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DC 25/03/2013

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Newton Sa

ntos/23/6/

O adeus ao imortal João de Scantimburgo

2004

Membro das academias Brasileira e Paulista de Letras, o jornalista e diretorresponsável deste Diário do Comércio morreu na quinta-feira à noite, aos 97 anos. Amigos e autoridades se despediram de Scantimburgo enaltecendo sua inteligência. "Era uma fonte de sabedoria", disse Afif Domingos, vice-governador de São Paulo . "Perdem o DC, a Associação Comercial e todo o Brasil", segundo Rogério Amato, presidente da ACSP. Págs. 9 e 10 Luciano Amarante/Hype

Ano 87 - Nº 23.837

Página 4

Conclusão: 23h45

Jornal do empreendedor

www.dcomercio.com.br

R$ 1,40

Aos leitores Por quebra de impressora, o DC não chegou ou chegou atrasado para muitos leitores na sexta-feira, pelo que pedimos desculpas.

São Paulo, sábado, domingo e segunda-feira, 23, 24 e 25 de março de 2013

Mal Langsdon/Reuters

O cerco se fecha contra o pastor da discórdia Beijaço na Paulista e protesto no Rio hoje aumentam a pressão sobre Marco Feliciano (PSC-SP), o deputado pastor acusado de homofobia que preside a Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Amanhã, a Câmara deve selar seu destino. Pág. 5

Em Paris também tem cerco. Contra o casamento gay. Multidão toma conta da Champs-Elysées para protestar contra nova legislação que prevê também adoção por casais gays. Alguns manifestantes (ao lado) se vestiram com roupas da Revolução Francesa. Pág 7 Reuters TV

GOLPES NO CORAÇÃO DA ÁFRICA Presidente da República Centro-Africana foge depois de convulsão provocada por rebeldes. França já enviou tropas à ex-colônia. Pág. 7

Rogério Amato dá início hoje a seu segundo mandato à frente da Associação Comercial de São Paulo defendendo a mobilização de empresários e trabalhadores, numa trajetória de formação e informação que passe a incluir todos os cidadãos, em busca das reformas que o Brasil tanto precisa. A entrevista na pág. 6

Reprodução

Paulo Pampolin/Hype

Em nome do pequeno empresário, aquele que não tem voz.

Estadão Conteúdo

Agliberto Lima/DC

É hora de 'traduzir' o Fashion Week Pág. 17

Cadê este Largo da Misericórdia? Conheça alguns pontos da Cidade que o progresso engoliu. Pág. 10

ACORDES DISSONANTES A Filarmônica de Viena promoteu abrir dados sobre sua íntima ligação com o nazismo. Mas a pauta é pianíssima. Pág. 13

ISSN 1679-2688

23837

9 771679 268008


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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sábado, domingo e segunda-feira, 23, 24 e 25 de março de 2013

Está mais do que evidente, hoje, que a estratégia do BC foi correta ao manter a política de queda dos juros. Delfim Netto

pinião

VENTOS TÓXICOS Q

uando o Banco Central iniciou, no segundo semestre de 2011, o cuidadoso procedimento de redução dos juros, abriu-se espaço para a multiplicação de análises interessadas em atacar a política, na expectativa de produzir um nível de descrédito capaz de interromper o processo. Basicamente, os analistas favoráveis à manutenção dos altos juros pretendiam convencer a sociedade de que sem eles seria impossível controlar a inflação. O governo insistiu na política para trazer as taxas de juro o mais próximo possível dos níveis internacionais, por entender que elas têm um espectro de influência sobre o sistema econômico que transcende seu papel de estabilizar a inflação. Manter um juro real baixo é fundamental para estimular a retomada dos investimentos privados e fator decisivo para aumentar a capacidade do investimento público nos empreendimentos vitais para a solução dos gargalos logísticos na infraestrutura. Está mais do que evidente, hoje, que a estratégia do BC foi correta, ao manter a prioridade da política de queda dos juros. Durante longo período houve uma espécie de cabo-de-guerra entre o setor financeiro e o governo, finalmente vencido por este, em benefício da sociedade produtiva e da população consumidora. Nas últimas semanas, analistas do mercado e "investidores financeiros" voltaram as baterias contra a autoridade monetária, com a conversa que o nível da taxa de juros está muito baixo e is-

DELFIM NETTO manda, mas produto de um "travamento" da oferta. Não poderia ser de outro, com o PIB crescendo a 2,5%.

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so vai prejudicar o combate à alta de preços – e, portanto, "é urgente elevar a taxa Selic", como único remédio capaz de garantir a meta inflacionária.

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ra, esse é o tipo de argumento que só interessa aos intermediários que vivem da especulação financeira e sentem-se prejudicados porque a baixa dos juros tornou muito compli-

cado manter as transações com os tais derivativos que estão na origem da tragédia mundial que causaram. Tentam convencer a sociedade que a Selic precisa retornar ao nível de 9,5% e o juro real subir para 4% e 5% para não se perder o controle da inflação. O diagnóstico consensual hoje no Brasil é que o crescimento dos preços não é resultado de um excesso de de-

Manter o juro real baixo é essencial para estimular a retomada dos investimentos privados e fator decisivo para aumentar a capacidade do investimento público .

esta perguntar se uma taxa de juro real de 4% a 5% estimula ou reduz a oferta global. Na demanda global, o efeito é mínimo porque as taxas de juros reais ainda são muito altas para o consumidor. Quanto às despesas públicas, o efeito será transferir renda para os "rentistas", os ganhos da especulação financeira, dos "vendedores de vento", geralmente tóxico, em detrimento dos trabalhadores, pelo aumento do custo da dívida pública. Uma alta dos juros certamente reduzirá os investimentos produtivos. No final, o efeito será negativo, reduzindo o crescimento da economia com resultados desprezíveis sobre a inflação, como aconteceu em 2012: menos de 1% de crescimento do PIB e inflação perto de 6%. ANTÔNIO DELFIM NETTO É PROFESSOR EMÉRITO DA FEA-USP,

EX-MINISTRO DA FAZENDA, DA AGRICULTURA E DO PLANEJAMENTO. CONTATODELFIMNETTO@TERRA.COM.

PARA ACELERAR A COMPETITIVIDADE

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abe aqueles dias em que parece que todo mundo está falando a mesma língua (e entendendo), pactuando os mesmos interesses e pavimentando o caminho para um futuro melhor? Pois o dia 11 de março foi assim. E quero compartilhar tal momento com vocês, na intenção de mostrar que transformações são possíveis, e temos de acreditar e trabalhar para que ocorram na velocidade que queremos. Começamos com a participação na cerimônia em que o governador Geraldo Alckmin instalou o Conselho Paulista de Incentivo à Competitividade (Conpic), cujo objetivo é identificar, estudar e propor políticas públicas que ajudem o setor produtivo a acelerar seu desenvolvimento. "Somos terra de gente trabalhadora, que tem DNA empreendedor e inovador. Precisamos continuar na vanguarda", afirmou o governador.

O

s desafios são imensos, assim como se mostrou grandiosa a disposição dos convidados – lideranças dos setores privado e governamental, empresários de todos os setores da economia – de trabalhar integrados, constituir o Conselho e fazer parte deste movimento. O Sebrae-SP participará das cinco Câmaras Temáticas

do Conselho – , Promoção à Competitividade, Gestão de Recursos Humanos, Desburocratização, Inovação e Infra estrutura e Logística. Nossa participação é natural: afinal, representamos dois milhões de micro e pequenos empreendimentos do comércio, da indústria, de serviços e do agronegócio, que empregam mais de sete milhões de paulistas e acreditam que a chave para garantir produtividade, rentabilidade e perenidade é a competitividade. Para isso é preciso avançar, desburocratizar os processos e as relações que permeiam as atividades do setor produtivo privado. Competitividade sem efetiva melhora no sistema de ensino é uma equação que não fecha. Em evento na Assembleia Legislativa encontramos o ministro da Educação, Aloysio Mercadante, e apresentamos nossa proposta de Escola de Negócios do Sebrae-SP, a fim de garantir apoio do MEC

à nossa ideia de incentivar, desde a base, a cultura empreendedora no País. Jovens e adultos recebendo, desde ensino médio, as lições de gestão empresarial e empreendedorismo é garantia de melhoria não só da taxa de sobrevivência, mas também do índice de inovação e de competitividade dos futuros empreendimentos paulistas.

E

studo nosso indica que a maioria das empresas muito inovadoras aumentou o volume de produção em até 70%, incrementou o faturamento em 70% e alavancou o número total de pessoas ocupadas também em 70% e a remuneração média dos empregados em 40%. A próxima parada foi no gabinete do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, que recebeu o diretor presidente do Sebra e Nacional, Luiz Barretto, o superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano, e a mim para selar parceria nos projetos que impactem

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Claudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine

ALENCAR BURTI diretamente na vida dos mais de 600 mil pequenos negócios, 223 mil empreendedores individuais e quase 1 milhão de empreendimentos informais abrigados na cidade de São Paulo. Um ótimo começo. E encerramos o dia prestigiando a cerimônia do Prêmio Construindo a Nação, promovido pelo Instituto da Cidadania Brasil, presidido pelo grande amigo Paulo Saab. Indescritível a sensação de estar na Sala São Paulo tomada por 1,5 mil diretores, professores e alunos da educação infantil ao ensino médio, de escolas públicas e privadas, que desenvolveram projetos de cidadania, tornando estes uma referência de ações práticas de solução para problemas das comunidades. Criado em 2000, o prêmio está na sua 12ª edição e já envolveu cerca de 2,5 mil

escolas e quase 2 milhões de alunos só no estado de São Paulo. Na 13º edição, o Sebrae-SP passará a integrar o rol dos parceiros desta iniciativa, junto com CNI, SESI, Fundação Volkswagen, Fundação Casper Líbero, Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e governo do Estado de São Paulo, por meio das Secretarias da Educação e da Cultura e do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE).

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ncerrei o dia na crença de que estamos no caminho certo e com energias renovadas para continuar trabalhando em prol da liberdade de empreender, sob todos os seus aspectos. ALENCAR BURTI É PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO DO SEBRAE-SP, EMPRESÁRIO E MEMBRO DO CONSELHO SUPERIOR DA ACSP.

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, João de Scantimburgo, Marcel Solimeo Diretor-Responsável João de Scantimburgo (jscantimburgo@acsp.com.br) Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editor de Fotografia: Alex Ribeiro. Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Marcus Lopes, Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke e Tsuli Narimatsu. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Mário Tonocchi, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves, Sandra Manfredini, Sílvia Pimentel, Vera Gomes e Wladimir Miranda. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

sábado, domingo e segunda-feira, 23, 24 e 25 de março de 2013

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pinião

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VEM MARÇO, VAI MARÇO E AS CHUVAS CONTINUAM CAUSANDO T R AG É D I A S NO BRASIL.

O PLANO BORGES

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ausência do comandante Borges, sempre arrebatado na postulação de suas convicções, era certamente, como de costume, a grande responsável pela conversa morna e preguiçosa. A maior parte das especulações opinava que, havendo chegado a um estado pré-apoplético no dia anterior, enquanto defendia algumas de suas posições controvertidas, ele resolvera tirar o dia de folga e talvez fazer drenagem de adrenalina. Pena, porque, quando o temperamento iracundo do comandante se manifesta,

graça, feitos por construtoras e empreiteiras delinquentes, o que não é muito difícil de achar. "E não será o bolso do contribuinte que vai sustentar os vagabundos na cadeia!" – acrescentou ele, já exaltado. "Os ricos ou os que tiverem renda pagarão a hospedagem. Cada um paga o que pode. Os alojamentos são os mesmos para todos, mas cada um paga o que pode, de forma que o ricaço vai pagar a mesma diária da suíte dele em Abu Dabi ou o aluguel do apartamento em Nova York. E o pobre, que não tiver renda nenhuma, paga com o salário que receber de seu trabalho na penitenciária. Todo mundo na penitenciária vai ter que trabalhar, porque quem não trabalhar não come. E a administração do sistema vai para a iniciativa privada, é bom negócio, vai dar bastante lucro.

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PAULO SAAB

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á situações no País que se fossem levadas a sério – como deveriam – muitas autoridades públicas, da presidente da República a prefeitos municipais, passando por governadores, vereadores e membros inoperantes do Ministério Público poderiam até ir para a cadeia. Todavia, no Brasil, a legislação parece feita para proteger quem a afronta, para guarnecer quem viola as regras, quem assalta os cofres públicos, quem faz seu paraíso pessoal à custa de verbas que deveriam ser usadas para minorar o sofrimento das populações carentes. É verdade que esta parcela da população, até por falta de opção, ou por ignorância, acaba se instalando em áreas de risco, em regiões de proteção ambiental, em locais sujeitos à ação agressiva da natureza.

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JOÃO UBALDO RIBEIRO não há quem não desperte de qualquer leseira. Uma tarde de domingo sem o comandante não é uma tarde completa. Felizmente essa terminou sendo completa outra vez, porque, quando não mais era esperado, ei-lo que surge, em sua garbosa bicicleta elétrica moderníssima, de boné novo, sorridente e sem exigir forca para ninguém. Pediu um chope e bolinhos de bacalhau para os companheiros de mesa e se acomodou confortavelmente na cadeira. Belo dia, não? Meteorologicamente, podia não ser, mas historicamente era um dia lindo, um dos dias mais lindos de sua vida. Depois de muito matutar havia chegado às pinceladas finais de seu grande projeto para o Brasil, não era possível que a população não o apoiasse num plebiscito, ou

coisa assim. Mas este é um problema para depois, o que interessa agora é o plano para nossa sofredora pátria.

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sse plano envolve uma cuidadosa programação de investimentos públicos, centrados na construção em massa de penitenciárias, para alojar todos os que estão fora da cadeia e tinham que estar dentro. Seria o Programa Penitenciário Nacional. Construção de presídios-modelo de primeiro mundo, embora sem firulas, tudo na austeridade de uma boa cadeia. Seriam dezenas ou centenas de vastos complexos, em todo o território nacional. A mão de obra seria basicamente de condenados já presos e do número extraordinário dos que viriam a ser presos. Os trabalhos de construção ficariam de

COMO O DIABO GOSTA la é tudo o contrário da "palanqueira" como seu chefe e senhor a nomeou: não consegue colocar sujeito, verbo e complemento numa frase nem ordenar o pensamento ao discursar para uma claque de meia dúzia de contratados na base de sanduíche de mortadela e tubaína. Seus discursos seguem a orientação do marketing de serem recheados de promessas vãs em meio ao tatibitate sem sentido. Assim, para dizer que construirá "milhões" de unidades do "Minha Casa, Minha Vida", ela começa com definições ridículas: a casa é onde a família se reúne, a criança dorme, todos almoçam e onde, felizmente, tem banheiro. E segue o lenga-lenga cheio de tropeços verbais, num vazio incompatível com o cargo que ocupa. Seu chefe, pelo menos, sempre se notabilizou pela conversa para boi dormir, mas com domínio do microfone. A partir do lançamento de sua candidatura à reeleição, um ano e oito meses antes do pleito eleitoral, ela está impossível.

DE MARÇO

Em discurso em cidade do Nordeste, deixou pra lá qualquer inibição e declarou, como é próprio de seu partido, que vai "fazer o diabo" para se eleger. Dito assim, vestida com seu indefectível terninhouniforme vermelho-horror, dá para imaginar o que ela e seu partido aprontarão na eleição do ano que vem. Como em toda campanha o partido fala do futuro com olho no passado, pode-se prever o que virá pela frente, com a fábrica de "dossiês" à toda para levantar histórias fantásticas sobre adversários vistos como inimigos. Fernando Henrique que se cuide: certamente será execrado por ter domado a inflação e colocado o país nos eixos com o Plano Real.

E

m contrapartida, não se chegará a uma conclusão sobre o escândalo "Rosegate", urdido e consumado dentro do escritório da Presidência da República em São Paulo. Será dito, como no Mensalão, que tudo não passa de invenção da imprensa, motivo, aliás,

para nova regulação dos meios de comunicação, ou melhor, censura.

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ando asas ao diabo com seu uniforme "vermelhoCuba-Fidel", também em homenagem especial ao Chávez, que, depois de morto, "vive" para levar a cabo a revolução bolivariana, ela pelegrinará pelo Brasil, seguindo as trilhas de Luís Inácio, autonomeado novo Lincoln. Aliás, o grande presidente americano deve estar se remexendo na tumba pela comparação e pela frase sobre de como deve ser um governo ("do povo, para o povo, com o povo") ter se transformado em slogan do PT, sem o devido crédito, embora seja muita ingenuidade achar que o PT fosse ético a ponto de dar crédito ao conceito de governo elaborado por um presidente americano, ainda mais Republicano. Afinal, o marketing petista funciona como um "panzer" nazista que leva tudo de roldão para apagar a verdade dos outros e tornar verdades suas mentiras.

om o boom da construção civil e seu efeito multiplicador, o país prosperaria até no embalo. Mas é forçoso reconhecer, acrescentou o comandante, que o código penal precisa ser mudado e simplificado. Só haverá pena de cadeia fechada, nada de frescura de serviços comunitários, de sair para Natal e outras colheres-de-chá. O que varia é o tempo de cadeia, mas qualquer infração rende cadeia. O juiz de plantão julga no mesmo dia e encana o elemento. "Quanto aos dimenor, a lei vai ser também bem simples", finalizou ele. "Para o dimenor com menos de doze anos, vai para a cadeia o pai ou responsável, por um número de anos igual à metade da idade do vagabundinho. Para quem está entre os doze e os dezesseis, cadeia direta nele, por metade dos anos de sua idade. E qualquer reincidente pega pena repetida e assim sucessivamente. Que tal? Amanhã mesmo já começo a colher assinaturas na internet." – Você vai apresentar isso como o Plano Borges? "Não, eu detesto aparecer, fico satisfeito só em ter tido a ideia para uma solução perfeita dos nossos problemas. Quer dizer, a verdade é que eu sinto falta de um aspecto. Você não acha que as penitenciárias deviam ter uma forquinha? Ou senão uma guilhotinazinha? Cadeira elétrica eu sou contra por causa do gasto de energia, mas guilhotina vai por gravidade, corta ligeirinho…"

JOÃO UBALDO RIBEIRO É CRONISTA, ROMANCISTA E PERTENCE À ACADEMIA

BRASILEIRA DE LETRAS.

MÁRIO RIBEIRO

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Marcos de Paula/Estadão Conteúdo

ouco mais de meio-dia, no aclamado boteco Tio Sam, tudo parece estar de acordo com a filosofia do proprietário do estabelecimento, ou seja, a normalidade. O domingo não se apresenta dos mais gloriosos, mas não chove e, a cada trinta segundos, passa uma bela moça ou formosa senhora a caminho da praia. Às mesas do Tio Sam e do boteco que lhe é vizinho, os coroas de sempre – nenhum dos quais jamais precisou de Viagra ou semelhante, mas sempre tem um amigo que precisa – se postam tão perto quanto possível da calçada, para desfrutar da paisagem e comentar as qualidades organolépticas das desfilantes. Amavelmente cafajestes, denominam isso "apreciar o cânter" – e o cânter aqui desta calçada leblonina nunca decepciona os aficionados. Nenhuma novidade. Como acontece frequentemente, Dick Primavera começa a dar expediente em seu celular, mesmo bem antes de sentar-se. Ele insiste que são clientes de sua próspera empresa de condicionamento de ar, mas, cala-te boca, comentários maledicentes afirmam que se trata da complexa administração de uma agenda de admiradoras invejavelmente abarrotada, onde o overbooking às vezes causa um probleminha. Mas, de resto, pode-se até dizer que se instaura uma certa pasmaceira, quebrada somente por alguma observação revoltada sobre exame de próstata, a inclusão da Rejeição Não-Justificada de Paquera como grave infração no Estatuto do Idoso, ou como seria interessante que alguns de nós, seguindo altos exemplos, formássemos uma quadrilha para roubar dinheiro público, assim garantindo a famosa qualidade de vida, durante o ocaso de nossa existência. Mas é da convicção geral que o mercado está saturado, pois abundam quadrilhas e escasseia o que roubar, é grande a concorrência e não tem misericórdia.

NOVAS ÁGUAS

esde a música famosa de Tom Jobim ("são as águas de março fechando o verão"4 todos sabemos que, ano após ano, haverá chuvas, tragédias, com deslizamentos e soterramentos, e as autoridades públicas só fazem lamentar e fazer promessas depois dos fatos. O dinheiro e recursos, como alimentos e roupas, enviados aos locais das tragédias, são desviados no meio do caminho. Dinheiro que enriquece pessoas desprovidas de espírito público e de compaixão, que se fartam enquanto os que precisam de verdade minguam na indigência do poder público. Autoridade chorando em local de desgraça é fácil. Visitar, fazer cara de tristeza, é fácil. Dizer que vai fazer isso ou aquilo, é fácil. Já agir com espírito público real e enfrentar os problemas de vez, é o que jamais se vê. Instalar um alarme para o povo sair correndo é até ofensivo. Retirem as pessoas, construam casas em locais apropriados, vendam-nas em condições subsidiadas, mas com contrapartida. Os flagelados de chuvas de três anos atrás, no Rio de Janeiro ainda moram em alojamentos improvisados, enquanto governantes, políticos, que desviaram dinheiro destinado a um resgate decente , estão mais ricos e devem rir da cara de todos nós. São indecentes, mas o Ministério Público parece fingir que não vê. O governador do Rio, Sérgio Cabral, tão ativo na defesa do dinheiro do petróleo para seu estado, deveria empregar a mesma energia para, ao menos, se livrar do constrangimento público de a cada verão aparecer com cara de coitado e triste, quando seu dever, com tanto dinheiro que seu estado tem, seria nunca mais permitir esse tipo de ocorrência.

E Entusiasmado, o diabo deve andar esfregando as mãos de alegria nesta exagerada antevéspera das eleições. Serão muitos arranjos de boquinhas em novos ministérios a serem criados, muitos acordos com partidos sem expressão, muitas bolsas de compra de votos, muitas arapucas, promessas e desonerações demagógicas para enconder a inadimplência e a inflação brava que não param de crescer, além de muita tropa de choque, como as que acuaram a blogueira cubana Yaoni em sua visita ao Brasil. Enfim, muita armação, como o diabo gosta. Tudo dentro de um planejamento que se encaixa como uma luva em um país onde não existe pecado por estar abaixo do Equador, não é mesmo? MÁRIO RIBEIRO É

m São Paulo, na capital, o novo prefeito, que já parece bem velhinho, pois assumiu e sumiu, põe propaganda paga com dinheiro público nas rádios, avisando para as pessoas não saírem na chuva. Foi descoberta a América! É tudo recorrente, plastificado. A falta de vergonha na cara de quem dirige a coisa pública em nosso País, não muda, não melhora. Só vai mudar, só vai melhorar, quando houver uma política nacional de educação, no sentido de alfabetizar de ampliar o conhecimento, de modo a dar à população em geral elementos de discernir, entender, ter consciência da realidade e, com isso, eliminar da vida pública, via voto (não somos Cuba para mandar ao paredão os contrários aos governantes) os políticos e dirigentes públicos corruptos, incapazes, descomprometidos com a causa pública e muitas vezes bandidos da pior qualidade, travestidos de pessoas importantes pelo voto e pela indicação política. Agora, cá entre nós, como uma parcela bem grandinha desse tipo de gente está incrustada no poder , e a eles não interessa tirar a massa da ignorância e da miséria (apesar do discurso e dos slogans eloquentes) quem vai promover a mudança? O investimento na educação? Quem? Quem? Silêncio...

JORNALISTA E PUBLICITÁRIO

PAULO SAAB É JORNALISTA E ESCRITOR


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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GibaUm

3 Chico

Alencar deverá disputar o Planalto pelo PSOL, acabando com o sonho de Luciana Genro, que já tem um plano B .

gibaum@gibaum.com.br

k “Senhores, amanhã chega a minha chefe brava e ungida pelo Papa.”

IDELI SALVATTI // ministra de Relações Institucionais, indo embora cedo de jantar com deputados mineiros, na véspera do retorno de Dilma de Roma.

Fotos: Paula Lima

3 MAIS: filha de Tarso Genro, ela quer mudar seu domicilio eleitoral para São Paulo e disputar uma cadeira na Câmara Federal.

Canalha é o cara 333 As admiradoras de Fernanda Torres, a Fátima de Tapas & Beijos, escrevem e pedem que ela fique com Armani, o mulherengo vivido por Vladimir Britcha. “Eu não entendo, falo que ele é casado, que não dá para a Fátima ficar com ele e mesmo assim, elas ainda imploram. Não tem jeito, toda mulher ama um homem canalha. Ou seja: não dá para negar que os canalhas têm seu valor”.

PRATO ESPECIAL Raros portenhos que, nos últimos anos, tiveram a chance de sentar à mesa com o então cardeal Jorge Maria Bergoglio, puderam saborear um dos pratos que ele adora fazer e que é muito popular na Argentina. Chama-se Bagna Cauda e que é uma espécie de caldo onde se mistura cardo, alho, manteiga, azeite, anchovas, sal e pimenta e creme de leite. Ideal é ser cozinhado em panela de barro e acompanhado de um bom vinho.Originalmente,o Bagna Cauda é da região de Piemonte e os emigrantes italianos é que o levaram para a Argentina. 333

Para justificar Nessas visitas a países africanos e latino-americanos que Lula tem feito, sempre patrocinado pelas grandes empreiteiras nacionais, entre elas Odebrecht, Camargo Correa e OAS, onde faz uma espécie de intermediação de negócios, sempre o expresidente faz uma palestra – e quase sempre de improviso e em torno dos mesmos temas. Essa é a formula encontrada para as empreiteiras pagarem os serviços do ex-chefe do Governo e, no geral, os cheques são para o Instituto de Cidadania, que gera menos impostos do que a pessoa física. 333

FRANCISCANO Também o vice-presidente dosEstadosUnidos,JoeBinden, que é católico, foi a Roma participar das cerimônias iniciaisdeacolhimentodoPapa Francisco. Levou junto sua irmã e sua filha, assessores e seguranças e viajaram no avião presidencial Air Force One. Binden representava, oficialmente, Barack Obama. Ficaram todos na embaixada americana.OsministrosAntonio Patriota e Aloizio Mercadante, bem como manicure de Dilma Rousseff, devem ter achado os americanos “uns pobretões”.

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333 Com a Colcci trazendo o ator Paul Walker, de Velozes e Furiosos, para animar o bloco feminino, mais Alexandre Herchcovith lançando roupas para homens e Lino Villaventura exibindo suas criações no último desfile da noite, termina mais uma SP Fashion Week , com preview do verão e um verdadeiro festival de estampas, cores, recortes e tecidos. Nos últimos dias, da esquerda para a direita, a sempre inspiradora Izabel Goulart, Val Marchiori, recémchegada da Europa, a modelo Erin Heatherton, Gianne ( Hoje em Dia ) Albertoni e Fernanda Motta, que vai cuidar da Dança da Galera no programa de Fausto Silva.

Fim de feira

333 Na última pesquisa CNI/Ibope, onde Dilma dispara em seus índices de aprovação e popularidade, é detectado grande retorno a favor de sua imagem o fato de ter cancelado todos seus compromissos para ir a Santa Maria, interior do Rio Grande do Sul, levar sua solidariedade às famílias dos jovens mortos na balada Kiss. Esse é um tipo de ação que, em seus oito anos de governo, jamais conseguiu tirar o então presidente Lula do conforto de sua cadeira para ir a um local onde tivesse acontecido uma tragédia. Em 2010, no caso de Angra dos Reis, Lula apareceu depois de três dias. O governador Sérgio Cabral não aparece em locais de tragédia, especialmente na região serrana do Rio. Detalhe: quem mandou Dilma ao sul foi o marqueteiro João Santana.

Dedo de João

333 Sete mulheres de lingerie, seminuas e exibindo poitrines andam por ruas escuras de Paris, encostam nos carros fazendo o gênero prostituta: é o vídeo dirigido por James Lima para a revista Love , inspirado na última coleção Louis Vuitton, assinada por Marc Jacobs, que aparece no final preparando o desfile de suas criações. As modelos são conhecidas: entre elas, Georgia Jagger, a brasileira Isabeli Fontana e Cara Delenvingne, eleita a Modelo do Ano no British Fashion Awards. Organizações de defesa dos direitos das mulheres estão estrilando: é a glamourização da prostituição.

O CANTOR Hudson, que faz dupla com Edson e que foi preso em Limeira, interior de São Paulo, por porte ilegal de arma e munição, chama-se, originalmente, Udson Cadorini. Só quando decidiu ser cantor é que colocou um “h” na frente de seu nome para corrigir o tropeção cometido pelo cartório responsável por sua certidão de nascimento. 333

A atriz Emma Watson, 22 anos, em dez anos participou dos oito filmes da série Harry Potter: agora, Hermione faz seus primeiros vôos solo, até como modelo da Burberry britânica e embaixadora da Lancôme. E quer se livrar da imagem da adolescente: agora, na base de topless, faz um ensaio para o livro de James Houston que colabora com a Global Green, organização ambientalista. De quebra, aparece glamourosa com batom da época e um certo ar dos fifties, com pellerine, no interior de um carro para o site car-addicts.com.

Hermione, mulher

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Lobista com know-how A tentativa de mudar a sede do estaleiro Jurong do Espírito Santo para o Porto do Açu, de Eike Batista, tinha por trás a ação do lobista Amaury Pires Neto (é diretor de relações institucionais do grupo EBX). Para quem tem memória curta: é o mesmo que, no comando do Fundo Nacional de Marinha Mercante, ajudou Alfredo Nascimento a cair do Ministério dos Transportes. Foi ele também que arrumou financiamento de R$ 113 milhões do Fundo para uma empresa de Blairo Maggi. Detalhe: Pires Neto havia sido indicado para o cargo por Valdemar Costa Neto (PR-SP). 333

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TROTTOIR CHIC

TODAS esses encontros sigilosos (por um certo templo, claro, porque também seu vazamento é calculado) do governador Eduardo Campos, pré-presidenciável, com líderes políticos brasileiros, de Roberto Jefferson a José Serra, são armados pelo marqueteiro argentino Diego Brandy, que já atuou em duas campanhas do pernambucano. 333

333 ESTÃO em guerra declarada, em Brasília, os jornalistas Mino Pedrosa e Ricardo Noblat.

O livro do Papa 333 Já está em pré-venda e deverá chegar logo às livrarias Sobre o Céu e a Terra, do Papa Francisco, editado pela Paralela (Companhia das Letras). É um livro que relata uma conversa entre o então cardeal Jorge Mario Bergoglio e o rabino Abraham Skorka, abordando vários assuntos. Ele se manifesta radicalmente contra o casamento de homossexuais, aborto e eutanásia. Reclama das mulheres “vestidas ou desvestidas” nos casamentos. É considerado conservador, só que num trecho acaba surpreendendo: “O padre, às vezes, chama atenção sobre pontos da vida privada e publica porque é o condutor da paróquia. Só que ele não tem o direito de se meter na vida privada dos outros. Se Deus, na Criação, correu o risco de nos tornar livres, quem sou eu para me meter?”

MISTURA FINA

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Anel de cobra.

Anel de caveira.

Em nome de Deus Quem vem a São Paulo, em maio, para fazer uma palestra dia 8, no Teatro Geo, dentro do ciclo Fronteiras do Pensamento é uma das maiores estudiosas de religião, Karen Armstrong, 68 anos, ex-freira e escritora, com mais de 20 livros publicados. No Brasil, seu livro mais famoso (e esgotado) é Em Nome de Deus, sobre o fundamentalismo no judaísmo, cristianismo e islamismo. Estudou em Oxford e ensinou na Universidade de Londres. Escreve regularmente para o The Guardian e é voltada especialmente para o entendimento entre as religiões. Seu último livro publicado entre nós é Em Defesa de Deus (Companhia das Letras). 333

QUEM está em São Paulo e nesta semana, deverá ir ao Rio, é o inglês Jonathan Martin, diretor conhecido por formar atores como Colin Firth, Michael Fassbender e Pierce Brosnan. Veio para fazer palestras, a convite da escola Célia Helena, de São Paulo, uma das mais respeitadas também na formação de atores. Martin é especialista em dramaturgia e interpretação para câmera.

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ELEIÇÕES presidenciais à parte, a presidente Dilma Rousseff tem muita consideração – a até a considera sua amiga – por Renata, mulher de Eduardo Campos e primeiradama de Pernambuco. Vira e mexe, Renata brinda a Chefe do Governo com guloseimas típicas do Nordeste, muitas preparadas por ela mesma. 333

333 A EDITORA LeYa prepara o lançamento, para o segundo semestre, do livro The Juliette Society e trará ao Brasil sua autora, Sasha Grey. O livro fez o maior sucesso lá fora, seus direitos já foram vendidos para o Fox e a autora é uma ex-atriz pornô, que resolveu mudar de profissão.

Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero

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5 MULHERES NA RESISTÊNCIA A Comissão Nacional da Verdade e a Comissão Estadual da Verdade Rubens Paiva realizam hoje, em São Paulo, encontro sobre mulheres na resistência no regime militar e das violências que sofreram.

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Fábio Teixeira/Estadão Conteúdo

IMPASSE –

Fernando Bizerra Jr/Efe

Ele (o papa Francisco) disse assim: 'Não lê tudo, porque você vai se aborrecer. Então você pega o índice e vai lendo aos poucos'." Presidente Dilma Rousseff, comentando a atitude do papa Francisco ao presenteá-la com um livro sobre a conferência episcopal que o levou ao Rio em 2007. A exploração desse assunto (o custo da viagem de Dilma e comitiva ao Vaticano) só pode ser atribuída à falta de percepção para assuntos mais importantes. Ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) minimizando os gastos da viagem, que consumiu R$ 324 mil só em hospedagem.

Feliciano: capítulo final? Beijaço de Repúdio em São Paulo sábado; manifestação no Rio hoje; decisão em Brasília amanhã: fim de caso?

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três dias da decisão sobre a permanência do pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, mais um protesto ontem, na Avenida Paulista, reforçou a rejeição ao parlamentar. Como forma de ironizar sua conduta, um grupo de gays e simpatizantes reuniram-se, no fim da tarde de sábado, no Beijaço de Repúdio – organizado pelo Facebook. A manifestação, na esquina da Paulista com Consolação, foi organizada pelo historiador Augusto Patrini. "Com esse ato, quere-

Antonio Cruz/ABr

José Cruz/ABr

O partido é soberano, mas eu não renuncio! Não renuncio! Deputado-pastor Marco Feliciano (PSC-SP) batendo de frente com o seu partido e com o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves (PMDB-RN).

Esta Casa vai tomar uma decisão a curtíssimo prazo porque a Comissão de Direitos Humanos e Minorias, pela sua importância, não pode ficar neste impasse. Do jeito que está, a situação da Comissão se tornou insustentável. Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da Câmara dos Deputados, sobre a situação do pastor evangélico Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos. Não acho razoável que o PSB fique ali catando migalhas do banquete onde estão PMDB e PT e deixe para largar esse osso só na véspera da eleição. Ciro Gomes, ex-ministro, mudando de tom e agora defendendo a candidatura do PSB ao Planalto, duas semanas após criticado o colega de partido Eduardo Campos (PSB), virtual candidato à Presidência. Os royalties são distribuídos mensalmente. Então, na virada do mês, os Estados têm de saber qual é a regra que vale. Essa é a razão. A urgência qualificada era essa. Só isso. Ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, justificando a liminar que concedeu aos Estados produtores de petróleo. Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr

Existe uma relação saudável, todos trabalham em prol do jurisdicionado. Com todo o respeito que tenho, não podemos aceitar a generalização negativa. Desembargador Ivan Sartori, presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, rebatendo Barbosa.

Valter Campanato/ABr

Acho que haverá grande unidade em torno do senador Aécio Neves. Quando chegarmos em maio, teremos uma composição. Governador de Minas Gerais, o tucano Antonio Anastasia. Há muitos (juízes) para colocar para fora. Esse conluio entre juízes e advogados é o que há de mais pernicioso. Nós sabemos que há decisões graciosas, condescendentes, absolutamente fora das regras. Comentário de Joaquim Barbosa, presidente do STF, sobre julgamento que determinou a aposentadoria compulsória de um magistrado do Piauí acusado de beneficiar advogados.

A Fundação Nacional do Índio ofereceu, na tarde de ontem, quatro dias de hospedagem em um albergue, na Glória, no Rio, aos 21 índios que invadiram, sábado, o Museu do Índio, em Botafogo. A oferta – recusada por eles – foi feita na sede da Justiça Federal do Rio, no Centro. A audiência de conciliação terminou em impasse por volta das 18h. Os índios disseram que ficariam hospedados em casas de amigos.

mos mostrar que o amor entre duas pessoas, não importa o sexo, é uma coisa bonita e não tem nada de vergonhoso, ao contrário do que prega o deputado Feliciano. Ele é uma pessoa racista e homofóbica e não pode estar em uma comissão de direitos humanos." Desde que Feliciano fez comentários preconceituosos em redes sociais, vários segmentos da sociedade têm defendido seu afastamento da presidência da Comissão. Ontem, o pastor deu mais um sinal público de que pretende resistir no cargo. Divulgou em seu site que "já prepara viagem oficial" à Bolívia

"nos próximos dias" para tratar do caso dos corintianos presos naquele país após a morte de um garoto numa partida de futebol. O presidente da Câmara, Henrique Alves – que, no último dia 20, apelou para que o deputado renunciasse ao cargo – deve tomar uma decisão sobre o caso até amanhã. Réu em ação penal por suspeita de estelionato, Feliciano terá que depor sobre o caso, que tramita no Supremo Tribunal Federal dia 5 de abril. Segundo denúncia do Ministério Público do RS, Feliciano firmou contrato para participar de show evangélico em

2008 e não compareceu. Ele é acusado de inventar acidente no Rio para justificar ausência no evento – recebeu cachê de R$ 13,3 mil. Segundo defesa do pastor, o valor foi ressarcido aos promotores do evento. NO RIO TAMBÉM– Hoje, um ato liderado pelo deputado federal Jean Wyllys e pelo estadual Marcelo Freixo,(ambos do PSol) vai reunir artistas como Caetano Veloso, Leandra Leal, Lázaro Ramos e lideranças de várias religiões na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro. "Será um ato em defesa da cultura contra o fundamentalismo religioso'', diz Wyllys.

Lula, o peregrino das empreiteiras.

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uase metade das viagens internacionais feitas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva após deixar o governo foi bancada por grandes empreiteiras com interesses nos países que ele visitou. A revelação foi feita no fim da semana passada pela Folha de S.Paulo. De acordo com documentos obtidos pelo jornal, todos ficam na América Latina e na África. As duas regiões foram prioridades da política externa do petista em seus dois mandatos. A assessoria do ex-presidente diz que ele trabalha para promover "interesses da nação" e não das empresas que bancam suas atividades. Mas políticos e empresários familiarizados com as andanças de Lula disseram à Folha que ele ajudou a alavancar interesses de gigantes como Camargo Corrêa, OAS e Odebrecht nesses lugares. Um telegrama diplomático de novembro do ano passado, enviado ao Itamaraty pela embaixada do Brasil em Moçambique após uma visita de Lula, diz que ele ajudou empresas brasileiras a vencer resistências locais ao "associar seu prestígio" a elas. Desde 2011, Lula visitou 30 países, dos quais 20 ficam na África e América Latina. As empreiteiras pagaram 13 viagens. Na última terça-feira, Lula iniciou novo giro africano, começando pela Nigéria, e patrocinado por Odebrecht, OAS e Camargo. As empresas negam ter pago as viagens de Lula para que ele defendesse seus interesses. Dois procuradores da República, um delegado federal, um juiz e dois advogados disseram que não há, a princípio, irregularidades nas viagens por não haver lei sobre a atuação de ex-presidentes. Em novembro de 2012, Lula viajou para quatro países (África do Sul, Moçambique, Etiópia e Índia). Segundo nota

divulgada pelo Instituto Lula na ocasião, o objetivo era a "cooperação em políticas públicas e ampliação das relações internacionais", mas o telegrama da embaixada brasileira deixa claro que o assunto da viagem era outro. As duas primeiras paradas foram pagas pela Camargo Corrêa. Em Moçambique, a empresa participou das obras de uma mina de carvão explorada pela Vale, que meses antes fora alvo de protestos de centenas de famílias removidas pelo empreendimento. Segundo o telegrama da embaixada brasileira que relatou ao Itamaraty a visita de Lula, o ex-presidente contribuiu para reduzir resistências que as empresas brasileiras enfrentam em Moçambique. O Instituto Lula confirmou que as empresas bancam as viagens do ex-presidente, mas disse que o objetivo é consolidar a "imagem e os interesses da nação brasileira". CONVIDADO ILUSTRE – Na única viagem em que o ex-presidente foi designado representante oficial do governo Dilma Rousseff, ele incluiu, entre os membros da delegação, um diretor da Odebrecht, Alexandrino Alencar. O pedido, ocorrido em 2011, para a inclusão do diretor da construtora na delegação que iria a Guiné Equatorial causou estranhamento no Itamaraty, que cobrou informações sobre o caso à assessoria de Lula. Na Guiné Equatorial há quatro empresas brasileiras com grande atuação: ARG, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e OAS. A Odebrecht entrou no país após a visita de Lula, sendo favorita para obras na parte continental, onde está sendo construída uma capital administrativa. Lula foi a Guiné Equatorial em 2011 participar da Assembleia da União Africana como chefe da delegação brasileira.

Dilma inocenta. Oposição...

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presidente Dilma Rousseff, por meio de sua assessoria, afirmou que não é possível deduzir que Lula teria atuado em suas viagens a favor das empreiteiras. "Eu me recuso a entrar nesse tipo de ilação sobre o presidente Lula. O presidente Lula tem o respeito de todos os chefes de Estado da África e deu grande contribuição ao Brasil nessa área." A oposição acusou o expresidente de misturar interesses "nacionais com empresariais" ao viajar para o exterior bancado por empreiteiras que têm interesses nos locais de suas visitas. Apesar de os congressistas afirmarem

que o pagamento das viagens não é ilegal, eles dizem que Lula deveria agir "às claras" em relação aos patrocinadores. "Se ele quer fazer lobby, que faça às claras, que receba honorários para isso. Feito por baixo dos panos é indecoroso. O problema é confundir o interesse de uma empresa com os interesses do País", disse o líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP). "Fica a impressão de benefícios governamentais r e t r i b u í d o s c o m v a n t agens posteriores ao mandato. É importante que o ex-presidente esclareça isso", afirmou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).


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Ninguém acredita mais no herói isolado, no salvador... O Brasil já aprendeu de uma maneira bastante clara que não existe o salvador da pátria.

A indústria está desmilinguindo. E tem algumas pessoas que cinicamente dizem que é assim mesmo, pois ninguém consegue competir com a China.

Enquanto o Brasil estiver na situação em que está, de total ignorância pela população desse nosso problema de manicômio tributário, a classe política não se sensibilizará.

ROGÉRIO AMATO

Na marcha dos empresários A ACSP se ocupa das grandes causas do pequeno empresário, aquele que não tem voz, que não consegue ir direto ao governo, diz Rogério Amato, que assume hoje seu 2º mandato à frente da entidade.

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mobilização de todos, de empresários a trabalhadores até chegar a todos os cidadãos é a chave para as reformas que o Brasil precisa principalmente as mudanças nas áreas tributária, política e trabalhista. A tese é do presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Rogério Amato, que dá início hoje ao seu segundo mandato à frente da entidades. "Estamos chegando a um ponto que ou existe uma mobilização em todas as áreas ou então vamos perder a guerra comercial instalada no mundo hoje", disse o presidente em entrevista ao Diário do Comércio. De acordo com Amato, a grande marcha da sociedade, deve ser contra a excessiva carga tributária. Por isso, o movimento De Olho no Imposto, que, oito anos após seu lançamento, contribuiu para que fosse criada uma legislação no Brasil garantindo a inclusão do valor dos impostos nas notas fiscais. Para o presidente da ACSP, somente quando a classe política perceber que a sociedade é informada e cobra soluções para seus problemas esses processos podem seguir em frente. "Enquanto o Brasil estiver na situação que está de total ignorância pela população desse nosso problema de manicômio tributário a classe política não se sensibilizará para isso." A seguir, os principais trechos da entrevista. Diário do Comércio – O empresário brasileiro participa da condução econômica e política? Rogério Amato – De maneira genérica, sem participação não existem resultados. E ninguém acredita mais no herói isolado, no salvador... O Brasil

já aprendeu de uma maneira bastante clara que não existe o salvador da pátria. O que existe é um esforço coordenado para se tenha melhorias contínuas nos menores prazos possíveis. Por outro lado, não existe uma articulação de todas as áreas por objetivos comuns para um Brasil mais competitivo. Vejamos, por exemplo, nosso setor agronegócio é um dos mais modernos do mundo. O Brasil, ano a ano, bate recordes de produção e consegue produtividade cada vez melhor em todos os produtos, principalmente em grãos. Estamos liderando o mundo em suco de laranja, carne, soja, milho...

Esse ano estamos batendo a produção de milho norte-americana. Isso era uma coisa impensável até pouco tempo atrás. Só que quando sai da fazenda o que vemos é um curso absurdo de uma infraestrutura desatualizada, antiga, fora do propósito que derruba completamente nossa competitividade. Toda a sociedade tem que se unir para viabilizar a competitividade da agricultura e de todos os setores da economia brasileira. DC – Qual o papel das associações comerciais no processo? Amato – As associações comerciais têm um nicho próprio que é o atendimento ao pequeno e médio empresário. Porque no Brasil o grande empresário resolve seu problema diretamente com os governos. As grandes empresas no Brasil têm a possibilidade de, dada a complexidade das leis e regras, poder resolver o seu problema diretamente com o Estado. E esse processo tem uma razão histórica. Vem com Getulio Vargas, que trouxe esse modelo sindical italiano com o objetivo de picar a representação da indústria, comércio, serviços criando um imposto sindical. Assim, ele deu um imposto para o patrão e um para o trabalhador. Isso tudo gera sindicato, essa coisa toda. E eu pergunto: alguém se sente representado por esses sindicatos que existem por aí? Não. Eu diria que 95% das pessoas nem sabem que pagam imposto para o sindicato e para qual. O que digo é que precisamos rever isso. O Brasil é o único país que tem uma legislação trabalhista anacrônica, que prejudica o trabalhador e também o País. Não existe no resto do mundo nada parecido com isso. Estamos chegando a um ponto que ou existe uma mobilização em todas as áreas ou então vamos perder a guerra comercial instalada no mundo hoje. Veja o que está acontecendo com a indústria. Ela está d e s m i l i nguindo,

DC – Qual é a contribuição da Associação Comercial de São Paulo? Am ato – A Associação Comercial de São Paulo é do pequeno empresário, aquele que não tem voz, que não consegue ir direto para o governo. E temos uma força importante nesse sentido. Praticamente toda a legislação da pequena e da microempresa saiu dessa casa. O microempreendedor individual, o Estatuto da Pequena Empresa, o Cadastro Positivo nasceu aqui. A nossa entidade cuida de causas. Ela não é despachante de pequenas causas. Isso é uma grande diferença. Uma coisa é você ser despachante de pequena causa. A entidade vai ao governo para resolver o problema de uma alíquota de um produto etc. e outra coisa são as grandes causas. DC – E qual a grande causa, hoje, na ACSP? Amato – As causas do imposto são permanentes para nós. Porque isso é um desagregador, é um entulho ao desenvolvimento. Veja o caso das obrigações acessórias. Você tem a obrigação principal que é pagar o imposto e as acessórias. O Brasil é o único país no mundo onde as obrigações acessórias custam 4% sobre o custo das empresas. Isso representa 2,4% sobre o faturamento das empresas. Isso é uma barbaridade, é um imposto embutido. Nós estamos trabalhando firme nesse sentido hoje. Agora, quando temos essa desagregação, cada ente do governo, na melhor boa intenção, resolve que tem que ter uma informação própria, dele só. Isso gera coisas para você fazer que você precisa contratar um advogado, um escritório de contabilidade para você responder. Tudo isso é custo que no fim quem vai pagar é o trabalhador, é o assalariado e no final quem paga é o País porque você perde competitividade para exportar produto. Outra coisa é o De Olho no Imposto. Esse movimento não é uma pirotecnia. Na hora em que a população souber, recebendo o tíquete, e ver o quanto tem de imposto ali, vai entender que é ela quem está pagando. Hoje, sa-

be que paga imposto porque nós fizemos o Impostômetro. Mas não sabe quanto e nem como. DC – Chegamos novamente às reformas tributária... Amato – De maneira geral, a classe política só reage quando percebe que o assunto chegou ao conhecimento público. Enquanto o Brasil estiver na situação em que está, de total ignorância pela população desse nosso problema de manicômio tributário, a classe política não se sensibilizará. Quem se sensibiliza é quem está enfronhado no assunto, quem conhece melhor. Os políticos não se movem espontaneamente. DC – De qualquer forma as diversas associações estão mobilizadas... Amato – Temos aqui na ACSP um fórum de entidades que se reúnem constantemente. Temos parcerias permanentes com o Sescon (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Estado de São Paulo), com a Ordem dos Advogados de São Paulo, e agora com a associação que cuida das máquinas do De Olho no Imposto. Temos que ter um mínimo de organização para termos resultados. Mas veja, o De Olho no Imposto demorou mais de 8 anos para sua implantação. Não podemos ser tão imediatistas dizendo que basta apertar um botão para resolver todos os problemas. Tudo é um processo, muitas vezes longo, para a solução dos problemas que afetam os empresários e os trabalhadores. A Associa-

ção Comercial de São Paulo está permanentemente voltada para as questões dos empresários e da sociedade brasileira. Essa é a nossa missão. A Associação só existe para isso. Ela não existe somente para vender produtos. Ela só faz isso para gerar recursos para poder representar o empresário. Essa é a razão da nossa existência. DC – Como o senhor vê a participação do empresário e coordenador da Câmara de Gestão e Competitividade, órgão ligado à Presidência da República, Jorge Gerdau Johannpeter, no governo federal? A m a to – Tenho profundo respeito pelo Gerdau. Ele é uma pessoa que construiu um império. Quem conhece a trajetória dele, sabe que nesses últimos anos ele tem se dedicado à eficiência e inclusive fundou o Movimento Brasil Competitivo. Ele, com a capacidade convocatória que tem, consegue convocar empresários para patrocinar a melhoria da gestão dos Estados. Isso já acontece em Minas Gerais, Pernambuco e no Rio Grande do Sul. O que ele tem de melhor é a capacidade de organizar e de aglutinar. E está usando isso para mobilizar o Estado em direção da gestão eficiente. Mas os Estados com gestão, hoje, fazem coisas que as empresas já fazem há 20 anos. Assim como a gestão não é novidade para as empresas, as pessoas sempre diziam que não dava para utilizar o princí-

pio no Estado. Há uma obtusa ideia de que o que serve para a empresa não serve para o Estado nos modelos de gestão, como se o assunto fosse antagônico. A melhoria na gestão também dos Estados deve ser um constante processo. DC – Apesar do exemplo de Gerdau, por que a gestão empresarial não chega ao todo? Amato – O problema é maior que simplesmente a gestão empresarial. É um problema de organização da sociedade brasileira. Agora, tem certos fundamentos que não tem o que conversar. Você discutir aspectos de produtividade e eficiência não dá. Isso tem uma forma de ser feita que já é tradicional e basta ser implantada sem ficar discutindo o assunto. Agora, existe um outro lado que depende da organização da sociedade para fazermos mudanças importantes não somente do ponto de vista pontual ou operacional, mas mudanças políticas para valer. A simplificação dos impostos é outro assunto importante. Estamos dizendo com muita insistência que estamos em uma guerra comercial mundial e estamos entrando nessa guerra com o peso dos impostos, da infraestrutura deficiente. E para vencer essa guerra o primeiro passo é a mobilização dentro do Brasil. Um povo só ganha uma guerra se mobilizar o país para um objetivo. O papel do empresário é fazer parte desse movimento. Nesse sentido tivemos uma desagregação nesses últimos anos. O Brasil tem milhares de entidades representativas. E quem tem milhares, n ã o t e m n enhuma.

Paulo Pampolin/Hype

Mário Tonocchi

d i m inuindo ano a ano sua importância e tem algumas pessoas que cinicamente dizem que é assim mesmo, pois ninguém consegue competir com a China. Como assim? Temos um enorme patrimônio industrial. Mas as pessoas não percebem isso, pois os produtos ainda estão nas prateleiras, só que importados.


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Max Rossi/Reuters

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O coração da África volta a sangrar República Centro-Africana: rebeldes atacam, presidente foge e população sofre. Reuters TV

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ebeldes na República Centro-Africana assumiram o controle da capital Bangui, após intenso combate ontem, forçando o presidente François Bozizé a fugir e aumentando o temor de instabilidade no coração da África. Em meio a bombardeios e saques na capital, o líder rebelde, Michel Djotodia, que se autoproclamou presidente do país, decretou toque de recolher. A França – que já está envolvida no conflito de outra ex-colônia na África, o Mali – enviou 350 soldados para a República Centro-Africana para garantir a segurança de 1,2 mil cidadãos franceses que vivem no país. Além disso, Paris solicitou uma reunião de urgência do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) para discutir a questão. Após um período de trégua, a coalizão rebelde Seleka retomou os ataques na ex-colônia francesa e rapidamente se dirigiu ao sul em direção a Bangui, com o objetivo de derrubar Bozizé, a quem acusa de ter rompido um acordo de paz firmado em janeiro. Este tratado contemplava, entre outros temas, a integração de combatentes ao Exército, a libertação de prisioneiros políticos e a retirada de tropas sul-africanas do país. Pelo menos nove soldados sul-africanos foram mortos em confrontos com os rebeldes, segundo uma testemunha ouvida pela Reuters, representan-

Veículo rebelde é queimado em Begoua, a 17 km da capital Bangui. do um golpe à tentativa da África do Sul de estabilizar a caótica nação e afirmar a sua influência na região. No sábado, Bangui ficou no escuro depois de combatentes interromperem o abastecimento de energia na cidade. A rádio estatal ficou emudecida e o pânico se espalhou entre os moradores, que permaneceram em suas casas. Após a tomada de Bangui, o presidente do país buscou refúgio na cidade de Zongo, na vizinha República Democrática do Congo. Curiosamente, Bozizé também havia tomado o poder através de um golpe de Estado em março de 2003. Após a fuga de Bozizé, o líder rebelde, em declaração realizada em um hotel de luxo na capital, assumiu a presidência e anunciou a instauração do toque de recolher em todo o território nacional. "Estamos percorrendo a cidade para garantir a proteção das pessoas e dos bens", decla-

rou ontem o porta-voz militar da Seleka, Djouma Narkoyo. No entanto, alguns moradores da capital denunciaram atos de pilhagem. "Os rebeldes saquearam a sede do KNK, o partido do presidente. Também saquearam casas de pessoas próximas a Bozizé", afirmou Brian Mogani, que vive na zona norte de Bangui. "Estamos agindo para impedir os casos de pilhagem. Estes atos são cometidos por alguns de nossos homens, mas também por civis", explicou, por sua vez, Arda Hakouma, chefe do Estado-Maior da Seleka. A violência é a mais recente de uma série de conflitos que tem assolado o país, que possui ricas jazidas de ouro, diamantes e urânio, desde a sua independência da França em 1960. A República Centro-Africana é uma nação sem saída para o mar, tem fronteiras extensas e desprotegidas e há mais de uma década enfrenta rebeliões no meio rural. (Agências)

O PAPA NO BRASIL – O papa Francisco celebrou sua primeira missa de Domingo de Ramos, na Praça de São Pedro, no Vaticano, ontem, dando início às celebrações da Semana Santa. Durante a homilia, Francisco motivou as pessoas a serem humildes e jovens de coração, e fez o primeiro anúncio público confirmando que virá ao Rio de Janeiro, em julho, para participar da Jornada Mundial da Juventude. Seguindo seu estilo espontâneo, o pontífice argentino usou linguagem simples ao se dirigir à multidão de 250 mil pessoas, à qual pediu que evite a corrupção. Deixando de lado seu texto e referindo-se à riqueza, ele disse: "Você não pode levá-la com você, costumava dizer minha avó."

Baz Ratner/Reuters

Casamento gay? Non merci! Protesto nas ruas de Paris reúne milhares de opositores ao projeto de lei

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Turistas caminham perto de esculturas de soldados nas Colinas de Golã, na fronteira entre Israel e Síria.

Conflito sírio respinga em Israel Soldados israelenses respondem a ataque nas Colinas de Golã

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ilitares de Israel afirmaram ter realizado disparos contra um posto militar sírio em resposta a ataques na região de fronteira das Colinas de Golã, controlada pelo Estado judeu desde a Guerra do Oriente Médio de 1967, quando o território foi tomado da Síria. O tiroteio, que feriu dois soldados sírios, foi o incidente mais sério entre os dois países desde o início da guerra civil da Síria, há dois anos. Segundo militares, os soldados estavam em uma patrulha de rotina quando os ataques começaram. "Nós fomos forçados a agir de forma defensiva, tivemos de atacar e destruir o posto de onde partiram os disparos", disse o chefe militar, general Benny Gantz. As autoridades israelenses não souberam dizer se os ata-

ques vieram do governo sírio ou de rebeldes. Israel teme que o presidente sírio, Bashar al-Assad, possa provocar um combate no Estado judeu em uma tentativa de desviar a atenção da guerra do civil de seu país. Renúncia - As alas moderadas da oposição na Síria sofreram, ontem, uma baixa com a renúncia do líder da Coalizão Nacional Síria, Ahmed Moaz al-Khatib. Em mensagem no Facebook, ele denunciou o suposto interesse de outros países em tirar proveito do conflito na Síria. "Várias partes internacionais e regionais tentaram levar o barco sírio para seu lado, mas a decisão sobre a Síria só vai ser tomada pelos sírios", disse. Khatib vinha sofrendo derrotas políticas. Sua oferta para uma saída negociada a Assad foi muito criticada. (Agências)

ma multidão invadiu as ruas de Paris, na tarde de ontem, para protestar contra o casamento entre homossexuais, em uma última mobilização antes da adoção do projeto de lei que legaliza a união e adoção por casais do mesmo sexo. Após a aprovação na Assembleia Nacional, a medida chega ao Senado em abril. Milhares de pessoas, entre as quais muitas famílias, se reuniram em frente ao Arco do Triunfo. Organizadores estimaram cerca de 1,4 milhão de presentes. Já a polícia calculou cerca de 300 mil pessoas. Em uma breve entrevista, Frigide Barjot, uma das organizadoras do evento, exortou o presidente François Hollande a se concentrar mais nos proble-

Mal Langsdon/Reuters

Manifestação reuniu milhares de pessoas na avenida Champs-Elysées mas econômicos em vez das famílias: "Queremos que o presidente cuide da economia e deixe a família em paz", declarou. Segundo os opositores, a lei que possibilita o casamento e a adoção por casais do mesmo sexo "perturba a sociedade, negando o parentesco e a filia-

ção natural" e isso teria "consequências econômicas, sociais e étnicas incalculáveis". A polícia usou gás lacrimogêneo para barrar manifestantes que tentavam invadir a Champs-Elysées em uma área interditada. Duas pessoas foram presas. (Agências)


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Fotos: Luiz Prado/LUZ

O adeus a um mestre das palavras João de Scantimburgo, 97 anos, imortal da Academia Brasileira de Letras, morreu na quinta-feira à noite. Scantimburgo era também diretor-responsável pelo Diário do Comércio. Durante quatro décadas, manteve uma coluna no jornal.

Sérgio Roveri

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ornalista, escritor, mestre em Economia e doutor em Filosofia e Ciências Sociais, João de Scantimburgo era, também, um homem obcecado com a passagem do tempo. Em seus inúmeros livros e artigos, Scantimburgo sempre citou, com delicada propriedade, as reflexões dos grandes filósofos ocidentais sobre a permanência do homem na Terra e o que estaria à espera dele após a morte. Em 1977, durante seu discurso de posse na Academia Paulista de Letras, onde ocupava a cadeira número oito, ele esboçou um pensamento de conteúdo tão inquietante e oportuno que, ainda que não fosse o seu desejo, o promoveu à mesma categoria dos mestres pensadores que ele tanto cultuou: "A eternidade nos escapa; o tempo é, para nós, uma realidade misterio-

Alencar Burti. "Temos imenso prazer em brindar a este homem tão sábio", disse Burti durante o evento. Ao longo dos últimos 40 anos, Scantimburgo manteve uma coluna diária no Diário do Comércio, um espaço na página dois em que esmiuçava com didatismo os principais problemas brasileiros. Além de colunista, era também diretor-responsável pelo Diário. Ao se ver cercado de tantos pares ilustres durante a homenagem, Scantimburgo deixou aflorar mais uma vez a humildade do homem que dedicou a vida a combinar conhecimento científico e humanista à uma sólida formação religiosa: "Eu me confesso comovido pela fidelidade dos amigos diante da minha insignificância". Os cerca de trinta livros que publicou garantiram-lhe também um lugar na Academia Brasileira de Letras, onde tomou posse no dia 26 de maio de

Newton Santos/Digna Imagem

O escritor, em 2004, segura retrato onde aparece com a esposa, Anna Teresa. sa, mas temos de resolver o problema ou procurar resolvêlo, se quisermos reconhecer um significado na vida". Na quinta-feira à noite, aos 97 anos, João de Scantimburgo entrou para a eternidade e talvez tenha, ávido por conhecimento e metódico como sempre foi, solucionado enfim o mistério do tempo. O corpo do jornalista, que trabalhou até as últimas forças em sua sala envidraçada no sexto andar do prédio do jornal Diário do Comércio, foi velado na Assembleia Legislativa, sextafeira, e enterrado sábado à tarde no Cemitério São Paulo. Em uma de suas últimas aparições em cerimônias públicas, no dia 14 de agosto de 2008, no tradicional encontro das quintas-feiras promovido pelos membros da Academia Paulista de Letras, Scantimburgo foi homenageado pela escritora Lygia Fagundes Telles, pelo exsecretário de Cultura Mário Chamie e pelo bibliógrafo José Mindlin (ambos falecidos), e pelo presidente da Associação Comercial de São Paulo na época,

1992. Foi o quinto ocupante da cadeira número 36, na sucessão do crítico e pensador José Guilherme Merquior. Scantimburgo fazia parte, também, do Instituto Brasileiro de Filosofia, da Sociedade Brasileira de Filósofos Católicos, do Centro Dom Vital, da American Catholic Philosophical Association, com sede em Washington, da Societá Tomista Internazionale, de Roma, do Pen Club do Brasil, do Instituto Brasileiro de Direito Social, além de algumas outras instituições culturais sediadas em países da Europa e nos Estados Unidos. Na qualidade de escritor, foi contemplado com os prêmios José Ermírio de Morais, oferecido pelo Pen Club, o Alfredo Jurzikowski, da Academia Brasileira de Letras, e o diploma e medalha Oscar Nobling, conferidos pela Sociedade Brasileira de Língua e Literatura. João de Scantimburgo nasceu no dia 31 de outubro de 1915 em Dois Córregos, cidade do leste paulista a quase 300 quilômetros da capital. Ainda menino se mudou com a família para Rio Claro, onde

fez o curso primário, o ginásio e, em seguida, o secundário no Instituto Joaquim Ribeiro, de onde saiu bacharel em ciências e letras. Terminou os estudos em 1932. Depois de concluído o curso secundário, permaneceu em Rio Claro, onde foi convidado a assumir a função de secretário do industrial Humberto Cartolano, superintendente da empresa Caetano, Castelano & Cia., uma espécie de precursora dos hipermercados modernos, que naquela época já oferecia alguns produtos importados. No dia primeiro de setembro de 1939, o próprio Cartolano o convidou para assumir a direção do diário Cidade de Rio Claro, posto que ocupou por pouco mais de três meses: em janeiro de 1940, decidiu pedir demissão e fazer as malas para tentar a vida em São Paulo. Seus primeiros meses na capital foram marcados por grandes dificuldades financeiras. Para driblá-las, viu-se obrigado a ocupar diversos cargos banais, a partir dos quais não visl u m b r a v a n enhuma possibilidade de sucesso profissional. Decidiu, um dia, tomar coragem para pedir emprego a um industrial nascido em Rio Claro, o comendador José Pires Oliveira Dias, proprietário de um dos mais importantes laboratórios de produtos farmacêuticos do Brasil e, também, da Rádio Bandeirantes. Conseguiu um emprego na rádio, onde trabalhou de 1940 a 1943, ano em que a emissora foi vendida. Algum tempo depois viria a conhecer o jornalista Abner Mourão, diretor do jornal O Estado de S. Paulo, na época controlado pela ditadura de Getúlio Vargas. Scantimburgo aceitou o convite de Mourão para colaborar no jornal, onde seus artigos começaram a construir uma certa repercussão em torno de seu nome. De lá, partiu para o Diário de S. Paulo, onde, após dois anos, foi chamado a integrar a sua diretoria. Interessado em novos desafios e atento à chegada da televisão, Scantimburgo reuniu alguns sócios e com eles comprou um canal de televisão, o canal 9, a antiga Tevê Excelsior. Também teve seu próprio jornal, o Correio Paulistano, que circulou durante seis anos. Scantimburgo foi casado com a condessa Anna Teresa Maria Josefina Tekla Edwige Isabel da Lubowiecka.

UM HOMEM E SUAS FRASES

Eu direi que se uma nação há necessitada de entusiasmo, essa nação é o Brasil. Povo ciclotímico, o brasileiro deriva, rapidamente, da euforia à depressão. Onde via tudo róseo, passa a ver tudo negro. Para os filósofos, não há corrente de pensamento, da qual discordamos, que não contenha uma parcela de verdade Não é polemista quem quer, mas quem pode sê-lo.

A missão de São Paulo é a de provocar emulação. Os bandeirantes partiram de São Paulo. Os empreendedores lançaram-se no risco das empresas, sem outro suporte senão o da vontade. Todos querem ter razão; todos querem ser atendidos; todos querem ser nomeados para algum cargo; todos se queixam de não ser lembrados; todos, enfim, conduzem a vontade no sentido de seus imediatos interesses. É o Brasil.

É a psicologia do povo brasileiro. Nunca o futuro esteve tão presente como em nossa época. Se não tivemos, ainda, uma invasão de marcianos, tivemos, vê-se, uma invasão de profetas que procuram decifrar o futuro ou antecipá-lo com muitas elucubrações. O tempo existe; ele nos conduz à eternidade ou somos conduzidos à eternidade, ultrapassando os seus horizontes.


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Newton Santos/Hype

Ele era dono de uma simpatia sem igual e uma cultura vasta.

O João conquistou seu espaço no Brasil como um intelectual coerente e ético

ROGÉRIO AMATO, PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE

IVES GANDRA MARTINS, JURISTA.

SÃO PAULO (ACSP).

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Definitivamente, foi um homem que dedicou sua vida ao intelecto

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Letra

GUILHERME AFIF DOMINGOS, VICE-GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO.

O João era um ser especial. Sempre muito humilde e aberto a compartilhar seu conhecimento.

Acima, na Academia Brasileira de Letras. Ao lado, Afif Domingos, vice-governador de São Paulo, durante velório.

ALENCAR BURTI, EX-PRESIDENTE DA ACSP.

ABL/Divulgação

'Decano dos jornalistas' e amante de São Paulo Scantimburgo, sepultado no sábado, foi lembrado com carinho e admiração por amigos e colegas. Newton Santos/Hype

Mariana Missiaggia Os imortais da ABL, reunidos.

Um pensamento de conteúdo inquietante Escritor publicou cerca de trinta obras ao longo de várias décadas. O destino da América Latina - A Democracia na América Latina - Companhia Editorial Nacional. G A crise da República Presidencial - Livraria Pioneira Editora. G A Extensão Humana Introdução à Filosofia da Técnica - Companhia Editora Nacional e Editora da Universidade de São Paulo. G Tratado Geral do Brasil Companhia Editora Nacional e Editora da Universidade de São Paulo, Livraria Pioneira Editora, (2ª edição) São Paulo. Editora LTr (3ª edição). G José Ermírio de Moraes O homem e a obra Companhia Editora Nacional, São Paulo, e Livraria José Olympio Editora (2ª edição) Rio de Janeiro. G Ilusões e Desilusões do Desenvolvimento - Editora Comercial, São Paulo. G Concepção Cristocêntrica da História - Editora Revista dos Tribunais, São Paulo. G O Problema do Destino Humano - segundo a filosofia de Maurice Blondel, Editora Convívio, São Paulo. G O Café e o Desenvolvimento do Brasil Companhia Melhoramentos Editora, São Paulo. G O Poder Moderador, História e Teoria - Livraria Pioneira Editora, São Paulo G Interpretação de Camões, à luz de Santo Tomás de Aquino - Companhia Melhoramentos e Editora da Universidade de São Paulo. G A Filosofia da Ação Síntese do blondelismo Editora Digesto, São Paulo. G O Segredo Japonês Instituto Brasileiro de Altos Estudos, IBRAE, São Paulo. G

Os Paulistas - Evolução social, política e econômica do povo paulista - Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. G Gastão Vidigal e seu Tempo Fundação Gastão Vidigal, São Paulo. G O Brasil e a Revolução Francesa - Livraria Pioneira Editora, São Paulo. G O Drama Religioso de Rui Barbosa - Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro. G Memórias da Pensão Humaitá - Companhia Editora Nacional, São Paulo. G Eça de Queiroz e a Tradição Editora Siciliano, São Paulo. G História do Liberalismo no Brasil - Editora LTr, São Paulo. G Introdução à Filosofia de Maurice Blonde - Instituto Brasileiro de Filosofia, secção de São Paulo. G No Limiar de Novo Humanismo - Academia Brasileira de Letras. G A Empresa Moderna no Brasil - Digesto Econômico, São Paulo. G Galeria de Retratos Academia Brasileira de Letras. G O Mal na História - Os totalitarismos do século XX Editora LTr, São Paulo. G O governo colegiado de D. Pedro II e o governo unipessoal dos presidentes da República (Ensaio). G Amanhã o ano 2000 - Editora LTr, São Paulo. G A Extensão Humana Introdução à Filosofia da Técnica - Editora LTr, São Paulo. G A Crise da República Presidencial - Editora LTr, São Paulo. G Os olivais do crepúsculo (romance) - Editora LTr, São Paulo. G Os Paulistas - Editora LTr, São Paulo. G

E

m uma cerimônia íntima e com preces católicas, amigos de João de Scantimburgo e autoridades prestaram uma última homenagem ao jornalista e escritor – ele foi sepultado às 12h55 de sábado no cemitério São Paulo, em Pinheiros, zona oeste. O velório aconteceu na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), desde as 18h de sexta-feira. O jurista e membro da Academia Paulista de Letras (APL) Ives Gandra Martins ressaltou a personalidade de seu companheiro de academia, com quem conviveu por mais de 20 anos. "Admiro toda a trajetória do João e, em especial seu compromisso com a vida. Mesmo debilitado, ele se comprometia profissionalmente e comparecia às reuniões da APL. O João conquistou seu espaço no Brasil como um intelectual coerente e ético. Estou perdendo um grande amigo", lamentou o jurista. Para Paulo Bonfim, 86 anos, jornalista, poeta e membro da APL, Scantimburgo era um cultuador das tradições paulistanas e o decano dos jornalistas paulistas. "O conheci em 1946, quando ele me recebeu no Correio Paulistano. Desde então, observei que o João era um jornalista com cunho historiador e mesmo conservador, ele tinha a visão do futuro. Tive o prazer de conviver muito com ele e conhecia sua essência, portanto lamento profundamente a perda desse eterno amigo", recordou Bonfim. A produção acadêmica de Scantimburgo também era admirada por Massaud Moisés, crítico literário e membro da APL. Moisés o considerava um homem fino, distinto e culto. "João era um homem à moda antiga e um parceiro de trabalhos prazerosos. Possuía o domínio da língua como poucos. Sua morte é um prejuízo irreparável para a sociedade", disse. O presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Rogério Amato, foi leitor de Scantimburgo e apreciava sua postura. "O admirava muito e tenho grande respeito por seus trabalhos. Sem

No velório do acadêmico, na Assembleia Legislativa paulista, amigos prestaram suas homenagens. Luciano Amarante/Hype

Jornalista foi enterrado no cemitério São Paulo, zona oeste . dúvida, ele é uma parte importante da história da ACSP e do Diário do Comércio. Era dono de uma simpatia sem igual e uma cultura vasta. É uma perda enorme não só para o DC e para a ACSP, como para todo o Brasil", observou. Guilherme Afif Domingos, vice-governador do Estado de São Paulo, considerava o jornalista uma fonte de sabedoria. "Conheci o João em 1976, assim que entrei na ACSP e ele iniciou sua trajetória no Diário do Comércio. Tive

convivência diária com ele e tive o prazer de gozar de seus conhecimentos. Sua história com o jornalismo é linda. Definitivamente, foi um homem que dedicou sua vida ao intelecto", disse. "O João era um ser especial. Tanto por sua inteligência quanto como ser humano. Sempre muito humilde e aberto a compartilhar seu conhecimento. Convivi com ele por mais de 15 anos e em cinco minutos de conversa, aprendia mais do que horas

de conversa com muita gente", avaliou o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae-SP ex-presidente da ACSP, Alencar Burti. Francisco Marins, presidente emérito da APL, teve Scantimburgo como seu companheiro na Fundação Padre Anchieta e nos primeiros anos da TV Cultura. "Scantimburgo tinha muitas facetas. Como sou estudioso do café, muito devo aos estudos que ele procedeu sobre essa planta. Numerosa é sua atividade intelectual e na comunicação: livros, jornalismo, rádio e televisão. Suas obras deveriam ser permanentemente, do conhecimento da juventude brasileira", disse. O bispo da Diocese de Santo Amaro, dom Fernando Antônio Figueiredo, rezou durante o velório e lamentou a morte do jornalista. "Sempre que nos encontrávamos era enriquecedor. Todos que dele se aproximavam levavam uma mensagem de paz no coração. Sua perda é lamentável", disse. José Renato Nalini, corregedor geral da Justiça do Estado de São Paulo e membro da APL, guarda em sua memória bons momentos com o jornalista. "O João foi um grande estudioso, fez uma leitura lúcida da história do Brasil, da atualidade e do futuro. Ele participou de cenas históricas do país, as quais tive o prazer de ouvi-lo contar. Reunia uma infinidade de qualidades que agregaram à todos que o conheceram", salientou.


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MEMÓRIA Alguns locais da cidade de São Paulo preservam apenas o nome, pois o progresso modificou completamente o lugar.

idades

Progresso "engole" pedaços da cidade Largo da Misericórdia, Praça Clóvis Bevilácqua, Rua Santa Teresa e outros endereços da região central existem apenas no nome, pois sofreram grandes transformações Valdir Sanches

U

m endereço chamado Beco dos Sapos, em pleno Centro, certamente não ficaria bem para a São Paulo de nossos dias. O lugar realmente existiu, mas a dinâmica da cidade não só espantou os batráquios, como acabou por extinguir o beco. Passou a chamar Travessa do Seminário, e mais tarde foi incorporado ao Vale do Anhangabaú. Em tempos mais recentes, o Largo da Misericórdia encolheu. Da Rua Santa Teresa, na Sé, só restou o nome. A Praça Clóvis Bevilácqua virou cobertura da Estação Sé do metrô, disfarçada pelas plantas e lâminas d’água do paisagismo. Essas são apenas algumas das t r a n sf o r m aç õ e s o c o r r idas na capital paulista. Na esquina do Largo da Misericórdia com a Rua Direita, a dois passos da Praça da Sé, uma moça bonita, estudante de Administração de Empresas, Cláudia Damaris Matias, se espanta com a pergunta: “Sabia que existiu um chafariz aí no largo?”. “Não”, responde. Pois não só existiu como foi o primeiro da cidade. Erguido em pedra, tinha quatro torneiras. A água vinha do Rio Anhangabaú. Com ela, os escravos abasteciam a casa dos senhores. Ouro – Mais importante, no largo, registra o historiador José de Souza Martins, era a igreja da Misericórdia, que existiu por 170 anos, de 1716 a 1886. O terreno pertencia à Santa Casa de Misericórdia. Em 1932, quando eclodiu a Revolução Constitucionalista, as senhoras paulistanas doaram alianças e joias para a campanha “Ouro Para o Bem de São Paulo.” A Revolução terminou e sobrou dinheiro. A soma ficou preservada, até que, em 1939, a Santa Ca-

Fotos: Newton Santos/Hype

sa construiu, onde estivera a igreja, o edifício “Ouro Para o Bem de São Paulo”, que está lá até hoje. Treze andares, cada um sugerindo uma das treze listas da bandeira paulista. Renda, destinada à caridade. A julgar pelo que diz Francisco Henrique, porteiro antigo, os donos de escritório, na maior parte advogados, gostam do simbolismo do prédio. O largo, hoje, é uma área acanhada, cercada de lojas comerciais. Cláudia Matias, a estudante, ficou indignada com o destino que lhe coube. “O passado tem história, não deveriam deixar morrer.” Na saída do metrô, no sul da Praça da Sé, há um vazio. Quem caminhar 47 passos, em linha reta, chegará a um hotel, ladeado por dois bares, com “churrasco grego” à porta. Por ali, na parede, está a placa: Rua S a n t a T e r esa. Em outros tempos, ficava onde hoje é a Rua Roberto Simonsen, bem perto. Em 1865, um projeto do vereador Malaquias Guerra mudou lhe o nome para Rua do Carmo, mais tarde Roberto Simonsen. O vereador propôs que se batizasse como Santa Tereza a Rua Detrás da Sé, antiga Rua Detrás do Santíssimo. E assim foi. Implosão – Em 1960, ficava, na rua, o Edifício Mendes Caldeira, de quase trinta andares, na esquina com a Praça da Sé. Foi um sucesso, mas teve má sorte. Em 1975, a primeira implosão do País colocou-o abaixo para dar lugar à estação do metrô. José Mendes Moreira chegou da Paraíba em 1962. Arrumou emprego em uma lanchonete, ali perto. Via aquele prédio e se impressionava. O entra e sai das pessoas que iam aos escritórios. Hoje, há o vazio chamado Santa Teresa. À frente, estão a saída do metrô, e os jardins da Praça Clóvis Bevilácqua, que um dia foi agitada, com pontos

Largo da Misericórdia, no Centro Velho da cidade: do antigo largo praticamente só restou a placa. Hoje em dia, é apenas uma confluência de ruas.

Cláudia Matias: "O passado tem história, não deveriam deixar morrer". de ônibus e de bondes. A Rua da Palha ficava no Bairro do Piques. Isso significa, hoje em dia, que a Rua Sete de Abril (nome atual da Rua da Palha) fica na região da República. Lá no fim surgiu o Largo do Piques, com seu obelisco, em 1814. A ele veio somar-se um chafariz, local de grande animação e intenso comércio. Ali abasteciam-se de água os tropeiros de

Reunião Conselho de Economia - COE Informações, Debates e Busca de Soluções

TEMA:

Financiamento às pequenas e médias empresas: o papel da Desenvolve SP como agência de fomento do Estado de São Paulo PALESTRANTE:

MILTON LUIZ DE MELO SANTOS Diretor-presidente da Desenvolve SP Agência de Desenvolvimento Paulista

Dia: 1º de abril de 2013, segunda-feira Horário: 10 horas Local: Rua Boa Vista, 51 - 9º andar - Centro - SP

passagem pela cidade. O chafariz durou até 1872. Em 1919, o Largo do Piques começou a ser preparado para o Centenário da Independência (1922). Uma grande reforma transformou-o no Largo da Memória, com o mesmo obelisco e um outro chafariz. Acima deste, está um painel com pintura sobre azulejos. A novidade, em nossos tempos, é o vizinho do lado: A Estação Anhangabaú do metrô. O arquiteto e urbanista Benedito Lima de Toledo acha que São Paulo ganhou com a reforma do largo. “Seu sentido escultural, que valorizou grandemente o Obelisco, sua hábil articulação com o espaço urbano, numa região de topografia difícil e a alta qualidade de sua execução, colocam o Largo da Memória como a praça mais bem projetada da cidade”, diz o urbanista.

José Mendes Moreira: acompanhando o progresso da Sé desde 1962 Cornos – O Beco dos Cornos tinha esse nome porque nele se situava o matadouro da cidade. E, ali perto, o comércio de chifres, usados na fabricação de pentes e botões. O beco passou para Rua Santa Cruz, foi Travessa da Assembleia e, por fim, Rua da Assembleia. Era na esquina com a atual Praça João Mendes, onde ficava a Assembleia Provincial (legislativa). Isso foi em 1899. Na rua ainda havia chácara, mangueiras e goiabeiras, quando as obras de uma nova avenida, a 23 de Maio, a alcançaram, em 1969. A velha rua perdeu um trecho e o outro acabou chegando aos nossos dias de forma curiosa. É mais um caminho para o intenso trânsito local, sem casas, margeado por um gramado. Arcos – Mas a rua exibe, como se fosse um grande painel artístico, um conjunto de 29 belos

arcos de tijolos. Na verdade, muros de contenção da Rua Jandaia, que corre ao lado da Assembleia, no elevado. Construídos no começo do século 20, os arcos caíram no esquecimento. Na administração do ex-prefeito Jânio Quadros, em 1987, a Prefeitura derrubou um casario imprestável da rua e descobriu-os. Técnicos do Patrimônio Histórico resolveram mantê-los a vista. Benedito Lima de Toledo diz que o Centro de São Paulo não sofreu, afinal, grandes modificações. “O núcleo central está coerente, manteve a identidade.” Antigamente, lembra, as pessoas que iam para o Centro diziam “vou para a cidade”. E esse núcleo está preservado. Mesmo o que até meados do século passado era o "triângulo" – concorrida área formada pelas ruas Direita, São Bento e Quinze de Novembro.

Almir Lima/Estadão Conteúdo

Rio: Chuva em Angra.

A

gentes da Defesa Civil de Angra dos Reis (RJ) vistoriavam ontem à tarde os bairros mais atingidos pela chuva na madrugada. Foram 138 milímetros em 12 horas, provocando alagamentos, deslizamentos, desabamentos, quedas de árvores e interdições. Não há registro de feridos. A ponte da Banqueta, que fica sobre o rio de mesmo nome e já estava interditada, desabou. Uma operação de emergência foi colocada em andamento para tentar restabelecer a passagem somente de pedestres. Ao menos 30 pessoas foram encaminhadas para uma escola em Bracuhy e a um abrigo provisório em Morro do Abel, mas retornaram para suas casas ou foram para residências de parentes pela manhã. A rodovia Rio-Santos foi liberada na altura de Monsuaba após um deslizamento de terra bloquear totalmente a via por volta das 4h. (Folhapress)

Desolado, morador chora com o alagamento de sua casa.

Ó RBITA

ATROPELAMENTO

O

estudante Gabriel Luiz da Silva Pinto, 15, morreu na madrugada de ontem após ser atropelado em uma rua de Guarulhos, na Grande São Paulo. O adolescente andava

de skate no momento do acidente. Segundo a polícia, o motorista, o comerciante Tiago da Silva, 26, estava alcoolizado e não tem carteira de habilitação. Ao chegar ao local, a PM percebeu sinais de embriaguez em Silva (olhos vermelhos, fala desconexa e hálito etílico). Ele foi submetido ao bafômetro, que acusou 0,71 miligrama por litro de ar expelido. A embriaguez é constatada em índices acima de 0,33 miligrama. (Folhapress)


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11 DA CAPITAL Em torno de 70% dos noivos que casam em Ilhabela são da Capital.

regionais

Cláudia Moretto/Divulgação

André de Almeida

Ilhabela

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engenheira de alimentos Kathia Zanatta, de 30 anos, é frequentadora assídua, desde pequena, das praias do litoral norte paulista, já que seus pais possuem uma casa de veraneio em São Sebastião. Assim, quando decidiu se casar, não teve dúvidas: a cerimônia teria de ser na praia, com os pés na areia. Depois de muita pesquisa, Kathia escolheu o arquipélago de Ilhabela para o casamento. A opção da engenheira não é um caso isolado. As praias e as belezas naturais da ilha não atraem mais somente os veranistas que lotam a cidade na alta temporada, ou ainda os turistas que chegam com os cruzeiros, que fazem escala entre novembro e abril. Já existe na cidade um novo nicho, formado pelos casais apaixonados que vislumbram nas belas paisagens o cenário ideal para a cerimônia de casamento. Divulgação – A prefeitura local, ciente do potencial da cidade como destino de casamento, investe agora na divulgação da ilha em feiras especializadas. "Ilhabela está hoje consolidada como destino de casamento de praia. Uma única cerimônia chega a lotar duas pousadas, por exemplo, além de aquecer a economia local com as empresas envolvidas na produção", afirma o secretário de Turismo de Ilhabela, Harry Finger. De acordo com ele, no ano passado a cidade chegou a receber mais de dez cerimônias de casamento em um único final de semana. "Cerca de 70% dos noivos são provenientes da Capital, os outros são da Grande São Paulo e interior do Estado. São pessoas que já conhecem a cidade e que passaram momentos importantes de suas vidas na ilha". As festas têm, geralmente, entre 100 a 200 convidados, que permanecem na ilha durante o fim de semana e acabam movimentando o comércio e o segmento de serviços, como cabeleireiros, bares, restaurantes, pousadas e buffets. Além da igreja matriz, os casamentos também são realizados em capelas próximas às praias. Ainda há as cerimônias conhecidas como "pé na areia", onde o casamento é celebrado bem perto da praia. Valores – Esta foi justamente a escolha de Kathia, moradora de Indaiatuba, no Interior do Estado. "É lugar muito bonito, e os valores, em comparação com outras cidades do litoral, foram mais acessíveis", diz. O casamento com o químico Alfredo Luís Ferreira, de 36 anos, aconteceu em uma faixa da praia especialmente reservada. Os 120 convidados – todos de outras cidades – ficaram hospedados em três pousadas da ilha, todas próximas ao local da cerimônia. "Eles foram e voltaram a pé. Alguns serviços, como cabeleireiro e maquiagem, eu levei de Campinas. O restante, incluindo iluminação, tendas e assessoria em geral, eu contratei em Ilhabela mesmo. Foi um sonho", recorda Kathia, que chegou para a cerimônia em uma canoa. Crescimento - Uma das empresárias beneficiadas pelo crescimento do setor em Ilhabela é Rejane Camargo, proprietária do Buffet Marakuthai. Ela conta que praticamente todos os finais de semana sua equipe trabalha em casamentos na ilha, seja no restaurante próprio ou em outros espaços escolhidos para as cerimônias. "O número de festas cresceu cerca de 20% este ano em comparação com 2012. Já temos muitos casamentos agendados para o ano que

A cidade do ' sim'. Município do litoral se tornou o local preferido para a realização de casamentos na praia. O novo nicho já movimenta a economia local. Cláudia Moretto/Divulgação

Na foto maior, Kathia e o marido, Alfredo, logo após a cerimônia pé na areia. Acima, a noiva, chegando de canoa. Abaixo, capelinha ideal para quem quer casar na praia. Gustave Gama/Divulgação

vem. As perspectivas para o segmento são as melhores possíveis", afirma Rejane. Segundo a empresária, além dos noivos que vão da Capital, o buffet trabalha muito com estrangeiros. "Geralmente a noiva é brasileira e o noivo de outro país, vindos até mesmo de lugares bem distantes, como a China". Estímulo - A divulgação de Ilhabela como um ótimo destino para casamentos na praia já acontece há oito anos, principalmente em feiras como a Casar, realizada em São Paulo, e em revistas segmentadas. Para estimular ainda mais a escolha da cidade, a Secretaria de Turismo, com a mediação do Sebrae-SP, reúne periodicamente um grupo de empresários do setor de casamento e, que discutem ações que colaborem para o fortalecimento das empresas e do segmento. Futuramente es-

ses empresários passarão por um processo de capacitação, sempre monitorados por consultores do Sebrae. Na opinião do presidente da Associação Comercial de Ilhabela, Leopoldo Pidalini Neto, a prefeitura deve continuar trabalhando para o fortalecimento desse nicho. "Dependendo do fim de semana e do número de casamentos, há uma taxa de ocupação de 80% na cidade. Trata-se de um segmento muito importante, já que colabora para movimentar economicamente a ilha, mesmo na baixa temporada", conta o dirigente. Atualmente, Ilhabela possui em torno de 140 meios de hospedagem – hotéis, pousadas e chalés. "Continuaremos divulgando nosso potencial em feiras especializadas, além de investirmos na organização dos espaços públicos voltados para essas cerimônias", conclui o secretário de Turismo.


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acsp Um shopping para São Miguel TRÊS PISOS Serão investidos R$ 240 milhões no shopping, que terá três pisos.

distritais

200 LOJAS No shopping, 200 lojas (sete âncoras), cinema, teatro e restaurantes.

Divulgação

Empreendimento, voltado para a nova classe média, deve ficar pronto em 2016. É o primeiro a ser construído naquela região, no extremo leste da cidade.

Acima, rua do bairro de São Miguel, que tem forte comércio de rua. Na foto maior, representação artística do shopping que será erguido no bairro.

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iz o ditado popular que shopping center é a praia do paulistano. A afirmação até se se justifica, já que a cidade de São Paulo possui atualmente mais de 50 centros de compras, que ficam invariavelmente lotados, principalmente nos finais de semana. E em menos de três anos, São Miguel Paulista, uma das poucas áreas da capital que ainda não tinha empreendimentos desse porte, abrirá as portas ao seu primeiro shopping center. Chamado Estação Jardim, o novo shopping deverá beneficiar até um milhão de pessoas que vivem no extremo leste da cidade, número aproximado de moradores dos bairros atendidos pelas subprefeituras de São Miguel e Itaim PauDivulgação

Henrique Falzoni, da Enplanta. Arquivo/DC

Antônio Abrão, da distrital.

lista juntas. "Hoje em dia, para ir ao shopping, o morador da região tem de se deslocar até Itaquera", afirma o superintendente da Distrital São Miguel da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Antônio Abrão Mustafá Assem. Para ele, o novo centro de compras trará muitos benefícios, não apenas para as lojas do entorno, mas também para o segmento de serviços locais. Na opinião do dirigente, a concorrência com o shopping não trará prejuízos para o forte comércio de rua de São Miguel Paulista. "Há espaço para todos e a convivência será pacífica. A população ganhará muito com as salas de cinema e praça de alimentação, entre outras opções de lazer", diz Assem. Infraestrutura - O novo empreendimento será construído em um terreno de 104 mil metros quadrados na avenida Marechal Tito, entre São Miguel e Itaim Paulista, onde já funcionou uma indústria metalúrgica. Serão investidos R$ 240 milhões no shopping, que terá três pisos e 200 lojas – sete âncoras – dois restaurantes, praça de alimentação com 21 operações, quatro salas de cinema, um teatro, setor de serviços e estacionamento com 1,6 mil vagas. A Área Bruta Locável (ABL) será de 31 mil metros quadrados. De acordo com Henrique Falzoni, presidente da Enplanta Engenharia, empreendedora, o Estação Jardim, quando pronto, irá gerar em torno de 3 mil empregos diretos. "Estamos em processo de aprovação da planta. Acredito que as obras tenham início em janeiro e que esteja aberto ao público em 2016", afirma. Falzoni afirma que a intenção de construir um shopping na região de São Miguel Paulista é antiga, mas o área só foi adquirida há pouco mais de um ano. "Fizemos um estudo de mercado e uma pesquisa qualitativa a fim de viabilizar o projeto do shopping, que será focado na nova classe média. O contato com possíveis lojas âncoras já começou, com o objetivo de dar início à pré-locação", diz.

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DO ARCANJO AO FORRÓ

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omo muitos outros bairros paulistanos, São Miguel Paulista também surgiu da transformação de aldeamentos indígenas em povoados brancos, por volta de 1560. Neste caso, os índios guaianases, catequisados por José de Anchieta. Centenas de anos e de transformações depois, no início do século 20, São Miguel viu o número de olarias se multiplicar para atender uma cidade que não parava de crescer. Além dos tijolos, fornecia madeira, carvão, pedregulho e areia extraída do rio Tietê. A história do bairro, no extremo leste, passa também pela praça padre Aleixo Monteiro Mafra, a praça do Forró. É nela que está a capela de São Miguel Arcanjo – de quem o jesuíta José de Anchieta era devoto –, uma reconstrução da igrejinha que deu início ao bairro, lá em 1560. A praça do Forró já foi palco de muitos shows nas últimas décadas e de manifestações do Movimento Popular de Arte de São Miguel Paulista, criado no final da década de 70.

Outra referência na região é a fábrica da Companhia Nitro Química Brasileira, a primeira do mercado nacional de Nitrocelulose, seu principal produto. Implantada em 1935, a Nitro Química contribuiu muito para o crescimento do bairro. Em mais de 70 anos, já empregou milhares de trabalhadores e, ao lado das olarias e fábricas de cerâmicas, teve um papel importante na primeira metade do século 20, atraindo centenas de pessoas que buscavam emprego. Até hoje, a Nitro é uma das empresas que mais oferecem vagas de trabalho. O centro de São Miguel, nos arredores da Praça do Forró, é hoje um importante polo comercial e residencial.

Agendas da Associação e das distritais

Hoje I Posse – A Facesp e a ACSP empossam os membros das diretorias e conselhos para o biênio 2013/2015. Às 10h30, rua Boa Vista, 51/11º andar. I Noroeste – Às 14h30, reunião Empreender – Beleza. Rua Luis Braille, 8. I Tatuapé – Às 19h30, reunião Empreender - Me-cânica de Moto do Empre-ender. R. Apucarana, 1.388.

Amanhã I Centro – Às 18h30, palestra "Vendedor positivo não perde a viagem", com Marcelo Pinto, o Dr. Risadinha. Auditório da ACM, rua Nestor Pestana, 147. I Jabaquara – Às 19h30, 31ª reunião Ordinária da Diretoria Executiva. Av. Santa Catarina, 641. I Penha – Às 19h30, 2ª reunião de organização da 5ª edição da Tarde da Bele-za. Av. Gabriela Mistral, 199. I Tatuapé – Às 19h30, reunião do Empreender – Automotivo GAEQ. Rua Apucarana, 1.388.

Quarta I Jabaquara – Às 15h30, reunião

Arquivo/DC

André de Almeida

Estímulo - Para o superintendente da Distrital São Miguel, a construção do shopping poderá servir como estímulo para que a Prefeitura paulistana invista mais na região, com a realização de obras viárias e de infraestrutura. "Um equipamento desse porte traz consigo um aumento considerável no número de veículos. Algumas intervenções terão de

ser feitas no seu entorno", conclui o dirigente. Entre as propostas da Distrital São Miguel para o sistema viário, está a criação de um corredor de ônibus para promover a interligação com o centro da cidade, passando pelas avenidas Marechal Tito, Itaquera-Itaqueruna, Imperador, Estrada de Mogi das Cruzes, Governador

Carvalho Pinto, Celso Garcia e Rangel Pestana. A distrital também defende a melhoria da sinalização, com placas de trânsito, a alteração da mão de direção em algumas vias e a construção de uma linha do Metrô que passe pela região. Hoje a área de São Miguel é atendida pela linha 12 da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Empreender – Gastronomia. Av. Santa Catarina, 641. I Santo Amaro – Às 19h, reunião Extraordinária e palestra "Imposto de Renda Pessoa Física 2013", com José Vanildo Veras da Silva, do Sescon. Av. Mário Lopes Leão, 406. I Tatuapé – Às 19h30, 31ª reunião Ordinária da Diretoria Executiva e Conselho e palestra "Arte de Fazer Acontecer – Para Mover o Mundo, é Necessário Que Você Se Mova", com Yara Prates. Rua Apucarana, 1.388. I Butantã – Ás 19h30, palestra "Como aumentar suas vendas sem aumentar nenhum dos seus custos, com Carlos Alberto Borgneth. Rua Alvarenga, 591

Quinta I Tatuapé – Ás 19h30, reunião do Núcleo Automotivo II do Empreender. Rua Apucarana, 1.388.


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Exposição da semana

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cultura

A pintura italiana no entreguerras. De Chirico entre os artistas. MAC-USP. Rua da Praça do Relógio, 160. Tel.: 3091-3039. Terça e quinta, 10h às 20h; quarta, sexta e domingo e feriados, até às 18h. Grátis. A partir de sexta (29).

Arquivo DC

Acossado, de Jean-Luc Godard.

French Cancan, de Jean Renoir.

O Dinheiro, de Robert Bresson.

Clássicos do cinema francês

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lássicos do cinema francês continuam cartaz na Cidade, programados pela Festa Internacional da Francofonia. A Cinemateca Brasileira participa da 3ª edição desse evento, com a exibição de obras produzidas entre 1940 e 1980. Um dos marcos da Nouvelle Vague é uma das atrações mais esperadas: Acossado (A Bout de

Souffle), de Jean-Luc Godard, é de 1959. Tem no elenco, Jean-Paul Belmondo, Jean Seberg, Daniel Boulanger e Jean-Pierre Melville. Produção francoitaliana de 1954, o filme French Cancan (Idem) é uma pintura de Jean Renoir, cineasta referência na história do cinema. Cancan tem como cenário Paris do século XIX e a alegria dos espetáculos de

Montmatre. No elenco, Jean Gabin, Françoise Arnoul, Maria Felix e Michel Piccoli. Com a participação da cantora francesa Edith Piaf. Cineasta cerebral, ensaísta, Robert Bresson é outro homenageado, com o filme O Dinheiro (L´Argent), de 1983 (último filme do diretor). Ótimo narrador, Bresson desenvolve uma história de suspense a

partir de uma nota falsa de 500 francos. Com Christian Parey e Caroline Lang. Cinemateca Brasileira. Largo Senador Raul Cardoso, 207. Tel.: 3512-6111 (ramal 215). Acossado - Quarta (27). Sala BNDES. Às 19h. French Cancan - Terça (26). Sala BNDES. Às 19h. - O Dinheiro - Terça (26). Sala BNDES. Às 21h. R$ 8.

Pequena suíte de uma tragédia Arquivo DC

Filarmônica de Viena revela aos poucos, quase em surdina, fatos de sua história sob a sombra nazista. Estudo de uma comissão de historiadores está no site da orquestra. Os autores dizem que ainda estão começando... James R. Oestreich

Por tradição, regentes da Filarmônica de Viena transitam também na Ópera Estatal de Viena e na Orquestra Flarmônica de Berlim. Assim foi durante o nazismo. Os maestros acima seguiram esse caminho: Karl Bohn (alto) e o legendário Wilhelm Fürtwangler (acima).

Clemens Hellsberg, presidente da Filarmônica de Viena, atento ao trabalho dos historiadores, mas reticente: "Se me perguntarem algo eu responderei".

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Filarmônica de Viena, que é frequentemente criticada por sua lentidão em agir, reagiu rapidamente a acusações de que barraria o acesso a seus arquivos para esconder os aspectos mais sombrios de seu passado nazista. Em janeiro, em resposta às críticas ocasionadas pelos Concertos de Ano Novo, nascidos na era nazista e marca registrada da orquestra, a Filarmônica prometeu uma revisão minuciosa de suas atividades durante a Segunda Guerra Mundial e nos períodos próximos a ela. Designou três historiadores - Oliver Rathkolb, Fritz Trumpie e Bernadette Mayrhofer que, segundo consta, seriam independentes, para analisar o seu passado. Os resultados desse trabalho, que os historiados afirmam estar ainda em curso, estão divulgados no s i t e d a o rquestra (w ie ner ph il har mo niker.at). A orquestra informou algumas descobertas preliminares ao New York Times: um relatório resumido do historiador-chefe da comissão, Oliver Rathkolb, em inglês, e documentos comprobatórios em alemão. As principais acusações resultam do fato de a orquestra ter oferecido seu anel de honra, em 1942, a Baldur von Schirach, governador de Viena, e a Arthur Seyss-Inquart, ministro do Reich

na Áustria e mais tarde também na Holanda ocupada pela Alemanha, como parte de suas comemorações centenárias. Schirach acabou sendo condenado a 20 anos de prisão por sua participação na deportação de dezenas de milhares de judeus vienenses para campos de concentração na Polônia; Seyss-Inquart foi sentenciado e executado por crimes de guerra em 1946. Schirach perdeu seu anel, mas no fim de 1966 ou início de 1967, depois de sair da prisão, um mensageiro da Filarmônica lhe entregou um substituto. Estaria a orquestra tentando esconder essa informação? O anel original, os relatórios resumem, "foi supostamente levado em 1945 por um soldado norteamericano". A história completa da "missão secreta" do emissário e de "uma gratificante cópia do anel" veio à tona apenas em 2004, em um livro publicado por um dos filhos de Schirach, Richard. Denúncias de um acobertamento têm tido como alvo específico Clemens Hellsberg, o presidente da Filarmônica e ex-arquivista, que também é violinista do conjunto e foi responsável pelos estudos dos historiadores. Hellsberg "foi acusado até de suprimir essa história em seu livro de 1992" sobre a orquestra, Demokratie der Koenige ("Democracia dos Reis), o resumo diz, mas aponta que mesmo jornalistas assíduos que pesquisavam os arquivos "não acharam evidências do incidente de 1966-67". Hellsberg, por sua vez, disse em uma entrevista que nem todos os arquivos haviam sido abertos mesmo para ele até 2000 ou 2001, depois que um grupo de historiadores interveio.

No livro, aponta o resumo, Hellsberg "quebrou o tabu pós-guerra ao falar sobre o passado nazista da orquestra e focar no destino dos judeus que foram vítimas". Hellsberg também organizou concertos , incluindo uma performance da Nona Sinfonia de Beethoven em 2000 em uma pedreira num campo de trabalho em Mauthausen, Áustria. As últimas acusações contra a orquestra, que foi criticada durante todos esses anos por seu ritmo glacial de contratações e promoções de mulheres musicistas, foram detalhadas no blog em língua inglesa Von heute auf morgen no dia 3 de janeiro e divulgadas pelo crítico Norman Lebrecht em seu blog Slipped Disc. O resumo de Rathkolb - que é professor de história contemporânea na Universidade de Viena - também adiciona um passado à natureza e ao funcionamento da orquestra, cujos membros eram parte da Orquestra da Ópera Estatal de Viena durante o período de guerra. "Novos registros", diz o resumo, "foram descobertos recentemente em um porão na Ópera Estatal de Viena, bem no fundo de uma sala que deveria conter apenas partituras de óperas". Tais registros incluem arquivos de correspondências de Wilhelm Jerger, baixista e antecessor como músico e presidente, que se juntou não apenas ao Partido Nazista mas também à SS, e de Leopold Kainz, que fundou a célula nazista secreta na Ópera Estatal. Em um dos documentos comprobatórios, uma carta de outubro de 1938 ao conselheiro cultural de Schirach, Jerger pede que cinco de seus antigos colegas judeus fossem poupados da deportação. "Von Schirach, que geralmen-

te gostava do glamour da música de Viena", diz o relatório, "não interveio". Dos 123 membros ativos na Filarmônica em 1942, o resumo aponta, 62 eram membros do Partido Nazista; dois da SS. Essa representação nazista de mais de 50% ultrapassa os 40% estabelecidos pelos Aliados, que podem ter incluído membros da Ópera Estatal que não integravam a Filarmônica em sua avaliação. O resumo discute o "caso extremo" de Helmut Wobisch, um trompetista que se tornou nazista em 1933 e se juntou à SS em 1934. Ele trabalhou como espião, fazendo avaliações de inteligência e denúncias de músicos. Ele, junto com Jerger e outros dois membros do partido, foi demitido depois da guerra, mas voltou à orquestra em 1947 e se tornou diretor executivo em 1953. As atividades de Wobisch "não se tornaram públicas no processo de desnazificação", segundo o relatório, mas ele "tentou ocultar seus traços nazistas, até mesmo usando músicos judeus como o reconhecido maestro Leonard Bernstein, que mais uma vez o desnazificou ao chamar Wobisch de 'meu querido nazi', de acordo com testemunhas - em retrospecto, uma interpretação assombrosamente errônea da posição humanitária de Bernstein". Hellsberg, questionado sobre suas expectativas, disse: "Estou curioso, mas não posso ser curioso demais. Eu não posso falar muito. Tenho de deixar os historiadores fazerem seu trabalho. Se eles fizerem perguntas, eu responderei".

James R. Oestreich escreve para o NYT

No balcão nobre da Musikverein (sala de concerto da Viena): saudação nazista e Hitler como espectador de honra. À direita, regente Franz Welser-Möst dirige Concerto de AnoNovo. Na foto menor, maestro judeu Leonard Bernstein, que regeu dezenas de récitas com a Filarmônica e foi chamado de "meu querido nazi" por um músico da orquestra: referência capciosa a Bernstein, um artista humanitário.

A Filarmônica de Viena ofereceu seu anel de honra, em 1942, a Baldur von Schirach (foto), então governador de Viena e a Arthur Seyss-Inquart, ministro do Reich na Áustria e, mais tarde, também da Holanda ocupada pela Alemanha.


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Cada design é inspirado em uma ocasião: jantar romântico, reunião com amigos, festa formal... Escolha o seu.

Arte do vinho Um decanter pode ser um objeto artístico. A prova é a seleção do site Inthralld. http://bit.ly/16IAD9h

www.dcomercio.com.br

V IOLÊNCIA D ESIGN

E VENTO

Três em um O artista Alex Sobolev cria instrumentos inusitados. Entre suas obras, o "Triolin", feito para ser tocado por três violinistas ao mesmo tempo. Pouco prático, já que obriga os músicos a usarem o instrumento ao contrário, mas inventivo. http://bit.ly/Xn2bKx

m grupo de homens armados invadiu e realizou um arrastão em um prédio na região dos Jardins, zona oeste de São Paulo. Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), o assalto aconteceu por volta das 20h de sábado, na Alameda Jaú. Os bandidos utilizaram um carro com placa clonada de um dos moradores para entrar no edifício. Logo depois, os assaltantes fizeram o zelador de refém e abriram o portão para que mais um carro – não identificado pela polícia– entrasse. Ao todo, dez homens participaram da ação. No local, os criminosos roubaram o computador que

continha as imagens da câmera de segurança do prédio. De acordo com policiais, eles renderam os moradores e os mantiveram confinados no apartamento do zelador, que fica no térreo. Organizados, os assaltantes iam com um morador por vez para realizar o roubo nos apartamentos. Ao todo, foram levados cartões bancários, bolsas, documentos, joias, celulares, relógios e uma quantia de pelo menos R$ 10.500, sendo U$ 1.150 (cerca de R$ 2.300), 2.000 euros (cerca de R$ 5.230) e R$ 3.000. Segundo a polícia, nenhum morador foi agredido ou amarrado durante a ação. (Folhapress)

Hora do Planeta em mais de 110 cidades Marcos Bezerra/Estadão Conteúdo

Mais um arrastão em SP U

A Hora do Planeta, que convida a população a apagar as luzes por uma hora em atenção à preservação dos recursos naturais, mobilizou no sábado mais de 7 mil cidades de pelo menos 150 países e territórios. No Brasil, monumentos públicos, empresas e residências de mais de 110 cidades ficaram às escuras, das 20h30 às 21h30. Brasília, cidadeâncora da Hora do Planeta no País, apagou as luzes em espaços famosos como a Catedral Metropolitana, o Congresso Nacional e a Esplanada dos Ministérios.

Thiago Leon/Estadão Conteúdo

S ÃO PAULO

Morre Bassi, um rei do churrasco. Um dos maiores especialistas em carnes no país, Marcos Bassi morreu ontem no começo da tarde no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Ele lutava contra um câncer de pulmão e esteve internado várias vezes recentemente. O velório acontece na Rua São Carlos do Pinhal, 376. Dali o corpo será levado hoje, às 14h, para o Cemitério do Araçá. Marcos Guardabassi, 64, era dono do restaurante

Templo da Carne, no Bixiga. Filho de italianos, nasceu e cresceu no bairro do Brás. Começou como ambulante, vendendo dobradinha, aos oito anos de idade. Autodidata, aprendeu tudo sobre a carne. Criador do corte bom-bom de alcatra, foi ele quem deu valor à fraldinha, peça considerada de segunda por muito tempo e hoje apreciada pela maciez e pela pouca quantidade de gordura. (Agências)

R ECICLAGEM

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DOMINGO DE RAMOS - Católicos celebraram ontem o Domingo de Ramos em diversas partes do mundo. Na Basílica de Nossa Senhora Aparecida, o cardeal arcebispo Dom Raymundo Damasceno Assis lembrou os últimos momentos vivenciados no Vaticano, principalmente a eleição do Papa Francisco.

Brincando de luz e sombra Pallets de madeira foram transformados em uma luminária interativa pela Manifattura Italiana Design. O formato original é o de um abajur tradicional, mas a estrutura, feita com pedaços de madeira, pode ser montada, desmontada, recriada, movimentada de acordo com a criatividade do do proprietário do objeto. As mudanças realizadas no desenho da peça também influenciam a iluminação do ambiente. www.youngstark.com/?p=222

No meio da multidão A artista coreana Jiyen Lee faz colagens de fotos com pessoas, criando um efeito hipnótico. http://bit.ly/X0jZAg


e CAIXA 1 conomia

O seu consultor financeiro

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eixar o dinheiro na poupança ou trocar de aplicação financeira, entrar ou sair da bolsa, tomar ou não crédito. O que está por trás dessas e de tantas outras escolhas que envolvem o seu dinheiro? A resposta não é tão simples, já que a educação financeira e o conhecimento sobre economia e finanças não são suficientes para definir escolhas. Especialistas em comportamento e psicologia dizem que a formação é importante, mas são as emoções têm maior peso nas decisões financeiras. O problema é que o i n v e s t idor, por m a i s c onheciment o q u e t enha acumulado, não tem o poder de perceber a influência das emoções. Por isso, muitas vezes, toma decisões que prejudicam a rentabilidade de suas aplicações financeiras. Estudioso sobre a influência do comportamento nas decisões financeiras, o estrategista de investimentos pessoais do Santander Asset Management Aquiles Mosca diz que o comportamento que mais afeta o investidor no momento atual é o da "representatividade", que nada mais é do que a decisão influenciada por informações recentes.

O impacto das EMOÇÕES contra o seu BOLSO

Na maior parte do tempo o investidor está sujeito a tomar decisões inadequadas por causa das "pegadinhas" comportamentais. Veja algumas delas. I Efeito manada: é seguir o que o grupo está fazendo. É mais comum em períodos de pânico e de euforia no mercado acionário, quando há fortes quedas ou altas na bolsa de valores. "As pessoas têm necessidade de agir em conformidade com os outros, por medo de ficar para trás ou de ficar de fora de uma oportunidade de ganhar dinheiro", diz o estrategista do Santander Asset Management Aquiles Mosca. Para a psicanalista Vera Rita de Mello Ferreira, o efeito manada também pode ser observado em momentos de incerteza, nos quais o investidor tem medo de errar sozinho.

Entender de economia e finanças não é o único requisito que determina o sucesso das escolhas. Veja os comportamentos que levam o investidor a errar.

A professora de psicologia econômica e consultora Vera Rita de Mello Ferreira diz que perceber as emoções já é um bom começo

Tentação de olhar o retrovisor Segundo Mosca, é uma tendência comportamental que leva as pessoas a tentar prever o futuro com base no presente ou em passado recente. No livro Fi nanç as Comportamentais – Gerencie suas Emoções e Alcance Sucesso nos Investimentos, Mosca ilustra a "representatividade" como um motorista que conduz um carro olhando apenas para o retrovisor. O estrategista afirma que, atualmente, esse comportamento pode ser observado no número de pessoas físicas que deixaram posições no mercado acionário por causa de informações sobre o desempenho negativo da bolsa. Dados da BM&FBovespa mostram que o número de investidores pessoas físicas passou de 610 mil em 2010 para cerca de 583 mil em 2011. No ano passado foi de pouco mais de 587 mil. "Ao liquidar a posição, muito investidor vendeu suas ações a um preço menor. Na verdade, perdeu dinheiro porque pagou mais pelos ativos. A maioria dos pequenos investidores entrou no período de 2003 a 2007, quando a bolsa teve altas seguidas e as ações estavam com preço superior. A 'representatividade' joga contra os interesses do investidor", afirma. Mosca diz que fugir desse comportamento é difícil, mas uma forma de amenizar seu efeito é não olhar apenas para a informação recente. "É preciso ter um plano estruturado de investimentos, com objetivos de curto, médio e longo prazos. Para cada um deles haverá uma carteira adequada. O investidor vai precisar conhecer sua tolerância a riscos. Cada vez que vir o impulso de tomar uma decisão, ele deve se lembrar de seus objetivos", afirma. O planejamento ajuda, mas a emoção sempre está à espreita e os especialistas avisam de antemão: não tente controlar ou racionalizar a emoção. "Percebê-la já é um bom começo", diz a professora de psicologia econômica da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), psicanalista e consultora Vera Rita de Mello Ferreira.

"Pegadinhas" comportamentais

I Menos informação: a educação financeira pode ser aliada do investidor, mas a informação em excesso pode levá-lo a olhar indicadores de pouca relevância para a tomada de decisão. "É preciso educação para saber quais informações buscar, sabendo que serão poucas e relevantes", diz Mosca.

Paulo Pampolin/Hype

REJANE TAMOTO

I Saliência: é um fato raro e localizado, mas saliente aos olhos do investidor e que influencia sua capacidade de julgamento e de decisão. Um exemplo, segundo Mosca, é a repercussão que um acidente aéreo provoca no julgamento das pessoas – que faz com que elas cancelem bilhetes de viagem da companhia aérea envolvida – mesmo sabendo que, estatisticamente, o avião é um meio de transporte seguro. Outro efeito é o contágio, fenômeno que faz as ações de uma companhia aérea desabarem quando o acidente aconteceu com a aeronave de sua concorrente.

Sérgio Zacchi/Divulgação

"As emoções estão na base de todas decisões. E nós mesmos não as conhecemos. É o lado inconsciente que nos empurra para a decisão. Quando percebemos que não fizemos a escolha certa, vem o desconforto e logo inventamos uma desculpa para isso."

Apego e inércia Outro comportamento que impede o investidor de obter ganhos maiores na atualidade é o apego, também caracterizado pela inércia. São emoções como essas que ajudam a explicar porque a poupança continua sendo muito utilizada pelo pequeno investidor, mesmo depois de ter suas regras alteradas pelo governo. Em 2012, a captação líquida da caderneta foi de R$ 49,7 milhões, mais de três vezes acima dos R$ 14,2 milhões captados em 2011, segundo o Banco Central (BC). O mais curioso é que em maio de 2012, a poupança passou a render 70% da taxa básica de juros (Selic) ao ano, o que hoje equivale a 5,075% ao ano, bem menos do que rendia em 2011: 6% fixos ao ano mais a Taxa Referencial (TR). Mosca diz que o comportamento reflete mais do que a inércia do investidor e guarda um viés de status quo, ou seja, o de manter algo que ele faz há muito tempo, só por estar habituado e familiarizado. "A caderneta rende menos do que

a inflação acumulada em 12 meses (de 6,31% em fevereiro). Mas a familiaridade que as pessoas têm com a poupança faz com que elas não busquem outras opções, como aplicações com o mesmo perfil de renda fixa, mas indexadas à inflação e ao crédito privado", diz Mosca. Para Vera, parece teimosia deixar o dinheiro em uma aplicação que não rende, como a poupança, mas o que acaba valendo é o apego àquilo que é da pessoa. "Damos preferência a tudo que é familiar e isso vem dos nossos ancestrais, que só sobreviviam quando estavam no meio de situações e de pessoas conhecidas", observa. Além do apego, outra emoção associada a esse tipo de decisão é a procrastinação, que é expressa pela frase "amanhã eu faço". De acordo com Vera, a procrastinação está relacionada à tendência do ser humano de poupar energia. "É instintivo, mas não pode ocorrer de forma exagerada", afirma. A terceira emoção comum, na opinião de Vera, é o excesso de confiança, ou seja, de achar que o dinheiro grande, rápido e mole existe e, assim, aceitar qualquer promessa nesse sentido. "É o que leva as pessoas a entrarem em pirâmides financeiras. Mesmo sabendo que é uma furada, elas acham que vão conseguir ganhar dinheiro e sair rápido", afirma. A psicanalista diz que as emoções humanas funcionam como as luzes de um semáforo para a to-

mada de decisões. "As avaliações são feitas de forma inconsciente e com base no prazer de curto prazo. Quando recebemos uma oportunidade de ganho rápido e fácil acendemos a luz verde. Se a situação não oferece prazer imediato e traz aborrecimentos a luz vermelha acende", explica a especialista. Na maioria das vezes, o ser humano tende a usar a emoção, já que esse é o mecanismo mais imediato de decisão. "É o que faz o endividado que comprou um carro sem pensar nas prestações e, depois, descobriu que não poderia pagar e tentou devolver. Na hora de comprar é só alegria", comenta Vera.

Para o estrategista do Santander Asset Management Aquiles Mosca, planejamento financeiro ajuda a minimizar as armadilhas de determinados comportamentos.

I Ancoragem: é a tendência do investidor focalizar a atenção a um determinado número (recente) e usá-lo como ponto de referência para fazer estimativas, segundo Mosca. Exemplo: o valor pago por uma ação hoje vira uma referência ou âncora quando se avalia sua perspectiva para o futuro. Para minimizar esse comportamento é preciso ter disciplina. Ao avaliar um ativo, o investidor deve fazer um levantamento amplo de seu valor, não se prendendo aos primeiros preços observados. I Dotação: tendência de supervalorizar o preço de algo que possui e de subavaliar o valor de algo que não tem. Segundo Mosca é um comportamento que aparece quando o investidor precisa vender um ativo. Esse comportamento pode levar o investidor a ampliar suas perdas, pois levará mais tempo vender o ativo em um cenário de baixa no mercado. (RT)


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São Paulo Fashion Week

conomia Fotos: Agliberto Lima/DC

Parte final do desfile de Lino Villaventura, que encerrou a semana de moda do verão de 2014: aposta no artesanal.

MINIMALISMO –

CONTO DE FADAS –

O minimalismo marcou o desfile da grife Uma por Raquel Davidowicz, que abriu o último dia da edição do verão 2014 da SPFW. A estilista usou muito branco, prateado, dourado e azul marinho em peças mais retas, bastante confortáveis. A marca, que tem linhas feminina e masculina, trabalha principalmente com cortes de alfaiataria.

A inspiração veio das princesas sofredoras dos contos de fadas. O resultado, na coleção do estilista R.Rosner, apareceu em belos vestidos de festa confeccionados em tecidos nobres e cores impactantes, como o vermelho. Nesta edição da SPFW foram várias as grifes que apostaram nos vestidos longos de noite como peças principais das coleções do verão de 2014.

Fim da festa, hora da produção. Depois dos desfiles, marcas se preparam para entregar novas peças. Para o varejo, oportunidades de seguir as tendências. Rejane Aguiar

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PORCELANA – As padronagens que remetem a temas e cores de pintura e porcelana foram o ponto alto do desfile da grife Têca por Helô Rocha, com destaque para o amplo vestido da foto. Também não faltaram recortes que mais parecem rendados.

om a apresentação de belos trabalhos artesanais em vestidos de festa, terminou na última sexta-feira a 35ª edição da São Paulo Fashion Week (SPFW), que levou ao prédio da Bienal do Parque do Ibirapuera as ideias dos estilistas de 25 marcas nacionais para o verão 2014. E, no geral, esses conceitos podem se resumir em muita transparência, preto, branco e a combinação das duas cores em estampas e listras, além das cores fortes blocadas (usadas dos pés à cabeça). As grifes que participaram da semana de moda partem agora para a fase de produção e comercialização das peças, que devem estar nas lojas próprias e em outros pontos de venda em agosto. Simultaneamente, os designers e estilistas já buscam inspirações para a próxima edição do evento (com as coleções do inverno 2014) a ser realizada em outubro, conforme o novo calendário da moda brasileira. Das ideias ao varejo – A SPFW já se consolidou como o principal evento de moda do País, em que as tendências são apresentadas para, depois de alguns meses, estarem nas lojas das marcas participantes e também no varejo de moda – sejam lojas de departamento ou estabelecimentos de menor porte. O evento, no entanto, não é o único a nortear os comerciantes para saberem o que o

consumidor vai procurar nas próximas estações. Um pouco antes de cada edição da SPFW, por exemplo, o Senac promove o Senac Moda e Informação, em que apresenta a lojistas de todo o País as tendências captadas por especialistas no varejo de vestuário do exterior e em outras semanas de moda pelo mundo. A ideia é "traduzir" para o comerciante brasileiro o que de mais interessante os estilistas pensam e mostram ao redor do mundo. A próxima edição do Senac Moda e Informação deve acontecer no segundo semestre deste ano. Normalmente há palestras para os lojistas sobre as tendências internacionais, com apresentação de tecidos, padronagens, formas e cartelas de cores que têm sido usadas no exterior. Esse trabalho é particularmente importante neste momento em que o brasileiro de classe média tradicional (e, por que não, também da classe C) tem tido condições de fazer mais viagens ao exterior e verificar in loco o que de fato é tendência em roupas e acessórios. O consumidor, portanto, tem cada vez mais informação de moda e o comerciante deve acompanhar de perto esse movimento se quiser vender mais. Para se ter uma ideia, a transmissão online de fotos dos desfiles desta SPFW no Now Fashion, importante site de fotos, superou o número de visualizações da London Fashion Week.

TRABALHO ARTESANAL – A 35ª SPFW terminou com os belíssimos vestidos do estilista Lino Villaventura, que não economiza no trabalho artesanal como forma de dar vida às peças. Desta vez, ele levou muito brilho à passarela.


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ECONOMIA/LEGAIS - 19

TEKNO S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO CNPJ nº 33.467.572/0001-34 COMPANHIA ABERTA Relatório da administração (Em milhares de Reais) Senhores acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. e ao público em geral as demonstrações financeiras e as respectivas notas explicativas, acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes sobre as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e o Relatório da Administração contendo os principais destaques do exercício. Os valores deste relatório estão apresentados em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma. 1. Mercado - A TEKNO atua no mercado industrial, aplicando revestimentos orgânicos em diferentes tipos de metais, tais como aço laminado a frio, aço galvanizado, aço eletrozincado, inox, flandres e alumínio, em uma linha contínua de pré-pintura. As receitas são originadas por meio da venda do produto acabado (em bobinas, tiras, chapas ou blanks), ou por meio da prestação de serviços de pré-pintura em metais fornecidos pelos clientes. Os setores que mais utilizam os produtos pré-pintados são: eletrodomésticos, construção civil, automobilístico, refrigeração, eletroeletrônico, bebidas, alimentação, entre outros. 2. Desempenho Econômico-Financeiro - a) Indicadores Financeiros Controladora Consolidado 2012 2011 Var. % 2012 2011 Var. % 1 - Receita operacional líquida 125.689 120.003 4,74 147.409 144.986 1,67 2 - Custo dos produtos vendidos (91.802) (86.810) 5,75 (107.345) (105.546) 1,70 3 - Lucro bruto 33.887 33.193 2,09 40.064 39.440 1,58 4 - Resultado financeiro 9.917 16.383 -39,47 9.906 16.622 -40,40 5 - Resultado antes dos tributos 26.324 32.612 -19,28 26.797 33.191 -19,26 6 - Lucro líquido do exercício 21.385 25.882 -17,38 21.385 25.882 -17,38 A receita operacional líquida teve um crescimento de 4,74% na controladora e de 1,67% no consolidado. O lucro bruto teve um crescimento 2,09% na controladora e de 1,58% no consolidado. O resultado antes dos tributos teve uma queda de 19,28% na controladora e de 19,26% no consolidado. O lucro líquido do exercício teve uma queda de 17,38% na controladora e no consolidado. b) Lucro Líquido básico e diluído por Ação em R$ - Para calcular o valor do lucro líquido por ação foi utilizada a média ponderada de ações em circulação no exercício. Controladora e Consolidado 2012 2011 Lucro líquido básico e diluído por ação 7,791 9,677 c) EBIT/EBITDA Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Lucro Antes Dos Impostos 26.324 32.612 26.797 33.191 Despesas financeiras 261 2.741 1.152 3.847 Receitas financeiras (10.178) (19.124) (11.058) (20.469) EBIT 16.407 16.229 16.891 16.569 Depreciação e Amortização 5.905 5.693 6.333 5.793 EBITDA 22.312 21.922 23.224 22.362 O EBIT é apurado antes dos juros e impostos e o EBITDA é apurado antes dos juros, impostos, depreciação e amortização.

d) Juros s/ Capital Próprio e Dividendos Propostos Controladora 2012 2011 Variação % Juros s/ capital próprio líquido de IR 9.601 9.930 -3,31% Dividendos adicionais propostos 11.702 15.601 -24,99% 21.303 25.531 -16,56% Em reuniões realizadas em 12/07/2012 e em 06/11/2012, o Conselho de Administração aprovou respectivamente os créditos a título de juros sobre o capital próprio, nos valores de R$ 5.883 (R$ 5.009 líquido de imposto de renda) e R$ 5.395 (R$ 4.592 líquido de imposto de renda), por conta dos lucros do exercício de 2012, conforme previsto no art. 9º da Lei nº 9.249/95. A proposta da Administração à AGO será de distribuição do total do saldo do lucro do exercício sob a forma de dividendos. 3. Política da qualidade - A Companhia está certificada pela NBR-ISO 9001:2008 (produção de chapas de aço pré-pintado e serviços de pré-pintura em bobinas metálicas), e mantém a sua política de investir continuamente na melhoria da qualidade de seus produtos, por meio de melhoria de processos, dos equipamentos e no treinamento e aperfeiçoamento contínuo da mão-de-obra. 4. Política de recursos humanos - A Companhia ofereceu benefícios sociais a todos os seus colaboradores, dentre os quais destacamos: plano de aposentadoria complementar, seguro de vida em grupo, programa de alimentação, transporte coletivo, assistência médica extensiva aos dependentes, área de lazer e recreação. No ano de 2012 foram distribuídos aos funcionários R$ 1.212 (R$ 1.085em 2011) a título de “participação nos resultados - PLR”. A Companhia mantém ainda, um programa de treinamento profissional orientado, no sentido de possibilitar o desenvolvimento profissional de todos os seus colaboradores. Ressaltamos o esforço, a dedicação e o comprometimento de todos os colaboradores da Companhia no cumprimento dos objetivos do ano de 2012. 5. Impostos e contribuições - Em 2012, as atividades geraram impostos e contribuições, devidos aos setores públicos federais, estaduais e municipais, no montante de R$ 23.618 na Controladora (R$ 22.058 em 2011), e R$ 27.470 no Consolidado (R$ 23.995 em 2011), correspondentes a aproximadamente 18,8% e 18,6% da receita operacional líquida na controladora e consolidado, respectivamente. 6. Controladas e Companhias controladas em conjunto Controladas Lucro líquido 2012 2011 Tekrom Transportes, Repres. e Montagens Ltda. 159 153 Profinish Ind. e Com. Produtos Químicos Ltda. 855 823 Controladas em conjunto Lucro líquido (Prejuízo) 2012 2011 MSC/Tekno Laminates and Composites Ltda. 949 1.711 Perfilor S.A. Construções, Indústria e Comércio (324) 17 Alucoil do Brasil S.A. Indústria e Comércio (434) (11) O desempenho da TEKROM, da PROFINISH e da MSC/TEKNO em 2012 foi semelhante ao de 2011. A Perfilor teve um resultado final liquido menor, em razão da queda na margem bruta pela competitividade do mercado. A Alucoil ainda está em fase de construção de sua planta industrial, e só deverá iniciar as suas atividades de produção no Brasil, no final do 2º trimestre de 2013.

Balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) Nota Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Aplicações financeiras Contas a receber de clientes Partes relacionadas Estoques Tributos a recuperar Outros créditos Despesas antecipadas Total do ativo circulante Não circulante Partes relacionadas Tributos a recuperar Depósitos judiciais Investimentos Imobilizado Intangível Total do ativo não circulante

Controladora 2012 2011 Reclas.

01/01/2011 Reclas.

2012

Consolidado 2011 Reclas.

01/01/2011 Reclas.

5 6 7 11 8 9

88.931 23.736 3.894 19.152 3.294 998 76 140.081

126.311 2.262 22.669 361 20.395 859 988 35 173.880

110.690 29.591 19.305 1.367 19.986 188 44 37 181.208

101.771 27.003 2.041 25.756 5.512 1.098 99 163.280

138.674 2.262 26.219 187 24.868 3.998 1.074 59 197.341

120.766 29.591 22.289 698 27.727 2.313 50 60 203.494

11 9

2.661 1.388 3.197 21.793 74.179 342 103.560

35 2.022 1.804 12.758 63.475 379 80.473

5.178 323 1.410 12.247 47.197 484 66.839

1.422 3.703 3.298 33 80.964 424 89.844

83 2.039 1.905 33 69.084 467 73.611

2.633 359 1.511 33 53.350 575 58.461

12 13

243.641

Total do ativo

254.353

248.047

253.124

270.952

261.955

Demonstrações das mutações do patrimônio líquido em 31 de dezembro de 2012 e 20101 (Em milhares de reais) Res. de capital Reservas de lucros IncenRetenTotal Divid. Ajuste Capital tivos Res. ção de res. de adic. de Aval. Lucros Nota social fiscais legal lucros lucros prop. Patrim. acum. 151.500 1.740 15.318 26.177 41.495 7.114 20.284 -

Saldos em 01/1/2011 Aumento de capital em 28/04/2011 Depreciação do custo atribuído Lucro líquido do exercício Distribuição de dividendos Destinações: Reserva legal Juros sobre o capital próprio - Lei 9.249/95 Dividendos adicionais propostos Destinações da realização do custo atribuído: Reserva legal Retenção de lucros acumulados Saldos em 31/12/2011 Aumento de capital em 26/04/2012 Depreciação do custo atribuído Lucro líquido do exercício Distribuição de dividendos Destinações do resultado do exercício: Reserva legal Juros sobre o capital próprio-Lei 9.249/95 Dividendos adicionais propostos Destinações da realização do custo atribuído: Reserva legal Dividendos adicionais propostos Saldos em 31/12/2012

17

5.000

-

-

(5.000)

(5.000)

-

17

-

-

-

-

(7.114)

-

Total 222.133

-

-

(2.820) 2.820 - 25.882 -

25.882 (7.114)

17

-

17

-

-

1.294

-

1.294

-

-

(1.294)

-

17

-

-

-

-

-

-

- (11.666)

(11.666)

17

-

-

-

-

-

12.922

- (12.922)

-

17

-

-

141

-

141

-

-

(141)

-

17

156.500

1.740 16.753

21.177

37.930

2.679 15.601

17.464

(2.679) -

229.235

17

6.500

-

-

(6.500)

(6.500)

-

-

-

-

17 17

-

-

-

-

(2.805) 2.805 - 21.385 -

21.385 (15.601)

17

-

-

1.070

-

1.070

-

-

(1.070)

-

17

-

-

-

-

-

-

- (11.278)

(11.278)

17

-

-

-

-

-

9.037

-

17

-

-

140

-

140

-

17

163.000

1.740 17.963

14.677

32.640

2.665 11.702

- (15.601)

(9.037)

-

-

(140)

-

14.659

(2.665) -

223.741

Nota Passivo e patrimônio líquido Circulante Fornecedores Financiamentos e empréstimos Obrigações sociais e trabalhistas Obrigações fiscais Adiantamentos de clientes Dividendos e JCP a pagar Partes relacionadas Participações estatutárias Provisões p/risco fiscais, trabalhistas e cíveis Provisões p/passivo a descoberto Outras contas a pagar Total do passivo circulante Não circulante Provisões p/risco fiscais, trabalhistas e cíveis Partes relacionadas Provisão p/passivo pós- emprego Passivo fiscal diferido Total do passivo não circulante Patrimônio líquido Capital social Reserva de capital Ajuste avaliação patrimonial Reserva de lucros Dividendo adicional proposto Total do patrimônio líquido Total do passivo e patrimônio líquido

14 15

11 17 16 12

16

10

17 17 17 17 17

Controladora 2012 2011 01/01/2011 Reclas. Reclas.

Consolidado 2012 2011 01/01/2011 Reclas. Reclas.

5.445 3.364 769 125 153 553 484 519 11.412

7.966 2.966 420 37 346 610 584 1.966 355 15.250

2.722 2.697 1.493 6 4.709 197 509 308 2.291 281 15.213

6.372 3.946 1.364 582 5.729 553 484 1.609 20.639

8.374 3.506 840 203 15.905 610 584 1.421 31.443

3.092 1.087 3.238 1.883 338 4.709 8.057 509 504 369 23.786

801 1.800 5.887 8.488

1.112 1.000 7.756 9.868

1.265 9.436 10.701

1.126 1.800 5.818 8.744

1.518 1.000 7.756 10.274

1.415 5.185 9.436 16.036

163.000 1.740 14.659 32.640 11.702 223.741 243.641

156.500 1.740 17.464 37.930 15.601 229.235 254.353

151.500 1.740 20.284 41.495 7.114 222.133 248.047

163.000 156.500 1.740 1.740 14.659 17.464 32.640 37.930 11.702 15.601 223.741 229.235 253.124 270.952

151.500 1.740 20.284 41.495 7.114 222.133 261.955

Demonstrações do valor adicionado em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de Reais) Controladora Consolidado 2012 2011 2012 2011 Receitas Reclas. Reclas. Vendas de mercadoria, produtos e serviços líquido das devoluções e abatimentos 161.712 153.256 189.954 186.087 Receitas relativas a construção de ativos próprios 487 221 539 857 Provisão para creditos de liquidação duvidosa-reversão (constituição) 175 (415) 15 (483) Insumos adquiridos de terceiros (inclui ICMS e IPI) Custos dos produtos e dos serviços vendidos (82.435) (79.172) (100.640) (104.209) Materiais, energia, serviços de terceiros e outras despesas operacionais (14.918) (16.585) (17.726) (19.280) Valor adicionado bruto 65.021 57.305 72.142 62.972 Retenções Depreciação e amortização (5.905) (5.693) (6.333) (5.793) Valor adicionado líquido produzido pela Companhia 59.116 51.612 65.809 57.179 Valor adicionado recebido em transferência Resultado de equivalência patrimonial 1.108 1.816 Receitas financeiras 10.178 19.124 11.058 20.469 Outras receitas 316 259 99 60 Valor adicionado total a distribuir 70.718 72.811 76.966 77.708 Distribuição do valor adicionado Empregados Remuneração direta 20.381 18.513 22.059 19.898 Benefícios 3.363 3.647 3.594 3.831 FGTS 1.442 1.338 1.577 1.476 Tributos Federais 19.228 18.119 21.402 18.280 Estaduais 4.217 3.732 5.894 5.505 Municipais 173 207 174 210 Remuneração de capitais de terceiros Juros 36 942 247 2.020 Aluguéis 493 431 634 606 Remuneração de capitais próprios Juros sobre capital próprio 11.278 11.666 11.278 11.666 Lucros retidos 10.107 14.216 10.107 14.216 70.718 72.811 76.966 77.708

7. Aviso legal - As informações no relatório de administração são diretamente derivadas das demonstrações financeiras como, por exemplo, cálculo do EBIT e EBITDA. Nós fazemos declarações sobre eventos futuros que estão sujeitas a riscos e incertezas. Tais declarações têm como base crenças e suposições de nossa Administração e informações a que a Companhia atualmente tem acesso. Declarações sobre eventos futuros incluem informações sobre nossas intenções, crenças ou expectativas atuais, assim como aquelas dos membros do Conselho de Administração e Diretores da Companhia. As declarações e informações sobre o futuro não são garantias de desempenho. Elas envolvem riscos, incertezas e suposições porque se referem a eventos futuros, dependendo, portanto, de circunstâncias que poderão ocorrer ou não. Os resultados futuros e a criação de valor para os acionistas poderão diferir de maneira significativa daqueles expressos ou sugeridos pelas declarações com relação ao futuro. Muitos dos fatores que irão determinar esses resultados e valores estão além da capacidade de controle ou previsão da Tekno. 8. Relacionamento com Auditores Independentes - Em conformidade com a Instrução CVM nº 381/03, informamos que a Companhia e suas controladas adotam como procedimento formal consultar os auditores independentes Deloitte Touche Tohmatsu (“Deloitte”), no sentido de assegurar-se de que a realização da prestação de outros serviços não venha afetar sua independência e objetividade necessária ao desempenho dos serviços de auditoria independente. A política da empresa na contratação de serviços de auditores independentes assegura que não haja conflito de interesses, perda de independência ou objetividade. A Companhia contratou a Deloitte para prestação de serviços técnicos especializados em auditoria contábil, em 14 de dezembro de 2011, referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, no valor de R$ 140. Informamos que na Companhia e nas controladas e empresas controladas em conjunto, não há nenhum contrato com os nossos auditores independentes ou por partes relacionadas com o auditor independente, de qualquer serviço que não seja de auditoria externa. 9. Declaração da Diretoria - Em observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, de 07 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que discutiu, reviu e concordou com a opinião expressa no relatório dos auditores independentes e com as demonstrações contábeis relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012. 10. Distribuição de resultados - Do lucro líquido de R$ 21.385, acrescido do valor de R$ 2.805, relativo ao efeito da realização do custo atribuído (deemed cost), propõe a Administração que sejam destinados R$ 1.210, para reserva legal; R$ 11.278 para juros sobre o capital próprio (R$ 5.883 creditados em 12/07/2012 e pagos em 25/07/2012 à razão de R$ 2,12 por ação e R$ 5.395 creditados em 06/11/2012 e pagos em 27/11/2012 à razão de R$ 1,95 por ação) e R$ 11.702 para dividendos a serem propostos para a AGO à razão de R$ 4,224 por ação. A proposta da Administração à AGO será no sentido de imputar os juros sobre o capital próprio, no valor líquido de R$ 9.601, ao dividendo mínimo obrigatório de 25% sobre o lucro líquido, conforme previsto no parágrafo 5º, artigo 33, do Estatuto Social. 11. Expectativas - O cenário para 2013 continua favorável para o mercado da construção civil em geral, em razão das obras de infraestrutura que ainda estão em andamento, e se estenderão pelo menos até 2014, alavancadas pelos dois grandes eventos que o País estará sediando: Copa do Mundo de Futebol e Olimpíadas. No mercado industrial em geral, a previsão para 2013 não é tão otimista, más espera-se um pequeno crescimento. As demonstrações financeiras aqui apresentadas estão de acordo com os critérios da legislação societária brasileira, a partir de informações financeiras auditadas. São Paulo, 14 de março de 2013 Demonstrações de resultados em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais, exceto lucro por ação expresso em Reais) Controladora Consolidado Nota 2012 2011 2012 2011 Reclas. Reclas. Receita operacional líquida 19 125.689 120.003 147.409 144.986 Custo dos produtos vendidos e serviços prestados 20 (91.802) (86.810) (107.345) (105.546) Lucro bruto 33.887 33.193 40.064 39.440 (Despesas) receitas operacionais Despesas com vendas Despesas com pessoal 21 (2.197) (2.042) (3.619) (3.206) Outras despesas com vendas 21 (2.128) (2.601) (4.078) (4.643) (4.325) (4.643) (7.697) (7.849) Despesas administrativas Despesas com pessoal 22 (5.938) (5.511) (6.421) (5.882) Remuneração dos administradores 22 (1.880) (1.731) (1.895) (1.744) Participações estatutárias 22 (553) (610) (553) (610) Outras despesas administrativas 22 (6.695) (6.774) (7.245) (7.229) (15.066) (14.626) (16.114) (15.465) Outras receitas operacionais 803 489 638 443 Resultado de equivalência patrimonial 12 1.108 1.816 Lucro antes do resultado financeiro 16.407 16.229 16.891 16.569 Receitas financeiras 23 10.178 19.124 11.058 20.469 Despesas financeiras 23 (261) (2.741) (1.152) (3.847) Lucro antes do imposto de renda e contribuição social 26.324 32.612 26.797 33.191 Imposto de renda e contribuição social corrente 10 (6.808) (8.410) (7.350) (8.989) Imposto de renda e contribuição social diferido 10 1.869 1.680 1.938 1.680 Lucro líquido do exercício 21.385 25.882 21.385 25.882 Lucro básico e diluído por ação 18 7,791 9,677 Demonstrações do resultado abrangente em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de Reais)

Lucro líquido do exercício Outros resultados abrangentes Lucro abrangente do exercício

Controladora 2012 2011 21.385 25.882 21.385 25.882

Demonstrações dos fluxos de caixa em 31 de dezembro de 2012 e 2011(Em milhares de Reais) Controladora Nota 2012 2011 Fluxos de caixa das atividades operacionais Reclas. Lucro líquido antes do imposto de renda e contribuição social 26.324 32.612 Ajustes por: Depreciação e amortização 13 5.905 5.693 Provisões para devedores duvidosos, perdas nos estoques e contingências trabalhistas, fiscais e cíveis 1.024 (468) Variações cambiais não realizadas 298 135 Resultado na venda de ativo imobilizado 13 3 (76) Equivalência patrimonial 12 (1.108) (1.816) 32.446 36.080 Variações nos ativos e passivos Aplicações financeiras 2.262 27.329 Contas a receber de clientes (878) (2.980) Partes relacionadas (6.352) 6.298 Estoques 1.221 (383) Tributos a recuperar (1.801) (2.370) Outros créditos e despesas antecipadas (2.424) (1.200) Fornecedores (5.319) 540 Outras contas a pagar e demais contas 444 1.703 Imposto de renda e contribuição social pagos (6.488) (9.184) Caixa líquido proveniente das atividades operacionais 13.111 55.833 Fluxos de caixa das atividades de investimentos Aumento de capital em controladas em conjunto 12 (10.873) Aquisição de ativo imobilizado e intangível 13 (14.169) (17.289) Recebimento de dividendos de controlada 12 980 Provisão de dividendos propostos por controlada em conjunto 12 980 980 Recebimento por vendas de ativo imobilizado 13 79 95 Caixa líquido usado nas atividades de investimento (23.003) (16.214) Fluxos de caixa das atividades de financiamentos Pagamento de dividendos e juros sobre o capital próprio 17 (26.878) (23.489) Pagamento de participações estatutárias (610) (509) Pagamentos de empréstimos Juros pagos por empréstimos Caixa líquido usado nas atividades de financiamento (27.488) (23.998) Aumento (redução) do caixa e equivalentes de caixa (37.380) 15.621 Demonstração do aumento (redução) do caixa e equivalentes de caixa No início do exercício 126.311 110.690 No fim do exercício 88.931 126.311 Aumento (redução) do caixa e equivalentes de caixa (37.380) 15.621

Consolidado 2012 2011 21.385 25.882 21.385 25.882

Consolidado 2012 2011 Reclas. 26.797

33.191

6.333

5.793

1.162 298 4 34.594

(43) 135 167 39.243

2.262 (839) (13.369) (912) (3.178) (1.457) (4.800) 5.358 (7.037) 10.622

27.329 (3.116) 5.724 2.411 (3.365) (1.605) 577 6.511 (9.761) 63.948

(15.768) 79 (15.689)

(17.672) 682 (16.990)

(26.878) (610) (3.645) (703) (31.836) (36.903)

(23.489) (509) (4.223) (829) (29.050) 17.908

138.674 101.771 (36.903)

120.766 138.674 17.908

Notas explicativas às demonstrações financeiras (Valores expressos em milhares de Reais, exceto se indicado de outra forma) 1. Contexto Operacional - A Tekno S.A. Indústria e Comércio (“Companhia” ou “Tekno”) é uma sociedade anônima de capital da Companhia nestas sociedades. 3.2 Instrumentos financeiros • Ativos financeiros não derivativos A Companhia reconhece quando incorridos. Um item do imobilizado é baixado após alienação ou quando não há benefícios econômicos futuros resulaberto, com sede na cidade de São Paulo na rua Alfredo Mario Pizzotti, 51 e com ações negociadas na Bolsa de Valores de os empréstimos e recebíveis inicialmente na data em que foram originados. Todos os outros ativos financeiros (incluindo os tantes de seu uso contínuo. Quaisquer ganhos ou perdas na venda ou baixa de um item do imobilizado são determinados pela São Paulo - BM&FBOVESPA sob as siglas “TKNO3” e “TKNO4”. A Companhia tem por objeto social a industrialização e comer- ativos designados pelo valor justo por meio do resultado) são reconhecidos inicialmente na data da negociação na qual a diferença entre os valores recebidos na venda e o valor contábil residual do ativo e são reconhecidos no resultado do exercício cialização de pintura de bobinas metálicas e também a participação societária em outras sociedades no Brasil e no exterior. Companhia se torna uma das partes das disposições contratuais do instrumento. A Companhia reconhece um ativo financeiro ou período em que ocorre a alienação ou baixa. 3.6 Intangível - Os ativos intangíveis que são adquiridos pela Companhia, suas Fazem parte das informações contábeis consolidadas as seguintes empresas: Controladas • Profinish Indústria e Comércio quando os direitos contratuais aos fluxos de caixa do ativo expiram, ou quando a Companhia transfere os direitos ao recebimen- controladas e controladas em conjunto e que têm vidas úteis definidas são mensurados pelo custo, deduzido da amortização de Produtos Químicos Ltda. (“Profinish”): fabricação de produtos químicos para tratamento superficial de metais e plásticos to dos fluxos de caixa contratuais sobre um ativo financeiro em uma transação na qual essencialmente todos os riscos e bene- acumulada e das perdas por redução ao valor recuperável acumulado. Os gastos subsequentes são capitalizados somente e congêneres, para comercialização nos mercados interno e externo. • Tekrom Transportes, Representações e Montagens fícios da titularidade do ativo financeiro são transferidos. Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido quando aumentam os futuros benefícios econômicos incorporados no ativo específico aos quais se relacionam.Todos os outros Ltda. (“Tekrom”): prestação de serviços de transportes de cargas, basicamente, para sua controladora. Controladas em con- apresentado no balanço patrimonial quando, e somente quando, a Companhia tem o direito legal de compensar os valores e gastos, são reconhecidos no resultado conforme incorridos. A amortização é reconhecida no resultado baseando-se no método junto - • MSC/Tekno Laminates and Composites Ltda. (“MSC/Tekno”): industrialização e comercialização de produtos lami- tem a intenção de quitar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. • Ativos financeiros linear com relação às vidas úteis estimadas de ativos intangíveis, a partir da data em que estes estão disponíveis para uso, já nados destinados à indústria automobilística. • Perfilor S.A. Construções, Indústria e Comércio (“Perfilor”): industrialização registrados pelo valor justo por meio do resultado - Um ativo financeiro é classificado pelo valor justo por meio do resultado caso que esse método é o que mais perto reflete o padrão de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. 3.7 e comercialização de telhas de aço, utilizadas na cobertura e fechamento de imóveis, principalmente, industriais e comerciais. seja classificado como mantido para negociação ou tenha sido designado como tal no momento do reconhecimento inicial. Os Redução ao valor recuperável - Impairment • Ativos não financeiros - No fim de cada exercício, a Administração da Compa• Alucoil do Brasil S.A. Indústria e Comércio (“Alucoil”): joint venture constituída em 6 de junho de 2011 com a participação ativos financeiros são designados pelo valor justo por meio do resultado se a Companhia gerencia tais investimentos e toma nhia revisa o valor contábil de seus ativos tangíveis e intangíveis para determinar se há alguma indicação de que tais ativos não da Alucoil S.A.U. (Espanha), que tem por objeto principal a fabricação, industrialização, distribuição e comercialização de pai- decisões de compra e venda baseadas em seus valores justos de acordo com a gestão de riscos documentada e a estratégia serão recuperáveis pelas operações ou por sua alienação. Se houver tal indicação, o montante recuperável do ativo é estimado néis compostos de alumínio e outros metais, com previsão para iniciar suas operações no 1º semestre de 2013. O exercício de investimentos da Companhia. Os custos da transação, após o reconhecimento inicial, são reconhecidos no resultado quan- com a finalidade de mensurar o montante de perda, se houver. Quando não for possível estimar o montante recuperável indivisocial da Companhia, de suas controladas e de suas controladas em conjunto, inicia-se em 1º de janeiro e se encerra em 31 do incorridos. Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado são medidos pelo valor justo, e mudanças no dual de um ativo, a Companhia calcula o montante recuperável da unidade geradora de caixa à qual o ativo pertence. Quando de dezembro de cada ano. 2. Apresentação e Elaboração das Demonstrações Financeiras - 2.1. Declaração de conformi- valor justo desses ativos são reconhecidas no resultado do exercício. • Empréstimos e recebíveis - Empréstimos e recebíveis uma base de alocação razoável e consistente pode ser identificada, os ativos corporativos também são alocados a cada unidadade - As presentes demonstrações financeiras da Companhia, referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012 são ativos financeiros com pagamentos fixos ou calculáveis que não são cotados no mercado ativo. Tais ativos são reconheci- de geradora de caixa ou ao menor grupo de unidades geradoras de caixa para o qual uma base de alocação razoável e consiscompreendem: • As demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório dos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os tente possa ser identificada. Ativos intangíveis com vida útil indefinida ou ainda não disponível para uso são submetidos ao Financeiro (“IFRS’s”), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no empréstimos e recebíveis são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer teste de redução ao valor líquido recuperável pelo menos uma vez ao ano e sempre que houver qualquer indicação de que o Brasil, identificadas como Consolidado. • As demonstrações financeiras individuais da controladora preparadas de acordo com perda por redução ao valor recuperável. Os empréstimos e recebíveis abrangem caixa e equivalentes de caixa, contas a rece- ativo possa apresentar perda por redução do valor recuperável. O montante recuperável é o maior valor entre o valor justo as práticas contábeis adotadas no Brasil, identificadas como Controladora. As práticas contábeis adotadas no Brasil compre- ber de clientes, outros créditos e partes relacionadas. • Passivos financeiros - A Companhia reconhece títulos de dívida emiti- menos os custos na venda ou o valor em uso. Na avaliação do valor em uso, os fluxos de caixa futuros estimados são desconendem aquelas incluídas na legislação societária brasileira e os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas dos inicialmente na data em que são originados.Todos os outros passivos financeiros são reconhecidos inicialmente na data de tados ao valor presente por uma taxa de desconto antes dos impostos, que reflita uma avaliação atual de mercado do valor da pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC e aprovados pela Comissão de Valores Mobiliários – CVM. As demonstra- negociação na qual se torna uma parte das disposições contratuais do instrumento. A Companhia baixa um passivo financeiro moeda no tempo e os riscos específicos do referido ativo. Se o montante recuperável de um ativo (ou unidade geradora de ções financeiras individuais da controladora apresentam a avaliação dos investimentos em controladas e controladas em con- quando tem suas obrigações contratuais retiradas, canceladas ou vencidas. A Companhia utiliza a data de liquidação como caixa) calculado for menor que seu valor contábil, o valor contábil do ativo (ou unidade geradora de caixa) é reduzido ao seu junto pelo método da equivalência patrimonial, de acordo com a legislação societária brasileira vigente. Desta forma, essas critério de contabilização. Os ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é apresentado no balanço patri- valor recuperável. A perda por redução ao valor recuperável é reconhecida imediatamente no resultado. Quando a perda por demonstrações financeiras individuais não são consideradas como estando conforme as IFRSs, que exigem a avaliação desses monial quando, e somente quando, a Companhia tem o direito legal de compensar os valores e tem a intenção de liquidar em redução ao valor recuperável é revertida subsequentemente, ocorre o aumento do valor contábil do ativo (ou unidade geradora investimentos nas demonstrações financeiras separadas da controladora pelo seu valor justo ou pelo custo. Como não existe uma base líquida ou de realizar o ativo e quitar o passivo simultaneamente. A Companhia tem os seguintes passivos financeiros de caixa) para a estimativa revisada de seu valor recuperável, desde que não exceda o valor contábil que teria sido determinadiferença entre o patrimônio líquido consolidado e o resultado consolidado atribuíveis aos acionistas da controladora, constan- não derivativos: débitos com partes relacionadas, empréstimos e financiamentos, fornecedores, e outras contas a pagar. Os do caso nenhuma perda por redução ao valor recuperável tivesse sido reconhecida para o ativo (ou unidade geradora de caixa) tes nas demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as IFRSs e as práticas contábeis adotadas no passivos financeiros de empréstimos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transa- em exercícios anteriores. A reversão da perda por redução ao valor recuperável é reconhecida imediatamente no resultado. 3.8 Brasil, e o patrimônio líquido e resultado da controladora, constantes nas demonstrações financeiras individuais preparadas de ção atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado através do mé- Passivos circulantes e não circulantes - Os passivos circulantes e não circulantes são demonstrados pelos valores conheciacordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, a Companhia optou por apresentar essas demonstrações financeiras todo dos juros efetivos. Classificação como instrumentos de dívida e de patrimônio líquido - Instrumentos de dívida e de patri- dos ou calculáveis acrescidos, quando aplicável dos correspondentes encargos, variações monetárias e/ou cambiais incorridas individuais e consolidadas em um único conjunto, lado a lado. 2.2. Bases de elaboração - As demonstrações financeiras foram mônio líquido são classificados como passivos financeiros ou como patrimônio líquido de acordo com a essência do acordo até a data do balanço patrimonial. 3.9 Benefícios de curto prazo a empregados - Obrigações de benefícios de curto prazo elaboradas com base no custo histórico, exceto por determinados instrumentos financeiros mensurados pelos seus valores contratual. Instrumentos de patrimônio líquido - Um instrumento de patrimônio líquido representa qualquer contrato que conte- a empregados são mensuradas em uma base não descontada e são incorridas como despesas conforme o serviço relacionado justos e pelo ativo imobilizado pela adoção do custo atribuído, conforme descrito nas práticas contábeis a seguir. O custo his- nha uma participação residual nos ativos de uma entidade líquida de todos os seus passivos. Instrumentos de patrimônio líqui- seja prestado. O passivo é reconhecido pelo valor esperado a ser pago sob os planos de bonificação em dinheiro ou participatórico geralmente é baseado no valor justo das contraprestações pagas em troca de ativos. 2.3. Moeda funcional e conversão do emitidos pela Companhia são registrados pelos recursos recebidos, líquidos dos custos diretos de emissão. Instrumentos ção nos lucros de curto prazo se a Companhia e suas controladas e controladas em conjunto tem uma obrigação legal ou de saldos denominados em moeda estrangeira - (a) Moeda funcional e de apresentação das demonstrações financei- compostos - Os componentes de um instrumento composto, se houver, são segregados e classificados separadamente como construtiva de pagar esse valor em função de serviço passado prestado pelo empregado, e a obrigação possa ser estimada de ras - A moeda funcional da Companhia é o Real. As demonstrações financeiras de cada controlada e controladas em conjunto, passivos financeiros e patrimônio líquido de acordo com a essência do acordo contratual. Na data da emissão, o valor justo do maneira confiável. 3.10 Imposto de renda e contribuição social corrente e diferido - A despesa de imposto de renda e consolidadas pela Companhia, bem como as demonstrações financeiras utilizadas como base para avaliação dos investimen- componente passivo é estimado usando-se a taxa de juros predominante de mercado para um instrumento não conversível contribuição social corrente é calculada de acordo com as bases legais tributárias vigentes na data de apresentação das detos pelo método de equivalência patrimonial, também são preparadas em Reais. (b) Transações denominadas em moeda similar. Este montante é registrado como um passivo com base no custo amortizado usando-se o método dos juros efetivos até monstrações financeiras nos países onde as subsidiárias da Companhia operam e geram resultado tributável. Periodicamente estrangeira - Quando existentes, os ativos e passivos monetários indexados em moeda estrangeira são convertidos para Reais que seja extinto através de conversão ou de vencimento do instrumento. O componente de patrimônio líquido é determinado a Administração avalia posições tomadas com relação a questões tributárias que estão sujeitas à interpretação e reconhece usando-se a taxa de câmbio vigente na data de fechamento dos respectivos balanços patrimoniais. As diferenças decorrentes pela dedução do montante do componente passivo do valor justo do instrumento composto como um todo, sendo reconhecido provisão quando há expectativa de pagamento de imposto de renda e contribuição social conforme as bases tributárias. O imda conversão de moeda são reconhecidas como receitas ou despesas financeiras no resultado. 2.4. Principais julgamentos e incluído no patrimônio líquido, descontados os efeitos tributários, não sendo remensurado subsequentemente. Passivos de posto corrente é o imposto a pagar ou a receber esperado sobre o lucro ou prejuízo tributável do exercício, a taxas de impostos contábeis e fontes de incertezas sobre estimativas - Na aplicação das políticas contábeis da Companhia, a Administração garantias financeiras contratuais - Passivos de garantias financeiras contratuais são mensurados inicialmente pelo valor justo e com vigência na data base das demonstrações financeiras. Imposto de renda e contribuição social diferidos são reconhecidos, deve exercer julgamentos e elaborar estimativas a respeito dos valores contábeis dos ativos e passivos para os quais informa- subsequentemente, pelo maior valor entre o montante da obrigação contratual, de acordo com IAS 37 (CPC 25) Provisões, em sua totalidade, sobre as diferenças geradas entre os ativos e passivos reconhecidos para fins fiscais e correspondentes ções objetivas não são facilmente obtidas de outras fontes. As estimativas e as respectivas premissas estão baseadas na ex- Passivos Contingentes e Ativos Contingentes, e o montante inicialmente reconhecido, deduzido, quando aplicável, da apropria- valores reconhecidos nas demonstrações financeiras, entretanto, o imposto de renda e contribuição social diferidos não são periência histórica e em outros fatores considerados relevantes. Os resultados reais desses valores contábeis podem diferir ção acumulada reconhecida de acordo com a prática contábil para reconhecimento de receita apresentada acima. • Instrumen- reconhecidos se forem gerados no registro inicial de ativos e passivos em operações que não afetam as bases tributárias, exdessas estimativas. As estimativas e premissas a seguir descritas são revisadas continuamente. Os efeitos decorrentes das tos financeiros derivativos - São reconhecidos inicialmente pelo valor justo. Custos de transação atribuíveis são reconhecidos ceto em operações de combinação de negócios. Imposto de renda e contribuição social diferidos são determinados considerevisões feitas nas estimativas contábeis são reconhecidos no exercício ou período em que as estimativas são revistas se a no resultado quando incorridos. Após o reconhecimento inicial, os derivativos são mensurados pelo valor justo e as variações rando as taxas (e leis) vigentes na data de preparação das demonstrações financeiras e aplicáveis quando o respectivo imposrevisão afetar apenas este exercício ou período, ou também em exercícios ou períodos subsequentes se a revisão afetar os no valor justo são registradas no resultado do exercício. A Companhia não possui instrumentos financeiros derivativos em 31 to de renda e contribuição social forem realizados, bem como são reconhecidos somente na extensão em que seja provável que resultados futuros. De modo a proporcionar um entendimento de como a Companhia forma seus julgamentos sobre eventos de dezembro de 2012 e 2011. • Capital social - Ações ordinárias - Ações ordinárias são classificadas como componente do existirá base tributável positiva para a qual as diferenças temporárias possam ser utilizadas e prejuízos fiscais possam ser futuros, inclusive quanto a variáveis e premissas utilizadas nas estimativas, são incluídos comentários referentes a alguns as- patrimônio líquido. Custos adicionais diretamente atribuíveis à emissão de ações e opções de ações são reconhecidos como compensados. Ativos de imposto de renda e contribuição social diferido são revisados a cada data de encerramento de exercísuntos, conforme segue: (a) Imposto de renda e contribuição social diferidos - São utilizadas projeções de resultados pre- dedução do patrimônio líquido, líquido de quaisquer efeitos tributários. Ações preferenciais - Ações preferenciais não dão direi- cio e são reduzidos na medida em que sua realização não seja mais provável. A despesa ou receita com imposto de renda e paradas pela Administração e aprovadas pelo Conselho de Administração, as quais contêm diversas premissas e julgamentos, to a voto, são classificadas como componente do patrimônio líquido e têm participação nos dividendos em igualdade de condi- contribuição social compreende os impostos de renda correntes e diferidos. O imposto corrente e o imposto diferido são recoobjetivando mensurar o potencial de geração de lucros tributáveis futuros que sustentem a realização das bases tributáveis ções com as ações ordinárias, sendo garantida a prioridade na percepção de um dividendo anual, não cumulativo, de 3% sobre nhecidos no resultado a menos que estejam relacionados à combinação de negócios, ou itens diretamente reconhecidos no geradoras do imposto de renda e da contribuição social diferidos a serem registrados nas demonstrações financeiras. O lucro o valor do patrimônio líquido da ação e direito de serem incluídas em oferta pública de alienação de controle, nas condições patrimônio líquido ou em outros resultados abrangentes. A Companhia somente reconhece uma provisão sobre assuntos fistributável futuro real pode ser maior ou menor que as estimativas consideradas quando da definição da necessidade de registrar previstas no artigo 254-A da Lei nº 11.639/2007. Os dividendos mínimos obrigatórios, conforme definido em estatuto, são reco- cais se um evento passado originar uma obrigação presente. A Companhia determina se uma obrigação presente existir no final o imposto de renda e contribuição social diferidos. (b) Vida útil do ativo imobilizado - A Companhia reconhece a depreciação nhecidos como passivo. 3.3 Ativos financeiros - a) Caixa e equivalentes de caixa - Compreendem os saldos de caixa, depó- do exercício tomando em consideração todas as evidências disponíveis, incluindo, por exemplo, a opinião de assessores jurídide seu ativo imobilizado com base em vida útil estimada, que é baseada nas suas práticas e experiência prévia e refletem a sitos bancários à vista e aplicações financeiras. As aplicações financeiras possuem prazo de resgate de até 90 dias da data da cos. A Companhia também leva em consideração se é provável que existirá uma saída de ativos e se uma estimativa confiável vida econômica desses ativos. Entretanto, as vidas úteis reais podem variar em decorrência de diversos fatores. As vidas úteis aplicação, têm liquidez imediata, e estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de valor. O cálculo do valor justo das pode ser feita. 3.11 Provisões - Uma provisão é reconhecida no balanço quando a Companhia possui uma obrigação legal ou do imobilizado também afetam os testes de recuperação de seu custo. (c) Redução dos valores de recuperação dos ativos aplicações financeiras, quando aplicável, é determinado levando-se em consideração serem, essas aplicações financeiras, constituída como resultado de um evento passado, e é provável que um recurso econômico seja requerido para saldar a obri- A cada encerramento de exercício, a Companhia revisa os saldos dos ativos intangíveis e imobilizado, avaliando a existência prontamente conversíveis em um montante conhecido de caixa e estarem sujeitas a um insignificante risco de mudança de gação. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. O cálculo do valor presente ou não de indicativos de que esses ativos têm sofrido redução em seus valores de recuperação (valor em uso). Na existência valor. O cálculo do valor justo dessas aplicações financeiras, quando aplicável, é efetuado levando-se em consideração as co- é efetuado para cada transação com base numa taxa de juros que refletem o prazo, a moeda e o risco de uma transação. A de tais indicativos, a Administração efetua uma análise detalhada do valor recuperável para cada ativo através do cálculo do tações ou informações de mercado que possibilitem tal cálculo. As aplicações financeiras incluídas em equivalentes de caixa Companhia, suas controladas e controladas em conjunto não registraram o ajuste a valor presente em virtude de não ter efeitos fluxo de caixa futuro individual descontado a valor presente, ajustando o saldo do respectivo ativo, se necessário. (d) Provisão são classificadas na categoria “ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado”. b) Contas a receber de relevantes nas demonstrações financeiras. A provisão para riscos tributários, trabalhistas e cíveis é constituída com base em para realização dos estoques - A provisão para realização dos estoques é constituída com base na análise dos preços de clientes - As contas a receber de clientes são registradas pelo valor faturado, incluindo os respectivos impostos diretos de pareceres jurídicos e avaliação da Administração sobre os processos conhecidos na data do balanço patrimonial, para os riscos venda praticados, líquidos dos efeitos de tributos e de despesas fixas incorridas nos esforços de vendas. (e) Provisão para responsabilidade tributária da Companhia, suas controladas e controladas em conjunto. A provisão para devedores duvidosos considerados prováveis de perda. 3.12 Apuração do resultado - O resultado das operações é apurado em conformidade com créditos de liquidação duvidosa - É constituída em montante considerado suficiente pela Administração da Companhia para foi constituída em montante considerado suficiente pela Administração para suprir as eventuais perdas na realização dos cré- o regime contábil de competência • Venda de bens e serviços - A receita operacional da venda de bens no curso normal das cobrir eventuais perdas na realização dos créditos. (f) Provisão para riscos tributários, cíveis e trabalhistas - A Companhia ditos. Conforme disposto no CPC 12, o ajuste a valor presente não foi registrado em virtude de não ter efeito relevante nas atividades é medida pelo valor justo da contraprestação recebida ou a receber. A receita operacional é reconhecida quando é parte de diversos processos judiciais e administrativos, como descrito na nota explicativa nº 16. Provisões são constituídas demonstrações financeiras. c) Avaliação da recuperabilidade de ativos financeiros - Ativos financeiros são avaliados a cada existe evidência convincente de que os riscos e benefícios mais significativos inerentes a propriedade dos bens foram transfepara todos os riscos referentes a processos judiciais que representem perdas prováveis e estimadas com certo grau de segu- data de balanço para identificação da recuperabilidade de ativos (impairment). Estes ativos financeiros são considerados ativos ridos para o comprador, quando for provável que os benefícios econômicos financeiros fluirão para a Companhia, os custos rança. A avaliação da probabilidade de perda inclui a avaliação das evidências disponíveis, a hierarquia das leis, a jurisprudên- não recuperáveis quando existem evidências de que um ou mais eventos tenham ocorrido após o reconhecimento inicial do associados podem ser estimados de maneira confiável, quando não haja envolvimento contínuo com os bens vendidos e o cia disponível, as decisões mais recentes nos tribunais e sua relevância no ordenamento jurídico, bem como a avaliação dos ativo financeiro e que tenham impactado negativamente o fluxo estimado de caixa futuro do investimento. 3.4 Estoques - Os valor da receita operacional possa ser mensurada de maneira confiável. Caso seja provável que descontos serão concedidos e advogados externos. A Administração acredita que as provisões para riscos tributários, cíveis e trabalhistas estão corretamente estoques estão demonstrados pelo menor valor entre o valor líquido de realização (valor estimado de venda no curso normal o valor possa ser mensurado de maneira confiável, então o desconto é reconhecido como uma redução da receita operacional apresentadas nas demonstrações financeiras. 3. Principais Políticas Contábeis - O sumário das principais práticas contábeis dos negócios, menos as despesas estimadas para realizar a venda) e o custo médio de produção ou preço médio de aquisição. conforme as vendas são reconhecidas. • Receitas financeiras e despesas financeiras - As receitas financeiras, que abrangem aplicadas para as demonstrações financeiras para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011, as quais foram As provisões para estoques de baixa rotatividade ou obsoletos são constituídas quando consideradas necessárias pela Admi- basicamente as receitas de juros sobre aplicações financeiras, são reconhecidas no resultado através do método dos juros aplicadas de forma consistente nestes exercícios são como segue: 3.1 Bases de consolidação e investimentos em contro- nistração. A Companhia custeia seus estoques por absorção, utilizando a média móvel ponderada para estes. 3.5 Imobilizado efetivos. As distribuições recebidas de investidas registradas por equivalência patrimonial reduzem o valor do investimento. As ladas e em controladas em conjunto - A Companhia consolidou integralmente as demonstrações financeiras da Companhia - É avaliado ao custo de aquisição ou construção, deduzido das respectivas depreciações acumuladas, à exceção de terrenos despesas financeiras abrangem basicamente as despesas com juros sobre os empréstimos e financiamentos. Despesas com e de todas as empresas controladas. Considera-se existir controle quando a Compa hia detém, direta ou indiretamente, a e construções em andamento, acrescidos dos juros incorridos e capitalizados durante a fase de construção dos bens, quando empréstimos não são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou produção de um ativo qualificável são reconhecidos maioria dos direitos de voto em Assembleia Geral ou tem o poder de determinar as políticas financeiras e operacionais, a fim aplicável. Adicionalmente, com base na opção exercida pela Companhia na adoção inicial dos novos pronunciamentos em 31 no resultado através do método de juros efetivos. 3.13 Resultado por ação - O resultado por ação básico é calculado por meio de obter benefícios de suas atividades. As demonstrações financeiras das controladas em conjunto foram consolidadas propor- de dezembro de 2010, descrita na nota explicativa nº 13, foram avaliados a valor justo os custos das classes de imobilizado de do resultado do exercício atribuível aos acionistas controladores e não controladores da Companhia e a média ponderada das cionalmente à participação da Companhia nessas controladas em conjunto. Considera-se existir controle compartilhado so- edificações e máquinas e equipamentos, com base na adoção do custo atribuído aos ativos destas classes. A depreciação é ações ordinárias e preferenciais em circulação no respectivo período. Em 31 de dezembro de 2012 e 2011 a Companhia não mente quando as decisões estratégicas, financeiras e operacionais relativas à atividade exigirem o consentimento unânime das reconhecida com base na vida útil estimada de cada ativo ou família de ativos, pelo método linear, de modo que seu valor resi- possui instrumentos que poderiam potencialmente diluir o resultado básico por ação. 3.14 Demonstração de valor adicionado partes que compartilham o controle. Nas demonstrações financeiras individuais as informações financeiras das controladas e dual após sua vida útil seja integralmente baixado. A vida útil estimada, os valores residuais e os métodos de depreciação são - A Companhia elaborou as demonstrações do valor adicionado (DVA) individuais e consolidadas nos termos do pronunciamendas controladas em conjunto são reconhecidas através do método de equivalência patrimonial. Quando necessário, as demons- revisados anualmente e o efeito de quaisquer mudanças nas estimativas é contabilizado prospectivamente. Custos subsequen- to técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado, as quais são apresentadas como parte integrante das demonstrações trações financeiras das controladas e das controladas em conjunto são ajustadas para adequar suas políticas contábeis àque- tes são incorporados ao valor residual do imobilizado ou reconhecidos como item específico, conforme apropriado, somente se financeiras preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicável as companhias abertas, enquanto que las estabelecidas pela Companhia. Todas as transações, saldos, receitas e despesas com controladas são eliminados integral- os benefícios econômicos associados a estes itens forem prováveis e os valores sejam mensuráveis de forma confiável. O para as IFRS estas demonstrações representam informação complementar. 3.15 Informações por segmento - Um segmento mente nas demonstrações financeiras consolidadas. Nas controladas em conjunto são eliminadas na proporção da participação saldo residual do item substituído é baixado. Demais reparos e manutenções são reconhecidos diretamente no resultado operacional é um componente da Companhia e de suas controladas e controladas em conjunto que desenvolve atividades de >>> Continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

20 -.ECONOMIA/LEGAIS

sábado, domingo e segunda-feira, 23, 24 e 25 de março de 2013

>>> Continuação... negócio das quais pode obter receitas e incorrer em despesas, incluindo receitas e despesas relacionadas com transações com outros componentes.Todos os resultados operacionais dos segmentos operacionais são revistos frequentemente pela Administração para decisões sobre os recursos a serem alocados ao segmento e para avaliação de seu desempenho, e para o qual informações financeiras individualizadas estão disponíveis. Os resultados de segmentos incluem itens diretamente atribuíveis ao segmento, bem como aqueles que podem ser alocados em bases razoáveis. Os itens não alocados compreendem principalmente ativos corporativos. 3.16 Juros sobre o capital próprio - Os juros sobre o capital próprio foram tratados como distribuição de dividendos para efeito de apresentação nas demonstrações financeiras. O valor dos juros sobre o capital foi calculado como uma porcentagem do patrimônio líquido da Companhia, usando a Taxa de Juros de Longo Prazo - TJLP estabelecida pelo governo brasileiro, conforme exigência legal, limitado a 50% do lucro líquido do exercício ou 50% do saldo de lucros retidos antes de incluir o lucro líquido do próprio exercício, o que for maior. Adicionalmente, conforme permitido pela Lei nº 9.249/95, foi considerado como dedutível para fins de imposto de renda, o imposto de renda retido na fonte calculado à alíquota de 15%, devido na época do pagamento ou do registro do respectivo valor da remuneração. 3.17 Novas normas e interpretações ainda não adotadas - Os pronunciamentos e as interpretações contábeis emitidas pelo International Accounting Standards Board – IASB e International Financial Reporting Standards Interpretations Committee – IFRIC, a seguir, foram publicados ou revisados, mas ainda não têm adoção obrigatória, além de não terem sido objeto de normatização pelo CPC e, dessa forma, não foram aplicados antecipadamente pela Companhia e suas investidas nas demonstrações financeiras para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012. Os mesmos serão implementados à medida que sua aplicação se torne obrigatória. A Companhia ainda não estimou a extensão dos possíveis impactos destes novos pronunciamentos e interpretações em suas demonstrações financeiras, exceto quanto à aplicação das normas IFRS 10 - Demonstrações Financeiras Consolidadas e IFRS 11 - Acordos Conjuntos. A adoção da norma IFRS 10, a qual possui a nova definição de controle e as diretrizes adicionais de controle e, a adoção da norma IFRS 11 resultarão em alterações na contabilização do investimento mantido pelo Grupo nas joint ventures atualmente registrado pelo método de consolidação proporcional, de acordo com a norma IAS 31 - Interest in Joint Ventures. De acordo com a norma IFRS 11, as empresas controladas em conjunto serão classificadas como joint ventures e serão registradas pelo método de equivalência patrimonial, resultando no registro da participação proporcional da Tekno, no patrimônio líquido, no resultado do exercício e nos resultados abrangentes em uma única rubrica que será apresentada no balanço patrimonial consolidado, bem como na demonstração consolidada do resultado ou do resultado abrangente como “Investimentos” e “Equivalência patrimonial”, respectivamente. Caso as normas IFRS 10 e IFRS 11 tivessem sido adotadas na elaboração destas demonstrações financeiras consolidadas, estima-se que o total de ativos e passivos seriam de R$ 243.743 e R$ 20.002, respectivamente, em 31 de dezembro de 2012 (ante aos montantes de R$ 253.124 e R$ 29.383, respectivamente, apresentados nestas demonstrações financeiras), sendo que o lucro líquido do exercício, o resultado abrangente do exercício e o patrimônio líquido não seriam afetados. IFRS 7 - Modificações na IFRS 7 - Aborda as divulgações de transferências de ativos financeiros - Estabelece a divulgação - compensação de ativos e passivos financeiros (a); IFRS 9 - Instrumentos financeiros - Refere-seà primeirafase do projeto de substituição do IAS 39: Instrumentos Financeiros - Reconhecimento e Mensuração (c); IFRS 7 e IFRS 9 - Modificações a IFRS 7 e IFRS 9 - Determina a data de aplicação mandatória da IFRS 9 e divulgações de transição (c); IFRS 10, IFRS11 e IFRS 12 - Modificações a IFRS 7, IFRS 11 e IFRS 12 - Demonstrações financeiras consolidadas, negócios em conjunto e divulgações de participações em outras entidades: guia de transição (a); IFRS 10 - Demonstrações financeiras consolidadas - Substitui as partes do IAS 27 que tratam de quando e como um investidor deve preparar demonstrações financeiras consolidadas e substitui o SIC -12 (a); IFRS 11 - Acordos de participações - Requer o uso do método de equivalência patrimonial para participações em “joint ventures”, eliminando o método de consolidação proporcional (a); IFRS 12 - Divulgações de participações em outras entidades - Estabelece o objetivo das divulgações e as divulgações mínimas para entidades que tenham investimentos em subsidiárias, controladas em conjunto, associadas ou outras entidades não consolidadas (a); IFRIC 20 - Custos de produção sobre mineração - Esclarece como proceder quanto ao custo de produção associadosremoção da superfície de uma mina, inclusive sobre reconhecimento inicial dos ativos, ativos não correntes, depreciação e amortização, entre outros (a); IFRS 13 - Medições de valor justo - Estabelece um único modelo de medição do valor justo quando o mesmo é exigido por outros pronunciamentos (a); IAS 19 - Revisada em 2011 - Benefícios a empregados (a) IAS 27 (R) - Modificações na IAS 27 Demonstrações separadas (a); IAS 28 (R) - Modificações na IAS 28 - Investimento em coligada e em controlada e joint ventures (a); IAS 32 - Modificações a IAS 32 Compensação de ativos e passivos financeiros (b). a) Aplicação em períodos anuais iniciados em ou após 1º de janeiro de 2013; b) Aplicação em períodos anuais iniciados em ou após 1º de janeiro de 2014; e c) Aplicação em períodos anuais iniciados em ou após 1º de janeiro de 2015. Adicionalmente, os pronunciamentos e as interpretações emitidos pelo IASB e IFRIC, respectivamente, listados a seguir, entraram em vigor no presente exercício e, portanto, foram adotadas pela Companhia em suas demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012. Os referidos pronunciamentos e interpretações não causaram efeitos nas presentes demonstrações. IFRS 1 - Modificações na IFRS 1 Primeira adoção de IFRS - Refere-se à isenção limitada a partir das divulgações comparativas do IFRS7 para as Entidades que fazem a adoção pela primeira vez. (b); IAS 32 - Instrumentos Financeiros: Classificação dos direitos - Aborda a classificação de determinados direitos denominados em moeda estrangeira como instrumento patrimonial ou passivo financeiro.(a); IFRIC 19 Extinção de passivos financeiros com instrumentos patrimoniais - Estabelece procedimentos para reconhecimento e divulgação de transações de emissão de instrumentos patrimoniais. (b); IFRIC 14 - Pagamentos antecipados de exigência mínima de financiamento - Retira as consequências não intencionais que surgem do pagamento antecipado, no qual há uma exigência mínima de provimento de recursos. Os resultados dos pagamentos antecipados em determinadas circunstâncias são reconhecidos como ativo em vez de despesa.(c); IAS 1 - Modificações na IAS 1 - Apresentação das demonstrações financeiras.(c); IAS 1 Modificações na IAS 1 - Apresentação dos itens de outros resultados abrangentes. (d); IAS 24 - Modificações na IAS 24 - Introduz a isenção parcial das exigências de divulgação para entidades governamentais e alterou a definição de parte relacionada. (c). a) Aplicações em períodos anuais iniciados após 1º de fevereiro de 2010; b) Aplicações em períodos anuais iniciados após 1º de julho de 2010; c) Aplicações em períodos anuais iniciados após 1º de janeiro de 2011; e d) Aplicações em períodos anuais iniciados após 1º de julho de 2012. Em decorrência do compromisso do CPC e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de manter atualizado o conjunto de normas emitidas com base nas atualizações e modificações feitas pelo IASB, é esperado que estas alterações e modificações sejam editadas pelo CPC e aprovadas pela CVM até a data de sua aplicação obrigatória. Até o momento, os seguintes pronunciamentos já foram editados pelo CPC e aprovados pela CVM: • CPC 19 (R2) - Negócios em conjunto (equivalente a IFRS 11); • CPC 33 (R1) - Benefícios a empregados (equivalente a IAS 19 revisada); • CPC 36 (R3) - Demonstrações consolidadas (equivalente à IFRS 10); • CPC 45 - Divulgação de participações em outras entidades (equivalente à IFRS 12); e • CPC 46 - Mensuração do valor justo (equivalente ao IFRS 13). Os referidos pronunciamentos não causaram efeitos nas presentes demonstrações. 4. Reclassificações - Para fins de melhor apresentação e comparabilidade das demonstrações financeiras, as seguintes reclassificações foram efetuadas no balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e em 1º. de janeiro de 2011 e nas demonstrações do resultado do exercício findo em 31 de dezembro de 2011: Controladora 31/12/2011 01/01/2011 (Emitido anteReclasReapre- (Emitido anteReclas(ReapreAtivo riormente) sificações sentado) riormente) sificações sentado) Ativo circulante Contas a receber de clientes 23.030 (361) (a) 22.669 20.672 (1.367) (a) 19.305 Partes relacionadas 361 (a) 361 1.367 (a) 1.367 Outros créditos 1.023 (35) (a) 988 59 (15) (a) 44 Total do ativo circulante 173.915 (35) 173.880 181.223 (15) 181.208 Ativo não circulante Partes relacionadas 35 (a) 35 5.163 15 (a) 5.178 Tributos diferidos 1.971 (1.971) (c) 1.572 (1.572) (c) Total do ativo não circulante 82.409 (1.936) 80.473 68.396 (1.557) 66.839 Total do ativo 256.324 (1.971) 254.353 249.619 (1.572) 248.047 Passivo Passivo circulante Fornecedores 8.306 (340) (b) 7.966 2.912 (190) (b) 2.722 Partes relacionadas 346 (b) 346 197 (b) 197 Outras contas a pagar 361 (6) (b) 355 288 (7) (b) 281 Total do passivo circulante 15.250 15.250 15.213 15.213 Passivo não circulante Tributos diferidos 9.727 (1.971) (c) 7.756 11.008 (1.572) (c) 9.436 Total do passivo não circulante 11.839 (1.971) 9.868 12.273 (1.572) 10.701 Total do patrimônio líquido 229.235 229.235 222.133 222.133 Total do passivo 256.324 (1.971) 254.353 249.619 (1.572) 248.047 Consolidado 31/12/2011 01/01/2011 (Emitido anteReclasReapre- (Emitido anteReclas(ReapreAtivo riormente) sificações sentado) riormente) sificações sentado) Ativo circulante Contas a receber de clientes 26.406 (187) a) 26.219 22.987 (698) (a) 22.289 Partes relacionadas 187 (a) 187 698 (a) 698 Outros créditos 1.157 (83) (a) 1.074 50 50 Total do ativo circulante 197.424 (83) 197.341 203.494 203.494 Ativo não circulante Partes relacionadas 83 (a) 83 2.633 2.633 Tributos diferidos 1.971 (1.971) (c) 1.572 (1.572) (c) Total do ativo não circulante 75.499 (1.888) 73.611 60.033 (1.572) 58.461 Total do ativo 272.923 (1.971) 270.952 263.527 (1.572) 261.955 Passivo Passivo circulante Fornecedores 18.347 (9.973) (b) 8.374 7.681 (4.589) (b) 3.092 Financiamentos e empréstimos 5.932 (5.932) (b) 4.555 (3.468) (b) 1.087 Partes relacionadas 15.905 (b) 15.905 8.057 (b) 8.057 Outras contas a pagar 1.421 1.421 369 369 Total do passivo circulante 31.443 31.443 23.786 23.786 Passivo não circulante Tributos diferidos 9.727 (1.971) (c) 7.756 11.008 (1.572) (c) 9.436 Total do passivo não circulante 12.245 (1.971) 10.274 17.608 (1.572) 16.036 Total do patrimonio líquido 229.235 229.235 222.133 222.133 Total do passivo 272.923 (1.971) 270.952 263.527 (1.572) 261.955 31/12/2011 Controladora Consolidado (Emitido anteReclasReapre- (Emitido anteReclas(Reapreriormente) sificações sentado) riormente) sificações sentado) Despesas administrativas (14.016) (610) (d) (14.626) (14.855) (610) (d) (15.465) Resultado de equivalância patrimonial 1.816 (e) 1.816 Lucro antes do resultado financeiro 15.023 1.206 16.229 17.179 (610) 16.569 Resultado de equivalância patrimonial 1.816 (1.816) (e) Lucro antes do imposto de renda e contribuição social 33.222 (610) 32.612 33.801 (610) 33.191 Participações estatutárias (610) 610 (d) (610) 610 (d) Lucro líquido do exercício 25.882 25.882 25.882 25.882 (a) Reclassificação de contas a receber de clientes e outros créditos para partes relacionadas. (b) Reclassificação de fornecedores, financiamentos e empréstimos e outras contas a pagar para partes relacionadas. (c) Ajuste para apresentação líquida dos impostos diferidos no balanço patrimonial da Companhia, para alinhamento com entendimento de que os saldos de ativos e passivos fiscais diferidos devem estar registrados pelo valor líquido no ativo ou passivo, quando tratar-se de mesma entidade legal. (d) Reclassificação de participações estatutárias para despesas administrativas. (e) Reclassificação do resultado de equivalência patrimonial para despesas e receitas operacionais. 5. Caixa e Equivalentes de Caixa Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 Caixa e bancos 671 126 535 1.141 1.119 1.051 Aplicações financeiras 88.260 126.185 110.155 100.630 137.555 119.715 Total 88.931 126.311 110.690 101.771 138.674 120.766 Em 31 de dezembro de 2012 e 2011 as aplicações financeiras com liquidez imediata referem-se a investimentos em fundos de renda fixa e operações com lastro em debêntures, remunerados a taxas que variam entre 100% e 103% da variação do Certificado de Depósito Interbancário – CDI e sujeitas a um insignificante risco de mudança de valor. 6. Aplicações Financeiras - Em 31 de dezembro de 2011, as aplicações financeiras no montante de R$ 2.262 (R$ 29.051 em 1º de janeiro de 2011), controladora e consolidado, referiam-se a investimentos em operações compromissadas com lastro em debêntures, remuneradas a taxas que variavam entre 100% e 103% do Certificado de Depósito Interbancário - CDI. Não foram classificadas como equivalentes de caixa por possuírem prazo mínimo de 180 dias para resgate, contados da data da aplicação e por não possuírem previsão de resgate imediato. 7. Contas A Receber De Clientes - a) Composta por: Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 No país 23.927 22.820 19.172 28.017 27.220 22.900 No exterior 172 387 261 305 387 261 Total 24.099 23.207 19.433 28.322 27.607 23.161 (-) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (363) (538) (128) (1.319) (1.388) (872) 23.736 22.669 19.305 27.003 26.219 22.289 b) Clientes por idade de vencimento Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 01/101/2011 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 A vencer Até 30 dias 13.006 14.024 11.105 15.084 15.787 12.670 De 31 a 60 dias 7.462 6.724 6.827 8.058 7.200 7.230 De 61 a 90 dias 2.170 1.345 488 2.254 1.614 586 De 91 a 180 dias 27 74 69 28 138 117 Acima de 181 dias 33 1 38 Total a vencer 22.665 22.167 18.522 25.425 24.739 20.641 Vencido Até 30 dias 1.070 483 516 1.248 849 1.107 De 31 a 60 dias 1 10 23 96 188 166 De 61 a 90 dias 37 6 84 38 De 91 a 180 dias 12 116 206 58 372 326 Acima de 181 dias 351 431 129 1.489 1.375 883 Total vencido 1.434 1.040 911 2.897 2.868 2.520 Total 24.099 23.207 19.433 28.322 27.607 23.161 c) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 Saldo inicial (538) (128) (376) (1.388) (872) (979) Adições (105) (508) (128) (284) (617) (288) Reversões e baixas 280 98 376 353 101 395 Saldo final (363) (538) (128) (1.319) (1.388) (872) A Companhia, suas controladas e controladas em conjunto mantêm provisões para créditos de liquidação duvidosa no valor das perdas estimadas em decorrência da incapacidade dos clientes de efetuar os pagamentos de títulos vencidos. As empresas têm como procedimento rever tais provisões trimestralmente a fim de serem ajustadas, se necessário, adotando o critério de constituir provisão para a totalidade dos títulos junto a clientes concordatários e/ou falidos e para títulos vencidos acima de 180 dias, sem que haja negociação em andamento. Historicamente não têm sido verificadas perdas significativas nas contas a receber de clientes. A despesa com constituição de provisão para créditos de liquidação duvidosa foi registrada na rubrica “Despesas com vendas” na demonstração do resultado.

8. Estoques - a) Compostos por:

Produtos acabados Produtos em elaboração Matérias-primas Adiantamentos a fornecedores Material de consumo e outros Estoques em poder de terceiros Provisão para perdas

Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 5.049 4.372 4.316 6.655 5.600 5.818 18 33 29 18 33 29 12.661 15.441 12.958 15.396 17.835 16.045 565 2.581 565 2.701 2.948 2.660 2.187 3.025 2.669 5.815 2.306 964 (2.089) (2.111) (2.085) (2.209) (2.233) (2.681) 19.152 20.395 19.986 25.756 24.868 27.727

c) Movimentação da provisão para perdas:

Saldo inicial Adições Reversões e baixas Saldo final 9.Tributos A Recuperar

Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 (2.111) (2.085) (2.564) (2.233) (2.681) (2.959) (35) (229) (118) (35) (288) (323) 57 203 597 59 736 601 (2.089) (2.111) (2.085) (2.209) (2.233) (2.681) Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011

Ativo circulante ICMS - Impostos sobre circulação de mercadorias e serviços IPI-Imposto s/ prod. industrializados COFINS - Contribuição para financ. da seguridade social PIS - Programa de integração social IRPJ - Imp. de renda pessoa jurídica IRRF s/ rend. de aplic.s financeiras CSLL - Contribuição social sobre lucro líquido Outros Ativo não circulante ICMS-Impostos sobre circulação de mercadorias e serviços IPI-Imposto s/prod. industrializados COFINS - Contribuição para financ. da seguridade social PIS-Programa de integ.social CSLL- Contr. social s/lucro líquido

322 2

76 -

113 -

946 1.205

178 2.569

240 1.725

2.098 450 266 -

37 3 683 -

60 8 -

2.133 508 432 35

37 3 999 40

60 8 230 -

156 3.294

59 1 859

7 188

253 5.512

150 22 3.998

43 7 2.313

1.215 -

264 -

217 -

1.233 2.297

281 -

225 -

142 1.444 87 142 1.444 87 31 314 19 31 314 19 28 1.388 2.022 323 3.703 2.039 359 10 Imposto de Renda e Contribuição Social - Corrente e Diferido - a. Diferidos - O imposto de renda e a contribuição social diferidos são registrados para refletir os efeitos fiscais futuros atribuíveis às diferenças temporárias entre a base fiscal de ativos e passivos e seu respectivo valor contábil. O imposto de renda e a contribuição social diferidos têm a seguinte origem: Controladora Consolidado Não circulante 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 Provisão para perdas na realização dos estoques 2.089 2.111 2.085 2.089 2.111 2.085 Provisões para perdas em aplicações compulsórias 261 243 227 260 243 227 Provisão para créditos de liquidação duvidosa 363 538 402 363 538 402 Provisão para riscos trabalhistas, tributários e obrig. pós-emprego 4.853 2.861 1.877 4.853 2.861 1.877 Provisão para comissões a pagar 51 40 21 51 40 21 Créditos tributários sobre base negativa de contribuição social 203 Outras 12 12 Depreciação referente ajuste de vida util (2.722) (2.149) (1.644) (2.722) (2.149) (1.644) Custo atribuído do imobilizado (22.210) (26.459) (30.733) (22.210) (26.459) (30.733) (17.315) (22.815) (27.753) (17.113) (22.815) (27.753) Aliquota vigente 34% 34% 34% 34% 34% 34% Total imposto de renda e contribuição social diferidos (5.887) (7.756) (9.436) (5.818) (7.756) (9.436) A controlada em conjunto Perfilor possuía em 31 de dezembro de 2012 o montante acumulado de R$ 19.072 (R$ 20.082 em 31 de dezembro de 2011) referente a prejuízos fiscais e base negativa da contribuição social para os quais não foram constituídos créditos fiscais diferidos pela incerteza de lucros tributáveis futuros. A expectativa de realização do imposto de renda e contribuição social diferidos em 31 de dezembro de 2012 é como segue: Controladora Consolidado 2013 1.250 1.047 2014 1.229 1.229 2015 1.152 1.152 2016 1.071 1.071 2017 853 853 2018 em diante 332 466 Total 5.887 5.818 A controlada em conjunto Perfilor possuía em 31 de dezembro de 2012, créditos tributários sobre prejuízos fiscais acumulados e base negativa de contribuição social no montante de R$ 6.484 ( R$ 6.828 em 31 de dezembro de 2011), sendo a participação da Companhia correspondente a R$ 3.177 (R$ 3.346 em 31 de dezembro de 2011). Devido a falta de projeções de lucros tributáveis futuros, tais créditos não foram registrados nas demonstrações financeiras consolidadas. b. Conciliação com o resultado do exercício Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social 26.324 32.612 26.797 33.191 Alíquota vigente 34% 34% 34% 34% Expectativa de débito de imposto de renda e contribuição social às alíquotas vigentes (8.950) (11.088) (9.111) (11.284) Reconciliação para a taxa efetiva (efeitos da aplicação das taxas fiscais): Resultado de equivalência patrimonial 377 618 Benefício fiscal dos juros sobre o capital próprio 3.834 3.966 3.834 3.966 Outras (adições) exclusões permanentes, líquidas (200) (226) (135) 9 Despesa de imposto de renda e contribuição social (4.939) (6.730) (5.412) (7.309) Imposto de renda e contribuição social Correntes (6.808) (8.410) (7.350) (8.989) Diferidos 1.869 1.680 1.938 1.680 (4.939) (6.730) (5.412) (7.309) 11. Partes Relacionadas - Os saldos de ativos e passivos em 31 de dezembro de 2012 e em 31 de dezembro de 2011, bem como as transações que influenciaram o resultado do período, relativas às operações com partes relacionadas, decorrem de transações entre a Companhia e suas controladas e controladas em conjunto, as quais foram realizadas em preços e condições que observaram os parâmetros de mercado. a. Saldos a receber: Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 Tekrom 7 11 11 Profinish 4 2 1 MSC/Tekno 29 11 34 14 6 17 Perfilor 5.255 357 6.499 2.686 185 3.314 Alucoil 1.260 15 642 8 ArcelorMittal Brasil S/A 121 71 6.555 396 6.545 3.463 270 3.331 Circulante 3.894 361 1.367 2.041 187 698 83 2.633 Não circulante 2.661 35 5.178 1.422 6.555 396 6.545 3.463 270 3.331 b. Saldos a pagar: Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 Tekrom 5 29 23 Profinish 130 169 162 MSC/Tekno 18 1 5 9 1 2 Perfilor 147 7 75 3 ArcelorMittal Brasil S/A-Mútuos (i) 5.587 8.338 ArcelorMittal Brasil S/A - Fornecedores 5.475 9.897 4.584 Haironville do Brasil Participações Ltda.-Mútuos (i) 245 345 315 153 346 197 5.729 15.905 13.242 Circulante 153 346 197 5.729 15.905 8.057 Não circulante 5.185 153 346 197 5.729 15.905 13.242 (i) Débitos com outras partes relacionadas (consolidado) - Referem-se à mútuos contratados pela controlada em conjunto Perfilor junto a empresas do Grupo ArcelorMittal, os quais estão garantidos por Notas Promissórias. Consolidado Indexador Juros 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 Contrato de mútuo - Haironville do Brasil Participações Ltda. PRÉ-FIXADO 13% a.a. 245 345 315 Contrato de mútuo - ArcelorMittal Brasil S/A PRÉ-FIXADO 100% SELIC 5.587 8.338 245 5.932 8.653 c.Transações com partes relacionadas: 1. Venda de produtos e serviços Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Profinish 2 MSC/Tekno 222 408 119 224 Perfilor 6.303 5.598 3.253 2.904 Alucoil 914 466 ArcelorMittal Brasil S/A 97 256 Aluguéis e condomínios (i) 192 174 67 58 Serviços compatilhados (ii) 171 81 31 7.804 6.261 4.033 3.442 2. Compra de produtos e serviços Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Profinish 1.829 1.504 Tekrom 1.446 1.595 MSC/Tekno 104 33 53 17 Perfilor 105 826 54 421 ArcelorMittal Brasil S/A (iii) 15.481 13.885 MSC Laminates and Composites 7 5 3.484 3.958 15.595 14.328 (i) Contratos de aluguel de imóveis - Celebrado com as controladas Tekrom e Profinish, tendo por base os preços de mercado, com prazo de vigência indeterminado, reajustado anualmente pelo IGPM-FVG, exceto o contrato firmado com a controlada em conjunto Perfilor, que tem como prazo de vigência 24 meses, com renovação automática e índice de reajuste o INPC-IBGE. (ii) Contratos de prestação de serviços administrativos - Refere-se a rateios de despesas administrativas diversas para as controladas Tekrom, Profinish e MSC/Tekno, com prazo de vigência de 4 anos, reajustável nas mesmas datas e pelos mesmos índices de aumentos concedidos pela controladora a seus funcionários. (iii) Compras de produtos da ArcelorMittal do Brasil S/A - Refere-se a compras de matéria-prima realizadas pela controlada em conjunto Perfilor, tendo por base os preços de mercado, com prazo de pagamento de 30 dias, líquidas de despesas financeiras. d. Remuneração dos administradores Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Remuneração do conselho de administração 472 439 472 439 Remuneração dos administradores 1.512 1.607 1.527 1.620 Remuneração do pessoal chave 273 201 389 300 Participações estatutárias 553 610 553 610 Enc. e benefícios (seg.vida, prev. privada, INSS e FGTS) 921 914 975 961 3.731 3.771 3.916 3.930 A Companhia não possui outros benefícios ou obrigações pós-emprego de longo prazo, exceto os detalhados na nota explicativa nº 28 e 29. Os benefícios de curto prazo para a diretoria executiva são os mesmos dos demais funcionários. De acordo com a legislação societária brasileira e com o Estatuto Social da Companhia, é responsabilidade dos acionistas fixarem e aprovar em Assembleia Geral, o montante global da remuneração anual dos administradores. Para o exercício a findar-se em 31 de dezembro de 2012 foi aprovado o limite máximo de remuneração global para os administradores o montante de R$2.339, líquido dos encargos sociais. 12. Investimentos Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 Investimentos em controladas e controladas em conjunto 21.760 12.725 12.214 Outros 33 33 33 33 33 33 21.793 12.758 12.247 33 33 33 Provisão p/passivo a descoberto 1.966 2.291 12.1 Informações relativas aos investimentos em controladas Tekrom Profinish 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 Ativo 3.730 3.589 3.425 6.036 5.154 4.337 Passivo 132 150 139 119 91 97 Capital social 400 400 400 2.488 2.488 2.488 Patrimônio líquido 3.598 3.439 3.286 5.917 5.063 4.240 Receita operacional líquida 1.327 1.490 1.377 1.137 Resultado do exercíco 159 153 855 823 Percentual de participação 99,99% 99,99% 99,99% 99,99% 99,99% 99,99% 12.2 Informações relativas aos investimentos em controladas em conjunto MSC/Tekno Perfilor Alucoil 31/12/ 31/12/ 01/01/ 31/12/ 31/12/ 01/01/ 31/12/ 31/12/ 01/01/ 2012 2011 2011 2012 2011 2011 2012 2011 2011 Ativo 9.985 10.901 9.383 36.382 32.066 35.026 4.478 4 Passivo 2.415 2.281 474 22.108 36.068 39.045 1.332 14 Capital social 4.748 4.748 4.748 37.705 19.105 19.105 3.591 1 Patrimônio líquido 7.570 8.620 8.909 14.274 (4.002) (4.019) 3.146 (10) Receita operacional líquida 4.612 6.059 - 46.734 51.154 496 Resultado do exercício 949 1.711 (324) 17 (434) (11) Percentual de participação 49,00% 49,00% 49,00% 49,00% 49,00% 49,00% 49,00% 49,00% 0,00%

12.3 Movimentação dos investimentos das controladas e controladas em conjunto Tekrom Profinish MSC Tekno Perfilor Alucoil Total Saldos em 1º de janeiro de 2011 3.286 4.240 4.366 322 12.214 Distribuição de dividendos (980) (980) Provisão para passivo a descoberto 5 5 Reversão de provisão para passivo a descoberto (330) (330) Resultado da equivalência patrimonial no exercício 153 822 838 8 (5) 1.816 Saldos em 31 de dezembro de 2011 3.439 5.062 4.224 12.725 Distribuição de dividendos (980) (980) Capitalização (i) (ii) 9.114 1.759 10.873 Provisão para passivo a descoberto 210 210 Reversão de provisão p/passivo a descoberto (iii) (2.171) (5) (2.176) Resultado da equiv. patrimonial no exercício 159 855 465 (158) (213) 1.108 Saldos em 31 de dezembro de 2012 3.598 5.917 3.709 6.995 1.541 21.760 Provisão para passivo a descoberto (registrado no passivo circulante) Tekrom Profinish MSC Tekno Perfilor Alucoil Total Saldos em 1º de janeiro de 2011 (2.291) (2.291) Provisão para passivo a descoberto (5) (5) Rev. de provisão p/passivo a descoberto 330 330 Saldos em 31 de dezembro de 2011 (1.961) (5) (1.966) Provisão para passivo a descoberto (210) (210) Rev. de prov. p/passivo a descoberto (iii) 2.171 5 2.176 Saldos em 31 de dezembro de 2012 (i) Capitalização realizada na controlada em conjunto Perfilor por aumento de capital no valor de R$ 18.600, sendo a participação da Tekno feita por liquidação de contrato de mútuo no valor de R$ 3.693 e depósito em conta bancária no valor de $ 5.421, conforme aprovada em reunião da AGE realizado em 3 de setembro de 2012. (ii) Capitalização realizada na controlada em conjunto Alucoil por aumento de capital no valor de R$ 3.590, conforme aprovada em reunião da AGE realizado em 30 de outubro de 2012 e em 29 de novembro de 2012, sendo a participação da Tekno feita por depósito em conta bancária no valor de R$ 1.755. Reversão de provisão para passivo a descoberto devido ao aumento de capital. 13. Imobilizado Custo do imobilizado bruto Controladora EdifiInstaMáq. e Móveis e Comput. e Imobil. em Terrenos cações lações equiptos utens. periféricos andam. Veíc. Total Saldo em 01/01/2011 282 5.757 916 71.092 801 2.056 5.972 628 87.504 Adições 164 635 71 343 20.336 333 21.882 Baixas (22) (7) (217) (246) Transferências 16 423 298 (747) (10) Saldo em 31/12/2011 282 5.757 1.096 72.128 865 2.697 25.561 744 109.130 Adições 105 1.685 15 59 14.637 76 16.577 Baixas (51) (2) (7) (104) (164) Transferências 283 (180) 154 (1) 591 (848) (1) Saldo em 31/12/2012 282 6.145 916 73.916 879 3.345 39.343 716 125.542 Depreciação acumulada Saldo em 01/01/2011 (4.126) (901) (32.490) (673) (1.800) (317) (40.307) Adições (56) (5) (5.193) (30) (178) (113) (5.575) Baixas 14 7 206 227 Transferências Saldo em 31/12/2011 (4.182) (906) (37.669) (696) (1.978) (224) (45.655) Adições (64) (2) (5.253) (32) (302) (137) (5.790) Baixas 17 2 63 82 Transferências (6) 6 Saldo em 31/12/2012 (4.252) (902) (42.905) (728) (2.278) (298) (51.363) Imobilizado líquido Saldo em 31/12/2012 282 1.893 14 31.011 151 1.067 39.343 418 74.179 Saldo em 31/12/2011 282 1.575 190 34.459 169 719 25.561 520 63.475 Saldo em 01/01/2011 282 1.631 15 38.602 128 256 5.972 311 47.197 Taxa média ponderada anual de depreciação 1,3% 1,7% 7,4% 8,1% 24,6% - 19,1% Custo do imobilizado bruto Consolidado EdifiInstaMáq. e Móveis e Comput. e Imobil. em Terrenos cações lações equiptos utens. periféricos andam. Veíc. Total Saldo em 01/01/2011 322 7.907 1.091 78.204 892 2.270 6.021 854 97.561 Adições 175 904 85 362 20.405 333 22.264 Baixas (980) (7) (217) (1.204) Transferências 16 423 298 (747) (10) Saldo em 31/12/2011 322 7.907 1.282 78.551 970 2.930 25.679 970 118.611 Adições 105 6 1.795 25 76 16.093 76 18.176 Baixas (51) (2) (7) (144) (204) Transferências 283 (180) 257 (1) 591 (951) (1) Saldo em 31/12/2012 322 8.295 1.108 80.552 994 3.595 40.814 902 136.582 Depreciação acumulada Saldo 01/01/2011 (4.660) (935) (35.443) (712) (1.932) (529) (44.211) Adições (94) (15) (5.184) (38) (219) (121) (5.671) Baixas 142 7 206 355 Transferências Saldo em 31/12/2011 (4.754) (950) (40.485) (743) (2.151) (444) (49.527) Adições (101) (13) (5.569) (42) (345) (142) (6.212) Baixas 17 2 102 121 Transferências (6) 6 (785) (2.494) (484) (55.618) Saldo em 31/12/2012 (4.861) (957) (46.037) Imobilizado líquido Saldo em 31/12/2012 322 3.434 151 34.515 209 1.101 40.814 418 80.964 Saldo em 31/12/2011 322 3.153 332 38.066 227 779 25.679 526 69.084 Saldo em 01/01/2011 322 3.247 156 42.761 180 338 6.021 325 53.350 Taxa média ponderada anual de depreciação 1,3% 1,7% 7,4% 8,1% 24,6% - 19,1% Os valores apresentados em “imobilizado em andamento”, referem-se basicamente aos investimentos da Linha de Pintura 3, com startup previsto para o final do 2º. Trimestre de 2013. Em 31 de dezembro de 2012, o ativo imobilizado da controladora inclui R$ 22.210 (31 de dezembro de 2011 - R$ 26.460), R$ 22.210 (31 de dezembro de 2011 - R$ 26.460) no consolidado, correspondentes à mais-valia proveniente do custo atribuído registrado em 2010, retroativo a 2009, com base em laudos preparados por peritos independentes, deduzidos das subsequentes depreciações e baixas de bens. O custo atribuído constituído, líquidos dos efeitos fiscais aplicáveis, estão sendo realizados a crédito de resultados acumulados, em função da depreciação ou baixa dos respectivos ativos que lhe deram origem. O saldo do imposto de renda e contribuição social diferidos sobre referido custo atribuído em 31 de dezembro de 2012 no montante de R$ 7.551 (R$ 8.996 em 31 de dezembro de 2011) na controladora e R$ 7.551 (R$ 8.996 em 31 de dezembro de 2011) no consolidado, classificado no passivo não circulante, na rubrica “Imposto de renda e contribuição social diferidos”. 14. Fornecedores Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 No País 2.768 3.392 2.448 3.691 3.800 2.818 No exterior 2.677 4.574 274 2.681 4.574 274 5.445 7.966 2.722 6.372 8.374 3.092 15. Obrigações Sociais e Trabalhistas Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 Provisão de férias e encargos 1.759 1.487 1.403 2.015 1.720 1.626 Salários 523 474 364 709 657 582 INSS 506 465 436 572 534 451 FGTS 147 135 130 168 154 134 Outros 429 405 364 482 441 445 3.364 2.966 2.697 3.946 3.506 3.238 16. Provisão para Riscos Fiscais, Trabalhistas e Cíveis - A Companhia, suas controladas e controladas em conjunto são parte em ações judiciais e processos administrativos perante alguns tribunais e órgãos governamentais, decorrentes do curso normal de suas operações, envolvendo questões tributárias, trabalhistas, previdenciárias e aspectos cíveis. A Administração, com base em informações de seus assessores jurídicos, análise das demandas jurídicas pendentes e, quanto às contingências trabalhistas, com base na experiência anterior referente às quantias reivindicadas, constituiu provisão em montante considerado suficiente para cobrir as perdas estimadas com as ações em curso e com indenizações rescisórias, como segue: Controladora Trabalhistas Dep. Judiciais Sub-total Tributárias Dep. Judiciais Sub-total Total Saldos em 01/01/2011 1.494 (203) 1.291 384 (102) 282 1.573 Provisões constituídas 752 752 1.965 1.965 2.717 Depósitos efetuados (18) (18) (1.477) (1.477) (1.495) Reversões (678) 52 (626) (2.052) 1.579 (473) (1.099) Saldos em 31/12/2011 1.568 (169) 1.399 297 297 1.696 Não circulante 1.240 (128) 1.112 1.112 Circulante 328 (41) 287 297 297 584 Provisões feitas durante o exercício 232 232 1.522 1.522 1.754 Provisões utilizadas durante o exercício (241) (241) (241) Depósitos feitos durante o exercício (238) (238) (1.522) (1.522) (1.760) Reversões (325) 161 (164) (164) Saldos em 31/12/2012 1.475 (246) 1.229 1.578 (1.522) 56 1.285 Não circulante 954 (153) 801 801 Circulante 521 (93) 428 1.578 (1.522) 56 484 1.475 (246) 1.229 1.578 (1.522) 56 1.285 Consolidado TrabaDep. Sub- TribuDep. Sub- Garanlhistas Judiciais total tárias Judiciais total tias Total Saldos em 01/012011 1.546 (203) 1.343 482 (102) 380 196 1.919 Provisões feitas durante o exercício 752 752 2.098 2.098 - 2.850 Provisões utilizadas durante o exercício (52) (52) (52) Depósitos efetuados (18) (18) (1.477) (1.477) - (1.495) Reversões (678) 52 (626) (2.052) 1.579 (473) (21) (1.120) Saldos em 31/12/2011 1.568 (169) 1.399 528 528 175 2.102 Não circulante 1.240 (128) 1.112 231 231 175 1.518 Circulante 328 (41) 287 297 297 584 Provisões feitas durante o exercício 232 232 1.523 1.523 - 1.755 Provisões utilizadas durante o exercício (241) (241) (241) Depósitos feitos durante o exercício (238) (238) (1.522) (1.522) - (1.760) Reversões (325) 161 (164) (82) (246) Saldos em 31/12/2012 1.475 (246) 1.229 1.810 (1.522) 288 93 1.610 Não circulante 954 (153) 801 232 232 93 1.126 Circulante 521 (93) 428 1.578 (1.522) 56 484 1.475 (246) 1.229 1.810 (1.522) 288 93 1.610 Existem outros processos avaliados pelos assessores jurídicos como sendo de risco possível de perda no montante de R$ 190 em 31 de dezembro de 2012 (R$ 176 em 31 de dezembro de 2011) para os quais nenhuma provisão foi constituída, tendo em vista que as práticas contábeis adotadas no Brasil não requerem sua contabilização. 17. Patrimônio Líquido - a. Capital social - Em 28 de abril de 2011 foi aprovado aumento do capital social no montante de R$ 5.000, mediante capitalização da conta de reserva de retenção de lucros, com emissão de 59.312 novas ações. Desta forma, em 31 de dezembro de 2011, o capital social integralizado está representado por 2.694.216 de ações, sem valor nominal, sendo 1.243.650 ações preferenciais e 1.450.566 ordinárias. Em 26 de abril de 2012 foi aprovado aumento do capital social no montante de R$ 6.500, mediante capitalização da conta de reserva de retenção de lucros, com emissão de 76.398 novas ações. Desta forma, em 31 de dezembro de 2012, o capital social integralizado está representado por 2.770.614 de ações, sem valor nominal, sendo 1.278.915 ações preferenciais e 1.491.699 ordinárias. Ações Preferenciais Ações Ordinárias Ações Total Saldo inicial em 01/01/2011 1.216.272 1.418.632 2.634.904 Emissão de novas ações 27.378 31.934 59.312 Saldo final em 31/12/2011 1.243.650 1.450.566 2.694.216 Emissão de novas ações 35.265 41.133 76.398 Saldo final em 31/12/2012 1.278.915 1.491.699 2.770.614 As ações preferenciais têm participação nos dividendos em igualdade de condições com as ações ordinárias, sendo garantida a prioridade na percepção de um dividendo anual, não cumulativo, de 3% sobre o valor do patrimônio líquido da ação e direito de serem incluídas em oferta pública de alienação de controle, nas condições previstas no artigo 254-A da Lei nº 6.404/76. b. Reserva legal É constituída mediante a apropriação de 5% do lucro líquido do exercício, até o montante correspondente a 20% do capital social, em conformidade com o artigo 193 da Lei nº 6.404/76. c. Dividendos pagos - Em 17 de maio de 2011 a Companhia pagou dividendos propostos no valor de R$ 7.114 referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, a proporção de R$ 2,70 por ação. Em 16 de maio de 2012 a Companhia pagou dividendos propostos no valor de R$ 15.601 referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, a proporção de R$ 5,79 por ação. d. Juros sobre o capital próprio pagos - Em 26 de julho de 2011 a Companhia pagou juros a titulo de remuneração do capital próprio no valor de R$ 5.820, a proporção de R$ 2,16 por ação. Em 21 de novembro 2011 a Companhia pagou juros a titulo de remuneração do capital próprio no valor de R$ 5.846, a proporção de R$ 2,17 por ação. Em 25 de julho de 2012 a Companhia pagou juros a titulo de remuneração do capital próprio no valor de R$ 5.883, a proporção de R$ 2,12 por ação. Em 27 de novembro de 2012 a Companhia pagou juros a titulo de remuneração do capital próprio no valor de R$ 5.395, a proporção de R$ 1,95 por ação. A Administração da companhia irá propor à Assembleia Geral dos acionistas que a parcela líquida desses juros do capital próprio, na importância de R$ 9.601, seja atribuída aos dividendos mínimos obrigatórios, de acordo com o previsto no parágrafo 7, art.9º da Lei nº 9.249/95. e. Destinação do lucro líquido - O estatuto da Companhia prevê a distribuição de um dividendo mínimo obrigatório de 25% do lucro líquido do exercício ajustado, calculado de acordo com a Lei das Sociedades por Ações (Lei nº 6.404/76). 2012 2011 Lucro líquido do exercício 21.385 25.882 Efeito da realização do custo atribuído (deemed cost) 2.805 2.820 Reserva legal (5%) sobre o lucro líquido (1.070) (1.294) Reserva legal (5%) sobre o efeito da realização do custo atribuído (140) (141) Base de cálculo para os dividendos mínimos obrigatórios 22.980 27.267 Dividendos mínimos obrigatórios (25%) 5.745 6.817 (-) Juros sobre o capital próprio líquido creditados no exercício 9.601 9.930 (=) Excesso creditados superiores ao obrigatório (3.856) (3.113) Dividendos adicionais propostos 11.702 15.601 f. Ajuste de avaliação patrimonial - O saldo de ajuste de avaliação patrimonial refere-se ao ajuste de custo atribuído ao imobilizado, registrado em 1º de janeiro de 2009 deduzido da realização, pela depreciação durante os exercícios subsequentes. g. Participações estatutárias - Os administradores conforme previsão estatutária (Art. 20) e observados os limites previstos em lei, farão jus a uma participação nos lucros da Companhia, cujo montante global será fixado pela assembleia geral, e distribuído entre os membros de cada órgão por deliberação do Conselho de Administração. 18. Lucro Básico e Diluído por Ação - O resultado por ação básico foi calculado com base no resultado atribuível aos acionistas da Companhia no exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e a respectiva quantidade média de ações ordinárias e preferenciais em circulação neste período, comparativamente com o período 31 de dezembro de 2011, conforme o quadro a seguir: >>> Continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

sábado, domingo e segunda-feira, 23, 24 e 25 de março de 2013

ECONOMIA/LEGAIS - 21

>>> Continuação... 2012 2011 Preferencial Ordinária Total Preferencial Ordinária Total Lucro líquido atribuível aos acionistas 9.872 11.513 21.385 11.947 13.935 25.882 Quantidade de ações - média ponderada 1.267 1.478 2.745 1.235 1.440 2.675 Resultado básico e diluído por ação 7,791 7,791 7,791 9,677 9,677 9,677 A Companhia não possuía instrumentos de diluição do lucro por ação em 31 de dezembro de 2012 e de 2011. 19. Receita Operacional Líquida Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Vendas de produtos 59.079 58.837 88.592 92.269 Industrialização para terceiros 98.557 90.429 98.574 90.443 Total da receita operacional bruta 157.636 149.266 187.166 182.712 Deduções da receita (31.947) (29.263) (39.757) (37.726) Impostos sobre vendas (30.348) (27.993) (36.720) (35.701) Devoluções e abatimentos (1.599) (1.270) (3.037) (2.025) Total de receita operacional líquida 125.689 120.003 147.409 144.986 20. Custos dos Produtos Vendidos e dos Serviços Prestados Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Matéria-prima 51.017 50.021 62.172 64.267 Salários, encargos e benefícios 19.203 18.442 21.166 20.367 Energia elétrica e gás natural 9.636 8.357 9.721 8.459 Depreciação e amortização 5.390 5.347 5.741 5.491 Manutenção 4.498 3.928 4.586 4.027 Outros custos 2.058 715 3.959 2.935 91.802 86.810 107.345 105.546 21. Despesas Com Vendas Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Despesas de pessoal 2.197 2.042 3.619 3.206 Publicidade e propaganda 282 254 329 279 Comissões sobre vendas 75 82 875 1.034 Material de consumo 78 93 105 111 Provisão para créditos de liquidação duvidosa 6 414 167 483 Despesas de depreciação 9 8 19 20 Despesas com fretes 1.277 1.346 1.840 1.851 Despesas diversas com vendas 401 404 743 865 4.325 4.643 7.697 7.849 22. Despesas Gerais e Administrativas Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Honorários da administração 1.880 1.731 1.895 1.744 Despesas de pessoal 5.938 5.511 6.421 5.882 Material de consumo 735 1.440 769 1.474 Despesas de depreciação 506 338 584 282 Despesas de comunicação 448 460 486 496 Despesas com prestação de serviços 1.308 1.489 1.560 1.705 Tributos diversos 2.129 775 2.165 792 Participações / Contribuições estatutárias 553 610 553 610 Despesas diversas de administração 1.569 2.272 1.681 2.480 15.066 14.626 16.114 15.465 23. Resultado Financeiro Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Despesas financeiras Juros passivos (36) (942) (790) (1.839) Variações cambiais passivas (47) (1.328) (48) (1.332) Outras despesas financeiras (178) (471) (314) (676) (261) (2.741) (1.152) (3.847) Receitas financeiras Juros ativos 288 436 244 332 Variações cambiais ativas 86 1.910 87 1.914 Rendimentos de aplicações financeiras 9.578 15.634 10.449 16.921 Outras receitas financeiras 226 1.144 278 1.302 10.178 19.124 11.058 20.469 Resultado financeiro 9.917 16.383 9.906 16.622 24. Instrumentos Financeiros - A Companhia, suas controladas e controladas em conjunto mantêm operações com instrumentos financeiros. A administração desses instrumentos é efetuada por meio de estratégias operacionais e controles internos visando assegurar liquidez, rentabilidade e segurança. A política relativa à contratação de instrumentos financeiros com o objetivo de proteção é aprovada pelo Conselho de Administração, sendo subsequentemente analisada de forma periódica em relação à exposição ao risco que a Administração pretende proteger. A Companhia, suas controladas e controladas em conjunto não efetuam aplicações de caráter especulativo, em derivativos ou quaisquer outros ativos de risco. Os resultados obtidos com estas operações estão condizentes com as políticas e estratégias definidas pela Administração. As operações com instrumentos financeiros estão reconhecidas nas demonstrações financeiras da Companhia. A Companhia, suas controladas e controladas em conjunto não operaram com instrumentos financeiros derivativos durante os exercícios apresentados. Os principais instrumentos financeiros ativos e passivos em 31 de dezembro de 2012 e 31 de dezembro de 2011, bem como os critérios para sua valorização são descritos a seguir: • Caixa e equivalentes de caixa: abrangem saldos de caixa e aplicações financeiras com vencimento original de três meses ou menos a partir da data da contratação, sendo o valor justo similar ao valor contábil. • Contas a receber: A Companhia e suas controladas e controladas em conjunto possuem 99% dos saldos de sua conta a receber denominado em moeda local. • Fornecedores: A Companhia e suas controladas e controladas em conjunto possuem contas a pagar em moeda estrangeira e em moeda local. • Mútuos passivos: São classificadas como passivos financeiros mensurados pelo método do custo amortizado. Hierarquia de valor justo - Os diferentes níveis foram definidos como a seguir: • Nível 1 - Preços cotados (não ajustados) em mercados ativos para ativos e passivos e idênticos. • Nível 2 - Inputs, exceto preços cotados, incluídas no Nível 1 que são observáveis para o ativo ou passivo, diretamente (preços) ou indiretamente (derivado de preços). • Nível 3 - Premissas, para o ativo ou passivo, que não são baseadas em dados observáveis de mercado (inputs não observáveis). As operações da Companhia, suas controladas e controladas em conjunto estão sujeitas aos fatores de riscos abaixo descritos: Risco de crédito - Decorre da possibilidade de a Companhia e suas controladas e controladas em conjunto terem perdas decorrentes de inadimplência de suas contrapartes ou de instituições financeiras depositárias de recursos ou de investimentos financeiros. Para mitigar esses riscos, a Companhia, suas controladas e controladas em conjunto adotam como prática a análise das situações financeira e patrimonial de suas contrapartes, assim como a definição de limites de crédito e acompanhamento permanente das posições em aberto. No que tange às instituições financeiras, são realizadas operações com instituições financeiras de baixo risco avaliadas por agências de rating. Risco de taxas de juros - Decorre da possibilidade de a Companhia e as suas controladas e controladas em conjunto estarem sujeitas a ganhos ou perdas decorrentes de oscilações de taxas de juros incidentes sobre seus ativos e passivos financeiros. Visando à mitigação desse tipo de risco, a Companhia e suas controladas e controlada em conjunto buscam diversificar a captação de recursos em termos de taxas prefixadas ou pós-fixadas. Risco de taxas de câmbio - Decorre da possibilidade de oscilações das taxas de câmbio das moedas estrangeiras utilizadas pela Companhia e suas controladas em conjunto para a aquisição de insumos, maquinas e equipamentos e venda de produtos. Análise de sensibilidade de variações nas taxas de juros - Além do cenário provável a CVM através da instrução nº 475 determinou que fossem apresentados mais dois cenários com deterioração de 25% e 50% da variável do risco considerado. Esses cenários estão sendo apresentados conforme abaixo: Controladora Cenário provável Cenário 1-25% Cenário 2 -50% Taxa CDI 7,25% 5,44% 3,63% Rendimento anual das aplicações financeiras 6.399 4.799 3.199 Efeito no rendimento-perda (1.600) (3.199) Consolidado Cenário provável Cenário 1 -25% Cenário 2 -50% Taxa CDI 7,25% 5,44% 3,63% Rendimento anual das aplicações financeiras 7.296 5.472 3.648 Efeito no rendimento - perda (1.824) (3.648) O cenário 1 considera uma queda na taxa do CDI de 25% (taxa de 5,44%) e o cenário 2 uma queda de 50% (taxa de 3,63%) sobre os saldos de aplicações financeiras de R$88.260 (R$100.630 no Consolidado). Os resultados à luz dessas variações seriam perda de R$1.600 no cenário 1 (R$1.824 no Consolidado) e de R$3.199 no cenário 2 (R$3.648 no Consolidado). Análise de sensibilidade de variações cambiais

Controladora e consolidado Cenário provável Cenário 1 + 25% Cenário 2 + 50% Cotação do dólar 2,043 2,554 3,065 Fornecedores exterior - R$ 2.681 (US$ 1,312) 2.681 3.351 4.022 Efeito da variação cambial-perda (670) (1.341) O cenário 1 considera uma desvalorização do real em 25% sobre o dólar norte-americano considerando a taxa de câmbio em 31 de dezembro de 2012 de R$2,043/US$ (R$2,554/US$) e o cenário 2 uma desvalorização de 50% (R$3,065/US$). Os resultados à luz das paridades consideradas seriam perdas de R$670 no cenário 1 e de R$1.341 no cenário 2. Instrumentos financeiros por categoria - Os principais ativos e passivos financeiros consolidados da Companhia estão apresentados a seguir: Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 31/12/2012 31/12/2011 01/01/2011 Empréstimos e recebíveis: Caixa e equivalentes de caixa 88.931 126.311 110.690 101.771 138.674 120.766 Aplicações financeiras 2.262 29.591 2.262 29.591 Contas a receber de clientes-circulante 23.736 22.669 19.305 27.003 26.219 22.289 Partes relacionadas - circulante 3.894 361 1.367 2.041 187 698 Partes relacionadas - não circulante 2.661 35 5.178 1.422 83 2.633 Depósitos judiciais - não circulante 3.197 1.804 1.410 3.298 1.905 1.511 Passivos financeiros ao custo amortizado: Fornecedores-circulante 5.445 7.966 2.722 6.372 8.374 3.092 Financiamentos e empréstimos - circulante 1.087 Partes relacionadas - circulante 153 346 197 5.729 15.905 8.057 Outras contas a pagar - circulante 519 355 281 1.609 1.421 369 Partes relacionadas-não circulante 5.185 Os instrumentos financeiros, que estão reconhecidos nas demonstrações financeiras pelo seu valor contábil, são substancialmente similares aos que seriam obtidos se fossem negociados no mercado. No entanto, por não possuírem um mercado ativo, poderiam ocorrer variações caso a Companhia e suas controladas resolvessem liquidá-los antecipadamente. Gestão de risco de liquidez - A responsabilidade final pelo gerenciamento do risco de liquidez é da Diretoria Financeira da Companhia, que elaborou um modelo apropriado de gestão de risco de liquidez para o gerenciamento das necessidades de captação e gestão de liquidez no curto, médio e longo prazos. A Companhia gerencia o risco de liquidez através do monitoramento contínuo dos fluxos de caixa previstos e reais, da combinação dos perfis de vencimento dos ativos e passivos financeiros e pela manutenção de relacionamento próximo com instituições financeiras, com frequente divulgação de informações para suportar decisões de crédito quando da necessidade de recursos externos. A tabela a seguir mostra em detalhes o prazo de vencimento contratual restante dos passivos financeiros da Companhia e os prazos de amortização contratuais. A tabela foi elaborada de acordo com os fluxos de caixa não descontados dos passivos financeiros com base na data mais próxima em que a Companhia deve quitar as respectivas obrigações. As tabelas incluem os fluxos de caixa dos juros e do principal. Na medida em que os fluxos de juros são pós-fixados, o valor não descontado foi obtido com base nas taxas de juros no encerramento do exercício. O vencimento contratual baseia-se na data mais recente em que a Companhia deve quitar as respectivas obrigações. Consolidado - 31 de dezembro de 2012 Inferior a um ano De um a três anos Três a cinco anos Total Fornecedores 6.372 6.372 Partes relacionadas 5.729 5.729 25. Gestão do Capital - A política da Administração é manter uma sólida base de capital para manter a confiança do investidor, credor e mercado e manter o desenvolvimento futuro do negócio. A Administração monitora os retornos sobre capital, também monitora o nível de dividendos para acionistas e procura manter um equilíbrio entre os mais altos retornos possíveis com níveis mais adequados de empréstimos e as vantagens e a segurança proporcionada por uma posição de capital saudável. 26. Informações por Segmento - As informações por segmentos estão sendo apresentadas de acordo com o CPC 22 - Informações por Segmento (IFRS 8) e em relação aos negócios da Companhia e suas controladas e controladas em conjunto que foram identificados com base na sua estrutura de gerenciamento e nas informações gerenciais internas utilizados pelos principais tomadores de decisão da Companhia. Um segmento é um componente identificável da Companhia, destinado à fabricação de produtos ou à prestação de serviços, ou ao fornecimento de produtos e serviços num ambiente econômico particular, o qual esteja sujeito a riscos e remunerações que são diferentes daqueles outros segmentos. Os resultados por segmento, assim como os ativos e os passivos, consideram os itens diretamente atribuíveis ao segmento, assim como aqueles que possam ser alocados em bases razoáveis. Os itens não alocados compreendem principalmente ativos corporativos. A Companhia tem por objeto social a industrialização e comercialização de pintura de bobinas metálicas, atuando especificamente no segmento da indústria em geral e no de industrialização para terceiros. A controlada em conjunto MSC/Tekno tem por objetivo industrialização e comercialização de produtos laminados destinados ao atendimento do segmento automobilístico. A controlada Tekrom atua no segmento de transportes. A controlada Profinish atua na produção de produtos químicos utilizados no processo de produção da controladora. A controlada em conjunto Perfilor tem por objetivo a industrialização e comercialização de telhas de aço, utilizadas na cobertura e fechamento de imóveis, principalmente, industriais e comerciais, atendendo o segmento de construção civil. Balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2012 Indústrias em Geral e Industrialização para Terceiros Automobilístico Transportes Construção Civil Total Ativo Circulante 144.043 4.006 3.730 11.501 163.280 Não circulante 5.869 16 2.538 8.423 Investimentos 33 33 Imobilizado 74.193 870 5.901 80.964 Intangível 342 82 424 224.480 4.892 3.730 20.022 253.124 Passivo Circulante 8.162 1.183 132 11.162 20.639 Não circulante 8.420 324 8.744 Patrimônio líquido 207.898 3.709 3.598 8.536 223.741 224.480 4.892 3.730 20.022 253.124 Demonstrações de resultados consolidado em 31 de dezembro de 2012 Indústrias Industrialização AutomoConstrução em Geral para Terceiros bilístico Transportes Civil Total Receita operacional líquida 45.921 74.758 2.260 1.327 23.143 147.409 Custos dos produtos vendidos e serviços prestados (39.169) (46.832) (1.413) (1.268) (18.663) (107.345) Lucro bruto 6.752 27.926 847 59 4.480 40.064 Receitas (despesas ) operacionais (3.932) (14.822) (424) (35) (3.960) (23.173) Lucro operacional antes do resultado financeiro 2.820 13.104 423 24 520 16.891 Resultado financeiro líquido 2.161 8.149 189 260 (853) 9.906 Receitas financeiras 2.196 8.282 193 262 125 11.058 Despesas financeiras (35) (133) (4) (2) (978) (1.152) Resultado operacional antes do IRPJ e CSSL 4.981 21.253 612 284 (333) 26.797 Imposto de renda e contribuição social (1.067) (4.034) (147) (125) (39) (5.412) Resultado do exercício 3.914 17.219 465 159 (372) 21.385 Balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2011 Indústrias em Geral e Industrialização para Terceiros Automobilístico Transportes Construção Civil Total Ativo Circulante 178.492 4.500 3.589 10.760 197.341 Realizável ao longo prazo 3.910 13 104 4.027 Investimentos 33 33 Imobilizado 63.492 828 4.764 69.084 Intangível 379 1 87 467 246.306 5.342 3.589 15.715 270.952 Passivo Circulante 12.900 1.118 150 17.275 31.443 Não circulante 9.868 406 10.274 Patrimônio líquido 223.538 4.224 3.439 (1.966) 229.235 246.306 5.342 3.589 15.715 270.952

Demonstrações de resultados consolidado em 31 de dezembro de 2011 Indústrias Industrialização AutomoConstrução em Geral para Terceiros bilístico Transportes Civil Total Receita operacional líquida 46.149 69.313 2.969 1.490 25.065 144.986 Custos dos produtos vendidos e serviços prestados (38.505) (43.099) (1.820) (1.458) (20.664) (105.546) Lucro bruto 7.644 26.214 1.149 32 4.401 39.440 Receitas (despesas ) operacionais (3.815) (15.094) (374) (65) (3.523) (22.871) Lucro operacional antes do resultado financeiro 3.829 11.120 775 (33) 878 16.569 Resultado financeiro líquido 3.402 13.449 266 348 (843) 16.622 Receitas Financeiras 3.922 15.515 278 351 403 20.469 Despesas Financeiras (520) (2.066) (12) (3) (1.246) (3.847) Resultado operacional antes do IRPJ e CSSL 7.231 24.569 1.041 315 35 33.191 Imposto de renda e contribuição social (1.398) (5.515) (202) (162) (32) (7.309) Resultado do exercício 5.833 19.054 839 153 3 25.882 • Demonstração de fluxo de caixa consolidado por segmento em 31 de dezembro de 2012 Indústrias em Geral e Industrialização AutomoConstrução para Terceiros bilístico Transportes Civil Total Caixa líquido oriundo das (aplicado nas) atividades operacionais 5.076 (109) 173 5.482 10.622 Caixa líquido aplicado nas atividades de investimentos (14.090) (134) (1.465) (15.689) Caixa líquido oriundo das (aplicado nas) atividades de financiamentos (27.488) (4.348) (31.836) Aumento (Redução) do Saldo de Caixa e Equivalentes de Caixa (36.502) (243) 173 (331) (36.903) • Demonstração de fluxo de caixa consolidado por segmento em 31 de dezembro de 2011 Indústrias em Geral e Industrialização AutomoConstrução para Terceiros bilístico Transportes Civil Total Caixa líquido oriundo das (aplicado nas) atividades operacionais 57.632 1.025 164 5.127 63.948 Caixa líquido aplicado nas atividades de investimentos (17.201) (214) 425 (16.990) Caixa líquido oriundo das (aplicado nas) atividades de financiamentos (23.998) (5.052) (29.050) Aumento (Redução) do Saldo de Caixa e Equivalentes de Caixa 16.433 811 164 500 17.908 • Depreciação consolidado por segmento em 31 de dezembro de 2012 Indústrias em Geral e Industrialização AutomoConstrução para Terceiros bilístico Transportes Civil Total Depreciações e Amortizações (5.908) (91) (334) (6.333) • Depreciação consolidado por segmento em 31 de dezembro de 2011 Indústrias em Geral e Industrialização AutomoConstrução para Terceiros bilístico Transportes Civil Total Depreciações e Amortizações (5.692) (84) (17) (5.793) 27. Cobertura de Seguros - A Companhia, suas controladas e controladas em conjunto adotam a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por montantes considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. Em 31 de dezembro 2012 estas possuíam as seguintes coberturas de seguros: Coberturas Risco coberto Valores em Reais Prédios e conteúdos (Próprios e de terceiros), inclusive estoques Incêndio, danos elétricos, furto 42.852 Veículos Colisão, incêndio, roubo 720 Responsabilidade civil Taxa de 0,024% s/ mercadorias transportadas Transportes de materiais Roubo e furto qualificado Taxa de 0,0080% 28. Plano de Previdência Privada - Contribuição Definida - A Companhia e suas controladas possuem desde o mês de agosto de 2001, um plano de previdência privada do tipo PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), oferecido com exclusividade aos seus diretores e funcionários, administrado pela Brasilprev Previdência Privada S.A. A natureza do plano permite à Companhia, a qualquer momento, a suspensão de suas contribuições, descontinuidade ou transferência para outra administradora. Essas remunerações são reajustadas de acordo com a variação geral dos salários aplicados pela Companhia. As contribuições registradas no exercício findo em 31 de dezembro de 2012 foram de R$240 (R$310 em 2011) e R$260 (R$323 em 2011) no consolidado. 29. Obrigações Pós-Emprego - Relativo ao direito de manutenção da condição de beneficiário para aposentados que contribuíram para o plano de assistência médica, que tratam o inciso I e o § 1º do artigo 1º da Lei nº 9656 de 3 de junho de 1998. 30. Informações Adicionais ao Demonstrativo de Fluxo de Caixa Controladora e Consolidado 2012 2011 Aquisições de bens do ativo imobilizado sem efeito caixa 2.486 4.596 31. Aprovação para Divulgação das Demonstrações Financeiras - As presentes demonstrações financeiras da Companhia foram aprovadas para divulgação pelo Conselho da Administração em reunião ocorrida em 15 de março de 2013. 32. Eventos Subsequentes - Em 07 de fevereiro de 2013, houve integralização de capital da Controlada em conjunto Alucoil no montante de R$ 3.600, na seguinte proporção, R$ 1.764 pela Tekno e R$ 1.836 pela Alucoil S.A.U da Espanha. A Companhia tomou a decisão de não renovar o contrato de arrendamento da sua linha de pintura nº 02 e o contrato de prestação de serviços de pintura de chapas de alumínio assinados com a NOVELIS DO BRASIL LTDA em 01/09/2000 e 03/09/2001 respectivamente, ambos com vencimento para 31/03/2015, conforme correspondência enviada a NOVELIS em 16 de janeiro de 2013. Esta decisão de não renovar os contratos foi tomada em razão da NOVELIS ter adquirido uma linha de pintura para uso próprio. Esta prestação de serviços para a NOVELIS representa atualmente cerca de 22,5% do faturamento da TEKNO. Como este efeito só será materializado daqui há cerca de 02 anos, neste ínterim, a TEKNO irá prospectar novos mercados (em aço ou alumínio) que possam repor ou até incrementar esta fatia de mercado. A Companhia manterá os acionistas e o mercado informados sobre o andamento desta fase de transição. Composição do Conselho de Administração Valter Takeo Sassaki (Presidente) - Eloísa Madeira Szanto - (Vice-Presidente) Rita Maria Leal da Silveira Lanari - (Membro) Hebe Amaral Caiuby Ariani - (Membro) João Alberto de Almeida Borges - (Membro) Carlos Alberto de Almeida Borges - (Membro) Regina Coeli de Almeida Borges - (Membro) Composição da Diretoria Guilherme Luiz do Val - (Diretor Presidente) Valter Takeo Sassaki - (Diretor Vice-Presidente e de Relações com Investidores) José Luiz Madeira do Val - (Diretor Administrativo) João Alberto de Almeida Borges - (Diretor Superintendente) Edson da Silva Lopes - Gerente de Controladoria - CRC 1SP116.560/O-8

Parecer do Conselho Fiscal “Em atendimento às atribuições estatutárias e legais e na forma deliberada em reunião realizada nesta data, os membros do Conselho Fiscal da Tekno S/A Indústria e Comércio, infraassinados, vêm emitir seu parecer: (a) por unanimidade, no sentido de serem aprovadas, pela Assembléia Geral, as Demonstrações Contábeis e o Relatório da Administração, correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012; (b) por unanimidade, ser aprovada pela Assembléia Geral a proposta para distribuição dos dividendos, incluído o pagamento de Juros sobre o Capital Próprio e a destinação do saldo do lucro líquido; e (c) por unanimidade, ser aprovado o aumento de capital proposto à Assembléia Geral Extraordinária. No desempenho de suas

funções, os Conselheiros encontraram os documentos em ordem, opinião essa corroborada pelo parecer da empresa de auditoria Deloitte Touche Tohmatsu”. Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a reunião, lavrando-se a ata que é lida, aprovada e assinada pelos presentes São Paulo, 20 de Março de 2.013 Sergio Lucchesi Filho - Arystóbulo de Oliveira Freitas - Bernardo Leal Costa

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores da Tekno S.A. Indústria e Comércio - São Paulo - SP - Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Tekno S.A. Indústria e Comércio (“Companhia”), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem os balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras - A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes - Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais - Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Tekno S.A. Indústria e Comércio em 31 de dezembro de 2012, e o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas - Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Tekno S.A. Indústria e Comércio em 31 de dezembro de 2012, e o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo

O Dinheiro contado nos terminais

Bradesco e o Banco do Brasil (BB) reduziram a quantidade de cédulas em seus caixas eletrônicos e, para isso, instalaram sistemas eletrônicos de gestão de quantidade de papel-moeda. O objetivo é inibir ataques de criminosos. Os bancos informaram que os clientes não serão prejudi-

International Accounting Standards Board - IASB e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase - Conforme descrito na nota explicativa 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Tekno S.A. Indústria e Comércio. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e em controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não esta ressalvada em função desse assunto. Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionado - Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Auditoria das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, do exercício findo em 31 de dezembro de 2011 e do balanço patrimonial em 1º. de janeiro de 2011 - As demonstrações financeiras individuais e consolidadas correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011 e o balanço patrimonial em 1º de janeiro de 2011, apresentados para fins de comparação, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes, que emitiram relatórios datados de 22 de março de 2012 e 25 de março de 2011, respectivamente, sem ressalvas. Como parte de nossos exames das demonstrações financeiras individuais e consolidadas referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, revisamos também as reclassificações descritas na nota explicativa nº 4, que foram efetuadas para tornar as demonstrações financeiras para o exercício findo em 31 de dezembro de 2011 e o balanço patrimonial em 1º de janeiro de 2011, comparáveis com as demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012. Em nossa opinião, tais reclassificações são apropriadas e foram corretamente efetuadas. Não fomos contratados para auditar, revisar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011 e em 1º de janeiro de 2011 e, portanto, não expressamos opinião ou qualquer forma de asseguração sobre as demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2011 e sobre o balanço patrimonial em 1º de janeiro de 2011, tomados em conjunto. Campinas, 14 de março de 2013 DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Auditores Independentes - CRC nº 2 SP 011609/O-8 Paulo de Tarso Pereira Jr. - Contador - CRC nº 1 SP 253932/O-4

cados pela redução no volume de cédulas nos terminais. A medida foi adotada pelo Bradesco no último fim de semana. O banco informou que instalou um sistema automatizado que faz a previsão de consumo de dinheiro das máquinas em cada localidade e região do País. A tecnologia permite controlar a quantida-

de de cédulas nos caixas eletrônicos em períodos de baixo movimento, como à noite e no fim de semana. O BB informou que reduziu a quantidade de dinheiro dos caixas eletrônicos no período da noite desde o dia 18. O banco adotou um sistema de gestão de cédulas que faz a manutenção do volume mínimo ne-

cessário ao atendimento até a manhã do dia seguinte. O sistema se baseia em estudos da rotina e hábitos de cada praça para que não falte dinheiro para os clientes. Em regiões de maior incidência de ataques aos caixas eletrônicos, a redução do volume de cédulas nos caixas eletrônicos do BB foi de 70%. (RT)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

22 -.ECONOMIA/LEGAIS

sábado, domingo e segunda-feira, 23, 24 e 25 de março de 2013

e Delícias que se reinventam conomia

Os chocolates à base de alfarroba têm preços 15% superiores aos tradicionais

Segmento de chocolate se renova a cada Páscoa para encantar os clientes Fotos: Divulgação

A Kopenhagen lança ovo com bombons clássicos e embalado em cristais Swarovski (dir.). A Ofner (esq.) traz o doce com drágeas coloridas.

Paula Cunha

A

Páscoa, que será comemorada no próximo domingo, estimula fabricantes de chocolates e alimentos a utilizar a criatividade e a realizar pesquisas para oferecer produtos diferenciados. A estratégia tem rendido bons resultados e, por isso, novos itens são lançados anualmente. Além dos lançamentos dos grandes fabricantes, empresas de pequeno porte do ramo de alimentação aproveitam a data para ampliar seu campo de atuação e criam opções diferentes para os consumidores ávidos por novidades. No caso da Ofner, rede com 22 lojas na Grande São Paulo (www.ofner.com.br), a aposta neste ano é nos ovos com sabores diferenciados como macadâmia, giandula, crème brûlée, crocante (com castanhas de caju), além dos tradicionais chocolate, crocante e os zero, sem adição de açúcar e com baixo índice de gordura. O diretor comercial Laury Roman d e s t a c a , t a mbém, as cestas com diversos itens que tiveram seus arranjos remodelados

neste ano. Entre as palomas, os destaques são os recheios de creme de ovos e vinho Marsala e as de sabor zabaione. O grupo CRM, que engloba a Kopenhagen, Chocolates Brasil Cacau e Dan Top, tem boas expectativas de vendas, principalmente dos produtos especiais como os ovos Tripolino e BriA Ofner oferece ovos recheados com sabores diferentes como o crème brûlée (ao lado). Abaixo, infinidade de chocolates da Kopenhagen.

Oferta de ovos verdes

E

specializada em alimen- já atende esta exigência. tos saudáveis, a rede A rede espera aumento Mundo Verde, de 200 lojas de 8% a 12% nas vendas de espalhadas por todo o País, chocolates orgânicos neste apresenta ovos à base de so- ano. Nesta Páscoa, ofereceja, alfarroba, dietéticos, sem rá as variedades citadas e açúcar, sem glúten e orgâni- as mais procuradas são as cos – temperados por uma de soja diet, orgânicos e os à porção de base de alcacau. farroba, S e g u nque têm do o gerenp r e ç o s te de supri15% supementos do riores aos e m p re e nt r a d i c i odimento, nais. L e o n a r d o Rede espera aumento nas vendas Para a Lima, a esn u t r i c i otratégia de oferecer esta nista Bruna Murta, a alfarvariedade de alimentos roba é uma variedade basatende tanto as pessoas t a n t e p r o c u r a d a p e l o s preocupadas com uma ali- consumidores e neste ano mentação melhor quanto foi criada uma linha de fruos que realmente necessi- tas cobertas com ela. "Os tam de uma alimentação chocolates com maior teor controlada. Ele lembra que de cacau ajudam a aumena legislação brasileira diz tar o HDL, colesterol bom, que um produto deve ter e a diminuir o LDL colesteem sua composição 23% de rol ruim, o que reduz os riscacau para ser considerado cos de incidência de doenchocolate e que o mercado ças vasculares", diz. (PC)

Sindicato das Empresas Locadoras de Veículos Automotores do Estado de São Paulo CNPJ nº 67.354.746/0001-74 Convocação para Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária O Sindicato das Empresas Locadoras de Veículos Automotores do Estado de São Paulo convida para a Assembleia Geral Ordinária e Assembleia Geral Extraordinária a serem realizadas no dia 27 de março de 2013, em primeira convocação às 9h00 e, caso não haja “quorum”, em segunda convocação às 9h30, com qualquer número de associadas, em nossa sede Social, na Praça Ramos de Azevedo, 209 - 2º andar – cjs. 22 e 23 - Centro - São Paulo - SP, quando serão apresentadas, analisadas e deliberadas as medidas aplicáveis aos seguintes assuntos: A) B)

Assembleia Geral Ordinária: 1) Prestação de Contas do Exercício Financeiro de 2012. Assembleia Geral Extraordinária: 1) Análise das Pautas de Reivindicações e discussão de propostas para a negociação de Convenção Coletiva de Trabalho para vigência 2013/2014; 4) Formação e outorga de poderes à uma Comissão de Negociação da pauta de reivindicações; 5) Outorga de poderes para instaurar ou defender-se em processo de Dissídio Coletivo; 6) Fixação do valor da Contribuição Assistencial Patronal para 2013; 7) Outros assuntos de interesse geral.

Em função da relevância dos assuntos, as empresas associadas deverão ser representadas pelos Sócios, Diretores ou Prepostos devidamente habilitados através de procuração específica para participar das Assembleias e exercer o Direito de voto. São Paulo, 23 de março de 2013. Alberto de Camargo Vidigal - Presidente

gadeiro que são os destaques da segunda empresa. Orlando Glingani, gerente de marketing e inovação do Grupo CRM, acredita que o mercado está muito receptivo a novos produtos e, para comemorar os 85 anos da Kopenhagen, a em-

presa lançou o Ovo Collection, com embalagem enfeitada de cristais Swarovski. Trata-se de uma guloseima recheada com bombons clássicos da marca: Cherry Brandy, mini Lajotinhas, Língua de Gato e Chumbinho. O produto está

Jatay Empreendimentos e Participações Ltda. CNPJ/MF nº 10.216.923/0001-39 – NIRE 35.222.533.446 Instrumento Particular de Alteração do Contrato Social da Jatay Empreendimentos e Participações Ltda. e Transformação em Sociedade Anônima Pelo presente instrumento particular, as partes (A) Maria Regina Azevedo Villela de Andrade, portadora do RG nº 744.071 SSP/SP e do CPF/MF nº 308.145.868-48; e (B) José Villela de Andrade Neto, portador do RG nº 3.748.034-0 SSP/SP e do CPF/MF nº 023.809.518-53; Na qualidade de únicos sócios da Jatay Empreendimentos e Participações Ltda., sociedade empresária limitada, com sede na Rua João Antônio de Oliveira, nº 869, sala 1, São Paulo-SP, com seus atos constitutivos arquivados na Jucesp sob o NIRE 35.222.533.446 e CNPJ/MF nº 10.216.923/0001-39 (“Sociedade”), resolvem alterar o contrato social da Sociedade, nos termos das cláusulas e condições a seguir: 1. Os sócios decidem, por unanimidade e sem reservas, aumentar o capital social da Sociedade em R$ 10.000.000,00, passando dos atuais R$ 10.000.000,00 para R$ 20.000.000,00, mediante a emissão de 10.000.000 novas quotas, com valor nominal de R$ 1,00 cada, totalmente subscritas e integralizadas pelos sócios mediante a capitalização de parte do saldo de mútuos que estes sócios possuem com a Sociedade, da seguinte forma: (i) José Villela de Andrade Neto subscreve e integraliza 1.000.000 de quotas; e (ii) Maria Regina Azevedo Villela de Andrade subscreve e integraliza 9.000.000 de quotas. 2. Em conseqüência das deliberações acima, passa o caput da Cláusula 4ª do Contrato Social a vigorar com a seguinte e nova redação: “Cláusula 4ª – O capital social, totalmente subscrito e integralizado, em moeda corrente nacional, é de R$ 20.000.000,00, dividido em 20.000.000 quotas, no valor nominal de R$ 1,00 cada, assim distribuídas entre os sócios: (a) Maria Regina Azevedo Villela de Andrade possui 18.000.000 quotas, no valor total de R$ 18.000.000,00; e (b) José Villela de Andrade Neto possui 2.000.000 quotas, no valor total de R$ 2.000.000,00.” 3. Ato contínuo, Os sócios decidem, por unanimidade e sem reservas, transformar a Sociedade em sociedade anônima, passando a ser denominada “Jatay Empreendimentos e Participações S.A.”, e a ser regida pela Lei nº 6.404/76 e suas alterações, sem qualquer interrupção das atividades da Sociedade e de seus negócios, mantendo-se a mesma escrituração contábil e fiscal, inalterados os elementos ativos e passivos e integralmente garantidos os direitos dos credores. Ficará mantido o atual capital social e serão distribuídas aos sócios uma ação ordinária nominativa e sem valor nominal, representativa do capital social em substituição para cada duas das quotas que atualmente possuem, mantendo-se a participação dos sócios no capital social, nas proporções atualmente existentes. O capital social, totalmente subscrito e integralizado é de R$ 20.000.000,00, dividido em 10.000.000 de ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, distribuídas entre os acionistas da seguinte forma: Subscritor Ações Ordinárias Valor (R$) Integralizadas A Integralizar Maria Regina A. Villela de Andrade 9.000.000 18.000.000,00 9.000.000 – José Villela de Andrade Neto 1.000.000 2.000.000,00 1.000.000 – Total 10.000.000 20.000.000,00 10.000.000 – 4. Ademais, os acionistas elegem, por unanimidade, como membros da Diretoria da Jatay Empreendimentos e Participações S.A., com mandato de 3 anos, permitida a reeleição, os Srs. José Villela de Andrade Neto, portador do RG nº 3.748.034-0 SSP/SP e do CPF/MF nº 023.809.518-53, no cargo de Diretor Presidente e José Villela de Andrade, portador do RG nº 25.017.238-0 - SSP/SP, e do CPF/MF nº 274.489.548-22, no cargo de Diretor Vice-Presidente, que tomam posse mediante a assinatura da presente alteração contratual. Os Diretores neste ato tomam posse de seus cargos, declarando, sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a administração da sociedade, por lei especial ou em virtude de condenação criminal, ou por se encontrarem sob os efeitos dela, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos, ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra normas de defesa da concorrência, contra as relações de consumo, fé pública ou propriedade. 5. Os acionistas decidem, ainda, por unanimidade, que a Diretoria não fará jus a remuneração neste exercício social. 6. Por fim, os acionistas aprovam, por unanimidade e sem reservas, o Estatuto Social da Jatay Empreendimentos e Participações S.A, em sua íntegra, o qual, devidamente consolidado, passará a vigorar conforme a redação constante do Anexo I ao presente instrumento. E, estando assim justas e contratadas, firmam as partes o presente instrumento em 03 vias de igual teor e forma, na presença das duas testemunhas abaixo-assinadas. São Paulo, 01/03/2012. (ass.) Maria Regina Azevedo Villela de Andrade; José Villela de Andrade Neto. Diretores Eleitos: José Villela de Andrade Neto; José Villela de Andrade. Visto do Advogado: Carlos Eduardo Martins Mammana – OAB/SP nº 190.387. Testemunhas: 1. Nome: José Mattos Serrano, RG nº: 10.812.498 – SSP/SP, CPF/MF nº: 034.162.008-45. 2. Nome: Alexsandro Aquino da Silva, RG nº: 30.021.3499, CPF/MF nº: 213.748.278-94. Anexo I – “Estatuto Social – Capítulo I – Denominação, Sede Objeto e Duração. Art. 1º – A Jatay Empreendimentos e Participaçõe S.A. é uma sociedade anônima de capital fechado (a “Cia.”), regendo-se pelo presente estatuto e pelas disposições legais que lhe forem aplicáveis. Art. 2º – A Cia. tem sede e foro na Rua João Antônio de Oliveira, nº 869, Mooca, sala 1, São Paulo-SP, onde funcionará seu escritório administrativo, podendo, por deliberação da Assembléia Geral, respeitadas as prescrições e normas legais, criar filiais, escritórios ou representações em qualquer parte do território nacional ou no exterior. § Único – A Cia. possui uma filial, situada na Av. Marginal Ribeirão dos Cristais, nº 500, sala 1, Cajamar-SP. Art. 3º – A Cia. tem por objeto social a realização de empreendimentos e a participação em outras sociedades, sejam simples ou empresárias, como sócia ou acionista, ou em consórcios. Art. 4º – A Cia. tem prazo indeterminado de duração. Capítulo II – Capital Social e Ações. Art. 5º – O capital social, totalmente subscrito e integralizado, em moeda corrente nacional, é de R$ 20.000.000,00, dividido em 10.000.000 de ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal. § 1º – Cada ação ordinária dará direito a um voto nas deliberações da Assembléia Geral. § 2º – As ações são indivisíveis perante a Cia.. § 3º – Sobre as ações representativas do capital social não poderão recair quaisquer ônus, dívidas, direitos reais ou gravames, inclusive penhor, usufruto, fideicomisso e alienação fiduciária. Capítulo III – Da Assembléia Geral. Art. 6º – A assembléia geral reunir-se-á, ordinariamente, nos 4 primeiros meses seguintes ao término do exercício social, para as deliberações das matérias referidas no art. 132 da Lei nº 6.404/76, e extraordinariamente nos casos legais, guardados os preceitos de direito nas respectivas convocações. Art. 7º – A Assembléia Geral será convocada por qualquer dos diretores, sendo os anúncios publicados na forma da Lei, deles constando a ordem do dia, o local, a data e horário de sua realização e, no caso de reforma do estatuto, a indicação das matérias a serem alteradas. § Único – Ficarão dispensadas as formalidade de convocação previstas no caput deste artigo nos casos em que comparecerem todos os acionistas. Art. 8º – Poderão tomar parte na Assembléia Geral os titulares de ações da Cia. ou seus representantes legais, mediante prova de sua identidade e condição. Art. 9º – Antes de se instalar a Assembléia Geral, os acionistas se identificarão e assinarão o “Livro de Presenças”, indicando o seu nome e a quantidade de ações que representarem. Art. 10 – A Assembléia Geral será instalada pelo Diretor Presidente da Cia., ou, no seu impedimento, por outro membro da Diretoria, devendo os acionistas presentes escolherem o Presidente e o Secretário da Mesa que dirigirá os trabalhos. Art. 11 – O Presidente da Assembléia Geral deverá cumprir e fazer como que sejam cumpridas as disposições dos Acordos de Acionistas arquivados na sede da Cia., não permitindo o cômputo dos votos proferidos em contrariedade ao conteúdo destes. Art. 12 – Compete privativamente à Assembléia Geral: (a) modificar o objeto social; (b) apresentar de pedido de auto-falência ou pedido de recuperação judicial ou extrajudicial; (c) transformar, liquidar ou dissolver a Cia.; e (d) aprovar a cisão, incorporação ou fusão

CMP Metalgraphica Paulista Ltda. CNPJ/MF nº 61.161.139/0001-01 – NIRE 35.223.058.679 Ata da Assembleia Geral de Transformação realizada em 01 de março de 2012 1. Data, Hora e Local: Ao 01/03/2012, às 10 hs. na sede social, na Rua João Antônio de Oliveira, nº 869, São Paulo-SP. 2. Convocação e Presenças: Dispensadas as formalidades de convocação, tendo em vista a presença de sócios representando a totalidade do capital social, nomeadamente: (i) Maria Regina Azevedo Villela de Andrade, portadora do RG nº 744.071 SSP/SP e do CPF/MF nº 308.145.868-48; e (ii) José Villela de Andrade Neto, portador do RG nº 3.748.034-0SSP/SP e do CPF/MF nº 023.809.518-53. 3. Mesa: Maria Regina Azevedo Villela de Andrade, Presidente; José Villela de Andrade Neto, Secretário. 4. Ordem do Dia: (a) transformação do tipo jurídico, de sociedade empresária limitada para sociedade anônima, bem como alteração de sua denominação social, sem interrupção de seus negócios; (b) aprovação do Estatuto Social da Cia.; (c) eleição dos membros da Diretoria da Cia.; e (d) fixação das remunerações dos membros da Diretoria. 5. Deliberações Tomadas por Unanimidade: (a) aprovada, sem restrições, a transformação da CMP Metalgraphica Paulista Ltda., em sociedade anônima, passando a ser denominada “CMP – Companhia Metalgraphica Paulista”, regida pela Lei nº 6.404/76 e suas alterações, sem qualquer interrupção das atividades da Sociedade e de seus negócios, mantendo-se a mesma escrituração contábil e fiscal, inalterados os elementos ativos e passivos e integralmente garantidos os direitos dos credores. Ficará mantido o atual capital social e serão distribuídas aos sócios uma ação ordinária nominativa e sem valor nominal, representativa do capital social em substituição a cada 1 quota que atualmente possuem, mantendo-se a participação dos sócios no capital social, nas proporções atualmente existentes. O capital social, totalmente subscrito e integralizado é de R$13.200.000,00, dividido em 13.200.000 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, distribuídas entre os acionistas na forma do Boletim de Subscrição que integra a presente ata como Anexo I, da qual faz parte indissociável, para todos os fins e efeitos. (b) aprovado o Estatuto Social da Cia., que integra a presente ata como Anexo II, da qual faz parte indissociável, para todos os fins e efeitos. (c) foram eleitos como membros da Diretoria da Cia., com mandato de 3 anos, permitida a reeleição, os Srs. José Villela de Andrade Neto, portador do R.G nº 3.748.034-0SSP/SP e do CPF/MF nº 023.809.518-53, no cargo de Diretor Presidente, e José Villela de Andrade, portador do R.G nº 25.017.238-0/SSP/SP e do CPF/MF nº 274.489.548-22, no cargo de Diretor Vice-Presidente, que tomarão posse mediante a assinatura da presente ata no Livro de Atas de Assembleias gerais da Cia.. Os Diretores ora eleitos aceitaram sua eleição, declarando, sob as penas da lei, que não estão impedidos de exercer a administração da sociedade, por lei especial ou em virtude de condenação criminal, ou por se encontrar sob os efeitos dela, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos, ou crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, ou contra a econômica popular, contra o sistema financeiro nacional, contra normas de defesa da concorrência, contra relações de consumo, fé pública ou propriedade. (d) foram aprovados os valores dos honorários dos membros da Diretoria no valor global anual de até R$ 600.000,00, o qual será levado à conta de despesas gerais da Cia.. 6. Lavratura da Ata e Encerramento: Nada mais havendo a tratar, determinou o Sr. Presidente que fosse lavrada esta ata, a qual, após lida, foi achada conforme e por todos assinada. São Paulo, 01/03/2012. Mesa: Maria Regina Azevedo Villela de Andrade – Presidente; José Villela de Andrade Neto – Secretário. Acionistas: Maria Regina Azevedo Villela de Andrade; José Villela de Andrade Neto. Cientes e de acordo com a eleição: José Villela de Andrade Neto; José Villela de Andrade. Visto do Advogado: Felipe Hannickel Souza – OAB/SP nº 206.429. Testemunhas: 1. Nome: Alexsandro Aquino da Silva, RG. nº 30.021.349-9, CPF/MF nº 213.748.278-94. 2. Nome: José Mattos Serrano, RG. nº 10.812.498 SSP/SP, CPF/MF nº 034.162.008-45. Anexo II – Estatuto Social. Capítulo I – Denominação, Sede Objeto e Duração. Art. 1º – A CMP – Companhia Metalgraphica Paulista é uma sociedade anônima de capital fechado (a “Cia.”), regendo-se pelo presente estatuto e pelas disposições legais que lhe forem aplicáveis. Art. 2º – A Cia. tem sede e foro na Rua João Antônio de Oliveira, nº 869, São Paulo-SP, onde funcionará seu escritório administrativo, podendo, por deliberação da Assembléia Geral, respeitadas as prescrições e normas legais, criar filiais, escritórios ou representações em qualquer parte do território nacional ou no exterior. § Único – A Cia. possui as seguintes filiais: (i) Morro Agudo, situada na Rod. Dona Genoveva Lima de Carvalho Dias, 1500 metros após o trevo, Morro Agudo-SP; (ii) Campo Grande, situada na Rua Ponte Firme, 545, Campo Grande-MS; (iii) Anápolis, situada na Via Principal 06 E, quadra 9, módulo 17- Daia, Anápolis-GO; e (iv) Cajamar, situada na Av. Marginal Ribeirão dos Cristais, nº 500, sala 2, Cajamar-SP. Art. 3º – A Cia. tem por objeto social a fabricação de latas em geral, litografadas ou brancas, em folhas de flandres, metálicas, papel ou papelão, bem como a comercialização destas matérias primas, podendo exercer também atividade agro-industrial ligada ao ramo e a administração de bens próprios e de terceiros. Art. 4º – A Cia. tem prazo indeterminado de duração. Capítulo II – Capital Social e Ações. Art. 5º – O capital social, totalmente subscrito e integralizado, em moeda corrente nacional, é de R$ 13.200.000,00, dividido em 13.200.000 ações ordinárias nominativas, e sem valor nominal. § 1º – Cada ação ordinária dará direito a um voto nas deliberações da Assembléia Geral. § 2º – As ações são indivisíveis perante a Cia.. § 3º – Sobre as ações representativas do capital social não poderão recair quaisquer ônus, dívidas, direitos reais ou gravames, inclusive penhor, usufruto, fideicomisso e alienação fiduciária. Capítulo III – Da Assembléia Geral. Art. 6º – A assembléia geral reunir-se-á, ordinariamente, nos 4 primeiros meses seguintes ao término do exercício social, para as deliberações das matérias referidas no art. 132 da Lei nº 6.404/76, e extraordinariamente nos casos legais, guardados os preceitos de direito nas respectivas convocações. Art. 7º – A Assembléia Geral será convocada por qualquer dos diretores, sendo os anúncios publicados na forma da Lei, deles constando a ordem do dia, o local, a data e horário de sua realização e, no caso de reforma do estatuto, a indicação das matérias a serem alteradas. § Único – Ficarão dispensadas as formalidade de convocação previstas no caput deste artigo nos casos em que comparecerem todos os acionistas. Art. 8º – Poderão tomar parte na Assembléia Geral os titulares de ações da Cia. ou seus representantes legais, mediante prova de sua identidade e condição. Art. 9º – Antes de se instalar a Assembléia Geral, os acionistas se identificarão e assinarão o “Livro de Presenças”, indicando o seu nome e a quantidade de ações que representarem. Art. 10 – A Assembléia Geral será instalada pelo Diretor Presidente da Cia., ou, no seu impedimento, por outro membro da Diretoria, devendo os acionistas presentes escolherem o Presidente e o Secretário da Mesa que dirigirá os trabalhos. Art. 11 – O Presidente da Assembléia Geral deverá cumprir e fazer como que sejam cumpridas as disposições dos Acordos de Acionistas arquivados na sede da Cia., não permitindo o cômputo dos votos proferidos em contrariedade ao conteúdo destes. Art. 12 – Compete privativamente à Assembléia Geral: (a) modificar o objeto social; (b) apresentar de pedido de auto-falência ou pedido de recuperação judicial ou extrajudicial; (c) transformar, liquidar ou dissolver a Cia.; e (d) aprovar a cisão, incorporação ou fusão da Cia.. Capitulo IV – Administração da Sociedade. Art. 13 – A Cia. será administrada por uma Diretoria. Seção I – Diretoria. Art. 14 – A Diretoria será composta de no mínimo 2 membros, denominados Diretor Presidente, Diretor Vice-Presidente, podendo haver Diretores sem designação específica, todos resi-

sendo vendido por R$ 299. A Tchocolath (www.tchocolath.com.br), chocolateria localizada na Vila Nova Conceição, é especializada em bombons, frutas cobertas com chocolate, pão de mel, tudo feito de forma artesanal. Para esta época do ano, tem inúmeras delícias, muitas delas com recheios de marzipã, coco, frutas vermelhas, tangerina e licor com cereja. A importadora Gourmand A l i m e n t o s ( w w w . g o u rmand.com.br) preferiu apostar

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da Cia.. Capitulo IV – Administração da Cia.. Art. 13 – A Cia. será administrada por uma Diretoria. Seção I – Diretoria. Art. 14 – A Diretoria será composta de no mínimo 2 membros, denominados Diretor Presidente, Diretor Vice-Presidente, podendo haver Diretores sem designação específica, todos residentes no país, acionistas ou não, eleitos e destituíveis a qualquer tempo pela Assembléia Geral, na forma da lei, do presente estatuto e de acordo com o estipulado em acordo de acionistas. § 1º – Os Diretores, nas suas respectivas áreas de atuação, praticarão todos os atos de administração ordinária necessários ao regular funcionamento da Cia., dentro dos limites fixados pela lei e por este Estatuto. § 2º – O prazo de gestão de cada Diretor será de 3 anos, permitida a recondução. § 3º – Os Diretores serão investidos nos cargos por meio da assinatura do termo de posse no cargo “Livro de Atas das Reuniões da Diretoria” ou por meio da assinatura da ata de Assembléia Geral que os elegeu no “Livro de Atas das Assembléias Gerais”. § 4º – Em caso de impedimento temporário ou definitivo de qualquer Diretor, cabe à Assembléia Geral designar-lhe um substituto, que assumirá as atribuições do Diretor impedido, até que cesse o impedimento, se temporário, ou até o término do seu mandato, se definitivo. Art. 15 – Observadas as restrições contidas neste Estatuto, a representação ativa e passiva da Cia., em quaisquer atos ou contratos que envolvam sua responsabilidade ou lhe criem obrigações, é privativa da Diretoria e de mandatários por ela constituídos. § 1º – O Diretor Presidente e o Diretor Vice-Presidente representarão a Cia. isoladamente, independentemente da assinatura de outros Diretores. § 2º – Os demais Diretores representarão a Cia. sempre em conjunto com o Diretor Presidente ou com o Diretor Vice-Presidente. Art. 16 – Compete à Diretoria: (a) administrar os negócios sociais, zelando pelos interesses da Cia., observando e fazendo cumprir fielmente a Lei, os Acordos de Acionistas e o presente Estatuto Social; (b) preparar e apresentar à Assembléia Geral, as contas da administração, o Relatório da Diretoria, o Balanço Patrimonial e as demais Demonstrações Financeiras; (c) representar a Cia., na forma estabelecida neste Capítulo; (d) escolher e destituir os auditores independentes da Cia.; (e) emitir duplicatas, notas promissórias e outros títulos de crédito em nome da Cia., no curso normal dos negócios e sempre de acordo com o melhor interesse da Cia.. Art. 17 – Ressalvados os atos de competência privativa da Diretoria, como órgão colegiado, e observados os limites previstos neste Estatuto, compete aos Diretores, isoladamente assinar correspondência de rotina da Cia., desde que não impliquem em qualquer forma de comprometimento desta. Art. 18 – A Diretoria, dentro de seus limites de poderes e atribuições, poderá constituir procuradores com poderes específicos para representar a Cia., por meio de instrumentos de mandato, com prazo de vigência limitado a um ano, exceto aqueles para fins judiciais, que poderão ter prazo indeterminado e permitir o substabelecimento. Seção III – Remuneração da Diretoria. Art. 19 – A remuneração da Diretoria será fixada pela Assembléia Geral. Capítulo IV – Conselho Fiscal. Art. 20 – O Conselho Fiscal é um órgão não permanente e será instalado pela Assembléia Geral a pedido de acionista, nos termos da legislação aplicável. Art. 21 – Quando em funcionamento, o Conselho Fiscal compor-se-á de 3 a 5 membros, eleitos pela Assembléia Geral na forma da legislação aplicável. Art. 22 – O Conselho Fiscal terá os poderes e as funções que lhe confere a Lei nº 6.404/76. Capítulo V – Do Exercício Social. Art. 23 – O exercício social terminará em 31 de dezembro de cada ano, quando serão elaboradas as demonstrações financeiras exigidas em Lei, observando-se, quanto à distribuição do resultado apurado, as seguintes regras: I – do resultado do exercício serão deduzidos, antes de qualquer participação, os prejuízos acumulados e a provisão para imposto de renda e contribuição social; e II – do lucro líquido do exercício destinar-se-ão: a) 5% para a constituição da reserva legal, até que se atinja 20% do capital social; b) 25% para pagamento do dividendo obrigatório aos acionistas, calculado na forma da Lei. § 1º – A Assembléia Geral poderá, desde que não haja oposição de qualquer acionista presente, deliberar a distribuição de dividendo inferior ao obrigatório, ou mesmo a retenção de todo o lucro, na forma do art. 202, § 3º, Lei nº 6.404/76. § 2º – Não será obrigatório o pagamento de dividendo nos exercícios que a Diretoria informar à Assembléia Geral ser seu pagamento incompatível com a situação financeira da Cia., na forma do art. 202, § 4º, Lei nº 6.404/76. § 3º – A Cia. poderá, por deliberação da Assembléia Geral, levantar balanços semestrais, trimestrais e mensais e distribuir dividendos à conta dos lucros apurados nesses balanços. § 4º – A Assembléia Geral poderá também, declarar dividendo intermediário à conta de lucros acumulados ou de reservas de semestral previsto no § anterior, será sempre considerado como antecipação do dividendo mínimo obrigatório. § 5º – É facultado à Cia. pagar juros sob capital próprio aos acionistas, pagamento este que será computado para efeito de cálculo do dividendo mínimo obrigatório. Art. 24 – O dividendo deverá ser pago, salvo deliberação em contrário da Assembléia Geral, no prazo de 60 dias da data em que for declarado e, em qualquer caso, dentro do exercício social, sendo que o dividendo não recebido prescreverá no prazo da Lei. Capítulo VI – Transformação, Recuperação Judicial, Falência, Dissolução, Liquidação e Extinção. Art. 25 – A Cia. poderá ser transformada em outro tipo societário, independentemente de dissolução e liquidação mediante determinação da Assembléia Geral por deliberação dos acionistas representando a totalidade das ações com direito a voto. Art. 26 – Os Administradores poderão confessar falência e pedir a recuperação judicial da Cia. desde que devidamente autorizados pela Assembléia Geral mediante deliberação dos acionistas que representem a maioria das ações com direito a voto. Art. 27 – A Cia. entrará em dissolução, liquidação e extinção por deliberação de acionistas que representem a maioria das ações com direito a voto, bem como nos casos previstos em Lei. § Único – A Assembléia Geral, pelo quórum acima indicado, nomeará o liquidante, fixará sua remuneração e determinará o modo de liquidação, elegendo o Conselho Fiscal que deve funcionar durante o período de liquidação. Capítulo VII – Disposições Gerais. Art. 28 – A Cia. e seus administradores observarão os acordos de acionistas eventualmente arquivados na sede da Cia., cabendo à administração abster-se de registrar transferências de ações contrárias aos respectivos termos, e ao Presidente da Assembléia Geral agir na forma art. 118, §§ 8º e 9º, da Lei nº 6.404/76. Art. 29 – Quaisquer disputas entre os Acionistas, ou entre os Acionistas e a Cia. serão decididas por um tribunal arbitral formado por 3 árbitros, a serem escolhidos de acordo com o Regulamento da Câmara de Mediação e Arbitragem de São Paulo, do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – CIESP, que integra o Sistema FIESP (“Câmara de Arbitragem”), à qual caberá a condução do processo arbitral, de acordo com referido Regulamento, sendo vedado o acesso ao julgamento por eqüidade, sendo certo que não poderão os Acionistas, que restarem vencidos pela sentença arbitral, intentar recurso ao Poder Judiciário; e que a validade e eficácia da sentença arbitral não dependerão de homologação do Poder Judiciário. A arbitragem deverá ser realizada na Capital do Estado de São Paulo, em língua portuguesa, devendo ser aplicada à solução do conflito a legislação brasileira vigente. § Único – Os acionistas poderão demandar judicialmente apenas para compelir a instalação de procedimento arbitral, para obter medidas liminares urgentes antes da instituição do procedimento arbitral ou medidas executórias, sendo o foro competente para tanto o da Comarca da Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, com exclusão de qualquer outro, por mais privilegiado que seja. Em caso de ajuizamento de ação cautelar, o Acionista autor deverá propor, no prazo da lei, a competente ação principal perante o juízo arbitral competente, nos termos do caput desta cláusula.” E, estando assim justas e contratadas, firmam as partes o presente instrumento em 03 vias de igual teor e forma, na presença das duas testemunhas abaixo-assinadas. São Paulo, 01/03/2012. (ass.) Maria Regina Azevedo Villela de Andrade; José Villela de Andrade Neto. Diretores: José Villela de Andrade Neto; José Villela de Andrade. Visto do Advogado: Carlos Eduardo Martins Mammana – OAB/SP nº 190.387. Testemunhas: 1. Nome: José Mattos Serrano, RG nº: 10.812.498 – SSP/SP, CPF/MF nº: 034.162.008-45. 2. Nome: Alexsandro Aquino da Silva, RG nº: 30.021.349-9, CPF/MF nº: 213.748.278-94. Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia. Junta Comercial do Estado de São Paulo. Certifico o registro sob o nº 266.114/12-0 e NIRE 35.300.439.350 em 22/06/2012. Gisela Simiema Ceschin – Secretária Geral. dentes no país, acionistas ou não, eleitos e destituíveis a qualquer tempo pela Assembléia Geral, na forma da lei, do presente estatuto e de acordo com o estipulado em acordo de acionistas. § 1º – Os Diretores, nas suas respectivas áreas de atuação, praticarão todos os atos de administração ordinária necessários ao regular funcionamento da Cia., dentro dos limites fixados pela lei e por este Estatuto. § 2º – O prazo de gestão de cada Diretor será de 3 anos, permitida a recondução. § 3º – Os Diretores serão investidos nos cargos por meio da assinatura do termo de posse no cargo “Livro de Atas das Reuniões da Diretoria” ou por meio da assinatura da ata de Assembléia Geral que os elegeu no “Livro de Atas das Assembléias Gerais”. § 4º – Em caso de impedimento temporário ou definitivo de qualquer Diretor, cabe à Assembléia Geral designar-lhe um substituto, que assumirá as atribuições do Diretor impedido, até que cesse o impedimento, se temporário, ou até o término do seu mandato, se definitivo. Art. 15 – Observadas as restrições contidas neste Estatuto, a representação ativa e passiva da Cia., em quaisquer atos ou contratos que envolvam sua responsabilidade ou lhe criem obrigações, é privativa da Diretoria e de mandatários por ela constituídos. § 1º – O Diretor Presidente e o Diretor Vice-Presidente representarão a Cia. isoladamente, independentemente da assinatura de outros Diretores. § 2º – Os demais Diretores representarão a Cia. sempre em conjunto com o Diretor Presidente ou com o Diretor Vice-Presidente. Art. 16 – Compete à Diretoria: (a) administrar os negócios sociais, zelando pelos interesses da Cia., observando e fazendo cumprir fielmente a Lei, os Acordos de Acionistas e o presente Estatuto Social; (b) preparar e apresentar à Assembléia Geral, as contas da administração, o Relatório da Diretoria, o Balanço Patrimonial e as demais Demonstrações Financeiras; (c) representar a Cia., na forma estabelecida neste Capítulo; (d) escolher e destituir os auditores independentes da Cia.; (e) emitir duplicatas, notas promissórias e outros títulos de crédito em nome da Cia., no curso normal dos negócios e sempre de acordo com o melhor interesse da Cia.. Art. 17 – Ressalvados os atos de competência privativa da Diretoria, como órgão colegiado, e observados os limites previstos neste Estatuto, compete aos Diretores, isoladamente assinar correspondência de rotina da Cia., desde que não impliquem em qualquer forma de comprometimento desta. Art. 18 – A Diretoria, dentro de seus limites de poderes e atribuições, poderá constituir procuradores com poderes específicos para representar a Cia., por meio de instrumentos de mandato, com prazo de vigência limitado a um ano, exceto aqueles para fins judiciais, que poderão ter prazo indeterminado e permitir o substabelecimento. Seção III – Remuneração da Diretoria. Art. 19 – A remuneração da Diretoria será fixada pela Assembléia Geral. Capítulo IV – Conselho Fiscal. Art. 20 – O Conselho Fiscal é um órgão não permanente e será instalado pela Assembléia Geral a pedido de acionista, nos termos da legislação aplicável. Art. 21 – Quando em funcionamento, o Conselho Fiscal compor-se-á de 3 a 5 membros, eleitos pela Assembléia Geral na forma da legislação aplicável. Art. 22 – O Conselho Fiscal terá os poderes e as funções que lhe confere a Lei nº 6.404/76. Capítulo V – Do Exercício Social. Art. 23 – O exercício social terminará em 31 de dezembro de cada ano, quando serão elaboradas as demonstrações financeiras exigidas em Lei, observando-se, quanto à distribuição do resultado apurado, as seguintes regras: I – do resultado do exercício serão deduzidos, antes de qualquer participação, os prejuízos acumulados e a provisão para imposto de renda e contribuição social; e II – do lucro líquido do exercício destinar-se-ão: a) 5% para a constituição da reserva legal, até que se atinja 20% do capital social; b) 25% para pagamento do dividendo obrigatório aos acionistas, calculado na forma da Lei. § 1º – A Assembléia Geral poderá, desde que não haja oposição de qualquer acionista presente, deliberar a distribuição de dividendo inferior ao obrigatório, ou mesmo a retenção de todo o lucro, na forma do art. 202, § 3º, Lei nº 6.404/76. § 2º – Não será obrigatório o pagamento de dividendo nos exercícios que a Diretoria informar à Assembléia Geral ser seu pagamento incompatível com a situação financeira da Cia., na forma do art. 202, § 4º, Lei nº 6.404/76. § 3º – A Cia. poderá, por deliberação da Assembléia Geral, levantar balanços semestrais, trimestrais e mensais e distribuir dividendos à conta dos lucros apurados nesses balanços. § 4º – A Assembléia Geral poderá também, declarar dividendo intermediário à conta de lucros acumulados ou de reservas de semestral previsto no parágrafo anterior, será sempre considerado como antecipação do dividendo mínimo obrigatório. § 5º – É facultado à Cia. pagar juros sob capital próprio aos acionistas, pagamento este que será computado para efeito de cálculo do dividendo mínimo obrigatório. Art. 24 – O dividendo deverá ser pago, salvo deliberação em contrário da Assembléia Geral, no prazo de 60 dias da data em que for declarado e, em qualquer caso, dentro do exercício social, sendo que o dividendo não recebido prescreverá no prazo da Lei. Capítulo VI – Transformação, Recuperação Judicial, Falência, Dissolução, Liquidação e Extinção. Art. 25 – A sociedade poderá ser transformada em outro tipo societário, independentemente de dissolução e liquidação mediante determinação da Assembléia Geral por deliberação dos acionistas representando a totalidade das ações com direito a voto. Art. 26 – Os Administradores poderão confessar falência e pedir a recuperação judicial da Cia. desde que devidamente autorizados pela Assembléia Geral mediante deliberação dos acionistas que representem a maioria das ações com direito a voto. Art. 27 – A Cia. entrará em dissolução, liquidação e extinção por deliberação de acionistas que representem a maioria das ações com direito a voto, bem como nos casos previstos em Lei. § Único – A Assembléia Geral, pelo quórum acima indicado, nomeará o liquidante, fixará sua remuneração e determinará o modo de liquidação, elegendo o Conselho Fiscal que deve funcionar durante o período de liquidação. Capítulo VII – Disposições Gerais. Art. 28 – A Cia. e seus administradores observarão os acordos de acionistas eventualmente arquivados na sede da Cia., cabendo à administração abster-se de registrar transferências de ações contrárias aos respectivos termos, e ao Presidente da Assembléia Geral agir na forma art. 118, §§ 8º e 9º, da Lei nº 6.404/76. Art. 29 – Quaisquer disputas entre os Acionistas, ou entre os Acionistas e a Cia. serão decididas por um tribunal arbitral formado por 3 árbitros, a serem escolhidos de acordo com o Regulamento da Câmara de Mediação e Arbitragem de São Paulo, do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – CIESP, que integra o Sistema FIESP (“Câmara de Arbitragem”), à qual caberá a condução do processo arbitral, de acordo com referido Regulamento, sendo vedado o acesso ao julgamento por eqüidade, sendo certo que não poderão os Acionistas, que restarem vencidos pela sentença arbitral, intentar recurso ao Poder Judiciário; e que a validade e eficácia da sentença arbitral não dependerão de homologação do Poder Judiciário. A arbitragem deverá ser realizada na Capital do Estado de São Paulo, em língua portuguesa, devendo ser aplicada à solução do conflito a legislação brasileira vigente. § Único – Os acionistas poderão demandar judicialmente apenas para compelir a instalação de procedimento arbitral, para obter medidas liminares urgentes antes da instituição do procedimento arbitral ou medidas executórias, sendo o foro competente para tanto o da Comarca da Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, com exclusão de qualquer outro, por mais privilegiado que seja. Em caso de ajuizamento de ação cautelar, o Acionista autor deverá propor, no prazo da lei, a competente ação principal perante o juízo arbitral competente, nos termos do caput desta cláusula. (ass.) Maria Regina Azevedo Villela de Andrade – Presidente; José Villela de Andrade Neto – Secretário. Junta Comercial do Estado de São Paulo. Certifico o registro sob os nºs 160.602/12-9, 160.603/12-2 e NIRE 35.300.046.218 em 20/04/2012. Gisela Simiema Ceschin – Secretária Geral.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

sábado, domingo e segunda-feira, 23, 24 e 25 de março de 2013

ECONOMIA/LEGAIS - 23

Confederação Brasileira de Desportos na Neve CNPJ. 67.148.288/0001-17 EMPRESA METROPOLITANA DE TRANSPORTES URBANOS DE SÃO PAULO S.A. CNPJ: 58.518.069/0001-91 AVISO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA A Empresa Metropolitana de Transporte Urbanos de São Paulo S.A. – EMTU/SP faz saber que realizará em 18/04/2013, às 09h00, na Câmara Municipal de Barueri (Alameda Wagih Salles Nemer, 200 – Centro), audiência pública que tem como propósito apresentar o Projeto do BRT Metropolitano Alphaville-Cajamar, cujo objetivo é estabelecer uma nova alternativa de transporte coletivo no sentido Norte-Sul, promovendo a ligação direta entre os municípios de Cajamar, Santana de Parnaíba e Barueri, e desta região com o restante da malha de transporte coletivo da RMSP, seja sobre pneus ou trilhos. Esse corredor de transporte irá permitir a reorganização e racionalização das linhas metropolitanas e municipais, através de um tronco de transporte de média capacidade, integrado com linhas de ônibus intermunicipais e municipais. Sua infraestrutura compreenderá terminais de passageiros, estações de embarque e desembarque e viário exclusivo. JOAQUIM LOPES DA SILVA JUNIOR Diretor Presidente

EMPRESA METROPOLITANA DE TRANSPORTES URBANOS DE SÃO PAULO S.A. CNPJ: 58.518.069/0001-91 AVISO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA A Empresa Metropolitana de Transporte Urbanos de São Paulo S.A. – EMTU/SP faz saber que realizará em 16/04/2013, às 14h00, na Câmara Municipal de Cajamar (Av. Prof. Walter Ribas de Andrade, 555), audiência pública que tem como propósito apresentar o Projeto do BRT Metropolitano Alphaville-Cajamar, cujo objetivo é estabelecer uma nova alternativa de transporte coletivo no sentido Norte-Sul, promovendo a ligação direta entre os municípios de Cajamar, Santana de Parnaíba e Barueri, e desta região com o restante da malha de transporte coletivo da RMSP, seja sobre pneus ou trilhos. Esse corredor de transporte irá permitir a reorganização e racionalização das linhas metropolitanas e municipais, através de um tronco de transporte de média capacidade, integrado com linhas de ônibus intermunicipais e municipais. Sua infraestrutura compreenderá terminais de passageiros, estações de embarque e desembarque e viário exclusivo. JOAQUIM LOPES DA SILVA JUNIOR Diretor Presidente

EMPRESA METROPOLITANA DE TRANSPORTES URBANOS DE SÃO PAULO S.A. CNPJ: 58.518.069/0001-91 AVISO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA A Empresa Metropolitana de Transporte Urbanos de São Paulo S.A. – EMTU/SP faz saber que realizará em 18/04/2013, às 14h00, na Câmara Municipal de Santana de Parnaíba (Rua Porto Rico, 231 – Jardim São Luiz), audiência pública que tem como propósito apresentar o Projeto do BRT Metropolitano Alphaville-Cajamar, cujo objetivo é estabelecer uma nova alternativa de transporte coletivo no sentido Norte-Sul, promovendo a ligação direta entre os municípios de Cajamar, Santana de Parnaíba e Barueri, e desta região com o restante da malha de transporte coletivo da RMSP, seja sobre pneus ou trilhos. Esse corredor de transporte irá permitir a reorganização e racionalização das linhas metropolitanas e municipais, através de um tronco de transporte de média capacidade, integrado com linhas de ônibus intermunicipais e municipais. Sua infraestrutura compreenderá terminais de passageiros, estações de embarque e desembarque e viário exclusivo. JOAQUIM LOPES DA SILVA JUNIOR Diretor Presidente

Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa (Nota 4) Crédito F.I.S. Adiantamento para atletas (Nota 5) Total do ativo circulante Não circulante Imobilizado (Nota 6) Total do ativo não circulante Total do ativo

Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 201 1 (Em reais) 2012 2011 Passivo e patrimônio social Circulante 189.808 75.638 Contas a pagar (Nota 7) 86.636 188.580 Obrigações trabalhistas (Nota 8) 112.819 50.011 Total do passivo circulante 389.263 314.229 Patrimônio social Superávit Acumulado 147.716 15.866 Total do patrimônio social 147.716 15.866 536.979 330.095 Total do passivo e patrimônio social

Demonstrações das mutações do patrimônio social Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em reais) Superávit Acumulado Em 31 de dezembro de 2010 Superávit do exercício Em 31 de dezembro de 2011 Superávit do exercício Em 31 de dezembro de 2012

242.061 68.208 310.269 143.538 453.807

Notas explicativas às demonstrações financeiras Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em reais) 1. Objetivos sociais A CBDN - Confederação Brasileira de Desportos na Neve é uma associação civil, sem fins lucrativos, com sede em São Paulo e com jurisdição em todo o território brasileiro, e que tem por finalidade representar o Brasil perante entidades nacionais e internacionais ligadas ao ski e ao snowboard, organizar, regulamentar e incentivar a prática do ski na neve (seja biathlon ou nórdico)) e do snowboard e demais esportes ( j alpino, p p reconhecidos e dirigidos pela “FIS - International Ski Federation” e “IBU International Biathlon Union”, inclusive o ski na grama e o biathlon de verão, conceder filiação a associados e clubes brasileiros, promover competições, torneios e campeonatos regionais, nacionais e outros eventos nos diferentes níveis e categorias oficiais. 2. Apresentação das demonstrações financeiras As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com o CPC para PMEs e NBC T 10.19 – Entidades sem finalidade de lucros. Elas foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor. A preparação de demonstrações financeiras em conformidade com o CPC para PME’s requer o uso de certas estimativas contábeis e também o exercício de julgamento por parte da administração da entidade no processo de aplicação das políticas contábeis, não havendo, todavia, áreas ou situações de maior complexidade que requerem maior nível de jjulgamento ou estimativas significativas para as demonstrações g g p ç financeiras. Os resultados efetivos podem ser diferentes das estimativas e premissas adotadas. 3. Sumário das principais práticas contábeis 3.1. Apuração do resultado As receitas e despesas são apuradas de acordo com o regime de competência do exercício. 3.2. Caixas e equivalentes de caixa Incluem caixa, saldos positivos em conta movimento, aplicações financeiras com liquidez imediata e com risco insignificante de mudança de seu valor de mercado. As aplicações financeiras incluídas nos equivalentes de caixa são classificadas na categoria “Disponíveis para venda”. 3.3. Créditos F.I.S. Registra os créditos com a “International Ski Federation” a serem utilizados para custear despesas ligadas aos desportos na neve, entre outros, com transportes, hospedagem e aquisição para o p g q ç de equipamentos q p treinamento e competições. 3.4. Adiantamentos para atletas Registra, basicamente, os adiantamentos de atletas e os treinadores para custear eventos e competições. 3.5. Imobilizado É registrado pelo custo de aquisição. As depreciações são computadas pelo método linear, de acordo q ç p ç p p com as taxas informadas na Nota Explicativa nº. 6, reconhecidas no resultado do exercício e levam em consideração o tempo de vida útil econômica estimado dos bens. 3.6. Obrigações trabalhistas Representam os valores a pagar a funcionários decorrentes de salários, benefícios, provisões de férias já incorridas, os encargos incidentes sobre estas provisões e tributos retidos de prestadores de serviços entre outros. 3.7. Demais ativos e passivos Apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, as variações monetárias ou cambiais. Os ativos realizáveis e passivos exigíveis até o prazo de um ano foram classificados como circulantes. 3.8. Estimativas contábeis As demonstrações financeiras incluem estimativas e premissas, como a mensuração de provisões para perdas com operações de crédito, provisões para passivos contingentes, Parecer do Conselho Fiscal Os infra assinados, membros do Conselho Fiscal da CBDN - Confederação Brasileira de Desportos na Neve, tendo recebido para exame e aprov. as Demonst. Financeiras do Exerc. de 2012, incluindo o parecer dos auditores independentes sem ressalvas, e após,obterem as informações e esclarecimentos sobre os registros e da documentação correspondente, são de parecer que o mesmo deve ser aprovado pela Assembléia Geral. São Paulo, 20/03/ 2013 Luiz Eduardo Consiglio; Alberto Jorge Filho; Dario Dos Santos.

2012

2011

58.766 24.406 83.172

4.088 15.738 19.826

453.807 453.807 536.979

310.269 310.269 330.095

Demonstrações dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em reais) 2012 2011 Fluxo de caixa das atividades operacionais Superávit do exercício 143.538 68.208 Despesas que não afetam o caixa Depreciações e amortizações 11.516 3.094 155.054 71.302 Variações nos ativos e passivos Diminuição ç ((aumento)) nas contas de ativos (Aumento) diminuição de créditos F.I.S. 101.944 (92.191) (Aumento) diminuição de adiantamentos para atletas (62.808)) (14.869) ( ) 39.136 (107.060) Aumento (diminuição) nas contas de passivos Aumento ((diminuição) pagar 54.678 (9.708) ç ) do contas a p Aumento (diminuição) de obrigações trabalhistas 8.668 9.691 63.346 (17) Disponibilidades líquidas geradas pelas atividades operacionais 257.536 (35.775) p p Das atividades de investimentos Adições ç do ativo imobilizado (143.366) ( ) (10.174) ( ) Variação no exercício 114.170 (45.949) ç líquida q Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 75.638 121.587 Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício 189.808 75.638 estimativas da vida útil de determinados ativos e outras similares. Os resultados efetivos podem ser diferentes destas estimativas e premissas. 4. Caixa e equivalentes de caixa Descrição 2012 2011 Caixa 7.123 2.056 Bancos contas movimento 116.695 48.430 Aplicações financeiras 65.990 25.152 Total 189.808 75.638 5. Adiantamento para atletas Descrição 2012 2011 Mattia Nilsson 34.212 2.156 Isabel Clark 28.080 11.715 Jaqueline Mourão 20.916 5.923 Leandro Ribela 10.638 3.368 Marcos Vinícius 10.023 Mirlene Picin 89 12.756 Gabriela Neres 3.538 11.340 Outros 5.323 2.753 Total 112.819 50.011 6. Imobilizado Descrição % - Taxa de vida útil 2012 2011 Máquinas e equipamentos 10 7.020 4.091 Móveis e utensílios 10 906 906 Equipamentos de informática 20 20.443 20.443 Equipamentos esportivos (SINCOV) 10 83.820 Equipamentos esportivos Lei Piva 10 56.618 Subtotal 168.807 25.440 ( - ) Depreciação acumulada (21.091) (9.574) Imobilizado líquido 147.716 15.866 Conselho Fiscal: Luiz Eduardo Consiglio - Alberto Jorge Filho - Dario Dos Santos Conselho Deliberativo Domingos Giobbi - Sylvio Monti Neto - Laura Dias Dalcanale P.Alves Olavo Fontoura Vieira - Francisco Giobbi - Alfredo Ricardo Parodi Neto - Hans Santos Egger - Marcelo Apovian

Demonstrações do superávit Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em reais) 2012 2011 Receitas Receita Lei Piva 1.017.235 874.174 Receita (SICONV) 519.069 Receitas com Patrocínio 429.708 Subvenção F.I.S. 218.920 257.880 Subvenção I.B.U. 110.597 42.247 Inscrições 15.355 3.925 Solidariedade olímpica 15.000 36.000 Receitas com Campeonato Brasileiro 7.976 100.000 Outras receitas 19.809 15.231 2.353.669 1.329.457 Despesas Convênio ME nº760724/2011 (SINCOV) (457.994) Solidariedade olímpica (16.286) (25.897) Programa Lei Piva (826.248) (940.605) Administrativas (54.111) (41.420) Operacionais (867.311) (264.412) Comunicação (900) (3.825) Tributárias (613) (1.469) (2.223.463) (1.277.628) Resultado operacional 130.206 51.829 Resultado financeiro líquido 13.332 16.379 Superávit do exercício 143.538 68.208 7.Contas a pagar Descrição 2012 2011 ç Provisão p para devolução 47.365 ç ((SICONV)) Contas a pagar (Euro) 10.782 Outras contas a pagar 619 4.088 Total 58.766 4.088 8. Obrigações trabalhistas Descrição 2012 2011 Encargos sociais 5.953 4.057 Estagiários 2.200 700 g Provisões de férias 16.253 10.981 Total 24.406 15.738 9. Contingências AAdministração, apoiada na opinião de seus assessores legais e, quando aplicável, fundamentada em pareceres específicos emitidos por especialistas na mesma data, avalia a expectativa do desfecho dos processos em andamento e determina a necessidade ou não de constituição de provisão para contingências. Com base nos pareceres emitidos pelos assessores legais, não há qualquer processo administrativo ou judicial de natureza fiscal, trabalhista, cível ou ambiental expedidos contra a Confederação que devessem ser provisionados. 10. Subvenções governamentais e de outras entidades Os recursos da Confederação são aplicados em suas finalidades institucionais, em conformidade com seu estatuto social. A Confederação do Ministério do Esporte, ç recebe subvenções ç p do Comitê Olímpico p Brasileiro, da “International Ski Federation” e “International Biathlon Union”, e que são aplicadas para a prática, difusão e aprimoramento técnico do ski, do snowboard e do biatlon no Brasil. 11. Impostos sobre resultado Em virtude de ser uma Entidade sem fins lucrativos, a Confederação goza do benefício de isenção do pagamento dos tributos federais incidentes sobre o resultado, de acordo com os artigos 167 a 174 do Regulamento de Imposto de Renda, aprovado pelo Decreto nº 3.000 de 26/03/99 e artigo 195 da Constituição Federal. 12. Seguros A Confederação adota a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a p g p j riscos por montantes considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. As premissas de risco adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de uma auditoria, p consequentemente não foram analisadas pelos nossos auditores independentes. 13. Instrumentos financeiros Os instrumentos financeiros correntemente utilizados pela Confederação restringem-se às aplicações financeiras de curto prazo, contas a pagar e fornecedores, em condições normais de mercado. Estes instrumentos são administrados por meio de estratégias operacionais, visando à liquidez, a rentabilidade e a minimização de riscos. A Confederação não efetuou aplicações de caráter especulativo, em derivativos ou quaisquer outros ativos de riscos. Diretoria Stefano Arnhold – Presidente Karl Anders Ivar Pettersson – Vice –Presidente Alair Gonçalves Couto Neto – Diretor Tesoureiro Leandro de Carvalho Pinto Ribela – Diretor Secretario Carlos Eduardo Barros de Almeida – Diretor de Snowboard LUCROS & PERDAS CONTABILIDADE S/C LTDA CNPJ 43.970.615/0001- 53 Contador : Alcides Góes de Morais TC CRC. nº 1SP 94.572/O-1

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de Administradores da de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Entidade. Confederação Brasileira de Desportos na Neve RESPONSABILIDADE DOS AUDITORES INDEPENDENTES Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas São Paulo - SP Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Examinamos as demonstrações financeiras da Confederação Brasileira de demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações Desportos na Neve (“Confederação”), que compreendem o balanço acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. superávit, das mutações do patrimônio social e dos fluxos de caixa para o auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança OPINIÃO exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais práticas razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam contábeis e demais notas explicativas. relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO SOBRE AS para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados financeira da Confederação Brasileira de Desportos na Neve em 31 de DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem dezembro de 2012, o desempenho de suas atividades e os seus fluxos de A administração da Entidade é responsável pela elaboração e adequada do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas adotadas no Brasil para pequenas e médias empresas. contábeis adotadas no Brasil aplicáveis para pequenas e médias empresas relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada São Paulo, 25 de fevereiro de 2013. – Pronunciamento Técnico CPC PME – Contabilidade para Pequenas e por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles Mazars & Guérard Médias Empresas, e pelos controles internos que ela determinou como internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das Auditores Independentes Contador Dominique Nezan demonstrações financeiras da Entidade para planejar os procedimentos de CRC 2SP011901/O-6 CRC – 1SP220825/O-0

BR Partners Banco de Investimento S.A. CNPJ/MF nº 13.220.493/0001-17 – NIRE 35.300.444.09-4 Ata da Assembleia Geral Extraordinária realizada em 26 de novembro de 2012 1. Data, Horário e Local: 26/11/2012, às 9 hs., na sede social. 2. Convocação e Presença: Presentes os acionistas que representam a totalidade do capital social, ficando dispensada a convocação, nos termos do art. 124, §4º, da Lei nº 6.404/76. 3. Mesa: Ricardo Fleury Cavalcanti de Albuquerque Lacerda, Presidente; Caio Blaj, Secretário. 4. Ordem do Dia: Deliberar sobre: (i) alteração do art. 15 do Estatuto Social da Cia. com vistas a aumentar o número de membros da Diretoria; e (ii) eleição de membros da Diretoria 5. Deliberações: Instalada a Assembleia, após a discussão das matérias, os acionistas, por unanimidade de votos e sem quaisquer restrições resolveram: 5.1. Aprovar a alteração do número máximo de membros da Diretoria dos atuais 3 membros para 7 membros. Os Acionistas decidiram criar: (i) uma Diretoria Administrativa que será responsável por todas as atividades administrativas da Cia.; (ii) uma Diretoria de Risco e Operações que será responsável por supervisionar as atividades do Diretor Operacional bem como será o responsável pelas atividades de risco da Cia.; e (iii) uma Diretoria Comercial que será responsável pela definição da política comercial e a relação com clientes. Deste modo, estas 4 novas vagas foram distribuídas da seguinte maneira: (A) 1 Diretor Administrativo; (B) 1 Diretor de Riscos e Operações; e (C) 2 Diretores Comerciais. 5.1.1. Considerando a aprovação da matéria os acionistas decidem aprovar a alteração do Art. 15º do Estatuto Social da Cia., que passa a vigorar com a seguinte nova redação: “Art. 15. A Diretoria será composta de 2 a 7 diretores, acionistas ou não, residentes no país, eleitos pela Assembleia Geral, e por esta destituíveis a qualquer tempo, para um mandato de 3 anos, permitida a reeleição. § 1º. Os diretores terão as seguintes designações e competências, além das competências comuns a todos os diretores: (i) 1 Diretor Presidente: Responsável pela representação institucional, definição das políticas e estratégias, bem como das deliberações da assembleia de acionistas; (ii) 1 Diretor Financeiro: Responsável pela preparação das demonstrações financeiras e da gestão financeira do Banco; e (iii) 1 Diretor de Riscos e Operações: responsável pela gestão de riscos da Cia. e por supervisionar as atividades do Diretor Operacional; (iv) 1 Diretor Operacional: Responsável pelas operações do Banco e pelas atividades administrativas do Banco; (v) 1 Diretor Administrativo: Responsável pelas atividades administrativas da Corretora; e (vi) até 2 Diretor Comercial: Responsável pela definição da política comercial e a relação com clientes. § 2º. Em caso de vacância de um dos cargos de diretoria, o Diretor Presidente cumulará o cargo vago. Em caso de vacância do cargo de Diretor Presidente ou de dois cargos, os diretores remanescentes deverão convocar assembleia de acionista para eleição dos diretores necessários ao funcionamento da Diretoria e, definirão, de forma provisória, a divisão da competência entre os diretores em exercício até que ocorra a posso dos demais diretores”. 5.2. Com a criação da Diretoria Administrativa os acionistas decidem remanejar a Diretora Andrea Capelo Pinheiro, eleita como Diretora Operacional da Cia. na 4ª Alteração do Contrato Social e Ata de Assembleia Geral de Transformação em Sociedades por Ações da Cia. realizada em 30/04/2012, para o cargo recém-criado de Diretora Administrativa. Neste sentido, os acionistas decidiram eleger para o cargo de Diretor Operacional da Cia., o Sr. Sérgio Carbone, RG 9.764.619-2 SSP/SP e CPF/MF 022.604.388-65. Finalmente, os acionistas decidiram eleger para o cargo de Diretor de Risco e Operações da Cia., o Sr. José Flávio Ferreira Ramos, RG 25.919.840-7 SSP/SP e CPF/MF 315.119.536-91. Finalmente, os acionistas decidiram eleger para o cargo de Diretor Comercial da Cia. os Srs., Carlos Eduardo Fabricio Mendes, RG 21.468.304-7 SSP/SP e CPF/MF 212.509.988-83; e Marcelo Nóbrega da Costa, RG 91-00227.4454-CE e CPF/MF 456.317.433-53, todos residentes e domiciliados em São Paulo-SP. Todos os Diretores são eleitos com mandato a se expirar na AGO da Cia. que deliberar sobre as demonstrações financeiras do exercício de 2014. 5.2.1. Os Diretores aceitaram os cargos para os quais foram eleitos, tendo apresentado os documentos comprobatórios do atendimento das condições prévias de elegibilidade previstas na legislação e regulamentação vigentes, em especial na Resolução nº 3.041/02 do Conselho Monetário Nacional (“CMN”), conforme alterada, afirmando expressamente, sob as penas da lei, que não estão impedidos, por lei especial, de exercer a administração da Sociedade, e nem condenados ou sob efeitos de condenação, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos; ou por crime falimentar, de sonegação fiscal, de prevaricação, de corrupção ativa ou passiva, peita ou suborno, concussão, peculato; ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra as normas de defesa da concorrência contra as relações de consumo, a fé pública ou a propriedade. Dessa forma, os Diretores ora eleitos tomam posse em seus cargos, mediante a assinatura dos respectivos Termos de Posse no Livro de Atas de Reunião de Diretoria. Os diretores eleitos tomarão posse, mediante a assinatura do termo de posse em livro próprio em até 30 dias após a aprovação da eleição pelo Banco Central do Brasil, fazendo as declarações necessárias para os fins do art. 147 da Lei 6.404/76. 6. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foi lavrada a presente Ata que, lida e achada conforme, foi por todos assinada. São Paulo, 26/11/2012. (ass.) Mesa: Ricardo Fleury C. de Albuquerque Lacerda – Presidente; Caio Blaj – Secretário. Acionistas: BR Partners Participações Financeiras Ltda.: Ricardo Fleury C. de Albuquerque Lacerda, Andrea Capelo Pinheiro; BR Advisory Partners Participações S.A.: Ricardo Fleury C. de Albuquerque Lacerda, Andrea Capelo Pinheiro. Diretores Eleitos: José Flávio Ferreira Ramos – Diretor de Riscos e Operações; Andrea Capelo Pinheiro – Diretora Administrativa; Sergio Carbone – Diretor Operacional; Carlos Eduardo Fabricio Mendes – Diretor Comercial; Marcelo Nóbrega da Costa – Diretor Comercial. JUCESP – Certifico o registro sob o nº 105.046/13-9 em 07/03/2013. Gisela Simiema Ceschin – Secretária Geral.

PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO DE TOLEDO/SP TOMADA DE PREÇO Nº 003/2013 - PROCESSO Nº 413/2013 A Prefeitura Municipal de Pedro de Toledo torna pública a abertura da Tomada de Preço nº 003/ 2013 – Processo nº 413/2013, CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS TÉCNICOS DE ENGENHARIA PARA FORMULAÇÃO DE UM NOVO PROJETO PARA UM ATERRO SANITÁRIO EM VALAS EM ATENDIMENTO ÀS EXIGÊNCIAS DA CETESB E ELABORAÇÃO DE PLANO DE GESTÃO INTEGRADA NO E PARA O MUNICÍPIO DE PEDRO DE TOLEDO, descrição completa no anexo I deste Edital. Recebimento dos Envelopes Proposta e Documentação: 10 de abril de 2013, até 9:30 horas. O edital em inteiro teor encontra-se à disposição dos interessados, gratuitamente, através do site: www.pedrodetoledo.sp.gov.br, maiores informações poderão ser obtidas pelo telefone (13) 34197000. Pedro de Toledo, 22 de março de 2013. Sergio Yasushi Miyashiro - Prefeito Municipal Vergara & Riba Editoras S.A. CNPJ/MF nº. 02.817.648/0001-80 - NIRE 35.3.0041845.0 Ata de Assembleia Geral Extraordinária realizada em 12/12/2012. 1. Data, hora e local: 12/12/2012, às 10hs, na sede, R. Capital Federal, 263, Sumaré/SP. 2. Presença: Totalidade. 3. Mesa: Presidente: Sevani de Matos Oliveira e Secretário: Cristiano Vander Rodrigues. 4. Convocação: Dispensadas. 5. Ordem do dia: (a) exame, discussão e votação da distribuição de lucros da Cia.; e (b) outros assuntos de interesse da Companhia. 6. Deliberações Tomadas por Unanimidade de Votos dos Presentes: (a) aprovada à distribuição às acionistas, de dividendos, no valor total de R$315.000,00, apurados no Balanço Patrimonial encerrado em 31/12/11; e, (b) Autorizada a lavratura da presente ata na forma de sumário e a sua publicação sem os nomes dos acionistas presentes, de acordo com o previsto no art. 130, §§ 1º e 2º da Lei nº 6.404/76. 7. Encerramento: Nada mais. Presidente: Sevani de Matos Oliveira e Secretário: Cristiano Vander Rodrigues. Acionistas presentes: Maria Celeste Ferreira Alves p.p. Cristiano Vander Rodrigues, Maria Nazareth Ferreira Alves p.p. Cristiano Vander Rodrigues, Trinidad Vergara Cruz p. p. Cristiano Vander Rodrigues e Maria Inês Redoni p. p. Cristiano Vander Rodrigues. Jucesp nº 543.828/12-8 em 19/12/2012.Gisela S. Ceschin-Secr.Geral.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO - ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA Ficam convocados os senhores associados das Equipes de Nossa Senhora, CNPJ nº 43.013.010/0001-74 a se reunirem em Assembleia Geral Extraordinária, no próximo dia 13 de abril de 2013 às 19 horas, em primeira convocação, com o quorum mínimo de 1/3 dos associados, e em segunda convocação às 19:30 horas, com qualquer número dos associados, no Seminário Redentorista Santo Afonso, localizado na Rua Padre Claro Monteiro, 152, Aparecida-SP, para discussão e votação da seguinte Ordem do Dia: 1) Prestação de contas do ano de 2012; 2) Outros assuntos de interesse da Associação. Raimundo Nonato Almeida Araújo e Maria Aparecida Soares Almeida Araújo - Casal-Presidente Companhia Copale de Administração, Comércio e Indústria CNPJ/MF nº 61.146.502/0001-10 – AVISO AOS ACIONISTAS À disposição, na sede social documentos do Artigo 133, Lei 6404/76, referente exercício findo social encerrado 31/12/12. São Paulo, 22 de março de 2013. A Diretoria. (23, 26, 27/3/2013)

FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 22 de março de 2013, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: Tetraferro Ltda. Requerido: Metalúrgica Central Ltda. Avenida Henry Ford, 2.320 a 2.430 – Parque da Mooca - 2ª Vara de Falências. Requerente: Brascopper CBC Brasileira de Condutores Ltda. Requerido: Reiplas Indústria e Comércio de Materiais Elétricos. Rua Jair Afonso Inacio, 375 - Km 14,5 – Jardim Santo Elias - 2ª Vara de Falências. Requerente: Safra Leasing S/A Arrendamento Mercantil. Requerido: Instituto Campinas de Diagnósticos S/C Ltda. Avenida Pompeia, 819 – Vila Pompeia - 1ª Vara de Falências. Recuperação Judicial Requerente: Pinheiro & Lima Comércio e Distribuição de Produtos Alimentícios Ltda. Requerido: Pinheiro & Lima Comércio e Distribuição de Produtos Alimentícios Ltda. Avenida Oratório, 5475 – Jardim Angela - 2ª Vara de Falências.

BR Partners Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. CNPJ/MF nº 16.695.922/0001-09 – NIRE 35.300.443.136 Ata da Assembleia Geral Extraordinária realizada em 26 de novembro de 2012 1. Data, horário e local: 26/11/2012, às 9 hs., na sede social. 2. Convocação e Presença: Presentes os acionistas que representam a totalidade do capital social, em razão do que fica dispensada a convocação, nos termos do Art. 124, § 4º, da Lei 6.404/76. 3. Mesa: Ricardo Fleury Cavalcanti de Albuquerque Lacerda, Presidente; Caio Blaj, Secretário. 4. Ordem do Dia: Deliberar sobre: (i) alteração do Art. 15 do Estatuto Social da Cia. com vistas a aumentar o número de membros da Diretoria; e (ii) eleição de membros da Diretoria 5. Deliberações: Instalada a Assembleia, após a discussão das matérias, os acionistas, por unanimidade de votos e sem quaisquer restrições resolveram: 5.1. Aprovar a alteração do número máximo de membros da Diretoria dos atuais 7 membros para 8 membros. Os Acionistas ainda decidiram criar uma Diretoria de Mesa de Operações que será responsável por monitorar as todas as atividades da mesa de operações da Cia.. 5.1.1. Considerando a aprovação da matéria os acionistas decidem aprovar a alteração do Art. 15º do Estatuto Social da Cia., que passa a vigorar com a seguinte nova redação: “Art. 15º. A Diretoria será composta por 2 a 8 diretores, acionistas ou não, residentes no país, eleitos pela Assembleia Geral, e por esta destituíveis a qualquer tempo, para um mandato de 3 anos, permitida a reeleição. § 1º. Os diretores terão as seguintes designações e competências, além das competências comuns a todos os diretores: (i) 1 Diretor Presidente: Responsável pela representação institucional, definição das políticas e estratégias, bem como das deliberações da assembleia de acionistas; (ii) 1 Diretor Financeiro: Responsável pela preparação das demonstrações financeiras e da gestão financeira da Corretora; (iii) 1 Diretor de Mesa de Operações: Responsável por monitorar as todas as atividades da mesa de operações da Cia. (iv) 1 Diretor Operacional: Responsável pelas operações da Corretora; (v) 1 Diretor Administrativo: Responsável pelas atividades administrativas da Corretora; e (vi) até 3 Diretor Comercial: Responsável pela definição da política comercial e a relação com clientes. § 2º. Em caso de vacância de um dos cargos de diretoria, o Diretor Presidente cumulará os cargos vacantes. No caso de vacância do cargo de Diretor Presidente, o Diretor Financeiro cumulará tal cargo vacante. No caso da vacância de qualquer desses pares, os diretores remanescentes deverão convocar assembleia de acionista para eleição dos diretores necessários ao funcionamento da Diretoria e, definirão, de forma provisória, a divisão da competência entre os diretores em exercício até que ocorra a posso dos demais diretores.” 5.2. Os acionistas decidiram eleger para o cargo de Diretor de Mesa de Operações o Sr. Camilo Ilzo Shimabukuro, RG 14.549.388-X SSP/SP e CPF/MF 046.863.588-25. O Diretor é eleito com mandato a se expirar na AGO da Cia. que deliberar sobre as demonstrações financeiras do exercício de 2014. 5.2.1. O Diretor aceitou o cargo para o qual foi eleito, tendo apresentado os documentos comprobatórios do atendimento das condições prévias de elegibilidade previstas na legislação e regulamentação vigentes, em especial na Resolução nº 3.041/02 do Conselho Monetário Nacional (“CMN”), conforme alterada, afirmando expressamente, sob as penas da lei, que não está impedido, por lei especial, de exercer a administração da Sociedade, e nem condenado ou sob efeitos de condenação, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos; ou por crime falimentar, de sonegação fiscal, de prevaricação, de corrupção ativa ou passiva, peita ou suborno, concussão, peculato; ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra as normas de defesa da concorrência contra as relações de consumo, a fé pública ou a propriedade. Dessa forma, o Diretor ora eleito toma posse em seus cargos, mediante a assinatura dos respectivos Termos de Posse no Livro de Atas de Reunião de Diretoria. O diretor eleito tomará posse, mediante a assinatura do termo de posse em livro próprio em até 30 dias após a aprovação da eleição pelo Banco Central do Brasil, fazendo as declarações necessárias para os fins do Art. 147 da Lei 6.404/76. 6. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foi lavrada a presente Ata que, lida e achada conforme, foi por todos assinada. São Paulo, 26/11/2012. Mesa: (ass.) Ricardo Fleury C. de Albuquerque Lacerda – Presidente, Caio Blaj – Secretário. Acionistas: BR Partners Participações Financeiras Ltda., Ricardo Fleury C. de Albuquerque Lacerda, Renato Naigeborin, BR Advisory Partners Participações S.A., Ricardo Fleury C. de Albuquerque Lacerda, Renato Naigeborin. Diretor Eleito: Camilo Ilzo Shimabukuro – Diretor de Mesa de Operações. JUCESP – Certifico o registro sob o nº 111.240/13-0 em 17/03/2013. Gisela Simiema Ceschin – Secretária Geral.

ODEBRECHT TRANSPORT PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ/MF Nº 10.143.462/0001-11 – NIRE 35.300.358.091

Ata de Reunião do Conselho de Administração realizada em 08 de março de 2013

Data, horário e local: Realizada no dia 08 de março de 2013, às 18:00 horas, na sede da Companhia, localizada na Avenida das Nações Unidas, nº 4.777, 5º andar, Ala A, Alto de Pinheiros, São Paulo/SP. Presenças: Presentes os seguintes membros do Conselho de Administração: Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Presidente; Adriano Chaves Jucá Rolim; Felipe Montoro Jens; Geraldo Villin Prado; Édilo Ricardo Valadares e Flavio Eduardo Arakaki. Ausente o Conselheiro André Amaro da Silveira, o qual foi substituído mediante representação pelo Conselheiro João Borba Filho. Mesa: Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Presidente; Adriano Sá de Seixas Maia, Secretário. Deliberação: Os Conselheiros presentes, por unanimidade, aprovam expressamente a concessão de aval, pela Companhia, às obrigações assumidas pela PRA SP – Concessionária de Exploração de Mobiliário Urbano S.A., sociedade por ações com sede na Rua Pedroso de Moraes, 1.553, conjuntos 71, 72, 73 e 74, 7º andar, Pinheiros, CEP 05419-001, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 17.104.805/0001-13 (“PRA SP”), junto ao Banco Bradesco S.A., em operação de crédito na modalidade de CCB, com as seguintes principais características: (i) Valor: R$ 29.350.000,00 (vinte e nove milhões, trezentos e cinquenta mil reais) (“Valor da CCB”); (ii) Encargos financeiros: CDI acrescido de 2,25% (dois inteiros e vinte e cinco centésimos) ao ano; (iii) Vencimento: 30 (trinta) dias contados do desembolso do Valor da CCB; e (iv) Garantia adicional: cessão fiduciária de todos os valores a serem depositados em conta vinculada à operação, de titularidade da PRA SP, conforme definido na CCB (“Financiamento”). A Diretoria da Companhia, na forma do Estatuto Social, fica expressamente autorizada a praticar todos os atos necessários à implementação do Financiamento, nos termos da deliberação ora tomada. Quorum da deliberação: A deliberação acima foi aprovada por unanimidade, sem reservas ou restrições. Encerramento, lavratura, aprovação e assinatura da ata: Nada mais havendo a ser tratado, foi encerrada a reunião e lavrada a presente ata, lida, aprovada e por todos assinada. São Paulo/SP, 08 de março de 2013. Mesa: Benedicto Barbosa da Silva Júnior – Presidente; Adriano Sá de Seixas Maia – Secretário. Conselheiros: Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Presidente; Adriano Chaves Jucá Rolim; Felipe Montoro Jens; Geraldo Villin Prado; Édilo Ricardo Valadares e Flavio Eduardo Arakaki. Ausente o Conselheiro André Amaro da Silveira, o qual foi substituído mediante representação pelo Conselheiro João Borba Filho. Certifico e dou fé que essa ata é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo/SP, 08 de março de 2013. Adriano Sá de Seixas Maia – Secretário. n Junta Comercial do Estado de São Paulo. Certifico o registro sob o número 117.115/13-7, em 15.03.13. Gisela Simiema Ceschin, Secretária Geral.

Richard Saigh Indústria e Comércio S.A. Companhia Fechada CNPJ/MF nº 61.206.397/0001-67 - NIRE 35.300.042.174 Em cumprimento ao disposto nos artigos 133 e 135, §3º da Lei nº 6.404/76 e alterações posteriores (“LSA”), a Administração da Richard Saigh Indústria e Comércio S.A. (“Companhia”) comunica que (i) os documentos a que se referem os incisos I a V do aludido artigo 133, relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012 e (ii) os documentos a que se referem o aludido artigo 135, §3º da LSA, sendo estes a Proposta de Aumento de Capital mediante capitalização de parte da reserva de investimentos, a Proposta de Consolidação do Estatuto Social e a Ata da Reunião Ordinária do Conselho Fiscal realizada em 21 de março de 2013, se encontram à disposição dos Senhores Acionistas na sede da Companhia, na cidade de São Caetano do Sul, Estado de São Paulo, na Rua Heloísa Pamplona, nº 842. São Caetano do Sul, 23 de março de 2013. Edgard Nassif Saigh - Diretor Presidente.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO/SP

AVISO DE LICITAÇÃO Comunicamos que está aberta a Licitação relacionada abaixo: MODALIDADE: Pregão Presencial 009/ 2013. PROCESSO: 441/2013. OBJETO: Locação de 01 (um) Caminhão Compactador de Lixo. INÍCIO DA SESSÃO PÚBLICA: 05/04/2013, às 15:00 h, na sala de Licitações da Prefeitura do Município de São Pedro, sita à Rua Valentim Amaral, n° 748, Centro, São Pedro/SP. O edital completo encontra-se à disposição no Departamento de Compras e Licitações, sito à Rua Valentim Amaral 748, no horário das 08:00h às 17:00h. Fone: (19) 3481-9223 ou através do site: www.saopedro.sp.gov.br. São Pedro, 22 de março de 2013. Beatriz Palma Crovino - Pregoeira

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO/SP

AVISO DE LICITAÇÃO Comunicamos que está aberta a Licitação relacionada abaixo: MODALIDADE: Pregão Presencial 011/ 2013. PROCESSO: 459/2013. OBJETO: Aquisição de Material Escolar. INÍCIO DA SESSÃO PÚBLICA: 08/04/2013, às 09:00 h, na sala de Licitações da Prefeitura do Município de São Pedro, sita à Rua Valentim Amaral, n° 748, Centro, São Pedro/SP. O edital completo encontra-se à disposição no Departamento de Compras e Licitações, sito à Rua Valentim Amaral 748, no horário das 08:00h às 17:00h. Fone: (19) 3481-9223 ou através do site: www.saopedro.sp.gov.br. São Pedro, 22 de março de 2013. Beatriz Palma Crovino - Pregoeira.

Brassinter S.A. Indústria e Comercio. CNPJ N ° 55.472.146/0001-21 Edital de Convocação - Assembléia Geral Ordinária Ficam convidados os Srs Acionistas desta sociedade a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada no dia 29 de abril de 2013, às 10 horas, na sede social à. Avenida das Nações Unidas, 21.344 São Paulo-SP para deliberarem sobre a seguinte ordem do dia. a) Aprovação do Relatório da Diretoria, balanços e demais demonstrações financeiras, relativos ao exercício encerrado em 31/12/2012; b) Outros assuntos de interesse social. Acham se a disposição do Srs Acionistas na sede social os documentos a que se refere o artigo 133 da Lei 6.404/76 referente ao exercício encerrado em 31/12/2012. São Paulo, 19 de Março de 2013. A Diretoria. (23,26 e 27/03/2013)

ODEBRECHT TRANSPORT S.A. NIRE 35.300.381.548 – CNPJ/MF Nº 12.251.483/0001-86

Ata de Assembleia Geral Ordinária

Data, hora e local: Realizada no dia 18 de março de 2013, às 9:00 horas, na sede da Companhia, localizada na Avenida das Nações Unidas, nº 4.777, 5º andar, sala 08, Alto de Pinheiros, São Paulo/SP, CEP 05477-000. Publicações: Relatório da Administração, Balanço Patrimonial e demais Demonstrações Financeiras, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, foram previamente remetidos às Acionistas e publicados no (i) “Diário Oficial do Estado de São Paulo”, seção Empresarial, páginas 59 e 60, na edição de 16 de março de 2013, e no (ii) “Diário do Comércio”, caderno de Economia/Legais, página 17, na edição de 16, 17 e 18 de março de 2013. Convocação: Dispensada a publicação de Edital de Convocação, conforme disposto no artigo 124, § 4º, da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada (“Lei das S.A.s”), tendo em vista a presença da totalidade das Acionistas. Mesa: Paulo Henyan Yue Cesena, Presidente; Adriano Sá de Seixas Maia, Secretário. Presença: Acionistas representando a totalidade do capital social da Companhia, conforme assinaturas lançadas no Livro de Registro de Presença de Acionistas. Presentes ainda, para os fins do disposto na Lei das S.A.s em seu artigo 134, § 1º, o Sr. Marcelo Felberg, representante da Companhia, e o Sr. Felipe Edmond Ayoub, inscrito no CRC sob o nº 1SP187402/O-4 “S” BA, representante da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes. Deliberações: As Acionistas presentes tomaram as seguintes deliberações: 1) Autorizar a lavratura da presente Ata na forma de sumário dos fatos ocorridos, conforme faculta o artigo 130, § 1º, da Lei das S.A.s; 2) Aprovar o Relatório da Administração, o Balanço Patrimonial e demais Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, bem como parecer a respeito emitido pelos auditores da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, sendo dispensada, pelas Acionistas, a leitura de tais documentos por serem de conhecimento geral; e 3) Aprovar a destinação do lucro líquido do exercício findo em 31 de dezembro de 2012, no valor de R$ 268.812.924,15 (duzentos e sessenta e oito milhões, oitocentos e doze mil, novecentos e vinte e quatro reais e quinze centavos), que será destinado da seguinte forma: a) R$ 11.030.217,80 (onze milhões, trinta mil, duzentos e dezessete reais e oitenta centavos) para a Reserva Legal; b) R$ 44.120.868,50 (quarenta e quatro milhões, cento e vinte mil, oitocentos e sessenta e oito reais e cinquenta centavos) para a Reserva de Realização de Investimento; e c) R$ 213.661.840,85 (duzentos e treze milhões, seiscentos e sessenta e um mil, oitocentos e quarenta reais e oitenta e cinco centavos) para a Reserva de Lucros a Realizar, nos termos do artigo 197, § 1º, incisos I e II, da Lei das S.A.s. Quorum das deliberações: Todas as deliberações foram aprovadas por unanimidade, sem reservas ou restrições. Encerramento, lavratura, aprovação e assinatura da ata: Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a Assembleia, lavrando-se a presente Ata que, após lida e aprovada, foi assinada por todos os presentes. São Paulo/SP, 18 de março de 2013. Mesa: Paulo Henyan Yue Cesena – Presidente; Adriano Sá de Seixas Maia – Secretário. Acionistas: Odebrecht S.A. e Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FI-FGTS. Documentos arquivados: Os documentos mencionados nesta Ata foram arquivados na sede da Companhia. Certifico e dou fé que essa Ata é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio. São Paulo/SP, 18 de março de 2013. Adriano Sá de Seixas Maia – Secretário. n Junta Comercial do Estado de São Paulo. Certifico o registro sob o número 123.354/13-4 em 21.03.13. Gisela Simiema Ceschin, Secretária Geral.

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA ODESSA EDITAL DE LICITAÇÃO

BENJAMIM VIEIRA DE SOUZA, Prefeito do Município de Nova Odessa, torna públicoqueseachaabertoPregãoPresencialnº.27/PP/2013,comencerramento dia 04/04/2013, às 14horas, junto ao respectivo Departamento de Compras, situado a Avenida João Pessoa, 777 - Centro, Nova Odessa/SP, objetivando o registro de preços para futuras e eventuais prestação de serviço com fornecimento de mão de obra com monitores em transporte escolar nos termos da resolução SE 27 de 09/05/2011 e SE 28 de 12/05/2011 DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO. O edital completo encontra-se disponível no site da Prefeitura: www.novaodessa.sp.gov.br link LICITAÇÕES. Mais informações poderão ser obtidas no endereço supra, das 8h00min às 16h30min, ou através do telefone (0xx19) 3476.8602. Nova Odessa, 22 de março de 2013. Setor de Suprimentos e Licitações

PREFEITURA DA ESTÂNCIA BALNEÁRIA DE MONGAGUÁ/SP AVISO DE EDITAL PROCESSO Nº 020/2013 – PREGÃO PRESENCIAL Nº 007/2013 Objeto: Registro de Preço para aquisição de pneus novos, câmaras de ar e protetores, que serão utilizados nos diversos setores da Prefeitura, para entrega parcelada pelo período de 12 (doze) meses, conforme descrição e quantidades constantes dos Anexos I - Termo de Referência do edital. Considerando a determinação do egrégio TCESP (OFÍCIO Nº 74/2013 GC/CCM), comunica que se encontra suspensa a presente licitação até ulterior deliberação.

Organização Médica Cruzeiro do Sul S/A C.N.P.J. nº. 61.613.287/0001-10 Assembléia Geral Ordinária - Convocação Ficam convocados os Senhores Acionistas da sociedade para se reunirem em Assembléia Geral Ordinária, a realizar-se no dia 24 de abril de 2013 às 15:00 (quinze horas), em sua sede social, na Av. dos Autonomistas, 2502, na cidade de Osasco, Estado de São Paulo, a fim de tomarem conhecimento e deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: AGO a) Exame, discussão e votação das contas da diretoria, do balanço geral e das demais demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31/12/2012; b) Fixação da Remuneração dos Administradores; c) Destinação do Resultado Liquido do Exercício; e d) Outros assuntos de interesse social. Aviso: Acham-se à disposição dos Senhores Acionistas na sede da sociedade os documentos a que se refere o art. 133 da Lei 6.404/76, relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2012. Osasco, 15 de março de 2013. Dr. Ronaldo Jorge Azze - Presidente do Conselho de Administração. (22-23-26)

OTIMA – CONCESSIONÁRIA DE EXPLORAÇÃO DE MOBILIÁRIO URBANO S.A. Atual razão social da PRA SP – CONCESSIONÁRIA DE EXPLORAÇÃO DE MOBILIÁRIO URBANO S.A. CNPJ 17.104.815/0001-13

Aviso aos Acionistas

Documentos: Comunicamos que se encontram à disposição dos Senhores Acionistas, na sede da Companhia, localizada na Av. Pedroso de Moraes, nº 1.553, conjuntos 71, 72, 73 e 74, Pinheiros, São Paulo/SP, os documentos a que se refere o art. 133 da Lei nº 6.404/76, relativos ao exercício social encerrado em 31.12.2012. São Paulo, 22 de março de 2013. Violeta Kertész Noya, Diretora Presidente.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO/SP

AVISO DE LICITAÇÃO g Presencial 010/ Comunicamos que está aberta a Licitação relacionada abaixo: MODALIDADE: Pregão 2013. PROCESSO: 457/2013. OBJETO: Aquisição de 02 (dois) Veículos. INÍCIO DA SESSÃO PÚBLICA: 05/04/2013, às 10:00h, na sala de Licitações da Prefeitura do Município de São Pedro, sita à Rua Valentim Amaral n° 748, Centro, São Pedro/SP. O edital completo encontra-se à disposição no Departamento de Compras e Licitações, sito à Rua Valentim Amaral 748, no horário das 08:00h às 17:00h. Fone: (19) 3481-9223 ou através do site: www.saopedro.sp.gov.br. São Pedro, 22 de março de 2013. Beatriz Palma Crovino - Pregoeira.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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e

sábado, domingo e segunda-feira, 23, 24 e 25 de março de 2013

O comércio eletrônico terá de criar ferramentas para atender ao decreto, como a de canais de atendimento online. Patrícia Caldeira, advogada especializada em direito do consumidor do Emerenciano, Baggio & Associados

conomia

Uma das normas é sobre o atendimento online ao consumidor, as lojas também terão de disponibilizar o contrato e informar o CNPJ e o endereço físico.

As regras para o comércio virtual em detalhes

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enfoque especial dentre as medidas anunciadas no Dia Mundial do Consumidor (15/3) pelo governo foi para o comércio virtual, que ainda é carente de regulamentação, uma vez que quando da elaboração do Código de Defesa do Consumidor (CDC), que entrou em vigor em março de 1991, não existia esse tipo de empresa no mercado. A regulamentação do comércio eletrônico também vem sendo discutida na Câmara, via o Projeto de Lei 2126/2011, mais conhecido como Marco Civil da Internet, e na reforma do CDC por iniciativa do Senado Federal. Antes do Decreto 7.962/13, assinado pela presidenta Dilma Roussef, o artigo 49 era um dos artigos do CDC que pautavam a conduta das lojas online, ainda assim, somente sobre o direito de arrependimento. Isso não quer dizer que se um consumidor comprasse um produto ou contratasse um serviço via internet com vício não teria direito à reparação. Nesse caso são aplicados os artigos 18 e 20, que tratam do direito do consumidor de ter seu produto ou serviço reparados, não importando a origem da aquisição. Mas ele teria de procurar diretamente a empresa produtora ou a prestadora do serviço, uma vez que os sites dificultavam o contato do consu-

midor. Agora, isso mudará, porque as empresas eletrônicas terão de disponibilizar acesso fácil de comunicação para os seus clientes e o atendimento será online, provavelmente via chat. "Essas novas determinações trarão impactos econômicos ao comércio eletrônico, que terá de criar ferramentas para aten-

der ao decreto, como a de canais de atendimento online", ressalta Patrícia Caldeira, advogada especializada em direito do consumidor do escritório Emerenciano, Baggio & Associados e ex-assessora técnica do Procon-SP. O comércio eletrônico também está obrigado a informar sobre os procedimentos quan-

Fotos: Divulgação

to ao direito de arrependimento, ser transparente na informação sobre as características essenciais do produto ou serviço, incluindo dados sobre os riscos à saúde e à segurança dos consumidores, discriminar as despesas adicionais juntamente com o preço do produto, entre outras. Mas o lado positivo é que as determinações, se aplicadas pelo comércio eletrônico, poderão reduzir o número de reclamações de consumidores, que se queixam muito da falta de um canal para falar com a empresa, sobre questões do prazo de entrega e, muitas vezes, não conseguem nem mesmo saber de quem estão comprando por falta de identificação do fornecedor. "As novas normas serão positivas tanto para as empresas quanto para os consumidores", destaca Fabio Pereira, especialista em tecnologia da informação e advogado do escritório Veirano Advogados. Na opinião dele, a exigência do decreto de o comércio eletrônico ser transparente nas informações dos produtos e serviços comercializados, a publicação do número do CNPJ e do endereço físico da empresa, assim como a disponibilização dos contratos, tudo online, facilitará o acesso do consumidor à empresa, inibindo a ida dele aos Procons e ao Judiciário para a busca de soluções de conflitos.

Normas vão demorar para entrar em vigor

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decreto sobre o comércio eletrônico anunciado no último dia 15 não entra em vigor imediatamente. As empresas terão o prazo de 60 dias (até 15 de maio) para se adaptarem às novas normas. E também não entram em vigor imediatamente as medidas que integram o Decreto 7.963/13, o qual instituiu o Plano Nacional de Consumo (Plandec) e Cidadania e criou a Câmara Nacional das Relações de Consumo, objetivando reforçar a defesa do consumidor no País. Algumas das medidas dependem do Congresso, como é o caso da ampliação do poder dos Procons. As da área financeira só deverão começar a ser implementadas a partir de julho. Já as propostas de mudanças no relacionamento com o consumidor por parte das telecomunicações serão ainda debatidas em consulta pública. Quanto à garantia de direito a turistas dependerá da criação do conselho de ministros. E sobre a essencialidade dos produtos,

cuja lista dos que entram deve estar pronta até 15 de abril, ainda será debatida com o setor privado. "Este plano está 20 anos atrasado", observa Ivan de Oliveira Silva, doutor em Direito do Consumidor e coordenador do Curso de Direito, campus de São Paulo, da Universidade São Francisco. Para ele, a questão da defesa do consumidor é a mais relevante na estrutura governamental e deveria há muito tempo ser uma política de Estado, pois, "na medida em que se tutela o consumidor, se protege a harmonia do mercado de consumo". Ou seja, preservando o consumidor, se preservam as empresas.

O QUE DIZ O DECRETO 7.962/2013

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egulamenta a Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, para dispor sobre a contratação no comércio eletrônico. Os sites de comércio eletrônico terão que informar, em destaque: Nome empresarial e número de inscrição do fornecedor, quando houver, no Cadastro Nacional de Pessoas Físicas ou no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda; Endereço físico e eletrônico, e demais informações necessárias para sua localização e contato; Características essenciais do produto ou do serviço, in-

cluídos os riscos à saúde e à segurança dos consumidores; Discriminação, no preço, de quaisquer despesas adicionais ou acessórias, tais como as de entrega ou seguros; Condições integrais da oferta, incluídas modalidades de pagamento, disponibilidade, forma e prazo da execução do serviço ou da entrega ou disponibilização do produto; e Informações claras e ostensivas a respeito de quaisquer restrições à fruição da oferta. São deveres do fornecedor virtual: Apresentar sumário do contrato antes da contratação, com as informações necessá-

rias ao pleno exercício do direito de escolha do consumidor, enfatizadas as cláusulas que limitem direitos; Fornecer ferramentas eficazes ao consumidor para identificação e correção imediata de erros ocorridos nas etapas anteriores à finalização da contratação; Confirmar imediatamente o recebimento da aceitação da oferta; Disponibilizar o contrato ao consumidor em meio que permita sua conservação e reprodução, imediatamente após a contratação; Manter serviço adequado e eficaz de atendimento em meio eletrônico que possibili-

te ao consumidor a resolução de demandas referentes a informação, dúvida, reclamação, suspensão ou cancelamento do contrato; Confirmar imediatamente o recebimento das demandas do consumidor referidas no inciso, pelo mesmo meio empregado pelo consumidor; Utilizar mecanismos de segurança eficazes para pagamento e para tratamento de dados do consumidor. Sites de compra coletiva Os sites de compras coletivas, além das informações acima, deverão: Informar a quantidade mínima de consumidores para a efetivação do contrato;

Foi assinado, na semana passada, pelo governador de São Paulo o decreto do novo Programa de Municipalização da Fundação Procon-SP. O Estado foi o primeiro a implantar a municipalização de órgãos de defesa do consumidor. Hoje, a taxa de cobertura é de 87,29% da população paulista, atendida por 251 Procons, que representam 37% de todos os órgãos do País (681 Procons).

ATENDIMENTO A Câmara Federal analisa o Projeto de Lei 4675/12, do deputado Giroto (PMDB-MS), que vincula a identificação do consumidor em banco de dados dos fornecedores de bens e serviços com seu número no Cadastro

de Pessoa Física (CPF) ou no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). A proposta inclui dispositivo ao Código de Defesa do Consumidor (CDC) – Lei 8.078/90). A regra também valerá para os serviços de atendi-

mento das empresas. Em vez de fornecer um número de protocolo, que, conforme o deputado, "é frequentemente extraviado ou esquecido pelos consumidores", o atendimento será registrado pelo CPF ou CNPJ do solicitante.

SUSPENSÃO O Procon de Mato Grosso do Sul anunciou que começará a suspender temporariamente as atividades das empresas com maior número de reclamações na entidade. Duas empresas devem ser punidas nos próximos dias. "Vamos parar de somente dar multas e começar a suspen-

der as empresas, fazendo uma publicidade negativa, um risco na imagem delas", afirmou Alexandre Rezende, superintendente do Procon-MS. As companhias suspensas terão de apresentar um plano de melhoria do serviço para poder retornar normalmente às atividades.

Angela Crespo é jornalista especializada em consumo e-mail: doislados@dcomercio.com.br

O exercício do direito de arrependimento implica a rescisão dos contratos acessórios, sem qualquer ônus para o consumidor e deverá ser comunicado imediatamente pelo fornecedor à instituição financeira ou à administradora do cartão de crédito ou similar, para que: a transação não seja lançada na fatura do consumidor; seja efetivado o estorno do valor, caso o lançamento na fatura já tenha sido realizado. Pela decreto, o fornecedor deve encaminhar ao consumidor confirmação imediata do recebimento da manifestação de arrependimento.

Situação vexatória e frustrante durante voo dá direito a indenização

FIQUE POR DENTRO MUNICIPALIZAÇÃO

Prazo para utilização da oferta pelo consumidor; Identificação do fornecedor responsável pelo sítio eletrônico e do fornecedor do produto ou serviço ofertado, nos termos dos incisos I e II do artigo 2º Sobre o direito de arrependimento Deve informar, de forma clara e ostensiva, os meios adequados e eficazes para o exercício do direito de arrependimento pelo consumidor; O consumidor poderá exercer seu direito de arrependimento pela mesma ferramenta utilizada para a contratação, sem prejuízo de outros meios disponibilizados.

U

ma companhia aérea foi condenada pela 21ª Vara Cível de Brasília a pagar R$ 5.831,54 de indenização por danos materiais e R$ 12 mil por danos morais a dois passageiros. A empresa, segundo o juiz, submeteu os consumidores a situação vexatória e frustrante e o serviço foi prestado de forma defeituosa. Na ação, os consumidores alegaram que um dos viajantes teve agravada uma lesão no pé após esperar por quase dez horas a partida de voo, razão pela qual foram transferidos para a classe executiva, de onde foram expulsos após uma série de incidentes com a tripulação. Foi ofertado outro voo, mas o horário de embarque era muito próximo ao do desembarque do original. Em razão desses contratempos, eles compraram passagens de outra empresa, mas perderam a diária do hotel e da locação de automóvel.

Na defesa da companhia aérea, justificou-se que o atraso do voo decorreu por força maior e foi ofertado para os passageiros outro horário e eles poderiam ter reprogramado as reservas de hotel e veículo. Para o juiz, o problema maior "foi causado pela inabilidade da tripulação em superar os incômodos decorrentes do atraso a tempo e a contento. Não só os autores, como também outros passageiros se sentiram destratados pela tripulação, tanto que saíram ou foram expulsos da aeronave". Portanto, segundo o juiz, "houve conduta lesiva suficiente para a provocação dos danos efetivamente comprovados, sendo que a lesão moral tem prova a partir da própria prestação defeituosa do serviço, que submeteu os autores a situação vexatória e frustrante". Fonte: Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF)


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DC 25/03/2013 by Diário do Comércio - Issuu