 anos da Companhia exigem a determinação do valor justo, tanto para os ativos e passivos financeiros como para os não 25-30 anos • Edifícios .................................................................................... 10 anos financeiros. Os valores justos têm sido apurados para propósitos de mensuração e/ou divulgação baseados nos 8-12 anos • Máquinas e equipamentos ........................................................ 10 anos métodos abaixo. Quando aplicável, as informações adicionais sobre as premissas utilizadas na apuração dos 8-10 anos • Móveis e utensílios .................................................................. 5 anos 4-6 anos • Outros componentes ................................................................
patrimonial, em atendimento ao quanto previsto no art. 199 da Lei nº 6.404/76 e no parágrafo 2º do art. 18 do Estatuto Social da Companhia. Dividendos por conta de Reservas de Lucros: Além do dividendo por conta do exercício de 2010, a companhia distribuiu a importância de R$ 290.000,00 a titulo de dividendo por conta de reserva de lucros/reserva especial de dividendos. Todos os assuntos relacionados ao balanço, demais demonstrações financeiras e respectivas notas explicativas, demonstrações financeiras estas, devidamente auditadas pela KPMG Auditores Independentes, serão discutidos na próxima Assembléia Geral dos Acionistas. A Diretoria São Paulo, 28 de março de 2011 Demonstrações de Resultados - Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares reais) Consolidado Controladora Nota 2010 2009 2010 2009 Receita operacional .............................................................. 26 478.709 433.577 – – 28 (342.294) (389.837) – – Custo das Vendas ................................................................ Lucro bruto .......................................................................... 136.415 43.740 – – 27 16.107 48.711 80 9 Outros resultados operacionais ............................................ Administrativas e gerais ........................................................ 28 (43.123) (44.322) (681) (235) Despesas com vendas .......................................................... 28 (4.833) (5.248) – – 14 14.714 – – – Ganhos na distribuição de dividendos aos acionistas .......... Resultado antes das receitas (despesas) financeiras líquidas, equivalência patrimonial e impostos .............. 119.280 42.881 (601) (226) 43.292 35 36 Receitas financeiras .............................................................. 29.850 Despesas financeiras ............................................................ (79.042) (89.014) (396) (322) Financeiras líquidas ............................................................ 29 (49.192) (45.722) (361) (286) Resultado da equivalência patrimonial.................................. 14 18.792 (4.255) 38.154 (8.746) Resultado antes dos impostos .......................................... 88.880 (7.096) 37.192 (9.258) – Imposto de renda e contribuição social ................................ (12.414) (7.483) (80) Imposto de renda e contribuição social diferidos .................. (16.939) 6.553 – 1 13 (29.353) (930) (80) 1 Lucro (prejuízo) líquido do exercício ................................ 59.527 (8.026) 37.112 (9.257) Resultado do período atribuído aos: Acionistas não controladores ................................................ (22.415) 3.337 – – Lucro (prejuízo) líquido do exercício ................................ 37.112 (4.689) 37.112 (9.257) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Demonstrações dos Fluxos de Caixa Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares reais) Consolidado Controladora 2010 2009 2010 2009 Fluxos de caixa das atividades operacionais Lucro (prejuízo) líquido do exercício ................................................ 37.112 (4.689) 37.112 (9.257) Ajustado para: – – Depreciação e amortização .......................................................... 45.155 59.075 Valor residual do ativo imobilizado baixado.................................. 7.331 2.789 – – Resultado de equivalência patrimonial ........................................ (18.792) 4.255 (38.154) 8.746 Mudança no valor justo de ativos biológicos ................................ (45.277) (6.973) – – Juros e variações monetárias ...................................................... 26.547 55.124 396 317 Reversão de provisão para contingências.................................... (5.279) (13.561) (80) – Participações de acionistas não controladores ............................ 22.415 (3.337) – – Impostos diferidos ........................................................................ 16.939 (6.553) – (1) 86.151 86.130 (726) (195) 5.017 – – Diminuição em aplicações financeiras .......................................... 4.170 (Aumento) diminuição em impostos a recuperar .......................... 2.379 (581) (76) 80 (Aumento) diminuição de estoques .............................................. (14.432) 61.854 – – (Aumento) diminuição em contas a receber de clientes .............. 1.811 (5.979) – – (58.475) – – (Aumento) diminuição em contas correntes - Copersucar............ 5.760 (Aumento) diminuição em outros créditos .................................... (6.775) (2.427) (2.752) (647) (31.105) 126 (125) (Aumento) diminuição de passivos fiscais .................................... (2.901) Aumento (diminuição) de salários e encargos a pagar ................ 144 1.142 – – 9.910 – – Aumento (diminuição) em fornecedores ...................................... 1.048 Aumento (diminuição) em outras contas a pagar ........................ 4.377 (71) – 2 Juros pagos .................................................................................. (46.151) (35.336) (139) (2.059) Dividendos recebidos.................................................................... 21.537 1.673 6.823 1.673 Fluxo de caixa decorrente das atividades operacionais .............. 57.118 31.752 3.256 (1.271) Fluxo de caixa de atividades de investimento Baixa de propriedades para investimento .................................... 231 102 – – Aquisição de investimentos .......................................................... (267) – – (5) Aquisições para compra de imobilizado e ativo biológico ............ (47.617) (34.322) – – Fluxo de caixa decorrente das atividades de investimento .......... (47.653) (34.220) – (5) Fluxo de caixa de atividades de financiamento Amortização de empréstimos e financiamentos .......................... (142.782) (92.813) (909) – Empréstimos e financiamentos tomados ...................................... 168.242 87.148 774 2.069 Aumento de capital ...................................................................... 282 – 282 – Dividendos .................................................................................... (4.398) (2.215) (290) (816) Caixa proveniente (usado em) de atividades de financiamento .. 21.344 (7.880) (143) 1.253 Aumento (redução) líquida em caixa e equivalentes de caixa...... 30.809 (10.348) 3.113 (23) Demonstração do aumento (diminuição) do caixa e equivalente de caixa No início do período ...................................................................... 12.039 22.387 4 27 No fim do período.......................................................................... 42.848 12.039 3.117 4 (30.809) 10.348 (3.113) 23 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras valores justos são divulgadas nas notas específicas àquele ativo ou passivo. i) Ativo biológico - O valor justo das culturas de cana-de-açúcar, soja, dos bovinos e das plantações de eucalipto são baseados nos preços cotados no mercado ativo. ii) Propriedade para investimento - O valor justo da propriedade para investimento para fins de divulgação, conforme determina o CPC 28 - Propriedade para Investimento, foi estimado com base em laudo de avaliação, emitido por empresa de avaliação, externa e independente, tendo apropriada qualificação profissional reconhecida e experiência recente na região e no tipo de propriedade que está sendo avaliada. Os valores justos são baseados nos valores de mercado, e o valor estimado pelo qual uma propriedade poderia ser trocada na data da avaliação entre partes conhecedoras e interessadas em uma transação sob condições normais de mercado. As avaliações refletem, quando apropriado, o tipo de arrendador efetivamente ocupando o imóvel ou do responsável por honrar os compromissos do arrendamento ou do arrendador que provavelmente estará ocupando o imóvel após o período de em que o imóvel ficou vago, a alocação das responsabilidades de manutenção e seguro entre a Empresa e o locatário; e a vida econômica remanescente da propriedade. Quando revisões do arrendamento ou renovações do arrendamento estão pendentes e incluem aumentos previstos referentes à devolução da propriedade, assume-se que tais avisos, e quando apropriado contra-avisos, tenham sido providos de maneira válida e dentro do tempo apropriado. 5. Gerenciamento de risco financeiro: A Companhia apresenta exposição aos seguintes riscos advindos do uso de instrumentos financeiros: • risco de crédito; • risco de liquidez; • risco de mercado; • risco operacional. Essa nota apresenta informações sobre a exposição da Companhia a cada um dos riscos supramencionados, os objetivos da Companhia, políticas e processos para a mensuração e gerenciamento de risco, e o gerenciamento de capital da Companhia. Divulgações quantitativas adicionais são incluídas ao longo dessas demonstrações financeiras. Estrutura do gerenciamento de risco - Risco de crédito - Risco de crédito é o risco de prejuízo financeiro da Companhia caso um cliente ou contraparte em um instrumento financeiro falhe em cumprir com suas obrigações contratuais, que surgem principalmente dos recebíveis da Companhia de clientes e em títulos de investimento. As controladas Destilarias Melhoramentos e Companhia Agrícola Usina Jacarezinho são cooperadas da COPERSUCAR - Cooperativa dos Produtores de Cana-de-açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo, cujo desempenho agregado à política da cooperativa mitiga o risco de crédito. A gestão dos demais riscos é sustentada na avaliação dos clientes, na sua maioria Trades e Cooperativas, localizadas próximas das unidades produtores. Esta avaliação é criteriosa e leva em consideração o histórico e o relacionamento comercial e financeiro com o cliente. Caso alguma negociação venha a oferecer margem para a existência de risco, a negociação é feita à vista, com autorização para entrega dos produtos após confirmação do crédito. A administração entende que o risco de crédito é monitorado de maneira adequada e freqüente, o que minimiza as possibilidades de ocorrências. Risco de liquidez - Risco de liquidez é o risco em que a Companhia irá encontrar dificuldades em cumprir com as obrigações associadas com seus passivos financeiros que são liquidados com pagamentos à vista ou com outro ativo financeiro. A abordagem da Companhia na administração de liquidez é de garantir, o máximo possível, que sempre tenha liquidez suficiente para cumprir com suas obrigações ao vencerem, sob condições normais e de estresse, sem causar perdas inaceitáveis ou com risco de prejudicar a reputação da Companhia. Risco de mercado - Os empréstimos contratados pela Companhia são em moeda nacional, não ficando expostos a risco de câmbio ou instabilidade internacional. Risco operacional - Com o objetivo de implementar controles e gerar resultados, as Companhias, baseadas em indicadores de desempenho define as responsabilidades operacionais e monitora as diversas áreas, priorizando produtividade, segurança, respeito ao meio ambiente e lucratividade, agregados à desenvolvimento de habilidades e capacitação de seus colaboradores. Este conjunto de valores permite que a gestão operacional da empresa maximize os resultados pretendidos. 6. Caixa e equivalentes de caixa: Consolidado 2010 2009 01/jan/09 Caixa e depósitos bancários ...................................................................... 42.848 12.039 22.387 Controladora ............................................................................................ 2010 2009 01/jan/09 Caixa e depósitos bancários ...................................................................... 3.117 4 27 7. Aplicações financeiras: Consolidado 2010 2009 01/jan/09 Aplicações financeiras ................................................................................ 85.396 89.566 94.583 Circulante.................................................................................................... (78.952) (80.069) (84.837) Não circulante ............................................................................................ 6.444 9.497 9.746 As aplicações financeiras são de alta liquidez e prontamente conversíveis em um montante conhecido de caixa e estão sujeitos a um insignificante risco de mudança de valor. Esses investimentos financeiros referem-se substancialmente a certificados de depósito bancários e fundos de renda fixa, remunerados a taxas que variam entre 95% e 103% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI). Do montante de aplicações financeiras, R$ 26.709 foram cedidos em garantias de operações das controladas Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, Maringá S.A. Cimento e Ferro Liga, Destilarias Melhoramentos S.A., Companhia Agrícola Usina Jacarezinho e Companhia Canavieira de Jacarezinho. 8. Contas a receber de clientes: Consolidado 2010 2009 01/jan/09 Contas a receber de clientes no país ........................................................ 18.725 16.510 11.336 Contas a receber de clientes no exterior .................................................... – 908 103 18.725 17.418 11.439 9. Contas correntes - Copersucar: Correspondem às operações com a Copersucar - Cooperativa de Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo em conformidade com o disposto no Parecer Normativo CST nº 66 de 05 de setembro de 1986. 10. Estoques: Consolidado 2010 2009 01/jan/09 Produtos acabados .................................................................................... 35.872 28.201 77.887 Produtos em elaboração ............................................................................ 6.377 1.983 9.017 Matérias-primas .......................................................................................... 4.535 4.280 8.260 Manutenção industrial ................................................................................ 6.269 2.940 1.045 Almoxarifado .............................................................................................. 12.602 12.334 13.101 Outros ........................................................................................................ 862 1.016 1.454 Adiantamento a fornecedores .................................................................... 2.825 6.659 9.000 69.342 57.413 119.764 Circulante.................................................................................................... (68.866) (55.112) (117.463) Não circulante ............................................................................................ 476 2.301 2.301 11. Ativo biológico: A Companhia adotou o Pronunciamento Técnico CPC 29 - Ativos Biológicos (correlação à norma internacional de contabilidade IAS 41), atendendo, assim, os dispostos estabelecidos no Pronunciamento Técnico, onde os seus ativos biológicos (“pecuária, cana-de-açúcar, soja e floresta”) passaram a ser mensurados ao valor justo menos a despesa de venda no momento do reconhecimento inicial e no final de cada período de competência. a) Principais premissas utilizadas para atribuição do valor justo aos ativos biológicos - Com base no CPC 29 (IAS 41) - Ativo Biológico e Produto Agrícola, a Companhia reconhece seus ativos biológicos a valor justo onde as lavouras de cana-de-açúcar e soja, as florestas de eucalipto e a pecuária são valorizadas por seu valor justo, o qual reflete o preço de venda de ativo menos os impostos e custos necessários para colocação do produto em consumo ou venda. As metodologias utilizadas na mensuração do valor justo dos ativos biológicos correspondem à projeção dos fluxos de caixa futuros de acordo com o ciclo de produtividade das lavouras de cana-deaçúcar e soja, das florestas de eucalipto e a pecuária, levando-se em consideração as variações de preço e crescimento dos ativos biológicos e a taxa de desconto utilizada nos fluxos de caixa corresponde ao WACC da Companhia, o qual é revisado periodicamente pela Administração. b) Apresentação - Consolidado 2010 2009 01/jan/09 Ativo biológico ............................................................................................ 247.313 201.466 198.495 Circulante.................................................................................................... (24.461) (14.705) (27.677) Não circulante ............................................................................................ 222.852 186.761 170.818 A seguir estão demonstradas as movimentações dos ativos biológicos da Companhia - Consolidado: Circulante Não circulante Em milhares de Reais Agrícola Rebanho Total Agrícola Rebanho Total Saldo em 1º de janeiro de 2009............................. 9.012 18.665 27.677 148.895 21.923 170.818 Aumento/redução devido a tratos/plantio/colheita ... 10.972 – 10.972 2.027 – 2.027 Aumento devido a aquisições .................................. – – – 344 – 344 Diminuição devido a vendas/mortes ........................ (15.698) (484) (16.182) – 281 281 Mudança no valor justo menos despesas estimadas de venda ............................................... (2.646) (5.116) (7.762) 14.786 493 15.279 Redução devido amortizações e depreciações do período .............................................................. – – – (1.785) (203) (1.988) Saldo em 31 de dezembro de 2009....................... 1.640 13.065 14.705 164.267 22.494 186.761 Saldo em 1º de janeiro de 2010............................. 1.640 13.065 14.705 164.267 22.494 186.761 Aumento/redução devido a tratos/plantio................. 12.370 – 12.370 1.792 – 1.792 Aumento devido a aquisições .................................. – – – 198 – 198 Diminuição devido a vendas .................................... (7.626) (756) (8.382) – – – Aumento líquido devido aos nascimentos (mortes) . – 988 988 – 773 773 Mudança no valor justo menos despesas estimadas de venda ............................................... 707 4.073 4.780 27.338 11.245 38.583 Redução devido amortizações e depreciações do período .............................................................. – – – (4.790) (465) (5.255) Saldo em 31 de dezembro de 2010....................... 7.091 17.370 24.461 188.805 34.047 222.852 Riscos regulatórios e ambientais - A Companhia está sujeita às leis e regulamentos pertinentes as atividades em que opera. A Companhia estabeleceu políticas ambientais e procedimentos que visam o cumprimento das leis ambientais. A Administração realiza análises periódicas para identificar os riscos ambientais e para garantir que seus sistemas existentes são suficientes para gerir esses riscos. c) Riscos climáticos e outras - As atividades operacionais de cultivo de cana-de-açúcar, soja e eucalipto e pecuária estão expostas ao risco de danos decorrentes das mudanças climáticas, pragas e doenças, incêndios florestais e outras forças naturais. A Companhia tem processos extensivos com recursos alocados para acompanhar e mitigar esses riscos, incluindo inspeções regulares.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
40 -.ECONOMIA/LEGAIS
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
Companhia Agrícola Caiuá CNPJ 61.083.002/0001-86 Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras - Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2010 e 2009 e 1º de Janeiro de 2009 (Em milhares de reais) Consolidado Controladora 12. Impostos a recuperar IPI - Questionamento quanto à tomada de crédito do imposto sobre insumos isentos, imunes, não tributados e sujei2010 2009 2010 2009 tos à alíquota zero. Os valores foram utilizados para compensação com o próprio imposto devido. Em 2010 foi Consolidado 2010 2009 01/jan/09 Lucro (prejuízo) contábil antes do imposto de renda e da revertida a provisão no valor de R$ 5.714 por motivos de decadência. ICMS - Substancialmente representado pelo ICMS a recuperar........................................................................................ 22.392 26.869 22.851 contribuição social .................................................................................... 88.880 (7.096) 37.192 (9.258) questionamento da tomada de crédito sobre aquisições de produtos classificados como intermediários utilizados no IRRF - Juros sobre Capital Próprio ............................................................ – – 125 (-) Juros sobre capital próprio...................................................................... (661) (178) – – processo produtivo. PIS/COFINS - Refere-se ao questionamento da constitucionalidade da Lei nº 9.718/98, referenImposto de renda pessoa jurídica - IRPJ.................................................... 1.561 964 1.881 .............................................................................................................. 88.219 (6.918) 37.192 (9.258) te à inclusão, em sua base de cálculo, das variações monetárias ativas e receitas financeiras. IRPJ/CSLL - RefereContribuição social sobre o lucro - CSLL.................................................... 805 16 246 Alíquota fiscal combinada............................................................................ 34% 34% 34% 34% se ao questionamento quanto à permissão da dedução dos prejuízos fiscais e bases negativas da contribuição Cofins a recuperar ...................................................................................... 5.461 4.903 6.517 Imposto de renda e contribuição social pela alíquota fiscal combinada...... (29.994) 2.352 (12.645) 3.148 social sobre o lucro, apurados até 31 de dezembro de 1995, com lucros obtidos nos exercícios posteriores, sem a PIS a recuperar .......................................................................................... 1.187 1.064 1.457 Adições permanentes .................................................................................. limitação de 30% estabelecida conforme os artigos 42 e 58 da Lei nº 8.981/95. Trabalhistas - Consistem, principalINSS a recuperar ........................................................................................ 521 505 592 Resultado da equivalência patrimonial ...................................................... – (1.447) – (2.974) mente, em reclamações de ex-funcionários, requerendo compensações adicionais que não teriam sido pagas Outros ........................................................................................................ 93 78 149 Outras ........................................................................................................ (5.748) (8.574) – (175) durante seu vínculo empregatício. Cíveis - Consistem, principalmente, em reclamações requerendo reparações de 34.399 33.818 32.020 Exclusões permanentes .............................................................................. danos morais, nas quais a Companhia é parte envolvida. Geral - A Companhia tem ações de naturezas tributária e Circulante.................................................................................................... (25.393) (15.974) (15.347) – Resultado da equivalência patrimonial ...................................................... 6.389 – 12.470 trabalhista, envolvendo riscos de perda classificados pela Administração como possíveis, com base na avaliação Não circulante ............................................................................................ 6.627 18.425 18.471 Redução de parcelamento ........................................................................ – 2.439 – – de seus consultores jurídicos, para as quais não há provisão constituída, no montante aproximado de R$ 975 Outras ........................................................................................................ – 4.300 95 2 Controladora 2010 2009 01/jan/09 (R$ 374 em 2009), conforme práticas contábeis adotadas no Brasil. (80) 1 Imposto de renda e contribuição social no resultado do exercício .............. (29.353) (930) IRRF - Juros sobre Capital Próprio ............................................................ – – 125 23. Partes relacionadas - Controladora: Alíquota efetiva ............................................................................................ 33% – – – Imposto de renda pessoa jurídica - IRPJ.................................................... 584 508 463 a. Saldos 14. Investimentos: Outras informações relevantes sobre os investimentos: As demonstrações financeiras das Contribuição social sobre o lucro - CSLL.................................................... 1 1 1 2010 2009 01/jan/09 controladas foram auditadas pelos mesmos auditores independentes da Companhia. Em 31 de dezembro de 2010, 589 585 509 Ativo circulante Circulante.................................................................................................... (585) (509) (589) as seguintes controladas apresentaram passivo a descoberto: Companhia Agrícola Usina Jacarezinho R$ 54.676 Outros créditos (dividendos a receber) (R$ 40.715 em 2009), Companhia Melhoramentos Norte do Brasil R$ 3.528 (R$ 3.082 em 2009) e Melhoramentos Não circulante ............................................................................................ – – – 3.271 – – Sul do Pará S.A. R$ 2.688 (R$ 2.353 em 2009). Consequentemente, a Companhia mantém provisão para passivo Companhia Melhoramentos Norte do Paraná .......................................... 13. Ativos e passivos fiscais diferidos: Impostos diferidos de ativos e passivos são registrados para refletir os 128 633 – a descoberto, proporcionalmente à sua participação societária em cada controlada, no montante de R$ 77 (R$ 58 Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga .......................................................... – 14 efeitos fiscais futuros atribuíveis às diferenças temporárias entre a base fiscal de ativos e passivos e seu respecti- em 2009 e R$ 27 em 1º de janeiro de 2009). No que se refere à Companhia Agrícola Usina Jacarezinho, a Companhia de Cimento Portland Ponte Alta ............................................ 3.399 647 – vo valor contábil. A Companhia contabilizou impostos diferidos sobre as seguintes diferenças temporárias e de Administração da controlada implementou melhorias em seu processo produtivo com objetivo de aumentar o volubases: Ativo Passivo me de processamento de cana-de-açúcar por ano safra, bem como realizou esforços para redução e prolongamen- Passivo circulante Dividendos a pagar .................................................................................. 6.200 – – to do perfil de suas dívidas através de emissão de debêntures não conversíveis em ações para pagamento em até Consolidado 2010 2009 01/jan/09 2010 2009 01/jan/09 36 meses. A Companhia Melhoramentos Norte do Paraná prestou aval para as controladas Companhia Agrícola Passivo não circulante Provisão para contingências ............................ 6.905 5.383 8.642 – – – 2.843 2.069 – Usina Jacarezinho e Destilarias Melhoramentos S.A. nos contratos regulamentares de safra com a Copersucar - Mútuos com acionistas ............................................................................ Ativo biológico .................................................. 2.485 8.846 8.459 44.600 57.180 55.217 Cooperativa de Produtores de Cana-de-açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo. As controladas Maringá Os saldos ativos e passivos serão liquidados no decorrer do exercício de 2011. Reserva de reavaliação .................................. – – – 37.687 19.516 19.843 S.A. Cimento e Ferro-Liga e Companhia de Cimento Portland Ponte Alta possuem investimentos na Cia. de b. Garantias prestadas: Em 31 de dezembro os valores que a Companhia possuía de garantias prestadas em conMudança de taxa de depreciação .................... – – – 6.979 – – Cimento Portland Lacin, incorporadora da Lafarge Brasil S.A., o qual está avaliado pelo método do custo por repre- junto para a parte relacionada Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga era de R$ 23.323 (R$ 24.362 - 2009). Depreciação acelerada .................................... – – – 3.201 4.028 5.764 sentarem 3,08% (2009 - 5,61% da Lafarge Brasil S.A.) e 1,83% (2009 - 3,34% da Lafarge Brasil S.A.) do capital A controlada Companhia Melhoramentos Norte do Paraná possuía garantias, avais e fianças prestadas em conjunOutros .............................................................. 326 102 102 – – – social da investida, respectivamente, sem influência em sua administração. As demonstrações financeiras da Cia. to com e para empresas ligadas, assim sumariados: 9.716 14.331 17.203 92.467 80.724 80.824 de Cimento Portland Lacin para o exercício findo em 31 de dezembro de 2010 não foram auditadas por auditores 2010 2009 01/jan/09 A conciliação da despesa calculada pela aplicação das alíquotas fiscais combinadas e da despesa de imposto de independentes. A Companhia recebeu a importância de R$ 14.714 (R$ 9.226 e R$ 5.488 respectivamente) a título Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga ............................................................ 26.319 24.699 – renda e da contribuição social debitada em resultado e demonstrada como segue: de dividendos. Destilarias Melhoramentos S.A................................................................... 79.138 82.506 92.102 Companhia Agrícola Usina Jacarezinho .................................................... 152.267 7.310 Controladora 2010 2009 01/jan/09 Companhia Canavieira de Jacarezinho ...................................................... 25.182 5.207 7.236 Cia. Maringá Cia. de Cia. Cia. Companhia de Cimento Portland Ponte Alta .............................................. 137 239 – Melhoramentos S.A. Cimento Agrícola Canavieira A controlada Companhia Melhoramentos Norte do Paraná possui imóveis de sua propriedade garantindo operaNorte do Cimento e Portland Usina de ções de crédito das partes relacionadas conforme abaixo: Paraná Ferro-Liga Ponte Alta Jacarezinho Jacarezinho Total Total Total Nome Valor da Valor em (a) Informações sobre as investidas Garantida Beneficiário (s) do imóvel Localização Objeto Operação 2010 Quantidade de ações ........................................................................................................ 358.498.201 35.625.906 12.356.544 1.652.708 204.317 Maringá S.A. ...... Programa Percentual de participação ................................................................................................ 61,06% 22,73% 21,87% 0,14% 0,04% Patrimônio líquido (passivo a descoberto)ajustado em 31 de dezembro de 2010 ............ 285.663 266.272 28.665 (54.676) 34.419 Cimento e........ Fazenda Especial de 5.752 (13.961) (9.237) Lucro líquido (prejuízo) do exercício.................................................................................. 45.927 39.022 Ferro-Liga .... BNDES Lagoa Cianorte - PR Crédito - PEC 23.700 23.323 (b) Movimentação dos investimentos Destilarias No início do exercício .................................................................................................. 140.990 53.787 6.205 (57) 18 200.943 205.285 205.285 Melhoramentos BNDES e Banco Fazenda Dividendos recebidos .................................................................................................. (3.271) (2.333) (1.219) (6.823) (1.673) – 61.286 S.A. .............. Votorantim S.A. Água do Índio Cianorte - PR FINEM 89.026 8.874 1.258 (20) (4) 38.154 (8.746) – Equivalência patrimonial ............................................................................................ 28.046 Companhia ........ Cédula de Reversão do valor recuperável de ativos em controlada ............................................ – – – – – – 6.072 – Agrícola Usina Banco Santander Fazenda Crédito Aquisição de ações .................................................................................................... – – – – – – 22 – Jacarezinho.. (Brasil) S.A. Guanabara Paranacity - PR Bancário Deságio ...................................................................................................................... – – – – – – (17) – .......................... Capital de Giro 22.000 19.062 No fim do exercício ...................................................................................................... 165.765 60.328 6.244 (77) 14 232.274 200.943 205.285 Companhia ........ Banco Complexo Provisão para passivo a descoberto .......................................................................... – – – 77 – 77 58 27 Agrícola Usina Santander Palmital Outros investimentos .................................................................................................. – – – – – 227 226 226 Jacarezinho.. (Brasil) S.A., (Fazendas 165.765 60.328 6.244 – 14 232.578 201.227 205.538 Banco Itaú Palmital, BBA S.A. Andirá, de cana-de-açúcar por alqueire, a preços determinados com base no índice do Consecana - Conselho dos produProdupar e Banco Catuetê, Consolidado Participações S.A. 2010 2009 01/jan/09 tores de cana-de-açúcar, açúcar e álcool do Estado de São Paulo e a fazenda no Estado do Mato Grosso do Sul Votorantim S.A. Ivaí e Mururê) Terra Boa - PR Debêntures 112.000 99.017 a) Informações sobre a controlada que está arrendada para a controlada Companhia Melhoramentos Norte do Paraná para a exploração de gado boviCompanhia ........ Cédula de Quantidade de quotas/ações possuídas .............. 3.527.096 no, cujos recebimentos mensais são de R$ 26 mil. Conforme determinado pelo CPC 28 - Propriedade para investiCanavieira de Banco Santander Fazenda Crédito Bancário Percentual de participação.................................... 4,39% mento, o valor justo dos ativos classificados como Propriedades para investimento representa o montante de 12.994 Jacarezinho (Brasil) S.A. Guanabara Paranacity - PR Capital de Giro 15.000 Patrimônio líquido (passivo a descoberto) em R$ 24.922. 16. Imobilizado: Revisão das vidas úteis: Nos termos da CPC 27 e ICPC 10 e baseada em laudos de c. Remuneração do pessoal-chave da Administração: O pessoal-chave da Administração inclui os diretores. A 31 de dezembro de 2010 .................................... 397.559 avaliação emitida pela Empresa especializada Factual Consultoria Empresarial, as Controladas optaram por remuneração paga aos diretores é definida na Assembléia Geral dos Acionistas e os valores pagos no exercício a Lucro do exercício ................................................ 317.220 reconhecer as novas vidas úteis de todos os bens do ativo imobilizado, na data-base de 1º de janeiro de 2009 e título de remuneração foram R$ 398 (R$ 110 em 2009). 24. Patrimônio líquido: a. Capital social - O capital social b) Movimentação do investimento remensurou a despesa anual de depreciação, para fins de apresentação das demonstrações financeiras em 31 de está representado por 218.975.540 (218.604.658 em 2009) ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. Nos No início do exercício ........................................ – – – – dezembro de 2010. Os laudos foram elaborados de acordo com as normas e procedimentos emitidos pela termos do art. 199 da Lei nº 6.404/76, em 31 de dezembro de 2010 a Companhia possui excesso de reservas sobre Compra.................................................................. 115 115 3.331 – Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, que fixa as diretrizes para avaliação destes bens, dos seus ren- o capital. A proposta da Administração é de aumentar o capital social através de capitalização de reserva estatutáBaixa .................................................................... (1.444) (1.444) 1.077 – ria operacional, assunto que será deliberado na próxima Assembleia Geral dos Acionistas a ser realizada até o final Equivalência patrimonial ...................................... 18.792 18.792 (153) – dimentos e direitos. As metodologias adotadas, segundo tais normas foram: • método comparativo de dados de do mês de abril de 2011. b. Reserva de reavaliação reflexa - A reserva de reavaliação em controladas, efetuada No final do exercício .......................................... 17.463 17.463 (4.255) – mercado para a definição dos valores de máquinas e equipamentos; • método da quantificação de custo para as em 1999 e 2006, com base em laudos emitidos por peritos independentes, está registrada líquida dos efeitos tribuOutros investimentos ........................................ 61.609 61.609 60.723 64.883 edificações e benfeitorias. Para os bens depreciáveis, com base nas metodologias acima, foram identificados o tários, e vem sendo realizada com base nas depreciações, baixas ou alienações dos respectivos bens reavaliados 79.072 79.072 60.723 64.883 custo de reprodução (custo de repor ou substituir um bem por outro novo com as mesmas características e utilida- nas controladas em contrapartida de lucros acumulados. c. Distribuição de dividendos - De acordo com o estades) e o custo de reedição ou valor de mercado em uso (custo de reprodução descontada a depreciação do bem, tuto social, aos titulares das ações serão atribuídos, em cada exercício, dividendos não inferiores a 25% do lucro Os investimentos na Produpar Participações S.A. foram avaliados por equivalência patrimonial no exercício de 2010, por considerar que existe influência significativa na administração da Empresa. As demonstrações financei- tendo em vista o estado em que se encontra), além da identificação da vida útil remanescente e valores residuais, líquido do exercício, ajustado na forma do artigo 202 da Lei nº 6.404/76. As bases dos dividendos podem ser assim para fins de fixação das novas taxas de depreciação. As taxas e valores residuais foram alteradas para as seguintes demonstradas: ras da Produpar Participações S.A. não estavam disponíveis. 2010 2009 contas contábeis, segundo o quadro a seguir: 15. Propriedade para investimentos: 37.112 (9.257) Consolidado 2010 2009 01/jan/09 Taxa de depreciação (% a.a.) Lucro (prejuízo) do exercício ............................................................................................ Reserva legal .................................................................................................................... (1.856) – Propriedades agrícolas .............................................................................. 19.420 18.973 18.578 Anterior Atual Realização de reserva de reavaliação .............................................................................. 2.157 7.150 4 a 10 1,67 a 10 Propriedades para investimento incluem fazendas que são arrendadas para a Empresa ligada Companhia Construções e instalações .................................................................................... Base de cálculo dos dividendos ........................................................................................ 37.413 (2.107) Canavieira de Jacarezinho para o cultivo de cana-de-açúcar, cujos recebimentos são calculados em 35 toneladas Equipamentos.......................................................................................................... 10 a 20 1,82 a 50 Dividendos mínimo obrigatório.......................................................................................... 9.353 – Consolidado Dividendos antecipados por conta do resultado do exercício .......................................... 2.800 – Equipamentos Reserva especial de dividendos ...................................................................................... 2.381 – Benfeitorias Reserva de lucros a realizar.............................................................................................. 772 – Construções e agrícolas Máquinas e Imobilizado Adiantamento a Dividendos a distribuir ...................................................................................................... 3.400 – Terras instalações pastorais equipamentos Escritório Transporte Produção Técnicos em andamento fornecedores Total Demonstração do lucro realizado: Saldos em 1º de janeiro de 2009 ........................ 87.137 56.674 4.289 1.065 5.332 9.062 28.475 175.856 14.361 487 382.738 Lucro líquido do exercício ajustado .................................................................................. 39.269 – Aquisições .......................................................... – 763 – 9 275 1.896 905 3.138 14.618 (88) 21.516 Lucros não realizado: Transferências .................................................. – 11.019 179 56 (1.260) 400 2.702 11.380 (24.592) 116 – Equivalência patrimonial .................................................................................................. (38.154) – Baixas ................................................................ (96) (551) (23) (1) (179) (250) (458) (4.709) (873) (53) (7.193) Dividendos recebidos e a receber de controladas .......................................................... 6.823 – Depreciação ...................................................... – (4.382) (919) (167) (998) (2.229) (5.820) (31.216) – – (45.731) Realização de reserva de reavaliação reflexa ................................................................ (2.157) – Estorno do valor recuperável do ativo................ – 3.096 – – – – – 12.261 – – 15.357 Lucro não realizado .......................................................................................................... (33.488) – Saldos em 31 de dezembro de 2009 .................. 87.041 66.619 3.526 962 3.170 8.879 25.804 166.710 3.514 462 366.687 Lucro realizado.................................................................................................................. 5.781 – Custo total .......................................................... 87.041 92.159 15.145 1.527 9.327 20.024 103.575 244.431 3.514 462 577.205 Depreciação acumulada .................................... Saldos em 31 de dezembro de 2009 .................. Aquisições .......................................................... Transferências .................................................. Baixas ................................................................ Depreciação ...................................................... Saldos em 31 de dezembro de 2010 .................. Custo total .......................................................... Depreciação acumulada ....................................
– 87.041 240 – – – 87.281 87.281 – 87.281
(25.540) 66.619 1.589 3.016 (78) (4.864) 66.282 96.686 (30.404) 66.282
(11.619) 3.526 – 194 (30) (96) 3.594 15.309 (11.715) 3.594
(565) 962 16 (8) – (196) 774 1.535 (761) 774
17. Fornecedores: Consolidado Fornecedores a pagar - Terceiros ..............................................................
2010 33.896 33.896
18. Empréstimos e financiamentos: Consolidado Encargos financeiros incidentes Modalidade Capital de giro CDI (*) + juros de 2,36% a 11,88% ao ano. TJLP(**) + juros de 6,54% ao ano, IRP(**) + juros de 12,42% ao ano e juros fixos de 6,75% a 20,56% ao ano FINAME TJLP (**) + juros de 2,30% a9,50% ao ano, cesta de moedas + juros de 5,30% ao ano e juros fixos de 4,50% a 9,50% ao ano. FINEM TJLP (**) + juros de 2,80% a 3,80% ao ano, e juros de 2,30% a 3,30% ao ano + cesta de moedas, e somente TJLP (**). Compror Juros fixos de 16,52% a 22,28% ao ano Custeio agrícola CDI(*) + juros de 4,53% ao ano e juros fixos de 3,00% a 12,00% ao ano. Leasing e Finame Leasing TJLP(**) + juros de 2,30% a 9,60% ao ano; CDI(*)+juros de 1,28% a 4,28% ao ano, e juros de 15,25% a 18,22% ao ano fixos. PESA (****) IGP-M (***) + juros de 4,867% ao ano. Ajuste a valor presente Aquisição de investimentos TR(***) + juros de 14,50% ao ano.
2009 29.730 29.730
2010
01/jan/09 19.820 19.820
2009 01/jan/09
121.030
173.884
114.808
34.217
30.020
33.138
62.187 6.269
77.269 3.803
92.102 1.552
18.875
29.903
30.804
6.983 25.166
10.572 22.587
15.966 22.982
(6.557)
(7.183)
(8.592)
2.978 3.870 6.252 271.148 344.725 309.012 Passivo circulante (146.211) (202.008) (147.143) Não circulante 124.937 142.717 161.869 Os empréstimos para capital de giro vencem entre 2011 e 2013 e estão garantidos por avais e fiança dos diretores, avais da própria controladora e das partes relacionadas Companhia Agrícola Caiuá, Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga, Destilarias Melhoramentos S.A., Companhia Agrícola Usina Jacarezinho e Companhia Canavieira de Jacarezinho; aplicações financeiras, penhor de duplicatas e domicílio bancário da Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga; cessão fiduciária de direitos creditórios Copersucar da Destilarias Melhoramentos S.A. e Companhia Agrícola Usina Jacarezinho; hipoteca de imóveis da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná e da Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga e notas promissórias. O FINAME refere-se a financiamentos de bens do ativo fixo que vencem entre 2011 e 2015, estando garantidos por avais dos diretores e das partes relacionadas Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga, Destilarias Melhoramentos S.A. Companhia Agrícola Usina Jacarezinho e Companhia Canavieira de Jacarezinho; aplicação financeira da parte relacionada Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga; notas promissórias e alienação fiduciária dos respectivos bens. O FINEM refere-se a financiamento do projeto de expansão da indústria, junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES e ao Banco Votorantim S.A., vence entre 2011 e 2015, estando garantido por fiança dos diretores; hipoteca e fiança da controladora Companhia Melhoramentos Norte do Paraná; fiança da parte relacionada Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga e por cessão de direitos creditórios da Copersucar a favor do Banco Votorantim S.A. As operações de Compror foram realizadas para aquisição de produtos e serviços, vencem em 2011 e estão garantidas por fiança da Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga. O financiamento para o custeio agrícola da safra de cana-de-açúcar vence entre2011 e 2012 e estão garantidos por avais e fianças dos diretores e da parte relacionada Companhia Agrícola Usina Jacarezinho; cessão fiduciária de direitos creditórios Copersucar, da Companhia Agrícola Usina Jacarezinho; aplicação financeira da parte relacionada Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga; e hipoteca de imóvel de propriedade da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná. Leasing e Finame-Leasing referem-se a equipamentos arrendados por meio de contratos irretratáveis, contendo cláusula de opção de compra, vencem até 2014 e estão garantidos por avais dos diretores e das partes relacionadas Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga, Destilarias Melhoramentos S.A., Companhia Agrícola Usina Jacarezinho, Companhia Canavieira de Jacarezinho;aplicação financeira da Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga, notas promissórias e alienação dos respectivos bens. Custeio Agrícola (PESA) - em 1998, mediante aditivo contratual e operação de securitização, a empresa alongou, junto ao Banco do Brasil S.A., os vencimentos de financiamentos para custeio agrícola, sob o amparo da Resolução nº 2.471/98 do Banco Central do Brasil. Consoante contratos firmados, a atualização monetária desses financiamentos (IGP-M) é capitalizada para amortização no vencimento da operação, previsto para outubro de 2018, e os juros atualmente incidentes, de 4,87% ao ano, são liquidados mensalmente. A partir de 2001 a União passou a ser credora desses financiamentos, conforme Medida provisória nº 2.196, sem modificação nas condições pactuadas. A partir de 2008, com o advento da Lei nº 11.638/07 passaram a ser registrados ao valor justo de liquidação, o qual foi determinado com base no fluxo de desembolsos (juros) ajustados a valor presente. Em garantia desses financiamentos, foram oferecidos avais dos diretores e da parte relacionada Companhia Agrícola Usina Jacarezinho; hipotecas de imóveis da Companhia Canavieira de Jacarezinho e aplicações financeiras, ativo mantido até o vencimento, em Certificados do Tesouro Nacional - CTN com vencimento igual ao dos financiamentos. A atualização monetária pelo IGP-M e os juros de 12% ao ano dessas aplicações são, contratualmente, capitalizados e estão no ativo não circulante - realizável a longo prazo no valor de R$ 14.121 (R$ 11.326 em 2009 e R$ 10.288 em 1º de janeiro de 2009). O financiamento para aquisição de investimentos refere-se à aquisição de ações das empresas controladas Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga, Companhia Agrícola Usina Jacarezinho e Companhia Canavieira de Jacarezinho, vence entre 2011 e 2012 e está garantido por avais dos diretores. As controladas possuíam a importância de R$ 19.800 em linhas de créditos contratadas e não utilizadas, em 31 de dezembro de 2010. Os montantes de longo prazo têm a seguinte composição, por exercício social: Consolidado 2010 2009 01/jan/09 2010 ............................................................................................................ – – 51.255 2011 ............................................................................................................ – 51.884 39.259 2012 ............................................................................................................ 60.633 33.027 23.287 2013 ............................................................................................................ 24.801 17.938 17.694 2014 a 2025 ................................................................................................ 39.503 39.868 30.374 Controladora Encargos financeiros incidentes 2010 2009 01/jan/09 Modalidade Aquisição de Investimentos TR(***) + juros de 14,50% ao ano 2.176 2.827 4.567 2.176 2.827 4.567 Passivo circulante (1.088) (942) (4.567) Não circulante 1.088 1.885 – O financiamento para aquisição de investimentos refere-se à aquisição de ações das empresas controladas Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga, Companhia Agrícola Usina Jacarezinho e Companhia Canavieira de Jacarezinho, vence entre 2011 e 2012 e está garantido por avais dos diretores. Os montantes de longo prazo têm a seguinte composição, por exercício social: Controladora 2010 2009 01/jan/09 2011 ............................................................................................................ – 942 – 2012 ............................................................................................................ 1.088 943 – 19. Debêntures: Com o objetivo de reduzir o custo de captação e equacionar o endividamento, a Companhia Agrícola Usina Jacarezinho contratou a emissão de debêntures, conforme Instrumento Particular de Escritura da 1ª Emissão Pública de Debêntures Simples, Não Conversível em Ações, em Série Única, da Espécie com Garantia Real, com garantia adicional fidejussória, para Distribuição Pública com Esforços Restritos de Colocação, relativo à emissão de até 112 (cento e doze) debêntures no valor de R$ 1.000 cada uma. Em dezembro de 2010, foram emitidas 100 (cem) debêntures, perfazendo um total de R$ 100.000, com carência de 6 (seis) meses; juros remuneratórios correspondentes a 100% (cem por cento) da variação acumulada das Taxas DI, capitalizada de uma sobretaxa de 4,00% (quatro por cento) ao ano; incidentes sobre o valor nominal ou saldo do valor nominal das Debêntures, a partir da data de emissão ou data do último pagamento dos Juros Remuneratórios, e pagos ao final
(6.157) 3.170 1.002 25 (268) (666) 3.263 10.086 (6.823) 3.263
(11.145) 8.879 5.278 18 (1.032) (1.575) 11.568 24.288 (12.720) 11.568
(77.771) 25.804 6.341 (376) (1.571) (3.449) 26.749 107.969 (81.220) 26.749
(77.721) 166.710 5.528 2.797 (379) (16.286) 158.370 252.377 (94.007) 158.370
– 3.514 14.652 (5.666) (1.384) – 11.116 11.116 – 11.116
– 462 372 – (354) – 480 480 – 480
(210.518) 366.687 35.018 – (5.096) (27.132) 369.477 607.127 (237.650) 369.477
de cada Período de Capitalização. Após o término do Período de Carência, os Juros Remuneratórios serão pagos em 5 (cinco) pagamentos semestrais, sendo o primeiro pagamento devido em 06 de dezembro de 2011 e o último 06 de dezembro de 2013, estão garantidas por hipoteca de imóvel da controladora, e fiança das partes relacionadas Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga e Companhia Canavieira de Jacarezinho. O saldo em 31 de dezembro de 2010, já descontado os custos de emissão, é de R$ 99.017, e apresenta a seguinte composição no longo prazo: 2010 2011 .......................................................................................................................................................... 20.318 2012 .......................................................................................................................................................... 39.295 2013 .......................................................................................................................................................... 39.404 99.017 Circulante .................................................................................................................................................. (20.318) Não circulante ............................................................................................................................................ 78.699 20. Financiamentos - Copersucar: Consolidado 2010 2009 01/jan/09 Capital de giro ............................................................................................ 38.714 40.698 57.887 Warrantagem .............................................................................................. 15.131 18.064 19.980 Outros ........................................................................................................ 1.081 1.351 1.978 Circulante .................................................................................................. 54.926 60.113 79.845 Letras de câmbio ........................................................................................ 10.228 10.539 14.421 IPI................................................................................................................ 16.847 7.310 14.783 CPMF .......................................................................................................... 7.116 3.409 6.505 PIS e COFINS ............................................................................................ 1.902 1.181 5.387 Capital de giro ............................................................................................ 2.950 5.181 1.774 Variação na liquidação de safra.................................................................. – 211 146 Outros ........................................................................................................ 485 1.405 8 Não circulante .......................................................................................... 39.528 29.236 43.024 Letras de câmbio - Refere-se aos empréstimos tomados junto à cooperativa garantidos por letras de câmbio. Capital de giro e warrantagem - Correspondem a empréstimos da Copersucar, estando esses sujeitos a encargos fixos de 6,75% a 11,36% ao ano e de 102,40% ao ano a 105% do CDI - Certificado de Depósito Interbancário, garantidos por avais dos diretores, direitos sobre a safra e letras de câmbio. IPI, CPMF, PIS e COFINS - Referemse a recursos repassados pela Copersucar corrigidos pela taxa do Sistema Especial de Liquidação e Custódia SELIC garantidos por avais dos diretores e da parte relacionada Cia. Melhoramentos Norte do Paraná, direitos sobre safra, letras de câmbio e notas promissórias. 21. Benefícios a empregados: Os principais benefícios que a Companhia concede aos seus empregados são: plano de previdência privada, programa de participação nos resultados, plano de assistência médica, seguro de vida e vale-alimentação. O Plano de Previdência Privada foi instituído em 1º de janeiro de 2004, tendo sua modalidade de plano de contribuições definidas (aposentadoria por idade) para os empregados de nível gerencial. Durante o exercício de 2010 a controladora contribuiu com a importância de R$ 46 (R$ 28 em 2009) e as controladas com R$ 190 (R$ 184 em 2009). 22. Provisão para contingências: A Companhia é parte envolvida em ações judiciais e processos administrativos perante vários tribunais e órgãos governamentais, decorrentes do curso normal das operações, envolvendo questões trabalhistas, aspectos cíveis e outros assuntos. A Administração, com base em informações de seus assessores jurídicos, análise das demandas judiciais pendentes e, quanto às ações trabalhistas, com base na experiência anterior referente às quantias reivindicadas, constituiu provisão em montante considerado suficiente para cobrir as prováveis perdas estimadas com as ações em curso, como se segue: Consolidado Depósitos judiciais Provisão para contingências 2010 2009 01/jan/09 2010 2009 01/jan/09 IPI ............................................................ – – – 245 5.929 12.662 ICMS........................................................ – – – 5.152 5.167 5.540 PIS/COFINS ............................................ 3.132 3.133 3.045 5.362 5.586 7.124 IRPJ/CSLL .............................................. 1.236 1.236 1.236 3.886 3.099 4.709 IOF .......................................................... 1.148 1.109 923 1.113 1.080 923 Trabalhistas ............................................ 661 576 609 1.569 1.721 2.232 Cíveis ...................................................... 404 406 403 3.410 3.253 6.238 Outras ...................................................... 1.525 1.493 1.498 1.263 1.444 1.412 8.106 7.953 7.714 22.000 27.279 40.840
A Administração propõe o pagamento de dividendos mínimo obrigatório na importância de R$ 3.400 que somado aos dividendos antecipados por conta do lucro do exercício na importância de R$ 2.800 resulta em R$ 6.200, que encontram-se destacados na rubrica “dividendos a pagar”. De acordo com o previsto nos arts. 197 e parágrafos 4º e 5º do art. 202 da Lei nº 6.404/76, o montante de R$ 772 foi destinado para a reserva de lucros a realizar e R$ 2.381 para a reserva especial de dividendos, para aprovação na Assembleia Geral dos Acionistas a ser realizada até o final do mês de abril de 2011. d. Reserva estatutária de equivalência patrimonial - Refere-se à retenção do saldo remanescente do lucro líquido do exercício por parcela ainda não realizada. Sua a distribuição, a título de dividendos, se dará posteriormente, à medida que ocorra sua realização. O saldo não poderá ultrapassar a 90% do capital social. O saldo de lucros acumulados em 2010, no valor de R$ 28.060 e os ajustes positivos de exercícios anteriores decorrentes de mudança de prática contábil relativos aos saldos de abertura de adoção aos CPC’s Comitê de Pronunciamentos Contábeis no valor de R$ 33.055, foram destinados para a Reserva Estatutária de Equivalência Patrimonial. Em 31 de dezembro de 2010, o saldo da reserva estatutária operacional ultrapassou a 90% do capital social, conforme previsto no art. 18 parágrafo 2º do Estatuto Social e também, conforme mencionado no capital social, nos termos do art. 199 da Lei nº 6.404/76, a Companhia possui excesso de reservas sobre o capital. A proposta da Administração é de aumentar o capital social através de capitalização da reserva estatutária operacional, assunto que será deliberado na próxima Assembleia Geral dos Acionistas a ser realizada até o final do mês de abril de 2011. e. Reserva especial de dividendos - Refere-se a saldo remanescente de lucros acumulados e dividendos complementares do exercício de 2008 que foi aprovado na Assembleia Geral dos Acionistas realizada em abril de 2009, conforme previsto nos parágrafos 4º e 5º do artigo 202 da Lei das Sociedades por Ações. Durante o exercício de 2010 foram distribuídos a importância de R$ 290 e constituída a reserva de R$ 2.381. f. Reserva de lucros a realizar - Constituída com base no art. 197 da Lei das Sociedades por Ações referente a lucros e dividendos sobre parcela dos lucros não realizados de anos anteriores e do próprio exercício. 25. Instrumentos financeiros: Em 2010 e 2009 a Companhia não contratou operações consideradas como sendo instrumentos financeiros derivativos. O quadro abaixo apresenta todas as operações de instrumentos financeiros contratados, assim como os respectivos valores justos calculados pela Administração da Companhia: Consolidado: Investimentos mantidos até o Empréstimos Ativo Nota vencimento e recebíveis 2010 2009 01/jan/09 Aplicações financeiras .................... 7 85.396 – 85.396 89.566 94.583 Contas a receber de clientes .......... 8 18.725 – 18.725 17.418 11.439 Contas correntes - Copersucar........ 9 30.800 – 30.800 36.560 – Adiantamento a fornecedores.......... – 476 476 2.301 2.301 Títulos a receber .............................. 14.121 – 14.121 11.326 10.288 Outros créditos ................................ – 14.116 14.116 7.341 4.914 Outros Passivo Nota passivos 2010 2009 01/jan/09 Fornecedores................................... 17 33.896 33.896 29.730 19.820 Empréstimos e financiamentos........ 18 271.148 271.148 344.725 309.012 Debêntures ...................................... 19 99.017 99.017 – – Financiamentos - Copersucar.......... 20 94.454 94.454 89.349 122.869 Contas correntes - Copersucar........ 9 – – – 21.915 Partes relacionadas ......................... 2.843 2.843 2.069 – Outras contas a pagar ..................... 4.663 4.663 286 359 Controladora: Empréstimos Ativo Nota e Recebíveis 2010 2009 01/jan/09 Outros créditos .......................................................... 3.399 3.399 647 – Passivo Empréstimos e financiamentos .................................. Outras contas a pagar ................................................ Partes relacionadas ....................................................
18
Outros Passivos 2.176 1 2.843
2010 2.176 1 2.843
2009 2.827 1 2.069
01/jan/09 4.567 1 –
Risco de crédito - Decorre da possibilidade de a Companhia sofrer perdas decorrentes de inadimplência de suas contrapartes ou de instituições financeiras depositárias de recursos ou de investimentos financeiros. Para mitigar esses riscos, a Companhia adota como prática a análise das situações financeira e patrimonial de suas contrapartes, assim como a definição de limites de crédito e acompanhamento permanente das posições em aberto. No que tange às instituições financeiras, a Companhia somente realiza operações com instituições financeiras de baixo risco avaliadas por agências de rating. Risco de taxas de juros - Decorre da possibilidade da Companhia sofrer ganhos ou perdas relativas às oscilações de taxas de juros incidentes sobre seus ativos e passivos financeiros. Visando à mitigação desse tipo de risco, a Companhia busca rendimentos conservadores e taxas de juros para operações financeiras com menor custo. Risco de mercado - Decorre da possibilidade de oscilação dos preços de mercado dos produtos comercializados e adquiridos pela Companhia. Essas oscilações de preços podem provocar alterações substanciais nas receitas e nos custos da Companhia. Análise de sensibilidade - A Companhia apreControladora Depósitos judiciais Provisão para contingências senta a seguir os quadros de sensibilidade para os riscos de variação cambial e de taxas de juros que está exposta 2010 2009 01/jan/09 2010 2009 01/jan/09 considerando que os eventuais efeitos impactariam os resultados futuros tomando como base as exposições apreIRPJ/CSLL .............................................. 367 367 367 14 94 94 sentadas em 31 de dezembro de 2010. Desta forma o quadro abaixo demonstra a situação do efeito da variação da 367 367 367 14 94 94 taxa de juros no resultado futuro: Consolidado Cenário I Cenário II Cenário III Incremento Deterioração Incremento Deterioração Aplicações Financeiras Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Aplicações Financeiras...................................................... 10,71% 85.396 13,39% 11.432 8,03% 6.859 16,07% 13.719 5,36% 4.573 Empréstimos e Financiamentos Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Capital de Giro (CDI) ........................................................ 10,64% 74.788 13,30% 9.947 7,98% 5.968 15,96% 11.936 5,32% 3.979 Capital de Giro (TJLP) ...................................................... 6,00% 23.323 1,41% 329 n.a. – 2,83% 660 n.a. – Finame (TJLP) .................................................................. 6,00% 19.650 1,41% 277 n.a. – 2,83% 556 n.a. – Finame (Cesta de Moedas) .............................................. 1,6620 479 2,0775 995 1,2465 597 2,4930 1.194 0,8310 398 Finem (TJLP) .................................................................... 6,00% 58.052 1,41% 819 n.a. – 2,83% 1.643 n.a. – Finem (Cesta de Moedas) ................................................ 1,6620 4.207 2,0775 8.740 1,2465 5.244 2,4930 10.488 0,8310 3.496 Custeio Agrícola (CDI) ...................................................... 10,64% 9.313 13,30% 1.239 7,98% 743 15,96% 1.486 5,32% 495 Leasing e Finame Leasing (CDI) ...................................... 10,64% 831 13,30% 111 7,98% 66 15,96% 133 5,32% 44 Leasing e Finame Leasing (TJLP) .................................... 6,00% 4.720 1,41% 67 n.a. – 2,83% 134 n.a. – Debêntures (CDI) .............................................................. 10,64% 99.017 13,30% 13.169 7,98% 7.902 15,96% 15.803 5,32% 5.268 Financiamentos Copersucar - Capital de Giro (CDI) ........ 11,10% 37.775 13,88% 5.241 8,33% 3.145 16,65% 6.290 5,55% 2.097 Efeito Líquido .................................................................... 246.759 29.502 16.806 36.604 11.204 As operações de Capital de Giro e Custeio Agrícola estão atreladas à variação da taxa de juros pós-fixada CDI Certificado de Depósito Interbancário.Para efeito de análise de sensibilidade a Companhia adotou a taxa vigente no último dia da apuração das demonstrações financeiras. Para as operações de Finame atreladas à variação da TJLP - Taxa de Juros de Longo Prazo a Companhia adotou a taxa vigente no último dia da apuração das demonstrações financeiras, e efetuou os cálculos de acordo com a condição contratual, onde a parcela excedente a 6% ao ano, será capitalizada da seguinte maneira: [(1 + TJLP)/1,06]n/360, somente sobre a parcela exposta à variação da TJLP. Para a parcela de Finame exposta à variação da Cesta de Moedas, a Companhia aplicou o incremento e a deterioração de 25% e 50%, sobre a cotação do dólar em 31 de dezembro de 2010, pois este indexador reflete a média ponderada das variações cambiais das moedas existentes em sua composição, onde a variação do dólar é a mais representativa. 26. Receita operacional: Consolidado 2010 2009 Venda de produtos industriais .......................................................................................... 534.704 468.955 Venda de produtos agropecuários .................................................................................... 29.761 28.948 Vendas diversas .............................................................................................................. 4.314 6.795 (–) Deduções sobre vendas .............................................................................................. (90.070) (71.121) 478.709 433.577 27. Outros resultados operacionais: Consolidado Controladora 2010 2009 2010 2009 Venda de bens imobilizado........................................................................ – 26.583 – – Outros resultados operacionais ................................................................ 1.318 2.492 – – Reversão de provisões .............................................................................. 5.004 8.346 80 – Créditos extemporâneos............................................................................ 3.390 – – – Outras despesas........................................................................................ (965) (1.275) – – Outras receitas - Copersucar .................................................................... 2.644 1.168 – – Alienação de investimentos ...................................................................... 1.097 177 – – Outras receitas .......................................................................................... 3.619 11.220 – 9 16.107 48.711 80 9
Vendas de bens imobilizado - Em 2009, corresponde substancialmente ao lucro na venda de imóvel rural constituído por lotes de terras no município de Maringá PR. 28. Despesas por natureza Consolidado 2010 2009 Depreciação e amortização .......................................................................................... 42.441 55.176 Despesas com pessoal ................................................................................................ 40.609 39.573 Custo dos produtos, exceto fretes transbordo e armazenagem .................................. 303.061 291.992 Fretes, transbordo, armazenagem e despesas com embarque .................................. 5.773 15.642 Outras despesas .......................................................................................................... 44.018 44.620 Ajuste de ativo biológico .............................................................................................. (45.652) (7.596) 487.487 511.644 Classificado como: Custo dos produtos vendidos e serviços prestados .................................................... 342.294 389.837 Vendas.......................................................................................................................... 4.833 5.248 Administrativas e gerais................................................................................................ 43.123 44.322 487.487 511.644 Controladora 2010 2009 Outras despesas .......................................................................................................... 681 235 Classificado como: Administrativas e gerais................................................................................................ 681 235
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
ECONOMIA/LEGAIS - 41
Companhia Agrícola Caiuá CNPJ 61.083.002/0001-86 Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras - Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2010 e 2009 e 1º de Janeiro de 2009 (Em milhares de reais) 29. Receitas financeiras e despesas financeiras Consolidado
Controladora
Receitas financeiras: Juros ativos .................................................................................................................... Rendimento de aplicações financeiras .......................................................................... Ajuste a valor presente - PESA ...................................................................................... Receita financeira Copersucar ...................................................................................... Descontos obtidos .......................................................................................................... Variações monetárias diversas ...................................................................................... Outras receitas financeiras ............................................................................................ Despesas financeiras: Despesa de juros sobre passivos financeiros ................................................................ Ajuste a valor presente - PESA ...................................................................................... Despesas financeiras - Copersucar................................................................................ Provisão para perdas...................................................................................................... Outras despesas ............................................................................................................ Financeiras líquidas ...................................................................................................... Paulo Nelson Pereira Diretor Presidente
2010
2009
3.621 8.169 2.795 12.249 1.091 224 1.701 29.850
776 9.187 1.584 25.954 301 146 5.344 43.292
(50.404) (4.388) (13.962) (1.343) (8.945) (79.042) (49.192)
(55.013) (2.735) (24.027) – (7.239) (89.014) (45.722)
Receitas financeiras: Juros ativos .................................................................................................................... Despesas financeiras: Despesa de juros sobre passivos financeiros ................................................................ Financeiras líquidas........................................................................................................
2009
35 35
36 36
(396) (396) (361)
(322) (322) (286)
30. Cobertura de seguros: A Companhia adota a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por montantes considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. As premissas de riscos adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de uma auditoria de demonstrações financeiras, consequentemente não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. 31. Compromissos: Compromisso de fornecimento de açúcar e etanol. As Controladas Companhia Agrícola Usina Jacarezinho e Destilarias Melhoramentos S.A., possuem contratos de exclusividade de fornecimento de açúcar e etanol junto a COPERSUCAR - Cooperativa dos Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Álcool do Diretoria Paulo Roberto Nunes Diretor
Marina Mesquita Pereira Diretora
Aos Administradores e Acionistas Companhia Agrícola Caiuá São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras individuais da Companhia Agrícola Caiuá (“Companhia”) identificadas como controladora, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Examinamos também, as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia Agrícola Caiuá e suas controladas identificadas como Consolidado, que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, das mutações no patrimônio liquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras individuais A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de
2010
Estado de São Paulo, pelo prazo de 3 anos safras, sendo o contrato renovado a cada safra. As Controladas também são intervenientes garantidoras das operações de venda de açúcar e etanol correspondentes ao contrato firmado pela COPERSUCAR - Cooperativa dos Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo junto a Copersucar S.A., o qual tem caráter de exclusividade, assegurando diretamente e indiretamente, benefícios e vantagens financeiras e mercadológicas. Os fatores de risco de preço desse contrato são os indicadores ESALQ para os mercados interno e externo. 32. Prejuízos fiscais a compensar: Em 31 de dezembro de 2010, a Companhia possuía saldos de prejuízos fiscais a compensar e base negativa da Contribuição Social: a. Prejuízos fiscais .................................................................................................................................. 4.960 b. Base negativa de contribuição social .................................................................................................. 1.839 Os prejuízos fiscais do imposto de renda e a base negativa de contribuição social decorrentes da atividade agrícola não estão enquadrados na limitação da compensação de 30% dos lucros tributáveis anuais. 33. Eventos Subsequentes: Em 04 de fevereiro de 2011, as Controladas Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga e Companhia de Cimento Portland Ponte Alta, exerceram o direito de retirada do Quadro de Sócios da Cia. de Cimento Portland Lacin, através de “Notificação de Exercício do Direito de Retirada”. Em 10 de fevereiro de 2011 as Controladas receberam o valor integral de suas ações na Cia. de Cimento Portland Lacin no valor de R$ 76.285.
Suzana de Oliva Mesquita Diretora
Relatório dos Auditores Independentes obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas A Companhia possui indiretamente 2,66% de participação na investida indireta Produpar Participações S.A., sendo reconhecido um resultado de equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras de suas controladas Destilarias Melhoramentos e Companhia Agrícola Usina Jacarezinho nesta investida no montante de R$ 18.792. Pelo fato de seu exercício social encerrar-se em 31 de março de 2011, não estavam disponíveis as demonstrações financeiras da Produpar Participações S.A. Como consequência, não foi possível formarmos uma opinião quanto à adequação dos valores representativos de tais investimentos naquela data, nem mensurar os efeitos que eventualmente poderiam afetar o resultado de equivalência patrimonial das controladas, decorrentes de possíveis ajustes que poderiam advir caso as demonstrações financeiras da investida fossem auditadas.
Antonio Paulo Vaz Contador - CRC1SP 137.103/O-7
Opinião sobre as demonstrações individuais Em nossa opinião, exceto pelo assunto mencionado no parágrafo base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras individuais, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas Em nossa opinião, exceto pelo assunto mencionado no parágrafo base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras consolidadas, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Campanhia em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as praticas contábeis adotadas no Brasil.
São Carlos, 28 março de 2011
KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
André Luiz Monaretti Contador CRC 1SP160909/O-3
e Uma viagem no tempo a seus pés conomia
Fotos: Patrícia Cruz/LUZ
A arquitetura e o cenário de A Fidalga são mesmos desde 1928, quando começou a vender sapatos no sofisticado centro da Cidade. "Nada foi mudado", revela a proprietária, Maria Christina Hernandez Mariana Missiaggia Inaugurada há 83 anos, a loja de calçados A Fidalga, na Rua Quintino Bocaiúva, no Centro, é testemunha e referência de tempos clássicos vividos pela Cidade. E isso salta da arquitetura de seu prédio, nomeado Casa das Arcadas, e da decoração e disposição dos modelos dos sapatos que vende. A casa é tocada por Maria Christina Hernandez, filha de José Hernandes, que fundou a loja em 1928. Naquele ano, nosso presidente era Washington Luiz (1869-1957) e a humanidade ainda não tinha ouvido falar de Adolf Hitler (1899-1945). Quem se aproxima da loja, atraído pela vitrine que domina a esquina, sente um agradável aroma de couro. Ao entrar e pisar no carpete acinzentado, o cenário o remete ao fim da década de 30: límpidos espelhos de cristal, pédireito alto, sólidas cadeiras de carvalho, bancos estofados em veludo azul-marinho com estampa floral e provadores de mogno. Cada item da loja conta hoje a história dos anos que se acumulam lá dentro. Os móveis antigos, dotados de um estilo único, atravessaram gerações e tudo indica que completarão um século com a aparência das coisas bem con-
Ar 'vintage' também nos masculinos
O
servadas. "Está tudo do jeito e no lugar em que meu pai deixou. Nada foi mudado e nem recebeu restauração ao longo desses anos", afirma Maria Christina. As madeiras nobres e o cristal indicam a qualidade dos clientes: a nata da sociedade, como falavam os antigos cronistas sociais, que circulava por aquele ambiente art déco, a última novidade vinda de Paris, onde surgiu em 1925. O veludo é uma testemunha desse refinamento. Hoje popularizado, na época era um divisor de águas entre as classes sociais, dentro e fora de casa. Artigo de luxo, estava obrigatoriamente presente nos bancos e nos boleros das mulheres, participando de um requinte exclusivo das camadas mais nobres. Além de desfrutar do conforto no qual o veludo tinha papel especial, as clientes da loja tinham sua aparência (identidade) protegida de curiosos olhares masculinos pelos austeros provadores que tudo vedavam. Na verdade, tratava-se mais de defender os pés e tornozelos femininos do que os rostos. Não podemos esquecer que aquelas partes haviam ganhado conotação erótica por serem as únicas não cobertas pelo excesso de roupas, confor-
me determinavam as regras de pudor da época, sujeitas portanto ao olhar disfarçado dos homens. Como era de praxe, as pilhas de caixas de sapatos ficam ostensivamente à vista dos clientes no fundo e nos espaços superiores do recinto, impecavelmente organizadas. Tanta preservação é traída apenas por fotografia em preto e branco que, ao reproduzir o local, denuncia a ausência de um bandô vermelho, similar a uma cortina de teatro, que enquadrava o mostruário da loja. Já não está mais ali. Muito embora suas vitrines estejam carregadas de histórias e modelos de sapatos tradicionais, Maria Christina garante que o público da loja não é restrito aos clientes mais maduros. "Senhoras e jovens compram conosco. A moda mudou muito. O que antigamente era encontrado só no armário de mães, hoje pode fazer parte da vida de uma jovem", diz ela. Mas, atenção: o charme dos sapatos que seguem a linha clássica do invejado guarda-
roupa de uma Audrey Hepburn, por exemplo, continuam valorizados. Cores e estampas berrantes não fazem parte do catálogo da casa, que trabalha bem com o marrom, o preto, o branco e os tons pasteis em suaves nuances, com aplicações como fivelas e laços. Entre os modelos, ressalta o Oxford, queridinho das mais velhas que virou hit entre as mais jovens. Este modelo de sapato fechado e de amarrar entrou na moda no século XVII, entre as estudantes da Universidade de Oxford, na Inglaterra. Por muito tempo, foi associado ao vestuário masculino por seu jeito sisudo. Mas as atuais interpretações femininas, inclusive em salto alto, fizeram as mulheres se renderem ao seu requinte e ser sucesso de vendas na A Fidalga. E aquilo que inicialmente foi criado como artefato de proteção para os pés, se tornou uma peça altamente estilosa.
Modelos femininos e masculinos (no alto e acima) que fizeram – e fazem – história são encontrados no ambiente art déco da loja, com seus espelhos de cristal, pé-direito alto, cadeiras de carvalho, bancos estofados com veludo azul-marinho e estampa floral, provadores de mogno...
ar 'vintage' de A Fidalga atrai figurinistas de novelas e peças de teatro. A última a adquirir produtos na loja foi Cris Rose, figurinista do SBT. Ela garimpou 30 pares de sapatos femininos para as personagens da próxima novela da emissora, Amor e Revolução, que retratará o início do governo militar, nos anos 60. Exibidos em um mostruário tão extenso como o feminino, os sapatos masculinos feitos a mão parecem estar mais parados no tempo. Feitos em pelica e cromo alemão, passaram por alterações sutis no sentido de adaptá-los a novos moldes. A ponta da gáspea (bico do calçado), originalmente mais baixa, tornou-se mais alta para aumentar o conforto. Independente do modelo, as cores café e preto agradam os clientes, que, entre as opções, têm um ousado modelo em Black&White. "Como trabalho com couro legítimo, o tempo não é nosso inimigo. Tenho clientela cativa que vem aqui há mais de 40 anos", comenta Maria Christina. Clientes japoneses nunca deixam de visitar a loja. Vão em busca do número 33, difícil de encontrar em outros estabelecimentos. "Isso é coisa do meu pai, que se preocupava com necessidades específicas, no caso, pés pequenos", esclarece Maria Christina. "Eu sigo a receita." Além da mobília e dos sapatos, os hábitos continuam os mesmos. Boa administração e bom atendimento são princípios sagrados. "Bom atendimento, não! Eu exijo ótimo atendimento", afirma Maria Christina, que há nove anos comanda a loja. Esse princípio, está congelado em fotografia que registra a inauguração da casa. Nela aparecem os dois meninos, de 12 anos, que escoltavam as freguesas dos seus veículos até a loja. Depois das compras, as escoltavam de volta, carregando as sacolas. Os vendedores vestiam terno com botões dourados. Atualmente, vestem camisa e gravata. Raí Pereira, 41 anos, é um deles. E ele dá a receita: atenção, bom humor e bons procedimentos. "Nunca se deve apresentar um sapato de qualquer jeito. Devemos tirá-lo da caixa mostrando ao cliente a lateral, o melhor ângulo do calçado."
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
DIÁRIO DO COMÉRCIO
ECONOMIA/LEGAIS - 42
Fortec S/A Participações e Empreendimentos CNPJ/MF nº 50.615.301/0001-06 Relatório da Administração Senhores Acionistas: Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, temos a satisfação de submeter à V. Sas. as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social e encerrado em 31 de dezembro de 2010. O respectivo Relatório da Administração será disponibilizado na sede da empresa, dentro dos prazos legais. A Administração. Balanços Patrimoniais encerrados em 31 de dezembro de 2010 e 2009 (em R$ mil) Demonstração do Resultado dos exercícios findos Demonstração dos Fluxos de Caixa em 31 de dezembro de 2010 e 2009 (em R$ mil) em 31 de dezembro de 2010 e 2009 (em R$ mil) 2010 2009 2010 2009 2010 2009 ControConso- Contro- Conso- Passivo e ControConso- Contro- Conso2010 2009 Contro- Conso- Contro- ConsoAtivo Nota ladora lidado ladora lidado Patrimônio líquido Nota ladora lidado ladora lidado Contro- Conso- Contro- ConsoNota ladora lidado ladora lidado Atividades operacionais Circulante Circulante ladora lidado ladora lidado 18 – 158.638 – 127.257 Prejuízo do exercício Caixa e equivalentes de caixa 4 42 16.511 1.772 15.370 Empréstimos e financiamentos 9 – 22.268 – 10.303 Receita operacional (270) (270) (453) (453) Contas a receber 5 – 37.079 – 18.573 Fornecedores 10 – 10.309 – 10.632 Custo dos produtos e serviços vendidos – (122.670) – (100.200) Despesas (receitas) que não afetam Estoques 6 – 15.439 – 12.524 Impostos e contribuições sociais 15 3.394 15 3.115 Lucro bruto – 35.968 – 27.057 as disponibilidades Impostos a recuperar 35 2.260 – 2.802 Obrigações trabalhistas 19 6.290 45 5.530 (Desp.) e rec. operacionais IRPJ e contrib. sociais diferidos, liquidos – 388 337 (9.129) Outros créditos 491 2.403 149 2.000 Adiantamento de clientes 11 – 15.166 – 9.620 Gerais e administrativas (1.519) (23.187) (892) (20.888) Depreciações e amortizações 29 7.598 – 7.821 Despesas antecipadas – 338 – 546 Provisão garantias 12 – 91 – 59 Comerciais – (10.999) – (11.710) Provisão para processos judiciais – (499) – 1.738 Total do circulante 568 74.030 1.921 51.815 Provisão para perda de investimento 7 2.567 – 525 – Outras (despesas) receitas operacionais (52) 3.185 207 574 Ajuste exercícios anteriores 310 310 – – Dividendos a pagar 1.301 1.301 – – Equivalencia Patrimonial 1.025 – 666 – Resultado de equivalencia (1.025) – (666) – Não circulante Outras contas a pagar 43 1.549 6 1.019 Resultado operacional antes Outros – (296) – (74) Impostos a recuperar – 5.100 – 5.900 Total do circulante 3.945 60.368 591 40.278 do resultado financeiro (546) 4.967 (19) (4.967) (956) 7.231 (782) (97) Outros créditos – 1.360 – 1.441 Não circulante Resultado Financeiro 19 317 (3.276) 266 2.175 (Aumento) diminuição de ativos Partes relacionadas 4 – 4 – Empréstimos e financiamentos – 17.364 – 14.442 Resultado operacional após Clientes/adto. clientes – (12.960) – (8.184) Investimentos 7 65.461 524 34.203 859 Provisão para processos o resultado financeiro e Imobilizado 8 5 69.703 34 44.256 judiciais 13 – 1.591 – 2.090 Impostos e contribuições sociais correntes – 770 – (3.606) antes da tributação (229) 1.691 247 (2.792) Total do não circulante 65.470 76.687 34.241 52.456 Impostos parcelados 14 – 7.419 – 8.882 Estoques – (2.915) – 3.127 Imp. de renda/contrib. social (41) (1.529) (363) (1.329) Provisão ICMS – 219 – 2.112 Despesas pagas antecipadamente – 208 – 171 IRPJ/CSSL diferidos – (388) (337) 3.695 Dividendos a pagar 1.365 1.365 – – Prejuízo do exercício Outros créditos (61) (494) (59) (1.239) (226) (453) (426) (270) Partes relacionadas 15 1.164 – 1.106 – Minoritários – (44) – (27) Aumento (diminuição) de passivos Total do não circulante 2.529 27.958 1.106 27.526 Fornecedores – (323) – 3.164 Prejuízo do exercício 16e (270) (270) (453) (453) Minoritários – 2.827 – 2.002 Impostos e contribuições sociais correntes (35) (1.184) (14) (1.111) Demonstração dos Resultados Abrangentes Patrimônio líquido Obrigações estimadas c/ pessoal (26) 760 35 1.636 em 31 de dezembro de 2010 e de 2009 (em R$ mil) Capital social 16a 10.000 10.000 7.600 7.600 Provisões para conting./ garantia – 32 – (876) Reservas de capital 3.241 3.241 3.241 3.241 2010 2009 Outras obrigações (579) (1.059) – 654 Ajuste de aval. patrimonial 16b/c 41.285 41.285 14.268 14.268 Contro- Conso- Contro- ConsoTotal do (aumento) diminuição de Reserva legal 786 786 786 786 ladora lidado ladora lidado ativos/passivos (701) (17.165) (38) (6.264) Reserva de lucros 16f 4.252 4.252 8.570 8.570 Receita Operacional – 158.638 – 127.257 Total do Patrimônio liquido 59.564 59.564 34.465 34.465 Custo dos produtos e serviços vendidos – (122.670) – (100.200) Caixa gerado pelas (aplicado nas) atividades operacionais (1.657) (9.934) (820) (6.361) Total do Ativo 66.038 150.717 36.162 104.271 Total do Passivo e Patrimônio líquido 66.038 150.717 36.162 104.271 Lucro Bruto – 35.968 – 27.057 Desp. administrativas e comerciais (1.519) (34.186) (892) (32.598) Atividades de investimento Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido em 31 de dezembro de 2010 e 2009 (em R$ mil) 236 (335) (972) 629 Resultado financeiro 317 (3.276) 266 2.175 (Adições) ao investimento Capital Reservas Reserva Reserva Avaliação Reserva – (2.409) – (4.414) Outras receitas (despesas) (52) 3.185 207 574 (Adições) ao imobilizado Social Capital Legal Reavaliação Patrimonial de Lucros Total Equivalência patrimonial 1.025 – 666 – Caixa aplicado nas atividades Saldos em 31 de dezembro de 2008 7.600 3.241 786 16.510 3.359 7.284 38.780 Resultado antes dos impostos (229) 1.691 247 (2.792) de investimento 236 (2.744) (972) (3.785) Reversão de ajuste patrimonial – – – – (3.359) – (3.359) Impostos sobre o lucro (41) (1.917) (700) 2.366 Atividades de financiamento Realização de reserva de aj. patrimonial – – – (2.242) – 2.242 – Resultado do exercício antes da Partes relacionadas 59 – – – Prejuízo do período – – – – – (453) (453) participação dos minoritários (270) (226) (453) (426) Dividendos (pagos) recebidos (368) (1.068) 197 (503) Dividendos pagos – – – – – (503) (503) Participação dos minoritários – (44) – (27) Empréstimos e financiamentos – 14.887 – 6.596 Saldos em 31 de dezembro de 2009 7.600 3.241 786 14.268 0 8.570 34.465 Resultado do exercício (270) (270) (453) (453) Caixa gerado pelas (aplicado nas) Transferência de saldo para reserva de aval. patrimonial – – – (14.268) 14.268 – – Patrimonio Líquido no inicio do exercício 34.465 34.465 38.780 38.780 atividades de financiamento (309) 13.819 197 6.093 Realização de reserva de aj. patrimonial – – – – (2.396) 2.396 – Ajuste de exercícios anteriores (310) (310) – – 1.141 (1.595) (4.053) Aumento (redução) nas disponibilidades (1.730) Apropriação ajuste de avaliação patrimonial nas controladas/coligadas – – – – 29.413 – 29.413 Dividendos distribuidos ou a pagar (3.734) (3.734) (503) (503) Caixa e Equivalência no final do exercício 42 16.511 1.772 15.370 Ajuste exercícios anteriores – – – – – (310) (310) Aval. do custo atribuido dos ativos 29.413 29.413 – – Transferência de reserva para dividendos a pagar – – – – – (2.666) (2.666) Caixa e Equivalência no início do exercício 1.772 15.370 3.367 19.423 Rever. do Ajuste de aval. patrim. – – (3.359) (3.359) Dividendos pagos – – – – – (1.068) (1.068) Patrimônio Líquido no final do exercício (1.730) 1.141 (1.595) (4.053) 59.564 59.564 34.465 34.465 Aumento de capital (Fortec) com reserva de lucros 2.400 – – – – (2.400) – Lucro do período – – – – – (270) (270) 1) Capital de Giro para alongamento dívida de curto prazo (2009), novo prazo 48meses. Comércio Ltda. e Metalpó Indústria e Comércio Ltda., cujos valores foram respectivamente, 3.241 786 0 41.285 4.252 59.564 Capital de Giro de Curto Prazo. Garantia:Avalista Fortec. 2) Capital de Giro para alongamento R$ 1.247, 6 mil e R$ 1.327,8 mil, houve reflexo também na controladora, em proporção Saldos em 31 de Dezembro de 2010 10.000 dívida de curto prazo (2009), novo prazo 33meses. Capital de Giro para alongamento dívida igual à sua participação nas controladas. d. Dividendos: Em 31/08/2010 foi realizada Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis em 31 de dezembro de 2010 (em R$ mil) com conta garantida a menor custo. Garantia: Avalista Fortec – Interveniente Garantidor. 3) Assembléia de Acionistas, onde foi determinado que parte dos lucros acumulados fossem Capital de Giro para alongamento dívida de curto prazo (2009) PEC, prazo 30meses. Capital destinados à Reserva para Pagamento de Dividendos, no valor de R$ 3.182.497,51. Desta 1. Contexto Operacional – A Fortec S.A Participações e Empreendimentos tem por Internacionais de Relatórios Financeiros (IFRS) diversos pronunciamentos, interpretaobjeto: a) a industrialização por conta própria ou de terceiros; b) a comercialização ções e orientações foram emitidos durante o ano de 2009/2010 com aplicabilidade de curto prazo (12Meses). Garantia: Avalista Fortec – Interveniente Garantidor. 4) Capital reserva, foram aprovados, para pagamento no exercício de 2010, o valor de R$ 516.136,48. Controladora Consolidado de cerâmicas especiais; c) a representação comercial de empresas; e d) o aluguel mandatória somente no exercício encerrado em dezembro de 2010. l) Atualização de Giro longo Prazo para troca dívida com outro banco a menor custo e maior carência. e. Lucro por ação: 2010 2009 de imóveis e máquinas. Para o ano de 2011 estamos com boas perspectivas de Cambial: Atualização dos valores em moeda estrangeira efetuada com base na taxa Garantia: Avalista Fortec. 5) Capital de Giro de Curto Prazo; vencimento em Nov/11 (taxa Consolidado Consolidado CDI + 4,00%aa). Garantia: Avalista Fortec – Fiador/Devedor Solidário. 6) Capital de Giro de de câmbio, vigente no encerramento do exercício. retomada de negócios. Em janeiro/2011, houve a venda de um projeto na Combustol (270) (453) Longo Prazo para troca de dívida com outro banco, a menor custo e maior carência. Garantia: Resultado líquido do exercício Equipamentos de R$ 60 milhões líquidos. Estamos trabalhando também para melhorar 4. Caixa e Equivalentes de Caixa 24.000.000 24.000.000 2010 2009 nota promissória USD 1.430.000,00 – Avalista Fortec. 7) Financiamento BNDES LP Prensa, Média ano de ações ordinárias a liquidez do grupo, através de captação de valores a longo prazo e quitação de dívida Média ano de ações preferenciais 25.517.164 25.517.164 Quadros elétricos. Garantia: Alienação Máquinas. 8) Financiamento BNDES LP, Compressor, Controladora Consolidado Controladora Consolidado de curto prazo. 2. Entidades Integrantes do Grupo Fortec – As empresas que fazem (0,01) (0,01) – 14 – 14 Fornos Industriais. Garantia: Alienação Máquinas. 9) Financiamento importação Máquinas Resultado por ação ordinária (em R$) parte do grupo são: Controladas: Combustol Indústria e Comércio Ltda; Metalpó Caixa (0,01) (0,01) 42 4.887 2 2.540 (EUA). Garantia: Aval Fortec – Seguro de Crédito. 10) Financiamento importação Máquinas Resultado por ação preferencial (em R$) Indústria e Comércio Ltda; Brastempera Beneficiamento de Metais Ltda; Combustol Bancos f. Destinação da Reserva de Lucros: A destinação da reserva de lucros deverá ser aprovada EUR – Seguro de crédito. Garantia: Avalista Fortec. 11) ACC prazo de 360dias. Garantia: – 11.610 1.770 12.816 Minas Tratamento Térmico Ltda; Combustol Tecnaer Cerâmica Avançada Ltda; Pillard Aplicações financeiras 42 16.511 1.772 15.370 Avalista Fortec. 12) Financiamento Finame – compra de Forno, iniciado em Set/2009, com em Assembléia de acordo com a proposta da Administração. do Brasil Indústria e Comércio Ltda; Combustol Tratamento de Metais Ltda. Coligadas: Metalpó Participações S/C Ltda; Pós Metálicos Indústria e Comércio Ltda; Traterminas Os valores registrados nesta rubrica são representados por recursos de disponibilidade carência. Garantia: Alienação Máquinas. 13) Financiamento, direto com o proprietário, 17. Receita de contrato de construção (longo prazo) Tratamento Térmico Ltda; Combustol Amal Indústria e Comércio Ltda; Dustran Sociedad imediata registrados ao custo e os rendimentos estão sendo registrados pelo regime de de compra de terreno em Minas Gerais para instalação da Combustol Minas Tratamento a) Valor de receita do contrato reconhecido como receita no período Receita Total Receita Reconhecida Térmico Ltda. Garantia não definida. Anonima. 3. Principais Práticas Contábeis – Estas demonstrações foram elaboradas competência. Contrato em 2010 2010 2009 10. Fornecedores e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, 5. Contas a Receber Saldo a 31/12/2010 126.282.750,00 70.833.772,61 2010 2009 Controladora Consolidado Controladora Consolidado com base nas disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações bem como Controladora Consolidado Controladora Consolidado b) Método utilizado para determinar a Receita do contrato reconhecida no período: – 30.068 – 11.137 Normas e Procedimentos de Contabilidade. Elas foram preparadas considerando o Combustol Ind. – 5.620 – 7.291 Como adotado em anos anteriores, a empresa utiliza o método do custo incorrido, por – 5.954 – 5.810 Combustol Ind. custo histórico como base de valor. Na preparação das Demonstrações Contábeis Metalpó Ind. – 4.232 – 2.845 julgar mais adequado às suas operações em relação a contratos de longo prazo. c) – 539 – 709 Metalpó Ind. foram consideradas estimativas contábeis para registro de certos ativos, passivos e Brastempera Brastempera – 100 – 123 Método utilizado para determinar o estágio de execução dos contratos em andaCombustol Minas – 518 – 917 outras transações, bem como o exercício de julgamento por parte da administração – 173 – 65 mento: Utilizamos também o método do custo incorrido acumulado, atualizado mês – 37.079 – 18.573 Combustol Minas da empresa na aplicação das políticas contábeis da Empresa. As áreas que requerem a mês. Periodicamente temos que consultar coordenadores de contrato para verificar Outros – 184 – 308 maior nível de julgamento e possuem maior complexidade, bem como as áreas nas Os valores a seguir fazem parte de pleito junto aos clientes e serão registrados quando ocorrência de encerramento de projetos. A título de esclarecimentos, seguem valores – 10.309 – 10.632 de sua aprovação: Petrobrás: Apresentamos ao cliente pleito de R$ 6,5 milhões, quais premissas e estimativas são significativas para as Demonstrações Contábeis, estão divulgadas em notas nos seus referidos grupos. Portanto, estas Demonstrações referente à serviços já executados, porém, não previstos no contrato inicial, referentes 11. Adiantamento de Clientes – O montante de R$ 15.166 mil na rubrica de Adiantamento existentes nas contas de Ativo e Passivo: Saldo Duplicatas Saldo Adto. Clientes Contábeis incluem estimativas referentes à seleção das vidas úteis do ativo imobilizado, a: a) paralisações decorrentes de chuva, suspensão de trabalho por interferência de de Clientes, refere-se em maior parte aos Projetos de Longo Prazo da Combustol Industria e 26.606.972,60 11.516.649,77 provisões necessárias para passivos contingentes, determinações de provisões para terceiros (R$ 1 milhão); b) atrasos na liberação das bases civis de forno (R$ 1 milhão); Comércio (R$ 11.516 mil), cujo detalhamento encontra-se em nota explicativa da referida Saldo a 31/12/2010 imposto de renda e outras similares. Os resultados reais podem apresentar variações c) recuperação de valores face a desequilíbrio econômico financeiro do contrato (R$ empresa. 12. Provisão para Garantias – Aumentamos a Provisão de Garantias de R$ 59 18. Receita Operacional 2010 2009 mil (em 2009) para R$ 91 mil (para 2010). Apuramos este valor através do levantamento em relação a estas estimativas. O exercício social da Empresa compreende o período 3,2 milhões); d) recuperação de valores pela limitação do tempo de exposição da Controladora Consolidado Controladora Consolidado de 1º de Janeiro a 31 de Dezembro de cada ano. a) Demonstrações Contábeis: As gamagrafia padrão RLAM (R$ 1,3 milhões). Historicamente este cliente vem aceitando dos contratos fechados no ano, em conjunto com a análise histórica de desembolsos para demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis os pleitos que apresentamos. Alusa (VEP 1064): A Combustol Indústria e Comércio esta natureza de custo. 13. Provisões para Processos Judiciais – A Companhia é parte Combustol Ind. – 122.444 – 94.924 adotadas no Brasil emitidas pelo Comitê de Pronunciamento Contábeis – CPC – PME Ltda. possui contrato de fornecimento de equipamento junto a ALUSA. Encontra-se em ações judiciais e processos administrativos perante vários tribunais e órgãos governa- Receita oper. bruta – (21.156) – (16.762) (Pequenas e Médias Empresas), e em acordo com a Resolução CFC 1.319/10 sendo o em atraso R$1.524 mil. Como parte de sua política de cobrança a Administração da mentais, decorrentes do curso normal das operações, envolvendo basicamente questões Deduções de vendas – 101.288 – 78.162 resultado apurado pelo regime de Competência. b) Estoques: Os critérios de avaliação Combustol protestou os títulos em atraso deste cliente, que em função disso já contatou tributárias e trabalhistas.A Administração da Companhia, com base em informações de seus Receita operacional Metalpó Ind. dos estoques estão descritos a seguir: b.1) Matérias primas: foram avaliados pelo a Combustol e se propôs a negociar o pagamento tanto dos títulos em atraso como dos assessores jurídicos e na análise das demandas judiciais pendentes, constituíram provisão Receita oper. bruta – 62.514 – 53.756 em montante considerado suficiente para cobrir as perdas estimadas como prováveis para custo médio de aquisição, inferior ao valor de mercado; b.2) Produtos em processo valores a serem faturados até o término do contrato o que ocorrerá ao longo de 2011. A Deduções de vendas – (14.955) – (13.669) as ações em curso, como segue: e acabados: avaliados pelo custo médio de produção, em valores inferiores ao de Administração da Combustol não espera incorrer em quaisquer perdas neste processo. Receita operacional – 47.559 – 40.087 Passivo não Circulante Ativo não Circulante realização no mercado. c) Imobilizado. Os bens do ativo imobilizado são registrados Petrobrás - REVAP: R$ 1.500 mil em aberto (retenção do cliente), que estão sendo Provisão Contingêcias Depósito Judicial Brastempera pelo método de custo. Depreciações e amortizações são calculadas pelo método linear negociados por conta de atraso de entrega do Equipamento por parte da Combustol. – 4.928 – 4.545 Saldo em Adições/ Saldo em Saldo em Saldo em Receita oper. bruta e contabilizadas em função da utilização dos bens, no custo de produção e despesa A Administração da Combustol entende que este atraso não ocorreu exclusivamente – (232) – (193) 31/12/09 (baixas) 31/12/10 31/12/09 31/12/10 Deduções de vendas administrativa e no caso do ativo diferido que se refere a benfeitorias em propriedades por responsabilidade da Combustol, de forma que a retenção é indevida e deverá ser Receita operacional – 4.696 – 4.352 Combustol Ind. de terceiros está sendo amortizado em 5 (cinco) anos. d) Demais Ativos Circulantes e revertida, atualizada monetariamente até a data da liberação do montante. Usiminas: Trabalhistas 709 (499) 210 122 136 Combustol Minas O cliente solicitou parada de 12 meses nas Obras, assim, enviamos ao mesmo pleito Não Circulantes: O ativo circulante e outros ativos não circulantes são apresentados – 6.504 – 5.924 Fiscais 331 – 331 596 613 Receita oper. bruta ao valor de custo ou de realização, quando aplicável, os rendimentos e as variações de R$ 1.050,7 mil relativo à manutenção dos custos fixos que teremos neste período. – (1.409) – (1.268) Outros – – – 56 – Deduções de vendas monetárias auferidas. e) Provisão para Férias: A provisão de férias foi constituída com A Administração da Combustol entende que o pleito será aceito pelo cliente, uma vez Receita operacional – 5.095 – 4.656 Metalpó Ind que é pré-requisito para entrega final do projeto, nos termos solicitados pelo cliente. base na remuneração e respectivos encargos sociais incorridos até a data do balanço. – 158.638 – 127.257 Trabalhistas 117 – 117 27 12 2010 2009 f) Imposto de Renda e Contribuição Social. Em 31 de dezembro de 2010 e 2009 foi 6. Estoques 19. Resultados Financeiros Fiscais 933 – 933 528 528 Controladora Consolidado Controladora Consolidado calculado pelo método do lucro presumido, sendo as bases de cálculo do Imposto de 2010 2009 Outros – – – 27 2 – 9.555 – 6.916 Renda e Contribuição Social determinadas mediante aplicação do percentual, sobre a Combustol Ind. Controladora Consolidado Controladora Consolidado 2.090 (499) 1.591 1.356 1.291 Metalpó Ind. – 5.783 – 5.528 Total receita bruta trimestral. Sobre esta base de cálculo e demais receita operacional incide Combustol Ind. – (2.042) – (62) 14. Impostos Parcelados – As controladas, Combustol Indústria e Comércio Ltda. e Metalpó – 101 – 80 a alíquota de 15% de Imposto de Renda, acrescida de 10% de adicional de Imposto de Brastempera – (1.548) – 1.764 – 15.439 – 12.524 Indústria e Comercio Ltda. aderiram ao Refis IV, de acordo com a Lei 11.941/09, visando Metalpó Ind. Renda sobre a base de cálculo superior a R$ 60.000 e alíquota de 9% para a Contribuição – 30 – 27 aproveitar os benefícios tributários da Lei bem como reduzir o prazo de liquidação da dívida. Brastempera Social sobre o Lucro Líquido. As controladas Combustol e Metalpó, enquadradas no 7. Investimentos – (364) – (34) Detalhes mais apurados estarão disponíveis quando houver consolidação da dívida, porém, Combustol Minas Lucro Real, em 31/12/2010 e 2009 foram calculados pelo método do lucro real, ou seja, Investimentos avaliados p/ equivalência patrimonial 2010 2009 no ato da opção, não houve entrega de todos os anexos necessários e fomos temporaria- Outros 317 648 266 480 para o Imposto de Renda 15% (quinze por cento) sobre o lucro contábil, ajustado pelas Combustol Indústria e Comércio Ltda. 10.000 9.111 mente excluídos do REFIS, situação que está sendo resolvida pelos nossos advogados, que 317 (3.276) 266 2.175 adições, exclusões e compensações de prejuízos fiscais previstos na legislação fiscal. Brastempera Beneficiamento de Metais Ltda. 2.479 2.916 já conseguiram as Certidões Negativas de Débito, indício de reenquadramento. 20. Instrumentos Financeiros – Empresas Subsidiárias da Fortec S/A Participações Para a Contribuição Social 9% (nove por cento) sobre o lucro contábil, ajustado pelas Metalpó Indústria e Comércio Ltda. 21.104 15.018 15. Partes Relacionadas 2010 2009 e Empreendimentos participam de operações que envolvem instrumentos financeiros adições, exclusões e compensações de bases negativas previstas na legislação fiscal. Pillard do Brasil Indústria e Comércio Ltda. 14.198 1.825 Metalpó Ind. e Com. Ltda. 237 206 denominados Hedging Cambiais, que visam a suportar suas operações, sendo que todos g) Imposto de renda e contribuição social diferidos ativos: foram registrados na Combustol Tecnaer Cerâmica Avançada Ltda. 12.004 3.038 Brastempera Benefic Metais (58) (2) os reflexos estão registrados em suas contas patrimoniais, e os riscos relacionados estão rubrica de Impostos e contribuições sociais diferidos, a partir dos prejuízos fiscais, base Combustol Tratamento de Metais Ltda. 5.563 2.170 Pillard do Brasil 38 38 gerenciados pelos sistemas de controles e limitados às posições apresentadas. 21. Cobernegativa de contribuição social e diferenças temporárias, considerando as alíquotas Pós Metálicos Indústria e Comércio Ltda. 6 2 Combustol Ind. e Com. 208 125 tura de Seguros – Face à natureza de suas atividades, o Grupo Fortec adota a política de vigentes dos citados tributos, de acordo com as disposições da Deliberação CVM nº AGI Automação e Gerenciamento Indústrial Ltda. 105 105 Combustol Serviços 719 719 contratar cobertura de seguro adequado às suas necessidades, tendo em vista as diferenças 273, de 20/08/1998 e Instrução CVM nº 371, de 27/06/2002, e consideram o histórico Combustol Minas Tratamento Térmico Ltda. – – Metalpó Participações 20 20 clássicas dos riscos a que ela se encontra submetida. Com base em análises sistemáticas de rentabilidade e a expectativa de geração de lucros tributáveis futuros fundamentada 65.459 34.185 1.164 1.106 de riscos,o Grupo contrata seguro utilizando o conceito de perda máxima possível seguro em estudo técnico de viabilidade. h) Demais Passivos Circulantes e Não Circulantes: Outros investimentos não avaliados p/ equivalência 2 18 16. Patrimonio Liquido – a. Capital Social: O capital social subscrito e integralizado da este que é contratado em conjunto para todas as empresas do Grupo, a qual corresponde São demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, Total dos Investimentos (Ativo) 65.461 34.203 Sociedade é de R$10.000 mil e é representado por 49.517.164 ações ordinárias sem valor ao valor máximo possível de destruição em um mesmo evento. Em 31 de dezembro de dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos, sendo seu Combustol Minas Tratamento Térmico Ltda. (2.567) (525) nominal sendo 24.000.000 ordinárias e 25.517.164 ações preferenciais. b. Ajustes de Ava- 2010, os ativos da Companhia apresentavam-se segurados contra sinistros pelo valor registro separadamente quando incorrer. i) Apuração do resultado: As receitas e Total dos Investimentos (Passivo) (2.567) (525) liação Patrimonial: São representados pela avaliação patrimonial dos ativos contabilizados total de R$86.054.000 (limite máximo de indenização por evento). 22. Remuneração dos despesas são reconhecidas pelo regime contábil de competência. j) Provisões para Total dos Investimentos 62.894 33.678 em suas controladas Combustol Indústria e Comércio Ltda. e Metalpó Indústria e Comércio Diretores – Conforme definição na Assembléia de Acionistas realizada em 28 de Abril de contingência: São reconhecidas no balanço em decorrência de um evento passado, A empresa AGI Automação e Gerenciamento Industrial Ltda. não fornece suas demonstra- Ltda, em 31/12/2009 e pelas controladas Pós Metálicos Indústria e Comércio Ltda. , Pillard 2010, a remuneração global anual dos Diretores da Companhia é de R$ 1.270.000,00 (um e é provável que um recurso econômico seja requerido para saldar a obrigação. As ções contábeis desde o exercício findo em 31 de dezembro de 2008, portanto, a última do Brasil Indústria e Comércio Ltda. , Combustol Tratamento de Metais Ltda. e Combustol milhão, duzentos e setenta mil reais), acrescida de bônus anual (correspondente a 5% do provisões são registradas com base nas melhores estimativas do risco envolvido com equivalência patrimonial registrada foi realizada para o referido periodo (31/12/08). Tecnaer Cerâmica Avançada Ltda. em 31/12/2010. c. Realização de Reserva de Ajuste lucro líquido da Companhia para o Diretor Presidente e 1% do lucro líquido da Companhia base nas informações recebidas de nossos consultores jurídicos externos. k) Novos Nesta empresa temos participação de 40%, mas não o controle administrativo. A de Avaliação Patrimonial: Os saldos foram transferidos para a conta de Reserva de Ajuste para o Diretor Administrativo Financeiro) e de benefícios, conforme definido na política e pronunciamentos, interpretações e orientações emitidos e não adotados: No aplicação do método da equivalência patrimonial em 31 de dezembro de 2010 não de Avaliação Patrimonial. Tendo havido realização nas controladas Combustol Indústria e metodologia de avaliação de cargos da Hay Group. processo de harmonização das práticas contábeis adotadas no Brasil para as Normas traria efeitos relevantes nas demonstrações contábeis Diretoria Cálculo da Equivalencia Patrimonial Valores em 31 de dezembro de 2010 (em R$ mil) José Antonio Polizeli – Diretor Empresa Capital Social Patrimônio Líquido Participação Acionária Ganho (Perda) Equivalência Valor Investimentos José Wagner Nascimento – Contador – CRC 1SP 1210.08/O-7 (a) Combustol Indústria e Comércio Ltda. 7.130 10.153 98,50% 889 10.000 Parecer do Conselho Fiscal (b) Brastempera Beneficiamento de Metais Ltda. 700 2.479 99,99% 264 2.479 (c) Metalpó Indústria e Comércio Ltda. 3.700 23.646 89,25% 290 21.104 Declaramos que, em cumprimento às disposições estatutárias, examinamos o Balanço ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2010, em seus aspectos relevantes, exceto (d) Pillard do Brasil Indústria e Comércio Ltda. 3.100 14.198 99,99% 434 14.198 Patrimonial da Fortec S/A Participações e Empreendimentos, levantado em 31 de dezem- quanto aos itens 1 e 2 da “Base para opinião com ressalva”, considerando os ítens 1, 2, (e) Combustol Tecnaer Cerâmica Avançada Ltda. 3.320 12.004 99,99% 565 12.004 bro de 2010, e as respectivas Demonstrações do Resultado, das Mutações do Patrimônio 3, 4, 5 e 6 de ênfases do Parecer dos Auditores Independentes expedido em 25 de março (f) Combustol Tratamento de Metais Ltda. 1.370 5.702 98,50% 399 5.563 Líquido e dos Fluxos de Caixa, elaborados sob a responsabilidade de sua Administração, de 2011 e o relatório final do conselho fiscal, representam adequadamente a posição (g) Pós Metálicos Indústria e Comércio Ltda. 416 38 16,30% (2) 6 acompanhados dos respectivos Pareceres da Auditoria Independente. Em nossa opinião, patrimonial e financeira da entidade. São Paulo, 13 de abril de 2011 (h) AGI Automação e Gerenciamento Indústrial Ltda. 263 263 40,00% – 105 baseados nesses pareceres e nos exames efetuados, cuja metodologia e resultados estão Flávio Porta Miche Hirschfeld – Coordenador do Conselho Fiscal Outros investimentos não avaliados pela equivalência – – – – 2 registrados em atas e no relatório final deste Conselho Fiscal, as Demonstrações Financeiras Conselheiros: Alexandre Lobosco; André Castello Branco Colotto; 2.839 65.461 da Fortec S/A Participações e Empreendimentos, individuais e consolidadas, referentes Mauro Koiffman; Reinaldo Franco. (i) Combustol Minas Tratamento Térmico Ltda. 411 (2.567) 99,99% (1.814) (2.567) Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis 1.025 62.894 de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício 2010 2009 Aos Administradores e Acionistas da Objeto Social principal das empresas: (a) fabricação e comércio de equipamentos indusfindo naquela data, de acordo as práticas contábeis aplicáveis às pequenas e médias Taxas de Depreciação Valor Valor Fortec S.A. Participações e Empreendimentos – São Paulo - SP triais e especialmente fornos, máquinas, equipamentos de combustão e correlatos; serviços Examinamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Fortec S.A. empresas (NBC TG 1000), com a faculdade conferida pela Resolução CFC nº 1.319/10, deprec. Custo acumulada líquido líquido de caldeiraria, tratamento térmico para terceiros; serviços de engenharia e de instalação; Bens em Operação 20% 1.738 (1.417) 321 441 Participações e Empreendimentos, que compreendem o balanço patrimonial em que permitiu a não alocação dos ajustes retrospectivos às informações correspondenpeças refratárias especiais; (b), (i) prestação de serviços de industrialização de tratamento Computadores e periféricos 31/12/2010 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das tes ao exercício findo em 31/12/2009, apresentadas para fins de comparação, conforme 10% 351 (351) – – térmico de metais; (c) fabricação e comércio de peças sinterizadas e pós metálicos; (d), Lei 8200/91 MAE mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela descrito na nota explicativa nº 3 às demonstrações contábeis. Ênfase 1. Conforme 441 (441) – – (e), locação de bens imóveis; (f), (g) locação de bens móveis; (h) sistemas de automação e CM Lei 8200/91 outros data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explica- descrito a nota explicativa nº 14 em 2009, a Combustol Indústria e Comércio Ltda. 10% 126 (126) – – gerenciamento industrial.A Fortec controla a Combustol Minas Tratamento Térmico Ltda, cujo Instalação de gás tivas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis: A e a Metalpó Indústria e Comércio Ltda. controladas da Fortec S.A. Participações e 4% 973 (339) 634 567 patrimônio líquido apresenta montante negativo de R$ 2.518 mil, assim houve a apropriação Veículos administração da Fortec S.A. Participações e Empreendimentos é responsável pela Empreendimentos aderiram ao novo ”Refis”, introduzido pela Lei 11.941/09. Os 114.319 (47.074) 67.245 42.136 elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis individuais e valores registrados nas demonstrações contábeis são de R$914.915 e R$ 680.967 no da perda neste investimento proporcionalmente à participação acionária, que é de 99,995%. 20% 4.573 (3.196) 1.377 1.928 consolidadas de acordo com as práticas contábeis aplicáveis às pequenas e médias passivo circulante e 1.354.204 e R$ 5.915.952 no passivo não circulante, respectiva8. Imobilizado 2010 2009 Software 11 (1) 10 5 empresas (NBC TG 1000), com a faculdade conferida pela Resolução CFC nº 1.319/10, mente, no entanto em janeiro de 2011, a empresa teve parte de seus débitos excluídos Taxas de Depreciação Valor Valor Marcas e patentes 299 (296) 3 3 descrita na nota explicativa nº2 às demonstrações contábeis, e pelos controles internos do Refis, no montante de R$2.583.143 e R$5.029.871, respectivamente (valores estes Bens em Operação deprec. Custo acumulada líquido líquido Fundo de comércio/telefone 4.883 (3.493) 1.390 1.936 que ela (administração) determinou como necessários para permitir a elaboração de já acrescidos de multa e juros), em função de falta de encaminhamento da documenTerrenos 17.808 – 17.808 9.408 119.202 (50.567) 68.635 44.072 demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada tação necessária a adesão no decorrer do exercício de 2010. Seus consultores jurídiImóveis 4% 15.408 (1.078) 14.330 6.750 Máquinas apar. e equipamentos 10% 31.371 (16.345) 15.026 11.419 Imobilizado em andamento por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes: Nossa respon- cos entraram com recurso administrativo, anexando os documentos extemporaneamente 519 – 519 184 sabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com em 15/10/2010, consideram grande a probabilidade de êxito na impugnação do processo Máquinas apar. e equipamentos 20% 32.713 (19.464) 13.249 8.613 Obras civis 549 – 549 – base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacio- de exclusão, motivo pelo qual a empresa não constituiu provisão da diferença entre os Ferramentas 10% 822 (786) 36 32 Máquinas e equipamentos em andamento 1.068 – 1.068 184 nais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo valores registrados e excluídos do programa. Inclusive as empresas continuam recoFerramentas 20% 429 (246) 183 231 120.270 (50.567) 69.703 44.256 auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança lhendo os valores normalmente e obtendo junto aos órgãos competentes, as certidões Instalações 10% 2.990 (2.271) 719 897 Instalações 20% 109 (87) 22 16 As Empresas do grupo, optaram pelo reconhecimento da depreciação pelos critérios fiscais razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma negativas de débito conjuntas (PGFN e RFB) mais previdência social; 2. A Combustol Instr. medição e controle 10% 1.561 (1.368) 193 409 para o exercicio contábil encerrado em 31 de dezembro de 2010. Prática esta consistente auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidên- Indústria e Comércio Ltda. empresa controlada da Fortec S.A. Participações e Móveis e utensilios 10% 2.082 (1.150) 932 799 com a adotada em exercicios anteriores. A partir de 01 de janeiro de 2011 as empresas cia a respeito dos valores e divulgação apresentados nas demonstrações contábeis. Os Empreendimentos conforme descrito na nota explicativa nº17, reconhece parte de Obras civis/ benfeitoria 10% 3.240 (680) 2.560 1.832 adotarão a vida útil estabelecida em laudo técnico obtido para efeito de custo atribuido, procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação suas receitas de vendas de equipamentos (aqueles cujos contratos se caracterizam dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se como de longo prazo) através do progresso do custo incorrido, dentre estes contratos Benfeitoria em bens de terceiros 20% 2.157 (925) 1.232 722 registrado nas empresas controladas do grupo. 9. Empréstimos e Financiamentos Circulante Não Cirulante causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles se encontra um projeto junto a Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A. no montante 2010 2009 2010 2009 internos relevantes para a elaboração e apresentação das demonstrações contábeis da total de R$19.491.100, parcialmente já realizado, a rentabilidade deste projeto depende Controladora Consolidado Controladora Consolidado Controladora Consolidado Controladora Consolidado empresa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circuns- do sucesso na negociação dos aditivos comerciais. 3. A rentabilidade dos projetos de tâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles longo prazo ainda não concluídos e /ou em garantia, da Combustol Indústria e Combustol internos da empresa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das Comércio Ltda. empresa controlada da Fortec S.A. Participações e EmpreendimenBradesco (1) – 3.974 – 300 – 600 – 700 práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela tos depende da manutenção das premissas de custos orçadas por sua administração. Banco do Brasil (2) – 3.896 – 1.360 – 5.765 – – administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis 4. Conforme carta de seus consultores legais a Combustol Indústria e Comércio Ltda. Hsbc (3) – 2.953 – 1.455 – 1.800 – 2.545 tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e empresa controlada da Fortec S.A. Participações e Empreendimentos ,possui um Banco Itau (4) – 4.049 – – – – – – apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para opinião com ressalva: 1- risco possível de processos trabalhistas no montante de R$ 1.093 mil. A administração Banco Santander (5) – 2.699 – – – – – – Conforme descrito na nota explicativa nº 16b, as empresas controladas da Fortec S.A. da empresa, tendo em vista seu histórico de perdas constituiu uma provisão de R$ 593 Juros – (983) – – – (1.110) – – Participações e Empreendimentos utilizando-se da faculdade que lhe permite a mil para riscos em processos trabalhistas. 5. A Combustol Indústria e Comércio Ltda. Metalpó Deliberação CVM 619/09, efetuaram uma avaliação do custo atribuído de seus ativos empresa controlada da Fortec S.A. Participações e Empreendimentos é controladora Bradesco – – – 1.200 – – – 2.800 imobilizados, no entanto estas controladas não constituíram provisão de imposto de da Dustran Sociedad Anonima empresa localizada em Montevidéu – República Banco do Brasil (6) – 1.704 – 1.600 – 3.409 – – renda diferido sobre o valor de ajuste de avaliação patrimonial, no montante total de R$ Oriental do Uruguai, empresa esta que não foi auditada por nós ou por outros auditores Bradesco – Finame (7) – 18 – 24 – 135 – – 14.036.785, como conseqüência, o passivo não circulante consolidado está a menor independentes. 6. A AGI Automação e Gerenciamento Industrial Ltda. empresa Banco do Brasil – Finame (8) – 345 – 359 – 578 – 929 neste valor e o patrimônio líquido consolidado está a maior neste valor. Ressaltamos coligada da Fortec S.A. Participações e Empreendimentos não fornece suas demonsBradesco – Moeda Estrangeira (9) – 317 – 331 – 285 – 645 que o não provisionamento deste Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos não trações contábeis desde o exercício findo em 31 de dezembro de 2008. Outros PNC (10) – 178 – 186 – 268 – 466 resulta em uma contingência tributária. 2. A Fortec S.A. Participações e Empreendi- Assuntos: A Combustol Indústria e Comércio Ltda. empresa controlada da Fortec Banco do Brasil – Moeda Estr. (11) – 1.666 – – – – – – mentos e suas empresas controladas efetuaram revisão da vida útil de seus ativos S.A. Participações e Empreendimentos possui contrato de Sociedade Por Conta de Santander – – – 646 – – – – imobilizados em 31/12/2010, contudo, em desacordo com a Resolução do Conselho Participação (SCP) com a Nitrex Metal Inc. para realização de projetos específicos, Juros Leasing – (57) – (52) – (37) – – Federal de Contabilidade 1.319/10, a empresa optou por aplicar as novas taxas de registrando as operações desta sociedade, em seus livros contábeis. Para estes ativos, Combustol Minas depreciação somente a partir de 01/01/2011, com ajuste retrospectivo. Opinião com passivos e resultados a Combustol, optou por utilizar o conjunto completo de normas BDMG - Finame (12) – – – – – 3.141 – 3.141 ressalva sobre as demonstrações financeiras individuais: Em nossa opinião, exceto brasileiras, em detrimento da norma para Pequenas e Médias Empresas e para fins de Combustol Tecnaer pelos efeitos dos assuntos descritos no parágrafo 1 e 2 da “Base para opinião com consolidação na Fortec S.A. Participações e Empreendimentos. Bodycote Brasimet – Compra (13) – 247 – 920 – 1.080 – 1.251 ressalva”, as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas São Paulo, 25 de março de 2011. Outros – 1.262 – 1.974 – 1.450 – 1.965 apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial Map Auditores Independentes Marco Antonio Papini – 22.268 – 10.303 – 17.364 – 14.442 e financeira da Fortec S.A. Participações e Empreendimentos em 31 de dezembro CRC nº 2SP020649/O-2 Contador – CRC nº 1SP180759/O-1
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sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
Companhia Canavieira Jacarezinho CNPJ n° 49.648.587/0001-39 - NIRE-SP n° 35.300.090.934 Assembleia Geral Ordinária - Convocação São convocados os Senhores Acionistas para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária da Companhia, no próximo dia 29/04/2011, às 10:30 horas, no prédio da sede social, na Capital do Estado de São Paulo, na Rua São Bento, nº 329, no 12º andar, para tratar da seguinte ordem do dia: Assembleia Geral Ordinária: a) prestação de contas dos administradores, exame, discussão e votação das demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2010 e destinação de resultados; e b) fixação dos honorários globais da Diretoria. São Paulo, 28 de março de 2011. A Diretoria (19, 20, 21)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
ECONOMIA/LEGAIS - 43
AUTO POSTO GUAPORÉ LTDA, torna público que requereu da Cetesb a Renovação da Licença de Operação, para atividade de comercio de produtos derivados de petróleo sito à Rua Guaporé, 464 - Ponte Pequena - São Paulo - SP.
AUTO POSTO LUPPI LTDA, torna público que requereu da Cetesb a Renovação da Licença de Operação, para atividade de comercio de produtos derivados de petróleo sito à Avenida Professor Francisco Morato, 2950 - Caxingui - São Paulo - SP.
CETENCO ENGENHARIA S.A.
Maringá S.A. Cimento e Ferro-Liga CNPJ n° 61.082.988/0001-70 - NIRE-SP n° 35.300.017.455 Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária - Convocação São convocados os Senhores Acionistas para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária da Companhia, no próximo dia 30/04/2011, às 11:30 horas, no prédio da sede social, na Capital do Estado de São Paulo, na Rua São Bento, n° 329, no 12º andar, para tratar da seguinte ordem do dia: Assembleia Geral Ordinária: a) prestação de contas dos administradores, exame, discussão e votação das demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2010 e destinação de resultados; b) eleição dos membros da Diretoria para o próximo triênio; e c) fixação dos honorários globais da Diretoria. Assembleia Geral Extraordinária: a) aumento do capital social da Companhia mediante a capitalização de reservas. São Paulo, 28 de março de 2011. A Diretoria (19, 20, 21)
Orion S.A. CNPJ/MF nº 61.082.863/0001-40 - NIRE nº 3530003989-1 Convocação Ficam os Srs. Acionistas da Orion S.A. convocados para a realização da AGO a ser realizada às 11:00 hs do dia 28/04/2011, na sede social da empresa, na Rod. Pres. Dutra, Km 135,1, em S.J.Campos/SP, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: a) Tomar as contas da Administração, examinar, discutir e votar o relatório da Administração e os demonstrativos financeiros, relativos ao exercício encerrado em 31/12/2010; b) indicação do valor anual para remuneração da Diretoria para o exercício em curso (2011); e c) outros assuntos de interesse da companhia. S.J.Campos, 19/04/2011. Adriana Isabel Fernandes Teixeira Gonçalves - Diretora Executiva.
Destilarias Melhoramentos S.A. CNPJ nº 45.777.166/0001-57 - NIRE-SP nº 35.300.088.298 Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária - Convocação São convocados os Senhores Acionistas para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária da Companhia, no próximo dia 29/04/2011 às 16:00 horas, no prédio da sede social, na Capital do Estado de São Paulo, na Rua São Bento, nº 329, no 12º andar, para tratar da seguinte ordem do dia: Assembleia Geral Ordinária: a) prestação de contas dos administradores, exame, discussão e votação das demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2010 e destinação de resultados; b) eleição dos membros da Diretoria para o próximo triênio; e c) fixação dos honorários globais da Diretoria. Assembleia Geral Extraordinária; a) aumento do capital social da Companhia mediante a capitalização de reservas. (19, 20, 21) São Paulo, 28 de março de 2011. A Diretoria
HOLCIM (BRASIL) S.A. - CNPJ/MF nº 60.869.336/0001-17 Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária - Edital de Convocação Ficam convocados os Acionistas de Holcim (Brasil) S.A. a se reunirem em Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária a ser realizada no dia 29 de abril de 2011, às 09:00 horas, na sede social da Companhia situada na Rua Verbo Divino, 1.488 - 5º andar, Bloco D, Chácara Santo Antônio, São Paulo - SP, para deliberar sobre a seguinte ordem do dia: Assembléia Geral Ordinária: a) Exame e deliberação do Relatório da Administração, do Balanço Patrimonial e das demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010; b) Deliberação sobre os resultados do exercício de 2010; c) Eleição dos membros da Presidência, Diretoria e do Conselho Consultivo e fixação do montante global da remuneração dos Administradores. Assembléia Geral Extraordinária: a) Consolidação do Estatuto Social. São Paulo, 14 de abril de 2011. Otmar Hübscher - Diretor Presidente.
Companhia Agrícola Usina Jacarezinho CNPJ nº 61.231.478/0001-17 - NIRE - SP 35.300.011.350 Assembleia Geral Ordinária - Convocação São convocados os Senhores Acionistas para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária da Companhia, no próximo dia 29/04/2011 às 14:00 horas, no prédio da sede social, na Capital do Estado de São Paulo, na Rua São Bento, nº 329, no 12º andar, para tratar da seguinte ordem do dia: Assembleia Geral Ordinária: a) prestação de contas dos administradores, exame, discussão e votação das demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2010 e destinação de resultados; e b) fixação dos honorários globais da Diretoria. São Paulo, 28 de março de 2011. A Diretoria (19, 20 21)
CNPJ Nº 61.550.497/0001-06 - NIRE Nº 35.3.00024079 Assembléia Geral Ordinária – Edital de Convocação Ficam convocados os Srs. Acionistas desta Sociedade a se reunirem em Assembléia Geral Ordinária, no dia 27 de abril de 2011, às 11:00 horas, na sede social, Rua Maria Paula, 36 - 8º andar, nesta Capital, a fim de deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: 1) Prestação de Contas dos Administradores, exame, discussão e votação das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31/12/2010.2) Destinação do Lucro Líquido do exercício encerrado em 31/12/2010.3) Eleição do Conselho de Administração. São Paulo, 18 de abril de 2011. Ass. Conselho de Administração. (19,20 e 22/04/2011)
CIA. ULTRAGAZ S.A. - CNPJ Nº 61.602.199/0001-12 - NIRE 35.300.030.401 Edital de Convocação - Assembleia Geral Ordinária - Pela presente, ficam os Srs. Acionistas convidados a comparecer à Assembleia Geral Ordinária da Cia. Ultragaz S.A. (“Companhia”), que se realizará no dia 29.04.2011, às 9h, na sede social da Companhia, localizada na Av. Brigadeiro Luís Antônio, nº 1.343, 9º andar, na Cidade e Estado de São Paulo, para deliberar sobre a seguinte Ordem do Dia: 1) Exame e aprovação do relatório e das contas da Administração e Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2010, acompanhados do parecer dos auditores independentes; 2) Aprovar a destinação do lucro líquido do exercício encerrado em 31.12.2010; e 3) Eleger os membros do Conselho de Administração, designar seu Presidente e fixar a remuneração da administração. Participação na Assembleia: Os acionistas, para participar da Assembleia, devem apresentar extrato emitido em até 3 (três) dias úteis antecedentes à realização da Assembleia, contendo a respectiva participação acionária, fornecida pelo órgão custodiante. Os acionistas poderão ser representados na Assembleia Geral Ordinária por procurador constituído há menos de um ano, que seja acionista, administrador da companhia ou advogado, sendo necessária a apresentação do respectivo instrumento de mandato, o qual deverá ser depositado na sede social, até às 17h30min do dia 28.04.2011. São Paulo, 19 de abril de 2011. Pedro Wongtschowski - Presidente do Conselho de Administração. (19-20-21)
ADM – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ADMINISTRAÇÃO
Companhia Melhoramentos Norte do Paraná CNPJ n° 61.082.962/0001-21 - NIRE-SP n° 35.300.026.438 Assembleia Geral Ordinária - Convocação São convocados os Senhores Acionistas para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária da Companhia, no próximo dia 30/04/2011, às 15:30 horas, no prédio da sede social, na Capital do Estado de São Paulo, na Rua São Bento, n° 329, no 12º andar, para tratar da seguinte ordem do dia: Assembleia Geral Ordinária: a) prestação de contas dos administradores, exame, discussão e votação das demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2010 e destinação de resultados; e b) fixação dos honorários globais da diretoria e conselheiros. São Paulo, 28 de março de 2011. Conselho de Administração (19, 20, 21)
Companhia Melhoramentos Norte do Brasil CNPJ nº 14.920.540/0001-06 - NIRE - SP - 35.300.108.019 Assembleia Geral Ordinária - Convocação São convocados os Senhores Acionistas para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária da Companhia, no próximo dia 28/04/2011, às 16:00 horas, no prédio da sede social, na Capital do Estado de São Paulo, na Rua São Bento, n° 329, no 12º andar, para tratar da seguinte ordem do dia: Assembleia Geral Ordinária: a) prestação de contas dos administradores, exame, discussão e votação das demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2010 e destinação de resultados; b) fixação dos honorários globais da Diretoria. (19, 20, 21) São Paulo, 28 de março de 2011. A Diretoria
Edital de Convocação BROOKLYN EMPREENDIMENTOS S.A. CNPJ/MF nº 61.364.022/0001-25 Assembleia Geral Ordinária - Convocação Ficam os senhores acionistas desta sociedade convidados a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária a realizar-se às 10:30 horas do dia 29/04/2011, na sede social à Rua Joaquim Floriano, 101 - 9º andar - cj. 906, nesta Capital, para deliberarem sobre: AGO - I) Contas dos administradores: exame, discussão e votação das demonstrações financeiras referentes ao exercício de 2010; - II) Eleição da Diretoria e fixação de sua remuneração; - III) Outros Assuntos de interesse da Sociedade. São Paulo, 20/04/2011. A DIRETORIA (20, 21 e 26/04/2011)
SINDAESP - Sindicato das Empresas de Administração no Estado de São Paulo Edital de Convocação O SINDAESP - Sindicato das Empresas de Administração no Estado de São Paulo, convoca todos os seus membros e associados, em primeira chamada, às 16h30, com a maioria absoluta de votos em relação ao total de associados e, em segunda, 30 minutos após, com qualquer número de presentes em condições de votar, para Assembleia Geral Ordinária a ser realizada em 28 de abril de 2011, à Av. Paulista nº 1.439, 1º andar, conj. 11, sala 02, Bela Vista, São Paulo/SP, CEP 01311-200, para deliberar sobre a seguinte Ordem do Dia: 1) Aprovação das Contas do Exercício de 2010; 2) Outros assuntos do interesse da Entidade. São Paulo, 20 de abril de 2011 - Carlos Eduardo Uchôa Fagundes - Presidente
Companhia de Cimento Portland Ponte Alta CNPJ nº 61.403.507/0001-80 - NIRE - SP - 35.300.023.293 Assembleia Geral Ordinária - Convocação São convocados os Senhores Acionistas para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária da Companhia, no próximo dia 30/04/2011, às 09:00 horas, no prédio da sede social, na Capital do Estado de São Paulo, na Rua São Bento, n° 329, no 12º andar, para tratar da seguinte ordem do dia: Assembleia Geral Ordinária: a) prestação de contas dos administradores, exame, discussão e votação das demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2010 e destinação de resultados; e b) eleição dos membros da Diretoria para o próximo triênio; e c) fixação dos honorários globais da Diretoria. São Paulo, 28 de março de 2011. A Diretoria (19, 20, 21)
Melhoramentos Sul do Pará S.A. CNPJ nº 49.333.800/0001-13 - NIRE 35.300.190.335 Assembleia Geral Ordinária - Convocação São convocados os Senhores Acionistas para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária da Companhia, no próximo dia 28/04/2011, às 14:30 horas, no prédio da sede social, na Capital do Estado de São Paulo, na Rua São Bento, nº 329, no 12º andar, para tratar da seguinte ordem do dia: Assembleia Geral Ordinária: a) prestação de contas dos administradores, exame, discussão e votação das demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2010 e destinação de resultados; b) eleição dos membros da Diretoria para o próximo triênio; e c) fixação dos honorários globais da Diretoria. São Paulo, 28 de março de 2011. Diretoria (19, 20 21)
HOSPITAL E MATERNIDADE SÃO LUIZ S.A. CNPJ/MF nº 06.047.087/0001-39 - NIRE 35.300.318.099 EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA Ficam os senhores acionistas do Hospital e Maternidade São Luiz S.A. (“Companhia”) convocados para reunirem-se em Assembleia Geral Ordinária, a realizar-se no dia 28 de abril de 2011, às 11h, na sede social da Companhia, localizada na Cidade e Estado de São Paulo, na Rua Francisco Marengo nº 1.312, para, em conformidade com o artigo 132 da Lei nº 6.404/1976, deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: 1. Deliberar sobre as contas dos administradores e as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, acompanhadas do parecer dos auditores independentes; 2. Aprovação da proposta para destinação do resultado do exercício social findo em 31 de dezembro de 2010; 3. Instalação do Conselho Fiscal e eleição de seus membros; e 4. Outros assuntos de interesse da Companhia. São Paulo, 20 de abril de 2011. Presidente do Conselho de Administração.
Fortec S/A Participações e Empreendimentos CNPJ/MF nº 50.615.301/0001-06 - NIRE nº 35.300.000.871 Assembléia Geral Ordinária - Edital de Convocação Na qualidade de Diretor Presidente da Fortec S/A Participações e Empreendimentos, venho pela presente convocar os Srs. Acionistas a se reunirem no dia 27 de maio de 2011, às 15:00 horas, na Rua Cel. José Rufino Freire, 453, São Paulo, SP (sede social), para a realização de Assembléia Geral Ordinária na qual será deliberado sobre a seguinte Ordem do Dia: 1. Exame, discussão e aprovação das contas, demonstrações financeiras e do balanço patrimonial do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, colocados à disposição dos acionistas na forma do artigo 133 da Lei 6.404/76; 2. Deliberar sobre a destinação do resultado do exercício encerrado em 31.12.2010; 3. Alteração da composição da diretoria com eleição de Diretor Administrativo Financeiro; 4. Definição da remuneração anual global dos membros da Diretoria; 5. Escolha da empresa de auditoria para o ano de 2011; e 6. Eleição do Conselho Fiscal. Thales Lobo Peçanha - Diretor Presidente. (22, 26 e 27/04/2011)
PREFEITURA MUNICIPAL DE MOGI MIRIM REABERTURA DO EDITAL DO PREGÃO PRESENCIAL Nº 045/2011 Objeto: Contratação de empresa visando prestação de serviços de seguros para veículos, pertencentes à Prefeitura Municipal de Mogi Mirim. Data de credenciamento e abertura dos envelopes proposta dia 12/05/2011, às 14:00 horas. Informações: Departamento de Recursos Materiais, à Rua Dr. José Alves, 129, Centro, ou pelos telefones: (19) 3814-1060/1052/1046. Disponibilidade do edital: Diretamente na Divisão de Licitações, mediante o recolhimento de R$ 10,00 (dez reais), conforme guia emitida pelo Setor Competente da PMMM e/ou através do site www.mogimirim.sp.gov.br, sem ônus, até o dia 11/05/ 2011. Pregoeira. EXTRATO DE REABERTURA DO EDITAL DO PREGÃO PRESENCIAL Nº 046/2011 Objeto: Contratação de empresa para prestação de serviços de publicações de editais e comunicados em jornal de grande circulação no Estado de São Paulo. Data de credenciamento e abertura dos envelopes proposta dia 13/05/2011, às 14:00 horas. Informações: Departamento de Recursos Materiais, à Rua Dr. José Alves, 129, Centro, ou pelos telefones: (19) 3814-1060/1052/1046. Disponibilidade do edital: Diretamente na Divisão de Licitações, mediante o recolhimento de R$ 10,00 (dez reais), conforme guia emitida pelo Setor Competente da PMMM e/ou através do site www.mogimirim.sp.gov.br, sem ônus, até o dia 12/05/2011. Pregoeira. EXTRATO DO EDITAL DO PREGÃO PRESENCIAL Nº 054/2011 Objeto: Registro de preços para aquisição de material médico hospitalar para atender rede básica de saúde e processos judiciais. Data de credenciamento e abertura dos envelopes proposta dia 12/05/2011, às 09:00 horas. Informações: Departamento de Recursos Materiais, à Rua Dr. José Alves, 129, Centro, ou pelos telefones: (19) 3814-1060/1052/1046. Disponibilidade do edital: Diretamente na Divisão de Licitações, mediante o recolhimento de R$ 10,00 (dez reais), conforme guia emitida pelo Setor Competente da PMMM e/ou através do site www.mogimirim.sp.gov.br, sem ônus, até o dia 11/05/ 2011. Pregoeira. EXTRATO DO EDITAL DO PREGÃO PRESENCIAL Nº 055/2011 Objeto: Registro de preços para aquisição de material para esterilização com comodato de incubadoras e seladoras. Data de credenciamento e abertura dos envelopes proposta dia 13/05/2011, às 09:00 horas. Informações: Departamento de Recursos Materiais, à Rua Dr. José Alves, 129, Centro, ou pelos telefones: (19) 3814-1060/1052/1046. Disponibilidade do edital: Diretamente na Divisão de Licitações, mediante o recolhimento de R$ 10,00 (dez reais), conforme guia emitida pelo Setor Competente da PMMM e/ou através do site www.mogimirim.sp.gov.br, sem ônus, até o dia 12/05/2011. Pregoeiro.
BANCO VOTORANTIM S.A. CNPJ/MF nº 59.588.111/0001-03 - NIRE nº 35.300.525.353 CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA São convidados os Acionistas do Banco Votorantim S.A. (“Sociedade”) a participarem, em primeira convocação, da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária que se realizará em sua sede social, localizada na Capital do Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 18º andar, às 9:00 horas do dia 28.04.2011, para apreciação dos seguintes assuntos constantes da ordem do dia: EM ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA: (i) tomar conhecimento do Relatório da Administração e examinar, para deliberação, contas, balanço, demonstrações financeiras, pareceres do Conselho Fiscal e dos auditores independentes e relatório do Comitê de Auditoria relativos ao ano de 2010; (ii) deliberar sobre a destinação do lucro líquido do exercício de 2010 e a distribuição de dividendos; (iii) eleger os membros do Conselho de Administração, indicando o Presidente e Vice-Presidente; e (iv) eleger os membros do Conselho Fiscal, indicando o Presidente e Vice-Presidente. EM ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA (i) fixar a remuneração dos membros do Conselho de Administração; (ii) fixar a remuneração dos membros do Conselho Fiscal; (iii) fixar os montantes globais anuais de remuneração dos membros dos órgãos de administração da Sociedade e das sociedades controladas pela Sociedade (“Sociedades Controladas”), para o exercício de 2011; (iv) aprovar as contas dos administradores e as demonstrações financeiras anuais das Sociedades Controladas, bem como a proposta dos órgãos da administração referente à destinação do lucro das Sociedades Controladas; (v) aprovar aumento de capital de Sociedades Controladas; (vi) nomear o Ouvidor do Conglomerado Financeiro Votorantim; (vii) aprovar a alienação das ações emitidas pela BV Empreendimentos e Participações S.A. a um Fundo de Investimento em Participações; (viii) outros assuntos de interesse da Assembleia. São Paulo, 19 de abril de 2011. BANCO VOTORANTIM S.A.
BBD Participações S.A. CNPJ no 07.838.611/0001-52 - NIRE 35.300.335.295 Assembleia Geral Ordinária Edital de Convocação Convidamos os senhores acionistas desta Sociedade a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária a ser realizada em 29 de abril de 2011, às 15h, na sede social, Cidade de Deus, Prédio Prata, 4 o andar, Vila Yara, Osasco, SP, a fim de: I) tomar conhecimento dos Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes, e examinar, discutir e votar as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2010; II) deliberar sobre proposta de destinação do lucro líquido do exercício encerrado em 31.12.2010; III) eleger os membros do Conselho de Administração; IV) fixar o montante global anual da remuneração dos Administradores. Cidade de Deus, Osasco, SP, 19 de abril de 2011. Lázaro de Mello Brandão Presidente do Conselho de Administração. 20, 22 e 26.4.2011
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANDRADINA AVISO DE ABERTURA DE LICITAÇÃO Processo nº 37/11 – Tomada de Preços nº 03/11 OBJETO: Contratação de empresa especializada para a execução de serviços de pavimentação asfáltica, tipo CBUQ, área de 26.049,11 m², construção de guias e sarjetas, área de 4.235,91 m, com fornecimento de materiais e mão de obra referente ao contrato 331977-05/2010 – Ministério do Turismo. TIPO: MENOR PREÇO. REGIME: Empreitada por preço global. VENCIMENTO: 10(dez) horas, do dia 12 de maio de 2011. Edital por meio magnético - taxa no valor de R$ 34,84. INFORMAÇÕES: Prefeitura - Rua Dr. Orensy Rodrigues da Silva n°341, fone/fax (18) 3702-1000 ramal 1029, de 2° a 6° feira, das 08h30 às 16h. Andradina, 20 de abril de 2011. JAMIL AKIO ONO – PREFEITO
A ADM – Associação Brasileira de Administração convoca todos os seus membros e associados, em primeira chamada, às 16h30, com a presença de todos e, em segunda, 30 minutos após, com qualquer número, para Assembleia Geral Ordinária a ser realizada em 28 de abril de 2011, à Av. Paulista nº 1.439, 1º andar, conj. 11, sala 01, Bela Vista, São Paulo/SP, CEP 01311-200, para deliberar sobre a seguinte Ordem do Dia: 1) Aprovação das Contas do Exercício de 2010; 2) Outros assuntos do interesse da Entidade. São Paulo, 20 de abril de 2011 - Carlos Eduardo Uchôa Fagundes - Presidente
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANDRADINA EXTRATO DE PRORROGAÇÃO CONTRATUAL Processo nº 28/10 – Tomada de Preços nº 03/10 CONTRATANTE: Prefeitura do Município de Andradina - CONTRATADO: EDSON RAMOS DA SILVA JÚNIOR - Fica ajustado entre as partes que o prazo de execução será prorrogado por mais 180 (cento e oitenta) dias. As demais cláusulas e condições dos contratos supra permanecem inalteradas. DATA: 04 de janeiro de 2011. JAMIL AKIO ONO – PREFEITO
Diana Paolucci S/A Indústria e Comércio - CNPJ/MF nº. 60.715.703/0001-28 - NIRE 35.300.033.264 - Edital de Convocação p/ Assembléia Geral Ordinária de Acionistas - Com fulcro nos artigos 123, 124, 125, 129 e 132 da Lei nº 6.404/76, ficam convocados os Senhores Acionistas desta Companhia a se reunirem em Assembléia Geral Ordinária a ser realizada em 29 de Abril de 2011, às 16h00min, na sede social da Companhia, localizada na av. Brigadeiro Faria Lima, nº. 3.015, Bairro do Itaim Bibi, nesta Capital do Estado de São Paulo, em primeira convocação, com o quórum mínimo de titulares de ¼ (um quarto) das ações, e, em segunda convocação, às 17h00min, com qualquer quórum, para deliberar sobre a seguinte: Ordem do Dia: 1) Aprovar a lavratura da ata de forma sumária, nos termos do artigo 130 da Lei nº 6.404/76; 2) Tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras do exercício findo; 3) Deliberar sobre a destinação do lucro líquido do exercício e a distribuição de dividendos do exercício findo; 4) Decidir sobre os honorários e benefícios da Diretoria; 5) aprovar “Manual de Governança Coorporativa”, disciplinando os seguintes temas: (5.a) convocação, competência, procedimentos, prazos e atas de Assembléias Gerais de Acionistas; e, (5.b) relação entre Acionistas e Administração da Companhia, procedimentos para acionistas acessarem documentos da Companhia e ingressarem nas dependências da Companhia e demais temáticas inerentes. Nos termos do parágrafo 4º, do artigo 13, do Estatuto Social da Companhia, os acionistas somente poderão ser representados na Assembléia Geral por procurador constituído nos termos do §1º, do artigo 126, da Lei nº. 6.404/76. São Paulo, 20 de abril de 2011. Abelardo Paolucci - Diretor Presidente da Companhia.
Fazenda Palmeiras do Ricardo S/A CNPJ/MF nº 61.206.314/0001-30 – NIRE nº 35.300.036.531 Edital de Convocação – Assembléia Geral Extraordinária Ficam convocados os Srs. acionistas a se reunirem em Assembléia Geral Extraordinária, que se realizará no dia 28/04/2011, às 17 hs., na sede social da Cia., na Al. Campinas, 463, 8º, SP-SP, p/ deliberar sobre a seguinte ordem do dia: a) aumento do capital social de R$ 2.382.102,17 p/ R$ 10.625.000,00, sendo o aumento de R$ 8.242.897,83 realizado mediante a emissão de 36.635.100 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, pelo preço de emissão de R$ 0,2250 cada, fixado com base no valor patrimonial das ações, nos termos do art. 170, § 1º, inciso II, da Lei 6404/76; b) alteração do artigo 5º do estatuto social, em decorrência da deliberação referida em “a”, acima; c) inclusão, no estatuto social da Cia., de cláusula sobre o exercício do direito de preferência na alienação de ações pelos acionistas; d) consolidação do estatuto social, em razão das deliberações referidas acima. Procurações: Nos termos do art. 126 da Lei 6404/76, e do § único do art. 19 do estatuto social da Cia., os Srs. acionistas poderão ser representados por procurador nas assembléias gerais, desde que depositem o respectivo instrumento de mandato na sede da Cia., com pelo menos 2 dias de antecedência à data de realização da assembléia geral. SP, 18/4/2011. Raul Raphael Saigh: Diretor Superintendente. (19, 20, 21/4/11)
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANDRADINA TERMO DE ARQUIVAMENTO Processo Licitatório n° 27/2011 - Pregão nº 14/2011 Considerando que a Administração instaurou, no dia 14 de março de 2011, o certame supra, tendo como objeto o registro de preço para contratação de empresa especializada para execução de serviços comuns de recapeamento asfáltico, com o fornecimento de material e mão de obra, em conformidade com o anexo I – Termo de Referência; e Considerando a decisão proferida pelo Egrégio Plenário do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, na sessão de julgamento de 13/04/2011, em conformidade com o relatório e voto do Relator, o eminente Conselheiro Antonio Roque Citadini, que determinou a anulação do certame e exigido a revisão da matéria, com o fim de promover certames distintos para cada serviço a ser contratado. Decido, por bem e por não vislumbrar qualquer óbice legal, ARQUIVAR todo o processo licitatório supra citado. Andradina, 19 de abril de 2011. JAMIL AKIO ONO - PREFEITO
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FDE AVISA: FDE AVISA: PREGÃO (PRESENCIAL) DE REGISTRO DE PREÇOS Nº 13/00177/10/05 OBJETO: FORNECIMENTO DE PASSAGENS AÉREAS PARA VIAGENS REGIONAIS, NACIONAIS E INTERNACIONAIS. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação de Registro de Preços para fornecimento de passagens aéreas para viagens regionais, nacionais e internacionais. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 25/04/2011, na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http:// www.fde.sp.gov.br. O credenciamento do representante das proponentes e o recebimento dos Envelopes “Proposta” e “Documentos de Habilitação” ocorrerão na sede da FDE, no endereço acima mencionado, às 09:30 horas do dia 05/05/2011. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, o estabelecido no edital. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente
BV PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ/MF nº 10.890.415/0001-31 - NIRE nº 35.300.369.076 CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA São convidados os Acionistas da BV Participações S.A. (“Sociedade”) a participarem, em primeira convocação, da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária que se realizará na Capital do Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, n° 14.171, Torre A, 18° andar, às 11:00 horas do dia 28.04.2011, para apreciação dos seguintes assuntos constantes da ordem do dia: EM ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA (i) tomar conhecimento do Relatório da Administração e examinar, para deliberação, contas, balanço, demonstrações financeiras, pareceres do Conselho Fiscal e dos auditores independentes relativos ao ano de 2010; (ii) deliberar sobre a destinação do lucro líquido do exercício de 2010 e a distribuição de dividendos; (iii) eleger os membros do Conselho de Administração, indicando o Presidente e Vice-Presidente; e (iv) eleger os membros do Conselho Fiscal, indicando o Presidente e Vice-Presidente. EM ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA (i) fixar a remuneração dos membros do Conselho de Administração; (ii) fixar a remuneração dos membros do Conselho Fiscal; (iii) fixar os montantes globais anuais de remuneração dos membros dos órgãos de administração da Sociedade e das sociedades controladas pela Sociedade (“Sociedades Controladas”), para o exercício de 2011; (iv) aprovar as contas dos administradores e as demonstrações financeiras anuais das Sociedades Controladas, bem como a proposta dos órgãos da administração referente à destinação do lucro das Sociedades Controladas; (v) aprovar aumento de capital de Sociedades Controladas; e (vi) outros assuntos de interesse da Assembleia. São Paulo, 19 de abril de 2011. BV PARTICIPAÇÕES S.A.
FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL
NOS TERMOS DO PROVIMENTO CSM CXC/84, INFORMASECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: PREGÃO ELETRÔNICO DE REGISTRO DE PREÇOS Nº 36/01239/10/05 OBJETO: Aquisição de arquivo para pastas suspensas e armário de aço 02 portas. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para Aquisição de arquivo para pastas suspensas e armário de aço 02 portas. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 25/04/2011, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou, na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 06/05/2011, às 10:00 horas e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, o estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 25/04/2011, até o momento anterior ao início da sessão pública. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente
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GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: PREGÃO ELETRÔNICO DE REGISTRO DE PREÇOS Nº 36/01255/10/05 OBJETO: AQUISIÇÃO DE MESA ESCRIVANINHA – ME-01, MESA DE REUNIÃO- ME-06, MESA DE REUNIÃO – ME-08 E MESA DE INFORMÁTICA – ME-18A A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para aquisição de mesa escrivaninha – ME-01, mesa de reunião- ME-06, mesa de reunião – ME-08 e mesa de informática – ME-18A. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 25/04/2011, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou, na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 09/05/2011, às 10:00 horas e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, o estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 25/04/2011, até o momento anterior ao início da sessão pública. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente
MOS QUE HOJE (20/04/2011) NÃO HOUVE PEDIDO DE FALÊNCIA NA COMARCA DA CAPITAL.
Menor preço pelo mesmo espaço, só no DC Maior cobertura pelo menor preço PUBLICIDADE Fone: 11 3244-3344 Fax: 11 3244-3894 O Jornal do Empreendedor
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
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e
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
O comerciante que optar por código de barras deve fornecer equipamentos de leitura ótica para que o cliente consulte o preço
conomia
As informações devem ser claras e estar expostas para que o cliente saiba exatamente o valor do produto ou serviço para pagamento total ou parcelado
Saber o preço à vista é direito do cliente Paulo Pampolin/Hype
A
informação sobre o preço de produtos e serviços é um dos direitos básicos do consumidor, conforme o artigo 6º, incisos III e IV do Código de Defesa do Consumidor (CDC) e a não aplicação da determinação legal por parte de quem vende desobedece outro artigo do CDC, o 31, que trata das práticas comerciais. Mas a preocupação dos legisladores sobre a transparência na informação do preço não está somente no texto do código. Outras legislações tratam do tema, um claro sinal de que a prática não foi totalmente incorporada por quem está do lado de dentro do balcão. A Lei de Precificação (Lei Federal nº 10.962/04), por exemplo, dispõe sobre as condições de oferta e afixação de preços em produtos e serviços. Por sua vez, o Decreto Federal 5.903/06 proíbe utilizar letras cujo tamanho não seja uniforme ou dificulte a per-
cepção da informação ou, então, informar preços apenas em parcelas, obrigando o consumidor a calcular o total. Todas essas medidas têm um único objetivo: evitar os abusos nas relações de consumo. Os lojistas que expõem seus produtos em vitrinas, lojas de departamentos, supermercados etc., praticamente já incorporaram os ditames das leis no seu dia a dia. São raras as lojas em cujas etiquetas de preços não constam as informações estabelecidas na legislação. É bom observar que o artigo 5º do Decreto 5.903/06 afirma que, ao optar pela afixação de preços em vitrinas, a etiqueta deverá ter sua face voltada ao consumidor, garantindo-lhe a pronta visualização. É proibido forçar o consumidor a entrar na no estabelecimento para conhecer o preço do produto exposto. Os comerciantes podem optar por usar código de barras nos itens, o que é permiti-
Procon auxilia também antes da compra
O
consumidor que não concordar com a forma pela qual o preço do produto for informado ou tiver dúvidas sobre o custo à vista do que está comprando deve procurar o Procon de sua cidade, segundo a advogada do Idec Mariana Ferreira Alves. "Trata-se de abusividade, uma vez que há várias leis que definem como o fornecedor deve atuar nesse ponto." Quem pensa que o Procon só autua em situações em que o consumidor já efetivou o negócio está enganado. A unidade São Paulo também oferece atendentes para consultas ou para sanar dúvidas dos consumidores e até emite Carta de Informação Preliminar (CIP) para a empresa, etapa inicial
É proibido colocar só as parcelas, forçando o cliente a entrar na loja.
do por lei, desde que forneçam equipamentos de leitura ótica para que o cliente possa consultar o preço do produto ou serviço. Os aparelhos de leitura devem estar localizados na área de vendas e ser de fácil acesso. Produtos não expostos – Se a informação de preços e formas de pagamentos em lojas cujos produtos ficam expostos está quase que equalizada, o mesmo não ocorre com produtos não expostos e com serviços que exigem a produção de orçamento personalizado. Um exemplo são as lojas de móveis planejados, onde o preço final só é conhecido pelo consumidor após a elaboração do projeto. Só que algumas empresas que atuam nesse ramo (e em outros em que a compra é personalizada) têm usado do expediente de informar o preço cheio (já com encargos financeiros, pressupondo que o consumidor irá financiar a compra) e depois
retiram os encargos dando a falsa impressão ao cliente de que ele receberá um excelente desconto fazendo o negócio. Ao agir assim, essas empresas burlam a legislação e são passíveis de fiscalização (e multa) pelos órgãos de defesa do consumidor. "Se a empresa oferece a possibilidade de pagamento parcelado ou financiado deve informar o consumidor dessa possibilidade somente após ter lhe passado o custo à vista", ressalta Solange Silva, técnica do Procon-SP. "Se a opção do consumidor for pelo parcelamento, tem também de comunicar o valor total a ser pago com o financiamento, o número, periodicidade e valor das prestações, os juros e eventuais acréscimos e encargos que incidirem sobre o valor do financiamento ou parcelamento", acrescenta Mariana Ferreira Alves, advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).
Decisões judiciais
do processo administrativo. "A CIP é a chance que o fornecedor tem de ouvir as dúvidas de seu cliente e esclarecer os pontos nebulosos", destaca a técnica Solange Silva. Caso não haja a manifestação da empresa, a ação evolui para a abertura de processo administrativo e, nesse ponto, a empresa é chamada para uma audiência de conciliação. Se o resultado for desfavorável ao consumidor, o nome da companhia pode ser registrado no Cadastro de Reclamações Fundamentadas. "O Cadastro é a ferramenta que os Procons têm para oferecer ao mercado informações de todas as consultas e processo abertos no órgão. É a imagem da empresa que fica exposta", afirma Solange Silva.
Divulgação
Autuação pode ser feita antes da efetivação do negócio, diz Mariana.
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S
egurança de clientes é dever de fornecedor . Os donos de estabelecimentos comerciais são responsáveis pela integridade física e pelos atos de seus clientes. Foi assim que decidiu o juiz da 4ª Vara Cível de Taguatinga, do Distrito Federal (cabe recurso) na ação de um consumidor que foi agredido por outro cliente com uma garrafada no rosto numa choperia da cidade. A empresa não
apresentou contestação. A indenização por danos morais foi fixada em R$ 12 mil. Na ação, o consumidor alegou que estava com a namorada no estabelecimento e, ao retornar do banheiro, percebeu a presença de outros clientes ao redor da mesa onde
estavam sentados. De repente, foi agredido com uma garrafa. Conforme o juiz, o artigo 932, inciso IV, do Novo Código Civil, determina que os donos de bares são responsáveis pelos atos de seus clientes. "Isso porque, tratando-se de nítida relação de consumo, em que é
patente a finalidade lucrativa da ré, deve esta assegurar a seus clientes a proteção da vida e da saúde, sob pena de se tornar objetivamente responsável pelos danos causados a seus consumidores", escreveu o magistrado. Fonte: Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF) – 19/04/2011
O QUE DIZ A LEGISLAÇÃO Lei Federal nº 10.962/04 (Lei de Precificação) – Artigo 2º – São autorizadas as seguintes formas de afixação de preços em vendas a varejo para o consumidor: I – no comércio em geral, por meio de etiquetas ou similares afixados diretamente nos bens expostos à venda, e em vitrinas, mediante divulgação do preço à vista em caracteres legiveis; II – em autosserviços, supermercados, hipermercados, mercearias ou estabelecimentos comerciais onde o consumidor tenha acesso direto ao produto, sem intervenção do comerciante, mediante a impressão ou afixação do preço do produto na embalagem, ou a afixação de código referencial, ou ainda, com a afixação de código de barras. Parágrafo único – Nos casos de utilização de código re-
Locação
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ferencial ou de barras, o comerciante deverá expor, de forma clara e legível, junto aos itens expostos, informação relativa ao preço à vista do produto, suas características e código. Decreto Federal 5.903/06 Artigo 2º – Os preços de produtos e serviços deverão ser informados adequadamente, de modo a garantir ao consumidor a correção, clareza, precisão, ostensividade e legibilidade das informações prestadas. § 1º Para efeito do disposto no caput deste artigo, considera-se: I – correção, a informação verdadeira que não seja capaz de induzir o consumidor em erro; I I – clareza, a informação que pode ser entendida de imediato e com facilidade pelo consumidor, sem abreviaturas que dificultem a sua com-
preensão, e sem a necessidade de qualquer interpretação ou cálculo; III – precisão, a informação que seja exata, definida e que esteja física ou visualmente ligada ao produto a que se refere, sem nenhum embaraço físico ou visual interposto; IV – ostensividade, a informação que seja de fácil percepção, dispensando qualquer esforço na sua assimilação; V – legibilidade, a informação que seja visível e indelével. Código de Defesa do Consumidor Artigo 6º – São direitos básicos do consumidor: III – a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de sua quantidade, características, composição, qualidade e preço, bem como sobre os riscos que apresentem;
IV – a proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços; Artigo 31 – A oferta e apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidades, quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam à saúde e segurança dos consumidores. Parágrafo único – As informações de que trata este artigo, nos produtos refrigerados oferecidos ao consumidor, serão gravadas de forma indelével. (Incluído pela Lei nº 11.989, de 2009).
DC
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Projeto de lei define conceito de pagamento Consulte a lista completa de equipamentos.
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A
Câmara Federal analisa o Projeto de Lei 7912/10, do deputado Guilherme Campos (DEM-SP), que define o pagamento à vista como sendo aquele realizado com dinheiro ou por transferência para a conta do fornecedor. Se a medida for aprovada, o autor afirma que o consumidor "vai saber o real valor à vista das mercadorias, sem acréscimo de
juros ou outras taxas embutidas". Para o deputado, em 1994 a Portaria 118 proibiu diferenças de preços entre transações efetuadas com o uso de cartão de crédito, em cheque ou em dinheiro. Entretanto, ele justifica que as operadoras cobram taxas de administração de 4% do valor negociado, em média, além de não efetuarem
a transferência do dinheiro imediatamente aos fornecedores. Esses custos são repassados aos consumidores, inclusive para quem paga em dinheiro. "Precisamos resgatar o conceito de pagamento à vista para que algo que nos parece tão evidente seja realmente verificado na prática", argumenta ele.
Angela Crespo é jornalista especializada em consumo E-mail: doislados@dcomercio.com.br
A proposta tramita em conjunto com o PL 846/91, que será votado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e pelo Plenário. Na enquete realizada pela Agência Câmara, 61% dos votantes aprovam a proposta e 35% não concordam. Fonte: Agência Câmara
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
e
DIÁRIO DO COMÉRCIO
45 LIBERTADORES Santos recebe América-MEX no primeiro “mata-mata”. Pág. 46
sporte
Paulo Pinto/AE
FÓRMULA INDY Quase tudo pronto para a corrida de domingo em SP. Pág. 47
Guilherme Dionízio/AE
X Dagoberto e Ilsinho fizeram os gols do São Paulo nos 2 a 0 sobre a Portuguesa. No sábado, Neymar marcou o único do Santos, que eliminou a Ponte Preta. Agora, são-paulinos e santistas encontram-se nas semifinais Cesar Greco/Folhapress
Mario Ângelo/AE
X Willian decidiu para o Corinthians o confronto com o Oeste, e Valdivia abriu a contagem para o Palmeiras, contra o Mirassol. Os dois passaram apertado por 2 a 1 e também se enfrentam por um lugar na decisão
COMO TODOS ESPERAVAM F
oram 194 jogos para decidir o que todo mundo já esperava: o título de campeão paulista de 2011 ficará mesmo entre São Paulo, Santos, Palmeiras e Corinthians. Os semifinalistas, que agora se enfrentam em jogo único no próximo fim de semana, foram decididos após quatro resultados apertados. No sábado, na Vila Belmiro, o Santos suou para manter a vantagem de 1 a 0 sobre a Ponte Preta, gol marcado por Neymar ainda no primeiro tempo, e o Corinthians, no Pacaembu, passou a duras penas pelo Oeste de Itápolis (2 a 1), após ceder o empate por 1 a 1. No domingo, em Barueri, o São Paulo, mesmo desfalcado de Lucas (afastado por contusão na última hora), soube se impor diante da Portuguesa (2 a 0), enquanto o Palmeiras, assim como o Corinthians, sofreu um pouco, mas passou pelo Mirassol: 2 a 1, em circunstâncias parecidas com a do rival que enfrentará na próxima fase. Fez 1 a 0 com Valdivia, sofreu o empate mas conseguiu outro gol no segundo tempo.
Dagoberto fez um gol de categoria e trouxe alívio ao São Paulo, mas a torcida tricolor gritou o nome de Ilsinho após o segundo gol na Arena Barueri. Reserva de Lucas, o camisa 77 tem aproveitado as chances com Carpegiani. O ex-lateraldireito caiu nas graças da torcida com gols e passes que têm tirado o time do sufoco em momentos importantes. “Espero aproveitar sempre as oportunidades que tiver. O Lucas é fundamental, mas quando a gente entra não pode deixar o nível cair”, disse Ilsinho, que dedicou o gol à filha Giovanna, nascida em dezembro. Neste domingo, o técnico Paulo César Carpegiani escalou o time com três zagueiros, mas aproveitou que Rodrigo Souto sentiu dores para mudar o esquema aos 29 minutos do primeiro tempo - pôs Henrique e reforçou o ataque, que sentia a falta de um homem de área. Para Rhodolfo, os dois gols sofridos em seis jogos provam que, independentemente da formação, a zaga está bem servida. “Nosso time ficou mais uma vez sem tomar gol, então está de parabéns.”
Piervi Fonseca/AE
O próximo adversário sãopaulino é o Santos de Neymar, que mais uma vez fez a diferença ao marcar o gol da vitória sobre a Ponte Preta. “Foi um belo chute de pé esquerdo. Fiz o que meu pai sempre fala: escureceu, chuta forte”, disse o jogador após a partida. No segundo tempo, Neymar caiu de produção como todo o time, mas mesmo assim continuou sendo o atacante mais perigoso, compensando as fracas atuações de Elano, Paulo Henrique Ganso e principalmente Zé Eduardo, cuja substituição por Keirrison, a 15 minutos do fim da partida, foi aplaudida pela torcida. A dez minutos do final da partida, a Ponte chegou a ameaçar, chutando uma bola na trave santista, mas não conseguiu chegar ao empate. Na outra semifinal, estarão frente a frente Palmeiras e Corinthians, em local ainda a ser definido (o mando é do Palmeiras, dono de melhor campanha ao longo da competição). Apesar das dificuldades que encontraram no fim da partida, os jogadores comemoraram o resultado magro de 2 a 1, com o gol da vitória marcado
por Márcio Araújo já no segundo tempo. “Tivemos um sufoco no final, o que é natural por ser só um jogo“, disse o zagueiro Danilo. “Mas nos comportamos bem.” Após o jogo, o elenco já começava a pensar no próximo desafio: o Corinthians. E os palmeirenses torcem para que a diretoria consiga levar o jogo para alguma cidade do interior. “Para mim seria legal”, admitiu Kléber. “Aqui (Pacaembu), queira ou não, é a casa dos caras.” Sábado, no entanto, o Corinthians não parecia tão à vontade em sua própria casa. Fez 1 a 0 logo no começo do jogo, com Liedson, agora o artilheiro isolado do Paulista. Sofreu o empate no fim do primeiro tempo, após saída de bola errada de seu goleiro, Júlio César, e só conseguiu sair de campo com a vitória por 2 a 1 sobre o Oeste de Itápolis graças a um gol marcado em jogada individual pelo reserva Willian, que entrou no lugar de Dentinho. “Jogamos bem, na única falha tomamos o gol”, disse Liedson. “Mas deu para recuperar. Só não podemos cometer erros assim na semifinal.”
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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e
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
Gostaria de jogar no domingo. O Santos está vendo o lado dele, eu o meu.” Paulo César Carpegiani
sporte
COPA DO BRASIL
LIBERTADORES Guilherme Dionízio/AE
Decepção fabulosa Nelson Antoine/AE
O
t o rc e d o r d o S ã o Paulo vai ter que esperar mais um pouco para ver a reestreia do atacante Luis Fabiano com a camisa tricolor, que estava prometida para quarta-feira, contra o Goiás, no Morumbi, pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil. No sábado, o atacante sentiu dores no joelho direito, onde sofreu lesão quando defendia o Sevilla, na Espanha, e foi vetado pelos médicos. Luís Fabiano foi contratado pelo São Paulo no dia 11 de março, por 7,6 milhões de euros. Ainda na Espanha, enquanto preparava sua mudança, ele já começou a fazer a recuperação da lesão no joelho com os profissionais são-paulinos. Desde que desembarcou no Brasil, no final do mês passado, tem feito tratamento intensivo no clube. Tudo isso para poder estrear quarta contra o Goiás, mas não deu tempo. O técnico Paulo César Carpegiani já havia dito que precisaria ver a performance de Luís Fabiano nos treinos antes de confirmar a sua escalação diante do Goiás. Assim, o atacante passou a treinar com o restante do grupo. Mas, após o trabalho realizado na manhã de sábado, ele se reuniu com os médicos e revelou que ainda sente dores no joelho e insegurança para realizar alguns movimentos. A diretoria já fazia campanhas de marketing para promover a estreia de Luís Fabiano na próxima quarta e levar um grande público ao Morumbi. Agora, terá que adiar a festa. Segundo o clube, o jogador precisa de “mais trabalhos de fortalecimento e recuperação muscular”. Como ele não está inscrito no Paulistão, só poderá jogar se o São Paulo avançar
Santos, de Paulo Henrique Ganso, é um dos cinco brasileiros que começam os mata-matas nesta semana
AGORA É MATAR OU MORRER
C
Reestreia de Luís Fabiano não será mais na quarta, contra o Goiás
na Copa do Brasil — caso contrário, terá que esperar a abertura do Campeonato Brasileiro, no dia 22 de maio. Outro desfalque são-paulino pode ser o meia Lucas. Depois do treino de sábado, ele sentiu dores musculares na coxa direita e foi vetado da partida de domingo, contra a Portuguesa, pelas quartas de final do Paulista. O jogador será reavaliado nesta segunda-feira. No duelo de ida, em Goiânia, na semana passada, o São Paulo venceu por 1 a 0. Com isso, precisa apenas do empate para enfrentar o Avaí nas quartas de final da Copa do Brasil.
Também na quarta-feira, o Vasco, que venceu o jogo de ida por 3 a 0, recebe o Náutico. Quem se classificar joga as quartas de final contra o Atlético-PR. Após empatar por 1 a 1 em casa, o Flamengo vai ao Ceará jogar com o Horizonte. O vencedor pega quem sobrevier entre Ceará (que ganhou a primeira, por 2 a 1) e Grêmio Prudente. Eles se enfrentam em Presidente Prudente. Na quinta-feira, sai o adversário do Palmeiras nas quartas de final, do confronto entre Caxias e Coritiba, em Caxias do Sul. Na primeira partida, o Coritiba goleou por 4 a 0.
omeçam nesta semana os mata-matas da Libertadores, que nas oitavas de final terão todos os cinco times brasileiros que jogaram a fase de grupos. Na terça, o Grêmio recebe o Universidad Católica, do Chile, em Porto Alegre. No mesmo dia, em Buenos Aires, jogam Vélez Sarsfield, da Argentina, e LDU, do Equador. Na quarta, estarão em campo o Santos, recebendo o América do México na Vila Belmiro, e o Cruzeiro, que vai à Colômbia enfrentar o Once Caldas. Também enfrentam-se Jaguares, do México, e Junior Barranquilla, da Colômbia; e Cerro Porteño, do Paraguai, e Estudiantes, da Argentina. Na quinta-feira, será a vez de o Fluminense receber o Libertad, do Paraguai, e do Internacional ir a Montevidéu jogar contra o Peñarol, do Uruguai. O Santos só depende da liberação de Léo para repetir a
mesma escalação pela terceira vez, na quarta, no jogo contra o América do México. O lateralesquerdo sofreu uma pancada no joelho no segundo tempo da partida contra a Ponte Preta, pelas quartas de final do Campeonato Paulista. Teve que ser substituído e chegou a temer por uma contusão mais grave, mas em seguida afirmou que não é dúvida para enfrentar os mexicanos. “Estou com um pouco de dor, só que na hora foi muito maior. Não conseguia nem respirar. Agora, passou. É descansar, e quarta-feira estou em campo contra o América.” Logo após a vitória por 1 a 0 sobre a Ponte Preta, no sábado, pelo Paulista, Neymar já afirmava que, “a partir de amanhã (domingo) começaremos a pensar no América”. O técnico Muricy Ramalho voltou a lamentar a falta de tempo para recuperação dos jogadores e para realizar trei-
nos. “Não tem nada fácil, mas acredito muito no nosso plantel.” Por conta da cansativa viagem ao México para a partida de volta contra o América, no próximo dia 3, em Querétaro, o Santos tentará enfrentar o São Paulo no sábado, pela semifinal do Paulista. Muricy também vai esperar um pouco mais antes de decidir sobre as mudanças a serem feitas na lista dos 25 inscritos da Libertadores, mas é pouco provável que os dirigentes apresentem um reforço de última hora. É quase certo que Felipe Anderson (meia) e Tiago Alves (atacante) sejam os substitutos de Robson (pré-contratado do Avaí) e Diogo (sofreu fratura por estresse numa vértebra), respectivamente. Os dois primeiros estavam na seleção brasileira sub-18, campeão invicta do Torneio Internacional do Mediterrâneo, de Barcelona, e voltam ao Brasil nesta segunda-feira.
PELO BRASIL
O título de campeão
por 1 a 1. Nos pênaltis,
carioca de 2011 ficará
Flamengo por 5 a 4, para
entre vascaínos e
alegria dos rubro-negros
flamenguistas. No sábado,
Thiago Neves, Willians e
o Vasco venceu o Olaria
Welington. Vasco e
por 1 a 0, com um gol de
Flamengo decidem agora
Éder Luís, e classificou-se
a Taça Rio. Vencedor do
para a decisão da Taça Rio
primeiro turno (Taça
(segundo turno). No
Guanabara), o Flamengo
domingo, Flamengo e
pode ser campeão direto,
Fluminense empataram
sem necessidade da final.
Edu Andrade/AE
Marcos de Paula/AE
Fernando Soutello/Folhapress
X Wesley Santos/AE
No Rio Grande do Sul, a
X Nas semifinais do
Começaram também as
Semifinais, jogos de ida
Festa do Coritiba,
Mineiro, o Cruzeiro
semifinais na Bahia. No
em Pernambuco: Sport 3
campeão paranaense uma
praticamente garantiu
Estádio de Pitauçu, em
x 1 Náutico e Porto 1 x 2
rodada antes, com vitória
uma das vagas no sábado,
Salvador, o Vitória fez 1 a 0
Santa Cruz. Em Goiás:
por 3 a 0 sobre o Atlético-
ao golear o América de
no Bahia e agora pode
Goiás 1 x 0 Vila Nova
PR na casa do rival. Foi a
Teófilo Otoni, fora, por 8 a
perder o jogo de volta, no
(Anapolina e Atlético
21ª vitória seguida do
1. No domingo, o Atlético
Barradão, por até um gol
enfrentam-se hoje). Em
time, igualando o recorde
ganhou o clássico do
de diferença para ir à final.
Santa Catarina, o Avaí fez
do Palmeiras de 1996. No
América de virada (3 a 1) e
No outro jogo, o Bahia de
2 a 0 no Figueirense e
sábado, o Paraná empatou
no sábado pode perder
Feira fez 2 a 1 no Serrano
decide o returno com a
com o Arapongas (2 a 2) e
por dois gols de diferença.
jogando fora de casa.
Chapecoense.
acabou rebaixado.
Rafael Marques fez o gol
taça ficará, uma vez mais,
da vitória gremista. No
com Grêmio ou Inter.
domingo, o Inter do
Campeão do primeiro
argentino Bolatti
turno (Taça Piratini), o
manteve vivas as chances
Grêmio classificou-se para
no Gauchão 2011 ao fazer
a decisão do returno (Taça
2 a 1 no Juventude, em
Farroupilha) no sábado, ao
Caxias, e classificar-se para
derrotar o Cruzeiro de
decidir o returno, em casa,
Porto Alegre por 3 a 2 no
com o Grêmio - que pode
Estádio Passo D'Areia.
ser campeão direto.
Geraldo Bubniak/AE
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
e
Estou muito feliz. Suportamos um ginásio inteiro torcendo contra.” Sergio Escadinha, líbero do Sesi
sporte
LIGA DOS CAMPEÕES Lluis Gene/AFP
47
FÓRMULA INDY Pedro Armestre/AFP
A 300 POR HORA Nelson Antoine/Fotoarena/Folhapress
Após os “ensaios” no Espanhol e na Copa do Rei, o Barcelona de Messi e o Real de Cristiano Ronaldo iniciam a disputa por uma vaga na final
A Espanha vai tremer
R
eal Madrid e Barcelona iniciam nesta quarta-feira a decisão de uma vaga na final da Liga dos Campeões, que será no dia 28 de maio, no estádio de Wembley, em Londres. O jogo em Madri, às 15h45 (de Brasília), será o terceiro num espaço de menos de duas semanas entre os dois rivais, e abre a mais importante das disputas. O Barcelona levou a melhor no primeiro jogo, pelo Espanhol: o empate por 1 a 1, fora de casa, manteve a equipe com oito pontos de vantagem para o Real, e deixou o time muito perto do tricampeonato - condição ratificada no sábado, com a vitória por 2 a 0 sobre o Osasuna (o Real, só com reservas, fez 6 a 3 no Valencia). Na última quarta-feira, o Real deu o troco e levou o título
da Copa do Rei, com a vitória por 1 a 0, na prorrogação, gol marcado de cabeça por Cristiano Ronaldo. O clima, que já está quente, vai ferver até quarta. Neste domingo, o técnico Josep Guardiola soltou os cachorros ao saber que a arbitragem pode ser de um português, Pedro Proença. “Tenho certeza de que o técnico do Real Madrid ficará contentíssimo, como no ano passado”, disse, em referência à derrota para a Inter de Milão, também de Mourinho, sob o apito de Olegário Benquerença, que validou um gol irregular de Milito e não deu um pênalti em Daniel Alves. Com tantos holofotes sobre o duelo espanhol, convém não esquecer que a outra semifinal começa nesta terça-feira, entre Schalke 04 e Manchester, United, em Gelsenkirchen.
Está quase tudo pronto para a SP Indy 300, que será disputada neste domingo, passando pela pista do Sambódromo e pela Marginal do Tietê
E
stá quase tudo pronto para a segunda edição da São Paulo Indy 300, a prova de Fórmula Indy que percorre as ruas da zona norte paulistana, com direito à pista do Sambódromo do Anhembi e a um trecho da Marginal do Tietê, que por dois dias verá o tráfego congestionado dar lugar a carros de corrida a quase 300 km/h. A pista foi renovada para evitar os problemas do ano passado, quando os carros tiveram problemas com o piso escorregadio, principalmente no trecho do Sambódromo. A época de realização também mudou para tentar fugir das famosas “águas de março”, puxando a prova para um período de clima mais seco.
A expectativa é que 50 mil torcedores estejam no Anhembi - os ingressos ainda estão à venda (veja ao lado). O circuito, de 11 curvas e 4.180 metros, está recebendo atenção especial. Nos trechos considerados mais críticos, os de freadas intensas - após as retas de Marte (no final da avenida Olavo Fontoura) e dos Bandeirantes (final da Marginal do Tietê e entrada do Sambódromo), o asfalto foi refeito. As arquibancadas estão na fase final de montagem e a pista recebe sinalização e telas de proteção. Trazer a Fórmula Indy novamente para São Paulo tem um custo estimado em pelo menos R$ 18 milhões - incluindo a verba que foi remanejada para o recapeamento das ruas e a
montagem de toda a estrutura provisória, como grades de proteção e guardrails. Mas a SPTuris, empresa municipal responsável pela promoção do GP, calcula que a corrida movimente mais do que os R$ 80 milhões registrados em 2010. “O retorno do investimento que São Paulo fez na Indy foi muito positivo”, considerou Caio Luiz de Carvalho, presidente da empresa municipal. A corrida está garantida até 2019. Os carros só aceleram no sábado, com treino livre das 8h30 às 9h45, e o treino de classificação, a partir das 15h. A corrida, no domingo, começa às 13h, com a presença de cinco brasileiros: Bia Figueiredo, Helio Castroneves, Raphael Matos, Tony Kanaan e Vitor Meira.
S ERVIÇO Ainda há ingressos à venda para todos os setores, a preços que variam de R$ 180 (Indy Area) a R$ 600 (setores K e L). Os setores K, L e B (ingresso a R$ 250) são os destinados a portadores de necessidades especiais. Os bilhetes estão à venda pelo telefone (11) 4003-1527 e no site www.livepass.com.br. A melhor alternativa para ir ao circuito é o transporte público, pois várias ruas da região serão interditadas a partir da madrugada de sexta para sábado, quando a pista local da Marginal do Tietê (sentido Cebolão) também será fechada. Os ônibus partirão do Aeroporto de Congonhas e dos terminais Tietê e Barra Funda. Além disso, existirão dois bolsões de táxi, na rua Anita Malfatti e na praça Campo de Bagatelle.
VÔLEI
Três gerações, um campeão T
PELO MUNDO
O Manchester United
Na Alemanha, o Borussia
botou uma mão no título
Dortmund perdeu a
inglês ao vencer o Everton
chance de ser campeão
por 1 a 0, gol de Javi
com a derrota por 1 a 0
Hernandez, e chegar a 73
para o lanterna Borussia
pontos. O Chelsea chegou
Mönchengladbach. O
a 67, após bater o West
Bayer Leverkusen fez 2 a 1
Ham por 3 a 0, e joga suas
no Hoffenheim e agora
fichas no confronto direto
está cinco pontos atrás (64
da 36ª rodada, no dia 8 -
a 69), a três rodadas do
que pode ser o jogo do
fim. Para levar o título no
título para o Manchester.
sábado, o Dortmund terá
O Arsenal ficou para trás,
de vencer o Nuremberg e
com 64 pontos, ao perder
torcer por empate do
por 2 a 1 para o Bolton.
Bayer com o Colônia.
rês gerações vitoriosas do vôlei brasileiro se juntaram para construir o campeão da Superliga masculina. Treinado por Giovane, ídolo da seleção campeã olímpica em Barcelona-1992, e liderado em quadra por Escadinha, líbero do time bicampeão em Atenas-2004, e Murilo, astro da equipe tricampeã mundial em 2010, o Sesi levou o título ao vencer o Sada/Cruzeiro por 3 a 1, parciais de 25/19, 19/25, 27/25 e 25/17, no lotado ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte. Dono da melhor campanha na fase classificatória, o Sesi levantou a taça apenas duas temporadas após ser criado. “Prevaleceu a qualidade dos nossos jogadores. A equipe foi consistente”, comentou Giovane, primeiro ex-jogador da seleção campeão como técnico. “Tenho muitos títulos pela seleção, mas faltava um título brasileiro”, festejou Murilo.
Mauricio de Souza/AE
O Sesi de Giovane, Escadinha e Murilo foi campeão da Superliga masculina, ao bater o Cruzeiro na final
OUTROS CAMPOS
A final da Superliga
Josep Lago/AFP
Uma semana depois do
A dinamarquesa Caroline
Juliana e Larissa saíram na
Na etapa masculina, os
feminina terá, pelo sétimo
heptacampeonato no
Wozniacki, tenista número
frente no Circuito Mundial
norte-americanos Rogers
ano seguido, Osasco e Rio.
Masters 1000 de Monte
1 do mundo, perdeu a
de Vôlei de Praia. Em
e Dalhausser levaram a
O jogo será no próximo
Carlo, Rafael Nadal levou o
final do Torneio de
busca do sexto título, elas
melhor sobre os
sábado, às 10h, também
sexto título em Barcelona -
Stuttgart, na Alemanha,
foram campeãs da
brasileiros Alison e
no Mineirinho, em Belo
venceu de 2005 a 2009, e
para a zebra da casa Julia
primeira etapa, em
Emanuel e venceram a
Horizonte. O time paulista
não jogou no ano
Goerges, 22 anos e 32ª
Brasília, com vitória na
final por 2 sets a 0, parciais
venceu a última decisão
passado. A vítima na final
colocada no ranking da
final sobre as bicampeãs
de 21/18 e 21/13, para
e também em 2005,
foi a mesma da anterior:
WTA. Ela venceu por 7/6
olímpicas Walsh e May por
frustração da torcida que
enquanto o carioca levou
David Ferrer, batido por
(7/3) e 6/3, e deve subir
2 sets a 1, parciais de
lotou a arena montada na
a melhor de 2006 a 2009.
6/2 e 6/4 neste domingo.
cinco posições na lista.
21/16, 15/21 e 15/12.
Esplanada dos Ministérios.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
48 -.ESPORTE
sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, 22, 23, 24 e 25 de abril de 2011
FIM DE JOGO
L
Thiago Ferro, procurador de Ganso, está na Itália para negociar com o Milan
L
Guarani, XV de Piracicaba e Comercial voltam à elite do Campeonato Paulista
L
Victor, contundido, desfalca o Grêmio e pode perder vaga na Seleção
L
Vídeo em destaque - Entrada assassina - www.dcomercio.com.br
www.dcomercio.com.br/esporte/
SUCESSO NA VILA O DIA DOS PAPAIS
Miguel Schincariol/AE
AP Heino Kalis/Reuters
Andreas Solaro/AFP
Na Espanha, um dia depois
Decisão é com Muricy
de fazer 29 anos, Kaká marca dois gols nos 6 a 3 do Real Madrid sobre o Valencia e festeja a filha Isabella, que nasceria algumas horas depois em São Paulo. Na Itália, Robinho faz 1 a 0 para o Milan sobre o Brescia e homenageia o filho Gianluca, que nasceu três dias antes.
Q
Sábado, 23
COPA DE 2014
Ministro pressiona paulistas por estádio
O
ministro dos Esportes, Orlando Silva, classifica como "inadequada" a hipótese de São Paulo utilizar um estádio alternativo à futura arena do Corinthians em Itaquera para sediar a Copa das Confederações, em 2013. O ministro observou que as autoridades paulistas já avisaram que a arena não estará
pronto para a Copa das Confederações, que terá as cinco sedes definidas em julho deste ano pela Fifa. "Se alguém perguntar a minha opinião sobre o uso na Copa das Confederações de um estádio que não será utilizado na Copa do Mundo, eu diria que é uma decisão inadequada." Domingo, 24
EM ALTA
Beto Barata/AE
Os brasileiros que ganham bem no esporte
A
única modalidade em que esportistas brasileiros são os mais bem pagos em todo o mundo é o vôlei de praia feminino. Larissa e Juliana, que acabam de vencer as bicampeãs olímpicas Walsh e May e conquistaram a etapa de Brasília do Circuito Mundial, receberam US$ 351.300 na última temporada, segundo levantamento da ESPN The Magazine que circulará em maio e leva em conta apenas salários e prêmios. O esportista
brasileiro mais bem pago para exercer o seu ofício é o piloto Felipe Massa. No último ano, Massa recebeu US$ 17.052.632 da F-1. O piloto mais bem pago em todo o mundo foi o finlandês Kimi Raikkonen, que corre pela equipe de rally da Red Bull e ganhou US$ 26.333.333, incluída a bolada referente ao distrato com a Ferrari. Sexta-feira, 22
uatro vezes campeão brasileiro, sempre por pontos corridos, o técnico Muricy Ramalho carrega a fama de não se dar muito bem nas competições mata-mata. Não é o que ele tem mostrado desde que assumiu o comando técnico do Santos, há duas semanas, curiosamente num insípido 0 a 0 com o Americana, ainda na fase de pontos do Campeonato Paulista. De lá para cá, o Santos venceu seus quatro jogos, três deles em regime de mata-mata. Já dizem na Vila Belmiro, em que muitos o viam como um retranqueiro incapaz de respeitar a vocação ofensiva de Neymar, Ganso e companhia, que Muricy conseguiu dar equilíbrio ao time que fazia muitos gols, mas não sabia se defender. Sem muito tempo para adaptar a equipe às competições decididas pelo sistema de mata-mata, Muricy superou sem sustos os primeiros obstáculos que teve pela frente com a classificação às oitavas de final da Libertadores da América e às semifinais do Paulistão. Contratado em 4 de abril, o novo treinador assistiu, dois dias depois, à vitória por 3 a 2 do Santos, ainda sob as ordens de Marcelo Martelotte, sobre o Colo Colo, do Chile. Das tribunas da Vila Belmiro, Muricy viu muitos defeitos no conjunto santista, principalmente a ingenuidade contra equipes mais experientes. Depois de abrir 3 a 0, o Santos sofreu dois gols e teve três jogadores expulsos - Neymar e Elano, entre eles. Muricy conseguiu convencer os jogadores de que o Santos não sabe brigar, mas é difícil de ser batido quando se preocupa apenas em jogar. O seu principal mérito, no entanto, foi mudar em pouco tempo o comportamento do blo-
Desde que chegou ao Santos, ele venceu jogos decisivos contra o Cerro Porteño, o Táchira e a Ponte. Agora, sempre tendo de ganhar, vai encarar o América, do México, e o São Paulo.
co defensivo. Resultado: nos cinco jogos sob o seu comando, o Santos marcou 10 gols e sofreu apenas dois. E, tendo a obrigação de vencer, venceu o Cerro Porteño no Paraguai por 2 a 1 e o Deportivo Táchira no Pacaembu por 3 a 1, ambos pela Libertadores; e a Ponte Preta na Vila Belmiro por 1 a 0, pelas quartas de final do Paulistão. "Não estamos mais tão vulneráveis, deixamos de sofrer muito na defesa", comemora. Ele vem insistindo em que, do meio de campo para a frente, não é preciso mexer em nada porque os fora-de-série Paulo Henrique Ganso e Neymar se encarregam de fazer a diferença contra qualquer adversário. "O importante é que os laterais tenham consciência de que primeiro é preciso marcar e, só depois, apoiar o ataque", diz. "Só assim os lados do campo não ficam expostos ao contra-ataque. Agora, nossos laterais estão mais bem posicionados e só saem para o ataque no momento certo". Recomendação parecida vale para o volante de marcação. "Edu Dracena e Durval estão mais protegidos", lembra o treinador, ressalvando que a sua proposta não é defensivista. "Ganhei duas vezes o Campeonato Brasileiro tendo o melhor ataque e sei que não dá para ser campeão apenas se defendendo. O que queremos e está acontecendo é um Santos mais equilibrado", festeja. A filosofia do treinador será novamente posta a prova nesta semana - quarta-feira, contra o América do México no primeiro confronto das oitavas de final da Libertadores; sábado, no Morumbi, contra o São Paulo, na disputa de uma das vagas na final do Paulistão. Os santistas estão convencidos de que mata-mata é com Muricy.
Marcio Fernandes/AE Ricardo Saibun/AE
almanaque
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ideia de se criar o Dia Nacional do Goleiro foi do tenente Raul Carlesso e do capitão Reginaldo Pontes Bielinski, professores da Escola de Educação Física do Exército do Rio de Janeiro, e surgiu na metade dos anos 70. No início, porém, o Dia do Goleiro era outro: 14 de abril, data em que foi celebrado pela primeira vez, em 1975, com uma festa reunindo goleiros, ex-goleiros e pessoas ligadas ao futebol, no Rio de Janeiro. A partir de 1976, definiu-se como o dia “oficial” a data de 26 de abril, para homenagear Manga, que entre 1957 e 1982 defendeu Sport, Botafogo, Nacional do Uruguai, Inter-RS, Coritiba, Operário-MS, Grêmio e Barcelona do Equador, além da Seleção Brasileira, na Copa do Mundo disputada na Inglaterra, em 1966.
Celso Unzelte
26 de abril, Dia Nacional do Goleiro
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omemora-se na terça-feira, 26 de abril, o Dia Nacional do Goleiro. Uma homenagem a Aílton Corrêa Arruda, o Manga, goleiro nascido no Recife (PE) em 26 de abril de 1937. Na foto, Manga pratica uma defesa pelo Botafogo, time pelo qual mais se destacou, diante dos palmeirenses Ademir da Guia e Servílio, no jogo Palmeiras 3 x 0 Botafogo, pelo Torneio Rio-São Paulo, no Pacaembu, em 23 de maio de 1965. Reprodução/UH - Arquivo Público do Estado de São Paulo
Diante do sucesso do método e da evolução dos goleiros no Brasil, decidimos criar o Dia do Goleiro para homenagear os atletas dessa posição.” Reginaldo Pontes Bielinski, professor da Escola de Educação Física do Exército.
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a anos tinha Aílton Corrê Arruda, o ex-goleiro Manga, quando se sagrou bicampeão brasileiro pelo . Internacional, em 1976 A partir daquele ano, e justamente por causa disso, ele passou a ser homenageado com o Dia do Goleiro.
CURTAS
Morreu de pneumonia
na quarta, 20 de abril, em São Paulo, aos 64 anos, Luís Carlos Feijão, ex-jogador, mais famoso por ter interpretado Pelé no filme O Rei Pelé. Há 29 anos, em 25 de
abril de 1982, o Flamengo derrotava o Grêmio por 1 a 0, em Porto Alegre, e ganhava o Brasileiro.