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DC 24/07/2012

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De: Anatel. Para: Itália. Sem diplomacia.

A ANS puniu planos de saúde privados. Mas, e o SUS? Ou ele não é obrigado a respeitar o consumidor?

Cabe a Anvisa decidir em nome dos hábitos do cidadão, como no caso do cigarro com aditivos? Não!

Editorial, pág. 2. TIM, Oi e Claro, pág. 11.

Reuters

www.dcomercio.com.br

Ed Ferreira/AE

Conclusão: 23h50

Ano 87 - Nº 23.672

A Itália fez saber a Anatel que está atenta à punição a TIM. Mas o problema é só técnico.

Para Rogério Amato, presidente da ACSP, a proibição da Anatel, além de não beneficiar os consumidores, acaba cerceando-os.

Zé Carlos Baretta/Hype

São Paulo, terça-feira, 24 de julho de 2012

Lojas sentem queda de movimento no 1º dia de de proibição de vendas de chips da Oi, TIM e Claro (esta, em SP). Sindicato defende legislação nacional para instalação de antenas.

Jornal do empreendedor

R$ 1,40

– Alô, alô, Anatel: regular ou intervir?

"O Carlos está muito deprimido, tomando antidepressivos. Eu também estou tomando." Palavras de Andressa, que visitou o marido na cadeia. A Justiça negou pedido para que o contraventor fique calado. Ou seja: amanhã, deve falar em Goiânia. Pág. 5

Atirador do Batman: silêncio das trevas. Holmes compareceu à 1ª audiência. E polícia prendeu homem que iria matar ex-chefe após ver o filme. Pág. 8

Aos pedidos de que se desarmasse no palco, após a tragédia em Aurora, Madonna reagiu: não, porque o que faz é arte – e proibir será censurar. Pág. 8

Divulgação

A mais desejada do mundo Conheça a DSC-RX100, a melhor câmera de bolso já feita. E quem diz é David Pogue. Pág. 20

Pen drive: pequeno grande aliado. Cuide bem dele. Pág. 19 HOJE

ISSN 1679-2688

23672

Dia de sol com algumas nuvens. Máxima 29º C. Mínima 15º C.

AMANHÃ 9 771679 268008

Sol com muitas nuvens. Máxima 27º C. Mínima 16º C.

Abdurrarhman Al Sherif/EFE

Madonna: pop e bangue-bangue.

Se mover seu A crise, quem arsenal químico, diria, multiplica Assad será atacado a abertura de pelos EUA e Israel.

empresas.

Entre as 274 mil empresas abertas no primeiro semestre, cerca de 180 mil, ou 65%, foram MEIs. Sem eles, o total seria 6,5% menor em relação ao mesmo período em 2011. Pág. 13

O ultimato de Obama foi divulgado ontem e o de Israel paira no ar desde o início da guerra civil na Síria. Os rebeldes (foto) crescem. E rotas de fuga são oferecidas a Assad. Pág. 8


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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o

terça-feira, 24 de julho de 2012

Se não houver reação ao avanço do Estado protetor, corremos o risco de nos tornar uma "economia de comando".

pinião

Rogério Amato

Intervencionismo e defesa do consumidor

PAULO SAAB

AS CALCINHAS E O

Ações recentes do governo no âmbito da telefonia celular e da saúde mostram uma tendência à invasão do Estado na atividade privada, seja na empresarial ou no direito de livre escolha dos cidadãos.

MANDATO PERDIDO

E

Morten Smidt/Image Source/Folhapress

U

m observador atento da economia brasileira talvez constate que uma sucessão de medidas adotadas pelo governo, por meio de seus vários órgãos, parece caracterizar uma tendência de maior voluntarismo e intervencionismo em relação às atividades privadas. A mais recente, a decisão da Anatel de proibir operadoras de comercializar seus produtos, foi antecedida por outra da ANS (Agência Nacional da Saúde), de impedir dezenas de empresas de continuar comercializando seus Planos de Saúde, enquanto a Anvisa veta a produção de cigarros com aditivos que melhoram o sabor ou o odor, proíbe a comercialização de substâncias para emagrecer (que as principais entidades médicas consideram necessárias e válidas "quando usadas de forma correta") e até determina a localização dos produtos à venda nas farmácias, tudo isso em nome da defesa do consumidor. Aos menos avisados, poderia parecer que o problema que motivou a decisão da Anatel surgiu de um dia para outro, e que a medida vai eliminar as dificuldades enfrentadas pelos usuários de celular; ou, ainda, a do consumidor que queira adquirir o aparelho, mesmo sabendo das deficiências do serviço, porque para ele ainda é a melhor alternativa. A argumentação utili-

ROGÉRIO AMATO zada pela Agência para justificar a medida – o número de reclamações dos consumidores – padece de um viés estatístico, pois não pondera as queixas pelo número de usuários ou de aparelhos.

É

evidente que, mantidos constantes os demais fatores, o aumento do número de aparelhos em uso provoca crescimento das reclamações, mesmo que a qualidade do serviço se mantenha inalterada. Não há dúvida de que a expansão muito rápida da telefonia celular vem acarretando problemas aos usuários e que medidas corretivas devam ser adotadas para sua solução – mas não nos parece que a proibição é a melhor estratégia. Trata-se de um problema resultante do sucesso, e não do fracasso da privatização. E, mesmo assim, a situação é infinitamente melhor do que antes da privatização, tão combatida por alguns que agora aplaudem a medida da Anatel – que até pode ser popular, mas não necessária ou justificável. No tocante à área da saúde,

com a proibição da comercialização em defesa do consumidor, seria de se supor que a alternativa oferecida aos que desejavam adquirir um plano de saúde seja bem melhor. A decisão da ANS para favorecer o consumidor precisaria garantir-lhe um atendimento no SUS, superior ao dos planos punidos. Não se viu por parte da Agência qualquer menção ao atendimento do SUS, como se apenas o setor privado fosse obrigado a respeitar o consumidor.

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decisão da Anvisa de proibir a fabricação de cigarros com aditivos, porque atrai mais a atenção dos jovens, parece fugir à competência da Agência – ela não deve ser guardiã dos hábitos do cidadão, como se ele fosse incapaz de tomar suas decisões. No tocante às substâncias para emagrecer, a opinião dos médicos, por meio de suas entidades especializadas, parece valer menos do que a onisciência dos burocratas. E a imposição de lugar determinado para a venda de medicamentos não sujeitos a controles,

para evitar a automedicação, além de inócua para esse fim – mas não isenta de custos – subestima a capacidade da população brasileira de decidir. Ações desse tipo podem ter bastante repercussão política em uma parcela da população que não analisa as consequências dessa invasão, tanto na atividade empresarial como no direito de livre escolha do consumidor. Analisadas isoladamente, essas e outras medidas parecem irrelevantes para justificar uma reação da sociedade.

O

risco é que essa tendência se amplie, pelos dividendos políticos de curto prazo que pode trazer, uma vez que se procura justificar tais decisões como se o governo estivesse agindo em defesa do consumidor, quando, na verdade, está tolhendo seus direitos. Se não houver qualquer reação ao avanço do "Estado protetor", corremos o risco de nos transformar em uma "economia de comando", na qual mais do que conhecer o que é proibido, o empresário vai precisar saber o que é permitido, e o consumidor terá o direito de escolher apenas aquilo que o Estado considerar que é o melhor para ele. ROGÉRIO AMATO É PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE SÃO PAULO (ACSP) E FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO (FACESP)

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Claudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine

m três de dezembro de 1976 o Diário Oficial da União publicou ato do governo militar, presidido pelo general Ernesto Geisel, suspendendo os direitos políticos e cassando o mandato do deputado estadual Leonel Júlio, do então MDB, naquele que ficou conhecido como "o escândalo das calcinhas". Eu era repórter da Folha de São Paulo , na Assembleia Legislativa, e presidia a Associação dos Cronistas Parlamentares do Estado de São Paulo. Eu vi, eu estava lá. Meus registros do episódio se limitam à memória, daí a possível falta de detalhes, mas o fato aconteceu. Também foi testemunha dele (partícipe comigo e com outros colegas que cobriam a cerceada vida política do País) o jornalista Eymar Mascaro, então repórter especial do Jornal do Brasil , em São Paulo, e hoje também colunista do DC. O deputado Leonel Júlio, eleito pela região periférica de Ermelino Matarazzo, tornou-se presidente da assembleia paulista como resultado de entendimento entre diversas correntes do MDB. Leonel, homem pacato, afável com todos, surgiu como "tertius", o terceiro nome que não tinha grandes rejeições no partido, e foi eleito para acomodar o desajuste interno.

E

le tentou ficar à altura do cargo, apesar de não ter grande base cultural. Entretanto, deslumbrado pelo poder e pelo cargo, Leonel, mal assessorado, fez viagens e compras com verbas da Assembleia, com comitivas exageradas. Num de seus retornos, chamou a mim e outros colegas jornalistas à sala da presidência, onde havia uma mesa abarrotada de produtos como perfumes, canetas, chaveiros – lembranças de viajante numa época em que o País era mais provínciano ainda, e pediu que cada um escolhesse algo. Explicamos que, como jornalistas, não poderíamos aceitar, o que o deixou surpreso e quase ofendido. A questão ficou feia, logo depois, quando os jornalistas receberam cópias de notas fiscais de

Deputado comprou com dinheiro público uma grande quantidade de calcinhas femininas. Acabou perdendo o mandato. Era 1976, tempos do governo Geisel.

calcinhas femininas que ele havia comprado no exterior em grande quantidade. Estas não tinham sido expostas na mesa e a revelação caiu como bomba entre os jornalistas. Era um fato grave, por se tratar de dinheiro público.

S

abíamos que, pelo ambiente da época, ainda sob o AI-5, a publicação da notícia poderia significar a cassação do deputado. Lembro-me de uma reunião na Sala de

Imprensa do Palácio 9 de Julho, onde eu, pela Folha , Mascaro pelo JB , Ricardo Sérgio Mendes, pelo Estadão, Geraldo Campos, pelo Diário Popular, Otávio Junior, pelo Diário de São Paulo e Vera Miranda, pelo O Globo, entre outros, discutimos o assunto. Era nossa obrigação publicar a notícia. Assim foi feito e Leonel Júlio foi cassado. Houve certo pesar entre nós, porque era visível que o deputado tinha sido até meio ingênuo no episódio e além disso a cassação foi um ato de arbítrio, sem dar direito de defesa ao acusado.

O

Brasil não pode voltar – seja qual for o grupo ou ideologia no poder – aos tempos em que se podia condenar alguém, ou impor sua vontade, fora do regime de Direito. É verdade que a legislação tíbia de hoje favorece corruptos e infratores. Mas o melhor caminho ainda é aprimorar nossos mecanismos democráticos dentro dos limites legais. PAULO SAAB É JORNALISTA E ANALISTA POLÍTICO

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, João de Scantimburgo, Marcel Solimeo Diretor-Responsável João de Scantimburgo (jscantimburgo@acsp.com.br) Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Edi tor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br) Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br) Editores Seniores: Bob Jungmann (bob@dcomercio.com.br), Carlos de Oliveira (coliveira@dcomercio.com.br), chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), Estela Cangerana (ecangerana@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Luiz Antonio Maciel (maciel@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br) Editor de Fotografia: Alex Ribeiro Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Fernando Porto (fporto@dcomercio.com.br), Ricardo Ribas (rribas@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br) Subeditores: Marcus Lopes e Rejane Aguiar Redatores: Adriana David, Eliana Haberli e Evelyn Schulke, Ricardo Osman, Tsuli Narimatsu Repórter Especial: Kleber Gutierrez (kgutierrez@dcomercio.com.br), . Repórteres:André de Almeida, Fátima Lourenço, Ivan Ventura, Karina Lignelli, Kelly Ferreira, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Mário Tonocchi, Paula Cunha, , Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves, Sandra Manfredini, Sílvia Pimentel, Vera Gomes e Wladimir Miranda. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estado, Folhapress, Efe e Reuters Impressão OESP GRÁFICA S/A Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 24 de julho de 2012

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o E agora, parcimônia na política monetária?

A DÚVIDA DIZ RESPEITO AO TEMPO EM QUE A TAXA SELIC FICARÁ ES TA C IO NA DA EM 7,5%.

pinião

ROBERTO FENDT otimista com o desempenho da economia mundial, na medida em que descarta um alto risco de crise bancária na Europa em um futuro imediato. Contudo, a ata do Copom aponta também que, lado das finanças públicas, a visão já não é tão positiva como anteriormente. Até a reunião de maio, o Copom tomava por base um cenário fiscal de contenção de despesas. Na última ata, afirma-se que "iniciativas recentes apontam cenário de neutralidade do balanço do setor público".

Hoje, muitos analistas já estão apostando que o Banco Central só deverá subir a taxa de juro no segundo semestre de 2013 e que quando o fizer será para manter, ainda, o patamar de um dígito.

E

m agosto do ano passado, o Banco Central (BC) iniciou o processo de redução da taxa básica de juros, surpreendendo o mercado. Na época, muitos discordaram da oportunidade da medida, já que a inflação estava acima da meta e a sinalização de queda na Selic parecia incompatível com o sistema de metas de inflação. O BC argumentou, na ocasião, que já estavam produzindo efeito as chamadas medidas "macroprudenciais", destinadas a arrefecer a expansão do crédito. E argumentou também que ocorreria uma queda pronunciada nos preços das commodities no mercado internacional. A combinação dos dois fatores acabaria por se refletir em uma progressiva desaceleração da inflação. A experiência de quase um ano mostrou que a aposta do BC estava certa. As expectativas correntes para o final deste ano mostram que a inflação deixou o teto superior e está convergindo para o centro da meta. E foi com esse pano de fundo que o Copom (Comitê de Política Monetária do BC) reduziu novamente a Selic – para 8% ao ano – na reunião dos dias 10 e 11 deste mês. A ata dessa reunião foi pu-

blicada na última quinta-feira. A última pesquisa Focus do BC, junto a instituições financeiras e empresas, mostra que a mediana dos participantes espera um novo corte (ou novos cortes) na taxa de juros, fechando o ano em 7,5%. E mostra também que, atingidos os 7,5%, o BC manteria a taxa nesse patamar.

N

A

té aqui navega-se em razoável consenso. As dúvidas surgem com relação a quanto tempo a Selic ficaria estacionada em 7,5%. Até o final do primeiro trimestre deste ano, a expectativa era de elevação da Selic já no primeiro trimestre de 2013. Os mais pessimistas falavam em retorno a dois dígitos, dada a inflação então observada e as projeções para o segundo trimestre e o restante do ano. Agora, muitos já apostam que o BC somente subirá a taxa no segundo semestre de 2013 – e quando o fizer será para o patamar de ainda um dígito. A taxa básica de juros é o instrumento por excelência do BC para manter a inflação próxima do centro da meta definida pelo governo, hoje de 4,5% ao ano. Mas a Selic não é, evidentemente, o único elemento a

atuar sobre a inflação. Dois fatores são de particular importância para a política monetária: a oferta de crédito ao setor produtivo e o desempenho da economia mundial. Restrições ao crescimento do crédito atingem tanto a oferta na economia, por seus efeitos sobre a produção, como a demanda, por tornar mais caras as prestações dos produtos adquiridos pelo consumidor. O emprego dessas restrições parte do

pressuposto de que o efeito sobre a demanda é maior que s o b r e a p r o d u ç ã o , c o n t r ibuindo para amenizar a alta dos preços. Já o cenário internacional afeta a economia brasileira por dois canais principais. O primeiro é o do crédito, como na crise de 2008. Uma crise bancária na Europa reduziria as linhas de crédito dos bancos que operam no Brasil, reduzindo tanto a produção como o consumo – transmitindo

para cá uma recessão gerada lá. O segundo canal é o dos preços das commodities. Uma retração na atividade econômica mundial os pressiona para baixo e, em consequência, os preços desses produtos no mercado interno brasileiro. O BC, na ata da última reunião do Copom, mostra-se mais otimista do que o mercado com relação ao desempenho da economia no segundo semestre. Mostra-se também mais

o linguajar cifrado dessas atas, revela-se preocupação com o efeito expansionista da política fiscal, que soma isenções tributárias a diversos setores com queda da arrecadação projetada. Junto com um cenário mais positivo para a economia interna, tudo indica que o BC pretende de fato praticar, daqui para a frente, uma política monetária mais parcimoniosa. A definição do rumo dessa política em 2013 dependerá essencialmente do que vier a ocorrer com o mercado de trabalho no restante deste semestre e também com o desenrolar da crônica situação financeira europeia. Acertarão na parcimônia os que estão apostando em um longo período de Selic a 7,5% ao ano – se as pressões do mercado de trabalho sobre os preços dos serviços arrefecerem e se nada mudar no cenário externo. ROBERTO FENDT É ECONOMISTA

FUNDAMENTALISMOS EM LUTA “Mas eis sucumbe a Natureza escrava ao mal, que a vida em sua origem dana.” Bocage

A

ambiguidade a que me referi no artigo anterior ("O Apóstole e Seus Leitores", edição de 20 de julho) mostra-se ainda mais visível quando o versículo (Rom. 1:26) não é lido isoladamente, mas como continuação lógica daquele que o antecede. Este diz que os homens caíram no pecado quando começaram a "servir mais à criação (ktísei) do que ao Criador". O contraste com o que vem em seguida não poderia ser mais patente: afinal, o homem peca porque obedece a natureza criada ou porque se rebela contra ela? À primeira vista, o Apóstolo parece aí imitar o lobo da fábula, condenando o pecador "per fas et per nefas". Mas é impressão enganosa. Paulo não é um ginasiano brasileiro perdido entre as regras da lógica elementar; é um dos grandes escritores da língua grega. A contradição verbal aparente foi o meio literariamente perfeito que ele encontrou para expressar uma tensão que existe objetivamente na própria natureza, a qual é ao mesmo tempo, e inseparavelmente, a natureza decaída e o símbolo vivo da natureza primordial, anterior ao pecado. O par corresponde mais ou menos à distinção medieval entre a natura naturata

(a natureza criada ou produzida, ktísis) e a natura naturans (a essência, a lei interna, physis) que a estabelece. Das duas, só a natura naturata pode decair, enquanto seu modelo primordial permanece intacto, visível em filigrana por trás dos meros fatos naturais dados à experiência sensível. Quando a natureza sensível é tomada como totalidade autônoma, o símbolo assume o lugar do simbolizado, a aparência imediata veda o acesso à realidade profunda que a fundamenta. É assim que, obedecendo a natureza empírica (ktísei), o homem no mesmo ato cai "fora" da natureza primordial (physis): correndo atrás de imagens, afasta-se dos bens verdadeiros que elas refletem. O versículo contém de algum modo a antevisão profética de todo o processo cultural da modernidade. Amputada da sua dimensão simbólica, reduzida a seus aspectos sensíveis e mensuráveis, a "natureza" tal como concebida pela ciência experimental de Galileu e Bacon corresponde ponto por ponto à natureza decaída tal como Paulo a compreendia, a "natureza escrava" a que se refere o poeta. Obviamente ninguém peca por ir "contra" essa natureza, mas sim, ao contrário, por tornar-se "servo" das aparências que a compõem. As pulsões hereditárias, por exemplo,

OLAVO DE CARVALHO forças perfeitamente naturais que ordenadas em vista das finalidades superiores da existência fariam de cada ser humano uma imagem personalizada e única da perfeição divina, podem sobrepor-se às exigências do espírito ao ponto de reduzir a alma ao estado de escravidão. Tomar esse versículo como uma investida unilateral contra a "antinaturalidade" de tais ou quais pecados é achatar indevidamente a sua mensagem, suprimindo a tensão dialética na qual aquilo que é natural num sentido se torna antinatural em outro, dependendo do horizonte de visão mais estreito ou mais amplo do observador.

N

o caso, o observador é um homem para o qual a realidade superior é algo mais que mero objeto de "crença religiosa". É alguém que teve a sua própria vida cortada em dois por uma intervenção divina direta e fulminante. É desde o patamar dessa experiência que ele distingue e unifica dialeticamente os dois níveis da "natureza" – uma operação que é inacessível a essas duas criaturas típicas

da modernidade: o sensorialista radical e seu irmão inimigo, o crente fundamentalista. Num sentido estritamente cognitivo, fundamentalismo, como o definia Eric Voegelin, é o vício de achatar os símbolos, fazendo deles signos diretos de fatos ou objetos do mundo físico, sem atinar com a experiência espiritual que medeia entre uma coisa e a outra. Amputadas dessa experiência, até as mais sublimes verdades espirituais podem ser reduzidas a banais erros científicos. O doutrinário ateísta que joga contra a Bíblia fatos da astronomia ou da geologia incorre nesse erro, tanto quanto o crente que condena pecados como "antinaturais" num sentido chapado e uniforme do termo.

moderno em geral é quase sempre um fundamentalista. Ateu ou crente, pouco importa. Querem um exemplo? Quando um cristão inflamado acusa o homossexualismo de "antinatural", o gayzista fanático que o ouve fareja aí a distorção que acabo de assinalar e então acusa o crente de "fundamentalista", mas anexando ao sentido puramente cognitivo da palavra a acepção de violência terrorista e perseguição estatal teocrática, com que o termo é usado na mídia quando se refere ao radicalismo islâmico.

O

ra, os cristãos são, por toda parte, as vítimas preferenciais e inermes do radicalismo islâmico, que os mata à base de cem mil por ano. A confusão de palavra e coisa faz com que os perseguidos, num passe de mágica, apareçam com o rosto hediondo do seu perseguidor. É um prodígio de difamação, mas a coisa não pára por aí: em seguida, o

E

m suas versões mais extremadas, o fundamentalismo leva à confusão pueril entre palavras e coisas, sem a qual nenhum discurso de propaganda demagógica teria credibilidade nem por um minuto. Felizmente para os demagogos, o homem

Paulo Apóstolo, na pintura de El Greco: um grande escritor.

gayzista, sentindo-se ou fingindo-se assombrado por esse fantasma de sua própria invenção, tenta proteger-se dele mediante uma legislação repressiva que proíbe citações bíblicas como se estas fossem atentados mortíferos e eleva o homossexualismo à condição de divindade intangível, ante a qual toda crítica humana deve calar-se, genuflexa e contrita.

A

política gayzista é toda ela uma confusão fundamentalista de palavras e coisas, mas aqueles que a combatem não podem perceber isso porque estão eles próprios, quase sempre, enredados em confusões fundamentalistas. OLAVO DE CARVALHO É ENSAÍSTA, JORNALISTA E PROFESSOR DE FILOSOFIA


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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GibaUm

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Senado vai gastar R$ 304 mil com gêneros alimentícios e material de copa e cozinha para gabinetes dos senadores.

gibaum@gibaum.com.br

k Estou com TPM: Tensão Pré-Mensalão.

CARMEN LUCIA // ministra do Supremo, falando em torno da expectativa do julgamento, numa palestra.

Foto: Mario Sorrenti

terça-feira, 24 de julho de 2012

3 MAIS: entre 209 ítens, a lista de compras prevê a aquisição de 180 quilos de "sorvetes de diversos sabores" a R$ 3,6 mil.

Olho no HSBC 333 A CPI do Cachoeira vai pedir ao Banco Central que abra investigação sobre o HSBC. Com o banco sofrendo devassa nos Estados Unidos por lavagem de dinheiro, a CPI desconfia do excesso de contas das organizações Cachoeira nele: Roberto Coppola, Geovani da Silva, Data Traffic, Mapa Construções, Alberto & Pantoja, Vitaplan e muitas mais.

SACOLA MAGRA Os líderes evangélicos R.R. Soares e Valdemiro Santiago estariam atrasando o pagamento dos horários que locam na programação de redes de TV aberta. Nem mesmo o marketing encabeçado pelos dois consegue encher as sacolinhas como antigamente. A crise financeira acaba de atingir até o dizimo.

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Assalto e plástico Dilma Rousseff já entrou na área dos bancos, está peitando os professores de universidade públicas, em greve há mais de dois meses, apoiou a ação de Paulo Bernardo, das Comunicações, em cima das operadoras de telefonia, só que tem um setor que anda engasgado em sua garganta. Enquanto a taxa de juros (Selic) desce a patamares civilizados (8% ao ano ou cerca de 3% em termos reais), a média dos juros de financiamento rotativo de cartões de créditos alcança 323% anuais. A fúria de Dilma nesse segmento corre por conta até de problemas que Carlos Araujo, seu ex-marido, teria tido numa negociação com uma administradora de cartões.

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FÃ DE NOVELA A presidente Dilma Rousseff tem conseguido sair mais cedo do Planalto e voar para o Palácio da Alvorada, para não perder o capítulo de Avenida Brasil. A seu lado, sempre estão sua mãe, Dilma Jane e a tia Arilda. A Chefe do Governo não perde os embates entre Carminha (Adriana Esteves) e Nina/Rita (Débora Falabella). E acha o ator Cauã Reymond um gato. 333

A Vogue Paris de agosto traz um super-editorial sobre maquiagem com o titulo Materiais e Sensações e novamente, a brasileira Isabeli Fontana é a estrela, em fotos de Mário Sorrenti. A idéia é brincar com texturas, sobrepor pigmentos, unir o fosco e o brilhante criando novos efeitos visuais com produtos desenvolvidos pelos laboratórios da Dior. E Isabeli assume caras e bocas que vão da sensualidade ao terror.

Materiais e sensações

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Dez anos depois da morte de Celso Daniel e as vésperas do inicio do julgamento do mensalão, a deputada federal Mara Gabrilli (PSD-SP) está publicando artigos lembrando que, nos autos, consta que muito antes do assassinato do prefeito de Santo André, “José Dirceu já se esbaldava com dinheiro desviado, oriundo da extorsão feita a empresários da cidade”. E emenda: “Meu pai (era Luis Alberto, da Viação Guaraná) foi um dos espoliados. Todo mês tinha sua empresa invadida por Sérgio Sombra, segurança de Celso Daniel. Ele jogava o revolver na mesa e exigia a caixinha”. Adiante, lembra que o pai tentou mostrar a bandalheira para Gilberto Carvalho (era secretário do Governo de Daniel) e nunca conseguiu nada. “Fui a primeira pessoa a levar toda essa história ao presidente Lula. Ele fez ares de surpresa e depois, mandou um de seus assessores me determinar que não poderia falar nada sobre a conversa que havíamos tido”.

Dez anos depois

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Quer fazer sua defesa No próximo sábado, o ex-deputado cassado e presidente nacional da PTB, deverá se submeter a uma cirurgia para retirada de um tumor no pâncreas. Ele espera que esteja totalmente recuperado em duas semanas e pretende fazer (é advogado) sua própria defesa no julgamento do mensalão.

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333 A chef Roberta Sudbrack comandará a equipe que preparará almoço e jantar para os atletas brasileiros que disputarão os Jogos Olímpicos de Londres. Roberta, que tem um restaurante com seu nome, no Rio, ficou famosa no governo de Fernando Henrique Cardoso. E avisa que o cardápio será caseiro, com arroz e feijão todos os dias.

Apartamento em NY O empresário Joesley Batista, dono da JBS-Friboi (ele quase comprou a Delta) acaba de comprar um superapartamento da Olympic Tower, na Quinta Avenida, em Nova York, perto do Central Park. O edifício foi construído por Aristóteles Onassis e uma unidade lá não sai por menos de US$ 15 milhões. Agora, Joesley e a namorada Ticiana Villas Boas, ancora do Jornal da Band, poderão dar escapadelas até mesmo nos finais de semana.

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O CLIMA da CPMI, assassinato de agentes policiais e cassação de mandato, tudo isso acendeu o sinal amarelo na segurança do Congresso Nacional: precavido, o Departamento de Polícia Legislativa da Câmara Federal está comprando 68 coletes à prova de bala, num total de R$ 52,5 mil.

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NÃO SERÁ surpresa se, dentro de pouco tempo, Dilma Rousseff amadrinhará a volta do Paraguai ao Mercosul, suspendendo também quaisquer outros impedimentos que os vizinhos despejaram lá por conta da queda de Fernando Lugo.

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Quem passou por São Paulo foi a modelo canadense Coco Rocha, 24 anos: veio para ser fotografada para a Harper’s Bazzar de agosto e aproveitou para dar uma circulada. Foi conhecer a loja da Diesel e esticou na Numero, nos Jardins, acompanhada pelo marido e pela mãe. Lá, degustou todas as caipirinhas do cardápio e – surpresa – ficou sóbria. Ela acha que foi por conta das famosas coxinhas de lá: “Eu poderia comer isso pelo resto de minha vida”.

Coxinhas de Coco

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Cases e causos Aos 81 anos de idade e em plena atividade, Mário Pacheco Fernandes, o primeiro brasileiro a ganhar o premio da ADVB e responsável pela entrada de Juscelino Kubistchek em Brasília, a bordo de uma Romi-Isetta (era conversível e JK estava de pé, o que garantiu a primeira página em todos os jornais brasileiros), está escrevendo um livro onde mistura, em capítulos ligeiros e num tom coloquial, experiências comerciais e empresariais com memória (ele participava dos tempos de glória da Vera Cruz). Sai antes do final do ano. Titulo: Cases e Causos.

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ARROZ E FEIJÃO

333 DEPOIS de um período de descanso no interior de São Paulo (estava na fazenda de Jonas Barcelos, no município de Araçatuba), o ex-presidente Lula está de volta e já acertando, na sede do instituto que leva seu nome, seu calendário eleitoral. Contudo, seus médicos mantém a severa recomendação: ainda não dá para fazer discurso.

333 FABIANA Karla, 37 anos, a roliça Dilmaquinista do humorístico Zorra Total, acaba de ser convidada para ser a rainha da bateria da escola de samba Unidos da Tijuca. Dando tudo certo, será a primeira rainha de bateria devidamente roliça, apesar de Fabiana já ter perdido alguns quilos.

Veterano de guerra No começo do ano que vem, quando deixar a mesa do Senado, a intenção de José Sarney, 82 anos, é cuidar da saúde e dar uma chance a seu suplente, Jorge Nova da Costa, 86 anos, para exercer o mandato e ganhar visibilidade para disputar uma vaga no Senado em 2014. Por outro lado, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) tem o apoio do grupo dominante para voltar à presidência da Casa. A idéia de Renan é voltar à presidência do Senado e disputar o governo de Alagoas em 2014. Dilma quer emplacar o ministro Edison Lobão.

MISTURA FINA

h IN Luvas de lã

OUT

Lucas se lá fake

Homem de R$ 12 milhões Paulo Vieira de Sousa, ex-Dersa, que está processando também Luiz Antonio Pagot, exDnit, deu uma entrevista a Poder, de Joyce Pascowitch: “Hoje, meu patrimônio é de R$ 12 milhões. Tenho fôlego financeiro até quando voltar à atividade. Quando isso vai acontecer? Espero que ainda este ano, depois de parar esse aborrecimento de gente mentirosa, achando que peguei dinheiro das campanhas. Hoje entrar em qualquer empresa é um desgaste pessoal. Não entrei no governo quando me formei, mas já tinha 20 anos de experiência profissional, empresa montada e patrimônio”.

A GNT acaba de tirar de sua grade um de seus programas mais tradicionais, o Late Show with David Letterman . A alegação é que o talk-show não se enquadra no perfil de audiência que tem buscado. Por outro lado, Jay Leno, maior rival de Letterman nos Estados Unidos, continua sendo exibido entre nós pela Record News. 333

333 NOVO PAR no eixo São Paulo-Rio: de um lado, a atriz Carolina Ferraz, a Alexia de Avenida Brasil; de outro, o médico paulista Marcelo Marins.

A PRESIDÊNCIA da República está reservando R$ 87,5 mil para renovar sete mil metros quadrados de grama em torno do Planalto e da Granja do Torto.

333

333

333 O PSOL não brinca em serviço: acaba de cassar 146 candidatos a prefeituras. Pecado deles: alianças com PMDB, PSDB, DEM, PP, PTB e PR.

Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero

CHARGE DO DIA


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 24 de julho de 2012

5 FALA, CACHOEIRA Bicheiro tentou, mais uma vez, ficar calado. Tática não deu certo.

olítica

ADRIANO, SOLTO Ex-cunhado ameaçou a procuradora, numa "atitude infeliz".

Randes Nunes/Fotoarena/AE

Cachoeira vai depor. Agora, ele pode falar. Justiça negou pedido para ficar calado. Mulher sugere que ele pode abrir a boca.

O

contraventor Carl o s A u g u s t o R amos, o Carlinhos Cachoeira, deverá apresentar amanhã a sua versão para os fatos que desencadearam a Operação Monte Carlo, da Polícia Federal. Preso desde o dia 29 de fevereiro, ele deverá, pela primeira vez, prestar depoimento durante as audiências de instrução e julgamento dos investigados, que acontecem entre hoje e amanhã, em Goiânia. A expectativa é de que explique as acusações de que chefiava um esquema ilegal de jogos de azar em Goiás e usava empresas fantasmas para financiar campanhas eleitorais e firmar contratos irregulares com o governo de vários estados, municípios e até com o governo federal. Segundo a mulher de Cachoeira, Andressa Mendonça, ontem ele passou por uma

O Carlos está muito deprimido, está tomando antidepressivos. Está muito magro. Desde que foi preso, já perdeu uns 18 quilos. ANDRESSA MENDONÇA apresentar um relatório ao juiz responsável pelo caso, Alderico Rocha Santos. A partir desta avaliação, o magistrado poderá decidir se Cachoeira permanece preso ou se poderá responder em liberdade. Por enquanto, ele continua preso. Ontem, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Ari Pargendler, negou mais um pedido de li-

Sergio Lima/Folhapress

Carlinhos Cachoeira: pela primeira vez, bicheiro poderá contar a sua versão da Operação Monte Carlo, da qual ele saiu de casa para a prisão.

avaliação médica no prédio da Polícia Federal. Foi examinado pelo psiquiatra Antônio Frota. A partir dessa consulta, um perito oficial da Justiça Federal poderia ser solicitado para ver o nível de comprometimento da saúde de Cachoeira. Caso seja acionado, ele deverá

berdade feito pela defesa do bicheiro. Antes, o juiz federal Alexandre Franco, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, havia negado pedido da defesa do contraventor para que ele permanecesse calado durante seu depoimento. Franco substitui temporariamente o desembargador Tourinho Neto, que está de férias. O habeas corpus era para garantir que Cachoeira pudesse ficar calado e foi protocolado no fim da semana passada. Os advogados queriam resultado semelhante ao que ocorreu na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, a CPI do Cachoeira, na qual ele se recusou a responder as perguntas dos parlamentares. O depoimento dele e de outros réus é fundamental para que o processo avance. De acordo com Andressa, há quase um mês Cachoeira passa por tratamento psiquiátrico. "O Carlos está muito deprimido, está tomando antidepressivos e ansiolíticos. Está muito magro> Desde que foi preso, o Carlos já emagreceu uns 18 quilos", afirmou. De óculos escuros, ela parecia abatida. "Estou muito triste, também estou tomando antidepressivos", contou. Hoje, Cachoeira deverá acompanhar a audiência das testemunhas de defesa e de acusação do processo e, amanhã, deverá depor na 11ª Vara Federal, onde ele e mais 80 pessoas são réus em crimes como corrupção e formação de quadrilha, entre outros. "Estamos todos orando muito por ele", disse Andressa. "Talvez ele consiga, sim, esclarecer a situação. Depende muito do interrogatório", afirmou. Caberá a ela preparar a roupa que o bicheiro vai usar. "Eu vou preparar o terno. Ele é uma pessoa muito simples", explicou. O bicheiro também não deverá carregar qualquer amuleto. 'Somos cristãos e não acreditamos nisso", disse Andressa. Ela chegou sozinha à sede da PF e foi autorizada pela polícia a enviar um bilhete. Num dos trechos, escreveu "você é o amor da minha vida" e lembrou que apesar das dificuldades, "nosso amor é maior". "Você tem uma mulher que te ama", arrematou. (Agências)

STF prepara esquema de segurança para julgar o Mensalão Reforço virá da Força Nacional. Hoje haverá passeata de apoio a Delúbio.

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reocupado com possíveis manifestações de grupos favoráveis e contrários aos réus do Mensalão, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, pediu e já obteve retorno do ministério da Justiça. Ele terá o reforço da segurança pela Força Nacional durante o julgamento do caso. De acordo com o STF, a Força Nacional poderá garantir o controle da área externa do prédio e assim assegurar a presença das pessoas presentes e das instalações do tribunal. O prédio, inclusive, será todo

cercado com grades. Para hoje está marcado, em Brasília, um ato de apoio e solidariedade ao extesoureiro do PT, Delúbio Soares. Ele é um dos 38 réus no processo que começa a ser julgado no dia 2. Outro acusado, o publicitário Marcos Valério negou ao portal Terra texto da Veja. A revista afirmou que ele estaria ameaçando revelar o teor das conversas que teria mantido com o expresidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para ele, a história não passa de "ficção científica". E garantiu que não tem "nenhum confidente, nem fez

ameaça a ninguém". Marcos Valério afirmou ainda que delatar. "Eu sou igual ao Delúbio, nunca endureci o dedo para ninguém", justificou. Para a ministra Eliana Calmon, corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Supremo também será julgado pela opinião pública. "Há por parte da Nação uma expectativa muito grande e acho também que o STF está tendo o seu grande julgamento ao julgar o Mensalão", disse. Calmon não acredita que a pressão popular poderá influenciar no resultado. (Agências)

Andressa Mendonça: bilhete de "amor" para o marido, que estaria muito depressivo, como ela própria.

Ex-cunhado é posto em liberdade. 'Ele só fez uma bobagem', diz o juiz. Adriano ameaçou a procuradora, mas o magistrado entendeu que 'foi desabafo'.

A

driano Aprígio de Souza, ex-cunhado de Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, pagou fiança de R$ 10 mil e foi solto ontem, depois de passar 18 dias preso na Superintendência da Polícia Federal, em Goiânia. Sócio do Laboratório Vitapan, Aprígio foi preso por ter enviado e-mail ameaçando a procuradora da República, Léa Batista de Oliveira. Ele é apontado pela Polícia Federal como um dos principais testade-ferro no esquema criminoso de Cachoeira. Aprígio é um dos indiciados na Operação Monte Carlo, por formação de quadrilha e ocultação de bens, direitos e valores. De acordo com o advogado do ex-cunhado, Ronivan Peixoto, ao portal R7, a prisão foi revogada porque o juiz Oderico Rocha, responsável pelo caso, entendeu que Aprigio não representa uma ameaça. Em seu despacho, Oderico defendeu que "embora ele tenha enviado o e-mail, nunca Ed Ferreira/AE

houve intenção de ameaçar, injuriar ou intimidar ninguém, Foi um desabafo em um momento de depressão", argumentou Oderico. "Foi uma atitude infeliz que ele já reconheceu. Ele fez uma bobagem, mas não quis ameaçar". O e-mail – ou, como afirmou Oderico, "uma bobagem" – foi enviado no dia 13 de junho. No texto, uma pessoa, então não identificada, pergunta por que a procuradora "foi tão dura demais" com os envolvidos no esquema de Carlinhos Cachoeira. Afirmava que por pouco ela não destruiu a família dele e acabou com o seu trabalho lícito. Depois acrescentou: "Não sou burro, sei que serei identificado, mas vou provar que sou inocente, que sou trabalhador e vítima ao ser equiparado aos demais denunciados". Aprígio, no entanto, negou que tenha enviado os outros dois e-mails de um total de três. O conteúdo dos outros eram mais ofensivos e até

mais ameaçadores à procuradora e à sua família. As mensagens eletrônicas teriam sido enviadas de uma lan house de Anápolis, cidade onde Aprígio atua como advogado e corretor de imóveis. É também em Anápolis que fica o laboratório Vitapan, do qual o ex-cunhado é sócio de Cachoeira. Segundo Peixoto, ele detém 5% da empresa. Os outros 95% são da irmã Andrea, ex-mulher do contraventor. A PF suspeita que a empresa seja do bicheiro e que tanto a ex-mulher quanto o ex-cunhado sejam laranjas no negócio. Em dados oficiais sobre a empresa, o ex-cunhado de Cachoeira aparece como o principal responsável, administrador e presidente do capital da Vitapan. Adriano Aprígio de Souza: para a Polícia Federal, o ex-cunhado de Cachoeira é testa-de-ferro do contraventor. Com 5% das ações do Laboratório Vitapan, é o presidente.


p Irmã Dorothy: caso pode ser reaberto. DIÁRIO DO COMÉRCIO

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terça-feira, 24 de julho de 2012

É preciso verificar se houve apuração dessas denúncias e qual o resultado. Nilton Atayde, chefe da polícia do Pará.

olítica

Policial federal denuncia o envolvimento de um delegado do Pará no assassinato. Foi ele quem forneceu o revólver que matou a missionária, em 2005, informou. Carlos Silva/Imapress/Futurapress/13.02.05

O

depoimento de um das fazendas contra invasopolicial federal, la- res, que dizia serem ligados à vrado em cartório missionária Dorothy. de Belém, tem toSegundo o agente federal, o dos os dados para provocar a único que recusou a proposta reabertura do processo judi- de segurança foi "Bida", uma cial do assassinato, em feve- vez que ele já tinha decisão jureiro de 2005, da missionária dicial lhe concedendo a reintenorte-americana naturaliza- gração de posse de uma área da brasileira Dorothy Stang. ocupada por agricultores próO agente da PF Fernando ximos à irmã Dorothy. Raiol Luiz da Silva Raiol – que duran- conta ainda que no momento te três meses foi designado das declarações contra o delepelo Ministério da Justiça para gado Marcelo Luz, feita pelo fazer a segurança fazendeiro, o depessoal da missiolegado Waldir nária e, depois Freire, que interque ela foi morta, rogava "Bida", deDenúncias participou das interminou a retiracontra o vestigações para da imediata de delegado identificar os auMarcelo Luz da saLuz não tores do crime – la para preserváconfirmou declaforam apuradas lo, "fortalecendo rações dadas em o corporativismo até hoje. entrevista conceexistente". FERNANDO RAIOL, dida recentemenAo mandar que DA PF te a uma revista o d e l e g a d o d e ipelo intermediáxasse a sala, de rio do assassinato, Amair Fei- acordo com o agente, Freire joli da Cunha, o "Tato". teria prometido que as acusaEle afirma que o revólver ca- ções de "Bida" contra Luz "selibre 38, usado para matar riam investigadas rigorosacom seis tiros a missionária, mente". Ocorre, completa foi a ele fornecido pelo delega- Raiol, "que as denúncias não do de Anapu à época, Marcelo foram apuradas até hoje". Luz. "A arma foi entregue em No depoimento, ele narra um posto de gasolina de Ana- que todas as autoridades respu", garantiu Raiol à Agência ponsáveis pela investigação Estado. A própria Polícia Fede- sabiam que Dorothy tinha sido ral não conseguiu descobrir, assassinada no sábado pela mesmo depois de exaustiva manhã e que, na segunda-feipesquisa, como o revólver, fa- ra, foi decretada a prisão de bricado antes de 1997 pela um representante dos fazenempresa Taurus, acabou indo deiros, sem até mesmo terem parar nas mãos de "Tato", hoje sido efetuadas as prisões do um homem convertido à igreja intermediário e do executor evangélica e que se diz "arre- do assassinato da irmã. pendido" de fazer acusações Consórcio – Ele diz ainda que contra inocentes. Ele se refere a equipe de investigações era a Vitalmiro Bastos Moura, ape- ciente de que o delegado Marlidado de "Bida", a quem apon- celo Luz não tinha naquela tou como mandante do assas- oportunidade indícios sufisinato, desmentindo em se- cientes de autoria para fundaguida a própria versão. mentar o pedido de prisão dos Em outra declaração firma- acusados, tendo em vista que da em documento no cartório apenas por intermédio do inQueiroz Santos e cuja cópia a terrogatório dos foragidos poAgência Estado também teve deria fazê-lo. Também declaacesso, Raiol relata que, du- ra que toda a equipe de invesrante o interrogatório de "Bi- tigação sabia que o delegado da", presenciou o momento optou pela prisão de um dos em que ele confirmou às auto- fazendeiros, no caso "Bida", ridades que o delegado Mar- só para desviar a possibilidade celo Luz exigia de cada fazen- de o próprio delegado estar deiro local a quantia de R$ 10 envolvido no crime por ter formil para garantir a segurança necido a arma. (AE)

Dorothy Stang: agente diz que o policial responsável pela apuração da morte da missionária agiu para encobrir a participação no crime.

Inquérito será retomado, diz chefe da polícia do PA.

O

delegado-geral da Polícia Civil, Nilton Atayde, procurado pela A gência Estado, foi informado e recebeu cópia das declarações do agente federal. Ele anunciou que irá determinar a abertura de inquérito para apurar as acusações e que os fatos narrados precisam ser esclarecidos pelas pessoas envolvidas. "É preciso verificar se houve apuração à época dessas denúncias e qual o resultado. Se não houve, isso terá que ser feito", resumiu o chefe da polícia civil paraense. Para o procurador da República Felício Pontes Júnior, que acompanhou a apuração do crime e a condenação dos denunciados pelo Ministério Público, o depoimento do agente "é bombástico" e enseja uma apuração rigorosa que esclareça fatos que surgiram sobre

a existência de um consórcio de poderosos interesses na morte da missionária. Felício também entende que os fatos agora revelados poderiam ser suficientes para reabrir o caso. Ele relembra que Dorothy esteve na polícia por diversas vezes, denunciando as ameaças que sofria, mas nenhuma providência foi tomada. O coordenador da Comissão Pastoral da Terra (CPT) de Belém, Paulo Joanil da Silva, o padre Paulinho, diz que tudo deve ser apurado em um novo inquérito, que esclareça os fatos que estão surgindo. Outro lado – Lotado atualmente em Viseu (PA), o delegado Marcelo Luz rebateu as acusações de "Tato" e Raiol, de que teria fornecido a arma com a qual Rayfran Sales, o "Fogoió", matou a missionária Dorothy Stang. (AE)

Justiça descumpre prazo para divulgar salários

T

rês dias depois do final do prazo, metade dos tribunais do País ainda não publicou os salários dos servidores da Justiça e dos magistrados, de maneira individualizada, na internet. Levantamento do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) aponta que, até o final da tarde de ontem, apenas 46 dos 90 tribunais brasileiros tinham publicado em seus sites os rendimentos. O prazo, estabelecido pelo próprio conselho, terminou à meia-noite de sexta-feira. O CNJ informou que, apesar do fim do prazo, concedeu mais tempo para tribunais que alegaram dificuldades técnicas. Seria o caso dos Tribunais de Justiça do Piauí, Goiás, Santa Catari-

na, Paraná, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. O CNJ não recebeu outros pedidos de extensão do prazo. Entre os tribunais superiores, apenas o STM (Superior Tribunal Militar) não havia divulgado os salários. O tribunal afirmou que deve fazer isso até o dia 27. Apenas dois dos cinco TRFs (Tribunais Regionais Federais), o da 1ª e o da 5ª Região, divulgaram os salários de servidores e juízes. Catorze dos 24 TRFs ainda não haviam publicado os rendimentos – entre eles, o TRE de São Paulo. Entre os Tribunais de Justiça dos Estados, apenas 17 dos 27 haviam obedecido ao prazo determinado pelo Conselho. (Folhapress)

Dilma viaja a Londres para abertura dos Jogos Olímpicos Agenda prevê o estímulo ao turismo no Brasil e incentivo a programa científico.

Reunião Plenária (informações, debates e busca de soluções)

TEMA:

“SEGURANÇA PÚBLICA E AÇÕES DA PM” PALESTRANTE:

HUDSON TABAJARA CAMILLI Subcomandante Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo

Dia: 30 de julho de 2012, segunda-feira Horário: 17 horas Local: Rua Boa Vista, 51 - 9º andar - Centro - SP Assista ao vivo no site: www.acsp.com.br (clique no banner WebTV ACSP)

A

presidente Dilma Rousseff embarca hoje para Londres, onde vai participar da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, na sexta-feira. Em seu programa semanal de rádio Café com a Presidenta, Dilma pediu aos atletas que tenham "muita determinação e muita coragem" e disse que podem contar com "a torcida e o carinho de todos os brasileiras e brasileiros". A presidente destacou que dos 259 atletas brasileiros que vão participar da Olimpíada, 111 recebem o Bolsa Atleta, o que representa 40% da delegação do País em Londres. "O Bolsa Atleta apoia desde os esportistas que estão começando a carreira até aqueles que já competem em Olimpíada ou Paraolimpíada. Esse é um benefício importante, porque permite que o atleta se dedique com muito mais tranquilidade aos treinamentos e às competições", disse. Ainda de acordo com Dilma, o governo investirá mais de R$ 60 milhões no programa em 2012. Hoje, mais de 4 mil atletas recebem o benefício. Agenda diversificada – Na véspera de sua viagem para Londres, Dilma planejou agenda diversificada e intensa até o dia 28, quando deve retornar ao Brasil. Ela aproveita também para promover o

Brasil como destino turístico, fortalecer o programa Ciência sem Fronteira e mantém várias reuniões. A presidente Dilma Rousseff tem conversas marcadas com o primeiro-ministro britânico, James Cameron, e a rainha Elizabeth II. Amanhã, o primeiro compromisso do dia é com Cameron. Um dos temas em pauta é o peso dos efeitos da crise econômica mundial sobre a Euro-

pa e o restante do planeta. Acompanham a presidente na viagem os ministros Helena Chagas (Comunicação Social), Aldo Rebelo (Esportes), Antonio Patriota (Relações Exteriores), Gastão Vieira (Turismo), Aloizio Mercadante (Educação) e Marco Antonio Raupp (Ciência, Tecnologia e Inovação), além do presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS). (Agências)

Alvinho Duarte/Fotoarena/AE - 02.08.10

Dilma Rousseff: fortalecimento do Ciência sem Fronteira em Londres.


p Candidatos trocam água por votos no Nordeste

DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 24 de julho de 2012

7 Tivemos notícias de compra de votos com material de construção, conta de energia, de água... Alexandre Assunção, procurador regiolnal eleitoral.

olítica

Políticos teriam oferecido pagar contas de luz e até contribuição previdenciária por mais eleitores

O

procurador regional eleitoral Alexandre Assunção revelou que existem diversos inquéritos em a n damento p a r a a p ur a r a compra de votos em troca de água no semi-árido, do pagamento de contas de energia elétrica, e até em troca de pagamento de contribuição previdenciária, em um estado do nordeste. O MPE orientou aos promotores que abram inquéritos para apurar as denúncias e ingressem com as respectivas ações em cada caso. O procurador não quis revelar os nomes dos candidatos denunciados e nem quais municípios estavam sob investigação. Para Alexandre Assunção, a aplicação da Lei da Ficha Limpa e o rigor na fiscalização das eleições vão impor mais transparência ao pleito e inibir atos ilícitos de alguns políticos. "Esta lei da ficha limpa é uma esperança e um marco nas eleições. É uma nova página na história política e para isso contamos com o apoio dos cidadãos e com os promotores atuando com todo o rigor que a

lei requer. Vamos fazer todo o possível para ter uma eleição mais correta", comentou. Segundo ele, todas as denúncias estão sendo apuradas e investigadas para que os candidatos eleitos sejam capazes de exercer bem suas funções. Alexandre Assunção confirmou que foram feitas denúncias sobre a compra de votos em troca de água no semi-árido, e até o pagamento de contribuição previdenciária para obter o sufrágio. "Tomamos conhecimento e o fato está sendo apurado pelo promotor local. Estão sendo abertas investigações cível e criminal sobre o caso. É lamentável este tipo de comportamento, principalmente se aproveitando da necessidade da população para tirar proveito disso", confirmou o procurador, sem querer informar qual o político ou em qual município isso estava acontecendo. Ele se limitou a dizer apenas que era no semi-árido, onde tem escassez de água em decorrência da seca. Alexandre Assunção revelou que dois ilícitos estavam

sob investigação sobre compra de votos, mas pelo menos outros sete estão sendo apurados pelo Ministério Público. "Isso, se comprovado, pode resultar em ações criminal e cíveis. O candidato pode ter o registro de candidatura cassa-

Lula entra em campanha a partir de 6 de agosto

E

m reunião de aproximadamente duas horas com dirigentes do PT e o candidato do partido à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu avaliação da situação eleitoral da sigla em todo o País e um levantamento de onde será preciso sua participação direta. Lula voltou do descanso de dez dias no interior de São Paulo, mas avisou a cúpula do PT que só estará 100% disponível a partir de 6 de agosto, quando fará um novo check uppara avaliar a recuperação após o tratamento do câncer na laringe. Segundo Haddad, apesar de estar se sentindo melhor, Lula só poderá se engajar nas campanhas com o aval dos médicos. "Estamos prevendo, a depender dos exames do dia 6, algumas atividades externas, como participação na apresentação do programa de

Heinch Aikawa/Instituto Lula

do, ter pena de multa e ainda ficar inelegível por até oito anos.", advertiu. Vale tudo – Ele se diz indignado com a compra indiscriminada de votos da população mais carente a qualquer preço, sem qualquer pudor

governo e de carreatas", revelou o candidato petista. Durante a reunião, os dirigentes listaram as cidades prioritárias para o partido, entre elas, Recife e Belo Horizonte "Em algumas capitais que ele estará presente, outras será por meio de depoimentos na TV", contou o deputado Edinho Silva, presidente do dire-

tório do PT em São Paulo. Na avaliação dos petistas, apesar de Haddad estar estacionado nas pesquisas de intenção de votos, é preciso aguardar o início da cobertura das campanhas pela TV, quando as redes de televisão farão a exposição diária dos candidatos e o eleitorado poderá conhecer o petista. (AE)

das inclusive pela Polícia Federal. Não vamos facilitar. Em alguns casos, já tem até condenação em primeira instância. Nossa missão é combater a corrupção e a compra de votos e vamos nisso até o fim", advertiu. (AE)

AGU quer impedir uso de nomes de órgãos públicos

A

Lula, com Fernando Haddad: à espera dos exames médicos.

"Tivemos notícias de compra de votos com material de construção, de pagamento de conta de energia, pagamento de conta de água e até o pagamento de contribuição previdenciária. As denúncias estão sendo apuradas e investiga-

AGU (Advocacia-Geral da União) vai recorrer à Justiça para impedir que candidatos a vereadores e prefeitos disputem as eleições municipais de outubro associando seus nomes aos de autarquias e fundações públicas federais. A finalidade é evitar o registro de nomes compostos como "Fulano do INSS", conforme o exemplo de um candidato a vereador da cidade de Boituva, no interior de São Paulo. Em nota divulgada ontem, a AGU, órgão que representa judicialmente a União, informa já ter identificado 210 casos de registros indevidos, número que ainda pode aumentar. Até o momento, o órgão mais mencionado é o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), com 93 registros. Em seguida vem a Funasa

(Fundação Nacional de Saúde), com 32 casos, o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) aparece com 23, o Instituto Nacional de Previdência Social, com 17, e o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Nacionais Renováveis), com 12 menções. Os nomes de universidades federais foram usados 15 vezes. Segundo a AGU, a Constituição Federal e a legislação eleitoral proíbem que os candidatos usem o nome, símbolos, frases ou imagens associadas ou semelhantes aos de entidades públicas em suas campanhas . A medida é uma forma de preservar as entidades públicas e evitar que os políticos se beneficiem com o uso de políticas públicas.

Na avaliação do sociólogo José Antonio Lavareda, especialista em marketing eleitoral, a medida é oportuna, embora indique outros problemas do sistema eleitoral brasileiro. "Para saber se a utilização do nome do órgão público é eficaz nós precisaríamos conhecer a origem do candidato. Se ele reside em uma área em que o órgão público tem uma atuação relevante, essa estratégia talvez faça sentido". "A medida da AGU é também mais uma demonstração do absurdo de nossa legislação eleitoral, que permite que candidatos associem seus nomes ao de políticos como o ex-presidente Lula ou da presidente Dilma, entre outros. E, nesses casos, não há o que possa ser feito", completou o sociólogo. (Agências)

Fábio Braga/Folhapress - 20.07.12

PSDB quer apuração de verbas para sites e blogs

D

epois de o candidato tucano à prefeitura da capital, José Serra, acusar PT de manter uma "tropa nazista" na web, a direção nacional do PSDB pediu que a ProcuradoriaGeral Eleitoral investigue o financiamento com dinheiro público de sites e blogs políticos. Segundo a representação do partido, a Caixa Econômica Federal, a Petrobras e o Ministério da Saúde estariam entre os patrocinadores de páginas de sites e blogs na web caracterizadas "por elogios excessivos ao PT e ao governo federal e por ataques à oposição".

Na sexta-feira, o tucano José Serra subiu o tom dos ataques ao PT. Afirmou que o partido adversário tinha tradição em "violação de sigilo", "espionagem" e "pancadaria". Ele também acusou a sigla de manter uma "tropa" para difamá-lo na internet e comparou sua atuação à da "SA nazista", milícia paramilitar que atuou na Alemanha e era ligada a Adolf Hitler. "Instrumento ilegal" – Os advogados da direção nacional tucana afirmam que as páginas na internet são usadas como "centrais de coação e difamação de instituições democráticas" e

SECRETARIA DA SAÚDE

José Serra: PT mantém uma "tropa nazista" na internet. como "instrumento ilegal de propaganda eleitoral". Os tucanos acusam especificamente os blogs Conversa Afiada, do jornalista Paulo Henrique Amorim, e o site do jornalista Luis Nassif,

de fazerem propaganda para candidatos apoiados pelo PT e defender os réus do mensalão. Segundo o PSDB, as duas páginas recebem recursos da Caixa Econômica Federal. (Agências)

DIVISÃOTÉCNICA DE SUPRIMENTOS - SMS.3 ABERTURA DE LICITAÇÕES Encontram-se abertos no Gabinete, os seguintes pregões: PREGÃO ELETRÔNICO 230/2012-SMS.G, processo 2012-0.095.964-3, destinado ao registro de preço para o fornecimento de ORLISTAT 120MG (XENICAL), NORTRIPTILINA, CLORIDRATO 75 MG (PAMELOR) E CARBAMAZEPINA CR 400 MG (TEGRETOL CR), para Atendimento de Determinações do Poder Judiciário, Ministério Público e ConselhosTutelares Ações Judiciais, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Grupo Técnico de Compras - GTC/Área Técnica de Ação Judicial, do tipo menor preço. A abertura/ realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 11 horas do dia 21 de agosto de 2012, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 1ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. PREGÃO ELETRÔNICO 239/2012-SMS.G, processo 2012-0.152.292-3, destinado ao registro de preço para o fornecimento de FITA ADESIVA MICROPOROSA BRANCA 25mm x 10m, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Grupo Técnico de Compras - GTC/Área Técnica de Material Médico Hospitalar, do tipo menor preço. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 11 horas do dia 23 de agosto de 2012, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 1ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. RETIRADA DE EDITAIS Os editais dos pregões acima poderão ser consultados e/ou obtidos nos endereços: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br; www.comprasnet.gov.br, quando pregão eletrônico; ou, no gabinete da Secretaria Municipal da Saúde, na Rua General Jardim, 36 - 3º andar -Vila Buarque - São Paulo/SP - CEP 01223-010, mediante o recolhimento de taxa referente aos custos de reprografia do edital, através do DAMSP, Documento de Arrecadação do Município de São Paulo. DOCUMENTAÇÃO - PREGÃO ELETRÔNICO Os documentos referentes às propostas comerciais e anexos, das empresas interessadas, deverão ser encaminhados a partir da disponibilização do sistema, www.comprasnet.gov.br, até a data de abertura, conforme especificado no edital.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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terça-feira, 24 de julho de 2012

ARMAS QUÍMICAS Consideradas armas de destruição em massa, elas têm sua produção e seu armazenamento proibidos por uma convenção vigente desde 1997.

nternacional Yazen Homsy/Reuters

O pesadelo das armas químicas Obama adverte Assad para não cometer o "trágico erro" na Síria, caso contrário, terá que prestar contas.

O

Igreja parcialmente destruída na cidade de Homs, palco de constantes bombardeios por parte das forças leais ao ditador sírio, Bashar al-Assad. Abdurrarhman Al Sherif/EFE

Liga Árabe oferece a Assad 'saída segura'

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secretário-geral da Liga Árabe, Nabil Elaraby, ofereceu ao presidente da Síria, Bashar al-Assad, uma "saída em segurança" para ele e para sua família, se o líder deixar o poder. Elaraby não deu detalhes de sua proposta à reunião de ministros das Relações Exteriores da Liga Árabe em Doha, no Catar, ontem. A Liga Árabe também prometeu US$ 100 milhões para

refugiados sírios em países vizinhos. O presidente da Tunísia, Moncef Marzouki, também ofereceu asilo a Assad em fevereiro, caso isso encerasse o conflito. Iraque – O primeiro-ministro do Iraque instruiu ontem as forças de segurança e o Crescente Vermelho a permitirem a entrada de refugiados sírios e dar suporte a eles, revertendo uma decisão anterior. (Agências)

Membros do Exército Sírio Livre reunidos nas proximidades de Aleppo

presidente dos EUA, Barack Obama, alertou ontem que o regime do presidente sírio, Bashar al-Assad, não deve cometer o "trágico erro" de utilizar armas químicas porque, caso contrário, terá que prestar contas à comunidade internacional. "Continuaremos deixando claro a Assad e a seus parceiros que o mundo está vigiando e que terão que prestar contas à comunidade internacional caso cometam o trágico erro de utilizar essas armas", disse Obama durante um discurso no fórum de veteranos de guerra em Reno (Nevada). O regime sírio ameaçou ontem recorrer a suas reservas de armas químicas e biológicas no caso de um possível ataque militar do Ocidente, apesar de dizer que não as usaria contra sua própria população civil. O líder americano reiterou o apoio do governo de Washington ao povo sírio para que tenha um "futuro melhor, livre do regime" de Assad. "Continuaremos trabalhando com nossos amigos e aliados e a oposição síria para chegar ao dia em que o povo sírio tenha um governo que respeite seus direitos básicos a viver em

paz, com liberdade e dignidade", prometeu Obama. ONU – O secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), Ban Ki-moon, afirmou que a comunidade internacional continuará seguindo com atenção a situação na Síria para prevenir contra o uso de armas químicas. Ele também advertiu que todos os países devem respeitar o não uso de armas de destruição em massa independentemente se são signatários de acordos ou convenções sobre o tema. O chefe da organização voltou a fazer um chamado às forças governamentais e da oposição para não usar a violência para solucionar a crise, que já dura 16 meses. Mais cedo, o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da Síria, Jihad Maqdisi, afirmou que essas armas só serão utilizadas em uma eventual interferência de forças internacionais na região. "Nenhuma arma química será utilizada na Síria, independente do que está acontecendo dentro do país", disse Maqdisi. "Essas armas estão vigiadas e armazenadas e não serão empregadas a menos que a Síria seja exposta a uma agressão externa", completou Maqdisi. (Agências)

Reuters

Apresentando uma expressão ora apática ora sonolenta, jovem que matou 12 no cinema vai ser formalmente acusado na próxima segunda-feira. Autoridades afirmam que James Holmes se recusa a cooperar. Ferdy Damman/EFE

Assistiu 'Batman' e pegou a estrada para matar ex-chefe

Atirador aparece. E não coopera.

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Holmes comparece à primeira audiência na Justiça

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atirador do Colorado compareceu ontem à Justiça. Foi a primeira audiência de James Holmes, 24, após ser acusado pelo massacre que matou 12 pessoas e feriu 58 na sexta passada. Ele vai ser formalmente acusado na próxima segunda-feira. Holmes estava estava de macacão vinho de prisioneiro, com o cabelo pintado de cor laranja e tinha uma expressão apática. Autoridades afirmaram que Holmes se recusa a cooperar e que pode levar meses para saber realmente o que o levou a atacar frequentadores de um cinema em Aurora, no Estado do Colorado, na sessão de estreia de Batman: O Cavaleiro das Trevas ressurge, à meia-noite. Carol Chambers, promotora-chefe do caso, disse que vai consultar sobreviventes e os parentes dos mortos antes de decidir se vai pedir pena de

morte para Holmes. O pedido de pena de morte só pode ocorrer 60 dias após a acusação formal do acusado. O jovem, que foi preso sem opor resistência no estacionamento do cinema, só não matou mais pessoas porque uma de suas armas travou, informou o jornal The Washington Post. Holmes usou um fuzil AR15, uma escopeta Remington e uma pistola automática Glock. Seu arsenal incluía mais de 3 mil balas para fuzil, 3 mil para duas pistolas Glock e 300 para uma escopeta. Além disso, a polícia precisou, com a ajuda de um robô, realizar uma "limpeza" em seu apartamento repleto de explosivos. Pacotes – De acordo com os agentes, o atirador do cinema recebeu pelo menos 50 pacotes nos últimos quatro meses em sua casa e na universidade onde fazia doutorado em neurociência. (Agências)

Pop star empunhando réplica de uma arma durante apresentação

Madonna e armas no show: controvérsia.

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cantora Madonna se apresentou sábado na capital escocesa, Edimburgo, e gerou mais controvérsia ao ignorar uma solicitação da polícia local para que não usasse durante a apresentação as armas que fazem parte de uma das coreografias da turnê MDNA. Os oficiais também aconselharam, sem sucesso, a pop star a não mostrar imagens de armas. O pedido aconteceu por

conta do massacre de sextafeira em Aurora, EUA. Madonna, no entanto, desafiou as autoridades e subiu ao palco com réplicas de uma pistola e de um rifle AK-47 nas mãos. Segundo um integrante da turnê, a cantora "cancelaria o show, mas jamais censuraria a própria arte. Durante toda sua carreira, ela lutou contra pessoas que lhe diziam o que fazer ou não. Não é agora que ela vai dar ouvidos a elas".

polícia do Maine, nos EUA, prendeu um homem fortemente armado que transitava em alta velocidade por uma rodovia levando recortes sobre o massacre de sexta-feira no cinema de Aurora, no Colorado. Ele disse ter visto o novo filme do Batman com uma pistola carregada, revelaram autoridades ontem. Timothy Courtois, 49 anos, foi parado no domingo, quando trafegava a 180 km/h. No seu carro, os policiais acharam um rifle AK-47, quatro pistolas e várias caixas de munição. Recortes – Os policiais também encontraram no carro vários recortes de jornal sobre a morte das 12 pessoas na madrugada de sexta-feira num cinema em Aurora. Courtois disse à polícia que assistiu ao filme no sábado à noite na cidade de Saco, no Maine, com uma pistola carregada na mochila e que na manhã de domingo estava indo para Derry (New Hampshire) com a intenção de balear um ex-patrão. (AE)

Ó RBITA

IRAQUE

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Itamaraty enviou ontem condolências ao Iraque e às famílias das vítimas da onda de atentados e tiroteios que deixaram 111 mortos desde domingo. Os ataques aconteceram dois dias após o início do Ramadã, o mês sagrado para o islamismo. Mais cedo, os EUA condenaram as ações, classificando-as de "covardes e censuráveis". O grupo xiita libanês Hizbollah também condenou as ações e acusou os serviços de inteligência estrangeiros, sem especificar um país específico, de dar incentivos a grupos armados para cometer atos de violência.


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9 RUA DAS NOIVAS Comércio localizado na tradicional "rua das noivas" deve ser beneficiado com a restauração do pátio do antigo seminário na região da Luz.

idades

Vida nova ao velho seminário na Luz

Pátio interno do Seminário Episcopal, que abriga a Igreja de São Cristóvão, está sendo restaurado. Local poderá receber desfiles de moda de vestidos de noiva. Fotos: Chico Ferreira/Luz

Ivan Ventura

Cor – Segundo Fernanda Baracatlapo, uma das arquitetas responsáveis pelo projeto de á onze anos foram restauro, a descoberta da cor concluídas as obras original só ocorreu porque uma de restauro da Igre- das paredes ainda conserva o ja de São Cristóvão, tom usado no século 19. "Fizelocalizada bem ao lado da Rua mos testes e chegamos à cor São Caetano, conhecida como usada naquele tempo", expli"rua das noivas" e próxima à ca. Todas as portas e janelas Pinacoteca do Estado. Até também passarão por um tra1905, a pequena e singela tamento especial. "Depois, vaigreja era apenas um anexo da mos instalar um piso novo e troprimeira escola para padres car o telhado. Um deles, inclusido Estado, o Seminário Epis- ve, está irregular. Vamos corricopal da Arquidiocese de São gir", explicou Fernanda. Desfiles – Todo esse trabalho Paulo. No ano passado, foi a vez desse espaço começar a de restauro não tem data para ficar pronto, embora o primeiro ser restaurado. Em 1856, quando foi inaugu- cronograma estabeleça como prazo final o rado, o semiprimeiro trinário ocupava mestre de u m q u a r t e i2 0 1 3 . T a mrão inteiro A restauração bém não foi próximo à Esdesse espaço é decidido sotação da Luz. bre o futuro do Com o tempo, importante. Todos espaço, mas parte do imóna região serão já se comenta vel foi demolibeneficiados, que o local red o o u d e sinclusive o ceberá evenmembrado comércio local. tos da igreja e em partes menores que PADRE JOÃO BENEDITO VILLANO d e s f i l e s d e vestidos de começaram a noiva, aproser alugadas para as atuais lojas de vestidos veitando a vocação comercial de noivas. Sobrou, então, um da região. Turismo – Independente do pátio que dá fundos para a igreja e as lojas de vestidos de noiva possível uso, o comércio devedas Ruas São Caetano e 25 de rá ser beneficiado, já que a Janeiro. É justamente este pátio área será aberta ao público e, muito provavelmente, será que está sendo recuperado. O primeiro problema da re- uma atração turística a mais forma foram os "puxadinhos" na região, já conhecida por construídos irregularmente seus equipamentos culturais – ao longo dos anos, nos fundos Museu da Língua Portuguesa, das lojas, e que descaracteri- Museu de Arte Sacra e a Pinazaram o antigo seminário. O coteca do Estado. pátio, que conserva a constru"A restauração desse espação em estilo neoclássico do ço é importante para a história antigo imóvel, estava tomado da região. Aqui foi a primeira por esses cômodos. escola para padres do Estado Uma das laterais do pátio já e abrigou ainda a primeira seestá praticamente pronta e de do colégio Marista Arquiserve como amostragem de diocesano até 1938. Todos na como ficará o espaço após a região serão beneficiados, insua inteira restauração. Cons- clusive o comércio local", distruída em taipa, a parede foi se o padre João Benedito Villarefeita e pintada de amarelo, no, responsável pela paróquia com detalhes em marrom. de São Cristóvão.

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Parede interna do pátio que abrigava o antigo Seminário Episcopal, no bairro da Luz: restauro do espaço revela preciosidades arquitetônicas.

Local pioneiro na formação religiosa

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expectativa na paróquia de São Cristóvão é que a obra de restauro do pátio não seja em ritmo semelhante ao da igreja. Iniciada em 1995, a reforma foi concluída apenas em 2001. A igreja era parte integrante do seminário da Arquidiocesano de São Paulo. Sua construção começou em 1853 e foi concluída três anos depois. Em 1906, o seminário se mudou para Pirapora do Bom Jesus e deu lugar para a primeira sede do colégio Marista Arquidiocesano (atualmente ao lado do Metrô Santa Cruz, na Vila Clementino).

Operários trabalham na recuperação do pátio interno do seminário, que poderá ser a nova atração da região

No final da estavam redécada de cobertos 30, com o por outras Foi a capela da d e s m e mcamadas de primeira escola de bramento tintas, voldo seminápadres e a primeira taram a ser rio, a igreja exibidos. sede do Marista. É se transforA torre e o muito importante mou na papróprio sino por sua relevância róquia de do espaço histórica. São Cristóreligioso fovão – o santo PADRE JOÃO BENEDITO VILLANO ram restauprotetor dos rados. A tormotoristas. re, bem deNos seis anos do trabalho teriorada, recebeu um reforde restauro, quase todas as ço na sua estrutura. áreas da igreja foram reforOutros detalhes recebemadas. Na capela, alguns ram uma valorização ainda desenhos sumiram e outros, maior, caso do altar-mor que que existiam no passado e seria o primeiro em estilo

neogótico no País. Sobre ele, outro tesouro: um dos anjos foi esculpido no século 19 e tem grande valor histórico. "É o tesouro da nossa igreja. É de grande valor, especialmente para a arte sacra", disse o padre João Benedito Villano, referindo-se ao anjo. Dez anos após o término, algumas rachaduras e bolhas na pintura já começam a aparecer. Mas nada que preocupe a igreja. "Foi a capela da primeira escola de padres e a primeira sede do Marista Arquidiocesano. Ela é muito importante por sua relevância histórica", completou o padre Villano. (I.V.)

Uma das paredes já foi restaurada e revela um pouco de como era o edifício na época da inauguração

Lotto: governo culpa "escalada da violência". Secretário de Segurança Pública disse que o crime ocorrido no sábado, no Itaim Bibi, "é um a mais na Capital". Família do bancário italiano morto chegou ao Brasil.

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secretário de Segurança de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto, lamentou ontem a morte do italiano Tomasso Lotto, de 26 anos, e afirmou se tratar de mais um crime dos vários que ocorrem na cidade. "É um a mais que ocorre na Capital. A gente lamenta e o Deic e o DHPP estão fazendo todas as investigações no sentido de elucidar esse crime", disse Pinto. E acrescentou: "Lamentavelmente é a escalada da violência". Lotto estava no carro de um amigo no sábado, um advogado espanhol que vive em São

J.Duran Machfee/Futura Press

Paulo desde setembro de 2011, quando ambos foram atacados por dois criminosos em uma motocicleta no cruzamento das avenidas 9 de Julho e São Gabriel, no Itaim Bibi, área nobre da zona sul. Com uma arma, eles bateram no vidro anunciado o assalto, mas Lotto não entendia português e tentou sair do veículo. Ele foi baleado no tórax, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Os dois criminosos fugiram em uma moto vermelha. Corpo – O corpo de Tomasso Lotto será enviado até o final desta semana para a Itália. Ontem de manhã, o Consulado da

Itália no Brasil ajudou a família com os trâmites legais. A vítima é da cidade de Vicenza, no Norte da Itália. O pai e a mãe da vítima estiveram durante a manhã no consulado, mas não quiseram falar com os jornalistas. "O lugar dos seus sonhos", é assim que o "Il Giornale di Vicenza", periódico da cidade natal de Lotto, descreve São Paulo para o italiano. Tanto o "Il Giornale di Vicenza" quanto o jornal "Corriere della Serra" destacaram que os assaltantes conseguiram fugir de moto em meio ao "labirinto" formado pelo trânsito "caótico" da cidade. (Agências)

Ao lado, familiares do italiano Tomasso Lotto chegaram ao Consulado da Itália em São Paulo, ontem de manhã. Corpo do bancário assassinado deve ser levado para a Itália.


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Brasil em contagem regressiva

Tércio Teixeira/AE

D Atletas sem patrocínio Atletas da seleção feminina de flag football, uma versão do futebol americano, reuniram-se ontem na avenida Paulista para pedir ajuda financeira aos motoristas e pedestres. Elas precisam de recursos para poder participar da Copa do Mundo da modalidade em agosto, na cidade de Gotemburgo na Suécia.

uas cerimônias oficiais colocaram os atletas brasileiros em contagem regressiva para o início da Olimpíada de Londres ontem: a passagem da tocha pelo centro de treinamento do Brasil na capital britânica, o Crystal Palace, e o hasteamento da bandeira do país na Vila Olímpica, onde ficam os atletas que não usam as instalações do centro de treinamento. Ontem, a presidenta Dilma Rousseff, que embarca para Londres hoje, lembrou que dos 259 brasileiros na Olimpíada, 111 recebem o Bolsa Atleta. Além de participar da abertura dos Jogos, a presidenta tem várias reuniões diplomáticas marcadas, entre elas uma com o primeiro-ministro britânico, James Cameron, e com a rainha Elizabeth II.

Jonne Roriz/AE

Atletas durante a cerimônia de hasteamento da bandeira brasileira na Vila Olímpica, em Londres, ontem.

Franklin de Freitas/Folhapress

E SPAÇO C AFÉ

Morre a astronauta Sally Ride Jason reed/Reuters

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A astronauta Sally K. Ride morreu ontem, aos 61 anos, em La Jolla, nos EUA, após lutar contra um câncer no pâncreas. Em 1983, Sally se tornou a primeira mulher norteamericana no espaço, a bordo do ônibus espacial Challenger. Após essa viagem histórica, Sally voltou ao espaço em 1984, na missão STS-41G. Ela deixou a Nasa em 1989. Em 2001, fundou sua empresa, a Sally Ride Science.

BELEZA - O Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, Paraná, foi eleito um dos 20 museus mais bonitos do mundo pelo site norte-americano 'Flavorwire'. O museu, que completa dez anos em 2012, é a única instituição latino-americana a entrar no ranking que traz, entre outros, o Museu do Louvre, em Paris. C RIATIVIDADE

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11 PEUGEOT Montadora ganha apoio do governo Francês para plano de reestruturação.

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TRANSPORTE A Comil, produtora de ônibus, vai construir fábrica em Lorena (SP).

Fotos de Zé Carlos Barretta/Hype

A medida (da Anatel) foi pouco até, pelos problemas que a gente enfrenta. O pior é que não vai mudar nada. HERALDO LOPES, CLIENTE

Loja da Claro, no Centro, anuncia a venda de chips, mas, segundo empresa, novas linhas não foram comercializadas.

Desinformação marca o 1º dia da punição às operadoras de celular Em São Paulo, onde apenas a Claro não pode vender chips, consumidores mostraram-se em dúvida sobre produtos da Oi e até da Vivo. Karina Lignelli

N Se o serviço é ruim, é fundamental ter a opção de mudar. O consumidor precisa ser respeitado. CÉLIA MARCELINO, CLIENTE

Para Amato, medida cercea o consumidor.

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presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato, criticou ontem a decisão da Agência Nacional de Telefomunicações (Anatel) de suspender as vendas de chips das operadoras Claro, TIM e Oi. "A decisão da Anatel, de proibir as operadoras de celulares de comercializarem seus produtos, não se afigura como a melhor forma de proteger os consumidores, pois esses não terão nenhum benefício com a medida, e estarão cerceados em seus direitos de decisão", disse Amato. A medida, segundo ele, gera incerteza no mercado, uma vez que parece refletir tendência de intervencionismo. "O diálogo entre todas as partes envolvidas parece ser o melhor caminho para solucionar um problema que resulta do sucesso da privatização do setor de telecomunicações. (Leia mais sobre a posição do presidente da ACSP em artigo na página 2)

o primeiro dia da proibição da venda de chips da Claro em São Paulo pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o comércio paulistano sentiu os primeiros impactos da medida. Em lojas da operadora no Centro da Capital, o movimento era escasso ontem à tarde. Vendedores avulsos de chips das quatro operadoras, figuras que circulam pela região central diariamente, "oferecendo seu peixe" em altos brados, não foram avistados ontem nas ruas. O gerente de uma loja autorizada Claro, que preferiu não se identificar, reclamou da queda brusca do movimento, segundo ele entre 20% e 30%, assim que as notícias sobre a

decisão foram divulgadas. "A medida foi boa para o cliente, mas ruim para o comerciante. O problema do atendimento do call center acabou refletindo em quem veste a camisa da marca só para vender linhas e aparelhos", disse. Para driblar o problema, a loja anunciava na vitrine promoções na venda de celulares com parcelamento em mais vezes, dependendo dos modelos. Torpedos – Na mesma unidade, havia um exemplo das divergências entre loja e call center. O técnico em ótica Heraldo Lopes, cliente da operadora, reclamou da cobrança indevida de um pacote de torpedos, e da longa espera pelo estorno. Sem contar, segundo ele, que o sinal não pega no bairro em que mora, na Zona Sul. Foi orientado a procurar a Central de Atendimento da

A medida foi boa para o cliente, mas ruim para o comerciante. Acaba refletindo em quem veste a camisa da marca. GERENTE DE LOJA CLARO

operadora Claro, já que comerciantes não são autorizados a lidar com esse tipo de demanda. "A medida (da Anatel) foi pouco até, pelos problemas que a gente enfrenta. E o pior é que eu acho que não vai mudar coisa nenhuma", lamentou Lopes. Dono de uma banca de jornal em frente à BM&FBovespa, Ricardo Guerreta também

sentiu queda na procura por chips, e não só da Claro, mas da TIM, Oi e Vivo. "Se vendíamos 100 no mês, acredito que em julho serão só uns 50", disse. "Todo mundo reclama dos serviços de todas as operadoras quando vem comprar o chip, por isso sinto que a procura vem caindo até mesmo antes da Anatel anunciar a proibição. No fim, a medida vai impactar as quatro, já que todas têm problemas com a qualidade", acrescentou. Desinformação – Em três lojas da Oi e em uma autorizada da Vivo – a única operadora que não foi proibida pela Anatel de vender chips nos estados –, vendedores foram unânimes em afirmar que, apesar de não terem sentido diferença no movimento, há muita desinformação por parte dos consumidores. "Muitos perguntam se con-

Bancas mantêm venda de chips

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pesar de proibida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a venda de chips da TIM para celulares continuou sendo feita ontem no Distrito Federal (DF) e no Rio de Janeiro. Situação similar foi identificada em São Paulo, onde está proibida a venda de chips e modem da Claro. A exceção foi Curitiba, onde as bancas de jornais não comercializaram chips da TIM, cuja venda está proibida no Paraná. Das 13 bancas de jornal visitadas por equipes da Agência Brasil no Plano Piloto, área central de Brasília, pelo menos seis mantinham a venda da TIM. Alguns comerciantes chegaram a argumentar que a compra estaria liberada porque "a proibição vale apenas para o plano pós-pago ou para a criação de novos números, não afetando os chips pré-pagos que já estavam em circulação antes da determinação da Anatel". "Essa informação é falsa”, garantiu o diretor-geral do Procon-DF, Oswaldo Morais. "Quem comprar esses chips e modem terá problema porque não conseguirá habilitar o serviço." Se uma banca de jornal ou qualquer outro comércio vender um chip de empresa

André Dusek/AE

e serviços de dados" e que programou seus sistemas de tecnologia para "garantir que nenhuma ativação seja realizada, mesmo em algum eventual caso em que o chip seja comercializado por revenda indireta". Mais cedo, a Justiça Federal de Brasília negou o pedido de liminar da operadora TIM contra a suspensão das vendas. Itália – O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, confirmou ontem que a Embaixada da Itália ligou para o ministério. Segundo Bernardo, o secretário executivo César Alvarez foi orientado a responder que o processo "não tem nada a ver com a diplomacia". "Isso é um problema do consumidor brasileiro com as empresas", disse Bernardo. Ele confirmou que o presiden-

Falta de regras atrapalha setor, diz sindicato.

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Tânia Rêgo/ABr

O presidente da Claro, Carlos Zenteno (à esq.), na sede da Anatel, e loja da TIM em Brasília. cujas vendas estejam interrompidas no estado – o caso da Claro em três estados, da TIM em 18 e no Distrito Federal e da Oi em cinco estados –, a operadora não poderá habilitar a linha, sob pena de pagar multa de R$ 200 mil por dia, conforme a Anatel. Camelô – Ontem, repórteres do portal G1 constataram também a oferta de chips em revendas e camelôs de nove estados do País. Segundo reportagem, no Espírito Santo foi possível comprar chip em uma revenda da TIM, e em Sergipe um vendedor ambulante vendia novas linhas pré-pagas da Claro por R$ 10. Em nota, a TIM afirmou que "instruiu toda equipe de vendas em 18 estados e no Distrito Federal sobre a suspensão da habilitação de novas linhas

tinuamos vendendo. Teve até quem disse que recebeu a informação de que nenhuma operadora poderia comercializar chips", afirmou a vendedora de loja da Oi, Kátia Santos, que sentiu que sua unidade "faturou até mais" no fim de semana antes do início da proibição. "Acho que deveria haver uma divulgação melhor dessa medida, porque no fim das contas quem acaba prejudicado é o vendedor", comentou Kátia. A operadora de telemarketing Célia Marcelino, ex-cliente Claro e, a partir de ontem, ex-cliente Vivo – já que estava fazendo portabilidade para a Oi –, elogiou a medida da Anatel. "Se o serviço é ruim, é fundamental usar essa opção de mudar", disse ela. "Essas empresas têm que entender que o consumidor precisa ser respeitado", acrescentou.

te da Telecom Itália – que controla a TIM –, Franco Barnabé, planeja visitar o País. A Claro também se manifestou sobre as denúncias. Em nota, informou que todos os canais da empresa foram avisados da suspensão da habilitação de novas linhas nos estados de São Paulo, Sergipe e Santa Catarina. Ontem, o presidente da Claro, Carlos Zenteno, teve reunião em Brasília com a direção da Anatel. Apesar de elogiar o trabalho apresentado por Zenteno, o superintendente de serviços privados da agência, Bruno Ramos, disse que a decisão do órgão de suspender as vendas da companhia dificilmente poderá ser revertida nesta semana. "A Claro mostrou que trabalha com afinco para cumprir as determinações". (Agências)

falta de uma legislação nacional regulando a instalação de antenas agrava o plano de expansão das empresas de telefonia celular e faz com que aumentem as reclamações dos usuários nos Procons e na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), segundo o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móveis Celular e Pessoal (Sinditelebrasil). As queixas dos clientes foram a principal razão para a Anatel suspender a venda de chip e modem da Claro, TIM e Oi. Para o presidente do sindicato, Eduardo Levy, é necessário uma lei federal que estipule quais são as competências dos municípios dentro das normas de instalação das antenas e o que cabe à Anatel. Segundo ele, é responsabilidade do município normatizar o uso do solo, mas a potência das antenas e a posição de transmissores "é assunto federal". "O País é muito burocrático", disse, e lento nas decisões na área de infraestrutura. (ABr)


12 -.ECONOMIA

DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 24 de julho de 2012


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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e Crise multiplica microempreendedores O que ocorre por aqui em SP é um bom indício do que se passa no Brasil. Alexandre Aniz, vice-presidente da Jucesp

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Os Microempreendedores Individuais (MEIs) puxaram expansão de 27,5% na abertura de empresas no semestre. Sem eles haveria queda de 6,5%. Renato Carbonari Ibelli

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o longo do primeiro semestre foram constituídas 274 mil empresas no Estado de São Paulo, número 27,5% superior ao registrado em igual período do ano passado. Os Microempreendedores Individuais (MEIs) puxaram esse saldo. Do total das empresas abertas entre janeiro e junho, 179.143 , o equivalente a 65%, se enquadraram nesse modelo. Por outro lado, quando os MEIs são excluídos dessa conta, observa-se queda de 6,5% no registro de empresas no período. Os dados são da Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp). Ou seja, os dados mostram que o aumento na criação de empresas é resultado do avanço da formalização, não do momento econômico favorável para os empresários. Para Alexandre Aniz, vicepresidente da Jucesp, o resultado obtido ao se desconsiderar os MEIs é mais um sinal de

que a economia está reduzindo o ritmo. “Como o Estado de São Paulo representa 45% do total dos registros de empresas do País, o que ocorre por aqui é um bom indício do que se passa no Brasil”, diz Aniz. O número de empresas abertas tende a caminhar em consonância com o desempenho da economia. Sem considerar os MEIs, entre 2008 e 2009, quando a crise econômica mundial chegou ao Brasil, as empresas abertas no Estado de São Paulo caíram de 189,9 mil para 188,5 mil. Já no ano seguinte, em 2010, com o inicio da recuperação, foram abertas 196,6 mil empresas. Em 2011, com a economia em ritmo mais acelerado, foram abertas 202,8 mil. Ainda segundo o vice-presidente da Jucesp, a redução na abertura das empresas tradicionais verificada no primeiro semestre de 2012 soma-se a outros sinais de desaquecimento econômico, “como a diminuição da emissão de licenças ambientais, que aponta que a expansão da indústria

de base está menor”. Já os números dos MEIs destoam dentro do quadro econômico pouco favorável. Entre janeiro e junho deste ano, foram registrados 179.143 MEIs pela Jucesp, na comparação com os 114.397 de igual período do ano passado. O aumento no número de MEIs é uma tendência. “A formalização é um instrumento importante em períodos de economia fraca. Ao se formalizar, o empreendedor tem mais acesso ao crédito e, como passa a ter a capacidade de emitir nota, fica mais fácil fechar negócio com outras empresas”, explica Aniz. O MEI, figura jurídica constituída em 2009, foi criado jus-

tamente para facilitar a entrada dos empreendedores no mundo legal ao isentá-los de praticamente todos os tributos. Eles podem exercer suas atividades pagando ao governo um valor máximo de R$ 37,10 por mês. Outro dado da Jucesp que chama a atenção é o número

Empregos atingem pior nível desde 2009 Ministério do Trabalho afirma que foi o pior mês para conseguir trabalho desde o auge da crise internacional

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geração de emprego com carteira assinada no País sofreu mais um baque em junho. O saldo de contratações ficou 53% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado. A desaceleração da economia foi apontada por analistas como a principal causa do desempenho. Ainda assim, especialistas acreditam que o mercado de trabalho vai reagir. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), descontadas as demissões, foram contratados 120.440 pessoas no mês passado, o pior resultado para meses de junho desde 2009, quando o Brasil vivia o auge da crise financeira internacional. Em junho de 2011, o saldo havia sido de 255,4 mil postos de trabalho abertos. A geração líquida de empregos no primeiro semestre foi de 1,05 milhão de vagas, exatamente a metade do resultado de todo o ano de 2011. Grande parte desse número veio da área de serviços, com a contratação de 469,7 mil postos a mais do que demissões. A construção civil foi a segunda maior empregadora no período, com saldo líquido de 205,9 mil novos postos, e o setor agrícola, com 135,4 mil empregos. Com clara perda de vigor em relação a seu histórico, a indústria da transformação apresentou um saldo de 134 mil novas vagas formais na

Lei das Cotas completa 21 anos hoje

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Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho (SERT) do Estado de São Paulo realiza hoje, no Pátio do Colégio, um ato para comemorar os 21 anos da Lei das Cotas, com a participação de artistas e lideranças do setor. O evento acontece das 10h às 14h. Estandes de órgãos públicos estarão especialmente montados no local para esclarecer sobre direitos e serviços aos portadores de deficiência. A Lei das Cotas (artigo 93, da Lei 8.213) determina às empresas com 100 ou mais funcionários que destinem de 2% a 5% dos seus postos de trabalho a pessoas com deficiência. A legislação ajudou a diminuir preconceitos, melhorar o acesso aos postos de trabalho e estimular a busca por capa-

Sebastião Moreira/AE

Foram contratadas 120.440 pessoas no mês de junho, a maioria na área de serviços e construção civil. primeira metade do ano. Já o comércio apresentou um resultado mais modesto, com geração de 56,1 mil postos com carteira assinada na primeira metade do ano. O Caged revelou ainda que os salários médios de admissão no primeiro semestre deste ano registraram aumento real, já descontada a inflação, de 5,90% na comparação com a primeira metade de 2011, passando de R$ 946,79 para R$ 1.002,64. O crescimento foi de 44,62% quando levado em conta o salário de R$ 711,51 pago, em média, no primeiro ano do governo Lula (2003). Análise – A retomada da atividade deve ter reflexos para o emprego a partir de setem-

de Empresas Individuais de Responsabilidade Limitada (Eirelis) registradas no semestre, que somaram 5.889. Esse modelo surgiu no início do ano e havia dúvidas em relação a sua abrangência, uma vez que as exigências para sua constituição foram consideradas demasiadas. Para registrar uma empresa com Eireli, é preciso dispor de capital social integralizado equivalente a 100 vezes o valor do salário mínimo vigente, que hoje é de R$ 622. Ou seja, seria preciso R$ 62,2 mil. Ainda assim, o número de Eirelis constituídas no semestre pode apontar que as vantagens dessa categoria superam os entraves. Esse modelo permite que o empresário constitua a empresa sem a necessidade de um sócio. Além disso, o modelo permite separar o patrimônio do negócio do patrimônio pessoal, sendo que as obrigações empresariais ficarão limitadas ao capital social integralizado à Eireli, preservando o patrimônio pessoal do empresário.

bro, segundo o economista da LCA Consultores Caio Machado. "O emprego está chegando em um vale e deve voltar a acelerar", afirmou. A mesma opinião tem o professor de economia do Ibmec, Mauro Rochlin. "Os juros estão em processo de queda e sinalizam para empresários um ambiente melhor para o investimento", disse. Além disso, ele acredita que o governo federal está "mais empenhado" em aumentar os investimentos. "O investimento público andou devagar no primeiro trimestre por culpa do próprio governo, que não tem sido competente para gastar. Mas agora está tão empenhado na retomada do crescimento que terá mais disposição para gas-

tar, puxando também o investimento privado." Salários – Para Machado, da LCA, o aumento médio real nos salários em junho sofreu influência do reajuste do salário mínimo no início do ano e de "condições favoráveis do mercado como um todo". Essa alta, no entanto, não é preocupante. "O aumento nos salários ainda não é fator de grande preocupação. A não ser que a economia siga fraquejando, porque aí haverá aumento de custo de produção", disse. "Pode ser que estejamos vendo um crescimento do emprego baseado em alguma qualificação. Mas os dados divulgados não nos permitem comprovar essa hipótese", declarou Rochlin. (AE)

citação. A despeito desses benefícios, a lei teria atingido apenas 25% de sua meta, com atuais 306 mil pessoas com deficiência formalmente empregadas no Brasil – o que equivale a 0,7% dos empregos formais do País. Aproximadamente 223 mil vagas foram preenchidas com base na Lei das Cotas. Se as empresas cumprissem a legislação, o total de pessoas com deficiência física empregadas chegaria a 900 mil. Ao todo, essa população representa atualmente mais de 45 milhões de habitantes, afirma o secretário Estadual do Emprego e Relações do Trabalho, Carlos Ortiz. "Mais de 90% das pessoas com deficiência não nasceram nesta condição, adquiriram ", diz ele. (DC)

PREFEITURA MUNICIPAL DE PEREIRA BARRETO/SP

Pregão n° 017/2012 - Processo n° 3669/2012 RERRATIFICAÇÃO AO EDITAL A Prefeitura de Pereira Barreto-SP leva ao conhecimento de quem possa interessar, que o Processo supraepigrafado sofreu a seguinte rerratificação: a) Fica redesignada, para às 09h00min do dia 31 de julho de 2012, a Sessão Pública do Pregão em epígrafe; b) Demais cláusulas e condições permanecem inalteradas. Pereira Barreto-SP, 23 de julho de 2012. Arnaldo Shigueyuki Enomoto - Prefeito

FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 23 de julho de 2012, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: Companhia das Américas de Distribuição Ltda. Requerido: CMF Comércio de Acessórios Industriais Ltda. Avenida Cabrália Paulista, 51 – Cidade Patriarca - 1ª Vara de Falências. Requerente: Carvajal Informação Ltda. Requerido: Osaka Desentupidora e Dedetizadora Ltda. Rua Manoel Soares Sebastião, 172 – Jardim Marabá (Zona Sul) - 1ª Vara de Falências. Recuperação Judicial Requerente: Penta Technologies do Brasil Ltda. Requerido: Penta Technologies do Brasil Ltda. Avenida Professor Vicente Rao, 1.636 – Jardim Petrópolis - 1ª Vara de Falências.

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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terça-feira, 24 de julho de 2012

e Bradesco lucra 2,5% mais no semestre Antes limitado a 60 meses, o prazo do Construcard foi estendido para até 96 meses, com opção de seis meses de carência para a execução das obras.

conomia

Aumento da inadimplência de grandes empresas, no entanto, desagradou investidores e as ações PN do banco tiveram queda de 4,78% na bolsa. Divulgação

Rejane Tamoto

O

Bradesco teve um lucro líquido contábil de R$ 2,833 bilhões no segundo trimestre deste ano, alta de 1,4% em relação ao período de janeiro a março. No semestre, o banco lucrou R$ 5,626 bilhões, aumento de 2,5% sobre a primeira metade de 2011. No semestre, o retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio foi de 20,6%, menor do que os 23,2% dos primeiros seis meses de 2011. Na opinião do presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, "a trajetória de redução da taxa básica de juros (Selic) deve contribuir para a redução do índice de inadimplência até o final do ano". Apesar do resultado positivo do balanço, o percentual de atraso de mais de 90 dias nos pagamentos das grandes empresas saltou de 0,4% do total nos primeiros três meses do ano para 0,9% no segundo trimestre. A notícia foi mal recebida pelo mercado e as ações preferenciais do Bradesco recuaram 4,78% ontem, com o segundo maior volume da bolsa. O recuo superou a própria queda do índice da bolsa (Ibovespa), de 2,14%. Nos segmentos de pessoa física (6,2%) e pequenas e médias empresas (4,2%), o indicador permaneceu estável nos últimos dois trimestres. Cappi lembrou que o aumento nos atrasos de grandes empresas não é preocupante, atribuindo o movimento a uma mudança de patamar do dólar, o que criou um ônus e a necessidade de as companhias mudarem o perfil de seu endividamento. Cappi afirmou que as atuais provisões (reservas) do banco para devedores duvidosos são suficientes para cobrir 177,4% do crédito total com atraso superior a 90 dias e

A trajetória de redução da taxa básica de juros deve contribuir para a redução da inadimplência até o final do ano. LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPI, PRESIDENTE DO BRADESCO

Bradesco revisou para baixo estimativas para crescimento de crédito neste ano: agora espera alta entre 14% e 18%. 144% do total vencido em prazo maior que 60 dias. Projeções – O presidente do banco afirmou que o crédito deve continuar crescendo, mas as projeções foram revisadas para baixo. A estimativa de alta para este ano é de 14% a 18%, com perspectiva de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) ao redor de 2%. No início do ano, quando a ex-

pectativa era de uma alta do PIB de 4%, a projeção para o crédito era de elevação de 18% a 22%. O banco encerrou o mês de junho com uma carteira de crédito total de R$ 364,963 bilhões, um aumento de 14,1% em relação ao fim de igual mês de 2011. As operações com pessoas físicas somaram R$ 112,2 bilhões, um crescimento de

9,1% sobre junho do ano passado, enquanto o volume de operações para empresas foi de R$ 252,7 bilhões, expansão de 16,5% ante junho de 2011. De acordo com o executivo, a expectativa é de retomada do aquecimento da economia no próximo semestre e de que o banco continue oferecendo uma rentabilidade ao redor de 20%, com base em um crescimento orgânico e sustentável. Neste ano, o Bradesco vai investir R$ 5 bilhões em tecnologia, infraestrutura e modernização de redes de atendimento e equipamentos. "Já começamos a perceber melhoria nos indicadores de eficiência", afirmou Cappi. O índice de eficiência da instituição financeira recuou para 42,4% no fim do primeiro semestre deste ano, contra 42,7% em junho de 2011. Quanto menor o indicador, mais eficiente é a operação de um banco. O diretor-executivo e de Relações com Investidores do

banco, Luiz Carlos Angelotti, lembrou que a inauguração de 1,1 mil agências ampliou a capacidade de distribuição dos produtos, o que deve ajudar a melhorar o volume de operações do banco. "A base cresceu em 5 milhões de clientes nos últimos 12 meses. As novas agências estão trazendo resultado e isso tem um impacto positivo nos serviços", afirmou Angelotti. As receitas de serviços foram de R$ 4,281 bilhões, crescimento de 4% no trimestre e de 15,7% nos 12 meses encerrados em junho. No grupo de seguros, o destaque foi o de vida e previdência, com alta de 34,5% nas contribuições sobre o trimestre anterior e de 23% nos 12 meses encerrados em junho. "No segmento, a comercialização cresceu para as pequenas e médias empresas, que usam o produto para reter talentos", disse o diretor-presidente do Grupo Bradesco Seguros, Marco Antonio Rossi.

Notas novas dificultam falsificação Dida Sampaio/AE

Paula Cunha*

A

partir dos próximos dias, deve ser menos provável, para a população e para o comércio, receber cédulas de R$ 10 e R$ 20 falsificadas. O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, apresentou ontem as novas notas, que foram produzidas com o mesmo papel usado no euro, que dificulta a falsificação. As marcas d'água são mais evidentes nessas cédulas, que fazem parte da segunda família do real. Para fabricá-las, a Casa da Moeda precisou modernizar seu maquinário, de forma a permitir a impressão de mais detalhes gráficos e a inclusão de novos dispositivos de segurança.

O chefe do departamento de Meio Circulante do BC, João Sidney Figueiredo, informou que as novas notas estarão disponíveis nas capitais brasileiras a partir de amanhã e, nos dias seguintes, nas demais cidades. De acordo com ele, os cidadãos também já podem trocar as cédulas antigas pelas novas nos guichês de troca nas representações do BC nos estados. "É importante que a população faça sua parte, aprendendo a identificar a autenticidade das notas de real. Passamos de oito para 26 cédulas per capita. Por isso, é bem razoável que cada brasileiro conheça sua nota", observou. As novas famílias de cédulas de R$ 2 e R$ 5 serão lançadas no ano que vem.

Alexandre Tombini, presidente do BC: cédulas ficam mais seguras. A novidade foi bem recebida pelo economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) Emilio Alfieri. Ele destacou alguns pontos positivos das novas notas, como as marcas d'água de mais fácil iden-

tificação e os tamanhos diferentes, que ajudam os consumidores com deficiência visual. As novas cédulas de R$ 20 medem 14,2 cm por 6,5 cm e as de R$ 10 têm 13,5 cm por 6,5 cm. (*Com AE)

Juro menor no Construcard

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Caixa Econômica Federal anunciou ontem a redução das taxas de juros e a ampliação do prazo do Construcard, linha de financiamento para compra de materiais de construção. Com a nova redução, a taxa mínima do Construcard passa de 1,96% para 1,4% ao mês, e a máxima, de 2,35% para 1,85% ao mês, dependendo do prazo. Antes limitado a 60 meses, o prazo de pagamento do produto foi estendido para até 96 meses, com opção de seis meses de carência para execução da obras. As alterações no Construcard ocorrem em meio ao fraco desempenho das vendas de materiais de construção.

Os resultados ruins fizeram com que as associações que representam o varejo e a indústria de materiais diminuíssem suas projeções de crescimento das vendas para 2012. Segundo essas entidades, o principal entrave estava nas condições de crédito pouco atrativas para famílias comprarem materiais para obras residenciais. "Vamos dar às famílias condições muito mais atrativas para construir ou reformar sua casa", afirmou, em nota, o presidente da Caixa, Jorge Hereda. Segundo a Caixa, o Construcard atendeu a 1,2 milhão de famílias nos últimos cinco anos, com volume de cerca de R$ 15 bilhões. (AE)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 24 de julho de 2012

ECONOMIA/LEGAIS - 15

Fischer S.A. - Agroindústria C.N.P.J. 52.311.529/0001-20 Relatório da Administração: Senhores acionistas: Em cumprimento às determinações legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas., o Balanço Patrimonial e as correspondentes demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e das origens e aplicações de recursos das atividades operacionais do exercício findo em 31 de dezembro de 2006 e as respectivas Notas Explicativas de forma resumida, ficando a disposição para os esclarecimentos necessários, inclusive para apresentação das Demonstrações Financeiras e notas explicativas na íntegra, bem como o parecer dos auditores independentes. Ativo Circulante Caixa e bancos Títulos e valores mobiliários Contas a receber Estoques Partes relacionadas Tributos a recuperar Despesas pagas antecipadamente Demais contas a receber Não circulante Realizável a longo prazo Tributos a recuperar Tributos diferidos Depósitos judiciais Demais contas a receber Permanente Investimentos Imobilizado Total do ativo

2006 – – – – – – – – –

2005 755.304 1.858 37.194 7.048 611.784 62.720 25.361 3.048 6.291

279.860 406.065 272.142 285.865 7.718 108.428 – 9.709 – 2.063 – 905.315 – 320.187 – 585.128 279.860 2.066.684

Em 31 de dezembro de 2004 Prejuízo do exercício Em 31 de dezembro de 2005 Integralização de capital Prejuízo do exercício Red. de cap. decor. de cisão parcial Em 31 de dezembro de 2006

Capital Prejuízos social acumulados Total 749.506 (126.968) 622.538 – (40.009) (40.009) 749.506 (166.977) 582.529 23 – 23 – (44.834) (44.834) (329.899) – (329.899) 419.630 (211.811) 207.819

1. Contexto operacional: A empresa tem como atividade preponderante a formação e exploração de lavouras de laranja, produção de suco concentrado e não concentrado de laranja, bem como seus subprodutos. As operações da empresa são realizadas no contexto do Grupo Fischer, na qual parte substancial de seus produtos acabados é armazenada nos “tank farms" da investida Citrosuco Serviços Portuários S.A., e as vendas são substancialmente destinadas ao mercado externo e realizadas por intermédio da empresa ligada Citrosuco Trading N.V., cujo transporte marítimo é efetuado por navios de propriedade de outras empresas ligadas. Em 1º de maio de 2004, a empresa teve sua denominação social alterada de Citrosuco Paulista S.A. para Fischer S.A. Agroindústria, bem como incorporou a sociedade ligada Fischer S.A. Agropecuária. O objetivo dessa incoporação foi a racionalização e obtenção de economia de escala administrativa e operacional, principalmente em função da concentração das atividades de produção de laranja com as atividades de industrialização de suco de laranja. Adicionalmente, como parte da referida incorporação, a empresa passou a ser controladora da Fischer Sucos Indústria e Comércio Ltda., a qual dedica-se a produção de suco de maçã. 2. Principais práticas contábeis: As presentes demonstrações financeiras foram aprovadas pela administração da empresa em 30 de março de 2007. As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, com base nas disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações.

2006 50.595 – – – – 42.927 – – 7.668 –

Passivo e patrimônio líquido Circulante Fornecedores Financiamentos Salários e encargos sociais Impostos e contribuições a recolher Adiantamentos de clientes Partes relacionadas Provisão para contingências Contas a pagar Demais contas a pagar Não circulante Exigível a longo prazo Financiamentos Tributos diferidos Contas a pagar Patrimônio líquido Capital social Prejuízos acumulados Total do passivo e patrimônio líquido

2005 558.564 123.647 232.339 12.975 5.712 46.932 25.448 24.762 85.513 1.236

21.446 925.591 – 818.965 9.131 84.764 12.315 21.862 207.819 582.529 419.630 749.506 (211.811) (166.977) 279.860 2.066.684

Na elaboração das demonstrações financeiras é necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações financeiras da empresa incluem, portanto, estimativas referentes a determinações das vidas úteis do ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, provisões para imposto de renda e outras similares. Os resultados reais podem apresentar variações em relação às estimativas. (a) Apuração do resultado: O resultado é apurado pelo regime de competência. Os tributos diferidos foram reconhecidos considerando as alíquotas vigentes para o imposto de renda e contribuição social sobre os prejuízos fiscais, bases negativas da contribuição social e as diferenças temporárias, na extensão em que sua realização seja provável. (b) Ativos circulante e realizável a longo prazo: A provisão para créditos de realização duvidosa é constituída tendo por base a análise dos créditos vencidos, para os quais existam dúvidas com relação a sua efetiva realização, cujo montante é considerado suficiente para cobrir perdas na realização das contas a receber. Os estoques são demonstrados ao custo médio das compras ou de produção, inferior aos custos de reposição ou aos valores de realização e incluem os gastos com transporte dos produtos acabados até o local de armazenagem, bem como os gastos com a armazenagem desses produtos. Os adiantamentos a fornecedores de matéria-prima são demonstrados ao custo. Os estoques de bovinos para corte são valorizados ao custo de formação. Os demais ativos são apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos, as variações cambiais e monetárias auferidos e provisões para perdas na realização desses ativos que são constituídas com base na análise das expectativas de sua efetiva realização. (c) Ativo permanente: Demonstrado ao custo corrigido monetariamente até 1995, combinado com os seguintes aspectos: • Participações em sociedades controladas, avaliadas pelo método de equivalência patrimonial, mais ágio a amortizar pelo prazo de dez anos, a partir da data em que os benefícios começam a ser produzidos. • Investimentos permanentes avaliados pelo método de custo de aquisição, menos provisão para perdas permanentes, quando aplicável. • Depreciação dos bens do imobilizado, calculada pelo método linear, às taxas anuais permitidas pela legislação. (d) Passivos circulante e exigível a longo prazo: São demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações cambiais e monetárias incorridos.

Maria do Rosário Fischer - Presidenta Bianca Helena Fischer de Moraes - Conselheira

Alessandra Fischer de Souza Santos - Conselheira

Ana Luisa Fischer Macondes Ferraz - Conselheira

Renata Fischer Fernandes - Conselheira

Receita operacional bruta Mercado externo Mercado interno Serviços prestados Deduções da receita bruta Receita líquida das vendas e serviços prestados Custos dos prod. vendidos e dos serv. prestados Lucro (prejuízo) bruto Receitas (despesas) operacionais Despesas com vendas Despesas gerais e administrativas Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas Prejuízo operacional antes das participações societárias e do resultado financeiro Resultado de participações societárias Participação em sociedades controladas Amortização de ágio Resultado financeiro Variação cambial, líquida Despesas financeiras Receitas financeiras Prejuízo operacional Receitas (despesas) não operacionais, líquidas Prejuízo antes do IR e da contribuição social Imposto de renda e contribuição social diferidos Prejuízo do exercício Prej. p/lote de mil ações do cap. social final - R$ Composição dos rec. originados das operações Prejuízo do exercício Despesas (rec.) que não afetam o capital circulante Depreciação Valor residual de ativo imobilizado baixado Imposto de renda e contribuição social diferidos Resultado de participações societárias Juros do realizável a longo prazo Ganhos financ. do passivo exigível a longo prazo Recursos originados nas operações Origens dos recursos Dos acionistas: Integralização de capital De terceiros: Ingresso de recursos no exig. a L.P. Transf. de rec. do ativo realiz. a L.P. p/o ativo circ. Total de recursos obtidos Aplicações de recursos: Nas operações sociais No ativo realizável a longo prazo No ativo permamente: Investimentos Imobilizado Transf. de financ. do exig. a L.P. p/o passivo circ. Acervo líq. contábil cindido que afeta o capital circ. Total dos recursos aplicados Aumento (redução) do capital circulante Variações no capital circulante Ativo circulante Passivo circulante Aumento (redução) do capital circulante

2006 2005 903.520 923.193 55.350 55.251 6.808 7.554 (27.121) (13.108) 938.557 972.890 (914.608) (994.289) 23.949 (21.399) (13.522) (74.916) 1.838

(13.482) (76.017) (24.677)

(62.651) (135.575) 2.221 (14.251)

(3.214) (14.251)

103.040 (79.211) 44.219 (6.633) (4.276) (10.909) (33.925) (44.834) (0,02)

141.906 (67.080) 26.206 (52.008) 323 (51.685) 11.676 (40.009) (0,07)

2006 (44.834)

2005 (40.009)

53.582 6.695 33.925 12.030 (17.594) (115.491) (71.687)

52.061 5.486 (11.676) 17.465 (20.335) (50.284) (47.292)

23 344.472 42.339 386.834 71.687 96.322 525 109.184 299.494 56.957 634.169 (247.335)

– 450.929 27.039 477.968 47.292 84.236 1.053 98.661 172.450 – 403.692 74.276

(755.304) (87.216) (507.969) (161.492) (247.335) 74.276

Tales Lemos Cubero - Diretor Executivo José Lopes Celidônio - Diretor Executivo Guilherme de Souza Santos - Diretor Executivo Maurílio Lobo Filho - Diretor Executivo Antonio Francisco Armelin Gomes - Diretor Executivo Márcio José Camargo Zíglio - Diretor Executivo João Aparecido de Lucca - CRC nº 1SP191043/O-1

Fischer S.A. - Agroindústria C.N.P.J. 52.311.529/0001-20 Relatório da Administração - Senhores acionistas: Em cumprimento às determinações legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas., o Balanço Patrimonial e as correspondentes demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e das origens e aplicações de recursos das atividades operacionais do exercício findo em 31 de dezembro de 2005 e as respectivas Notas Explicativas de forma resumida, ficando à disposição para os esclarecimentos necessários, inclusive para apresentação das Demonstrações Financeiras e notas explicativas na íntegra, bem como o parecer dos auditores independentes. Ativo Circulante Caixa e bancos Títulos e valores mobiliários Contas a receber Estoques Partes relacionadas Tributos a recuperar Despesas pagas antecipadamente Demais contas a receber Realizável a longo prazo Tributos a recuperar Imposto de renda e contribuição social diferidos Depósitos judiciais Demais contas a receber Permanente Investimentos Imobilizado Total do ativo

2005 755.304 1.858 37.194 7.048 611.784 62.720 25.361 3.048 6.291 406.065 285.865 108.428 9.709 2.063 905.315 320.187 585.128 2.066.684

2004 842.520 928 50.238 6.294 686.679 36.345 47.695 3.626 10.715 293.387 208.890 73.282 8.166 3.049 880.613 336.599 544.014 2.016.520

Passivo e patrimônio líquido Circulante Fornecedores Financiamentos Salários e encargos sociais Impostos e contribuições a recolher Adiantamentos de clientes Partes relacionadas Provisão para contingências Contas a pagar Demais contas a pagar Exigível a longo prazo Financiamentos Imposto de renda e contribuição social diferidos Demais contas a pagar Patrimônio líquido Capital social Prejuízos acumulados Total do passivo e do patrimônio líquido

2005 558.564 123.647 232.339 12.975 5.712 46.932 25.448 24.762 85.513 1.236 925.591 818.965 84.764 21.862 582.529 749.506 (166.977) 2.066.684

2004 720.056 111.324 404.590 13.238 3.487 61.722 12.250 18.157 90.400 4.888 673.926 582.063 61.294 30.569 622.538 749.506 (126.968) 2.016.520

ativos, passivos e outras transações. As demonstrações financeiras da empresa incluem,portanto, Capital Prejuízos estimativas referentes a determinações das vidas úteis do ativo imobilizado, provisões necessárias para social acumulados Total passivos contingentes, provisões para imposto de renda e outras similares. Os resultados reais podem Em 31 de dezembro de 2003 621.396 (151.962) 469.434 apresentar variações em relação às estimativas. (a) Apuração do resultado: O resultado é apurado pelo Integralização de capital com acervo líquido incorporado 128.110 – 128.110 regime de competência. Os tributos diferidos foram reconhecidos considerando as alíquotas vigentes Prejuízo do período compreendido entre a data-base para o imposto de renda e contribuição social sobre os prejuízos fiscais, bases negativas da contribuição e data efetiva da incorporação de sociedade controlada (2.461) (2.461) social e as diferenças temporárias, na extensão em que sua realização seja provável. (b) Ativos Lucro líquido do exercício – 27.455 27.455 circulante e realizável a longo prazo: A provisão para créditos de realização duvidosa é constituída Em 31 de dezembro de 2004 749.506 (126.968) 622.538 tendo por base a análise dos créditos vencidos, para os quais existam dúvidas com relação a sua efetiva Prejuízo líquido do exercício – (40.009) (40.009) realização, cujo montante é considerado suficiente para cobrir perdas na realização das contas a receber. Em 31 de dezembro de 2005 749.506 (166.977) 582.529 Os estoques são demonstrados ao custo médio das compras ou de produção, inferior aos custos de reposição ou aos valores de realização e incluem os gastos com transporte dos produtos acabados até 1. Contexto operacional: A empresa tem como atividade preponderante a formação e exploração de o local de armazenagem, bem como os gastos com a armazenagem desses produtos. Os adiantamentos lavouras de laranja, produção de suco concentrado e não concentrado de laranja, bem como seus a fornecedores de matéria-prima são demonstrados ao custo atualizados de acordo com os índices subprodutos. As operações da empresa são realizadas no contexto do Grupo Fischer, na qual parte contratuais. Os estoques de bovinos para corte são valorizados ao custo de formação. Os demais ativos substancial de seus produtos acabados é armazenada nos “tank farms” da investida Citrosuco Serviços são apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos, as Portuários S.A., e as vendas são substancialmente destinadas ao mercado externo e realizadas por meio variações cambiais, e monetárias auferidas e provisões para perdas na realização desses ativos que são da empresa ligada Citrosuco Trading N.V., cujo transporte marítimo é efetuado por navios de propriedade constituídas com base na análise das expectativas de sua efetiva realização. Determinadas contas das de outras empresas ligadas. Em 1º de maio de 2004, a empresa teve sua denominação social alterada demonstrações financeiras do exercício anterior foram reclassificadas do Ativo Circulante para o de Citrosuco Paulista S.A. para Fischer S.A. Agroindústria, bem como incorporou a sociedade ligada Realizável a Longo Prazo, com vistas a adequar a comparabilidade das referidas demonstrações. Fischer S.A. Agropecuária. O objetivo dessa incorporação foi a racionalização e obtenção de economia (c) Ativo permanente: Demonstrado ao custo corrigido monetariamente até 1995, combinado com os de escala administrativa e operacional, principalmente em função da concentração das atividades de seguintes aspectos: • Participações em sociedades controladas, avaliadas pelo método de equivalência produção de laranja com as atividades de industrialização de suco de laranja. Adicionalmente, como patrimonial, mais ágio a amortizar pelo prazo de dez anos, a partir da data em que os benefícios parte da referida incorporação, a empresa passou a ser controladora da Fischer Sucos Indústria e começam a ser produzidos. • Investimentos permanentes avaliados pelo método de custo de aquisição, Comércio Ltda., a qual dedica-se a produção de suco de maçã. 2. Principais práticas contábeis: menos provisão para perdas permanentes, quando aplicável. • Depreciação dos bens do imobilizado, As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas calculada pelo método linear, às taxas anuais permitidas pela legislação. (d) Passivos circulante e contábeis adotadas no Brasil, com base nas disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações. exigível a longo prazo: São demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, Na elaboração das demonstrações financeiras é necessário utilizar estimativas para contabilizar certos quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações cambiais e monetárias incorridos. Conselho de Administração Maria do Rosário Fischer - Presidenta Renata Fischer Fernandes - Conselheira Bianca Helena Fischer de Moraes - Conselheira Harry Eugen Schleifer - Conselheiro Ana Luisa Fischer Macondes Ferraz - Conselheira Norberto Farina - Conselheiro Alessandra Fischer de Souza Santos - Conselheira José Lopes Celidônio - Diretor Executivo Tales Lemos Cubero - Diretor Executivo Guilherme de Souza Santos - Diretor Executivo Maurílio Lobo Filho - Diretor Executivo Márcio José Camargo Ziglio - Diretor Executivo Antonio Francisco Armelin Gomes - Diretor Executivo Contador - João Aparecido de Lucca - CRC nº 1SP191043/O-1

Receita operacional bruta Mercado externo Mercado interno Serviços prestados Deduções da receita bruta Receita operacional líquida Custos dos prods. vendidos e dos servs. prest. Lucro bruto Receitas (despesas) operacionais Despesas com vendas Despesas gerais e administrativas Outras receitas operacionais, líquidas Prejuízo operacional antes das participações societárias e do resultado financeiro Resultado de participações societárias Participação em sociedades controladas Amortização de ágio Resultado financeiro Variação cambial, líquida Despesas financeiras Receitas financeiras Lucro (prejuízo) operacional Receitas não operacionais, líquidas Lucro (prejuízo) antes do IR e da contribuição social Imposto de renda e contribuição social Do exercício Diferidos Lucro líquido (prejuízo) do exercício Composição dos recs. originados das operações Lucro líquido (prejuízo) do exercício Desps. (receitas) que não afetam o capital circulante Depreciação Valor residual de ativo permante baixado Imobilizado Provisão para perda de investimento Imposto de renda e contribuição social diferidos Resultado de participações societárias Juros do realizável a longo prazo Perdas (ganhos) financeiros do exigível a LP Recursos originados das operações Origens dos recursos: Das operações sociais De terceiros Ingresso de recursos no exigível a longo prazo Transfer. de recursos do realizável a LP p/o circul. Total de recursos obtidos Aplicações de recursos: Nas operações sociais Incorporação de capital circul. de sociedade ligada No realizável a longo prazo No ativo permamente: Investimentos Imobilizado Transfer. de financs. do exig. a LP p/o passivo circul. Total dos recursos aplicados Aumento (redução) do capital circulante Variações no capital circulante: Ativo circulante Passivo circulante Aumento (redução) do capital circulante líquido

2005 923.193 55.251 7.554 (13.109) 972.890 (994.289) (21.399)

2004 929.545 82.372 7.457 (14.167) 1.005.207 (954.024) 51.183

(13.483) (76.017) (24.677)

(16.616) (52.309) 1.534

(135.575)

(16.208)

(3.214) (14.251)

(5.486) (5.699)

141.907 (67.080) 26.207 (52.008) 322 (51.685)

119.003 (61.475) 16.626 46.761 1.250 48.011

– 11.676 (40.009)

– (20.556) 27.455

2005 (40.009)

2004 27.455

52.061

40.471

5.486 – (11.676) 17.465 (20.335) (50.284) (47.292) –

1.366 632 20.556 11.185 (15.586) 22.635 108.714 108.714

450.929 27.039 477.968 47.292 – 84.236 1.053 98.661 172.450 403.692 74.276 (87.216) (161.492) 74.276

352.082 21.004 481.800 – 82.181 37.340 234.709 83.971 363.510 801.711 (319.911) (88.600) 231.311 (319.911)

Fischer S.A. - Agroindústria C.N.P.J. 52.311.529/0001-20 Demonstrações Financeiras - Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2009 e 31 de Dezembro de 2008 Relatório da Administração: Senhores acionistas: Em cumprimento às determinações legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas., o Balanço Patrimonial e as correspondentes demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixas para o exercício findo em 31 de dezembro de 2009 e as respectivas Notas Explicativas de forma resumida, ficando à disposição para os esclarecimentos necessários, inclusive para apresentação das Demonstrações Financeiras e notas explicativas na íntegra. Demonstrações do Resultado Balanços Patrimoniais 2009 2008 2009 2008 Passivo e patrimônio líquido Ativo 2009 2008 Receitas (despesas) operacionais Circulante Circulante Despesas gerais e administrativas (351) (235) Caixa e bancos Salários e encargos sociais 35 37 3 150 18.106 1.051 Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas Impostos e contribuições a recolher 298 139 Lucro oper. antes das part. soc. e do res. financeiro Tributos a recuperar 10.991 – 17.755 816 Partes relacionadas 350 13 8 4 Demais contas a receber Variação cambial, líquida 13.632 (12.636) Despesas financeiras – (25) Adiantamentos de clientes 34.824 46.740 11.002 154 6.417 7.497 Receitas financeiras Contas a pagar Não circulante 5.016 6.731 37.803 (4.348) Realizável a longo prazo 40.523 53.659 Lucro (prejuízo) operacional Luc. (prej.) antes do imp. de renda e da contrib. social 37.803 (4.348) Tributos a recuperar 230.787 222.697 Passivo não circulante Imposto de renda e contribuição social Tributos Diferidos 28.012 28.012 10.331 5.696 Tributos Diferidos Do exercício (5.729) (2.903) 258.799 250.709 10.331 5.696 (4.635) 5.660 Diferidos 27.440 (1.592) Lucro (prejuízo) do exercício Total do ativo 269.801 250.863 Patrimônio líquido 9,47 (0,55) Capital social 431.530 431.530 Luc. (prej.) por lote de mil ações do cap. soc. final - R$ Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido Prejuízos acumulados (212.583) (240.022) Demonstrações dos Fluxos de Caixa Adiantamento para futuro Prejuízos 218.947 191.508 2009 2008 Capital social Total aumento de capital acumulados Total do passivo e do patrimônio líquido 269.801 250.863 Fluxos de caixa das atividades operacionais 419.630 7.055 (238.431) 188.254 Em 31/12/2007 Lucro (prejuízo) antes do imp. de renda e da contr. soc. 37.803 (4.348) administração da companhia em 25 de junho de 2010. As demonstrações financeiras foram elaboradas e Ajustes Adiantamento p/futuro estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. 2.2 Descrição das Juros apropriados – 4.075 4.845 4.845 aumento de capital Aumento de capital 11.900 (11.900) – principais práticas contábeis adotadas: (a) Caixa e equivalentes caixa: Caixa e equivalentes caixa Variações nos ativos e passivos Contas a receber de clientes e demais contas a receber – (4) Prejuízo do exercício – – (1.592) (1.592) incluem dinheiro em caixa, depósitos bancários e investimentos de curto prazo de alta liquidez e com risco Tributos a recuperar (24.813) – insignificante de mudança de valor. (b) Imposto de renda diferido: O imposto de renda diferido é calculado Partes relacionadas 337 338 Em 31/12/2008 431.530 – (240.022) 191.508 sobre os prejuízos fiscais do imposto de renda, a base negativa de contribuição social e as correspondentes Depósitos judiciais – – 27.440 27.440 Prejuízo do exercício diferenças temporárias entre as bases de cálculo do imposto sobre ativos e passivos e os valores contábeis Fornecedores e outras contas a pagar (2) 32 431.530 – (212.583) 218.947 das demonstrações financeiras da companhia. Impostos diferidos ativos são reconhecidos na extensão em Em 31/12/2009 Tributos a recolher 159 7 Contas a pagar (13.631) (4.795) que seja provável que o lucro futuro tributável esteja disponível para ser usado na compensação das (147) (4.695) 1. Contexto operacional: Em 31 de dezembro de 2006, como parte do processo de reestruturação societária diferenças temporárias, com base em projeções de resultados futuros elaboradas e fundamentadas em Caixa líq. gerado (aplicado) nas ativ. operacionais Fluxos de caixa das atividades de investimentos do Grupo Fischer a empresa foi cindida e parte substancial de seu acervo líquido contábil no montante de premissas internas e em cenários econômicos futuros que podem, portanto, sofrer alterações. (c) Provisões: Liberação de recursos à partes relacionadas – 11.900 R$ 329.899, conforme laudo de avaliação emitido por peritos contábeis foi incorporado pela sua controladora As provisões são reconhecidas quando a companhia tem uma obrigação presente legal ou implícita como – (7.055) – Fischer S.A. Comércio, Indústria e Agricultura, o qual é composto por bens, direitos e obrigações, dentre resultado de eventos passados; é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a Caixa líquido aplicado nas ativ. de investimentos (147) 4.845 estes os débitos e saldos a pagar de tributos e contribuições sociais, quaisquer ações judiciais em andamento obrigação e uma estimativa confiável do valor possa ser feita. (d) Ativos circulante e não circulante: Os Aumento (diminuição) de caixa e equivalentes de caixa 150 – Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício na data, sejam de natureza cível, trabalhista ou tributária; compromissos mercantis, coberturas de seguros e ativos são apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos, as 3 150 Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício outros de natureza semelhante. Após esta cisão, a companhia se tornou inativa, sendo que, os ativos e variações cambiais e monetárias auferidos e provisões para perdas na realização desses ativos que são passivos que permanecem registrados em suas demonstrações financeiras se referem, basicamente, constituídas com base na análise das expectativas de sua efetiva realização. (e) Passivos circulante e não Tales Lemos Cubero - Diretor Presidente a créditos tributários e provisões para contingências e atualizações monetárias correspondentes. circulante: São demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos Guilherme de Souza Santos - Diretor Executivo 2. Apresentação das demonstrações financeiras e principais práticas contábeis: 2.1 Apresentação correspondentes encargos e variações cambiais e monetárias incorridos. (f) Capital social: As ações José Lopes Celidônio - Diretor Executivo das demonstrações financeiras: As presentes demonstrações financeiras foram aprovadas pela ordinárias e as ações preferenciais não resgatáveis são classificadas como patrimônio líquido. Ronaldo Marfori Sampaio - Diretor Executivo Conselho de Administração Maria do Rosário Fischer - Presidenta

Ana Luisa Fischer Marcondes Ferraz - Conselheira

Bianca Helena Fischer de Moraes - Conselheira

Alessandra Fischer de Souza Santos - Conselheira

Renata Fischer Fernandes - Conselheira

João Aparecido de Lucca CRC 1SP191043/O-1


DIÁRIO DO COMÉRCIO

16 -.ECONOMIA/LEGAIS

terça-feira, 24 de julho de 2012

Fischer S.A. - Agroindústria C.N.P.J. nº 52.311.529/0001-20 Relatório da Administração - Senhores acionistas: Em cumprimento às determinações legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas., o Balanço Patrimonial e as correspondentes demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e das origens e aplicações de recursos das atividades operacionais do exercício findo em 31 de dezembro de 2007 e as respectivas Notas Explicativas de forma resumida, ficando a disposição para os esclarecimentos necessários, inclusive para apresentação das Demonstrações Financeiras e notas explicativas na íntegra. Ativo Circulante Partes relacionadas Realizável a longo prazo Tributos a recuperar Tributos diferidos Total do ativo

2007

2006

325

–

325

–

244.914

279.860

216.902

272.142

28.012

7.718

245.239

279.860

Passivo e patrimônio líquido Circulante Adiantamentos de clientes Contas a pagar Exigível a longo prazo Tributos diferidos Contas a pagar Patrimônio líquido Capital social Adiantamento para futuro aumento capital Prejuízos acumulados Total do passivo e do patrimônio líquido

Capital social 749.506 23 – (329.899) 419.630 – – 419.630

Em 31 de dezembro de 2005 Integralização de capital Prejuízo do exercício Redução de capital decorrente de cisão parcial Em 31 de dezembro de 2006 Adiantamento para futuro aumento de capital Lucro líquido no período Em 31 de dezembro de 2007 Composição dos recursos originados das oper. Prejuízo do exercício Despesas (receitas) que não afetam o cap. circulante Depreciação Valor residual de ativo imobilizado baixado Imposto de renda e contribuição social diferidos Resultado de participações societárias Juros do realizável a longo prazo Ganhos financ. do passivo exigível a longo prazo Recursos originados nas operações Origens dos recursos Dos acionistas Integralização de capital Adiantamento para futuro aumento de capital De terceiros Ingresso de recursos no exigível a longo prazo Transf. de rec. do ativo realiz. a LP p/o ativo circulante

2007 (26.620)

Adiantamento para futuro aumento de capital – – – – – 7.055 – 7.055

2007 40.528 35.427 5.101 16.457 11.356 5.101 188.254 419.630 7.055 (238.431) 245.239

Lucros acumulados (166.977) – (44.834) – (211.811) – (26.620) (238.431)

2006 50.595 42.927 7.668 21.446 9.131 12.315 207.819 419.630 – (211.811) 279.860

Total 582.529 23 (44.834) (329.899) 207.819 7.055 (26.620) 188.254

2006 (44.834)

Receita operacional bruta Mercado externo Mercado interno Serviços prestados Deduções da receita bruta Receita líquida das vendas e serviços prestados Custos dos prod. vendidos e dos serv. prestados Lucro bruto Receitas (despesas) operacionais Despesas com vendas Despesas gerais e administrativas Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas Prejuízo operacional antes das participações societárias e do resultado financeiro Resultado de participações societárias Participação em sociedades controladas Amortização de ágio/Deságio Resultado financeiro Variação cambial, líquida Despesas financeiras Receitas financeiras Prejuízo operacional Receitas não operacionais, líquidas Prejuízo antes do imp. de renda e da contrib. social Imposto de renda e contribuição social Do exercício Diferidos Prejuízo do exercício Prej. por lote de mil ações do cap. social final - R$

2007 – – – – – – –

2006 903.520 55.350 6.808 (27.121) 938.557 (914.608) 23.949

– – (67.823)

(13.522) (74.916) 1.838

(67.823)

(62.651)

– –

2.221 (14.251)

10.085 (26) 15.684 (42.080) – (42.080)

103.040 (79.211) 44.219 (6.633) (4.276) (10.909)

2007 2006 Total de recursos obtidos 11.971 386.834 (2.610) – Aplicações de recursos 18.070 (33.925) – 53.582 Nas operações sociais 49.844 71.687 (26.620) (44.834) – 6.695 No ativo realizável a longo prazo (55.186) 96.322 (9,19) (15,47) (18.070) 33.925 No ativo permamente: – 12.030 créditos tributários e provisões para contingências e atualizações monetárias correspondentes. 2. Principais Investimentos – 525 (4.862) (17.594) Imobilizado – 109.184 práticas contábeis: As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo (293) (115.491) Transf. de financ. do exig. a longo prazo p/o pass. circ. 6.921 299.494 com as práticas contábeis adotadas no Brasil, com base nas disposições contidas na Lei das Sociedades por (49.844) (71.687) Acervo líq. contábil cindido que afeta o capital circ. – 56.957 Ações. Na elaboração das demonstrações financeiras é necessário utilizar estimativas para contabilizar certos Total dos recursos aplicados 1.578 634.169 ativos, passivos e outras transações. As demonstrações financeiras da empresa incluem, portanto, estimativas 10.392 (247.335) referentes a provisões para imposto de renda e outras similares. Os resultados reais podem apresentar – 23 Aumento (redução) do capital circulante variações em relação às estimativas. (a) Apuração do resultado: O resultado é apurado pelo regime de 7.055 – Variações no capital circulante Ativo circulante 325 (755.304) competência. Os tributos diferidos foram reconhecidos considerando as alíquotas vigentes para o imposto de Passivo circulante (10.067) (507.969) renda e contribuição social sobre diferenças temporárias e outros, na extensão em que sua realização seja – 344.472 4.916 42.339 Aumento (redução) do capital circulante 10.392 (247.335) provável. (b) Ativos circulante e realizável a longo prazo: Os demais ativos são apresentados ao valor de Notas Explicativas da Administração às Demonstrações Financeiras custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos, as variações cambiais e monetárias 1. Contexto operacional: Em 31 de dezembro de 2006, como parte do processo de reestruturação societária os débitos e saldos a pagar de tributos e contribuições sociais, quaisquer ações judiciais em andamento na auferidos e provisões para perdas na realização desses ativos que são constituídas com base na análise das do Grupo Fischer a empresa foi cindida e parte substancial de seu acervo líquido contábil no montante de data, sejam de natureza cível, trabalhista ou tributária; compromissos mercantis, coberturas de seguros e expectativas de sua efetiva realização. (c) Passivos circulante e exigível a longo prazo: São demonstrados R$ 329.899, conforme laudo de avaliação emitido por peritos contábeis, foi incorporado pela sua controladora outros de natureza semelhante. Após esta cisão, a companhia se tornou inativa, sendo que, os ativos e por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e Fischer S.A. Comércio, Indústria e Agricultura, o qual é composto por bens, direitos e obrigações, dentre estes passivos que permanecem registrados em suas demonstrações financeiras se referem, basicamente, a variações cambiais e monetárias incorridos. Conselho de Administração José Lopes Celidônio - Diretor Executivo Tales Lemos Cubero - Diretor Executivo Maria do Rosário Fischer - Presidenta Maurílio Lobo Filho - Diretor Executivo Guilherme de Souza Santos - Diretor Executivo Bianca Helena Fischer de Moraes - Conselheira Alessandra Fischer de Souza Santos - Conselheira Márcio José Camargo Zíglio - Diretor Executivo Antonio Francisco Armelin Gomes - Diretor Executivo Ana Luisa Fischer Marcondes Ferraz - Conselheira Renata Fischer Fernandes - Conselheira João Aparecido de Lucca - CRC nº 1SP191043/O-1

Fischer S.A. - Agroindústria C.N.P.J. 52.311.529/0001-20 Relatório da Administração - Senhores acionistas: Em cumprimento às determinações legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas., o Balanço Patrimonial e as correspondentes demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo em 31 de dezembro de 2008 e as respectivas Notas Explicativas de forma resumida, ficando a disposição para os esclarecimentos necessários, inclusive para apresentação das Demonstrações Financeiras e notas explicativas na íntegra. 2008

Ativo Circulante Caixa e bancos Partes relacionadas Demais contas a receber Não circulante Realizável a longo prazo Tributos a recuperar Tributos diferidos Total do ativo

2007

150 – 4 154

– 325 – 325

222.697 28.012 250.709 250.863

216.902 28.012 244.914 245.239

Capital Adiantamento para futuro Prejuízos Total social aumento de capital acumulados 419.630 – (211.811) 207.819

Em 31/12/2006 Adiantamento p/futuro aumento de capital – – Prejuízo do exercício Em 31/12/2007 419.630 Adiantamento p/futuro aumento de capital Integralização de capital 11.900 – Prejuízo do exercício 431.530 Em 31/12/2008

7.055 – 7.055

– 7.055 (26.620) (26.620) (238.431) 188.254

4.845 (11.900) – –

4.845 – – (1.592) (1.592) (240.022) 191.508

1. Contexto operacional: Em 31 de dezembro de 2006, como parte do processo de reestruturação societária do Grupo Fischer a empresa foi cindida e parte substancial de seu acervo líquido contábil no montante de R$ 329.899, conforme laudo de avaliação emitido por peritos contábeis foi incorporado pela sua controladora Fischer S.A. Comércio, Indústria e Agricultura, o qual é composto por bens, direitos e obrigações, dentre estes os débitos e saldos a pagar de tributos e contribuições sociais, quaisquer ações judiciais em andamento na data, sejam de natureza cível, trabalhista ou tributária; compromissos mercantis, coberturas de seguros e outros de natureza semelhante. Após esta cisão, a companhia se tornou inativa, sendo que, os ativos e passivos que permanecem registrados em suas demonstrações financeiras se referem, basicamente, a créditos tributários e provisões para contingências e atualizações monetárias correspondentes. 2. Apresentação das demonstrações financeiras e principais práticas contábeis: 2.1. Apresentação das demonstrações financeiras: As presentes demonstrações financeiras foram aprovadas pela administração da companhia em 25 de junho de 2009. As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Alteração na Lei das Sociedades por Ações: Em 28 de dezembro de 2007, foi promulgada a Lei nº 11.638, alterada pela Medida Provisória - MP nº 449, de 4 de

Passivo e patrimônio líquido Circulante Salários e encargos sociais Tributos a recolher Adiantamentos de clientes Partes relacionadas Contas a pagar

2008

Não circulante Exigível a longo prazo Tributos diferidos Contas a pagar Patrimônio líquido Capital social Adiantamento para futuro aumento de capital Prejuízos acumulados Total do passivo e do patrimônio líquido

2007

32 144 46.740 13 6.731 53.659

– – 35.426 – 5.101 40.527

5.696 – 5.696

11.356 5.101 16.457

431.530 – (240.022) 191.508 250.863

419.630 7.055 (238.431) 188.254 245.239

dezembro de 2008, que modificaram e introduziram novos dispositivos à Lei das Sociedades por Ações. Essa Lei e a referida MP tiveram como principal objetivo atualizar a legislação societária brasileira para possibilitar o processo de convergência das práticas contábeis adotadas no Brasil com aquelas constantes nas normas internacionais de contabilidade que são emitidas pelo “International Accounting Standards Board - IASB”. A aplicação das referidas Lei e MP é obrigatória para demonstrações financeiras anuais de exercícios iniciados em ou após 1º de janeiro de 2008. As mudanças na Lei das Sociedades por Ações não trouxeram impactos nas demonstrações financeiras da companhia. (a) Demonstração dos fluxos de caixa: a Lei nº 11.638/07 substituiu a Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) pela demonstração dos fluxos de caixa (DFC) a qual passou a ser parte integrante das demonstrações financeiras. 2.2. Descrição das principais práticas contábeis adotadas: (a) Caixa e equivalentes caixa: Caixa e equivalentes caixa incluem dinheiro em caixa, depósitos bancários e investimentos de curto prazo de alta liquidez e com risco insignificante de mudança de valor. (b) Imposto de renda diferido: O imposto de renda diferido é calculado sobre os prejuízos fiscais do imposto de renda, a base negativa de contribuição social e as correspondentes diferenças temporárias entre as bases de cálculo do imposto sobre ativos e passivos e os valores contábeis das demonstrações financeiras da companhia. Impostos diferidos ativos são reconhecidos na extensão em que seja provável que o lucro futuro tributável esteja disponível para ser usado na compensação das diferenças temporárias, com base em projeções de resultados futuros elaboradas e fundamentadas em premissas internas e em cenários econômicos futuros que podem, portanto, sofrer alterações. (c) Provisões: As provisões são reconhecidas quando a companhia tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados; é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação e uma estimativa confiável do valor possa ser feita. (d) Ativos circulante e não circulante: Os ativos são apresentados

Maria do Rosário Fischer - Presidenta Bianca Helena Fischer de Morais - Conselheira

Alessandra Fischer de Souza Santos - Conselheira

Ana Luisa Fischer Marcondes Ferraz - Conselheira

Renata Fischer Fernandes - Conselheira

Receitas (despesas) operacionais Gerais e administrativas Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas Lucro (prejuízo) operac. antes das participações societárias e do resultado financeiro Resultado financeiro Variação cambial, líquida Receitas financeiras Despesas financeiras Prejuízo antes do IR e da contribuição social Imposto de renda e contribuição social - diferidos Do exercício Diferidos Prejuízo do exercício Prej. p/lote de mil ações do capital social final- R$ Fluxos de caixa das atividades operacionais Prejuízo antes do IR e da contribuição social Ajustes Juros e variações apropriados Variações nos ativos e passivos Demais contas a receber Tributos a recuperar Salários e encargos sociais Tributos a recolher Adiantamento de clientes Partes relacionadas Contas a pagar Caixa líq. proveniente das (aplic. nas) ativ. operac. Fluxos de caixa das atividades de financiamentos Aumento de capital Adiantamento para futuro aumento de capital Caixa líquido proveniente das ativ. de financiamento Aumento líquido de caixa e de equivalentes de caixa Caixa e de equiv. de caixa no início do exercício Caixa e de equiv. de caixa no final do exercício

2008

2007

(235) 1.051

– (67.823)

816

(67.823)

(12.636) 7.497 (25) (4.348)

10.085 15.684 (26) (42.080)

(2.903) 5.660 (1.592) (0,52)

(2.610) 18.070 (26.620) (9,19)

2008 (4.348)

2007 (42.080)

4.075

42.071

(4) – 32 7 – 338 (4.795) (4.695)

– 492 – – – (325) (7.214) (7.055)

11.900 (7.055) 4.845 150 – 150

– 7.055 7.055 – – –

ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos, as variações cambiais e monetárias auferidos e provisões para perdas na realização desses ativos que são constituídas com base na análise das expectativas de sua efetiva realização. (e) Passivos circulante e não circulante: São demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações cambiais e monetárias incorridos. (f) Capital social: As ações ordinárias e as ações preferenciais não resgatáveis são classificadas como patrimônio líquido.

Tales Lemos Cubero - Diretor Executivo Guilherme de Souza Santos - Diretor Executivo Antonio Francisco Armelin Gomes - Diretor Executivo

José Lopes Celidônio - Diretor Executivo Maurílio Lobo Filho - Diretor Executivo Márcio José Camargo Zíglio - Diretor Executivo

João Aparecido de Lucca - CRC nº 1SP191043/O-1

OAS Infraestrutura S.A.

Companhia Fechada de Capital Autorizado - CNPJ/MF nº 11.780.712/0001-97 - NIRE 35300378059 Ata da 2ª Assembleia Geral Ordinária e da 3ª Assembleia Geral Extraordinária Realizadas em 30 de Abril de 2012 Data, Horário e Local: Aos 30.04.2012, às 18hs, na sede, na Cidade de SP, Estado de SP, na Av. Angélica, nºs 2.330, 2.346 e 2.364, 9º andar, Sala 907, Consolação, CEP 01.228-200 (“Cia”). Convocação: Dispensada a publicação de editais de convocação, nos termos do art. 124, § 4º, da Lei nº 6.404/76 (“LSA”), tendo-se em vista a presença de acionista representando a totalidade do capital social da Cia. Presença: Acionista representando a totalidade do capital social da Cia. Composição da Mesa: Os trabalhos foram presididos pelo Presidente do Conselho de Administração da Cia, Sr. Bruno Dauster Magalhães e Silva, que convidou a Conselheira Sra. Maria Beatriz Lira Gomes Ferraz para exercer a função de Secretária da Mesa, nos termos do Art. 7º, §§1º e 2º, do Estatuto Social da Cia. Ordem do Dia: A AGO: (i) tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras da Cia relativas ao exercício social findo em 31/12/2011; (ii) aceitar a renúncia de determinados membros suplentes do Conselho de Administração da Cia e eleger novos membros em substituição aos anteriores, além de reeleger os demais para o próximo mandato; AAGE: (iii) alterar o §2º do Art. 7º, o Art. 14, o Caput do Art. 16, a Alínea “h” do Art. 17, a Alínea “h” do Art. 19 e o Caput do Art. 22, assim como excluir o §2º do Art. 23 e renumerar o §3º do mesmo Artigo com alteração, todos do Estatuto Social da Cia; e (iv) Consolidação do Estatuto Social. Deliberações: Submetidas a discussão e, em seguida, a votação, foram aprovadas, por unanimidade e sem quaisquer restrições, as seguintes matérias: Em AGO: (i) Aprovar as contas dos administradores e as demonstrações financeiras da Cia relativas ao exercício social findo em 31/12/2011, cuja cópia encontra-se anexa a esta ata; (ii) Aceitar a renúncia dos membros suplentes do Conselho de Administração da Cia Srs. Alexandre Louzada Tourinho, Luiz Eduardo Silva Lyra Magalhães e Marco Aurélio de Paula Affonseca, bem como eleger, em seus lugares, os Srs. Marcelo Brani Silva de Abreu, Felippe do Prado Padovani e Carlos Joaquim de Carvalho, abaixo qualificados, respectivamente. Ficam reeleitos para o próximo mandato os demais membros efetivos e suplentes do Conselho de Administração. Os Conselheiros ora eleitos e reeleitos serão investidos em seus cargos mediante a lavratura de termo de posse no Livro de Atas das RCA, dispensada a garantia de gestão, e declararão no referido termo, sob as penas da lei, que não estão impedidos, por lei especial, de exercer a administração da Cia, nem condenados por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, contra a economia popular, a fé pública ou a propriedade, ou a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos. Todos os membros do Conselho de Administração terão mandato unificado até a AGO de 2014, permitida a reeleição, devendo permanecer em seus cargos até que sejam eleitos os seus substitutos. Dessa forma, o Conselho de Administração da Cia fica composto pelos seguintes membros efetivos e seus respectivos suplentes: (1) Bruno Dauster Magalhães e Silva, brasileiro, casado, economista, RG 32.461.950-2, SSP/BA, CPF/MF 712.013.007-20, como membro efetivo, na qualidade de Presidente, e seu suplente, Marcelo Brani Silva de Abreu, brasileiro, casado, administrador de empresas, RG 05.917.155-38, SSP/BA, CPF/MF 897.792.23568; (2) Carlos Eduardo Paes Barreto Neto, brasileiro, casado, engenheiro, RG 13.800.729-9, SSP/SP, CPF/MF 185.155.568-47, como membro efetivo, na qualidade de Vice-Presidente, e seu suplente, Felippe do Prado Padovani, brasileiro, casado, engenheiro civil, RG 30.568.829-7, SSP/SP, CPF/MF 296.829.708-22; (3) Fabio Hori Yonamine, brasileiro, casado, administrador de empresas, RG 17.256.0007, SSP/SP, CPF/MF 163.120.278-21, como membro efetivo, e seu suplente, Carlos Joaquim de Carvalho, brasileiro, solteiro, administrador de empresas, RG 07.357.273-09, SSP/BA, CPF/MF 813.315.765-04; (4) Maria Beatriz Lira Gomes Ferraz, brasileira, casada, advogada, RG 26.610.528-2, SSP/SP, CPF/MF 272.376.328-50, como membro efetivo, e seu suplente, Renato Fermiano Tavares, brasileiro, solteiro, advogado, RG 28.202.035-4, SSP/SP, CPF/MF 281.000.898-17, todos com endereço comercial na Cidade de SP/SP, na Av. Angélica, nºs 2.330, 2.346 e 2.364, 9° andar, Sala 901, Consolação, CEP 01.228-200. Como a Cia não auferiu resultado, por encontrar-se em fase préoperacional, torna-se desnecessário deliberar, nesta AGO, sobre a matéria prevista no art. 132, inciso II, da Lei das S.A. Em AGE: (iii) alterar (1) o §2º do Art. 7º, (2) o Art. 14, (3) o Caput do Art. 16, (4) a Alínea “h” do Art. 17, (5) a Alínea “h” do Art. 19 e (6) o Caput do Art. 22, assim como (7) excluir o §2º do Art. 23 e (8) renumerar o §3º do mesmo Artigo com alteração, todos do Estatuto Social da Cia, os quais passarão a vigorar com as seguintes redações: (1) Art. 7º (...) (...) §2º. Nos casos de ausência ou impedimento temporário do Presidente do Conselho de Administração ou de vacância do referido cargo, o seu suplente, ou, na falta deste, o Vice-Presidente do Conselho de Administração, será o presidente da Assembleia. (2) Art. 14. O Conselho de Administração será composto por, no mínimo, 3 e, no máximo, 6 membros efetivos e igual número de suplentes, pessoas naturais, residentes ou não no País, eleitos e destituíveis pela Assembleia Geral, que designará o Presidente e o Vice-Presidente do Conselho de Administração. (3) Art. 16. O Conselho de Administração reunir-se-á sempre que os interesses sociais assim o exigirem. As reuniões serão realizadas na sede da Cia e presididas pelo Presidente do Conselho de Administração, ou, na sua ausência ou impedimento temporário, pelo seu suplente, ou ainda, na falta deste, pelo Vice-Presidente do Conselho de Administração, que indicará o Secretário. (4) Art. 17 (...) (...) (h) definição do voto da Cia na qualidade de sócia, associada, consorciada, acionista ou cotista das sociedades, consórcios, fundos ou outros veículos de investimento com ou sem personalidade jurídica dos quais a Cia participe diretamente, com ou sem controle, única e exclusivamente nas matérias previstas nas Alíneas do Caput deste Artigo. (5) Art. 19 (...) (...) (h) representar a Cia nos atos e/ou deliberações das Assembleias Gerais das sociedades controladas diretamente pela Cia, sendo o voto definido pelo Conselho de Administração ou pela Diretoria, conforme o caso, nos termos deste Estatuto Social. (6) Art. 22. Os Diretores reunir-se-ão sempre que necessário. As reuniões deverão ser presididas pelo Diretor Presidente, ou, em sua ausência, por outro Diretor por ele indicado. (7) Fica excluído o §2º do Art. 23 do Estatuto Social da Cia. (8) O §3º do Art. 23 do Estatuto Social da Cia é renumerado para §2º, em virtude da exclusão acima, e passa a vigorar com a seguinte redação: “§2º. Não obstante o disposto no Caput deste Artigo, o Diretor Presidente terá poderes para, isoladamente: (i) assinar as demonstrações financeiras da Cia; (ii) assinar os termos de abertura e encerramento de todos e quaisquer livros da Cia; e (iii) representar a Ca perante as Autoridades Certificadoras (AC), as Autoridades de Registro (AR) e demais prestadores de serviços de suporte em todos os níveis da cadeia de certificação, no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), para emissão de certificado digital da Cia”. (iv) Em decorrência da aprovação das matérias elencadas no item “iii” acima, o Estatuto Social da Cia fica consolidado na forma do Anexo I a esta ata, que dela faz parte integrante e inseparável. Encerramento: Após tomadas e aprovadas as deliberações, foi oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém se manifestou, foram dados por encerrados os trabalhos, lavrando-se a presente ata, que, após lida e aprovada, foi assinada por todos os presentes. Assinaturas: Bruno Dauster Magalhães e Silva (Presidente da Mesa), Maria Beatriz Lira Gomes Ferraz (Secretária) e OAS Investimentos S.A. (Acionista), representada por Cesar de Araújo Mata Pires e José Adelmário Pinheiro Filho. Confere com o original lavrado em livro próprio. SP, 30.04.12. Bruno Dauster Magalhães e Silva, Presidente da Mesa; Maria Beatriz Lira Gomes Ferraz, Secretária. OAS Investimentos S.A., Acionista, Cesar de Araújo Mata Pires; José Adelmário Pinheiro Filho. A presente Ata de Assembleia e o Estatuto Social consolidado encontram-se disponíveis na sede da Cia bem como arquivados na JUCESP nº 269.854/12-5 em 20.06.2012. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATÓRIO 52/12 - CONCORRÊNCIA 03/12 Decisão da Comissão Permanente de Julgamento de Licitações no Processo Licitatório 52/12, Concorrência 03/12, objetivando a contratação de empresa para execução de obras e construção de um Centro Comunitário no Re-assentamento Jupiá, relativo ao Contrato de Repasse nº 010/10, celebrado com a Caixa Econômica Federal e a CESP - Companhia Energética de São Paulo. Decide pela inabilitação da empresa Thomaz & Thomaz Automação Ltda.-ME por descumprir exigência do item 5.2.3.1 - comprovação da capacitação técnica-operacional e pela habilitação das empresas A a Z - Comércio, Representação e Serviços Ltda. e Interior Construções Ltda.-EPP, por cumprirem regularmente com as exigências editalícias. Desta decisão cabe recurso no prazo de 5 dias úteis a contar da data da publicação, nos termos do art. 109, inc. I, alínea “a”, da Lei 8.666/93, estando, desde já, os autos com vista franqueada aos interessados. Hélio Prates Brandão - Presidente. A Debitar (24.07.12)

ABANDONO DE EMPREGO Sr. Salvador Morais Santos - CTPS 041305 - série 495ª. Esgotados nossos recursos de localização e tendo em vista encontrar-se em local não sabido, convidamos o Sr. Salvador Morais Santos, portador da CTPS041305 série 495ª-SP, a comparecer em nosso escritório, a fim de retornar ao emprego ou justificar as faltas desde 16/04/2012, dentro do prazo de48hs a partir desta publicação, sob pena de ficar rescindido, automaticamente, o contrato de trabalho, nos termos do art. 482 da CLT. SOCIEDADE DE ADVOGADOS CARVALHO PINTO LTDA. Av. Brigadeiro Faria Lima n. 1.571 – 16º. Andar Cep. 01452-918 – São Paulo - Capital São Paulo - SP.

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

FDE AVISA Pregão Eletrônico de Registro de Preços nº 21/00371/12/05 OBJETO: Prestação de serviços de transporte rodoviário de docentes, dirigentes, alunos e funcionários, com a utilização de ônibus, tipo rodoviário executivo, destinado a atender viagens para estudos de campo, excursões didáticas, atividades administrativas, participação em eventos, capacitação pedagógica ou outras atividades de ensino, pesquisa e extensão curricular de interesse da Rede Estadual de Ensino e da Fundação para o Desenvolvimento da Educação - FDE. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para: Prestação de serviços de transporte rodoviário de docentes, dirigentes, alunos e funcionários, com a utilização de ônibus, tipo rodoviário executivo, destinado a atender viagens para estudos de campo, excursões didáticas, atividades administrativas, participação em eventos, capacitação pedagógica ou outras atividades de ensino, pesquisa e extensão curricular de interesse da Rede Estadual de Ensino e da Fundação para o Desenvolvimento da Educação - FDE. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 24/07/2012, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 07/08/2012, às 09:30 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 24/07/ p 2012, até o momento anterior ao início da sessão pública. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente

Banco Paulista S.A.

CNPJ 61.820.817/0001-09 Ata da Assembleia Geral Ordinária Realizada em 24 de Abril de 2012 Local: Sede Social, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1.355 - 2º andar - São Paulo, às 17:00 horas. Convocação: Publicação de editais dispensada, conforme faculta o Artigo 124 Parágrafo 4º da Lei 6.404/76, em razão do comparecimento dos acionistas representando a totalidade do Capital Social. Quórum: Acionistas representando a totalidade do Capital Social. Instalação: Instalada pelo Sr. Álvaro Augusto Vidigal; Composição da Mesa: Escolhido o Sr. Álvaro Augusto Vidigal para Presidente da mesa o qual convidou a mim, Homero Amaral Júnior, para secretário. Conselho Fiscal: Não instalado no período. Ordem do Dia para Assembleia Geral Ordinária: i) exame, discussão e deliberação sobre o Relatório da Diretoria, Balanço Patrimonial da Sociedade e Demonstrações Financeiras do exercício social encerrado em 31.12.2011; ii) aprovação da proposta da administração para manutenção do resultado do exercício na rubrica “prejuízos acumulados”; iii) eleição do Conselho de Administração para o exercício de 2012; iv) designação do Presidente e Vice-Presidente do Conselho de Administração, e, v) a não instalação do Conselho Fiscal no corrente exercício. Documentos Oferecidos à Apreciação dos Presentes: a) Relatório da Diretoria, Balanços e demais demonstrações financeiras e Pareceres da Auditoria Independente, relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, devidamente publicados no “Jornal Diário do Comércio” e no “Diário Oficial do Estado de São Paulo” em 15 de março de 2012. Deliberações: Por unanimidade de votos, respeitados os impedimentos de lei, esta Assembleia aprovou: i) sem reserva, as contas sociais do exercício de 2011, constantes dos demonstrativos financeiros e demais documentos correlatos; ii) a destinação do resultado do exercício, conforme proposto pela Administração; iii) a eleição dos seguintes membros, para um mandato de 1 (um) ano no Conselho de Administração da Sociedade: Alvaro Augusto Vidigal, brasileiro, separado consensualmente, administrador de empresas, RG nº 3.605.386 SSP/SP e CPF nº 039.214.338-00; Homero Amaral Júnior, brasileiro, casado, administrador de empresa, RG nº 3.391.786 SSP/SP e CPF nº 027.246.188-15; Marcos Giannetti da Fonseca, brasileiro, casado, economista, RG nº 3.430.287-6 SSP/SP, e CPF/MF nº 206.270.338-49, e Roberto Luis Troster, argentino, casado, economista, documento de identidade de estrangeiro RNE W672.863-1 CGPI/DIREX/DFP e CPF/MF nº 697.928.798-20, todos com domicílio nesta Capital, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 1.355 - 2º andar. A duração do mandato do Conselho de Administração ora eleito é de 1 (um) ano, com vencimento no dia da posse do Conselho eleito pela Assembleia Geral Ordinária de 2013. Fica fixado, a título de honorários para o Conselho de Administração, o valor equivalente a até R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) para o presente exercício, sendo de competência do Conselho, dentro desse limite, estabelecer a remuneração individual dos conselheiros. O presente limite poderá ser objeto de atualização monetária, através dos índices oficiais de inflação; iv) a designação do Sr. Homero Amaral Júnior e do Sr. Alvaro Augusto Vidigal para presidente e vice-presidente do Conselho, respectivamente, e, v) a não instalação do Conselho Fiscal no presente exercício. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, o Sr. Presidente deu por encerrados os trabalhos, suspendendo antes a sessão, para que se lavrasse a presente Ata que, depois de lida e aprovada foi assinada por todos os acionistas presentes, por mim secretário e pelo Sr. Presidente. aa) Acionistas: Alvaro Augusto Vidigal, Homero Amaral Júnior, Alvaro Augusto de Freitas Vidigal, Eduardo Davids do Amaral, Fernando Davids do Amaral, Gerson Luiz Mendes de Brito, Marcos Giannetti da Fonseca, Patrícia Davids do Amaral Mello e Roberto Luis Troster. Presidente: Álvaro Augusto Vidigal, Secretário: Homero Amaral Júnior. Esta ata é cópia fiel da lavrada em livro próprio. Alvaro Augusto Vidigal - Presidente e Homero Amaral Junior - Secretário. JUCESP nº 284.357/12-1 em 29/6/2012 - Gisela Simiema Ceschin - Secretária-Geral.

Banco Paulista S.A.

CNPJ 61.820.817/0001-09 Ata da Reunião do Conselho de Administração Realizada em 24 de Abril de 2012 1. Local e hora: Sede Social, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 1.355 - 2º andar - São Paulo, às 17:30 horas. 2.Conselheiros Presentes: Todos os membros do Conselho de Administração da Companhia, conforme assinaturas no livro de presença. 3. Convocação: De acordo com a Lei 6.404/76 e Artigo 7º do Estatuto Social. 4. Mesa: Presidente: Homero Amaral Júnior e Secretário: Álvaro Augusto Vidigal. 5. Ordem do Dia: i) eleição da Diretoria para um mandato de um ano, tendo sido propostos: Alvaro Augusto Vidigal, brasileiro, separado consensualmente, administrador de empresas, RG nº 3.605.386 SSP/SP e CPF nº 039.214.338-00 para Diretor-Presidente, Marcelo Adilson Tavarone Torresi, brasileiro, casado, engenheiro, RG nº 10.364.287-0 SSP/SP e CPF nº 117.512.988-76, para Diretor Superintendente, e, para o cargo de Diretor, sem designação especial, Alexandre França Fraga, brasileiro, divorciado, engenheiro, RG nº 54.512.883-3 SSP/SP e CPF nº 054.515.918-06; Daniel Doll Lemos, brasileiro, casado, analista de investimentos, portador da cédula de identidade RG nº 26.239.563-0 SSP/SP e CPF/MF nº 275.605.768-18; Francisco Donizeti Ferreira, brasileiro, casado, administrador de empresas, RG nº 5.681.473 SSP/SP e CPF nº 014.681.968-39; Gerson Luiz Mendes de Brito, brasileiro, separado judicialmente, contabilista, RG nº 5.720.162-6-SSP/SP e CPF/MF nº 037.453.768-20; Luiz Fonseca de Souza Meirelles Filho, brasileiro, casado, bancário, RG nº 4.439.266 SSP/SP e CPF nº 500.165.638-91, e, Tarcísio Rodrigues Joaquim, brasileiro, separado judicialmente, administrador de empresas, RG nº 17.583.677-SSP/SP e CPF/MF nº 086.062.468-40, todos com domicílio nesta Capital, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 1.355 - 2º andar. A duração do mandato da Diretoria ora eleita é de 1 (um) ano, com vencimento no dia da posse da diretoria eleita pela primeira RCA após a AGO de 2013. Fica fixado, a título de honorários, o valor equivalente a até R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para o presente exercício, sendo de competência da Diretoria, dentro desse limite, estabelecer a remuneração individual dos diretores. O presente limite poderá ser objeto de atualização monetária, através dos índices oficiais de inflação. 6. Deliberações: Por unanimidade foram aprovados: i) todos os indicados para compor a Diretoria da Sociedade. 7. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, o Sr. Presidente deu por encerrados os trabalhos, suspendendo antes a sessão, para que se lavrasse a presente ata que, depois de lida e aprovada, foi assinada pelos membros do Conselho de Administração presentes. A presente ata é cópia fiel da lavrada em livro próprio. Homero Amaral Junior - Presidente e Alvaro Augusto Vidigal - Secretário. JUCESP nº 284.358/12-5 em 29/6/2012 - Gisela Simiema Ceschin - Secretária-Geral.

Data, Horário e Local: Aos 30.04.2012, às 20hs, na sede, na Cidade de SP, Estado de SP, na Av. Angélica, nºs 2.330, 2.346 e 2.364, 9º andar, Sala 907, Consolação, CEP 01.228-200 (“Cia”). Convocação: Realizada pelo Presidente do Conselho de Administração, mediante comunicação aos demais Conselheiros, indicando a data, o horário e a pauta da reunião, nos termos do §1º do Art. 16 do Estatuto Social da Cia. Presença: A totalidade dos membros do Conselho de Administração. Mesa: Os trabalhos foram presididos pelo Sr. Bruno Dauster Magalhães e Silva, Presidente do Conselho de Administração, que convidou o Sr. Tomaz Henrique Lopes para exercer a função de Secretário da Mesa, na forma do Art. 16, Caput, do Estatuto Social da Cia. Ordem do Dia: A reunião teve como ordem do dia deliberar sobre a reeleição dos atuais membros da Diretoria da Cia para o mandato unificado até a AGO de 2014. Deliberação: Discutida a matéria constante da ordem do dia, foram aprovadas, por unanimidade e sem quaisquer restrições, a reeleição do Sr. Louzival Luiz Lago Mascarenhas Junior, abaixo qualificado, para o cargo de Diretor Presidente, nos termos da Alínea “a” do §1º do Art. 17 do Estatuto Social da Cia, assim como a ratificação da reeleição, por indicação do Diretor Presidente na forma do Art. 20, Alínea “d”, do Estatuto Social da Cia, do Sr. Bruno Valladares Sabino Teixeira, abaixo qualificado, para o cargo de Diretor Financeiro, e do Sr. Roberto Manoel Guedes Alcoforado, abaixo qualificado, para o cargo de Diretor, nos termos da Alínea “c” do §2º do Art. 17 do Estatuto Social da Cia, todos para o mandato unificado até a AGO de 2014. Os Diretores ora reeleitos serão investidos em seus cargos mediante a lavratura de termo de posse no Livro de Atas das Reuniões da Diretoria, dispensada a garantia de gestão, e declararão no referido termo, sob as penas da lei, que não estão impedidos, por lei especial, de exercer a administração da Cia, nem condenados por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, contra a economia popular, a fé pública ou a propriedade, ou a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos. Assim, a Diretoria da Cia fica composta pelos seguintes membros: (1) Louzival Luiz Lago Mascarenhas Junior, brasileiro, casado, engenheiro, RG 11.118.142-6, IFP/RJ, CPF/MF 217.736.375-68, na qualidade de Diretor Presidente; (2) Bruno Valladares Sabino Teixeira, brasileiro, solteiro, economista, RG 11.437.542-1, IFP/RJ, CPF/MF 081.334.517-01, na qualidade de Diretor Financeiro; e (3) Roberto Manoel Guedes Alcoforado, brasileiro, casado, engenheiro eletricista, RG 26.819.464-4, DIC/RJ, CPF/MF 069.553.554-49, na qualidade de Diretor, todos com endereço comercial na Cidade de SP/SP, na Av. Angélica, nºs 2.330, 2.346 e 2.364, 9º andar, Sala 907, Consolação, CEP 01.228-200, e com mandato unificado até a AGO de 2014, permitida a reeleição, devendo permanecer em seus cargos até que sejam eleitos os seus substitutos. Encerramento: Após tomada e aprovada a deliberação, foi oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém se manifestou, foram dados por encerrados os trabalhos, lavrando-se a presente ata, que, após lida e aprovada, foi assinada por todos os presentes. Ficam aprovadas a lavratura e a publicação da presente ata na forma de sumário. Assinaturas: Bruno Dauster Magalhães e Silva (Presidente do Conselho de Administração e Presidente da Mesa), Carlos Eduardo Paes Barreto Neto (Vice-Presidente do Conselho de Administração), Fabio Hori Yonamine (Conselheiro efetivo), Maria Beatriz Lira Gomes Ferraz (Conselheira efetiva) e Tomaz Henrique Lopes (Secretário da Mesa). Confere com o original lavrado no Livro de Atas das RCA de nº 01, nas folhas 12 e 13. Tomaz Henrique Lopes, Secretário da Mesa, CPF/MF 311.330.348-61. JUCESP nº 269.452/12-6 em 27.06.2012. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

FDE AVISA Pregão Eletrônico nº 21/00270/12/05 OBJETO: PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ARMAZENAGEM, GERENCIAMENTO E LOGÍSTICA DO ARQUIVO GERAL DA FDE. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para: Prestação de Serviços de Armazenagem, Gerenciamento e Logística do Arquivo Geral da FDE. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 24/07/2012, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 08/08/2012, às 09:30 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 24/07/ p 2012, até o momento anterior ao início da sessão pública. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 24 de julho de 2012

ECONOMIA/LEGAIS - 17

Fischer S.A. - Agroindústria C.N.P.J. 52.311.529/0001-20 Demonstrações Financeiras - Exercícios Findos em 31 de Dezembro - Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma Relatório da Diretoria - Senhores acionistas: Em cumprimento às determinações legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas., o Balanço Patrimonial e as correspondentes demonstrações do resultado, Demonstrações do Resultado das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixas para o exercício findo em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas Notas Explicativas de forma resumida, ficando à disposição para os esclarecimentos necessários, inclusive para apresentação das Demonstrações Financeiras e notas explicativas na íntegra. Receita líquida das vendas Venda de produtos Balanços Patrimoniais Ativo 2011 2010 Passivo e patrimônio líquido 2011 2010 Custo das vendas Custos dos produtos vendidos 80.690 374 Circulante 55.780 39.069 Circulante Lucro bruto Caixa e equivalentes de caixa 811 62 Fornecedores e outras contas a pagar 11.260 907 Despesas com vendas Contas a rec. de clientes e demais contas a receber 17.353 8 Financiamentos 42 – Despesas gerais e administrativas Estoques 55.373 – Tributos a recolher 1.557 39 Outros ganhos (perdas), líquidas Tributos a recuperar 6.172 304 Contas a pagar 42.919 38.123 Prejuízo operacional Partes relacionadas 981 – Não circulante 82.501 10.914 Receitas financeiras Despesas financeiras Não circulante 493.312 302.813 Financiamentos 35.448 – Variação cambial líquida 389.468 302.813 Realizável a longo prazo Tributos diferidos 16.677 10.914 Tributos diferidos 69.317 58.383 Provisão para contingências 30.376 – Receitas financeiras, líquidas 435.722 253.203 Lucro (prejuízo) antes do IR e da contr. social Tributos a recuperar 239.341 217.488 Patrimônio líquido Imposto de renda e contr. social: Ano corrente Capital social 624.505 431.530 Partes relacionadas 80.713 26.834 Diferidos (188.783) (178.327) Lucro líquido (prejuízo) do exercício Prejuízos acumulados Depósitos judiciais 96 108 Imobilizado 103.690 – Lucro líquido (prejuízo) por lote de mil ações 154 – Intangível do capital social no fim do exercício - R$ 574.003 303.187 Total do passivo e patrimônio líquido 574.003 303.187 Total do ativo Demonstrações dos Fluxos de Caixa Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. 2.2 Descrição das principais Fluxos de caixa das atividades operacionais Capital Prejuízos práticas contábeis adotadas: (a) Caixa e equivalentes caixa: Caixa e equivalentes caixa incluem dinheiro Lucro (prejuízo) antes do IR e da contr. social Total em caixa, depósitos bancários e investimentos de curto prazo de alta liquidez e com risco insignificante de Ajustes social acumulados Em 31 de dezembro de 2009 431.530 (212.583) 218.947 mudança de valor. (b) Imposto de renda diferido: O imposto de renda diferido é calculado sobre os prejuízos Depreciação e amortização Result. na venda/baixa de bens do ativo permanente – 34.256 34.256 fiscais do imposto de renda, a base negativa de contribuição social e as correspondentes diferenças Constituição de provisão para contingências Lucro líquido do exercício Em 31 de dezembro de 2010 431.530 (178.327) 253.203 temporárias entre as bases de cálculo do imposto sobre ativos e passivos e os valores contábeis das Juros apropriados Integralização de capital 192.975 – 192.975 demonstrações financeiras da companhia. Impostos diferidos ativos são reconhecidos na extensão em que Variações nos ativos e passivos Contas a rec. de clientes e demais contas a receber – (10.456) (10.456) seja provável que o lucro futuro tributável esteja disponível para ser usado na compensação das diferenças Prejuízo do exercício Tributos a recuperar Em 31 de dezembro de 2011 624.505 (188.783) 435.722 temporárias, com base em projeções de resultados futuros elaboradas e fundamentadas em premissas Estoques internas e em cenários econômicos futuros que podem, portanto, sofrer alterações. (c) Provisões: As Partes relacionadas Notas Explicativas da Administração às Demonstrações Financeiras provisões são reconhecidas quando a companhia tem uma obrigação presente legal ou implícita como Depósitos judiciais 1. Contexto operacional: A empresa tem como atividade preponderante à formação e exploração de resultado de eventos passados; é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a Fornecedores e outras contas a pagar lavouras de maçãs, produção de suco concentrado de maçã, bem como seus subprodutos. As operações da Tributos a recolher obrigação e uma estimativa confiável do valor possa ser feita. (d) Ativos circulante e não circulante: Os empresa são realizadas no contexto do Grupo Fischer, na qual parte substancial de seus produtos são ativos são apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos, as Contas a pagar substancialmente destinadas ao mercado externo e realizadas por intermédio da empresa ligada Citrosuco variações cambiais e monetárias auferidos e provisões para perdas na realização desses ativos que são Caixa líquido gerado nas atividades operacionais Fluxos de caixa das atividades de investimentos Trading N.V., cujo transporte marítimo é efetuado por navios de propriedade de outras empresas ligadas. constituídas com base na análise das expectativas de sua efetiva realização. (e) Passivos circulante e não Recebimento por vendas do ativo imobilizado 2. Apresentação das demonstrações financeiras e principais práticas contábeis: 2.1 Apresentação circulante: São demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos Compras de imobilizado e software das demonstrações financeiras: As presentes demonstrações financeiras foram aprovadas pela correspondentes encargos e variações cambiais e monetárias incorridos. (f) Capital social: As ações Liberação de recursos à partes relacionadas administração da companhia em 05/06/2012. As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão sendo ordinárias e as ações preferenciais não resgatáveis são classificadas como patrimônio líquido. Ingresso de recursos de partes relacionadas Caixa líq. aplic. nas ativid. de investimentos Conselho de Administração Fluxos de caixa das ativid. de financiamentos Maria do Rosário Fischer - Presidenta Ingressos de financiamentos Bianca Helena Fischer de Moraes - Conselheira Ana Luisa Fischer Marcondes Ferraz - Conselheira Capitalização de caixa por controladora Alessandra Fischer de Souza Santos - Conselheira Renata Fischer Fernandes - Conselheira Caixa líq. gerado nas ativid. de financiamentos Aumento líquido de caixa e equiv. de caixa Caixa e equiv. de caixa no início do exercício Tales Lemos Cubero - Diretor-Presidente José Lopes Celidônio - Diretor Executivo João Aparecido de Lucca Caixa e equiv. de caixa no final do exercício Guilherme de Souza Santos - Diretor Executivo Ronaldo Marfori Sampaio - Diretor Executivo CRC nº 1SP191043/O-1

2011 147.079 147.079 (120.687) (120.687) 26.391 (7.428) (9.350) (29.418) (19.804) 8.627 (69) (4.382) 4.176 (15.628) – 5.172 (10.456) (1,93) 2011 (15.628)

2010 – – – – – – (2.064) 218 (1.847) 5.414 – 1.716 7.130 5.283 (814) 29.787 34.256 11,11 2010 5.283

8.070 2.770 28.275 (1.206)

– – – (34)

(2.372) (12.275) 1.592 (583) 10 10.354 1.518 4.796 25.322

– 23.171 – (350) (108) 873 (259) (1.717) 26.859

472 (7.869) (82.068) 29.427 (60.038)

– – (26.800) – (26.800)

35.448 18 35.466 749 62 811

– – – 59 3 62

Fischer S.A. - Agroindústria C.N.P.J. 52.311.529/0001-20 Relatório da Administração - Senhores acionistas: Em cumprimento às determinações legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas., o Balanço Patrimonial e as correspondentes demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixas para o exercício findo em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas Notas Explicativas de forma resumida, ficando à disposição para os esclarecimentos necessários, inclusive para apresentação das Demonstrações Financeiras e notas explicativas na íntegra. 2010 374 62 304 8 302.813

2009 11.002 3 10.991 8 258.799

58.383 217.488 26.834 108 303.187

28.012 230.787 – – 269.801

Prejuízos acumulados (240.022) 27.439 (212.583) 34.256 (178.327)

Total 191.508 27.439 218.947 34.256 253.203

Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Tributos a recuperar Demais contas a receber Não circulante Realizável a longo prazo Tributos diferidos Tributos a recuperar Partes relacionadas Depósitos judiciais Total do ativo

Em 31 de dezembro de 2008 Lucro líquido do exercício Em 31 de dezembro de 2009 Lucro líquido do exercício Em 31 de dezembro de 2010

Capital social 431.530 – 431.530 – 431.530

1. Contexto operacional: Em 31 de dezembro de 2006, como parte do processo de reestruturação societária do Grupo Fischer a empresa foi cindida e parte substancial de seu acervo líquido contábil no montante de R$ 329.899, conforme laudo de avaliação emitido por peritos contábeis foi incorporado pela sua controladora Fischer S.A. Comércio, Indústria e Agricultura, o qual é composto por bens, direitos e obrigações, dentre estes os débitos e saldos a pagar de tributos e contribuições sociais, quaisquer ações judiciais em andamento na data, sejam de natureza cível, trabalhista ou tributária; compromissos mercantis, coberturas de seguros e outros de natureza semelhante. Após esta cisão, a companhia se tornou inativa, sendo que, os ativos e passivos que permanecem registrados em suas demonstrações financeiras se referem, basicamente, a créditos tributários e provisões para contingências e atualizações monetárias correspondentes. 2. Apresentação das demonstrações financeiras e principais práticas contábeis: 2.1 Apresentação das demonstrações financeiras: As presentes demonstrações financeiras foram aprovadas pela

Receitas (despesas) operacionais Despesas gerais e administrativas Outras receitas, líquidas Lucro (prejuízo) operacional Receitas financeiras Variação cambial, líquida Receitas financeiras, líquidas Lucro antes do imp. de renda e da contribuição social Imposto de renda e contribuição social Do exercício Diferidos Lucro líquido do exercício administração da companhia em 24 de junho de 2011. As demonstrações financeiras foram elaboradas e Lucro líquido por lote de mil ações do capital social no fim do exercício - R$ estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. 2.2 Descrição das principais práticas contábeis adotadas: (a) Caixa e equivalentes de caixa: Caixa e equivalentes caixa Fluxos de caixa das atividades operacionais incluem dinheiro em caixa, depósitos bancários e investimentos de curto prazo de alta liquidez e com risco Luc. antes do imp. de renda e da contribuição soc. insignificante de mudança de valor. (b) Imposto de renda diferido: O imposto de renda diferido é calculado Ajustes: Juros apropriados sobre os prejuízos fiscais do imposto de renda, a base negativa de contribuição social e as correspondentes Variações nos ativos e passivos diferenças temporárias entre as bases de cálculo do imposto sobre ativos e passivos e os valores contábeis Tributos a recuperar das demonstrações financeiras da companhia. Impostos diferidos ativos são reconhecidos na extensão em Partes relacionadas que seja provável que o lucro futuro tributável esteja disponível para ser usado na compensação das Depósitos judiciais diferenças temporárias, com base em projeções de resultados futuros elaboradas e fundamentadas em Fornecedores e outras contas a pagar premissas internas e em cenários econômicos futuros que podem, portanto, sofrer alterações. (c) Provisões: Tributos a recolher As provisões são reconhecidas quando a companhia tem uma obrigação presente legal ou implícita como Contas a pagar resultado de eventos passados; é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação e uma estimativa confiável do valor possa ser feita. (d) Ativos circulante e não circulante: Os Caixa líq. ger. (aplic.) nas atividades operacionais ativos são apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos, as Fluxos de caixa das atividades de investimentos variações cambiais e monetárias auferidos e provisões para perdas na realização desses ativos que são Liberação de recursos à partes relacionadas constituídas com base na análise das expectativas de sua efetiva realização. (e) Passivos circulante e não Caixa líq. aplicado nas atividades de investimentos circulante: São demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos Aum. (diminuição) de caixa e equivalentes de caixa correspondentes encargos e variações cambiais e monetárias incorridos. (f) Capital social: As ações Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício ordinárias e as ações preferenciais não resgatáveis são classificadas como patrimônio líquido. Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício

Maria do Rosário Fischer - Presidenta Bianca Helena Fischer de Moraes - Conselheira Alessandra Fischer de Souza Santos - Conselheira Ana Luisa Fischer Marcondes Ferraz - Conselheira Renata Fischer Fernandes - Conselheira

BANCO VOTORANTIM S.A. CNPJ Nº 59.588.111/0001-03 - NIRE Nº 35.300.525.353 ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA REALIZADA EM 27 DE JUNHO DE 2012 1. Data, Horário e Local: Aos 27 dias do mês de junho de 2012, às 9:00 horas, na sede social da Sociedade, localizada na Capital do Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 18º andar. 2. Convocação e Presença: Dispensada a convocação, em virtude da presença de acionistas representando a totalidade do capital social. 3. Mesa Dirigente: Sr.José Ermírio de Moraes Neto, Presidente; e Sra. Marta Cibella Knecht, Secretária. 4. Ordem do Dia: Aprovar (i) aumento do capital social e do capital autorizado da Sociedade; e (ii) alteração do caput e do Parágrafo Terceiro do Artigo 5º do Estatuto Social da Sociedade. 5. Deliberações: Por unanimidade de votos, foi aprovado o que segue: (i) o aumento do capital social da Sociedade de R$ 5.026.841.425,38 (cinco bilhões, vinte e seis milhões, oitocentos e quarenta e um mil, quatrocentos e vinte e cinco reais e trinta e oito centavos) para R$ 7.026.841.425,38 (sete bilhões, vinte e seis milhões, oitocentos e quarenta e um mil, quatrocentos e vinte e cinco reais e trinta e oito centavos), mediante a emissão de 22.410.553.662 (vinte e dois bilhões, quatrocentos e dez milhões, quinhentas e cinquenta e três mil, seiscentas e sessenta e duas) novas ações, sendo 18.335.907.540 (dezoito bilhões, trezentos e trinta e cinco milhões, novecentas e sete mil, quinhentas e quarenta) ações ordinárias e 4.074.646.122 (quatro bilhões, setenta e quatro milhões, seiscentas e quarenta e seis mil, cento e vinte e duas) ações preferenciais, todas sem valor nominal, totalmente subscritas e integralizadas na presente data em moeda corrente nacional pelos únicos acionistas da Sociedade, Votorantim Finanças S.A. e Banco do Brasil S.A., na proporção que cada um detém no capital social da Sociedade, conforme consta dos boletins de subscrição que constituem os Anexos I e II da presente ata, ficando arquivado na sede social da Sociedade o parecer do Conselho Fiscal, conforme Anexo III; (ii) o aumento do capital autorizado para R$ 7.644.896.446,65 (sete bilhões, seiscentos e quarenta e quatro milhões, oitocentos e noventa e seis mil, quatrocentos e quarenta e seis reais e sessenta e cinco centavos); (iii) Em virtude das deliberações (i) e (ii) acima, ficam alterados o caput e o Parágrafo 3º do Artigo 5º do Estatuto Social da Sociedade, que passam a ter as seguintes e novas redações: “Artigo 5º - O capital totalmente subscrito e integralizado é de R$ 7.026.841.425,38 (sete bilhões, vinte e seis milhões, oitocentos e quarenta e um mil, quatrocentos e vinte e cinco reais e trinta e oito centavos), dividido em 103.949.376.612 (cento e três bilhões, novecentos e quarenta e nove milhões, trezentos e setenta e seis mil, seiscentos e doze) ações, sendo 85.049.489.946 (oitenta e cinco bilhões, quarenta e nove milhões, quatrocentas e oitenta e nove mil, novecentas e quarenta e seis) ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal e 18.899.886.666 (dezoito bilhões, oitocentas e noventa e nove milhões, oitocentas e oitenta e seis mil, seiscentas e sessenta e seis) ações preferenciais, nominativas e sem valor nominal. (...) Parágrafo 3º – O capital social poderá ser elevado, independentemente de reforma estatutária, até o limite de R$ 7.644.896.446,65 (sete bilhões, seiscentos e quarenta e quatro milhões, oitocentos e noventa e seis mil, quatrocentos e quarenta e seis reais e sessenta e cinco centavos).O Conselho de Administração deliberará sobre a emissão de ações ordinárias e/ou preferenciais dentro do capital autorizado, fixando a quantidade de ações a serem emitidas, o preço de emissão e as condições de integralização, bem como as demais condições e procedimentos referentes a cada emissão, com a prévia opinião do Conselho Fiscal. Em qualquer hipótese, não poderão ser emitidas ações preferenciais que excedam a 50% (cinqüenta por cento) do total das ações emitidas pela Sociedade”. (iv) Permanecem em vigor e inalterados os demais artigos do Estatuto Social da Sociedade não alterados por este instrumento. 6. Encerramento: O Sr. Presidente concedeu o uso da palavra, não havendo, todavia, nenhuma manifestação.Os trabalhos foram suspensos para a lavratura da presente ata, que tendo sido lida e achada conforme, vai assinada pelo Presidente, Secretária e demais acionistas presentes. (aa) José Ermírio de Moraes Neto, Presidente; Marta Cibella Knecht, Secretária; p.Votorantim Finanças S.A., José Ermírio de Moraes Neto e Marcus Olyntho de Camargo Arruda; p. Banco do Brasil S.A., Paulo Rogério Caffarelli. A presente transcrição é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo, 27 de junho de 2012. Marta Cibella Knecht - Secretária. Arquivado na JUCESP em 11.07.12, sob nº 297.190/12-0 . Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral. Anexo I - Banco Votorantim S.A. - CNPJ nº 59.588.111/0001-03 - NIRE nº 35.300.525.353 - Boletim de Subscrição de Ações Emissora: Banco Votorantim S.A., instituição financeira constituída e existente de acordo com as leis do Brasil, com sede na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 18º andar, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo. Subscritor: Votorantim Finanças S.A., com sede com sede na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 6º andar, Conjunto 602, Sala D, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ/MF sob nº 01.386.256/0001-4. Deliberação: Assembléia Geral Extraordinária da Emissora realizada em 27 de junho de 2012. Subscrição: Subscrição de 9.167.953.771 ações ordinárias e 2.037.323.060 ações preferenciais, todas sem valor nominal, emitidas pela Emissora. Preço de Emissão: O preço de emissão de cada ação é de R$ 0,0892436675222022. Prazo e PreçoTotal de Subscrição: O preço total da subscrição realizada neste ato é de R$ 1.000.000.000,00 (um bilhão de reais) (“PreçoTotal da Subscrição daVF”).Integralização: Em moeda corrente nacional, mediante o pagamento, nesta data, de 100% (cem por cento) do Preço Total da Subscrição da VF. São Paulo, 27 de junho de 2012. Votorantim Finanças S.A. - Anexo II - Banco Votorantim S.A. - CNPJ nº 59.588.111/0001-03 - NIRE nº 35.300.525.353 - Boletim de Subscrição de Ações - Emissora: Banco Votorantim S.A., instituição financeira constituída e existente de acordo com as leis do Brasil, com sede na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 18º andar, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo. Subscritor: Banco do Brasil S.A., instituição financeira constituída e existente de acordo com as leis do Brasil, com sede no Setor Bancário Sul, Quadra 01, Lote 32, Bloco C, Ed. Sede III, 24º andar, na Cidade de Brasília, Distrito Federal, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 00.000.000/0001-91. Deliberação: Assembléia Geral Extraordinária da Emissora realizada em 27 de junho de 2012. Subscrição: Subscrição de 9.167.953.769 ações ordinárias e 2.037.323.062 ações preferenciais, todas sem valor nominal, emitidas pela Emissora. Preço de Emissão: O preço de emissão de cada ação é de R$ 0,0892436675222022. Prazo e PreçoTotal de Subscrição: O preço total da subscrição realizada neste ato é de R$ 1.000.000.000,00 (um bilhão de reais) (“Preço Total da Subscrição do BB”). Integralização: Em moeda corrente nacional, mediante o pagamento, nesta data, de 100% (cem por cento) do Preço Total da Subscrição do BB. São Paulo, 27 de junho de 2012. Banco do Brasil S.A. - Anexo III - Parecer do Conselho Fiscal - Prezados Senhores Acionistas, na qualidade de membros do Conselho Fiscal do Banco Votorantim S.A., instituição financeira com sede na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 18º andar, no Município de São Paulo, Estado de São Paulo, CEP 04794-000, inscrita no CNPJ/MF sob nº 59.588.111/0001-03 (“Banco”) e de acordo com as disposições legais e estatutárias vigentes, examinamos a proposta de (a) aumento de capital social do Banco, de R$ 5.026.841.425,38 (cinco bilhões, vinte e seis milhões, oitocentos e quarenta e um mil, quatrocentos e vinte e cinco reais e trinta e oito centavos) para R$ 7.026.841.425,38 (sete bilhões, vinte e seis milhões, oitocentos e quarenta e um mil, quatrocentos e vinte e cinco reais e trinta e oito centavos), mediante a emissão de 22.410.553.662 (vinte e dois bilhões, quatrocentas e dez milhões, quinhentas e cinquenta e três mil, seiscentas e sessenta e duas) novas ações, sendo 18.335.907.540 (dezoito bilhões, trezentas e trinta e cinco milhões, novecentas e sete mil, quinhentas e quarenta) ações ordinárias e 4.074.646.122 (quatro bilhões, setenta e quatro milhões, seiscentas e quarenta e seis mil, cento e vinte e duas) ações preferenciais, todas sem valor nominal, que serão totalmente subscritas e integralizadas em moeda corrente nacional pelos únicos acionistas do Banco, Votorantim Finanças S.A. e Banco do Brasil S.A., na proporção que cada um detém no capital social do Banco; e (b) o aumento do capital autorizado para R$ 7.644.896.446,65 (sete bilhões, seiscentos e quarenta e quatro milhões, oitocentos e noventa e seis mil, quatrocentos e quarenta e seis reais e sessenta e cinco centavos) e opinamos que os assuntos mencionados nos itens (a) e (b) acima estão devidamente instruídos e, portanto, em condições de serem encaminhados à apreciação da Assembleia Geral dos Acionistas. São Paulo, 18 de junho de 2012. Rudinei dos Santos - João Batista Donizete de Souza - Daniel André Stieler - Antonio Joaquim Ferreira Custódio.

BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A.

CNPJ/MF nº 01.858.774/0001-10 - NIRE 35.300.150.082 ATA DE REUNIÃO DE CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO, REALIZADA EM 30 DE ABRIL DE 2012 1. Data, Horário e Local – Dia 30 de abril de 2012, às 11:30 horas, na sede social da Companhia, localizada na Cidade de Barueri, Estado de São Paulo, na Alameda Rio Negro, nº 161, 12º andar, Sala A, Condomínio West Point, Alphaville Industrial, CEP 06454000. 2. Convocação e Presença – Dispensada a convocação, tendo em vista a presença da totalidade dos membros do Conselho de Administração. 3. Mesa – João Roberto Gonçalves Teixeira, Presidente; Marta Cibella Knecht, Secretária. 4. Ordem do Dia - (i) a eleição do Sr. Alvaro Jorge Fontes de Azevedo, abaixo qualificado, para compor a Diretoria da Sociedade; e (ii) tomar ciência do pedido de renúncia do Sr. José Manoel Lobato Barletta, abaixo qualificado. 5. Deliberações: Os Conselheiros, por unanimidade de votos e sem quaisquer restrições, (i) Aprovaram a eleição do Sr. Alvaro Jorge Fontes de Azevedo, brasileiro, casado, economista, portador da Cédula de Identidade RG nº 05759709-8 e inscrito no CPF/MF sob nº 809.204.977-72, com endereço comercial na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 18º andar, Vila Gertrudes, para ocupar o cargo de Diretor de Relações com Investidores da Sociedade. O mandato do Diretor ora eleito vigorará até a primeira reunião do Conselho de Administração da Sociedade que suceder a Assembleia Geral Ordinária a realizar-se em 2013. A posse do Diretor em seu respectivo cargo fica condicionada à prévia homologação de seu nome pelo Banco Central do Brasil, ocasião em que assinará o termo de posse correspondente. O membro da Diretoria ora eleito declara que: (a) preenche os requisitos mencionados na Resolução nº 3.041, de 28/11/2002, do Banco Central do Brasil, conforme alterada, (b) não está incurso em nenhum dos crimes previstos em lei que o impeça de exercer a atividade mercantil e (c) atende às demais exigências legais e estatutárias para o exercício do cargo; (ii) Considerando a deliberação tomada no item (i) acima, o Sr. Marcos Lima Monteiro, brasileiro, casado, economista, portador da Cédula de Identidade RG nº 19.897.606-9 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 105.109.428-30, designado Diretor de Relações com Investidores na Reunião do Conselho de Administração da Sociedade, realizada em 03/05/2011, passa a ocupar o cargo de Diretor sem designação específica da Sociedade na data da posse do Sr. Alvaro Jorge Fontes de Azevedo, acima qualificado, como Diretor de Relações com Investidores da Sociedade; e (iii) Tomaram ciência do pedido de renúncia apresentado, em 30/03/2012, pelo Sr. José Manoel Lobato Barletta, brasileiro, casado, economista, portador da Cédula de Identidade RG nº 102.121.663-3 SSP/RS e do CPF/MF nº 215.175.090-68, domiciliado na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 18º andar, Vila Gertrudes, ao cargo de Diretor sem designação específica, tudo nos termos das correspondente carta de renúncia arquivada na sede social da Sociedade. 6. Observações Finais - O Sr. Presidente franqueou o uso da palavra, não havendo, todavia, nenhuma manifestação. Os trabalhos foram suspensos para a lavratura da presente ata, que tendo sido lida e achada conforme, vai assinada pelos presentes. (aa) João Roberto Gonçalves Teixeira, Presidente; Marta Cibella Knecht, Secretária; João Roberto Gonçalves Teixeira, Elcio Jorge dos Santos e Walter Guilherme Piacsek Junior. A presente transcrição é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo, 30 de abril de 2012. Marta Cibella Knecht - Secretária. Arquivado na JUCESP em 05.07.12, sob nº 291.269/12-6. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral. SPECTRUS VÍDEO E MULTIMÍDIA LTDA., sociedade empresária limitada com sede na Rua Áurea, 36 - Vila Mariana - CEP: 04015-070, São Paulo - SP, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 72.004.591/0002-67 e Inscrição Estadual sob o nº 114.685.526.113, declara para os devidos fins, o extravio das notas fiscais em branco sob nos 000.714, 000.715 e 000.716, sob a AIDF 9545.

2010 39.070 908 39 – 38.123 10.914 10.914 253.203 431.530 (178.327) 303.187

Passivo e patrimônio líquido Circulante Fornecedores e outras contas a pagar Tributos a recolher Partes relacionadas Contas a pagar Não circulante Tributos diferidos Patrimônio líquido Capital social Prejuízos acumulados Total do passivo e patrimônio líquido

2009 40.523 35 298 350 39.840 10.331 10.331 218.947 431.530 (212.583) 269.801

2010 (2.065) 218 (1.847) 5.414 1.716 7.130 5.283

2009 (351) 18.106 17.755 6.417 13.632 20.049 37.804

(814) 29.787 34.256 11,11

(5.729) (4.635) 27.440 8,90

2010 5.283 (34)

2009 37.803 –

23.171 (350) (108) 873 (259) (1.717) 26.859

(24.813) 337 – (2) 159 (13.631) (147)

(26.800) (26.800) 59 3 62

– – (147) 150 3

Tales Lemos Cubero - Diretor Executivo José Lopes Celidônio - Diretor Executivo Guilherme de Souza Santos - Diretor Executivo Ronaldo Mafori Sampaio - Diretor Executivo Contador - João Aparecido de Lucca - CRC nº 1SP191043/O-1

BENS DE RAIZ PARTICIPAÇÕES S/A. CNPJ/MF nº 07.717.193/0001-45 – NIRE 35.300.324.994 Ata de Assembleia Geral de Transformação da Bens de Raiz Participações S.A. em Sociedade Empresária Limitada, realizada em 14 de junho de 2012 (Lavrada na forma de sumário, nos termos do art. 130, § 1º, da Lei nº 6.404/76) 1. Data, hora e local: 14/06/2012, às 14:00hs, na sede social, situada na Capital do Estado de São Paulo, na Al. Campinas, nº 463, 8º andar. 2. Composição da Mesa: Sr. Raul Raphael Saigh, Presidente da Mesa, nos termos do § 2º do art. 4º do estatuto social da Cia.; e Sr. Otávio Marangoni Neto, Secretário, indicado pelo Sr. Presidente nos termos do § 3º do art. 4º do estatuto social da Cia.. 3. Presença: Acionistas titulares de ações representativas de 100% do capital social da Cia., conforme assinaturas apostas no Livro de Registro de Presença de Acionistas. 4. Convocação: Dispensada a convocação prévia, em razão da presença da totalidade dos acionistas, na forma do disposto no art. 124, § 4º, da Lei nº 6.404/76. 5. Ordem do Dia: (i) aprovar a transformação da Cia. em sociedade empresária limitada, disciplinada pela Lei nº 10.406/02, e (ii) aprovar o respectivo projeto de contrato social. 6. Deliberações: a assembléia geral, por unanimidade dos presentes: 6.1 Aprovou a transformação da Bens de Raiz Participações S.A. em sociedade empresária limitada sob a denominação de Bens de Raiz Participações Ltda., disciplinada pela Lei nº 10.406, de 10/01/2002, que continuará a operar sem solução de continuidade. Em decorrência da transformação da Cia., ora aprovada, o capital social de R$ 18.000.000,00, representado por 18.000.000 de ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, manterá seu valor inalterado e passará a ser representado por 18.000.000 de quotas com valor nominal de R$ 1,00 cada, sendo atribuída 1 quota representativa do capital social da Bens de Raiz Participações Ltda. em substituição a cada ação ordinária, nominativa e sem valor nominal de emissão da Bens de Raiz Participações S.A. então de titularidade de seus acionistas. Diante do exposto, as quotas representativas do capital social da Bens de Raiz Participações Ltda. passam a ser distribuídas entre os atuais acionistas da Cia. da Sociedade da seguinte forma: Sócios Nº de Quotas Valor (R$) Participação(%) Raul Raphael Saigh 13.500.000 13.500.000,00 75,00% Laila Racy Saigh 4.500.000 4.500.000,00 25,00% Total 18.000.000 18.000.000,00 100,00% 6.2 Em virtude da aprovação, por unanimidade, da transformação da Cia. em sociedade empresária limitada, os acionistas, também por unanimidade, aprovaram o projeto de Contrato Social da Bens de Raiz Participações Ltda., que vigorará com a redação que lhe é atribuída no Anexo I a esta ata, o qual, após assinado pelos sócios, será levado a registro na Junta Comercial do Estado de São Paulo, na forma da lei. 7. Documentos arquivados na sede social: Projeto de Contrato Social da Bens de Raiz Participações Ltda.. Instrumentos particulares de mandato apresentados pelos procuradores dos acionistas presentes à assembléia. 8. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foi oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, ante a ausência de manifestações, foram encerrados os trabalhos e lavrada esta ata, em forma de sumário, nos termos do art. 130, § 1º, da Lei nº 6.404/76. Concluída a lavratura do documento, este foi lido e achado conforme por todos os presentes. Esta ata é cópia fiel da original lavrada em livro próprio. São Paulo, 14/06/2012. (ass.) Raul Raphael Saigh – Presidente e Otávio Marangoni Neto – Secretário. Acionistas presentes: Raul Raphael Saigh; Laila Racy Saigh, p.p Raul Raphael Saigh. Certidão: Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia. Junta Comercial do Estado de São Paulo. Certifico o registro sob o nº 291.368/12-8 em 06/07/2012. Gisela Simiema Ceschin – Secretária Geral. Anexo I – Contrato Social da Bens de Raiz Participações Ltda. Sócios: Raul Raphael Saigh, brasileiro, casado, industrial, portador da Cédula de Identidade RG nº 2.536.313 SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob nº 008.202.298-49, residente e domiciliado na Capital do Estado de São Paulo; e Laila Racy Saigh, brasileira, viúva, industrial, portadora da Cédula de Identidade RG nº 746.395 SSP/SP, inscrita no CPF/MF sob nº 001.789.898-60, residente e domiciliada na Capital do Estado de São Paulo. Capítulo I – Denominação, Sede, Tempo de Duração e Objeto Social. Cláusula 1ª – A Bens de Raiz Participações Ltda. é uma sociedade empresária limitada regida por este contrato social e pelas disposições legais aplicáveis (“Sociedade”). Cláusula 2ª – A Sociedade tem sede e foro jurídico na Capital do Estado de São Paulo, na Al. Campinas, nº 463, 8º andar. § Único: Por deliberação de sócios, a Sociedade poderá abrir, transferir e/ou fechar dependências, escritórios, filiais e outras instalações de qualquer natureza, dentro ou fora do território nacional, podendo destinar para um ou mais deles parcela de seu capital social. Cláusula 3ª – O tempo de duração da Sociedade é indeterminado. Cláusula 4ª – A Sociedade tem por objeto: (i)i a participação em outras sociedades sediadas no Brasil ou no exterior, na qualidade de sócia, acionista ou quotista, seja controladora ou minoritária, a critério e por deliberação da Diretoria; (ii)i administração de bens móveis e imóveis próprios, e (iii)i a aquisição, alienação e administração de valores mobiliários emitidos pelas sociedades investidas nos termos de “i”, acima. Capítulo II – Capital Social. Cláusula 5ª – O capital social, totalmente subscrito e integralizado, neste ato, na forma descrita no § 1º, infra, é de R$ 18.000.000,00, dividido em 18.000.000 de quotas com valor nominal de R$ 1,00 cada, distribuídas entre os sócios da seguinte forma: Sócios Nº de Quotas Valor (R$) Participação(%) Raul Raphael Saigh 13.500.000 13.500.000,00 75,00% Laila Racy Saigh 4.500.000 4.500.000,00 25,00% Total 18.000.000 18.000.000,00 100,00% § 1º: A totalidade das quotas representativas do capital da Sociedade é integralizada no ato de sua constituição por transformação da Bens de Raiz Participações S.A., inscrita no CNPJ sob nº 07.717.193/0001-45 e com seus atos constitutivos arquivados na Junta Comercial do Estado de São Paulo sob NIRE 35.300.324.994 mediante a substituição da totalidade das ações representativas do capital social da Bens de Raiz Participações S.A. por quotas representativas do capital social da Sociedade, na proporção de 1 quota representativa do capital social da Sociedade para cada ação de emissão da Bens de Raiz Participações S.A. § 2º: A responsabilidade de cada sócio é limitada ao valor de suas quotas, mas todos respondem solidariamente pela integralização do capital social. Cláusula 6ª – As quotas são indivisíveis em relação à Sociedade e cada uma delas dá direito a 1 (um) voto nas deliberações sociais. Cláusula 7ª – É vedado aos sócios caucionar, ou de qualquer forma penhorar ou onerar suas quotas de capital, no todo ou em parte, salvo em favor de outro sócio. Capítulo III – Administração da Sociedade. Cláusula 8ª – A administração da Sociedade será exercida por um administrador sócio ou não sócio, independentemente de caução, denominado Diretor, sendo neste ato designado Diretor o Sr. Raul Raphael Saigh, brasileiro, casado, industrial, portador da Cédula de Identidade RG nº 2.536.313 SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob nº 008.202.298-49, residente e domiciliado na Capital do Estado de São Paulo, que permanecerá em seu cargo por tempo indeterminado. Cláusula 9ª – Além das atribuições necessárias à realização dos fins sociais, o Diretor fica investido de todos os poderes necessários e suficientes para representar a Sociedade, ativa e passivamente, judicial e extrajudicialmente, transigir, renunciar, firmar compromissos, confessar dívidas, fazer acordos, contrair obrigações, celebrar contratos e adquirir, alienar e onerar bens. Cláusula 10 – A Sociedade considerar-se-á obrigada se representada (i)i isoladamente pelo Diretor nomeado nos termos da Cláusula 8ª, ou (ii)i isoladamente por um procurador, de acordo com os poderes conferidos no respectivo instrumento de mandato, observado o disposto nos §§ 1º e 2º, infra. § 1º: Na constituição de procuradores, a Sociedade deverá ser necessariamente representada por seu Diretor. § 2º: Salvo se destinado a fins de representação em processos judiciais ou administrativos, os mandatos outorgados pela Sociedade terão tempo de vigência determinado, não superior a 1 ano. Cláusula 11 – Em operações estranhas aos negócios e objetivos sociais, é vedado a qualquer Diretor ou procurador conceder fianças ou avais e contrair obrigações de qualquer natureza em nome da Sociedade, salvo aprovação prévia e expressa de sócios que representem a maioria absoluta do capital social. Cláusula 12 – O Diretor terá direito a uma remuneração mensal a ser fixada em reunião de sócios. Cláusula 13 – A Sociedade não terá conselho fiscal. Capítulo IV – Reunião de Sócios. Cláusula 14 – As reuniões de sócios deverão ser realizadas pelo menos 01 vez ao ano, durante os 04 meses seguintes ao término de cada exercício social, com o objetivo de (i)i tomar as contas da administração e deliberar sobre as demonstrações financeiras da Sociedade; e (ii)i tratar de outros assuntos constantes da ordem do dia. § 1º: A convocação para as reuniões de sócios será realizada pelo Diretor, mediante comunicação escrita a todos os sócios, enviada com pelo menos 03 dias de antecedência, sendo aceito, para esses fins, qualquer meio de comunicação escrita que permita a comprovação de recebimento, incluindo, mas não se limitando, o envio de carta registrada, telegrama, fac-símile e e-mail. § 2º: Estarão dispensadas as formalidades de convocação previstas no § 1º desta Cláusula 14 sempre que todos os sócios comparecerem à reunião ou se declararem, por escrito, cientes do respectivo local, data, hora e ordem do dia. § 3º: As reuniões de sócios serão instaladas, necessariamente, com a presença de sócios que representem a maioria absoluta do capital social. Por maioria entre os presentes será eleito o presidente, que designará outro entre os presentes para secretariar os trabalhos. § 4º: Nas reuniões de sócios, as deliberações serão aprovadas por sócios titulares de quotas representativas de maioria absoluta do capital social, salvo se a lei exigir quórum diverso e exceto quanto às deliberações que consistam em ou impliquem alteração deste contrato social, ou deliberem a transformação, incorporação, cisão, fusão, dissolução, liquidação ou cessação do estado de liquidação da Sociedade, que deverão ser aprovadas por sócios representando ¾ (três quartos) do capital social. § 5º: O sócio dissidente da deliberação que importe modificação do contrato social ou tenha por objeto a transformação, fusão da Sociedade, incorporação de outra ou dela por outra terá o direito de retirar-se da Sociedade nos 30 dias subsequentes à respectiva reunião, apurando-se seus haveres nos termos do Capítulo VI, infra. Cláusula 15 – Os sócios poderão ser representados nas Reuniões de Sócios ou Assembléias Gerais por procurador que seja sócio ou advogado. As procurações a serem utilizadas nas Reuniões de Sócios ou Assembléias Gerais da Sociedade deverão ser depositadas na sede social com antecedência mínima de 2 dias em relação à data de realização da Reunião de Sócios ou Assembléia Geral. Cláusula 16 – Caso as deliberações havidas nas reuniões de sócios ou tomadas na forma

da Cláusula 14, caput, produzam efeitos sobre as relações entre a Sociedade e terceiros, ou alterem este contrato social, deverão as respectivas atas ou alterações de contrato social ser levadas a registro no órgão competente, no prazo e na forma da lei. Cláusula 17 – Estará dispensada a deliberação dos sócios em reunião de sócios sempre que sócios que representem a totalidade do capital social decidirem, por escrito, acerca da(s) questão(ões) que seria(m) debatida(s) e votada(s) na reunião de sócios. § Único: Aplicar-se-á o disposto na Cláusula 15 deste Contrato Social às deliberações tomadas na forma do caput desta Cláusula 17. Capítulo V – Falecimento, Incapacidade ou Separação de Sócio. Cláusula 18 – A Sociedade não se dissolverá por morte ou incapacidade de qualquer dos sócios, continuando com os sócios remanescentes e com os herdeiros e sucessores do sócio pré-morto, se for o caso, nas condições previstas neste Capítulo V. § 1º: Caso os herdeiros ou sucessores do sócio falecido não sejam sócios da Sociedade, poderão ingressar na mesma, observando-se o que for decidido na partilha do espólio, desde que comuniquem aos demais sócios essa intenção, por escrito, contra recibo, no prazo de 30 dias a contar da data do falecimento, e desde que os demais sócios aceitem esse ingresso. § 2º: Por decisão de sócios que representem a maioria absoluta do capital social, poderá ser recusada a admissão dos referidos herdeiros ou sucessores na Sociedade. Nesta hipótese, nos 90 dias seguintes ao recebimento da notificação referida no § 1º, acima, deverão ser apurados os haveres do sócio pré-morto, na forma prevista no Capítulo VI, abaixo, tomando-se como data base de apuração a data do falecimento do sócio. § 3º: A ausência de manifestação dos demais sócios sobre o ingresso dos herdeiros ou sucessores na Sociedade no prazo referido no § 1º, acima, será considerada recusa no ingresso desses sócios, aplicando-se, nessa hipótese, o quanto disposto no § 2º, acima. § 4º: As quotas de capital do sócio pré-morto serão computadas para fins de formação do quórum de deliberação de que trata o § 2º, acima, e terão direito de voto na reunião que deliberar sobre a admissão ou não dos herdeiros ou sucessores do sócio pré-morto na Sociedade. Cláusula 19 – Em caso de separação judicial, extrajudicial, divórcio ou outra forma de dissolução de vida em comum de qualquer dos sócios, meação ou partilha que implique alteração no quadro societário, com atribuição de quotas a quem não era sócio antes do evento em apreço, os terceiros que eventualmente receberem quotas sociais poderão optar por ingressar na Sociedade, desde que sócios que representem maioria absoluta do capital social aceitem essa participação, observadas as mesmas condições previstas na Cláusula 18, acima, especialmente em seu § 4º. Caso não haja interesse dos que receberam as quotas ou caso os demais sócios recusem o respectivo ingresso, serão apurados e pagos os haveres correspondentes às mesmas quotas, na forma prevista no Capítulo VI, infra, tomando-se como data base de apuração a data da homologação da partilha. Cláusula 20 – As regras previstas neste Capítulo V também serão aplicáveis nas hipóteses de fusão, cisão ou incorporação, extinção, liquidação, falência, recuperação judicial ou extrajudicial de sócio pessoa jurídica, continuando a operar com o sócio remanescente ou sucessor do sócio fundido, cindido, incorporado, extinto, liquidado, falido ou em recuperação judicial ou extrajudicial, se for o caso, nas condições previstas neste Capítulo. Capítulo VI – Apuração de Haveres. Cláusula 21 – Em qualquer caso de apuração de haveres previsto neste contrato social ou decorrente de determinação legal ou sentença judicial, o valor de reembolso das quotas será apurado da seguinte forma: (i) na data-base da apuração, será levantado um balanço da Sociedade, apurando-se o valor de patrimônio líquido contábil desta e o valor proporcional das quotas a serem reembolsadas; (ii) os haveres assim apurados serão pagos a quem de direito em 24 prestações mensais iguais e sucessivas, acrescidas de correção monetária calculada com base no IGP-M/ FGV – Índice Geral de Preços – Mercado publicado pela Fundação Getulio Vargas, com a menor periodicidade permitida pela legislação vigente na ocasião, desde a data do balanço de apuração de haveres até a data de cada pagamento, vencendo-se a primeira 30 dias após a data do mesmo balanço e as demais em igual dia dos meses subsequentes, até o final pagamento dos haveres assim apurados; (iii) na avaliação a ser procedida nos termos desta Cláusula, não serão considerados os lucros ou perdas posteriores à data de apuração fixada para cada caso. Cláusula 22 – As quotas reembolsadas poderão ser adquiridas pela própria Sociedade, nas condições previstas em lei, ou pelos sócios remanescentes, na proporção das respectivas participações no capital social. § Único: Caso o pagamento dos haveres apurados torne inviável a continuação normal da Sociedade, os sócios titulares de quotas representativas de maioria absoluta do capital social poderão proceder à dissolução total da Sociedade, caso em que se procederá à liquidação e partilha do patrimônio social entre todos os sócios, na proporção das respectivas participações no capital social, observadas as disposições legais pertinentes. Capítulo VII – Exercício Social, Demonstrações Financeiras e Destinação dos Lucros. Cláusula 23 – O exercício social coincide com o ano civil, terá início em 01 de janeiro e terminará no dia 31 de dezembro de cada ano, ocasião em que serão elaboradas as demonstrações financeiras da Sociedade, em conformidade com as disposições legais e com os princípios contábeis geralmente aceitos no Brasil. Cláusula 24 – Por decisão de sócios representando a maioria do capital social, os lucros líquidos apurados poderão ser: (i)i distribuídos aos sócios na proporção da respectiva participação no capital social ou em outra proporção que for deliberada por sócios que representem a maioria absoluta do capital social; ou, ainda; (ii)i retidos, total ou parcialmente, em conta de lucros em suspenso ou de reservas, ou capitalizados. § Único: A Sociedade poderá, em qualquer periodicidade, levantar balanços intermediários e/ou intercalares para fins contábeis ou para distribuição de lucros. Capítulo VIII – Dissolução, Liquidação e Transformação da Sociedade. Cláusula 25 – A Sociedade se dissolverá nos casos previstos em lei e por decisão de sócios que representem 75% do capital social. Cláusula 26 – Em caso de liquidação, sócios que representem a maioria absoluta do capital social nomearão um liquidante a fim de que este proceda em conformidade com as leis vigentes. Cláusula 27 – Por decisão de sócios que representem 75% do capital social, a Sociedade poderá transformar-se em outro tipo societário, incorporar-se ou fundir-se a outra, bem como proceder à própria cisão. Em caso de transformação em sociedade por ações, os sócios desde logo renunciam ao direito de retirada previsto em lei. Capítulo IX – Cessão de Quotas. Cláusula 28 – Qualquer sócio poderá ceder, transferir ou alienar suas quotas ou direitos de subscrição a quaisquer terceiros, sócios ou não, a qualquer título, no todo ou em parte, direta ou indiretamente, desde que não ocorra oposição de titulares de mais de 25% do capital social da Sociedade, nos termos do art. 1.057 da Lei nº 10.406/02. Cláusula 29 – Em quaisquer operações que impliquem a alienação, por quaisquer sócios, em conjunto ou individualmente, a quaisquer terceiros, sócios ou não, de quotas que representem pelo menos 75% das quotas representativas do capital social da Sociedade e/ou de direitos de subscrição que, após seu exercício, assegurem a seu titular a participação correspondente a pelo menos 75% das quotas representativas do capital social da Sociedade, os sócios vendedores terão o direito de exigir que os demais sócios vendam aos eventuais terceiros ofertantes, as quotas representativas do capital social da Sociedade, observadas suas respectivas participações no capital social, de modo a atingir o percentual ofertado pelos eventuais terceiros, sendo assegurado aos demais sócios o mesmo preço e condições de pagamento e garantias de pagamento do preço ofertado para cada quota de titularidade do sócio vendedor. § 1º: Aplica-se a obrigação de alienação conjunta prevista nesta Cláusula 29 a qualquer tipo de alienação de quotas e/ou de direitos de subscrição, direta ou indireta, desde que onerosa, incluindo, mas não se limitando, às hipóteses de venda, cessão, transferência, permuta, doação ou conferência ao capital de outra sociedade que impliquem, em um ou mais atos, a alienação de pelo menos 75% das quotas representativas do capital social da Sociedade e/ou de direitos a elas inerentes detidos pelos sócios vendedores. § 2º: Para os efeitos do disposto nesta Cláusula 29, os sócios vendedores que pretendam alienar quaisquer quotas representativas do capital social da Sociedade a terceiros, sócios ou não, deverão notificar esse fato aos demais sócios para que procedam a alienação conjunta de suas quotas, respeitadas as respectivas participações no capital social da Sociedade, nas mesmas condições, preço e forma de pagamento. § 3º: A alienação conjunta das quotas se efetivará no prazo máximo de 60 dias contados da notificação enviada pelos sócios vendedores, em dia útil fixado pelos sócios vendedores e pelo terceiro adquirente, mediante a assinatura concomitante pelo sócio vendedor, pelos demais sócios e pelos terceiros adquirentes, do competente contrato de compra e venda de quotas e do instrumento de alteração contratual da Sociedade. Deverão ser firmados nessa mesma oportunidade quaisquer outros instrumentos necessários à conclusão da transferência, sempre contra o pagamento do respectivo preço, ou parte dele. § 4º: Não se aplica a obrigação de alienação conjunta ora disciplinada às vendas, cessões, transferências ou alienações pelos sócios de quotas representativas do capital social da Sociedade, ainda que em bloco, quando os adquirentes forem sociedades controladas diretamente ou indiretamente pelos próprios sócios. § 5º: Da mesma forma, a obrigação de alienação conjunta ora disciplinado não será aplicável nas hipóteses em que a transferências das quotas ou direitos de subscrição de quotas ocorrer em virtude de sucessão causa mortis, doação para descendentes ou partilha de bens em virtude de divórcio, separação judicial ou extrajudicial ou dissolução de união estável. § 6º: As transferências de quotas realizadas nos termos dos §§ 4º e 5º, acima, deverão ser previamente comunicadas a todos os sócios, com cópia para a Sociedade, até 10 dias antes de sua efetivação. § 7º: A cessão, transferência ou alienação de quotas e/ou de direitos de subscrição em violação ou infração à obrigação de alienação conjunta será considerada nula e inválida e não produzirá qualquer efeito perante a Sociedade, os sócios e perante terceiros. Capítulo X – Disposições Gerais. Cláusula 30 – Os casos não previstos neste Contrato Social serão regulados pelas normas legais aplicáveis às sociedades limitadas, constantes do Capítulo IV, do Subtítulo II, do Título II, Livro II, da Parte Especial da Lei nº 10.406, de 10/01/2002, e, na omissão também destas últimas, dever-se-á recorrer às normas da Lei nº 6.404/76, ou do diploma legal que a suceder. Os sócios e o Diretor declaram, sob as penas da lei, não estar impedidos, por lei especial, e nem condenados ou se encontrar sob efeitos da condenação, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos; ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato; ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra as normas de defesa da concorrência, contra as relações de consumo, a fé pública ou a propriedade. Este instrumento é assinado em 3 vias. São Paulo, 14/06/2012. Sócios: Raul Raphael Saigh; Laila Racy Saigh, p.p. Raul Raphael Saigh. Diretor Nomeado: Raul Raphael Saigh. Certidão: Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia. Junta Comercial do Estado de São Paulo. Certifico o registro sob o NIRE 35.226.808.474 em sessão de 06/07/2012. Gisela Simiema Ceschin – Secretária Geral.


DIà RIO DO COMÉRCIO

18 -.ECONOMIA/LEGAIS

terça-feira, 24 de julho de 2012

e Crise espanhola piora e derruba bolsas EstĂĄ claro que mais precisa ser feito para acalmar os mercados. Fernando Restoy, vice-presidente do Banco da Espanha

conomia

O Banco da Espanha prevĂŞ que a economia do paĂ­s recuarĂĄ 1,5% em 2012. No segundo trimestre, o PIB espanhol caiu 1%. Da GrĂŠcia tambĂŠm vieram notĂ­cias ruins.

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economia da Espanha enfraqueceu mais durante o segundo trimestre deste ano, prejudicada por uma forte queda na demanda domÊstica e pela intensa volatilidade nos mercados financeiros. Em seu relatório econômico mensal, o Banco da Espanha (o banco central do país) afirmou que estimativas preliminares indicam que o Produto Interno Bruto (PIB) teve contração de 0,4% sobre o primeiro trimestre e de 1% na comparação com o segundo trimestre do ano passado. A demanda domÊstica recuou 1,2% na comparação trimestral, em razão do baixo consumo das famílias e de uma queda nos gastos públicos. A previsão do Banco da Espanha para o ano de 2012 Ê de contração de 1,5% no PIB. O desempenho ruim da economia espanhola refletiu nas bolsas. No Brasil, o principal indicador do mercado, o Ibovespa, encerrou a sessão de ontem com baixa de 2,14%. Apesar da desaceleração no segundo trimestre, o ministro da Economia da Espanha, Luis De Guindos, descartou que o país possa precisar de um resgate total após uma ajuda de atÊ 100 bilhþes de euros ao setor bancårio. Questionado sobre essa possibilidade, De Guindos afirmou: "absolutamente não". Ajustes – PorÊm, medidas para reverter esse quadro negativo terão de ser implementadas, segundo o vice-presidente do Banco da Espanha, Fernando Restoy. Ele afirmou ontem que a Europa precisa de mecanismos para fortalecer a união monetåria e que o governo espanhol precisa fazer mais ajustes na economia para acalmar os mercados. Restoy disse que a Espanha

Heino Kalis/ Reuters

estå implementando reformas que vão na direção certa. No entanto, acrescentou, "estå claro que mais precisa ser feito para acalmar os mercados". Ele ainda afirmou que o momento atual Ê particularmente urgente. Os custos dos emprÊstimos para o governo espanhol continuam aumentando e atingiram måximas recordes desde a criação do euro. O yield (retorno ao investidor) dos bônus espanhóis chegou a 7,48%. Gr Êc ia – A GrÊcia tambÊm voltou para o centro das atençþes mundiais. Segundo reportagem da revista alemã Der Spiegel, o Fundo Monetårio Internacional (FMI) sinalizou para a União Europeia (UE) que não participarå mais da ajuda financeira ao governo grego, o que significa que o país pode ficar sem dinheiro em setembro. Uma equipe da troica – que inclui o FMI, a UE e o Banco Central Europeu (BCE) – deverå chegar a Atenas hoje para iniciar a primeira revisão do segundo pacote de resgate oferecido à GrÊcia Na sexta-feira, o BCE informou que não permitirå mais que títulos de dívida lastreados ou emitidos pelo governo grego sejam usados como colateral para a tomada de emprÊstimos atÊ que sejam divulgados os resultados da revisão da troica. Bo lsa s – As preocupaçþes com a situação das economias da GrÊcia e Espanha voltaram a assombrar os mercados mundiais. O Ibovespa encerrou em baixa de 2,14%. O índice Dow Jones perdeu 101,11 pontos (0,79%), finalizando a 12.721,46 pontos. O Nasdaq recuou 35,15 pontos (1,20%), para 2.890,15 pontos. E o S&P 500 teve retração de 12,14 pontos (0,89%), fechando a 1.350,52 pontos. (Agências)

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Bombeiros e policiais espanhĂłis protestam, na cidade de ValĂŞncia, contra medidas de austeridade implementadas pelo governo. Suzana Vera/ Reuters

Moody's sinaliza rebaixar rating alemĂŁo

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Luis De Guindos descartou que Espanha necessite de resgate total. A < </ 0

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3ª Vara Cível do Foro Regional II - Santo Amaro Edital de Citação. Prazo 20 dias. Proc. nº 0148956-74.2008.8.26.0002. A Dr. CLAUDIO SALVETTI DANGELO, MM. Juiz de Direito da Terceira Vara Cível Regional de Santo Amaro, na forma da lei, etc... Faz Saber a Carlos Alberto Cruz, CPF. 154.171.928-05, que pelo presente edital, expedido nos autos da ação de Busca e Apreensão convertida em Depósito, que lhe move Banco BMG S/A, citado fica, para em 05 dias, a fluir após os 20 dias supra, entregar um veículo marca Volkswagen, modelo Logus GL 1.8, ano de fabricação/modelo 1994, chassis 9BWZZZ55ZRB543337, placas CMD1955, Renavam 620229551, cor azul, depositå-lo em juízo ou consignar seu equivalente em dinheiro (art. 902, I, II, CPC) ou querendo, no mesmo prazo, contestar a ação, sob pena de presumirem-se como verdadeiros os fatos alegados. Estando o rÊu em local ignorado, foi determinada sua citação por edital, com prazo de 20 dias, em virtude do que, expediu-se o presente, o qual serå, afixado e publicado na forma da lei. São Paulo, 23 de julho de 2012. Edital de Notificação - Prazo de 20 Dias, expedido nos autos da Ação de Retificação de Registro de Imóvel, Processo Nº 0034462-28.2010.8.26.0100 - PJV-47. O Doutor Carlos Henrique AndrÊ Lisbôa, MM. Juiz de Direito da 1ª Vara de Registros Públicos, do Foro Central Cível, da Comarca de São Paulo, do Estado de São Paulo, na forma da Lei, etc. Faz Saber a Benedicto Martins e sua mulher Izabel Martins, bem como seus sucessores, que Leila Lage Humes, Lelia Lage Toto, Laís Verderame Lage, Luiz Antonio de Azevedo Lage, Lafayette de Azevedo Lage e Lourdes Verderami Lage ajuizaram ação de Retificação de Registro referente ao imóvel localizado na Rua Caminho do Engenho nº 151, 153, 161 e 193, esquina com a Travessa Carolina Dias de Figueiredo, 13º Subdistrito/Butantã, objeto da transcrição nº 51.839 do 10º Registro de Imóveis da Capital, afeto atualmente ao 18º Registro de Imóveis da Capital, com årea de 2.128,39 m². Estando em termos, expede-se o presente edital para notificação dos supramencionados para, no prazo de 15 (quinze) dias, a fluir após o prazo de Prazo de 20 dias supra, impugnem o feito, sob pena de presumirem-se aceitos como verdadeiros os fatos articulados pelos requerentes. Serå o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei (24) 3ª Vara Cível da Comarca de Taboão da Serra - SP Citação. Prazo 20 dias. Proc. 609.01.2005.014659-8 (2614/08). A Dra. Adriana Marilda Negrão, Juíza de Direito da 3ª Vara Cível da Comarca de Taboão da Serra-SP, na forma da lei, etc. Faz saber a Alexandro Roberto Lucio Gabeloni Carvalho, RG 27.996.870-X SSP/SP, CPF 273.674.658-99, em local ignorado, que pelo presente edital, expedido nos autos da ação de Busca e Apreensão, convertida em Depósito, que lhe move Banco do Brasil S/A, citado fica para no prazo de 05 dias, a fluir após os 20 dias supra, entregar o veículo modelo Civic LX 1.7, gasolina, cor preta, marca Honda, ano/modelo 2001/2001, chassi nº 93HES15501Z013474, Renavam 765416905, placa DCH 5819, depositå-lo em juízo ou consignar o equivalente em dinheiro, de forma atualizada, ou querendo, no mesmo prazo, contestar a ação, sob pena de se presumirem verdadeiros os fatos alegados, ficando ciente de que jå foi requerido pelo autor a prisão do rÊu, como depositårio infiel, atÊ um ano, na forma do § 1º do art. 902 do CPC. Serå o edital, afixado e publicado na forma da lei. Taboão da Serra, 23 de julho de 2012.

agĂŞncia de classificação de risco Moody's reduziu â&#x20AC;&#x201C; de estĂĄvel para negativa â&#x20AC;&#x201C; a perspectivas do rating soberano "AAA" de Alemanha, Holanda e Luxemburgo, alertando que esses paĂ­ses podem ter de aumentar o apoio a Estados endividados da zona do euro, como Espanha e ItĂĄlia. A Moody's tambĂŠm citou um aumento da chance de a GrĂŠcia deixar a zona do euro, o que "desencadearia uma sĂŠrie de choques ao setor financeiro".

As decisĂľes sobre Alemanha, Holanda e Luxemburgo reforçam a perspectivas negativas para todos os paĂ­ses da regiĂŁo, diz a agĂŞncia. Confiança â&#x20AC;&#x201C; A falta de expectativa positiva na regiĂŁo tambĂŠm chega ao consumidor. O otimismo da população nos 17 paĂ­ses do euro piorou em julho. A confiança caiu este mĂŞs para -21,6, de um nĂşmero revisado de -19,8 em junho, ficando bem abaixo da mĂŠdia registrada atĂŠ a dĂŠcada de 1990, de -12,8. (AgĂŞncias)

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 24 de julho de 2012

19 Um bom pen drive, usado adequadamente, pode durar 10 anos gerente de desenvolvimento de negócios da Kingston

nformática Os pen drives se popularizaram e já estão aposentando CDs e DVDs para armazenamento de dados. Mas muitas pessoas pensam erroneamente em usá-los como único dispositivo para guardar arquivos definitivos – deixando de fazer backups auxiliares. Veja como utilizá-los corretamente e também como preservar sua vida útil.

O mundo no seu bolso Fernando Porto

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le cabe no bolso ou no chaveiro e tem a façanha de guardar um grande número de arquivos de seu computador, como textos, fotos e vídeos. Trata-se do indispensável pen drive, um gadget que substituiu com sucesso disquetes, CDs e DVDs, não só pela facilidade de transporte mas também de gravação e de visualização dos dados com um simples acoplamento na entrada USB de seu computador, TV ou aparelho de som. Seu preço tem caído no mercado – mas ainda não chegou a um valor equiparado aos CDS e disquetes. Surge então a pergunta: o pen drive é resistente o suficiente para guardar dados permanentes, já que há dispositivos no varejo com até 64 GB? Para essas e algumas dúvidas de usuários, o DC Informática entrevistou Gerardo Rocha, gerente de desenvolvimento

de negócios da Kingston, uma das maiores fabricantes do mundo desse precioso bibelô tecnológico. DC Informática – Quanto tempo de vida útil tem um bom pen drive? Gerardo Rocha - O tempo de vida útil está vinculado ao uso adequado do dispositivo. Um bom pen drive, usado adequadamente, pode durar até 10 anos. É possível quantificar o limite de gravações de uso? Gerardo Rocha - Existem diferentes tipos de chips de memória, MLC e SLC. Os pen drives com MLC, que são os mais comuns, têm 10.000 ciclos de P/E (Program/Erase). Isso significa que você pode programar e apagar cada célula desse montante. Os pen drives com chips SLC são limitados a 100.000 ciclos de P/E. Além de sua inegável eficiência na portabilidade de

dados, o pen drive pode ser usado como backup de dados permanente? Quando não é recomendável usá-lo como armazenador de dados para longos prazos? Gerardo Rocha -O pen drive foi concebido para o transporte de informações e, portanto, o mais recomendado é que seja utilizado para tal. Porém, é possível utilizá-lo temporariamente como um segundo backup. Mas nunca o utilize para backup, se pretende recuperar os dados após 10 anos ou mais. A manipulação de dados

dentro de um pen drive (sem transferir ou salvar na HD do PC), como, por exemplo, na modificação de uma planilha de Excel, pode danificar ou causar a perda dos dados? Existem programas mais recomendáveis para rodar dentro do pen em caso de uso de computador alheio ou o ideal é não fazer mudanças dentro do dispositivo, sem antes salvar no PC? Gerardo Rocha -Você pode modificar as informações de dentro do pen drive sem problemas desde que você o utilize de maneira correta. Muitas pessoas pensam que

a função "Remover hardware com segurança" é desnecessária, mas a maioria dos problemas surge quando os usuários modificam informações e desconectam o pen drive sem utilizar a função. Em caso de rompimento de dados por incorreta manipulação, é possível a recuperação? Algum programa recomendável? Gerardo Rocha -Sim, é possível. Nesse caso, utilize os mesmos programas de recuperação de dados usados em HDs.

Existe alguma relação entre vulnerabilidade de pen drives e o tamanho de sua capacidade? Por exemplo, os pen drives recém-lançados no mercado, com capacidade de 32 GB e 64 GB, têm mais riscos de vulnerabilidade, de "quebra", vamos dizer, do que um de 2 Gb por exemplo? Gerardo Rocha -Pelo contrário: quanto maior a capacidade de um pen drive, mais chips ele terá disponível, aumentando a velocidade, durabilidade e resistência.

Divulgação

n SOFTWARES

GADGETS

Câmera para redes sociais

V O consumidor pode visualizar as pizzarias mais próximas e pode, ainda, realizar uma busca digitando o bairro, o nome ou o CEP

Um GPS de pizzarias

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alou em pizza, lembrou São Paulo. Por essa razão, a OneMídia teve a ideia de criar o aplicativo OnePizza – que possibilita localizar mais de 3 mil pizzarias espalhadas por toda a Capital, a partir de um mapa integrado via GPS. O programa permite ao consumidor visualizar os estabelecimentos mais próximos e pode, ainda, realizar uma busca digitando o bairro, o nome ou CEP. Também é possível procurar de maneira personalizada, utilizando filtros ou salvar uma lista de pizzarias favoritas para serem acessadas posteriormente. O aplicativo está disponível gratuitamente para iPhone, iPad e smartphones Android, mas também permite acesso via computador pelo website. A solução não é atraente apenas para os clientes, mas também para as lojas. "Muitas pizzarias

são negócios familiares e dependem das nossas caixas grátis com propaganda para ter um alívio nas contas do final do mês. Desta premissa, surgiu a ideia de montar um site de compras exclusivamente para pizzarias. Dentro da plataforma OnePizza, milhares de lojas menores podem fazer encomendas de insumos coletivamente e se beneficiar de descontos", afirma Bruno Guedes, diretor da OneMídia. A OneMídia prevê a expansão de seus negócios em 300% por meio do novo aplicativo. Segundo a empresa, em alguns meses os usuários poderão ainda se beneficiar de uma nova ferramenta dentro do OnePizza: as compras coletivas. Para proprietários de pizzarias que queiram se cadastrar no sistema, basta acessar o link: www.onemidia.com. br/pizza/cadastro

Gestão bancária para PMEs

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Finnet anunciou o lançamento da solução Gestor Bancário para o segmento de PMEs. O software apresenta três módulos que possibilitam a gestão completa do fluxo financeiro, intitulados de Extrato, Cobrança e Pagamentos e que podem ser ativados de acordo com as demandas e necessidade de caixa. A solução também agrega o controle de dados de várias contas bancárias ao mesmo tempo, caso a empresa mantenha contas em mais de um banco. Mais informações sobre o produto no site www.finnet.com.br

isando o hábito de brasileiros compartilharem conteúdos na internet, a Samsung apresentou sua linha de Smart Cameras, com quatro modelos de câmeras digitais. Além de permitirem o compartilhamento de imagens e vídeos com redes sociais, possibilitam o armazenamento das fotos em um PC, sem a necessidade de cabos. Também enviam as imagens diretamente para smartphones ou tablets. O modelo WB850F tem zoom óptico de 21x, lente grande angular de 23 mm, resolução de 16.2 megapixels, display AMOLED de 3 polegadas e função GPS. Grava filmes em Full HD e vem com cartão de memória de 8GB. Preço a partir de R$ 1.499.

AUTOMAÇÃO

ACESSÓRIOS

PDV inteligente para varejo

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omposto por 4 ou 6 monitores, o Vídeo Wall da RDS permite diferentes conteúdos em cada um deles e de forma sincronizada. A rede de supermercados COOP já tem a mídia disponível, na qual os monitores de vídeo são especificamente projetados para exibir promoções relacionadas a produtos, campanhas a serem lançadas, dicas sobre assuntos variados e ações institucionais. Segundo a RDS, a vantagem deste tipo de canal é possibilitar o merchandising de fornecedores e da própria rede de varejo ou loja. Mais Informações e consulta sobre valores do equipamento em www.rdsmultimidia.com.br

Imagens sem interferências

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rede One For All chegou ao Brasil para oferecer acessórios universais de áudio e vídeo, com a proposta de um design diferenciado. Um dos produtos de sucesso é a antena interna amplificada SV 9323, para recepção de sinais de TV aberta (VHF e UHF – digital) e rádio FM. Possui tecnologia Signal Clear que garante a amplificação apenas do sinal de TV e elimina as interferências causadas por outros dispositivos sem fios ou aparelhos eletrônicos, por causa de seus filtros antiruídos. Com polarização horizontal e vertical, é dotada de fonte de alimentação bivolt. O produto inclui 1,5 metro de cabo coaxial. Preço sugerido: R$ 99. Para conhecer outros produtos da marca, acesse: www.oneforall.com


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terça-feira, 24 de julho de 2012

A compacta Sony RX100 possui um sensor de 2,5 centímetros – duas vezes e meia a área da concorrente Olympus XZ-1 nformática

Compacta com pose de profissional

E

sta é uma análise da melhor câmera de bolso já produzida. Mas antes, uma lição de história. Durante anos, os fabricantes de câmeras temiam a concorrência de uma única fonte: outros fabricantes de câmeras. No fim, porém, o predador mais perigoso veio de uma direção inesperada: os celulares. Não admira que as vendas das máquinas de bolso venham caindo a cada ano. As câmeras em celulares representam um delicioso desenvolvimento para as massas. Trazendo sua câmera consigo, há mais chances de que você tire fotos e capture imagens incríveis. Em certo sentido, porém, a evolução também é ótima para os fabricantes de câmeras – que estão sendo obrigados a focar em áreas onde os smartphones são inúteis: lentes de zoom. Alta resolução. Maior qualidade de foto. Recursos avançados. E por isso, embora as vendas de máquinas de bolso estejam em baixa, as profissionais passaram a vender mais. Agora você sabe porque o momento é oportuno para a Sony Cyber-shot DSC-RX100. Trata-se de uma câmera pequena, do tamanho do bolso, que estará disponível no final do mês (nos EUA) pelo doloroso preço de US$ 650.

Ou melhor, não estará disponível – os estoques estarão esgotados em toda parte. Vou direto para o principal: nunca surgiram fotos tão boas de uma câmera tão pequena. A Sony RX100 possui um enorme sensor de 2,5 centímetros. Ele não é tão grande quanto os sensores em câmeras SLR ou outras com lentes intercambiáveis. Mas tem duas vezes e meia a área da Olympus XZ-1 e quase três vezes a área da antiga campeã de bolso, a Canon PowerShot S100 (o pequeno corpo de metal brilhante da RX100 é exatamente igual a essas duas concorrentes). Fatores importantes – Um sensor grande significa muitos pixels, o que lhe dá menos granulado em ambientes escuros, melhor profundidade de cores e maior intervalo dinâmico – o espectro dos pixels mais escuros aos mais claros. É também pré-requisito para aquele visual profissional de fundo embaçado. A RX100 atinge facilmente esses fundos suaves, uma raridade em câmeras compactas. O outro fator diferenciador da Sony é sua lente Carl Zeiss, cuja abertura máxima de lente é de f/1.8. Essa é a maior abertura que se pode obter numa câmera de bolso. Isso também ajuda a explicar sua capacidade de borrar o fundo, e os espetaculares resultados com pouca luz. Como em qualquer câmera, a abertura diminui conforme você aproxima a imagem. Quando se atinge o

zoom máximo, a máquina fica com f/4.9. E isso ainda é melhor do que a abertura em zoom total da Canon (f/5.9). Mas quer saber de uma coisa? Tudo isso é conversa de especialistas, e significa apenas uma coisa: essa câmera tira fotos incríveis. Se você quer saber o que os termos "sensor grande" e "ampla abertura" significam no mundo real, pare de ler e saboreie fotos de amostra no link: http://j.mp/LdUu4h. Lá, verá o que faz da RX 100 uma revolução tão grande: quantidades insanas de detalhes e cores vivas, reais. Um modo automático que tira até 10 quadros por segundo. E fotos macro que irão arrepiar o que restou de seus cabelos. Uma câmera SLR comum não pode chegar a menos de 25 centímetros do objeto com suas lentes padrão; a Sony RX100 consegue focar a meros 5 centímetros de distância. A RX100 é tão personalizável e manualmente controlável quanto uma SLR, mas traz também alguns impressionantes modos automáticos. Eles incluem "Illustration" (transforma a foto numa linha de desenho), "High Dynamic Range Painting" e o curioso – mas às vezes esclarecedor – "Auto Crop". Cria duplicata de seu retrato, recortado no que considera como a melhor forma. Algumas vezes, acerta. Grande -angular – E o modo "Sweep Panorama". Você movimenta a câmera ao seu re-

dor, num arco, pressionando o botão do obturador o tempo todo. Quando para, surge na sua tela um panorama completo, finalizado, de 220 graus. É a grande-angular definitiva. Montanhas, fotos de multidões, interiores de supermercados – a pessoa não vai acreditar como isso é útil. E como é comum nas compactas de hoje, não há um visor ocular – falta que pode incomodar. Mas a tela de 3" permanece clara e nítida mesmo sob sol forte, graças a um pixel adicional branco que a Sony inseriu em cada grupo de vermelho, verde e azul. A captura de vídeo em 1080p não oferece o mesmo festiv a l d e n i t idez, mas pode-se usar todos os efeitos f o t o g rá f i c o s enquanto filma. E durante a gravação, pode-se alterar o zoom, mudar o foco e até mesmo tirar fotos. A câmera possui uma lente com zoom de 3,6 vezes. A Canon S100 oferece mais do que isso (zoom de 5X). Por outro lado, a Sony tira fotos em 20 MP, contra apenas 12 da Canon.

A RX100, apresentada na parte interna (acima) e na externa (abaixo): tão personalizável e controlável quanto uma SLR, mas com impressionantes modos automáticos.

Naturalmente, US$ 650 é um preço absurdo. Por esse valor é possível comprar uma SLR. Mas a cada vez que transferir um lote de fotos ao PC, você entenderá por que gastou esse dinheiro. Clicará sobre elas, estarrecido com sua qualidade ao parar o tempo, capturar

Divu lgaç

David Pogue, do New York Times

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Os testes com a DSC-RX100 explicam porque a máquina já é a mais cobiçada do mercado

a emoção de uma cena, consagrar uma memória ou uma expressão que nunca vai querer esquecer. Essa são razões porque a RX100 esmagou, sozinha, a regra que dizia: "Para tirar fotos de qualidade profissional, é preciso ter uma câmera grande."


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