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DC 24/04/2013

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Corbis

POTE DE OURO NO CANAVIAL

Um pote de medidas do governo reduz impostos e melhora condições de financiamento para a indústria sucroalcooleira. Será a volta do etanol? Pág. 13

Leia Lula em inglês: "Never before in this country..."

OUÇA DILMA TOCAR CAXIROLA "Um instrumento muito mais bonito que a vuvuzela" e com "um sentido transcendental de cura", disse a presidente no lançamento da criação de Carlinhos Brown para a Copa. Pág. 6 e, com som, em www.dcomercio.com.br

Lula fechou contrato para escrever uma coluna mensal para o Times. O repórter Larry Rohter, que ele quase expulsou do Brasil, reagiu: "Seremos colegas". Pág. 5

Arte de Zilberman com foto de Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Jornal do empreendedor

São Paulo, quarta-feira, 24 de abril de 2013

R$ 1,40

Alan Marques/Folhapress

Conclusão: 23h35

Ano 87 - Nº 23.858

www.dcomercio.com.br

Paulo Pampolin/Hype

Na ACSP: Oswaldo Kawakami (Petrobras), Luiz Bertelli e Rogério Amato (ACSP), Guilherme Papaterra (ANP), Shigeaki Ueki (ex-presidente da Petrobras e ex-ministro) e Armando Coelho (Firjan).

Brasil, 'celeiro' mundial de petróleo? Falta 'pouco'. Página 4

O pré-sal já é uma realidade, mas resta superar dificuldades regulatórias e jurídicas para que o País se transforme em potência na área. Pág. 14

Atef Safadi/EFE

Brian Snyder/Reuters

Mor tes na maratona contra mortes no Iraque Essa a motivação dos atentados em Boston, alega o acusado Dzhokhar. Policial morto na caça aos autores foi enterrado ontem. Pág. 7

Gás sírio leva Israel a manobras A inteligência militar israelense acusou a Síria de atacar rebeldes com gás sarin. Se confirmado, Assad violou linha vermelha imposta pelos EUA. Pág. 7

ISSN 1679-2688

23858

9 771679 268008


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quarta-feira, 24 de abril de 2013

A realidade é que a condução da economia é condicionada por considerações de ordem politica. José Márcio Mendonça

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A NOSSA "DAMA DA INFLAÇÃO"

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á não faz mais sentido perder tempo com comparações, como andou ocorrendo ultimamente, entre duas damas do poder, a falecida Margareth Thatcher e a viva Dilma Vana Roussef. Pode-se dizer mesmo que houve um exagero no paralelo que se vem fazendo entre uma e outra, mesmo que isto tenha sido inevitável, embora não faça o menor sentido pensar na primeira para logo em seguida tomar a segunda como referência. É gritante a diferença entre uma e outra, seja em termos de princípios democráticos, de competência administrativa e de coragem para adotar medidas econômicas capazes de reverter uma situação de caos para outra de avanço.

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O CANTO DA SEREIA ELEITORAL

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o que tudo indica, o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff não calcularam perfeitamente os custos da antecipação da sucessão presidencial que ambos – primeiro Dilma e depois Lula – empreenderam. No afã de conter as movimentações de Aécio Neves, Eduardo Campos e Marina Silva e não deixar o palco para eles, a dupla de comandantes petistas despertou demônios que começam a infernizar a vida da presidente. E devem infernizar ainda mais, sem necessidade aparente. Não foi à toa que, num rasgo de incrível sinceridade politica, Dilma disse que em matéria de eleições podese fazer "o diabo". O Palácio do Planalto sempre foi o senhor da razão na questão sucessória e não precisaria ter deflagrado o processo, tão distante da meta e com a presidente gozando de extraordinária popularidade. Ao soltar os freios da sucessão, Dilma forçou seus possíveis e principais adversários a apressar movimentos que não pretendiam realizar tão cedo. Os três estavam mais preocupados em arranjar suas forças, testar a aceitação de suas pretensões juntos às forças política e aos setores mais organizados da sociedade do que em sair logo para as ruas. Desafiados, eles tiveram de soltar também seus demônios. E o que se vê é um crescendo de críticas ao governo, um desnudar do que os possíveis concorrentes de Dilma entendem como falhas de sua gestão. Nin-

JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA guém perde por esperar a aparição– como ator quase exclusivo – do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, no programa de propaganda de seu partido, amanhã, no rádio e na televisão. Quem viu a gravação garante que vem pela frente chumbo de altíssimo calibre, principalmente no que se refere à política econômica do governo. Aliás, a antecipação do debate eleitoral se revela ainda mais infeliz em relação às dificuldades que a economia brasileira começou a enfrentar – momentâneas, diz o governo; perigosas, diz a oposição –, o que força a presidente e seus assessores econômicos a ficar dando explicações a toda hora e a exibir um otimismo em choque constante com a realidade, o que pode comprometer a própria credibilidade das autoridades e da presidente.

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ara a população, a inflação já começa a fazer certo barulho. E os investidores estão desconfiados, ressabiados. Esta pode ser uma combinação explosiva – que os cálculos eleitorais de Lula e de Dilma ainda não descobriram como resolver. A realidade, por mais que o governo negue, é que a condu-

ção da economia é condicionada por considerações de ordem politica. Que o diga a influência cada vez maior, no âmago planaltino, do marqueteiro João Santana, também conhecido como uma espécie de ministro sem pasta de Dilma para assuntos de propaganda. A eleição parece estar deixando todo o governo condicionado ao canto mavioso de sereia das urnas. E como Dilma (nem ela nega isso) é extremamente centralizadora, está ficando mais vezes fora de Brasília e com a cabeça nos eleitores, as tomadas de decisão no âmbito do Planalto estão mais lentas do que o normal. Não são somente esses acima citados os transtornos e os malefícios da campanha eleitoral antecipada. Dilma abriu as portas – seriam talvez as do inferno – para sua sempre ávida e um tanto quanto infiel base política aumentar os seus desejos e suas reivindicações. E o método adotado só tem uma classificação: chantagem. Os insatisfeitos fingem namorar os adversários de Dilma para receber vantagens. Isso até explica – mas não justifica de forma alguma – a tentativa oficial de barrar a criação de novos partidos. Com as porteiras abertas, a barganha fica

ainda mais cara. E é um jogo sem fim: até a eleição há meses demais para os insatisfeitos venderem sua satisfação. Há ainda movimentos piores. Circula na Câmara, com assinaturas em bom número de peemedebistas, e com o empurrão do sempre desagradado líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha, uma proposta de convocação de uma CPI para investigar a Petrobrás. É certo que a estatal não está lá nos seus melhores dias, sofreu nos últimos anos com gestões excessivamente politizadas e talvez mereça mesmo uma boa investigada. Porém, não é esta a intenção dos patrocinadores desta CPI. O que eles querem é ter nas mãos um instrumento de cobrança de favores. E o governo já está correndo para apagar esse incêndio. A que custo?

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ertamente Dilma e seu patrocinador Lula não teriam tantos dissabores – com consequências imprevisíveis – se tivessem deixado a politica seguir seu curso natural. Quiseram sair muito na dianteira e agora podem dar algumas trombadas por aí. E ainda correm o risco de se desgastar com a sociedade, pois o brasileiro comum não está, por ora, nem aí para a eleição. O que ele quer é que o governo – e a oposição também – trabalhem mais para evitar-lhe maiores dissabores. O mar da economia não está assim tão azul para que se fique brincando de sucessão presidencial. JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA É JORNALISTA E ANALISTA POLÍTICO

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cesário Ramalho da Silva Edy Luiz Kogut João Bico de Souza José Maria Chapina Alcazar Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Miguel Antonio de Moura Giacummo Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Renato Abucham Roberto Mateus Ordine Roberto Penteado de Camargo Ticoulat Sérgio Belleza Filho Walter Shindi Ilhoshi

imagem propícia talvez seja do tamanho da distância geográfica entre a Inglaterra e o Brasil. Enquanto Thatcher navegou na superfície das águas, enfrentando marés e vendavais com galhardia, a outra vai afundando seu barco ideológico e o país que "comanda" para as profundezas abissais do Atlântico. A "Dama de Ferro" Margareth Thatcher já havia entrado para a História antes de morrer. Sua postura de líder e seu destemor para enfrentar pressões já tinham garantido seu lugar no topo de nossa memória. Como sempre fazem, os "companheiros" que levaram Dilma à presidência tentam dar a ela uma aura de força para escamotear sua fraqueza como estadista, incapaz de dissimular seus sinais de prepotência.

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ão mais além: maquiam as marcas de sua ferocidade com um pó-de-arroz antigo, que ajuda a dar um pouco de vida ao seu sorriso de plástico. Não adianta ela sorrir. Pouco resolve o seu marketing altamente profissional e as tentativas de transformá-la em "rainha", e que incluem até o penteado que lembra uma coroa de plástico e laquê. Por mais que se esforce para se igualar ao estilo sóbrio e elegante de Thatcher, é impossível, ainda mais naquele inusitado

MÁRIO RIBEIRO "tailleur" vermelho ideológico, que mais lembra um sinal de perigo na travessia sobre alguns dos arcaicos trilhos ferroviários que ainda existem país afora e simbolizam a nossa pobre infraestrutura.

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discursos enviesados de Dilma,em tatibitates incompreensíveis, são nitidamente desenvolvidos para escamotear problemas políticos e, nas últimas semanas, também os econômicos. De toda forma, ela tenta apagar as marcas da inflação que está aí firme e forte. Ela até poderia constatar o chamado dragão inflacionário se enfrentasse o caixa do

Nada de "Dama de Ferro", nada de "Rainha". Nossa presidenta deve ser chamada, a partir de agora, e com todos os méritos, de "Dama da Inflação".

supermercado com assiduidade. É aí que talvez esteja a melhor maneira de distingui-la com uma marca de sua atuação à frente do Pais. Nada de "Dama de Ferro", nada de "Rainha". Nossa presidenta é, com todos os méritos, a "Dama da Inflação". A inflação que ela conseguiu, finalmente, reavivar no Brasil. "Dama da Inflação" é como, por justiça, ela deveria ser designada a partir de agora, e para sempre, na história deste País. MÁRIO RIBEIRO É JORNALISTA E PUBLICITÁRIO

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, Marcel Solimeo Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editor de Fotografia: Alex Ribeiro. Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Marcus Lopes, Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke e Tsuli Narimatsu. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Mário Tonocchi, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves, Sandra Manfredini, Sílvia Pimentel e Wladimir Miranda. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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LEI DO CARTÓRIO AGILIZA UMA SÉRIE DE PROCESSOS, REDUZINDO A BUROCRACIA E OS CUSTOS.

PARA FACILITAR A VIDA

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ocê já percebeu a quantidade de leis, normas, decretos, projetos de lei, resoluções, que são lançadas diariamente e que podem e transformam nossas vidas? Algumas são positivas, outras nos transtornam, muitas "não pegam". Entretanto, outras tantas não são lembradas e poderiam fazer a grande diferença! Por isso fiz questão de escrever este artigo para recordar a popularmente chamada "Lei do Cartório". Lembra-se? É a lei que permite a realização de separações, divórcios, inventários e partilha de bens em cartório e que foi saudada como uma oportuna medida para agilizar esses processos, reduzindo a burocracia, os custos e, consequentemente, o tempo de duração. Já falamos disso antes, mas tenho observado que ainda pairam muitas dúvidas por parte do público sobre como se beneficiar dessa medida. Refiro-me à Lei nº 11.441, de janeiro de 2007, e de sua regulamentação – cujas dúvidas foram solucionadas pela Resolução nº 35 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), de 24 de abril de 2007.

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primeiro ponto a esclarecer é quem pode se beneficiar da nova lei. Divórcios e separações só podem ser feitos em cartório se forem consensuais, ou seja, se ambos os cônjuges estiverem de acordo em relação a todos os aspectos do procedimento – como divisão de bens do casal e o pagamento de pensões alimentícias, por exemplo. Todas essas informações constarão em escritura pública a ser lavrada pelo tabelião. Se houver litígio, a separação ou o divórcio só poderão ser realizados pela via judicial, pois, evidentemente, cabe ao juiz arbitrar as disputas, e não ao tabelião. Outra condição é que o casal não tenha filhos menores ou incapazes (caso dos deficientes mentais). Se tiver, é obrigatório recorrer ao Judiciário, que tem o dever de zelar para que os interesses dos menores e dos incapazes sejam respeitados. Cumpri-

IVONE ZEGER

das essas exigências, tanto a separação quanto o divórcio direto – assim como a conversão da separação em divórcio– poderão ser feitos extrajudicialmente. Outro detalhe esclarecido pela Resolução diz respeito à mudança de sobrenome. Se o cônjuge quiser mudar seu sobrenome de casado para o de solteiro após a separação ou divórcio, poderá fazê-lo na própria escritura pública. A alteração pode ser feita no ato ou posteriormente – mediante declaração unilateral do interessado (o ex-cônjuge não tem de estar presente nem se manifestar a respeito) e com assistência de advogado. E tem mais. Se os cônjuges voltarem atrás e decidirem retomar seu casamento, o restabelecimento da sociedade conjugal também pode ser feito por escritura pública, ainda que a separação tenha sido judicial. Contudo, os que opta-

rem pela separação ou divórcio extrajudicial devem estar cientes de que não há sigilo nas escrituras públicas desses procedimentos. Se o casal fizer questão de manter em segredo os termos de sua separação, então deverá recorrer à via judicial.

A

s condições para a realização de inventários e partilhas de herança em cartório são semelhantes. É necessário que haja comum

acordo entre os herdeiros e todos devem ser maiores de idade e capazes. Além disso, é preciso que o falecido, ou o autor da herança, não tenha deixado testamento. Se deixou, o inventário e a partilha terão de ser feitos judicialmente. Uma dúvida que até pouco tempo atrás causou divergências entre os juristas diz respeito à necessidade ou não de que esses procedimentos sejam posteriormente homologados, ou ratificados, pelo

Divórcios e separações só podem ser feitos em cartório se forem consensuais, ou seja, se ambos os cônjuges estiverem de acordo em relação a todos os aspectos do procedimento.

juiz. A Resolução nº 35 do CNJ de 24 de abril de 2007 esclareceu a questão ao estabelecer que as escrituras públicas de inventário e partilha, separação e divórcios consensuais não dependem de homologação judicial, sendo títulos válidos para o registro civil e imobiliário e para a transferência de bens e direitos (caso do Detran, Junta Comercial, bancos, telefônicas etc.). A Resolução também traz uma boa notícia para os que vivem em união estável. A pessoa que tiver direito à herança do companheiro (ou companheira) falecido pode, desde que não seja o único herdeiro ou herdeira, realizar os procedimentos de inventário e partilha em cartório. Para que isso aconteça, porém, é necessário que todos os demais herdeiros (que devem ser maiores e capazes) estejam de acordo – inclusive no que diz respeito ao reconhecimento da união estável. Cabe lembrar, ainda, que mesmo aqueles que se enquadram nas exigências necessárias para recorrer à via extrajudicial continuam tendo o direito de optar pelo Judiciário, se assim desejarem. E os que optaram por realizar esses procedimentos em cartório continuam tendo o direito de apelar aos tribunais caso surja alguma divergência posterior – como, por exemplo, a revisão do valor da pensão alimentícia. Entretanto, se a revisão da pensão for decidida amigavelmente, é possível retificar o valor na própria escritura, sem a necessidade de ir aos tribunais.

pelos tabeliães podem variar de um lugar para outro. Entretanto, é importante ressaltar que a Resolução proíbe cobranças sob a forma de porcentagens sobre os valores relativos à divisão de bens do casal ou da herança. Se, mesmo assim, os interessados não puderem pagar, serão isentos dos custos mediante a apresentação de uma declaração de que não possuem condições de arcar com as despesas – ainda que estejam sendo assistidos por um advogado contratado. A presença do advogado, aliás, é obrigatória. Esses procedimentos extrajudiciais não dispensam a participação desse profissional. O tabelião não pode indicar um advogado aos interessados, mas pode, no entanto, recomendar àqueles que não dispõem de recursos para contratar um advogado que recorram à Defensoria Pública ou, onde não houver, à Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil.

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m relação às atribuições dos tabeliães face à nova lei, é interessante observar que eles podem se negar a lavrar a escritura de separação ou divórcio caso percebam que os termos do acordo estão lesando os direitos de um dos cônjuges, ou que um deles está sendo coagido a aceitar condições que lhe são prejudiciais – uma medida que contribui para tornar o procedimento mais seguro. IVONE ZEGER É ADVOGADA ESPECIALISTA EM DIREITO DE

FAMÍLIA E SUCESSÃO. MEMBRO EFETIVO DA COMISSÃO DE DIREITO

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odos esses procedimentos podem ser feitos em qualquer cartório de notas escolhido pelos interessados, em qualquer cidade ou estado. Os valores cobrados

DE FAMÍLIA DA OAB/SP É AUTORA DOS LIVROS "HERANÇA: PERGUNTAS E RESPOSTAS" E "FAMÍLIA: PERGUNTAS E RESPOSTAS" - DA MESCLA EDITORIAL WWW.IVONEZEGER.COM.BR

O TOMATE E O MOSCA P

arece que a grande mídia brasileira – embora não ainda a de comunicação de massa – está acordando de sua longa letargia de servidão aos não revelados interesses que a têm levado a ser indulgente com os males que o estilo lulo-petista de governar (seguido por Dilma, que era do PDT) causam ao Brasil. O que fez das duas gestões de Lula um sucesso foi sua decisão de manter a política econômica iniciada nos governos Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso – que estabilizou a moeda, acabou com a inflação galopante e permitiu, com uma conjunção favobrável também na economia internacional, um ambiente propício para a melhoria da qualidade de vida da população. E elevou o prestígio de Lula aos céus.

Parêntese: como nada é de graça, no bojo do êxito – apenas econômico – da gestão Lula, lastreada no Plano Real, que o PT combateu originalmente, vieram também tantas coisas erradas em termos de valores, corrupção, favorecimentos, abusos, que tornam possível que o Mensalão acabe sendo uma brincadeira de jardim da infância comparativamente ao que não se sabe até agora. Vide a atuação da "amiga" de Lula, a "Rainha Rosemary". Fecha parêntese.

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té o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, admitiu – sendo irônico, mas não faltando coma verdade – que ele e Dilma foram "postes" eleitos por Lula . Poste, aqui no sentido de que, com o apoio de Lula, qualquer um seria eleito.

A questão é que o "poste" Dilma, com todo respeito à figura da presidente da República, acreditou que estava de fato preparada para seguir a mesma trilha, com um pequeno detalhe: seu viés estatista, no qual acredita. Ela age mais em favor do gigantismo do Estado do que da valorização da economia de mercado. Resultado: está levando de volta a economia brasileira aos mecanismos das décadas de 70, 80 , do século passado, com os resultados que as gerações com mais de 30 anos conhecem.

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or isso a revista Veja estampou na capa, há duas edições, Dilma pisando literalmente no tomate, por conta da elevação absurda do preço do popular fruto. (sim, tomate é fruto). E onde entra a mosca? Só pode ser no absolutismo de Lula, quando, em mais uma declaração capaz de mudar a rotação da Terra, assegurou que "uma mulher calejada na luta como essa (Dilma) não

PAULO SAAB vai permitir que um tomatezinho venha quebrar as forças da economia". Era melhor que Lula tivesse ficado em silêncio. Em boca fechada não entra mosca...

A

s forças estão sendo quebradas. O desespero aparente se revela também nas atitudes políticas de antecipação da campanha eleitoral, na massificação da presença de Dilma em atos meramente de caráter eleitoral (sempre, claro, às custas do tesouro público) e no impedimento imposto pela base (comprada) aliada do governo no Congresso ao impedir a formação de novos partidos. Eduardo Campos e Marina Silva, além de Aécio Neves, começam a virar tormento

para um Planalto antes seguro da vitória eterna. O tomate veio para atrapalhar. O fruto traduz um pesadelo nacional que estava adormecido e Dilma está acordando o dragão maldoso da inflação.

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oltando à mídia: além da Veja, que está revelando as mazelas dos bastidores do poder na era Lula-Dilma, e dos malfeitos que se produzem na economia, nos valores morais, na ética, o Estadão parece ter acordado também e tem começado a ser mais objetivo na assunção de posições que revelam de fato e de verdade quem são os detentores do poder há 10 anos no plano federal e quais são seus métodos inomináveis de governar. Esta coluna não está

sozinha nessa busca da verdade. Quando será que a Rede Globo, as demais redes de televisão, rádio, sempre aquinhoadas com verbas milionárias do povo (advindas da Caixa, BB, Petrobras, BNDES e outras empresas do governo federal) também terão a coragem de, fiéis aos seus compromissos públicos com a realidade, sair do papel de propagandistas das falácias oficiais e mostrar como nossa economia está sendo destruída, assim como já foram destruídos os valores de ética na política e probidade administrativa?

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ue ronquem alto os arautos da defesa do status, pelos privilégios que temem perder, acusando a imprensa "burguesa" de persegui-los – quando a imprensa livre deveria e deve fiscalizar quem usa o aparato público em favor pessoal e partidário. PAULO SAAB É JORNALISTA E ESCRITOR


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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Dilma Rousseff é total-

mente contra a redução da maioridade penal. Acha que não resolve problemas de segurança.

gibaum@gibaum.com.br

2 “Os aviões necessitam voar determinadas horas para a correta manutenção.”

JOSÉ EDUARDO CARDOZO // ministro da Justiça, sobre o excesso de viagens nos jatinhos da FAB.

Fotos: BusinessNews

MAIS: e está avisando a bancada aliada que não permita o avanço do assunto. Se for aprovada alguma coisa, veta na hora.

Sem chance A rede portuguesa Tivoli (grupo Espírito Santo), que administra em São Paulo o hotel Mofarrej, onde cravou sua bandeira, quer construir mais dois hotéis cinco estrelas no Brasil e foi procurar os fundos de pensão Previ e Funcef. As primeiras conversas foram desestimulantes: os dois já tiveram experiências terríveis no setor, onde alegam que só perderam dinheiro. No resort Costa do Sauipe, na Bahia, a Previ perdeu quase R$ 1 bilhão e a Funcef teve sérios problemas com os hotéis Blue Tree.

ATRAÇÃO

ContraGleisi A matéria de Veja (capa), esta semana, revelando detalhes da investigação da Casa Civil sobre as travessuras de Rosemary Noronha e sua “intimidade com o presidente Lula”, foi feita obedecendo o maior sigilo. Agora, os petistas acham que quem vazou todo seu conteúdo só pode ser pessoa do primeiro time da Casa Civil ou supostamente, a própria ministra-chefe Gleisi Hoffmann. Ou seja: os companheiros não podem ouvir falar o nome dela, sem lhe dedicar adjetivos pouco elegantes. Os mais radicais até começam a pensar num capítulo de vendetta .

OFENSIVA Por orientação de D. Odilo Scherer, cardeal-arcebispo de São Paulo, nas missas dominicais de todo o Estado, as homilias devem reservar espaço para a reação da Igreja Católica contra a liberação da pílula do dia seguinte pelo Ministério da Saúde. D. Odilo e outros prelados da CNBB acham que, de qualquer forma, é um atentado contra a vida. Na prática, o cenário é mais complicado: postos de saúde não possuem estoques do medicamento. Quem procura, deve esperar média de uma semana para ter acesso à pílula.

Aos 24 anos de idade, a sul-africana Candice Swanepoel é uma das angels do primeiro time da Victoria’s Secret e a 10ª colocada no ranking da Forbes das modelos que mais faturam no planeta (US$ 3,5 milhões no ano passado). Antes de ser clicada para capa e recheio de Vogue Espanha, deixa-se fotografar no camarim, caprichando no make-up, bobs na cabeça à espera de um hair stylist, mostrando que a vida de top model não é feita apenas de holofotes. Ela namora o brasileiro Hermann Nicoli e tem paixão por Conceição da Barra, no Espírito Santo, onde eles têm uma casa. E até já arranha palavras em português.

Por trás dos holofotes

Dentro de dias, começa novo round da história do mensalão: tudo – e muitos detalhes – voltará à cena, na fase de recursos, que são previstos como parte do direito de defesa. Contudo, muita gente aposta que os embargos possam ser apenas manobras jurídicas – e não o exercício efetivo da prerrogativa legal. Os advogados dos mensaleiros estão varando noites lendo o colossal acórdão procurando fissuras de cada voto. A nomeação de um novo ministro poderia fazer alguma diferença, agora não mais. Sobra apenas Teori Zavascki. E haverá um capítulo especial voltado para os embargos infringentes, que o presidente do STF, Joaquim Barbosa, garante que não existem mais, desde a regulamentação dos processos dos tribunais superiores (1990). Os embargos infringentes seriam sinalizadores de redução de penas.

É hora do show

GILBERTO Kassab, presidente nacional do PSD, vai lançar a candidatura da deputada Eliana Pedrosa para o governo do Distrito Federal contra a reeleição de Agnelo Queiróz, do PT.

“Não existe bumbum-tijolo. Tem que ser arrebitadinho, com desenho de musculatura. Não adianta ser gigante e ser casca de laranja. De roupa, fica bonito, mas na hora da verdade é só celulite”. Quem garante é Eva Andressa, Miss Brasil de Bodyfitness, que será atração da Arnold Classic, feira que será inaugurada no Rio, na próxima sexta-feira, com a presença de Arnold Schwarzenegger. Andressa treina muito, faz passadas levantando 100 quilos e tem orgulho de ter alcançado 100 centímetros de quadril.

Tijolo é ilusão

Politicamente correto O governo criou um símbolo e um slogan para a Copa do Mundo do ano que vem. Governo estaduais, prefeituras e empresas não patrocinadoras do campeonato mundial poderão usar o símbolo, diferente dos oficiais da Fifa, exclusivos da entidade e dos patrocinadores. Quem já viu, achou que lembra muito iniciativa semelhante das Olimpíadas de Londres. O slogan diz A pátria das chuteiras e a palavra Brasil tem cada uma de suas letras estampada em seis jogadores estilizados: dois tem corpo amarelo, outros dois tem corpo verde e há dois jogadores pretos.

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As palestras e mesmo as visitas, com direito a discurso, de Guido Mantega, da Fazenda, a grandes empresas, estão esvaziando cada vez mais. Mesmo entendendo que faz parte de seu perfil de ministro distribuir doses de otimismo no mercado de maneira geral, empresários acham que o italiano vai na contramão da realidade do país – e mesmo do cenário internacional. Em determinado circulodepoderosos,Guido tem sido objeto de chacota – à distancia e, dependendo, cara a cara, caso o empresário tenha com ele uma relação mais amistosa.

NICOLE Kidman deverá vir ao Brasil em outubro, na condição de embaixadora dos relógios Omega. Na semana passada, em Viena, ela lançou a nova linha Ladymatic. Nicole vai começar a filmar Grace de Mônaco, onde reviverá a famosa atriz que acabou largando o showbiz para se casar com o príncipe Rainier (será vivido por Tim Roth).

A TRADICIONAL eleição do Homem do Ano, em Nova York, iniciativa da Câmara de Comercio Brasil-Estados Unidos, tem sua versão britânica: dia 14 de maio, no London Hilton Park Lane, a Câmara Brasileira de Comercio da Grã-Bretanha promove a noite das Personalidades do Ano , um de cada país. O brasileiro Rubens Ometto Silveira Mello, da Cosan, será homenageado ao lado de Sir Frank Chapman, ex-CEO do BG Group.

CHACOTA

MISTURA FINA

Poucos fiscais Não há como cumprir a determinação de Dilma Rousseff que quer que os portos brasileiros, agora funcionando 24 horas por dia, tenham super-fiscalização no sistema de cargas. Motivo: tem poucos fiscais. Santos, que movimentou 104,5 milhões de toneladas no ano passado, tem apenas 23 fiscais do Ministério da Agricultura e o Rio, que movimentou 8,3 milhões de toneladas no ano passado, tem oito fiscais. Nos dois portos, os fiscais trabalham oito horas por dia. As primeiras estimativas indicam que, para atender a determinação da Chefe do Governo, seria necessário triplicar o número de fiscais, fora pessoal da Receita, Exército e Policia Federal.

A casa de Paraty, interior do Rio, onde moram familiares da Nanda Costa, a Morena de salve Jorge, virou atração turística. Grupos de turistas passaram por lá, tocam a campainha, querem tirar fotos ao lado de algum parente dela. E visitam uma lojinha da avó da atriz. A mãe da Nanda Costa entende a popularidade da filha, só que anda cansada do assédio. Na semana passada, mandou colocar um cartaz na porta da casa: “Morena não está. Viajou para a Turquia”.

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Pandeiro.

Bongô.

Revelação do ano O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que está fazendo, para surpresa de muita gente, uma operação-enxuga na Casa, agora mandou rever todos os contratos: acha que tem empresa que recebe sem trabalhar, fora aditivos e eventuais superfaturamentos. Veteranos senadores acham que Rena quer melhorar sua imagem e não expor o Senado às habituais denúncias. Uma últimas das providencias de Calheiros foi suspender contrato com empresa de manutenção de computadores: cobrava R$ 12 mil pela visita de um técnico.

PAULINHO Pereira da Silva (PDT-SP), da Força Sindical, vai usar a grande concentração do dia 1º de Maio, em São Paulo, para defender a volta do gatilho salarial, que é assunto que Dilma Rousseff tem alergia só de ouvir falar. Para ele, a correção deveria ser automática e trimestral, de acordo com a inflação. No palanque, estará o pré-presidenciável Eduardo Campos (PSB-PE).

BIA Aydar é avó de novo: nasceu a primeira filha de Mariana Aydar com o cantor Duani. Nome: Brisa. Ela já tem uma neta, Manuela, de 8 anos, filha do filho mais velho de Bia, Eduardo.

MESMO não sendo 2013 um ano eleitoral, as propagandas partidárias estão no ar e a União, este ano, deixará de arrecadar perto de R$ 300 milhões. Em 2009, quando também não houve eleições, a perda de arrecadação foi de R$ 669 milhões, a segunda mais cara dos últimos onze anos. Entre 2002 e 2012, a Receita deixou de arrecadar cerca de R$ 4 bilhões por conta dos períodos eleitorais.

Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero

quarta-feira, 24 de abril de 2013


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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5 PRIMEIRO RECURSO DO MENSALÃO A defesa de Rogério Tolentino enviou ao Supremo Tribunal Federal o primeiro recurso do caso. Tolentino foi condenado a 6 anos e 2 meses de prisão por corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

olítica

Nos Estados Unidos, Lula fecha contrato: vai escrever coluna semanal para o mais importante jornal americano. Tasso Marcelo/ Estadão Conteúdo

Mário Tonocchi*

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ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fechou contrato para escrever uma coluna mensal à agência de notícias do jornal The New York Times, uma das principais publicações dos Estados Unidos, a partir de junho deste ano. Ele esteve com Michael Greenspon, diretor-geral do serviço de notícias, na sede do New York Times , nos EUA. A coluna não será obrigatoriamente publicada no jornal norte-americano. E não será vista em veículos de imprensa do Brasil. Os brasileiros a en-

contrarão em português no site do Instituto Lula. A gama de assuntos vai de política e economia internacional às iniciativas para o combate à fome e à miséria. De passagem por Nova York, Lula fez palestra para investidores promovida pelo banco BTG Pactual e foi homenageado, junto com o presidente de Mianmar, Thein Sein, no jantar anual do prêmio "Em Busca da Paz", promovido pelo International Crisis Group. Companheiro? – Ao assinar a coluna mensal com o NYT, Lula tornou-se "colega" de todos os que trabalham para a empresa de comunicação. Em especial do jornalista e ex-corre-

pondente do jornal no Brasil, Larry Rohter. Larry e Lula são velhos conhecidos. E velhos desafetos. Em maio de 2004, o governo brasileiro cancelou o visto temporário dele, então correspondente no Rio de Janeiro do jornal The New York Times. O motivo? A decisão vinha em represália à reportagem publicada na edição do dia 9 de maio, sobre a suposta preferência do presidente Lula às bebidas alcóolicas. Segundo nota assinada pelo ministro da Justiça interino, Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto, o artigo trazia informação "leviana, mentirosa e ofensiva à honra do Presiden-

Ricardo Stuckert/Instituto Lula

te da República Federativa do Brasil, com grave prejuízo à imagem do país no exterior". Tal medida, na opinião de especialistas, pode ser considerada violação à liberdade de expressão e violação do Estado democrático de direito. Mesmo sem ter sido expulso, Rhoter voltou para Nova York e trabalha na redação do NYT. "Foi uma decisão editorial, não da redação", disse. E ontem, comentou: "Agora é meu colega?". Há nove anos, sob o título "Hábito de bebericar do presidente vira preocupação nacional", a fatídica reportagem começava assim: "O presidente Luiz Inácio Lula da Silva nunca escondeu sua inclinação por um copo de cerveja, uma dose de uísque ou, melhor ainda, um copinho de cachaça, o potente destilado brasileiro feito de cana-de-açúcar. Mas alguns de seus conterrâneos começam a se perguntar se sua preferência por bebidas fortes

Agora é meu colega? LARRY ROHTER

não está afetando sua performance no cargo." O diretor do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas da Universidade do Texas, Rosental Alves, acha "normal" que uma personalidade mun-

dial, como é o caso de Lula, seja convidada para integrar a publicação. Ele lembra que Lula será colega do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, como colunista no NY T. (*Com agências)

Ao lado de nomes de peso

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lém de Fernando Henrique Cardoso, e agora, Lula, também são contratados como articulistas pelo The New York Times o destacado estudioso da esquerda latino-americana Jorge G.

Castañeda, Noam Chomsky – linguista, filósofo e ativista político estadunidense –, o escritor Umberto Eco, o exdirigente russo Mikhail Gorbachev, o colunista Jeff Jacoby, Javier Marías –

escritor, tradutor e editor espanhol, além de membro da Real Academia Espanhola –, e Jorge Ramos, jornalista e um dos mais conceituados analistas da questão hispânica nos Estados Unidos.

Lula assinou contrato com Michael Greenspon: a partir de junho poderá ser lido por milhares no mundo.

Brasileiros acham fácil desobedecer a lei

Genoino quer debate sobre mídia Deputado reclama de direito de resposta e cita experiências francesa e americana como exemplos André Dusek/ Estadão Conteúdo

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esquisa da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que 82% dos brasileiros reconhecem ser fácil desobedecer as leis no País. O Índice de Percepção do Cumprimento da Lei, divulgado ontem, resultou em nota média de 7,3 em escala de 0 a 10 – e 10 significa total comprometimento com respeito e cumprimento das leis. "Esses dados parecem indicar que a obediência às leis no Brasil ainda exige uma justificativa", disse a coordenadora da pesquisa, Luciana Gross Cunha. Segundo a pesquisa, verifica-se que quanto maior a renda do entrevistado, menor é o cumprimento. Os entrevistados que recebem até 2 salários mínimos apresentaram resultado mais elevado (7,6) que os que recebem mais de 12 mínimos (7,2). Os entrevistados com menos anos de estudo apresentaram o maior índice (7,5) frente aos com mais anos de estudo (7,0 e 7,1). Sobre o respeito às autoridades, 81% acham que as pessoas têm de pagar uma quantia a alguém, mesmo que discordem da decisão, se a ordem partir de um juiz. O porcentual cai para 43% se a ordem vier de um policial. A FGV apurou também as expectativas de punição. Para 80%, roubar itens

81% dos entrevistados acham que as pessoas têm de pagar uma quantia a alguém, mesmo que discordem da decisão, baratos, "muito provavelmente" acarretará em punição; 79% consideraram que, se dirigirem depois de beber, serão punidos; 78% afirmaram ser possível sofrer uma punição se estacionarem em local proibido. Mas 54% dos entrevistados responderam que é "provável ou muito provável" que a compra de um CD ou DVD pirata resulte em punição. Em 90% das respostas, a situação com maior reprovação social é a de levar itens baratos de uma loja sem pagar, seguida por dirigir depois de consumir bebida alcóolica (88%) e dar dinheiro a um policial ou outro funcionário para não ser multado (87%). Quase todos os entrevistados (99%) consideraram "errado ou muito errado" dirigir alcoolizado, jogar lixo em local proibido, levar produtos sem pagar e estacionar em local proibido. (ABr)

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deputado José Genoi- co. E é isso que nós queremos no (PT-SP) pregou on- discutir", afirmou ainda da tritem da tribuna da Câ- buna da Câmara. mara "um debate radical e No mesmo pronunciamentransparente" por parte do to, Genoino citou a agenda do Congresso para que seja apro- PT para 2013, aprovada no inívada lei que, segundo ele, de- cio do ano: reforma política e verá "democratizar a mídia". da Lei de Improbidade, além Para o deputado, o Congres- da questão da mídia. so deve enfrentar a questão O deputado afirmou tam"sem aceitar o constrangi- bém que a Constituição de mento que os proprietários 1988 revogou a Lei de Imprendos grandes veículos de co- sa – o que foi confirmado mais municação tentam colocar tarde pelo Supremo Tribunal nesta Casa, nos parlamenta- Federal – e hoje o País não tem res e nos parum mecanistidos, para m o q u e g aque o assunto ranta o direinão seja deto de resposO controle batido". ta a quem se da mídia C o n d e n ajulga prejudido a 6 anos e c a d o p o r a lprecisa ser 11 meses no guma publidebatido à luz da processo do cação. experiência Mensalão, "Hoje há internacional p o r c o r r u pum vácuo. avançada. ção ativa e Com a revoluformação de ção tecnolóJOSÉ GENOINO quadrilha, gica nessa Genoino afirá r e a , é n emou que o controle da mídia cessário enfrentar também o precisa "ser debatido à luz da debate sobre propriedade experiência internacional, de cruzada", disse. países com democracia conApesar de o PT insistir em fasolidada e mais avançada até zer o controle social da mídia – do que no Brasil". que muitos, como o ex-presiEle afirmou ainda que nos dente do Supremo Tribunal FeEstados Unidos a legislação deral (STF) Carlos Ayres Britto, impede que um grupo dono de afirmam se tratar do primeiro televisão tenha rádio, jornal, passo para a censura prévia –, revista e outros veículos. Genoino afirmou que seu partiE ressaltou, além da expe- do "tem história na defesa da liriência americana, a expe- berdade de imprensa". riência francesa com relação "O nosso governo aprovou a ao direito de resposta. lei mais avançada nesse terre"Aqui, você tem um mono- no: a Lei de Acesso à Informapólio que sufoca inclusive a ção. E nós temos tomado posidemocratização da proprie- ções favoráveis ao conceito de dade privada. Sufoca a infor- que a informação é um bem púmação. Conduz valores hege- blico e, como tal, nem pode ser mônicos do pensamento úni- controlada pelo Estado e nem

Genoino mais triste: "Não cometi crime nenhum. Não estou rico." pela propriedade privada, principalmente monopolista." Mais triste – Depois do discurso, Genoino se dirigiu para a Comissão de Constituição e Justiça. Ao perceber que era fotografado pelo jornal O Estado de S. Paulo, procurou saber qual era a razão para as fotos. Depois de ouvir a explicação, disse: "Não cometi crime nenhum. Não estou rico. Moro na mesma casa há 28 anos e, aqui em Brasília, no mesmo

hotel há 30 anos. E amanhã terei de sair, porque o hotel será demolido. Não sou rico, não roubei nada. Todos os empréstimos (feitos ao PT e investigados no processo do Mensalão) que eu assinei já foram pagos na Justiça." O deputado afirmou também que ele não mudou nada. Mas admitiu que hoje é um homem mais triste por causa do processo que respondeu no Supremo. (Estadão Conteúdo)


p Dilma e a caxirola: 'de bem com os orixás'.

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Isso só demonstra que a presidente tem um enorme temor de quem vai enfrentar nas próximas eleições. Aécio Neves, senador (PSDB-MG)

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Wilson Dias/ABr

Presidente, encantada com a novidade, jura que não está em campanha: "É impossível".

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presidente Dilma Palácio do Planalto. "Eu acreRousseff se divertiu dito que a caxirola faz parte ontem ao som da ca- não só do futebol, mas da xirola, instrumento imensa capacidade do nosso criado pelo músico Carlinhos País de fazer um instrumento Brown para animar os está- muito mais bonito que a vuvudios da Copa do Mundo de zela", disse, em referência às 2014. Animada, ela chegou a cornetas usadas pelos torceensaiar movimentos de per- dores na Copa da África do Sul, cussão, em em 2010. uma improviA caxirola sada versão já recebeu a do hino naciochancela do A caxirola também nal comandaMinistério do tem um sentido da por Brown. Esporte e fará transcendental de A ministra da parte da linha cura, de paz com o Cultura, Marde produtos mundo, de estar em oficial da Fifa, ta Suplicy, t a m b é m e ssegundo sintonia com a tava lá. Brown. natureza e com A caxirola, Dilma chetodos os orixás. s e g u n d o gou a dizer DILMA ROUSSEFF B r o w n , p e rque ela tem mite várias s e n t i d o formas de comemoração nas transcendental: "E eu tenho partidas – desde anunciar no- certeza que principalmente as mes de jogadores da seleção crianças desse País vão ter até a comemoração dos gols. uma experiência muito fanDilma foi presenteada com tástica com a caxirola. O Carlium pingente dourado da caxi- nhos não disse aqui, mas ele rola, que usou durante a aber- me falou antes que a caxirola tura da exposição "O Olhar de t a m b é m t e m u m s e n t i d o Ouvir" – pinturas e esculturas transcendental de cura, de endo cantor baiano no saguão do fim, de paz com o mundo, de

Presidente emocionada: "E eu tenho certeza que principalmente as crianças desse País vão ter uma experiência muito fantástica com a caxirola." estar de fato em sintonia com a natureza e com todos os orixás." Segurança na Copa – A presidente garantiu ainda que uma grande operação militar será feita em maio ao longo dos 16 mil quilômetros de fronteira terrestre do País. Segundo ela, para reforçar a segurança para a Copa das Confederações, entre 15 e 30 de junho. "A segurança pública é uma responsabilidade constitucional dos Estados, mas o governo federal tem o dever de participar na sua área de atuação, e é o que estamos fazendo", destacou ela, na coluna semanal Café com a Presidenta. Ela respondeu à pergunta do servidor público Francisco Carlos Oliveira, do DF, sobre as Forças Armadas no combate à entrada

de drogas via fronteira. Dilma explicou que as Forças Armadas e as polícias federais e estaduais trabalham de forma coordenada no combate aos crimes (principalmente tráfico de drogas) nas fronteiras do País desde 2011, quando foi lançado o Plano Estratégico de Fronteiras. E contou que a ação integrada é feita periodicamente por meio da Operação Ágata, liderada pelo Ministério da Defesa, e pela Operação Sentinela, do Ministério da Justiça. "Juntas, as duas operações já desarticularam ao todo 65 organizações criminosas, apreenderam 360 toneladas de drogas, 8 mil carros e embarcações e inspecionaram 148 pistas de pouso." Campanha, que campanha? – Dilma afirmou que não come-

çou a pedir votos porque é "impossível" comandar o País e disputar antecipadamente as eleições ao mesmo tempo. "Eu não estou em campanha. Sabe por que eu não estou em campanha? Porque eu tenho a obrigação, durante 24 horas por dia, de dirigir o Brasil. E quero dizer o seguinte: "Talvez a única pessoa com interesse nenhum em discutir o processo eleitoral na metade do seu governo seja eu." Questionada se a economia brasileira poderia atrapalhar sua reeleição, ela disse que "tem muita gente torcendo para o Brasil dar errado". Um repórter perguntou então quem seria. "É só você olhar", desconversou. Indagada se um deles seria o senador tucano Aécio Neves, principal

nome da oposição para disputar a eleição contra ela, a resposta da presidente foi dura: "Não perguntei para ele, meu querido, aí é sua função". A presidente disse ainda que não está curiosa com o programa partidário do PSB, legenda do governador pernambucano Eduardo Campos, outro potencial candidato presidencial. "Cada partido tem o direito de fazer o seu programa. Não estou curiosa nem com o meu." O PSB vai usar o programa de tevê do partido, amanhã, para apresentar Campos e criticar indiretamente o governo Dilma. (Agências) Ouça o som da caxirola em www.dcomercio.com.br

Alexandre Moreira/Estadão Conteúdo - 19/3/13

Câmara vota proposta que inibe a criação de legendas A única alteração é a que diminui ainda mais o tempo de propaganda eleitoral

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Câmara concluiu ontem a votação do projeto que inibe a criação de partidos. A proposta, que segue para análise do Senado, tira das novas legendas a possibilidade de amplo acesso ao fundo partidário e ao tempo de televisão, mecanismos vitais para o funcionamento financeiro e eleitoral das siglas. Patrocinado pelo Planalto nos bastidores, o projeto é uma tentativa de esvaziar movimentos como o de Marina Silva, que tenta criar a Rede Sustentabilidade, partido pelo qual pretende se lançar à Presidência da República em 2014. O texto principal do projeto foi aprovado na semana passada pelo plenário da Casa. A única alteração aprovada ontem é a que diminui ainda mais o tempo de propaganda eleitoral no rádio e na televisão dos partidos sem representação na Casa. Números – Foram 178 votos contra 74. Com esse placar a Câmara rejeitou a emenda do líder da Mobilização Democrática (MD), Rubens Bueno (PR), que adiava para 2015 a entrada das normas. Assim, as regras que asfixiam as novas legendas, como a que está sendo formada pela ex-ministra Marina Silva, já valem para a eleição do ano que vem. A Câmara encerrou a polêmica votação atacada pelos adversários de Dilma e potenciais candidatos à Presidência da República, caso do tucano Aécio Neves, de Marina Silva e do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). PMDB, PT, DEM e Palácio do Planalto apoiaram a emenda.

A turma do contra, sob a liderança do PSB do Senado, anunciou que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal alegando que o projeto seria inconstitucional (leia matéria ao lado). Marina e Aécio – Marina Silva e Aécio Neves se uniram para atuar contra a aprovação do projeto. E senadores lançaram um movimento suprapartidário para barrar a aprovação da proposta no Senado. Eles defendem que as regras entrem em vigor só depois das eleições de 2014 e que o projeto não seja analisado com urgência pelos senadores.

Não sei por que ser contra 30 segundos na tevê de uma força política que está começando agora. Talvez eles saibam de coisas que não sabemos. MARINA SILVA Lá fora – Em reportagem publicada ontem, o jornal britânico The Guardian afirma que a ex-ministra do Meio Ambiente deve enfrentar dificuldades para concorrer novamente à Presidência da República em 2014. O texto elogia a trajetória de Marina na militância ambientalista, mas sugere que ela perdeu espaço político no Brasil após o 3º lugar na eleição presidencial de 2010. Segundo o TheGuardian, a agenda da sustentabilidade foi "deixada de lado" pelo governo Dilma em favor de investimentos em áreas

como mineração e infraestrutura. "São tempos difíceis para ser um militante ambientalista", diz o jornal. A reportagem ressalva que Marina já deu um "passo considerável" na coleta de assinaturas para fundar seu novo partido, a Rede Sustentabilidade. À publicação, Marina fala sobre a possível candidatura em 2014: "Não sei se vai ser mais difícil desta vez, mas sei que vai ser mais importante, porque muita gente perdeu a esperança." Marina atribui a Dilma e ao Planalto as articulações para a aprovação da proposta. Mágoa – Ontem, sem esconder a mágoa com o PT, partido ao qual foi filiada, Marina Silva disse que a presidente tem a máquina do governo a seu favor: "A presidente não precisa disso. Ela tem um partido forte, tem ao seu lado quase todos os outros partidos, 39 ministérios, o PAC, o Bolsa Família, o Sarney e o Renan Calheiros. Não sei por que ser contra 30 segundos na tevê de uma força política que está começando agora. Talvez eles saibam de coisas que não sabemos." Temer – O vice-presidente da República, Michel Temer, defendeu ontem uma reforma política que reduza o número de siglas. "O número reduzido de partidos pode ajudar até a própria democracia brasileira", afirmou. Questionado sobre o chamado "golpe contra Marina", Temer disse que não entraria no mérito da matéria, da qual admitiu haver "opiniões divergentes". (Agências)

Marina Silva lembra que Dilma tem a máquina do governo a seu favor e afirma que ela " não precisa disso."

E o PSB vai recorrer no Supremo Partido do governador de PE recorrerá contra projeto que inibe criação de siglas

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líder do PSB no Senado, Rodrigo Rollemberg (DF), avisou ontem que recorrerá à Justiça contra a proposta que limita o tempo de propaganda e o fundo partidário aos novos partidos. "Nós vamos dar entrada num mandado de segurança preventivo no Supremo Tribunal Federal (STF), buscando evitar a apreciação desse tema no Senado porque ele é claramente inconstitucional", disse, em discurso na tribuna. Na prática a proposta aprovada torna inviável o funcionamento de siglas em gestação, como a Rede Sustentabilidade, da ex-senadora Marina Silva (AC); a fusão entre PPS e PMN, que decidiu criar o Mobilização Democrática; e o Partido Solidariedade, do deputado Paulo Pereira da Silva (PDTSP), que é presidente da Força Sindical. O possível candidato do PSB a presidente da República, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, classificou a proposta como uma "manobra antidemocrática".

Nós não podemos ter partidos de primeira categoria e partidos de segunda categoria. RODRIGO ROLLEMBERG, LÍDER DO PSB NO SENADO "O Supremo Tribunal Federal decidiu, recentemente, em relação ao PSD, os critérios da livre organização partidária, o direito de antena, o direito de ter os recursos do fundo partidário, e nós não podemos ter partidos de primeira categoria e partidos de segunda categoria, parlamentares de primeira categoria e parlamentares de segunda categoria", criticou Rollemberg. "Portanto, não há por que, não há nenhuma razão para se submeter ao tempo dos outros e buscar tomar uma decisão absolutamente inapropriada e extemporânea."

Na última segunda-feira, senadores do PT se posicionaram contra a validade das regras para as próximas eleições. O líder do partido no Senado, Wellington Dias (PI), defendeu a validade da regra só a partir de 2015. Já o presidente do futuro MD, deputado Roberto Freire (SP), comparou as articulações do Planalto pela aprovação do projeto às ações do regime militar para sufocar a democracia. "A presidente Dilma está patrocinando tudo isso. A ditadura só era pior porque fechava o Congresso." Para o senador Aécio Neves (PSDB-MG), o governo usa "dois pesos e duas medidas", pois apoiou a criação do PSD do ex-prefeito Gilberto Kassab – que vai dar apoio do governo. "O que não aceitamos é o casuísmo do governo federal, seu rolo compressor da maioria, que age como se temesse a disputa eleitoral. Isso só demonstra que a presidente tem um enorme temor de quem vai enfrentar nas próximas eleições." (Agências)


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REAPROXIMAÇÃO O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, nomeou ontem um novo encarregado de negócios nos EUA, oferecendo um canal de diálogo após ter acusado o governo norte-americano de ingerência.

nternacional

Uma guerra santa contra as guerras Invasões dos EUA no Iraque e Afeganistão teriam motivado atentado na Maratona de Boston

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zhokhar Tsarnaev, o sobrevivente dos dois irmãos acusados pelo atentado na Maratona de Boston, disse que foi motivado pelas guerras promovidas pelos norte-americanos no Iraque e no Afeganistão e por crenças religiosas de que deveria abraçar uma guerra santa contra os Estados Unidos. O jovem de 19 anos negou envolvimento com organizações terroristas. O hospital Beth Israel, em Boston, anunciou ontem que o estado de saúde do suspeito melhorou, passando de "grave" para "estável". Ele está internado por causa de tiros que teria levado na cabeça, pescoço, pernas e mão durante uma perseguição policial na sextafeira passada. O seu irmão mais velho, Tamerlan, de 26 anos, morreu no incidente. Dzhokhar tem respondido aos investigadores movendo a cabeça. Só falou uma vez para dizer "não", quando perguntado se tinha condições de pagar um advogado. O governo nomeou três defensores públicos para representá-lo. De acordo com fontes oficiais citadas pelo jornal The Boston Globe, Dzhokhar confirmou aos investigadores que ele e seu irmão colocaram e detonaram as duas panelas-bomba que explodiram durante a Maratona de Boston, no último dia 15. As explosões mataram três

Brian Snyder/Reuters

Nos EUA, sósia de Elvis é inocentado...

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s acusações contra Paul Kevin Curtis, suspeito de ter enviado cartas com a substância letal ricina ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e a um senador norte-americano, foram retiradas ontem por falta de provas. A decisão foi tomada horas depois que Curtis, um imitador de Elvis Presley, foi libertado de uma prisão no Mississippi sob fiança. "Não sou um criminoso, só quero conti-

Policiais universitários participam de funeral do colega Sean Collier, morto pelos irmãos Tsarnaev. pessoas e deixaram feridas outras 282, segundo dados oficiais divulgados ontem. De acordo com Dzhokhar, ele e o irmão mataram também um policial universitário na noite de quinta-feira, três dias depois dos atentados. Após dois dias de interrogatórios, agentes da polícia federal norte-americana (FBI, na sigla em inglês) também concluíram que os dois irmãos, de origem chechena, agiram sozinhos, que não tinham contatos com grupos terroristas nacionais ou estrangeiros.

Dzhokhar, que pode ser condenado à morte após receber formalmente acusações como a do "uso de armas de destruição em massa", revelou que seu irmão mais velho foi o idealizador dos atentados. Vários conhecidos dos irmãos contaram à imprensa que Tamerlan tinha adotado há algum tempo uma posição islamita extrema. Segundo duas autoridades norte-americanas, Tamerlan costumava visitar sites extremistas, dentre eles o da revista Inspire, uma publicação em in-

Atef Safadi/EFE

glês produzida por um afiliado da Al-Qaeda no Iêmen. A revista estimula pessoas sozinhas a realizarem ataques terroristas. As investigações levaram agentes norte-americanos a viajar para o sul da Rússia para ouvir os pais dos acusados. Eles moram no Daguestão, uma província no Cáucaso onde atuam forças insurgentes contra militares russos. A mãe dos suspeitos, Zubeidat Tsarnaev, disse à CNN que os filhos não cometeram os ataques e "foram mortos por serem muçulmanos". (Agências)

nuar com minha vida", disse. "Respeito o presidente Obama e amo meu país, nunca faria nada contra nós." Em uma ordem judicial rejeitando as acusações, os promotores disseram que a "investigação em curso revelou novas informações", sem fornecer mais detalhes. A advogada de Curtis, Christi McCoy, disse à rede CN N que acredita que seu cliente tenha sido vítima de armação. (Agências)

... e no Canadá, suspeitos se dizem inocentes.

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s dois acusados de envolvimento em um complô para atacar um trem de passageiros em Toronto, sob a "direção e orientação" da Al-Qaeda no Irã, compareceram ontem perante a justiça canadense e ambos disseram ser inocentes. Raed Jaser, de 35 anos, e Chiheb Esseghaier, de 30 anos, foram detidos na segunda-feira em duas ações que, segundo a polícia, es-

tavam relacionadas a uma investigação iniciada em meados de 2012. Esseghaier afirmou que as acusações são injustas e se baseiam em fatos e palavras que "são só aparências". A c r e d i t a - s e q u e E sseghaier seja tunisiano e que Jaser seja cidadão dos Emirados Árabes Unidos. O Irã, por sua vez, negou envolvimento com o suposto atentado. (Agências)

Ismail Zitouny/Reuters

Tanques de Israel fazem exercício militar nas Colinas de Golã, território sírio capturado na guerra de 1967.

Fumaça em Israel. Mas a ameaça é síria. Denúncia: Assad teria usado sarin contra rebeldes.

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inteligência militar israelense afirmou ontem que forças do regime de Bashar al-Assad teriam usado repetidamente armas químicas letais contra os rebeldes. "Conforme nosso melhor entendimento, houve o uso de armas químicas letais", disse o comandante da divisão de pesquisa militar, Itai Brun. "Quais armas químicas? Provavelmente sarin." Segundo o general, essa suspeita é amparada por fotos de vítimas espumando pela boca e com pupilas contraídas. Os Estados Unidos insistiram, anteriormente, que o uso de armas químicas significaria avançar uma "linha vermelha" e poderia "mudar o jogo". Mas, ontem, Washington recebeu com ceticismo as acusações israelenses. O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, afirmou ter conversado com o

premiê israelense, Benjamin Netanyahu, que lhe disse não "estar em posição de confirmar" a afirmação de Brun. Em Bruxelas para um encontro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Kerry pediu que membros da aliança militar estejam prontos para reagir caso seja confirmado que a Síria usou armas químicas. Não foi especificado que tipo de ação seria tomada. Por outro lado, ele afirmou que conversou com o chanceler russo, Sergei Lavrov, sobre a possibilidade de retomar um plano de paz acordado em Genebra, em junho passado, que pedia um governo de transição na Síria. "Nós dois vamos voltar, vamos explorar essas possibilidades, e vamos falar novamente sobre se algum desses outros caminhos poderão concebivelmente ser perseguidos", afir-

mou Kerry. "Eu diria para você que este é um caminho muito difícil... Ninguém deve pensar que há uma maneira fácil de seguir em frente com isso." Arsenal - O governo israelense estima que Damasco tenha hoje mais de mil toneladas de armas químicas, além de milhares de bombas e mísseis que podem ser carregados com o estoque. Seria um dos maiores arsenais químicos do globo. Israel acredita que a Síria usou contra os insurgentes uma arma química baseada em gás sarin, cujo rol de efeitos inclui paralisia, perda de consciência e interrupção na respiração. É o mesmo gás que foi utilizado em um atentado ao metrô de Tóquio, em 1995, com 13 mortos. (Agências)

Líbios observam destruição da fachada da embaixada francesa em Trípoli após explosão de carro-bomba

Franceses sob ataque na Líbia U

m carro-bomba atingiu a embaixada da França em Trípoli, ontem, ferindo dois guardas franceses e causando sérios danos ao edifício. A principal suspeita é de participação do braço da Al-Qaeda no norte africano, que teria ameaçado Paris após a intervenção no Mali, onde radicais islâmicos foram expulsos por tropas francesas em janeiro. (Agências)


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PROTESTO Médicos e dentistas farão amanhã um dia de paralisação contra os planos de saúde, por causa da remuneração. Apenas emergências serão atendidas.

idades

Médicos criticam os planos de saúde

Pesquisa revela insatisfação de profissionais da saúde com a remuneração paga pelas operadoras. Protesto na Avenida Paulista está marcado para ocorrer amanhã.

M

édicos, dentistas e fisioterapeutas que atendem planos de saúde afirmam que têm deixado de realizar cirurgias ou outros procedimentos por causa dos valores pagos pelos planos de saúde. A remuneração é considerada baixa por eles. Segundo uma pesquisa realizada pela Associação Paulista de Medicina (APM), feita com cinco mil profissionais da área, 61% dos médicos ouvidos afirmaram ter deixado de realizar cirurgias e procedimentos mais complexos. Entre os dentistas, 70% afirmaram o mesmo e, entre os fisioterapeutas, 58%. Segundo os números, mais de 80% dos médicos, dentistas e fisioterapeutas conveniados a planos e seguros de saúde afirmaram que já se descredenciaram ou que pretendem se descredenciar das empresas. Os profissionais das três áreas afirmam ainda que "um grande número de pacientes de planos de saúde tem recorrido ao SUS e ao atendimento privado em função de obstáculos colocados pelas empresas". Protesto – A pesquisa, realizada pela internet entre 3 e 14 de abril, foi apresentada on-

Marcio Fernandes/Estadão Conteúdo

tem, às vésperas de um protesto nacional dos profissionais da saúde contra os valores pagos pelos convênios médicos. Amanhã eles farão um dia de paralisação – atenderão apenas emergências. Também está previsto um ato na Avenida Paulista. "Será um dia de alerta nacional. Hoje, a saúde suplementar vive uma crise. Há uma relação ruim dos planos com os profissionais e isso prejudica seriamente a qualidade para o paciente", diz Florisval Meinão, presidente da APM. Ele citou como exemplo a reportagem da Folha de S.Paulo, publicada anteontem, que mostrou que crianças chegam a esperar até seis horas pelo atendimento de um pediatra e três dias por uma internação nos principais hospitais privados de São Paulo. Segundo a associação, os médicos têm deixado de realizar cirurgias porque os valores pagos pelos convênios por procedimentos não compensam para os médicos. Marun David Cury, diretor de Defesa Profissional da APM, diz que os planos pagam, em média, R$ 265 por uma cirurgia de retirada de útero, que demora três horas. Pela realização de cinco consultas neste mesmo perío-

61% dos médicos deixaram de fazer cirurgias e procedimentos mais complexos por causa da baixa remuneração dos planos de saúde.

Florisval Meinão, presidente da APM (centro): relação ruim das operadoras com os profissionais da saúde. do (a R$ 60 cada) eles recebem mais do que isso. "Para os convênios, isso é melhor. Cirurgia envolve custos maiores para eles (planos)", diz Meinão. Por isso, diz, as operadoras têm reajustado menos os valores das cirurgias do que o das consultas. Restrições – A pesquisa apontou ainda que muitos deles se queixam da interferência dos planos no trabalho rea-

Agente da CET é preso

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m marronzinho da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) foi preso em flagrante anteontem à noite após se envolver em um acidente em Taboão da Serra, na Grande São Paulo. Segundo a polícia, ele tinha sinais de embriaguez. De acordo com a polícia, Rogério Lobo Rodrigues dirigiu seu Golf na contramão e colidiu com um ônibus. Apenas Rodrigues ficou ferido na ocorrência. O marronzinho foi detido e, apesar de ser habilitado, esta-

va sem a carteira de habilitação no momento do acidente. Um familiar levou o documento até a delegacia de Taboão da Serra e a carteira foi apreendida. Questionada se o marronzinho continuará suas funções nas ruas, a CET informou que "não cabe à CET nenhum procedimento, visto que o caso não tem relação com os aspectos funcional e profissional" do agente. A CET acrescentou que ele estava fora do expediente de trabalho e sem uniforme. (Folhapress)

lizado. Entre os médicos, 77% dizem que operadora já deixou de autorizar procedimentos ou medidas terapêuticas e 69% dizem que o plano já restringiu procedimentos de alta complexidade. Outro lado – A Abramge (Associação Brasileira de Medicina de Grupo) diz que os planos de saúde representados pela entidade têm participado de grupos de trabalho e câmaras

técnicas que analisam novos modelos de remuneração aos profissionais da saúde. "As operadoras e os médicos prestadores de serviços devem negociar a remuneração caso a caso (...) O movimento dos médicos é aceitável, desde que não prejudique o atendimento aos beneficiários dos planos de saúde", afirmou a associação, em nota. (Agências)

69% dos entrevistados contaram que a operadora restringiu procedimentos considerados de alta complexidade para os clientes.

Adolescente comanda arrastão Assalto foi no restaurante japonês Kaminari Sushi, em Pinheiros. Outros casos ocorreram na região. Marcos Bezerra/Estadão Conteúdo

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m adolescente comandou o arrastão no restaurante japonês Kaminari Sushi, em Pinheiros, na zona oeste. O crime aconteceu anteontem à noite. Além do menor de idade, outros dois assaltantes invadiram o estabelecimento, por volta das 21h30, e roubaram, em poucos minutos, os nove clientes e 15 funcionários que estavam no local. De acordo com um funcionário, que pediu para não ser identificado, o adolescente era o "mais agitado e nervoso" durante o roubo e dava ordens para os comparsas. Os criminosos renderam as vítimas e fugiram com dinheiro, joias, cartões e celulares. Segundo a testemunha, os roubos têm sido frequentes na região. Essa é a primeira vez, no entanto, que o restaurante, localizado na Rua Amaro Cavalheiro, foi roubado. O dono do estabelecimento, que também pediu para ter sua identidade preservada, diz que vai instalar câmeras para tentar inibir outros roubos. O restaurante, que ficava aberto até as 23h, agora fecha às 22h30. "Já cogito fe-

Fachada do Kaminari Sushi, em Pinheiros: após assalto a clientes, restaurante agora fecha mais cedo. char mais cedo, às 22h. Não temos mais segurança", reclama o proprietário. Segundo ele, todos ficaram calmos e ninguém reagiu à abordagem dos criminosos. O caso foi registrado no 14º Distrito Policial (Pinheiros). A polícia suspeita que o grupo tenha participação em outros arrastões a restaurantes

na mesma região, nas últimas semanas. Higienópolis – Nos últimos dois meses, outros dois restaurantes japoneses também foram assaltados em São Paulo. Em abril, quatro homens armados roubaram cerca de 20 pessoas no Yoi!, que fica na Rua Itacolomi, em Higienópolis, região central.

Em março, pelo menos 25 clientes tiveram os pertences roubados em um assalto no restaurante Daitakê, em Moema, na zona sul. O local, na Alameda dos Aicás, foi invadido por três bandidos armados. Um quarto membro do grupo, também armado, ficou na porta ameaçando funcionários e clientes. (Folhapress) Daniel Sobral/Folhapress

Vacinação contra a gripe vai até sexta em São Paulo

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Secretaria de Estado da Saúde divulgou que 2,7 milhões de pessoas em São Paulo foram imunizados na campanha de vacinação contra a gripe. O número ainda é baixo, já que a meta é vacinar sete milhões de paulistas. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade global. Entre os idosos, pode reduzir o risco de pneumonia em aproximadamente 60%. Quem ainda não tomou a vacina tem até sexta-feira para procurar um posto de saúde, em todo o Estado de São Paulo. Os postos abrem das 8h às 17h. (Folhapress)

REPRESA – Funcionários da empresa Suatrans Cotec, especializada em contenção e descontaminação de resíduos, estiveram ontem no local onde o motorista que trafegava pela Via Anchieta perdeu o controle do caminhão e caiu na Represa Billings, em São Bernardo do Campo (SP), durante a madrugada. Ele não conseguiu deixar o veículo e morreu. O caminhão estava carregado de matéria-prima para ração de animais.


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cultura

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Mozart na Sala São Paulo Serenata Nº 10 em Si Bemol Maior, KV 361 - Gran Partita. Sala São Paulo. Praça Júlio Prestes, 16. Tel.: 3223-3966. Domingo (28). 17h. R$ 58 a R$ 67.

Amadeus em DVD Obra de Milos Forman confronta Mozart (Tom Hulce) e Salieri (F. Murray Abraham) em Amadeus, filme oscarizado 8 vezes. Veja ou reveja em DVD,

UM CONTRABAIXO ENTRE 12 SOPROS O contrabaixo acerta o pulso da serenata mais famosa de Mozart Luciano Paço

F

oi um presente. E que presente: a clarinetista alemã Sabine Meyer tocando Wolfgang Amadeus Mozart. O CD em questão (Sabine Meyer Plays Mozart) é o da Serenata Nº 10 em Si Bemol Maior, KV 361 - Gran Partita, composta em 1781 ou 1782 (os especialistas divergem quanto à data) para dois oboés, dois clarinetes, dois clarinetes tenor (conhecidos ao tempo de Mozart como basset-horns ou cors de basset cujos equivalentes podem ser os clarones), dois fagotes, quatro trompas e... contrabaixo. A obra foi levada a público em 23 de março de 1784. A composição segue os padrões de serenata, com seus movimentos alternando tempos acelerados e lentos, mas tem algo a mais. Alguma coisa que faz com que uma peça leve vá bem além do “entretenimento” (no século XVIII, serenatas eram “trilhas” de eventos sociais). E isso logo foi notado. "Não era uma composição de um macaco para se exibir. Era a música que eu nunca tinha ouvido. Preenchido com tanta nostalgia, saudade, tão frustrante... Pensei que estivesse ouvindo a voz de Deus." Palavras de Antonio Salieri em Amadeus (1984), filme de Milos Forman com roteiro de Peter Shaffer, que se inspirou na vida dos compositores Mozart e Salieri. Na película, o primeiro encontro entre eles se dá ao som da Serenata nº10 e a fala de Salieri transcrita acima acontece quando ele se pergunta pela primeira vez como Deus pode escolher alguém vulgar como Mozart para ser a sua voz. Passados alguns dias, pensando na Gran Partita, o presenteador me sai com a pergunta: “O que você acha que deu na cabeça do Mozart quando compôs a serenata número 10? Que diabos faz esse contrabaixo na seara - esmagadora - dos sopros?” Não sabia. Fiquei imaginando se esse não pode ser justamente um dos elementos que fazem a obra ir além de serenata e conter algo de sinfônico. Já que se pensa-

va em instrumentos de sopro, o baixo poderia ser substituído por um contrafagote, mas isso impediria os efeitos de pizzicato (deliberadamente buscados por Mozart) e inviabilizaria o som mais aveludado e cheio. Bom, não dava para “sofrer” (quem sofre ouvindo Mozart?) sozinho com minha ignorância musical e apelei aos “universitários”. Rosa Amélia Figueiredo, músico e regente, com trabalho de pesquisa de repertório, e interesse por tudo o que é música: “Ouvindo a Serenata Nº 10 minutos atrás, me veio a ideia de genialidade de Mozart, no desejo de realçar e unificar os naipes graves do conjunto, mas vejamos: todo o tecido melódico é tramado pelos sopros agudos enquanto os graves mantêm e

acentuam a marcação às vezes mais ‘dançante’, realçando assim as linhas molto legato das vozes superiores. Isso é notado nos primeiros movimentos, sendo que no terceiro (e mais sublime, na minha opinião), as notas longas do solo se mantêm seguras enquanto os graves (inclusive o baixo), dão o suporte de segurança para que elas pairem suaves e demoradamente. O contrabaixo colocado junto ao naipe mais grave – fagotes e clarone – dá uma sonoridade de maior peso e iguala as linhas mais ritmadas, como no quarto movimento, por exemplo. Essa combinação parece inusitada, mas deve ter sido criada com o objetivo de conceber um timbre diferenciado ao conjunto e tornar o grave bem sustentado e, ao mes-

Fotos: Arquivo DC

Guia do ouvinte: CD de referência com a clarinetista Sabine Meyer e a Gran Partita com a Orquestra des Champs Élysées, sob a direção de Philippe Herreweghe, regendo instrumentos de época.

mo tempo, dar ao conjunto a unidade que os grupos de instrumentos de corda possuem em suas formações menores – 5, 6 ou 8 instrumentos. Em muitos momentos o grupo soa como 'cordas', como no quinto movimento (romanze.allegretto), tão aveludados os timbres como os de violinos, violas, cello e baixo. Essa é uma incrível fusão!. No caráter “campestre” e bucólico do sexto movimento já se nota mais a diferença dos timbres e é onde pode ser ouvido o grave do contrabaixo pontuando as frases e finalizando-as com destaque. Novamente surge a nota longa do oboé como uma chamada que é respondida pelo clarinete. A tensão é feita com os graves marcados e em suspenso! Volta a linha bucólica, chamando... ". Para André Abujamra, compositor, ator, músico e campeão de Espirobol, Mozart pode ter escolhido o contrabaixo por sua maciez. “As notas do contrabaixo soam mais suaves do que um fagote no grave.” “Mas sabe de uma coisa? Um dia perguntaram ao Mozart como ele fazia as suas músicas e ele respondeu... ‘Como você respira?’. Compor é um lance muito louco. Claro que envolve conhecimento e técnica, mas acho que nem Mozart saberia responder o porquê do contrabaixo nessa serenata. Eu posso até inventar alguma resposta. Posso falar que o contrabaixo aqui faz o papel do chão e os sopros do ar, posso especular que algum amigo contrabaixista estava precisando de emprego e daí o Mozart escreveu o contrabaixo na peça para o amigo ganhar um cachezinho (e isso era comum). Mas não tem como saber mesmo. Pode existir algum professor de música ou alguém que dê alguma resposta acadêmica, porém, com certeza, Mozart não pensou para criar. Ninguém pensa quando cria. Depois da obra pronta, os teóricos pensam para o compositor. Pode ser uma visão rasa minha...” Bom, tudo isso dito, resta-nos a ‘obrigação’ de ouvir a Gran Partita no domingo (28), em concerto da série de câmara da Osesp.

Divulgação

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andido Portinari está de volta ao Masp. Dessa vez, o público pode apreciar fases distintas do artista, reunidas em duas séries: a Bíbl ica, com oito obras, e a Ret ira ntes , com três telas. Tais trabalhos marcam uma fase em que Candido Portinari utilizava como temática de sua pintura a denuncia social, a reboque da atitude que marcava os trabalhos de pintores europeus ao denunciarem as calamidades da guerra. As telas de Bíblica, como a Ressurreição de Lázaro (acima), foram criadas entre 1942 e 1944. Nelas é possível notar a forte influência de Guernica, de Picasso. "A marca de Guernica é evidente e nunca foi negada por

Portinari", afirma Teixeira Coelho. "Ele de fato quis pintar como Picasso naquela tela, por ele vista em Nova York por ocasião de sua estada em Washington com a finalidade de realizar painéis para a Biblioteca do Congresso." Já a série Retirantes, produzida entre 1944 e 1945, exibe uma linguagem mais parecida com a dos muralistas expressionistas mexicanos, como Orozco e Siqueiros. (Rita Alves)

MASP. Av. Paulista, 1578, Tel.: 3251-5644. Terças a domingos e feriados, das 10h às 18h. Quintas das 10h às 20h. R$ 15. Crianças até 10 anos e adultos acima de 60 anos não pagam. Terças: acesso gratuito a todos.

O professor universitário que era um grande amante. Sonho ou realidade? Renato Pompeu

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grande escritor americano Philip Roth, 80 anos, famoso por suas histórias ao mesmo tempo sobre o prazer e o amargor do sexo, já era um autor consagrado quando lançou, em 1977, esse pequeno romance, O Professor do Desejo, agora publicado no Brasil, quase quatro décadas depois, pela Companhia das Letras. (Cumpre notar que, nos EUA, o termo "professor" só é usado para designar professores universitários.) Não se trata, porém da sexualidade frustrada do herói de sua obra mais famosa, O Complexo de Portnoy, de 1969, e sim de uma sexualidade um tanto mais feliz, vivenciada pelo professor universitário David Kepesh. Muito divertida de se ler, mesmo quando se trata das angústias do personagem central, o romance lembra a literatura picaresca espanhola, tal a vivacidade e a crueza de algumas situações, descritas com um realismo exacerbado. O jovem David é filho bastante inseguro de um casal que administra um hotel. O garoto é grandemente influenciado pela escatologia de um artista, do qual a característica mais chamativa é a sua maestria em combinar sinfonicamente os sons dos gases que solta, de suas defecações e das descargas, criando o que, aos ouvidos de David, são verdadeiras sinfonias wagnerianas. As companhias de David não melhoram quando ele vai para a faculdade, onde compartilha o dormitório com um homossexual que foge ao serviço militar e vive se masturbando, indiferente à presença de outras pessoas. Como bom estudante universitário americano, figura consagrada pelo cinema e pela ficção ditas de "campus", David tenta aproveitar sua fama de bom aluno para conquistar garotas, mas não obtém sucesso nesse quesito tão importante, por causa da formação inadequada pela qual passou, as companhias escatológicas que tanto chegou a admirar, que o deixaram bastante imaturo psicologicamente. Sem ter tido êxito em suas tentativas amorosas, mas bem-sucedido academicamente, ele parte para Londres, sustentado por uma Bolsa Fulbright - e na Inglaterra se relaciona com duas jovens suecas hipersexuadas, como boas representantes da mítica sexualidade das mulheres de seu país. David, já desenvolto sexualmente, mas não emocionalmente - sua evolução sentimental foi, como vimos, prejudicada pelas experiências de sua infância e juventude - e mantido ainda imaturo pela sua experiência de sexo a três

em Londres (ou seja, não chegou a conhecer um verdadeiro relacionamento amoroso) - , retorna tempos depois para os EUA, e se estabelece na Califórnia, onde se relaciona com Helen, uma mulher de passado promíscuo em lugares exóticos como Hong Kong. Capaz de façanhas sexuais, David é no entanto incapaz de amar e isso irrita Helen, pondo fim ao relacionamento. Ele então vai curtir sua sexualidade exacerbada e sua infantilidade emocional em Nova York, de vários modos: fazendo infindáveis sessões de psicanálise, tendo relacionamentos mais fortuitos do que profundos, e, comicamente, dando cursos em que compara sua vida amorosa com as dos personagens dos grandes romances sobre os quais tem de dar aula. Seus alunos, e especialmente suas alunas, se veem diante da estranha tarefa de realizar discussões e elaborar dissertações sobre a vida sexual de seu professor. David chega a ir a Praga, para estudar a praticamente inexistente vida sexual do grande escritor Franz Kafka. Não era a primeira vez que Roth, Kepesh e Kafka se encontravam. Em 1972, Roth já havia publicado um pastiche de A Metamorfose, de Kafka, em que o personagem central se surpreende ao acordar transformado num inseto. Roth, em O Seio, já nos havia apresentado o professor David Kepesh, que se imagina transformado em um imenso seio que vai sendo acariciado por diferentes pessoas. Em 2001, Roth publicou O Animal Agonizante, em que Kepesh, já próximo da velhice, é tão famoso como professor de literatura que até apresenta um programa de rádio sobre livros. Continua bem sucedido sexualmente, em especial entre suas alunas, mas continua imaturo emocionalmente. A sombra dos seios femininos persegue Kepesh a vida inteira. Nos três livros, a diversão, mesmo quando o tema são as angústias mais sentidas dos personagens, está garantida, como verdadeira marca de Roth. Mas, dadas as complicadas relações entre o intelecto e o sexo - o grande escritor inglês Aldous Huxley definia "intelectual" como "um ser humano que descobriu algo melhor do que o sexo" - talvez mais verossímil de que o fictício Kepesh seja o cidadão de carne e osso Sam Kashner, também professor, que escreveu no ano 2000, na edição americana da revista GQ tórridos artigos sobre seus relacionamentos carnais com as alunas, para depois se descobrir que era tudo mentira.

NA TELA DA CINEMATECA, A HISTÓRIA DO CRAQUE HELENO. Heleno, com Rodrigo Santoro, é o cartaz de hoje (24), às 19h. Sala BNDES. Largo Senador Raul Cardoso, 207. Tel.: 3512-6111. 14 anos. R$ 8.


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O sal, por favor!

www.dcomercio.com.br

Camiseta do Leão

Suporte para sal e pimenta da Unique Gift. Custa US$ 25 na Amazon. http://amzn.to/11A6DJO

A série de imagens 'Scars', de Aneta Ivanova explora a ideia de memórias que ficam marcadas no corpo, em imagens.

Dupla exposição

Já fez sua declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física? Esta camiseta pode ser a inspiração que você precisa. E lembre-se: o prazo termina em 30 de abril.

A fotógrafa Aneta Ivanova, de Varna, Bulgária, cria imagens exuberantes com a técnica da dupla exposição. http://bit.ly/15HbEUX

http://bit.ly/11idS9b

F RANÇA F OTOGRAFIA

Amor, igual para todos. O

s deputados franceses aprovaram ontem de forma definitiva o texto que legaliza os casamentos entre pessoas do mesmo sexo, com os votos favoráveis da esquerda e contrários da oposição conservadora. A direita anunciou que recorrerá perante o Conselho Constitucional, que deverá se pronunciar antes de a lei entrar em vigor, nos próximos meses. O texto foi aprovado com 331 votos a favor, dois a mais do que na primeira leitura; os votos contra somaram 225, quatro a menos do que na votação anterior. Pouco antes da

Charles Platiau/Reuters

votação, o presidente da Assembleia Nacional, Claude Bartolone, obrigou a retirar da tribuna de convidados os opo-

sitores da lei que protestavam aos gritos. "Os inimigos da democracia não têm nada para fazer no plenário", disse.

Uma vez aprovado o texto, a maior parte dos deputados da direita abandonou a câmara. A esquerda, de pé, aplaudia e gritava "Igualdade!" A ministra da Justiça, Christian Taubira, "madrinha" do texto, disse estar "cheia de emoção" diante o "avanço histórico" que significa a aprovação dessa lei. "Sabemos que não tiramos nada de ninguém, demos um direito a pessoas que não o tinham. É um texto generoso", analisou a ministra, que lembrou "os adolescentes que foram vítimas de violência por sua orientação sexual". (EFE)

Pilar Olivares/Reuters

G EÓRGIA David Mdzinarishvili/Reuters

Realizando sonhos O fotógrafo Matej Peljhan realizou em imagens os sonhos do pequeno Mila, um menino de 12 anos que sofre de distrofia muscular. A série, de visual onírico, foi batizada como "O pequeno príncipe". http://bit.ly/11BEvVz

M ODA

Galliano vira professor intitulado "Show me Emotion" ("Mostre-me emoção") na Parsons - The New School For Design, uma das principais escolas de moda de Nova York.

Desfile ousado L

O estilista John Galliano, que foi demitido da casa Dior em 2011 depois de ser filmado fazendo comentários antissemitas em um café de Paris, vai ministrar um curso

SALVE SÃO JORGE - Mulher foi fotografada ontem diante de uma parede repleta de imagens religiosas durante as celebrações do dia de São Jorge no Rio de Janeiro. São Jorge é chamado de Ogum nas religiões afro-brasileiras.

Modelo apresenta criação da estilista Ria Keburia na semana de moda de Tbilisi. L OTERIAS Concurso 1170 da DUPLA SENA

Origami no Banco Central Won Park usa notas de moedas de todos os países para criar figuras de objetos, animais, frutas e pessoas com a técnica de dobradura. Tudo é feito sem recortes ou colagens, como origami. http://bit.ly/XWo88E

Primeiro sorteio 03

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Segundo sorteio 04

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Concurso 3176 da QUINA

E SPAÇO

C ONFORTO 02

Uniforme da soneca

Vem aí o 'cometa do século' Nasa/Reuters

Por US$ 61 você adquire este "uniforme" para dormir no trabalho, no ônibus, em qualquer lugar. O travesseiro é colocado em volta do braço e o capacete abafa o som. http://bit.ly/XS06tk

A TÉ LOGO

Acesse www.dcomercio.com.br para ler a íntegra das notícias abaixo:

Brasil faz último teste antes da definição da lista de Felipão

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Copa do Brasil define hoje três classificados para próxima fase

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novembro, o cometa brilhará no céu tanto quanto a Lua Cheia e atinjirá o ponto de sua trajetória mais próximo do Sol – cerca de um milhão de quilômetros da superfície. No momento, ISON está a uma distância estimada em 621 quilômetros do Sol.

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Imagem registrada pelo telescópio espacial Hubble no dia 10 de abril e divulgada ontem mostra o cometa ISON à distância de 634 milhões de quilômetros da Terra. O comenta, descoberto em setembro de 2012, é conhecido como "cometa do século" porque, segundo os astrônomos, poderá ser o maior já visto da Terra. Medições preliminares apontam que o núcleo gelado de ISON tem cerca de 6 quilômetros de diâmetro. Os cientistas também acreditam que, no próximo dia 28 de

Júri é escolhido para julgamento sobre morte de Michael Jackson

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11 DECLARAÇÃO Contribuinte que entregou o IR já pode consultar extrato

conomia

ADMINISTRADORA Iguatemi planeja oferta primária que pode superar os R$ 500 milhões

Marcos Peron/Virtual Photo

Cartões avançam com força total

Participação nos gastos das famílias sobe para 26,4% Rejane Tamoto

O

s pagamentos com cartões de crédito e de débito devem continuar em crescimento, mesmo com as experiências de pagamentos com celular em andamento. As transações com cartões de crédito e débito atingiram uma participação de 26,4% no consumo total das famílias em 2012, acima do share de 24,6% registrado em 2011, segundo levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). Para se ter uma ideia, nos Estados Unidos a estimativa é que a participação dos cartões no consumo das famílias seja de 45%. Outro dado interessante do levantamento é que o turista brasileiro continuou utilizando o cartão de crédito em compras no exterior, mesmo com a cobrança de 6,38% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). O valor total gasto por brasileiros lá fora atingiu R$ 24 bilhões no ano passado, uma alta de 13,4% sobre 2011. Já o gasto de estrangeiros no Brasil com cartão de crédito foi de R$ 9,7 bilhões, um incremento de 27,2%. "A expectativa é que este número aumente com a vinda de

mais turistas ao Brasil para eventos como a Copa das Confederações e a Jornada da Juventude", diz o diretor-executivo do Bradesco Marcelo de Araújo Noronha, o novo diretor-presidente da Abecs (leia mais abaixo). De acordo com ele, em 2012 foram realizadas 8,1 bilhões de transações nos cartões de crédito e débito. Os dois segmentos faturaram juntos R$ 724,3 bilhões, uma alta de 17,9% sobre 2011. A tendência é que neste ano os cartões continuem crescendo na casa de dois dígitos. A estimativa da Abecs é de alta de 16,9% para o faturamento total do setor, estimado em R$ 847 bilhões para 2013. Os dados da Abecs não contabilizaram as transações realizadas com private labels (cartões de loja), apenas cartões de bandeiras para que houvesse dados mais fidedignos. Essa mudança de metodologia, no ano passado, explica porque o aumento de 17,9% em 2012 foi menor que a projeção anteriormente anunciada para o ano, que era de 21%. No ano passado, o faturamento dos cartões de crédito foi de R$ 479,5 bilhões, uma elevação de 16,6% sobre

Cartões de crédito e débito faturaram R$ 724,3 bilhões em 2012, alta de 17,9% sobre 2011. Para este ano, a projeção é de aumento de 16,9%. 2011. Com menor faturamento, da ordem de R$ 244 bilhões, a função débito teve um ritmo de crescimento maior, de 20,6%. As projeções são de aumento de 15,7% no crédito (R$ 555 bilhões) e de 19,3% no débito (R$ 292 bilhões). "O crescimento da função débito é uma tendência mundial e isso já aconteceu na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil está relacionada à bancarização, que incluiu novos correntistas no sistema. É natural que, primeiramente, o consumidor use mais o cartão de débito e, depois, o de crédito. As duas modalidades têm alto potencial de crescimento", avalia Noronha. De acordo com o levantamento da entidade, a participação dos cartões de débito no faturamento de estabelecimentos comerciais foi de 21% no ano passado, ainda abaixo da participação de cartões de crédito, que foi de 37%. Os

meios não eletrônicos – como dinheiro, cheque, fatura e carnê – responderam por 42% do faturamento do comércio. Os dados são de levantamento encomendado pela entidade ao Datafolha, realizada em 11 capitais brasileiras. Segundo Noronha, os benefícios dos cartões aos comerciantes são expressivos, como o aumento da segurança e redução da inadimplência, além de aumento nas vendas. De acordo com o presidente da entidade, a cada 10% de incremento na participação dos cartões no comércio, o Brasil soma 5% mais em tributos como Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Em valores absolutos, o incremento para os cofres públicos seria de R$ 1,7 bilhão, conforme cálculos de 2010.

Boas perspectivas para novas regras

E

m um ano em que as discussões se concentram em novos meios de pagamento, como pelo celular (mobile payment) e cartões pré-pagos, o novo diretor-presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), Marcelo Noronha, usará sua experiência na presidência do Conselho de Ética e Autorregulação da entidade para dialogar com o governo. "Na nossa agenda, queremos mostrar como os meios eletrônicos de pagamento podem contribuir para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), já que ele representa redução de custos, formalização e inclusão financeira", diz. Na entidade desde 2007 – e no mercado financeiro há 30 anos –, Noronha, também diretor-executivo do Banco Bradesco, afirma que vê com boas perspectivas a participação mais ativa que o Banco Central (BC) deverá ter sobre o setor. A mudança está em uma medida provisória elaborada em conjunto pelos ministérios da Fazenda, Comunicações e Banco Central, que determina novas regras para o setor. Na entrevista a seguir, Noronha detalha as perspectivas para o setor neste ano, assim como para o crescimento dos meios de pagamento eletrônicos. Diário do Comércio – Os se-

tores de indústria e serviços venda. Claro que cada banresponderam por 26% do fatu- co cobrará uma taxa e estaramento dos cartões de crédi- belecerá prazos, de acordo to. Em que ramos de atividade com o ramo de atividade da o cartão deve continuar cres- loja. O interessante é que o cendo? comerciante vai receber o Marcelo de Araújo Noronha valor em um prazo mais cur– Alguns segmentos de servi- to, em dois dias úteis. ços têm potencial para aderir aos cartões, como os de saúDC –Por que a padronização de e educação. Em ambos, está sendo desenvolvida? h á u m a g r a n d e Newton Santos/Hype perspectiva de crescimento. No ano passado, o setor de saúde, p ri n ci p a lm e nt e por hospitais, aderiram a este m e i o d e p a g amento. Agora, faltam os consultórios médicos, odontológicos e de fisioterapia. E s t a é u m a m udança que vem do próprio consumidor, que está preferindo pagar com o cartão. DC – O que a Abecs prepara para beneficiar comerciantes e consumidores? MA N – Uma iniciativa importante é a padronização do crediário com juros na máquina POS, que atualmente está em fase de desenvolvimento na Abecs. Isso trará um benefício ao consumidor, que terá uma opção clara de pagamento, e para o estabelecimento comercial, que financiará a

Qual a participação do parcelado com juros nos pagamentos? MAN – Essa modalidade de crediário existe desde o ano passado e, por isso, não havia padronização. Hoje, em torno de 1% de todas as transações é feita de forma parcelada com juros. Geralmente, o consumidor só parcela com juros após o vencimento da fatura. De todo o crédito

que os bancos tinham a receber de clientes, em 2012, apenas 26% continha juros. Com a padronização do crediário, o comércio poderá oferecer esta opção ao consumidor. A ideia é que toda máquina POS tenha no menu a opção crediário, na qual seja possível simular o parcelamento com juros para o

credenciadoras e os estabelecimentos comerciais. Na Abecs, não tratamos de preços. A discussão desses valores será sempre relativa ao tamanho e ao setor em que cada um está. DC – Fale sobre a agenda da Abecs neste ano em função da medida provisória que vai re-

O celular vai substituir o cartão de plástico. Mas, terá de ter um sistema que garanta os pagamentos. MARCELO NORONHA, ABECS cliente. Com isso, o crediário deve crescer. DC – Assim como ocorreu com o juro do rotativo do cartão de crédito, o senhor acredita numa redução de taxas de transações que os comerciantes pagam pelas máquinas de cartões? MAN – Atualmente, as taxas dependem de uma relação bem pontual entre as

gulamentar os meios de pagamento eletrônicos. MAN – Vamos manter relações próximas com organismos governamentais para normatizar o setor – via autorregulação e regulamentação governamental. Vamos estimular inovações que necessitam de padronização e que beneficiem todos. A ideia é que os meios eletrônicos de pagamento

contribuam para o crescimento do País. DC – Um dos alvos da regulação será o cartão pré-pago, que ainda não é monitorado pela Abecs. Esses cartões devem interagir com o celular? MAN– Temos uma comissão específica sobre pré-pagos na Abecs e a perspectiva de crescimento deles é positiva. Também acreditamos que esses cartões serão integrados ao pagamento por celular. DC – O que acontece se os cartões se tornarem desnecessários com a chegada do pagamento por celular? MAN – O cartão é um device (equipamento) e, por trás dele, há todo um sistema de pagamento. O celular vai substituir o cartão de plástico. Mas, para isso, terá de ter um sistema que garanta os pagamentos. Terá de ser como o cartão, que hoje é cômodo porque tem tecnologia padronizada, que permite o seu uso em qualquer lugar do mundo. As bandeiras garantem o sistema de pagamento junto aos bancos e redes credenciadoras. Sem isso não há sistema de pagamentos. O celular é um device, mas não pode substituir um sistema de pagamentos. Acreditamos que o celular vai gerar inclusão financeira de um lado e, de outro, atender a um usuário contumaz com tecnologia de pagamentos sem contato. (RT)


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e Pacote tira impostos e turbina o etanol Estamos condicionando os incentivos ao aumento da oferta, porque aí o preço vai ser reduzido. Guido Mantega, ministro da Fazenda

conomia

Governo anuncia redução do PIS/Cofins e melhores condições de financiamento para a indústria sucroalcooleira. Medidas visam ressuscitar o combustível no País.

O

Sérgio Lima/Folhapress

governo anunciou ontem um pacote de medidas para a indústria de etanol, como a redução de tributos e melhores condições de financiamento para estocagem e renovação de canaviais, com o objetivo de permitir que o setor eleve investimentos e amplie a produção do biocombustível. As medidas entrarão em vigor a partir de 1º de maio, mesma data em que ocorrerá o aumento da mistura de etanol anidro na gasolina, de 20% para 25%. O aumento da mistura tende a reduzir o preço da gasolina na bomba, já que o etanol é um combustível mais barato, o que deve ajudar no controle da inflação. A medida mais aguardada era a desoneração tributária. O governo informou que será criado crédito presumido do Programa de Inte-

gração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) ao produtor de etanol, o que na prática vai zerar a cobrança de R$ 0,12 por litro desses tributos. A redução de PIS e Cofins para a indústria sucroalcooleira representará ao governo uma renúncia fiscal de R$ 970 milhões de reais em 2013, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, durante o anúncio das medidas de apoio ao setor, ontem em Brasília. "Vamos dar crédito de PIS e Cofins correspondente a esse valor e, assim, vamos neutralizar seu impacto", explicou Mantega. "É como se fosse zero (a incidência desses tributos) e a indústria vai ter estímulo adicional para se expandir", disse. Em relação ao maior porcentual de etanol na gasolina, Mantega tranquilizou: "Temos condição de fazer isso porque a área plantada se expandiu de 8% a 10% e a safra 2012/13 é muito boa. T e m e x p a nsão de mais de 10%." A redução tributária deverá ser usad a p a r a r ecompor as margens da indústria, afetada nos últimos anos com um aumento de custos. C o m o s p r eços da gasolin a p r a t i c amente inalterados na bomb a n o s últimos anos, isso acabou f un ci o na nd o como um teto

Mercado definirá preços

O

Ministro Guido Mantega: objetivo é elevar a produção do biocombustível. para o preço do etanol, limitando o repasse de custos pela indústria. As medidas coincidem com o início da safra de cana no centrosul do País. Mantega ainda acrescentou que é preciso estimular investimentos e produção de etanol. "Hoje, o Brasil é o principal produtor de açúcar do mundo e o segundo maior de etanol", afirmou. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que a produção de etanol se elevará neste ano para cerca de 28 bilhões de litros, ante uma safra anterior de 23 bilhões de litros. Financiamento – O governo também anunciou a redução dos juros do Prorenova, linha de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a renovação e implantação de novos canaviais. Com um volume de recursos de R$ 4 bilhões, o programa terá taxa de juros reduzida para 5,5% ao ano, ante 8,5% a 9,5% que vigoraram no ano passado. A terceira iniciativa estabelece novas condições para o financiamento da

Medidas ajudam, diz Unica.

A

presidente da União da Indústria de Cana-deAçúcar (Unica), Elizabeth Farina, avaliou ontem que o setor entende que as medidas tomadas pelo governo ajudam na recuperação da competitividade do setor, mas não resolvem todos os problemas. A indústria tem se queixado de falta de clareza nas políticas públicas para o etanol e do controle do preço da gasolina. Elizabeth ressaltou que o setor precisa retomar investimentos em novas unidades, para atender a grande demanda esperada nos próximos anos. Ela disse que a melhoria das condições de crédito anunciada pelo governo, para programas de renovação de canaviais e estocagem, também favorece o setor, que deverá ter uma recuperação expressiva na

safra atual, com um aumento estimado em cerca de 10% na produção de cana, após temporadas ruins afetadas pelo clima desfavorável, crise financeira e baixos investimentos nos canaviais. Dificuldades – Para Elizabeth Farina, porém, 30% das usinas não serão beneficiadas com a redução das taxas de juros dos financiamentos para renovação de canaviais e estocagem de etanol. Segundo ela, essas agroindústrias estão em dificuldades financeiras e não terão condições de se qualificar para ter acesso ao crédito. Elizabeth afirmou que, em função das margens negativas, mais 12 usinas devem suspender atividades neste ano e irão se somar às 40 que paralisaram processamento nos últimos cinco anos. Ela disse que o

fechamento não implica risco de desabastecimento, porque toda a cana-deaçúcar disponível será processada e a produção de etanol deve crescer de 21 bilhões para 25 bilhões de litros neste ano. A presidente da Unica considera que a redução das taxas, de 8% para 5,5% ao ano, no caso das lavouras, e de 9,5% para 7%, no caso da estocagem, irá elevar a demanda pelos recursos disponibilizados pelo governo para o setor. Dados divulgados nesta semana pelo Ministério da Agricultura mostram que, de julho do ano passado a março deste ano, as usinas tomaram apenas R$ 135 milhões (6,8%) dos R$ 2 bilhões programados para estocagem e R$ 944 milhões (39,3%) para renovação e ampliação dos plantios com cana. (Agências)

COMUNICADO AO MERCADO PARA PEDIDO PÚBLICO DE PROCURAÇÃO FORMULADO PELO ACIONISTA GERAÇÃO FUTURO L PAR FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES BRADESPAR S/A - CNPJ/MF n.º 03.847.461/0001-92 - NIRE n.º 35.300.178.360 COMPANHIA DE CAPITAL ABERTO O acionista GERAÇÃO FUTURO L PAR FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES (“GERAÇÃO”), inscrito no CNPJ/MF sob o nº 08.935.128/0001-59, representado por seu gestor GF GESTÃO DE RECURSOS S.A. (“GF”), sociedade anônima, estabelecida na Cidade de Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, à Avenida Carlos Gomes, nº 300 - 6º andar, inscrita no CNPJ/MF sob nº 09.630.188/0001-26, nos termos do que dispõe o artigo 22 e seguintes da Instrução CVM n.º 481 de 17/12/2009 vem comunicar ao mercado, por ocasião da realização da Assembleia Geral Ordinária, designada para o dia 29 de abril de 2013, às 16:00 hs, na sede social da Companhia que faz Pedido Público de Procuração aos demais acionistas, visando ampliar a participação destes no mencionado evento societário. Nos termos do Edital de Convocação divulgado ao mercado nos dias 26/03/13, 27/03/13 e 28/03/13, serão deliberadas em AGO, as seguintes ordens do dia: I. tomar conhecimento do Relatório da Administração, do Parecer do Conselho Fiscal e do Relatório dos Auditores Independentes e examinar, discutir e votar as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2012; II. deliberar sobre proposta do Conselho de Administração para destinação do lucro líquido do exercício de 2012 e ratificação da distribuição de juros sobre o capital próprio pagos; III. eleger os membros do Conselho de Administração, sendo necessário, nos termos das Instruções CVM nos 165, de 11.12.91, e 282, de 26.6.98, no mínimo, 5% (cinco por cento) do capital votante, para que os acionistas possam requerer a adoção do processo de voto múltiplo; IV. eleger os membros do Conselho Fiscal, nos termos do Artigo 161 da Lei no 6.404/76 e fixar a respectiva remuneração; e V. deliberar sobre proposta do Conselho de Administração para remuneração dos Administradores e verba para custear Plano de Previdência dos Administradores.

Considerando-se a relevância das matérias e a fim de garantir a ampla participação de todos os acionistas da Companhia, formula o acionista acima indicado este pedido público de procuração, solicitando aos acionistas interessados que outorguem procuração para votar favoravelmente, desfavoravelmente ou se abster em relação às matérias acima indicadas e, em especial, na indicação de mais um membro para compor o Conselho de Administração e um membro efetivo e seu respectivo suplente para o Conselho Fiscal da companhia. O pedido público de procuração se justifica pelo fato da proposta formulada pela Administração indicar apenas oito (08) candidatos ao Conselho de Administração, restando vagas quatro (04) cadeiras para a composição total do órgão, como prevista pelo seu Estatuto Social. Nestes termos, o acionista signatário deste pedido indica aos demais acionistas o Sr. Marcelo Gasparino da Silva, como membro titular. Já em relação ao Conselho Fiscal, o pedido se justifica em face de restarem abertas duas (02) vagas destinadas aos minoritários, sendo uma (01) destinada aos detentores de ações preferenciais e uma (01) destinada aos detentores de ações ordinárias, desde que representem 10% (dez por cento) do capital com direito de voto. Nestes termos, o acionista signatário deste pedido indica aos demais acionistas para composição do órgão pelas ações preferenciais os Srs. Manuel Jeremias Leite Caldas como membro titular e Mario de Castro Marchiori como membro suplente. Os currículos dos candidatos, a minuta da procuração, a indicação dos procuradores, declaração do anexo 23 da Instrução CVM nº 481 e demais documentos pertinentes encontram-se à disposição dos interessados através do site www.proxyvoting.com.br/agobradespar.

São Paulo, 22 de abril de 2013. GF GESTÃO DE RECURSOS S.A.

estocagem do etanol, com recursos de R$ 2 bilhões e juros de 7,7% ao ano, ante os 8,7% anuais que valiam para essa linha. Química – O pacote inclui a redução de tributos para o setor químico nacional, buscando reforçar a indústria que vem enfrentando a concorrência dos Estados Unidos e acumula déficit comercial de quase US$ 30 bilhões nos últimos 12 meses. A alíquota de PIS/Cofins incidente sobre as matérias-primas da indústria química, como nafta e propano, foi reduzida de 5,6% para 1%, e o benefício fiscal foi ampliado para a chamada indústria de segunda geração. "Queremos viabilizar o crescimento e competitividade do setor e isso implica redução de custos", disse Mantega. Com redução das alíquotas do PIS/Cofins, as empresas químicas gerarão um crédito tributário de 8,25% na compra dos insumos. Esse porcentual valerá até 2015, e a partir de 2016 passa a cair gradualmente até voltar, em 2018, para o atual patamar de 3,65%. (Agências)

pacote de desoneração do setor sucroalcooleiro não é garantia de redução no preço do combustível. Ontem, a presidente Dilma Rousseff reconheceu isso. "Eu não creio que seja uma decisão que eu posso tomar aqui (redução do preço nas bombas). Eu chego aqui pra vocês e digo: o preço vai ser assim ou assado. Tem de ver como é que está o mercado. Eu não tenho como adiantar isso pra vocês", disse a presidente ontem. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, não garantiu também o repasse dos preços ao consumidor. "Não quer dizer que o setor vai repassar necessariamente. Estamos condicionando (os incentivos) ao aumento da oferta, porque aí o preço vai ser reduzido." Dilma disse que o governo vai aumentar de 20% para 25% a proporção da mistura de álcool anidro na gasolina porque a produção de etanol foi maior e porque é "um mecanismo muito tranquilo de regulamentação". Para Dilma, o mais importante é dar ao consumidor a opção de encher o tanque com etanol ou gasolina. (Agências) Claudio Gonçalves/Folhapress

O custo do etanol na bomba


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Não se pode usar uma companhia como a Petrobras para controles de variáveis macroeconômicas. Shigeaki Ueki, ex-ministro das Minas e Energia e ex-presidente da Petrobras

conomia

Petróleo e gás no caminho dos grãos Em encontro na ACSP, especialistas são unânimes: País pode estar entre os maiores fornecedores de petróleo e gás natural nos próximos anos. Rejane Aguiar

H

á uma semana, o exministro da Agricultura Roberto Rodrigues disse a uma plateia de empresários em evento na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) que o Brasil tem plenas condições de ser o grande fornecedor de grãos para o mundo nas próximas décadas, desde que superadas dificuldades regulatórias e jurídicas. Ontem, no seminário A realidade do pré-sal, promovido pela entidade, as análises dos conferencistas foram na mesma direção: o País pode igualmente estar entre os maiores fornecedores de petróleo e gás natural nos próximos anos, desde que vencidos obstáculos institucionais, financeiros e tecnológicos para a exploração dos recursos do pré-sal. Participaram do evento, que praticamente lotou dois auditórios na sede da entidade, o presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato; o vice-presidente da ACSP, coordenador do Conselho de Infraestrutura da entidade e presidente-executivo do Centro de Integração EmpresaEscola (Ciee), Luiz Gonzaga Bertelli; o gerente-geral da Unidade de Operações de Exploração e Produção da Bacia de Santos da Petrobras, Oswaldo Kawakami; o assistente da diretoria da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Guilherme Papaterra; o expresidente da Petrobras e presidente do conselho de Ener-

Paulo Pampolin/Hype

gia da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Armando Guedes Coelho; o ex-ministro das Minas e Energia e ex-presidente da Petrobras Shigeaki Ueki; e o conselheiro da ACSP Plínio Mário Nastari. Amato enfatizou a importância do evento, destacando a importância do tema que influencia a vida de todos os brasileiros. Bertelli demonstrou preocupação com a atual política de preços dos combustíveis adotada pelo governo, que disse considerar pouco sensata. Ele lembrou do congelamento do preço da gasolina e do óleo diesel e dos prejuízos que a Petrobras acumulou nos últimos anos importando combustíveis para vendê-los a preços mais baixos no mercado interno. Fornecedor mundial – Atualmente, 60% da matriz energética mundial está baseada em petróleo e gás, cenário que não deve mudar muito em um período de 30 a 40 anos, destacou em sua apresentação Guedes Coelho. "A matriz energética mundial continuará predominantemente baseada em petróleo e gás. Essa previsão abre muito espaço para expansão em toda a cadeia ligada ao setor", disse. A descoberta do petróleo do pré-sal, em 2006, mudou o panorama energético para o Brasil, ao acrescentar 35 bilhões de barris às reservas até então conhecidas, de 15 bilhões de barris. Com reservas de 50 bilhões de barris, o Brasil fica entre o 7º e 8º lugares entre os principais países produtores. A existência de reservas, porém, não garante a produção. "Como a exploração de petró-

A partir da esq.: Kawakami, Bertelli, Amato, Papaterra: a realidade do pré-sal em debate na ACSP.

leo é cara, estima-se que apenas entre 30% e 35% das reservas efetivamente saem dos poços no mundo", disse. Hoje, a produção de petróleo do pré-sal brasileiro chega a 100 mil barris diários, o equivalente a 5% da produção diária de 2 milhões de barris. Em 2020, o pré-sal deve ser responsável por 28% dos 4,2 milhões de barris produzidos por dia. Segundo o assessor da diretoria da ANP, já saíram dos poços do pré-sal, das primeiras operações em 2008 até o fim de 2012, cerca de 130 milhões de barris de petróleo. "O pré-sal já é uma realidade", disse Papaterra. A projeção é que em dez anos o óleo do présal represente pelo menos

50% da produção brasileira. As limitações para a exploração do pré-sal, na visão de Coelho, estão relacionadas a questões de diversas ordens. As questões regulatórias (incluindo decisões sobre royalties e partilhas) são consideradas de extrema importância pelo fato de a área de petróleo exigir das empresas planejamento de longo prazo. Outro fator está relacionado às demandas financeiras: considerando investimentos de US$ 10 a US$ 20 para cada barril de petróleo a ser produzido, estima-se que o pré-sal exija US$ 450 bilhões, recursos que, sozinho, o Brasil não pode bancar. Há, ainda, as questões da caríssima tecnologia

de exploração em águas profundas, da mão de obra especializada e da logística. "O présal é um projeto estratégico, de longa duração, e sua sustentabilidade está relacionada à capacidade do País de criar um ambiente de atratividade de investimentos. O desenvolvimento do pré-sal pode colocar o Brasil em uma posição ímpar do contexto mundial: baixa população, grande produtor de alimentos e de energia. Não podemos falhar nesse objetivo", disse Coelho. O ex-ministro Ueki centrou sua apresentação nas preocupações com as condições atuais, diante do cenário de interferência política e de uso da empresa para outros fins di-

versos da produção de energia de petróleo e gás. "Não se pode usar uma companhia como a Petrobras para controles de variáveis macroeconômicas. Isso pode destruir a capacidade da empresa de fazer seu trabalho", afirmou. O executivo da Petrobras Kawakami apresentou a estrutura de operação, produção e transporte de petróleo e gás da Bacia de Campos, que se estende por 350 mil quilômetros quadrados do litoral do Sudeste. Só a área do pré-sal tem 150 mil quilômetros quadrados na bacia. Ele destacou os altos investimentos da Petrobras para garantir a segurança das operações e a modernização de áreas em terra.


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e Franquia se consolida e vê as novas tendências

Seguimos rumo à consolidação do franchising no Brasil, mas há um um longo caminho a percorrer em relação a gestão, sistemas e programas de incentivo. Cláudia Bittencourt, do Grupo Bittencourt

conomia

As 25 mais Redes foram escolhidas por contribuírem para a consolidação do setor Unidades Próprias 5 à Sec 5 Arezzo 56 Bob s 31 Cacau Show 3 Casa do Construtor 13 Casa do Pão de Queijo Chili Beans 13 China in Box 9 CNA 3 Fisk31 Giraffas 10 Habibs 92 Havaianas 2 Hering Store 45 Hope Lingerie 5 Imaginarium 1 Localiza Rent-a-Car 272 McDonald s 462 Morana 4 Multicoisas 4 O Boticário 131 Óticas Carol 8 Prepara 2 Rei do Mate 2 World Tennis -

Reunidas em São Paulo, as empresas do ramo homenageiam as melhores e discutem os futuros desafios. Karina Lignelli

O

amadurecimento e a profissionalização do franchising no Brasil está permitindo que o setor conquiste marcas expressivas. Por exemplo, um crescimento de 16% em 2013, pela projeção da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Para ilustrar essa idade adulta das franquias nacionais, 25 redes que colaboraram para sua consolidação e criaram fórmulas de sucesso próprias pa-

ra desenvolver seus modelos de negócio foram homenageadas ontem durante o 4º Fórum Internacional de Gestão de Redes de Franquias e Negócios, realizado pelo Grupo Bittencourt com o tema "Rumo à consolidação" (confira as empresas escolhidas no quadro "As 25 mais"). Seguindo uma metodologia própria – baseada em critérios como número de unidades, representatividade no setor de atuação e Selo de Qualidade e Excelência da ABF e representatividade em termos de faturamento, entre outros – o gru-

po realizou uma pesquisa qualitativa, junto aos fundadores e responsáveis pelo desenvolvimento das redes que fazem parte dos Top 25, para revelar quais as práticas e estratégias adotadas para criar empresas de crescimento sustentável. A ideia de selecionar esses franqueadores, segundo a diretora geral do grupo, Cláudia Bittencourt, é ajudar outros empresários que pretendem ou que atuam no setor a 'queimar etapas'. "(Os top 25) Foram reconhecidos pela forma como atuam e contribuem para o crescimento desse mer-

Divulgação

No evento, a homenagem a 25 redes que contribuíram para a expansão do mercado.

cado, têm a consciência clara de que o franqueado é um parceiro importante, inserem-no nas questões estratégicas, e têm responsabilidade social e visão clara de futuro", explica a executiva. Entre os pontos-destaque abordados pelos empreendedores do franchising, o principal foi Fórmula de Sucesso, baseado no negócio e seus diferenciais, em ter o franqueado como parceiro de valor, nas boas práticas de gestão e governança, no relacionamento e na capacitação. "Esses franqueados entenderem que o franchising é a melhor forma de desenvolver o negócio de forma estruturada para preservar sua essência", destaca Cláudia, que lembrou que, para algumas, o grande divisor de águas foi a entrada de um parceiro capitalizado (caso do CNA, por exemplo), que ajudou a estruturar ainda mais na expansão e reinvestimento do negócio. Outros exemplos captados nas entrevistas com os franqueados são o comprometimento da equipe franqueadora com o suporte à rede, a sincronização do negócio, planejamento estratégico com visão de longo prazo e até a discussão de programas de sucessão em algumas redes – caso do Bob's, da Hering e O Boticário. Mesmo assim, há desafios de gestão para o setor como um todo, que segundo Cláudia, se resumem à gestão de

pessoas – para manter a equipe engajada com o negócio –, consolidação do sistema, além de questões voltadas à infraestrutura e ao governo, como a alta carga tributária. "Tudo isso indica que estamos seguindo rumo à consolidação do franchising no Brasil, mas há um um longo caminho a percorrer em relação a gestão, sistemas e programas de incentivo", afirma. Tendências – Para sinalizar as tendências do franchising, a pesquisa do Grupo Bittencourt se baseou nos 25 premiados, considerados precursores do sistema pela inovação no modelo de negócio, nos produtos e nos serviços. "Para suprir a necessidade de inovação e de diversificação que

A

população, como explica o diretor de relações com investidores Renato Lobo. "E a forma que encontramos de penetrar em outras regiões foi pelo sistema de franquias, para ganhar mais escala, ter mais volume", conta ele, lembrando que, após abrir capital, as franquias da rede subiram de 663 para 1.096. Por último, na Ri Happy, que recentemente adquiriu a PBKids após receber aporte do fundo Carlyle, em março de 2012, para a operação, o grande desafio foi juntar duas empresas do mesmo ramo, mas de culturas diferentes, lembra o CEO Hector Nuñez. "Mas com isso estruturado, buscamos um crescimento

muitos franqueados têm, as franqueadoras passam a oferecer uma segunda ou terceira opção de marca", explica Cláudia, que aponta que toda essa exigência de ampliação do portfólio faz com que as redes tenham franqueados cada vez mais multicanais e multimercados. "Outra tendência é a aglomeração de pequenas redes, formando grandes grupos", ressalta. A nova realidade apontada pelos empresários do Top 25, como não poderia deixar de ser, é a integração do sistema como novas tecnologias e canais online, como as mídias sociais, o m-commerce e o omnichannel. "Quem não for por esse caminho, vai perder competitividade", avisa Cláudia.

Amil mais perto do fechamento de capital

CNA, Farmais e Ri Happy contam como se pavimenta o caminho para o sucesso. rede, que hoje tem 500 mil estudantes no País, faturou R$ 600 milhões em 2012, e cujo plano de expansão é chegar a R$ 1,5 bilhão em três anos, puxado pelo grande potencial desse mercado no Brasil, um dos 20 maiores do mundo em consumo, e dos 100 milhões de pessoas que querer aprender um segundo idioma. "Isso chama atenção dos investidores". Já a Farmais, que compõe a holding Brazil Pharma criada pelo banco BTG Pactual e listada na bolsa desde 2009, optou por expandir sua presença "surfando na onda" da classe C, pelo mercado de genéricos e pelo envelhecimento da

No Exterior 2.330 9 (8 Fr./1 Própr.) 12 20 108 5 6 50 2 -

Fonte: Grupo Bittencourt

Experiências bem sucedidas s redes de franquias estão se organizando para entrar no mercado de capitais – mais um exemplo de quanto o setor está se profissionalizando. A participação dos fundos de investimento e de private equity nas aquisições das redes foi destaque do fórum, com o painel “Do Planejamento à Abertura de Capital”, onde foram apresentadas as experiências da rede de ensino de idiomas CNA, da Farmais e da Ri Happy. No caso do CNA, que há cerca de sete meses recebeu aporte do fundo britânico Actis, segundo o presidente Décio Pecin Jr., a estratégia ajudará no crescimento orgânico da

Franqueadas 430 334 1.000 1.360 147 356 530 152 528 863 400 252 282 363 107 135 252 164 193 149 3.139 433 551 334 220

A

oferta pública de aquisição (OPA) de ações da Amil, realizada ontem para o fechamento de capital da empresa, movimentou R$ 2,878 bilhões. A norte-americana UnitedHealth – que lançou a oferta – ficou com 90,5 milhões de ações, ante 93,5 milhões ofertadas, segundo informações da Bovespa. Na operação, a compradora usou parte do seu caixa, de US$ 3 bilhões. O fechamento do capital da Amil era esperado desde outubro do ano passado, quando a UnitedHealth comprara 90% do capital da operadora brasileira por US$ 4,9 bilhões (cerca de R$ 10 bilhões). A oferta "travou" porque, para fechar o capital, a Amil precisava

agressivo, mas organizando, com novos canais de distribuição. Queremos ampliar as atuais lojas, investir no ecommerce e acelerar o franchising, criando toda sua estrutura para orientar estrategicamente a abertura de capital", planeja o CEO. Para Cláudia Bitencourt, o grande desafio da entrada de investidores ou do IPO (abertura de capital) no franchising é o aculturamento. "Além da preocupação crescente com a profissionalização, os resultados serão mais cobrados de todos os envolvidos. É aí que será necessário agir como 'empresário' mesmo", conclui. (KL)

resgatar R$ 1,2 bilhão em debêntures emitidas em 2010 e 2011, o que só aconteceu ontem. A UnitedHealth é a maior empresa de benefícios e serviços de saúde dos EUA. Após o negócio com a Amil, seu lucro líquido chegou a US$ 1,19 bilhão no primeiro trimestre deste ano, 14,1% abaixo do mesmo período de 2012. A receita líquida cresceu 11,2% na mesma comparação, para US$ 30,34 bilhões. A empresa informou que a incorporação dos resultados da empresa brasileira a ajudou a alcançar US$ 1,6 bilhão em receitas internacionais – fora dos Estados Unidos – no trimestre, com adições líquidas de clientes. (Agências)

r

Relatório da Administração Prezados(as) Acionistas: Abaixo, para sua informação, seguem as Demonstrações Financeiras do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012. São Paulo, 30 de março de 2013. Demonstração do resultado dos exercícios findos em 31 de dezembro Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma

Balanços patrimoniais em 31 de dezembro - Em milhares de reais Ativo

2012

2011 Passivo e patrimônio líquido

Circulante Caixa e equivalentes de caixa Aplicações financeiras Tributos a recuperar Adiantamentos a fornecedores

Circulante 2

1

4.017

3.477

71

Fornecedores

363

Tributos a recolher

129

Outros passivos

2.266

2.406

6.356

5.884

41 533

Não circulante Partes relacionadas PasNC

Não circulante Partes relacionadas Depósitos judiciais Investimento Imobilizado

1.432 1.432

556 2.750 186 9.857

2011

Receita líquida Custo dos serviços prestados 253 Lucro bruto Receitas (despesas) operacionais 300 Gerais e administrativas Outras receitas operacionais, líquidas 238

791 Lucro (prejuízo) operacional antes das participações societárias e do resultado financeiro 1.045 Resultado financeiro líquido Receitas financeiras 1.045 Despesas financeiras

556 Patrimônio líquido 2.884

9 3.501

Total do ativo

2012

Capital social

8.980

Reserva de capital 1.068

9

Prejuízos acumulados

(1.097)

4.508 Total do patrimônio líquido 10.392 Total do passivo e patrimônio líquido

7.892 9.857

Imposto de renda e contribuição social Correntes Lucro (prejuízo) líquido do exercício (424) Lucro líquido do período Lucro (prejuízo) líquido por ações do 8.556 capital social no fim do exercício - R$ 10.392 Quantidade de ações 8.980

As demonstrações financeiras completas foram publicadas no Diário Oficial do Estado de São Paulo em 24/04/2013. Adriano Cesar Passenko Contador CRC PR 044904/O-7 “S” SP

2012 9.354 (9.224) 130

2011 8.458 (7.830) 628

(281) 9 (272)

4 17 21

(142)

649

319 (841) (522)

120 (89) 31

(664)

(310) 370

(0,07) 8.980

0,04 8.980


DIà RIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 24 de abril de 2013

New LG Transportes, Armazenagem e LogĂ­stica Ltda. CNPJ: 07.712.825/0001-88 - Tarifas RemuneratĂłrias New LG Transportes, Armazenagem e LogĂ­stica Ltda., estabelecida na Avenida Fagundes de Oliveira, 538 – GalpĂŁo B24 – Piraporinha – Diadema – SP – CEP 09950-300, inscrita no CNPJ (MF) sob No 07.712.825/000188 e inscrita na JUCESP sob NÂş 35220262305 em sessĂŁo de 14/10/2005 com capital declarado e integralizado de R$ 140.000,00 (cento e quarenta mil reais) vem pela presente apresentar suas tarifas remuneratĂłrias fins de matrĂ­cula de armazĂŠm geral conforme segue: ARMAZENAGEM SerĂĄ cobrado o valor de R$ 52,73 (cinquenta e dois reais e setenta e trĂŞs centavos) por mÂł (metro cĂşbico). LOGĂ?STICA SerĂĄ cobrado o valor de R$ 264,27 (duzentos e sessenta e quatro reais e vinte e sete centavos) por hora de serviço prestado ao cliente para os serviços de separação, paletização e monitoramento de cargas. TRANSPORTES Carro atĂŠ 01 tonelada – preço por kilo = 0,25 centavos Carro atĂŠ 03 toneladas – preço por kilo = 0,20 centavos Carro atĂŠ 06 toneladas – preço por kilo = 0,15 centavos Carro atĂŠ 13 toneladas – preço por kilo = 0,10 centavos Esses valores referem-se para distâncias atĂŠ 100 km e serĂŁo acrescidos das taxas de seguro, gris (gerenciamento de risco) e dificuldade de entrega. Diadema, 4 de dezembro de 2012. NEW LG TRANSPORTES, ARMAZENAGEM E LOGĂ?STICA LTDA. LAERCIO GASPARIN; HILMA BORBA GASPARIN; RODRIGO SPAGIARI. FIEL DEPOSITĂ RIO - LAERCIO GASPARIN - RG NÂş 6.457.072-1 SSP/SP, CPF (MF) 838.275.958-00 Regulamento Interno New LG Transportes, Armazenagem e LogĂ­stica Ltda., estabelece seu regulamento interno pelas seguintes condiçþes: O presente regulamento ĂŠ aplicĂĄvel a New LG Transportes, Armazenagem e LogĂ­stica Ltda., e visa regulamentar, normatizar e disciplinar a atividades da empresa no tocante aos seus serviços de Armazenagem, Logistica e Transportes. OBJETIVO Artigo 1Âş - New LG Transportes, Armazenagem e LogĂ­stica Ltda., somente receberĂĄ em depĂłsito para guarda, conservação, separação e entrega mercadorias devidamente acompanhadas de procedimentos e documentação fiscal em acordo com a legislação vigente, podendo dar recibos ou emitir tĂ­tulos especiais que as representem, de acordo com o Decreto Federal nÂş 1.102, de 21 de novembro de 1903. Artigo 2Âş - A Empresa exercerĂĄ a atividade de armazenamento, separação, logĂ­stica e transporte ou outros serviços correlatos a sua atividade. DO DEPĂ“SITO E RETIRADA Artigo 3Âş - A simples remessa de mercadorias acompanhadas de documentação fiscal idĂ´nea implicarĂĄ na aceitação dos termos constantes deste regulamento. Artigo 4Âş - As mercadorias deverĂŁo estar devidamente identificadas no que se refere a descrição, quantidade, volumes, natureza das mercadorias e peso. Artigo 5Âş - A solicitação para armazenagem deverĂĄ ser efetuada com antecedĂŞncia de 24 (vinte e quatro) horas para que o estabelecimento prepare adequadamente a recepção e armazenagem das mercadorias a ela confiadas. ParĂĄgrafo Primeiro – A solicitação para expedição deverĂĄ ser solicitada com antecedĂŞncia de 48 (quarenta e oito horas), exceto naqueles casos extraordinĂĄrios que serĂŁo operacionalizados nos prazos acordados. Artigo 6Âş - Todas as movimentaçþes das mercadorias dentro do estabelecimento armazenador serĂŁo efetuadas pelos funcionĂĄrios da mesma ou por aqueles por ela indicados. Artigo 7Âş - No caso de dĂşvida sobre a exatidĂŁo das declaraçþes sobre o conteĂşdo de qualquer volume, o Fiel dos ArmazĂŠns tem o direito de exigir a abertura dos invĂłlucros para verificação desse conteĂşdo, sendo essa abertura feita na presença do proprietĂĄrio ou do seu procurador, mediante designação de local e hora. ParĂĄgrafo primeiro - Se o interessado nĂŁo comparecer, o Fiel dos ArmazĂŠns farĂĄ a vistoria perante duas testemunhas, lavrando um termo do que encontrar. ParĂĄgrafo segundo - No caso de ser verificada falsidade nas declaraçþes do depositante, a Empresa promoverĂĄ as diligĂŞncias para tornar efetiva a responsabilidade do autor. Artigo 8 Por determinação dos donos das mercadorias, seus procuradores ou corretor indicado pelo proprietĂĄrio, farse-ĂŁo os serviços que forem necessĂĄrios, cobrando-se o preço de conformidade com as tarifas. Artigo 9Âş - A Empresa poderĂĄ recusar o recebimento das mercadorias em seus armazĂŠns nos seguintes casos: a) Falta de espaço no armazĂŠm; b) Se nĂŁo estiverem bem acondicionadas; c) Se pela natureza da mercadoria os armazĂŠns nĂŁo estiverem aparelhados para recebĂŞ-la e nĂŁo constar a mesma de suas tarifas; d) Documentação fiscal em desacordo com a legislação. Artigo 10Âş - Os interessados podem examinar e conferir amostras de suas mercadorias nos armazĂŠns no horĂĄrio comercial. OBRIGAÇÕES E DIREITOS Artigo 11Âş - A empresa responde: a) Pela guarda, conservação e pronta e fiel entrega das mercadorias que tiver recebido em seus armazĂŠns, como fiel depositĂĄria das mesmas; b) Pela culpa, fraude ou dolo de seus empregados e propostos e pelos furtos acontecidos aos gĂŞneros e mercadorias dentro dos armazĂŠns. ParĂĄgrafo primeiro - A indenização devida pela Empresa nestes casos, serĂĄ correspondente ao preço da mercadoria em bom estado, no lugar e no tempo em que devia ser entregue. O direito Ă indenização prescreve em 03 (trĂŞs) meses, contados do dia em que a mercadoria foi ou devia ser entregue, nos termos da lei em vigor. ParĂĄgrafo Segundo - A empresa nĂŁo se responsabiliza, tambĂŠm, pela alteração de qualidade proveniente da ação do tempo, nem pela diminuição de peso resultante de quebra natural ou pela retirada de amostras, tudo na forma da lei. Artigo 12Âş - A Empresa pode: Recusar a entrega de mercadorias atĂŠ que sejam pagas todas as despesas a que derem origem, visto que a Empresa tem o direito de retenção para garantia do pagamento das armazenagens e despesas com a conservação e com as operaçþes, benefĂ­cios e serviços prestados Ă s mercadorias a pedido do dono, dos adiantamentos feitos com fretes e seguros e das comissĂľes e juros quando as mercadorias lhe tenham sido remetidas em consignação. Esse direito de retenção pode ser oposto Ă massa falida do devedor. TambĂŠm, tem a Empresa direito de indenização pelos prejuĂ­zos que lhe venham por culpa ou dolo do depositante. DO PRAZO DO DEPĂ“SITO, DO ABANDONO DA MERCADORIA E DA VENDA EM LEILĂƒO PĂšBLICO. Artigo 13Âş - O prazo mĂĄximo para depĂłsito de mercadoria serĂĄ de 06 (seis) meses e começarĂĄ a correr da data da entrada da mercadoria nos armazĂŠns da Empresa, podendo, no entanto, tal prazo ser prorrogado, livremente, por acordo das partes, quando a mercadoria nĂŁo for de fĂĄcil deterioração. Artigo 14Âş - Quando a mercadoria for de fĂĄcil deterioração, a Empresa pode limitar o prazo de depĂłsito o perĂ­odo que julgar conveniente. Artigo 15 Âş - Vencido o prazo de depĂłsito, a mercadoria reputar-se-ĂĄ abandonada e a Empresa avisarĂĄ o depositante marcando-lhe o prazo de 08 (oito) dias improrrogĂĄveis para a retirada da mercadoria contra a entrega do recibo ou dos tĂ­tulos emitidos. Artigo 16Âş Se a mercadoria nĂŁo for retirada, serĂĄ considerada abandono e vendida em leilĂŁo pĂşblico, depois de preenchidas as formalidades impostas pelo artigo 10Âş do Decreto nÂş 1.102, de 21 de novembro de 1903. Artigo 17 Âş Efetuada a venda e deduzidos do produto os critĂŠrios especificados no artigo 26Âş, parĂĄgrafo primeiro do citado Decreto nÂş 1.102, serĂĄ o saldo, nĂŁo reclamado no prazo de 08 (oito) dias, depositado em juĂ­zo por conta de quem pertencer. DO FUNCIONAMENTO DO ARMAZÉM Artigo 18Âş - O armazĂŠm da empresa funcionarĂĄ de segunda a sexta feira das 8:00 as 12:00 e das 13:00 as 17:00 horas. DO PESSOAL E SUAS OBRIGAÇÕES. Artigo 19Âş - A Administração da Empresa terĂĄ um Fiel depositĂĄrio onde se acharem instalados seus armazĂŠns, sob compromisso na Junta Comercial. Artigo 20Âş - Os fiĂŠis terĂŁo sob sua guarda e fiscalização os armazĂŠns da Empresa, abrindo e fechando nas horas determinadas, conservando em seu poder as chaves, ficando sob sua responsabilidade a guarda das mercadorias, na forma da Lei. Compete-lhes, tambĂŠm, dirigir os serviços dos auxiliares dos armazĂŠns. DA SALA DE VENDAS PĂšBLICAS Artigo 21Âş - Anexa ao seu escritĂłrio, terĂĄ a Empresa uma sala apropriada Ă s vendas pĂşblicas voluntĂĄrias, dos gĂŞneros e mercadorias em depĂłsito, observando-se nessa repartição as prescriçþes dos Artigos 28Âş e 29Âş do Decreto nÂş 1.102, de 21 de novembro de 1903. DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 22Âş - O Decreto Federal nÂş 1.102, de 21 de novembro de 1903, as leis e regulamentos expedidos posteriormente, relativamente aos serviços de armazĂŠns gerais, regularĂŁo todas as questĂľes sobre as quais forem omissos o Contrato Social e o presente Regimento Interno. Diadema, 4 de dezembro de 2012. NEW LG TRANSPORTES, ARMAZENAGEM E LOGĂ?STICA LTDA. LAERCIO GASPARIN; HILMA BORBA GASPARIN; RODRIGO SPAGIARI

Ambev Brasil Bebidas S.A. Companhia Fechada CNPJ nÂş 73.082.158/0001-21- NIRE 35.300.391.713 Assembleias Gerais OrdinĂĄria e ExtraordinĂĄria - Edital de Convocação Ficam convidados os acionistas da Ambev Brasil Bebidas S.A. (“Companhiaâ€?) para se reunirem no dia 30 de abril de 2013, Ă s 09 horas, na sede social da Companhia, localizada na cidade de JaguariĂşna, Estado de SĂŁo Paulo, na Avenida Antarctica, nÂş 1891 (parte), Fazenda Santa Ăšrsula, em Assembleias Gerais OrdinĂĄria e ExtraordinĂĄria para deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: a) em Assembleia Geral OrdinĂĄria (i) tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstraçþes financeiras relativas ao exercĂ­cio social encerrado em 31 de dezembro de 2012; (ii) deliberar sobre a destinação do resultado do exercĂ­cio social encerrado em 31 de dezembro de 2012, bem como ratificar as distribuiçþes de dividendos intermediĂĄrios realizadas, deduzidos dos resultados auferidos no ano de 2012; (iii) ratificar os valores pagos Ă conta da remuneração global atribuĂ­da aos administradores da Companhia para o exercĂ­cio social encerrado em 31 de dezembro de 2012 e fixar a remuneração global dos administradores para o exercĂ­cio de 2013; e (iv) eleger os membros da Diretoria da Companhia; b) em Assembleia Geral ExtraordinĂĄria (i) em virtude do aumento de capital aprovado em Assembleia Geral ExtraordinĂĄria realizada em 30 de abril de 2012, e homologado em Assembleia Geral ExtraordinĂĄria realizada em 25 de Junho de 2012, dar nova redação ao artigo 5Âş do Estatuto Social da Companhia e proceder Ă consolidação do Estatuto Social. Informaçþes Gerais: - O acionista ou seu representante legal deverĂĄ comparecer Ă s Assembleias munido de: a) documento que comprove sua identidade; b) o respectivo comprovante de açþes escriturais, expedido pela instituição financeira depositĂĄria; e c) se for o caso, instrumentos de mandato para representação do acionista por procurador, outorgado nos termos do Artigo 126, §1Âş, da Lei nÂş 6.404/76, conforme alterada. - Solicita-se que os instrumentos de mandato com poderes especiais para representação nas Assembleias Gerais a que se refere o presente edital sejam depositados, na sede da Companhia, no Departamento JurĂ­dico, com antecedĂŞncia de atĂŠ 3 (trĂŞs) dias Ăşteis da data marcada para a realização das assembleias. JaguariĂşna, 22 de Abril de 2013. JoĂŁo MaurĂ­cio Giffoni de Castro Neves - Diretor.

PREFEITURA DO MUNICĂ?PIO DE ANDRADINA

Aviso de Abertura de Licitação. Processo nº 39/13 - Tomada de Preços nº 08/13. Objeto: Contratação de empresa qualificada para a realização de eventos artísticos, durante o período dos festejos do aniversårio da cidade. Tipo: Menor Preço. Vencimento: 10 (dez) horas, do dia 10 de maio de 2013. Edital por meio eletrônico e sem custo - (licita.andradina@hotmail.com) e na forma impressa taxa no valor de R$0,48 por folha. Informaçþes: Prefeitura - Rua Dr. Orensy Rodrigues da Silva n°341, fone/fax (18) 3702-1029, de 2ª a 6ª feira, das 8h30 às 16h. Andradina, 23 de abril de 2013. Jamil Akio Ono - Prefeito.

PREFEITURA DO MUNICĂ?PIO DE ANDRADINA

EXTRATO DA HOMOLOGAĂ‡ĂƒO. PROCESSO NÂş 32/13 – PREGĂƒO NÂş 16/ 13. OBJETO: Aquisição de veĂ­culo automotor zero km, tipo van, ConvĂŞnio 935/2012 - Secretaria de Desenvolvimento Social. Considerando a regularidade do procedimento, hei por bem, com base na lei federal nÂş 10520, de 17 de julho de 2002, HOMOLOGAR, o item do objeto licitado, Ă empresa: Dante VeĂ­culos e Peças Ltda. (item 01). Andradina, 23 de abril de 2013. JAMIL AKIO ONO – Prefeito

PREFEITURA DO MUNICĂ?PIO DE ANDRADINA

EXTRATO DA HOMOLOGAĂ‡ĂƒO. PROCESSO NÂş 33/13 – PREGĂƒO NÂş 17/ 13. OBJETO: Aquisição de caminhĂŁo zero km, contrato de repasse 775165/ 2012 - MinistĂŠrio do Desenvolvimento AgrĂĄrio. Considerando a regularidade do procedimento, hei por bem, com base na lei federal nÂş 10520, de 17 de julho de 2002, HOMOLOGAR, o item do objeto licitado, Ă empresa: Comercial Araçatuba de VeĂ­culos Ltda (item 01). Andradina, 23 de abril de 2013. JAMIL AKIO ONO – Prefeito

PREFEITURA MUNICIPAL DE IPEĂšNA/SP EDITAL RESUMIDO DA CONCORRĂŠNCIA NÂş 001/2013

Concorrência Nº 001/2013 – Objeto: aquisição de medicamentos manipulados, na forma parcelada e a pedido, atravÊs de sistema de Registro de Preços, destinados ao Setor de Saúde de Ipeúna; Entrega Envelopes: às 9h00 do dia 27/5/2013; Abertura: às 9h30 do dia 27/5/2013; O edital e anexos encontram-se à disposição dos interessados no Setor de Licitaçþes da Prefeitura, situado na Rua 01, 275 – Centro, Ipeúna/SP, no horårio das 8h00 às 11h30 e das 13h00 às 17h30, em dias úteis. Informaçþes pelo telefone (19) 3576-9007 ou licitacao@ipeuna.sp.gov.br. Ipeúna, 23/4/2013. Rossane Ap. Salla – Presidente da CJL.

SERVIÇO AUTÔNOMO DE à GUA E ESGOTO DE SOROCABA

ECONOMIA/LEGAIS - 17 CNP Tecnologia e Serviços S.A.

CNPJ/MF nÂş 05.902.990/0001-77 Demonstraçþes Financeiras referentes aos exercĂ­cios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Valores expressos em Reais – R$) Balanço Patrimonial Consolidado Controladora Consolidado Nota 2012 2012 2011 Nota 2012 2011 2012 2011 Ativo Circulante 2.918.356,52 3.780.816,34 1.572.807,40 Passivo Circulante 2.350.510,74 1.277.510,95 2.424.697,15 1.277.510,95 Caixa e Bancos 1 349.729,60 400.496,64 182.377,17 Fornecedores 66.104,61 40.011,33 66.230,61 40.011,33 Aplicaçþes de Liquidez Imediata 2 2.057.129,64 2.497.842,79 789.233,46 Obrigaçþes Sociais e Trabalhistas 8 415.019,64 414.479,06 437.289,89 414.479,06 Duplicatas a Receber 3 235.740,17 524.020,84 349.692,69 Obrigaçþes Fiscais 56.506,98 63.244,92 57.677,18 63.244,92 Impostos a Recuperar 4 203.233,88 285.932,84 189.677,32 IRPJ/CSLL a Pagar 286.201,28 302.586,36 336.821,24 302.586,36 Outros Valores 72.523,23 72.523,23 61.826,76 Dividendos a Pagar 600.000,00 400.000,00 600.000,00 400.000,00 Outras Obrigaçþes 9 926.678,23 57.189,28 926.678,23 57.189,28 Ativo NĂŁo-Circulante 3.001.956,87 2.111.818,04 2.293.136,34 2.109.418,02 PatrimĂ´nio LĂ­quido 3.569.802,65 2.404.214,47 3.649.255,53 2.404.714,47 Aplicaçþes Financeiras 5 200.197,32 453.218,88 200.197,32 453.218,88 Capital Social 10 1.200.000,00 1.200.000,00 1.200.000,00 1.200.000,00 Investimentos 6 1.313.619,86 870.757,56 598.543,91 866.257,56 Reserva Legal 240.000,00 240.000,00 240.000,00 240.000,00 Imobilizado LĂ­quido 7 1.461.414,14 750.494,33 1.467.669,56 752.594,31 Reserva de Lucros 2.129.802,65 964.214,47 2.129.802,65 964.214,47 IntangĂ­vel LĂ­quido 26.725,55 37.347,27 26.725,55 37.347,27 Total PL Controladores – – 3.569.802,65 2.404.214,47 Participação NĂŁo Controladores – – 79.452,88 500,00 Total do Ativo 5.920.313,39 3.681.725,42 6.073.952,68 3.682.225,42 Total do Passivo e PL 5.920.313,39 3.681.725,42 6.073.952,68 3.682.225,42 Demonstração das Mutaçþes do PatrimĂ´nio LĂ­quido ExercĂ­cios ďŹ ndos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Valores expressos em Reais – R$) Consolidado Lucros/(PrejuĂ­zos) PL dos Acionistas Particip. dos SĂłcios Capital Social Reserva Legal Reserva de Lucros Acumulados da Controladora NĂŁo Controladores PatrimĂ´nio LĂ­quido Saldo 31 de dezembro de 2010 1.200.000,00 240.000,00 507.848,68 – 1.947.848,68 – 1.947.848,68 Integralização de Capital – – – – – 559,94 559,94 Lucro/(PrejuĂ­zo) do ExercĂ­cio – – – 4.826.365,79 4.826.365,79 (59,94) 4.826.305,85 Transf. p/ Reserva de Lucros – – 456.365,79 (456.365,79) – – – Dividendos DistribuĂ­dos/Provisionados – – – (4.370.000,00) (4.370.000,00) – (4.370.000,00) Saldo 31 de dezembro de 2011 1.200.000,00 240.000,00 964.214,47 – 2.404.214,47 500,00 2.404.714,47 Ajustes de ExercĂ­cios Anteriores – – – (4.169,35) (4.169,35) – (4.169,35) Lucro/(PrejuĂ­zo) do ExercĂ­cio – – – 6.159.757,53 6.159.757,53 74.512,82 6.234.270,35 Transf. p/ Reserva de Lucros – – 1.165.588,18 (1.165.588,18) – – – Dividendos DistribuĂ­dos/Provisionados – – – (4.990.000,00) (4.990.000,00) – (4.990.000,00) Integralização de Capital – – – – – 4.440,06 4.440,06 Saldo 31 de dezembro de 2012 1.200.000,00 240.000,00 2.129.802,65 – 3.569.802,65 79.452,88 3.649.255,53 Demonstração do Resultado Demonstração dos Fluxos de Caixa Controladora Consolidado Controladora Consolidado Nota 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 Receita Operacional LĂ­quida 11 12.044.695,61 10.752.167,93 13.317.183,50 10.752.167,93 Atividades operacionais 6.893.621,16 5.137.659,15 7.342.686,91 5.137.059,75 (-) Custo dos Serviços Prestados (4.073.299,22) (3.712.037,20) (4.219.044,45) (3.712.037,20) Lucro lĂ­quido antes IR/CS 7.719.117,99 6.236.747,63 8.153.173,00 6.232.247,63 Resultado Operacional Bruto 7.971.396,39 7.040.130,73 9.098.139,05 7.040.130,73 + Depreciação e Amortização 96.160,38 91.118,62 96.891,12 91.118,62 (-) Despesas Operacionais (32.723,30) (949.412,49) (769.696,27) (953.912,49) + Perdas\(Ganhos) na Alien. Imobilizado – (24.722,18) – (24.722,18) Despesas Gerais (396.980,83) (716.091,32) (458.981,42) (716.176,32) (-) Participação Lucros e Resultados (141.242,00) (131.390,37) (148.853,83) (131.390,37) (666.175,35) (3.900,60) – – Despesas Administrativas (301.947,77) (263.579,00) (310.744,80) (264.093,40) (-) Resultado de EquivalĂŞncia Patrimonial Outras Despesas (55,28) (91,01) (55,28) (91,01) = Lucro ajustado 7.007.861,02 6.167.853,10 8.101.210,29 6.167.253,70 Outras Receitas 85,23 26.448,24 85,23 26.448,24 (AcrĂŠscimos) DecrĂŠscimos de Ativos Resultado de EquivalĂŞncia Patrimonial 666.175,35 3.900,60 – – Duplicatas a Receber 113.952,52 516.458,47 (174.328,15) 516.458,47 Lucro Antes Result. Financeiro 7.938.673,09 6.090.718,24 8.328.442,78 6.086.218,24 Sociedade em Conta de Participação – 17.356,03 – 17.356,03 Despesas Financeiras (377.168,58) (33.004,74) (379.412,48) (33.004,74) Impostos a Recuperar (13.556,56) 45.355,79 (96.255,52) 45.355,79 Receitas Financeiras 157.613,48 179.034,13 204.142,70 179.034,13 Outros Valores (13.297,47) (3.901,99) (13.297,47) (3.901,99) Lucro Antes do IRPJ e CSLL 7.719.117,99 6.236.747,63 8.153.173,00 6.232.247,63 Aplicaçþes Financeiras (NĂŁo Circulante) 253.021,56 (453.218,88) 253.021,56 (453.218,88) Imposto de Renda (1.036.381,22) (934.081,97) (1.285.535,85) (934.081,97) AcrĂŠscimos (decrĂŠscimo s) de passivos Contribuição Social (381.737,24) (344.909,50) (480.072,91) (344.909,50) Fornecedores 26.093,28 (36.824,50) 26.219,28 (36.824,50) Resultado ApĂłs IRPJ/CSLL 6.300.999,53 4.957.756,16 6.387.564,24 4.953.256,16 Obrigaçþes Sociais e Trabalhistas 540,58 82.328,22 22.810,83 82.328,22 Participação Lucros/Resultados (141.242,00) (131.390,37) (148.853,83) (131.390,37) Obrigaçþes Fiscais (6.737,94) 12.206,24 (5.567,74) 12.206,24 Lucro LĂ­quido do ExercĂ­cio 6.159.757,53 4.826.365,79 6.238.710,41 4.821.865,79 Outras Obrigaçþes 960.247,71 20.882,43 960.247,71 20.882,43 Lucro/(PrejuĂ­zo) LĂ­q. NĂŁo Controladores – – 74.512,82 (59,94) IR/CS pagos no PerĂ­odo (1.434.503,54) (1.230.835,76) (1.731.373,88) (1.230.835,76) Lucro LĂ­q. Acion. da Controladora – – 6.164.197,59 4.821.925,73 Atividades de investimento (1.078.670,64) (512.179,65) (1.039.156,22) (513.680,23) (796.458,47) (292.746,53) (801.344,65) (294.846,51) Result. p/ Ação (nÂş Açþes 1 milhĂŁo) 6,16 4,83 6,16 4,82 Aquisição Imobilizado Alienação de Imobilizado – 99.270,41 – 99.270,41 Notas Explicativas Ă s Demonstraçþes Financeiras Aquisição IntangĂ­vel – (21.021,48) – (21.021,48) I. Contexto Operacional: A CNP Tecnologia e Serviços S/A ĂŠ uma sociedade por açþes de capital fechado, Aquisição de Investimentos (237.811,57) (519.944,52) (237.811,57) (519.944,52) com sede na cidade de SĂŁo Paulo-SP e operaçþes na filial no municĂ­pio de TupĂŁ-SP. A Sociedade tem por objeto Alienação de Investimentos – 222.861,87 – 222.861,87 o desenvolvimento, comercialização e licenciamento de programas de computador, bem como a prestação de Integralização Cap. Particip. SocietĂĄria (44.400,60) (599,40) – – serviços tĂŠcnicos na ĂĄrea de informĂĄtica e a importação e exportação de softwares. A sociedade detĂŠm o con- Atividades de financiamento (4.376.801,89) (5.020.000,00) (4.376.801,89) (5.015.000,00) trole societĂĄrio da empresa Newcon Tecnologia e Serviços Ltda., sociedade empresĂĄria limitada constituĂ­da no Lucros DistribuĂ­dos (4.790.000,00) (5.020.000,00) (4.790.000,00) (5.020.000,00) final de 2011, sediada em TupĂŁ-SP, com filial em Ourinhos-SP. O objeto social da controlada ĂŠ semelhante ao da Financiamentos por ConsĂłrcios 503.956,87 – 503.956,87 – controladora. II. Base para Elaboração das Demonstraçþes ContĂĄbeis: As Demonstraçþes Financeiras foram Pagamentos de ConsĂłrcios (90.758,76) – (90.758,76) – elaboradas e estĂŁo sendo apresentadas de acordo com as prĂĄticas contĂĄbeis adotadas no Brasil, com base nas Integralização de Capital – – – 5.000,00 disposiçþes contidas na Lei das Sociedades por Açþes. As principais prĂĄticas contĂĄbeis adotadas na elaboração Total caixa gerado/consumido 1.438.148,63 (394.520,50) 1.926.728,80 (391.620,48) destas demonstraçþes financeiras estĂŁo em consonância com as orientaçþes contidas no CPC-PME por força da Caixa e equiv. no inĂ­cio do perĂ­odo 968.710,61 1.363.231,11 971.610,63 1.363.231,11 Res. CFC 1.255/09. III. Principais PrĂĄticas ContĂĄbeis: • Apuração dos Resultados: Realizada pelo regime de Caixa e equiv. no fim do perĂ­odo 2.406.859,24 968.710,61 2.898.339,43 971.610,63 competĂŞncia. • Resultados da controlada: Apurados pelo mĂŠtodo de equivalĂŞncia patrimonial. Var. caixa e equivalentes caixa 1.438.148,63 (394.520,50) 1.926.728,80 (391.620,48) 1. Caixa e Bancos – Esse grupo ĂŠ composto de caixa de pequeno valor mantido nas unidades de negĂłcio e saldos 8. Obrigaçþes Sociais e Trabalhistas Controladora Consolidado de contas correntes. 2012 2011 2012 2011 2. Aplicaçþes Financeiras – Refere-se a aplicaçþes financeiras de liquidez imediata, cujos valores estĂŁo atuali- Obrigaçþes Sociais e Trabalhistas INSS a Recolher 26.483,19 51.981,76 28.252,50 51.981,76 zados em 31/12/2012 e 31/12/2011. 18.665,98 18.202,82 19.758,69 18.202,82 3. Duplicatas a receber – Representadas por saldo a receber de clientes nacionais e do exterior, sendo este FGT S a Recolher P.L.R. a Pagar 136.319,00 119.320,21 143.690,83 119.320,21 Ăşltimo atualizado cambialmente pela taxa em vigor na data da liquidação do câmbio. 5.866,90 5.671,15 6.150,69 5.671,15 Controladora Consolidado Outras 207.749,39 219.303,12 219.502,00 219.303,12 Duplicatas a Receber 2012 2011 2012 2011 Prov. FĂŠrias e Encargos 19.935,18 – 19.935,18 – Nacional 235.740,17 180.142,53 235.740,17 180.142,53 Contr. Prev. S/ Receita 415.019,64 414.479,06 437.289,89 414.479,06 Exterior – 169.550,16 288.280,67 169.550,16 Total Controladora e Consolidado Total 235.740,17 349.692,69 524.020,84 349.692,69 9. Outras Obrigaçþes 2012 2011 4. Impostos a Recuperar – Composto na controladora por impostos a compensar decorrentes de retençþes na Outras Obrigaçþes Adiantamentos Diversos 33.581,09 35.834,32 fonte realizadas por clientes, acrescido no consolidado por imposto de renda antecipado. 887.668,01 – 5. Aplicaçþes Financeiras (NĂŁo Circulante) – Refere-se a aplicação financeira mantida em condição de garantia Cotas de ConsĂłrcio a Pg. Cheques a Compensar 117,80 7.315,84 pela prestação de serviços, cujo prazo de resgate ĂŠ previsto para alĂŠm do tĂŠrmino do exercĂ­cio social seguinte. – 13.305,76 6. Investimentos – Composto em 31.12.2012 e 31.12.2011 por cotas de consĂłrcio pagas e, na controladora, DepĂłsito Indevido a Estornar tambĂŠm por participação societĂĄria na controlada. Seguros a Pagar 5.311,33 733,36 7. Imobilizado LĂ­quido – Representado pelo custo de aquisição ou formação. A depreciação dos bens ĂŠ calculada Total 926.678,23 57.189,28 pelo mĂŠtodo linear Ă s taxas anuais de acordo com a sua vida Ăştil. Os saldos da controladora em 31.12.2012 estĂŁo 10. Capital Social – O capital social em 31/12/2012 e 31/12/2011 ĂŠ de R$ 1,2 milhĂŁo, totalmente integralizado, apresentados a seguir, sendo os saldos consolidados acrescidos por mĂłveis, utensĂ­lios, instalaçþes, computado- dividido em um milhĂŁo de açþes ordinĂĄrias. res e perifĂŠricos: (-) Depreciação 11. Receitas Controladora Consolidado Imobilizado Custo Acumulada Valor LĂ­quido Receita Operacional LĂ­quida 2012 2011 2012 2011 Equip. Telecomunicação 21.809,26 (16.349,28) 5.459,98 Licenças de Uso 7.310.083,69 6.541.088,04 7.310.083,69 6.541.088,04 Cotas de ConsĂłrcio 5.047,55 – 5.047,55 Suporte Dedicado 1.101.253,20 555.059,31 1.101.253,20 555.059,31 MĂłveis, Utens. e Instalaçþes 174.042,99 (107.270,41) 66.772,58 Horas Desenvolvimento 2.042.924,47 1.256.953,75 2.042.924,47 1.256.953,75 Computadores e PerifĂŠricos 424.688,94 (302.382,24) 122.306,70 Projetos 1.451.610,87 1.406.600,88 1.451.610,87 1.406.600,88 VeĂ­culos 165.459,70 (42.928,79) 122.530,91 Outros Serviços 75.048,58 – 75.048,58 – Constr. em Andamento 1.139.296,42 – 1.139.296,42 Exportação Softwares 63.774,80 992.465,95 1.336.262,69 992.465,95 Total 1.930.344,86 (468.930,72) 1.461.414,14 Total 12.044.695,61 10.752.167,93 13.317.183,50 10.752.167,93 Celso JosĂŠ Adriani – Diretor de InformĂĄtica Wagner Moreno – Diretor Administrativo/Financeiro Izabel Cristina Souza F. Silva – Contadora CRC nÂş 1SP 273.596/O-7 Controladora 2011 1.569.907,38 179.477,15 789.233,46 349.692,69 189.677,32 61.826,76

Stefanini Consultoria e Assessoria em Informåtica S.A. CNPJ/MF nº 58.069.360/0001-20 Demonstraçþes Financeiras referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em Reais) Balanço Patrimonial Resultado do Exercício 2012 2011 814.228.121,47 725.438.901,56 Ativo 2012 2011 Passivo 2012 2011 Receita Bruta (74.331.974,18) (48.332.115,74) Circulante 160.740.498,05 109.966.301,69 Circulante 71.557.130,04 58.483.299,19 Impostos e Cancelamentos 739.896.147,29 677.106.785,82 Caixa/Bancos 1.868.299,91 3.167.890,65 Fornecedores 1.565.600,46 3.836.312,22 Receita Líquida (600.500.281,35) (570.851.211,28) Aplicaçþes 79.035.583,20 44.719.269,94 Obrigaçþes c/ Pessoal (Nota 6) 15.216.379,34 12.786.400,03 Custos dos Serviços Prestados 139.395.865,94 106.255.574,54 Clientes (Nota 1) 71.004.262,57 53.774.175,00 Obrigaçþes Sociais (Nota 7) 6.671.380,08 6.152.761,31 Lucro Bruto (32.431.377,20) (28.067.993,57) IRPJ e Contr. Social Diferido (Nota 3) 556.088,63 427.241,32 Obrigaçþes Fiscais/Tributårias (Nota 8) 13.569.186,06 8.182.424,72 Despesas Comerciais (29.778.630,30) (25.364.440,30) Impostos a Recuperar (Nota 2) 2.096.525,41 917.822,23 Outras Obrigaçþes 4.851.415,82 2.731.971,01 Despesas Administrativas (3.125.968,06) (2.814.919,16) Outros CrÊditos 6.179.738,33 6.959.902,55 Provisão FÊrais e Encargos 28.436.914,67 22.776.281,59 Depreciação 5.410.246,23 4.730.460,22 Financiamentos (Nota 9) 1.246.253,61 2.017.148,31 Receitas Financeiras Despesas Financeiras (3.533.706,93) (2.839.965,71) Não Circulante 35.998.657,93 28.927.258,34 Não Circulante 60.870.300,53 46.596.802,00 2.249.568,86 835.057,19 Imposto de Renda e CSLL Difer. (Nota 3) 16.130.602,52 10.023.066,78 Prov. Contingências (Nota 10) 55.280.806,41 40.472.381,25 Outras Receitas 78.185.998,54 52.733.773,21 CrÊditos de Longo Prazo 2.896.698,72 2.638.775,75 Financiamentos (Nota 9) 3.352.317,17 3.159.729,92 Resultado antes do IRPJ e CSLL (6.855.585,35) (5.025.878,24) Partes Relacionadas (Nota 4) 81,32 1.117.986,32 Subvençþes Governamentais 1.044.821,54 1.044.821,54 (-) Provisão Contribuição Social (18.696.451,87) (13.749.509,72) Imobilizado (Nota 5) 16.971.275,37 15.147.429,49 Impostos Parcelados (Nota 11) 1.191.401,59 1.918.330,83 (-) Provisão IRPJ 52.633.961,32 33.958.385,25 EmprÊstimos à Coligadas 953,82 1.538,46 Resultado Líquido do Exercício Patrimonio Líquido 64.311.725,41 33.813.458,84 Demonstração de Fluxo de Caixa (MÊtodo Indireto) Capital Subscrito 2.500.000,00 2.500.000,00 Fluxo de Caixa Prov. das Operaçþes 2012 2011 Reserva de Capital 10.795,49 10.795,49 Lucro líquido do exercício 52.633.961,32 33.958.385,25 Reserva Legal 500.000,00 500.000,00 Ajustes no result. do exerc. com recursos Reserva de Lucro 61.300.929,92 30.802.663,35 provenientes de atividades operacionais: 196.739.155,98 138.893.560,03 Depreciação e amortização Total Ativo 196.739.155,98 138.893.560,03 Total Passivo 3.125.968,06 2.814.919,16 Mutaçþes do Patrimônio Líquido Capital Social Reserva de Capital Reserva Legal Lucros Acumulados Total Baixa do imobilizado 137.294,42 333.403,13 314.602,78 313.171,63 Saldo em 31 de dezembro de 2010 2.500.000,00 15.830,81 500.000,00 806.349,11 3.822.179,92 Juros sobre emprÊstimos Resultado do Período – – – 33.958.385,25 33.958.385,25 Imposto de renda e contr. social diferido (6.236.383,05) (5.178.388,36) 49.975.443,53 32.241.490,81 Baixa de Reservas – (5.035,32) – – (5.035,32) (16.731.064,26) (19.433.074,87) Distribuição Lucro Acumulado – – – (3.962.071,01) (3.962.071,01) Redução (aumento) nos ativos: (17.230.087,57) (16.037.694,06) Saldo em 31 de dezembro de 2011 2.500.000,00 10.795,49 500.000,00 30.802.663,35 33.813.458,84 Contas a receber de clientes (1.178.703,18) (103.907,32) Resultado do Período – – – 52.633.961,32 52.633.961,32 Impostos a recuperar 559.821,49 (5.988.202,84) Distribuição Lucro Acumulado – – – (22.135.694,75) (22.135.694,75) Valores a receber 1.117.905,00 2.696.729,35 Saldo em 31 de dezembro de 2012 2.500.000,00 10.795,49 500.000,00 61.300.929,92 64.311.725,41 Creditos de Longo Prazo Aumento (redução) nos passivos: 27.888.056,59 15.961.513,42 Notas Explicativas do Balanço Patrimonial (2.270.711,76) 1.785.338,57 As demonstraçþes contåbeis foram preparadas e elaboradas de acordo 3) Impostos Diferidos (outros crÊditos de longo prazo): O imposto de Contas a pagar a fornecedores 8.609.231,16 1.014.077,30 com a Lei das Sociedades por Açþes (Lei 6.404/76, e suas posteriores alte- renda e a contribuição social diferidos são registrados para refletir os efeitos Salårios e encargos sociais 5.386.761,34 (2.349.530,32) raçþes) incluíndo os novos dispositivos contåbeis introduzidos, alterados fiscais futuros atribuíveis a diferenças temporårias decorrente de provisþes Obrigaçþes fiscais/tributårias 14.770.844,92 15.312.704,62 e revogados pela Lei 11.638/07, pela Lei 11.941/09, e de acordo com os para contingências. 4) O balanço apresenta um saldo credor de coligadas Provisþes para contingências (726.929,24) (1.715.940,76) pronunciamentos tÊcnicos emitidos pelo Ibracom, as resoluçþes do Conse- cuja origem são emprÊstimos efetuados às demais empresas do grupo, sem Impostos Parcelados 2.118.860,17 1.914.864,01 lho Federal de Contabilidade e pronunciamentos tÊcnicos do CPC – Comitê taxa de juros e sem prazo determinado para pagamento, conforme segue: Outros Recursos Líq. Prov. das Ativid. Operac. 61.132.435,86 28.769.929,36 de Pronunciamentos Contåbeis, expressas em reais e comparadas com Stefanini Training – Treinamento em Informåtica Ltda R$ 81,32 as demonstraçþes financeiras de 31/12/11, adotando na sua elaboração Total R$ 81,32 Fluxo de Caixa Utiliz. nas Ativ. de Invest. (5.087.108,36) (6.366.446,50) as seguintes pråticas: Resumo das Principais Pråticas Contåbeis – a. 5) Os bens integrantes do Imobilizado estão demonstrados ao custo de aqui- Aumento de ativo permanente Apuração do Resultado: O resultado das operaçþes Ê apurado em confor- sição e as depreciaçþes estão calculadas considerando o tempo de vida útil. Recursos Líq. Prov. das Ativ. de Invest. (5.087.108,36) (6.366.446,50) Fluxo de Caixa Prov. das Ativ. de Financ. midade com o regime contåbil de competência do exercício. A receita de Imobilizado Depreciação 1.614.916,44 3.000.000,00 serviços prestados Ê reconhecida no resultado em função de sua realiza- Equipto. de 2012 2011 2012 2011 EmprÊstimos e financiamentos (2.507.826,67) (2.273.362,87) ção. Uma receita não Ê reconhecida se hå uma incerteza significativa na Informåtica 12.441.173,46 10.852.104,80 7.368.533,31 5.755.072,83 Amortização de emprÊstimo Distribuição de lucro (22.135.694,75) (3.962.071,01) sua realização. b. Estimativas Contåbeis: A elaboração de demonstaçþes Instalaçþes 5.268.657,71 5.039.345,84 1.843.034,75 1.334.293,61 Recursos Líq. Prov. das Ativ. de Financ.(23.028.604,98) (3.235.433,88) contåbeis de acordo com as pråticas contåbeis adotadas no Brasil requer Móveis e que administração use de julgamento na determinação e registro de estima- Utensílios 3.141.216,29 2.896.687,93 1.130.317,41 882.446,62 Aumento (red.) no caixa e equivalentes 33.016.722,52 19.168.048,98 Disponibilidades no início do exercício 47.887.160,59 28.719.111,61 tivas contåbeis. Ativos e Passivos significativos sujeitos a essas estimativas Terrenos 1.044.821,54 1.044.821,54 0,00 0,00 Disponibilidades no final do exercício 80.903.883,11 47.887.160,59 e premissas incluem o valor residual do ativo imobilizado, a provisão para Veículos 1.638.801,36 1.739.953,65 1.069.331,80 1.001.000,79 Aumento (red.) no caixa e equivalentes 33.016.722,52 19.168.048,98 redução do valor recuperåvel (Impairment) de ativo imobilizado conforme Obras em And. 3.336.730,71 2.513.697,26 0,00 0,00 Demonstraçþes do Valor Adicionado 2012 2011 Comunicado de Pronunciamento Contåbil – CPC 1, a provisão para crÊdito Licen. de Uso 2.165.630,82 530.146,38 654.539,25 496.514,06 de liquidação duvidosa, o imposto de renda diferido ativo e a provisão para 799.431.777,82 714.834.874,54 Total 29.037.031,89 24.616.757,40 12.065.756,52 9.469.327,91 Receitas contingências. A liquidação das transaçþes envolvendo essas estimativas Operacionais 797.182.208,96 713.992.217,35 2012 2011 poderå resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisþes 6) Obrigaçþes com pessoal 2.249.568,86 842.657,19 13.609.600,66 11.565.286,03 Outras receitas inerentes ao processo de sua determinação. A empresa revisa as estimati- Salårios a pagar 220.359.806,71 243.578.881,45 174.165,91 43.908,91 Serviços Adquidos de Terceiros vas e premissas pelo menos anualmente. c. Moeda estrangeira: Os ativos Rescisþes a pagar Custos dos serviços prestados 135.497.565,87 204.879.259,31 13º Salårio a pagar 136.742,63 115.354,82 e passivos monetårios denominados em moeda estrangeira foram conver84.862.240,84 38.699.622,14 64.829,01 49.637,38 Materiais, energia e outros tidos para reais pela taxa de câmbio da data do fechamento do balanço Pensão alimentícia a pagar 579.071.971,11 471.255.993,09 60.002,80 20.971,09 Valor Adicionado Bruto e as diferenças decorrentes da conversão de moeda foram reconhecidas Contribuição assistencial Retençþes 3.125.968,06 2.814.919,16 EmprÊstimo consignado 522.889,15 439.464,19 no resultado do exercício. d. Ativo Circulante e não circulante: • Aplicaçþes 648.149,18 551.777,61 Depreciação/Amortização 3.125.968,06 2.814.919,16 financeiras: Estão avaliadas ao custo, acrescidos dos rendimentos auferidos Outros Total 15.216.379,34 12.786.400,03 Valor Adicionado Líquido 575.946.003,05 468.441.073,93 atÊ a data do balanço. • Contas a receber de clientes: São registradas pelo 2012 2011 V.A. Recebido em Transferência valor faturado incluindo os impostos. A provisão para crÊditos de liquida- 7) Obrigaçþes sociais 5.410.246,23 4.722.860,22 – 131.766,00 Receitas Financeiras ção duvidosa (PCLD) foi constituída em montante considerado suficiente INSS – Parcelamento 5.410.246,23 4.722.860,22 2.307.324,34 1.931.391,22 Valor Adicionado Total a Distribuir pela Administração para fazer face às eventuais perdas na realização dos INSS – Folha 581.356.249,28 473.163.934,15 crÊditos. • Imobilizado: Registrado ao custo de aquisição. A depreciação INSS – Diversos 192.702,31 48.956,59 Distribuição do Valor Adicionado 581.356.249,28 473.163.934,15 leva em conta o tempo de vida útil estimado do bem. Outros gastos são FGTS 2.609.809,85 2.134.920,16 Pessoal 415.541.730,12 317.062.691,73 capitalizados apenas quando hå um aumento nos benefícios econômicos Contr. Prev. s/Receita 1.561.543,58 1.905.727,34 Remuneração Direta 320.618.522,43 246.245.060,18 desse item do imobilizado. Qualquer outro tipo de gasto Ê reconhecido no TOTAL 6.671.380,08 6.152.761,31 Benefícios 71.327.787,75 51.251.093,97 resultado como despesa quando incorrido. • Demais ativos circulantes e não 8) Obrigaçþes Fiscais/Tributårias 2012 2011 F.G.T.S. 23.595.419,94 19.566.537,58 circulantes: São apresentados pelo valor líquido de realização. e. Passivos Cofins 809.208,72 493.257,37 Impostos, Taxas e Contribuiçþes 102.135.280,97 110.126.175,36 Circulante e não circulante: São demonstrados pelos valores conhecidos e CSLL s/resultado 1.990.689,44 764.508,28 Federais 91.843.878,96 100.898.926,87 calculåveis, acrescidos, quando aplicåvel, dos correspondentes encargos, CSLL retido de terceiros 26.952,91 36.913,46 49.116,51 56.515,57 variaçþes monetårias e/ou cambiais incorridas atÊ a data do balanço. f. Pro- IRPJ s/resultado 5.401.572,17 2.322.154,48 Estaduais 10.242.285,50 9.170.732,92 visþes: Uma provisão Ê reconhecida no balanço quando a empresa possui IR retido de terceiros 4.012.986,08 3.181.552,87 Municipais uma obrigação legal ou constituída como resultado de um evento passado, CIDE Remuneração de Capitais de Terceiros 11.045.276,87 12.016.681,81 2.766,81 145.388,76 e Ê provåvel que um recurso econômico seja requerido para saldar a obriga- ISS 7.511.569,94 7.986.400,79 554.442,07 537.424,62 AluguÊis ção. As provisþes são registradas tendo como base as melhores estimativas PIS – 1.190.315,31 175.394,62 106.051,64 Outras despesas do risco envolvido envolvido. g. Imposto de renda e contribuição social: O Juros e variaçþes monetårias 3.533.706,93 2.839.965,71 Impostos Parcelados 438.800,40 438.800,40 imposto de renda e a contribuição social, do exercício corrente e diferido, 52.633.961,32 33.958.385,25 156.372,84 156.372,84 Remuneração de Capital Próprio são calculados com base nas alíquotas de 15% acrescidas do adicional de CPMF – Parcelamento Dividendos distribuídos 22.135.694,75 3.962.071,01 Total 13.569.186,06 8.182.424,72 10% sobre o lucro tributåvel excedente a R$ 240.000,00 para o imposto de 30.498.266,57 29.996.314,24 2012 2011 Lucros retidos renda e 9% sobre o lucro tributåvel para a contribuição social sobre o lucro 9) Financiamentos a) BNDES – (Ativo circulante) 707.948,13 2.017.148,31 rado suficiente para cobrir as perdas estimadas com as açþes em curso, líquido e consideram a compensação de prejuízos fiscais e base negativa 2.500.000,00 3.159.729,92 como segue: 2012 2011 da contribuição social, limitada a 30% do lucro real. Notas das Demons- a) BNDES – (Ativo não circulante) 538.305,48 – Trabalhistas 12.208.107,67 7.575.470,44 traçþes – 1) Clientes: É representado pelos serviços prestados atÊ a data a) Banco IBM S/A (Ativo Circulante) 852.317,17 – Tributårias 57.249.196,83 45.549.036,36 do encerramento das demonstraçþes contåbeis, sendo reconhecido pelo a) Banco IBM S/A (Ativo não Circulante) Total 4.598.570,78 5.176.878,23 Sub-Total 69.457.304,50 53.124.506,80 período de competência. (11.009.923,15) (10.039.823,40) Clientes Diversos R$ 68.304.188,54 a) Financiamento destinado a investimento em infraestrutura, equipamen- Deposito Judicial Tributårias (3.166.574,94) (2.612.302,15) Notas de DÊbitos a Receber R$ 276.293,50 tos, pesquisa, desenvolvimento e treinamento, no âmbito do Programa para Depósito Judicial Trabalhista 55.280.806,41 40.472.381,25 Clientes Exterior R$ 4.654.899,73 Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços Correlatos Total (-) Provisão Devedores Duvidosos R$ (2.231.119,20) – PROSOFT Empresa. b) Arrendamento mercantil de licença de software 11) Impostos parcelados (não circul.) 2012 2011 Total R$ 71.004.262,57 que foi imobilizado. 10) Provisþes para contingências: A empresa Ê parte em açþes judiciais CPMF 520.221,14 676.593,98 2) Impostos a Recuperar 305.513,23 437.269,23 CSLL a Recuperar R$ 82.915,20 e processos administrativos, perante vårios tribunais e orgãos governamen- INSS – Outras entidades 365.667,22 804.467,62 INSS Retido s/Faturamento R$ 1.419.761,88 tais, decorrentes do uso normal de suas operaçþes, envolvendo questþes INSS – Lei 11.941/09 1.191.401,59 1.918.330,83 ISS a Recuperar R$ 92.918,07 tributårias, trabalhistas e cíveis. A Administração, com base em informaçþes Total Cofins a Recuperar R$ 411.380,42 de seus assessores jurídicos e anålise das demandas judiciais pendentes JosÊ Pedro de Souza Meirelles Vagner Campagnaro PIS a Recuperar R$ 89.549,84 e, quanto às açþes trabalhistas, com base em experiências anteriores refeDiretor Adm/Financeiro Contador – CRC SP 127.437/O-8 Total R$ 2.096.525,41 rente às quantias reivindicadas, constituiu provisão em montante conside-

O Serviço Autônomo de à gua e Esgoto de Sorocaba comunica que se acha publicado o Pregão Presencial para Registro de Preços nº 24/2013 - Processo nº 3.092/2013, destinado à aquisição de

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emulsĂŁo asfĂĄltica catiĂ´nica RM 1C e RL 1C. SESSĂƒO PĂšBLICA dia 08/05/2013, Ă s 10:00 horas. O

CNPJ nº 61.206.314/0001-30 - NIRE nº 35.300.036.531 Edital de Convocação de Assembleia Geral Ordinåria Ficam convocados os Senhores Acionistas da Companhia a comparecerem à Assembleia Geral Ordinåria, a se realizar em 30 de Abril de 2013, às 11:00 h na sede social, à Alameda Campinas nº 463, 8º andar - São Paulo/SP, para deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: (a) Relatório da Diretoria, Balanço Patrimonial e Demonstraçþes Financeiras do exercício social encerrado em 31/12/2012; (b) Destinação do Resultado; (c) Proposta para distribuição de dividendos; (d) Outros assuntos. Os documentos relativos às matÊrias em pauta estão à disposição dos Acionistas para consulta, na sede Social, em atenção ao dispoto no art. 133 da Lei nº 6.404/76. São Paulo, 18 de Abril de 2013 Raul Raphael Saigh - Diretor Superintendente

Companhia Fechada - CNPJ nÂş 61.206.397/0001-67 - NIRE 35.300.042.174 Assembleia Geral OrdinĂĄria e ExtraordinĂĄria - Edital de Convocação Ficam convocados os senhores acionistas da Richard Saigh IndĂşstria e ComĂŠrcio S.A. (a “Companhiaâ€?) a se reunirem em Assembleia Geral OrdinĂĄria e ExtraordinĂĄria a ser realizada em sua sede social, na cidade de SĂŁo Caetano do Sul, Estado de SĂŁo Paulo, na Rua HeloĂ­sa Pamplona, nÂş 842, Bairro Fundação, CEP 09.520-310, no dia 30 de abril de 2013, Ă s 09:30 horas, para deliberarem sobre a seguinte Ordem do dia: em Assembleia Geral OrdinĂĄria: i) tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstraçþes financeiras relativas ao exercĂ­cio social encerrado em 31 de dezembro de 2012; ii) deliberar sobre a destinação do lucro lĂ­quido do exercĂ­cio e a distribuição de dividendos; e, em Assembleia Geral ExtraordinĂĄria: i) fixar a remuneração global dos administradores da Companhia; ii) deliberar acerca da Proposta de Aumento de Capital mediante capitalização de parte da reserva de investimentos; iii) caso seja aprovado o item (ii) da Ordem do Dia, aprovar a alteração do art. 5Âş e a consolidação do Estatuto Social. Os documentos a que se refere o art. 135, §3Âş da Lei nÂş 6.404/76 se encontram Ă disposição dos acionistas na sede social da Companhia. Edgard Nassif Saigh - Diretor Presidente.

edital completo serå disponibilizado no site www.saaesorocaba.com.br, informaçþes pelos telefones: (15) 3224-5810/5811/5812/5813/5814/5815/5816/5817/5818/5819/5821/5822/5823/5824/ 5825 e 5826 ou pessoalmente na Avenida Pereira da Silva, nº 1.285, no Setor de Licitação e Contratos. Sorocaba, 23 de abril de 2013. Érica Aparecida de Menezes - Pregoeira.

Maturin Participaçþes S.A.

CNPJ/MF n.º 14.181.768/0001-13 – NIRE n.º 35300417020 Edital de Convocação - 1.ª Convocação Ficam convocados os acionistas da Cia. p/ a AGOE a se realizar no dia 30/04/2013, 11hs, em 1º convocação, na Av. Sagitårio, n.º 138, cj2513A, s/ 3, Alpha Square, Torre I, Barueri - SP, CEP: 06473-073, p/ deliberarem sobre: (i) Em AGO:(i.1) as contas da administração, o balanço patrimonial e demais demonstraçþes financeiras referentes ao exercício social de 2012, bem como sobre a distribuição de dividendos, e (1.2) a eleição dos membros da diretoria, e (ii) Em AGE:(ii.1) a transferência da sede social, (ii.2) o exercício do direito do voto da Cia. na sociedade investida CafÊ Donuts Franquias S.A., com relação (a) às contas da administração, o balanço patrimonial e demais demonstraçþes financeiras referentes ao exercício social de 2012 da sociedade investida, bem como sobre a distribuição de dividendos, a(b) a eleição dos membros do conselho de administração; e (c)a transferência da sede social.Flavio Milano Benclowicz e Elena KuflikBenclowicz - Diretores. (20, 23 e 24/04/2013)

Baluarte S/A Corretora de Câmbio

CNPJ/MF: 61.688.131/0001-06 – NIRE: 353.000.434.72 Edital de convocação-Assembleia Geral Ordinåria Ficam convocados os Srs. Acionistas a se reunirem em AGO a ser realizada em 30/04/2013, às 11hs, na sede social R. Dr. Miguel Couto, nº 53, 6 andar,SP/SP, para apreciar e deliberar sobre a seguinte ordem do dia: 1) Exame, discussão e votação das Demonstraçþes Financeiras, do Relatório da Administração e Parecer dos Auditores Independentes, do exercício findo em 31/12/2012; 2) Eleição dos membros da Diretoria 3) Outros assuntos de interesse social. A Diretoria. (20, 23 e 24/04/2013)

$ HPSUHVD $// 02'$6 (',725$ VLWXDGD j 5XD $PDPEDL Qž 6DOD %DLUUR 9LOD 0DULD ,QVFULomR 0XQLFLSDO Q ž H &13- Q ž FRPXQLFD R H[WUDYLR GR OLYUR GH UHJLVWUR GH UHFHELPHQWR GH LPSUHVV}HV ILVFDLV PRGHOR GD 3UHIHLWXUD GH 6mR 3DXOR


DIÁRIO DO COMÉRCIO

18 -.ECONOMIA/LEGAIS

quarta-feira, 24 de abril de 2013

e MP dos portos volta à tona no Senado No lugar de ser o síndico do porto, passo a ser apenas o zelador Casemiro Tércio Carvalho, o diretor da Companhia Docas de São Sebastião

conomia

Transbordando polêmicas, texto passa hoje por apreciação de comissão especial. Governo federal diz que se MP for desvirtuada, não poderá ser aprovada.

A

Medida Provisória 595/2012, que muda o marco regulatório dos portos do País, deve ser votada hoje na comissão especial do Senado criada especificamente para discuti-la. A MP está numa longa tramitação no Parlamento, desde dezembro do ano passado. Mesmo após intensas negociações entre governo, parlamentares, empresários e trabalhadores, não há acordo para que ela seja votada sem obstruções. Depois de apreciada na comissão, o tex-

to terá que passar pelos plenários da Câmara e do Senado. A MP vence em 16 de maio. Vários parlamentares já declararam que vão apresentar destaques para serem votados separadamente. Como a MP teve 645 emendas, cada uma delas pode ser destacada e votada separadamente, o que tende a fazer com que a sessão não termine hoje sem que haja um acordo. A principal polêmica da MP continua sendo a antecipação da renovação de contratos assinados após 1993. Os empre-

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www.dcomercio.com.br

sários que têm contratos de arrendamento de terminais em portos públicos afirmam que têm direito a uma renovação desses contratos e que precisam que eles sejam adequados à nova lei para que eles possam concorrer com os terminais privados. São Paulo– A MP também tem pontos que desagrada o governo de São Paulo. Ela é tida como entrave à ampliação do Porto de São Sebastião, no litoral norte do estado, um projeto orçado em R$ 2,5 bilhões. O receio é que a perda de auto-

nomia do estado em futuras licitações afugente investidores interessados nas novas áreas portuárias. Embora parecer do relator da MP, o senador Eduardo Braga (PMDBAM) tenha alterado esse ponto, há dúvidas sobre a aprovação, o que manteria o Estado de mãos atadas nas obras de ampliação. De acordo com o diretorpresidente da Companhia Docas de São Sebastião, Casemiro Tércio Carvalho, o problema é a transferência ao governo Federal da liberdade para

decidir sobre licitações para arrendamento de áreas portuárias. "No lugar de ser o síndico do porto, passo a ser apenas o zelador", diz Carvalho. As licitações da companhia só poderiam ser tocadas com permissão e supervisão da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), e teriam de ser negociadas com o governo federal. União– Já o governo federal informou que chegou ao limite na discussão da MP. A opinião é da ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti. Após

participar de uma reunião com líderes partidários no Congresso, ela disse que a base aliada não permitirá que a proposta perca a validade sem que seja apreciada. "Se você desvirtuar tanto que não tenha eficácia para dar melhores condições ao setor, então não tem necessidade de aprovar. O governo tem claro que os portos são um nó a ser 'distensionado', então aquilo que o relator disse sobre limite na negociação, ele tem razão. Chegou-se no limite", disse Ideli. (Agências)


DIà RIO DO COMÉRCIO

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ECONOMIA/LEGAIS - 19

BMX REALIZAÇÕES IMOBILIĂ RIAS E PARTICIPAÇÕES S.A. EMPRESA PAULISTA DE PLANEJAMENTO METROPOLITANO SA – EMPLASA CNPJ 47.093.703/0001-75 PREGĂƒO ELETRĂ”NICO NÂş 006/13 Tipo: Menor Preço Oferta de Compra nÂş 483101480902013OC0008 Abertura da sessĂŁo pĂşblica de processamento do PregĂŁo EletrĂ´nico serĂĄ realizada por intermĂŠdio do Sistema PregĂŁo EletrĂ´nico de Contratação – BEC/SP: www.bec.sp.gov.br. Objeto: Contratação de empresa especializada na prestação de serviços mĂŠdico hospitalares e cirĂşrgicos, bem assim de serviços complementares de diagnĂłstico e terapia aos empregados, ex-empregados e diretores da EMPLASA e seus dependentes, por meio de 1 (um) plano de saĂşde, denominado Plano PadrĂŁo Superior, para atender, inicialmente, 281 (duzentos e oitenta e um) beneficiĂĄrios, sendo 124 (cento e vinte e quatro) titulares, empregados/ diretores, 148 (cento e quarenta e oito) dependentes e 09 (nove) inativos com dependentes.. O Edital estarĂĄ disponĂ­vel no site www.emplasa.sp.gov.br. Informaçþes: e-mail: jsimonetti@sp.gov.br - tel.: (011) 3293-5483. INĂ?CIO DO PRAZO PARA ENVIO DA PROPOSTA ELETRĂ”NICA: 25/04/2013. INĂ?CIO DA ABERTURA DA SESSĂƒO PĂšBLICA: 09/05/2013, Ă s 09h00.

Secretaria de Desenvolvimento Metropolitano

Companhia Brasileira de AlumĂ­nio CNPJ/MF nÂş 61.409.892/0001-73 - NIRE 35.3.0001276.3 Ata da Assembleia Geral ExtraordinĂĄria Realizada em 4 de Março de 2013 1.Data,HorĂĄrio e Local - Dia 04 de março de 2013, Ă s 16:00 horas, na sede social, na Praça Ramos de Azevedo, n° 254, 3o andar, Capital do Estado de SĂŁo Paulo, CEP:01037-912.2.Convocação - Dispensada em virtude da presença da totalidade dos acionistas, de acordo com os termos do parĂĄgrafo 4o do Art.124 da Lei n° 6.404/76, conforme alterada (“Lei das S.A.â€?).3.Presença - Acionistas representando a totalidade do capital social, conforme assinaturas lançadas no livro “Presença de Acionistasâ€?. 4. Mesa Dirigente - Tito Botelho Martins Junior, Presidente e Jones Aparecido Belther, SecretĂĄrio.5.Ordem do Dia - Alterar a sede social da companhia.6.- Deliberaçþes - (i) Os acionistas presentes aprovaram, por unanimidade e sem ressalvas, para que a partir do mĂŞs de abril de 2013 seja alterada a sede da companhia, atualmente localizada na Praça Ramos de Azevedo, n° 254, 3o andar, CEP:01037-912, MunicĂ­pio de SĂŁo Paulo, Estado de SĂŁo Paulo, para a Avenida EusĂŠbio Matoso, n° 1375, 12° andar, conjunto 1001, Pinheiros, CEP: 05423-180, MunicĂ­pio de SĂŁo Paulo, Estado de SĂŁo Paulo, (ii) Em razĂŁo da deliberação anterior, os acionistas decidem alterar o caput do artigo 2o do Estatuto Social, que passarĂĄ a vigorar com a seguinte redação: “Artigo 2o - A Sociedade tem sede e foro na Capital do Estado de SĂŁo Paulo, localizada na Avenida EusĂŠbio Matoso, nÂş 1375, 12° andar, conjunto 1001, Pinheiros, CEP: 05423-180.â€? (iii) As demais disposiçþes do Estatuto Social da Companhia nĂŁo alteradas neste ato ficam ratificadas, em vigor e efeito conforme os seus termos. 7. Observaçþes Finais - (i) Em todas as deliberaçþes deixaram de votar os legalmente impedidos; (ii) O Sr. Presidente franqueou o uso da palavra, nĂŁo havendo, todavia, nenhuma manifestação; (iii) Os trabalhos foram suspensos para a lavratura da presente ata, que tendo sido lida e achada conforme, foi assinada pelo Presidente, SecretĂĄrio, administrador eleito e acionistas presentes: p. Votorantim Industrial S.A., Alexandre Silva D’AmbrĂłsio e JoĂŁo Carvalho de Miranda, Diretores, Maria Helena Moraes Scripilliti, Rubens ErmĂ­rio de Moraes, EspĂłlio de MĂĄrio ErmĂ­rio de Moraes, LuĂ­s ErmĂ­rio de Moraes, AntĂ´nio ErmĂ­rio de Moraes Filho, AntĂ´nio ErmĂ­rio de Moraes. A presente transcrição ĂŠ cĂłpia fiel da ata lavrada no livro prĂłprio. SĂŁo Paulo, 4 de março de 2013. Tito Botelho Martins Junior - Presidente; Jones Aparecido Belther - SecretĂĄrio. JUCESP nÂş 144.306/13-0 em 16/04/2013.Gisela Simiema Ceschin - SecretĂĄria Geral.

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAĂ‡ĂƒO

GOVERNO DO ESTADO DE SĂƒO PAULO

FDE AVISA: PregĂŁo EletrĂ´nico de Registro de Preços nÂş 36/00377/13/05 OBJETO: AQUISIĂ‡ĂƒO DE KITS DE EQUIPAMENTO/MATERIAL PARA LABORATĂ“RIO DE CIĂŠNCIAS-CICLO II - ENSINO FUNDAMENTAL. A FUNDAĂ‡ĂƒO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAĂ‡ĂƒO - FDE comunica Ă s empresas interessadas que se acha aberta licitação para: Aquisição de Kits de Equipamento/Material para LaboratĂłrio de CiĂŞncias-Ciclo II - Ensino Fundamental. As empresas interessadas poderĂŁo obter informaçþes e verificar o Edital a partir de 24/04/2013, no endereço eletrĂ´nico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na SupervisĂŁo de Licitaçþes, na Av. SĂŁo LuĂ­s, 99 - RepĂşblica - CEP: 01046-001 SĂŁo Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horĂĄrio das 08:30 Ă s 17:00 horas, ou verificar o edital na Ă­ntegra, atravĂŠs da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessĂŁo pĂşblica de processamento do PregĂŁo EletrĂ´nico serĂĄ realizada no endereço eletrĂ´nico www.bec.sp.gov.br, no dia 08/05/2013, Ă s 09:30 horas, e serĂĄ conduzida pelo pregoeiro com o auxĂ­lio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epĂ­grafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverĂŁo obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serĂŁo encaminhadas, por meio eletrĂ´nico, apĂłs o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do inĂ­cio do prazo para envio da proposta eletrĂ´nica serĂĄ de 24/04/2013, atĂŠ o momento anterior ao inĂ­cio da sessĂŁo pĂşblica. BARJAS NEGRI Presidente

Orion S.A. C.N.P.J./M.F. nº 61.082.863/0001-40 - N.I.R.E. nº 35.300.039.89-1 Aos 23/01/2013, às 10:00 hs, na sede social da Cia.Quorum: Acionistas representando 80,16% do capital social da Cia. Mesa: Presidente para a AssemblÊia, o Sr. Jose Domiciano de Castro Filho. O Dr. Arthur Soliva Soria para secretariar. Deliberaçþes Tomadas: 1) Resolveram os acionistas, pela totalidade de votos dos presentes, aprovar a permuta do flat por apartamento construído, mediante transferência do flat na Avenida Engenheiro Francisco JosÊ Longo, 511, Edifício Address Boulevard, Flat Service, unidade 15 tipo C, Jardim São Dimas, São JosÊ dos Campos, objeto da matrícula 98.771 do 1º Registro de Imóveis e Títulos de São JosÊ dos Campos, no valor de R$300.000,00, por apartamento situado no Edifício Gran Bali, localizado na Rua Benedito Osvaldo Lecques, 190, unidade a ser definida, nesta Cidade de São Jose dos Campos, pelo valor de R$ 330.000,00, ficando a Diretoria ou os representantes legais da empresa autorizados a negociar e complementar eventual valor necessårio à formalização da permuta. 2) Resolveram os acionistas, pela totalidade de votos dos presentes, aprovar a doação de parcelas do terreno da sede social, assim descritos: (i) ligação de via pública entre a Rua Benedito Fraga da Silva e a Rua Benedito Marcondes Filho, com årea de 8.035,94 m2 e (ii) årea de 6.918,61 m2, jå utilizada pela Prefeitura, conhecida como Estrada Municipal Benedito Marcondes Filho à Prefeitura Municipal de São JosÊ dos Campos, no interesse da Companhia e em razão da construção da via marginal à Via Dutra e de rua de acesso do Bairro Galo Branco à Rodovia Presidente Dutra. Nada mais. São JosÊ dos Campos, 23/01/2013. Presidente da AssemblÊia: JosÊ Domiciano de Castro Filho, Secretårio da Mesa: Arthur Soliva Soria. JUCESP nº 116.536/13-5 em 14/03/2013. Gisela Simiema Ceschin - Secretåria Geral.

SERVIÇO AUTĂ”NOMO DE Ă GUA E ESGOTO DE SOROCABA PREGĂƒO PRESENCIAL NÂş 06/2013 - RETIFICAĂ‡ĂƒO E PRORROGAĂ‡ĂƒO. Processo Administrativo nÂş 1.737/2013-SAAE. Objeto: Contratação de empresa especializada para prestação de serviços contĂ­nuos de limpeza, asseio e conservação predial das unidades Central (Administração) e Centro Operacional do SAAE, neste municĂ­pio. O Serviço AutĂ´nomo de Ă gua e Esgoto de Sorocaba, por seu Setor de Licitação e Contratos comunica aos interessados, que devido Ă solicitação de esclarecimento formulada, foi PRORROGADA a data de abertura da sessĂŁo pĂşblica referente ao PregĂŁo Presencial nÂş 06/2013, o qual serĂĄ realizado no prĂłximo dia 10 (dez) de maio de 2013, Ă s 14:30 horas, Ă Av. Pereira da Silva, nÂş 1.285 - Jd. Santa RosĂĄlia e RETIFICADO o item 09, subitem 9.1.4 do edital, inciso 9.1.4.1 do edital, conforme segue: onde se lĂŞ “Comprovação da qualificação operacional, nos termos do inciso II, do Artigo 30 da lei Federal nÂş 8.666/93, mediante apresentação de Atestado(s) fornecido(s) por pessoas jurĂ­dicas de direito pĂşblico ou privado, devidamente registrado(s) nas entidades profissionais competentes, comprovando a execução de serviços similares, 50% (cinquenta por cento) do objeto do presente certame.â€? leia-se: ““Comprovação da qualificação operacional, nos termos do inciso II, do Artigo 30 da lei Federal nÂş 8.666/93, mediante apresentação de Atestado(s) fornecido(s) por pessoas jurĂ­dicas de direito pĂşblico ou privado, comprovando a execução de serviços similares, 50% (cinquenta por cento) do objeto do presente certame.â€? Informaçþes pelo site www.saaesorocaba.com.br, pelos tel. (15) 3224-5810/5811/5812/5813/5814/5815/5816/5817/5818/5819/5821/5822/5823/5824/5825 e 5826, ou pessoalmente na Av. Pereira da Silva, nÂş 1.285, no Setor de Licitação e Contratos. Sorocaba, 23 de abril de 2013. Maria EloĂ­se Benette - Pregoeira.

Paulo Petribu Empreendimentos S/A

CNPJ n° 01.568.127/0001-74 - NIRE n° 35.300.153.561 Edital de Convocação de AGO/E Ficam convocados os Srs. Acionistas para se reunirem em AGO e AGE a serem realizadas Ă s 9 hs do dia 24/05/2013, na sede social situada na Cidade de SĂŁo Paulo/SP, na Rua Haddock Lobo, n° 1307 - 12° and. - cj. 121, Sala 2 - Cerqueira CĂŠsar - CEP 01414-003, a ďŹ m de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: (i) tomar as contas dos administradores da Cia., examinar, discutir e votar as Demonstraçþes ContĂĄbeis do exercĂ­cio social encerrado em 31/12/2012; (ii) Deliberar acerca da destinação do lucro lĂ­quido, da eventual distribuição de dividendos; (iii) Eleger os membros da Diretoria e do Conselho Fiscal, se for o caso, bem como ďŹ xar a remuneração anual global dos administradores; (iv) ratiďŹ cação dos atos do Conselho de Administração e para a Diretoria da Sociedade; (v) mudança do exercĂ­cio social (vi) outros assuntos de interesse da Cia.. Encontram-se Ă disposição dos Srs. Acionistas em sua sede social, na Rua Haddock Lobo, n° 1307 - 12° and. - cj. 121, Sala 2 - Cerqueira CĂŠsar - na Cidade de SP/SP, - CEP 01414-003, os documentos de que trata o Art. 133 da Lei n. 6.404/76, referentes ao exercĂ­cio social encerrado em 31.12.2012, bem como cĂłpias dos mesmos. SP/SP, 24/04/2013. Helena Cavalcanti de PetribĂş - Presidente do Conselho de Administração.

SERVIÇO AUTÔNOMO DE à GUA E ESGOTO DE SOROCABA O Serviço Autônomo de à gua e Esgoto de Sorocaba comunica que foi INDEFERIDO o pedido de Impugnação ao edital interposto pela empresa GF Empresarial Ltda. - ME ao Pregão Presencial nº 06/2013 - Processo nº 1.737/2013-SAAE, destinado à contratação de empresa especializada para prestação de serviços contínuos de limpeza, asseio e conservação predial das unidades Central (Administração) e Centro Operacional do SAAE, neste município. Informaçþes pelo site www.saaesorocaba.com.br e pelos tel. (15) 32245810/5811/5812/5813/5814/5815/5816/5817/5818/5819/5821/5822/5823/5824/5825 e 5826, ou pessoalmente na Av. Pereira da Silva, nº 1.285, no Setor de Licitação e Contratos. Sorocaba, 23 de abril de 2013. Maria Eloíse Benette - Pregoeira.

CafÊ Donuts Franquias S.A. CNPJ/MF n.º 08.807.484/0001-97 – NIRE n.º 35300346483 Edital de Convocação - 1.ª Convocação Ficam convocados os acionistas da Cia. p/ a AGOE, dia 30/4/13, 12hs, em 1ª convocação, Av. Sagitårio, 138, cj2513A, s/2, Alpha Square, Torre I, Barueri/SP, p/ deliberarem sobre: (i) Em AGO:(i.1) as contas da administração, balanço patrimonial e demonstraçþes financeiras referentes ao exercício social de 2012, bem como s/ a distribuição de dividendos(1.2) eleição dos membros do conselho de administração; e(ii) Em AGE:(ii.1) transferência da sede social. SÊrgio MilanoBenclowicz(20, 23 e 24/04/2013) -Pres.do Cons. Adm.

$ HPSUHVD ,03$5 75(,1$0(172 ( *(67Ž2 (035(6$5,$/ /7'$ VLWXDGD j 5XD %DUmR GH 0HOJDFR Qž $SW %DLUUR 5HDO 3DUTXH 6mR 3DXOR 63 ,QVFULomR 0XQLFLSDO Q ž H &13- Q ž FRPXQLFD R H[WUDYLR GR OLYUR GH UHJLVWUR GH UHFHELPHQWR GH LPSUHVV}HV ILVFDLV PRGHOR GD 3UHIHLWXUD GH 6mR 3DXOR

CNPJ/MF NÂş 11.408.707/0001-58

RELATĂ“RIO DA ADMINISTRAĂ‡ĂƒO Senhores Acionistas: Submetemos Ă apreciação de V.Sas. as demonstraçþes financeiras relativas ao exercĂ­cio findo em 31 de dezembro de 2012. Permanecemos Ă disposição de V.Sas. para quaisquer esclarecimentos necessĂĄrios. SĂŁo Paulo, 2 de abril de 2013.

Balanços patrimoniais em 31 de dezembro (em milhares de reais) ATIVO Circulante Caixa e equivalentes de caixa.......................................................................... Contas a receber de clientes............................................................................ Adiantamento a fornecedores .......................................................................... Tributos a recuperar ......................................................................................... Imóveis a comercializar e terrenos a incorporar............................................... Outros ativos .................................................................................................... Não circulante Imóveis a comercializar e terrenos a incorporar............................................... Sociedades ligadas .......................................................................................... Investimentos ................................................................................................... Imobilizado .......................................................................................................

Total do ativo ..................................................................................................

2011

6.560 65.354 332 133 384.882 1.098 458.359

56 43 63 347.683 530 348.375

20 394 414

622.811

348.789

203.021

3.418 20.795 952 49.181 36.196 60.195 14 170.750

2.043 1.517 1.248 2.958 474 9 8.249

140.452 140.452

68.951 59.700 128.651

203.021 108.588 311.609 622.811

203.021 8.868 211.889 348.789

Reserva de retenção de lucros

8.868 8.868

99.720 108.588

2012

2011

361.493 (206.104) 155.389 (363) (11.343) 143.684 23 143.707 (10.747) 132.960 0,70

32.944 (19.604) 13.340 (167) (184) 12.989 51 13.040 (1.066) 11.974 0,06

Demonstração das mutaçþes do patrimônio líquido (em milhares de reais)

203.021

Total do passivo e patrimĂ´nio lĂ­quido..........................................................

2011

(em milhares de reais) 2012

Operaçþes continuadas Receitas............................................................................................................ Custos de incorporação e venda de imóveis.................................................... Lucro bruto ..................................................................................................... Despesas gerais e administrativas................................................................... Despesas comerciais ....................................................................................... Lucro operacional .......................................................................................... Resultado financeiro, líquido ............................................................................ Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social....................... Imposto de renda e contribuição social ............................................................ Resultado do exercício .................................................................................. Prejuízo por ação das operaçþes continuadas atribuível aos acionistas da Companhia durante o exercício (expresso em R$ por ação) ...........................

Em 31 de dezembro de 2010........................... Lucro líquido do exercício.................................. Dividendos......................................................... Constituição de reservas ................................... Em 31 de dezembro de 2011........................... Lucro líquido do exercício.................................. Dividendos......................................................... Constituição de reservas ................................... Em 31 de dezembro de 2012...........................

PatrimĂ´nio lĂ­quido Capital social .................................................................................................... Reserva de lucros.............................................................................................

2012

Demonstração do fluxo de caixa – Exercícios findos em 31 de dezembro

(em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma)

Capital social 203.021

PASSIVO E PATRIMÔNIO L�QUIDO Circulante Fornecedores e subempreiteiros ..................................................................... Tributos, taxas e salårios a pagar .................................................................... Tributos diferidos .............................................................................................. Adiantamentos recebidos de clientes............................................................... Dividendos a pagar........................................................................................... Obrigaçþes por compra de imóveis.................................................................. Outros passivos................................................................................................ Não circulante Sociedades ligadas .......................................................................................... Obrigaçþes por compra de imóveis..................................................................

155.433 155.433 20 8.999 9.019

Demonstração do resultado – Exercícios findos em 31 de dezembro

Lucros (prejuĂ­zos) acumulados (150) 11.974 (2.956) (8.868) 132.960 (33.240) (99.720)

Total 202.871 11.974 (2.956) 211.889 132.960 (33.240) 311.609

As notas explicativas referentes às demonstraçþes financeiras encontram-se à disposição na sede da Sociedade.

Fluxo de caixa das atividades operacionais Lucro líquido antes do imposto de renda e contribuição social .............. Variação nos ativos e passivos Imóveis a comercializar e terrenos a incorporar........................................... Contas a receber .......................................................................................... Adiantamentos a fornecedores..................................................................... Estoques....................................................................................................... Tributos a recuperar ..................................................................................... Outros ativos ................................................................................................ Fornecedores e subempreiteiros.................................................................. Obrigaçþes por compra de imóveis.............................................................. Tributos a pagar ........................................................................................... Adiantamento de clientes ............................................................................. Salårios, encargos e contribuiçþes sociais................................................... Outros ativos ................................................................................................ Caixa líquido aplicado nas atividades operacionais.................................. Fluxos de caixa das atividades de investimentos Aquisiçþes de imobilizado ............................................................................... Caixa líquido aplicado nas atividades de investimentos .......................... Fluxo de caixa das atividades de financiamentos Sociedades ligadas ......................................................................................... Aumento de capital.......................................................................................... Caixa líquido proveniente das atividades de financiamentos .................. Aumento líquido de caixa e equivalentes de caixa .................................... Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício ................................ Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício ..................................

2011

143.707

13.040

559.385 (418.635) (289) (243.538) (70) (334) 1.375 140.473 6.654 49.181 1.580 5 239.494

(18.016)

(8.606) (8.606)

(394) (394)

(43) (55) (74) 1.471 (20) 1.352 260 11 (2.074)

(224.384)

2.504

(224.384) 6.504 56 6.560

2.504 36 21 56

DIRETORIA Ciro Barbosa de Pereira Cardoso • Marcelo Britto Sinay Neves Paulo Aridan Soares Mingione • Paulo Ricardo Baqueiro de Melo Nelson Tadashi Tsunoda • Rodrigo JosÊ de Pontes Seabra Monteiro Salles • Sergio KertÊsz Sergio Bernardi Benini – Contador CRC 1SP 172182/O-2

LAZAM-MDS CORRETORA E ADMINISTRADORA DE SEGUROS S.A. CNPJ(MF) 48 48.114.367/0001-62 114 367/0001 62 Demonstração do resultado do perĂ­odo ďŹ ndo Senhores acionistas: Em cumprimento Ă determinação da Lei das Sociedades por Açþes e ao Estatuto social, vimos apresentar as Demonstraçþes em 31 de dezembro de 2012 e 2011 - (Em milhares de Reais) Financeiras relativas ao exercĂ­cio social encerrado em 31 de dezembro de 2012. SĂŁo Paulo, 00/00/2013. A Diretoria Balanço Patrimonial em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 - (Em milhares de Reais) 2012 2011 36.784 23.664 Ativo 2012 2011 Passivo 2012 2011 Receita operacional bruta (3.095) (1.737) Circulante 6.565 15.545 Circulante 13.120 22.426 Deduçþes da receita 33.689 21.927 Caixa e bancos 518 942 Fornecedores 595 1.351 Receita LĂ­quida (31.588) (26.017) Aplicaçþes ďŹ nanceiras 1.794 10.965 EmprĂŠstimos e Financiamentos 1.183 1.712 Despesas Gerais Administrativas Despesas de Depreciação/Amortização (781) (572) Clientes 2.199 1.236 Remuneraçþes e encargos a pagar 385 243 350 753 Adiantamentos a fornecedores 397 428 ProvisĂŁo de fĂŠrias e 13. salĂĄrio e outras 4.946 3.318 Receitas Financeiras (5.700) (5.946) Adiantamentos funcionĂĄrios 21 18 Impostos a Pagar - Parcelamento CP 261 - Despesas Financeiras Outras Receitas e Despesas Operacionais 195 (1.179) CrĂŠditos ďŹ scais 891 1.521 Tributos e contribuiçþes a Recolher 618 581 Resultado EquivalĂŞncia Patrimonial 3.561 8.911 Outros CrĂŠditos 378 15 Contas a pagar - Aquisiçþes CP 5.127 15.040 Despesas antecipadas 367 420 Ganhos/Perdas Capital nos Investimentos Adiantamentos de clientes 5 113 NĂŁo Circulante 7.708 6.212 Ganhos/Perdas Capital no Imobilizado 67 Cauçþes e depĂłsitos em garantia 58 18 Contas a pagar e outras obrigaçþes Lucro (PrejuĂ­zo) Operacional (33.963) (24.049) Outros CrĂŠditos - Passivo nĂŁo circulante Receitas (despesas) nĂŁo operacionais 3.666 (29) 58.085 60.904 Resultado nĂŁo operacional Coligadas e controladas 6.853 6.194 ExigĂ­vel a longo prazo 3.666 (29) 51.000 51.000 Lucro (Prej.) antes da Contrib. Social e IR. Outras contas a Receber - EmprĂŠstimos e Financiamentos 3.391 (2.151) 27 27 ProvisĂŁo para imposto de renda e contrib. social CrĂŠditos ďŹ scais 796 - Coligadas e controladas 2.723 - Lucro (PrejuĂ­zo) do exercĂ­cio Permanente 111.161 110.906 Impostos a Pagar - Parcelamento LP 3.391 (2.151) 476 7.163 Lucro (PrejuĂ­zo) do exercĂ­cio por ação Investimentos 1.701 1.895 Contas a pagar - Aquisiçþes LP 0,00148 (0,00097) 3.860 2.714 Quantidade de açþes no ďŹ nal do exercĂ­cio Imobilizado 2.621 1.918 ProvisĂŁo para perda em investimentos 2.298.452 2.215.619 IntangĂ­vel 106.839 107.094 Capital realizado atualizado 64.654 62.169 Demonstração do uxo de caixa do exercĂ­cio ďŹ ndo Total do ativo 125.434 132.664 PrejuĂ­zos acumulados (10.426) (12.835) em 31 de dezembro de 2012 (Em milhares de Reais) Total do patrimĂ´nio lĂ­quido 54.228 49.334 Demonstração das mutaçþes do patrimĂ´nio lĂ­quido dos exercĂ­cios PrejuĂ­zo do exercĂ­cio 2012 2011 Total do passivo e do patrimĂ´nio lĂ­quido 125.434 132.664 Fluxo de caixa e equiv. de caixa das ativ. operac. ďŹ ndos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 - (Em milhares de Reais) Capital social Lucros acum. Total 8 - Investimentos: - Controladas 3.391 (2.151) 2012 2011 PrejuĂ­zo do exercĂ­cio Saldos em 31/12/2010 50.000 (10.684) 39.316 MDS Associaçþes Corretora de Seguros Ltda (1) 50 Ajustes para conciliar o resultado Ă s disponibidades Aumento de capital 12.169 - 12.169 ADDmakler Administ. Cor. de Seguros e Part. Ltda. (2) 39 Aplicadas nas atividades operacionais: Ajuste Agio (2.151) (2.151) Terra Nossa Cor. de Seguros Ltda. (1) Depreciação e amortização 781 572 60 PrejuĂ­zo do exercĂ­cio - ADDmakler Administração Cor. de Seguros Ltda. (2) 50 Ganhos(perdas) lĂ­q. na venda de ativos perm. e circ. Saldos em 31/12/2011 62.169 (12.835) 49.334 Miral Adm. e Cor. de Seguros Ltda (3.561) (8.911) 120 120 Resultado da equivalĂŞncia patrimonial Aumento de capital 2.485 2.485 Amortização de ĂĄgios Larim Cor. de Resseguros Ltda. 9 15 Reorganização Societaria BR11 Fontana 651 651 Juros e variaçþes cambiais e monetĂĄrias lĂ­quidos Quorum Cor. de Seguros Ltda. 1.561 1.561 ProvisĂŁo para perdas em investimentos 1.146 1.172 Reorg.Societaria Adm./Administração (1.638) (1.638) 1.690 1.895 Variaçþes nos ativos e passivos operacionais: Reorganiz. Societaria BR16 Terra Nossa 4 4 Outros Investimentos 11 - Aumento / Redução em contas a receber (963) (773) Lucro lĂ­quido do exercĂ­cio 1.701 1.895 Aum. / Red. em outros ativos circ. e nĂŁo circulantes (1.150) (5.339) Destinação do lucro - absorção de prej. 3.391 3.391 Aumento / Redução em fornecedores (756) 82 Saldos em 31/12/2012 64.654 (10.426) 54.228 (-) ProvisĂŁo para perda em investimentos: R.S.I. Corretora de Seguros Ltda 2.176 1.476 Aum. / Red. em outros passivos circ. e nĂŁo circ. (11.918) (25.004) Notas Explicativas Ă s Demonstraçþes Financeiras dos Herco Consultoria de Riscos Ltda. 1.462 1.229 Caixa e equiv. de caixa aplicados nas ativid. operac. (13.030) (40.352) ExercĂ­cios Findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 ADDmakler Avaliaçþes EngÂŞ de Aval. e Per. Ltda 222 9 Fluxo de caixa e equiv. de caixa das ativ. de invest. 1 - Contexto operacional: A Companhia opera no ramo de corretagem e 3.860 2.714 Adiçþes no ativo permanente (2.263) 4.692 administração de seguros de todos os ramos, atuando tambĂŠm no gerencia- 1) Em 31/07/2012 a MDS Associaçþes e Terra Nossa foram incorporadas Dividendos distribuidos 3.807 9.847 mento de riscos. 2 - Apresentação das demonstraçþes ďŹ nanceiras: As na Lazam-MDS; 2) Em 31/08/2012 a Addmakler Administradora e Add- Caixa e equiv de caixa aplic nas ativ de invest 1.543 14.539 demonstraçþes ďŹ nanceiras foram elaboradas com base nas prĂĄticas contĂĄFluxo de caixa e equiv de caixa das ativ de ďŹ nan. makler Administração foram incorporadas na Lazam-MDS. beis adotadas no Brasil, observando as diretrizes contĂĄbeis emanadas da 2.485 12.169 9 - IntangĂ­vel - Ă€gios (1) 2012 2011 Aumento de capital legislação societĂĄria (Lei nÂş 6.404/76), que incluem os novos dispositivos (594) 25.454 3.645 3.645 Ingresso de emprĂŠstimos e ďŹ nanciamentos introduzidos, alterados e revogados pela Lei 11.638, de 28 de dezembro de Providence Corretora de Seg. e Consultoria S/S Ltda Caixa e equiv de caixa ger pelas ativ de ďŹ nanc 1.891 37.622 MDS Associaçþes Corretora de Seguros Ltda 7.270 7.270 2007 e pela Medida ProvisĂłria nÂş 449, de 03 de dezembro de 2008. Aumento/Redução nas disponibilidades (9.596) 11.809 R.S.I. Corretora de Seguros Ltda 11.541 11.541 3 - Caixa e equivalentes de caixa 2012 2011 11.908 98 38.085 38.085 No inĂ­cio do exercĂ­cio Caixa e Bancos 518 942 ADDmakler Administração Cor. de Seguros Ltda. 2.312 11.908 32.865 32.865 No ďŹ nal do exercĂ­cio 518 942 Miral Adm. e Cor. de Seguros Ltda Variação caixa e equivalencia de caixa 9.596 (11.809) Herco Consultoria de Riscos Ltda. 637 637 4 - Aplicação ďŹ nanceira - A sociedade aplicou seus recursos no Bradesco 2012 2011 1.333 1.333 F.I. referenciado DI Premium. 2012 2011 Terra Nossa Cor. de Seguros Ltda. Passivo NĂŁo Passivo NĂŁo 2.640 2.640 11 - EmprĂŠstimos 1.794 10.965 ADDmakler Administ. Cor. de Seguros e Part. Ltda. e ďŹ nanciamento Passivo Circul. Circul. Circul. Circul. 1.451 1.451 1.794 10.965 ADDmakler Avaliaçþes EngÂŞ de Aval. e Per. Ltda BES Investimentos do Brasil S/A. (1) 403 26.000 1.055 26.000 5 - Impostos e contribuição social a compensar: Referem, principalmen- Quorum Cor. de Seguros Ltda. 10.599 10.599 771 25.000 657 25.000 te ao imposto de renda sobre os serviços a compensar. 110.066 110.066 Banco Bradesco S/A.(2) Outros 10 6 - Outros crĂŠditos: 2012 2011 Amortização do intangivel 1.183 51.000 1.712 51.000 Adiantamentos a fornecedores 397 428 Providence Corretora de Seg. e Consultoria S/S Ltda 1.391 1.391 CrĂŠditos com funcionĂĄrios 21 18 R.S.I. Corretora de Seguros Ltda 2.531 2.531 (1) O valor principal serĂĄ pago em 4 parcelas, com prazo para tĂŠrmino em Outros 378 15 3.922 3.922 28/01/2016. (2) O valor principal serĂĄ pago em 5 parcelas, com prazo para tĂŠrmino em 19/08/2016. Os Juros serĂĄ pĂłs ďŹ xado 100% do CDI diĂĄria mais 796 461 Programas de computação 690 947 Spread de 2,75 a.a. pagos trimestralmente. Os Juros serĂĄ pĂłs ďŹ xado 100% 7 - Partes relacionadas: Ativo nĂŁo circulante 2012 2011 Marcas e Patentes 5 3 do CDI diĂĄria, taxa de juros de 3,10 a.a. pagos semestralmente. Os Juros R.S.I. Corretora de Seguros Ltda (1) 2.629 2.109 695 950 serĂĄ pĂłs ďŹ xado 100% do CDI diĂĄria, taxa de juros de 3,10 a.a. pagos semesTerra Nossa Cor. de Seguros Ltda. 7 106.839 107.094 tralmente. 12 - Impostos a pagar - Parcelamento Trata-se do parcelamento ADDmakle Administ. Cor. de Seguros e Part. Ltda. 365 (1) Foi aplicado o pronunciamento TĂŠcnico CPC 01 - Redução ao valor recu- dos impostos (ReďŹ z) da Addmakler Administradora e Addmakler AdminisADDmakle Avaliaçþes EngÂŞ de Aval. e Per. Ltda 446 85 perĂĄvel de ativos 10 - Contas a pagar - Aquisiçþes de empresas tração 13 - PatrimĂ´nio lĂ­quido: O capital social ĂŠ composto de 2.298.452 ADDmakle Administração Cor. de Seguros Ltda. 505 2011 2012 açþes ordinĂĄrias sem valor nominal. O estatuto estabelece um dividendo Herco Consultoria de Riscos Ltda. 1.883 684 Passivo NĂŁo Passivo NĂŁo mĂ­nimo de 25%, calculado sobre o lucro lĂ­quido do exercĂ­cio ajustado. MDS Associaçþes Corretora de Seguros Ltda 571 Circul. Circul. Circul. Circul. 14 - Despesas gerais e administrativas: 2012 2011 Miral Adm. e Cor. de Seguros Ltda 1.078 1.522 627 386 4.802 - Gastos com pessoal 16.167 12.681 Larim Cor. de Resseguros Ltda. 64 64 R.S.I. Corretora de Seguros Ltda Grupo Addmakler 143 Assessoria e Consultorias 4.071 5.438 Quorum Cor. de Seguros Ltda. 753 282 3.074 7.163 ComissĂŁo 3.014 1.508 6.853 6.194 Miral Adm. e Corretagem de Seg. Ltda 4.500 1.552 1.130 4.291 - Aluguel e condomĂ­nio Passivo nĂŁo circulante 2012 2011 Quorum Corretora de Seguros Ltda 6.784 5.260 45 1.514 - Outros MDS Corretor de Seguros S/A. 27 27 HDD Part. e Adm. de Bens Ltda. 31.588 26.017 45 1.216 27 27 SJ Adm. e Part. de Bens Ltda. 5.127 476 15.040 7.163 15 - Variação no uxo de caixa: Ingresso de emprĂŠstimos e ďŹ nancia(1) MĂştuos remunerados Ă taxa de 100% do CDI; (2) Exceto a MDS Corretores, as demais operaçþes sĂŁo: mĂştuos e distribuição de lucros entre as No Contas a pagar - aquisiçþes de empresas aplicamos o Pornunciamento mento: A principal variação ĂŠ devido a emprĂŠstimos bancĂĄrios , pagamento do mĂştuo e conversĂŁo de capital com a empresa matriz (MDS SGPS S.A). empresas no qual a Lazam ĂŠ detentora de 99,99% das participaçþes. TĂŠcnico CPC 38 - Instrumentos ďŹ nanceiros. Diretoria Contadora Conselho da Administração JosĂŠ Manuel Q. D. da Fonseca - Presidente HĂŠlio Pinheiro de V. Novaes - AndrĂŠ Cardoso Tostes - Rildo Pinto da Silva Ma NĂşbia de Andrade CRC 1SP 192.298-O5 HĂŠlio Pinheiro de V. Novaes - Conselheiro - Jacqueline Legrand - Conselheiro Victor Luiz Borges Garibaldi

DECLARAĂ‡ĂƒO DE PROPĂ“SITO AndrĂŠ Marino Gregori, brasileiro, divorciado, advogado, RG nÂş 15.556.106-6 (SSP-SP) e CPF nÂş 105.510.388-02, com escritĂłrio comercial localizado em SP/SP, Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.477, 12Âş, Parte, Itaim Bibi, declara sua intenção de exercer cargo de Diretor de SupervisĂŁo na BTG Pactual Seguradora S.A. e que preenche as condiçþes estabelecidas nos arts. 3° e 4Âş da Resolução CNSP n° 136, de 07/11/2005. Esclarece que, nos termos da regulamentação em vigor, eventuais impugnaçþes Ă presente declaração deverĂŁo ser comunicadas diretamente a SuperintendĂŞncia de Seguros Privados - SUSEP, no endereço abaixo, no prazo mĂĄximo de quinze dias, contados da data desta publicação, por meio de documento em que os autores estejam devidamente identificados, acompanhado da documentação comprobatĂłria, observado que o declarante poderĂĄ, na forma da legislação em vigor, ter direito a vista do respectivo processo. Endereço: SuperintendĂŞncia de Seguros Privados - SUSEP. DECON - Departamento de Controle EconĂ´mico, Av. Presidente Vargas, 730, CEP 20071-900, RJ/RJ. SP, 19/4/2013. AndrĂŠ Marino Gregori. (24 e 25/04/2012)

ABANDONO DE EMPREGO Conforme Artigo 482, Letra I da CLT, convocamos o Sr. VALDECIR DOS SANTOS, RG 33.489.598-4, CPF 233.150.238-24, a retornar ao trabalho no prazo de 3 (três) dias, caso o contrårio, se caracterizarå Abandono de Emprego. Silvia Aparecida Antonio Amaya Informåtica – ME.

Auto Posto Gruta Ltda , torna público que recebeu da Cetesb a Licença PrÊvia e de Instalação n° 29000769 e requereu a Licença de Operação, para com. varejista de comb. e Lubrificantes sito à R. Maria Amalia Lopes de Azevedo, 352-TremembÊ- São Paulo-SP

GOVERNO DO ESTADO DE SĂƒO PAULO Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania AVISO Encontra-se aberta, na Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, a ConcorrĂŞncia PĂşblica nÂş 01/2013, Processo SJDC nÂş 000065/2013, para fins de contratação de empresa para execução de obras da ĂĄrea externa do FĂłrum de SĂŁo JoĂŁo da Boa Vista (pavimentação interna, estacionamento e calçadas, o paisagismo, os fechamentos de dĂ­vida e a acessibilidade desde o acesso da rua atĂŠ a entrada principal do FĂłrum). A data da sessĂŁo pĂşblica serĂĄ no dia 29/05/2013, Ă s 10h00min, no PĂĄteo do ColĂŠgio nÂş 184, 1Âş andar, sala 12 (SalĂŁo dos Anjos). O edital na Ă­ntegra, encontra-se Ă disposição para consulta no site www.enegociospublicos.com.br, podendo tambĂŠm ser solicitado atravĂŠs do e-mail (osjesus@sp.gov.br) ou pessoalmente no endereço acima, das 09h00min Ă s 12h00min e das 13h00min Ă s 17h00 min, devendo a empresa apresentar um CD virgem.

PAULO PETRIBU EMPREENDIMENTOS S.A

A Empresa MARCELO QUINTINO –ME, CNPJ: 08.743.730/0001-94 e CCM: 3.619.2619, comunica o extravio de NF SÊrie A - Simplificada, de nºs 197 e 198 - primeira via. Notas fiscais não utilizadas - AIDF 389.

A empresa JDM Manutenção e Reforma em Edificaçþes Ltda.-ME, situada em São Paulo/SP à Rua Candeeiro, 237 fundos, Vila Nova Mazzei, CNPJ 04.773.758/0001-13, comunica o extravio de 5 talþes de nota fiscal de serviços sÊrie A, sendo que do nº 01 ao 13 foram preenchidas e do nº 14 ao 250 em branco.

FALĂŠNCIA, RECUPERAĂ‡ĂƒO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAĂ‡ĂƒO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição CĂ­vel do Tribunal de Justiça de SĂŁo Paulo, foram ajuizados no dia 23 de abril de 2013, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falĂŞncia, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: Banco Tricury S/A. Requerido: Olimpo Serviços de Cobranças Ltda. Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2.055 - Conjunto 22 – Jardim Paulistano - 2ÂŞ Vara de FalĂŞncias. Requerente: Ultra Cred Fomento Mercantil Ltda. Requerido: New Concept Tube Distr. e Imp. de Tubos de Aços Ltda. Rua Euclides Pacheco, 1.530 – Vila Gomes Cardim - 1ÂŞ Vara de FalĂŞncias.

2012

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CNPJ n° 01.568.127/0001-74 RelatĂłrio da Diretoria Apresentamos aos Srs. acionistas, o Balanço Patrimonial e as Demonstraçþes Financeiras dos exercĂ­cios sociais ďŹ ndos em 31.12.2012 e 31.12.2011. SĂŁo Paulo (SP), 24/04/2013. Balanços Patrimoniais dos ExercĂ­cios Sociais Findos em 31 de Dezembro de 2012 e de 2011 Demonstraçþes dos Fluxos de Caixa Para os ExercĂ­cios Sociais Findos Em 31 de Dezembro de 2012 e de 2011 2012 2011 2012 2011 Mil R$ Mil R$ 2012 2011 Ativo Circulante Mil R$ Mil R$ Passivo e PatrimĂ´nio LĂ­quido/Circulante 13.792 17.200 Fluxos de Caixa das Atividades Operacionais MIL R$ MIL R$ Caixa e equivalentes de caixa 65 76 Dividendos a pagar 537 537 Lucro lĂ­quido do exercĂ­cio 19.722 43.790 Impostos a recuperar 8 8 DĂŠbitos com empresas ligadas 9 Ajustes para reconciliação do lucro lĂ­quido Dividendos a receber 3.213 8.134 Outras contas a pagar Total do passivo circulante 14.329 17.746 ao caixa aplicado nas atividades operacionais: Total do ativo Circulante 3.286 8.218 PatrimĂ´nio LĂ­quido/Capital social 37.000 37.000 EquivalĂŞncia patrimonial (19.826) (43.837) NĂŁo Circulante/RealizĂĄvel a Longo Prazo Reservas de lucros 78.707 63.669 Aumento (redução) de ativos operacionais: Adiantamentos para futuro aumento de capital 340 1.090 Total do patrimĂ´nio lĂ­quido 115.707 100.669 Contas a receber de pessoas ligadas 675 Investimentos 126.410 109.107 Total do Passivo e PatrimĂ´nio LĂ­quido 130.036 118.415 Outras contas a pagar 9 9 Total do ativo nĂŁo circulante 126.750 110.197 Dem. do Result. P/ os Exerc. Sociais Findos em 31/12/2012 e de 2011 Cx. LĂ­q. Gerado (Aplicado) p/Ativ. Opereracionais (95) 637 Total do Ativo 130.036 118.415 2012 2011 Fluxos de Caixa Das Atividades de Investimentos Dem. Mut. do Pat. LĂ­quido P/os Exerc. Soc. Findos em 2012 e 2011 Despesas Operacionais Mil R$ Mil R$ Adiantamentos p/futuro aumento de capital (750) Reserva de Lucros Despesas gerais e administrativas (101) (45) Adiantamentos e baixa p/inversĂľes ďŹ xas 108 Capital Lucros Retenção EquivalĂŞncia patrimonial 19.826 43.834 Alientação de investimentos 143 19.725 43.789 Integralização de capital Social Legal Acum. de Lucros Total Lucro Oper. Antes do Resultado Financeiro (4.400) (3) (2) MIL R$ MIL R$ MIL R$ MIL R$ MIL R$ Resultado Financeiro/Receitas (desp.) ďŹ nanc. lĂ­q. Dividendos nĂŁo distribuidos 3 19.722 43.787 Saldos em 31/12/2010 37.000 3.948 33.898 - 74.846 Lucro lĂ­quido do exercĂ­cio Dividendos recebidos 8.195 9.550 Outros resultados 8.198 4.651 Lucro lĂ­quido do exercĂ­cio - 43.790 43.790 Resultado abrangente total do exercĂ­cio 19.722 43.787 Cx. LĂ­q. Gerado nas Ativ. de Investimentos Constituição de reservas - 2.189 23.634 (25.823) - Lucro Por Cada Ação do Capital - R$ 1,00 0,96 2,14 Fluxos de Caixa das Ativ. de Financiamentos Dividendos pagos (8.092) (5.764) Dividendos propostos - (17.967) (17.967) Notas Explicativas 537 Saldos em 31/12/2011 37.000 6.137 57.532 - 100.669 Demonstraçþes Contabeis: As Dem. Financeiras estĂŁo apresentadas de DĂŠbitos com empresas ligadas Cx LĂ­quido Aplicado Nas Ativ. de Financiamentos (8.092) (5.227) Lucro lĂ­quido do exercĂ­cio - 19.722 19.722 acordo com os dispositivos contidos na Lei nÂş 6.404/76, com alteraçþes nas (11) 61 Leis nÂşs 11.637/07 e 11.941/09, observado os seus procedimentos e os de- Red. (aum.) no saldo de caixa e equiv. de caixa Constituição de reservas 986 14.052 (15.038) 76 15 mais exigidos pela legislação em vigor. As notas explicativas completas jun- Saldo de caixa e equiv. de cx. no inĂ­cio do exercĂ­cio Dividendos propostos - (4.684) (4.684) tamente com o Parecer de Auditoria Independente “Deloitte Brasil Au- Saldo de caixa e equiv. de caixa no ďŹ nal do exerc. 65 76 Saldos em 31/12/2012 37.000 7.123 71.584 - 115.707 ditores Independentes Ltda.â€?, encontram-se Ă disposição na sede da Cia. Red. (aum.) no saldo de caixa e equiv. de caixa (11) 61 Conselho de Administração: Helena Cavalcanti de PetribĂş-Presidente. LĂ­gia Cavalcanti de PetribĂş-Vice Presidente. Martha Cavalcanti de PetribĂş Vilaça-Conselheira. Paulo Pessoa Cavalcanti de PetribĂş Filho-Conselheiro. Diretoria: Eduardo Cavalcanti de Petribu Fraga Rocha-Diretor Executivo. JoĂŁo Carlos Cavalcanti de PetribĂş Vilaça-Diretor Executivo. Frederico Augusto Cavalcanti de PetribĂş Vilaça-Diretor Executivo. Paulo Pessoa Cavalcanti de PetribĂş Neto-Diretor Executivo e AntĂ´nio Cardoso da Fonte Filho-Diretor Executivo. Contabilidade: JosĂŠ Alberto da Silva – Contador CRC 1PE nÂş 011.030/0-8 “Sâ€? SP CPF nÂş 376.534.074-04.


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O meio ambiente diz que não se pode mais fazer grandes reservatórios, por causa da área de alagamento. Dilma Rousseff, presidente

conomia Valéria Gonçalvez/EC

Presidente Dilma afirma que as usinas termelétricas são cada vez mais necessárias na geração de energia no País. Serão futuros reservatórios.

Termelétricas têm papel estratégico A Silvio Ávila

s usinas termelétricas devem aumentar sua participação na geração de energia no País, porque elas terão que fazer o papel de reservatórios, disse ontem a presidente Dilma Rousseff. "O meio ambiente diz que não se pode mais fazer grandes reservatórios, por causa da área de alagamento", disse Dilma a jornalistas após inaugurar uma exposição do cantor Carlinhos Brown no Palácio do Planalto. "Quando faz pequenos reservatórios ou usinas a fio d'água, necessariamente há uma consequência, qual? Térmicas terão de entrar para fazer papel de reservatório", argumentou. Para a presidente, a participação das termelétricas seguirá crescendo. "Porque não tem milagre, o regime do Brasil vai ser sempre um regime que vai olhar as duas coisas", explicou Dilma. A presidente voltou a dizer que há muitos pessimistas torcendo contra o País e exemplificou com as notícias sobre ameaça de racionamento de energia. "Tem muita gente que torce para o Brasil dar errado", dis-

se. "Quando vocês falam de pessimismo, eu dou um exemplo que é esse (da ameaça de racionamento de energia)", disse. Inflação – Dilma voltou a dizer que o País tem o controle sobre a inflação e que tem evitado comentar a política de juros para que suas palavras não sejam distorcidas. "O Brasil não flerta com a inflação, temos histórico de combate à inflação e de controle da inflação. Agora, eu não vou em hipótese alguma, porque tenho responsabilidade presidencial, dar base para qualquer especulação que se faz", disse a presidente Dilma ao ser questionada sobre o aumento de juros. No final do mês passado, a presidente reclamou do que chamou de "manipulação inadmissível" de suas palavras, quando disse não concordar com políticas de combate à inflação que visem um crescimento menor, no que foi interpretado pelos mercados como uma rejeição a uma elevação dos juros. Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual para 7,5% ao ano,

Trabalhador de uma usina termelétrica (acima) e as instalações de usina em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul. Impacto ambiental distinto das hidrelétricas.

apesar da alta, ela foi menor do que apostava o mercado futuro de juros. Petrobras – O diretor de Gás e Energia da Petrobras, José Alcides Santoro, afirmou ontem que o gás para abastecer os novos projetos de térmicas virão necessariamente dos terminais de regaseificação de gás natural liquefeito (GNL). "O gás firme de origem nacional e o de origem boliviana já

estão totalmente contratados", disse o executivo, que participou ontem de cerimônia de inauguração da nova sede da Gas Brasiliano. Hoje, o Brasil conta com uma capacidade de regaseificação de 27 milhões de metros cúbicos por dia, sendo 20 milhões de metros cúbicos por dia do terminal no Estado do Rio de Janeiro e outros 7 milhões de metros cúbicos por

Procon para Anatel: tem ruído na linha.

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enhum usuário de celular está totalmente satisfeito com o serviço oferecido pelas operadoras brasileiras. Uma pesquisa da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), realizada com cerca de 200 mil entrevistados, mostrou que o porcentual de pessoas que assim se classificam foi zero. Na telefonia pós-paga, os resultados indicam ainda que 56% consideram o serviço mediano (nem satisfeito nem insatisfeito), 29,5% estão satisfeitos e 14,5%, insatisfeitos. Na modalidade pré-paga, os satisfeitos somam 48,2%, os que consideram o serviço regular, 43,5%, enquanto 8,3% estão insatisfeitos. Para os que usam a banda larga na modalidade pós-paga: 42,2% se disseram nem satisfeitos nem insatisfeitos (nível de satisfação mediano ou regular), 43,7 % estão satisfeitos e 14,1%, insatisfeitos. Nos que usam a banda larga fornecida na modalidade pré-paga, um total de 87,3% (regular mais satisfeitos) aprovam, enquanto 12,7% desaprovam o serviço.

Neste quesito, 23,3% registraram total insatisfação e 19,4% insatisfação (total de 42,7%) com a velocidade de acesso à banda larga e 40% (21,3% totalmente insatisfeitos e 18,7% insatisfeitos) com a estabilidade da conexão. Antes mesmo do término da apresentação do resultado da pesquisa pelo superintendente de serviços públicos da Anatel, Roberto Pinto Martins, e representantes da empresa responsável pela pesquisa, a Meta Instituto de Pesquisa de Opinião Ltda, o coordenador geral do Procon-PE, José Rangel, demonstrou sua indignação com a aparente aprovação dos serviços de telefonia móvel indicada pelos números. "Saio daqui mais preocupado do que entrei", afirmou ele. "Isto não corresponde à realidade vivida por nós no Procon, onde o serviço de telefonia móvel só perde, em reclamações e denúncias, para companhia estadual de eletrificação, Celpe". "O que a Anatel vai fazer?", questionou. "Há seis anos, desde que ocupo este cargo, ouço que vai melhorar e vai haver mais investimento e isto não ocorre". Martins explicou que a pesquisa

trará subsídios para a atuação e fiscalização da Anatel, assim como as empresas operadoras, que também foram avaliadas no levantamento realizado de junho a outubro de 2011, fevereiro e março de 2012 e de agosto a outubro de 2012. A operadora Sercomtel foi a mais aprovada no serviço pós ( 61,1%) e pré-pago (63,8%), seguida pela CTBC, Vivo, Claro, Oi e Tim. O índice geral de aprovação das operadoras – soma dos regulares, satisfeitos e totalmente satisfeitos - foi de 60%. A pesquisa mostrou que quanto mais alta a renda e a escolaridade, maior a insatisfação. Os mais satisfeitos estão no Sul: Santa Catarina e Rio Grande do Sul apareceram no topo de satisfação por Estado – tanto na modalidade pós como pré-paga. A diferença para os Estados mais insatisfeitos, no entanto, não foi grande – variação máxima de seis pontos porcentuais. Entre os requisitos observados pelos usuários estão a qualidade de atendimento, tarifas, preços e qualidade das ligações, velocidade e estabilidade da conexão de banda larga e qualidade dos aparelhos. (EC)

dia do terminal no Ceará. "Em setembro deste ano, vamos inaugurar um terminal na Bahia com 14 milhões de metros cúbicos por dia", afirmou Alcides Santoro. Com isso, a capacidade total de regaseificação de GNL chegará no fim deste ano a 41 milhões de metros cúbicos por dia. "Esse é o gás novo. O gás para os leilões de energia nova terá que ser necessariamente

o GNL", acrescentou. Grande entrave – Para o executivo, o grande entrave para a expansão do parque térmico a gás no Brasil está nas regras dos leilões de energia nova, realizados pelo governo federal. "A participação nos leilões, em termos de competitividade, está muito difícil", afirmou. Alcides Santoro comentou que os limites impostos pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) para o custo do combustível (CVU) e para o preço da fonte nos certames estão muito baixos e desfavoráveis para o gás. "Ao colocar para competir, em um mesmo pacote, o gás natural, as eólicas e as hidrelétricas, as térmicas não têm a mesma competitividade", argumentou. O executivo lembrou ainda que o custo operacional de uma térmica a gás é maior do que dessas duas outras fontes justamente por causa do custo do combustível, o que não existe para os projetos eólicos e para as usinas hidrelétricas. "O sucesso das térmicas passa por uma alteração nos critérios dos leilões de energia nova", sugeriu Alcides. ( A g ê ncias)

IDV prevê retomada do varejo

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s vendas no varejo devem crescer apenas 2,1% em abril ante igual mês do ano passado, em função do efeito calendário, de acordo com levantamento do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV). A causa foi o deslocamento do feriado de Páscoa para março, que afetou a base de comparação, principalmente no segmento de bens não duráveis, de maior peso nas medições. No entanto, nos dois próximos meses haverá forte retomada do ritmo de vendas e o crescimento real deverá ser de 9,2% em maio e 9,4% em junho, na comparação com iguais meses de 2012, conforme o Índice Antecedente de Vendas (IAV-IDV). O índice também sugere recuperação no crescimento real de vendas no conceito mesmas lojas (em funcionamento há mais de um ano) a partir de maio, com taxas positivas também em junho, de 3,17% e 3,40%, respectivamente. Segundo o IDV, o critério evidencia que a expansão das vendas é em função, principalmente, da abertura de lojas das redes de varejo, como tem ocorrido nos últimos meses. O segmento de bens não duráveis, que engloba supermercados e, portanto, responde pelas vendas de ovos de Páscoa, mostrou

uma bipolaridade em março e abril. Se no mês passado houve crescimento de 9,4% nas vendas, estima-se, agora, uma queda de 6,8% na comparação com igual período do ano passado. Já para maio e junho, sem o 'efeito calendário' os associados do IDV estimam taxas de dois dígitos, com crescimento de 16,7% e 14,9%, respectivamente. Vale ressaltar que o desempenho dessa categoria tem o maior peso nas medições do IAV-IDV, bem como do IBGE, e contribui historicamente entre 40% e 50% de participação no índice da Pesquisa Mensal do Comércio, calculado pelo órgão do governo. Já para o setor de bens semiduráveis, que inclui vestuário, calçados, livrarias e artigos esportivos, os associados do IDV apontam altas de 10,5%, 10,8% e 11,3% para abril, maio e junho, respectivamente. No segmento de bens duráveis, mesmo com o retorno gradual das alíquotas originais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para linha branca e móveis, a estimativa é de que as taxas de crescimento para este e os próximos dois meses sejam de 10,6%, 5,6% e 6,2%, respectivamente e sempre na comparação com os mesmos períodos de 2012. (Estadão Conteúdo)


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ECONOMIA/LEGAIS - 21

Tendência Empreendimentos e Participações S.A.

conomia

Bolsa se recupera depois de tuíte falso sobre bomba na Casa Branca

A

s ações norte-america- no momento do tuíte falso. nas fecharam em alta Após o recuo, esse número ontem resultado de um caiu em US$ 136,5 bilhões. amplo rali, apesar de uma "Se fosse verdade, seriam queda momentânea precipi- vendas justificadas. Mas, cotada por uma informação falsa mo as pessoas sofrem de exdivulgada por hackers por c e s s o d e i n f o r m a ç õ e s , a s meio de um tuíte da Associa- pessoas tendem a reagir exted Press sobre explosões na cessivamente e não esperam Casa Branca. que as coisas ganhem subsO índice Dow Jones subiu tância – esse é o lado negati1,05%, a 14.719 pontos, en- vo do ciclo de notícias de 24 quanto o S&P 500 ganhou de horas por dia, sete dias por 1,04, a 1.578 pontos. O índice semana", disse o diretor de de tecnologia Nasdaq avan- gestão do Seaport Securiçou 1,11%, a 3.269 pontos. ties, Jason Weisberg. "Se voUm tuíte cê quer prefalso por hacificações ckers sobre i n s t a n t âd u a s e x p l oneas, se você sões na Casa quer todas as Branca que vantagens teriam ferido d a t e c n o l opor cento de alta o presidente gia, então vodos Estados cê tem de vifechou o índice Unidos, Baraver com os Nasdak ontem, em ck Obama, negativos dia tenso nos EUA. provocou forque toda a te queda nas velocidade e ações, mas a conveniênas bolsas se recuperaram ra- cia geram", acrescentou o pidamente alguns minutos especialista. mais tarde. Segundo dados A oscilação remeteu a uma da Thomson Reuters, o índice queda nos mercados em 6 de S&P 500 caiu 14 pontos, ou maio de 2010, conhecida hoje 0,93 ponto percentual, no es- como "flash crash", quando o paço de 3 minutos quando o Dow Jones perdeu mais de 600 tuíte atingiu o mercado. pontos, eventualmente acuO valor de mercado total das mulando perda de 600 pontos, empresas incluídas no S&P poucos minutos antes de recu500 era de US$ 14,6 trilhões perar a baixa. (Reuters).

CNPJ 65.435.174/0001-22 - Av. Brigadeiro Faria Lima, 2092 - Bloco A - 20º Andar - São Paulo - SP - Tel. (11) 3818-5000 Relatório da Diretoria Senhores acionistas: Submetemos as Demonstrações Contábeis encerradas em 31/12/2012. A Diretoria está a inteira disposição dos acionistas para quaisquer informações que julgarem necessárias. São Paulo, 19/04/2013. Balanço Patrimonial do Exercício findo em 31 de Dezembro - Em R$ mil Demonstração do Resultado em 31 de Dezembro - Em R$ mil ATIVO 31/12/12 31/12/11 PASSIVO 31/12/12 31/12/11 31/12/12 31/12/11 Descrição Circulante ........................................................... 180 1.345 Circulante ........................................................... (1.273) 610 11 13 Despesas e Receitas Operacionais ........... Caixa e Bancos.................................................. 1 (1.031) 928 Obrigações Sociais e Previdenciárias ............... 8 9 Resultado de Equivalência Patrimonial ......... Impostos a Recuperar ....................................... 52 46 Contas a Pagar .................................................. 3 4 Despesas Administrativas ............................. (242) (288) Valores a Receber ............................................. 20 173 Não Circulante ................................................... 75 73 Despesas Tributárias ..................................... (1) (11) Outros Créditos.................................................. 108 1.125 Obrigações Sociais e Tributárias ....................... 75 73 Receitas (Despesas) Financeiras Líquidas ... 13 (3) Não Circulante ................................................... 24.787 24.894 Patrimônio Líquido............................................ 24.881 26.153 Outras Despesas Operacionais..................... (12) (16) TVM Vinculados a Prest.Gar.............................. 246 Capital Social..................................................... 20.977 20.977 Resultado do Exercício............................... (1.273) 610 Depósitos Interposição Recursos...................... 283 9 Reservas de Capital .......................................... 1.220 1.220 Provisão para CSLL e IRPJ........................... Outros Créditos ................................................. 4.576 3.680 Reservas de Lucros........................................... 3.957 3.956 Lucro Líquido do Período ........................... (1.273) 610 Participações Societárias .................................. 19.924 20.955 Prejuízos Acumulados ....................................... (1.273) - Quantidade de Ações.................................. 113.377.144 113.377.144 Outros Investimentos ......................................... 1 1 Prejuízos Acumulados ....................................... - Lucro Líquido por Ação .............................. (0,0112) 0,0054 Imobilizado de Uso ............................................ 3 3 Ações em Tesouraria ......................................... Demonstração dos Fluxos de Caixa (Método Indireto) Total do Ativo ..................................................... 24.967 26.239 Total do Passivo ................................................ 24.967 26.239 em 31 de Dezembro - Em R$ mil Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido em 31 de Dezembro - Em R$ mil Atividades Operacionais 31/12/12 31/12/11 Capital Reservas Reservas de Lucros Resultado do Lucro (Prejuízo) Líquido Ajustado...................... (242) (318) Eventos Realizado de Capital Legal Outras Exercício Totais Lucro (Prejuízo) Contábil........................................ (1.273) 610 Saldos Iniciais em 01.01.11 ............................................. 20.977 1.220 721 2.625 25.543 Resultado de Participações em Coligadas............. 1.031 (928) Lucro Líquido do Exercício ................................................. 610 610 Variação de Ativos e Obrigações........................ 241 318 Destinações: Reserva Legal............................................... 31 (31) - Redução (Aumento) em Aplic.Interf.de Liquidez .... Lucros a Disposição dos Acionistas ................................... 579 (579) - Redução (Aumento) em Outros Créditos ............... 268 368 Saldos Finais em 31.12.11 ............................................... 20.977 1.220 752 3.204 26.153 Redução (Aumento) em Depósitos em Garantias .. (29) (35) Aumento de Capital ............................................................ - Aumento (Redução) em Outras Obrigações .......... 2 (15) Prejuízo do Exercício.......................................................... (1.273) (1.273) Caixa Líquido Aplicado em Ativ.Operacionais .. (1) Destinações: Reserva Legal............................................... - Aumento/(Redução) das Disponibilidades......... (1) Lucros a Disposição dos Acionistas ................................... - Modificação na Posição Financeira Saldos Finais em 31.12.12 ............................................... 20.977 1.220 752 3.204 (1.273) 24.880 Caixa e Equiv. de Caixa no Início do Período/Exercício 1 1 Caixa e Equiv. de Caixa no Fim do Período/Exercício 1 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis em 31 de Dezembro de 2012 Aumento/(Redução) das Disponibilidades......... (1) 01 - Contexto Operacional: Tendência Empreendimentos e Participa- no período de 12 meses, enquanto que a Contribuição Social é calculada 06 - Capital Social - O capital de R$ 20.977 está representado por ções S.A., conforme deliberações das Assembleias Gerais Extraordiná- pela alíquota de 9% com base no lucro tributável. Em virtude de apuração 113.377.144 ações sem valor nominal, sendo metade ordinárias e metade rias de 26.6.2010 e de 3.9.2010, que reformulou seu Estatuto Social, tem de bases negativas no exercício, deixamos de constituir as provisões. preferenciais totalmente integralizados na data do balanço. 07 - Dividencomo objeto social: i) administração de bens próprios, ii) participação em d) Caixa e Equivalentes de Caixa - Caixa e equivalentes de caixa são dos e Remuneração do Capital Próprio - O estatuto determina a distriempreendimentos comerciais, inclusive imobiliários e iii) participação em representados por disponibilidades em moeda nacional. buição de dividendos mínimos de 10% sobre o lucro líquido, depois de Exercício/12 Exercício/11 deduzida a reserva legal, no exercício de 2012 não foi distribuído juros outras sociedades, como acionista ou quotista. 02 - Apresentação das Caixa e Equivalentes de Caixa 1 sobre capital próprio conforme faculta o artigo 9 da Lei 9249/95. 08 - ConDemonstrações Contábeis: As demonstrações contábeis foram prepara- Bancos................................................... 1 tingências - A administração obteve liminar para efetuar recolhimento do das de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais Total ...................................................... abrangem a legislação societária, os Pronunciamentos Técnicos emitidos 04 - T.V.M. e Instrumentos Financeiros Derivativos - A Sociedade não PIS na forma prevista no parágrafo 2º do art. 3º da LC 07/70 e medida lipelo CPC - Comitê de Pronunciamentos Contábeis. As Demonstrações possuía na data do balanço operações com instrumentos financeiros na minar em mandado de segurança garantindo-se do direito de proceder o Contábeis estão sendo divulgadas em (R$ mil) em comparação ao exercí- forma de derivativos. 05 - Participações em Coligadas e Controladas - recolhimento da CSSL a alíquota de 18% relativo ao ano base 1996, por cio anterior. 03 - Resumo das Principais Práticas Contábeis: a) Apura- Os investimentos são avaliados pelo método de equivalência patrimonial, entender que o recolhimento da referida contribuição violaria o princípio ção de Resultados - O regime de apuração do resultado é o de compe- sendo os principais dados os seguintes: constitucional de isonomia. As declarações de renda dos últimos cinco Cotas Resultado tência; b) Ativos e Passivos Circulantes e não Circulantes - São deexercícios estão sujeitas à revisão e apuração pelas autoridades fiscais. Partici- Resultado Patrimônio de Equivamonstrados pelos valores de realização e liquidação, respectivamente, e 09 - Transações entre as Partes Relacionadas - Os saldos das operapações Líquido Líquido lência % Part. ções entre a Sociedade e suas coligadas está representado pelo valor de contemplam as variações monetárias e cambiais, bem como os rendimen- Controlada tos e encargos auferidos ou incorridos até a data do balanço, reconheci- Tendência R$ 1.089 - Outros Créditos, (R$ 1.125) em 2011. dos “pró rata” dia; c) Provisões para Imposto de Renda e Contribuição CCTVM. Ltda A DIRETORIA Social – São apuradas com base no Lucro Tributável pela alíquota de 15% Exercício/12..... 19.159 (1.031) 19.924 (1.031) 99,99 919 20.957 928 99,99 acrescido do adicional de 10% para os lucros que excederem R$ 240 mil Exercício/11..... 19.159 Osvaldo Messias Pivoto - Contador-CRC-1SP133485/O-0

1,11

Indústria dos EUA perde o ímpeto

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indústria norte-americana cresceu em abril em seu ritmo mais lento em seis meses, à medida que a demanda dos consumidores domésticos caiu, sugerindo que a economia norteamericana está perdendo ímpeto no segundo trimestre, mostrou ontem a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês). A empresa de dados financeiros Markit informou que seu PMI preliminar da indústria para os Estados Unidos caiu para 52 neste mês, ante 54,6 em março. Essa foi a leitura mais fraca desde outubro de 2012. A produção caiu para 53,6, ante 56,6, a taxa de crescimento mais fraca desde novembro. Enquanto as novas encomendas de exportação aumentaram, a demanda doméstica avançou em seu ritmo mais lento em seis meses,

com o componente de novas encomendas ficando em 51,8, após ter atingido 55,4 no mês passado. Os dados "levantam temores de que a expansão da indústria dos Estados Unidos está perdendo ímpeto rapidamente, à medida que as empresas e as famílias se preocupam com o impacto dos aumentos de impostos e os cortes de gastos do governo", disse Chris Williamson, economista-chefe da Markit. Os resultados sugerem que o crescimento da produção desacelerou de um ritmo anual de quase 8% anteriormente neste ano para 2% no começo do segundo trimestre, disse Williamson. A desaceleração na indústria sugere que "o cenário voltou a piorar, com o crescimento devendo enfraquecer no segundo trimestre", disse Williamson. (Reuters)

Alemanha desacelera e preocupa zona do euro

U

ma forte queda na atividade empresarial da Alemanha ofuscou um alívio na contração vista na França em abril, mostraram ontem pesquisas Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês), levantando preocupações sobre uma contração econômica na zona do euro. O PMI preliminar de serviços da zona do euro compilado pelo Markit, uma medida da atividade empresarial, subiu para 46,6 em abril ante 46,4 em março, abaixo da linha que separa crescimento de contração, mas igualando a expectativa de economistas. O Markit alertou para não considerar a alta como um claro sinal de que a recessão da região está deixando sua pior fase, destacando um declínio inesperado nas empresas alemãs, que formam o pilar da

economia da zona do euro. "Anteriormente, víamos a Alemanha expandir enquanto outros países contraíam, notavelmente Espanha, Itália e França", disse o economistachefe do Markit, Chris Williamson. "Agora parece que essas contrações estão sendo acompanhadas de uma contração na maior economia, a Alemanha, e isso sem dúvida agirá como um peso sobre o crescimento." Já o setor industrial da zona do euro teve outro mês complicado em abril, com o PMI do setor caindo para 46,5 ante 46,8, pior leitura neste ano. Ha pouca perspectiva de melhora no mês que vem, com o índice de novas encomendas caindo para 44,9 ante 45,3. O PMI composto da zona do euro, que reúne as pesquisas de serviços e indústria, permaneceu em 46,5 em abril. (Reuters)

Arotec S/A Industria e Comercio CNPJ CNPJ 43.547.702/0001-00 Demonstrações Financeiras

Ativo Circulante Disponivel Caixa Bancos Aplicações Financeiras Total Disponivel Realizavel Duplicatas a Receber Adiantamentos Diversos Titulos a Receber Impostos a Recuperar Estoques Desp do exerc seg pag antecip Total Realizavel Total do Circulante Não Circulante Realizavel a longo Prazo Incentivos Fiscais a Aplicar Outros Creditos Total do Realiz. a L Prazo Permanente Investimentos Imobilizado Intangivel (-)Depreciação e Amortização Total do Permanente Total Não Circulante Total do Ativo

Discriminação Saldo em 31/12/2010 Result. apurado 31/12/11 Saldo em 31/12/2011 Result. apurado 31/12/12 Saldo em 31/12/2012

31/12/2011

31/12/2012

2.642,65 111.284,25 – 113.926,90

6.002,97 117.601,43 38.575,70 162.180,10

2.215.624,50 650.413,46 3.417,50 134.114,69 5.857.107,81 – 8.860.677,96 8.974.604,86

1.569.012,44 709.580,98 3.417,50 205.096,22 6.827.728,76 27.909,05 9.342.744,95 9.504.925,05

0,11

0,11

0,11

0,11

132.281,46 132.281,46 994.520,95 4.522.077,41 106.113,31 122.743,41 (519.488,23) (590.985,50) 713.427,49 4.186.116,78 713.427,60 4.186.116,89 9.688.032,46 13.691.041,94 Capital Social Lucro/Prejuizo Total do Integralizado Acumulado Patrimonio Liq. 8.000.000,00 (5.539.803,09) 2.460.196,91 34.380,95 8.000.000,00 (5.505.422,14) 2.494.577,86 (1.246.090,46) 8.000.000,00 (6.751.512,60) 1.248.487,40

Silas de Macedo Grigoletto - Diretor Luiz Carlos Corrêa Contador - 1SP122995/0-6

Passivo Circulante / Obrigações com Pessoal Obrigações Sociais Obrigações Tributarias Fornecedores Contas a Pagar Férias a Pagar Contas Correntes C/C Coligada Empréstimos Bancários Adiantamentos de Clientes Total do Circulante Não Circul./Exig.a longo Prazo/Obrig. Parc. Emprestimos Bancarios Total Não Circulante Patrimonio Líquido / Capital Social Prejuizos Acumulados Resultado do Exercício Total Patrimonio Liquido Total do Passivo

31/12/2011 31/12/2012 124.536,44 156.091,70 149.710,95 167.521,47 306.448,81 790.034,74 2.719.444,93 4.217.479,38 26.137,97 72.795,54 387.852,17 573.482,07 31.500,00 462.485,00 995.558,11 1.870.665,49 72.000,00 520.285,93 771.150,64 530.647,27 5.584.340,02 9.361.488,59 588.815,65 612.606,58 1.020.298,93 2.468.459,37 1.609.114,58 3.081.065,95 8.000.000,00 8.000.000,00 (5.539.803,09) (5.505.422,14) 34.380,95 (1.246.090,46) 2.494.577,86 1.248.487,40 9.688.032,46 13.691.041,94 31/12/2011

31/12/2012

Receita Bruta Vendas e Serviços Deduções de Vendas e Serviços Receita Bruta Operacional (–) Custo Mercadoria Vendida Lucro Operacional Despesas Operacionais Desp.c/ Importações Dep.c/ Pessoal e Direção Desp.c/ Consumo e Conservação Desp. Administr e Comerciais Desp.C/ Propaganda Desp.Financeiras Desp.Tributárias Depreciações Receitas Financeiras Receitas de Aluguel Receitas não Operacionais Resultado Antes IRPJ e CSSL IRPJ E CSSL s/Lucro Resultado Líquido do Exercicio

20.865.547,12 (5.547.512,94) 15.318.034,18 5.202.265,99 10.115.768,19 10.342.332,00 556.246,17 5.922.048,47 279.932,04 2.399.272,12 302.606,13 767.187,80 56.386,67 58.652,60 233.695,88 29.400,00 4.791,19 41.323,26 6.942,31 34.380,95

25.824.953,16 (6.503.408,92) 19.321.544,24 8.528.451,77 10.793.092,47 12.169.726,93 599.088,45 6.667.434,91 342.566,45 3.006.661,62 252.652,64 1.005.064,52 224.761,07 71.497,27 97.509,00 30.900,00 2.135,00 (1.246.090,46) (1.246.090,46)

INSTITUTO BRASILEIRO DE EMPREENDEDORISMO SOCIAL - IES - CNPJ 07.592.774/0001-06 Ativo Circulante Disponível ............................................ Caixa e Bancos .................................. Titulos a receber .................................. Tributos a recuperar .............................

2012 214.613,00 157.683,03 157.683,03 56.889,93 40,04

Não Circulante ..................................... Imobilizado ...........................................

– –

Total do Ativo .......................................

BALANÇO PATRIMONIAL 2011 Passivo 137.541,15 Circulante 90.257,85 Efetivas 90.257,85 Duplicatas a pagar ............................. 47.243,26 Obrigações trabalhistas ..................... 40,04 Obrigações tributárias ........................

2012 – – – – –

31/12/2011 31/12/2012 34.380,95 1.246.090,46 58.652,60 71.497,27 470.547,31 646.612,06 (201.444,47) (59.167,52) 10.900,00 (46.466,48) (70.981,53) (1.104.197,77) (970.620,95) – (27.909,05) (18.091,10) 31.555,26 10.653,20 17.810,52 (61.068,24) 483.585,93 342.634,05 1.498.034,45 10.388,11 46.657,57 46.934,00 185.629,90 2.500,00 430.985,00 995.558,11 875.107,38 135.622,82 (240.503,37) 687.503,09 1.672.202,46 (221.762,64) (3.544.186,56) (221.762,64) (3.544.186,56) (202.788,84) (198.540,91) (401.329,75) 64.410,70 49.516,20 113.926,90 64.410,70

1.471.951,37 448.285,93 1.920.237,30 48.253,20 113.926,90 162.180,10 48.253,20

Contexto Operacional :- A Arotec S/A Industria e Comércio tem natureza juridica de sociedade anonima fechada e por objetivo a industrialização, comercialização, importação e exportação de máquinas, equipamentos e instrumentos técnicos e cientificos, inclusive a prestação de serviços de assistência técnica e treinamento, podendo exercer todas as atividades que tenham conexão com o objetivo social, bem como a participação acionária em outras sociedades e a representação de terceiros. Sumário das práticas contábeis :- Os procedimentos contábeis adotados pela empresa na elaboração de suas demonstrações financeiras são preparadas e apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas pelo Sistema Tributário Nacional, consubstanciadas com a Lei das S/A dentro das atribuições legais do Conselho Federal de Contabilidade através do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC)

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO

2011 – – – – –

– –

Patrimônio Líquido .............................. Superavit/Deficit Acumulado.................. Superavit do Exercício ........................... Superavit/Deficit de Exercícios Anter.....

214.613,00 137.541,15 214.613,00 137.541,15 77.071,85 147.421,75 137.541,15 (9.880,60)

214.613,00 137.541,15

Total do Passivo ..................................

214.613,00 137.541,15

Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido

social e sustentável; IV - Produzir e divulgar informações e conhecimentos que digam respeito às atividades mencionadas acima. Superavit/Deficit Acumulados Total 2) A apuração do resultado do exercício foi elaborada com base no Saldo em 31 de dezembro de 2011 ........ 137.541,15 137.541,15 regime de competência: 3) Ativo circulante: constitui de valores para cobrir as despesas já Deficit do Exercício .................................... 77.071,85 77.071,85 realizadas e a serem constituídas no próximo Exercício. Saldo em 31 de dezembro de 2012 ........ 214.613,00 214.613,00 4) Passivo circulante: demonstrados valores conhecidos e calculáveis. NOTAS EXPLICATIVAS - 31 DE DEZEMBRO DE 2012. 5) O saldo do Patrimônio Líquido representa os resultados dos 1) O INSTITUTO BRASILEIRO DE EMPREENDEDORISMO SO- exercícios financeiros encerrados até 31/12/2012. CIAL – IES é uma pessoa jurídica de direito privado, constituída sob a forma de associação, sem fins lucrativos, fundada em 03/08/2005, São Paulo, 31 de dezembro de 2012. com sede e foro na comarca de São Paulo/SP, tem por finalidade: I - Promover a ética, a paz, a cultura, esporte, arte, os direitos humanos, a democracia, objetivando o exercício da cidadania e de outros valores universais; II - Desenvolver e realizar estudos, pesquisas, projetos e programas, voltados à promoção da assistência social e do voluntariado; III - Contribuir para a promoção do desenvolvimento econômico

Atividades Operacionais Prejuizo / Lucro do Periodo (+) Depreciações Variação de Duplicatas a Receber Variação de Adto Diversos Variação de Titulos a Receber Variação de Impostos a Recuperar Variação de Estoques Variação Desp. Exerc. Seguinte Variação de Obrig.c/Pessoal Variação de Obrig.Sociais Variação de Obrig.Tributárias Variação de Fornecedores Variaçao de C/a Pagar Variação de Férias a Pagar Variação de C/Correntes Variação de C/C Coligadas Variação de Adto de Clientes Caixa Líquido Operacional Ativ. de Invest. / Invest. no Imobilizado Caixa Líquido de Investimentos Atividades de Financiamentos Aum. do Cap. Social / Var. do Não Circul. Emprestimos Bancarios Caixa Líquido de Financiamentos Aumento (Redução) Disponibilidades Saldo do Disponivel–Inicial Saldo do Disponivel–Final Variação de Disponibilidades

Lauro Gilmar Teixeira Presidente - CPF: 763.020.678-04 Luiz Gonzaga da Silva Cardozo Téc. Contábil – 1SP 116.926/O-3 - CPF: 201.175.748-72

Receita Bruta .................................... 2012 Serviços Prestados .......................... 107.809,43 Receitas c/ Contribuições / Doações – Total Receita Bruta ............................. 107.809,43 C (-) Deduções ....................................... – ISS Retido na Fonte ......................... 3.931,47 = Receita Líquida ............................... 103.877,96 C (-) Custos ............................................ – = Superavit Bruto ................................ 103.877,96C (-) Despesas Administrativas .............. 26.367,35 D (-) Despesas Tributárias...................... 108,66 D (-) Despesas com Vendas .................. – (-) Outras Despesas Operacionais ..... – (-) Despesas Financeiras ................... 330,10 D (+) Receitas Financeiras..................... – Total do grupo ..................................... 26.806,11 D = Superavit/Deficit Contábil Operac.... 77.071,85 C = Superavit/Deficit do Exercício. ......... 77.071,85 C

2011 167.602,71 – 167.602,71 C – – 167.602,71 C – 167.602,71 C 16.592,18 D 102,02 D – – 3.486,76 D – 20.180,96 D 147.421,75 C 147.421,75 C

DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA Fluxo de caixa das atividades operacionais ........ Superavit do Exercício ............................................ Ajuste de desp. referentes a anos anteriores ......... (-) Depreciação ......................................................... Variação dos saldos dos ativos: ............................... Clientes ................................................................... Variação dos saldos dos passivos:........................... Duplicatas a pagar .................................................. Caixa líquido consumido nas atividades operacionais ....................................... Fluxo de caixa de atividades de investimentos Caixa líquido consumido nas atividades de investimentos................................................... Fluxo de caixa de atividades de financiamentos Caixa líquido consumido nas atividades de financiamentos ................................................ Aum./diminuição de caixa no período .................. Caixa no início do período..................................... Caixa no final do período....................................... Variação ...................................................................

2012 (77.071,85) – 0,00 9.646,67 9.646,67 – – 9.646,67 0,00 0,00 0,00 (67.425,18) 90.257,85 157.683,03 67.425,18

Thomas Edson Participações S/A CNPJ.: 10.626.464/0001-61 - Av. Brigadeiro Faria Lima, 2092 - 20º Andar Relatório da Diretoria Srs. acionistas: Submetemos à V.Sas., as Demonstrações Contábeis referente aos exercícios findos em 31/12/2012 e 2011. A Diretoria está a disposição para quaisquer informações que julgarem necessárias. SP, 19/04/2013 Balanço Patrimonial dos Exercícios findos em 31 de Dezembro - Em R$ mil Demonstr. de Result. dos Exerc. findos em 31 de Dezembro - Em R$ mil ATIVO 2012 2011 PASSIVO 2012 2011 Descrição 2012 2011 Circulante 129 - Circulante - Despesas e Receitas Operacionais (1) Caixa e Bancos 1 - Não Circulante - Despesas Administrativas (1) Outros Créditos 128 - Patrimônio Líquido 18.799 - Resultado do Exercício (1) Não Circulante 18.670 - Capital Social 18.800 100 Lucro Líquido do Período (1) Contas a Receber 18.670 - (-) Capital a Integralizar - (100) Quantidade de Ações 18.800.000 100.000 Prejuízos Acumulados (1) - Lucro Líquido por Ação Total do Ativo 18.799 - Total do Passivo 18.799 Demonstração do Fluxo de Caixa (Método Indireto) para os Exercícios findos em 31 de Dezembro - Em R$ mil ções contábeis foram preparadas de acordo com as práticas contábeis Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária, os Pronun- Atividades Operacionais para os Exercícios findos em 31 de Dezembro - Em R$ mil 2012 2011 ciamentos Técnicos emitidos pelo CPC - Comitê de Pronunciamentos Con- Lucro(Prejuízo) Líquido Ajustado (1) Capital Capital a Lucros (1) Eventos Social Integralizar Acumulados Totais tábeis, e estão sendo apresentadas em R$ mil. 03. Resumo das Princi- Lucro(Prejuízo) Contábil pais Práticas Contábeis: a) Apuração de Resultados: O regime de apuVariação de Ativos e Obrigações (18.798) Saldos Iniciais em 01.01.2011 100 (100) (128) Saldos Finais em 31.12.2011 100 (100) - ração do resultado é o de competência; b) Ativos e Passivos Circulantes Redução(Aumento) em Outros Créditos e Não Circulantes: São demonstrados pelos valores de realização e liquiRedução(Aumento) em Contas a Receber (18.670) Lucro Líquido do Exercício (1) (1) (18.799) Integralização de Capital 100 100 dação, respectivamente, e contemplam as variações monetárias e cam- Caixa Líquido Aplicado em Ativ. Operacionais biais, bem como os rendimentos e encargos auferidos ou incorridos até a Atividade de Investimentos Aumento e Integralização de Capital 18.700 - 18.700 data do balanço, reconhecidos “pró rata” dia; c) Provisões para Imposto Caixa Líq. Aplicado em Atividades de Investim. Saldos Finais em 31.12.2012 18.800 (1)18.799 de Renda e Contribuição Social: São apuradas com base no Lucro Tribu- Atividades de Financiamento tável pela alíquota de 15% acrescido do adicional de 10% para os lucros Aumento de Capital por Subscrição 18.800 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Exercícios Findos que excederem R$ 240 mil no período de 12 meses, enquanto que a Con- Caixa Líquido Proveniente de Ativ. de Financiamento 18.800 em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 tribuição Social foi calculada a 9% com base no lucro tributável; Aumento/(Redução) de Disponibilidades 1 01. Contexto Operacional: A Thomas Edson Participações S/A. Socie- d) Caixa e Equivalentes de Caixas - Caixa e equivalentes de caixa são re- Modificação na Posição Financeira dade constituída em 09 de fevereiro de 2009 e conforme alteração contra- presentados por disponibilidades em moeda nacional. Caixa e Equivalentes de Caixa no Fim do Período/Exercício 1 tual de 30 de outubro de 2012 que a transformou em Sociedade Anônima Caixa e Equivalentes de Caixa Exercício/12 Exercício/11 Aumento/(Redução) das Disponibilidades 1 e reformulou seu Estatuto Social, tem por objeto i) a participação em outras Bancos 1 07. Capital Social: O capital de R$ 18.800, está representado por empresas como sócia, quotista ou acionista, no Brasil e Exterior; ii) o apoio, Total 1 18.800.000 ações ordinárias e nominativas sem valor nominal, totalmente planejamento, organização e assessoramento de empresas em geral; iii) 04. T. V. M. e Instrumentos Financeiros Derivativos: A Sociedade não integralizado na data do balanço. 08. Dividendos e Remuneração do Caintermediação, agenciamento e realização de negócios e empreendimen- possuía na data do balanço operações com instrumentos financeiros na pital Próprio: O estatuto determina a distribuição de dividendos mínimos tos econômicos, nacionais e internacionais; iv) estudos de prospecção de forma de derivativos. 05. Outros Créditos: Os saldos de R$ 128 em 2012 de 20% sobre o lucro líquido, depois de deduzida a reserva legal. mercados e clientes; e, v) demais serviços correlatos, exceto atividades e de R$ 0 em 2011 apresentados nos balanços, referem-se a valores disque dependam da inscrição em conselhos de classes ou órgãos semelhan- poníveis para futuras aplicações da sociedade. 06. Investimentos: Repretes. 02. Apresentação das Demonstrações Contábeis: As demonstra- sentam as participações em Investimentos Permanentes da Sociedade.

A Diretoria

Paulo Roberto Gomes Coelho Técnico Contábil - CRC1SP259994/O-4


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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e

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Abrin deve gerar negócios equivalentes a um terço do faturamento do setor de brinquedos, que foi de R$ 3,87 bilhões em 2012

conomia Fotos: Zé Carlos Barreta/Hype

Mais de 1.750 lançamentos foram apresentados na Abrin para conquistar o novo consumidor brasileiro, mais endinheirado. Entre os destaques, miniaturas do Homem de Ferro, carros e bicicletas e as tradicionais bonecas, que agora falam até 51 frases.

Smartphone vira brincadeira Tablets e celulares agora são usados para controlar brinquedos. Novidades estão sendo apresentadas na Abrin, tradicional feira do segmento. Paula Cunha

O

s fabricantes de brinquedos estão aproveitando o aumento da renda do brasileiro, que cresceu cerca de 20% nos últimos três anos, para oferecer uma variedade maior de produtos com mais qualidade e tecnologia. Para atender este novo consumidor, as indústrias que participam da 30ª edição da Abrin Feira Brasileira de Brinquedos em São Paulo apresentaram, em meio a produtos tradicionais, uma série de brinquedos que fazem uso de tablets e Smartphones para interação com o usuário. A expectativa dos organizadores é de que o evento gere negócios equivalentes a um terço do faturamento do setor, que atingiu a cifra de R$ 3,87 bilhões no ano passado. Neste ano, 180 fabricantes apresentam 1.750 lançamentos entre brinquedos pedagógicos, puericultura, jogos eletrônicos, pelúcias e miniaturas para um público estimado em 20 mil profissionais do setor esperado para os quatro dias da feira. A tradicional fabricante Estrela apresentou nada menos que 225 lançamentos na feira, o que representa 20% de todo o seu faturamento anual. A estratégia da empresa é mostrar brinquedos tradicionais com uma nova roupagem, mais tecnológica. Suas bonecas, por exemplo, falam e interagem com as crianças. E os jogos de tabuleiro ganharam mais dinamismo. Estes dois produtos são os carros-chefes da empresa, que realiza constantemente pesquisas para detectar as tendências e as preferências de crianças e adolescentes. A Estrela repaginou o tradicional Banco Imobiliário, que agora conta com uma máquina leitora de cartão de crédito (foto acima), o que permite que os jogadores adquiram bens e possam pagálos parceladamente. No caso dos autoramas, há mais pistas interligadas, o que possibilita ao corredor realizar mais ultrapassagens. Tablet– Para os pequenos de até seis anos e que já são fanáticos por tecnologia, a empresa criou o Primeiro Tablet e o Primeiro Smartphone, que trazem funções simplificadas, mas que já dão a eles a sensação de se comunicar como os pais. Segundo Aires Fernandes, diretor de marketing da Estrela, todas as novidades acompanham as transformações pelas quais as crianças passaram. Ele lembrou que há quatro décadas elas eram mais passivas e atualmente elas têm mais acesso às informações, o que as torna mais críticas e capazes de influenciar os pais no momento de adquirir brinquedos e outros bens. Entre as empresas especializadas em miniaturas, diversas delas ofereceram desde os tradicionais heróis até sofisticados carros em modelos atuais e antigos, como fuscas e karmann ghias. O objetivo é atrair não apenas as crianças, mas os adultos colecionadores e os jovens que se identificam com personagens de filmes. A California Toys, importadora deste tipo de produto, oferece neste ano na feira miniaturas como os carros de filmes atuais, como a saga Crepúsculo, e o veículo pilotado pelo ator Steve McQueen na produção Bullitt, de 1968. O representante da empresa, João Nascimento, explicou que a feira proporciona mais

Na nova geração de brinquedos, o helicóptero é controlado via tablet e o celular (acima) tem destacadas suas funções mais básicas como forma de aproximar a tecnologia das crianças.

oportunidades de negócios com os varejistas de pequeno porte de todo o País. Neste ano, o destaque são os carros e tanques da Segunda Guerra Mundial e da Guerra do Vietnã. A Brinquedos Anjo, fabricante de bonecas de Laranjal Paulista, no interior de São Paulo, concorda com a estatística da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), que aponta que da totalidade de brinquedos fabricados no País, 41% são bonecas. Após 18 anos de atividades fabricando apenas este item, a empresa escolheu esta edição para lançar um foguete que conta com uma plataforma de lançamento, sem deixar de lançar novos modelos de seu principal produto. Um deles fala 51 frases. Para o diretor João Gilberto Ghiraldi, a participação na feira tem o objetivo de reforçar a marca junto ERVIÇO aos varejistas e iniciar contatos. Abrin 2013 - 30ª Feira Brasileira A Brinquedos Junges, do Rio de Brinquedos Grande do Sul, apresentou na Teve início ontem e vai até o dia 26 de abril feira 13 linhas completa de - Horário: das 10h às 20h (no brinquedos de madeira, jogos dia 26, das 10h às 18h) tradicionais e os conjuntos de - Local: Expo Center Norte blocos de construção de casas - Promoção: Associação e cidades. A fabricante apreBrasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq) sentou ainda jogos de tabulei- Público-alvo: profissionais do ro. Para Gaison Junges, assissetor tente de vendas, a expectati- Informações: (11) 2226-3100 va é conquistar novos clientes Site: www.abrin.com.br no evento e elevar suas venTwitter: @feiraabrin das em 10% neste ano. Facebook: Feira-Abrin

S

Fabricantes buscam consumidor ainda no berço

O

s fabricantes de produtos voltados para bebês também encontram espaço na Abrin Feira Brasileira de Brinquedos para apresentar novidades e realizar negócios. Eles somam 14 empresas neste ano, sem alteração expressiva em relação às outras edições do evento. Este tipo de empreendimento costuma ocupar parte do espaço nas lojas de brinquedos. O Grupo Yangzi, de Belo Horizonte, participa da feira pela primeira vez com a expectativa de apresentar sua linha de itens licenciados tanto para lojas de brinquedos quanto para grandes redes

especializadas, como a Alô Bebê e ainda os hipermercados da rede Walmart. Entre os itens oferecidos, destacam-se os conjuntos de mamadeiras, utensílios para alimentação e mobiliário com personagens de desenhos animados. "Os produtos licenciados são o nosso ponto forte e pretendemos continuar investindo neste segmento", disse Marcos Aurélio, diretor do Grupo. Os representantes desse nicho não fixaram meta de vendas durante os quatro dias do evento, mas mostraram-se otimistas quanto às perspectivas de participar das próximas edições. (PC)


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DC 24/04/2013 by Diário do Comércio - Issuu