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DC 24/05/2013

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NOVES FORA 1,6 MILHÃO DE NÃOS

RENAN PRESIDENTE

Sérgio Lima/Folhapress

A presidente? Na Etiópia. O vice? Em Quito. O presidente da Câmara? Nos EUA. Sobrou Renan para presidente da República – ele, que 1,6 milhão não queria sequer no Senado, por três crimes denunciados ao STF. Veja-o (acima) com 21 misses , antes de ficar à sombra de uma só madame, e só por um dia. Pág. 5

Jornal do empreendedor

Ano 87 - Nº 23.879

Conclusão: 23h50

www.dcomercio.com.br

R$ 1,40

São Paulo, sexta-feira, 24 de maio de 2013

Paulo Pampolim/Hype

200 mil empresas perderam o prazo em abril para entregar à Receita o EFD-Contribuições com os dados do Pis e da Cofins exigidos pelo Sistema Público de Escrituração Digital. Problema: muita sofisticação.

Para você e o Sped ganharem speed ( )

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Nosso socorro na pág. 13 dá velocidade – speed – ao seu Sped.

Chamar um dos 2 mil carros da Easy Táxi é também conseguir um carro com uma minibiblioteca. Pág. 9 Divulgação

Divulgação

Veleiro chinês De volta ao Brasil, via Uruguai, os carros chineses da Lifan ( "veleiro forte"), com velas até no logotipo. Pág. 23 Luiz Prado/LUZ

José Guilherme Ferreira/DC

Gianni Cipriano/The New York Times

Fim de semana, no cinema e na praça.

GRÉCIA PARA VER E BEBER As relíquias arqueológicas dos museus e do metrô (foto). Pág. 24

A lição de vinhos gregos do site Elloinos. Roda do Vinho, pág. 10

Reino Escondido (acima), animação digital em cartaz na Cidade, ratifica fortes emoções de A Era do Gelo. A Praça das Artes (dir.), inaugurada há dias, é extensão do Teatro Municipal (música, dança, canto) e convida a passear no Centrão. Pág. 11

ISSN 1679-2688

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Página 4

9 771679 268008

Resistentes limões de Amalfi Produtores do Sul da Itália mantêm negócio secular, enfrentando amarga especulação imobiliária. Pág. 22


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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sexta-feira, 24 de maio de 2013

A questão é saber se esses recursos serão suficientes para a empresa entrar nos leilões do pré-sal para valer. José Márcio Mendonça

pinião

Beto Barata/Estadão Conteúdo

EYMAR MASCARO

SERRA É PICADO POR MOSCA AZUL

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A presidente Dilma Rousseff mudou de posição: agora é a favor de rapidez nas licitações para a exploração das áreas do pré-sal.

CORRERIA PARA O PRÉ-SAL

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governo antecipou em um mês – de novembro para outubro – a primeira licitação para a exploração das áreas do pré-sal. Está fazendo isso numa correria, depois de ter ficado cinco anos sem realizar qualquer leilão – nem nos campos de mar muito profundo nem nos tradicionais campos de mar de terra. Neste período, o que ocorreu de notável – e de desagradável – foi uma diminuição na produção brasileira de petróleo, com a Petrobras, de produtora autossuficiente, como comemorou o ex-presidente Lula no início de seu governo, transformou-se em uma grande importadora de petróleo e de derivados. A presidente Dilma Rousseff procura agora redimir-se: primeiro, como conselheira de Lula, ministra das Minas e Energia e da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, e depois como presidente da República, ela foi uma das principais críticas da concessão de áreas de exploração de petróleo no Brasil.

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uma linha um tanto distante, é um pouco parecida com a campanha do "petróleo é nosso" dos anos 1950, responsável pela origem da Petrobras e pelos anos de crescimento lento da produção nacional, somente acelerada depois que o monopólio da estatal brasileira foi quebrado e outras empresas puderam entra no Brasil nas áreas de prospecção de produção do antigamente chamado "ouro negro". Dilma foi a principal mentora da mudança no modelo de exploração de petróleo até en-

JOSÉ MARCIO MENDONÇA tão adotado no Brasil, de concessão para partilha. Uma alteração muito discutida, muito debatida, e que foi, em parte, responsável por uma parcela na demora do governo em liberar novas licitações.

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governo parece ter acordado depois que a balança comercial petrolífera ficou vazia e depois do sucesso da concessão, 15 dias atrás, da exploração de áreas fora do pré-sal, na qual foi batido o recorde de pagamentos de licenças. Porém, o atraso teve outras razões além dos simples temores quanto à participação do capital privado estrangeiro, ressabiado com a mudança de modelo. Em parte ele se deve – talvez na maior parte – à atitude do governo de postergar os leilões para, digamos assim, proteger a Petrobras. Acontece que quando mudou o regime, o governo impôs, como regra para as licita-

ções, que a estatal petrolífera brasileira fosse sócia, com um mínimo de 30% de participação, em todos os consórcios que se candidatassem a áreas a serem licitadas. Além disso, haveria a obrigação de ser ela a única operadora dos poços. Isso vale apenas para as províncias do pré-sal, o que explica, em boa parcela, as vendas de licenças de 15 dias atrás. A Petrobras foi uma parceira comedida. O problema é que a empresa brasileira, em razão da condução política de seus negócios nos últimos anos, assunto que vem sendo abordado por diversos colunistas neste espaço, andou – e ainda anda um pouco – com o caixa muito baixo. Precisou de manobras do Tesouro e de um programa, ainda em andamento de "desinvestimento" (venda de negócios) para capitalizar-se. Ainda assim, a partir da posse da presidente Graça Foster, a empresa precisou fazer cor-

A presidente Dilma Rousseff procura agora redimir-se, já que como ela foi sempre uma das principais críticas da concessão de áreas de exploração de petróleo no Brasil.

tes pesados de despesas e reduzir um pouco seu plano plurianual de investimentos. Semana passada a Petrobras fez uma captação bem sucedida de dinheiro no Exterior. A questão é saber se esses recursos serão suficientes para a empresa entrar nos leilões do pré-sal para valer ou se o leilão de outubro acabará limitado pela sua capacidade de investimento. Não há sinais no horizonte de que o governo vá tirar algumas das amarras – contenção do preço dos combustíveis, por exemplo – políticas que dificultam os cofres da estatal.

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m tempo: não tem nada a ver com os leilões do pré-sal, mas isto também pode tumultuar a vida da Petrobras: o deputado do PMDB mineiro, Leonardo Quintão, conseguiu reunir um número de assinaturas bem superior ao necessário para instalar na Câmara uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as atividades da empresa. Para frustrar a CPI provavelmente o governo terá de ter novas conversas ao "pé do ouvido" com os peemedebistas. Quintão é um dos mineiros frustrados com o fato de os peemedebistas não terem conseguido um ministério (ou uma diretoria da Petrobrás) depois de renunciarem a uma candidatura própria à prefeitura de Belo Horizonte para apoiarem o concorrente de Lula, de Dilma e do PT. Quando as picuinhas partidária interferem nas questões de governo, as coisa nem sempre andam para o melhora lado. JOSÉ MARCIO MENDONÇA É JORNALISTA E ANALISTA POLÍTICO

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cesário Ramalho da Silva Edy Luiz Kogut João Bico de Souza José Maria Chapina Alcazar Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Miguel Antonio de Moura Giacummo Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Renato Abucham Roberto Mateus Ordine Roberto Penteado de Camargo Ticoulat Sérgio Belleza Filho Walter Shindi Ilhoshi

osé Serra não está disposto a enfrentar nenhuma das duas opções que o PSDB reserva para ele em 2014: ser candidato a deputado federal e se eleger com uma votação consagradora ou concorrer ao Senado na vaga que se abrirá com o término do mandato de Eduardo Suplicy. O sonho do tucano paulista é voar mais alto, como tentar pela terceira vez se eleger presidente ou, no mínimo, retornar ao governo de São Paulo. Ele, no entanto, perdeu a legenda presidencial do seu partido para o senador mineiro Aécio Neves e para o governo estadual o PSDB já garantiu a legenda para Geraldo Alckmin buscar a reeleição. Se quiser ser candidato ao Planalto, Serra tem duas alternativas: tomar a legenda tucana de Aécio Neves ou trocar o PSDB pelo Mobilização Democrática, o novo partido que emergiu da fusão PPS/PMN. Serra já foi convidado pelo presidente do MD, deputado Roberto Freire, para disputar a presidência. Ele é favorecido pelas pesquisas, porque nenhum outro précandidato de oposição ao Planalto, como o próprio Aécio Neves, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos e a ex-ministra Marina Silva, dispõem de índice de intenção de voto tão bom como ele.

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pesar de suas últimas derrotas, Serra ainda seria o adversário mais difícil para Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição. Para ser candidato em 2014 por outro partido, Serra tem prazo até outubro deste ano para providenciar a filiação. Vários apelos foram feitos no PSDB para Serra não deixar o partido. O último deles partiu de Aécio Neves. Mas Serra está convencido de que tem chance de derrotar a presidente, apesar de Dilma liderar todas as pesquisas e dispor de índice de aceitação suficiente, no momento, para se reeleger já no 1º turno. O tucano paulista não perde oportunidade de criticar Dilma, acusando a presidente de permitir que a economia do País

A ideia de Serra se candidatar por outro partido mexe com os nervos de Aécio Neves, que precisa dos votos dos paulistas.

caminhe fora dos trilhos e que a inflação está ficando descontrolada. Serra ainda acha que pode repetir a votação de 2010, quando recebeu 44 milhões de votos, obrigando a eleição a ser decidida só no 2º turno.

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hipótese de que Serra possa ser candidato por outro partido mexe com os nervos de Aécio Neves, que sabe que precisará dos votos dos eleitores paulistas, se quiser ter chance de chegar ao 2º turno. Dificilmente um candidato se elege presidente se não tiver boa votação em

São Paulo, principal colégio eleitoral do País: de um total de 130 milhões de votos, só o Estado de São Paulo concentra 32 milhões, isto é, 1/4 de todo o eleitorado brasileiro. Não é apenas com Dilma Rousseff que Aécio Neves deve se preocupar. O PSB insiste na candidatura de Eduardo Campos que, se for confirmada, dificultaria a projeção do candidato tucano no Nordeste.

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senador mineiro terá problemas também no Norte do País se Marina Silva conseguir ser candidata pelo partido que está em formação, o Rede Sustentabilidade. Marina criou raízes na região por ter sido a mais importante parceira de Chico Mendes na defesa do meio-ambiente e dos povos da Amazônia, que acabou fazendo dela ministra no governo Lula. EYMAR MASCARO É JORNALISTA E COMENTARISTA POLÍTICO MASCARO@BIGHOST.COM.BR

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, Marcel Solimeo Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editor de Fotografia: Agliberto Lima. Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), Tsuli Narimatsu (tnarimatsu@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Marcus Lopes, Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke, Jaime Matos e Sandra Manfredini. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Mário Tonocchi, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves e Sílvia Pimentel. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

sexta-feira, 24 de maio de 2013

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pinião

FICA A ESPERANÇA, APÓS A MORTE DO "DR. RUY": AINDA HÁ MOICANOS NO FIM DO TÚNEL.

Dr. Ruy, meu chef de cuisine inesquecível.

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e os fatos me contrariarem, fique com os fatos. O Dr. Ruy foi o diretor do Grupo Estado, que patrocinou a criação do Jornal da Tarde (JT), um dos momentos mais importantes, belos, críticos, artísticos, sérios, atrevidos, divertidos, ousados, invejados, com direção de arte de nível internacional e textos fora do comum na imprensa brasileira. E, admire-se, com nãotextos brilhantes, de profundo conteúdo político, que são lembrados até hoje; pelo menos eu os lembro, na despedida do Dr. Ruy. Durante a ditadura militar, a redação do JT recebeu, por imposição duzômi, um "funcionário" com poder de fogo para aprovar ou vetar o noticiário: era o Todo-Poderoso Censor. Ao vetar uma notícia, o TodoPoderoso Censor levava um drible a la Garrincha: o espaço reservado à noticia vetada era preenchido por uma receita de duvidosa culinária: suspeitas feijoadas, bolos, virado à paulista, tutu à mineira, "Laudo Pastel" (seria, talvez, "Lauto Pastel"), era uma delas e das mais requisitadas.

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audo Natel era o governador "biônico" de São Paulo, nomeado pelos militares. Os leitores-gourmets ficavam sabendo que a Censura, negada pelo sistema, estava lá, ativa. O Dr. Ruy, que em última análise era o Chef de la Cuisine, nunca vetou nenhu-

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ma receita. Permitiu que todos nós provássemos o sabor das receitas de hoje e aguardássemos ansiosos o menu de amanhã. Na redação do E st ad ão , outro Todo-Poderoso Censor era submetido a poemas de Camões; e ele nem imaginava o que aquilo estava fazendo lá, no meio das notícias; os leitores sabiam – e aplaudiam a vitória da inteligência contra a força burra. Além do refinado gourmet que as receitas revelavam, o Dr. Ruy também conhecia Camões, talvez aprendido no exílio de sua família em Portugal durante a ditadura Vargas,

teira que meteu o dedo numa ferida que então começava a incomodar a cidade? Hoje, infeccionada, incomoda mais ainda. A foto, uma obra-prima, tinha carros estacionados na rua e um menino quase andrajoso, em atitude de desafio, encara a câmera com olhar duro. No ombro, uma flanelinha como símbolo de poder: um guerrilheiro. O título, "A Nova Classe", um resumo preciso do livro A 25ª. Hora, do romeno C. Virgil Gheorghiu, que desvendou o poder da burocracia soviética segundo a visão de um camponês quase analfabeto. São chamados de "flanelinhas". Ninguém sabe o que fazer com eles. Sabemos que os tememos. Pagamos proteção a eles. FHC, Lula, Dilma – um, respeitado líder da sociedade civil e outros nem tanto; os mais importantes jornais do mundo e outro, de São Paulo, nem tanto; os mais importantes jornalistas brasileiros e outros nem tanto – uniram-se para prestar sua homenagem ao Dr. Ruy, da dinastia dos Mesquita, fundadora e controladora do Estadão até há pouco , quando o Estadão era o Estadão.

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q u e " e xpropriou" o E st a d ão . Era uma especialidade dos Mesquita enfrentar ditaduras sem entregar a rapadura. Alguém lá de dentro importou uma geração inteira de jornalistas mineiros primorosos, alguns ainda em plena atividade como Moisés Rabinovici, o diretor deste DC. Inesquecíveis as capas, co-

mo a da derrota da divina Seleção Brasileira de Telê Santana, na Espanha, com o garotinho uniformizado com a camisa amarela, derramando uma lágrima que lhe escorre pelo rosto. Ou a do Comício das Diretas Já, inteira tomada pela multidão, que virou poster na minha casa; a da derrota da Emenda das Diretas Já, toda negra, representando o luto nacional, que também virou poster na minha casa. E a reportagem de página in-

ão é mais, a não ser a 3ª página, a de Opinião do jornal, que nos lava a alma, e a 2ª, tipo Open Edition (Open Ed), que abriga artigos de todas as tendências, numa pluralidade raramente encontrada nos demais jornais. Quando da recente reforma gráfica do Estadão, a Ombusdma da Falha de S.Paulo, achando-se engraçada, escreveu um artigo interminável com o título: "Querido, encolhi o jornal". Enviei a ela um e-mail dizendo que "se o Estadão encolhesse a ponto de restar apenas a 3ª página, ainda assim seria o jornal mais importante

O QUE SE PODE DIZER SOBRE VICTOR A MITOLOGIA NORTE-COREANA DAVIS

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uito do que se tem escrito sobre a crise da Coreia do Norte me parece pouco mais que fantasia. Vejamos as mitologias.

1) A China é uma parceira responsável em controlar a Coreia do Norte e não deseja a guerra. Pode ser verdade que o aparato comunista chinês deseje evitar uma guerra, ou até as tensões crescentes de um ambiente belicoso que poderia reduzir lucros e colocar em risco o lucrativo comércio chinês. Mas há poucas evidências históricas de que relações lucrativas frustrem guerras suicidas. Celebridades diplomáticas alegaram em 1913 que o comércio interconectado, as ferrovias e o turismo europeus eram tais que nenhum nacionalista alemão seria tolo de arriscar um sistema mutuamente lucrativo, invadindo a França e a Bélgica. Seguiram-se o Somme e Verdun. Por certo a China está entretida pelas últimas atuações teatrais da Coreia do Norte. E as ações temerárias de Kim Jong-un causam apreensão ao inimigo existencial chinês, o Japão. Estas ações lembram à Coreia do Sul que a península nunca será unida por um governo capitalista pró-ocidental do sul.

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se as ameaças insanas norte-coreanas fossem críveis? Dispensamos tal pesadelo, mas no outono de 1950, Mao deixou claro que se as forças americanas se aproximassem do rio Yalu, ele interviria com tropas

terrestres massivas. Que tola ameaça! – disse o general Douglas McCarthur. Afinal, a China não era nuclear; não tinha força aérea independente; seu peão, a Coreia do Norte, estava praticamente aniquilada, a América havia detonado há pouco duas bombas atômicas e as tropas de recrutas chineses seriam massacradas pelo poder aéreo e de artilharia americanos.

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as Mao interveio, abastecido com armamentos russos, milhares de conselheiros russos e protegidos pelo guarda-chuva nuclear russo. Stálin "desaprovava" os riscos tomados por Mao, mas considerou a guerra desvantagem menor do que a vantagem resultante da dor infringida aos EUA. Se as sanções continuarem e o "Danegeld" (costume de certas nações antigas pagarem tributos aos vikings em troca de salvaguarda de futuras pilhagens) for de fato cortado, a Coreia do Norte pode avaliar que o momento é tão bom quanto qualquer outro para começar algo que termine sem sua própria aniquilação – e resultar em algo que não seja pior que seu atual e vagaroso estrangulamento. A divulgada juventude e inexperiência de Kim Jong-un, a tardia asserção da presidente sul-coreana Park Geun-hye e a percepção de um presidente americano, de um secretário de Defesa e de um secretário de Estado frágeis, são fatores multiplicadores de força que aumentam a chance

de um conflito. Se chegasse ao ponto de uma guerra, a China provavelmente veria que os rivais Japão e Coreia do Sul seriam prejudicados material e economicamente; a Coreia do Norte provavelmente sobreviveria; Taiwan seria admoestada; os EUA enfrentariam custos imensos; a Europa, horrorizada só iria observar, passando sermões; e a China incólume preencheria o vácuo econômico, político e de segurança resultante na região. Raciocínio insano? Talvez – mas não improvável. 2) Nossos aliados regionais estão na mesma página. É difícil saber se a Coreia do Sul odeia mais o Japão do que teme seu vizinho lunático ao norte. As sociedades ocidentais e repletas de lazer revelam culpa, romance ou ingenuidade perante nações atrasadas que as odeiam. A animosidade vinda de estrangeiros não faz sentido para os racionais do ocidente, que sempre olham para si mesmos em busca de maneiras de persuadir os

monstros no exterior de suas boas intenções . É mais provável que as elites ignorantes nos campi vistam camisetas de Che do que de Thatcher, mesmo que Cuba tenha apontado mísseis nucleares para os EUA e a Grã-Bretanha de Thatcher tenha ajudado a vencer a Guerra Fria. Tivesse o governo sul-coreano liderado sua cultura popular contra o norte, controlado seus periódicos ímpetos de antiamericanismos e focado em investimentos estratégicos e defensivos para deter o norte, hoje este governo estaria muito mais seguro.

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lguma coisa deve explicar a atitude passiva do sul quanto a seu inimigo, a Coreia do Norte, mas agressiva quanto ao Japão e EUA, a única esperança de salvação externa.

3- Os Estados Unidos têm influência na região. A América deveria ter influência – dado que o exército dos EUA é formidável

HANSON e uma economia americana enfraquecida ainda é de longe a mais produtiva do mundo. Mas os atores globais perceberam um padrão previsível na política externa americana. O Irã aprendeu, por exemplo, que quanto mais os EUA anunciavam prazos finais para cessar a proliferação nuclear, menos eles precisavam preocuparse quanto às consequências. Na era pós-Guerra Fria, houve um entendimento superficial com o mundo comunista, em especial com a China, em relação às duas Coreias. Nós, dos EUA, asseguraríamos que nossos aliados no Pacífico não se tornariam nucleares – Austrália, Japão, Coreia do Sul e Taiwan – e a China colocaria rédeas na Coreia do Norte. Veja que nossos aliados poderiam fabricar milhares de armas nucleares, enquanto Pyongyang poderia fazer poucas e mal. Além disso, uma Coreia do Norte nuclear está muito longe dos EUA e Europa, enquanto Japão, Coreia do Sul e Taiwan estão bem próximos da China, que já tem, em suas fronteiras, estados temperamentais demais com capacidade nuclear, como Rússia, Índia, Paquistão e em breve Irã. 4) Todos perderiam igualmente com uma nova Guerra da Coreia. Há todo tipo de cenários que causariam morte e destruição terríveis. Eles dependem de um lançamento pela Coreia do

NEIL leitor-gourmet

FERREIRA do Brasil”. E seria; na minha opinião de antigo assinante, sempre foi. Eu assino também a Falha de S.Paulo, posso diferenciar um do outro.

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3ª página era um dos últimos postos da corajosa resistência à corrupta "la democrácia" vigente. Era "a trincheira que não se rendeu", como escreveu Guilherme de Almeida sobre o Monumento-Mausoléu, erguido em homenagem aos mortos da Revolução de 32. Emocionado, queria escrever que "o último moicano" tinha nos deixado, mas Fernando Lara Mesquita tapou-me a boca mal-informada e apressada, antes que a abrisse, publicando o artigo "Ainda há moicanos", que me encheu de esperança – ainda há "moicanos" no fim do túnel. José Nêumanne Pinto, editorialista do Estadão e colaborador do Dr. Ruy, comentou na Jovem Pan: "A morte de Ruy Mesquita é uma baixa na luta pela manutenção das instituições em nossa democracia, na qual o governo é unívoco, a oposição não funciona e a imprensa assume, sozinha, a defesa da cidadania". Adeus Dr. Ruy. NEIL FERREIRA É PUBLICITÁRIO

Norte – nas três ou quatro primeiras horas do conflito – de dezenas de milhares de mísseis e salvas de artilharia, talvez contendo armas químicas e biológicas, contra forças terrestres aliadas na zona desmilitarizada e contra bens estratégicos americanos na costa. Isto é um pesadelo a ser evitado a todo custo. Mas a Guerra da Coreia não foi a Guerra do Vietnã, assim como o Iraque de 1991 não foi o Iraque de 2003 a 2008. Os EUA não estariam lutando outra guerra de contra-insurgência, mas uma guerra punitiva, usando amplamente forças aéreas e marítimas em céus abertos em vez de selvas e labirintos como em Fallujah.

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O cenário assustador não é o que a Coreia do Norte faria antes que seu arsenal fosse neutralizado, mas sim o custo infringindo pelo bombardeio americano de mísseis e artilharia, que seriam despejados no norte, e a vulnerabilidade das forças norte-coreanas terrestres ao ilimitado poderio aéreo americano. Combates terrestres seriam na maioria convencionais e em espaços abertos. A destruição resultante seria similar do tsunami no Japão. O norte perderia a guerra. Resumindo, não sabemos o que acontecerá na Coreia. Mas não podemos assumir que a China está trabalhando pela paz, que a guerra tem custo alto demais, que a Coreia do Sul está integrada a seus aliados ou que as partes envolvidas ouvem os EUA. A sabedoria convencional não confirma esses argumentos. VICTOR DAVIS HANSON É HISTORIADOR, ESCRITOR E ARTICULISTA . TRADUÇÃO: ROBERTO FERRARACIO. VER ÍNTEGRA EM WWW.MIDIAAMAIS.COM.BR


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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secretário do Tesouro, Arno Augustin, já integra o estado-maior da reeleição de Dilma: ligará política e economia.

gibaum@gibaum.com.br

MAIS: em 2010, esse era o papel de Antônio Palocci, com a diferença que tinha boa circulação e era querido pelos empresários.

2 “Se tem uma coisa profissional no mundo é a burocracia. A burocracia, Água e banheiro as Forças Armadas e a igreja católica. Isso é coisa universal.”

LULA // criticando a burocracia brasileira contra a qual nada fez em oito anos de governo. Fotos: BusinessNews

Como presidente nacional do PSDB, Aécio Neves pode aparecer quantas vezes quiser no horário da TV do partido, falar o que bem entender e não ser incomodado pelo TSE, que poderia entender que está fazendo propaganda de sua candidatura antes do tempo. O marqueteiro Renato Pereira também botou no ar o site Conversa com Brasileiros , mostrando as primeiras das muitas caravanas que Aécio quer fazer pelo Brasil, falando com as classes C e D, numa linguagem direta e acessível. Em muitas regiões, o mineiro até se apresenta e fala quem é. Pelos rincões do Brasil, o povão não tem a menor idéia de quem é ele.

NOVO SLOGAN Tiririca (PR-SP) chegou à Câmara Federal usando o slogan Pior que está não fica e já acha que está ficando pior, sim, tanto que não esconde sua decepção com a política e sua vontade de voltar à sua antiga profissão. Em Brasília, vira e mexe, é cercado por turistas que querem tirar fotos a seu lado, elogiando seu comportamento na Câmara. Dia desses, uma admiradora menos contida, lhe brindou com outro slogan: Daqui para a frente, tudo será diferente: Tiririca presidente. Na Record, a propósito, ele está na geladeira e seu contrato, que vence em três meses, não será renovado.

Outra concorrência Segundo a Page Six , publicada no New York Post, a jovem modelo britânica em alta, Cara Delevingne, não quis nada com Leonardo DiCaprio, na festa do filme O Grande Gatsby, em Cannes. Acostumado a colecionar conquistas, DiCaprio foi considerado por Cara “um sujeito muito atirado e muito velho para ela” (ela tem 18 anos a menos). O ator já namorou as modelos Gisele Bündchen, Bar Refaeli, Erin Heatherton, Anne Vyalitsyna e Eva Herzigova – e não contava com o affair que Cara mantém com a cantora Rita Ora.

FOGO CERRADO O ministro Guido Mantega, da Fazenda, foi ao jantar para governadores, ministros e líderes do PMDB no Palácio do Jaburu, residência do vice Michel Temer, esta semana, e foi tratado como adversário ou, pior do que isso, como inimigo. Ele e Arno Augustin, secretário do Tesouro, eram acusados de segurar a liberação de empréstimo junto ao Banco do Brasil e BNDES. Durante todo o jantar, Mantega esteve sob fogo cerrado e alguns peemedebistas até conversaram com ele usando termos mais rudes. À certa altura, sem saber para onde correr, o italiano preferiu escapar.

Já é tradição celebridades usarem, nos eventos do cinema, roupas e jóias de estilistas famosos. Agora, em Cannes, grandes grifes usaram outra estratégia: convidaram top models para desfilar no red carpet da Croisette, com suas criações e em diversos dias e com vestidos diferentes. Da esquerda para a direita, a brasileira Alessandra Ambrósio, com um dos vários Roberto Cavalli; a tcheca Petra Nemcová (de Emilio Puci, depois Elie Saab); a eslovaca Adriana Karembeu (Jean-Claude Jitrois); a também atriz Milla Jovovich, com Armani e um dia antes, Prada; e a russa Irina Shayk (namorada de Cristiano Ronaldo), com decote e transparências de Cavalli.

Modelos no red carpet

Sidney e Fernando, filhos que Orestes Quércia teve antes de se casar com Alaíde, com a qual teve mais quatro filhos, não querem apenas R$ 50 milhões cada um, para não partir para uma definitiva batalha judicial (em torno de uma fortuna de R$ 1,5 bilhão entre empresas e fazendas) que pode durar anos e até bloquear rendas de todos os empreendimentos deixados pelo político. Eles, agora, através de seus advogados, estariam contratando escritório especializado na Suíça, para tentar vasculhar bancos e encontrar contas (e fundos) supostamente movimentadas, durante anos, por Quércia. Ele ia, com regularidade, ao país e Alaíde seria a única, atualmente, a conhecer essas contas.

Dinheiro lá fora

O nome ela tirou da minissérie Presença de Anita (originalmente, é Larissa), seus sucessos são Show da Poderosas, Meiga e Abusada e Menina Má e, há dias, cobrou R$ 60 mil para cantar na inauguração do novo Royal Club, em São Paulo: Anitta ou MC Anitta é a musa funk do momento, tem aparecido em todos os programas de TV e, no ano passado, fez um clipe inovador em Las Vegas, dirigido por Blake Farber, o mesmo que cuida de Beyoncé. Canta, dança, compõe e esta semana, no Instagram, saudou seus seguidores, de suitã e sainha, com um revigorante “Bom Dia”.

Funkeira da hora

Inspiração O novo programa do governo paulista de combate à violência, anunciado por Geraldo Alckmin, chama-se São Paulo contra o Crime. O nome foi inspirado numa famosa série americana, NYPD Blue que, no Brasil, virou Nova York contra o Crime. Era uma produção da ABC, lançada em 1993, exibida pela Globo em 1994 e pela Record em 1996. Teve reprises e capítulos novos até 2005. Nos anos 90, Alckmin não perdia um episódio.

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Muffin.

Danish.

Clima de suspense Enquanto Joaquim Barbosa (na divertida visão do cartunista Paixão) acena colocar em pauta os embargos do mensalão em junho, cresce no Supremo o número de ministros que defendem analise mais demorada e a necessidade da revisão das peças por Ricardo Lewandowski, o que empurraria a novela para o segundo semestre. Só que ninguém aposta que Barbosa irá submeter os embargos declaratórios a ele ou passar direto ao plenário. Alguns acreditam que o revisor deveria se manifestar primeiro em relação aos recursos da Ação Penal 470, depois o plenário.

Os peregrinos da Jornada Mundial da Juventude terão de percorrer a pé 17 quilometros até alcançar o Campus Fidei, em Guaratiba, onde o Papa Francisco rezará missa campal. Haverá sinalização especial pelo caminho e tendas para hidratar os fiéis, além de banheiros químicos. Em horários alternados, estima-se que o percurso pode ser feito em torno de quatro horas. Já a volta, está sendo estimada em seis horas. O Papa e algumas poucas figuras da cúpula da Igreja Católica no Brasil poderão ir de helicóptero. Cerca de 400 padres e 40 bispos também deverão fazer o percurso a pé.

TV DE VENDAS A Maquina de Vendas, sociedade entre Ricardo Eletro e Insinuante, está se preparando para lançar um canal de vendas na TV a cabo, no estilo Shoptime e do pioneiro Shoptour. Luiz Galebe, criador do Shoptour, a propósito, depois de um período afastado devido a problemas de saúde, estará de volta logo, só que num canal na internet. O sistema Shoptour foi praticamente desativado, mas dois canais de TV a cabo estão tentando negociar com Galebe.

MISTURA FINA O PADRE Moacir Anastácio, querido em Brasília e arredores por levar multidões às missas e celebrações em datas especiais em Taguatinga, não deixa por menos: na festa de Pentecostes, quando levou 700 mil fiéis por dia à sua paróquia, só circula – e chega à igreja desse mesmo jeito – a bordo de um sedã 300C, importado, da Chrysler, com motorista. Atrás, segue sempre um carro com quatro seguranças.

O EX-presidente Lula está na lista dos convidados (são mais de mil) do casamento, em junho, da ex-Rebelde Anahí e o governador de Chiapas, no México, Manuel Velasco, do qual o ex-chefe do governo brasileiro é muito amigo. Também Paulo Coelho deverá estar lá: é igualmente amigo e uma espécie de guru da noiva. Anahí usará um vestido criado especialmente por Vera Wang.

A VINHETA de abertura da novela Amor à Vida, nem um pouco estimulante, é assinada pelo norte-americano Ryan Woodward, que trabalhou como animador de filmes como Branca de Neve e o Caçador, Os Vingadores, Homem de Ferro 2 e Homem-Aranha 3, entre outros.

A JORNALISTA, advogada e ex-moça do tempo da Globo, Rosana Jatobá, deverá lançar, mês que vem, seu primeiro livro, Questão de Pele, reunindo crônicas envolvendo tecnologias ambientais, onde demonstra sua preocupação com a saúde do planeta. Junto, fotos de Evandro Teixeira e prefácio da ministra Izabella Teixeira, do Meio Ambiente.

TANDE, ex-jogador de vôlei, comentarista da Globo e exmarido da atriz Lisandra Souto, a Amanda de Salve Jorge, tem sido visto jantando com Andrea Natal, diretora-geral do Copacabana Palace Hotel.

DIANA Ross, diva americana do soul music , uma das Supremes originais, fará quatro shows no Brasil, começando por São Paulo, dias 25 e 26 de junho, emendando no Rio e depois, Curitiba.

Colaboração:

Paula Rodrigues / Alexandre Favero

sexta-feira, 24 de maio de 2013


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

sexta-feira, 24 de maio de 2013

5 MAMA ÁFRICA Convidada especial para o Jubileu de Ouro da União Africana, a presidente Dilma Rousseff chega hoje à Adis Abeba, na Etiópia. Essa a terceira viagem de Dilma ao continente este ano.

olítica Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

'RENÃO' PRESIDENTE Renan Calheiros fica no cargo por um dia – só hoje. É que a presidente Dilma está na Etiópia; o vice-presidente Michel Temer, em Quito, e o presidente da Câmara, Henrique Alves, nos EUA.

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a d ê D i l m a R o u sseff? Etiópia. Cadê Michel Temer (PMDB-SP)? Em Quito (Equador). Cadê Henrique Eduardo Alves (PMDBRN)? Nos Estados Unidos. Por isso tudo, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), assume o posto de presidente da República. Mas é só por hoje. Terceiro na linha sucessória de Dilma, Renan ficará no cargo até amanhã, quando o vicepresidente Temer voltará de Quito – onde está para participar da cerimônia de posse do presidente Rafael Correa – e assumirá a Presidência. A presidente Dilma viajou ontem para a Etiópia, onde participará do Jubileu de Ouro da União Africana, amanhã. Ela retornará apenas no domingo. Alves, presidente da Câmara, está fora do Brasil desde o início da semana, em viagem aos Estados Unidos. Renan deve despachar do gabinete de Dilma, no Palácio do Planalto. Não é a primeira vez que ele assume a cadeira presidencial: em 2006, quando presidente do Senado, ele ocupou o cargo na ausência do então vice-presidente José Alencar e do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. DENÚNCIAS Renan foi eleito para a presidência do Senado em 1º de fe-

vereiro em meio a uma série de denúncias – havia sido denunciado ao Supremo Tribunal Federal (STF) por três crimes: peculato (desvio de dinheiro público), falsidade ideológica e uso de documento falso. Essa condição acabou refletindo negativamente na opinião publica, motivando o surgimento de uma campanha online – apelidade de Renão – que pretendia pressionar os parlamentares para que não escolhessem Renan como presidente ou que o destituíssem do cargo. A petição teve mais de 1,6 milhão de assinaturas, foi entregue em 20 de fevereiro e, claro, deu em nada. ASSINATURAS Ela foi entregue por representantes dos movimentos sociais aos senadores Pedro Simon (PMDB-RS), Randolfe Rodrigues (PSol-AP), Aloysio Nunes (PSDB-SP), João Capiberibe (PSB-AP) e Cristovam Buarque (PDT-DF). à essa altura, o texto pedia o impeachment do presidente do Senado. Diante dos clamores, os parlamentares se comprometeram a tratar do assunto internamente e verificar as possíveis consequências do pedido. Eles, porém, não informaram quando tratariam do assunto nem disseram se encaminhariam uma representação contra Renan no Conselho de Ética, por exemplo. "O Senado não tem o direito de virar as costas para a sociedade. Se o Senado esnobar e não reconhecer, um movimento como este pode pedir a renúncia de todos os senadores", afirmou o senador Buarque na ocasião aos cerca de 20 representantes das ONGs Movimento 31 de Julho Contra a Corrupção e a Impunidade, Rio de Paz e Avaaz. (Agências)

Renan Calheiros, presidente por um dia depois de ser rechaçado pela opinião pública. Ed Ferreira/Estadão Conteúdo - 02/03/2013

Ó RBITA

PRB 'TUCANO'

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PRB, do ex-deputado Celso Russomanno, passará a fazer parte do governo de Geraldo Alckmin (PSDB), em São Paulo, na próxima terça-feira. O partido indicou o empresário Rogério Hamam para comandar a Secretaria de Desenvolvimento Social. Em troca, a legenda apoiará a reeleição de Alckmin e abrirá mão da candidatura de Russomanno ao governo. A nomeação foi acertada ontem, em uma reunião entre Alckmin e Marcos Pereira, presidente nacional do PRB. Russomanno foi um dos articuladores do acordo. Ele tinha pretensões de concorrer com Alckmin em 2014, mas foi convencido a disputar outra vaga. Deve se candidatar a deputado federal.

AFIF

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elator do pedido de perda de mandato de Guilherme Afif Domingos, o deputado Cauê Macris (PSDB) afirmou ver possível inconstitucionalidade na saída do vice-governador do cargo de presidente do conselho gestor das PPPs. "Tem um artigo na Constituição estadual que diz que o governador pode convocar o vice para alguma missão. Foi o Afif quem pediu para sair? É uma dúvida que tenho. O fato de ter pedido para sair de um processo para o qual foi convocado pode ir contra a Constituição", disse Macris, que estuda oficiar o vice. Contudo, ele elogiou Afif e seu partido. "O Afif é um grande quadro, uma grande pessoa. O PSD tem sido aliado do governo e ajudado na Assembleia".

Presidente Dilma Rousseff deixa o Palácio da Alvorada em direção ao do Planalto, antes de embarcar para a Etiópia. Ela retorna domingo.


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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Dilma, como comanda o País, tem que começar a se dar conta que esse não é o jogo democrático. Deputado Beto Albuquerque (RS), líder do PSB na Câmara.

olítica

CPI DA PETROBRAS Mais de 60% dos deputados do PMDB topam

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inda sob os efeitos da tumultuada votação da Medida Provisória dos Portos, parlamentares de nove partidos da base aliada assinaram o pedido de criação de uma CPI para investigar a Petrobras. Ao todo, 199 deputados (28 a mais do que o número necessário)

aderiram ao pedido de criação da Comissão Parlamentar de Inquérito apresentado por Leonardo Quintão (PMDBMG), Carlos Magno (PR-RO) e Maurício Quintela Lessa (PRAL). Na base aliada, o PMDB foi quem teve a maior adesão, com assinatura de 52 dos 82 parlamentares da bancada. O líder do PMDB, Eduardo

Cunha (RJ), que está em rota de colisão com o Planalto, especialmente pela votação dos portos, não referendou o pedido. Dos 37 deputados do PP, 26 assinaram o pedido, que teve 13 assinaturas do PSC, 9 assinaturas do PR e do PTB, 3 do PDT, além de 2 do PSB e 1 do PRB e do PC do B. Entre os independentes, 3 deputados do PSD também assinaram. Há algumas semanas, parte do PMDB tinha trabalhado para instalar essa CPI. A movimentação ganhou fôlego semana passada após a bancada sair derrotada da votação da MP dos Portos. Minutos depois da Câmara derrubar uma emenda do

líder do PMDB, Quintão percorreu o plenário pedindo adesão ao texto. Na avaliação de líderes a favor do Planalto, alinhavaram a iniciativa com aval de Eduardo Cunha. O governo deve repassar para o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), a responsabilidade de enterrar a CPI. A vantagem do governo é que a Câmara tem uma fila de 15 pedidos de criação de CPI. Avaliação preliminar indica que só cinco dessas solicitações estão dentro das exigências regimentais para funcionar. Atualmente, estão em funcionamento na Casa duas comissões. Pelas regras, até cinco podem funcionar.

Joel Rodrigues/Estadão Conteúdo - 15/05/2013

PSD pede cassação de Garotinho O deputado Garotinho pode perder o mandado por denúncias na MP dos Portos

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PSD ingressou onA assessoria jurídica da Cât e m c o m p e d i d o mara já elaborou parecer supara que a Câmara gerindo à Mesa da Casa arquiabra processo de var o pedido da MD. O arguquebra de decoro parlamen- mento jurídico é que a repretar contra o líder do PR na Ca- s e n t a ç ã o n ã o a p r e s e n t a sa, deputado Anthony Garoti- prova de que parlamentares nho (RJ), o que pode resultar venderam seus votos. em cassação de mandato. Mas a decisão política ainda Na semana não foi tomapassada, Gada. Há uma rotinho sugecorrente deriu, durante a fendendo Para tudo na vida votação da que quando M P d o s P o rse trata de há limites. Isso tos, que houacusação de aqui não pode ve compra de quebra de deser transformado votos para coro (deputano Show do Milhão. d o s t e r i a m aprovar a meNão pode. dida. v e n d i d o v oA decisão to), não haveNão deve. do PSD ocorre r i a n e c e s s iANTHONY GAROTINHO depois de a dade das prooposição invas para a gressar com pedido oposto. simples abertura do processo. A MD (Mobilização Demo- Caberia à Câmara investigar crática) quer que a Câmara in- se os fatos são ou não procevestigue se há procedência dentes. Se for uma inverdade, nas denúncias de Garotinho – Garotinho seria punido. Caso ou seja, se houve compra de contrário, os deputados que votos. O PSDB também pediu venderam o voto teriam o que as denúncias sejam inves- mandato cassado. tigadas. Não o autor dela. D EC O RO – O PSD sustenta

Anthony Garotinho, sobre a MP dos Portos: "É a emenda da esperteza, do negócio.", que Garotinho quebrou o decoro "em razão de sua conduta ofensiva à honra dos parlamentares" durante a votação da MP dos Portos; "violou a imagem da Câmara (...) colocando sob suspeita a atuação dos parlamentares do PSD, e do plenário (...) com denúncias levianas, que atentam contra a honra e moralidade dos deputados". No documento, o PSD acusa Garotinho de ter "ameaçado e coagido tanto o plenário quanto os parlamentares" quando disse que estaria disposto a confirmar suas acusações de compra de voto no Conselho de Ética da Câmara. O texto cita que, durante a votação, Garotinho classifi-

Quem afirma é Alckmin. Ele é contra a antecipação de campanha.

Alckmin antecipa a informaçã,o mas não diz se a candidatura de Serra seria à Presidência da República. "Isso só ele pode responder."

recido na propaganda, respondeu: "Nós estamos muito bem representados pelo Aécio, que foi eleito por unanimidade presidente do partido." Mas ponderou: "É uma exposição importante, que mostra o pensamento do partido, a visão do partido da questão política. Agora, eu não sou de acreditar que coisas muito distantes da eleição tenham reflexo em pesquisa e coisa desse tipo. A população centra mesmo a sua atenção, corretamente, durante o período eleitoral. Aí tem uma atenção total"

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Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo-22/05/13

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par candidatura, você encurta o governo, o que não é bom para a população." Se houver mais de um candidato do PSDB, Alckmin defende as prévias. "Se tivermos mais de um candidato, quanto mais você abrir o debate, mais pessoas participarem, melhor. A prévia é um modelo interessante, mas isso se tivermos mais de um candidato." Alckmin comentou o fato de Aécio ter protagonizado as atuais propagandas do PSDB na tevê. Questionado se ele, como governador de São Paulo, deveria ter apa-

Garotinho violou a imagem da Câmara colocando sob suspeita a atuação dos parlamentares do PSD, e do plenário. DOCUMENTO DO PSD do negócio", afirmou Garotinho. Na última semana, a Folha revelou que essa emenda foi sugerida por uma associação que represente empresários ligados ao setor de portos. O PDT anunciou, na quarta-feira, que vai ingressar na Justiça

Cabral 'PSB não é como PMDB, que deseja Dilma nunca vai ter presidente.' com Pezão líder do PSB na Câma"Acho que o governo da pre-

'Serra candidato em 2014' governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou ontem que o tucano José Serra deverá disputar a eleição do próximo ano. "O Serra deve ser candidato em 2014." Mas, indagado por jornalistas sobre qual cargo Serra disputaria, ele afirmou: "Só ele pode responder". Para Alckmin, é muito cedo para o PSDB lançar o seu candidato a presidente. Perguntado se a convenção do partido no último final de semana não teria o objetivo de unificar a candidatura em torno do senador Aécio Neves (MG), Alckmin respondeu que é muito cedo para definir quem disputará o Palácio do Planalto. "Foi uma convenção bonita, convenção da unidade. Mas entendo que escolha de candidatura é só no fim do ano, começo do ano que vem. Agora é hora de o partido ouvir o povo, percorrer o Brasil (...) elaborar um grande programa de trabalho, um programa de governo. Mas eu sou contra antecipação de candidatura. Estamos ainda muito longe do processo sucessório e você anteci-

cou a MP de "MP dos Porcos" e acusou a existência de um "show do milhão" na Casa para aprová-la. "Não quero parecer mais santo que ninguém, mais honesto que ninguém, mas para tudo na vida há limites. Isso aqui não pode ser transformado no Show do Milhão. Não pode. Não deve." O deputado também chamou de "Tio Patinhas" uma emenda ao texto original do governo que incluiu a possibilidade de renovação de contratos de terminais privados instalados em portos públicos sem condicionantes que o governo pretendia, como o reajuste dos preços e novas metas de atuação. "É a emenda da esperteza,

para que a emenda seja considerada inconstitucional caso a presidente Dilma Rousseff não a vete. A Folha de S.Paulo também revelou que Garotinho disse à pessoas próximas que um consórcio comprou votos na Medida Provisória dos Portos de quatro partidos. Já Garotinho afirmou ontem que "até as paredes da Câmara sabem que a Medida Provisória dos Portos teve condutas não republicanas por parte de empresários que ao invés de fazerem lobby fizeram negócios." Garotinho reiterou que "o seu desejo" é que tudo seja apurado pelo Conselho de Ética da Câmara. "É só colocar (na representação) que o deputado esclareça nessa comissão fatos denunciados por ele relativas a Medida Provisória dos Portos. Só faltava eu, espontaneamente, ir ao Conselho de Ética." Além do PSD (que ingressou com representação contra Garotinho), em paralelo, a MD e o PSDB ingressaram com outro pedido oposto, para que a Câmara investigue as denúncias apresentadas por ele. O deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) criticou o PSD. "Não é normal investigar o denunciante. Ao receber a petição, o presidente da Câmara dos Deputados pode convertê-la em investigação da denúncia num despacho que recoloque o trem nos trilhos." Uma das emendas da MP dos Portos de interesse do empresariado (a "Tio Patinhas") permitiu a renovação de contratos de terminais portuários privados instalados em portos públicos sem revisão de valores. (Folhapress)

governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), voltou a defender a manutenção da aliança PT-PMDB no Estado e o apoio a seu candidato a governador, em 2014, o seu atual vice, Luiz Fernando Pezão. Para Cabral, não há motivo de apoio da presidente Dilma Rousseff também ao senador Lindbergh Farias, pré-candidato do PT: "Essa não é a primeira eleição que vou participar. Quando você tem dois palanques em um Estado isso acaba não dando certo. Estou falando isso para o bem da aliança." Cabral negou qualquer pressão contra Dilma e disse que defende o bem das "políticas públicas" e da aliança. "É esquizofrênico ter dois palanques. Como ela virá ao Rio no palanque de alguém que não fala bem do meu governo? Ninguém vai conseguir me intrigar com a presidente." Ele comentou que durante o jantar com representantes do PMDB, em Brasília, na terça-feira, fez uma avaliação do quadro político. Falou do senador Aécio Neves, de Marina Silva e do governador de Pernambuco, Eduardo Campos. (Folhapress)

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ra, deputado Beto Albuquerque (RS), identifica "o dedo do governo e de gente do PT" nos movimentos de resistência que surgiram dentro do PSB contra eventual candidatura à Presidência do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). Em entrevista à Folha de S.Paulo, Albuquerque disse que as pressões não partem da presidente Dilma Rousseff, mas que ela deveria olhar seu governo "para ver se todos os ministérios estão respeitando a independência dos partidos". Ele afirmou ainda que a candidatura de Campos está sendo construída por 90% da sigla e que o PSB "não é um partido que nasceu e se criou para virar um PMDB, que nunca vai ter candidato a presidente". Ao comentar seu ponto de vista sobre os movimentos contra e a favor da candidatura própria dentro do PSB, ele diz que têm o dedo do governo e de gente do PT: "Infelizmente é uma pressão velada que tem interferido na reflexão de muitos quadros nossos." Para ele, é uma pressão "sobre projetos, financiamentos, etc. Um comportamento totalmente indevido, antidemocrático, nada republicano.

sidenta Dilma, que tem um histórico democrático, lutou pela democracia, tinha que dar uma olhada firme para dentro do seu governo para ver se todos os seus ministérios estão respeitando a independência dos partidos." Albuquerque não acredita que a pressão parte de Dilma: "Não dela. Mas ela, como comanda o País, tem que começar a se dar conta que esse não é o jogo democrático. Isso acaba interferindo no livre debate que os partidos têm que fazer e que vão fazer." A candidatura de Campos, para ele, está sendo consolidada. "Construída com a grande maioria, com 90% do partido que quer ter candidato a presidente. O PSB não é um partido que nasceu e se criou para virar um PMDB, que nunca vai ter candidato a presidente." O prazo ideal para o PSB deixar o governo seria o fim deste ano. Até lá, poderemos ter uma decisão definitiva. Não é um ministério ou outro que vai cabrestear um partido com a história que tem o PSB. Tem que sair na hora que tomar a decisão. Não tem que apressar. Nem o PT é capaz de dizer hoje se é a Dilma ou o Lula (seu candidato). (Agências)


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

sexta-feira, 24 de maio de 2013

7 As uniões homoafetivas são fatos lícitos e relativos à vida privada de cada um. Luís Roberto Barroso, indicado para o STF.

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Valter Campanato/ABr

Mensalão: parecer sobre recursos só no 2º semestre. Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello, ministros do STF, admitem: vai demorar.

O Barroso atuou em julgamentos históricos do STF, como o que permitiu pesquisas com células-tronco.

Dilma escolhe o advogado Luís Roberto Barroso para o STF

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presidente Dilma Rousseff escolheu ontem o advogado constitucionalista Luís Roberto Barroso para a vaga deixada por Carlos Ayres Britto no Supremo Tribunal Federal (STF). O martelo foi batido depois de reunião no Planalto entre Dilma e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. O anúncio foi feito oficialmente pelo Palácio do Planalto. A presidente assinou a nomeação e viajou para a África. Em nota, o Planalto disse que Barroso cumpre os requisitos necessários para o cargo. "O professor Luís Roberto Barroso cumpre todos os requisitos necessários para o exercício dos mais elevado cargo da magistratura no País." Agora, o nome dele será submetido ao Senado onde será sabatinado. A cadeira de Britto estava vaga havia 6 meses. Só a nomeação de Luiz Fux, em março de 2011, demorou mais. Na época, o ex-presidente Lula deixou para Dilma a prerrogativa de escolher o sucessor de Eros Grau, que se aposen-

Muitos elogios ao novo ministro

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presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, elogiou a indicação de Luís Roberto Barroso para a vaga que estava em aberto no tribunal. "É um excelente nome." Barbosa foi e é colega de Barroso na UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), onde são professores. Ele destacou as "qualidades técnicas e como pessoa" do novo ministro. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, também classificou a indicação como excelente: "Um jurista consagrado e que certamente trará ao Supremo uma preciosa e valiosa contribuição." Gurgel disse ainda que Barroso poderá participar do julgamento dos recursos do Mensalão, "desde que ele se sinta habilitado". Marco Aurélio Mello, ministro do STF, assegurou que Barroso será recebido "de braços abertos, como profissional digno de elogios". Ex-procurador de Justiça, o senador Pedro Taques (PDTMT) disse que os senadores vão sabatiná-lo com o rigor necessário, sem a "chancela" automática do nome escolhido pela presidente Dilma. "É uma excelente escolha, de um grande jurista. O Senado não pode fazer sabatina de afogadilho, só chancelar o nome indicado pela presidente." (Agências)

tou em agosto de 2010. A presidente cercou o processo de escolha de cuidados e se irritou várias vezes ao longo dos meses com o vazamento de notícias sobre candidatos com os quais se reuniu. Luís Roberto Barroso vinha sendo incluído na lista de cotados para o STF há vários anos. Um dos motivos é o fato de ser um dos mais conceituados advogados constitucionalistas do País. Ele atuou em julgamentos históricos do STF, como o que permitiu pesquisas com células-tronco embrionárias e o que decidiu que o terrorista italiano Cesare Battisti não seria extraditado. Seu nome contava com a simpatia de vários ministros do STF e do ex-ocupante da cadeira, Ayres Britto. Recentemente, Barroso assinou ações contrárias aos novos critérios de distribuição dos royalties do pré-sal, tema caro aos fluminenses – o Rio é o Estado que mais perdeu com a nova partilha. Barroso nasceu em Vassouras, no interior do Rio de

Janeiro, há 55 anos. Seus pais atuaram na área Jurídica – o pai foi membro do Ministério Público do Rio e a mãe foi advogada. Formou-se em direito na Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), é mestre em direito pela Universidade Yale e doutor em direito público também na Uerj. Foi professor visitante da Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Casado, com um casal de filhos, atualmente, ele vive entre o Rio, Brasília e Petrópolis. Em seu blog, ele escreve sobre temas variados. De música à poesia, de Beethoven e Chico Buarque a Drummond. Como é que Barroso conceitua o controvertido tema do homossexualismo? Simples. "As uniões homoafetivas são fatos lícitos e relativos à vida privada de cada um. O papel do Estado e do Direito, em relação a elas como a tudo mais, é o de respeitar a diversidade, fomentar a tolerância e contribuir para a superação do preconceito e da discriminação. (Agências)

ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), fez coro ao seu colega Marco Aurélio Mello e admitiu ontem que o julgamento dos recursos apresentados por réus do Mensalão podem ficar para o segundo semestre. "Muito provável que, pelo andar da carruagem, já estamos nos avizinhando do recesso de julho, que isso fique para agosto", disse Mendes, para quem o tema é muito complexo e exige cuidado. Anteontem, o ministro Marco Aurélio Mello afirmou que, pela quantidade de argumentos, os chamados embargos de declaração, recurso permitido nesta fase do processo, só devem ser julgados após o recesso do Judiciário. "Estou assustado com o volume dos embargos declaratórios e as últimas questões versadas", disse o ministro. "Numa visão prognóstica, eu penso que esses embargos vão nos ocupar durante as férias de julho. Ou seja, serão julgados no segundo semestre", completou. Marco Aurélio também defendeu que o tribunal não faça como no ano passado, ao separar praticamente todo o semestre para o julgamento de um caso, e que analise os embargos de declaração separadamente. Em sessão administrativa, os ministros do STF decidiram que o presidente da Corte e relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, avisará aos colegas com dez dias de antecedência quando estiver pronto para julgar os primeiros recursos dos réus condenados no caso, os chamados embargos de declaração. A decisão foi tomada por sugestão do ministro Celso

de Mello, que pediu o tempo para que os próprios integrantes do tribunal, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e os advogados de defesa tenham tempo para se preparar. Barbosa aceitou a sugestão e chegou a dizer que está "longe de estar preparado". "Farei isso porque estou longe de estar preparado", disse. Os ministros também deverão estabelecer um calendário de julgamento quando Barbosa avisar que estiver pronto. GIGANTISMO – O ministro Mendes fez ontem uma crítica ao que chamou de "gigantismo" de ministérios da presidente Dilma Rousseff, com 39 pastas. Segundo Mendes, esse é um exemplo de "burocracia", que deve ser revisto. Mendes fez sua crítica ao abrir o 3º Seminário Internacional de Direito Administrativo e Administração Pública, promovido pelo Instituto Brasiliense de direito público. Ao propor o debate sobre gestão pública, Mendes defendeu a necessidade de maior eficiência na administração. "Há um gigantismo, muita burocracia", justificou o ministro. No início do ano, Dilma criou a 39ª pasta da administração federal, a Secretaria da Micro e Pequenas Empresas, que é comandada por Guilherme Afif Domingo (PSD), que acumula o cargo com o de vice-governador em São Paulo. O governador Geraldo Alckmin participa do seminário, que conta também o senador Blairo Maggi (PR-MT) e o ex-senador Rodolpho Tourinho Neto (DEM-BA) entre os palestrantes. Na pauta, a importância de investimentos em infraestrutura. "O Brasil ficou caro antes de se tornar um país rico", afirmou Alckmin. (Fo l h a p r e s s )

Gurgel lamenta tanta demora

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procurador-geral da República, Roberto Gurgel, criticou a demora na prisão dos condenados pelo Supremo Tribunal Federal no processo do Mensalão. Ele destacou que no Brasil existe "imensa dificuldade'' no cumprimento de decisões judiciais que envolvem pessoas "situadas no topo da estrutura social''. As informações são da Agência Brasil. "O que é preocupante é que se continue a ter imensa dificuldade em dar cumprimento às decisões judiciais, quando se refere às pessoas situadas no topo da estrutura social. É preciso que o Brasil supere a dificuldade e, todos, absolutamente, todos os brasileiros estejam igualmente ao alcance do sistema de justiça.'' Gurgel lamentou a demora no processo dos recursos dos condenados, visto que o julgamento ocorreu no segundo semestre do ano passado. "Na minha visão, o julgamento dos embargos é algo imensamente mais simples do que foi o julgamento inicial. É uma pena que demoremos tanto a tornar efetiva a decisão do STF e cheguemos ao segundo semestre sem que a decisão seja totalmente cumprida.'' Os condenados só devem ser presos quando não houver mais possibilidade de recorrer. Nos 25 embargos de declaração, os réus pedem redução das penas e a possibilidade de serem julgados na primeira instância.


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sexta-feira, 24 de maio de 2013 Divulgação/R

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VENEZUELA PASSADA A LIMPO Promotoria abre investigação sobre acusações de corrupção e conspiração contra o governo de Nicolás Maduro, após a oposição divulgar polêmica gravação de aúdio que revela racha entre chavistas.

nternacional

A nova guerra de Obama contra o terrorismo

Mulheres depositam flores em local onde Rigby (à esq.) foi assassinado

Mais de dez anos após os atentados de 11 de setembro, os terroristas ainda existem, mas as ameaças são outras. Uma coisa permanece igual: a guerra não é contra o Islã.

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Jim Lo Scalzo/EFE

presidente norteamericano, Barack Obama, anunciou ontem uma série de mudanças na política de contraterrorismo dos Estados Unidos, ao afirmar que a ameaça ao país mudou desde os atentados de 11 de setembro de 2001, mas que nenhum presidente pode prometer "a derrota total do terrorismo". Em discurso sobre a luta antiterrorista na Universidade de Defesa Nacional, nos arredores de Washington, Obama tentou se diferenciar da política que seu antecessor, George W. Bush, chamou de guerra global ao terrorismo, declarada depois dos ataques de 2001. "Nossa nação ainda está ameaçada por terroristas", disse o mandatário. "Devemos reconhecer, no entanto, que a ameaça mudou e evoluiu em relação àquela que chegou até nós no 11 de setembro." "Além de completar a retirada das tropas do Afeganistão em 2014", argumentou Obama, "devemos definir nosso esforço não como uma guerra infinita e global contra o terror, mas como uma série de persistentes esforços voltados a desmantelar redes específicas de extremistas violentos que ameaçam os EUA". "Mas esta guerra, como todas as guerras, precisa acabar. É o que a história aconselha, o que nossa democracia pede", afirmou. O presidente afirmou que o país nunca conseguirá "apagar o mal que existe no coração de alguns seres humanos", mas o governo pode desmantelar redes que sejam uma ameaça direta aos EUA. Segundo analistas, a Casa Branca teria concluído que o coração da Al-Qaeda já foi dizimado em anos de ataques e com a operação que matou o líder da rede terrorista, Osama bin Laden, há dois anos. No discurso, Obama ainda listou três ameaças atuais, que são os afiliados da rede terrorista Al-Qaeda "do Iêmen ao Iraque, da Somália ao Norte da África"; bastiões terroristas que mais recentemente se multiplicaram pelo mundo árabe, na Líbia e na Síria, por exemplo; e radicais residentes nos EUA. O terrorismo, disse, é alimentado pela ideologia de que o Islã está em conflito com os EUA e com o Ocidente, e que a violência contra alvos ocidentais, inclusive civis, é justificável, na procura por uma causa maior. "É claro que essa ideologia é baseada em uma mentira, já que os EUA não estão em guerra com o Islã; e essa ideologia é rejeitada pela vasta maioria

Luke MacGregor/Reuters

Mais uma falha das autoridades? Obama defende o uso de aviões não-tripulados contra extremistas e pede o fechamento de Guantánamo

Agressores que mataram soldado em Londres eram conhecidos da polícia

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de muçulmanos, que são as mais frequentes vítimas de atos terroristas", afirmou. Drones - Diante das críticas sobre a moralidade de usar aviões não-tripulados (drones) para travar guerras em terras distantes, Obama alegou que esses tipos de ataques matam "menos inocentes", mas disse que pretende reduzir seu uso, criando maior supervisão e transferindo a responsabilidade da CIA ao Pentágono. "Dizer que uma tática militar é legal, ou mesmo efetiva, não é dizer que seja sábia ou moral em todos os casos", declarou Obama. O presidente disse que esses aparelhos só serão usados quando um suspeito de terrorismo não puder ser capturado, e que os EUA vão respeitar as soberanias dos outros países e limitarão os bombardeios a alvos da Al-Qaeda e associados. "E, antes que qualquer ata-

que seja realizado, deve haver quase certeza de que nenhum civil será morto ou ferido, no padrão mais elevado que conseguirmos estabelecer", disse. O uso de drones para atacar extremistas tem causado tensões com países, como o Paquistão, e motivado criticas de ativistas de direitos humanos. Obama havia prometido anteriormente mais transparência sobre a questão. Reação - A oposição republicana reagiu com desconfiança à mudança de rota prometida no discurso. O presidente da Câmara dos Representantes, o republicano John Boehner, questionou a diminuição do uso de drones. "Que ações o presidente tomará para assegurar a derrota da Al-Qaeda no lugar dos drones? A ameaça dos terroristas vai diminuir sozinha?" Guantánamo - No discurso, o presidente abordou também

a dificuldade que enfrenta no Congresso para fechar a prisão de Guantánamo, conforme prometeu na campanha eleitoral de 2008. Uma greve de fome de 103 dos 166 suspeitos de terrorismo presos na base naval encravada em Cuba o pressiona a tomar alguma providência. "Não há justificativa além da política para que o Congresso nos impeça de fechar uma instalação que jamais deveria ter sido aberta", disse. Para fechar a prisão, Obama precisa do apoio de republicanos relutantes em transferir e julgar prisioneiros em território norte-americano. Obama considera que esse é um passo crucial para atingir o objetivo de combate ao terrorismo. "Onde for apropriado, vamos trazer os terroristas à Justiça nas nossas cortes e no nosso sistema judicial militar", afirmou. (Agências)

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Abedin Taherkenareh/EFE - 11/05/13

Divulgação/EFE - 22/05/13

De olho na eleições legislativas de outubro, Cristina vai aumentar benefícios a mulheres grávidas e famílias com filhos.

tro homem, era conhecido das autoridades por distribuir panfletos radicais islâmicos em Woolwich. Contudo, os dois homens não eram considerados um sério perigo para o público até o ataque, de acordo com uma fonte do governo. O suspeito também foi investigado por ligação com o grupo extremista islâmico Al Muhajiroun. A organização foi banida do Reino Unido após os atentados contra o metrô e um ônibus de Londres, em 2005. O outro agressor tem 22 anos e não teve o nome revelado. Ele nasceu na Nigéria e se naturalizou britânico, segundo fontes oficiais. Ontem, a polícia prendeu mais duas pessoas suspeitas de colaborar com o crime: uma mulher e um homem, ambos de 29 anos. Foram feitas buscas em seis endereços em Londres e Lincoln, no interior do país. Segundo o jornal The Guardian , o governo da Nigéria também foi acionado e prometeu cooperar com eventuais informações sobre os dois suspeitos do crime. Vítima - O Ministério da Defesa britânico informou que o soldado morto era Lee Rigby, do 2º Batalhão do Regimento Real de Fuzileiros. O militar de 25 anos tinha um filho de dois anos e havia entrado para o Exército em 2006. Ele serviu por seis meses no Afeganistão – uma das missões citadas por Adebolajo como justificativa para o crime. Rigby foi descrito como "extremamente popular" entre os companheiros e tocava tambor na banda militar de um dos batalhões reais com sede em Londres. (Agências)

'O regime é ignorante'

Dinheiro no bolso. E votos também. A

presidente da Argentina, Cristina Kirchner, anunciou que vai elevar gastos com programas sociais em 16,8 bilhões de pesos (US$ 3,2 bilhões), em uma tentativa de reativar a economia antes das eleições legislativas de outubro. Em discurso feito na noite de quarta-feira, Cristina disse que os incentivos possibilitarão às famílias gastar mais com alimentos e outros bens de primeira necessidade. Ela garantiu que vai "cuidar do bolso dos argentinos", ao anunciar que militantes em todo o país vão monitorar os preços e garantir que as empresas não os elevem. (Agências)

s dois homens que evocaram o nome de Alá ao matar um soldado a facadas na periferia de Londres, na tarde de quarta-feira, já foram alvo de uma investigação dos serviços de segurança por supostas ligações com grupos extremistas. Eles foram dispensados, uma vez que não eram considerados uma ameaça séria. O primeiro-ministro britânico, David Cameron, confirmou que eles já eram "conhecidos" pelos órgãos de segurança, mas não explicou se são ligados a grupos terroristas e por que estavam em liberdade. Ele classificou o crime como uma "traição ao Islã" e disse que o país não vai ceder "ao terror e ao terrorismo". O ataque parece se encaixar no perfil do "lobo solitário", levado a cabo por militantes que agem por conta própria, sem terem ligação com grupos como a Al-Qaeda. Os suspeitos, cidadãos britânicos de origem nigeriana, estão internados sem risco de vida após terem sido baleados pela polícia no local do assassinato, em frente a um quartel no subúrbio de Woolwich. Um deles foi identificado como o londrino Michael Adebolajo, de 28 anos. Em um vídeo feito pouco depois do crime, ele exibe uma faca e um cutelo manchados com o sangue do soldado e discursa contra a presença de militares britânicos em países muçulmanos. De acordo com amigos, ele foi criado em família cristã, mas se converteu ao Islã e se aproximou do discurso extremista de ódio ao Ocidente. Adebolajo, que agiu com ou-

pós ser barrado pela comissão eleitoral de concorrer à Presidência do Irã, o ex-presidente Akbar Hashemi Rafsanjani, de 78 anos, acusou a cúpula do regime de incompetência e ignorância. Para ele, o impedimento foi uma resposta à popularidade de sua campanha. "Eu não quero rebaixar-me à propaganda (dos meus rivais), mas a ignorância é preocupante", disse Rafsanjani a aliados, segundo o site opositor Kaleme. "Acho que o país não poderia ter sido pior governado, mesmo se houvesse planejamento com antecedência." (Folhapress)

Rafsanjani: ameaça ao aiatolá.


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9 ESTUPROS No mês de março foram registrados 311 casos de estupro na capital paulista. O número é 8,36% superior aos casos registrados no mês anterior, fevereiro, que teve 287 ocorrências.

idades Fotos: Paulo Pampolin/Hype

Bibliotaxi: o livro vale a corrida. Iniciativa cultural está disponível em cerca de dois mil veículos cadastrados na startup Easy Taxi, fundada por Tallis Gomes, na foto ao lado.

Flávio Carvalho encontrou Cem Anos de Solidão no táxi de Rodrigo Bernardo da Silva. Em troca já doou três títulos do autor colombiano.

Mariana Missiaggia

Psicóloga é estuprada por falso mecânico

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A

"Tenho muitos livros dele (Márquez), mas ainda não tinha o Cem Anos de Solidão. Por ser tão famoso, achava pouco provável encontrá-lo em um táxi e em ótimo estado de conservação. Ter essa surpresa no trânsito caótico de São Paulo até melhora o dia", disse. Mesmo já familiarizado com a obra, o analista de produtos decidiu levá-la para casa. E para enriquecer ainda mais o acervo da Bibliotaxi, ele doou três de seus livros preferidos do escritor colombiano. Em circulação há pouco mais de um mês, a biblioteca viajante já conquistou muitos admiradores. O taxista Rodrigo Bernardo da Silva, 38 anos, participa do projeto desde o início e, semanalmente, observa livros indo embora e novos títulos chegando. "Como trabalho sempre na mesma região, transporto as mesmas pessoas e elas adoram a biblioteca. Observo essa dinâmica e acho muito interessante porque pessoas que nem se conhecem se presenteiam mutuamente", disse. Em apenas 30 dias, mais de dois mil táxis se transformaram em bibliotecas ambulantes e é só embarcar em um deles para ter acesso ao projeto. Quem quiser doar livros pode deixálos dentro da Bibliotaxi quando chamar o veículo pelo aplicativo ou enviar um e-mail para contato@easytaxi.com.br. Se forem mais de duzentos livros, a empresa se compromete a buscá-los. De táxi, claro.

Incêndio em distribuidora mata um

Ricardo Moraes/Reuters

m projeto de leitura está deixando o congestionamento de São Paulo menos estressante. Cerca de dois mil carros cadastrados na empresa de chamada de táxi Easy Taxi estão percorrendo a cidade com a Bibliotaxi, uma espécie de biblioteca móvel. Um bom livro é o melhor remédio para ocupar o tempo – ainda mais para quem está preso em um m eg a co ng e st i on am e nt o na Marginal Tietê ou na Avenida 23 de Maio na hora do rush. A boa notícia é que a leitura não precisa acabar junto com a corrida. Quem gostar da obra que tiver nas mãos, pode levá-la para casa. De graça. "Gostou do livro? Então leve para casa." É o aviso na sacola recheada de títulos dentro de cada automóvel. De romances da literatura brasileira à filosofia do alemão Friedrich Nietzsche, a oferta é variada. A devolução da obra não é obrigatória, já que a proposta da iniciativa cultural é justamente fazer com que os livros circulem, assim como os táxis, pela cidade. No entanto, quem preferir devolvê-la pode depositá-la em qualquer carro conveniado à Easy Taxi. "O interessante é que haja uma rotatividade. É muito bacana que as pessoas levem o livro para casa, porque isso pode estimulá-las a doar outras obras que só vão acrescentar ao nosso acervo", disse Tallis Gomes, 26 anos, fundador da startup Easy Taxi. Aplicativo – Para utilizar um dos carros filiados à Easy Taxi basta baixar o aplicativo homônimo gratuitamente na App Store ou na Google Play, preencher um cadastro e pedir um veículo. A média de espera é de dez minutos, de acordo com a empresa. Não há custos adicionais para quem pedir táxis por meio do aplicativo. Todos os taxistas credenciados pela Easy Taxi recebem um kit da Bibliotaxi com cinco livros. Os temas são variados e cerca de 12 mil livros já foram doados pelos próprios passageiros. Um deles está nas mãos de Flávio Carvalho, 23 anos, analista de produtos. No primeiro dia em que o projeto começou a funcionar, Carvalho ficou surpreso ao encontrar o livro Cem Anos de Solidão, do colombiano Gabriel García Márquez, na biblioteca móvel.

Segundo Carlos Minc, a empresa Petrogold, em Duque de Caxias (RJ), não possuía licença estadual.

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m incêndio de grandes proporções atingiu a distribuidora Petrogold, no bairro residencial Jardim Primavera, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense, na manhã de ontem. Casas no entorno foram atingidas pelo fogo e uma pessoa morreu. À tarde, o secretário estadual de Meio Ambiente do Rio, Carlos Minc, afirmou que a empresa não possuía licença estadual para funcionar. O incêndio começou por volta das 10h40 e os

bombeiros ainda não tinham conseguido debelar as chamas por completo até o começo da noite. Segundo o secretário, a empresa tem uma licença municipal, dada em 2009 e válida até 2013, mas que não é reconhecida pelo INEA (Instituto Estadual do Ambiente). Segundo Minc, os municípios só têm autonomia para conceder licenças para empresas de pequeno e médio porte. A Petrogold, no entendimento do secretário, é

uma empresa de grande porte e precisaria do aval do Estado para operar. "Eles estão ilegais. Tinham uma licença municipal, mas o município não pode licenciar uma empresa dessa natureza", disse o secretário em visita ao local do incêndio. O advogado da Petrogold, Fábio Calil, que também esteve na área do acidente, disse que a empresa está em conformidade com todas as licenças requeridas pelas autoridades. (Folhapress)

Polícia Civil prendeu na noite de ontem um homem de 31 anos suspeito de estuprar uma psicóloga na quartafeira na região do Bom Retiro, no Centro de São Paulo. Segundo a polícia, ele confessou o crime e estava com a chave de fenda que teria sido usada para atacar a vítima. O homem foi localizado no início da tarde na mesma região em que ocorreu o crime. Ele não portava documento, mas, de acordo com a polícia, foi reconhecido pela vítima. A prisão temporária seria pedida à Justiça ainda ontem à noite. O crime aconteceu por volta das 18h30 de quarta, após o carro da psicóloga quebrar na marginal Tietê, próximo da avenida do Estado. A mulher havia obtido ajuda de uma equipe da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) para retirar o carro da faixa e colocá-lo em local que não atrapalhasse o trânsito. Segundo a polícia, ela ficou no local para aguardar o resgate da seguradora. Enquanto aguardava funcionários do seguro, a psicóloga foi abordada por um suposto mecânico, que ofereceu ajuda e afirmou ter uma oficina nas redondezas. No caminho, ela foi ameaçada e estuprada atrás de um muro. O homem fugiu sem levar nada. Hospital – A psicóloga foi socorrida por moradores da região e levada para o hospital Pérola Byington, na Bela Vista, onde passou por exames e foi liberada. Criminalidade – O estupro é um crime que vem crescendo nos últimos meses em São Paulo. De acordo com dados sobre os índices de criminalidade divulgados pela Secretaria de Segurança Pública, no mês de março foram registrados 311 casos na capital paulista. O número é 8,36% superior aos casos registrados no mês anterior, fevereiro, que teve 287 ocorrências. A SSP também aponta aumento de casos de estupro registrados no Estado de São Paulo. Em março deste ano foram 1.161 casos contra 1.057 em fevereiro, uma alta de 9,84%. (Agências)


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cultura

Fotos: Luiz Prado/LUZ

ENSINANDO GREGO José Guilherme R. Ferreira

Praça das Artes: convite para a população se apropriar do espaço, localizado na região central.

ESPAÇO CULTURAL

Arte dentro e fora da praça. Para todos. Rita Alves tural, abrigando espetáculos de dança. Para celebrar o fim de semana, mais uma preciosidade. A partir deste sábado (25), começa o Projeto Neur ó p ol i s , idealizado pelo compositor Lívio Tragtenberg. A atração combina instalação multimídia com música e apresenta, entre os convidados, a Orquestra de Músicos de Rua, a partir das 11h. Que tal tomar a praça?

Reprodução/Elloinos

Sylvia Masini/Divulgação

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Praça das Artes, mais novo espaço cultural localizado na região central, apresenta uma programação cada vez mais generosa para o público da Cidade. Nada mais natural, já que o complexo, dividido em três módulos, tende a ampliar suas opções culturais à medida em que todos seus espaços forem inaugurados. Mas o público já tem motivos para comemorar. No último dia 16, a Praça das Artes reabriu a Sala do Conservatório (antigo edifício histórico do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo) com a apresentação do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. O espaço também participou pela primeira vez da edição mais recente da Virada Cul-

Música, dança, teatro. E um futuro promissor.

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projeto da Praça das Artes, idealizado pelos arquitetos Marcos Cartum, Marcelo Ferraz e Francisco Fanucci, tem como uma das características a de acolher o público que passa pelo local. "O projeto é um convite para a população se apropriar do espaço, usá-lo como passeio público. Não é como um prédio que afasta as pessoas, que tem uma dimensão de uso privado", afirma José Luiz Herencia, diretor geral da Fundação Teatro Municipal. "A Praça das Artes é da população." Além do benefício de poder usufruir da área externa como local de passagem, Herencia destaca também as atrações musicais programadas para o espaço, como a apresentação da Orquestra dos Músicos de Rua. "Denota-se inclusive uma mudança da Prefeitura de São Paulo em relação aos artistas que se apresentam nas ruas da Cidade, que viviam sendo vilipendiados, maltratados e impedidos de exercer o seu trabalho e a sua profissão", diz o diretor. "Nós entendemos que é fundamental que os artistas tenham condições dignas de se apresentar. Isso está sendo tratado no âmbito legal, mas a programação da área externa da Praça das Artes vem recebendo muitos artistas. É um sinal de que os tempos mudaram." O primeiro módulo, finalizado em dezembro de 2012, abriga o espaço da administração da Fundação do Teatro Municipal, o Conservatório Dramático e Musical, as Escolas de Dança e de Música e o prédio do Centro de Pesquisa e Documentação, que reúne o Museu do Teatro Municipal, o arquivo do Teatro Municipal e a Discoteca Pública Oneyda Alvarenga. A Orquestra Sinfônica Municipal e do Balé da Cidade de São Paulo, dois pólos artísticos administrados pelo Teatro Municipal, vão ocupar futuramente o segundo módulo da Praça das Artes. "Hoje os dois grupos precisam compartilhar o espaço do teatro, o que cria para nós da direção uma série de problemas do ponto de vista da programação do teatro. Cria uma limitação de uso do palco muito grande em função dos ensaios dos próprios artistas, que são residentes do teatro, e de outros que vêm nos visitar, como companhias brasileiras e estrangeiras", explica Herencia. "Com a finalização do módulo 2 da Praça das Artes, nós vamos ter um pouco do Teatro Municipal livre para apresentações todos os dias do ano, o que hoje é

Projeto é um um convite para a população se apropriar do espaço uma grande dificuldade." O diretor informa que o prédio deve ficar pronto até março ou abril de 2014. Para o terceiro módulo está prevista a construção de um auditório para 800 pessoas, que será uma espécie de palco complementar do Teatro Municipal com uma programação mais diversificada. "Esse deve ser objeto de uma licitação ao longo de 2014 e que ficará pronto até 2015." Herencia explica que a Praça das Artes tem uma função complementar a do Teatro Municipal. A meta, pelo menos a médio prazo, é tornar o Teatro Municipal o principal palco de música lírica da América Latina. "A Praça das Artes tem uma função complementar a isso. Ela pode ser um ponto de contato, por exemplo, do Teatro Municipal com a produção contemporânea. E não necessária ou irrestritamente ao universo da música de concerto, da música erudita." Na opinião de Herencia, a função da Praça das Artes é muito ampla. Além de ser um espaço compartilhado por muitas pessoas, o espaço ajudar a induzir o desenvolvimento urbano na região central da Cidade, inclusive pelo fato de o espaço ter sido construído com projetos da arquitetura contemporânea. "São raríssimos os prédios de arquitetura contemporânea no centro da cidade, com exceção do edifício Copan de Oscar Niemeyer. E isso faz falta. Trata-se de um prédio que ajuda a modificar e contribuir para aprimorar o fluxo das pessoas, dando a elas a oportunidade de andar num lugar bonito, terem acesso as coisas belas, a uma programação de qualidade", conta. "É algo cuja experiência vai se tornar importante na vida da população. A Praça das Artes é um espaço cultural similar a outros que já existem em São Paulo. Ela já vem sendo apropriada pela população e vai se tornar um referencial fundamental no Centro."

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falta de informação precisa e aprofundada sobre vinhos gregos fez com que Markus Stolz iniciasse uma cruzada para promovê-los na sua Alemanha de origem e também na Inglaterra, onMarkus e os filhos: como se pronuncia Mavrotragano? de trabalhou e aprendeu a gostar de vinhos. Um empreen- dutores. No início, ele conta, o chamavam dimento que acabou alcançando, via inter- de "o alemão louco", que queria, vejam só, net, todo o mundo. vender os vinhos gregos para fora do país. Ex-executivo de bancos em Frankfurt e Depois, adquiriu a confiança necessária Londres, casado com a maratonista grega para a série de entrevistas publicadas no Alexandra, com quem tem quatro lindos fi- site e para a organização de degustações, lhos, Stolz trabalha desde 2009 inteiramen- na Grécia e no exterior, de vinhos escolhite dedicado aos vinhos de qualidade produ- dos a dedo. No início do ano apresentou vizidos na Grécia. E faz festa com um bom Xi- nhos nos EUA e Panamá. nomavro de Naoussa em sua taça. O Elloinos é um site de referência que Seu endereço atual é Atenas, numa casa transborda em cultura clássica. Mas as com adega encorpada com 1.600 garrafas, discussões podem girar também em toradquiridas em leilões londrinos e em via- no de questões mais prosaicas, como a gens pela França e Itália. Como conhece vi- escolha do melhor vinho para acompanhos das melhores regiões vinícolas do pla- nhar a koulourakia, festivo bolinho amanneta, incluindo a Rheingau do Riesling, e teigado da Páscoa. Oferece ainda uma tem formação avançada na Wine & Spirit "biblioteca" com informações detalhaEducation Trust, Stolz tem condições de das sobre as uvas gregas, de nomes tão bem compará-los aos vinhos de sua terra de complicados quanto de seus produtores. adoção. É hoje um pesquisador respeitado Da mais incensada Assyrtiko, dos vinhos da vinicultura da Grécia e, mais do que isso, brancos de Santorini, à Koniaros, plantaimportante elo da em Serres, na Macedônia, na fronteira entre importa- com a Bulgária. A Koniaros só é exploradores, produto- da por Nerantzi Mitropoulos, que redesres gregos, críti- cobriu os vinhedos, fez os devidos testes cos e jornalistas de DNA e lançou-se à especial produção internacionais. de vinhos da cepa. S e u i n t e l iAs uvas brancas gregas (Assyrtiko,Magente site Elloi- lagousia, Moschofilero, Robola, Roditis, nos(www.elloi- Savatiano) são as autóctones mais plantanos.com) nasceu primeiro, diante de um das e conhecidas. Já as tintas (Agiorgitiko, vazio de informações inéditas e atualiza- Ximonavro, Avgoustiatis, Negra Kalavrydas. Afinal, pouca gente está familiarizada ta, Koniaros, Liatiko, Limniona, Mavrotracom os vinhos gregos, a não ser talvez gano, Mouchtaros, Vertzami e Vlahiko) aqueles sem rótulos celebrados na literatu- precisam ser mais difundidas. Uma das ra ou na mitologia: os vinhos homéricos "es- uvas "fichadas" por Stolz é a rara Avgouscritos" na Ilíada e Odisseia. Ou os transporta- tiatis, que nasce à oeste do Peloponeso dos em vasos decorados com a façanhas do (principalmente Pyrgos), na Ilha de Zakyndeus Dionísio. Os turistas conhecem os vi- thos e em pequenos vinhedos nas ilhas de nhos de jarra das tavernas e a retsina, sem- Corfu, Tinos e Samos. Já a Preknadi é uma pre apresentados sob os signos da rustici- cepa de histórias, que cresce na Grécia dade e de um exotismo ancestral. Central e norte do país. Há seis décadas No Brasil, graças ao trabalho de prospec- passou a ser cultivada extensivamente em ção de algumas importadoras, o vinho gre- Naoussa, até que em 1960 foi dizimada pego não é mais tão grego assim, em que pese la Phylloxera. Os viticultores tratam agora o número ainda restrito de vinícolas no car- de resgatá-la com sucesso. dápio. A Mistral, por exemplo, trabalha com Num divertido filmete de 90 segundos as casas Antonópoulos, Gaía e Gerovassi- postado no Elloinos, os filhos de Markus líou, enquanto a Vinci traz rótulos da Cam- Stolz prestam uma emocionante homebas e Boutari. A Via Vini oferece no seu site nagem à viticultura grega, ensinando, um rótulo da Tinos. em grego castiço, as difíceis pronúncias Para o arcabouço do site Elloinos, Stolz foi de 10 uvas autóctones. Eu não perderia a campo, visitando plantações e pequenas essa aula de simpatia. vinícolas do continente grego e de suas inúmeras ilhas. Na Kokkalis, em Skafidia, Mar José Guilherme R. Ferreira Iônico, chegou a trabalhar na colheita e raé membro da Academia Brasileira lou as mãos no plantio de 1.500 mudas. O de Gastronomia (ABG) e autor de Vinhos no mergulho incluiu ainda muita conversa, Mar Azul – Viagens Enogastronômicas mezedes e taças cheias divididas com pro(Editora Terceiro Nome)


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Maratona de cinema

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cultura

A Cidade recebe obras de diretores consagrados. E promove debate sobre o meio ambiente em documentários.

Divulgação

Clássicos da tela. Em três ciclos.

Pílulas de fantasia M

ria Catarina é uma adolescente fascinada pelas belezas e mistérios da natureza. Mas não é só contemplativa. Quer também fazer novas amizades. Esse empreendimento é uma aventura. O teor encantatório do filme de animação digital Reino

Escondido, em cartaz na Cidade, vem honrar clássicos como Branca de Neve e os Sete Anões, Procurando Nemo, A Dama e o Vagabundo, Ratatouille, A Fuga das Galinhas até os mais recentes Kung Fu Panda e Detona Ralph. Em Reino Escondido ficam evidentes as semelhanças com Rio (Blue Sky Studios) e Valentine (Pixar). Nas duas histórias, meninas rebeldes apimentam o enredo. E Maria Catarina segue a mesma linha: rebela-se contra o pai, foge de casa, perde-se na floresta e é transformada em um ser

minúsculo por um botão de flor mágico. Aí começa a sua verdadeira aventura, cheia de sustos e deslumbramentos. O contato com tipos estranhos, bichinhos e plantas, proporciona a Catarina... e ao espectador uma viagem de sonho. O diretor Chris Wedge, de A Era do Gelo (2002), tem o propósito de ser didático, sem medo de ser classificado como politicamente correto demais. Reino Escondido. (Epic. EUA/2013/102 minutos). Livre. Em versão legendada e dublada.

Três ciclos trazem à Cidade clássicos de épocas diversas, assinados por realizadores consagrados. Os ciclos: Mostra Ecofalante de Cinema; Mostra Alexander Sokurov e Mostra de Cinema África Hoje. O homem em confronto com o meio ambiente é o tema do filme Dersu Uzala (1975), produção Japão/URSS. Diretor: o reverenciado Akira Kurosawa (1910-1998, cineasta de Os Sete Samurais, Rashomon e Ran). O russo Alexander Sokurov, 61 anos, conseguiu, com êxito, a façanha de rodar A Arca Russa (2002), em um só dia: 23 de dezembro de 2002. Essa obra ocupa lugar ímpar na história do cinema. Num planosequência único de 96 minutos, percorre 33 salas do Museu Hermitage, monumental complexo que inclui o Palácio de Inverno Romanov) e 300 anos da história russa, por meio da qual desfilam cerca de 100 figurantes em trajes de época. E a África de hoje está documentada em 18 filmes, entre os quais Fahrenheit 2010, produzido pela África do Sul Dersu Uzala. Cinemateca Largo Senador Raul Cardoso, 207. Tel.: 3512-6111, r. 215. R$ 8, Censura: 14 anos. A Arca Russa. Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Álvares Penteado, 112. Tel.: 3111-3851. R$ 4. Censura: 14 anos. Fahrenheit 2010. Caixa Cultural SP. Praça Da Sé, 111. Tel.: 3321-4400. Grátis. Censura: 12 anos.

Dersu Uzala: sábado (25) na Cinemateca.

A Arca Russa: domingo (26) no CCBB.

Fahrenheit 2010: domingo (26) na Caixa Cultura. Valéria Gonçalv

Percival de Souza relembra quando Ruy Mesquita assumiu ter feito algo que não fez, lhe salvando das garras do DEOPS, em 1970.

ez/Estadão Co

nteúdo

Paulo Pampolin/Hype

COMO REZAR COM UM BARULHO DESSES?

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às seis da manhã do domingo, durante as antigas Matinas, hoje, Ofício da Manhã, em que as orações competiram com o altíssimo vol u m e d o Z ' Á f r i c aBrasil. Houve um pormenor constrangedor: a primeira frase do cântico Domine labia mea aperies (Ó Senhor, abri meus lábios...) foi abafada por chuva de palavrões entusiasmados do público. Mais tarde, às 10h, o problema se repetiu durante a concorrida missa das dez, em que o Slam da Guilhermina subiu ao palco. (Digase de passagem, trata-se de um interessante encontro de poesia e literatura de rua que se dá na última sexta-feira de cada mês no Metrô Vila Esperança/ Guilhermina). Finalmente, no domingo, o ofício das 18h foi novamente alvejado, desta vez pelo ribombar dos amplificadores que reproduziam o som de Sandrão RZO. (A sigla significa Rapaziada da Zona Oeste). Os monges mal ouviam o tom do órgão.

Eduardo Ferreira/Estadão Conteúdo

Zé Carlos Barretta/Hype

ecorrida uma semana, os 45 monges do Mosteiro de São Bento devem c o n t i n u a r t r a umatizados com a Virada Cultural. Eles não têm nada contra o tipo de música – rap e o h i p - h o p – a p r esentado no largo. Mas a localização do palco, montado na boca da basílica, fazendo explodir na nave os megadecibéis que rugiam lá fora, deu-lhes ares de pesadelo. (A boa acústica do templo contribuiu para produzir um inferno digno de Dante). O primeiro momento difícil ocorreu às seis da tarde do sábado, quando o ofício das aves-marias, sob o etéreo andamento do Canto Gregoriano entoado em Latim, coincidiu com o show do grupo Di Favela. Foi significativamente atroz porque o rito celebrava as vésperas do Dia de Pentecostes, correspondente à descida do Espírito Santo sobre os apóstolos, data de particular veneração entre religiosos. O segundo se deu

Show de rap no Palco São Bento durante a Virada Cultural

RUY MESQUITA (1925-2013)

Um detalhe

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ano de 1970 foi especialmente tenso para o jornalista Percival de Souza. Ele era repórter do Jornal da Tarde e empreendia nas suas páginas uma solitária e, sobretudo, temerária batalha contra o Esquadrão da Morte, personificado na figura do delegado Sérgio Fleury, que, simultaneamente, era o principal nome da repressão política no País. Era natural que não ganhasse seus aplausos. Nessa ocasião, o jornalista Ruy Mesquita propiciou-lhe o episódio abaixo.

Metrópole – O que houve naqueles dias? Percival de Souza – O JT publicou mais uma matéria contra o Esquadrão sob o título "Um alívio para Fleury", inspirado nos depoimentos favoráveis de vários chefes militares a Fleury em um dos processos. O delegado apegouse à palavra alívio para me processar, alegando que, no jargão policial, seu significado tinha o sentido de manobra escusa para livrar alguém de suas responsabilidades legais. Na verdade, ele queria calar as matérias referentes ao

Esquadrão. O extinto DEOPS – Departamento Estadual de Ordem Política e Social – enviou uma representação à Justiça Militar, que determinou a abertura de inquérito pela Polícia Federal. Fui enquadrado na Lei de Segurança Nacional. Metrópole – Convém lembrar que na época, havia, na rigorosa Lei de Segurança Nacional, dispositivos contra ofensas às autoridades e que os crimes contra ela eram julgados em tribunais militares. Percival – Sim. Fui convocado a depor. Esclareci na Auditoria Militar que só pelo texto da matéria era meu; o título, justificador do enquadramento, não. O autor foi um dos redatores de fechamento. Tive que explicar como funciona a edição de uma matéria

no fechamento, cuja última palavra é a do editor da área. A responsabilidade foi transferida para Fernando Portela, que também foi convocado a depor sobre o autor. Então Ruy Mesquita entrou na parada. Metrópole – De que forma? Percival – Ele orientou Portela a dizer o seguinte. "Lembro-me perfeitamente de que, naquela noite, o Doutor Ruy Mesquita foi trabalhar no fechamento do jornal e que foi ele quem deu o título à reportagem". O processo foi arquivado. Metrópole – Fácil assim? Percival – Não. O Doutor Ruy também foi ouvido. Mas no jornal. Confirmou tudo e ainda desancou a quebra da normalidade democrática que estávamos vivendo.


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Só para você O estúdio Pensar desenvolveu um conceito de sapato personalizado criado em impressoras 3D que não apenas se adapta totalmente ao contorno do pé do usuário como ajuda a melhorar os movimentos.

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C OPA DAS CONFEDERAÇÕES C ANNES

Segurança reforçada

Eric Gaillard/Reuters

O Estrelas do dia As atrizes Lea Seydoux (direita) e Adèle Exarchopoulos, protagonistas do filme La Vie D'Adele ontem, no Festival de Cinema de Cannes.

Exército Brasileiro recebeu nesta semana 10 tanques alemães Gepard, de artilharia antiaérea, para serem usados durante a abertura e o encerramento da Copa das Confederações em Brasília e no Rio de Janeiro, nos dias 15 e 30 de junho. Os blindados devem ser usados ainda na Jornada Mundial da Juventude, quando o papa Francisco virá ao País, na Copa e nas Olimpíadas de 2016. Segundo o tenente coronel Robson Novaes, gerente operacional do projeto de Defesa Antiaérea do Gepard, os carros blindados foram comprados por R$ 70 milhões, sendo cerca de R$ 2 milhões cada.

Eles não são novos. Já foram usados pelas tropas alemãs, mas passaram por manutenção entre 2005 e 2006. Os veículos comprados são capazes de abater mísseis, aviões, helicópteros ou drones suspeitos a até 5 km de alcance. A fabricante informa que eles atingem alvos de até 5,5 km de altura, mas, no Brasil, serão usados em baixa altitude (até 3 km). Esses são os primeiros tanques blindados operacionais de defesa antiaérea do país. O Brasil ainda não dispunha desta tecnologia, que é uma exigência da Fifa para a Copa do Mundo. Entre os dias 3 e 7 de junho, no Centro de Avaliação do

Exército, na Restinga da Marambaia, em Barra de Guaratiba, Rio de Janeiro, ocorrerão os testes de tiro técnico. Aprovados, quatro tanques seguirão para Brasília, onde ocorrerá a abertura da Copa das Confederações. Os outros quatro permanecerão no Rio de Janeiro para o encerramento do evento. Os dois veículos restantes servirão para atividades de instrução e trabalhos de manutenção. No total, o Brasil comprou da Alemanha 34 tanques Gepard e cerca de 450 mil munições. O valor pago pelas munições não foi divulgado pelo Exército. O restante da frota deverá ser entregue em 2014 e 2015. (Folhapress)

F UTEBOL

Pelé pagaria para Neymar ficar O Santos precisa "pensar um pouquinho" antes de decidir se vende ou não o craque Neymar. Essa é a opinião de ninguém menos que Pelé. Em coletiva concedida ontem em Santos, para falar de três novos patrocinadores para o museu dedicado à sua trajetória no futebol (que deve ser aberto em dezembro deste ano), o exatleta afirmou que gostaria que o craque permanecesse no Brasil e disse que tiraria dinheiro do próprio bolso. "Se eu pudesse, eu mesmo comprava e deixava ele no Santos", disse o Rei.

Nasa/Reuters

S ÃO PAULO

Mata Atlântica no Ibirapuera De hoje a domingo acontecem na marquise do parque Ibirapuera e no auditório do Museu de Arte Moderna uma série de eventos gratuitos – oficinas, palestras, apresentações musicais, exposições – para conscientizar as pessoas sobre proteção do ambiente e preservação da mata atlântica. Organizado pela Fundação SOS Mata

Atlântica, o evento terá seis pavilhões, um deles com uma maquete simulando o ambiente da mata atlântica. Segundo Márcia Hirota, diretora de gestão de conhecimento da Fundação, a mata atlântica ocupa hoje 13% de sua área original. Nos últimos 25 anos, a floresta perdeu 17.354 km2, quase 11 vezes a área do município de São Paulo.

S AÚDE

Kit para emergências

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Este kit mede nível de açúcar no sangue, pressão e pulsação e possui um software que envia as informações diretamente ao médico. Útil para pacientes diabéticos.

DEVASTAÇÃO - Imagem registrada pela Nasa no dia 18 de maio e divulgada ontem mostra o vulcão Pavlof, no Alasca, que está em erupção desde o dia 13. A imagem foi feita por astronautas da Estação Espacial Internacional. O vulcão expeliu lava e cinzas a uma altura de 6 mil metros.

http://bit.ly/12Zc1Eg

Policaudarex

M ÚSICA

Morre o compositor Georges Moustaki O cantor e compositor francês de origem egípcia Georges Moustaki morreu ontem em Nice, na França, aos 79 anos. A informação foi divulgada pela família do músico. Autor de Milord, sucesso na voz de Edith Piaf, e Le Métèque, Moustaki havia deixado os palcos em 2011 por causa de uma doença pulmonar incurável, que o deixou incapaz de cantar, mas a família não informou a causa da morte do músico. Ele se tornou mundialmente conhecido no final dos anos 1960. As letras de Moustaki foram sucesso não apenas na voz de Piaf, que foi sua amante, mas também de Yves Montand, Juliette Gréco e Dalida. L OTERIAS Concurso 3201 da QUINA 02

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O artista que se identifica na internet apenas como BL67 é especialista em criações surreais. Uma das mais recentes é a tela de um animal imaginário com alma canina mas muitas. A tela tem as versões "normal" e "muito feliz". www.ar tbl67.blogspot.fr

Fractais Fabergé Inspirado nos famosos ovos de Fabergé, joias criadas para os czares russos, e utilizando softwares que transformam cálculos matemáticos e algoritmos de fractais em objetos, o artista Tom Beddard criou a série "Fabergé Fractals". www.subblue.com


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e

13 DÍVIDA PÚBLICA A dívida pública mobiliária federal interna ficou estável em abril frente a março, com leve queda de 0,002 %, a R$ 1,851 trilhão, informou o Tesouro Nacional.

conomia

SPED, UMA PLATAFORMA DE COMPLICAÇÕES. O Sistema Público de Escrituração Digital é ainda um desafio para as empresas. Cerca de 20% do universo das companhias de lucro real e presumido perderam o prazo para entrar no sistema.

Sílvia Pimentel

O

Sped, sigla de Sistema Público de Escrituração Digital, ainda é um desafio para as empresas, sobretudo as menores. No mês de março, as companhias tributadas pelo regime do lucro presumido estrearam o sistema com a entrega obrigatória da EFD-Contribuições, que reúne dados do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Mas o despreparo das empresas e dos escritórios de contabilidade para lidar com a sofisticação do projeto fez com que muitas perdessem o prazo. Dados da Receita Federal mostram que, no mês de abril, de um universo de 1,29 milhão de empresas (lucro real e presumido) obrigadas a enviar o arquivo, 200 mil companhias não prestaram contas ao fisco. O problema não para por aí. Para fugir da O Brasil possui uma m u l t a p o r diversidade fiscal atraso, há camuito grande e isso sos de empres a s q u e e nexige cuidado na hora de dar entrada viaram arquivos em brannos dados. co ou com erros, o que SÍLVIO CARLOS VALENTINI, poderá gerar GERENTE DA AOKI SISTEMAS fi scal izaç ão f u t u r a e a utuações. "Os empresários ainda não entenderam que o Sped é um chamado à gestão. O fisco quer dados sobre as compras, vendas, estoques e apurações dos tributos", alerta o administrador de empresas e especialista no assunto, Roberto Dias Duarte. Além do EFDContribuições, as empresas menores também foram obrigadas a enviar o EFD-Fiscal, que traz dados sobre o ICMS e o IPI. O prazo de entrega é determinado por cada estado, de acordo com o ramo de atividade. No Estado de São Paulo,

Vence em 31 de maio prazo para parcelar o imposto

V

ence no dia 31 de maio o prazo de adesão ao Programa Especial de Parcelamento do ICMS da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo e da Procuradoria Geral do Estado (PGE). Para solicitar o parcelamento dos débitos com o imposto, os contribuintes devem acessar www.pepdoicms.sp.gov.br, e efetuar o login no sistema com a mesma senha de acesso utilizada no Posto Fiscal Eletrônico (PFE). As empresas podem escolher os débitos que desejam incluir no PEP. Ao se cadastrar, o contribuinte paulista contará com a redução de 75% no valor das multas e de 60% nos juros, no caso de pagamentos à vista. Quem optar pelo parcelamento, terá a redução de 50% no valor das multas e 40% nos juros em até 120 parcelas. Até o início de maio, o programa contabilizou R$ 4,22 bilhões em débitos.

por exemplo, até 2014, a obrigação vai alcançar 200 mil empresas. Por trimestre, 40 mil novas companhias passam a ser obrigadas a entregar esse arquivo. Obstáculos – De acordo com o gerente de vendas da Aoki

Sistemas, especializada em soluções fiscais, Sílvio Carlos Valentini, são inúmeros os obstáculos quando o assunto é o Sped. Há caso de companhias que não têm sistema, de firmas que já compraram o software, mas não estão fami-

liarizadas com o assunto e ainda aquelas com dificuldades para gerar o arquivo corretamente. "O Brasil possui uma diversidade fiscal muito grande e isso exige cuidado na hora de dar entrada nos dados. É preciso, por exemplo, entender da

Esforço pela reforma do ICMS

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coordenador do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), Cláudio Trinchão, afirmou ontem que o colegiado vai apresentar um documento com os pontos convergentes a fim de tentar salvar a reforma do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em operações interestaduais. Em entrevista exclusiva ao serviço de tempo real da Agência Estado, Trinchão avalia que a reforma não acabou. "Acho que ainda há possibilidade de nós trabalharmos a reforma tanto no Confaz como aqui no Congresso", destacou. O principal ponto de atrito é que o governo não aceitou as mudanças feitas, há duas semanas, por senadores na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado nas alíquotas diferenciadas do ICMS. Após a ampliação de regras de exceção à tarifação de 4% do imposto, o Executivo decidiu não apoiar mais a criação dos fundos de

compensação e de desenvolvimento regional previstos na Medida Provisória 599/2012. Cláudio Trinchão disse que, na última quarta-feira, o Confaz decidiu apresentar até o dia 4 de junho um relatório com os pontos convergentes da reforma preparado pelos secretários estaduais de Fazenda aos parlamentares. "Em cima desse documento, nós certamente iremos nortear os parlamentares sobre quais são as posições dos estados. Nós queremos aproximar as duas áreas, a área técnica da política", destacou ele, que também é secretário de Fazenda do Maranhão. O coordenador do colegiado disse que entre os pontos onde há possibilidade de acordo está a aceitação da alíquota de 7% para a indústria nas operações que partam do Norte, Nordeste e Centro-Oeste e o Estado do Espírito Santo em direção ao restante do País. Outro seria a "convalidação plena" dos

incentivos fiscais já concedidos pelos Estados, que estão sob ameaça de serem anulados a qualquer momento por uma súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal (STF). Entretanto, destacou, não há consenso em relação à tarifação para a Zona Franca de Manaus e gás natural. "Se nós conseguirmos equacionar esses pontos, e não são tantos, eu acho que dá para se achar uma solução de meio termo", disse Trinchão. O coordenador do Confaz admite que a anunciada saída em junho do secretárioexecutivo do Ministério da Fazenda e principal negociador da reforma, Nelson Barbosa, dificulta a aprovação da proposta. "Nós estamos conscientes de que a reforma é importante, é necessária e vamos tentar unir esforços no sentido de, ainda com a perda do Nelson, conseguir viabilizar o andamento das propostas", afirmou. (Estadão Conteúdo)

natureza fiscal de cada produto", explica. Na opinião do diretor da Prosoft, Iron Garrido, mais do que a entrega fora do prazo, o problema maior é o envio de informações erradas. "A qualidade das informações prestadas exige uma organização administrativa, inexistente nas empresas menores. Quase 100% delas não fazem uma análise cuidadosa dos dados antes de enviarem ao fisco", analisa. Para ele, os pequenos empresários precisam se conscientizar da importância de uma gestão eficiente e esse processo deve envolver entidades da classe contábil e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Outro agravante é a falta de mão de obra qualificada para operacionalizar o sistema, o que elevou o Os empresários valor dos saainda não lários nos últimos anos. entenderam São comuns que o Sped é um os casos de chamado empresas à gestão. que, depois d e i n v e s t iROBERTO DIAS DUARTE, r e m n o t r e iADMINISTRADOR DE EMPRESAS namento de profissionais, perderam o funcionário para uma companhia de grande porte, que paga melhor remuneração. "Na cidade de São Paulo, o salário médio de um profissional que entenda do Sped varia de R$ 7 mil a R$ 12 mil", informou. Além de revolucionar a rotina das empresas na forma de prestar contas sobre as suas transações comerciais ao fisco e provocar transformações no mercado de trabalho contábil, o Sped vem chamando a atenção de empresas estrangeiras pelo volume de investimentos envolvido. Na semana passada, por exemplo, a Prosoft foi vendida para o Grupo Wolters Kluwer, empresa holandesa e uma das líderes mundiais na área de softwares contábeis e fiscais. É o primeiro grande negócio envolvendo uma empresa de software em tempos de Sped.

Entrega da FCI é adiada para 1º de agosto

A

obrigação de entrega da Ficha de Conteúdo de Importação (FCI) foi adiada para 1º de agosto. A declaração a ser entregue aos fiscos estaduais é uma nova obrigação acessória que veio na esteira da resolução nº 13 do Senado. A nova data foi estabelecida em convênio do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). O Confaz autorizou ainda os governos estaduais a perdoarem eventuais autuações aplicadas no período entre 1º e 22 de maio, quando estiveram em vigor as regras anteriores.

A resolução estabelece alíquota de 4% de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) interestadual para produtos importados e está em vigor desde 1º de janeiro. De acordo com o Ministério da Fazenda, o convênio aprovado estabelece a simplificação de procedimentos de declaração de conteúdo importado das mercadorias ou bens objeto de operações interestaduais. "Para cálculo do conteúdo de importação, não será mais necessária declaração em nota fiscal de valores de insumos importados."


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15 Precisamos olhar para a competitividade. Essa é a questão que vai se colocar para o governo brasileiro. Roberto Azevêdo

conomia

Newton Santos/Hype

Cresce valor do gestor de crédito Aumentou a importância do cargo; por isso, esse profissional deve receber formação contínua. Paula Cunha

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mundo atravessa uma fase de mudança de paradigmas e o Brasil acompanha este movimento, especialmente na economia. No mundo do crédito e das empresas, o aprofundamento das relações comerciais provocou uma necessidade quase imediata de coleta e análise de informações, transformando as relações entre emprendedores, empresas especializadas na oferta de crédito e consumidores. Assim, o cargo de gestor de crédito assumiu a importância capital e por isso esse profissional deve receber formação contínua, de forma a evoluir até se transformar em líder. Essa foi a principal conclusão de debate do qual parti-

cipou Dorival Dourado, presidente da Boa Vista Serviços, administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), ontem no Fórum GoOn 2013, na capital paulista. Em sua intervenção, Dourado disse que o bom líder precisa usar toda a sua bagagem para transformar tanto seu comportamento e atitude quanto o de seus colaboradores. Lembrou que, no passado, as empresas acreditavam que o trabalho do profissional de crédito não contribuía para a sua evolução. Na opinião dele, a atividade auxilia na criação e na execução de estratégias que visam o seu crescimento, desde que os profissionais do segmento se aperfeiçoem constantemente. Isso significa procurar especialização além dos treinamentos oferecidos

pelas próprias empresas e também se abastecer de informações de outras áreas. Atuação mais ampla – Carlos Melo, diretor executivo do Banco Original, concordou que a posição do profissional de análise de risco e crédito transformou-se radicalmente e agora ele deve atuar com uma postura generalista, ou seja, que utiliza em seu dia a dia os conhecimentos de outras áreas e agir em sintonia com outros segmentos da empresa em que trabalha. "Tem que atuar não apenas para a redução da inadimplência, mas para vencer paradigmas e testar hipóteses diferentes de avaliação do sistema de parcelamento sem juros em determinadas carteiras de crédito, por exemplo". Álvaro Lopes, diretor executivo da Tricard, que pertence

Conselhos para o Brasil, do novo diretor geral da OMC.

ao Sistema Integrado Martins e oferece soluções de integração entre indústrias, varejistas e consumidores, caminhou na mesma direção. Para ele, a visão do profissional de análise de risco deve estar alinhada à estratégia da empresa e à sua construção de produtos. Do contrário, "haverá riscos a toda a linha de atuação". Na opinião de Paulo Santos, diretor de Crédito e Cobrança das Casas Bahia, a volatilidade do varejo dificulta o dia a dia dos profissionais de crédito e risco, sua formação e aperfeiçoamento. Ele concorda que o segmento está mais valorizado, mas a execução de estratégias conjuntas com outras áreas ainda enfrenta dificuldades. Por isso, reforça a importância de escolher e treinar pessoas com perfil adequado.

Dourado: é preciso ir além do treinamento da própria empresa.

Ed Ferreira/Estadão Conteúdo

Roberto Azevêdo disse que o País precisar olhar mais para a competitividade

P

ara o embaixador Roberto Azevêdo, eleito novo diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), o Brasil não deve se preocupar com os saldos negativos na balança comercial, mas precisa discutir a competitividade de seus produtos no exterior. Segundo ele, déficit comercial não representa necessariamente um problema, pois pode significar um maior nível de internacionalização do País. "Pode ser uma situação até positiva. Com a compra, por exemplo, de produtos de tecnologia, informática, que geram empregos. Precisamos olhar para a competitividade. Essa é a questão que vai se colocar para o governo brasileiro", disse, durante audiência pública na Comissão de Relações Exteriores do Senado. Segundo Azevêdo, o País não deve se envergonhar de ser um grande produtor agrícola, mas precisa avançar em outros setores. "Se não fôssemos um grande exportador agrícola, seria uma ineficiência inexplicável, porque todos os recursos estão aí. Temos capacidade técnica, tecnológica, de clima. Mas temos condição de atuar em todas as frentes. É importante migrar para uma produção com maior valor agregado. De commodities brutas para agregadas. Não é difícil. O que precisamos é ter um salto de competitividade", afirmou. Azevêdo chega à direção geral da OMC mantendo uma posição crítica. A entidade nunca produziu resultados, admitiu, após a audiência pública no Senado. "As negociações estão emperradas há vinte anos, desde que a organização foi criada em 1995. Não houve nenhum resultado negociado multilateralmente. Isso é muito grave e temos de mudar esse quadro", afirmou. Ele ressalva, contudo, que há agora vontade política e a percepção dos países-membros de que a situação precisa ser revertida. "Ou nós mudamos ou a organização sofrerá seriamente. Há uma convicção de que o quadro precisa ser mudado. Há vontade política e, com isso, tudo é possível", afirmou o embaixador. Mesmo assim, ele confessa não esperar resultados no curto prazo. Por exemplo, na conferência ministerial de Bali, em dezembro, que tentará

destravar as negociações da chamada Rodada Doha. "O clima é de muito pessimismo. Sobriedade no mínimo. Caberia um elemento de estimulo para mostrar que somos capazes de negociar e entregar resultados importantes", finalizou. (Folhapress)

O embaixador no Senado: "Se não fôssemos um grande exportador agrícola, seria uma ineficiência inexplicável".

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conomia

COSMOPOLITA Fotos: Divulgação

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cidade de São Paulo é considerada a capital mais cosmopolita do País por abrigar não só os paulistanos, mas pessoas e costumes de diferentes regiões e nacionalidades. O Ibope Inteligência com base no Censo 2010 decidiu traduzir essa realidade em números e chegou à conclusão de que 38% das pessoas que vivem em São Paulo não nasceram na capital. Na média geral, 10% vieram de outros municípios paulistas, 26% são oriundos de outros estados e 2% nasceram em outros países. Mas esses percentuais mudam consideravelmente em determinadas regiões da cidade. Na zona Sul, 2,36% da população vêm de outros estados e na zona Leste, são 30% os que têm essa origem. O número de estrangeiros que vivem no centro da capital também é maior: 6%. Situação oposta à zona Leste, onde pessoas de outros países não somam nem 1%. Em relação à renda mensal, enquanto a média familiar da cidade gira em torno de R$ 3.532,73, na zona Leste o valor cai para R$ 1.776,23. Em contrapartida, na região Sul, a renda familiar média mensal chega a R$ 6.781,31. Na zona Oeste da cidade, esse valor atinge R$ 5.722,50 e no Centro, fica em torno de R$ 4.976,05. Os dados são importante manancial para as agências de publicidade que precisam cada vez mais interagir com esse público, que também integra a Meca do consumo no país. Conhecer suas múltiplas identidades é essencial para o sucesso das abordagens. Há ainda uma preocupação constante em estar presente

CONTRA AS DROGAS

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Talent assina as peças publicitárias da “Parceria contra as drogas”. São duas peças gigantes instaladas na Galeria do Rock, ponto de encontro para jovens formadores de opinião e também vizinho de uma região que concentra muitos consumidores de crack. A intenção da agência é verificar no local a força da mensagem.

NOVIDADE para atrair "geração Z"

ENERGÉTICO

C na vida dos consumidores. Mapear esses públicos, descobrir seus anseios é, portanto, vital para uma estratégia bem sucedida de comunicação comercial. Numa cidade multifacetada, partida, é preciso encontrar as peças que a unifiquem, o que existe de comum: na verdade, a cidade. Mais: seus muitos e inusitados lugares, aqueles onde se pode encontrar produtos específicos para desejos específicos. O comércio se mantém, em vários pontos, especialmente na região central, por atender a essas demandas. A Galeria do Rock talvez seja o exemplo mais significativo de espaço que se revitaliza sempre ao encontro de seus públicos, seus personagens. As tatuagens, as mensagens vão mudando, mas o ar de rebeldia permanece e novas tribos adentram seu espaço, passam a conviver com as anti-

gas tribos, da era do vinil. Na Sé, nos extremos do marco inicial, encontram-se os aromas, os perfumes e essências de um lado, e as joias, bijuterias quase joias de outro. Na 25 de março, encontrase de tudo, na Santa Efigênia, os eletrônicos, no Brás, as confecções e, assim, os hábitos vão fazendo os monges e estes vão ampliando o leque. No Mercadão, cores e sabores de uma cidade que não para e que soma pontos na gastronomia exatamente pela variedade. Atender às demandas desse público crescente, que não é paulistano, mas que é universal, é o maior desafio. Hora de as agências mergulharem nesses dados, traçarem rotas, aquilo que o comércio intuitivamente faz há décadas, mas que sempre precisa de renovação. A renda para o consumo é uma das maiores do pais, o que justifica o empenho.

Envie informações para esta coluna. E-mail: carlosfranco@revistapublicitta. com.br

hiclets lança nova goma no País, desta vez com sabor de bebida energética. A intenção é atrair a chamada geração Z – formada por adolescentes com idade entre 13 e 17 anos. O Chiclets Power tem sabor energético frutal e embalagem moderna para os adolescentes se sentirem adultos.

AÇÃO da Talent no centro da capital

COPA DAS CONFEDERAÇÕES

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TEMAS brasileiros nas latinhas de cerveja da marca

s latas vermelhas de Brahma entram no clima de festa da Copa das Confederações, com edição especialmente especial assinada pela Narita Design. São desenhos inspirados na fauna e na flora brasileiras, também presentes no padrão visual adotado pela Fifa para a logo oficial da Copa das Confederações 2013. Com design moderno, a lata ganha também detalhes em verde e amarelo.

VITAMINA C especial para crianças

PORQUINHOS

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JWT lança campanha para divulgar Redoxitos, nova vitamina C para crianças de 4 a 10 anos, em forma de gominha e com sabor laranja criada pela Bayer. Com o conceito “A diversão que ajuda a proteger seu filho”, o filme mostra um menino reinventando a história dos três porquinhos, contando que o lobo na verdade não era mau: ele apenas tentou segurar um espirro e não conseguiu, destruindo a casinha recém-construída pelos porquinhos. O menino conclui que o lobo não tinha uma mãe prevenida como a dele para lhe dar Redoxitos. É lúdico e divertido o filme que pode ser conferido no http://youtu.be/Okt8QyI9rnM


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ECONOMIA/LEGAIS - 17

VOTORANT M C MENTOS S A CNP MF N 01 637 895 0001 32 N RE 35300370554 ATA DA ASSEMBLE A GERAL ORD NÁR A E EXTRAORD NÁR A REAL ZADA EM 30 DE ABR L DE 2013 1. HORÁRIO E LOCAL: às 9h (nove horas), na sede social da Companhia situada nesta Capital, na Praça Profº José Lannes, nº 40, 9º andar, Cidade Monções. 2. PRESENÇA: Acionistas representando a totalidade do capital social, conforme assinaturas lançadas no livro “Presença de Acionistas”. 3. MESA DIRIGENTE: Raul Calfat, Presidente, e Alexandre Silva D’Ambrósio, Secretário. 4. CONVOCAÇÃO: Dispensada em virtude da presença da única acionista da Companhia. 5. PUBLICAÇÕES: a) os presentes consideraram sanada a falta de publicação dos anúncios de “Aviso aos Acionistas”, conforme o disposto no § 4º do art. 133 da lei n.º 6.404/76; b) o Presidente declarou regular a Assembleia, tendo em vista o disposto no § 4º do art. 124 da Lei 6.404/76; c) o Relatório de Administração, o Balanço Patrimonial, as Demonstrações Financeiras e o Parecer dos Auditores Independentes, relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2012, foram publicados no Diário Oficial de São Paulo e no Diário do Comércio em 28 de março de 2013 (páginas 13 a 26 e 38, respectivamente). 6. ORDEM DO DIA: aprovar (I) em Assembleia Geral Ordinária: (i) as contas dos administradores e as demonstrações financeiras, acompanhadas do parecer dos auditores independentes, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012; (ii) a proposta de orçamento de capital; e (iii) a destinação do lucro líquido do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012 e a distribuição de dividendos; (II) em Assembleia Geral Extraordinária: (i) a renúncia de membro suplente do Conselho de Administração da Companhia; (ii) a eleição de membros independentes para compor o Conselho de Administração da Companhia; (iii) ratificar o valor da remuneração global dos administradores; (iv) o desdobramento das ações de emissão da Companhia na proporção de 1 ação ordinária para 49 ações ordinárias e a consequente alteração do artigo 5º do estatuto social da Companhia; (v) o aumento do capital autorizado da Companhia;(vi) a reforma do estatuto social da Companhia para refletir as alterações solicitadas pela BM&FBOVESPA S.A.– Bolsa deValores, Mercadorias e Futuros (“BM&FBOVESPA”);e (vii) a consolidação do estatuto social. 6. DELIBERAÇÕES: submetidos os assuntos constantes da ordem do dia à discussão e, logo depois, à votação, os presentes, sem o voto dos legalmente impedidos e à unanimidade, deliberaram: (I) em Assembleia Geral Ordinária: (i) aprovar o Relatório de Administração, o Balanço Patrimonial, as Demonstrações Financeiras e o Parecer dos Auditores independentes, referentes ao exercício social encerrado em 31/12/2012; (ii) aprovar o orçamento de capital da Companhia para o exercício de 2013, nos termos do artigo 196 da Lei nº 6.404/76, conforme Anexo I à presente Ata; e (iii) aprovar a seguinte destinação do lucro líquido do exercício encerrado em 2012: (a) R$80.840.000,00 (oitenta milhões, oitocentos e quarenta mil reais) para a reserva legal, (b) R$307.994.000,00 (trezentos e sete milhões, novecentos e noventa e quatro mil reais) para a reserva de retenção de lucros, com base no orçamento de capital ora aprovado, (c) R$183.793.000,00 (cento e oitenta e três milhões, setecentos e noventa e três mil reais) para a reserva de incentivos fiscais, (d) distribuição de dividendos aos acionistas, de forma proporcional às respectivas participações no capital social, na quantia de R$2.428.493.000,00 (dois bilhões, quatrocentos e vinte e oito milhões, quatrocentos e noventa e três mil reais), dos quais, R$1.562.988.000,00 (um bilhão, quinhentos e sessenta e dois milhões, novecentos e oitenta e oito mil reais) são relativos a lucros de exercícios anteriores e R$865.505.000,00 (oitocentos e sessenta e cinco milhões, quinhentos e cinco mil reais) relativos ao lucro do exercício de 2012. Desse montante, R$2.095.467.587,00 (dois bilhões, noventa e cinco milhões, quatrocentos e sessenta e sete mil, quinhentos e oitenta e sete reais) já foram anteriormente distribuídos como dividendos intermediários, conforme as aprovações em assembleias gerais extraordinárias, sendo ora ratificado por este conclave. Além disso, os acionistas aprovam a distribuição de dividendo mínimo obrigatório no valor de R$333.025.413,00 (trezentos e trinta e três milhões, vinte e cinco mil, quatrocentos e treze reais), a ser pago até 28 de maio de 2013; (II) em Assembleia Geral Extraordinária: (i) tomar conhecimento da renúncia apresentada pelo Sr. Gilberto Lara Nogueira ao cargo de suplente do Conselho de Administração da Companhia; (ii) aprovar a eleição, com mandato até a Assembleia Geral Ordinária a se realizar em 2015, do Sr. José Écio Pereira da Costa Júnior, brasileiro, casado, administrador de empresas e contador, portador da Cédula de Identidade RG nº 4.762.308 – SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 359.920.858-15, residente e domiciliado na Av. República Argentina, 665, conj. 906/907, na Cidade de Curitiba, Estado do Paraná, como membro independente efetivo do Conselho de Administração, da Sra. Maria Letícia de Freitas Costa, brasileira, solteira, engenheira, portadora da Cédula de Identidade nº 6.057.278-4, expedida pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP/SP), CPF nº 050.932.788-58, residente e domiciliada na Rua Bueno Brandão, 403, Apto. 91, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, como membro independente suplente do Conselho de Administração; e do Sr. Edward Ruiz, norteamericano, casado, administrador de empresas, portador da Cédula de Identidade RNE n° V165183K, inscrito no CPF/MF sob o nº 052.399.217-33, residente e domiciliado na Alameda Itu, 1420, Apto. 91, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, como membro independente suplente do Conselho de Administração. Os conselheiros ora eleitos foram investidos nos cargos para os quais foram eleitos mediante assinatura dos respectivos termos de posse, os quais contêm a declaração de desimpedimento prevista no artigo 147, §4º, da Lei nº 6.404/76 e na Instrução CVM 367/02. Dessa forma, o Conselho de Administração da Companhia fica composto dos seguintes membros efetivos: Raul Calfat, João Carvalho de Miranda, José Ermirio de Moraes Neto, Fabio Ermirio de Moraes, Alexandre Silva D’Ambrósio e José Écio Pereira da Costa Júnior e dos seguintes suplentes: José Roberto Ermirio de Moraes, Cláudio Ermirio de Moraes, Clóvis Ermirio de Moraes Scripilliti, Edward Ruiz, Mário Antonio Bertoncini e Maria Letícia de Freitas Costa, todos com mandato até a Assembleia Geral Ordinária a se realizar em 2015; (iii) ratificar a remuneração global anual dos administradores para o ano de 2013, conforme aprovada em assembleia geral extraordinária realizada em 5 de abril de 2013, no valor de R$23.566.904,00 (vinte e três milhões, quinhentos e sessenta e seis mil, novecentos e quatro reais); (iv) aprovar o desdobramento das ações de emissão da Companhia na proporção de 1 ação ordinária para 49 ações ordinárias, passando o capital social a ser composto por 5.421.131.562 ações ordinárias e 100 ações preferenciais, totalizando 5.421.131.662 ações, com a consequente alteração do artigo 5º do estatuto social da Companhia; (v) aprovar a alteração do artigo 6º do estatuto social da Companhia de modo a refletir o aumento do capital autorizado, passando de R$1.000,00 (mil reais) para R$12.000.000.000,00 (doze bilhões de reais); (vi) aprovar a reforma do estatuto social da Companhia, principalmente para refletir as alterações solicitadas pela BM&FBOVESPA, alterando, notadamente, os artigos 5º, 6º, 7º, 9º, 13, 14, 20, 23, 24, 46, 50, 53, 57, 60, 62, 65, 66, 67 e 71; e (vii) aprovar a consolidação do estatuto social da Companhia em decorrência das alterações propostas nos itens (iii) a (v), conforme Anexo II à presente ata. 7. ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a tratar, encerrou-se a sessão da qual se lavrou a presente ata, que lida e aprovada, segue assinada pelos acionistas presentes. (a.a.) Raul Calfat e Alexandre Silva D’Ambrosio, respectivamente, Presidente e Secretário. p. VOTORANTIM INDUSTRIAL S.A.: Alexandre Silva D’Ambrosio e João Carvalho de Miranda, diretores, VOTORANTIM PARTICIPAÇÕES S.A.: Raul Calfat e Antônio Joaquim Ferreira Custódio. - A presente transcrição é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo, 30 de abril de 2013. ALEXANDRE SILVA D’AMBROSIO - Secretário. Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia – Junta Comercial do Estado de São Paulo – CERTIDÃO – Certifico o Registro sob o nº 184.727/13-3 em 17.05.2013 (a) Gisela Simiema Ceschin, Secretária Geral. ESTATUTO SOCIAL - CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO E DURAÇÃO - Artigo 1º –VOTORANTIM CIMENTOS S.A. (“Companhia”) é uma sociedade anônima que se rege pelo presente Estatuto Social e pelas disposições legais que lhe forem aplicáveis.Parágrafo 1º – A Companhia poderá utilizar abreviatura, sigla ou nome de fantasia apenas para fins publicitários ou de divulgação de bens ou serviços de sua produção. Parágrafo 2º – Com a admissão da Companhia ao Nível 2 de Governança Corporativa da BM&FBOVESPA S.A.– Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (“BM&FBOVESPA”), sujeitam-se, a Companhia, seus acionistas, Administradores e membros do Conselho Fiscal, quando instalado, às disposições do Regulamento de Listagem do Nível 2 de Governança Corporativa da BM&FBOVESPA (o “Regulamento do Nível 2”).Artigo 2º – A Companhia tem sua sede, administração e foro na Capital do Estado de São Paulo, na Praça Profº. José Lannes, nº40, 9º andar, Bairro Cidade Monções, CEP 04571-100 e é inscrita na Junta Comercial de São Paulo sob o NIRE 35214353680. Parágrafo Único – A Companhia poderá abrir, transferir e/ou encerrar filiais, escritórios de representação, depósitos ou outros estabelecimentos em qualquer parte do território nacional, ou no exterior, onde lhe convier, conforme deliberação da Diretoria Estatutária. Artigo 3º – A Companhia tem por objeto: (i) a pesquisa, a lavra, a exploração e o aproveitamento em geral de jazidas minerais; (ii) a produção, o transporte rodoviário, a distribuição, a importação, a exportação e o comércio em geral de cimento, cal, argamassa, gesso e de respectivas matérias-primas e produtos derivados, afins ou correlatos, fertilizantes e corretivos de solo, artefatos de cimento e seus derivados, afins e correlatos; (iii) a geração de energia elétrica para o emprego em instalações industriais próprias e comercialização de excedentes; (iv) o co-processamento para geração de energia; (v) os serviços de concretagem e outras atividades concernentes ao seu ramo de negócio; (vi) a prestação de serviços relativos à construção, supervisão, estudos, exploração do ramo de projetos e execução de quaisquer obras de engenharia civil, em todas suas modalidades técnicas e econômicas, por conta própria ou através de terceiros, por empreitada ou por administração; (vii) o arrendamento, comodato e locação de bens imóveis; (viii) a administração e exploração de projetos florestais; (ix) a importação e exportação de materiais, máquinas e equipamentos para construção; (x) a prestação de assistência técnica a empresas que explorem o mesmo ramo de negócio; (xi) a prestação de serviços especializados e intermediação de negócios relacionados com seu objeto social; (xii) a prestação de serviços de gestão de negócios, análises de viabilidade econômica de investimentos e de projetos de exploração na área de cimento, cal, materiais de construção em geral e em outras correlatas; e (xiii) a participação em, organização e/ou administração de sociedades de qualquer natureza, consórcio, parcerias e associações no Brasil ou no exterior. Artigo 4º – O prazo de duração da Companhia é indeterminado. CAPÍTULO II - DO CAPITAL SOCIAL, DAS AÇÕES E DOS ACIONISTAS Artigo 5º – O capital social subscrito e integralizado da Companhia é de R$ 2.746.024.209,57 (dois bilhões, setecentos e quarenta e seis milhões, vinte e quatro mil, duzentos e nove Reais e cinquenta e sete centavos), dividido em 5.421.131.562 (cinco bilhões, quatrocentos e vinte um milhões, cento e trinta e um mil, quinhentas e sessenta e duas) ações ordinárias e 100 (cem) ações preferenciais, todas nominativas, escriturais e sem valor nominal. Artigo 6º – A Companhia fica autorizada a aumentar o seu capital social até o limite de R$12.000.000.000,00 (doze bilhões de Reais), podendo ser emitidas ações ordinárias ou preferenciais, sem guardar proporção entre as ações de cada espécie, observando-se, quanto às ações preferenciais, o limite máximo admitido em lei. Parágrafo 1º – Dentro do limite do capital autorizado estabelecido neste artigo, poderá a Companhia, mediante deliberação do Conselho de Administração (“Conselho”), aumentar o capital social independentemente de reforma estatutária. O Conselho fixará as condições da emissão, inclusive preço e prazo de integralização das ações emitidas. Parágrafo 2º – Dentro do limite do capital autorizado, o Conselho poderá deliberar a emissão de bônus de subscrição e de debêntures conversíveis em ações. Parágrafo 3º – O Conselho poderá outorgar opção de compra ou de subscrição de ações, de acordo com o Plano de Outorga de Opção de Compra ou Subscrição que venha a ser aprovado em Assembleia Geral, a seus Administradores e empregados, assim como aos administradores e empregados de outras sociedades que sejam subsidiárias, direta ou indiretamente, da Companhia, sem direito de preferência para os acionistas quando da outorga ou do exercício das opções, observado o saldo do limite do capital autorizado na data da outorga das referidas opções de compra ou subscrição de ações. Parágrafo 4º – São considerados Administradores da Companhia os Membros do Conselho de Administração (“Conselheiros”) e os Diretores Estatutários. Parágrafo 5º – As ações ordinárias poderão ser convertidas em ações preferenciais, cabendo à Assembleia Geral deliberar sobre a conversão, estabelecer as razões para a conversão, a proporção entre ações ordinárias e preferenciais, respeitado o limite previsto em lei, e fixar as condições da conversão. Parágrafo 6º – A Companhia poderá, mediante comunicação à BM&FBOVESPA e publicação de anúncio, suspender os serviços de transferência, grupamento e desdobramento de ações, ou de transferência, grupamento, desdobramento e cancelamento de certificados de depósito de ações, conforme aplicável, mediante autorização do, e por período a ser determinado pelo, Conselho de Administração, desde que observado o disposto na Lei n.º 6.404/76. Parágrafo 7º – Às ações novas, totalmente integralizadas, poderão ser pagos dividendos integrais independentemente da data de subscrição. Caberá à Assembleia Geral ou ao Conselho de Administração, conforme o caso, estabelecer as condições de pagamento de dividendos às novas ações subscritas, bem como às ações emitidas em decorrência de bonificações, inclusive fixar vantagens para a imediata integralização dos respectivos valores. Parágrafo 8º – É vedado à Companhia emitir partes beneficiárias. Artigo 7º – O capital social será representado por ações ordinárias e preferenciais. Parágrafo 1º – As ações preferenciais participarão em igualdade de condições com as ações ordinárias na distribuição de bonificações. O número total de ações preferenciais emitidas pela Companhia poderá atingir o limite máximo admitido em lei, podendo em sua emissão ser alterada a proporção anteriormente existente entre ações ordinárias e preferenciais. Parágrafo 2º – A cada ação ordinária corresponderá o direito a um voto nas deliberações de acionistas. Parágrafo 3º – As ações preferenciais terão direito de voto restrito, exclusivamente nas seguintes matérias: (i) transformação, incorporação, fusão ou cisão da Companhia; (ii) aprovação de contratos entre a Companhia e seu Acionista Controlador, diretamente ou por meio de terceiros, assim como de outras sociedades nas quais o Acionista Controlador tenha interesse, sempre que, por força de disposição legal ou estatutária, sejam deliberados em Assembleia Geral; (iii) avaliação de bens destinados à integralização de aumento de capital da Companhia; (iv) escolha de instituição ou empresa especializada para determinação do Valor Econômico da Companhia, nos termos do artigo 65 deste Estatuto; e (v) alteração ou revogação de dispositivos deste Estatuto Social que alterem ou modifiquem quaisquer das exigências previstas no item 4.1, do Regulamento do Nível 2, ressalvado que esse direito a voto prevalecerá enquanto estiver em vigor o Contrato de Participação no Nível 2 de Governança Corporativa. Parágrafo 4º - Para fins deste Estatuto Social, “Acionista Controlador” significa o acionista ou grupo de acionistas, conforme definido no Regulamento do Nível 2 (“Grupo de Acionistas”), que exerça o Poder de Controle. Para fins deste Estatuto Social, o termo “Poder de Controle” significa o poder efetivamente utilizado de dirigir as atividades sociais e orientar o funcionamento dos órgãos da Companhia, de forma direta ou indireta, de fato ou de direito, independentemente da participação societária detida. Há presunção relativa de titularidade do Poder de Controle em relação à pessoa ou ao Grupo de Acionistas que seja titular de ações que lhe tenham assegurado a maioria absoluta dos votos dos acionistas presentes nas três últimas Assembleias Gerais da Companhia, ainda que não seja titular das ações que lhe assegurem a maioria absoluta do capital votante. Parágrafo 5º – Às ações preferenciais é assegurado: (i) a prioridade no reembolso em caso de liquidação da Companhia, sem prêmio, pelo valor patrimonial; (ii) direito de serem incluídas em oferta pública de aquisição de ações em decorrência de alienação de controle da Companhia ao mesmo preço e nas mesmas condições ofertadas ao Acionista Controlador alienante, assegurado dividendo pelo menos igual ao das ações ordinárias; e (iii) demais direitos assegurados aos detentores de ações preferenciais pela Lei n.º 6.404/76 e pelo Regulamento do Nível 2. Parágrafo 6º – As ações preferenciais, por não terem dividendos fixos ou mínimos, não adquirirão o exercício do direito de voto se a Companhia deixar de pagar dividendos, sendo inaplicável o disposto no parágrafo 1º do artigo 111 da Lei n.º 6.404/76. Parágrafo 7º – A Companhia não emitirá cautelas, títulos ou certificados representativos de ações, comprovando–se a propriedade do acionista pela conta de depósito aberta em nome do acionista junto à instituição financeira depositária referida no artigo 8º abaixo. Artigo 8º – Todas as ações da Companhia serão escriturais e, em nome de seus titulares, serão mantidas em conta de depósito junto à instituição financeira autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários. Parágrafo Único – O custo de transferência e averbação, assim como o custo do serviço relativo às ações custodiadas poderá ser cobrado diretamente do acionista pela instituição depositária, conforme venha a ser definido no contrato de custódia. Artigo 9º – O direito de preferência dos antigos acionistas poderá ser excluído ou reduzido nas emissões de ações, debêntures conversíveis em ações e bônus de subscrição, cuja colocação seja feita mediante venda em bolsa de valores ou por subscrição pública, ou ainda mediante permuta por ações, em oferta pública de aquisição de controle, nos termos do disposto no artigo 172 da Lei nº 6.404/76. CAPÍTULO III - DA ASSEMBLEIA GERAL Artigo 10º – A Assembleia Geral Ordinária terá as atribuições previstas na lei e realizar-se-á anualmente, no prazo previsto no Artigo 132 da Lei n.º 6.404/76, mediante convocação pelo Conselho de Administração ou por outras pessoas e órgãos autorizados na legislação aplicável, para deliberar sobre as matérias de sua competência: (i) tomar as contas dos Administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras; (ii) deliberar sobre a destinação do lucro líquido do exercício e a distribuição de dividendos; e - (iii) eleger e destituir os membros do Conselho de Administração e os membros do Conselho Fiscal, quando instalado, e fixar a remuneração global dos administradores. Artigo 11 – A Assembleia Geral Extraordinária poderá ser realizada concomitantemente com a Assembleia Geral Ordinária, e além dos casos previstos em lei e neste Estatuto, reunir-se-á mediante convocação do Conselho sem prejuízo de outras pessoas ou órgãos autorizados pela legislação aplicável, para deliberar sobre assuntos de interesse da Companhia, especialmente: (i) reformar o Estatuto Social; (ii) aumentar o limite do capital autorizado; (iii) aumentar o capital social, ressalvado o disposto no Artigo 6º deste Estatuto; (iv) deliberar acerca da avaliação feita por empresa especializada ou por 3 (três) peritos dos bens com que o acionista concorrer para o aumento do capital social; (v) reduzir o capital social; (vi) deliberar sobre a incorporação da Companhia, bem como das ações de sua emissão, a incorporação de outras sociedades pela Companhia, sua dissolução, transformação, cisão, fusão ou liquidação; (vii) deliberar sobre a participação da Companhia em outras sociedades; (viii) deliberar sobre pedido de falência ou de recuperação da Companhia, nos termos da legislação aplicável; (ix) contratos e operações de valor superior à alçada de aprovação do Conselho de Administração deverão ser submetidos à aprovação da Assembleia Geral; (x) deliberar a saída do Nível 2; (xi) escolher a instituição ou empresa especializada responsável pela determinação do Valor Econômico da Companhia, em caso de cancelamento de registro de companhia aberta ou saída do Nível 2, conforme previsto no Capítulo VIII deste Estatuto Social, a partir da lista tríplice apresentada pelo Conselho; e (xii) aprovar o orçamento do Conselho de Administração, como disposto no artigo 34 deste Estatuto Social. Artigo 12 – O anúncio de convocação de Assembleia Geral deverá ser feito nos termos da legislação em vigor sempre com um mínimo de 15 (quinze) dias de antecedência e conterá informações precisas sobre o local, a data, o horário de realização da Assembleia, bem como enumerará, expressamente, na ordem do dia, as matérias a serem deliberadas. Parágrafo Único – É vedada a inclusão, na pauta da Assembleia Geral, da rubrica “outros assuntos” ou “assuntos gerais” ou expressões equivalentes. Artigo 13 – Ressalvadas as exceções previstas em lei, a Assembleia Geral instalar-se-á, em primeira convocação, com a presença de acionistas que representem, no mínimo, 1/4 (um quarto) das ações com direito a voto e em segunda convocação instalar-se-á com qualquer número dos detentores de ações com direito a voto. Artigo 14 – A Companhia deverá disponibilizar, no máximo até a data da primeira convocação, para todos os acionistas, a pauta da Assembleia Geral e os materiais e documentos necessários para a análise das matérias constantes na ordem do dia, exceto quando prazo maior for definido pela regulamentação. Artigo 15 – As Assembleias Gerais serão presididas pelo Presidente do Conselho ou, na ausência deste, pelo Vice–Presidente, e, na ausência de ambos, por pessoa escolhida pela maioria dos votos dos acionistas presentes, sendo que o Presidente do Conselho ou, na ausência deste, o Vice-Presidente, poderá indicar pessoa diversa para presidir a Assembleia Geral. Parágrafo Único – O Presidente da Assembleia escolherá, dentre os presentes, o secretário da mesa. Artigo 16 – O acionista poderá participar e ser representado nas Assembleias Gerais na forma prevista no Artigo 126 da Lei n.º 6.404/76, exibindo, no ato ou previamente, o documento hábil de identidade, ou procuração com poderes especiais. Artigo 17 – A Companhia definirá claramente e disponibilizará a todos os acionistas as regras de votação, visando facilitar ao máximo este processo a seus acionistas. Artigo 18 – Dos trabalhos e deliberações da Assembleia Geral será lavrada, em livro próprio, ata a ser assinada pelos membros da mesa e pelos acionistas presentes. Parágrafo Único – A existência de votos dissidentes deverá constar da ata, quando requerido. CAPÍTULO IV - DA ADMINISTRAÇÃO Seção I - Das Disposições Gerais Artigo 19 – A investidura em cargo de administração ou de integrante dos comitês observará o disposto nos artigos 147 e 162 da Lei n.º 6.404/76. Parágrafo único - O conselheiro deve ter reputação ilibada, não podendo ser eleito aquele que: (i) ocupar cargos em sociedades que possam ser consideradas concorrentes da Companhia no mercado; ou (ii) tiver interesse conflitante com a sociedade. Artigo 20 – Os Administradores serão investidos nos seus cargos mediante assinatura de termos de posse no livro de atas do Conselho e da Diretoria Estatutária. Parágrafo 1º – O termo de posse deverá conter, sob pena de responsabilização civil do Administrador eleito: (i) a indicação de pelo menos um domicílio, o qual somente poderá ser alterado mediante comunicação por escrito à Companhia, no qual o Administrador receberá as citações e intimações em processos administrativos e judiciais relativos a atos de sua gestão, as quais se reputarão cumpridas mediante entrega no domicílio indicado; e (ii) a anuência ao Código de Conduta, às Políticas de Divulgação, de Dividendos e de Negociação de Valores Mobiliários de emissão da Companhia, além dos Regimentos Conselho de Administração, do Conselho Fiscal e demais Regimentos dos Comitês de Assessoramento ao Conselho da Companhia.Parágrafo 2º – A posse dos Administradores é condicionada à prévia subscrição do Termo de Anuência dos Administradores, conforme previsto no Regulamento do Nível 2, bem como ao atendimento dos requisitos legais aplicáveis. Parágrafo 3º – A posse de Conselheiro residente ou domiciliado no exterior fica condicionada à constituição de representante residente no País, com poderes para receber citação em ações contra ele propostas com base na legislação societária, mediante procuração com prazo de validade que deverá estender–se por, no mínimo, 3 (três) anos após o término do prazo de gestão. Parágrafo 4º – A posse dos Administradores é condicionada ao fornecimento de declaração de desimpedimento feita sob as penas da Lei e em instrumento próprio, que ficará arquivada na sede da Companhia. Artigo 21 – A Companhia assegurará aos Administradores e aos membros do Conselho Fiscal, quando instalado, ou aos membros de quaisquer órgãos sociais com funções técnicas ou consultivas destinados a aconselhar os Administradores, quando legalmente possível, a defesa em processos judiciais e administrativos propostos por terceiros, durante ou após os respectivos mandatos, por atos praticados no exercício de suas funções, devendo a Companhia manter contrato de seguro para a cobertura de despesas processuais, honorários advocatícios e indenizações decorrentes dos referidos processos. Parágrafo 1º – A garantia prevista no caput deste Artigo estende–se aos empregados que regularmente atuarem em cumprimento de mandato outorgado pela Companhia. Parágrafo 2º – Se o Administrador, membro do Conselho Fiscal, quando instalado, ou de quaisquer órgãos sociais com funções técnicas ou consultivas destinados a aconselhar os Administradores, ou ainda o empregado referido no Parágrafo supra, for condenado, com decisão transitada em julgado, deverá ressarcir a Companhia de todos os custos, despesas e prejuízos a ela causados, quando não cobertos por seguro, exceto nos casos em que a condenação decorrer de infrações objetivas (i.e., que independem de culpa ou dolo do acusado), casos estes em que os custos serão arcados pela Companhia. Artigo 22 – Os Administradores da Companhia e membros do Conselho Fiscal responderão, nos termos do Artigo 158 e seus parágrafos, da Lei n.º 6.404/76, individual ou solidariamente, pelos atos que praticarem ou por omissão e pelos prejuízos deles decorrente.Seção II - Do Conselho de Administração Artigo 23 – O Conselho de Administração será composto por, no mínimo, 5 (cinco) membros e, no máximo, 9 (nove) membros, com igual número de suplentes, todos eleitos e destituíveis pela Assembleia Geral, a qual designará um Presidente e um Vice–Presidente, todos com prazo de mandato unificado de 2 (dois) anos, admitida a reeleição. Parágrafo 1º – No mínimo, 20% (vinte por cento) dos membros do Conselho de Administração deverão ser Conselheiros Independentes, sendo considerado Conselheiro Independente aquele que: (i) não tenha qualquer vínculo com a Companhia, exceto participação de capital; (ii) não seja Acionista Controlador, cônjuge ou parente até segundo grau daquele, ou não seja ou não tenha sido, nos últimos 3 (três) anos, vinculado a sociedade ou entidade relacionada ao Acionista Controlador (pessoas vinculadas a instituições públicas de ensino e/ou pesquisa estão excluídas desta restrição); (iii) não tenha sido, nos últimos 3 (três) anos, empregado ou diretor da Companhia, do Acionista Controlador ou de sociedade controlada pela Companhia; (iv) não seja fornecedor ou comprador, direto ou indireto, de serviços e/ou produtos da Companhia, em magnitude que implique perda de independência; (v) não seja funcionário ou Administrador de sociedade ou entidade que esteja oferecendo ou demandando serviços e/ou produtos à Companhia, em magnitude que implique perda de independência; (vi) não seja cônjuge ou parente até segundo grau de algum Administrador da Companhia; e (vii) não receba outra remuneração da Companhia além daquela relativa ao cargo de conselheiro (proventos em dinheiro oriundos de participação no capital estão excluídos desta restrição). Parágrafo 2º – Quando, em decorrência da observância do percentual referido no parágrafo 1º deste artigo, resultar número fracionário de conselheiros, proceder-se-á ao arredondamento nos termos do Regulamento do Nível 2. Parágrafo 3º – Nenhum Conselheiro poderá acumular função executiva na Companhia. Parágrafo 4º – A remuneração dos Conselheiros será fixada pela Assembleia Geral que os eleger, observados os limites legais aplicáveis. Parágrafo 5º - A qualificação como Conselheiro Independente deverá constar expressamente da ata que o eleger. Parágrafo 6º - Será também considerado Conselheiro Independente, aquele eleito mediante faculdade prevista pelo art. 141, parágrafos 4º e 5º da Lei n.º 6.404/76. Parágrafo 7º - Independentemente de haver número suficiente de suplentes eleitos, o Conselho deverá funcionar com os demais membros, desde que respeitado o número mínimo de Conselheiros que permita o devido funcionamento do Conselho. Artigo 24 – No processo de eleição dos Conselheiros pela Assembleia Geral serão observadas as seguintes regras: (i) o Acionista Controlador tem o direito de eleger a maioria dos membros do Conselho; (ii) será assegurado aos acionistas não controladores o direito de eleger e destituir um dos Conselheiros, se maior número não lhes couber pelo processo de voto múltiplo nos termos da Lei; e (iii) sempre que, cumulativamente, a eleição do Conselho se der pelo sistema de voto múltiplo e os acionistas titulares de ações ordinárias exercerem o direito de eleger, em separado, Conselheiro, será assegurado ao Acionista Controlador o direito de eleger Conselheiros em número igual ao dos eleitos pelos demais acionistas, mais um, independentemente do número máximo de Conselheiros estabelecido no Artigo 23 deste Estatuto. Artigo 25 – O Conselho é o órgão de orientação e direção superior da Companhia, de deliberação colegiada, competindo–lhe, além das demais atribuições previstas na legislação: (i) fixar a orientação geral dos negócios da Companhia, definindo sua missão, seus objetivos estratégicos e suas diretrizes; (ii) aprovar o plano estratégico, bem como os respectivos planos plurianuais e programas anuais de dispêndios e de investimentos; (iii) aprovar a política de gestão de riscos; (iv) constituir comitês que serão responsáveis por analisar, elaborar propostas ou efetuar recomendações sobre determinadas matérias ao Conselho e definir suas respectivas atribuições de acordo com o previsto neste Estatuto; (v) nomear os membros do CAE e dos demais comitês eventualmente criados pelo Conselho, bem como fixar a remuneração de seus membros; (vi) escolher e destituir auditores externos da Companhia e de suas subsidiárias com base em recomendação do CAE, os quais não poderão prestar serviços à Companhia e suas subsidiárias que, de acordo com as normas profissionais, legislação e regulamentos que regulam a profissão do auditor externo, comprometam a sua independência durante a vigência do contrato; (vii) contratar advogados, especialistas, peritos e outros profissionais externos para melhor instruírem as matérias sujeitas à sua deliberação; (viii) aprovar o Código de Conduta da Companhia; (ix) convocar a Assembleia Geral nos casos previstos em lei e sempre quando julgar conveniente, podendo, para tanto, providenciar a publicação do edital de convocação de acordo com as regras estabelecidas nesse Estatuto Social; (x) eleger e destituir os Diretores Estatutários da Companhia, bem como fixar suas atribuições, observado o que a respeito dispuser esse Estatuto Social; (xi) fixar a distribuição individual da verba de remuneração aprovada pela Assembleia Geral entre os seus próprios membros e os Diretores Estatutários; (xii) avaliar formalmente resultados de desempenho da Companhia, da Diretoria Estatutária em conjunto e do Diretor-Presidente, individualmente, bem como tomar conhecimento da avaliação realizada pelo DiretorPresidente dos demais Diretores Estatutários; (xiii) fiscalizar, inclusive individualmente, a gestão dos Diretores Estatutários, examinando, a qualquer tempo, os livros, documentos e papéis da Companhia, solicitar informações sobre contratos celebrados ou em via de celebração, e quaisquer outros atos, obtendo cópia destes sempre que assim achar necessário; (xiv) desenvolver em conjunto com a Diretoria Estatutária e aprovar um plano de participação a empregados e Diretoria Estatutária nos resultados da Companhia e de concessão de benefícios adicionais a empregados e Diretoria Estatutária vinculados ao resultado da Companhia (“Plano de Participação nos Resultados”); (xv) fixar o montante da participação dos empregados e Diretoria Estatutária nos resultados da Companhia, observadas as disposições legais pertinentes, do Estatuto Social e do Plano de Participação nos Resultados em vigor; (xvi) estabelecer o limite de ações a serem emitidas dentro do Plano de Opção de Compra de Ações ou de Subscrição de Ações da Companhia previamente aprovado pela Assembleia Geral, observado o limite previsto no item “xv” acima; (xvii) deliberar sobre a emissão e alienação de debêntures simples, não conversíveis em ações e sem garantia real; (xviii) autorizar a aquisição das próprias ações, com o objetivo de mantê-las em tesouraria para posterior alienação ou cancelamento, com observância das disposições legais e regulamentares em vigor; (xix) deliberar sobre a emissão de ações, de bônus de subscrição ou debêntures conversíveis em ações, até o limite do capital autorizado, incluindo: - (a) a quantidade, espécie e classe de valores mobiliários a serem emitidos; - (b) o preço de emissão e os critérios para a sua fixação; - (c) o cronograma da emissão; - (d) conferir poderes para que a Diretoria Estatutária possa praticar todos os atos necessários para a implementação da emissão; - (e) a exclusão do direito de preferência ou redução do prazo para seu exercício em todas as situações conforme previstas no artigo 172 da Lei n.º 6.404/76; - (f) outros termos e condições relevantes da emissão; (i) autorizar a prestação de garantias e contra-garantias de qualquer natureza, seja garantia real ou fidejussória, a favor de terceiros e em valor superior a R$150.000.000,00 (cento e cinquenta milhões de Reais) por exercício fiscal, excetuada aquelas prestadas em favor de sociedades ou entidades controladas pela própria Companhia, que independerão de autorização do Conselho de Administração independentemente do valor; (ii) aprovar qualquer operação entre a Companhia, de um lado, e seus acionistas, Administradores, empregados, ou sociedades nas quais tais pessoas detenham, direta ou indiretamente, participação societária ou interesse sob qualquer forma, ou parentes de acionistas, Administradores e empregados da Companhia, ou qualquer parte que, nos termos da legislação aplicável, seja considerada parte relacionada da Companhia, cujo valor seja superior a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de Reais) por exercício fiscal; (iii) autorizar a contratação de quaisquer operações de empréstimos ou financiamentos, não cobertos pelas hipóteses regidas pelo item (xxi) acima, cujo valor exceda R$150.000.000,00 (cento e cinquenta milhões de Reais) por exercício fiscal; (vi) autorizar a celebração de quaisquer contratos ou negócios jurídicos em geral, não cobertos pelas hipóteses regidas pelo item (xxi) acima, que obriguem a Companhia, ou exonerem terceiros de responsabilidades para com a Companhia, quando os valores envolvidos, em transações únicas ou conjuntas, ultrapassarem R$150.000.000,00 (cento e cinquenta milhões de Reais) por exercício fiscal. A título exemplificativo, é necessária a aprovação do Conselho nos contratos ou negócios jurídicos em geral que tenham por finalidade: - (a) a retirada de algum setor de negócio ao qual até então participava; - (b) a participação em associação ou parceria com terceiros; - (c) a alienação, cessão e transferência de bens e direitos integrantes de seu ativo permanente, ou sua oneração; - (d) a realização de investimentos de capital ou aquisições não constantes do orçamento anual previamente aprovado; (v) autorizar a celebração de quaisquer contratos ou negócios jurídicos em geral, pelos órgãos de administração de suas subsidiárias diretas ou indiretas, não cobertos pelas hipóteses regidas pelo item (xxi) acima, que as obriguem, ou exonerem terceiros de responsabilidades para com elas, quando os valores envolvidos, em transações únicas ou conjuntas, ultrapassem R$150.000.000,00 (cento e cinquenta milhões de Reais) por exercício fiscal. A título exemplificativo, é necessária a aprovação do Conselho nos contratos ou negócios jurídicos em geral que tenham por finalidade: - (a) a retirada de algum setor de negócio ao qual até então participava; - (b) a participação em associação ou parceria com terceiros; - (c) a alienação, cessão e transferência de bens e direitos integrantes de seu ativo permanente, ou sua oneração; - (d) a realização de investimentos de capital ou aquisições não constantes do orçamento anual previamente aprovado; (i) aprovar o nome do representante da Companhia nas assembleias gerais ou nas reuniões de sócios das sociedades nas quais a Companhia tenha participação societária, inclusive indicando, em sendo o caso, os nomes dos conselheiros a serem eleitos para integrar conselhos de administração dessas sociedades; (ii) deliberar sobre quaisquer matérias que não são de competência da Diretoria Estatutária ou da Assembleia Geral, nos termos do presente Estatuto Social, bem como matérias cujos limites ultrapassem a alçada estabelecida para a Diretoria Estatutária; (iii) aprovar a alienação do controle de subsidiárias da Companhia; (iv) manifestar-se favorável ou contrariamente a respeito de qualquer oferta pública de aquisição de ações que tenha por objeto as ações de emissão da Companhia, por meio de parecer prévio fundamentado, divulgado em até 15 (quinze) dias da publicação do edital da oferta pública de aquisição de ações, que deverá abordar, no mínimo: (a) a conveniência e oportunidade da oferta pública de aquisição de ações quanto ao interesse do conjunto dos acionistas e em relação à liquidez dos valores mobiliários de sua titularidade; - (b) as repercussões da oferta pública de aquisição de ações sobre os interesses da Companhia; - (c) os planos estratégicos divulgados pelo ofertante em relação à Companhia; e - (d) outros pontos que o Conselho considerar pertinentes, bem como as informações exigidas pelas regras aplicáveis estabelecidas pela CVM; (i) deliberar sobre políticas para evitar conflitos de interesses entre a Companhia e seus acionistas ou seus Administradores, bem como sobre a adoção de providências julgadas necessárias na eventualidade de surgirem conflitos dessa natureza; (ii) deliberar sobre as políticas de responsabilidade institucional da Companhia em especial aquelas referentes ao meio–ambiente, saúde e segurança do trabalho, e responsabilidade social da Companhia propostas pela Diretoria Estatutária; (iii) deliberar sobre as alterações nas regras de governança corporativa, que incluem, mas não se limitam ao processo de prestação de contas e ao processo de divulgação de informações; (iv) manifestar–se sobre o relatório da administração, das demonstrações financeiras e proposta de destinação do resultado do exercício; (v) propor a política de dividendos da Companhia; e (vi) definir a lista tríplice de empresas especializadas em avaliação econômica de empresas para a elaboração de laudo de avaliação das ações da Companhia nos casos de oferta pública de aquisição para cancelamento de registro de companhia aberta ou para saída do Nível 2; (vii) apreciar as propostas apresentadas pela Diretoria Estatutária, nos termos deste Estatuto Social. Parágrafo único: Para efeito de esclarecimento, os assuntos já previamente aprovados no orçamento anual não necessitam de nova aprovação do Conselho. Artigo 26 – O Conselho reunir-se-á, preferencialmente na sede da Companhia, trimestralmente em caráter ordinário, e, em caráter extraordinário, quando necessário aos interesses sociais. O pedido de reunião deverá ser encaminhado ao Presidente do Conselho, que adotará as providências necessárias para a convocação da reunião. Parágrafo 1º – As reuniões ordinárias serão fixadas no calendário anual, que considera o ano civil, e deverá ser proposto pelo Presidente do Conselho Parágrafo 2º – As convocações das reuniões do Conselho de Administração, quer as ordinárias, quer as extraordinárias, deverão ser feitas por carta protocolada, fac-símile ou correio eletrônico enviado ao endereço constante do termo de posse, especificando hora e local e incluindo a ordem do dia detalhada com pelo menos 5 (cinco) dias de antecedência. Ficam dispensados os procedimentos de convocação quando todos os Conselheiros estiverem presentes na reunião. Parágrafo 3º – Fica facultada, se necessária, a participação dos Conselheiros na reunião, por telefone, videoconferência, ou outro meio de comunicação que possa assegurar a participação efetiva e a autenticidade do seu voto. O Conselheiro, nessa hipótese, será considerado presente à reunião, e seu voto será considerado válido para todos os efeitos legais e incorporado à ata da referida reunião. Parágrafo 4º – Para que as reuniões do Conselho de Administração possam se instalar e validamente deliberar é necessária a presença da maioria de seus membros em exercício, sendo considerado como presente aqueles que participarem nos termos do Parágrafo 3º acima, bem como aqueles que estejam, na ocasião, representados por suplentes, ou que haja enviado seu voto por escrito. Artigo 27 – As matérias e deliberações tomadas nas reuniões do Conselho serão válidas se tiverem voto favorável da maioria simples dos membros presentes e serão lavradas em atas e registradas no Livro de Atas de Reuniões do Conselho. Sempre que contiverem deliberações destinadas a produzir efeitos perante terceiros, seus extratos serão arquivados e publicados na Junta Comercial competente e nos jornais habitualmente utilizados pela Companhia. Parágrafo 1º – As atas serão redigidas com clareza, registrarão todas as decisões tomadas e serão objeto de aprovação formal. Parágrafo 2º – Em caso de empate, o Presidente do Conselho deverá exercer o voto de qualidade. Artigo 28 – O Presidente do Conselho, ou o Secretário por ele designado, deve preparar a agenda das reuniões com base em solicitações de Conselheiros e consulta aos Diretores Estatutários. Parágrafo Único – A agenda, bem como documentação necessária à apreciação dos assuntos em pauta, deverá ser entregue a cada um dos Conselheiros com, no mínimo, três dias de antecedência da data da reunião. Artigo 29 – Perderá o cargo, ensejando a sua vacância definitiva, o Conselheiro que deixar de participar de 3 (três) reuniões ordinárias consecutivas, sem motivo justificado ou licença concedida pelo Conselho. Artigo 30 – Em caso de ausência ou impedimento temporário do Presidente do Conselho, suas funções serão exercidas interinamente pelo Vice–Presidente do Conselho. Em caso de ausência ou impedimento temporário de ambos, os Conselheiros remanescentes indicarão, dentre os demais membros, aquele que exercerá suas funções interinamente. Artigo 31 – Em caso de ausência ou impedimento temporário de qualquer membro do Conselho, este poderá ser representado por um suplente. Em caso de ausência ou impedimento temporário também de suplente, o Conselho deverá funcionar com os demais membros, desde que respeitado o número mínimo de Conselheiros que permita o devido funcionamento do Conselho.Artigo 32 – Ocorrendo vacância definitiva de qualquer dos cargos de membro efetivo do Conselho, o substituto poderá ser nomeado pelos Conselheiros remanescentes, podendo ou não o substituto ser escolhido dentre os membros suplentes. O substituto servirá até a primeira Assembleia Geral da Companhia após a ocorrência, na qual será eleito novo membro efetivo. O mesmo procedimento se aplicará no caso de vacância definitiva de um membro suplente, Para os fins deste artigo, ocorrerá a vacância de um cargo de membro do Conselho quando ocorrer a destituição, renúncia, morte, impedimento comprovado, invalidez ou perda do mandato do membro, seja efetivo ou suplente. Parágrafo Único – Sempre que a eleição dos Conselheiros tiver sido realizada pelo processo de voto múltiplo, nos termos do Artigo 141 da Lei n.º 6.404/76, a destituição de qualquer membro do Conselho pela Assembleia Geral importará destituição dos demais membros, procedendo–se a nova eleição. Artigo 33 – O Conselho, para melhor desempenho de suas funções, poderá criar comitês ou grupos de trabalho com objetivos definidos, sendo integrados por pessoas designadas dentre os membros do Conselho e/ou terceiros. Os comitês deverão adotar regimentos próprios, aprovados pelo Conselho. Artigo 34 – O Conselho deve possuir orçamento anual próprio, aprovado pela Assembleia Geral, inclusive para contratação de profissionais externos. Artigo 35 – O Conselho deverá adotar Regimento Interno, que defina claramente as suas responsabilidades e atribuições e previna situações de conflito com a Diretoria Estatutária, notadamente com seu Diretor-Presidente. O Regimento Interno do Conselho deverá dispor a respeito: (i) das atribuições; (ii) da composição, mandato e investidura; (iii) dos deveres dos Conselheiros; (iv) do Presidente do Conselho; (v) das normas de funcionamento, incluindo a secretaria, reuniões, convocações, agendas, atas, documentação e sistema de votação; (vi) da comunicação com a Diretoria Estatutária; (vii) dos comitês especializados; (viii) das normas para a administração de conflitos de interesses; (ix) da interação com o Conselho Fiscal, se instalado; da interação com o auditor externo; e (x) do seu orçamento. Seção III - Da Diretoria Estatutária Artigo 36 – A Diretoria Estatutária será composta por, no mínimo, 3 (três) e, no máximo, 7 (sete) Diretores Estatutários, sendo um Diretor-Presidente, um Diretor Financeiro e de Relações com Investidores, e os demais com as designações que lhes forem atribuídas pelo Conselho.O prazo de gestão dos Diretores Estatutários será de 2 (dois) anos, permitida a reeleição, podendo ser destituídos a qualquer tempo. Parágrafo 1º – O Diretor-Presidente submeterá ao Conselho os nomes dos candidatos à Diretoria Estatutária com conhecimento e especialização sobre a matéria de responsabilidade de sua área de atuação, podendo, inclusive, propor ao Conselho sua destituição a qualquer tempo. Parágrafo 2º – Não poderá ocupar o cargo de Diretor Estatutário aquele que for indicado para o Conselho.Parágrafo 3º – Quando da eleição dos Diretores Estatutários sem designação específica, suas atribuições serão definidas pelo Conselho.Artigo 37 – Nos casos de vacância, de impedimento

temporário ou quaisquer outras formas de ausência por razões particulares, as substituições do Diretor-Presidente e dos demais Diretores Estatutários observarão os seguintes procedimentos. Parágrafo 1º – Em caso de impedimento temporário do Diretor-Presidente, este designará o seu próprio substituto dentre os demais Diretores Estatutários, o qual assumirá todas as suas atribuições e responsabilidades legais, estatutárias e regulamentares. Parágrafo 2º – Em caso de impedimento temporário de qualquer outro Diretor Estatutário, este não será substituído, podendo suas atribuições ser conferidas a outro Diretor Estatutário pelo Diretor-Presidente, que acumulará as atribuições e responsabilidades legais, estatutárias e regulamentares do Diretor Estatutário impedido, enquanto no exercício do cargo do Diretor Estatutário substituído, excluído o direito de voto que competia ao Diretor Estatutário substituído nas reuniões da Diretoria Estatutária. Parágrafo 3º – Em caso de vacância no cargo de Diretor-Presidente, o Presidente do Conselho designará temporariamente um Diretor Estatutário para substituir o Diretor-Presidente, que acumulará as suas atribuições, direitos e responsabilidades até que o Conselho realize nova eleição para o cargo de Diretor-Presidente para completar o prazo de gestão remanescente do substituído. Parágrafo 4º – Em caso de vacância no cargo de Diretor Estatutário, caberá ao Conselho, mediante recomendação do Diretor-Presidente, eleger ou não novo Diretor Estatutário para completar o prazo de gestão remanescente do substituído. Artigo 38 – A Diretoria Estatutária reunir-se-á, preferencialmente na sede da Companhia, ordinariamente, 1 (uma) vez por mês e, extraordinariamente, mediante convocação do Diretor–Presidente ou de, pelo menos, 2 (dois) Diretores Estatutários, lavrando–se ata no livro próprio. Parágrafo 1º – As reuniões ordinárias serão fixadas dentro do calendário anual, que considera o ano civil, e deverá ser proposto pelo Diretor-Presidente e submetido à aprovação da Diretoria Estatutária. Caso a reunião ordinária não ocorra por falta de quórum de instalação, será convocada nova reunião em segunda convocação. Parágrafo 2º – As convocações de reunião extraordinária deverão ser feitas pelo Diretor-Presidente por correio eletrônico, especificando hora e local e incluindo a ordem do dia detalhada com pelo menos 3 (três) dias de antecedência. Ficam dispensados os procedimentos de convocação quando todos os Diretores Estatutários estiverem presentes na reunião. Parágrafo 3º – Fica facultada, se necessária, a participação dos Diretores Estatutários na reunião, por telefone, videoconferência, ou outro meio de comunicação que possa assegurar a participação efetiva e a autenticidade do seu voto. O Diretor Estatutário, nessa hipótese, será considerado presente à reunião, e seu voto será considerado válido para todos os efeitos legais e incorporado à ata da referida reunião. Parágrafo 4º – As reuniões da Diretoria Estatutária somente se instalarão com a presença da maioria de seus membros. Artigo 39 – As deliberações da Diretoria Estatutária serão tomadas pelo voto da maioria simples dos Diretores Estatutários presentes. Em caso de empate, a matéria será submetida ao Conselho. Artigo 40 – A Diretoria Estatutária encaminhará ao Conselho cópias das atas de suas reuniões e prestará as informações que permitam avaliar o desempenho das atividades da Companhia. Artigo 41 – Respeitados os limites de alçada eventualmente estabelecidos para cada Diretor Estatutário pelo Conselho ou neste Estatuto, as decisões sobre as matérias afetas a área específica de sua atuação, desde que a matéria não afete a área de atuação de outro Diretor Estatutário, serão tomadas por ele próprio ou em conjunto com o Diretor-Presidente, em matérias ou situações preestabelecidas por este último. Artigo 42 – A representação da Companhia, ativa e passivamente, em juízo ou fora dele, inclusive na assinatura de documentos que importem em responsabilidade para esta, deverá ser realizada sempre por 2 (dois) Diretores Estatutários em conjunto, ou um Diretor Estatutário em conjunto com 01 (um) dos procuradores constituídos na forma do Parágrafo 1º deste Artigo, ou por 2 (dois) procuradores constituídos na forma do Parágrafo 1º deste Artigo. Parágrafo 1º – Salvo quando pela essência do ato for obrigatória a forma pública, os mandatários serão constituídos por procuração sob a forma de instrumento particular, no qual serão especificados os poderes outorgados, limitado o prazo de validade das procurações “ad negotia” ao dia 31 de dezembro do ano em que for outorgada a procuração, devendo a procuração ser assinada por 2 (dois) Diretores Estatutários. Parágrafo 2º – Pode, ainda, a Companhia ser representada por um único Diretor Estatutário ou procurador (a) nas Assembleias Gerais de acionistas, ou equivalentes, de companhias, consórcios e outras entidades das quais a Companhia participe, desde que respeitada a instrução de voto do Conselho ou da Diretoria Estatutária; (b) em atos decorrentes do exercício de poderes constantes de procuração “ad judicia”; (c) perante órgãos de qualquer esfera de governo, alfândega e concessionárias de serviço público para atos específicos que não gerem obrigação para a Companhia; e (d) na assinatura de documentos de qualquer espécie que importem em obrigação para a Companhia cujos limites de valores sejam estabelecidos pela Diretoria Estatutária ou pelo Conselho. Parágrafo 3º – No caso de obrigações a serem assumidas no exterior, a Companhia poderá ser representada apenas por um membro da Diretoria Estatutária, ou por um único procurador com poderes específicos e limitados, nos termos deste Estatuto Social, desde que aprovado pelo Conselho.Parágrafo 4º – Quando se tratar de receber e dar quitação de valores que sejam devidos à Companhia, emitir e negociar, inclusive endossar e descontar, duplicatas relativas às suas vendas, bem como nos casos de correspondência que não crie obrigações para a Companhia e da prática de atos de simples rotina administrativa, inclusive os praticados perante repartições públicas em geral, autarquias, empresas públicas, companhias de economia mista, Junta Comercial, Justiça do Trabalho, IAPAS, FGTS e seus bancos arrecadadores, e outros de idêntica natureza, a Companhia poderá ser representada apenas por um membro da Diretoria Estatutária, ou por um único procurador com poderes específicos e limitados, nos termos deste Estatuto Social. Parágrafo 5º - A Diretoria Estatutária poderá deliberar, nos termos e dentro dos limites legais, que certos documentos da Companhia sejam assinados por processos mecânicos ou de chancela. Artigo 43 – A Diretoria Estatutária deve acompanhar e controlar as atividades das subsidiárias e acompanhar as atividades das empresas das quais a Companhia participe ou com as quais esteja associada; Artigo 44 – A Diretoria Estatutária deve acompanhar e monitorar os assuntos relacionados a marcas e patentes, nomes e insígnias da Companhia e suas subsidiárias. Artigo 45 – Compete à Diretoria Estatutária: (i) cumprir e fazer cumprir a orientação geral dos negócios da Companhia estabelecida pelo Conselho; (ii) deliberar sobre a criação e a eliminação das Diretorias e Gerências imediatamente subordinadas a cada Diretor Estatutário; (iii) elaborar e propor ao Conselho as políticas gerais de recursos humanos da Companhia, incluindo planos que disponham sobre a admissão, carreira, acesso, benefícios e regime disciplinar dos empregados da Companhia, e executar as políticas aprovadas; (iv) elaborar e propor, anualmente, ao Conselho as diretrizes estratégicas e o plano estratégico da Companhia, e executar o plano estratégico aprovado; (v) elaborar e propor ao Conselho os orçamentos anual e plurianual da Companhia, e executar os orçamentos aprovados; (vi) definir o plano anual de seguros da Companhia e de suas subsidiárias; (vii) elaborar e submeter à aprovação do Conselho proposta sobre a política de gestão de riscos; (viii) planejar e conduzir as operações da Companhia e suas subsidiárias e reportar ao Conselho o desempenho econômico–financeiro da Companhia, produzindo inclusive relatórios com indicadores de desempenho específicos; (ix) aprovar critérios de avaliação técnico–econômica para projetos de investimentos, com os respectivos planos de delegação de responsabilidade para suas subsidiárias para sua execução e implantação; (x) alienar debêntures conversíveis em ações, ou com garantia real, de titularidade da Companhia e de emissão de suas subsidiárias; (xi) identificar, avaliar e propor ao Conselho oportunidades de investimento e/ou desinvestimento que ultrapassem os limites de alçada da Diretoria Estatutária, e executar os investimentos e/ou desinvestimentos aprovados; (xii) identificar, avaliar e propor ao Conselho operações de fusão, cisão e incorporação em que a Companhia seja parte, inclusive envolvendo as ações de sua própria emissão, bem como aquisições de participações acionárias, e conduzir as fusões, cisões, incorporações e aquisições aprovadas; (xiii) elaborar e propor ao Conselho as políticas financeiras da Companhia, e executar as políticas aprovadas; (iv) autorizar a prestação de garantias e contra-garantias de qualquer natureza, seja garantia real ou fidejussória, a favor de terceiros e em valor igual ou inferior a R$150.000.000,00 (cento e cinquenta milhões de Reais) por exercício fiscal, excetuada aquelas prestadas em favor de sociedades ou entidades controladas pela própria Companhia, que independerão de autorização; (xv) autorizar atos de renúncia ou transação judicial ou extrajudicial, para pôr fim a litígios ou pendências, podendo fixar limites de valor para a delegação da prática desses atos pelo Diretor–Presidente ou Diretores Estatutários, observadas as disposições legais e contratuais pertinentes e os limites de alçada da Diretoria Estatutária; (xvi) definir e propor ao Conselho, após o levantamento do balanço, a destinação do lucro do exercício, a distribuição dos dividendos da Companhia, inclusive sob a forma de juros sobre capital próprio e, quando necessário, o orçamento de capital; (xvii) elaborar, em cada exercício, o Relatório Anual de Administração e as Demonstrações Financeiras a serem submetidas ao Conselho e, posteriormente, à Assembleia Geral; (xviii) promover a adesão dos empregados ao Código de Conduta estabelecido pelo Conselho; (xix) elaborar e propor ao Conselho as políticas de responsabilidade institucional da Companhia, tais como meio–ambiente, saúde, segurança e responsabilidade social da Companhia e implementar as políticas aprovadas; (xiv) autorizar a contratação de quaisquer operações de empréstimos ou financiamentos, não cobertos pelas hipóteses regidas pelo item (xxiii) abaixo, cujo valor seja igual ou inferior a R$150.000.000,00 (cento e cinquenta milhões de Reais) por exercício fiscal; (xx) celebrar contratos ou negócios jurídicos em geral, não cobertos pelas hipóteses regidas pelo item (xxiii) abaixo, que obriguem a Companhia, ou exonerem terceiros de responsabilidades para com a Companhia, quando os valores envolvidos, em transações únicas ou conjuntas, sejam iguais ou inferiores a R$150.000.000,00 (cento e cinquenta milhões de Reais) por exercício fiscal. A título exemplificativo, é necessária a aprovação da Diretoria Estatutária nos contratos ou negócios jurídicos em geral que tenham por finalidade: - (a) a retirada de algum setor de negócio ao qual até então participava; - (b) a participação em associação ou parceria com terceiros; (c) a alienação, cessão e transferência de bens e direitos integrantes de seu ativo permanente, ou sua oneração; (d) a realização de investimentos de capital ou aquisições não constantes do orçamento anual previamente aprovado; (i) autorizar a aquisição, alienação e oneração de bens imóveis, podendo estabelecer normas e delegar poderes, cujos valores em transações únicas ou conjuntas, sejam iguais ou inferiores a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de Reais) por exercício fiscal; (ii) aprovar qualquer operação entre a Companhia, de um lado, e seus acionistas, Administradores, empregados, ou sociedades nas quais tais pessoas detenham, direta ou indiretamente, participação societária ou interesse sob qualquer forma, ou parentes de acionistas, Administradores e empregados da Companhia, ou qualquer parte que, nos termos da legislação aplicável, seja considerada parte relacionada da Companhia, cujo valor seja igual ou inferior a R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de Reais) por exercício fiscal; (iii) propor ao Conselho quaisquer reformulações, alterações, ou aditamentos de acordos de acionistas ou entre acionistas, ou de contratos de consórcio ou entre consorciados, de sociedades ou consórcios dos quais a Companhia participe e, ainda, propor a celebração de novos acordos e contratos de consórcio que contemplem matérias desta natureza; (iv) estabelecer e informar ao Conselho os limites de alçada individual de Diretores Estatutários, respeitados os limites de alçadas da Diretoria Estatutária estabelecidos pelo Conselho; (v) estabelecer, a partir dos limites de alçada fixados pelo Conselho para a Diretoria Estatutária, os limites de alçada ao longo da linha hierárquica da organização administrativa da Companhia; (vi) praticar todos e quaisquer atos já previstos no orçamento anual aprovado, independentemente do montante; e (vii) indicar as pessoas que devam integrar a diretoria, o conselho de administração e fiscal e comitês das sociedades e entidades em que a Companhia tenha participação, inclusive indireta. Parágrafo Único – Caberá à Diretoria Estatutária a fixação da orientação de voto a ser seguida por seus representantes, em Assembleias Gerais ou equivalentes nas sociedades, fundações e outras entidades de que a Companhia participa, direta ou indiretamente, respeitadas as oportunidades de investimento da Companhia e orientações aprovadas pelo Conselho de Administração, bem como o respectivo orçamento, e observado sempre o limite de sua alçada com respeito, dentre outros, ao endividamento, à alienação ou oneração de ativos, inclusive de valores mobiliários, à renúncia de direitos e ao aumento ou redução de participação societária. - Artigo 46 – Os atos de qualquer Diretor Estatutário, ou procurador, que envolva a Companhia em qualquer situação relativa à prestação de garantias ou contra garantias em favor de terceiros, em desacordo com o quanto constante deste Estatuto Social, artigo 25 item (xx) e artigo 45 item (xiv), são expressamente pr m C m O m D E m D E m m m D E D P m m D E A C m D P m C D E C m m m D E m m C A m G m m D E m m m m m C A m m D E m C m m m m D E D E m m m m A E A C m D R m m C C m m D E m m m m C m m m m m m m m m m C m m m m m D E m m A m m C m m m m m m m m m C m m m m m C m m m m m m m m m m C m CAP U O V DO CONSE HO SCA A OC m m m m m m m m A m G P m m S m m m m O C m P OC m A m G m m m A m G O P O m m C m A m G O m P OC R m m P N mm m C m C m A A m C m m C P O m C m m m m m m C m C m m m m m m m C C P D D N V M m C m m R m C A m C m R m C m A m C C m P A m m C m A m R m N m m m P A m m C m m m m m C m A Em m m m m m m m C m m m m m m m m m C P O m m C m m m m A m G C m P N m m m m m m A m G m m m m m C P P m m m C m m m m m P m m m C mm C A A m m m C A m G m P O m m m m m C m P S m m C m m m CAP U O V DO COM Ê DE AUD OR A CAE A OC m A CAE m m m m m m m C m C A m mm N m m m m m CAE m m m m m m A O CAE m m D E m m m D E m m C A m m m m P Ú OC A m R m CAE m m m A OC A m m m m CAE m m m m m m m m CAP U O V DA D S R BU ÇÃO DOS UCROS A O m m m P A D E m m m m m m m m m P m m m C A m G O m E m A O m m m m % m m m P A m m P AA m A m m m É m P AC m m m m OC OC m m m m P D m m P O m m m m P O m m m m m C m P O m m m P O m m m m m m m m A m m m m A m G P AC m C m A S m m m m m A m G A A AA m G m m m m CAP U O V DA A ENAÇÃO DO CON RO E AC ONÁR O DO CANCE AMEN O DO REG S RO DE COMPANH A ABER A E DA SA DA DO N VE A AA C C m m m m m A m R m N m m A C A A A m m m m m A C C m m P C C m A C A BM& BOVESPA C m m m A A P C m m m A C E S m m m m P C m m R m C m m A m m BM& BOVESPA m m A N A C C m m m C m m m V E m m m m A C C m N m m m N m m m N A m G A C m C m m m V E m m m E m m P Ú OA C C m N m C m m BM& BOVESPA m N M N M m m N M A m G A O m E S m m m C m A m m m m m P A m m V E m C m m A m G C A m m m m m m m A mC A m m m m m m m % A mC m m m A mC P O m A AC m A m P C m m A C m R m N AC m m m P C m m A C R m N A N A C C m N m m m N m m m N A m G m m E P A A m G A m m m P N m m N m m A A C m N m m m R m N m m V E m m E m m P OA C P N A C N A m G E m m m m P N A C N m m A m C m A m G E m m m m R m N C m N P C A m G m P m C m N A m G E A m m m A A R m N E A O m m m C R m N CAP U O X DO U O ARB RA A AC m A m m m C m m m C m A m M m m E S m C M N B C B C m V M m m m m m m m m R m N R m S C P N R m A m C m A m M CAP U O X DA QU DAÇÃO DA COMPANH A A AC m m m m A m G m m C m CAP U O X EM SSÃO DE UN S A AC m m m U m m U P C U m m C m A U m P A U m m m m m C A m m E P S m m m U A E m U U m m U A O U m m U m C m E P P m U P OC m m m m U m m U m P A U m m m A A U m m P O A m G C m U m m m U O U A m G C m m E S P N m m m m m U m m C m U m m U m m m C m U m U m m m U m C m U m m U m m m U m m m C m U m m U m m m U A N m C m U U U m m C m U m m m C m U m U m m m U N m m C m m U A O U m C m Em U m m U m m BM& BOVESPA m U N m m U m U m m BM& BOVESPA U CAP U O X D SPOS ÇÕES NA S E RANS ÓR AS A É C m m A É C m m m A N E m m C m C A m C m m C m m m C m m m m U m C X m m m A O m E A m G m R m N A O E S m A m G


DIÁRIO DO COMÉRCIO

18 -.ECONOMIA/LEGAIS

e

sexta-feira, 24 de maio de 2013

A inflação já está afetando o rendimento médio Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE,

conomia

Desemprego tem leve alta em abril Mesmo avançando na comparação com o resultado de março, o número de desempregados ainda é o menor para abril desde o início da série histórica do IBGE.

A

taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do País subiu pelo quarto mês seguido e chegou a 5,8% em abril ante 5,7% em março e 6% em abril do ano passado, informou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado está acima do esperado pelos agentes econômicos mas. Mesmo em alta, essa é a menor taxa da série histórica do IBGE, iniciada em 2002, para os meses de abril. Já o rendimento da população mostrou ligeira queda, 0,2%, no mês passado ante março, ao atingir R$ 1.862,40. Isso representa 1,6% acima do registro de abril de 2012. Por sua vez, a população ocupada caiu 0,1% em abril na comparação com março e aumentou 0,9% ante o mesmo período do ano anterior, totalizando 22,906 milhões de pessoas nas regiões avaliadas. A população desocupada – que inclui empregados temporários dispensados e desempregados em busca de colocação – chegou a 1,414 milhão de pessoas em abril, alta de 3% ante março, e queda de 3,3% sobre um ano antes. O mercado de trabalho formal havia aberto, em abril, 196.913 vagas de trabalho. Inflação – Na avaliação do coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, "a inflação jogou o rendimento para baixo". Além da queda de 0,2% de março para abril, o rendimento real habitual caiu 0,2%, em março, o rendimento real tinha caído também 0,2%, após alta de

Paulo Vitor/ EC

Empreiteiras demitem

S

O rendimento da população em abril atingir R$ 1.862,40, alta de 1,6% diante de igual mês de 2012. 1,2% em fevereiro e queda de 0,1% em janeiro. No entanto, comparando a média do período de janeiro a abril com igual intervalo do ano passado, o rendimento do trabalhador brasileiro subiu 1,7%. Nesse caso, o rendimento passou de

R$ 1 829,80 para R$ 1.861,54. "Houve ganhos de rendimento ao longo de 2012. Para perder esse ganho, demoraria muito", ressaltou Azeredo. O coordenador avaliou ainda que o mercado de trabalho demonstrou melhora qualita-

Mais greves no ano passado

O

Brasil teve no ano passado o maior número de greves desde 1997. E o número de horas não trabalhadas foi o maior desde 1991. O número de greves de trabalhadores cresceu 58% entre 2011 e 2012, segundo estudo do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos So-

cioeconômicos (Dieese). Enquanto em 2011 foram deflagradas 554 paralisações, no ano passado foram registradas 873 greves trabalhistas. Apenas no setor privado as greves cresceram 103%. Foram registradas 461 paralisações – 52,8% do total de greves. Em 2011, quando representou 41%

tiva em abril. Os trabalhadores com carteira assinada no setor privado cresceram 3,1% em comparação com igual mês de 2012. Já o número de empregados sem carteira assinada no setor privado caiu 5,8%. (Agências)

das paralisações, o setor privado teve 227 movimentos grevistas. A proporção de greves deflagradas no setor público caiu de 58,7% em 2011 para 46,8% no ano passado, embora o número de paralisações também tenha crescido. Em 2012, foram 409 movimentos grevistas ante 325 no ano anterior. As horas não trabalhadas também tiveram crescimen-

egundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE), o setor da construção civil dispensou 104 mil trabalhadores em abril na comparação com igual mês de 2012. A região metropolitana de São Paulo foi a principal responsáveis pela queda. O número de vagas no setor encolheu 8,5% em São Paulo, o correspondente à dispensa de 63 mil trabalhadores. A indústria da construção mostrou piora generalizada em abril. Tiveram queda o nível de atividade, que recuou pelo sexto mês consecutivo, e a utilização da capacidade de operação. Os resultados ruins foram puxados pelas empresas de grande porte e afetaram as expectativas dos empresários do setor para os próximos meses. As informações são da pesquisa Sondagem Indústria da Construção, divulgada nesta quinta-feira, 23, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

to no ano passado. Foram 86.858 horas, uma alta de 37% em relação ao número do ano anterior. Desse total, 75,3% (65.393 horas não trabalhadas) correspondem a paralisações de funcionários públicos. Reivindicações por reajuste salarial representaram 40,7% das greves de 2012, o principal motivo das paralisações, de acordo com o Dieese. Em seguida, aparecem

O indicador de evolução do nível de atividade do setor registrou 45,5 pontos no mês passado, na média das indústrias de pequeno, médio e grande porte. Para as maiores empresas, o índice foi ainda menor: 44,9 pontos. Também caiu o nível de atividade em relação ao usual. O índice de 43,7 pontos foi o menor da série histórica, iniciada em 2009, segundo a pesquisa. A escala vai de zero a 100. A Utilização da Capacidade de Operação (UCO) caiu de 70%, em março, para 66%, em abril. A CNI aponta que esse é o pior resultado desde janeiro de 2012 e que a redução foi mais intensa entre as grandes empresas – que passaram de 73% em março para 67% no mês passado. O baixo desempenho teve reflexos na redução do número de empregados. O índice de 48 pontos em março caiu para 45,6 pontos em abril e foi disseminado entre as empresas, segundo o levantamento. (Agências)

alimentação (26,9%), plano de cargos e salários (23%) e participação nos lucros e resultados (19%). No setor público, as mobilizações por reajuste salarial representaram 49,1% das greves. Na iniciativa privada, o principal motivo constatado para as paralisações foi a alimentação (39,3%), seguida de participação nos lucros (34,1%) e reajuste salarial (33%). (Agências)


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sexta-feira, 24 de maio de 2013

ECONOMIA/LEGAIS - 19

Euler Hermes Seguros g de Crédito S.A.

CNPJ/MF nº 04.573.811/0001-32 - NIRE 35.300.186.206 Ata de Assembleia Geral Extraordinária Data, Hora e Local: Realizada no dia 30 de novembro de 2012, às 18:00 horas, na sede social da Euler Hermes Seguros de Crédito S.A. na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Paulista; nº 2.421, 3ºandar, Jardim Paulista, CEP 01311-300 (a “Companhia”). Presença: Acionista representando a totalidade do capital social da Companhia, conforme assinatura constante do respectivo Livro de Presença de Acionistas. Convocação: Dispensada a convocação prévia, nos termos do parágrafo 4º do artigo 124 da Lei nº 6.404/76. Composição da Mesa: Guilherme Perondi Neto - Presidente da Mesa; e Nilton Yuji Sugiyama - Secretário. Ordem do Dia: (i) deliberar sobre aumento de capital social da Companhia, com a consequente alteração do caput do artigo 5º do Estatuto Social; e (ii) deliberar sobre a consolidação do estatuto social da Companhia. Deliberações: A acionista presente. representando a totalidade do capital social, deliberou: (i) aprovar o aumento de capital social da Companhia, de R$ 19.925.000,00 (dezenove milhões, novecentos e vinte e cinco mil reais) para R$ 22.925.000,00 (vinte e dois milhões, novecentos e vinte e cinco mil reais), um aumento, portanto, de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais), com a emissão de 3.000.000,00 (três milhões) de novas ações ordinárias, todas nominativas, sem valor nominal, totalmente subscritas e integralizadas pela única acionista da Companhia nesta data, nos termos do Boletim de Subscrição que integra a presente ata como Anexo I, alterando, dessa forma, o disposto no caput do artigo 5º do estatuto social da Companhia, que passará a ter a seguinte redação: “Artigo 5º- O capital social da Companhia, totalmente subscrito e integralizado em moeda corrente nacional, é de R$ 22.925.000,00 (vinte e dois milhões, novecentos e vinte e cinco mil reais), sendo 21.074.291 (vinte e um milhões, setenta e quatro mil e duzentas e noventa e uma) ações ordinárias e 2.100.084 (dois milhões, cem mil e oitenta e quatro) ações preferenciais, todas nominativas e sem valor nominal.; e (ii) consolidar o estatuto social da Companhia, o qual passa a ter a redação prevista no Anexo II à presente ata. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, o Sr. Presidente passou a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, inexistindo qualquer manifestação por parte da acionista, determinou à administração da Companhia proceder aos trâmites necessários para refletir as deliberações tomadas nesta data. Em seguida, o Sr. Presidente declarou encerrados os trabalhos, suspendendo a Assembleia pelo tempo necessário à lavratura desta Ata que, lida e achada conforme, foi aprovada e assinada por todos os presentes. Assinaturas: Mesa: Presidente: Guilherme Perondi Neto; e Secretário: Nilton Yuji Sugiyama; Acionista: Euler Hermes Serviços de Gestão de Riscos Ltda. (p. Guilherme Perondi Neto). Esta cópia é fiel à ata original lavrada em livro próprio. Guilherme Perondi Neto - Presidente; Nilton Yuji Sugiyama - Secretário. JUCESP nº 183.979/13-8 em 16/05/2013. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral. Anexo I: Boletim de Subscrição de Ações: 1. Subscritora: Euler Hermes Serviços de Gestão de Riscos Ltda.: (“Subscritora”), com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Paulista, nº 2.421, 3ºandar, Jardim Paulista, CEP 01311-300, inscrita no CNPJ/ MF sob o nº 03.543.537/0001-96, neste ato devidamente representada na forma de seu contrato social, por Guilherme Perondi Neto, brasileiro, casado, bacharel em relações internacionais, portador da Carteira de Identidade RG nº M-7.469.276 SSP/MG, inscrito no CPF/MF sob o nº 027.592.316-90, com endereço comercial na Cidade de São Paulo, no Estado de São Paulo, na Avenida Paulista, nº 2.421, 3ºandar, Jardim Paulista, CEP 01311-300, Diretor da Subscritora. 2. Número de Acões Subscritas: 3.000.000,00 (três milhões) de ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal. 3. Valor da Subscrição: R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais) (“Valor”). 4. Forma e Prazo de lntegralizacão: o Valor será integralizado nesta data mediante pagamento em moeda corrente nacional. São Paulo, 30 de novembro de 2012. Subscritora: Euler Hermes Serviços de Gestão de Riscos Ltda. Por: Guilherme Perondi Neto. Cargo: Diretor. Anexo II: Estatuto Social: Capítulo I - Denominação, Sede, Objeto e Duração: Artigo 1º - Euler Hermes Seguros de Crédito S.A., com sede e foro na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Paulista, nº 2.421, 3º andar, Jardim Paulista, CEP 01311-300, reger-se-á pelo presente estatuto e pelas disposições legais e regulamentares que lhe forem aplicáveis. Artigo 2º- O objeto da Sociedade é a exploração das operações de seguros dos ramos elementares, como definido na legislação em vigor. Artigo 3º - O prazo de duração da Sociedade é indeterminado. Artigo 4º - A Sociedade poderá manter sucursais, filiais, ou agências em qualquer ponto do território nacional, a critério da Diretoria. Capítulo II - Capital Social: Artigo 5º- O capital social da Companhia, totalmente subscrito e integralizado em moeda corrente nacional, é de R$ 22.925.000,00 (vinte e dois milhões, novecentos e vinte e cinco mil reais), sendo 21.074.291 (vinte e um milhões, setenta e quatro mil e duzentos e noventa e uma) ações ordinárias e 2.100.084 (dois milhões, cem mil e oitenta e quatro) ações preferenciais, todas nominativas e sem valor nominal. Parágrafo 1º - As ações representativas do capital social são indivisíveis em relação à Companhia e cada ação ordinária confere ao seu titular o direito a um voto nas Assembleias Gerais. Parágrafo 2º- As ações são nominativas e a sua propriedade será presumida pela anotação nos livros sociais competentes, sendo que, caso a Assembleia Geral delibere emitir títulos ou certificados representativos de ações, estes serão assinados por 2 (dois) Diretores. Parágrafo 3º- à Companhia é facultado emitir ações preferenciais sem guardar proporção com as espécies e/ou classe já existentes, ou que possam vir a existir, desde que o número de ações preferenciais não ultrapasse o limite de 50% (cinquenta por cento) do total do capital social. Parágrafo 4º- As ações preferenciais não terão direito a voto e terão prioridade no reembolso do capital social no caso de liquidação da Companhia. Capítulo III - Da Administração: Artigo 6º- A Sociedade será administrada por uma Diretoria composta de, no mínimo, 02 (dois) e, no máximo, 04 (quatro) membros, acionistas ou não, residentes no País, sendo 01 (um) Diretor Presidente e até 03 (três) Diretores sem designação específica, eleitos pela Assembleia Geral, que fixará sua remuneração. Parágrafo Único - Os Diretores terão as seguintes funções e atribuições: I - Diretor Presidente: (a) convocar e presidir as reuniões de Diretoria e as Assembleias Gerais; (b) orientar os demais diretores no desempenho de suas funções e determinar funções específicas aos mesmos; (c) determinar e coordenar a política geral de atuação da Sociedade em todas as suas áreas, isto é, operacional, administrativa e financeira; (d) aprovar o Regulamento Interno da Sociedade e suas alterações; (e) indicar, ad referendum da Assembleia Geral, os substitutos eventuais dos membros da Diretoria em caso de ausência ou impedimentos temporários; e (f) indicar auditores independentes. II - Os demais Diretores terão as funções que lhe forem atribuídas pelos acionistas que representam a maioria do capital social. Artigo 7º - O prazo de mandato da Diretoria é de 02 (dois) anos, sendo permitida a reeleição. Parágrafo Único - Vencido o mandato, os Diretores continuarão no exercício de seus cargos até a posse dos eleitos. Artigo 8º - Compete aos membros da Diretoria isoladamente, e observadas as normas deste Estatuto, a prática dos atos necessários ao seu regular funcionamento. Artigo 9º - Os Diretores ficam dispensados de prestar caução em garantia de suas gestões. Artigo 10 - A investidura no cargo de Diretor far-se-á por termo lavrado e assinado no livro de Atas de Reuniões da Diretoria, após a homologação de seus nomes pela Superintendência de Seguros Privados. Artigo 11 - Em caso de renúncia ou vaga de um dos cargos da Diretoria, esta indicaria, ad referendum da Assembleia Geral, um substituto provisório até a realização da primeira Assembleia Geral, que então deliberará sobre o provimento definitivo do cargo. O substituto eleito servirá até o término do mandato do substituído. Artigo 12 - A Diretoria reunir-se-á sempre que assim o exigirem os negócios e interesses sociais e sempre que convocada pelo Diretor Presidente e essas reuniões serão válidas quando contarem com a presença ou representação da maioria de seus membros em exercício. Parágrafo 1º - As resoluções da Diretoria serão tomadas por maioria de votos, cabendo ao Diretor Presidente, além do próprio voto, o de qualidade, no caso de empate. Parágrafo 2º - Das reuniões da Diretoria serão lavradas atas e assinadas pelos diretores presentes. Artigo 13 - Além dos poderes que forem necessários à realização dos fins sociais, a Diretoria fica, também, investida de plenos poderes para contrair obrigações, alienar imóveis, transigir, desistir, ceder, renunciar direitos, firmar compromissos, confessar dívidas, celebrar contratos, fazer acordos, cabendo-lhe, além das atribuições legais: (a) apresentar à Assembleia Geral o Relatório da Diretoria e as Demonstrações Financeiras previstas em lei; (b) deliberar sobre a criação ou extinção de sucursais, filiais ou agências; (c) fixar a orientação geral dos negócios sociais e fixar a política comercial e financeira da Sociedade; (d) propor à Assembleia Geral a destinação dos lucros do exercício, observadas as disposições legais e as deste Estatuto Social; (e) deliberar sobre a estrutura do quadro de pessoal, fixando padrões de vencimentos e outras eventuais vantagens; (f) deliberar sobre as operações e aplicações de recursos da Sociedade e (g) propor à Assembleia Geral a alteração da forma societária, do objeto social ou ainda do Estatuto Social da Sociedade. Artigo 14 - A representação da Sociedade e a prática de atos necessários ao seu funcionamento regular, competirão sempre: a 01 (um) Diretor; ou a 02 (dois) procuradores em conjunto, devidamente constituídos na forma do parágrafo seguinte. Parágrafo Único - A Sociedade poderá, por seu Diretor-Presidente, nomear procuradores para representá-la, nos limites dos poderes conferidos nos respectivos mandatos. Artigo 15 - São expressamente vedados os atos de qualquer Diretor, procurador ou funcionário da Sociedade, que a envolverem em obrigações relativas a negócios ou operações estranhas ao objeto social. Capítulo IV - Das Assembleias Gerais: Artigo 16 - A Assembleia Geral reunir-se-á, ordinariamente, dentro dos 03 (três) primeiros meses de cada ano e, extraordinariamente quando necessário, guardados os preceitos legais nas respectivas convocações. Artigo 17 - A Assembleia Geral será instalada pelo Diretor Presidente ou, na sua ausência, pelo Diretor por ele designado e presidida pelo acionista escolhido pelos presentes, o qual, por sua vez, escolherá um dos presentes para secretariar os trabalhos da mesa. Artigo 18 - A Assembleia Geral poderá, mediante deliberação dos sócios representando a maioria do capital social da Sociedade, alterar sua forma societária, seu objeto social ou ainda seu estatuto social. Capítulo V - Do Conselho Fiscal: Artigo 19 - O Conselho Fiscal terá o seu funcionamento não permanente, sendo instalado a pedido de acionistas, dentro do que preceitua o artigo 161 da Lei nº 6.404/76. Artigo 20 - O Conselho Fiscal, quando em funcionamento, será composto de no mínimo 03 (três) e no máximo 05 (cinco) membros, e suplentes em igual número, acionistas ou não, eleitos pela Assembleia Geral. Capítulo VI - Do Exercício Social - Balanços e Demonstrações Financeiras - Lucros e sua Aplicação: Artigo 21 - O exercício social coincidirá com o ano civil, encerrando-se, portanto, em 31 de dezembro de cada ano. Artigo 22 - Findo o exercício social, proceder-se-á ao levantamento do balanço e demais demonstrações financeiras da Sociedade, que serão submetidos ao parecer dos auditores independentes. A sociedade poderá levantar balanços em períodos inferiores ao exercício social para apuração de dividendos intercalares ou intermediários os quais, se houver, terão a destinação deliberada pelos acionistas. Dos lucros apurados, depois de feitas as provisões para pagamento do imposto de renda far-se-ão as seguintes deduções: (I) 5% (cinco por cento) para constituição do fundo de reserva legal, até que atinja a 20% (vinte por cento) do capital social; (II) 25% (vinte e cinco por cento) no mínimo, calculados com os ajustes de lei, para pagamento de dividendos aos acionistas; (III) o saldo, se houver, terá a aplicação que lhe for destinada em Assembleia Geral, por proposta da Diretoria, observadas as disposições legais atinentes à matéria. Artigo 23 - O dividendo não será obrigatório no exercício social em que a administração julgá-lo incompatível com a situação financeira da empresa, podendo a Diretoria propor à Assembleia Geral Ordinária que se distribua dividendo inferior ao obrigatório ou nenhum dividendo. A Assembleia Geral poderá, também, se não houver oposição de nenhum acionista presente, tenha direito a voto ou não, deliberar distribuição de dividendo inferior ao obrigatório ou a retenção de todo o lucro. Artigo 24 - O prazo para pagamento do dividendo será estipulado pela Assembleia Geral Ordinária que o aprovou, de acordo com as disponibilidades financeiras da Sociedade, justificadas pela Diretoria, porém, não ultrapassando o exercício. Artigo 25 - A Diretoria terá poderes para determinar a distribuição de lucros e/ou dividendos, dentro dos, limites legais e ad referendum da Assembleia Geral de Acionistas que aprovar as contas daquele exercício social. Capítulo VIl - Disposições Finais: Artigo 26 - A Sociedade ser,á dissolvida nos casos previstos em lei ou em virtude de deliberação da Assembleia Geral. Artigo 27 - Os casos omissos neste Estatuto serão resolvidos pela Assembleia Geral, em conformidade com a legislação em vigor.

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FDE AVISA: Pregão Eletrônico de Registro de Preços nº 36/00518/13/05 OBJETO: AQUISIÇÃO DE KIT DE EQUIPAMENTO/MATERIAL PARA LABORATÓRIO DE MATEMÁTICA - CICLO II - ENSINO FUNDAMENTAL, CONFORME DETALHAMENTO CONSTANTE DO ANEXO II - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS, PARTE INTEGRANTE DESTE EDITAL. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para: Aquisição de Kit de Equipamento/Material para Laboratório de Matemática - Ciclo II - Ensino Fundamental, Conforme Detalhamento Constante do Anexo II - Especificações Técnicas, Parte Integrante deste Edital. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 24/05/2013, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 10/06/2013, às 09:30 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 24/05/2013, até o momento anterior ao início da sessão pública. BARJAS NEGRI Presidente

Springer S.A. CNPJ nº 92.929.520/0001-00 - NIRE nº 35.300.121.953 - Sociedade de Capital Aberto REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 29 DE ABRIL DE 2013 Aos 29 (vinte e nove) dias do mês de abril de 2013, reuniram-se na Rua Howard Archibald Acheson Jr, 55 - bloco A - 1º andar, na cidade de Cotia, estado de São Paulo, os membros do Conselho de Administração da Springer S.A., instalada com a presença da totalidade dos conselheiros, presidida pelo Sr. Rogério Pinto Coelho Amato. Deu por aberto os trabalhos e esclareceu que a reunião destinava-se à eleição dos membros da Diretoria, para mandato de 2 (dois) anos, na forma estatutária. Feita a votação, verificou-se a indicação por unanimidade, dos seguintes diretores. Como Diretor Presidente, Sr. Walter Sacca, brasileiro, casado, industrial, RG nº 2.692.392-SSP/SP e CPF nº 008.076.218-20, residente e domiciliado em São Paulo-SP, na Rua Visconde de Nacar, 219 - 8º andar e, como Diretor de Relações com Investidores, Manuel Fernandes Dos Ramos Varanda, português, casado, contador, RNE nº W-624777E e CPF nº 682.539.408-82, residente e domiciliado em São Paulo-SP, na Rua Franco Vittadini, 51. E, como nada mais houvesse a tratar, foram encerrados os trabalhos e lavrada a presente ata que, depois de lida e aprovada, passou a ser assinada pelos presentes. Cotia (SP), 29 de abril de 2013. Rogerio Pinto Coelho Amato - Presidente do Conselho de Administração, Mario Amato - p.p. Rogério Pinto Coelho Amato, Walter Sacca. JUCESP nº 185.978/13-7 em 21/05/13. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

Epharma – PBM do Brasil S.A. CNPJ/MF 03.448.808/0001-24 - NIRE 35.300.173.872 Edital de Convocação da Assembleia Geral Extraordinária Convocamos os srs. acionistas, nos termos do disposto no art. 124 da Lei 6.404/76, a comparecer e participar na AGE que será realizada em 1ª convocação no dia 4/6/13, 10hs, Al. Mamoré, 989, 9º, cj. 902, Alphaville, Barueri/SP, p/ deliberar s/ as seguintes matérias: (i)eleição e nomeação de novo membro do Cons. de Administração; (ii)aumento do cap. social da Cia., no montante de R$ 15.094.004,61, com emissão de 201.549 novas ações ordinárias da Cia. a serem subscritas e integralizadas pelo Donec I-Fundo de Investimento em Participações; (iii)a consequente alteração do Art. 5º do Estatuto Social; e (iv)em decorrência do disposto acima e de acordo de acionistas a ser celebrado na data da Assembleia por determinados acionistas, a reforma e consolidação do Estatuto Social. Os documentos relativos às matérias constantes da ordem do dia se encontram à disposição dos acionistas na sede social. Barueri, 22/5/13. Epharma-PBM do Brasil S.A.. Francisco Deusmar de Queiros-Pres. Cons. de Admistração. (22, 23 e 24/05/2013)

AVISO DE EXTRAVIO DE LIVROS SOCIETÁRIOS AYNIL SOLUÇÕES S.A., companhia fechada, com sede na Avenida Ceci, nº 286, piso 1 e depósito 2, Centro Empresarial Tamboré, CEP: 06460-120, na Cidade de Barueri/SP, inscrita no CNPJ sob nº. 05.280.162/0001-44, e com registro na Junta Comercial do Estado de São Paulo – JUCESP sob o NIRE 35.300.395.263 (“Companhia”), informa o extravio dos seguintes livros societários da Companhia, com números de ordem 01: Livro de Registro de Ações Nominativas; Livro de Registro de Transferência de Ações Nominativas, Livro de Registro de Atas de Assembleia Geral, Livro de Registro de Presença de Acionistas; Livro de Registro de Atas do Conselho de Administração; Livro de Registro de Atas da Diretoria; e Livro de Registro de Atas do Conselho Fiscal. Barueri, 22 de maio de 2.013

Extravio de Documento

Extravio de Documento

Empresa Sporl Consultoria e Serviços Ltda razão social atual Vetor Fomento Mercantil Ltda. - CNPJ: 07.686.185/0001-89, IM: 3.466.295-2. Foi extraviado Livro Modelo 57 registrado sob nº 2761811; AIDF nº 101, notas fiscais de 001 a 100 e AIDF nº 370, notas fiscais 101 a 350.

Chazown Transportes Ltda - ME, CNPJ: 09.179.833/000136, IE: 147.830.678.110 Foi extraviado Talonário de Notas fiscais modelo 1 tipo fatura de 001 a 050 AIDF: 218331311107 e Livro Modelo 06.. PREFEITURA MUNICIPAL DE BROTAS - SP AVISO DE PREGÕES PRESENCIAIS Nº 055/2.013 e Nº 056/2.013 E CONCORRÊNCIA PÚBLICA Nº 001/2.013

Acham-se abertas, na Prefeitura Municipal de Brotas: - Pregão Presencial nº 055/2.013 – Objeto: Registro de Preços para a aquisição de material de construção. Encerramento: 11/06/2.013, às 09:00 horas. - Pregão Presencial nº 056/2.013 – Objeto: Aquisição de 01 (um) automóvel utilitário, tipo furgão, zero quilômetro, ano / modelo de fabricação 2.013/2.013. Encerramento: 11/06/2.013 às 14:00 horas. - Concorrência Pública nº 001/2.013 – Objeto: Contratação de Empresa especializada em consultoria e assessoramento na área pública, para a prestação de serviços especializados de orientação à gestão governamental, nas áreas contábil/econômica, financeira, bem como administrativa, compreendendo: Plano Plurianual, Diretrizes Orçamentárias; Orçamento Público; Tributação de competência Municipal; Contabilidade Pública; Compras; Licitações e Contratos Administrativos e Recursos Humanos da Administração Pública, sob o regime de empreitada por preço global. Encerramento: 15/07/2.013 às 09:00 horas. Os Editais, na íntegra, poderão ser retirados no Setor de Administração de Materiais, sito à Rua Benjamin Constant, nº 300, Centro, Brotas – SP, de segunda a sextafeira, das 13:00 horas às 16:30 horas ou através do site: www.brotas.sp.gov.br. Brotas, 23/05/2.013 – GUINTHER MÜLLER –Administrador de Materiais

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FDE AVISA: Pregão Eletrônico de Registro de Preços nº 36/00520/13/05 OBJETO: AQUISIÇÃO DE KITS DE EQUIPAMENTOS DE MATEMÁTICA - ENSINO MÉDIO EM TEMPO INTEGRAL - LOTE 2. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para: Aquisição de Kits de Equipamentos de Matemática - Ensino Médio em Tempo Integral - Lote 2. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 24/05/2013, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 10/06/2013, às 11:00 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 24/05/2013, até o momento anterior ao início da sessão pública. BARJAS NEGRI Presidente

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FDE AVISA: Pregão Eletrônico de Registro de Preços nº 36/00365/13/05 OBJETO: FORNECIMENTO COM INSTALAÇÃO DE MOBILIÁRIO ADMINISTRATIVO. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para: Fornecimento com Instalação de Mobiliário Administrativo. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 24/05/2013, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 10/06/2013, às 10:00 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 24/05/2013, até o momento anterior ao início da sessão pública. BARJAS NEGRI Presidente

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO AVISO DE LICITAÇÃO Pregão nº 029/2013 - Processo nº 230/2013 Acha-se aberto, no Ministério Público do Estado de São Paulo, o Pregão Presencial nº 029/2013 - Processo nº 230/2013, que tem por objeto o Registro de Preços a aquisição de materiais de consumo de informática. O Edital da presente licitação encontra-se à disposição dos interessados, gratuitamente, na Comissão Julgadora de Licitações, situada na Rua Riachuelo nº 115, 5º andar, sala 506, de 2ª a 6ª feira, das 09:30 às 18:30 horas, ou através da Internet nos Sites www.mp.sp.gov.br e www.e-negociospublicos.com.br. Os envelopes serão recebidos na sessão pública de processamento do Pregão, na Rua Riachuelo nº 115, na sala 926, no dia 11/06/2013, e sua abertura dar-se-á às 11:00 horas no mesmo dia e local. Comissão Julgadora de Licitações, em 22 de maio de 2013.

1. Data, hora e local: Em 30.11.2012, às 10hs, na sede, na Av. Eng. Luíz Carlos Berrini, 1461, 13º andar, Brooklin Novo, SP/SP(“Sociedade”). 2. Convocação: Dispensada na forma da Lei 10.406/2002. 3. Presenças: totalidade do capital social. 4. Mesa: Cesar de Araújo Mata Pires (Presidente) e José Adelmário Pinheiro Filho (Secretário), ambos já qualificados. 5. Ordem do dia e 6. Deliberações Unânimes: Aprovado o balanço especial da Sociedade, data base de 31/10/2012, anexo à presente ata na forma do Anexo I. Também aprovado o Protocolo, celebrado nesta data pelos Administradores da Sociedade e da EMPI, anexo à presente ata na forma do Anexo II, com versão do patrimônio da Sociedade à EMPI. Os sócios ratificam a nomeação e contratação da IGAF LM Auditores Independentes, empresa especializada com CRC RJ 001284/O-5, com sede no RJ/RJ, CNPJ/MF 29.184.207/0001-45, como sociedade contratada para a avaliação do acervo líquido contábil da Sociedade a ser incorporado pela EMPI, pelo valor patrimonial contábil, bem como para a elaboração do Laudo de Avaliação. Os sócios aprovam o Laudo de Avaliação, que consta como Anexo IV da presente ata; Aprovada a incorporação da Sociedade pela EMPI, de acordo com os termos e condições do Protocolo; Fica aprovada a extinção da Sociedade, cujo distrato de seu Contrato Social consta como Anexo III à presente ata. Em virtude da operação de incorporação ora aprovada, nos termos do Protocolo, a EMPI, na qualidade de incorporadora, sucederá a Sociedade em todos os direitos e obrigações relacionados aos bens vertidos ao seu patrimônio; Os sócios autorizam os Administradores da Sociedade a tomar todas as medidas necessárias para implementação das deliberações ora aprovadas. 7. Encerramento: Nada mais a tratar, a sessão foi suspensa para lavratura da presente ata, que foi lida, aprovada e assinada por todos. SP/SP, 30.11.2012. Mesa: Cesar de Araújo Mata Pires - Presidente da mesa; José Adelmário Pinheiro Filho - Secretário. Sócios Presentes: EMPI Empreendimentos Imobiliários Ltda., Cesar de Araújo Mata Pires e José Adelmário Pinheiro Filho; RV Participações Ltda., Cesar de Araújo Mata Pires e José Adelmário Pinheiro Filho.

Auto Posto Guadalupe VG Ltda, torna público que recebeu da CETESB a Licença de Operação n° 29006174, válida até 22/05/2018, para comercio varejista de combustíveis e lubrificantes, sito a Av. Joaquina Ramalho, 1099, Vila Guilherme - São Paulo - SP

Springer S.A. CNPJ nº 92.929.520/0001-00 - NIRE nº 35.300.121.953 Sociedade de Capital Aberto Assembléia Geral Ordinária Realizada em 29 de Abril de 2013 1 - Data, Hora e Local: 29 de abril de 2013, às 11:00 horas, em sua sede social, na Rua Howard Archibald Acheson Jr, 55 - bloco A - 1º andar, na cidade de Cotia, Estado de São Paulo. 2 - Quorum: Acionistas representando mais de dois terços do Capital Social votante. 3 - Convocação: Editais publicados no Diário Oficial do Estado de São Paulo, caderno Empresarial, nos dias 10, 11 e 12 de abril de 2013 às páginas 28, 126 e 62, respectivamente e Diário do Comércio, caderno Economia/Legais, nos dias 10, 11 e 12 de abril de 2013 às páginas 19, 27 e 27, respectivamente. 4 - Composição da Mesa: Rogério Pinto Coelho Amato, Presidente e Fernanda Gaeta Sacca, Secretária. 5 - Resumo das Deliberações da Assembléia Geral Ordinária: Por votação unânime, com abstenção dos legalmente impedidos em relação à aprovação das contas da administração, a Assembléia Geral tomou as seguintes deliberações: 5.1 - aprovou o Relatório da Administração, Balanço Patrimonial, Demonstrações Financeiras e Parecer dos Auditores Independentes, relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo, caderno Empresarial, no dia 18 de abril de 2013, às páginas 59 e 60 e no Diário do Comércio, caderno Economia/Legais, no dia 18 de abril de 2013 à página 19, sendo que o aviso previsto no artigo 133 da Lei 6.404/76, alterada pela Lei 10303 de 31/10/2001, foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo, caderno Empresarial nos dias 28 e 29 de março e 02 de abril de 2013, às páginas 378, 187 e 52, respectivamente e no Diário do Comércio, Caderno Economia/Legais, nos dias 28 e 29 de março e 02 de abril de 2013, às páginas 39, 25 e 21 respectivamente. Ficou consignado que, na deliberação desse item, os acionistas Riomar Comercial e Administradora Ltda., Mario Amato, Rogério Pinto Coelho Amato e Walter Sacca se abstiveram de votar, tendo as acionistas Otamar S.A. Empreendimentos e Participações, representada nesta assembléia pelo procurador Rogério Pinto Coelho Amato e AFAM Empreendimentos e Negócios Comerciais Ltda, representada nesta Assembléia pela procuradora Fernanda Gaeta Sacca, aprovado, sem ressalvas, as contas da administração, bem como os demais acionistas presentes. Após a aprovação das contas, os acionistas Otamar S.A. Empreendimentos e Participações, Riomar Comercial e Administradora Ltda., Mario Amato e Rogério Pinto Coelho Amato, na votação dos demais itens, passaram a ser representados nesta Assembléia Geral pelo “Síndico” do Grupo Amato, Rogério Pinto Coelho Amato, conforme Instrumento Particular de Instituição de “Sócio Controlador”, datado de 01/10/2002, registrado na Sociedade e arquivado na CVM; 5.2 – Nos termos propostos pela Administração, considerando o prejuízo de R$ 1.650.468,95, resolveram absorver este prejuízo com Reserva para Investimentos; pagamento de dividendos no montante de R$ 9.300.000,00, com utilização de parte da Reserva para Investimentos, correspondente a R$ 0,072282632 por ação Ordinária, R$ 0,074849680 por ação Preferencial classe “A” e R$ 0,086739159 por ação Preferencial classe “B”, respeitando os limites consoantes dos artigos 10º e 38º do Estatuto Social, que deverão ser pagos até 15/05/2013, sem atualização monetária. 5.3 - Reeleitos como membros do Conselho de Administração, com mandato de dois anos, Rogério Pinto Coelho Amato, brasileiro, separado judicialmente, administrador de empresas, residente e domiciliado em São Paulo, na Rua Padre João Manuel, 461 - Apto. 82 - Cerqueira Cesar, portador da cédula de identidade RG n.º 2.901.651-4 SSP/SP e do CPF n.º 289.877.138-49, Mario Amato, brasileiro, casado, industrial, residente e domiciliado em São Paulo-SP, na Rua Visconde de Nacar, 219 - 5º andar, portador da cédula de identidade RG n.º 606.664-1-SSP/SP e do CPF n.º 007.200.118-68 e Walter Sacca, brasileiro, casado, industrial, residente e domiciliado em São Paulo-SP, na Rua Visconde de Nacar, 219 - 8º andar, portador da cédula de identidade RG n.º 2.692.392-SSP/SP e do CPF n.º 008.076.218-20. 5.4 - Estabelecida uma remuneração global anual aos administradores, para a próxima gestão, até 30 de abril de 2.014, em valor máximo de R$ 4.440.000,00 (Quatro milhões e quatrocentos e quarenta mil reais), a ser dividido entre eles como for deliberado pelo Conselho de Administração. 6 - Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos e lavrada esta ata em forma de sumário, assinada por todos os presentes, autorizada a publicação com omissão das assinaturas. Declaração: Declaramos que a presente é cópia fiel da ata lavrada em livro próprio da Springer S.A., assinada pelos acionistas mencionados. Cotia (SP), 29 de abril de 2013. Rogério Pinto Coelho Amato - Presidente Fernanda Gaeta Sacca - Secretária. Visto: Lázaro De Campos Junior - OAB/SP 83.305. JUCESP nº 185.979/13-0 em 21/05/13. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

Vespaziano Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda. CNPJ/MF n.º 07.150.388/0001-56 - NIRE 35.219.539.421 Ata de Reunião de Sócios realizada em 19 de setembro de 2012 Data, Horário e Local: 19/9/12, 10hs, na sede. Convocação e Presença: Dispensada, presença da totalidade. Mesa: Pre.: Jorge Cury Neto; e Secr.: Fernando Salomão. Ordem do Dia: (i) Aprovação da redução do capital social da Sociedade, c/a consequente modificação da Cláusula 5ª do Contrato Social vigente. Deliberações: (i) Tendo em vista que todas as quotas que compõem o Cap. Social da Cia. foram devidamente integralizadas pelos sócios, a Sociedade verificou que o total do valor integralizado é excessivo, motivo pelo qual os sócios deliberaram, por unanimidade, reduzir o cap. social do montante de R$ 3.000.000,00 para R$ 500,00, passando a Cláusula 5ª do Contrato Social da Sociedade a viger c/ a seguinte redação: “Cláusula 5ª-O cap.social, totalmente subscrito e integralizado pelos sócios é de R$ 500,00, representados por 500 quotas, no valor nominal de R$ 1,00 c/ uma, assim distribuídas entre os sócios: Sócio-Quotas-%-Valor/R$: AAM Empreendimentos Imobiliários Ltda.-300-60-300,00; Toledo Ferrari Construtora e Incorporadora Ltda.-50-10-50,00; Tricury Construções e Participações Ltda.-150-30-150,00; Total-500-100-500,00. § 1º-A responsabilidade de cada sócia é restrita ao valor de suas quotas, mas todas as sócias são solidariamente responsáveis pela integralização do cap. social. § 2º-As quotas do cap. social são indivisíveis e sua cessão, transferência ou alienação a terceiros, estranhos à Sociedade, só poderá ser efetuada mediante a autorização expressa das demais sócias, aos quais, fica assegurado o direito de preferência na proporção de sua participação no cap. social. § 3º-As sócias têm preferência para subscrever, na proporção das quotas de que foram titulares, qualquer aumento de capital que seja deliberado, no prazo de 30 dias da deliberação. O não exercício deste direito, no prazo estipulado, por qualquer dos sócios, poderá ser exercido pelos demais.” Encerramento: Foi lida, aprovada e assinada por todos. SP, 19/9/12. Mesa: Jorge Cury Neto-Pres. e Fernando Salomão-Secr.. Sócios: Tricury Construções e Participações Ltda.-p. Jorge Cury Neto e Fernando Salomão, Toledo Ferrari Construtora e Incorporadora Ltda.-p. Carlos Eduardo Toledo Ferraz e Cid Vinhate Ferrari Filho, AAM Empreendimentos Imobiliários Ltda.-p. Armando Menah Nicolau e Marilia Menah Nicolau.

Argo Seguros Brasil S.A. CNPJ/MF nº 14.868.712/0001-31 - NIRE 3530041793-3 Declaração de Propósito Pedro Purm Junior, brasileiro, casado, engenheiro, portador da Cédula de Identidade RG nº 4.584.147-0 e inscrito no CPF/MF sob o nº 010.450.128-66, residente e domiciliado na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, Brasil, na Rua Conceição de Monte Alegre, 1563, declara sua intenção de exercer o cargo de Diretor do Escritório de Representação no Brasil da resseguradora admitida ARGO RE LTD. e que preenche as condições estabelecidas nos artigos 3° e 4º da Resolução CNSP n° 136, de 7/11/2005. Esclarece que, nos termos da regulamentação em vigor, eventuais impugnações à presente declaração deverão ser comunicadas diretamente à Superintendência de Seguros Privados-SUSEP, no endereço abaixo, no prazo máximo de 15 dias, contados da data desta publicação, por meio de documento em que o autor esteja devidamente identificado, acompanhado da documentação comprobatória, observado que o declarante poderá, na forma da legislação em vigor, ter direito a vista do respectivo processo. Superintendência de Seguros Privados - SUSEP - Av. Presidente Vargas, 730 - 9º andar - Centro - 20071-900 - Rio de Janeiro/RJ. (24 e 28/05/2013)

ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS DA TRANSBRASIL CNPJ nº 04.368.032/0001-03 - EDITAL Atendendo ao Dispositivo Estatutário, fazemos saber através desta publicação, que foram eleitos, com a maioria dos votos, os componentes da chapa apresentada para o triênio 2013/2016 da Associação dos Funcionários Aposentados e Pensionistas da Transbrasil. Comissão eleitoral: Clemente Carlos Cunha, Gilmar Machado da Silva, Isaldo Roberto. São Paulo, 23 de maio de 2013.


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O dado novo mostra que Libra é muito grande, muito maior do que tínhamos até agora. Magda Chambriard, diretora geral da ANP.

conomia Marcos de Paulo/Estadão Conteúdo

Governo antecipa o primeiro leilão do pré-sal A área de Libra, maior reserva de petróleo já descoberta no Brasil, será licitada em outubro, um mês antes da data originalmente prevista.

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governo separou a área de Libra, na bacia de Santos, maior reserva de petróleo já descoberta no Brasil, para leiloar na primeira rodada de licitações de direitos de exploração na camada de pré-sal. O leilão será realizado na segunda quinzena de outubro, um mês antes da data originalmente prevista, informou ontem a diretora geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard. O dia exato não está fixado, mas se sabe que a presidente DilCarlos Moraes/Agência O Dia/Estadão Conteúdo

A diretora geral da ANP, Magda Chambriard, confessou-se "deslumbrada", com as novas estimativas para o campo de Libra. ma Rousseff comparecerá. O edital deve ser publicado "em breve" prometeu Magda. Com a antecipação, o leilão de gás natural convencional e não convencional – marcado para outubro – foi adiado para novembro. A diretora geral da ANP explicou que novas estimativas para o campo de Libra foram conhecidas um pouco antes do leilão realizado na semana passada (11ª rodada) e que a deixaram "deslumbrada". "O dado novo mostra que Libra é muito grande, muito maior do que tínhamos até agora. É grandiosa", disse. Ontem (quartafeira) nos reunimos com a presidente Dilma e mostramos que Libra era a melhor oportunidade para levar ao leilão do pré-sal", contou Magda. "A gente achou que não ia querer esperar tanto". A nova estimativa de Li-

bra indicou reservas de 26 bilhões a 42 bilhões "in situ" (petróleo dentro do reservatório, sem garantia de extração). "Mais perto de 42 do que de 26", segundo a diretora. As reservas recuperáveis poderão atingir entre 8 e 12 bilhões de barris, superando Tupi, cujas reservas foram estimadas em 2007 entre 5 a 8 bilhões de barris de óleo equivalente. Em 2010, uma consultoria estimou para Libra até 15 bilhões de barris recuperáveis, volume posteriormente reduzido pela ANP, ante novos dados. Com a perfuração do poço e dados de sísmica 3D, o volume foi novamente elevado, para 8 a12 bilhões de barris. O maior campo produtor no Brasil, Marlim, tem 2 bilhões de barris de petróleo recuperáveis. A área de Libra que será alvo do leilão foi definida na resolução publicada no Diário Oficial da União de ontem como a que "se localiza na Bacia de Santos e foi descoberta pelo poço 2-ANP-0002ARJS". A licitação terá regras diferentes dos tradicionais leilões da ANP, realizados sob o regime de concessão. Para o País ficar com uma maior parte da riqueza, será adotado o regime de partilha, segundo o qual a União é a proprietária do óleo e remunera as empresas com parte da produção. Vence a licitação o grupo que conferir a maior participação no volume de petróleo produzido em favor do Estado. O regime diz ainda que cabe ao contratante explorar e extrair o petróleo às suas custas. Reservas não extraídas continuam propriedade do Estado. Magda lembra que a Petrobras terá que participar como operadora de 30% de Libra, mesmo que não faça parte do consórcio vencedor. A companhia vai ter que acompanhar o maior valor ofertado em bônus de assinatura. Os leilões do pré-sal devem ser mais frequentes, em 2015 ou 2016. (Agências)

Para Lobão, "coerência".

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o comentar o adiamento do leilão de gás para áreas convencionais e não convencionais (de xisto), de outubro para novembro, o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão disse que a decisão foi por questão de bom senso. "Com isso, estamos dando um pouco mais de coerência aos leilões, já que tivemos um de petróleo (11a rodada), faremos outro de petróleo (pré-sal), e por último o de gás", afirmou ele. Lobão reiterou que o Código de Mineração será enviado pelo governo ao Congresso em junho e citou a recente vitória da base governista na aprovação da Medida Provisória dos Portos para dizer justificar o envio. "A base parlamentar do governo é vitoriosa. Quem disse que não há clima?" O marco vem sendo estudado há anos pelo governo e pode, de um lado, acelerar investimentos e, de outro, melhorar a arrecadação dos royalties cobrados pela União na exploração de minerais.

Sobre a Medida Provisória 605, Lobão disse que o governo "deseja e espera" que o parlamento a aprove. A MP autoriza o uso de recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para uma espécie de empréstimo às distribuidoras de eletricidade para cobrir o custo com a exposição no mercado à vista e com o despacho de térmicas durante a seca. "É medida importante que reduz a conta de luz dos consumidores e dá competitividade à indústria. Se não for aprovada, o Congresso terá que fazer medida intermediária para garantir esse efeito, respeitados os limites da lei", afirmou. Lobão evitou comentar se o governo desligará usinas térmicas novamente no próximo mês. Movidas a óleo combustível, gás ou carvão, são mais caras e poluentes. Quase todas estão acionadas desde outubro do ano passado, devido à forte seca e ao baixo no nível dos reservatórios das hidrelétricas. (Agências)

Transpetro retoma contrato para 12 novos navios

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Transpetro, subsidiária da Petrobras no setor de logística, anunciou ontem que fechou os termos para os contratos de compra e venda de 12 navios encomendados ao Estaleiro Atlântico Sul (EAS). Tais contratos foram suspensos em maio do ano passado, e os aditivos para a retomada foram assinados na quarta-feira. "O estaleiro cumpriu todas as exigências da companhia para prosseguir na construção das embarcações, que integram o Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef)", diz nota da Transpetro Segundo a nota, o estaleiro pernambucano terá assistência técnica da japonesa IHI Marine United, que fornecerá os projetos dos 12 navios, de acordo com as especificações estabelecidas nos contratos. A Transpetro suspendera a encomenda por falta de projeto tecnológico, após a saída da coreana Samsung. Essa fornecera os projetos da primeira série de 10 navios do tipo suezmax, mas deixou de ser parceira tecnológica do estaleiro. (Reuters)

Troca de presidências

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iaVarejo e TAM Linhas Aéreas fizeram ontem mudanças na alta direção. Na primeira, o presidente, Antonio Ramatis Rodrigues, renunciou ao cargo, seis meses depois de ter assumido; na segunda, a presidência foi assumida pela executiva Claudia Sender, até agora vice-presidente da Unidade de Negócios Doméstica Brasil da TAM Linhas Aéreas. No aviso da renúncia de Ramatis, ocorrida em meio a uma reunião do conselho de administração da ViaVarejo, não foram informados um substituto e os motivos da saída do executivo. Mais

cedo, a companhia informara que a KPMG concluiu relatório de registros contábeis de junho de 2010 a abril de 2012, levantamento pedido à empresa de auditoria em meio a dúvidas da família Klein sobre inconsistências nos balanços da Globex, dona do Ponto Frio. Na TAM, o presidente da controladora (TAM S.A.), Marco Antonio Bologna, vinha acumulando a presidência da TAM Linhas Aéreas desde fevereiro do ano passado. Agora, se concentrará na consolidação da fusão com a LAN e assuntos relacionados ao Grupo LATAM Airlines. (Reuters)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

sexta-feira, 24 de maio de 2013

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ECONOMIA/LEGAIS - 21 Objetivo da União Europeia é obter informações detalhadas das empresas, não só de instituições financeiras

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do mercado de 225 bilhões de dólares d e s m a r tphones desd e s u a e streia em 2010, vão ajudar a empresa a registrar resultados recordes no trimestre atual. Apesar das críticas feitas por Um "brinquedo" especialistas de que 60 países têm dispositivos, a Samsung está se beneficiando com o markeoperadoras nos EUA. Analistas esperam que as ting pesado, conforme tenta fortes vendas para a quarta ganhar participação de merversão do Galaxy, que impul- cado na ausência de novos sionou a Samsung para o topo modelos da Apple. (Reuters)

UE estende o olho para a A evasão fiscal A

principal autoridade reguladora da Europa quer forçar as grandes empresas a divulgarem o quanto pagam de impostos em cada país onde operam, uma medida que, segundo alguns políticos, pode conter a evasão fiscal. Michel Barnier, o comissário europeu responsável pela elaboração de regulamentação de negócios, disse em um discurso em Amsterdã que as regras que obrigam os bancos a informarem os seus lucros, impostos e subsídios por país, a partir de 2015, devem ser estendidos a outras empresas. "Vamos expandir essas obrigações de comunicação para grandes empresas e grupos", disse ele na quinta-feira. A evasão fiscal corporativa tornou-se uma grande questão política internacional durante o ano passado, e recebeu um novo impulso nesta semana com um relatório do Senado dos EUA sobre a Apple. O relatório disse que a Apple, uma empresa multinacional, pagou pouco ou nenhum imposto sobre deze-

nas de bilhões de dólares em lucros canalizados através de subsidiárias irlandesas que não tinham domicílio fiscal em nenhum país. A extensão em que a Apple tinha evitado os impostos não tinha sido tornada pública porque as empresas não têm de comunicar receitas, lucros e impostos em uma base nacional. A Apple disse que paga todos os impostos devidos em cada país onde opera. Grandes negócios se opõem fortemente aos relatórios fiscais por país, os quais as empresas dizem que imporiam encargos administrativos excessivos. A prática poderia se tornar lei simplesmente alterando a proposta existente para relatórios não-financeiros, disse uma autoridade da UE. Isso tornaria possível a introdução das regras em 2015, sujeito a negociações entre EstadosMembros e o Parlamento Europeu.Os EUA e a UE também concordaram em forçar as empresas de mineração e petróleo a publicarem impostos e outros pagamentos a países ricos em recursos, para reduzir a corrupção. (Reuters)

Samsung disse que as vendas da última versão de seu principal smartphone, o Galaxy S, atingiram 10 milhões de aparelhos desde o seu lançamento no final de abril, tornando o modelo seu smartphone vendido mais rapidamente. O S4, o desafio da empresa sul-coreana ao iPhone, da Apple, já está sendo vendido em 60 países, e a Samsung planeja expandir as vendas para 327 operadoras em 155 países no próximo mês, informou a maior fabricante de smart-

Divulgação

Dez milhões em menos de dois meses

phones do mundo. As sólidas vendas ocorreram mesmo após problemas de abastecimento terem ameaçado o lançamento de algumas

Rumo ao topo, Lenovo fustiga a HP.

A

s ousadas aquisições da Lenovo no mercado de PCs, uma incursão no setor de dispositivos móveis e volume de dívidas relativamente baixo diferenciaram a companhia asiática de outros fabricantes de computadores pessoais em um momento em que a indústria enfrenta a maior queda nas vendas em décadas. A Lenovo, a uma pequena distância de derrubar a Hewlett-Packard do posto de maior fabricante de PCs do mundo em vendas, publicou na quinta-feira um aumento de 90 por cento no lucro trimestral, superando as esti-

mativas, no maior crescimento em sete trimestres. "Eles têm sido agressivos na aquisição de vários distribuidores em diferentes regiões, como o Brasil, Europa e Japão ao longo dos últimos anos, de modo que, basicamente, isso deu a eles uma melhor distribuição, bem como ganhos na participação de mercado", disse o analista do Maybank Kim Eng Securities, Warren Lau, em Hong Kong. A fabricante de computadores chinesa teve lucro líquido de 126,9 milhões de dólares no trimestre encerrado em março, ante 66,8 milhões de dólares um ano an-

tes, com base em cálculos da Reuters, utilizando os dados financeiros para nove meses e para o ano inteiro. Este resultado superou as expectativas de 110 milhões dólares de lucro líquido, e foi o ritmo mais rápido de expansão desde o primeiro trimestre do ano fiscal 2011/2012, quando o crescimento dobrou. A empresa de pesquisa IDC afirmou que as vendas globais de PCs caíram 13,9 por cento na comparação anual no primeiro trimestre, o maior declínio desde que começou a acompanhar o mercado em uma base tri-

mestral em 1994. Compras no Brasil - A Lenovo investiu pesado nos últimos anos para fortalecer seus negócios de PCs, comprando empresas como a fabricante brasileira CCE no ano passado, a alemã Medion, em 2011, e divisão de PCs da IBM, em 2005. A série de aquisições também provocou um rumor no mercado de que a Lenovo poderia estar interessada também no negócio de servidores da IBM, bem como nos fabricantes de celulares Research In Motion e Nokia - o que ainda não se confirmou. (Reuters)

Allis Participações p ç S.A. CNPJ/MF nº 08.648.295/0001-19 – NIRE 35.300.337.867 - Cia. Aberta Ata da RCA realizada em 25/03/2013 1. Data, Hora e Local: 25/03/2013, às 16hs, na sede, Av. Brig. Faria Lima, 1.355, 15º, SP/SP. 2. Convocação: Foram convocados os membros do Conselho de Administração da Companhia, na forma do artigo 13, § 1º e seguintes do Estatuto Social da Companhia, de acordo com convocação enviada por correio eletrônico ao todos os membros do Conselho de Administração em 20/03/2013.3.Presenças: Antonio Carminhato Junior, Danilo Gamboa, e Alberto Khzouz, sendo que os srs. Antonio Carlos Augusto Ribeiro Bonchristiano, Fersen Lamas Lambranho e Giovanni Giovannelli enviaram sua declaração de voto por e-mail, conforme previsto no art. 13, § 7º do Estatuto Social da Companhia.Presente, ainda, o sr.PedroWagner Pereira Coelho, na qualidade de representante do Conselho Fiscal. 4. Mesa: Danilo Gamboa, Presidente; Fabíola Ribeiro dos Santos, Secretária. 5. Deliberações: Após exame e discussão dos itens constantes da Ordem do Dia, os Membros do Conselho de Administração, tomaram as seguintes deliberações por unanimidade de votos: a. após exame das contas dos administradores e das demonstrações financeiras referentes ao exercício social findo em 2012, bem como do parecer dos auditores independentes, os conselheiros presentes aprovam tais documentos, e aprovam a convocação de assembleia geral para discussão, apreciação e aprovação das demonstrações financeiras relativas ao exercício encerrado em 31/12/2012; b. relativamente ao lucro apurado no exercício de 2012, os senhores conselheiros opinaram pela não distribuição dos mesmos tendo em vista a necessidade de absorção de prejuízos acumulados em exercícios anteriores;c.recomendar a aprovação da reeleiçãodosatuaismembrosdoConselhoFiscalparaoexercíciode2013,propostaquedeverásersubmetidaàapreciaçãoeaprovação dos acionistas em AGO; d. aprovar, ratificar e consolidar a celebração de contratos bancários pela Cia e/ou por suas Controladas, contratos nos quais a Cia poderá figurar como garantidora/avalista, sendo que a listagem consolidada dos mesmos foi aprovada e rubricada pelos Conselheiros presentes, e ficará arquivada na sede da Companhia; e. aprovar a reeleição dos membros da Diretoria da Companhia, a qual continuará sendo composta por Alexandre Milani de Oliveira Campos, RG nº 24.620.735-8 SSP-SP, emitido em 23.09.2005, e CPF-MF nº 245.985.808-60; Goldwasser Pereira Santos Neto, RG nº 123502502, emitido em 12.02.1997 e CPF nº 090.022.567-01; Rosemberg Macedo de Souza, RG nº 21.461.239-9 SSP-SP e CPF-MF nº 135.286.998-50, e Otávio Augusto Castro Lustosa Nogueira, RG nº 1488122, emitido em 08.01.2003 e CPF nº 719.280.903-97;todos residentes e domiciliados em SP/ SP, com endereço comercial na Av.Brig.Faria Lima, 1.355, 15º, com mandato válido até 30/04/2016.Ficou consignado que os diretores, presentes à reunião, declararam que estão em condições de firmar a declaração de que trata o art. 147, § 4º da Lei nº 6.404/76 e a Instrução CVM 367/02, sendo que, as reeleições ficam condicionadas (a) à assinatura do termo de posse, lavrado em livro próprio da Companhia; e (b) à apresentação de declaração de desimpedimento, nos termos do artigo 147, § 4º da Lei nº 6.404/76 e da Instrução CVM 367/02; f. consignar que a Diretoria da Companhia passa a ser composta pelos seguintes membros: Alexandre Milani de O. Campos (Diretor Presidente), Goldwasser P. Santos Neto (Diretor Financeiro e de Relação com Investidores), Rosemberg Macedo de Souza (Diretor Executivo) e Otávio Augusto Castro Lustosa Nogueira (Diretor Executivo). Para todos os fins estatutários, o cargo de Diretor Presidente equivale ao cargo de Diretor Superintendente, enquanto que os cargos de Diretor Financeiro e de Relação com Investidores e de Diretor Executivo equivalem ao cargo de Diretor Adjunto. g. Aprovar que os Diretores da Companhia (srs. Alexandre Milani de O. Campos, Goldwasser P. Santos Neto, Rosemberg Macedo de Souza e Otávio Augusto Castro Lustosa Nogueira) sejam eleitos também como Diretores das controladas da Companhia (Allis Agrícola Ltda;Indica.com Oportunidades Profissionais Ltda;Alpen Consultoria, Recrutamento e Seleção de Executivos Ltda; Allis Soluções Inteligentes S.A; Allis Soluções em Trade e Pessoas Ltda). h. aprovar que sejam tomadas as medidas necessárias para cumprimento das demais deliberações constantes dessa ordem do dia; i. autorizar a lavratura desta ata em forma de sumário, nos termos do art. 130 e seus parágrafos da Lei 6.404/76. 6. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos e lavrada esta Ata, em forma de sumário, a qual, depois de lida e achada conforme, foi aprovada e assinada pelos presentes.Ass.: Antonio Carminhato Junior; Alberto Khzouz; Danilo Gamboa; Antonio Carlos A. R. Bonchristiano; Fersen Lamas Lambranho; Giovanni Giovannelli; Pedro Wagner Pereira Coelho e Danilo Gamboa. Certidão: A presente é cópia fiel e confere com o original lavrado em livro próprio. Fabíola Ribeiro dos Santos-Secretária. Jucesp nº 173.454/13-6 em 07/05/2013. Gisela Simiema Ceschin-Secretária Geral.

PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATÓRIO Nº 09/13 - PREGÃO - P 04/13 Objeto: Contratação de empresa especializada para prestação de serviços de monitoramento de alunos. Ficam notificadas as empresas: Raimundo Justino de Souza – ME, R A Ferreira Obras de Urbanização – ME, A S Nascimento Ambiental Serviços Urbanos – EPP, Ladismar Ferreira da Silva – ME, Junior Andre Berchol Transportes – ME, J. A. Abdalla Construções e Serviços – ME, Moises Rovere – ME, A. a Z. Comércio Representação e Serviços Ltda, Rodolfo de Carvalho Ribeiro – ME, Filomena Novaes Andradina – ME, Dragões Recursos Humanos Ltda, Welder W. M. J. de Souza – ME, Laurentis Construções e Serviços Ltda, Noroeste Empreendimentos Ltda e J. A. Vescovine – ME, para fins previstos no § 3º do art. 49, da Lei 8.666/ 93, a cerca da intenção da Administração em anular o processo supra; face a razões do recurso apresentado pela empresa Welder W. M. J. de Souza – ME, alegando que os lances propostos pelas licitantes Moises Rovere – ME e Rodolfo de Carvalho Ribeiro – ME são inexequíveis, que redundaria em prováveis dificuldades no julgamento do certame e na execução contratual; fica estabelecido o prazo de 5 dias úteis para a apresentação de recursos, com base no art. 109, inc. I, alínea “c”, da Lei 8.666/93. Castilho-SP, 23 de maio de 2013. Joni Marcos Buzachero – Prefeito. A Debitar (24.05.13)

PREFEITURA DA ESTÂNCIA BALNEÁRIA DE MONGAGUÁ/SP COMUNICADO A Comissão de Licitações comunica que se encontra SUSPENSA A ABERTURA MARCADA PARA O DIA 29/05/2013, às 09h30min, do Pregão Presencial nº 020/2013 – Processo: nº 057/2013 - Objeto: Registro de Preços para a contratação de empresa para prestação de serviços de limpeza de fossas, caixas de gordura de passagens e desentupimento de encanamentos em prédios públicos, conforme anexo I, para complementar as especificações no edital, nova data para a retirada do edital retificado, será divulgada no D.O.E. e Jornal de Grande Circulação.

PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATÓRIO Nº 41/13 - PREGÃO Nº 28/13 Acha-se aberto, na Prefeitura do Município de Castilho, o Processo Licitatório 41/13, na modalidade de Pregão 28/13, na forma presencial, para a contratação de empresa qualificada para a execução de serviço de transporte escolar e de trabalhadores. Data: 10 de junho de 2013, às 09 horas. O edital, na íntegra, encontra-se à disposição dos interessados na Praça da Matriz, 247, Castilho. Informações complementares serão fornecidas pelo telefone (18) 3741-9000, ramal 9034 e pelo e-mail: licitacoescastilho@starsnet.com.br A Debitar (24.05.13)

PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATÓRIO Nº 32/13 - PREGÃO Nº 22/13 Acha-se aberto, na Prefeitura do Município de Castilho, o Processo Licitatório 32/13, na modalidade de Pregão 22/13, na forma presencial, para a aquisição de materiais de limpeza e de higiene. Data: 11 de junho de 2013, às 09 horas. O edital, na íntegra, encontra-se à disposição dos interessados na Praça da Matriz, 247, Castilho. Informações complementares serão fornecidas pelo telefone (18) 3741-9000, ramal 9034 A Debitar (24.05.13) e pelo e-mail: licitacoescastilho@starsnet.com.br

FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 23 de maio de 2013, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: DWR Comercial Exportadora e Importadora Ltda. Requerido: Moriah Comércio de Materiais Hidráulicos Ltda. Rua Olga Fadel Abarca, 253 – Jardim Santa Terezinha (Zona Leste) - 1ª Vara de Falências. Requerente: Banco Daycoval S/A. Requerido: Homex Brasil Participações Ltda. Avenida Maria Coelho Aguiar, 215 – 3° Andar - Sala 4 - Bloco F - Jardim São Luís - 2ª Vara de Falências.

VOTORANTIM CIMENTOS S.A.

CNPJ/MF Nº 01.637.895/0001-32 - NIRE 35.300.370.554 ATA DA TERCEIRA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 09 DE MAIO DE 2013 1. Data, hora e local da reunião: Realizada às 10:00 horas do dia 9 de maio de 2013, na sede da Votorantim Cimentos S.A. (“Companhia”), localizada na Praça Professor José Lannes, n.º 40, 9º Andar, bairro Cidade Monções, na Cidade e Estado de São Paulo. 2. Convocação: Dispensada a convocação em razão da presença da totalidade dos membros do Conselho de Administração da Companhia. 3. Presença: A totalidade dos membros do Conselho de Administração. 4. Composição da Mesa: Os trabalhos foram presididos pelo Sr. Raul Calfat e secretariados pelo Sr. Alexandre Silva D’Ambrósio. 5. Ordem do Dia: Composta a mesa, o Presidente declarou iniciados os trabalhos, solicitando a leitura da Ordem do Dia com o seguinte teor: a aprovação do programa de American Depositary Receipts (“ADRs”) da Companhia; e a autorização para a Diretoria da Companhia praticar todos e quaisquer atos necessários à consecução da obtenção do registro do programa de ADR. 6. Deliberações: Examinadas e debatidas as matérias constantes da Ordem do Dia, os Conselheiros da Companhia deliberaram, por unanimidade de votos e sem quaisquer restrições ou ressalvas: (i) considerando a intenção da Companhia de realizar uma oferta pública de distribuição primária e secundária de certificados de depósito de valores mobiliários (“Units”) no Brasil, em mercado de balcão não organizado, nos termos da Instrução da CVM nº 400, de 29 de dezembro de 2003, conforme alterada, e uma distribuição pública primária e secundária de Units no exterior, inclusive sob a forma de ADRs, representativos de American Depositary Shares (“ADSs”), com registro na Securities and Exchange Commission (“SEC”), conforme aprovada na Assembleia Geral Extraordinária realizada em 5 de abril de 2013, aprovar o programa de ADRs da Companhia, com as seguintes características; Nível do Programa de ADR: Nível III Tipo do Valor Mobiliário: Units formadas por uma ação ordinária e duas ações preferenciais. Paridade: Cada ADR é representativo de um ADS, que, por sua vez, é representativo de duas Units. Cada Unit é representativa de uma ação ordinária e duas ações preferenciais. Instituição Depositária: Deutsche Bank Trust Company Americas. Instituição Custodiante: Itaú Unibanco S.A. autorizar a Diretoria a praticar todos e quaisquer atos necessários à obtenção do registro do programa de ADRs junto à Comissão de Valores Mobiliários. 7. Encerramento: Nada mais havendo a ser tratado, foi encerrada a Reunião, da qual se lavrou a presente Ata que, lida e achada conforme, foi por todos os presentes assinada. Raul Calfat, Presidente, Alexandre Silva D’Ambrósio, Secretário, Raul Calfat, João Carvalho de Miranda, José Ermirio de Moraes Neto, Fabio Ermirio de Moraes, Alexandre Silva D’Ambrósio e José Écio Pereira da Costa Júnior. Confere com a original lavrada em livro próprio. São Paulo, 09 de maio de 2013. Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia – Junta Comercial do Estado de São Paulo – CERTIDÃO – Certifico o Registro sob o nº 184.726/13-0 em 17.05.2013 (a) Gisela Simiema Ceschin, Secretária Geral.

Astana Empreendimentos Imobiliários Ltda. CNPJ/MF n.º 09.257.405/0001-84 – NIRE 35.221.879.101 Ata de Reunião de Sócios realizada em 17 de abril de 2013. Data,Horário e Local:Aos 17/04/2013, às 10hs, na sede social da Sociedade, localizada em SP/SP, na Av.Paulista, 37, 18º, Paraíso. Convocação e Presença: Dispensada as formalidades de convocação em face da presença da totalidade de todos os sócios, nos termos do Contrato Social. Mesa: Presidente: Jorge Cury Neto; e Secretário: Fernando Salomão. Ordem do Dia: (i) Aprovação da redução do capital social da Sociedade, com a consequente modificação da Cláusula 5ª do Contrato Social vigente. Deliberações: (i)Tendo em vista que todas as quotas que compõem o Capital Social da Companhia foram devidamente integralizadas pelos sócios, a Sociedade verificou que o total do valor integralizado é excessivo, motivo pelo qual os sócios deliberaram, por unanimidade, reduzir o capital social do montante de R$ 19.000.000,00 para R$ 500,00, passando a Cláusula 5ª do Contrato Social da Sociedade a viger com a seguinte redação: “Cláusula 5º - O capital social é de R$ 500,00 divididos em 500 quotas, no valor de R$ 1,00, cada uma, em moeda corrente nacional, totalmente subscritas e integralizadas pelas sócias em moeda corrente e nacional, distribuídas entre p ç os sócios da seguinte forma: Sócio; Quotas; %; R$:Tricury Construções E Participações Ltda; 250; 50%; 250,00. Romano S/A Materiais Para Construções; 250; 50%; 250,00. Total; 500; 100%; 500,00. Parágrafo Único - A responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas, mas todos os sócios são solidariamente responsáveis pela integralização do capital social.” Encerramento: O Sr. Presidente determinou a suspensão da reunião pelo tempo necessário à lavratura da presente ata, a qual, reaberto os trabalhos, foi lida, aprovada e assinada por todos, na forma da lei. São Paulo, 17/04/2013. Mesa: Jorge Cury Neto - Presidente; Fernando Salomão - Secretário. Sócios: Romano S/A Materiais para Construções - p. Oswaldo Romano e Oswaldo Romano Junior; Tricury Construções Participações Ltda. - p. Jorge Cury Neto e Fernando Salomão.

PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATÓRIO Nº 37/13 - PREGÃO Nº 26/13 Acha-se aberto, na Prefeitura do Município de Castilho, o Processo Licitatório 37/13, na modalidade de Pregão 26/13, na forma presencial, para a aquisição de gêneros alimentícios, gás e artigos/utensílios de cozinha. Data: 12 de junho de 2013, às 09 horas. O edital, na íntegra, encontra-se à disposição dos interessados na Praça da Matriz, 247, Castilho. Informações complementares serão fornecidas pelo telefone (18) 3741-9000, ramal 9034 e pelo e-mail: licitacoescastilho@starsnet.com.br A Debitar (24.05.13)

Centroprojekt do Brasil S.A. - CNPJ/MF 03.581.470/0001-84 - NIRE 35.300.328.426 Extrato da Ata de Assembleia Geral Ordinária Data, Hora, Local: 30.04.2013, 14hs, sede social, R. Alexandre Dumas, 2200, 2º and., SP/SP. Convocação: Dispensada (§4º, art. 124, Lei 6.404/76). Presença: Totalidade do capital social. Mesa: Presidente: Amilcar Rossini, Secretário: Edison Costa Porto. Deliberações Aprovadas: (i) Demonstrações financeiras do exercício de 31.12.2012; (ii) A remuneração global da diretoria para o exercício 2013 em R$ 707.880,00; (iii) Reversão de R$ 661.268,00 da reserva legal, R$ 4.232.081,00 da retenção de lucros e R$ 1.259.545,00 de reserva para expansão para compensar parcialmente o prejuízo do exercício, sendo que, após essas as compensações, o prejuízo acumulado ficou registrado em R$ 3.295.452,00. Encerramento: Nada mais, lavrou-se a ata. SP, 30.04.2013. Amilcar Rossini: Presidente e Acionista, Edison Costa Porto: Secretário da Mesa e Diretor de Finanças e Administração. JUCESP 183.949/13-4 em 16.05.2013. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

GEO Energética Participações p ç S.A. - NIRE: 35.300.361.075 - CNPJ/MF: 10.323.120/0001-83 Extrato da Ata de Assembleia Geral Extraordinária de 20.09.2012 Data, Hora e Local: 20.09.2012, às 09hs., na sede, Av. Angélica, nº 2.466, 12º and., conjs. 122 e 124, SP/SP. Mesa: Evaldo Florindo Medina Fabian - Presidente e Alessandro Marcello Carl Von Arco Gardemann - Secretário. Convocação: Dispensada. Presença: Totalidade do capital social. Deliberações Aprovadas: (i) A emissão de 7.655.520 novas Ações ON, sem valor nominal, com preço total de emissão de R$ 7.655.520,00, totalmente subscritas, conforme Boletim de Subscrição: GEO Investimentos e Participações Ltda.: subscreve 7.655.520 ações ON, Valor total subscrito R$ 7.655.520,00; (ii) Homologaram a proposta de aumento de capital social de R$ 12.344.480,00, para R$ 20.000.000,00 mediante a emissão de 7.655.520 novas Ações ON, sem valor nominal; (iii) Alterar o Art. 5º do Estatuto Social: Art. 5º: O capital social totalmente subscrito e integralizado é de R$ 20.000.000,00 divididos em 20.000.000 Ações ON, sem valor nominal. (iv) A nova redação do Estatuto Social. Encerramento: Nada mais, lavrou-se a ata. SP, 20.09.2012. Evaldo Florindo Medina Fabian - Presidente, Alessandro Marcello Carl Von Arco Gardemann - Secretário. JUCESP 475.337/12-8 em 01.11.12. Gisela Simiema Ceschin - Sec. Geral.

VOTORANTIM CIMENTOS S.A. CNPJ/MF n.º 01.637.895/0001-32 - NIRE 35214353680 ATA DA SEGUNDA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 30 DE ABRIL DE 2013 1. Data, hora e local: Realizada no dia 30 de abril de 2013, às 10:00 horas, na sede da Votorantim Cimentos S.A. (“Companhia”), localizada na Praça Professor José Lannes, n.º 40, 9º Andar, bairro Cidade Monções, na Cidade e Estado de São Paulo. 2. Convocação: Dispensada a convocação em razão da presença da totalidade dos membros do Conselho de Administração da Companhia. 3. Presenças: A totalidade dos membros do Conselho de Administração. 4. Composição da Mesa: Os trabalhos foram presididos pelo Sr. Raul Calfat e secretariados pelo Sr. Alexandre Silva D’Ambrósio. 5. Ordem do dia: Composta a mesa, o Presidente declarou iniciados os trabalhos, solicitando a leitura da Ordem do Dia com o seguinte teor: reeleição de membros da Diretoria Executiva da Companhia. 6. Deliberações: Examinadas e debatidas as matérias constantes da Ordem do Dia, os Conselheiros da Companhia deliberaram, por unanimidade de votos e sem quaisquer restrições ou ressalvas: reeleger os seguintes membros da Diretoria Executiva da Companhia, para mandato de dois anos: (a) Paulo Henrique de Oliveira Santos, brasileiro, casado, engenheiro, portador da Cédula de Identidade RG nº 7.746.455 – SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 034.880428-80, como Diretor Presidente; (b) Lorival Nogueira Luz Júnior, brasileiro, casado, administrador de empresas, portador da Cédula de Identidade RG nº 22.580.434-7 – SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 678.741.266-53, como Diretor Vice-Presidente Financeiro e de Relações com Investidores; (c) Luiz Alberto de Castro Santos, brasileiro, casado, engenheiro, portador da Cédula de Identidade RG nº 4.447.247 – SSP/ SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 213.852.898-72, como Diretor Vice Presidente para a América Latina e Coligadas; e (d) Edvaldo Araújo Rabelo, brasileiro, casado, engenheiro, portador da Cédula de Identidade RG nº 758.495 – MG, inscrito no CPF/MF sob o nº 473.360.216-20, como Diretor sem designação específica, todos com endereço comercial na Praça Professor José Lannes, n.º 40, 9º Andar, bairro Cidade Monções, na Cidade e Estado de São Paulo. Os Diretores Executivos ora reeleitos declaram, sob as penas da lei, não estar incursos em nenhum dos crimes previstos em lei que os impeçam de exercer atividades mercantis e que cumprem com todos os requisitos previstos no artigo 147 da Lei n.º 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada, e na Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº 367, de 29 de maio de 2002 (“Instrução CVM 367”), para as suas investiduras como membros da Diretoria Executiva da Companhia. Os Diretores tomam posse em seus respectivos cargos, nesta data, mediante assinatura: (i) dos respectivos Termos de Posse lavrados no Livro de Atas de Reuniões da Diretoria Executiva da Companhia e (ii) da Declaração a que se refere à Instrução CVM 367. Dessa forma, fica a atual Diretoria Executiva da Companhia composta por: (a) Paulo Henrique de Oliveira Santos, acima qualificado, como Diretor Presidente; (b) Lorival Nogueira Luz Júnior, acima qualificado, como Diretor Vice Presidente Financeiro e de Relações com Investidores; (c) Luiz Alberto de Castro Santos, acima qualificado, como Diretor Vice Presidente para a América Latina e Coligadas; e (d) Edvaldo Araújo Rabelo, acima qualificado, como Diretor sem designação específica. 7. Encerramento: Nada mais havendo a ser tratado, foi encerrada a Reunião, da qual se lavrou a presente Ata que, lida e achada conforme, foi por todos os presentes assinada. Raul Calfat, Presidente, Alexandre Silva D’Ambrósio, Secretário, Raul Calfat, João Carvalho de Miranda, José Ermirio de Moraes Neto, Fabio Ermirio de Moraes, Alexandre Silva D’Ambrósio e José Écio Pereira da Costa Júnior. São Paulo, 30 de abril de 2013. Confere com a original lavrada em livro próprio. Alexandre Silva D’Ambrósio - Secretário. Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia – Junta Comercial do Estado de São Paulo – CERTIDÃO – Certifico o Registro sob o nº 184.725/13-6 em 17.05.2013 (a) Gisela Simiema Ceschin, Secretária Geral.

Prefeitura Municipal de São Sebastião da Grama PREGÃO PRESENCIAL nº 27/13 José Francisco Martha, Prefeito Municipal de São Sebastião da Grama, torna público que se acha aberto procedimento licitatório, na modalidade de Pregão Presencial, com encerramento no dia 13/ 06/2013, às 09:30 horas, tendo como objetivo a aquisição de MEDICAMENTOS NÃO PADRONIZADOS, descritos na Relação de medicamentos divulgada pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), disponível no site da Anvisa, para atender as necessidades da Administração. Maiores informações poderão ser obtidas pelo tel. (0XX19) 3646 9951, ou pelo email: licitacao@ssgrama.sp.gov.br São Sebastião da Grama, 23 de maio de 2013. José Francisco Martha - Prefeito Municipal

Prefeitura Municipal de São Sebastião da Grama PREGÃO PRESENCIAL Nº 26/13 José Francisco Martha, Prefeito Municipal de São Sebastião da Grama, torna público que se acha aberto procedimento licitatório, na modalidade de Pregão Presencial, com encerramento no dia 12/ 06/2013, às 09:30 horas, tendo como objetivo a aquisição de Gás Liquefeito de Petróleo. Maiores informações poderão ser obtidas pelo tel. (0XX19) 3646 9951, ou pelo e-mail: licitacao@ssgrama.sp.gov.br. São Sebastião da Grama, 23 de maio de 2013. José Francisco Martha - Prefeito Municipal

Prefeitura Municipal de São Sebastião da Grama PREGÃO PRESENCIAL Nº 25/13 José Francisco Martha, Prefeito Municipal de São Sebastião da Grama, torna público que se acha aberto procedimento licitatório, na modalidade de Pregão Presencial, com encerramento no dia 11/ 06/2013, às 09:30 horas, tendo como objetivo a aquisição de cestas básicas. Maiores informações poderão ser obtidas pelo tel. (0XX19) 3646 9951, ou pelo e-mail: licitacao@ssgrama.sp.gov.br São Sebastião da Grama, 23 de maio de 2013. José Francisco Martha - Prefeito Municipal

ASSOCIAÇÃO SAÚDE DA FAMÍLIA – ASF A ASSOCIAÇÃO SAÚDE DA FAMÍLIA – ASF torna público que se acha aberto procedimento licitatório de SELEÇÃO DE FORNECEDORES, modalidade: Coleta de Preço nº 008/2013, Processo ASF nº 025/ 2013, objetivando a CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA FORNECIMENTO DE EQUIPAMENTOS MÉDICOS – CRITÉRIO MENOR PREÇO POR ITEM. O edital na íntegra poderá ser consultado no sítio ASF:www.saudedafamilia.org e ou retirado na sede da Associação, sito à Praça Mal. Cordeiro de Farias, 65 (11) 3154-7050. Informações no endereço eletrônico: nmarussi@saudedafamilia.org | Data da Sessão Pública: 12/06/2013, às 9h30 – Local da Sessão: Associação Saúde da Família, Praça Mal. Cordeiro de Farias, 65 – Higienópolis – São Paulo/SP.

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Sorocaba comunica que se acha publicado no Sistema Eletrônico do Banco do Brasil, o Pregão Eletrônico nº 35/2013 - Processo nº 1.732/2013, destinado à contratação de empresa especializada para prestação de serviços de gerenciamento do abastecimento de combustíveis para veículos e máquinas da frota do SAAE. SESSÃO PÚBLICA dia 11/06/2013, às 14:00 horas. Informações pelo site www.licitacoes-e.com.br, pelos telefones: (15) 3224-5810/5811/5812/5813/5814/5815/5816/5817/5818/5819/5821/5822/5823/5824/5825 e 5826 ou pessoalmente na Av. Pereira da Silva, 1.285, no Setor de Licitação e Contratos. Sorocaba, 23 de maio de 2013. Maria de Fátima Moretto Campanha - Pregoeira.

Computel Computadores e Telecomunicações S/A.

CNPJ/MF 27.089.572/0001-45 – NIRE 35300133056 Edital de Convocação – Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária Ficam os Srs. Acionistas da Computel Computadores S.A convocados para a AGOE da Cia., a ser realizada na Rua Pacífico, nº 305, s/ nº 01, Pólo Industrial Granja Vianna, Bairro Granja Vianna II, Cidade de Cotia, em SP, às 9h do dia 06 de junho de 2013, para deliberarem sobre as seguintes ordens do dia, em sede de AGO: i) examinar e discutir as Demonstrações Financeiras do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012; e (ii) aprovar a destinação do lucro líquido;e em sede de AGE: alterar o prazo de duração dos mandatos dos Diretores da Companhia. São Paulo, 23 de abril de 2013. Oswaldo Lopes do Nascimento Filho - Diretor Presidente. (24, 25 e 28/05/2013)

ASSOCIAÇÃO SAÚDE DA FAMÍLIA – ASF A ASSOCIAÇÃO SAÚDE DA FAMÍLIA – ASF torna público que se acha aberto procedimento licitatório de SELEÇÃO DE FORNECEDORES, modalidade: Coleta de Preço nº 007/2013, Processo ASF nº 024/ 2013, objetivando a EVENTUAL AQUISIÇÃO DE MOBILIÁRIOS – CRITÉRIO MENOR PREÇO POR LOTE. O edital na íntegra poderá ser consultado no sítio ASF: www.saudedafamilia.org e ou retirado na sede da Associação, sito à Praça Mal. Cordeiro de Farias, 65 (11) 3154-7050. Informações no endereço eletrônico: nmarussi@saudedafamilia.org | Data da Sessão Pública: 13/06/2013, às 9h30 – Local da Sessão: Associação Saúde da Família, Praça Mal. Cordeiro de Farias, 65 – Higienópolis – São Paulo/SP.

ASSOCIAÇÃO SAÚDE DA FAMÍLIA – ASF A ASSOCIAÇÃO SAÚDE DA FAMÍLIA – ASF torna público que se acha aberto procedimento licitatório de SELEÇÃO DE FORNECEDORES, modalidade: Coleta de Preço nº 006/2013, Processo ASF nº 023/ 2013, objetivando a CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA FORNECIMENTO DE EQUIPAMENTOS ODONTOLÓGICOS – CRITÉRIO MENOR PREÇO POR ITEM. O edital na íntegra poderá ser consultado no sítio ASF: www.saudedafamilia.org e ou retirado na sede da Associação, sito à Praça Mal. Cordeiro de Farias, 65 (11) 3154-7050. Informações no endereço eletrônico: nmarussi@saudedafamilia.org | Data da Sessão Pública: 07/06/2013, às 9h30 – Local da Sessão: Associação Saúde da Família, Praça Mal. Cordeiro de Farias, 65 – Higienópolis – São Paulo/SP.


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22 -.ECONOMIA

sexta-feira, 24 de maio de 2013

e Quando limões rendem bons negócios Aceto nasceu em 1934, o oitavo de 13 filhos; seus pais recebiam um subsídio especial para famílias grandes, dado pelo governo.

conomia

No sul da Itália, a família Aceto produz limões famosos no mundo todo, apreciados pela baixa acidez e pelo sabor delicado. E não pretende expandir os negócios, preferindo qualidade. Rachel Donadio*

Gianni Cipriano/New York Times

E

m uma recente manhã de primavera em Amalfi, Luigi Aceto, um senhor vigoroso de 78 anos, subiu as escadas da plantação de limões de sua família, na encosta de uma das cidades mais pitorescas da Itália, escolhendo habilidosamente os frutos e colocando-os em uma cesta. O sol estava brilhando e os limões maduros tinham o tamanho de punhos fechados. O cheiro das flores era inebriante. Aceto, apelidado carinhosamente de Gigino, nasceu e cresceu em meio a esses limoeiros, onde seus familiares trabalham há séculos, primeiro como arrendatários e depois como proprietários. Mas com o valor cada vez mais alto das terras na Costa de Amalfi – mais valorizadas pelo turismo de luxo do que pelos limões frescos –, Aceto teme o que o futuro reserva para sua família. "Tenho a honra e carrego o peso de testemunhar a vida e o trabalho de seis gerações neste local", afirmou em uma plataforma no meio da plantação, vestindo, por c o i n c i d ê ncia, uma camisa verdelimão. Ele falava das três gerações que o precederam, de si mesmo, dos dois filhos e dos netos. Sob muitos aspectos, a família Aceto reflete a tra nsfo rmação da Itália, que passou de uma sociedade agrária, antes da Se-

No paraíso: três gerações precederam Gigino Aceto nas plantações de limões nas encostas de Amalfi. Os frutos foram trazidos pela primeira vez à costa séculos atrás, por meio das rotas comerciais do Oriente Médio, e eram muito apreciados pelos navegantes, por afastar o escorbuto e outras doenças no mar.

Os raios de sol penetram nas raízes das árvores, então o limão é como um bebê no berço. Devo ter suco de limão nas veias em vez de sangue. GIGINO ACETO gunda Guerra Mundial, a uma potência industrial – com a ambivalência de não saber se deseja competir no cenário global ou se acredita que o futuro está nas tradições locais. Esse debate se tornou mais intenso desde a introdução do euro em 2002, aumentando o preço das exportações italianas e diminuindo a capacidade competitiva das pequenas empresas do país. Tradição – Atualmente, 90% das empresas italianas têm menos de 15 funcionários. A família Aceto produz para um mercado de nicho – limões famosos no mundo todo, apreciados pela baixa acidez e pelo sabor delicado – e, como muitas outras empresas italianas, reluta em expandir os negócios, preferindo qualidade a quantidade e tradição a expansão. Aceto espera que os limoeiros e a empresa continuem nas mãos da família. "Meus dois filhos trabalham na empresa e são muito dedicados. Eu conto com eles", afirmou. Marco, um dos filhos de Aceto, coordena o setor de produção na empresa da família, a La Valle dei Mulini, fazendo o famoso licor de limoncello, além

de mel de limoeiro e outros produtos feitos a partir dos limões, que são tão doces que podem ser consumidos in natura. A esposa de Marco trabalha na loja da família, vendendo os produtos no centro turístico da cidade. O outro filho, Salvatore, deixou recentemente o emprego de contador para voltar aos negócios da família. Isso nem sempre acontece com as outras famílias da região, cujos filhos deixam as plantações de limão para ir à faculdade e tentar carreiras profissionais na cidade grande. Manter as plantações vivas é uma batalha constante.

"Um de nossos maiores objetivos é evitar o abandono dos pomares próximos à costa", afirmou Salvatore De Riso, confeiteiro famoso e presidente do Consórcio de Proteção do Limão de Amalfi. "Muitos já foram abandonados, mas nós tentamos trazer e envolver os donos novamente. Gostaríamos de valorizar o limão de Amalfi, que não existe em nenhum outro lugar do mundo." De Riso afirmou que o consórcio emite certificados de qualidade para os limões utilizados em produtos como o limoncello, para protegê-los de imitações de baixa qualidade,

e está ajudando os agricultores locais a aumentarem a produtividade. O consórcio também busca financiamentos do Estado para ajudar os produtores a superarem a crise. Contudo, esse assunto causa vergonha na Itália, onde o mau uso dos subsídios agrícolas da União Europeia tornou mais lucrativo para os grandes produtores deixar as frutas apodrecerem nos pés nos últimos anos, por conta dos custos com a colheita e transporte, embora isso não tenha acontecido em Amalfi. Aceto ajudou a criar o consórcio do limão, mas não deseja

mais fazer parte dele, pois acredita que o grupo está forçando pequenos produtores como ele a produzirem demais. Além disso, Aceto também prefere vender os próprios limões e fecha a cara ao falar dos "mercenários", ou atravessadores que compram o limão de pequenos produtores e vendem com lucros enormes às distribuidoras. De Riso discorda. Ele afirma que o aumento na produção ajudaria os pequenos produtores a ganhar mais, sem perder a qualidade. Todos os limões certificados de Amalfi precisam ser do tipo "sfusato", que em italia-

no quer dizer fuso, por conta das extremidades pontiagudas. Esse tipo de limão só cresce no microclima da Costa de Amalfi, onde o vento frio fica preso entre os vales das montanhas íngremes. Os limões foram trazidos pela primeira vez à Costa de Amalfi séculos atrás, por meio das rotas comerciais do Oriente Médio, e eram muito apreciados pelos navegantes, por afastar o escorbuto e outras doenças no mar. Para a família Aceto, o euro – e a crise do euro – é só mais uma fase em uma história longa e rica. O bisavô, o avô e o pai de Gigino Aceto cuidavam dos limoeiros para um nobre da região, quando o sul da Itália ainda era basicamente uma economia feudal. Seu pai pode comprar alguma terra quando uma família de nobres precisou de um pouco de dinheiro. História – Aceto nasceu em 1934, o oitavo de 13 filhos; seus pais recebiam um subsídio especial para famílias grandes, dado pelo governo fascista de Mussolini. Em 1968 ele comprou mais terras, ficando com cerca de 8,1 hectares, com a ajuda de um empréstimo de 40 anos com um por cento de juros ao ano, concedido pelo Estado como parte de uma reforma agrária que visava a ajudar os agricultores a serem proprietários das terras onde trabalhavam. Ele não tem saudades do passado e ainda lembra de como era ser c r i a n ç a d urante a guerra, quando a família quase morreu de fome e as crianças eram enviadas aos campos para colher qualquer coisa que fosse comestível. "Tínhamos parentes nos Estados Unidos que nos mandavam pacotes cheios de coisas", recordou Aceto. "Agora é a China que está no poder. É assim que o tempo passa." Em vista da concorrência global, Salvatore Aceto não sabe se o euro ajuda pequenas empresas como a dele. "Eu diria que não", afirmou. "Há muitas ideias boas, mas o outro lado da moeda é que não nos beneficiamos o bastante. Se ainda tivéssemos a lira, seríamos mais competitivos enquanto produtores rurais." Os campos da família Aceto poderiam ser vendidos por milhões de euros para o mercado turístico de luxo, mas a família nem pensa na possibilidade. "Eu tomo conta de um patrimônio da humanidade", afirmou Gigino Aceto. R aízes – A s r a í z e s d o s l imoeiros, plantados em uma série de terraços de pedra, impedem deslizamentos e a erosão do solo, um problema cada vez maior, em vista das chuvas torrenciais dos últimos anos. "Os raios de sol penetram nas raízes das árvores, então o limão é como um bebê no berço", afirmou Aceto. "Devo ter suco de limão nas veias em vez de sangue", acrescentou ele. Depois de cochilar à tarde, Aceto mostrou outro terreno da família, no alto de uma colina em frente ao mar. Uma brisa fresca soprava entre os limoeiros e o som dos carros e da água chegava até lá pela encosta. Acima de nós, podíamos ver as paredes íngremes do cemitério local. Salvatore Aceto olhou para cima. "Aqui, até os mortos estão no paraíso", afirmou. *The New York Times


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sexta-feira, 24 de maio de 2013

23

Nº 465

DCARR

LIFAN X60

A boa surpresa chinesa Não se engane pela origem da X60. O carro tem qualidades.

Fotos: Divulgação

CHICOLELIS

E

m geral, a nossa primeira reação ao se ouvir falar de um carro chinês, é de torcer o nariz, lembrando-se de algumas marcas que por aqui passaram e não deixaram nenhuma saudade. Foi isto, por incrível que pareça, o que aconteceu com esta mesma Lifan que volta ao Brasil, cerca de 5 anos atrás era associada à Effa. A Lifan que hoje retorna ao País não tem representantes aqui. É a própria empresa, única fabricante privada de veículos na China (e o maior fa-

bricante de motos no país), que traz a SUV Lifan X60, montada no Uruguai, completa e com muitas qualidades, como bom gosto no acabamento, conforto e segurança de nível elevados. Seu preço é R$ 52.770, com garantia de 5 anos e a primeira revisão, ao 5 mil km, custando apenas R$ 107, incluindo troca de óleo e filtro. Yin Minsgshan é o presidente da Lifan, que significa “Veleiro Forte”. Preste atenção ao logo da empresa, que lembra veleiros. O empresário foi punido pelo atual regime chinês, por suas tendências capitalistas e trabalhou durante 20 anos nas plantações chinesas de arroz. Cumprida a

pena, voltou ao seu caráter empreendedor, associando-se a uma editora e, em 1992, com um capital de US$ 25 mil, investiu em uma oficina mecânica que deu origem ao Lifan Group, que dirige pessoalmente. Além da fábrica, também é dono de um time de futebol, onde joga o brasileiro Augusto Pacheco Fraga, que defendeu o Goiás até o ano passado. Ele é o artilheiro do time, com 8 gols em 9 jogos. Yin, que sonha um dia comprar um time no Brasil, também joga futebol, com seus 76 anos de idade. E afirma: “Se um jogador brasileiro faz tanto sucesso na China - as torcedoras o adoram -, um carro chinês também pode fazer sucesso no Brasil”. Isso já acontece na Europa, onde a Lifan foi a primeira chinesa a chegar. Busca aos queixosos: confiança - Ao iniciar sua volta ao Brasil, a Lifan buscou os compradores de produtos que levam o seu nome, chegados aqui na sua parceria com a Effa, também chinesa. Redes sociais, jornais, revistas, Procon, o site Reclame Aqui e as listas de vendas dos antigos concessionários foram rastreados para ver quem tinha reclamação contra a marca. Mais de 90% deles já foram contatados e tiveram seus problemas resolvidos. Pelo site www.lifanmotors.com.br, qualquer pessoa pode falar do seu problema com a marca, por intermédio do “Fale conosco”. No total foram 5 mil modelos da marca vendidos no Brasil, em 2010. Esta atitude da Lifan deve trazer para a marca um caráter de confiabilidade, segundo Carlos Tavares, diretor de pós-vendas. Ele diz que, além dos 25 revendedores - serão 60 até o final do ano -, oficinas foram credenciadas em todo o Brasil para atender ao cliente Lifan, 24 horas por dia. No Brasil? Ainda não–A montadora no Uruguai tem 40% do modelo X60 nacionalizado. Havia

Com design simples, X60 agrada. um plano para também instalar fábrica no Brasil. Mas com “um pé atrás”, o dirigente da Lifan diz, que ele está engavetado, ao menos por enquanto, em razão da política de incentivos do governo brasileiro ao setor que “deixa o mercado instável”. Ele destaca também o regime automotivo - Inovar-Auto - que é “motivo de preocupação”. No mundo a marca já tem 7 fábricas e 10 mil revendedores. Como é o X60 – A Lifan espera vender 4 mil unidades/mês do seu SUV no Brasil ao preço inicial de R$ 52.777, numa única configuração com motor 1.8 VVT de 4 cilindros, com 128 cv de potência e câmbio manual de 5 marchas. No seu segmento, o X60 enfrenta, diretamente, o Renault Duster, o Ford EcoSport, o Hyundai Tucson e o chinês Cherry Tiggo, com preços maiores. Com garantia de 5 anos o X60 é um modelo completo - daí sua vantagem em relação aos concorrentes diretos. Ele chega com ABS e

EDB, câmera de ré, bancos em couro, faróis de milha, direção hidráulica, air bags duplos, arcondicionado, controles de som no volante, sistema multimídia com DVD, GPS, MP3, CD, entrada USB e rádio. Seu design não pode ser chamado de moderno, mas não chega a ser antiquado. É tradicional, agradável, e sem grandes "aventuras" de seus criadores. Antes que o carro comece a ser vendido, o que acontecerá a partir da próxima semana, a Lifan já abasteceu o mercado com 15 mil peças de reposição, com destaque para aquelas de maior rotatividade. Andar no X60 é bom, registrando-se apenas um pequeno desconforto no rodar, ligeiramente áspero. Mas isso nem será percebido nas péssimas condições das nossas vias, não é?. Quanto ao câmbio automático, bem como o motor flex, ambos estão sendo desenvolvidos e deverão chegar ao mercado em 2014. Antes disso virão outros dois modelos da marca, o sedã médio 330 e a picape Foison.

LAND ROVER E JAGUAR

Bons de pista e fora dela Na terra, o Rover Sport "arrasa". No asfalto é a vez do Jaguar.

O

luxo das marcas inglesas Land Rover e Jaguar é incontestável. O prazer de dirigir na cidade, estrada ou mesmo fora de estrada também é. Agora imagine

as emoções de aliar a potência do Jaguar ao circuito do Autódromo José Carlos Pace, o conhecido Interlagos, e a agilidade da linha Rover em uma pista off-road especialmente montada para os SUVs em uma área d o l a d o d ireito da Curva do Sol, logo depois do S do Senna. Foi o que proporcionou o Fast Drive das marcas que reuniu imprensa, clientes e convidados no autódromo.

Cinco modelos da Jaguar e quatro modelos da Land Rover estavam disponíveis para os testes, com exceção do XKR-S que serviu apenas ao piloto Chico Serra para levar quem se interessava por uma volta rápida na carona. Outro apenas para ser visto era o esportivo F-Type que, entre R$ 450 mil e R$ 500 mil, que deve chegar ao Brasil no segundo semestre deste ano. Na pista, o sedã XF 2.0 Supercharged, com preço inicial de R$ 224.900 e interior que acompanha os modelos mais sofisticados, mostrou-se acessível, controlado e firme nas retomadas com seus 240 cv e transmissão automática de seis velocidades com Jaguar sequential shift e Jaguar drive selector. Mas é um automóvel, e merece atenção e respeito

principalmente na pista, mesmo que mostre-se amigável e seguro ao volante. Nas avaliações não foram poucos que se perderam nas curvas. Ainda no asfalto, o Range Rover Sport, com motor 5.0 V8 de 510 cv, gasolina, e SDV6, diesel, de 256 cv, parece grande demais para vencer as curvas de Interlagos. Não é! Com retomadas vigorosas, o modelo impressiona com a desenvoltura da aceleração nas trocas de marcha automáticas. O Range Rover Sport teve nova geração lançada na Europa no início de maio. Deve chegar ao Brasil ainda este ano. O anterior ainda é vendido por aqui a preços de R$ 338,9 mil a R$ 436,9 mil. Morro acima e abaixo– O mais divertido na sequência de tes-

tes promovidos pela Land Rover foi dar uma volta no circuito off-road com o modelo Range Rover Sport (à esq.) . Vencer os obstáculos da pista requer atenção e habilidade do motorista em ligar e desligar os par âmet ros que o sistem a d o v e ículo exige para contorn a r a s a dver sida des f o r a d e e strada como rampas, descidas íngremes, poças de água, barro e trav e s s i a s e streitas. Subir a

rampa de cerca de 60 graus impressiona e dá a sensação de que o caro vai retroceder. Na descida, moleza, o sistema ajuda e leva o carro sozinho. Mário Tonocchi


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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t

sexta-feira, 24 de maio de 2013

urismo

José Guilherme R. Ferreira

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ontemplei a face de Agamenon, telegrafou o arqueólogo alemão Heinrich Schliemann a um jornal de Atenas, assim que descobriu a máscara mortuária em ouro, escavada em Micenas, terra desse herói que venceu Troia e que se movimenta na Ilíada de Homero. Nas mãos de Schliemann, a ficção dos épicos hexâmetros ajudava uma ciência em ebulição. A "máscara de Agamenon", descoberta em 1876, é uma das 11 mil peças do Museu Arqueológico Nacional de Atenas, instalado há 124 anos num prédio neoclássico, próximo da movimentada Praça Omonia. A máscara de bigodes é uma das relíquias mais admiradas, apesar de datação ter mostrado que o modelo não foi Agamenon, mas outro guerreiro 300 anos mais velho. Com o boom das escolas arqueológicas, instaladas em Atenas no final do século XIX, foi preciso encontrar espaço para guardar a avalanche de peças – ânforas, vasos, estátuas, objetos do cotidiano, afrescos... – que brotavam alucinadamente das escavações. Esse museu, onde estão Agamenon, mas também Zeus, Atena, Dionisio, Poseidon, Apolo e tantos outros deuses, recebeu boa parte das peças. Os classicistas são apaixonados pela abrangência do acervo, que sai de 9 mil anos atrás e chega à Grécia conquistada pelos romanos. Com as recentes obras do metrô então, cerca de 30 mil novos artefatos vieram à tona. Alguns ficam nas próprias estações, ganham vitrines e se transformam em funcionais museus de passagem. Na Syntagma, uma das mais bonitas, uma parede envidraçada mostra os níveis estratigráficos da antiga Atenas, com seu aqueduto e suas tumbas. A mais surpreendente revolução na museologia grega, entretanto, acontece no impecável Museu da Acrópole. A antiga instalação, inaugurada em 1865 nas imediações do próprio Partenon, com 800 m², acabou ficando acanhada e chegou a enfrentar complicado congestionamento de turistas, comprometendo a segurança dos visitantes e das antiguidades. A área de exibição do novo museu é dez vezes maior, sem contar todos os espaços de serviço, de interação tecnológica e

FACES GREGAS São muitas as relíquias arqueológicas nos museus de Atenas. Museu da Acrópole abre novo espaço.

Fotos:José Guilherme R. Ferreira/DC

Área de exibição do Museu da Acrópole ( no topo) está dez vezes maior. À esq., frisos do Partenon e escavações no local. No Museu de Arte Cicládica (acima), peças dos povos que habitaram as ilhas.

IMPERDÍVEIS G

Museu da Acrópole Todos os frisos do Partenon em conjunto deslumbrante. Dionysiou Areopagitou 15 www.theacropolis museum.gr/en

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Museu Arqueológico Nacional Um dos dez museus mais importantes do mundo. Oktovriou 44 www.namuseum.gr/

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Museu de Arte Cicládica As esculturas pré-históricas que inspiraram Henry Moore. Neofytou Douka, 4 www.cycladic.gr/

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Museu Benaki A Grécia antiga se encontra com a moderna. Vassilis e Koumbari .1 www.benaki.gr/

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Museu Bizantino e Cristão Divina coleção de ícones, mosaicos e bíblias. Av. Vasilissis Sofias, 22 www.byzantinemuseum.gr/en/

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Museu Kerameikos Antigo cemitério, com tumbas e estelas em cenário idílico. Ermou, 148 http://www.visit-ancientgreece.com/kerameikos.html

Em Akrotiri, como há 3.500 anos.

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om um arrojado telhado ecológico, capaz de emular o clima da ilha de Santorini dos tempos pré-históricos, foi reaberto à visitação em 2012 o site arqueológico de Akrotiri, um dos mais importantes da civilização minóica. Como uma "Pompéia da Era do Bronze", a cidade ficou soterrada por 3.500 anos sob grande camada de lava e cinza, resultado da violenta erupção vulcânica em 1614 a.C. Sobre extensas passarelas, é possível visitar tudo o que já foi escavado desde 1967. Imperdível é a praça triangular, com seus bem preservados sobrados.

José Guilherme R.Ferreira/DC

a do café/restaurante, de onde se pode divisar o Partenon. O desenho moderno e arrojado do novo prédio, assinado pelos arquitetos Bernard Tschumi e Michalis Photiadis, respeitou as escavações empreendidas no local, criando interessante contraste entre o moderno e o antigo, que pode ser observado pelo piso de vidro. A galeria de entrada, em declive, simula a escalada da colina da Acrópole. Nas vitrines laterais, os achados da área, que durante séculos abrigou pequenos santuários e residências. De um lado, oferendas votivas, retratos de quem clamava aos deuses. De outro, uma infinidade de objetos pessoais, de potes de cozinha a frascos de perfume. Perto dali, restauradores podem estar debruçados nas originais Cariátides, polindo seus rostos. Mas o ponto alto é a exibição dos frisos do Partenon, obras-primas de Fídias e seus pupilos. As esculturas em mármore, agora em visão panorâmica, ganharam em magnitude. Estão lá tanto os originais quanto as réplicas dos trechos "contrabandeados" para Londres por lorde Elgin, esculturas que os gregos lutam para ver repatriadas. No Museu de Arte Cicládica, a dois passos da Praça Kolonaki, as faces são outras, dos homens que habitaram Chipre e as Cíclades, no Egeu, no 3º terceiro milênio a.C. Essas esculturas inspiraram com sua contundente simplicidade artistas como Henry Moore, Bran-

cusi e Picasso. No Museu Benaki e no Museu Nacional de História da Grécia, o retrato a ser procurado é o do revolucionário que lutou contra os turcos na cruenta Guerra da Independência. Já no Museu Bizantino, as faces que brilham são as sagradas, em ícones com seus halos em ouro. É claro que há outros rostos na Grécia de hoje, todos presentes na confusão da Atenasmuseu. É indispensável contemplá-los, fora das vitrines: a feição triste da velha de preto que zela pela preciosa igreja bizantina, enquanto debulha suas favas; a da jovem alegre com seu i-phone, fazendo compras na elegante Praça Kolonaki; a do homem circunspecto numa taverna, manipulando o komboloi (espécie de terço) diante de um copo de ouzo... Na praça do Parlamento, outras caras frente a frente: uma, imóvel, a do guarda de honra vestido com a tradicional fustanella.A outra, crispada de raiva, do homem também de honra que protesta contra o arrocho do governo e da UE. Nenhuma delas pode ser vista em museu, só mesmo a do apressado, emburrado e burocrático funcionário, com apito na boca e pronto para gritar: "We are closing!". Alguns museus ainda precisam de um choque de museologia.


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DC 24/05/2013 by Diário do Comércio - Issuu