Hoje de manhã, na esquina das avenidas JK e Chedid Jafet, uma manifestação de lojistas vai pedir a abertura do novo JK-Iguatemi. O negócio shopping é o tema das págs. 17 a 21.
Serviços sociais. Para durar. Ações da vice-prefeita Alda Marco Antônio. Pág. 7
Adieu!
Conclusão: 23h35
Ano 87 - Nº 23.609
www.dcomercio.com.br
Jornal do empreendedor
R$ 1,40
São Paulo, sábado, domingo e segunda-feira, 21, 22 e 23 de abril de 2012
Mauricio Camargo/Ftura Press
L.C.Leite/LUZ
Shopping JK: aberto hoje só para manifestação.
Sarkozy parece estar de saída da presidência. É que após a eleição de ontem, pesquisas levam a França à esquerda, com Hollande, que deverá ter 54% dos votos no 2º turno. Pág. 8
Guilherme Dionízio/AE
L.C.Leite/LUZ
Joel Saget/AFP
Basta excedeu em SP. No restante, bastou. O Dia do Basta, em 80 cidades do Brasil, no sábado, pediu o julgamento do mensalão ao STF, ainda este ano, e protestou contra a corrupção. No Masp, ao final da marcha, um grupo bloqueou a Paulista. A PM reagiu. Pág. 6 L.C. Leite/LUZ
Água que passarinho não bebe, pronta para decolar.
Turma do funil parte para batalhas decisivas Paulistão chega ao funil, com Tricolor, Peixe, Guarani e Ponte. Grande surpresa: Corinthians fora (2 contra 3 da Ponte). Não dá para acreditar. Neymar chegou ao 99º gol (foto) e foi o craque da vitória do Santos contra o Mogi ( 2 X 0). E o Guarani malhou o Palmeiras (3 X 2). Alta tensão no campeonato. Esporte 23609
X Santos
São Paulo
X Guarany
HOJE
ISSN 1679-2688
AMANHÃ 9 771679 268008
Ponte Preta
Nublado Máxima 23º C. Mínima 15º C. Parcialmente nublado Máxima 24º C. Mínima 16º C.
Reprodução
Próximos jogos
A bebida, cuja história se mistura à do País, parte para a conquista dos EUA. Págs. 12 e 13
Solar da Marquesa ganha novo cenário Saiu o livro A Carne e o Sangue em que a historiadora Mary Del Priore revê o triângulo amoroso de D. Pedro I, sua esposa e a Marquesa de Santos. Pág. 9
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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É visível que a taxa de juros de longo prazo vai cair e os bancos privados vão ter de cooperar. Delfim Netto
pinião
A política com Cuba e os juros brasileiros
N
ão avançou nada, na "6ª Cúpula das Américas", em Cartagena, Colômbia, a proposta da maioria dos chefes de governo do sul do Continente e do Caribe para a reintegração de Cuba à "comunidade" dos Estados americanos. Perdeu-se uma boa oportunidade de convidar os cubanos a participar da discussão de um processo que sabemos vai terminar com a sua readmissão no clube. A posição dos governos dos Estados Unidos e do Canadá, impedindo a reincorporação nesse momento, tem aspectos muito negativos, dado o aumento das dificuldades que o povo cubano está vivendo nesse período de transição. A posição brasileira, favorável a trazê-los logo à mesa, é mais consistente, porque visivelmente Cuba está fazendo um esforço enorme de modificação da estrutura produtiva. Os atuais dirigentes já reconheceram explicitamente que o sistema está "nas últimas", após conduzir o povo a um nível de extrema pobreza, próxima da miserabilidade, apesar dos avanços anunciados na medicina e na educação. No último meio século, Cuba viveu uma situação extremamente difícil, passando por um sacrifício gigantesco, com sua economia sustentada na prática pelas "mesadas" do antigo poder soviético, de início, e depois dependente da Venezuela de Chávez, que passou a fornecer o combustível e alguns outros recursos
DELFIM NETTO dos problemas, ver até aonde de fato vai a intenção de mudar o regime e de abrir a economia. Em resumo, fazê-los ver as oportunidades do mercado que jogaram fora durante os últimos cinquenta anos.
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básicos. Tem, por isso, dificuldades imensas para mudar com rapidez sua estrutura produtiva para um sistema de mercado, de forma que vai precisar de mais compreensão e de muito entendimento, especialmente de parte da vizinhança mais próxima. Isso
pode facilitar as mudanças que Cuba está pretendendo fazer, pois entendeu que a cópia socialista custou muitas vidas, a destruição da economia e até a alegria do povo. É ilusão pensar, no entanto, que a reintegração se fará por pressões de fora para dentro.
Já vimos que os antigos mecanismos de constrição externa não funcionam. São contraproducentes e geram uma coesão interna totalmente irracional. Manter Cuba isolada une as forças internas, ainda que não concordem com nada do que faz o governo e saibam
que poderiam estar em situação um pouco melhor. O que se obteve até agora foi desenvolver um sentimento antiamericano que é totalmente inútil e prejudicial para a solução do problema. Era muito melhor trazê-los à mesa, conversar com eles, saber
ATÉ TU, SUPREMUS? A
s acusações do ministro Joaquim Barbosa ao seu colega que acabou de deixar a presidência do Supremo Tribunal Federal, Celso Peluzzo, entre as quais a de manipulação de resultado, é algo muito grave que atinge a mais alta Corte do País. Era só o que faltava, também, o STF perder o respeito e a credibilidade que lhe são devidos pelo papel que desempenha na vida institucional do País.
Espera-se que isso não venha a acontecer, embora, convenhamos, aquele tribunal tem estado mais na mídia por idiossincrasias e disputas políticas de seus integrantes do que por produzir decisões que balizem a vida nacional. Como esta coluna não é Corte, nem julga, obviamente, não vai se prestar a tentar entender precipitadamente a dimensão do que está
ocorrendo no STF, ou os desdobramentos que isso possa ter em um ano de decisões importantes, como a do mensalão. Uma coisa parece certa. Coincidência ou não, parte ponderável dos atuais ministros foi indicada na gestão do ex-presidente Lula, que nunca primou, diga-se de passagem, por um comportamento discreto. Na fase atual, o STF pode estar perdendo a reserva característica que
todos os partidos e para a instituição política do País. Assim, é preciso que o STF esteja acima de qualquer suspeita. É o último bastião de guarda da Constituição, da ordem jurídica e mesmo política do Brasil.
A
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Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Claudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine
ANTÔNIO DELFIM NETTO É PROFESSOR EMÉRITO DA FEA-USP, EX-MINISTRO DA FAZENDA, DA AGRICULTURA E DO PLANEJAMENTO contatodelfimnetto@terra.com.br
PAULO SAAB
se espera de uma tão elevada corte. Não é necessário que os ministros sejam ranzinzas, mal humorados, fechados em excesso – mas, transformar um órgão que reúne notório saber jurídico e reputação ilibada em um palco de fofocas internas e acusações recíprocas, foge bem à regra de austeridade que se espera de qualquer tribunal. cabou de mudar o presidente do STF. Outro ministro está sob acusação de tentar favorecer os petistas que são réus no julgamento do caso "mensalão". O governo da presidente Dilma padece de "chantagens" de sua base aliada. Para receber apoio em votações no Congresso, precisa distribuir cargos. Por quê? Sem resposta necessária. O Congresso Nacional acaba de instalar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito para investigar, supostamente, o caso "Cachoeira". Vai sobrar para
m tempo, e de volta ao Brasil: após a decisão desta quarta-feira do Copom, cortando a Selic para 9% ao ano, devo dizer que o ritmo de queda da taxa básica de juros está perfeito. Apesar de o acesso e os juros do crédito no Brasil serem ainda muito ruins, a esperança é que a Caixa Econômica e o Banco do Brasil abram espaço para a ampliação do crédito para as pequenas e médias empresas. É visível que a taxa de juros de longo prazo vai cair e os bancos privados terão de cooperar.
ais importante do que as picuinhas entre ministros, desde que, efetivamente, não tenha havido nem sombra de manipulação de resultados (o que envolve outros ministros) é que se julgue o mensalão e outros processos importantes que lá aguardam decisão. Mas que a briga envolve acusações sérias e isso será explorado ao longo desses próximos dias, não há como negar. Vejamos: 1- Crise na base aliada, mesmo que negada; 2-Crise no Congresso por uma CPI mista que não se
sabe aonde pode ir; 3-Crise no STF. Tira logo o Mano e põe a seleção para jogar. Ou deixa o Mano, mas escala um time e põe em campo. Correndo. Isso tudo é reflexo de um tempo em que, a partir dos exemplos vindos de cima, na era Lula, os valores foram invertidos e o que é errado passou a ser meio certo. O que deixa também o certo pela metade.
A
ausência de valores, o abandono da língua pátria, a falta de respeito às instituições, a corrupção generalizada, destroem o caráter da nação. O Brasil é hoje um lugar onde vale tudo – menos o que antigamente se chamava de correto. Até a instituição na qual deveria prevalecer o império da Lei está agora sob acusação. PAULO SAAB É JORNALISTA E ESCRITOR
Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, João de Scantimburgo, Marcel Solimeo Diretor-Responsável João de Scantimburgo (jscantimburgo@acsp.com.br) Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Ed i to r - Ch e fe : José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br) Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br) Editores Seniores: Bob Jungmann (bob@dcomercio.com.br), Carlos de Oliveira (coliveira@dcomercio.com.br), chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), Estela Cangerana (ecangerana@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Luiz Antonio Maciel (maciel@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br) Editor de Fotografia: Alex Ribeiro Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Fernando Porto (fporto@dcomercio.com.br), Ricardo Ribas (rribas@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br) Subeditores: Marcus Lopes e Rejane Aguiar Redatores: Adriana David, Darlene Delello, Eliana Haberli e Evelyn Schulke Repórter Especial: Kleber Gutierrez (kgutierrez@dcomercio.com.br), . Repórteres:André de Almeida, Fátima Lourenço, Ivan Ventura, Karina Lignelli, Kelly Ferreira, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Mário Tonocchi, Paula Cunha, Rafael Nardini, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves, Sandra Manfredini, Sergio Leopoldo Rodrigues, Sílvia Pimentel, Vera Gomes e Wladimir Miranda. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estado, Folhapress, Efe e Reuters Impressão OESP GRÁFICA S/A Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60
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JORNALISMO BRASILEIRO SE ACHA AUTOR DE TUDO O QUE É BOM E VÍTIMA DE TUDO O QUE É MAU.
pinião
Saudade do jornalismo Q
Milton Michida
se pode reconhecer o pulso firme do escritor. Do outro lado, havia, por exemplo, David Nasser. Sempre se sabia de antemão o que ele ia defender ou atacar. Mas com que graça se repetia, variando as formas ao ponto de fazer as opiniões mais estereotipadas soarem como novidades!
OLAVO DE CARVALHO
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udo isso está morto e enterrado. Em toda a grande mídia, só raros colunistas ainda honram o idioma e o melhor deles não é brasileiro, é português: João Pereira Coutinho. Leio com satisfação Reinaldo Azevedo (o mais informado) e Neil Ferreira (o mais engraçado). Os outros que dão gosto estão só na internet. Em todos os grandes jornais ninguém escreve com a seriedade de Heitor de Paola, a elegância de Percival P u g g i n a , a i nventividade de Yuri Vieira, a precisão vernácula de José Carlos Zamboni, a erudição bem-humorada de J. O. de Meira Penna. Os outros que me perdoem: a lista dos melhores excluídos não tem fim. Nas faculdades estuda-se, por incrível que pareça, a decadência do jornalismo brasileiro. Mas lança-se a culpa em tudo, menos nos jornalistas. Como se a má pintura não fosse nunca obra de maus pintores ou a comida fosse sempre ruim a despeito dos excelentes cozinheiros. A classe tem um tremendo esprit de corps quando lhe inte-
Domício Pinheiro
Paulo Francis (ao alto) e Nelson Rodrigues, abaixo dele, (à esquerda): alguns dos articulistas que davam gosto de ler.
Arquivo
Carlos Lacerda (acima, à direita) e Otto Maria Carpeaux, abaixo: "de direita" ou "de esquerda" , os antigos jornalistas acreditavam em uma coisa chamada "verdade".
ressa, mas nunca faz um julgamento sério de seus próprios atos, uma avaliação realista do seu impacto na sociedade. Nar-
da, lhe dói na consciência. Não lhe ocorre nem mesmo a conveniência de um vago mea culpa por ter ocultado o Foro de São Paulo ao longo de dezesseis anos, praticando a censura com mais eficácia, amplitude e tenacidade do que a Polícia Federal do tempo dos militares. Sua falsa autoimagem raia a sociopatia pura e simples (ver http://www.olav o d e c a r v a l h o . o r g / s e m ana/111130dc. html, http://www.olavo de carvalh o. or g/ se ma na /1 11 12 4d c. html e ainda http://www.olavo d e c a r v a l h o . o r g / s e m ana/111125dc.html).
N
Divulgação
uatro ou cinco décadas atrás, você abria os jornais e encontrava análises políticas substantivas. Fossem "de esquerda" ou "de direita", os articulistas ainda acreditavam numa coisa chamada "verdade" e faziam algum esforço para encontrá-la. Eram também homens de boa cultura literária, conheciam e respeitavam o idioma. Tenho saudades dos longos artigos de Júlio de Mesquita Filho, Paulo Francis, Antônio Olinto, Paulo de Castro, José Lino Grünewald, Nicolas Boer, Gustavo Corção; do próprio Oliveiros da Silva Ferreira – que está vivo, mas longe da mídia diária. E de tantos e tantos outros. Hoje em dia temos puros polemistas, que não investigam nada, não explicam nada, não fazem nenhum esforço intelectual, não tentam entender coisa nenhuma, só tomam posição, lavram sentenças como juízes e ditam regras. Também os havia então, mas como escreviam bem! Carlos Lacerda, Nelson Rodrigues e Raquel de Queiroz eram provavelmente os melhores. O próprio Otto Maria Carpeaux era do time. Contrastando com a destreza dialética alucinante da sua crítica literária, os artigos de política que ele publicava no Correio da Manhã, produzidos em série e, como que por automatismo, eram traslados servis das palavras-de-ordem do Partidão, do qual em pleno declínio de suas faculdades intelectuais ele se fizera "companheiro de viagem", por puro medo da ditadura, talvez do desemprego. Estão repletos de erros pueris, desinformação comunista grossa, mas neles ainda
ra sua história como se fosse autora de tudo o que é bom, vítima inerme de tudo o que é mau. Nada, absolutamente na-
os anos da ditadura, como a liberdade de imprensa e a liberdade de ação da esquerda sofressem juntas as mesmas restrições oficiais (amplamente inoperantes na prática), jornalismo e esquerdismo se deram as mãos na luta contra o inimigo comum. Foi justo e oportuno. Mas, decorridas três décadas do fim do regime, a aliança de ocasião não quer admitir que seu tempo passou, que não há mais inimigos armados contra os quais o fingimento é a única defesa da parte mais débil. Na época, a esquerda já dominava a mídia, mas fazia-se de coitadinha, de nanica, de excluída. Oprimida nas ruas e nas
praças, discriminava os direitistas nas redações (como a intelectualidade acadêmica fazia nas universidades), reproduzindo às avessas, no microcosmo da profissão, o controle repressivo que o governo exercia na escala maior em torno.
H
oje, ela domina o país inteiro, e o que era precaução tática compreensível se tornou instrumento de perpetuação de poderes e prestígios imerecidos. A arma dos fracos tornou-se uma gazua nas mãos dos fortes, Nunca, ao longo de todo o período militar, a esquerda esteve tão amordaçada quanto a direita conservadora, especialmente religiosa, está hoje na grande mídia. Para camuflar esse estado de coisas, é preciso eternizar o luto, alimentar e realimentar, com um jorro constante de lágrimas forçadas e caretas de pavor fingidas, padecimentos e temores velhos de mais de um quarto de século. Essa é a mentira estrutural que está na raiz de todas as degradações do jornalismo brasileiro. É a proibição total da sinceridade. A destruição da linguagem vem daí. Ninguém pode escrever direito quando vive de se esconder de si mesmo. OLAVO DE CARVALHO É ENSAÍSTA, JORNALISTA E PROFESSOR DE FILOSOFIA
OS OVOS DOURADOS DAS GALINHAS O
s ovos dos supermercados brilham, com uma aparente limpeza, e nada parece ser mais saudável do que quebrar um deles em uma frigideira. Agora pensem novamente. A Sociedade Humana dos Estados Unidos (uma entidade protetora dos animais) divulgou, em 12 de abril último, os resultados de uma investigação secreta feita nas Fazendas Kreider, um importante grupo da agroindústria que produz diariamente 4,5 milhões de ovos para supermercados como o ShopRite. Eu analisei os vídeos e as fotos feitos pelo investigador, que afirma ter trabalhado para a Kreider entre janeiro e março deste ano. Na entrevista, ele retratou uma operação que revela pouca preocupação com a limpeza ou com o bem-estar das galinhas. "É fisicamente difícil respirar ali, por causa da amônia vinda das poças de estrume debaixo dos celeiros mais antigos", afirmou o investigador – que não permitiu que seu nome fosse divulgado porque a revelação o impediria de conseguir outro emprego secreto na agricultura. Ele informou que quando os funcionários precisavam entrar em um celeiro velho, primeiro abriam as portas e aumentavam a potência dos exaustores – e depois se apressavam a fazer suas tarefas antes que os vapores ficassem muito fortes. Às vezes, ratos corriam pelas esteiras condutoras de ovos; os celeiros estavam
cheios de moscas – e excrementos em três celeiros deram resultado positivo para salmonela, informou. Na verdade, a salmonela não é tão rara como se possa imaginar, aparecendo em 3% das granjas produtoras de ovos analisadas pela Agência de Alimentos e Remédios – FDA, pelas iniciais em inglês – no ano passado.
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m alguns casos, 11 galinhas eram socadas em uma gaiola de cerca 0,6 m por 0,6 m. A Sociedade Humana informa que isso pode ser ainda mais apertado, pois a indústria de ovos tem seus próprios padrões – que são bastante criticados como inadequados. Um aparelho de alimentação automática que passa entre as gaiolas às vezes decapita as galinhas quando elas
estão comendo, disse o investigador. Os corpos são retirados se forem fáceis de ser vistos, mas há ocasiões em que ficam nas gaiolas durante semanas, se acumulando até apodrecerem nas gaiolas, completou. Outras galinhas têm suas cabeças presas na grade e frequentemente ficam lá até morrer, afirmou o investigador. "Essas acusações da Sociedade Humana são uma terrível distorção das Fazendas Kreider, de nossos funcionários e da forma como cuidamos das aves", declarou-me Ron Kreider, o presidente das Fazendas Kreider, por meio de um comunicado. Ele admitiu que três celeiros deram positivo para salmonela, mas disse que nenhum consumidor
correu risco. "A realidade do processamento de alimentos pode ser repulsiva para quem não está familiarizado com a criação de animais", completou Kreider, da terceira geração da família que administra a empresa. "Quando lidamos com milhões de aves, há sempre uma pequena porcentagem de aves mortas. E galinheiros antigos vão inerentemente conter um nível de moscas e de atividade de roedores." Kreider completou dizendo que sua empresa estava liderando a indústria na substituição de celeiros antigos por outros mais modernos. Como muitos leitores, eu não tenho muita empatia com as galinhas. A infelicidade delas é que não têm olhos grandes. Quando era um garoto de fazenda em Yamhill,
Oregon, observei que nossos porcos eram inteligentes, que nossos gansos se acasalavam para a vida toda e que nossas ovelhas e vacas tinham personalidades distintas. As galinhas eram os menos individualistas dos animais que criávamos. (Vou receber cartas de indignados apaixonados por galinhas, eu sei!)
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perações industriais como as da Kreider são deslumbrantemente eficientes em produzir ovos baratos, então elas economizam dinheiro do consumidor. Mas eu recuso um sistema no qual as galinhas são reduzidas a bugigangas. Mais de nós deveríamos fazer isso também. Esse é o motivo pelo qual Burger King, Denny’s, Quiznos e Hardee’s começaram a comprar mais ovos de galinhas sem gaiola. No ano passado, a principal associação comercial da indústria de ovos, a Produtores de Ovos Unidos, se associou à Sociedade Humana dos Estados Unidos em um acordo para apoiar novos padrões federais, que garantiriam mais espaço para as galinhas. Isso seria um marco divisório: fazendeiros e ativistas da proteção animal concordando sobre um caminho a seguir. Mas as Fazendas Kreider não fazem parte da Produtores de Ovos Unidos e alguns indústrias e criadores de gado e porcos estão tentando matar o acordo. Eles temem um precedente de preocupação federal para o bem-estar dos animais, e assim a lei enfrenta uma forte resistência.
NICHOLAS D. KRISTOF Para aqueles que estão indecisos, pensem por um instante no arco de empatia. Séculos atrás, nós (humanos) nos divertíamos vendo outras pessoas serem executadas ou torturadas. Até na era moderna, considerávamos esporte ver animais sofrerem mortes terríveis. Atualmente nossas sensibilidades evoluíram tanto que há uma gritaria quando animais são abusados – a não ser que ocorra longe dos olhos, nas fazendas.
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polícia deve deter garotos malvados que torturam um cachorro perdido. Sendo assim, deveríamos permitir que os industriais fizessem algo semelhante com milhões de galinhas? Não deveríamos chegar a um acordo sobre padrões mínimos? Com certeza, não é fácil decidir o que constitui crueldade com os animais. Mas socar 11 galinhas durante a maior parte da vida delas em uma gaiola do tamanho de um forno parece passar dos limites. De alguma forma, ovos fritos não parecem tão saborosos se você imaginar o celeiro fétido no qual foram postos. NICHOLAS D. KRISTOF É COLUNISTA DO NEW YORK TIMES
TRADUÇÃO: RODRIGO GARCIA
DIÁRIO DO COMÉRCIO
4 -.GERAL
GibaUm
3 Devido a semelhança, o 3 MAIS: admite que são senador Pedro Taques (PDT-MT) não aguenta mais ser comparado a Carlinhos Cachoeira.
gibaum@gibaum.com.br
k Quem tem o rei na barriga, um dia morre de parto. Fotos: Selo e Delta Goodrem
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CARLOS AYRES BRITO // novo presidente do Supremo Tribunal Federal, advertindo que magistrados não podem ser prepotentes.
parecidos, mas avisa que em duas coisas não são nem um pouco parecidas: "Caráter e conta bancária."
Cerveja e futebol 333 O impacto de cada R$ 100 milhões consumidos em cerveja rende R$ 164 milhões em Produto Interno Bruto, R$ 338 milhões em valor produzido e R$ 30 milhões em impostos sobre produção. São dados de um estudo da FGV. Outro estudo da FGV revela que o futebol não é apenas uma mania nacional. O esporte gerou 371 mil empregos em 2010 e movimentou R$ 11 bilhões. Mais: 21% da população assistem a mais de duas partidas por semana; 41% acompanham pela TV e assistem a mais de três partidas por semana; e 35% levam a família aos estádios.
NEM R$ 1,99 A música Ex-My Love, de Gaby Amarantos, a Beyoncé do Pará , é tema de abertura da nova novela Cheias de Charme . Agora, no YouTube há um clipe dela mesma, brincando com a música (“o amor não vale nem R$ 1,99”) e numa colagem doméstica, apresenta uma série de excasais famosos. Entre tantos, Brat Pitt e Jennifer Aniston, Demi Moore e Ashton Kutcher, Luana Piovani e Dado Dolabela, Daniela Cicarelli e Ronaldo Fenômeno e até Eike Batista e Luma de Oliveira. 333
Feijoada animada Apesar do clima de tensão reinante no Congresso, em Brasília, o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) reuniu, na semana passada, quase 100 parlamentares em seu apartamento funcional em Brasília. Até o vice-presidente Michel Temer foi até lá dar o ar da graça – e, claro, almoçar. Maluf tem relacionamento com congressistas de todos os partidos e está pensando até em fazer essa feijoada com maior assiduidade. Falaram de tudo e aproveitaram para desancar muitos ministros do governo Dilma.
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HELLO! 333 Também a ex-senadora Marina Silva, sempre às voltas com a fundação de seu partido no ano que vem, já sabe bradar Hello! sem ter nada a ver com Val Machiori. Marina veio ao Brasil, para lançar um manifesto em São Paulo sobre a Rio+20 e dará duas palestras sobre desenvolvimento sustentável. E volta correndo para Massachussetts, nos Estados Unidos, onde fica até o final do mês. Ela ganhou uma bolsa do MIT para conhecer experiências inovadoras e estudar inglês. Boa aluna, Marina já se vira bem em inglês, se bem que com algum sotaque.
333 A supermodelo alemã Heidi Klum, 38 anos, mãe de quatro filhos, apresentadora do Project Runway, integrante do primeiro time do fashion world e com um faturamento de US$ 20 milhões no ano passado, enfrenta novos tempos depois de sua separação do cantor Seal. “Separação é difícil, pessoas passam por nossas latas de lixo, temos quatro filhos e eles têm de ir à escola...” Rumo aos quarenta anos, concilia passarelas, fotos, televisão e vida doméstica. E com sucesso, a ponto de ir parar na capa da Allure , com direito a ensaio fotográfico onde, de brinde, tira a roupa.
Rumo aos quarenta
333 Vanessa Alves de Mendonça, irmã de Andressa, mulher de Carlinhos Cachoeira e ex-mulher de Wilder Pedro de Moraes, empreiteiro e secretário de Infraestrutura do governo de Marconi Perillo, já ocupou a Gerencia de Desenvolvimento dos Profissionais da Educação do governo de Goiás, no ano passado. Por outro lado, há quem aposte que a redação de Playboy, depois da negativa de Andressa, começa a pensar no nome da advogada Flávia Coelho, mulher de Demóstenes Torres. Eles se casaram no ano passado e passaram a lua-de-mel em Positano, na Itália. Agora, Andressa está avisando que Carlinhos “quando sair da cadeia, irá lutar pela legalização dos bingos”.
Mulheres no meio
EM ALTA Com suas posições duras e até com o uso de expressões mais populares (como a recente “Ele se acha” em relação a ministro do STF), Joaquim Barbosa, relator do mensalão, não pode entrar nem num bar (e ele gosta de freqüentar, até para tomar um chopinho) sem ser aplaudido. Desde 2007, quando a denúncia do mensalão foi aceita, Barbosa é cumprimentado. E muitos insistem que ele largue a toga e ingresse no mundo político.
A CANTORA Paula Fernandes, recordista de vendas de CDs e DVDs no ano passado (só perdeu para o padre Marcelo Rossi), está romanceando com Marcio Bianchi, baterista de sua própria banda. É o que se pode considerar “unir o útil ao agradável”.
Daniela Cicarelli (esquerda), Thaila Ayala (centro) e Ana Luiza Castro (direita) foram as atrações especiais da noite de lançamento da nova linha Bo.Bô Black, na loja da rua Oscar Freire, no miolo agitado do mercado de luxo em São Paulo. Daniela, agora com cabelos alourados e depois de dois anos fora da TV, vai comandar o Provão MTV; Thaila (Ti-ti-ti), Ayala espera convocação global; e Ana Luiza Castro apresenta na GNT o Pílula da Moda.
Novas coleções
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O livro de Mary del Priore, Histórias Intimas, que aborda a sexualidade brasileira desde os tempos do Brasil Colônia vai virar documentário, com depoimentos de mais de 80 artistas. E entre tantos, Nadia Lippi e sua filha Thalia Lippi, Cristina Prochaska, Tassia Camargo, Alcione Mazzeo, Regina Duarte e muitos mais. Regina falará do sucesso de Malu Mulher, no final dos anos 70. Para ela, a série serviu para desmascarar a dupla cara do brasileiro: “Muito liberal na rua, racista e homofóbico em casa”. 333
Jantando com o Diabo O senador Roberto Requião (PMDB-PA), que tenta envolver o governador Beto Richa (PSDB-PA) com Carlinhos Cachoeira, já teve relações muito especiais com o bicheiro na Lotopar, empresa de loteria do governo do Paraná, entre 2003 e 2004, quando era governador. Chegou a receber Cachoeira num jantar no Palácio Iguaçu, o que levou o colunista Augusto Mafuz a publicar grande nota com o título Jantando com o Diabo. Na nota, lembrava que em janeiro de 2003, um pouco depois da posse de Requião, ele recebeu a visita de Maguito Vilela, senador e exgovernador de Goiás, trazendo pela mão Carlinhos Cachoeira. 333
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Pipoca caramelizada.
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Histórias íntimas
333 A NORTE-americana Host Hotels & Resorts, que comprou o imóvel onde está instalado o JW Marriot, em Copacabana, no Rio, agora está de olho no Hilton Morumbi em São Paulo. E também quer comprar o Hilton Belém, cujo prédio pertence a grupo de investidores. O Hilton gostaria da operação porque quer se livrar, há tempos, de imóveis e se dedicar apenas à administração hoteleira.
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Consultoria 333 Deve ser apenas uma questão de coincidência: agora, está confirmado que, há algum tempo, o ex-ministro José Dirceu, apontado pelo ex-procuradorgeral da República, Antonio Fernando de Souza, como “chefe da organização criminosa” (referia-se ao esquema do mensalão), teria prestado serviços de consultoria à empreiteira Delta, de Fernando Cavendish.
MISTURA FINA
333 AGORA, até parte da fuselagem de aviões de carreira de empresas brasileiras podem ganhar patrocínio. A rede de escolas de línguas Wizard acaba de fechar contrato com a Azul para expor sua marca num avião da empresa durante um ano. Deverá pagar perto de R$ 1 milhão.
333 EMPRESA de saúde, que tem atendimento especial para executivos, fez uma pesquisa com 60 mil exames e concluiu que 25% dos entrevistados sofriam de insônia e outros distúrbios de sono. As noites mal-dormidas têm sua origem no estresse crônico, que vem aumentando no meio corporativo. Para quem não sabe: nos últimos dez anos, o estresse crônico aumentou de 55% entre os executivos para 61,5% no ano passado.
ENQUANTO a rede Starbucks recua no Brasil e outras como Nespresso e Octávio avançam, o grupo 3 Corações, joint venture entre a Santa Clara e a israelense Strauss-Elite, quer entrar nesse segmento. A idéia é abrir 60 cafeterias em três anos. 333
OUT
Pipoca salgada.
Traidores de Ulysses O ex-deputado Márcio Braga e ex-presidente do Flamengo, amigo de JK e Ulysses Guimarães, aparece numa entrevista para o filme Os Herdeiros de Vargas, dizendo que “todos traíram o doutor Ulysses, em 1989, quando Collor derrotou Lula”. E disse ainda que o presidente de honra do PMDB morreu magoado com José Sarney, que “não lhe deu apoio em 1989 e nada fez quando Quércia decidiu apostar em Mario Covas, então candidato do PSDB”. Braga está escrevendo suas memórias, em que conta episódios de JK, Tancredo, Brizola e Lula. Para quem tem memória curta: nas eleições presidenciais de 1989, Ulysses ficou em sexto lugar. 333
333 NA PENITENCIÁRIA da Papuda, onde está Carlinhos Cachoeira, os presos têm direito a quatro horas diárias de sol e podem ver televisão e ler livros. Não é permitido ler jornais ou revistas e menos ainda, tablets. Celulares, nem pensar.
Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero
CHARGE DO DIA
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5 PESQUISA Para 68%, o desempenho pessoal de Dilma é ótimo ou bom.
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MANIFESTAÇÃO Cariocas protestam contra o Código Florestal e Belo Monte
Dilma tem aprovação recorde de 64% A presidente teve aprovação recorde, mas Lula é o favorito para as eleições presidenciais em 2014.
Ed Ferreira/AE
A minha vida toda fui uma pessoa coerente. Assinar a CPI teria qual razão? Falso heroísmo? Senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), sobre comissão que vai investigar suas relações com o contraventor Carlinhos Cachoeira.
Celso Júnior/AE
Senador tem preço. É só pagar que ele dá um jeitinho. Fernando Cavendish, proprietário da Delta, acusado de participar do esquema de Carlinhos Cachoeira.
Nós estamos limpando esse Brasil, rapaz. Carlinhos Cachoeira, em conversa com o jornalista Policarpo Júnior, da Veja, grampeada pela Polícia Federal.
Tem muita gente com medo do senhor Cachoeira. Se deixar ele com outras pessoas, daqui a pouco aparece morto. Senador Pedro Simon (PMDB-RS), em discurso na tribuna.
A
popularidade da presidente Dilma Rousseff bateu mais um recorde, segundo pesquisa Datafolha publicada ontem no jornal Folha de S.Paulo. O governo da petista é avaliado como ótimo ou bom por 64% dos brasileiros, o que representa a taxa mais alta já obtida para a administração de um presidente com 15 meses de mandato, ante 59% de aprovação em janeiro. O avanço na aprovação de Dilma foi em quase todas as faixas de renda, idade e escolaridade, segundo a pesquisa. No mesmo período de 15 meses de governo, em seu primeiro mandato, o governo Lula tinha 38% de aprovação, enquanto o tucano Fernando Henrique Cardoso, 30%. Mesmo no segundo mandato e com um ano e três meses de governo, Lula tinha 55% de aprovação – ou seja, nove pontos a menos que Dilma, em seu primeiro mandato. O resultado também é o maior já obtido por Dilma desde sua posse, em 1º de janeiro de 2011. Em contrapartida, para 29%, Dilma faz um governo regular, enquanto outros 5% consideram seu governo ruim ou péssimo.
José Cruz/ABr
Dida Sampaio/AE
margem de erro da pesquisa é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos. Eleições – Como a curva de popularidade positiva de Dilma tem sido ascendente desde o início, o Datafolha incluiu uma nova pergunta no levantamento sobre a eleição de 2014: quem deveria ser o candidato do PT: a presidente Dilma ou Lula?
A
votação do texto do Senado para o Código Florestal é o destaque da pauta do Plenário nesta última semana de abril. A análise do relatório do deputado Paulo Piau (PMDB-MG) começará amanhã, conforme acordo de líderes. O relator não liberou o seu parecer, mas adiantou que vai propor a retirada das regras de recuperação das áreas de preservação permanente (APPs) em torno dos rios. Os textos aprovados tanto na Câmara como no Senado estipulam que, para cursos d'água com até 10 metros de largura, os produtores rurais devem recompor 15 metros de vegetação nativa. A retirada de outros dois dispositivos do texto do Senado atende ruralistas. O primeiro dividia os produtores rurais
Obras do Dnit podem atingir Planalto em CPI Alan Marques/Folhapress
É o primeiro projeto que não olha só para o corrupto, mas também para o corruptor. Deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP), sobre projeto para punir empresas que corromperem agentes públicos.
As pessoas guardarão na lembrança a imagem de um presidente do STF conservador, imperial, tirânico, que não hesitava em violar as normas quando se tratava de impor à força a sua vontade. Ministro Joaquim Barbosa, em resposta às acusações de Peluso.
Avaliação pessoal – A aprovação pessoal da presidente Dilma também evoluiu. Para 68% dos entrevistados, o desempenho de Dilma é ótimo ou bom; 25% das pessoas dizem que é regular; e 4% delas o avaliam como ruim ou péssimo. O levantamento foi realizado nos dia 18 e 19 de abril com 2.588 pessoas em todos os estados e no Distrito Federal. A
As respostas foram bem mais favoráveis a Lula. Ele é o predileto de 57% dos brasileiros se disputar novamente o Planalto dentro de dois anos e meio. Outros 32% citam Dilma. Para 6%, nenhum dos dois deve concorrer. E 5% não souberam responder. Dilma tem aprovação recorde dos brasileiros. Mas Lula é o favorito para 2014. (Agências)
Luís Cleber/AE
Todos têm a ensinar. Acreditamos que todos os países que participam desse processo têm algo a ensinar e algo a aprender. Presidente Dilma Rousseff, agradecendo os elogios recebidos.
O ministro Joaquim Barbosa é inseguro, tem um temperamento difícil e, às vezes, reage com violência. Ministro Cezar Peluso, ao deixar a presidência do Supremo Tribunal Federal, dispara críticas aos colegas.
Dilma obteve a taxa mais alta para a administração de um presidente com 15 meses de mandato
Código será votado nesta semana
Jacquelyn Martin/Reuters
Dilma, com seu comprometimento com a transparência, a democracia e a luta contra a corrupção, estabelece um novo padrão mundial. Hillary Clinton, secretária de Estado dos Estados Unidos, elogiando a conduta do Brasil e, em especial, da presidente.
Wilson Dias/ABr – 13/3/2012
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overnistas e oposicionistas acreditam que o Palácio do Planalto pode ser atingido pelas investigações da CPI do Cachoeira sobre obras executadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Principal braço do Ministério dos Transporte, o Dnit deve ser alvo de apuração, pois o ex-diretor Luiz Antonio Pagot acusou assessores do Planalto de derrubá-lo, vazando informações de interesse da Delta e de Carlinhos Cachoeira. Caixa 2 de Lula – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também pode virar um dos focos da comissão de inquérito. A oposição tirou da gaveta depoimento do advogado Rogério Buratti à CPI dos Bingos, em 2005, no qual ele diz que em parceria com "empresários dos jogos" do Rio de São Paulo, Carlinhos Cachoeira teria dado R$ 1 milhão de caixa dois para campanha de Lula em 2002. (Agências)
Cariocas protestam no Dia da Terra, em frente ao Copacabana Palace. em categorias para receber incentivos; o segundo impedia o recebimento de crédito agrícola por produtores que não promovessem a regularização ambiental em 5 anos. Vai que vai – O presidente da Câmara, Marco Maia, afirmou
na última sexta-feira que o projeto que modifica o Código Florestal vai a votação amanhã, "com ou sem acordo". "Vamos tentar construir um acordo até o dia 24. Não havendo acordo, vai a voto. O plenário é soberano para deci-
dir sobre essas matérias". O líder do PT na Casa, Jilmar Tatto (SP), já adiantou que o governo não aceita o texto apresentado por Piau. O relatório de Piau retirou do texto aprovado no Senado percentuais mínimos de recuperação das áreas de preservação permanente (APPs) desmatadas nas margens de rios localizados dentro de propriedades rurais. Protesto no Rio – Um grupo de ambientalistas promoveu ontem, no Rio de Janeiro, um ato simbólico para marcar o Dia da Terra. Os participantes estenderam faixas e cartazes nas areias da Praia de Copacabana em protesto contra a proposta de alteração do Código Florestal Brasileiro e a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. (Agências)
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Seiscentos quilômetros para virmos e voltarmos no mesmo dia, mas o esforço há de valer a pena. Débora Kimi Waki, estudante de Ribeirão Bonito (SP).
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Fotos L. C. Leite/Luz
Com máscara do movimento internacional Anonymous, um participante da manifestação protesta contra a corrupção política no Brasil.
No vão do Masp, enquanto aguardam o início da passeata pela Avenida Paulista, jovens preparam os últimos cartazes com palavras de ordem.
Os manifestantes paulistas se concentraram no vão do Masp e depois caminharam em passeata pela Avenida Paulista.
Dia do Basta exige o fim da corrupção Manifestação em São Paulo reuniu 2,5 mil pessoas, mas um grupo mais exaltado sentou-se no meio da Av. Paulista e foi desalojado pela PM com gás de pimenta. Armando Serra Negra
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Dia do Basta, um protesto contra a corrupção no Brasil, foi comemorado no último sábado em São Paulo, com concentração e passeata na Avenida Paulista. Os manifestantes começaram a chegar por volta do meio-dia ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), o local da concentração. Às 14h10, eram 1.200, segundo avaliação do tenente PM Adriano Couto, no comando de 120 soldados, apoiados por 18 motocicletas e quatro bicicletas. Na retaguarda, cinco peruas Blazer do Pelotão de Força Tática davam cobertura. "É a terceira manifestação a que compareço, e estou vendo mais motivação", afirmou o músico Henry Jackson, de 55 anos de idade. Caravanas – A estudante Débora Kimi Waki, de 19 anos, se divertiu com as três estátuas douradas, produzidas em resina, que ornavam o vão do Masp. Elas foram feitas para comemorar o terceiro aniversário do Museu da Corrupção (MuCo), no sábado. "Elas escracham direitinho a malversação do erário público!", disse Débora, enquanto tirava fotos com o celular. Ela veio em caravana de Ribeirão Bonito (SP) com a ONG Amarribo. "Seiscentos quilômetros para virmos e voltarmos no mesmo dia, mas o esforço há de valer a pena", disse. Caras pintadas de MogiGuaçu também empunhavam cartazes contra a corrupção. Muitos manifestantes aderiam a abaixo-assinados pelo fim do voto secreto e pela transformação da prática de corrupção em crime hediondo. "A participação do MuCo no evento prova que o movimento está crescendo", afirmou Carla Zambelli, organizadora do grupo Nas Ruas. "Esse papo da Primavera Árabe inspirou o brasileiro a fazer a mesma coisa; deu certo lá, vai dar certo aqui", diz Carla Barreto, do
Esculturas são símbolos dos malfeitos
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s três esculturas temáticas expostas no vão do Masp entraram para o acervo do Museu da Corrupção (www.muco.com.br), neste seu 3° aniversário. Elas representam um "Anão do Orçamento", "Dólares na
grupo Bate Bola 15/11. Hino Nacional – Às 14h10, os manifestantes foram chamados, por meio de um megafone, a ocupar as duas faixas da Avenida Paulista reservadas à concentração e protegidas pela PM. Todos se sentaram no chão, pacificamente, para ouvir o tenor Rinaldo Viana cantar o Hino Nacional e a canção "Planeta Água", de Guilherme Arantes. Em seguida, um trio elétrico começou a entoar " Bras il Mostra a tua Cara" (Cazuza) e "Que País É Esse" (Legião Urbana), dando início à passeata. Bandeiras desfraldadas (as de partidos políticos estão proibidas), os manifestantes trinavam seus apitos e cantavam refrões: "Não, não, não à corrupção; eu quero meu dinheiro para saúde e educação"; "Voto secreto não; queremos ver a cara do ladrão"; "Lewandowski, larga o osso do mensalão"; "Você aí olhando, também estão te roubando". A passeata seguiu em direção à Av. Consolação. Às 18h, no retorno à Avenida Paulista, pessoas que chegaram atrasadas e outras que passavam e aderiram à passeata já somavam quase 2,5 mil. Às 19h, de volta ao Masp, muitos militantes, entusiasmados, sentaram-se no asfalto, para obstruir a passagem dos carros, gritando: "O povo acordou, o povo decidiu, ou para a roubalheira, ou paramos o Brasil". Essa atitude deixou a PM e também outros manifestantes e populares apreensivos. Uma organizadora da manifestação, bandeira nacional às costas, transmitiu pelo megafone o ultimato dado pela PM: "Atenção! Quem não sair da rua em 1 minuto será preso!" Ninguém saiu. Um grupo de policiais militares disparou balas de borracha e bombas de efeito moral. O Dia do Basta terminou com uma nuvem de pólvora e gás pimenta. No Brasil – Outras 80 cidades participaram do Dia do Basta, segundo os organizadores. Em Brasília, 1,5 mil foram à Esplanada dos Ministérios; em Belo
Cueca", e o "Cofre da Nação" (arrombado) e foram criadas, sem remuneração, por profissionais de comunicação do projeto coletivo Don't Try This (Não tente isso). Nesse coletivo estão envolvidos 15 profissionais, que doam seu trabalho, talento, criatividade, logística e instrumental, nas horas vagas, segundo Marcelo Pascoa e Caio Mattoso, integrantes do grupo. Da concepção e desenho à
Horizonte (BH), mil foram às ruas; e no Rio de Janeiro, uma manifestação em Copacabana às 11h e outra em Ipanema às 14h reuniram 600 pessoas. "Houve muita sinergia, rolou um samba informal, pandeiro, atabaque e cavaquinho no Posto 9, exigindo o fim da corrupção", relata Marcelo Medeiros, 63 anos, do grupo 31 de Julho. Um avião sobrevoou a praia quatro vezes, do Leme ao Leblon, puxando uma faixa: "SOS STF – Julgamento do mensalão já". Henriette Krutman, do grupo Queremos Ética na Política, confirmou sua visita ao ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Lewandowski, na quarta-feira, levando uma ampulheta de presente, simbolizando a urgência na entrega do processo do mensalão para julgamento.
Os participantes dos vários movimentos anticorrupção se reúnem no vão livre do Masp
Policiais militares lançam bombas de efeito moral
Na bandeira do Brasil, a indignação dos manifestantes.
Anuska Nardelli/AE
O escultor Zaqueu de Souza
manufatura foram gastos 18 dias, sob a coordenação de Rodrigo Mendes. Procurando na internet o artista capaz de executar as estátuas nesse tempo exíguo, para que estivessem prontas no Dia de Tiradentes, 21 de abril, foi encontrado no YouTube o artista plástico Zaqueu Alves de Souza, que costuma moldar personagens de Walt Disney para festas infantis. As estátuas têm dois dois metros de altura, em média, incluindo a base. (ASN)
Convocação online resultou na Marcha Nacional de Combate à Corrupção, na Esplanada dos Ministérios.
O protesto, no aniversário de Brasília.
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erca de 1.500 pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar do Distrito Federal, marcharam na Esplanada dos Ministérios de camiseta preta,
faixas e cartazes contra os desvios de verbas públicas. A marcha foi reforçada pelo público nas comemorações dos 52 anos de Brasília. Esta foi a 3ª edição da marcha organizada pelo Movimento Brasil contra a Corrupção. Os protestos foram organizados, basicamente, pelas redes sociais. As principais bandeiras são o fim do voto se-
creto no Congresso e celeridade no julgamento do escândalo do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Muitos dos cartazes pediam a saída do governador do DF, Agnelo Queiroz (PT), citado nas investigações da Polícia Federal que levaram à prisão o contraventor de jogos ilegais e operações suspeitas Carlinhos Cachoeira.(Agências)
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Esperamos que a nova administração melhore o que temos feito. Só não queremos que haja retrocesso na assistência social. Alda Marco Antônio, vice-prefeita de São Paulo.
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L. C. Leite/Luz
Assistência, um "show" que não pode parar. Alda Marco Antônio revela como a atual gestão tem consolidado, expandido e aprimorado os serviços sociais.
Balanço: Alda conta que atualmente há, na capital, um total de 1.206 serviços de assistência social. Desses, 406 foram criados nos últimos três anos.
Guilherme Calderazzo
E
nvolvida há anos com a assistência social e a atuação política, Alda Marco Antônio, vice-prefeita da capital e também titular da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (Smads), consolida e expande os serviços assistenciais na atual administração da cidade. Tudo para garantir que tenham continuidade a partir do próximo ano, quando um novo prefeito e outra equipe assumirão a prefeitura paulistana. "Esperamos que a nova administração melhore o que temos feito. Só não queremos que haja retrocesso na assistência social da cidade, como geralmente ocorre quando há mudança de governo", afirma Alda. Para que os programas assistenciais não sejam descontinuados, ela se empenha em ampliar e melhorar o Cras (Centro de Referência da Assistência Social), o Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social), ambos existentes de acordo com as determinações do Suas (Sistema Único de Assistência Social), do governo federal, existente desde 2009. Além disso, também aprimora os programas assistenciais desenvolvidos exclusivamente pelo atual governo municipal, por meio da Smads, entre eles os relacionados aos moradores de rua, idosos e dependentes
químicos. "O Cras funciona co- sar o dia e ter como moradia mo uma delegacia. Só que em permanente. vez de tratar de questões crimiUm jovem poderá ser ennais, atua em favor dos direitos viado para uma casa na qual sociais", explica Alda. será estimulado a aumentar a São 46 unidades do Cras na autoestima, estudar, aprencapital. Até o começo do próxi- der alguma atividade ligada à mo ano, quando a atual admi- arte ou se profissionalizar. O nistração entregará o governo jovem ou dependente químiao novo prefeito, mais cinco co terá apoio médico, psicolóestarão em funcionamento. gico e material para deixar o Estão em regiões carentes e vício e, assim, ter condições abrigam pessoas em situação de voltar para uma uma vida de vulnerabilidade social. bem mais estruturada. Quem proO Creas cura uma unit a m b é m dade do Cras a t e n d e p e srecebe oriens o a s e m s it a ç ã o a r e stuação de risSó não queremos peito dos dique haja retrocesso co mais grareitos sociais. na assistência social v e . " B e n e f iÉ cadastrado cia famílias da cidade, como e, em caso de ou pessoas geralmente necessidade, que sofrem é encaminhaviolência físiocorre quando do para ter a ca, psicológimuda o governo. ajuda de que ca e sexual. ALDA MARCO ANTÔNIO precisa – Favorece a c r i a n ç a , j ocriança e o vem, idoso, mulher ou mora- adulto abandonado e desamdor de rua. Por exemplo, um parado", conta Alda. idoso saberá quais direitos ele Neste caso, segundo ela, o tem em relação à aposentado- atendimento e apoio são daria, e poderá iniciar o processo dos por profissionais das mais para se enquadrar na condi- variadas formações e, além ção de aposentado. disso, há o envolvimento de Ainda no Cras, poderá ser outros órgãos públicos, como registrado no programa Bolsa o Judiciário, Ministério Público, Família, no Renda Cidadã ou Defensoria Pública, Conseno Renda Mínima e, se for o ca- lhos Tutelares, etc. so, até receber cesta básica. Serviços – No ano passado, Ou seja, no local, vai ter assis- passaram pelas unidades do tência. De acordo com a ne- Cras pouco mais de 2 milhões cessidade, é encaminhado de pessoas. Hoje, na capital, para o serviço adequado. há um total de 1.206 serviços Pode ir para um abrigo de de assistência social. Desses, mulher ou um lugar para pas- 406 foram criados há três
anos, portanto pela atual administração. "Temos dificuldade para ganhar a confiança do morador de rua e do dependente químico, em especial do viciado em crack", admite Alda. "Em princípio, são agressivos quando chegamos a eles. Mas com frequência conseguimos convencê-los a receber o apoio e o tratamento que oferecemos." Nessa empreitada, a assistência social municipal tem o apoio de uma equipe de 300 agentes sociais. Estes locomovem-se em 90 veículos e, nos locais onde têm contato com morador de rua e dependente químico, procuram criar vínculo de confiança, de amizade, para encaminhálos aos serviços de assistência de que precisam. "O morador de rua tem espaço onde se alimenta, dorme, assiste à televisão e encontra várias distrações durante o dia. É uma forma de aos poucos recuperá-lo para que tenha vida saudável e estruturada", afirma Alda. Quanto aos dependentes químicos, quando aceitam tratamento, são deslocados para um serviço próprio da prefeitura, hoje em funcionamento na unidade chamada de Complexo Prates, no bairro do Bom Retiro. Além dos viciados, moradores de rua também são atendidos no local. "No Prates, há telecentro, serviços de higiene, alimentação e lazer. As atividades são desenvolvidas para criar laços de amizade entre os presentes.
Márcio Fernandes/AE – 27/3/2012
Complexo Prates, na Nova Luz, para atender dependentes químicos. Há serviços de higiene, alimentação e lazer. As atividades são desenvolvidas para criar laços de amizade entre os ocupantes.
"Como pré-candidato a preConfiantes, com a autoestima recuperada, voltam a traba- feito pelo PMDB, o deputado lhar, se requalificam profissio- Gabriel Chalita começou a fanalmente ou vão para as clíni- zer críticas pesadas à atual adcas de tratamento antidrogas", ministração municipal. Enfim, diz Alda. "Assim vamos con- mostrou que o PMDB havia rompido com o governo", diz quistando nossas vitórias." Eleição – Na vida pública Alda. Diante disso, acrescendesde 1983, no momento Alda ta, restaram duas alternatinão sabe se participará das vas: ou deixava o governo ou rompia com o próximas partido. "Deieleições na xei o PMDB e condição de me filiei ao candidata a PSD." algum cargo O Cras funciona Na avaliaeletivo. "Tecomo uma ção de Alda, o nho até junho delegacia. Só que quadro das para decidir o em vez de tratar de candidaturas que fazer. Se questões criminais, f i c a r á m a i s for convocaclaro só a parda pelo partiatua em favor dos tir do fim de do para sair direitos sociais. junho. "É nescandidata, IDEM se mês que as irei disputar, c on v en ç õe s sem dúvida". Alda foi filiada ao MDB e, de- partidárias irão definir os canpois, ao PMDB, por 42 anos. didatos a prefeito. Até lá, muiDeixou o partido e filiou-se ao ta coisa pode mudar. O númePSD (Partido Social Democrá- ro de candidatos pode ser metico), oficializado em setem- nor do que indicam as pré-canbro do ano passado e hoje pre- didaturas de hoje. Além disso, sidido pelo prefeito Gilberto só então saberemos quem de Kassab, um dos seus princi- fato terá chance real de vitória na eleição", avalia. pais criadores.
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ESPIONAGEM Irã diz ter extraído dados de sonda dos EUA, inclusive sobre Bin Laden.
nternacional
MIANMAR Suu Kyi não tomará posse hoje por se recusar a defender Constituição
AFP - 13/04/12
Clima de 'já ganhou' Vencedor do 1º round, socialista Hollande é favorito no 2º turno.
A estrondosa queda de Sarkozy Presidente francês perde fôlego no final da corrida
O presidente da França, Nicolas Sarkozy, passou a lutar por sua sobrevivência no cenário político depois de ter terminado a primeira rodada de sua campanha pela reeleição atrás do candidato socialista François Hollande. Com 95% das urnas apuradas, Hollande alcançou 28,5% dos votos no primeiro turno, enquanto Sarkozy obteve 27,1% dos votos. Uma vez que nenhum dos dois conseguiu angariar mais de 50% dos votos válidos, Hollande e Sarkozy voltarão a se enfrentar nas urnas dentro de duas semanas. Se o segundo turno acontecesse hoje, o candidato socialista derrotaria Sarkozy com quase dez pontos porcentuais de vantagem, de acordo com as primeiras sondagens divulgadas depois da eleição de ontem. A princípio, os eleitores da esquerda francesa devem apoiar Hollande, tanto pelo seu poder de convicção como para afugentar qualquer possibilidade de um segundo mandato de Sarkozy. A candidata verde, Eva Joly, e o da Frente de Esquerda, Jean-Luc Mélenchon, já fizeram declarações a favor do socialista. Pesquisa do instituto Ipsos encomendada pela televisão pública do país e pelo jornal Le Monde mostra vitória de Hollande por 54% a 46% dos votos na segunda rodada. Outro levantamento – feito pelo instituto Ifop a pedido da rádio Europe 1 e da revista Paris Match – projeta vitória de Hollande por 54,5% a 45,5% dos votos válidos no segundo turno.
ações inconsistentes, segundo economistas. Apesar disso, Jean-François Cope, líder do UMP, sugeriu que, da mesma forma que o candidato à reeleição está A sondagem Ifop mostrou ainda que a candi- em dificuldade, os franceses "não aderiram data de extrema direita, Marine Le Pen, será claramente à esquerda". O fato é que os eleitores foram em massa às urfundamental para a decisão do segundo turno, que ocorrerá no dia 6 de maio. Sensação do nas ontem, o que mostra o grande interesse dos pleito de ontem, a candidata da Frente Nacio- franceses em um momento de estagnação econal, obteve 5,4 milhões de votos, um total de nômica. De acordo com números preliminares, a 18,2%. Marine, porém, não deu ontem a menor participação superou a marca de 80% dos franceses aptos a votar. indicação de sua inclinaReuters Propostas - Depois do ção. Ao contrário: atacou fechamento das urnas, o os dois finalistas, ao dicandidato socialista à zer que o resultado "expresidência da França, plode o monopólio dos François Hollande, dedois partidos da banca e clarou-se o candidato da finança". das esquerdas, enquanDe acordo com a pesto o atual mandatário Niquisa da Ifop, 48% de colas Sarkozy, de censeus eleitores votarão tro-direita, cortejou a em Sarkozy e 31% prefeMarine: ascensão da extrema direita. extrema direita. rirão Hollande. Após saber da sua viRejeição - Os números tória no primeiro turno, do pleito de ontem expõem a insatisfação dos franceses com Sarko- Hollande se apresentou publicamente como "o zy, do partido União por um Movimento Popular candidato dos que querem virar a página" e de(UMP). Se no exterior o líder é visto como pro- fendeu a união pela mudança. Ele também distagonista em questões que vão da crise na zo- se saber da expectativa do resto do continente na do euro à guerra na Líbia, dentro de seu pró- sobre as decisões dele para reorientar à Europa prio país ele é visto como um governante de pelo caminho do crescimento e emprego.
"Minha obrigação final, e eu sei que estou sendo olhado de fora das nossas fronteiras, é colocar a Europa de volta no caminho do crescimento e emprego", disse Hollande em discurso em seu comitê. O socialista de 57 anos promete cortes de gastos menos dramáticos que Sarkozy e quer maiores impostos sobre os ricos para financiar a criação de empregos com ajuda do Estado, especialmente um imposto de 75% sobre rendimentos acima de um milhão de euros. Já Sarkozy, de 57 anos, disse compreender "os temores" de seus compatriotas e pediu apoio no segundo turno. O presidente mencionou entre os "temores" o respeito às fronteiras, o controle da imigração e a preservação do modo de vida dos franceses, que disse ter se transformado na questão central dessa eleição. Ele também tem se descrito como a opção mais segura para liderar a França e a zona do euro durante a atual crise. O atual mandatário disse a seus correligionários que acredita na vitória em segundo turno, apesar de as projeções indicarem que ele ficou atrás do socialista. "Nós podemos ir para o segundo turno com confiança", afirmou. Caso derrotado, Sarkozy seria o décimo-primeiro líder da zona do euro a deixar o poder desde o início da crise em 2009. Seria também o primeiro presidente francês a não se reeleger em mais de 30 anos. (Agências)
Shaam/AFP
Falta gás na relação Egito-Israel O Egito anunciou ontem que irá interromper o fornecimento de gás para Israel. Mohamed Shoeb, presidente da companhia East Mediterranean, que exportava gás para Israel, declarou que o acordo com o país foi interrompido devido a "violações" nas obrigações contratuais. De acordo com Shoeb, Israel
não tem feito o pagamento pelo gás há meses. Críticos ao acordo afirmam que o regime de Hosni Mubarak concedeu gás natural a Israel a preços abaixo de mercado, mas autoridades israelenses insistem que pagam um preço justo. O governo israelense declarou que a decisão foi "ilegal e
SECRETARIA DA SAÚDE DIVISÃO TÉCNICA DE SUPRIMENTOS - SMS.3 ABERTURA DE LICITAÇÕES Encontram-se aberto no Gabinete, os seguintes pregões: PREGÃO PRESENCIAL 089/2012-SMS.G, processo 2012-0.054.251-3, destinado ao registro de preço para aquisição de Equipo, Administração Solução, Sistema Fechado, Macrogotas e Equipo, Administração Parenteral Solução, Sistema Fechado, Reservatório Graduado (Bureta), Microgotas, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Grupo Técnico de Compras - GTC/Área Técnica de Material Médico Hospitalar, do tipo menor preço. A sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 14 horas do dia 09 de maio de 2012, a cargo da 3ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. REABERTURA - PREGÃO PRESENCIAL 102/2012-SMS.G, processo 2011-0.168.350-0, destinado à Contratação de Empresa Especializada em Serviços de Locação de Veículos, incluindo Transporte, Captura e Remoção de Animais Domésticos (cães e gatos), de Interesse Econômico (equinos, bovinos) e Sinantrópicos, Mão de obra, Manutenção e Combustível para o Centro de Controle de Zoonoses/Coordenação de Vigilância à Saúde - COVISA e das Supervisões de Vigilância à Saúde - SUVIS, da Secretaria Municipal da Saúde, do tipo menor preço. A sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 09h30min do dia 09 de maio de 2012, a cargo da 4ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. REABERTURA - PREGÃO PRESENCIAL 327/2011-SMS.G, processo 2011-0.270.819-0, destinado à Contratação de Empresa Especializada para Prestação de Serviços de Vigilância Patrimonial Armada e Desarmada, com Instalação de Sistema de CFTV com Manutenção Preventiva e Corretiva do Sistema e Monitoramento de Imagens e Ronda Eletrônica para as Unidades Pertencentes ao Gabinete da Secretaria Municipal da Saúde, do tipo menor preço. A sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 14 horas do dia 08 de maio de 2012, a cargo da 3ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. RETIRADA DE EDITAIS Os editais dos pregões acima poderão ser consultados e/ou obtidos nos endereços: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br; www.comprasnet.gov.br, quando pregão eletrônico; ou, no gabinete da Secretaria Municipal da Saúde, na Rua General Jardim, 36 - 3º andar - Vila Buarque - São Paulo/SP CEP 01223-010, mediante o recolhimento de taxa referente aos custos de reprografia do edital, através do DAMSP, Documento de Arrecadação do Município de São Paulo. DOCUMENTAÇÃO - PREGÃO PRESENCIAL Os documentos referentes ao credenciamento, os envelopes contendo as propostas comerciais e os documentos de habilitação das empresas interessadas, deverão ser entregues diretamente ao pregoeiro, no momento da abertura da sessão pública de pregão.
feita de má-fé e acusou o Egito de não fornecer as quantidades de gás previstas no contrato. Segundo as autoridades, Cairo forneceu em 2011 apenas 25% do total previsto em contrato. A disputa agora passará por uma arbitragem internacional. O gasoduto entre os dois países sofreu 14 tentativas de sabotagem desde o levante contra Mubarak, no início do ano passado. O corte de gás é mais um golpe às relações entre Israel e Egito, já testadas pela queda do presidente Hosni Mubarak, aliado de Israel. Egito foi o primeiro país árabe a assinar um tratado de paz com Israel, em 1979. Em seguida, Jordânia também assinou um acordo de paz com Israel em 1994. O Egito fornece cerca de 40% do gás natural consumido em Israel. Autoridades israelenses alertam que Israel poderá enfrentar risco de escassez de energia no verão, já que o gás natural é a principal fonte de energia do país. Estudo realizado há dois anos apontou que o fornecimento de gás natural pelo Egito não era confiável, informou o ministro de Energia israelense, Uzi Landau, ao jornal The Times of Israel. Desde então, o país tem trabalhado para descobrir fontes alternativas. Espera-se que nos próximos anos, Israel se torne auto-suficiente em gás natural, com o desenvolvimento de seus próprios campos na costa do Mediterrâneo, informou o jornal israelense. (Agências)
ONU na Síria. E a violência continua. Soldados sírios atacaram uma cidade a oeste de Damasco ontem, e rebeldes bombardearam um comboio militar no norte do país, enquanto o mediador internacional Kofi Annan reiterou os apelos aos dois lados para que trabalhem com a equipe de observadores da Organização das Nações Unidas (ONU) para acabar com a violência na Síria. "Este é um momento crucial para a estabilização do país. Peço a todas as forças, sejam do governo, da oposição ou outros, a deixar as armas e trabalhar com os observadores das Nações Unidas para consolidar o frágil cessar-fogo." Annan ressaltou a resolução do Conselho de Segurança da ONU que aumenta o envio de observadores à Síria, aprovada no sábado, e pediu que o regime sírio acelere a retirada de tropas. "O governo
deve renunciar ao uso de armas pesadas e, tal como se comprometeu, a retirá-las". O ex-secretário-geral da ONU ainda pediu que os seis pontos do plano de paz proposto por ele à Síria sejam aplicados pelos dois lados. Em vigor desde 12 de abril, o plano estipula o fim das hostilidades, a retirada dos tanques das cidades, a libertação dos detidos de forma arbitrária e o diálogo entre o governo e a oposição, entre outros pontos. Monitores - Um pequeno grupo de observadores desarmados opera na Síria há uma semana, supervisionando uma trégua que conteve apenas parte da violência no país, mas não a estancou por completo. Parte dos observadores continua na cidade de Homs, uma das mais afetadas pelo conflito entre a oposição e o regime de Bashar al-Assad
(acima). O grupo chegou no sábado à região, que não registrou conflitos durante a visita. Segundo fontes da ONU, os observadores se reuniram com autoridades locais, conversaram com moradores e fizeram uma ronda pela cidade. Hoje, mais dois monitores chegariam a Damasco. Confrontos - Apesar da presença de observadores, pelo menos 12 pessoas morreram ontem, seis delas na província de Homs, por forças do governo, informou o Observatório Sírio pelos Direitos Humanos, que tem sede no Reino Unido. Segundo o grupo, pelo menos quatro soldados foram mortos em um ataque a bomba. Desde que começaram os confrontos, há 13 meses, mais de 10.000 pessoas morreram, segundo dados da ONU, elevados por grupos opositores a 13.000. (Agências)
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
9 UM TRIÂNGULO HISTÓRICO "A Carne e o Sangue", da historiadora Mary Del Priore, conta um pouco do Brasil Império a partir do romance entre D. Pedro I e a Marquesa de Santos.
idades Fotos de L.C.Leite/Luz
Rua José Bonifácio
Largo São Francisco
Antiga rua do Ouvidor, no Centro, nela Domitila de Castro Canto e Melo, a futura marquesa de Santos, nasceu em 1797 e passou boa parte de sua infância. Casou-se na mesma casa com o primeiro marido, Felício Coelho de Mendonça, em 1813. Tinha apenas 16 anos.
Domitila conheceu seu primeiro marido no antigo mosteiro que havia no atual largo São Francisco. Antes disso, foi batizada na Igreja da Sé. Depois de casada e esfaqueada por Felício Coelho de Mendonça, passou a morar no bairro da Liberdade, onde conheceu d. Pedro I. Reprodução
Rua Tabatinguera Na rua Tabatinguera, onde uma bica abastecia boa parte da São Paulo de então, bem na altura da Capela de Santa Luzia e Menino Jesus de Praga, Domitila de Castro Canto e Melo foi esfaqueada pelo primeiro marido. Hoje a Tabatinguera liga a atual praça João Mendes à Baixada do Glicério.
A nova biogra
fia da marques
a.
Domitila de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos, amante de D. Pedro I: mulher atuante, independente e uma empresária de sucesso.
Domitila, que amava Pedro, que não amava Leopoldina.
Reprodução
Reprodução
Tudo e mais um pouco na nova biografia da Marquesa de Santos Marisa Folgato
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aneiro de 1797. Nasce na Áustria a arquiduquesa Maria Leopoldina. No mesmo ano, apenas 11 meses depois, nasce no centro de São Paulo Domitila de Castro Canto e Melo. O destino das duas vai se cruzar anos depois no Rio de Janeiro: Leopoldina se casa em 1817 com D. Pedro I, e será a primeira imperatriz do Brasil, uma terra desconhecida, inóspita e muito aquém de uma nobre europeia. Domitila será a outra, amante de Pedro I por sete anos, a partir de 1822, uma mulher de fibra, independente, de bela figura. As duas têm de conviver na corte, que rejeita as escapadas do imperador. Isso todos sabem. Mas o triângulo amoroso mais conhecido dos brasileiros acaba de ganhar uma versão acurada e de narrativa envolvente da historiadora Mary Del Priore. Em "A Carne e o Sangue", em lançamento pela Editora Rocco, o relacionamento tumultuado de D. Pedro I, Leopoldina e Domitila, que ganharia do amante o título de Marquesa de Santos, conta com um quarto elemento: o Brasil do Império. “A vida da corte no Rio do século 19, as tensões entre portugueses e brasileiros, o cenário de uma cidade muito diferente das cortes europeias”, conta a autora, que, entre outras fontes, mergulhou nos arquivos do Museu Imperial de Petrópolis e da Biblioteca Nacional para encontrar vasta correspondência trocada entre os amantes, o marido e a esposa e a correspondência diplomática. “Essa vida privada do imperador muito exposta incomodava a corte, a sociedade, e colocava em dúvida a sua capacidade de liderar.” Mas a paixão por Titília, como ele a chamava, era avassaladora. “D. Pedro, com Domitila, se refere a Leopoldina como a proprietária, diz que com a imperatriz faz amor de matrimônio e com ela, de devoção.” Segundo Mary, enquanto o imperador deixava Leopoldina sem dinheiro, cobria a mar-
D. Pedro I, imperador do Brasil, casado com Maria Leopoldina, e a Marquesa de Santos, sua amante. membro ativo do Partido Liberal, esposa do presidente da Província (Rafael Tobias de Aguiar), dama benemérita e ligada à maçonaria. Segundo um dos maiores especialistas na história da Marquesa de Santos, o escritor Paulo Rezzutti, Domitila nasceu na rua José Bonifácio (antiga rua do Ouvidor), no Centro, em família tradicional. O pai era português dos Açores, militar de carreira, e mãe de família tradicional paulista, da região de São Sebastião, muito antiga. “Com 15 anos ela se casa um oficial do Corpo dos Dragões de Minas, o alferes Felício Pinto Coelho de Mendonça. Era de faO Solar da Marquesa, na rua Roberto Simonsen, no Centro da cidade. mília muito rica, mas mostrouse violento e chegou a esfaquesa de joias e outros bens. Domitila em duquesa e casar- queá-la na rua Tabatinguera, A esposa, deprimida, ainda se com ela. Juntar-se a uma bra- onde havia uma bica, mais ou foi obrigada a engolir a convi- sileira era importante, era co- menos onde hoje é a Capela de vência com a prole de Pedro I mo possuir o Brasil. E Domitila Santa Luzia”, conta Rezzutti, com Domitila. “Leopoldina não não era uma qualquer. Era de autor do livro "Titília e o Demoquis se comunicar nem com família tradicional. Foi buscar não, Cartas Inéditas de D. Pedro portugueses, nem com a corte. na sua genealogia até um pa- I à Marquesa de Santos", e que deve lançar em setembro a bioDe cara se indispôs com a so- rentesco com Inês de Castro.” gra, Carlota Joaquina.” Numa Mais do que isso. Segundo grafia dessa paulistana tão iluscorrespondência, segundo a "Genealogia Paulistana", de tre. Depois ela conseguiu se seautora, o pai confessa que a fi- Luiz Gonzaga da Silva Leme, parar legalmente dele. Conheceu D. Pedro I em lha não tinha estofo para en- Domitila foi a 25ª bisneta de frentar a situação. Carlos Magno, a 18ª bisneta de agosto de 1822. ProvavelmenSua posição pouco agressiva D. Afonso Henriques e a 9ª so- te apresentada pelo irmão, também militar e que estava na frente aos comentários (chega- brinha de Tibiriçá vam a colar cartazes pela cidaMas o imperador se casa com comitiva do príncipe. “Na época de ridicularizando as relações a princesa Amélia, da Bavária. ela morava com os pais na reextra-conjugais do imperador), Em 1829. E está terminado o ro- gião da Liberdade.” Foi uma passava por uma certa negli- mance com a marquesa, uma paixão avassaladora. Em 1823 gência. Uma das novidades en- mulher que viria se revelar em ela já estava na corte, no Rio, de contradas por Mary na pesqui- São Paulo, para onde voltou onde volta em 1829. Depois se sa foi que o casal de amantes lia uma empresária de sucesso, envolve com Tobias de Aguiar. Mas só se casa as memórias de Luís XIV, rei da com ele vários França, e D. Pedro I começou a anos depois. imitá-lo, reconhecendo filhos Torna-se probastardos, impondo preferidas tetora dos meà corte. “Mas ele não percebeu nos afortunaque esse comportamento estados, entre eles va ultrapassado na Europa do estudantes da século 19 e passou a ser visto Faculdade de como um homem que se deixa Direito do Lardominar pela amante.” go São FranA má fama do imperador cisco. quase o impediu de conseguir Q u e m q u iuma nova esposa nobre após a ser conhecer morte de Leopoldina, em 1826. No solar, objetos que pertenceram à marquesa. melhor essa “Chegou a cogitar transformar
paulista de raiz, como se referem alguns historiadores, pode começar pela exposição de longa duração "A Marquesa de Santos: uma mulher, um tempo, um lugar", na rua Roberto Simonsen, antiga rua do Carmo, no Centro da cidade. A mostra tem lugar no Solar da Marquesa e marca a reabertura, após restauro, da residência de Domitila entre 1834 e 1867 (quando morreu), um espaço cultural da Prefeitura. “Na época era a rua do Carmo, ali bem próximo do Pátio do Colégio. Há fotos do Militão, de 1862, que retratam o local. São Paulo era um ambiente rústico, de passagem de tropas. O imóvel passou por muitas reformas, mas há três cômodos no andar superior que estão bem preservados”, explica Heloísa. A exposição, no térreo, reproduz costume da época que reservava a parte de cima para ala social. No nível da rua ficavam carruagens e animais, eventualmente escravos. “A casa era de taipa de pilão e reúne dois lotes, que se estendiam até o rio Tamanduateí.” No pavimento inferior do solar estão fragmentos arqueológicos, como pedaços de loucas, contas de colar, escova de dentes, tudo do século 19. O solar era, nos tempos de Domitila, um lugar de festas, saraus frequentados pela elite paulistana. Há móveis da época e muitos documentos, além de trilha sonora especial. Na noite de quinta-feira, excepcionalmente o museu ficou aberto para receber um grupo de cerca de 250 pessoas que participou da tradicional Caminhada Noturna, um programa que ocorre todas as quintas-feiras, a partir das 20 horas, com saída do Teatro Municipal e revela pontos interessantes do centro. O cicerone de ontem foi Paulo Rezzutti, que apresentou aos visitantes alguns pontos da cidade frequentados por Domitila no século 19.
"Minha trisavó era uma mulher muito além de amante"
“U
m enorme orgulho.” Esse é o sentimento de Marina Maya Pereira de Almeida, de 81 anos, em relação à marquesa de Santos. “Minha trisavó era uma mulher bacana. Foi adiantada para a época, muito além desse perfil de amante do imperador”, afirma. Ela lembra que a família é muito antiga e tradicional. “Vem de Inês de Castro.” Não sabe se herdou algum traço da personalidade da parente famosa. “Ela foi uma excelente mulher de negócios, benemérita. Gostaria de ter herdado alguma coisa sim.” A paulistana Marina, que foi fazendeira por muitos anos e hoje mora em Campinas, se lembra que suas tias-avós se referiam a Domitila como VovóMarquesa. “Eu era garota e um dia disse que ela tinha sido espertinha e as tias ficaram muito bravas.” Hoje entende melhor a mulher espetacular que foi a trisavó. “Está enterrada no Cemitério da Consolação. Doou o terreno e até hoje são depositadas flores em seu túmulo.” Segundo o historiador Paulo Rezzutti, porém, há uma versão de que a marquesa teria doado a capela e todos os acessórios e não o terreno. (M.F.)
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COM DESCONTOS A Cidade sediará também, entre 27 de abril e 1º de maio, a São Paulo Best Week Indy, semana de descontos em mais de 150 estabelecimentos.
distritais
Fórmula Indy: motores roncam na zona norte. José Cordeiro/SPTuris/Divulgação
Expectativa é que a corrida, realizada na região do Anhembi, traga R$ 80 milhões para a Capital. Distrital Norte festeja a movimentação no comércio e na rede hoteleira locais. André de Almeida
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capital paulista já está pronta para receber a terceira edição da São Paulo Indy 300, uma das categorias mais disputadas do automobilismo. A corrida, que acontece no Anhembi no próximo domingo, deve atrair para a Cidade sete mil turistas, do País e de fora dele, o equivalente a 18% do público previsto. A expectativa da São Paulo Turismo (SPTuris), com base nos números de 2011, é que a competição movimente R$ 80 milhões. A Cidade sediará também, entre os dias 27 deste mês e 1º de maio, a São Paulo Best Week Indy (SPBW), tradicional semana de descontos e benefícios que terá a participação de mais de 150 estabelecimentos. De acordo com o presidente da SPTuris, Marcelo Rehder, o número de visitantes poderá ser ainda maior pois, além da corrida e da SPBW, haverá o feriado do Dia do Trabalhador (1º de maio), na terça-feira. Hotelaria -N a o p i n i ã o d e Rehder, o setor de hotelaria será o mais beneficiado com a realização dos dois eventos. "Os hotéis, naturalmente, apresentam uma pequena queda quando há um feriado longo como esse. A Indy e a SPBW, de certa forma, servirão para manter hotéis lotados na Cidade", diz. "Além de promover a oferta de hospedagem, a SPBW engloba gastronomia, espaços de lazer, promoções e ofertas para quem estiver em São Paulo", acrescenta. Um dos hotéis mais procurados por causa da Indy é o Holiday Inn Parque Anhembi, que tem localização estratégica, bem ao lado do local onde acontece a corrida. Segundo o gerente do empreendimento do hotel, Flávio Andrade, as primeiras reservas foram feitas há mais de dois meses e desde a semana passada não há quartos disponíveis para o período da prova automobilística. "Para o hotel, é o principal evento do ano, junto com o Carnaval. Recebemos turistas de vários Estados, todos em busca de lazer", afirma Andrade. Opções - Tanto o presidente da SPTuris quanto o superintendente da Distrital Norte da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), João Bico de Souza, concordam que esses turistas terão inúmeras opções de lazer, inclusive na zona norte da cidade. "As pessoas sempre acabam procurando opções mais acessíveis para comer, sair, se divertir. O comércio e o setor de serviços serão diretamente beneficiados", diz Souza. Para Rehder, a região norte da Cidade disponibiliza opções de lazer, uma delas é o Parque da Juventude e seus equipamentos esportivos. Quem gosta de grafite, pode visitar o Museu Aberto de Arte Urbana, na avenida Cruzeiro do Sul, com desenhos
Sambódromo (acima) está pronto para a Fórmula Indy. À direita, o Holiday Inn Parque Anhembi, já lotado.
O comércio e o setor de serviços serão diretamente beneficiados com a corrida. JOÃO BICO DE SOUZA, SUPERINTENDENTE DA
DISTRITAL NORTE
artísticos nas colunas sob a linha do Metrô. "É uma belíssima galeria de arte ao ar livre, e o melhor, é gratuita". Próximo ao Anhembi, o presidente da SPTuris lembrou que também é possível conhecer a região do Parque e Estação da Luz e aproveitar a Pinacoteca do Estado, o Museu da Língua Portuguesa e o Museu de Arte Sacra. Comércio e serviços à par-
G Ir Agendas da Associação e das distritais
Hoje I Butantã – Às 10h, reunião
do Comitê Técnico de Política Urbana. Rua Alvarenga, 591. I Miami – O vice-presidente da ACSP Luiz Roberto Gonçalves recebe o Commissioner de Miami, Marc Sarnoff. Às 11h, rua Boa Vista, 51/11º andar. I Jabaquara – Às 17h, reunião do Comitê Técnico de Política Urbana distrital. Av. Santa Catarina, 641. I Tatuapé – Às 19h30, reunião do Núcleo Automotivo do Empreender. Rua Apucarana, 1.388. I Penha – Das 8h30 às 17h30, campanha fralda geriátrica. Av. Gabriela Mistral, 199.
Amanhã I Vila Maria – Às 8h30, 16ª
te, um dos principais benefícios da Fórmula Indy para São Paulo será o ganho de visibilidade. A prova será transmitida para mais de 200 países e dezenas de veículos de comunicação do mundo todo enviarão jornalistas à Cidade. "Com a vinda de Rubens Barrichello para a categoria, o evento também despertará mais curiosidade e repercussão", ressalta Rehder. Estrutura - A montagem da estrutura para a São Paulo Indy 300 está praticamente concluída e o circuito de rua já pode ser visto. Os malotões, grades de proteção, cabos de aço e guard rails já foram colocados. A pista do Sambódromo do Anhembi foi raspada e está preparada para garantir a aderência adequada aos carros de corrida. Entre as novidades na estrutura deste ano, o destaque é o sistema de drenagem implantado em alguns trechos do trajeto, localizados nas proximidades da Rua Prof. Milton Rodrigues e da Avenida Olavo
reunião ordinária e palestra 'Desenvolvimento De Lideranças Para Novos Desafios', com Pedro Morbach. Rua do Imperador, 1660. I Penha – Às 19h, reunião da Associação Viva Penha. Av. Gabriela Mistral, 199. I Jabaquara – ÁS 19h30, a distrital, por meio do Conselho de Setor de Serviços, promove palestra a 'Compensação de Dívidas Públicas para o Pequeno e Médio Empresário', com Eduardo Diamantino Bonfim e Silva, da Comissão Especial de Assuntos Relativos aos Precatórios Judiciais da OAB e sócio da Diamantino Advogados Associados. No mesmo horário, 17ª reunião ordinária da Diretoria Executiva e Conselho Diretor Av. Santa Catarina, 641. I Pinheiros – Às 19h30, reunião do Conselho Comunitário de Segurança. Simão Álvares, 517. I São Miguel – Às 19h30, 12ª reunião ordinária da
Com Rubens Barrichello na categoria, o evento despertará mais curiosidade e repercussão. MARCELO REHDER, PRESIDENTE DA SPTURIS Fontoura. Nesses pontos foram instaladas canaletas para facilitar o escoamento da água em caso de chuva. Já na Dispersão, a ampliação do espaço, de 7 mil para 14 mil metros quadrados, concluída no Carnaval deste ano, também vai beneficiar o evento. A arquibancada situada no trecho sofreu uma pequena mudança de posição para possibilitar uma vi-
Diretoria Executiva e Conselho Diretor. Av. Marechal Tito, 1042. I Tatuapé – Às 19h30, reunião do núcleo de Gastronomia do Empreender. Rua Apucarana, 1.388. I Vila Maria – Às 19h30, reunião Empreender do Núcleo de Mecânica e palestra 'Instruções sobre Manutenção Preventiva em Equipamentos, Novas Receitas e Adequação Ambiental na Oficina'. Rua Jovita, 309.
Quarta I Noroeste – Às 11h30, a
Almoço de Negócios e palestra 'Substituição Tributária e Análise de Risco com o Fisco', com o presidente do Sescon-SP, José Maria Chapina Alcazar. R$ 35. R. Luis Braille, 8. I Butantã – Às 19h30, reunião ordinária da Diretoria Executiva e Conselho Diretor . Rua Alvarenga, 591. I Pinheiros – Às 19h30,
sibilidade mais ampla para a pista da marginal e a entrada do Sambódromo. Trânsito - Para garantir a acesso do público, assim como a segurança e a fluidez do trânsito no entorno do Anhembi, a Secretaria Municipal de Transportes implantará uma operação especial de tráfego e transporte durante a corrida. Entre as ações programadas pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) estão os bloqueios de vias como a avenida Olavo Fontoura e um trecho da pista local da Marginal Tietê, além de reforço do monitoramento, da orientação e da fiscalização do tráfego. Os bloqueios da CET, de-
apresentação do 'Programa Melhor Crédito Caixa', em parceria com a Agência Clínicas da CEF. Rua Simão Álvares, 517. I Santo Amaro – Às 19h30, reunião da Diretoria Executiva e Conselho Diretor. Av. Mário Lopes Leão, 406. I Tatuapé – Às 19h30, palestra gratuita 'Marketing Para Pequenas e Médias Empresas', com Daniella Borges de Brito. Rua Apucarana, 1.388. Reserva: dtatuape@acsp.com.br ou 2093-3411/ 11 2092-2979. I Vila Maria– Às 19h30 reunião Empreender Comercio Varejista. Rua do Imperador, 1660 .
Quinta I Ciclo – Às 8h30, Ciclo
eCommerce Meeting 2012 – distritais Centro, Norte e Vila Maria. Confirmação: 29733708/2979-4504 dnorte@acsp.com.br. I Pinheiros – Às 11h30, reunião do Comitê Técnico de Política Urbana. Rua
pendendo das vias, se iniciarão às 23h59 de quinta, dia 26, e prosseguirão até as 20h de domingo, dia da corrida. "Os transtornos que a corrida irá provocar no tráfego de veículos, principalmente por se tratar de um feriado prolongado, certamente serão justificados pela importância do evento para a cidade", disse João Bico de Souza. Além de divulgar a capital paulista para todo o mundo, na opinião do superintendente, a competição atrairá milhares de turistas, prontos para gastar no comércio, na rede hoteleira e em bares e restaurantes não apenas da Zona Norte, mas de todo o município.
Simão Álvares, 517 I Santo Amaro – Das 14h às
18h, mesa redonda ' Loções para Exportar', com Kathia Bonna, Marcos Bonna, Carlos Redher, Carlos Gustavo de Camargo Ferraz Machado, Rita de Cássia Campagnoli Acea. Inscrições: R$ 80 (associados) e R$ 120 (não associados): Informações: 3244-3500 ou tneuma@acsp.com.br . Av. Mário Lopes Leão, 406. I Mooca – Às 19h, o Sebrae, com apoio do Círculo dos Trabalhadores de Vila Prudente e da Distrital Mooca, realiza a palestra gratuita 'Inova loja Álbum, ferramenta de orientação sobre visual merchandising'. No Círculo de Trabalhadores Cristãos de Vila Prudente, rua José Zappi, 120. Informações e inscrições: 2225-2177 / 0800 570 0800.
Sexta I Penha – Às 9h30 e às
14h30, curso de Coral Infanto Juvenil. Avenida Gabriela Mistral, 199.
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MAIS EMPREGO A nova fábrica de Hortolândia irá gerar 250 empregos diretos e 500 indiretos. Nos últimos seis anos, empresas novas levaram 16 mil postos para a cidade.
regionais
Primeiro pedido: 54 trens para o Expresso Monotrilho Leste (esq). Hortolândia recebeu 200 empresas nos últimos seis anos. Estão na cidade IBM (acima), EMS e CAF.
Hortolândia entra nos trilhos A cidade, a 115 quilômetros da Capital, sedia a primeira fabricante de monotrilhos do País, a Bombardier. A produção visa os mercados interno e externo. André de Almeida
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Fotos: Divulgação
om investimentos de R$ 15 milhões, foi inaugurada em Hortolândia, na semana passada, a fábrica de monotrilhos da Bombardier, a primeira do segmento no País. A iniciativa reflete o bom momento econômico pelo qual passa o município, que fica a 115 quilômetros da Capital e que abriu as portas, apenas nos últimos seis anos, para mais de 200 novas empresas, gerando 16 mil empregos diretos e indiretos na cidade. Muitas dessas empresas, inclusive, são fornecedoras de produtos para o setor ferroviário, que emprega mais de três mil trabalhadores. "A Bombardier contribuirá ainda mais para o desenvolvimento de Hortolândia, que volta a ser referência nacional no segmento, por comportar grandes produtoras de equipamentos para ferrovia, com a mais alta tecnologia", disse o prefeito de Hortolândia, Angelo Perugini. Antes da Bombardier, a CAF, fabricante de trens, também se instalou na cidade. Além destas duas, Hortolândia sedia as empresas IBM, EMS, Wickbold, Dell Computadores e Magnetti Marelli. As empresas, segundo o prefeito, obtiveram incentivos fiscais para se instalar na região. A localização de Hortolândia também é estratégica, próxima a Campinas e ao Aeroporto de Viracopos, de importantes e renomadas universidades, como a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e das rodovias Anhanguera, Bandeirantes e D. Pedro I. Desde 2001- A expansão da unidade fabril da Bombardier, que desde 2001 mantinha em Hortolândia seu centro industrial e de engenharia, gerará 250 empregos diretos e aproximadamente 500 indiretos, por conta do aumento nas atividades locais dos fornecedores. A empresa é uma das que passam a ocupar o terreno da antiga Companhia Brasileira de Materiais Ferroviários (Cobrasma), que encerrou suas atividades em 1993 depois de pedidos de concordata.
A fábrica (acima) foi inaugura pelo governador Alckmin (esq.)
Com fabricantes de produtos para ferrovia, a cidade volta a ser referência nacional no segmento. As novas instalações industriais da Bombardier, segundo o diretor de Relações Institucionais da empresa para a América Latina, Luis Ramos, foram criadas para atender todos os projetos de monotrilhos no Brasil e no mundo. O primeiro pedido é a entrega de 54 trens, de sete carros cada um, para o Expresso Monotrilho Leste, que ligará a estação Vila Prudente da Linha 2-Verde do Metrô até Cidade Tiradentes, no extremo leste de São Paulo.
O novo sistema, com 24 quilômetros de extensão e 17 estações, beneficiará diariamente mais de 500 mil usuários. "O primeiro trem do Expresso Monotrilho Leste será entregue até o final do ano. A fábrica, que atualmente trabalha com cerca de 40% de componentes nacionais, deve ampliar esse porcentual para 60% até dezembro", afirmou Ramos. O executivo reforçou ainda que a Bombardier vai centralizar sua produção mundial de
A Wickbold também está no município. Empresas novas geraram 16 mil empregos.
ANGELO PERUGINI, PREFEITO DE HORTOLÂNDIA monotrilhos na unidade de Hortolândia, mas a fábrica em Kingston, no Canadá, continuará operando. A capacidade de produção da nova unidade fabril é de um vagão de monotrilho por dia. Impactos - Na opinião do presidente da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Hortolândia (Aciah), Paulo José Beleboni, o crescimento industrial na cidade, incluindo a inauguração da nova unidade da Bombardier, só traz benefícios ao município. "Milhares de empregos diretos e indiretos foram gerados nos últimos anos. Com isso, aumentou o consumo no comércio e no segmento de serviços". Empreendedores aproveitaram o aumento do poder aquisitivo da população e a inserção de novos trabalhadores
s origenes de Hortolândia remontam ao final do século 18 e o começo do século 19, quando a região pertencia às sesmarias de Joaquim José Teixeira Nogueira, um dono de engenho de canade-açúcar. O local era ponto de parada de tropeiros, colonos e escravos, que costumavam descansar à beira de um riacho. Era ali que os viajantes preparavam um pirão feito com farinha de mandioca, cachaça, açúcar e mel – o Jacuba, que acabou batizando o vilarejo. O marco definitivo para o reconhecimento de Jacuba veio com a inauguração da estação ferroviária de Campinas, em 1872. Os trens passavam pelo povoado, mas ainda sem parada. Somente 45 anos depois foi construída a a Estação Jacuba. A característica urbana da cidade começou em agosto de 1947, quando a Prefeitura de Campinas autorizou o primeiro loteamento, o Parque Ortolândia, um empreendimento de João Ortolan. O empresário era proprietário da Cerâmica Ortolan, depois chamada Cerâmica Sumaré, a primeira fábrica instalada na então Jacuba. Outro empreendimento importante para a consolidação urbana da região foi o Colégio Adventista. Até esse período, o vilarejo
no mercado para abrir novos estabelecimentos no município. Um exemplo é o Shopping de Hortolândia, o primeiro grande centro de compras da cidade, inaugurado em novembro, com 120 lojas. Outro empreendimento, ainda em construção, é o primeiro grande hotel da cidade, que terá, inclusive, centro de convenções. "Precisamos oferecer opções de lazer e serviços para segurar os consumidores e executivos em Hortolândia", ressaltou Beleboni.
integrava a área do distrito de Sumaré, pertencente a Campinas. Foi em 1953, por meio da Lei Estadual 2.456, que Sumaré recebeu status de município e Jacuba adquiriu o título de Distrito de Paz. A mudança do nome do distrito ocorreu no ano seguinte, pois Jacuba já batizava outra localidade na região de Arealva. A antiga Jacuba passou a se chamar Hortolândia por meio de um projeto de lei, numa homenagem a João Ortolan. A letra "H" teria sido um erro de ortografia, conforme 'causo' contado por antigos moradores. O crescimento relâmpago de Hortolândia resultou no crescimento dos recursos gerados pelo distrito. Na década de 1980, por exemplo, o distrito respondia pela maior parte da arrecadação de Sumaré, mais de 60%. No entanto, era carente de investimentos nas áreas de infraestrutura e social. Nasceu, naquele momento, um movimento popular pela emancipação político-administrativa. Foi em 19 de maio de 1991 que 19.081 eleitores votaram 'sim' no plebiscito que decidiu pela emancipação do distrito. Nascia, assim, pela vontade popular, o município de Hortolândia, formado por 110 mil habitantes. Atualmente, a cidade tem aproximadamente 200 mil habitantes.
Reivindicações - Durante a inauguração da fábrica de monotrilhos, o prefeito de Hortolândia aproveitou a presença do governador Geraldo Alckmin para pedir uma unidade da Fatec (Faculdade de Tecnologia) para a cidade, visando a qualificação de mão de obra para o setor ferroviário. Outro pedido de Perugini foi a construção de um viaduto, ligando o Jardim Nova Europa a Sumaré. A obra facilitaria o acesso das empresas à rodovia Anhanguera.
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ALQUIMIA Destiladas em alambiques de cobre, algumas cachaças são vendidas a preço de ouro. Elas, que já foram perseguidas e proibidas, têm tudo para conquistar destaque na pauta de exportações.
Fotos: Paulo Pampolin / Hype
a nobre brasileira A história da pinga confunde-se com o desenvolvimento do País. Ela é o destilado mais versátil do mundo. Reproduções do livro Cachaça a bebida brasileira, de Erwin Weimann.
Cercada de lendas, esta mitológica Havana de Anísio Santiago vale R$ 25 mil.
O Brasil é a única terra em que a rainha dos destilados repousa em mais de 30 tipos de madeira. Na ilustração, de Joannes Blaeu (1663), o Engenho Paraíba.
Kleber Gutierrez
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estilada em mitos e lendas, a cachaça sempre decantou suas polêmicas. A mais recente foi presidencial, quando Dilma Rousseff trouxe na bagagem (na primeira quinzena de abril), a chancela da denominação de origem – o que nem Lula conseguiu – e que reconhece a bebida como produto exclusivamente brasileiro no mercado norte-americano, um mimo ‘gentilmente’ cedido pelo colega Barack Obama. Tudo para garantir que seu bourbon não seja mais considerado uísque no Brasil. "Isso não foi uma conquista da Dilma, é um feito dos produtores e da indústria nacional, resultado de uma luta de 40 anos em negociações entre a categoria e os Estados Unidos". A elucidação do fato é feita por Cesar Rosa, homem que comanda o Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac) e dono de algumas das mais vendidas aguardentes de cana do País. Ainda assim, foi de sua lavra (em edição limitada) – uma Velho Barreiro Diamond, avaliada em R$ 212 mil e cravejada de diamantes – o presente dado ao mandatário do norte. Independentemente do 'pai da criança', Rosa comemora a conquista que dá à cachaça as cores da bandeira que tremula por aqui, assim como a tequila balança os sombreros mexicanos e o scotch dança na barra dos kilts escoceses. Principalmente porque isso abre a possibilidade de os produtores trabalharem melhor a inserção de seus itens no maior mercado (de consumo e de formação de opinião) de destilados de todo o mundo. "Agora, cachaça é brasileira.
Uma oportunidade perdida pelos russos e sua vodca, que pode ser produzida com esse nome em qualquer lugar". A denominação de origem pode facilitar o trânsito da canjibrina (mais um entre os centenas de sinônimos listados pelo folclorista Luís da Câmara Cascudo) pelo planeta. E ampliar a presença de nossas marcas lá fora. Atualmente, apenas 1% da canhasca segue viagem ao exterior. O principal vertedouro está na Alemanha, mas 70% das compras levam nossa branquinha a granel, para ser engarrafada entre chucrutes e salsichas que apagam os traços da brasilidade.
Assim, outros 59 países completam os parcos 9,8 milhões de litros exportados em 2011, por US$ 17,28 milhões. Resultado: ainda tem pouco gringo encantado com a água que passarinho não bebe. A produção atual é de 700 milhões de litros por ano, para uma capacidade instalada de 1,2 bilhão de litros. Ou seja, nossos 40 mil produtores – e suas 4 mil marcas certificadas pelo Ministério da Agricultura – estão preparados para destilar outros 500 milhões de litros de catinguenta. Rosa e seus parceiros agor a v ã o s e r v i r o r e c o n h e c imento norte-americano em
O xilogravurista J. Borges retratou o flerte com a bebida estudada por Câmara Cascudo
taças finas nos corredores da Organização Mundial do Comércio (OMC), onde há 10 anos mantêm tratativas em busca de igual resultado. Ele lamenta, contudo, que a jornada não seja "oficialmente apoiada" pelo governo federal, nem pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) "após sete anos de tentativas". "Quem nos apoiou nos Estados Unidos foi o Sebrae de Pernambuco." De barro – Que hoje a canha é verde-amarela não há mais dúvidas. Mas ninguém tem notícia de seu registro de nascimento. "Ela nasceu em algum lugar da América Latina. Nem europeus e muito menos os africanos conheciam a destilação da canade-açúcar." É o que diz Erwin Weimann, autor de um dos grandes livros sobre o tema (veja mais na página seguinte). Conforme ele, os destilados surgem quando o homem entra no ciclo das navegações (1450-1500) e as bebidas fermentadas se mostram inúteis para longas travessias. No Brasil, a péla-goela era destilada nos alambiques de barro trazidos pelos europeus para matar saudades de suas bagaceiras e congêneres. Weimann vê como "romântica" a história de que uma gota da preciosa teria ungido os músculos cansados de um escravo negro e surgido para o mundo, nome e sabor únicos: pinga! O fato é que a quebra-munheca logo conquistou destaque: o sangue da cana pelo dos escravos africanos, comprados e apaziguados por esse ouro líquido. Até Dona Maria, a Louca, declarou guerra a essa Macunaíma danada que, preguiçosa e gradativamente, escoava os cofres da monarca.
Lenda viva – Várias regiões produzem boas cachaças, desde Pernambuco – onde nasceu o primeiro engenho de cana do Brasil – até o Rio Grande do Sul. Mas uma cidade em Minas gerais é a meca do mé: Salinas. Com 60 marcas e produção anual estimada em cinco milhões de litros, é de lá que sai para o mundo, desde 1943, uma das mais cultuadas pringomeias que já se deslindou: Havana, de Anísio Santiago. Seu neto, Roberto Carlos Morais Santiago garante que a família mantém o processo forjado pelo patriarca. E que "não há o menor interesse em aumentar a produção, muito menos o tempo de envelhecimento". Seu volume médio é de 15 mil litros por safra, envelhecidos por dez anos em dornas de bálsamo ancestral. Requisitada, pode facilmente atingir R$ 200 por garrafa. Mas uma rara mesmo, como a encontrada no Empório Santa Therezinha, no Mercado Municipal de São Paulo, não é vendida por menos de R$ 25 mil. Ela possui primas mais modestas, de R$ 18 mil, R$ 3,5 mil... Quem afasta essas beldades etílicas dos menos endinheirados é a vendedora Daniela Soares. Para os simples mortais, ela dispõe de dezenas de rótulos vindos de todos os cantos. E se encarrega de despachar pelo menos 300 deles todos os meses. "Vendo mais cachaça que uísque. Em setembro, então, durante o Festival da Cachaça o resultado triplica". Para quem pretende perseguir a apaga-tristeza, os cineastas Gabriela Barreto e Felipe Jannuzzi criaram o Mapa da Cachaça. Site que desnuda a história dessa brasileirinha, e mostra onde encontrar uma engasga-gato de primeira.
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Torço para que a cachaça conquiste o lugar que merece Leandro Batista, sommelier de cachaça Paulo Pampolin / Hype
Marcos Mendes/Luz
a musa caipira lembra-se do preconceito que sofria por ser uma 'menina' entre peões. Ela, que aprendeu a tocar viola "de tanto ver e ouvir", esclarece que não há 'um' autor que possa declarar como seus os versos tão presentes no imaginário popular: 'a marvada pinga que me atrapaia...' Assim como o precioso líquido que dá nome à moda não tem uma origem precisamente rastreada pelos
historiadores, a moda foi "colhida do cancioneiro popular, do folclore". É um bem de todos os brasileiros. "E não pertence a ninguém especificamente como tentam fazer com essa e outras criações da cultura popular". "Nós nos reuníamos depois da lida, nas fazendas de minha infância, dos meus tios, pelo interior paulista e cada um ia cantando, acrescentando um verso. A letra mudava todo dia, porque variava o convidado. Era muito de improviso", recorda a diva da música de raiz, termo que ela cunhou. Se ela gosta de bebericar uma danada: "Pura? Só aquelas do alambique do rei, que sei como foram feitas"... E, rindo, confessa gostar mesmo é de caipirinha, sempre sem gelo, "pra não estragar a voz" e, nas tardes de sábado, quando saboreia, invariavelmente, sua estimada feijoada. Marvada, a pinga? Nunca, assegura. "Acho mesmo é que ela deveria estar brilhando no mundo inteiro. Ela merece, tem muita bebida fajuta por aí".
P
esquisador há mais de 30 anos da filhado-senhor-doengenho, o escritor Erwin Weimann declarou sua paixão no livro Cachaça a bebida brasileira , da editora Terceiro Nome. No trabalho, ele percorre os caminhos trilhados pela glostora desde o primeiro engenho de cana que se tem notícia, em 1516, até as receitas culinárias que podem levar a tirajuízo em seu preparo nos dias de hoje. Weimann enaltece as chamadas pingas artesanais, responsáveis, segundo ele, por "manter mais empregos no Brasil do que a indústria automotiva". E assegura que não há destilado mais versátil no mundo do que a cachaça, que pode ser armazenada ou envelhecida em mais de 30 diferentes tipos de madeiras nativas. "O que confere sabores incríveis. Além das
Chique: um sommelier pra danada.
possibilidades dos chamados licores, quando a cachaça é misturada a frutos ou outros ingredientes." O estudioso explica que o uísque, principalmente o adorado blend (mistura), só nasceu porque, no século 18, "uma mosca americana, a filoxera, dizimou os parreirais europeus, cujas uvas eram destinadas à produção do conhaque, que era a bebida realmente apreciada por grande parte do mundo". Como os escoceses "não tinham produção suficiente para abastecer o mercado, criaram o blend, misturando a criação de vários produtores". Quanto à propalada influência do solo no resultado da cachaça, Weimann é taxativo: o terroir só pode interferir no vinho. "Pegue uma cana incrível, dê a um mau alambiqueiro, e ele produzirá uma tranqueira..." ução
F
olclorista, cantora e apresentadora do programa Viola, Minha Viola, na TV Cultura (há 28 anos ininterruptamente no ar), Inezita Barroso ficou famosa nas rodas de viola entoando a Moda da Pinga. Com 61 anos de carreira,
O mais versátil dos destilados
Reprod
Nada de 'marvada' para Inezita
Weber Haus: a gaúcha que pegou Batista.
A
forra-peito pode estar se despedindo de uma de suas qualificações pejorativas: cobertor-de-pobre. Cada vez mais, a malafa arregimenta nobres convivas. Agora, tem até sommelier. Leandro Batista é o responsável por harmonizar as caçarolas do restaurante Mocotó com as mais de 350 manguaças garimpadas Brasil afora. Com isso, um crocante torresminho pode ser abraçado pela doçura de uma teimosa adormecida em umburana: "Com suas notas de baunilha e canela, cuida de adoçar a vivência". Nessa cadência, Batista vai desvendando as características das variadas madeiras brasileiras que servem de descanso para as ximbiras. "O bálsamo vai dar
S AIBA M AIS Instituto Brasileiro da Cachaça www.ibrac.net Cachaça a bebida brasileira autor: Erwin Weimann Editora Terceiro Nome www.terceironome.com.br Roberto Carlos Morais Santiago O herdeiro conta a trajetória da família e mostra o cotidiano da mais reconhecida região produtora do País: Salinas - MG http://robertosantiago.blogspot.com.br
Empório Santa Therezinha Mercado Municipal - SP Shopping Parque Dom Pedro - Campinas Barra da Tijuca - RJ www.statherezinha.com.br Mapa da Cachaça Conheça marcas, histórias, regiões e produtores. O site aceita inclusão, no guia, de cachaças não cadastradas. Há vídeos com depoimentos e reconhecimento dos alambiques. http://mapadacachaca.com.br
Inezita Barroso www.inezitabarroso.com.br Leandro Batista - Restaurante Mocotó O sommelier apresenta um mix de dez cachaças para degustação. Não abre às terças-feiras. www.mocoto.com.br
toques de anis; no pau-brasil vai ficar meio amarga. No amendoim não ganhará cor, mas terá sua acidez reduzida..." Ele explica que a cachaça, ao ser cheirada, "não pode agredir o nariz, lembrar acetona ou esmalte, nem arrepiar os pêlos do braço". E oferece algumas pistas, presentes nos rtótulos, para os não iniciados. Envelhecida – fica pelo menos um ano em barris de até 700 litros de capacidade. Tonéis menores aumentam o contato da bebida com a madeira e ampliam a presença de sabores. Armazenada – não tem tempo de maturação determinado, mas fica em tonéis com mais de 700 litros. Premium – de um a três anos em barris de até 700 litros. 100% envelhecida. Extra-premium – acima de três anos.
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www.dcomercio.com.br
Moda inusitada A primeira edição da Virgine Magazine traz imagens de roupas feitas de materiais inusitados. Fotos de Ryan Yoon. Mais no site abaixo. http://bit.ly/Jeb04X
S ERVIÇO SECRETO
E SCULTURA
Escândalo sexual na mira
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escândalo sexual envolvendo agentes da segurança americana e prostitutas colombianas na véspera da Cúpula das Américas, em Cartagena (Colômbia), já custou o emprego de seis membros do Serviço Secreto dos Estados Unidos e pode gerar ainda mais demissões, segundo legisladores. Em declarações ao programa de televisão Meet the Press,o presidente do Comitê de Segu-
rança Nacional da Câmara dos Representantes, o republicano Peter King, disse ontem que nos próximos dias outros integrantes do Serviço Secreto abandonarão a instituição. Enquanto isso, o também republicano Darrell Issa, presidente do Comitê de Supervisão e Reforma Governamental na Câmara, informou que outro integrante do grupo responsável pela segurança presidencial receberá uma sanção administrativa.
O agente teria decidido sair do episódio ao descobrir que a mulher com a qual estava era uma prostituta. Pagamento – O caso foi descoberto por causa de uma briga entre um dos agentes do Serviço Secreto e uma prostituta sobre pagamento. Segundo os meios de comunicação americanos, aparentemente ele havia acertado pagar US$ 800 à mulher por uma noite, mas na manhã seguinte só lhe ofereceu US$ 30. (Efe)
Francois Lenoir/Reuters
Crânio pneumático Pneus velhos se combinam nesta escultura de crânio do artista italiano Stefano Bombardieri.
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Alguns dos participantes do concurso de melhor bigode, em Bruxelas, na Bélgica. O ganhador, um belga, aparece na primeira foto, no alto à esquerda.
www.stefanobombardieri.it
D IA DA TERRA Sukree Sukplang/Reuters
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Centenas de monges budistas se reuniram ontem para promover a paz mundial e celebrar o Dia da Terra no templo Wat Phra Dhammakaya, na província de Pathum Thani, ao norte de Bangcoc, capital da Tailândia.
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NAVES 'Através das Cores' traz obras do artista plástico Rodrigo Naves. Espaço Revista Cult. Rua Inácio Pereira da Rocha, 400, Vila Madalena, das 11h30 às 20h30. Grátis.
A RTE A CIDENTE
Raízes fortes
Retratos em 3D
EYE é um vaso que permite controlar a umidade e nutrientes da terra. Além disso, é possível ver as raízes da planta e suas condições.
O site Inspire First fez uma seleção de retratos em camadas que criam o efeito 3D. Veja no site.
http://bit.ly/J7iXev
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A TÉ LOGO
Acesse www.dcomercio.com.br para ler a íntegra das notícias abaixo:
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Um terço das próteses de silicone PIP pode se romper, dizem cirurgiões plásticos britânicos.
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Estado de filho do cantor Leonardo é grave; rapaz retornava de show quando seu carro capotou.
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Alvo de recentes restrições de circulação de caminhões, marginal Tietê vai ganhar megashopping.
Morre ator que se enforcou em peça O ator Thiago Klimeck, 27, que se enforcou acidentalmente durante a encenação da Paixão de Cristo no último dia 6, morreu ontem às 17h15. O ator estava internado na UTI da Santa Casa de Itapeva (290 km de SP) em coma profundo e estado gravíssimo desde o acidente. Ele teve hipóxia cerebral grave e prolongada – quando falta oxigênio no cérebro – e ficou quatro minutos sem se mexer até que os demais atores percebessem que ele estava inconsciente. (Folhapress)
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Leandro Moraes/LUZ – 2/5/2011
APLICAÇÃO DE LONGO PRAZO
A Oferta do Magazine Luiza, há quase um ano, foi o último de uma empresa mais conhecida
Você sabe o que é IPO REJANE TAMOTO
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lista de ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) tem uma novidade a partir de hoje: os papéis ordinários (com direito a voto) da locadora de veículos Locamerica. A companhia conclui nesta segunda-feira a operação que é conhecida no mercado financeiro como IPO (sigla em inglês para Initial Public Offering). Nesse tipo de oferta, uma empresa lança ações aos investidores com o objetivo de captar recursos para os mais variados fins, geralmente para investimentos no negócio. A Locamerica, por exemplo, levantou R$ 299 milhões. O IPO da companhia é o primeiro realizado na bolsa desde julho do ano passado e, por isso, comprova a melhora do mercado acionário nacional: quando as ações caem muito, como ocorreu no ano passado, as companhias adiam planos de entrada na bolsa. E a melhora, agora, fica mais clara. Ainda nesta semana começam a ser negociadas as units ("pacotes" com ações preferenciais e ordinárias) do banco de investimentos BTG Pactual (operação que pode chegar a R$ 4,1 bilhões) e está em análise na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um pedido de lançamento de papéis da indústria de móveis Unicasa.
As pessoas físicas podem participar das operações, mas os especialistas em finanças alertam para os grandes riscos de os pequenos investidores comprarem ações que ainda não têm referências históricas de preços. De qualquer maneira, dizem os especialistas, a entrada de mais empresas no mercado é positiva por diversificar as opções para os investidores de todos os portes. O cenário ruim para a renda variável desde o ano passado (em 2011, o Ibovespa, principal índice da bolsa caiu 18%) afetou muito a estreia de mais empresas. A expectativa é de que os IPOs ganhem força a partir da metade do ano, com o aquecimento da economia e a melhora do cenário externo.
Bolsa em alta, mais empresas De forma geral, o número de IPOs aumenta quando a bolsa está subindo porque as empresas conseguem vender mais papéis – e a preços melhores. Para se ter uma ideia, quando o Ibovespa estava em alta expressiva, em 2007, por exemplo, 43 empresas estrearam, o maior número de 2004 a 2011 (veja quadro). "Em 2007, a bolsa subia e todos queriam participar. Além de receber dinheiro para financiar investimentos, a empresa que entra na bolsa fica mais conhecida e tem mais
Estreias na bolsa de valores
Dados de IPOs (sigla em inglês para oferta pública inicial) 40
Quantidade de IPOs
43
30 20
20 10 0
10 5
3
5
10 2*
2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012
*ofertas em andamento Fonte: BM&F Bovespa
Maiores operações
Empresa
A sigla representa a entrada de uma empresa na bolsa e normalmente ocorre em períodos mais calmos no mercado, como o atual.
Volume Conclusão (R$ bilhões) Visanet 8,397 junho/2009 Bovespa Holding 6,625 outubro/2010 BM&F 5,983 novembro/2010 Redecard 4,642 junho/2007 HRT Petróleo 2,481 outubro/2010
Estrangeiros (%)** 57 78 77 72 85
Varejo (%)** 8 9 10 9 2
**Porcentagem investida por cada grupo de investidores em relação ao total vendido Fonte: BM&FBovespa
crédito no mercado", diz o professor do Laboratório de Finanças da Fundação Instituto de Administração (LabFin-FIA), Keyler Carvalho Rocha. Sem mencionar nenhum IPO em específico, a corretora Planner avalia que os investidores têm optado por esperar que a empresa entre na bolsa antes de decidir se adquirem o papel. Isso porque, segundo a corretora, no passado vários IPOs saíram com o preço do papel abaixo do valor estimado no prospecto.
Cuidados extras Bons para as empresas e para os investidores, os IPOs devem ser observados com um cuidado extra por pessoas físicas. Segundo Rocha, do Labfin da FIA, o pequeno investidor deve tomar cuidado com a empolgação. "No caso do BTG Pactual, por exemplo, é preciso observar que banco de investimento é uma atividade nova na bolsa. Não há como comparálo com outro do mesmo setor. É um risco novo", afirma. Sem citar nenhum IPO específico, o administrador de investimentos Fabio Colombo lembra que a pessoa física deve tomar cuidado para não concentrar suas aplicações em uma empresa só. "Pode ser melhor para o pequeno investidor entrar em um fundo de investimento", diz Colombo. Para quem tem aversão ao risco, o professor Rocha, da FIA, recomenda a observação de empresas que já estão no mercado, cujo desempenho é possível de acompanhar.
Além disso, o IPO exige muito estudo e informação – e isso deve ser feito praticamente por conta própria pela pessoa física. Para isso, ela deve ler o prospecto. Esse é um documento muito extenso, com letras minúsculas e termos técnicos, que reúne todas as informações da empresa, planos de investimentos, além de dados sobre suas dívidas. No caso do IPO do BTG Pactual, o prospecto tem cerca de mil páginas. O investidor deve fazer isso sozinho porque uma instrução normativa da CVM proíbe os corretores e analistas de bancos de falar sobre empresas que estão em IPO. A medida visa evitar que os agentes de mercado direcionem, mesmo sem querer, o investidor para papéis que podem não ser tão bons assim. Embora a regulação para proteger acionistas seja necessária, ela acaba travando o interesse da pessoa física por IPOs. "Se quero que o pequeno investidor entre no IPO, preciso dar assessoria a ele. Falo isso pela experiência de receber muitas perguntas de clientes, que não podemos responder. Eles, então, ficam à deriva", afirma o diretor da Novinvest, Silvio Alexandre. Para ele, o ideal seria uma regulação que permitisse ao investidor pessoa física tirar dúvidas não exatamente com os corretores envolvidos no processo de IPO ou na distribuição do papel, mas com profissionais dos departamentos de pesquisas das empresas, que pudessem ajudar na "tradução" de termos e conceitos que constam no prospecto.
ntes de comprar papéis em ofertas iniciais, a pessoa física deve avaliar seu objetivo e prazo de realização do investimento. As operações de curtíssimo prazo – nas quais o investidor compra o papel no IPO e sai no primeiro pregão de alta – tem sido mais difíceis, segundo Silvio Alexandre, diretor da Novinvest. "Cada vez menos as empresas entram com um preço menor e, na sequência, disparam para que o investidor realize o lucro. Por isso, deve ser visto como um investimento de longo prazo", afirma. Para a corretora Planner, algumas empresas que vieram a mercado ainda não conseguiram recuperar o preço de entrada. Das 11 companhias que entraram no mercado de ações em 2011, duas ainda estão no prejuízo desde então (considerando dados até a última quintafeira): a varejista Magazine Luiza (-23%) e a empresa do setor de petróleo e gás Qgep Participações (-32,05%), segundo a Economatica. As empresas que estão entrando na bolsa poderão ter dificuldade de lançar as ações no preço desejado. A estreante Locamerica, por exemplo, tinha o preço estimado por ação de R$ 12,50 em seu prospecto, mas após o bookbuilding (a consulta aos investidores para definição do preço), ele foi a R$ 9. Para o professor de Finanças da Fundação Instituto de Administração (FIA), Keyler Carvalho Rocha, quem tem visão de curto prazo pode ganhar ou perder ao comprar um IPO, mas sempre haverá esse risco. "Não é porque a empresa entrou na bolsa que existe garantia de sucesso." Desde a abertura de capital, no ano passado, as duas companhias que ofereceram o maior retorno foram a Arezzo, de 64,26%, e a Sierrabrasil (48,64%).
16 -.ECONOMIA
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AGENDA 24
Terça-feira
Divulgação do resultado de abril do IPCA-15, pesquisado pelo IBGE.
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Quarta-feira
Banco Central divulga a pesquisa de operações de crédito e juros de março.
27
Sexta-feira
Sai o resultado de março do Índice de Preços ao Produtor, do IBGE.
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Bovespa até tentou engatar uma sessão positiva na última sexta-feira, mas não teve força e terminou a semana como começou: em queda. Porém, o desempenho ao longo da os últimos cinco pregões foi um pouco melhor, o que fez a Bolsa acumular ganho semanal de 0,63%, depois de cair por quatro semanas seguidas. O incentivo para a Bolsa alcançar a máxima de 1,20% (63.369 pontos), ainda na primeira hora do pregão de sexta-feira, veio do índice de confiança dos empresários da Alemanha, que apresentou
Bovespa ensaia RECUPERAÇÃO desempenho acima do esperado. Na segunda etapa dos negócios, a ausência de notícias relevantes fez a Bolsa migrar para o campo negativo, onde permaneceu até o fechamento. O instituto Ifo informou que a confiança dos empresários alemães subiu para 109,9 pontos, de 109,8 em março. A expectativa era de queda para 109,5 pontos.
"O incentivo da Bolsa foi só na abertura, com o índice de confiança da Alemanha. Passado isso, as bolsas lá fora desaceleraram e o Ibovespa não teve força para se sustentar com ganhos", disse um profissional, lembrando ainda que esta foi uma sexta-feira de ressaca de dois vencimentos: na segunda-feira (contratos de opções sobre ações), e na
quarta (vencimento de Ibovespa futuro). Ambos os eventos mexem com o índice por provocarem movimentos atípicos no mercado à vista de ações, ou seja, compras e vendas feitas com o objetivo de fechar posições nos mercados de derivativos. Na sexta-feira, o índice encerrou o dia com recuo de 0,20%, em 62.494 pontos.
As ações de Vale e Petrobras fecharam em direções distintas no último pregão da semana. Os papéis ON da petroleira subiram 0,18% e os PN valorizaram-se 0,05%. Na Nymex, os contratos futuros de petróleo fecharam em alta, o que favoreceu os papéis da estatal brasileira. Já as ações ON e PNA da mineradora caíram 0,23% e 0,33%, respectivamente, na contramão dos metais no mercado internacional. Em Nova York, o índice Dow Jones subiu 0,50% e o S&P 500 ganhou 0,12%. Já o Nasdaq mudou de direção e caiu 0,24%. (AE)
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17 A Alshop e mais de 250 empresários vão às ruas de São Paulo hoje reivindicar a abertura imediata do Shopping JK Iguatemi.
conomia
O grande negócio chamado shopping Os 432 shoppings brasileiros faturaram R$ 108 bilhões em 2011. E a projeção é de que, até 2013, outros 70 sejam inaugurados. Mas o setor que representa 20% das vendas do varejo nacional ainda tem muitos problemas, como o que impediu a abertura do JK Iguatemi em SP na semana passada. Nesta e nas próximas quatro páginas, o Diário do Comércio faz uma radiografia do setor e discute seu futuro. Sílvia Pimentel *
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Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) vai às ruas de São Paulo na manhã de hoje, juntamente com mais de 250 empresários, a fim de reivindicar a abertura imediata do Shopping JK Iguatemi. O protesto acontecerá na esquina da Avenida Juscelino Kubitschek com a Avenida Chedid Jafet. "É inadmissível que a burocracia prevaleça, impedindo o trabalho de empresários que querem ajudar no desenvolvimento econômico da cidade de São Paulo, além do desemprego causado a tantas famílias, que dependem do trabalho no shopping para sobreviver. São mais de 3 mil vagas de trabalho sendo colocadas em risco, além de um investimento superior a R$ 250 milhões em estoque, treinamento de funcionários, compra e insta-
Ernesto Rodrigues/AE
lação do ponto comercial, que estão sendo desperdiçados. Pedimos que haja um entendimento entre os órgãos públicos, para que todos os varejistas deste shopping possam trabalhar", afirma o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, que promete marcar presença neste ato. O futuro centro de compras, no cruzamento das avenidas Juscelino Kubitschek e Nações Unidas, teve o pedido para abertura das portas negado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), na última quarta-feira, por não ter concluído as obras para desafogar o trânsito gerado pelo empreendimento na região. Ele seria inaugurado na última quinta-feira. A 11ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo negou pedido de antecipação de tutela pro-
Maurício Camargo/AE
JK Iguatemi: proibido de abrir sem conclusão de obras no seu entorno.
posto pela Wtorre, construtora responsável pelo projeto, que solicitava permissão para funcionamento do shopping e das duas torres comerciais no local, apesar de não ter realizado as obras exigidas. Com quatro pisos de lojas e estimativa de público diário de 20 mil pessoas, o Shopping JK Iguatemi tem área bruta l o c á v e l d e 35.246 metros quadrados e teve investiment o s d e R $ 3 2 2 , 3 m ilhões. Quando inaugurado, o JK Iguatemi se unirá aos 432 shopping centers no Brasil, que faturaram R$ 108 bilhões em 2011, conforme números da Associação Brasileira de Shopping Center (Abrasce). Até 2013, deverão ser inaugurados no País mais de 70 centros de compras, 42 apenas neste ano. São Paulo é o estado que vai receber o maior número de empreendimentos. Serão 17 shoppings, sendo dois na Capital paulista, com inauguração prevista para este ano. Esses templos de consumo parecem ganhar a preferência de consumidores que moram em localidades menores. Só as cidades do interior deverão receber 29 centros de compras. Para 2012, a Abrasce projeta uma alta de 12% nas vendas realizadas nesses empreendimentos. Os números da Alshop são ainda mais otimistas. Para os
O valor do metro quadrado no Shopping Iguatemi, na capital paulista, alcançou R$ 7 mil no ano passado. próximos três anos, uma pesquisa da associação feita com o Ibope prevê a abertura de 113 shoppings em todo o País, em um investimento estimado em mais de R$ 5 bilhões. O presidente da Alshop atribui o bom momento da indústria de shopping center ao fato de o Brasil possuir muitas localidades sem a presença desses centros de compras. Isso aumenta o interesse de investimento das empreendedoras e administradoras de shopping. Além disso, o setor se beneficia do mercado de capitais, onde as companhias captam recursos para investir em participações e construção de espaços. Prazos – Com a expansão do
setor, aumentam os cuidados que o lojista deve ter antes de fechar um contrato para vender nesses templos do consumo. O prazo de inauguração, por exemplo, deve estar previsto em pelo menos um dos documentos assinados pelo lojista. Essa informação é importante para o empresário se programar e evitar imprevistos. Segundo o advogado Mário Cerveira Filho, especialista em Direito Imobiliário, em geral, os contratos estabelecem prazos que podem ser prorrogáveis por 180 dias ou mais. Para o advogado, são incomuns ações judiciais movidas por lojistas que se sentiram prejudicados pela demora na inauguração do empreendi-
mento. Atrasos podem ocorrem em várias circunstâncias, o que inclui o não cumprimento de regras estabelecidas pelo poder público. É o caso do Shopping JK Iguatemi. Cerveira Filho lembra que é de dois anos, em média, o período de "maturação" de um shopping, ou seja, o tempo necessário para o aumento do fluxo de pessoas. Sendo assim, a recomendação, antes de assinar um contrato, é negociar descontos no valor do aluguel até o lançamento do empreendimento. Até porque o lojista terá de contribuir para um fundo extra, criado para as despesas com a abertura do centro de compras. (*com agências)
Risco de saturação já está nas análises Renato Carbonari Ibelli
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Brasil passou nos últimos dez anos por um processo de expansão do emprego e renda que deu novo dinamismo à economia: o consumo se aqueceu, impulsionando o varejo. Um movimento que pode ser sintetizado pelo rápido avanço dos centros de compras. No período, foram inaugurados, em média, 20 shoppings por ano no País. E se as previsões para os próximos três anos se confirmarem, essa média será elevada para mais de 30 lançamentos ao ano. Para alguns especialistas em varejo, como Marcos Hirai, sócio-diretor da BG&H Real Estate, "há excesso de shoppings no mercado". Caso as previsões de lançamento se confirmem, até 2014 teremos um incremento de mais de 90 shoppings no País. Segundo ele, para ocupar esses novos espaços serão necessários 16 mil lojistas. "Não vejo esse potencial no mercado. Vão faltar lojistas", afirma o especialista. De acordo com Hirai, 90% dos shoppings inaugurados nos últimos dois anos ainda não vingaram. Isso porque o tempo de maturação desse tipo de empreendimento se dá após dois anos na maioria dos casos. "Não se mudam os hábitos de consumo da noite para o dia, o que inclui a mudança de local das compras", diz o especialista. "O problema é que são poucas as redes que conseguem se segurar ao longo desse período de maturação", completa. Dentro desse quadro, há um outro fator determinante: o elevado custo de se manter uma loja em shopping. O valor do metro quadrado no Iguatemi
São Paulo, por exemplo, chegou a R$ 7 mil no ano passado para aluguel. Os custos elevados, somados à demora para se ter retorno, têm levado os lojistas a postergarem a decisão de entrar nos shoppings para depois do lançamento dos empreendimentos. Daí, a perspectiva de falta de lojistas para ocupar as áreas locáveis dos shoppings que virão. Mas a situação pode ser ainda mais preocupante ao se notar que o avanço dos novos centros de compras se dá de maneira desorganizada, nas palavras dos especialistas. Como exemplo clássico, basta observar uma área de pouco mais de dois quilômetros na cidade de São Paulo. Nessa extensão, em cujos extremos estão o Eldorado e o Morumbi, seis shoppings (Cidade Jardim, Iguatemi, Market Place, Vila Olímpia, Shopping D&D, Villa Lobos) – entre os já construídos e os que estão em obras – dividem espaço. Isso sem contar o aguardado JK. Na região do Grande ABC, que carecia de shoppings, de repente muitos projetos começaram a ser tocados praticamente ao mesmo tempo. "Essa sobreposição acarreta risco de que um empreendimento canibalize o outro", diz o sócio-diretor da BG&H Real Estate. Segundo Marcos Hiller, coordenador de MBA de Gestão de Marcas da Trevisan, a economia aquecida disfarça a maneira desregrada com que cresce o setor de shoppings. "Enquanto a economia estiver aquecida, com o consumo em alta, novos empreendimentos vão aparecer", afirma o coordenador da Trevisan. A questão é: e quando a economia se acomodar, o que acontecerá com os centros de compras que pipocaram nas ci-
dades brasileiras? Se a resposta estiver no mercado norte-americano, teremos um grande problema pela frente. Nos últimos anos, centenas de shoppings fecharam as portas nos Estados Unidos (veja reportagem sobre o assunto na página 20), depois de uma expansão extremamente agressiva do setor. No Brasil, enquanto os shoppings representam cerca de 20% das vendas do varejo, nos Estados Unidos, eles participam com 70% das operações. Além disso, embora o crescimento desses centros de compras no Brasil esteja acelerando, estamos longe dos números norteamericanos. Por aqui, temos cerca de 470 shoppings, enquanto nos EUA são mais de 10 mil, considerando os padrões de shoppings adotados no Brasil, entre 20 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL) até 60 mil. Justamente por essa diferen-
ça nos números é que as consequências da acomodação na economia brasileira, conforme os especialistas, não devem incorrer em quebradeira no setor. Mas, para Hiller, haverá a necessidade de adaptações no
mercado. "A tendência é que os shoppings mais lucrativos se mantenham, enquanto os demais tenham de encontrar formas de se sustentar no mercado. Uma das opções é a segmentação", diz o coordenador.
Na opinião de Hiller, a tendência é que esses shoppings temáticos – especializados em segmentos de decoração, luxo, moda, móveis, entre outros – sejam a opção de formato em um mercado menos aquecido.
Divulgação
Em São Paulo, em um raio de dois quilômetros, entre o Eldorado (foto) e o Morumbi, há seis shoppings.
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Quem vende imagem tem consumo rápido. E se (o shopping) não tiver boa inserção urbana, terá dificuldades. Fernando Garrefa, professor de arquitetura
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Arquitetura é a verdadeira âncora O tradicional shopping fechado vem dando lugar aos open malls, com corredores amplos, luz natural e temática diferenciada para o consumidor vivenciar o espaço. Karina Lignelli
Patrícia Cruz/LUZ
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emplos de consumo ou grandes empreendimentos imobiliários? Hoje, o formato de um shopping define muito mais seu modelo de negócios do que há 20 anos, afirmam especialistas. Isso porque ele pode ser usado para outras operações que miram os lucros, como arrendar os terrenos do entorno. Além do impacto paisagístico, a construção de grandes centros de compras influencia a mobilidade urbana e a economia das cidades – fatores que podem determinar o sucesso ou o fracasso dos empreendimentos. O tradicional modelo "caixote" americano (fechado e acessível somente de carro), ainda em voga no Brasil, apesar de ultrapassado no mundo, vem dando lugar aos complexos multiuso (que, além dos centros de compra, incluem torres corporativas, hotéis e flats, entre outros), e aos open malls (shoppings abertos). O arquiteto Manoel Doria, da Doria Lopes Fiuza Arquitetura, escritório responsável por projetar mais de 50 shopping centers, destaca o novo conceito. Segundo ele, o "caixote", projetado para o cliente esquecer do mundo lá fora e se concentrar nas compras, foi prospectado no Brasil por muito tempo, mas está mudando. Hoje, o conceito é o do shopping aberto, de corredores amplos, com luz natural, paisagismo, temática diferenciada, que faz as pessoas retornarem, e que a ida ao shopping não seja só para consumir,
O Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, é um exemplo de formato que deu certo: totalmente integrado à cidade, com saídas para quatro ruas, próximo ao metrô e acesso fácil de carro e de ônibus.
mas para vivenciar o espaço. "Fora as ancoragens tradicionais, de lojas de departamento e outras, a arquitetura hoje é a verdadeira âncora", diz ele, citando como tendência shoppings horizontalizados, de planta única, com facilidade de locomoção e disposição maior de mix – que proporcionam velocidade comercial e custos adequados. Já o professor de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Fernando Garrefa, diz que as mudanças no conceito foram uma espécie de reação crítica de urbanistas ao antigo modelo americano, disse ele, que também é autor do livro Shopping Centers – de centro de
É preciso se preocupar com o projeto, não satisfazer lucros imediatos. Quem fez isso se arrependeu. FERNANDO GARREFA, DA UFU abastecimento a produto de consumo (Editora Senac). "De modo geral, porém, (os projetos) são muito ruins para as cidades. Apesar de os novos empreendimentos criarem expectativa da novidade, isso pode colocá-los em posi-
ção perigosa. Quem vende imagem tem consumo rápido. E se não tiver boa inserção urbana, terá dificuldades", frisa, citando como exemplo o Shopping Villa Lobos. "Deu certo, mas, na época, perdeu oportunidade de abrir voltado para o parque. Se a abertura fosse hoje, os empreendedores teriam considerado a hipótese", ressalta. Entre os formatos que deram certo, Garrefa cita o complexo do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, totalmente integrado com a cidade, com saídas para quatro ruas, próximo ao metrô e acesso fácil de carro e de ônibus. Outro é o Brascan, no Itaim Bibi, que agrega, além
do comércio, cinemas, flats, hotéis, restaurantes e clínicas. Esse último, que existe desde 2003, mostra como a concepção do modelo multiuso dá certo. "Hoje, há pelo menos 17 desses empreendimentos em construção em São Paulo, que tentam passar uma imagem mais sustentável, com arquitetura menos agressiva e mais bonita. Dá tão certo que os shoppings que já estão edificados, os 'caixotes', estão tentando se adaptar", destaca Garrefa. De modo geral, as perspectivas para os negócios deste mercado, no tocante a projetos, variam. Segundo Garrefa, é positiva a proliferação do for-
mato que reúne habitação, comércio e serviços. Mas a massificação leva ao caminho ruim. "É preciso se preocupar com o projeto, não satisfazer lucros imediatos. Modismos fazem as coisas mudarem rapidamente. Quem fez isso se arrependeu", alerta, lembrando dos 2 mil shoppings que faliram nos Estados Unidos por não acompanharem a velocidade das transformações do entorno. Quanto à questão templo do consumo versus empreendimento imobiliário, a segunda opção é a que prevalece no Brasil. Segundo Garrefa, a facilidade do crédito fez o shopping se tornar a própria mercadoria. Sem contar que a construção e a expansão desses centros de compras não estão atreladas a contrapartidas para as cidades, como ampliação das linhas de transporte, igual ao que acontece na Europa. "Com o crédito fácil, a prioridade dos empreendedores nos EUA foi construir o prédio do shopping em si e valorizar o entorno para lucrar, negligenciando impactos viários e ambientais. Isso formou a bolha imobiliária. Esse fracasso norte-americano deve servir de lição para o Brasil", alerta o professor da UFU.
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A nova classe quer se sentir tão bem quanto a classe A, e o espaço tem de ser agradável para receber esse público. Manoel Doria, arquiteto
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Novos formatos se tornam referência Público e entorno onde será construído o shopping determinam a arquitetura interna
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ara se adequar às transformações do mercado, o segmento de shopping centers hoje tem buscado novos formatos, determinados tanto por usuários como pelo entorno onde é construído, explica o arquiteto Manoel Doria. Com isso, se tornam referencial de arquitetura interna, ao criar fluxos adequados de acesso,
de carro, a pé ou com transporte coletivo – além de trazer investimentos para a cidade de instalação. "(O projeto) deve ter relação representativa e de impacto com a cidade, e um estudo natural para ver se comporta a múltipla função. O formato hoje, portanto, é do shopping adaptável ao custo, localização e perfil do público regional,
construído sempre pensando em uma possível expansão." Como exemplo, o arquiteto cita o Shopping Sumaré, a 150 quilômetros de São Paulo. Projetado pelo escritório de Doria, o shopping tem 28 mil metros quadrados de área bruta locável e distribuição equilibrada das operações de lazer, serviços, com expansão prevista (retrofit)
entre cinco e sete anos. "O empreendimento vai muito ao encontro disso, em uma cidade de economia forte no interior, com entorno significativo (região de Campinas), localizado em região periférica (entrada da cidade)." As mudanças no formato, que hoje incluem empreendimentos voltados à na classe C, atraem esse público também
pelo uso de materiais mais duráveis – e mais caros –, como o granito ou porcelanato, nas construções ou reformas. Tudo, porém, pensado para diminuir custos condominiais dos lojistas, e também de manutenção. "A nova classe quer se sentir tão bem quanto a classe A, e o espaço tem de ser agradável para receber esse público", completa Doria. (KL)
INSTITUTO IRMÃS MISSIONÁRIAS DE NOSSA SENHORA CONSOLADORA - CNPJ nº 60.790.631/0001-83 BALANÇOS PATRIMONIAIS CONSOLIDADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Anuidades a receber Contas a receber Adiantamentos a fornecedores Despesas antecipadas Outros créditos Não Circulante Realizável a Longo Prazo Contas a receber Aplicações financeiras Imobilizado em uso Imobilizado cedido em comodato Total do ativo
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5.061.880 915.988 29.960 – 59.618 184.625 6.252.071
5.375.800 996.070 231.495 69.868 66.839 174.043 6.914.115
– 555.363 555.363 48.127.513 1.228.759 49.911.635 56.163.706
561.500 – 561.500 48.662.522 1.283.762 50.507.785 57.421.900
Passivo Circulante Fornecedores Provisões de férias e encargos Impostos e contribuições a recolher Receitas antecipadas Patrimônio Social Patrimônio social Deficits dos exercícios
Total do passivo e patrimônio social
Nota
2011
2010
35.398 214.377 196 654.007 903.978
17.417 196.488 562 642.419 856.886
11 56.544.614 57.054.099 (1.284.886) (489.085) 55.259.728 56.565.014
56.163.706
57.421.900
DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO SOCIAL - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E DE 2010 - (Em Reais)
SALDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 Transferência de mantença Incorporação à conta patrimônio social Deficit do exercício 2010 SALDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 Ajustes de exercicios anteriores Incorporação à conta patrimônio social Déficit do exercício 2011 SALDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011
Patrimônio social 23.589.446 (153.206) 33.617.859 – 57.054.099 – (509.485) – 56.544.614
Reserva de reavaliação 34.465.760 – (34.465.760) – – – – – –
Ajustes de exercícios anteriores – – 8 – – (20.400) 20.400 – –
Deficit do exercício (847.901) – 847.901 (489.085) (489.085) – 489.085 (1.284.886) (1.284.886)
Total 57.207.305 (153.206) (0) (489.085) 56.565.014 (20.400) – (1.284.886) 55.259.728
NOTAS EXPLICATIVAS CONSOLIDADAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 - (Em Reais) 1. OBJETIVOS SOCIAIS: Instituto Irmãs Missionárias de Nossa Senhora Consoladora, C.N.P.J. 60.790.631/0001-83, fundado em 03 de março de 1950, é uma associação civil e religiosa, sem fins econômicos e lucrativos, de natureza confessional, beneficente e filantrópica, de caráter educacional e de assistência social, que se rege pelo seu Estatuto Social e pela legislação aplicável. O Instituto é composto pelas seguintes unidades: Instituto Irmãs Missionárias de Nossa Senhora Consoladora - Sede................................................... 60.790.631/0001-83 Colégio Nossa Senhora Consolata .......................................... 60.790.631/0002-64 Casa Jardim Consolata............................................................ 60.790.631/0003-45 Colégio Cristo Rei ................................................................... 60.790.631/0007-79 Casa José Allamano ................................................................ 60.790.631/0011-55 Escola Anjo da Guarda ............................................................ 60.790.631/0012-36 O Instituto tem por finalidade evangelização de pessoas, tendo como instrumento a educação e assistência social, promovendo, defendendo e protegendo a infância, a adolescência e adultos em consonância com a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O Instituto foi reconhecido como entidade de Utilidade Pública Federal pelo Decreto nº 60.583, de 11 de abril de 1967, publicado no Diário Oficial da União de 20 de abril de 1967, declarado de Utilidade Pública Estadual pela Lei nº 7.580 de 05 de dezembro de 1962, declarado de Utilidade Pública do Município de São Paulo pelo Decreto nº 8.906 de 30 de julho de 1970. Também, encontra-se registrado no Conselho Nacional de Assistência Social (C.N.A.S.) pelo Processo nº 61.925/52 e recadastrado pela Resolução CNAS nº 076/95. 2. BASE DE PREPARAÇÃO - a. Declaração de conformidade: As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade (BRGAAP), consubstanciadas nos pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e nas disposições aplicáveis às instituições sem fins lucrativos e às fundações, expedidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), em especial a Resolução nº. 877, de 18 de abril de 2000, que aprovou a NBC T 10.19, e a Resolução 966 de 16 de maio de 2003, que visam orientar o atendimento às exigências legais sobre procedimentos contábeis a serem cumpridos pelas pessoas jurídicas de direito privado sem finalidade de lucros, especialmente entidades beneficentes de assistência social. b. Base de mensuração: As demonstrações financeiras foram preparadas com base no custo histórico. c. Moeda funcional e moeda de apresentação: As demonstrações financeiras estão sendo apresentadas em reais, que é a moeda funcional do Instituto. d. Uso de estimativas e julgamentos: A preparação das demonstrações financeiras de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no período em que as estimativas são revisadas e em quaisquer períodos futuros afetados. 3. PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTÁBEIS - a. Apuração do superavit: O reconhecimento das receitas e despesas é efetuado em conformidade com o regime contábil de competência de exercício. A receita de serviços prestados é reconhecida no resultado em função da sua realização. A receita de doações é reconhecida quando do seu efetivo reconhecimento. Uma receita não é reconhecida se há uma incerteza significativa na sua realização. Ativos circulantes e não circulantes - b. Caixa e equivalentes de caixa: Caixa e equivalentes de caixa abrangem saldos bancários de livre movimentação e investimentos financeiros com vencimento original de três meses ou menos a partir da data da contratação e estão demonstrados pelo valor da aplicação, acrescidos dos rendimentos correspondentes, apropriados até a data do balanço. c. Aplicações financeiras: As aplicações financeiras com vencimento em prazos inferiores a 12 meses são demonstradas no ativo circulante, as aplicações financeiras em prazos superiores a 12 meses, são demonstradas no realizável a longo prazo, ambas pelo valor da aplicação, acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço. d. Anuidades a receber: Estão representadas pelo seu valor original, deduzidas das gratuidades concedidas e descontos contratuais. O valor da provisão para créditos de liquidação duvidosa foi constituído de forma a cobrir as perdas estimadas na realização das anuidades escolares na forma da lei. e. Despesas antecipadas:Refere-se a pagamento antecipado de férias e apólice de seguros, cujo período de vigência beneficia o exercício seguinte. f. Imobilizado: Registrado ao custo de aquisição, formação ou construção. As depreciações são calculadas pelo método linear, às taxas mencionadas na Nota Explicativa 9 com base em taxas que levam em conta o tempo de vida útil estimado dos bens. g. Redução ao valor recuperável: Um ativo financeiro não mensurado pelo valor justo por meio do resultado é avaliado a cada data de apresentação para apurar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido perda no seu valor recuperável. Um ativo tem perda no seu valor recuperável se uma evidência objetiva indica que um evento de perda ocorreu após o reconhecimento inicial do ativo, e que aquele evento de perda teve um efeito negativo nos fluxos de caixa futuros projetados que podem ser estimados de uma maneira confiável. Os ativos do imobilizado têm o seu valor recuperável, que são testados, no mínimo a cada dois anos, caso haja indicadores de perda de valor. h. Demais ativos circulantes e não circulantes: Os demais ativos circulantes e não circulantes estão apresentados aos valores de custo, que não excedem o valor de realização. i. Passivos circulantes: Os passivos circulantes são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis acrescidos, quando aplicável dos correspondentes encargos, variações monetárias incorridos até a data do balanço patrimonial. O passivo para remuneração de funcionários, principalmente relativo aos encargos de férias, é provisionado à medida que vencem os períodos aquisitivos. j. Receitas antecipadas: Refere-se a parcelas de anuidades recebidas antecipadamente neste exercício, registradas no passivo circulante por se tratar de receita do exercício seguinte. k. Provisões: Uma provisão é constituída no balanço, quando possui uma obrigação legal ou constituída como resultado de um evento passado, e é provável que um recurso econômico, seja requerido para saldar a obrigação. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. l. Patrimônio social: Representa o patrimônio inicial, acrescido ou reduzido dos superávits/déficits apurados anualmente desde a data de sua constituição que são empregados integralmente nos objetivos sociais do Instituto, conforme divulgado na nota explicativa 1. m. Instrumentos financeiros: Ativos e passivos financeiros não derivativos - O Instituto reconhece os recebíveis e depósitos inicialmente na data em que foram originados. Todos os outros ativos e passivos financeiros são reconhecidos inicialmente na data da negociação na qual se torna uma das partes das disposições contratuais do instrumento. O Instituto tem o seguinte ativo financeiro não derivativo: ativo financeiro registrado pelo valor justo por meio do resultado: Caixa e equivalentes de caixa e aplicações financeiras. Todos os passivos financeiros não derivativos da Entidade são reconhecidos inicialmente na data de negociação na qual se torna uma parte das disposições contratuais do instrumento. O Instituto baixa um passivo financeiro quando tem suas obrigações contratuais retiradas, canceladas ou vencidas. Os ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é apresentado no balanço patrimonial quando, e somente quando, tenha o direito legal de compensar os valores e tenha a intenção de liquidar em ou de realizar o ativo e quitar o passivo simultaneamente. O Instituto tem os seguintes passivos financeiros não derivativos: Fornecedores, Receitas Antecipadas e Outras Obrigações a
Pagar. Tais passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos. 4. CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 2011 2010 Caixa 72.729 32.346 Bancos c/ movimento 91.476 125.132 Bancos c/ poupança 520.114 525.609 Aplicações financeiras 4.377.561 4.692.713 5.061.880 5.375.800 As aplicações financeiras que apresentam liquidez imediata, e que possuem resgates rotineiros em conformidade com a necessidade de caixa, estão sendo classificadas como caixa e equivalentes de caixa. Instituição Modalidade 31/12/2011 31/12/2010 Banco Itaú Fundo Espec. Refer. DI FIC 1.229.984 1.418.425 Caixa Econômica Federal FIC Personal RF 215.902 194.125 1.445.885 1.612.551 Banco Itaú CDB/DI 1.977.233 2.000.743 Banco do Brasil - Sede CDB/DI 657.940 514.470 Caixa Econômica Federal CDB/DI 192.371 410.740 Banco Bradesco CDB/DI 104.132 154.210 2.931.676 3.080.163 4.377.561 4.692.713 As aplicações financeiras referem-se a: Fundo de investimento em cotas de fundo de investimentos principal referenciado DI, que acompanha as variações diárias da taxa de juros do CDI ou da taxa SELIC, mediante aplicação de seus recursos em cotas de fundos de investimentos e certificados de depósitos bancários remunerados às taxas que variam entre 100% a 103% do Certificado de Depósito Interbancário CDI, estando aplicados em instituições financeiras de primeira linha, como forma de diminuir eventuais riscos de perdas. As aplicações financeiras não estão sujeitas à incidência de impostos, devido o Instituto gozar de imunidade de tributos federais. Os rendimentos financeiros referentes essas aplicações são reconhecidos mensalmente. 5. ANUIDADES A RECEBER 2011 2010 Anuidades a receber – do exercício 324.141 389.355 Anuidades a receber – exercícios anteriores 757.574 659.140 (-) Provisão p/ créditos de liquidação duvidosa (165.727) (52.425) 915.988 996.070 As anuidades a receber do exercício foram substancialmente recebidas após o encerramento do exercício social. 6. CONTAS A RECEBER Curto Prazo 2011 2010 Aluguéis a receber 29.960 30.995 Contas a receber – Juraci dos Santos (i) – 37.500 Contas a receber - Quintal Mágico (ii) – 163.000 29.960 231.495 Longo Prazo 2011 2010 Contas a receber – Juraci dos Santos (i) – 37.500 Contas a receber - Quintal Mágico (ii) – 524.000 – 561.500 (i) Em 31 de dezembro de 2010 havia saldo a receber de Juraci dos Santos no montante de R$ 37.500 (curto prazo) e R$ 37.500 (longo prazo) que foram quitados integral e antecipadamente no decorrer do exercício de 2011. (ii) Em 31 de dezembro de 2010 havia saldo a receber da Escola de Educação Infantil e Ensino Fundamental Quintal Mágico Ltda-ME (de propriedade de Edison Barbosa, Ana Aparecida da Silva Barbosa e Suzane G. de Almeida) no montante de R$ 163.000 (curto prazo) e R$ 524.000 (longo prazo) referente Instrumento de Compromisso de Compra e Venda de Imóvel. Em 31 de agosto de 2011 foi efetuado o Instrumento de Distrato de Compromisso de Compra e Venda de Imóvel o que ocasionou a reversão dos lançamentos de contas a receber, imobilizado e resultado na baixa de imobilizado. O montante de R$ 98.000 pagos como parte do Compromisso de Compra e Venda de Imóvel, foi reconhecido como receita de aluguel, conforme previsto no contrato. 7. OUTROS CRÉDITOS 2011 2010 Créditos fiscais e tributários a compensar 95.953 95.953 Créditos de funcionários (férias antecipadas) 82.593 72.998 Impostos antecipados 4.881 4.574 Devedores diversos 1.198 – Cheques a depositar – 517 184.625 174.043 8. APLICAÇÕES FINANCEIRAS EM LONGO PRAZO 2011 2010 Banco Itaú – CDB/DI 555.363 – As aplicações financeiras com finalidade de investimentos e que possuem prazos de vencimentos superiores a 12 meses estão sendo apresentadas no longo prazo. Os rendimentos financeiros referentes essas aplicações são reconhecidos mensalmente. 9. IMOBILIZADO a. Em uso 2011 Taxa média de deprec. % Custo Deprec. Líquido 2010 ao a.a. Imobilizado Terrenos – 38.390.777 – 38.390.777 38.589.665 Benfeitorias – – – – 757.874 Imóveis 4% 12.589.958 (3.542.569) 9.047.389 8.595.278 Instalações 10% – – – 10.296 Máquinas e equipamentos 10% 326.320 (198.935) 127.385 132.708 Aparelhos de som, vídeo e imagem 10% 162.917 (115.347) 47.569 64.672 Móveis e utensílios 10% 753.746 (569.968) 183.778 257.964 Equipamentos de informática 20% 315.108 (289.171) 25.937 28.870 Veículos 20% 424.170 (277.720) 146.450 89.275 Outras imobilizações 10% 372.815 (214.588) 158.228 135.919 53.335.811 (5.208.298) 48.127.513 48.662.522 b. Em comodato 2011 Taxa média de deprec. % Custo Deprec. Líquido 2010 ao a.a. Imobilizado Terrenos – 450.000 – 450.000 450.000 Imóveis 4% 1.110.110 (355.235) 754.875 799.279 Aparelhos de som, vídeo e imagem 10% 6.119 (4.895) 1.224 1.836 Móveis e utensílios 10% 64.592 (48.988) 15.605 22.064 Outras imobilizações 10% 35.281 (28.225) 7.056 10.584 1.666.102 (437.343) 1.228.759 1.283.762
DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS DOS DÉFICITS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 - (Em Reais)
DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS DOS FLUXOS DE CAIXA - MÉTODO INDIRETO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 - (EM REAIS)
Nota 2011 2010 Receitas Operacionais com Atividades de Educação Receitas operacionais 7.356.553 7.181.360 Receita de prestação de serviços - mensalidades escolares 1.979.677 1.655.190 9.336.229 8.836.550 Receita de gratuidades - bolsas de estudo Receita bruta de mensalidades escolares Outras receitas de prestação de serviços escolares 78.986 71.049 Receitas financeiras e patrimoniais 12 870.367 1.011.575 Receitas com gratuidades institucionais – – 949.353 1.082.624 10.285.582 9.919.173 Despesas Operacionais com Atividades de Educação Despesas com pessoal 13 (4.759.990) (4.667.095) Despesas administrativas e gerais 14 (2.107.030) (1.877.711) Despesas financeiras e bancárias (42.125) (38.089) Despesas fiscais, tributárias e previdenciárias (1.940) (5.795) Despesas com gratuidades escolares (1.979.677) (1.655.190) Despesas com gratuidades institucionais (76.460) (77.333) (8.967.222) (8.321.213) Outras receitas / despesas (2.269) (10.446) Receitas / despesas transitórias e eventuais Resultado das Atividades de Educação - Superavit do Exercício 1.316.091 1.587.513 Receitas Operacionais com Atividades Institucionais Receitas financeiras e patrimoniais 12 384.189 418.660 384.189 418.660 Despesas Operacionais com Atividades Institucionais Despesas com pessoal 13 (445.342) (418.568) Despesas administrativas e gerais 14 (1.468.965) (2.307.623) Despesas financeiras e bancárias (1.006) (894) Despesas fiscais, tributárias e previdenciárias (67.812) (57.185) Despesas com gratuidades (295.900) (357.840) (2.279.025) (3.142.110) Outras receitas / despesas Receitas / despesas transitórias e eventuais (706.141) 646.851 Resultado das Atividades Institucioanis - Deficit do Exercício (2.600.977) (2.076.598) Deficit do Exercício (1.284.886) (489.085)
2011 2010 Fluxo de caixa das atividades operacionais Deficit do exercício (1.284.886) (489.085) Ajustes por: Depreciação / amortização 739.461 718.986 Ajuste de depreciação 17.162 Baixa líquida do ativo imobilizado 276.689 135.670 Provisão para créditos de liquidação duvidosa - PDD 113.303 (4.845) Ajuste de exercícios anteriores (20.400) Resultado Líquido Ajustado (158.670) 360.726 Variações nos ativos e passivos: (Aumento) redução em anuidades a receber (33.221) 122.099 (Aumento) redução em contas a receber 201.535 (161.347) (Redução) aumento em adiantamentos 69.868 (69.868) (Redução) aumento em despesas antecipadas 7.221 (41.969) (Redução) aumento em outros créditos (10.582) 61.239 (Redução) aumento em realizável a longo prazo 6.137 (486.500) (Aumento) redução em contas a pagar 17.981 (7.643) (Aumento) redução em obrigações trabalhistas 17.889 (189.493) (Redução) aumento em impostos e contribuições a recolher (366) (266) (Aumento) redução em receitas antecipadas 11.588 (4.253) (Redução) aumento em outros passivos circulantes – (1.357) 288.051 (779.358) Caixa líquido proveniente das atividades operacionais 129.381 (418.632) Fluxo de caixa das atividades de investimentos Aquisição de imobilizado (443.300) (839.584) Transferência de mantença – (153.206) Caixa líquido usado nas atividades de investimentos (443.300) (992.790) Variação do caixa e equivalentes de caixa (313.920) (1.411.422) Demonstração do aumento (redução) do caixa e equivalentes de caixa No fim do exercício 5.061.880 5.375.800 No início do exercício 5.375.800 6.787.222 Variação do caixa e equivalentes de caixa (313.920) (1.411.422)
Imobilizado cedido em comodato refere-se a bens pertencentes ao Colégio Cristo Rei e que encontram-se cedidos em comodato à Fundação L’Hermitage, conforme determinado no Contrato de Transferência de Mantença, Comodato e Outras Avenças, datado de 06 de novembro de 2009 (descrito na nota explicativa 11, item c). c. Movimentação do imobilizado total: 2011 2010 No início do exercício 49.946.285 49.961.356,9 Aquisições 443.300 839.583,5 Depreciação (739.461) (718.986) Ajustes de depreciação (17.162) – Alienação / baixas (349.489) (238.740) Baixas de depreciação 72.800 103.070,1 No fim do exercício 49.356.272 49.946.284,7 O montante de R$ 17.162 refere-se ao ajuste da depreciação referente exercício de 2010, decorrente da reversão de baixa de imóvel, conforme mencionado na nota 6 (ii). 10. PROVISÃO PARA CONTINGÊNCIAS - O Instituto é pólo passivo em ações judiciais e administrativas, decorrentes do curso normal das operações, envolvendo substancialmente questões previdenciárias e trabalhistas. Respaldada pela representação de seus assessores jurídicos, os processos existentes em 31 de dezembro de 2011 foram classificados como risco de perda possível ou remota, consequentemente nenhuma provisão foi constituída nas demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2011 de acordo com a Resolução 1.180 do CFC de 24 de julho de 2009 que aprova a NBC T 19.7 Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes, em consonância com os pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis. 11. PATRIMÔNIO LÍQUIDO - a. Patrimônio Social: Os superavits do Instituto são empregados integralmente nos seus objetivos sociais comentados na Nota Explicativa 1. O Patrimônio Social acumula valores recebidos de ajustes, saldo da reserva de reavaliação e parcelas de superávits/déficits de exercícios anteriores. O superávit (deficit) do exercício será transferido para a conta patrimônio social após aprovação da Assembléia Geral dos Associados, em conformidade com as exigências legais, estatutárias e de acordo com a Resolução 877/200 que aprovou a NBC T 10.19 em especial no item 10.19.2.7. b. Dissolução ou extinção: Na eventual possibilidade de encerramento das atividades do Instituto, por meio de anuência de 2/3 (dois terços) de suas associadas em Assembléia Geral, seu patrimônio social será destinado para instituição beneficente de assistência social, congênere ou afim, dotada de personalidade jurídica, sem fins econômicos e lucrativos, com sede e atividades preponderantes no Estado de São Paulo, devidamente registrada no Conselho Nacional de Assistência Social (C.N.A.S.), inscrita no Conselho Municipal de Assistência Social, preferentemente constituída pelas Religiosas Professas, Irmãs Missionárias da Consolata, da Igreja Católica Apostólica Romana, conforme decidido pela Assembléia Geral. c. Reserva de reavaliação: No exercício de 2004, foi registrada a reavaliação de bens imóveis, atualizando-os ao valor de mercado, conforme Laudo Técnico de Avaliação Patrimonial, contabilizado em contrapartida à reserva de reavaliação do imobilizado (patrimônio líquido). Consoante facultado pela Lei nº 11.638/2008, o Instituto optou por incorporar o saldo da reserva de reavaliação no exercício de 2010. d. Transferência de mantença: Em decorrência do Contrato de Transferência de Mantença, Comodato e Outras Avenças, datado de 06 de novembro de 2009, com efeitos a partir de 01 de janeiro de 2010, o Instituto Irmãs Missionárias de Nossa Senhora Consoladora, transferiu a mantença do Colégio Cristo Rei, bem como cedeu em comodato seu imóvel e respectivas instalações à Fundação L’Hermitage. O comodato teve início em 01 de janeiro de 2010, e terá prazo de 3 (três) anos, sendo automaticamente e sucessivamente renovado, por igual período, caso não haja manifestação expressa de oposição da parte interessada no prazo de 180 (cento e oitenta) dias anteriores a seu termo. 12. RECEITAS FINANCEIRAS E PATRIMONIAIS 2011 2010 Da educação Rendimentos de aplicações financeiras 354.923 329.383 Aluguéis ativos 306.118 295.314 Recuperação de despesas e reembolsos 86.227 251.799 Acréscimos escolares 62.941 59.456 Donativos em gêneros 2.803 51.680 Outras 57.354 23.942 870.367 1.011.575 Das atividades institucionais 2011 2010 Rendimentos de aplicações financeiras 191.319 159.672 Aluguéis ativos 164.596 95.843 Donativos de pessoas jurídicas – 150.000 Donativos de pessoas físicas 3.000 – Outras 25.274 13.145 384.189 418.660 13. DESPESAS COM PESSOAL 2011 2010 Da educação Salários e remunerações (3.334.109) (3.212.356) Provisões férias e 13º salários (771.865) (776.996) Encargos sociais (388.343) (424.809) Benefícios (111.730) (108.137) Aprendizes (12.014) (12.773) Outras remunerações (141.929) (132.022) (4.759.990) (4.667.095) Das atividades institucionais Salários e remunerações (304.481) (288.329) Provisões férias e 13º salários (64.379) (71.010) Encargos sociais (39.239) (30.882) Benefícios (29.893) (23.228) Outras remunerações (7.349) (5.120) (445.342) (418.568) 14. DESPESAS ADMINISTRATIVAS E GERAIS 2011 2010 Da Educação Prestadores de serviços - PJ (469.482) (416.370) Depreciação (406.796) (411.420) Despesas com ocupação de imóveis (229.846) (117.132) Utilidades e serviços (209.988) (185.192) Seguros (182.081) (177.428) Materiais de consumo (126.865) (162.417) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (113.303) (3.847) Despesas com APM (81.580) (93.068) Perdas e danos (67.644) (53.191) Sindicatos e entidades de classe (58.755) (59.191) Alimentação (39.559) (37.964) Remédios e medicamentos (13.440) (12.151) Despesas com veículos (6.997) (10.784) Treinamentos / capacitação profissional (5.214) (15.397) Prestadores de serviços - PF (1.590) (7.420) Outras (93.889) (114.739) (2.107.030) (1.877.711)
Das atividades institucionais Prestadores de serviços - PJ Depreciação Utilidades e serviços Alimentação Despesas com ocupação de imóveis Treinamentos / capacitação profissional Remédios e medicamentos Despesas com veículos Perdas e danos Materiais de consumo Sindicatos e entidades de classe Seguros Locação de bens móveis Outras
2011 2010 (315.598) (802.308) (332.665) (307.565) (192.353) (220.163) (109.977) (122.954) (49.550) (365.632) (41.687) (52.193) (30.808) (32.317) (28.429) (29.773) (24.442) (30) (20.222) (25.587) (14.925) (14.652) (18.050) (18.149) (2.018) (21.050) (288.243) (295.251) (1.468.965) (2.307.623) 15. CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICIENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - A certificação das entidades beneficentes de assistência social é concedida às pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, reconhecidas como entidades beneficentes de assistência social com a finalidade de prestação de serviços nas áreas de assistência social, saúde e educação e que atendam ao disposto na Lei nº 12.101, de 27 de novembro de 2009, e posterior regulamentação. O Instituto foi registrado no Conselho Nacional de Assistência Social – CNAS, conforme Processo nº 61.925/52, e recadastrado pela Resolução CNAS nº 076/95, tendo seu Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social original deferido em vinte e nove de novembro de 1966 através do Processo nº 32224/1966. O Instituto teve seu Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS) renovado, julgado o processo nº 71010.004099/2009-94, pelo Ministério da Educação, conforme Portaria nº 280 de 01 de setembro de 2010. O referido certificado é válido de 01 de janeiro de 2010 a 31 de dezembro de 2012. Para obter a certificação ou sua renovação, as entidades beneficentes de educação deverão aplicar anualmente em gratuidade, pelo menos 20% (vinte por cento) da receita anual efetivamente recebida. § 1º - A entidade também deverá oferecer bolsas de estudo nas seguintes proporções: a) No mínimo, uma bolsa de estudo integral para cada 9 (nove) alunos pagantes da educação básica; b) Bolsas parciais de 50% (cinquenta por cento), quando necessário para o alcance do número exigido. A demonstração do percentual atingido em gratuidades pelo Instituto pode ser assim demonstrada: 2011 2010 Receita bruta de mensalidades do exercício 9.336.229 7.181.360 Recebimentos de parcelas do exercício anterior 178.216 (-) Bolsas de estudos integrais (100%) (1.124.928) (766.223) (-) Bolsas de estudos parciais (50%) (416.912) (343.868) (-) Bolsas de estudos parciais (outros%) (123.029) (235.736) (-) Bolsas de estudos integrais (convenção coletiva) (314.807) (309.363) (-) Mensalidades a receber no final do exercício (nota 5) (324.141) (389.355) Total da receita efetivamente recebida (Base de Cálculo) 7.210.628 5.136.815 Gratuidade mínima para a Lei 12.101/2009 1.442.126 1.027.363 Gratuidade aplicada Bolsas de estudos integrais (100%) 1.124.928 (766.223) Bolsas de estudos parciais (50%) 416.912 (343.868) Bolsas de estudos parciais 123.029 (235.736) 1.664.870 1.345.827 Percentual aplicado 23,09% 26,20% Em 31 de dezembro de 2011, as gratuidades escolares integrais, decorrentes de bolsas de estudos de convenção coletiva totalizam o montante de R$ 314.807 (R$ 309.363 – 2010). Obs: A forma de apresentação do demonstrativo do exercício de 2010 foi alterada quando comparado às demonstrações contábeis emitidas em 31 de dezembro de 2010. Não houve alterações de valores e percentuais. Os projetos de ações institucionais são: 2011 2010 Projeto Parceria Casa de Apoio à Criança (HIV) 70.000 70.000 Projeto de Apoio à Família 51.955 67.641 Projeto Terceira Idade 58.492 68.531 Projeto Promoção da Mulher 4.147 5.380 Projeto Formação de Cidadão 3.139 19.925 Projeto de Promoção Comunidade Indígena 3.127 5.695 Convênio Filantrópico – CCNS Aparecida 181.500 198.000 372.360 435.172 Quadro demonstrativo de bolsas escolares concedidas no exercício de 2011: Assistência Educacional Total Total MatriConv. SócioAtendiculados 100% 50% Coletiva Educ. Instituc. mentos Educação Infantil 391 44 24 7 13 0 88 Ensino Fundamental I 309 33 28 17 18 7 103 Ensino Fundamental II 366 47 31 13 11 5 107 Ensino Médio 215 37 22 6 9 7 81 1.281 161 105 43 51 19 379 Quadro demonstrativo de bolsas escolares concedidas no exercício de 2010: Assistência Educacional Total Total MatriConv. SócioAtendiculados 100% 50% Coletiva Educ. Instituc. mentos Educação Infantil 328 23 16 4 16 1 60 Ensino Fundamental I 337 29 22 17 28 5 101 Ensino Fundamental II 393 34 32 19 32 10 127 Ensino Médio 227 39 16 4 27 6 92 1.285 125 86 44 103 22 380 16. IMUNIDADE TRIBUTÁRIA / ISENÇÕES USUFRUIDAS - O Instituto é imune de Impostos e de Contribuições para a Seguridade Social por força do artigo 150, inciso VI, alínea “c” e do § 7º do art. 195, da Constituição Federal, sendo reconhecida como de utilidade pública no âmbito federal e estadual. Ademais, cumpre integralmente todos os requisitos no Código Tributário Nacional para gozo da imunidade tributária. O Instituto está sob proteção da Adin nº 2028-5, STF, datada de 14/07/1999 que suspendeu os efeitos da Lei nº 9.732/98, que visam limitar a Isenção (Imunidade) das Contribuições à Seguridade Social – INSS. O Instituto, a título de demonstração, vem evidenciando suas contribuições sociais usufruídas com base na Lei 8.212/91, em sua redação primitiva. Esses valores anuais equivalem à Isenção (Imunidade) Usufruída – INSS. 2011 2010 Custo da Isenção Usufruída-INSS- Empresa 902.356 885.046 Custo da Isenção Usufruída-INSS- RAT 45.102 44.104 Custo da Isenção Usufruída-INSS- Terceiros 202.959 203.971 1.150.417 1.133.121 17. COBERTURA DE SEGUROS - O Instituto possuiu cobertura de seguros e riscos diversos para os bens do ativo imobilizado, que foram definidas por orientação de especialistas e levam em consideração a natureza de sua atividade e o grau de risco envolvido. A Administração, baseada na orientação desses consultores, considera as coberturas suficientes para cobrir eventuais perdas. Ir. Hilda Maria Motter Carbonera Flávia Roberta Mendes Diretora Vice-Presidente Contador CRC 1SP 221432/O-7 C.P.F. 991.437.208-20 C.P.F. 151.267.458-32 Monello Contadores - CRC 2SP 014827/O-0
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As Administradoras Instituto Irmãs Missionárias de Nossa Senhora Consoladora Examinamos as demonstrações financeiras do Instituto Irmãs Missionárias de Nossa Senhora Consoladora, que compreende o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do déficit, das mutações do patrimônio social e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo as principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras - A administração da Entidade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude e erro. Responsabilidade dos auditores independentes - Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os pro-
cedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causadas por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Entidade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Entidade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião - Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Instituto Irmãs Missionárias Nossa Senhora Consoladora em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. São Paulo, 17 de abril de 2012 LM AUDITORES ASSOCIADOS - CRC 2SP018.611/O-8
Mauricio Diácoli - CRC 1SP129.562/O-5
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e
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Nos últimos 50 anos, os shoppings passaram de centros comunitários em algumas cidades a uma relíquia de um jeito de fazer compras.
conomia
Nos EUA, a reinvenção dos pontos. Existem cerca de 108 mil shopping centers nos Estados Unidos. É opção demais para consumidores em dificuldade. Agora, os centros de compra estão inovando. Stephanie Clifford*
C
omo muitos shopping centers dos Estados Unidos, o Galleria at Erieview, em Cleveland, está sofrendo. Fechando aos fins de semana por causa dos poucos visitantes, o estabelecimento tem apenas oito lojas, oito restaurantes na praça de alimentação e algumas empresas, como a associação local de bares. Assim, parte do shopping coberto de vidro está sendo transformada em horta. "Olho este espaço e não o vejo mais como varejo", disse Vicky Poole, diretora do Galleria. "Não dá mais para ser assim." Ao longo dos últimos 50 anos, os shopping centers passaram de centros comunitários em algumas cidades a uma relíquia de um jeito de fazer compras. Embora eles tenham enfrentado problemas no passado, a internet agora afasta ainda mais as vendas. E à medida que os comerciantes se arrastam pel a pi or rece s s ão desde o surgimento dos shoppings, muitos estão percebendo que estes foram construídos em excesso e os estão fechando rapidamente. O resultado é uma taxa de disponibilidade quase recorde em shoppings de todos os tipos, dos grandes e fechados aos que se espalham como ruas. A Sears Holdings vai fechar 120 lojas, a Gap Inc., 200, e a Talbots, 110. A Abercrombie & Fitch fechou 50 lojas no ano passado e a Hot Topic quase o mesmo número. Redes que pediram falência nos últimos anos, como a Blockbuster, Anchor Blue, Circuit City e Borders, deixaram centenas de lojas vazias em shoppings do país inteiro. A maioria das cidades, com orçamentos menores, não pode se dar ao luxo de subsidiar
ou demolir os shoppings doentes. Já os varejistas saudáveis e em expansão – H&M e Nordstrom Rack, por exemplo – não costumam abrir lojas em locais afetados pela crise. Assim, embora muitos deles estivessem forrando cadeiras de poliéster dos anos 60 com tecidos da Martha Stewart, os urbanistas e ativistas comunitários estão tentando renovar e repensar os usos de vários artefatos. Casamentos – Escolas, clínicas médicas, centrais de atendimento, órgãos governamentais e até igrejas agora são locatários comuns em shoppings. Usando uma cortina para esconder a praça de alimentação, o Galleria, de Cleveland, que abriu em 1987 com cerca de 70 lojas e restaurantes, aluga espaços para casamentos e outros eventos. Outros shoppings acrescentaram aquários, cassinos e showrooms de automóveis. Projetistas de Buffalo, Nova York, apresentaram uma proposta de reduzir um shopping a seus alicerces e adaptá-lo para moradia; já um aspirante a arquiteto de Detroit propôs transformar o estacionamento de um shopping em horta comunitária. Argumentando que era muito caro manter um shopping vazio em uma área nobre, a prefeitura de Columbus, Ohio, demoliu o City Center e construiu ali parque. A i n d a q u e m u i t o s s h o ppings continuem a prosperar, as incorporadoras os estão redesenhando como praças, acrescentando ambientes como espaço para cães e áreas verdes, criando ruas que atravessam os shoppings e restaurando elementos naturais, como riachos que haviam sido canalizados. "Em essência, eles estão construindo os centros comerciais que os subúrbios nunca tiveram, além de recuperar
Fotos David Maxwell/NYT
O shopping Galleria at Erieview, em Cleveland, instalou hortas nos quiosques fechados e conseguiu atrair novamente o público. shoppings abandonados para usos não ligados ao comércio", afirmou Ellen DunhamJones, professora da Escola de Arquitetura do Instituto de Tecnologia da Geórgia. Rua – A iniciativa reflete uma mudança na forma como os americanos querem comprar hoje em dia. Em vez de irem a shoppings gigantescos, muitos preferem lugares onde as lojas podem ser acessadas pela rua, com restaurantes, lazer e outras atrações de uma avenida principal. Além disso, à medida que os trabalhadores das áreas urbanas passam a usar o transporte público, os estacionamentos gigantes não são mais necessários. O Simon Property Group, grande empreendedor de shoppings, está reformando de 15 a 20 unidades por ano, contou o diretor de operações, Richard Sokolov. A empresa está acrescentando atrações como pontos para recarregar carros elétricos e anfiteatros, e agendando 20 mil eventos por ano, como demonstrações culinárias. Hoje em dia, os ambientes necessitam "fornecer um conjunto único de compras, alimentação e lazer". A Westfield, outra grande empreendedora, incluiu atrações para cães e rinques de patinação no gelo e, em Toledo, Ohio, há a Sala de Espera, local em que os clientes podem beber cerveja e checar o e-mail, "enquanto as caras-
A diretora do local, Vicky Poole, prepara sementes de couve e espinafre para a colheita da primavera no Hemisfério Norte. Para defender as plantas de pulgões, ela soltou 1,5 mil joaninhas.
metades fazem compras", disse Katy Dickey, porta-voz da empresa, por e-mail. Se alguns centros de compras podem se dar ao luxo de mudar ao longo do tempo, muitos não têm condições e, em termos gerais, existem shoppings demais hoje em dia, afirmam urbanistas. A taxa de disponibilidade nos shopping centers e centros comerciais foi de 11% no último trimestre de 2011, o índice mais alto desde 1991, segundo a consultoria Reis. Grandes shoppings regionais se saíram melhor, com uma taxa de 9,2%. Existem cerca de 108 mil shopping centers nos Estados Unidos, segundo pesquisa de 2009 do International Council
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of Shopping Centers. Poucos anos atrás, as incorporadoras concorriam por sua construção, apostando que o crescimento contínuo iria bancá-los, mas a recessão jogou tais planos por terra. Segundo Dunham-Jones, não foi inaugurado nenhum shopping center fechado nos EUA desde 2006, e muitos projetos ambiciosos, como o Xanadu, de Nova Jersey, pertinho de Manhattan, esperam semiacabados há anos. "No total, temos mais do que precisamos no momento, o que pode ter uma influência ruim nas comunidades", afirmou Patrick Phillips, CEO do Urban Land Institute. "Pelo país inteiro vemos centros comerciais totalmente subutilizados." O que está levando a uma série de soluções criativas, que "ajudariam a deixar mais sustentáveis os subúrbios dos anos 1960 e 1970", disse Rob Shields, diretor do Centro de Estudos de Áreas Metropolitanas da Universidade de Alberta, organizador de um recente concurso arquitetônico que atraiu as propostas de Detroit e Buffalo. Porém, colocar a teoria em prática exige ligações incomuns entre prefeituras e incorporadoras. Os proprietários de shoppings muitas vezes necessitam de autorização ou ajuda financeira das cidades para fazer grandes mudanças, mas estas, por outro lado, desapropriam os shoppings que julgam ser um obstáculo ao desenvolvimento econômico. E os shoppings costumavam ser construídos em cruzamentos movimentados com bom acesso ao transporte público – uma combinação que continua funcionando, ainda que o mesmo não ocorra com o shopping em si. Em Seattle, os urbanistas estão buscando transformar um empreendimento ainda próspero em centro de atração para mais desenvolvi-
mento. "Vivemos um momento interessante porque nas cidades a terra é muito escassa", explicou Marshall Foster, diretor de urbanização de Seattle, que busca fazer do Northgate Mall, um shopping popular construído na década de 1950, um centro de vida urbana. "Não podemos mais desperdiçar essas oportunidades." A prefeitura está trazendo transporte público e tentando aumentar o número de empregos e espaço de moradia na região. Ela recuperou um riacho canalizado e transformado em estacionamento, ao mesmo tempo em que pressiona o dono do shopping e os lojistas a acrescentar uma malha de ruas e a reformar as lojas para que possam ser acessadas da rua. Em Cleveland, a prefeitura também deu pedaços de terra para a criação da estufa no Galleria. Joaninhas – A mudança para horticultura começou com os quiosques usados para vender joias ou velas, nos quais Poole, diretora de eventos de marketing, mandou plantar ervas nos quiosques não usados dentro do shopping. Ela logo descobriu como os pulgões proliferam rapidamente em espaços fechados. A solução foi soltar 1,5 mil joaninhas no shopping. A horta agora produz alface, morango e manjericão, entre outros, que são vendidos aos visitantes e usados pelos restaurantes do local. Um benefício inesperado foi o aumento de visitantes, levando à abertura de lojas relacionadas, como uma empresa que comercializa tambores para coleta de água da chuva. "Isso nos sustentou durante esses anos difíceis, mas agora estamos avaliando o potencial de dar uma virada de mesa", comentou Poole, enquanto preparava sementes de couve e espinafre para a colheita da primavera no Hemisfério Norte. * The New York Times
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e A turma que evita os templos do consumo
ECONOMIA/LEGAIS - 21 Minha família já não gostava muito de shopping e eu também não me sinto bem neles. Ricardo Braun, estudante de Desenho
conomia
Fotos Newton Santos
Marília Perez, supervisora da Caixa Econômica, e sua colega Mônica Martins, coordenadora pedagógica, preferem as lojas de rua da região da Avenida Paulista aos shoppings fechados.
Há quem reclame do ar condicionado, do barulho e do estacionamento cheio. Paula Cunha
P
raticidade, conforto, segurança e variedade de produtos em um só local são as vantagens que os shopping centers oferecem. Entretanto, elas não são suficientes para quem detesta o excesso de gente nos corredores, nas praças de alimentação e no interior das lojas. Além disso, há pessoas que se queixam do barulho e incomodam-se com a luz e produtos de alto preço. Por isso, eles não se importam com o espanto que causam entre amigos e familiares por terem essa opinião e evitam L.C. Leite/LUZ
Quando minha mãe quer fazer compras, eu a levo até ao shopping center, mas espero no carro. MAIRA PEREIRA DE SOUSA, SECRETÁRIA
esses centros de compras como quem foge de uma praga. Maira Pereira de Sousa é radical, não entra em um shopping nem para se alimentar. Mesmo admitindo que o empreendimento é prático, pois nele pode encontrar tudo o que precisa, a secretária não mede esforços para sequer passar perto de suas instalações. "Quando minha mãe quer fazer compras, eu a levo até lá e espero no carro. Também não gosto muito de cinema, mas quando minha filha quer assistir algum filme, compro os ingressos e a pipoca pela internet para evitar as
filas. Prefiro assistir filmes em casa", afirma. Internet – O mesmo acontece com o estudante de Desenho Ricardo Braun, que prefere realizar as suas compras em lojas de rua ou via internet. Ele argumenta que a bagunça e as multidões nos corredores e nas praças de alimentação o irritam e, por isso, prefere as lojas de rua, em que o atendimento é mais rápido. "Minha família já não gostava muito de shopping e eu também não me sinto bem neles", diz o estudante. E acrescenta que, quando precisa de algo específico, dirige-se apenas à loja em que encontrará o item e volta para casa ou para o trabalho, pois não tem o hábito de circular pelos corred o r e s a e smo. E quando a namorada escolhe o fatídico programa, ele só a acompanha por obrigação. A coordenadora pedagógica da Caixa Econômica Federal Monica Martins conta que a última vez em que esteve em um shopping center foi para acompanhar um amigo estrangeiro em visita a São Paulo há dois meses e não sentiu vontade alguma de voltar. Mônica detesta o ar condicionado, o barulho, o excesso de gente e o estacionamento sempre lotado. Ela trabalha em uma unidade da Caixa no centro da Capital paulista e prefere fazer suas compras nas lojas próximas ao banco no horário de almoço. "Só abro uma exceção quando levo meu sobrinho para passear", diz. Quando quer ir ao cinema, prefere as salas de rua e escolhe as da região da Avenida Paulista, mais próximas de sua casa. Sua colega, a supervisora Marília Perez, também escolhe as lojas de rua e, para evitar a agitação, as luzes fortes e as aglomerações, aceita pagar os preços altos dos Jardins.
O estudante Ricardo Braun prefere fazer compras pela internet
CETENCO ENGENHARIA S.A. Senhores Acionistas: Em atendimento às disposições legais e estatuárias, submetemos à apreciação de V.Sas. o Balanço Patrimonial e demais Demonstrações Financeiras relativas ao exercício encerrado em 31/12/2011, acompanhadas das Notas Explicativas e do Parecer dos Auditores Independentes. I. Apesar das expectativas otimistas para 2011 no cenário do mercado da Construção Pesada, os primeiros meses do ano se caracterizaram por uma desaceleração significativa dos investimentos, que tiveram uma queda real de aproximadamente 4% em comparação ao ano de 2010, este marcado por um aumento nos investimentos públicos notadamente no âmbito federal e dos governos estaduais. Os investimentos foram retornando, sendo que em 2011, só para obras registradas no PAC, o Governo Federal desembolsou R$ 28 bilhões a mais que o ano de 2010. Foram mantidos investimentos na infraestrutura e nos amplos programas que tanto o Governo Federal como os Estaduais estão executando, buscando com isso um crescimento sustentado e robusto para a inclusão competitiva da economia brasileira no mercado mundial entre as nações desenvolvidas, podendo o setor da construção contribuir significativamente para esse crescimento. II. Contexto Operacional – Atuando no campo da construção civil por mais de 70 anos a Cetenco Engenharia S.A. detém ampla experiência na execução de obras nas diversas áreas da engenharia. Durante o ano de 2011,
CNPJ/MF nº 61.550.497/0001-06 Relatório da Administração foram iniciadas as obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte no Estado do Pará, da Linha 5 do Metropolitano de São Paulo e da Duplicação e Restauração da Rodovia BR 060 – Lote 02 – PAC no Estado de Goiás, e foram contratadas as obras do Prolongamento da Avenida Roberto Marinho, em São Paulo – Capital, e da Implantação do BRT (Bus Rapid Transit) na área central de Belo Horizonte – MG., estas com início previsto para os primeiros meses de 2012. O faturamento da Companhia no ano foi da ordem de R$ 140 milhões, um pouco inferior ao do ano anterior devido o encerramento de algumas obras. Das obras a executar, a partir de 2012, a Companhia tem em sua carteira contratos assinados que montam a mais de R$ 1,1 bilhão de reais. A prioridade de investimentos públicos e privados, nas esferas Federal e Estaduais, aponta para um cenário otimista da construção civil em 2012, que poderá acrescentar novos contratos nas operações da Companhia. III. Máquinas e Equipamentos – A Companhia vem investindo regularmente na aquisição de máquinas e equipamentos e destinando recursos para manter a frota existente nas melhores condições de uso. IV. Recursos Humanos – A Companhia adota para todos os seus colaboradores uma Política de Benefícios de qualidade nas áreas de transporte, alimentação e assistência médica e odontológica, sendo estas extensivas aos dependentes. Buscando melhorar a capacitação de nossos colaborado-
Balanços Patrimoniais em 31 de dezembro de 2011 e 2010 (Em Reais) Notas Notas Ativo Explic. 2011 2010 Passivo Explic. Circulante Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa (11) 26.050.633 1.433.286 Empréstimos e Financiamentos (6) Contas a Receber (3.3) 182.817.933 126.520.848 Fornecedores/Contas a Pagar Outros Ativos Circulantes 11.747.416 8.789.691 Impostos, Taxas e Contribuições 220.615.982 136.743.825 Salários e Encargos a Pagar Não Circulante Prov. p/ Contingências Trabalhistas Realizável a Longo Prazo Provisão de Férias e Encargos Cauções p/ Garantia de Obras 7.658 7.658 Empréstimos a Associadas (4) 5.555.198 4.569.136 Não Circulante Contas a Receber (3.4) 426.575.171 439.135.196 Exigivel a Longo Prazo Depósitos p/ Recursos e Outros 3.548.876 5.389.573 Impostos a Pagar – 435.686.903 449.101.563 REFIS/Lei 11.941/2009 Participação Empresas Coligadas (5) 1.978.545 1.151.100 Parcelamentos Outros Investimentos (3.6) 156 156 Contas a pagar Propriedades Imobiliárias (3.6) 724.081 724.081 Aluguéis a Pagar Máquinas, Equiptos. e Veículos (3.6) 20.954.653 20.467.532 Empréstimos e Financiamentos (6) Móveis e Utensílios (3.6) 842.737 824.469 Provisão IRPJ e CSLL Diferidos Intangíveis (3.8) 383.731.653 383.727.949 Depreciação (3.6) (18.738.197) (16.636.892) Patrimônio Líquido 825.180.531 839.359.958 Capital Realizado Ajuste de Avaliação Patrimonial Reserva de Capital Reserva Legal Reserva de Lucros Reserva de Lucros a Realizar Total do Ativo
1.045.796.512
976.103.783
Total do Passivo
2011
2010
40.284.489 2.869.669 1.582.857 1.362.741 1.789.231 1.888.588 49.777.575
15.640.348 5.897.326 2.364.911 1.597.289 1.257.676 1.396.270 28.153.820
483.883 577.021 11.736.563 5.880.442 45.031.763 23.218.562 86.928.234
590.827 457.169 20.325.405 4.940.144 15.595.606 20.390.091 62.299.242
152.000.000 383.397.312 105.463.186 22.554.701 73.429.375 172.246.129 909.090.703 1.045.796.512
152.000.000 383.397.312 105.463.186 21.382.702 73.429.375 149.978.146 885.650.721 976.103.783
As notas explicativas anexas são parte integrante destas demonstrações Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido para os anos findos em 31 de dezembro de 2011 e 2010 (Em Reais) Ajustes de Reserva Capital Avaliação Reserva de Reserva de Lucros Reserva de Lucros Realizado Patrimonial Capital Legal a Realizar Lucros Acumulados Total Saldos em 31 de dezembro de 2009 152.000.000 383.397.312 105.463.186 18.048.674 86.631.611 73.429.375 – 818.970.153 Resultado do Exercício – – – – – – 66.680.563 66.680.563 Reserva Legal – – – 3.334.028 – – (3.334.028) – Reserva de Lucros a Realizar – – – – 63.346.535 – (63.346.535) – Saldos em 31 de dezembro de 2010 152.000.000 383.397.312 105.463.186 21.382.702 149.978.146 73.429.375 – 885.650.721 Resultado do Exercício – – – – – – 23.439.982 23.439.982 Reserva Legal – – – 1.171.999 – – (1.171.999) – Reserva de Lucros a Realizar – – – – 22.267.983 – (22.267.983) – Saldos em 31 de dezembro de 2011 152.000.000 383.397.312 105.463.186 22.554.701 172.246.129 73.429.375 – 909.090.703 As notas explicativas anexas são parte integrante destas demonstrações Notas Explicativas 1. Contexto Operacional: A Cetenco Engenharia S.A. é uma sociedade almente. 3.3. Contas a Receber (circulante): São relacionados a contratos anônima de capital fechado com sede em São Paulo, Capital. Sua acionista de longo prazo com entidades estatais. Os resultados são reconhecidos à controladora é a Construtora Centenário S.A. Empreendimentos e Parti- medida em que os serviços vão sendo executados. 3.4. Contas a Rececipações, CNPJ/MF: 43.382.027/0001-07. As atividades operacionais da ber (RLP): Refere-se a ações judiciais contra empresas estatais, em que Companhia consistem na prestação, no país ou no exterior, de serviços de a companhia já obteve decisão favorável, não restando nenhuma dúvida engenharia de construção civil, de obras para produção, utilização e distri- quanto ao seu direito ou ao seu recebimento. 3.5. Provisão para Créditos buição de energia elétrica, bem como de obras hidráulicas, eletromecâni- de Liquidação Duvidosa: A Administração da Companhia não vem procecas e viárias, por empreitada ou administração, construção, incorporação, dendo à constituição da provisão para devedores duvidosos sobre créditos administração, compra e venda de imóveis, aluguéis em geral e a parti- contra poderes públicos, devido a atual legislação não permitir a dedução cipação em outras sociedades. O desempenho econômico da sociedade para efeitos tributários e por entender que estes não são sujeitos à falência está atrelado ao investimento por parte dos governos Federal, Estaduais e (artigo 2º da Lei nº 11.101, de 09/02/2005). 3.6. Imobilizado: é demonsMunicipais, em obras de infraestrutura. trado ao custo de aquisição corrigido monetariamente até 31 de dezembro 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis – As demonstrações de 1995, deduzido da depreciação. A depreciação é calculada pelo método contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas linear, com base nas seguintes taxas anuais: edifícios – 4%, equipamentos no Brasil, que levam em consideração as disposições contidas na Lei das leves – 10%, equipamentos pesados – 25%, veículos – 20%, ferramentas Sociedades por Ações – Lei 6404/76, com as alterações constantes nas – 20%, aparelhos de engenharia, móveis e utensílios – 10%. 3.7. ArrenLeis 11.638, de 28 de dezembro de 2007 e 11.941 de 27 de maio de 2009, damento Mercantil: Os contratos de arrendamento mercantil financeiro, e as determinações das Normas Brasileiras de Contabilidade emitidas pelo são registrados no ativo imobilizado em contra-partida no passivo como CFC – Conselho Federal de Contabilidade relativas aos pronunciamentos, empréstimos e financiamentos. 3.8. Intangíveis: refere-se ao registro pela interpretações e orientações do CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis). Dessa forma, as Demonstrações Contábeis não contemplam anteci- empresa, da sua marca e do seu acervo técnico, com base em laudo funpação da adoção dos pronunciamentos técnicos emitidos por esse Comitê, damentado elaborado por empresa especializada, conforme dispõe a lei aprovados pelo CFC e exigidos para os exercícios iniciados a partir de 1º 11638/07 e CPC-Pronunciamento 04. 4. Transações com Partes Relacionadas – Os saldos com empresas de janeiro de 2010. 3. Principais Diretrizes Contábeis – 3.1. Apuração do Resultado das associadas referem-se às operações normais de fornecimento de bens e operações e Ativos e Passivos Circulantes e Não Circulantes: O resul- serviços e contratos de mútuo, sujeitos às condições, taxas e prazos usuais tado, apurado pelo regime de competência de exercícios, inclui os rendi- no mercado. mentos, encargos e variações monetárias, incidentes sobre ativos e passi- Realizável a Longo Prazo 2011 2010 vos circulantes e a Não Circulantes; 3.2. Estimativas Contábeis: A elabo- Empréstimos a Associadas 3.087.882 2.607.669 ração das demonstrações financeiras, de acordo com as práticas adotadas Centenor Empreendimentos S.A. 8.017 6.518 no Brasil, requer que a administração use de julgamento na determinação e Marina Porto de Angra Ltda 49.480 25.618 registro de estimativas contábeis. Ativos e Passivos significativos sujeitos a Minérios Centurião S.A. 9.444 2.792 essas estimativas e premissas incluem o valor residual do ativo imobilizado, Planoar Participações Ltda. 1.387.040 1.010.319 estoques , imposto de renda e contribuição social diferidos. A liquidação das Unicon-União de Construtoras Ltda. 986 429 transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores dife- Porto São Bento Ltda. rentes dos estimados devido a imprecisões inerentes ao processo de sua Construtora Centenário S.A. 1.012.348 915.790 determinação. A Empresa revisa estimativas e premissas pelo menos anu- Total Geral 5.555.198 4.569.136 5. Participação em Empresas Ligadas – São avaliadas pelo metódo de equivalência patrimonial:
res, a Companhia manteve os investimentos em treinamentos para a gestão de áreas consideradas fundamentais, como a de Gestão de Qualidade e a Gestão de Recursos Humanos. V. Gestão e Qualidade – Após a obtenção da Certificação na Norma ISO 9001:2008 e atestada no Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat – PBQP-H, renovada em março/2011, a empresa ampliando seu Sistema de Gestão, alcançou as certificações nas normas ISO 14001:2004 (Meio e Ambiente) e BS OHSAS 18001:2007 (Saúde e Segurança), válidas até abril de 2014, com escopo de “Execução de Obras rodoviárias, ferroviárias, obras de arte especiais e de edificações”. VI. Expectativas Futuras – O Brasil terá mais de 12.000 grandes obras até 2016, nas mais diversas áreas do ramo da construção, algumas já em andamento, e os recursos a serem investidos deverão chegar a R$ 1,5 trilhão de reais, incrementados diante dos grandes eventos como a Copa das Confederações, em 2013, Copa do Mundo, em 2014, e Olimpíadas, em 2016. Esse cenário favorável projeta para o próximo ano um expressivo aumento no segmento de Obras Públicas e consequentemente um crescimento nos negócios desenvolvidos pela Cetenco Engenharia S.A. A Diretoria Demonstração do Resultado para os anos findos em 31 de dezembro de 2011 e 2010 (Em Reais) 2011 2010 Receita Bruta Operacional 141.381.686 160.785.561 Impostos sobre Serviços (3.494.217) (4.391.956) Receita Operacional Líquida 137.887.469 156.393.605 Custo Operacional (81.504.526) (67.791.141) Lucro Bruto 56.382.943 88.602.464 Despesas (Receitas) Operacionais Despesas c/ Pessoal (10.559.575) (9.186.967) Despesas Administrativas (3.004.142) (2.849.040) Servs. Terceiros P.Jurídica (2.361.535) (6.882.392) Impostos e Taxas (313.334) (432.561) Outras Receitas(Despesas) Operacionais 2.209.975 4.445.501 Depreciação (170.499) (136.570) (14.199.109) (15.042.029) Receita (Desp.) Financ. Líquida (16.742.825) (119.362) Participação em Coligada 827.445 (888.162) Lucro Antes da Contribuição Social 26.268.454 72.552.911 Prov. p/ Contribuição Social (748.979) (1.585.534) Lucro Após a Contribuição Social 25.519.474 70.967.377 Prov. p/ o Imposto de Renda (2.079.492) (4.286.814) Lucro do ano 23.439.982 66.680.563 326,83 Lucro p/ ação do ano 114,89 As notas explicativas anexas são parte integrante destas demonstrações Demonstração dos Fluxos de Caixa – DFC para os anos findos em 31 de dezembro de 2011 e 2010 (Em Reais) Fluxos de Caixa Originados de: Atividades Operacionais 2011 2010 Resultado do Exercício 23.439.982 66.680.563 Ajustes de Reconciliação (+) Depreciação e Amortização 2.139.071 2.008.232 (-) Result. venda Ativo Imobiliz. (1.700) (2.210.508) (+) Result. Equivalência Patrimonial (827.445) 888.162 (-/+) Aumento/Red. em Ctas a Receber (46.694.785) (95.945.166) (-) Redução em fornecedores (1.175.712) (12.263.473) (+/-) Aumento/Red. dos Salários a Pagar 253.241 488.403 (+/-) Aumento/Redução de Outros Impostos a Recolher (509.266) 837.102 (-) Red. de Impostos a Recolher – REFIS – (4.103.893) (+/-)Aum./Red. Ctas a Pagar e Provisões 13.223.254 9.903.458 (+) Provisão para IRPJ e CSLL Diferidos 2.828.471 5.872.348 (=) Caixa Líquida Aplic. nas Ativ. Oper. (7.324.888) (27.844.773) Fluxos de Caixa Originados de: Atividades de Financiamentos (-) Empréstimos Pagos/ Efetuados (58.046.436) (1.779.240) (+) Emprést. e Financiamentos Tomados 88.709.399 18.503.887 (=) Caixa Líq. Gerada pela Ativ. Financ. 30.662.963 16.724.647 Fluxos de Caixa Originados de: Atividades de Investimentos (-) Compras de Imobilizado (563.124) (563.969) (-) Desconto Crédito Precatórios – (1.562.892) (+) Alienação de Investimentos – 4.326.317 (+) Créditos Fiscais – 2.980.693 (+) Recebim. por venda ativo imobilizado 1.700 15.236 (+) Levantamento/depósitos Judiciais 1.840.697 – (=) Caixa Líq. Gerada pela Ativ. Invest. 1.279.272 5.195.385 Redução no Caixa e Equivalentes 24.617.347 (5.924.740) Caixa e Equivalentes (Início do ano) 1.433.286 7.358.026 Caixa e Equivalentes (Final do ano) 26.050.633 1.433.286 (5.924.740) Red./Aum. no Caixa e Equivalentes 24.617.347 As notas explicativas anexas são parte integrante destas demonstrações Demonstração do Valor Adicionado para os anos findos em 31 de dezembro de 2011 e 2010 (Em Reais) Receitas 2011 2010 Vendas de serviços 141.381.686 160.785.561 Outras Receitas Operacionais 3.348.744 9.486.193 144.730.431 170.271.754 Custo dos Serviços Prestados (58.973.506) (44.927.505) Materiais, energia, serviços terceiros e outros (20.391.949) (28.691.285) (79.365.455) (73.618.790) Valor Adicionado Bruto 65.364.975 96.652.964 Retenções Depreciação, Amortização e Exaustão (2.139.071) (2.008.232) Valor Adicionado 63.225.904 94.644.732 Valor Adicionado Receb. em Transferência Resultado da Equivalência Patrimonial 827.445 (888.162) Receitas Financeiras 1.529.904 3.475.157 2.357.349 2.586.995 Valor Adicionado Total a Distribuir 65.583.253 97.231.727 Distribuição do Valor Adicionado Pessoal e Encargos (25.410.869) (18.222.190) Impostos Taxas e Contribuições (11.354.924) (11.521.337) Juros e Aluguéis (5.377.478) (807.637) Lucros Retidos (23.439.982) (66.680.563) (65.583.253) (97.231.727)
Resultado das As notas explicativas anexas são parte integrante destas demonstrações Participações 2011 2010 pelo REFIS, estão registrados pelo valor atualizado, diminuídos dos PrejuUnicon – União de Construtoras Ltda (21.354) (349.147) ízos e Base Negativa da Contribuição Social e não estão ajustados para (10 quotas de R$ 3,635 cada) o valor presente. Em 23/11/2009, a Sociedade entrou com pedido de parCentenor Empreend. S.A. 84,36% 84,36% 1.326.629 238.202 1.209.010 360.211 848.799 (539.015) celamento da Lei nº 11.941 de 27/05/2009 dos saldos remanescentes de (12.497.637) (13.285.612) 1.978.545 1.151.100 827.445 (888.162) impostos e contribuições dos programas Refis e das dívidas não parcela6. Empréstimos e Financiamentos execução das atividades da empresa e regisrados no ativo imobilizado. c) dos anteriormente, junto a Secretaria da Receita Federal do Brasil. Em vir(Passivo Circulante e Não Circulante) – São representados por: referem-se a veículos adquiridos através de crédito direto ao consumidor. tude da metodologia de cálculo para apuração dos novos saldos do parce2011 2010 7. Capital Social – O Capital Social é totalmente nacional e integralizado é lamento e, buscando ajustar nossos valores de acordo com estes cálculos, Circulante Circulante representado por 204.024 ações sem valor nominal, sendo 186.367 ações a empresa, no ano calendário de 2010, apurou um ajuste credor no valor de Capital de Giro 38.924.142 14.046.049 ordinárias e 17.657 ações preferenciais. O agrupamento de Ações ordiná- R$ 4.965.371,74(quatro milhões novecentos e sessenta e cinco mil, trezenArrendamento Mercantil (a) 145.789 173.632 rias e preferencais à razão de 1.000(mil) ações para cada 1(uma) ação foi tos e setenta e hum reais e setenta e quatro centavos), valor este que está Finame (b) 1.202.742 1.420.667 aprovado na Ata da Assembléia Geral Extraordinária realizada em 30 de classificado dentro do grupo de outras receitas operacionais. Crédito Direto Consumidor – CDC (c) 11.816 – junho de 2006. 11. Caixa e Equivalentes de Caixa – Caixa e equivalentes de caixa con40.284.489 15.640.348 8. Reserva de Lucros a Realizar – Evidencia a parcela de lucros ainda não sistem em numerário disponível na Sociedade, saldos de caixa e em poder Não Circulante Não Circulante realizada financeiramente. de bancos. Caixa e equivalentes de caixa incluídos na demonstração dos Capital de Giro 44.143.394 13.845.684 9. Imposto de Renda Diferido – Refere-se ao imposto de renda apurado fluxos de caixa compreendem: Arrendamento Mercantil (a) 44.068 147.159 sobre receitas diferidas no exercício. 2011 2010 Finame (b) 844.301 1.602.763 10. Contingências – A sociedade possui as seguintes contingências Caixa e saldos em bancos 377.023 57.766 45.031.763 15.595.606 conhecidas: a) Processos trabalhistas – Diversos processos movidos Aplicações Financeiras de Curto Prazo 25.673.610 1.375.520 a) A companhia ativa integralmente os bens objeto dos arrendamentos pelo contra a companhia por ex-empregados, cuja constituíção da provisão de Caixa e equivalentes de caixa 26.050.633 1.433.286 seu valor de mercado na época da aquisição e o deprecia pela vida útil valores e os eventuais riscos, face ao estágio atual dos processos, foram 12. Seguros – A companhia adota a politica de contratar cobertura de seguestimada, em conformidade com as taxas usuais praticadas no mercado, estimados no montante de R$ 1.789.231 em 2011 e de R$ 1.257.676 em ros para os bens sujeitos a riscos por montantes considerados suficientes reconhece o passivo existente líquido dos juros antecipados, lançando 2010. b) Tributos e Contribuições Sociais – Em 30.06.2000, a Sociedade para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. como despesas apenas os juros pagos no exercício. b) Referem-se a finan- aderiu ao REFIS, e para amortizar juros e multas, utilizou Prejuízos Fiscais As premissas de riscos, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo ciamentos através de FINAME, de máquinas e equipamentos utilizados na e Base Negativa da Contribuição Social Próprios. Os impostos abrangidos da auditoria das demonstraçõpes contábeis, consequentemente, não foram Conselho de Administração e Diretoria Luiz Carlos Magalhães – Técnico Contábil – CRC 1SP 063.429/O-0 auditadas pelos nosso auditores independentes. Coligada/Controlada
% de Participação 2011 2010 20,00% 20,00%
Patrimônio Líquido 2011 2010 (13.824.267) (13.523.814)
Ilmos Srs. Administradores e Acionistas da Cetenco Engenharia S.A. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Cetenco Engenharia S.A., que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as Demonstrações Contábeis: A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa ava-
Investimentos 2011 2010 769.535 790.889
Relatório dos Auditores Independentes liação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Cetenco Engenharia S.A.. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Base para Opinião com Ressalva: Não examinamos, nem foram examinadas por outros auditores independentes, as demonstrações contábeis da empresa Unicon – União de Construtoras Ltda., correspondente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011. Como consequência, não nos foi possível formar uma opinião quanto à adequação dos valores representativos de tal investimento naquela data e do correspondente resultado registrado no exercício de 2011, com base no valor de patrimônio líquido daquela empresa, como mencionado na nota explicativa nº 5 às demonstrações contábeis. Opinião com Ressalva: Em nossa opinião, exceto quanto aos possíveis efeitos dos assuntos comentados no parágrafo Base para Opinião com Ressalva, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cetenco Engenharia S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase: Conforme descrito na Nota Explicativa 2 as demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas
no Brasil, que diferem do IFRS aplicáveis às demonstrações contábeis somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, que para fins de IFRS seria o custo ou valor justo. Outros Assuntos Auditoria dos Valores Correspondentes ao Exercício Anterior: Os valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, apresentados para fins de comparação, foram anteriormente por nós auditados e o relatório emitido em 01 de março de 2011, contem ressalva semelhante ao assunto mencionado no parágrafo Base para opinião com ressalva acima, bem como eventuais efeitos em processo de avaliação dos possíveis impactos sobre diversos pronunciamentos contábeis, interpretações e orientações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis e Aprovados pelo Conselho Federal de Contabilidade – CFC, com adoção obrigatória para os exercícios iniciados a partir de 1º de janeiro de 2010. Demonstração do Valor Adicionado: Examinamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA), referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. São Paulo, 19 de abril de 2012. Padrão Auditoria S/S CRC-2SP 016.650/O-7
Sérgio Noboru Outaka Contador CRC-1SP 129.531/O-9
DIÁRIO DO COMÉRCIO
22 -.ECONOMIA/LEGAIS
Maremi Empreendimentos e Participações S/A.
SOL LEVANTE PARTICIPAÇÕES SA.
CNPJ 05.608.178/0001-33 RELATÓRIO DA DIRETORIA Srs. Acionistas, submetemos a vossa apreciação as demonstrações referentes ao exercício social encerrado em 31/12/2011. São Paulo, 18/04/2012 BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 - (EM REAIS) ATIVO CIRCULANTE Caixa e Bancos Aplicações Financeiras Contas a Receber NÃO CIRCULANTE Investimentos Imóveis Móveis e Equipamentos TOTAL DO ATIVO
2011 446.457,24 34.391,62 407.285,62 4.780,00 22.766.882,55 21.241.290,03 1.510.003,09 15.589,43 23.213.339,79
2010 726.934,40 46.645,02 678.189,38 2.100,00 21.338.728,32 19.813.135,80 1.510.003,09 15.589,43 22.065.662,72
PASSIVO CIRCULANTE Obrigações a Pagar Contas a Pagar Receitas Financeiras Diferidas PATRIMÔNIO LíQUIDO Capital Social Reservas de Lucros Resultado do Exercício TOTAL DO PASSIVO
DEMONST. DO RESULTADO EM 31/12/2011 E 31/12/2010 - (Em REAIS) 2011 202.756,60 172.750,33 2.431,00 27.575,27 23.010.583,19 13.575.004,00 7.318.309,38 2.117.269,81 23.213.339,79
2010 42.157,81 1.994,33 2.431,00 37.732,48 22.023.504,91 13.575.004,00 2.797.543,27 5.650.957,64 22.065.662,72
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31/12/2011 E 2010 (VALORES EXPRESSOS EM REAIS - R$) Capital Subscrito 2.857.896,00 – 2.857.896,00 10.717.108,00 – – 13.575.004,00 – – 13.575.004,00
Patrimônio Líquido em 31/12/2008 Lucro Líquido no Exercício Patrimônio Líquido em 31/12/2009 Aumento do Capital Mediante Aproveitamento das Reservas Lucro Líquido no Exercício 31/12/2010 Dividendo Pagos Patrimônio Líquido em 31/12/2010 Lucro Líquido no Exercício 31/12/2011 Dividendo Pagos Patrimônio Líquido em 31/12/2011
Reservas de Lucros 11.833.591,95 1.977.716,85 13.811.308,80 (10.717.108,00) 5.650.957,64 (296.657,53) 8.448.500,91 2.117.269,81 (1.130.191,53) 9.435.579,19
Patrimônio Líquido 14.691.487,95 1.977.716,85 16.669.204,80 – – – 22.023.504,91 – – 23.010.583,19
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 2011 1 - A Sociedade tem por objetivo participação em outras sociedades e locação de bens imóveis. 2 - O Capital social é de R$ 13.575.004,00 ( Treze milhões, quinhentos e setenta e cinco mil e quatro reais) correspondendo a 6.787.502 (seis milhões, setecentos e oitenta e sete mil e quinhentas e duas) ações ordinárias e 6.787.502 (seis milhões, setecentos e oitenta e sete mil, quinhentas e duas) ações preferenciais nominativas, no valor de R$ 1,00 (hum real) cada uma. 3 - As participações em empresas controladas são demonstradas ao custo de aquisição e avaliadas pelo método de equivalência patrimonial. 4 - As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis emanadas da Legislação Societária e das normas substanciais nos pronunciamentos contábeis emitidos pelo CPC - Comitê de Pronunciamentos Contábeis, e as alterações introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e Lei nº 11.941/09. DIRETORIA: Albino José Coelho da Rocha Filho - Presidente
Ana Maria Gomes Carreira - Contadora - CRC-SP nº 097895/0-6
sábado, domingo e segunda-feira, 21, 22 e 23 de abril de 2012
RECEITAS OPERACIONAIS 2011 2010 Receitas de Aluguéis 97.763,08 89.047,24 Outras Receitas 49.957,82 30.585,66 (-) Impostos s/ Receitas (3.568,39) (3.250,17) Resultado Equivalência Patrimônial 2.059.511,44 5.613.984,82 (-) DESPESAS OPERACIONAIS Honorários Diretoria / Terceiros (38.555,74) (40.553,32) Despesas Com Pessoal (5.172,00) (5.172,00) Impostos e Taxas (11.083,86) (1.173,40) (-) DESPESAS FINANCEIRAS (440,13) (34,80) (-) OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS (21.807,63) (25.637,55) (-) PROVISÕES TRIBUTÁRIAS (9.334,78) (6.838,84) Resultado do Exercício 2.117.269,81 5.650.957,64 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA MÉTODO INDIRETO - EXERCÍCIOS 2011 E 2010 FLUXO OPERACIONAL 2011 2010 Lucro Líquido 2.117.269,81 5.650.957,64 Ajustes por: (-) Res. de Eq. Patrimonial (2.059.511,44) (5.613.984,82) Lucro Ajustado 57.758,37 36.972,82 Mudança nos Ativos e Passivos Obrigações Tributárias e Encargos Sociais 170.756,00 (1.304,64) Receitas Financeiras Diferidas (10.157,21) 26.144,75 Dividendos Pagos (1.130.191,53) (296.657,53) Caixa Gerado - Atividades Operacionais (911.834,37) (234.844,60) Atividades de Investimentos Investimento Inicial 207.732,48 170.000,00 Investimento Final (197.575,27) (207.732,48) Ajuste de mercado 0,00 11.587,73 Lucros Recebidos 621.200,00 680.800,00 Aquisições de Imobilizado 0,00 (2.675,33) Cx. Consumido - Atividades Investimentos 631.357,21 651.979,92 Aumento (Redução) Líquido do Caixa (280.477,16) 417.135,32 No Início do Exercício 726.934,40 309.799,08 No Fim do Exercício 446.457,24 726.934,40 Redução (Aumento) Líquido do Caixa (280.477,16) 417.135,32
CNPJ/MF nº 15.023.783/0001-04 Ata da Assembléia Geral de Transformação da Maremi Empreendimentos e Participações Ltda. em Maremi Empreendimentos e Participações S/A. em 10/02/2012 Data, hora e local: 10/02/2012, 10 h, sede. Quorum: Totalidade, Carlos André Andrioni Lourenço e Renata Pereira Barretto Lourenço, ambos com 500 ações ordinárias de R$ 1,00 cada. Convocação: Dispensada. Mesa: Carlos André Andrioni Salgueiro Lourenço, Presidente e Renata Pereira Barretto Lourenço, Secretária. Deliberações Unanimes: A) Transformação de Ltda em S/A, conforme ata de reunião de quotistas de 8/2/12. B) Estatuto Social: Capítulo I - Denominação, Sede, Foro e Duração - Art. 1. Cia. denominada Maremi Empreendimentos e Participações S/A, regida pelo estatuto e disposições legais. Art. 2. Cia. c/ sede e foro jurídico na Cidade e Estado/SP. § único: Cia. através deliberação de acionistas representando maioria do capital: abrir, transferir e/ou encerrar filiais de qualquer parte do território nacional ou exterior, fixando capital de cada uma, destacado do capital social. Art. 3. Cia. c/ prazo de duração indeterminado. Capítulo II Objeto Social - Art. 4. Cia. tem por objeto: participação no capital de outras empresas, como sócia ou acionista, atuando como holding e administração de bens próprios. Capítulo III - Capital Social - Art. 5. Capital é R$1.000,00 subscrito e integralizado em moeda corrente nacional, dividido em 1.000 ações ordinárias nominativas, c/ valor de R$ 1,00 cada. Art. 6. Ações são indivisíveis em relação à Cia. e cada ação ordinária é 1 voto nas assembléias, cujas deliberações são por maioria de votos. Art. 7. Acionistas terão preferência p/ subscrição do aumento de capital, respeitada proporção do número de ações possuídas. Capítulo IV - Administração - Art. 8. Cia. administrada pela diretoria, eleita em assembléia, mandato 3 anos, permitida reeleição, mínimo 2 e máximo 5 membros: 1 diretor presidente, 1 diretora administrativa e 3 diretores s/ designação. Nos termos da lei, diretoria poderá ser destituída a qualquer tempo pela assembléia. Art. 9. Observado §§ deste art, à diretoria compete administrar e representar Cia, c/ poderes p/ obrigá-Ia em quaisquer atos e contratos de seu interesse, podendo, transigir e renunciar direitos e adquirir, alienar e onerar bens, conforme estatuto. Art. 10. Todos atos e documentos que importem responsabilidade ou obrigação p/ Cia, como: compra de bens móveis e imóveis, venda, alienação ou gravame de bens móveis, escritura de qualquer natureza, abertura contas bancárias, cheques, promissórias, letras de câmbio, duplicata, ordem pagamento, títulos de dívida em geral, contratos, inclusive de empréstimo c/ bancos e quaisquer órgãos públicos ou particulares e outros documentos não especificados, são praticados c/ assinatura do diretor presidente ou diretora administrativa, isoladamente. §1. Cia. se obriga c/ assinatura isolada do diretor presidente ou diretora administrativa, ou 1 diretor em conjunto c/ 1 procurador, observado estatuto. §2. Cia. também poderá ser representada por 1 procurador, constituído isoladamente pelo diretor presidente. §3. Procurações outorgadas em nome da Cia. são sempre pelo diretor presidente, isoladamente. §4. Quaisquer atos praticados pelos diretores, procurador ou funcionário da Cia, envolvendo obrigações relacionadas c/ negócios e operações estranhas ao objeto, como fianças, avais ou quaisquer garantias em favor de terceiros, são expressamente proibidos e nulos de pleno direito, exceto expressamente autorizados, por escrito, por acionistas representando maioria do capital. Art.11. Conselho fiscal não permanente, 3 membros efetivos e 3 suplentes, acionistas ou não, eleitos em assembléia e funcionará nos exercícios que for instalado, a pedido de acionista. Permitida reeleição e remuneração fixada em assembléia. Capítulo V - Assembléias Gerais - Art. 12. Assembléias ordinárias e/ou extraordinárias. Ordinariamente, nos 4 meses após findo exercício social e extraordinariamente, sempre que convocada, na forma da lei. §único: Assembléias são presididas pelo diretor presidente e secretariadas por 1 acionista ou não, por ele escolhido na oportunidade. Ausente diretor presidente, são assembléias presididas por qualquer diretor ou 1 dos presentes indicado por aclamação dos demais acionistas. Capítulo VI - Exercício Social, Demonstrações Financeiras e Destinação Lucro - Art.13. Exercício finda em 31/12 de cada ano. §único: Cia. poderá levantar balanços trimestrais p/ apurar lucro do período neles compreendido, podendo lucro ter destinação estabelecida neste estatuto. Art.14. Lucro líquido, definido no art.191, Lei 6404/76, apurado em cada balanço, terá destinação: a) constituição reserva legal; b) constituição reservas contingência e lucros realizar com proposta da diretoria e “ad referendum” assembléia; c) pagamento dividendos propostos pela diretoria que, somados dividendos intermediários e/ou juros s/ capital próprio conforme §§ 2 e 3 deste art. que tenham sido declarados, assegurem aos acionistas, em cada exercício, a título dividendo mínimo obrigatório, 25% do respectivo lucro líquido, ajustado pela diminuição ou acréscimo dos valores (itens I, II, III, art. 202, Lei 6404/76). §1. Diretoria autorizada declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente semestrais e mensais, à conta lucros acumulados ou reservas lucros existentes. §2. Poderá diretoria, ainda, autorizar distribuição lucros aos acionistas a título de juros s/ capital próprio, conforme legislação específica, em substituição total ou parcial aos dividendos, inclusive intermediários, cuja declaração é facultada pelo § anterior ou, ainda, em adição aos mesmos. §3. Juros eventualmente pagos aos acionistas serão imputados, líquidos do IRF, ao valor dividendo mínimo obrigatório do exercício (25%), conforme letra “c” do caput deste art. Art. 15. Saldo lucro líquido, verificado após distribuições acima previstas, terá destino proposto pela diretoria e conforme assembléia, podendo ser destinado 100% à reserva de lucros/estatutária, visando manutenção margem operacional compatível c/desenvolvimento das operações ativas da Cia. Capítulo VIII - Liquidação - Art. 16. Cia. entrará em liquidação nos casos previstos em lei, processada conforme assembléia, competindo-lhe, eleger liquidante. Capítulo IX - Alterações - Art. 17. Estatuto poderá ser alterado em qualquer de seus arts. a qualquer tempo, conforme assembléia, podendo, ainda, acionistas, c/ maioria de votos, transformar Cia. em outro tipo societário, observado preceitos legais. Capítulo X - Lei Aplicável - Art.18. O estatuto rege-se pela Lei 6404/76 e modificações contidas na Lei 9457/97 e Lei 10303/01. C) Eleita, por 3 anos, Diretoria: Diretor Presidente, Carlos André Andrioni Salgueiro Lourenço, RG. 8.416.962 e CPF. 051.771.428-09. Diretora Administrativa: Renata Pereira Barretto Lourenço, RG. 12.271.465 e CPF.103.063.598-63. D) Fixada remuneração global da diretoria em R$20.000,00. São Paulo, 10/02/2012. Mesa e Acionistas (aa) Carlos André Andrioni Salgueiro Lourenço e Renata Pereira Barretto Lourenço. JUCESP – Registrado sob n. 125.441/12-5 (Ltda) e Nire 3530043641-5 (S/A) em 21/3/2012.
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA CONCORRÊNCIA A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para execução de Construção de Prédio Administrativo com Fornecimento, Instalação, Licenciamento e Manutenção de Elevador: CONCORRÊNCIA Nº - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ÀREA (se houver) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÍNIMO P/ PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAÇÃO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 70/00468/12/01 - Outro Prédio destinado a Instalação do Serviço de Transporte/Dep. Adm. da SEE - Rua Paulino Guimarães, 224/242 - Cep: 01109-020 - Ponte Pequena - São Paulo/SP - 390 - 4.627,64 - R$ 826.305,00 - R$ 82.630,00 - 09:30 - 24/05/2012. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 24/04/2012, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 50,00 (cinquenta reais). Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada à Supervisão de Licitações da FDE, conforme valor indicado acima. Os invólucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA PREGÃO ELETRÔNICO DE REGISTRO DE PREÇOS Nº 57/00028/12/05 OBJETO: AQUISIÇÃO DE COMPUTADORES E NOTEBOOKS INCLUINDO OS SERVIÇOS DE GARANTIA E SUPORTE, PARA ATENDIMENTO DAS NECESSIDADES DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para aquisição de computadores e notebooks incluindo os serviços de garantia e suporte, para atendimento das necessidades da Rede Estadual de Ensino da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 23/04/2012, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 08/05/2012, às 09:30 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 23/04/ p 2012, até o momento anterior ao início da sessão pública. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA AVISO DE ABERTURA DE LICITAÇÃO Acha-se aberto na Prefeitura do Município de Bragança Paulista os seguintes certames licitatórios: TOMADA DE PREÇOS 004/2012 OBJETO: CONSTRUÇÃO DE GALERIA DE ÁGUAS PLUVIAIS –VILA APARECIDA DATA DE ABERTURA: 10.05.2012, ÀS 10 HORAS GARANTIA PARA LICITAR (CAUÇÃO) ATÉ: 07.05.2012 VISITA TÉCNICA DE 14.02.2012 A 04.05.2012 O presente edital é publicado em resumo no Diário Oficial do Estado (DOE), no Diário do Comércio, Jornal Local e afixado no quadro de avisos da Prefeitura Municipal. As informações poderão ser obtidas na Divisão de Licitação, Compras e Almoxarifado da Prefeitura Municipal, sita à Avenida Antonio Pires Pimentel, nº 2.015, Centro, ou pelo telefone (11) 4034-7056 / 59, em dias úteis das 09:00 às 16:00 horas. Bragança Paulista, 20 de abril de 2012. JOSÉ PEREIRA DE GODOI CHEFE DA DIVISÃO DE LICITAÇÃO, COMPRAS E ALMOXARIFADO
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA AVISO DE ABERTURA DE LICITAÇÃO Acham-se abertos na Prefeitura do Município de Bragança Paulista os seguinte(s) certame(s) licitatório(s): CONVITE Nº 024/2012 OBJETO: CONSTRUÇÃO DE PISTA DE SKATE GME FRANCISCO VERGILI DATA DE ABERTURA: 03/05/2012 – ÀS 14:30 HORAS O presente edital é publicado em resumo no Diário Oficial do Estado (DOE), no Diário do Comércio, Jornal Local e afixado no quadro de avisos da Prefeitura Municipal. As informações poderão ser obtidas na Divisão de Licitação, Compras e Almoxarifado da Prefeitura Municipal, sita à Avenida Antonio Pires Pimentel, nº 2015, Centro, ou pelo telefone (11) 4034-7056 / 59, em dias úteis das 09:00 às 16:00 horas. Bragança Paulista, 20 de abril de 2012. JOSÉ PEREIRA DE GODOI CHEFE DA DIVISÃO DE LICITAÇÃO, COMPRAS E ALMOXARIFADO
PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATÓRIO Nº 29/12 - PREGÃO Nº 13/12 Termo de Homologação. Processo Licitatório 29/12. Pregão 13/12. Objeto: Aquisição de equipamentos de proteção individual (EPIS). Considerando a adjudicação constante da ata dos trabalhos da sessão pública de julgamento, lavrada pelo Sr. Pregoeiro, designada pela Portaria nº 02, de 03/01/2012; e a regularidade do procedimento, hei por bem, com base na Lei Federal nº 10520, de 17 de julho de 2002, Homologar, o lote do objeto licitado, à empresa abaixo delineada e determinar que sejam tomadas as providências ulteriores. Express Produtos para Escritório Ltda – EPP. Rua Maestro Francisco Fortunato, 360 – Jardim Bela Daria. Presidente Prudente – SP. CNPJ (MF): 14.046.784/0001-01. Lote: 02. Valor: R$ 27.500,00 (Vinte e sete mil e quinhentos reais). Castilho – SP, 19 de Abril de 2.012. Antônio Carlos Ribeiro - Prefeito. A Debitar (21.04.12). ACCIONA FORWARDING DO BRASIL LOGÍSTICA E TRANSPORTE MULTIMODAL, S.A.
Ambev Brasil Bebidas S.A.
CRBS S.A.
CNPJ/MF nº 56.228.356/0001-31 - NIRE 35.300.199.448 Companhia Fechada Assembleia Geral Ordinária - Edital de Convocação Ficam convidados os acionistas da CRBS S.A. (“Companhia”) para se reunirem no dia 30 de abril de 2012, às 09 horas, na sede social da Companhia, localizada na cidade de Jaguariúna, Estado de São Paulo, na Avenida Antarctica, nº 1891 (parte), Fazenda Santa Úrsula, em Assembleia Geral Ordinária para deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: (i) tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011; (ii) deliberar sobre a destinação do resultado do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011, bem como ratificar as distribuições de dividendos intermediários realizadas, deduzidos dos resultados auferidos no ano de 2011; e (iii) ratificar os valores pagos à conta da remuneração global atribuída aos administradores da Companhia para o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011 e fixar a remuneração global dos administradores para o exercício de 2012. Informações Gerais: - O acionista ou seu representante legal deverá comparecer a Assembleia munido de: a) documento que comprove sua identidade; b) o respectivo comprovante de ações escriturais, expedido pela instituição financeira depositária; e c) se for o caso, instrumentos de mandato para representação do acionista por procurador, outorgado nos termos do Artigo 126, §1º, da Lei nº 6.404/76, conforme alterada. - Solicita-se que os instrumentos de mandato com poderes especiais para representação na Assembleia Geral a que se refere o presente edital sejam depositados, na sede da Companhia, no Departamento Jurídico, com antecedência de até 3 (três) dias úteis da data marcada para a realização da assembleia. Jaguariúna, 20 de Abril de 2012. João Maurício Giffoni de Castro Neves.Diretor.
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CNPJ nº 73.082.158/0001-21- NIRE 35.300.391.713 Companhia Fechada Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária - Edital de Convocação Ficam convidados os acionistas da Ambev Brasil Bebidas S.A. (“Companhia”) para se reunirem no dia 30 de abril de 2012, às 10 horas, na sede social da Companhia, localizada na cidade de Jaguariúna, Estado de São Paulo, na Avenida Antarctica, nº 1891 (parte), Fazenda Santa Úrsula, em Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária para deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: A) em Assembleia Geral Ordinária: (i) tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011; (ii) deliberar sobre a destinação do resultado do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011, bem como ratificar as distribuições de dividendos intermediários realizadas, deduzidos dos resultados auferidos no ano de 2011; e (iii) ratificar os valores pagos à conta da remuneração global atribuída aos administradores da Companhia para o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011 e fixar a remuneração global dos administradores para o exercício de 2012, B) em Assembleia Geral Extraordinária: (i) deliberar sobre um aumento de capital social da Companhia, no valor de R$ 2.055.700.168,12, mediante a emissão de 464.957.554 ações ordinárias, ao preço de emissão de R$ 4,421264156 por ação ordinária, a serem subscritas pelos acionistas na proporção das respectivas participações societárias possuídas na data de realização da Assembleia Geral Extraordinária, para pagamento em dinheiro no ato da subscrição. Informações Gerais: - O acionista ou seu representante legal deverá comparecer às Assembleias munido de: a) documento que comprove sua identidade; b) o respectivo comprovante de ações escriturais, expedido pela instituição financeira depositária; e c) se for o caso, instrumentos de mandato para representação do acionista por procurador, outorgado nos termos do Artigo 126, §1º, da Lei nº 6.404/76, conforme alterada. - Solicita-se que os instrumentos de mandato com poderes especiais para representação nas Assembleias Gerais a que se refere o presente edital sejam depositados, na sede da Companhia, no Departamento Jurídico, com antecedência de até 3 (três) dias úteis da data marcada para a realização das assembleias. Jaguariúna, 20 de Abril de 2012. João Maurício Giffoni de Castro Neves.Diretor.
CNPJ/MF nº 04.151.029/0001-25 - NIRE 35300328515 Edital de Convocação - Reunião do Conselho de Administração O Conselho de Administração da ACCIONA FORWARDING DO BRASIL LOGÍSTICA E TRANSPORTE MULTIMODAL, S.A. (“Companhia”), por seu Presidente, o Sr. Juan Manuel Lopez Hernandez, tem a honra de convidar os Senhores Membros do Conselho de Administração da Companhia para se reunirem, em Reunião prévia à Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada às 10:00hs, do dia 30 de abril de 2012, na sede social da Companhia, localizada na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Nove de Julho, 5671, 10º andar, CEP 01407-000, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: a) Manifestarem-se, previamente, sobre o relatório da administração, as contas da Diretoria e as demonstrações financeiras do Exercício; b) Outros assuntos que, por lei ou pelo Estatuto Social, sejam pertinentes ao Conselho de Administração. São Paulo, 13 de abril de 2012. Juan Manuel Lopez Hernandez - Presidente do Conselho de Administração. (20, 21 e 24/04/12) REPUBLICANDO Aberta na FUNDAÇÃO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR – PROCON/SP, a licitação PREGÃO ELETRÔNICO nº 04/12, tipo MENOR PREÇO. Proc. FP 190/12 - OC: 171101170462012oc00017. Objeto: CONVÊNIO MÉDICO PARA SERVIDORES DA FUNDAÇÃO PROCON/SP E SEUS DEPENDENTES. Data de início de envio da proposta eletrônica: 23/04/2012. A NOVA DATA DA sessão pública será 9:00 horas do dia 07/05/2012 no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br.
Associação Metodista Livre Agente CNPJ 04.955.194/0001-30 Aviso de Retificação Na publicação do balanço em 20/04/2012, na página 23 do Diário do Comércio, Onde-se lê: CNPJ 00.000.000/0001-00, Leia-se: CNPJ 04.955.194/0001-30.
FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia ?? de julho de 2010, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: Luiz Augusto Quintanilha. Requerido: Eletrotécnica Perdizes Ltda. Avenida Pompeia, 1.373 – Vila Pompeia - 1ª Vara de Falência. Requerente: Rogerio Pinar Segura. Requerido: IBPA Indústria Brasileira Peças Automotivas Ltda. Rua Chan-nan, 177 – Jardim Brasil (zona Norte) - 2ª Vara de Falência.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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ECONOMIA/LEGAIS - 23
VELOCE LOGÍSTICA S.A. E CONTROLADA C.N.P.J. nº 10.299.567/0001-64 Relatório da Administraçâo Prezados Acionistas: Atendendo às disposições legais e estatutárias, submetemos a V. Sas. as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2011, acompanhada do parecer dos auditores independentes. Durante o exercício de 2011, a Companhia concentrou seus esforços na prestação de serviços logísticos e de transporte rodoviário de cargas, prática que a administração pretende manter nos próximos exercícios
Balanços Patrimoniais em 31 de Dezembro de 2011 e de 2010 (Em milhares de reais - R$) ATIVO Circulante Caixa e equivalentes de caixa Contas a receber - terceiros Contas a receber - partes relacionadas Impostos a recuperar Outros créditos Total do ativo circulante Não Circulante Outros créditos Imposto de renda e contribuição social diferidos Investimento em controlada Imobilizado e intangível Total do ativo não circulante
Total do Ativo
Nota explicativa 3 5 4
16 6 7
Controladora 2011 2010 1.550 32.555 560 3.230 1.793 39.688 55 3.243 5.427 21.137 29.862
69.550
Consolidado 2011 2010
PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Circulante Fornecedores Empréstimos e financiamentos Obrigações tributárias Obrigações trabalhistas e previdenciárias Contas a pagar - partes relacionadas Outras obrigações Total do passivo circulante 40 55 40 Não Circulante 3.011 3.243 3.011 Empréstimos e financiamentos 18.253 - Debêntures 13.633 28.752 22.860 Outras obrigações 34.937 32.050 25.911 Total do passivo não circulante Patrimônio Líquido Capital social Prejuízos acumulados Total do patrimônio líquido 67.259 71.226 58.248 Passivo e Patrimônio Líquido As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 771 28.708 1.942 901 32.322
1.572 32.563 3.230 1.811 39.176
781 28.708 1.942 906 32.337
Nota explicativa 8 9
Controladora 2011 2010
Consolidado 2011 2010
15.944 6.783 2.630 5.039 3.164 33.560
14.052 2.302 605 3.795 9.853 2.773 33.380
16.081 6.950 3.012 5.131 3.231 34.405
14.257 2.302 963 3.863 2.984 24.369
9 11
12.253 25 12.278
6.669 15.775 22.444
13.084 25 13.109
6.669 15.775 22.444
12
24.900 (1.188) 23.712 69.550
12.900 (1.465) 11.435 67.259
24.900 (1.188) 23.712 71.226
12.900 (1.465) 11.435 58.248
5 10
Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2011 e de 2010 (Em milhares de reais - R$, ou quando de outra forma indicado) 1. Contexto Operacional - A Veloce Logística S.A. (“Sociedade”) iniciou suas atividades operacionais em agosto de 2009 a partir de contratos de prestação de serviços de transporte e outras operações logísticas de valor agregado, com clientes nos setores automotivo e de bens de consumo. Em 2011 e 2010, a Sociedade beneficiou-se dos aumentos de volume nas operações de seus clientes, bem como a captação de novos clientes. As atividades da Sociedade apresentam sazonalidade natural ao longo do ano, devido à programação de produção de seus clientes, o que não causa impacto significativo à suas operações, dada uma estrutura relativamente pouco intensa em ativos e muito baseada em custos variáveis. A Sociedade encontra-se em rápido processo de crescimento, com diversificação de sua base de clientes e melhoria na produtividade e uso de seus ativos. A Sociedade obteve certificações de qualidade ISO-9.001 e ISO-14.000 e tornou-se uma das primeiras empresas do país a registrar publicamente seu inventário de emissões de gases de efeito estufa no Programa Brasileiro GHG Protocol. Recebeu premiações de clientes como Melhor Operadora Logística no Brasil, Argentina e mundialmente. Em 16 de dezembro de 2011, a totalidade das ações da Sociedade foi adquirida pela Mitsui & Co. Ltd.. O Grupo Mitsui está presente em 69 países e atua em operações logísticas automotivas na América do Norte, Europa e Ásia. No Brasil, está presente no setor logístico e de transporte com operações em terminais portuários, entrepostos aduaneiros e locação de vagões ferroviários. Contexto operacional da controlada Veloce Empreendimentos: A controlada Veloce Empreendimentos Logísticos Ltda. (“Veloce Empreendimentos”) foi constituída em junho de 2009 e também iniciou suas atividades em 1º de agosto de 2009, tendo como principal objeto social a prestação de serviços de locação de veículos com ou sem condutor. Concentração da receita: Parcela significativa da receita líquida está concentrada em dois principais clientes. No exercício findo em 31 de dezembro de 2011, esses clientes representaram 83% (86% no exercício findo em 31 de dezembro de 2010) da receita líquida de serviços. 2. Principais Práticas Contábeis Adotadas e Resumo da Apresentação das Demonstrações Financeiras - 2.1. Declaração de conformidade - As demonstrações financeiras individuais e consolidadas são de responsabilidade da Administração da Sociedade e compreendem as demonstrações financeiras preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Como não existe diferença entre o patrimônio líquido consolidado e o resultado consolidado atribuíveis aos acionistas da controladora, constantes nas demonstrações financeiras consolidadas e o patrimônio líquido e o resultado da controladora, constantes nas demonstrações financeiras individuais, a Sociedade optou por apresentar essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas em um único conjunto, lado a lado. As demonstrações financeiras consolidadas incluem os saldos e as transações da controlada Veloce Empreendimentos. Os detalhes dessa controlada consolidada estão apresentados na nota explicativa nº 6. Na preparação destas demonstrações foram eliminados o saldo do investimento na controlada e os decorrentes de transações realizadas entre as empresas. Adicionalmente, a conversão para reais do balanço patrimonial da filial da Sociedade localizada na província de Buenos Aires, Argentina, preparado originalmente em pesos argentinos, foi efetuada com base nas taxas correntes do câmbio de fechamento de 31 de dezembro de 2011 e o resultado do exercício findo naquela data com as taxas médias do câmbio de fechamento no encerramento de cada mês. A preparação de demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil requer que a Administração se baseie em estimativas para o registro de certas transações que afetam os ativos, os passivos, as receitas e as despesas da Sociedade e de sua controlada, bem como a divulgação de informações sobre dados de suas demonstrações financeiras. Os resultados finais dessas transações e informações, quando de sua efetiva realização em períodos subsequentes, podem diferir dessas estimativas. As principais estimativas relacionadas às demonstrações financeiras referem-se à vida útil-econômica estimada dos bens do ativo imobilizado, à expectativa de perdas com saldos do contas a receber, à recuperação dos ativos de longo prazo e à suficiência da provisão para riscos tributários, trabalhistas e cíveis.. 2.2. Base de elaboração - As demonstrações financeiras foram elaboradas com base no custo histórico. O custo histórico geralmente é baseado no valor justo das contraprestações pagas em troca de ativos. O resumo das principais práticas contábeis adotadas é como segue: 2.3. Bases de consolidação e investimento em controlada - As demonstrações financeiras consolidadas incluem as demonstrações financeiras da Sociedade e de sua controlada, sobre a qual a Sociedade tem o poder de controlar as políticas financeiras e operacionais para auferir benefícios de suas atividades. Nas demonstrações financeiras individuais da Sociedade as informações financeiras da controlada são reconhecidas através do método de equivalência patrimonial. Todas as transações, saldos, receitas e despesas entre as empresas são eliminados integralmente nas demonstrações financeiras consolidadas. 2.4. Contas a receber - Apresentadas pelos valores nominais dos títulos representativos dos créditos, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas e ajustadas ao seu valor presente. A provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída em montante considerado suficiente pela Administração para cobrir as prováveis perdas na realização do contas a receber, considerando a análise individual dos devedores. 2.5. Reconhecimento de receita - A receita é mensurada pelo valor justo da contrapartida recebida ou a receber, deduzida de quaisquer estimativas de devoluções, descontos comerciais e/ou bonificações concedidos ao comprador e outras deduções similares. As receitas, os custos e as despesas são reconhecidos de acordo com o princípio contábil da competência. As receitas são reconhecidas quando efetivamente realizadas, ou seja, quando os seguintes aspectos tiverem sido cumulativamente atendidos: (a) a evidência da existência de contrato; (b) o serviço efetivamente prestado; (c) o preço fixado e determinado; e (d) o provável recebimento. 2.6. Arrendamentos - Classificados como financeiros sempre que os termos do contrato de arrendamento transferirem substancialmente todos os riscos e benefícios da propriedade do bem para a Sociedade. Todos os outros arrendamentos são classificados como operacionais. 2.7. Moeda estrangeira - Na elaboração das demonstrações financeiras, as transações em moeda estrangeira, ou seja, qualquer moeda diferente da moeda funcional de cada empresa, são registradas de acordo com as taxas de câmbio vigentes na data de cada transação. No fim de cada período de relatório, os itens monetários em moeda estrangeira são reconvertidos pelas taxas vigentes no fim do exercício. Os itens não monetários registrados pelo valor justo apurado em moeda estrangeira são reconvertidos pelas taxas vigentes na data em que o valor justo foi determinado. Os itens não monetários que são mensurados pelo custo histórico em uma moeda estrangeira são convertidos, utilizando a taxa vigente da data da transação. As variações cambiais sobre itens monetários são reconhecidas no resultado no período em que ocorrerem. Para fins de apresentação das demonstrações financeiras consolidadas, os ativos e passivos das operações da filial no exterior são convertidos para reais, utilizando as taxas de câmbio vigentes no fim do exercício. 2.8. Tributação - A despesa com imposto de renda e contribuição social representa a soma dos impostos correntes e diferidos. 2.8.1. Impostos correntes - O imposto de renda é calculado à alíquota de 15% sobre o lucro tributável, acrescido de um adicional de 10% sobre o montante anual que exceder R$ 240. A contribuição social é calculada com base na alíquota de 9% sobre o lucro tributável. Conforme facultado pela legislação tributária, a controlada optou pelo regime de tributação com base no lucro presumido. A base de cálculo do imposto de renda e da contribuição social é calculada à razão de 32% sobre as receitas brutas provenientes da prestação de serviços e de 100% das receitas financeiras, sobre as quais se aplica a alíquota regular de 15%, acrescida do adicional de 10%, para o imposto de renda e de 9% para a contribuição social. Por esse motivo, essa controlada não está inserida no contexto da não cumulatividade na apuração do Programa de Integração Social - PIS e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins. 2.8.2. Impostos diferidos - O imposto de renda e a contribuição social diferidos (“impostos diferidos”) são reconhecidos sobre os saldos de prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social e sobre diferenças temporárias referentes ao recolhimento dos saldos de ativos e passivos reconhecidos nas demonstrações financeiras e às bases fiscais correspondentes usadas na apuração do lucro tributável, incluindo saldo de prejuízos fiscais, quando aplicável. Os impostos diferidos passivos são geralmente reconhecidos sobre todas as diferenças temporárias tributáveis, e os impostos diferidos ativos são reconhecidos sobre todas as diferenças temporárias dedutíveis, apenas quando for provável que a Sociedade apresentará lucro tributável futuro em montante suficiente para que tais diferenças temporárias dedutíveis possam ser utilizadas. A recuperação do saldo dos impostos diferidos ativos é revisada no fim de cada exercício de relatório, e, quando não for mais provável que lucros tributáveis futuros estarão disponíveis para permitir a recuperação de todo o ativo, ou parte dele, o saldo do ativo é ajustado pelo montante que se espera ser recuperado. Impostos diferidos ativos e passivos são mensurados pelas alíquotas aplicáveis no período no qual se espera que o passivo seja liquidado ou o ativo seja realizado, com base nas alíquotas previstas na legislação tributária vigente no fim de cada exercício de relatório, ou quando uma nova legislação tiver sido substancialmente aprovada. A mensuração dos impostos diferidos ativos e passivos reflete as consequências fiscais que resultariam da forma na qual a Sociedade espera, no fim de cada exercício, recuperar ou liquidar o valor contábil desses ativos e passivos. 2.9. Imobilizado - Os itens do ativo imobilizado estão demonstrados ao valor de custo, deduzido de depreciação e perda por redução ao valor recuperável acumuladas. A depreciação é reconhecida com base na vida útil estimada de cada ativo pelo método linear, de modo que o valor do custo menos o seu valor residual após sua vida útil seja integralmente baixado. A vida útil estimada, os valores residuais e os métodos de depreciação são revisados no fim de cada exercício e o efeito de quaisquer mudanças nas estimativas é contabilizado prospectivamente. Ativos mantidos por meio de arrendamento financeiro são depreciados pela vida útil esperada da mesma forma que os ativos próprios ou por um período inferior, quando aplicável, conforme termos do contrato de arrendamento em questão. Um item do imobilizado é baixado após alienação ou quando não há benefícios econômicos futuros resultantes do uso contínuo do ativo. Quaisquer ganhos ou perdas na venda ou baixa de um item do imobilizado são determinados pela diferença entre os valores recebidos na venda e o valor contábil do ativo são reconhecidos no resultado. 2.10. Ativos intangíveis - Ativos intangíveis com vida útil definida adquiridos separadamente são registrados ao custo, deduzido da amortização e das perdas por redução ao valor recuperável acumuladas. A amortização é reconhecida linearmente com base na vida útil estimada dos ativos. A vida útil estimada e o método de amortização são revisados no fim de cada exercício social e o efeito de quaisquer mudanças nas estimativas é contabilizado prospectivamente. 2.11. Provisões - As provisões são reconhecidas para obrigações presentes (legal ou presumida) resultante de eventos passados, em que seja possível estimar os valores de forma confiável e cuja liquidação seja provável. O valor reconhecido como provisão é a melhor estimativa das considerações requeridas para liquidar a obrigação no final de cada período de relatório, considerando-se os riscos e as incertezas relativos à obrigação. Quando a provisão é mensurada com base nos fluxos de caixa estimados para liquidar a obrigação, seu valor contábil corresponde ao valor presente desses fluxos de caixa (em que o efeito do valor temporal do dinheiro é relevante). Quando se espera que alguns ou todos os benefícios econômicos requeridos para a liquidação de uma provisão sejam recuperados de um terceiro, um ativo é reconhecido se, e somente se, o reembolso for certo e o valor puder ser mensurado de forma confiável. 2.12. “Impairment” sobre ativos de longo prazo - De acordo com o CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável, a Sociedade analisa se existem evidências de que o valor contábil de um ativo não será recuperado. Caso sejam identificadas tais evidências, a Sociedade estima o valor recuperável do ativo. O valor recuperável de um ativo é o maior valor entre: (a) seu valor justo menos os custos que seriam incorridos para vendê-lo; e (b) seu valor de uso. O valor de uso é equivalente aos fluxos de caixa descontados (antes dos impostos) derivados do uso contínuo do ativo até o fim da sua vida útil. Quando o valor residual contábil do ativo exceder seu valor recuperável, a Sociedade reconhece uma redução do saldo contábil desse ativo (“impairment” ou deterioração). Para os ativos registrados pelo custo, a redução ao valor recuperável é registrada no resultado do exercício. Se não for determinado o valor recuperável de um ativo individualmente, é realizada a análise do valor recuperável da unidade geradora de caixa à qual o ativo pertence. Exceto com relação à redução no valor do ágio, a reversão de perdas reconhecidas anteriormente é permitida. A reversão nessas circunstâncias está limitada ao saldo depreciado que o ativo apresentaria na data da reversão, supondo-se que a reversão não tenha sido registrada. A Sociedade efetuou a análise do valor de recuperação dos ativos e não identificou situações que requeressem o reconhecimento de provisão em 31 de dezembro de 2011 e de 2010. 2.13. Instrumentos financeiros - A categoria depende da finalidade para a qual os ativos e passivos financeiros foram adquiridos ou contratados e é determinada no reconhecimento inicial dos instrumentos financeiros. Os ativos financeiros mantidos pela Sociedade são classificados sob as seguintes categorias: Ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado: São ativos financeiros mantidos para negociação, quando são adquiridos para esse fim, principalmente no curto prazo. Os instrumentos financeiros derivativos também são classificados nessa categoria. Os ativos dessa categoria são classificados no ativo circulante. No caso da Sociedade, não há instrumentos financeiros incluídos nessa categoria. Os saldos referentes aos ganhos ou às perdas decorrentes das operações não liquidadas são classificados no ativo ou no passivo circulante, sendo as variações no valor justo registradas, respectivamente, nas rubricas “Receitas financeiras” ou “Despesas financeiras”. Ativos financeiros mantidos até o vencimento: Compreendem investimentos em determinados ativos financeiros classificados no momento inicial da contratação, para serem levados até a data de vencimento, os quais são mensurados ao custo de aquisição, acrescido dos rendimentos auferidos de acordo com os prazos e as condições contratuais. Ativos financeiros disponíveis para venda: Quando aplicável, são incluídos nessa classificação os ativos financeiros não derivativos, que sejam designados como disponíveis para venda ou não sejam classificados como: (a) empréstimos e recebíveis; (b) investimentos mantidos até o vencimento; ou (c) ativos financeiros a valor justo por meio do resultado. Em 31 de dezembro de 2011 e de 2010, a Sociedade não possuía ativos financeiros registrados nas demonstrações financeiras sob essa classificação. Empréstimos e recebíveis: São incluídos nessa classificação os ativos financeiros não derivativos com recebimentos fixos ou determináveis, que não são cotados em um mercado ativo. São registrados no ativo circulante, exceto, nos casos aplicáveis, aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data do balanço, os quais são classificados como ativo não circulante. Os passivos financeiros mantidos pela Sociedade são classificados sob as seguintes categorias: Passivos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado: Os passivos financeiros são classificados como ao valor justo por meio do resultado quando são mantidos para negociação ou designados ao valor justo por meio do resultado. Outros passivos financeiros: Os outros passivos financeiros são mensurados pelo valor de custo amortizado, utilizando o método de juros efetivos. 2.14 Passivos financeiros e instrumentos de patrimônio - Classificação como instrumento de dívida ou de patrimônio: Instrumentos de dívida e de patrimônio emitidos por uma empresa do Grupo são classificados como passivos financeiros ou patrimônio de acordo com a natureza do acordo contratual e as definições de passivo financeiro e instrumento de patrimônio. 3. Contas a Receber - Terceiros - A composição por idade de vencimento dos valores a receber é apresentada a seguir: Controladora Consolidado 2011 2010 2011 2010 Clientes nacionais 27.110 26.163 27.118 26.163 Clientes – Argentina 5.445 2.545 5.445 2.545 Total 32.555 28.708 32.563 28.708 Clientes nacionais: A faturar 1.357 4.940 1.357 4.940 A vencer 24.958 19.427 24.966 19.427 Vencidas: Até 30 dias 295 868 295 868 Entre 31 e 90 dias 367 515 367 515 Entre 91 e 180 dias 131 339 131 339 Acima de 180 dias 72 174 72 174 Provisão para créditos de liquidação duvidosa (70) (100) (70) (100) 27.110 26.163 27.118 26.163 Clientes - Argentina: A faturar 1.117 188 1.117 188 A vencer 4.010 2.199 4.010 2.199 Vencidas: Até 30 dias 270 103 270 103 Entre 31 e 90 dias 30 39 30 39 Entre 91 e 180 dias 18 18 18 18 Acima de 180 dias 15 38 15 38 Provisão para créditos de liquidação duvidosa (15) (40) (15) (40) 5.445 2.545 5.445 2.545 Total 32.555 28.708 32.563 28.708 A movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa é como segue: Controladora e Consolidado 2011 2010 Saldo anterior 140 Constituição (reversão), líquidas de provisões (17) 140 Baixa de incobráveis e outros (38) Saldo final 85 140 Considerando o curto prazo de recebimento do contas a receber, nenhum ajuste a valor presente foi consignado nas demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2011. Parcela significativa de contas a receber está concentrada em dois principais clientes. Em 31 de dezembro de 2011, esses clientes representaram 87% (90% em 31 de dezembro de 2010) do contas a receber. 4. Impostos a Recuperar Controladora e Consolidado 2011 2010 Programa de Integração Social e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - PIS e COFINS 2.494 1.606 Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - ICMS 146 15 Outros 590 321 Total 3.230 1.942 5. Partes Relacionadas - As transações com partes relacionadas referem-se a contas a receber, debêntures, e contas a pagar. Os saldos em 31 de dezembro de 2011 e de 2010 estão assim representados: a) Contas a receber 2011 2010 Veloce Empreendimentos Ltda. 560 b) Debêntures a pagar 2011 2010 Fundo Pátria - Brazilian Private Equity Fund III 13.014 Fundo Pátria Economia Real - Fundo de Investimento 473 Fundo de Serviços Logísticos para o Brasil 2.288 15.775 c) Contas a pagar 2011 2010 Veloce Empreendimentos Ltda. (i) 9.794 Pátria Assessoria Financeira Ltda. (ii) 57 Zatix Tecnologia S.A. (iii) 2 9.853
(i) A Sociedade possui contrato de locação de carretas com a controlada Veloce Empreendimentos, para a utilização em transporte nacional e internacional terrestre de cargas em geral. O preço do aluguel por carreta é fixo e cobrado mensalmente. O prazo do contrato é de três anos, facultando a ambas as partes rescindi-lo mediante o aviso com antecedência mínima de 30 dias. No exercício findo em 31 de dezembro de 2011, a despesa com aluguel das carretas, ”pallets” e empilhadeiras, registrada na rubrica “Custo dos serviços prestados”, totalizou R$ 11.666 (R$ 11.646 em 31 de dezembro de 2010) e o contas a pagar em 31 de dezembro de 2011 foi totalmente liquidado (R$ 9.794 em 31 de dezembro de 2010). (ii) A Pátria Assessoria Financeira Ltda. (“Pátria Assessoria”), empresa controlada do Banco Pátria S.A. que mantém os fundos de investimentos proprietários da Sociedade, realiza serviços de planejamento e assessoria financeira, visando à conceituação, concepção e formatação das transações relativas à expansão das atividades, por meio da aquisição de empresas ou de participações em sociedades que atuam ou investem no setor de transporte e logística. No exercício findo em 31 de dezembro de 2011, essa despesa, registrada na rubrica “Despesas gerais e administrativas”, totalizou R$ 428 (R$ 408 em 31 de dezembro de 2010). Adicionalmente, a Pátria Assessoria realiza serviços de apoio à gestão corporativa. A remuneração pelos serviços de monitoramento é fixa e cobrada mensalmente. No exercício findo em 31 de dezembro de 2011, a despesa com serviços de planejamento e assessoria financeira, registrada na rubrica “Despesas gerais e administrativas”, totalizou R$ 271 (R$ 239 em 31 de dezembro de 2010). (iii) Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2011, a Sociedade intermediou serviços de rastreamento dos caminhões de seus agregados com a Zatix Tecnologia S.A., empresa controlada por fundos de investimentos administrados pelo Banco Pátria S.A., mesmo administrador dos fundos acionistas da Sociedade, no montante de R$ 170 (descontado da remuneração dos prestadores de serviços da Sociedade), e contratou serviços de rastreamento e manutenção no montante de R$ 661. Conforme nota explicativa nº 11, as debêntures emitidas pela Sociedade foram integralmente adquiridas por partes relacionadas em 16 de dezembo de 2011, sendo os respectivos juros liquidados em 14 de dezembro de 2011. 6. Investimento em Controlada Controladora 2011 2010 Veloce Empreendimentos Ltda. 5.427 18.253 i) Informações da controlada Quantidade de ações Participação Patrimônio líquido (em milhares) -% 2011 2010 Total Possuídas 2011 2010 Veloce Empreendimentos Ltda. 5.427 18.253 13.000 12.999 99,99 99,99 ii) Equivalência patrimonial Lucro Resultado de líquido do exercício equivalência patrimonial 2011 2010 2011 2010 Veloce Empreendimentos Ltda. 4.965 5.253 4.965 5.253 b) Movimentação do investimento Controladora Saldo em 31 de dezembro de 2010 18.253 Dividendos distribuídos (7.791) Investimentos baixados (10.000) Resultado de equivalência patrimonial 4.965 Saldo em 31 de dezembro de 2011 5.427 A distribuição de dividendos e a baixa do investimento foram registradas no ano de 2011 diretamente contra a parcela devida a controlada Veloce Empreendimentos. 7. Imobilizado e Intangível Controladora 2011 2010 Taxa de Depreciação depreciação - % Custo acumulada Valor líquido Valor líquido Carretas 20 19.469 (4.978) 14.491 7.283 Caminhões 20 974 (417) 557 802 Benfeitorias e instalações 20 5.263 (1.596) 3.667 4.090 Máquinas e equipamentos 10 133 (18) 115 120 Móveis e utensílios 10 400 (87) 313 278 Equipamentos de comunicação 20 159 (56) 103 125 Computadores e periféricos 20 1.062 (335) 727 589 Benfeitorias em bens arrendados 33 429 (112) 317 59 Software 20 1.025 (178) 847 287 Total 28.914 (7.777) 21.137 13.633 Consolidado 2011 2010 Taxa de Depreciação depreciação - % Custo acumulada Valor líquido Valor líquido Carretas 20 32.259 (11.213) 21.046 16.350 Caminhões 20 974 (417) 557 802 Benfeitorias e instalações 20 5.264 (1.596) 3.668 4.090 Máquinas e equipamentos 10 1.107 (58) 1.049 120 Móveis e utensílios 10 563 (123) 440 421 Equipamentos de comunicação 20 159 (56) 103 125 Computadores, periféricos e softwares 20 1.062 (335) 727 589 Benfeitorias em bens arrendados 33 429 (112) 317 59 Adiantamento para compra de ativos 17 Software 20 1.024 (179) 845 287 Total 42.841 (14.089) 28.752 22.860 Em 31 de dezembro de 2011, não existem ativos imobilizados dados em garantia às operações de financiamento ou atrelados a processos judiciais. Na revisão anual do valor contábil de seus ativos, a Sociedade não identificou bens com evidências de seu valor contábil excedente ao seu valor recuperável. Adicionalmente, a Sociedade revisou as vidas úteis utilizadas para depreciação de seus ativos imobilizados e concluiu pela não necessidade de se efetuar modificações nas estimativas de vidas úteis para o referido exercício. A movimentação do ativo imobilizado para o exercício findo em 31 de dezembro de 2011 está demonstrada a seguir: Controladora Saldo inicial Adições Baixas Saldo final Custo: Carretas 8.985 10.590 (105) 19.470 Caminhões 974 974 Benfeitorias e instalações 4.799 532 (69) 5.262 Máquinas e equipamentos 106 27 (1) 132 Móveis e utensílios 316 90 (5) 401 Equipamentos de comunicação 150 8 158 Computadores e periféricos 721 342 (2) 1.061 Benfeitorias em bens arrendados 62 368 430 Adiantamento para compra de ativos 54 (54) Software 314 712 1.026 Total 16.481 12.669 (236) 28.914 Depreciação: Carretas (1.703) (3.275) (4.978) Caminhões (173) (244) (417) Benfeitorias e instalações (726) (870) (1.596) Máquinas e equipamentos (6) (12) (18) Móveis e utensílios (45) (42) (87) Equipamentos de comunicação (25) (31) (56) Computadores e periféricos (141) (194) (335) Benfeitorias em bens arrendados (3) (109) (112) Adiantamento para compra de ativos (26) (152) (178) Total (2.848) (4.929) (7.777) Consolidado Saldo inicial Adições Baixas Saldo final Custo: Carretas 21.733 10.632 (105) 32.260 Caminhões 974 974 Benfeitorias e instalações 4.799 532 (68) 5.263 Máquinas e equipamentos 106 1.002 (1) 1.107 Móveis e utensílios 479 90 (5) 564 Equipamentos de comunicação 150 8 158 Computadores e periféricos 721 342 (2) 1.061 Benfeitorias em bens arrendados 62 368 430 Adiantamento para compra de ativos 71 (71) Software 314 710 1.024 Total 29.409 13.684 (252) 42.841 Depreciações: Carretas (5.383) (5.830) (11.213) Caminhões (173) (244) (417) Benfeitorias e instalações (726) (870) (1.596) Máquinas e equipamentos (6) (53) (59) Móveis e utensílios (66) (58) (124) Equipamentos de comunicação (25) (31) (56) Computadores e periféricos (141) (194) (335) Benfeitorias em bens arrendados (3) (109) (112) Adiantamento para compra de ativos (26) (151) (177) Total (6.549) (7.540) (14.089) 8. Fornecedores Controladora Consolidado 2011 2010 2011 2010 Carreteiros contratados (agregados) (a) 4.417 3.878 4.417 3.878 Transportadoras 2.426 2.535 2.426 2.535 Provisão para fretes 3.975 4.563 3.975 4.563 Seguros 946 717 946 717 Outros fornecedores (b) 4.180 2.359 4.317 2.564 Total 15.944 14.052 16.081 14.257 (a) Contas a pagar a empresas prestadoras de serviços que efetuam o transporte de mercadorias, utilizando as carretas da Sociedade, com veículos e motoristas próprios. (b) Contas a pagar a empresas fornecedoras de vale combustível, advogados, aluguéis, condomínios e embalagens utilizadas nas operações de Cross Docking. 9. Empréstimos e Financiamentos (i) Composição Controladora Consolidado 2011 2010 2011 2010 Empréstimos em conta garantida (a) 2.048 2.048 Finame - Banco ABC Brasil S.A.(b) 4.387 5.904 4.387 5.904 Finame - Banco ABC Brasil S.A.(c) 4.786 4.786 Finame - Banco Safra S.A.(d) 2.065 2.695 2.065 2.695 Leasing - Banco CIT (e) 521 372 521 372 Finame – Banco Fibra (f) 2.021 2.021 Finame – Banco Fibra (g) 998 Finame – Banco Bradesco (h) 3.114 3.114 Leasing – Banco Bradesco (i) 94 94 Total 19.036 8.971 20.034 8.971 Passivo circulante 6.783 2.302 6.950 2.302 Passivo não circulante 12.253 6.669 13.084 6.669 (a) Empréstimo do tipo de concessão de crédito denominado conta garantida comum, sem efeito de garantias, denominado em reais, remunerado com base na variação do Certificado de Depósito Interbancário - CDI. (b) Financiamento com recursos originários de repasse da Agência Especial de Financiamento Industrial - Financiamento de Máquinas e Equipamentos - Finame, tendo como agente financeiro o Banco ABC Brasil S.A. O presente financiamento é destinado à aquisição de 77 semirreboques e é denominado em reais, com prazo de vencimento total e de carência de 60 e 6 meses, respectivamente, com taxa de juros prefixada efetiva de 7% ao ano, sendo 4% ao ano destinados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES e 3% ao ano referentes à remuneração do agente financeiro. Foi prestado como garantia o aval de R$ 8.711 correspondente a 130% do valor original do financiamento, além de garantias reais de propriedade fiduciária. O saldo é composto por dois contratos, um de R$ 4.325, assinado em 26 de outubro de 2009, com liberação em 2009 e a primeira parcela em 15 de junho de 2010 e outro de R$ 2.376, assinado em 3 de dezembro de 2009, com liberação em 2010 e a primeira parcela em 15 de julho de 2010. (c) Financiamento com recursos originários de repasse da Agência Especial de Financiamento Industrial - Financiamento de Máquinas e Equipamentos - Finame, tendo como agente financeiro o Banco ABC Brasil S.A. O presente financiamento é destinado à aquisição de 50 semirreboques e é denominado em reais, com prazo de vencimento total e de carência de 60 e 6 meses, respectivamente, com taxa de juros prefixada efetiva de 8% ao ano, sendo 5% ao ano destinados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES e 3% ao ano referentes à remuneração do agente financeiro. Foi prestado como garantia o aval de R$ 6.856 correspondente a 130% do valor original do financiamento, além de garantias reais de propriedade fiduciária. Esse contrato é de R$ 5.274, assinado em 22 de dezembro de 2010, com liberação em 2011 e a primeira parcela em 15 de Agosto de 2011. (d) Financiamento com recursos originários de repasse da Finame, tendo como agente financeiro o Banco Safra S.A. O presente financiamento é destinado à aquisição de 4 caminhões e 23 semirreboques e é denominado em reais, com prazo de vencimento total e de carência de 60 e 6 meses respectivamente, com taxa de juros efetiva de 7% ao ano, mais TJPL + 1%, sendo 4% ao ano destinados ao BNDES e 3% ao ano referentes à remuneração do agente financeiro. Foi prestado como garantia a propriedade fiduciária. O saldo é composto por 2 contratos, sendo o primeiro valor de R$ 974 liberado em 2010 e a primeira parcela em 15/10/2011, e o segundo, no valor de R$ 2.024, liberado em 2010 e a primeira parcela em 15/07/2010. (e) Arrendamento mercantil com o Banco CIT prefixado com taxa efetiva de 6% ao ano, contratado para a compra de software e servidores de uso administrativo, no prazo de 36 meses a partir de agosto de 2010. (f) Financiamento com recursos originários de repasse do Finame, tendo como agente financeiro o Banco Fibra. O presente financiamento é destinado à aquisição de 20 semirreboques e é denominado em reais, com prazo de vencimento total e carência de 60 e 6 meses respectivamente, com taxas divididas em dois subcréditos: um de R$ 1.441 com taxa de juros prefixada efetiva de 3,7%, + TJLP ao ano, sendo 0,9% ao ano destinados ao BNDES e 2,80% referentes à remuneração do agente financeiro. O outro de R$ 618 com taxa de juros prefixada efetiva de 4,70% + TJLP ao ano, sendo 1,90% destinados ao BNDES e 2,80% referente à remuneração do agente financeiro. Foi prestado como garantia a propriedade fiduciária. O contrato assinado em 05/05/2011 no valor de R$ 2.059, foi liberado em 2011 com vencimento da primeira parcela em 15/12/2011. (g) Financiamento com recursos originários de repasse do Finame, tendo como agente financeiro o Banco Fibra. O presente financiamento é destinado à aquisição de 15 empilhadeiras e é denominado em reais, com prazo de vencimento total e carência de 60 e 6 meses respectivamente, com taxas divididas em dois subcréditos: um de R$ 780 com taxa de juros prefixada efetiva de 4,2% + TJLP + 1% ao ano, sendo 1,4% ao ano destinados ao BNDES e 2,80% referentes à remuneração do agente financeiro. O outro de R$ 195 com taxa de juros prefixada efetiva de 6,80% + TJLP + 1% ao ano, sendo 4% destinados ao BNDES e 2,80% referente à remuneração do agente financeiro. Foi prestado como garantia a propriedade fiduciária. O contrato assinado em 27/09/2011 no valor de R$ 975, foi liberado em 2011 com vencimento da primeira parcela em 15/12/2011. (h) Financiamento com recursos originários de repasse do Finame, tendo como agente financeiro o Banco Bradesco. O presente financiamento é destinado à aquisição de 30 semirreboques e é denominado em reais, com prazo de vencimento total e carência de 60 e 6 meses respectivamente, com taxa de juros prefixada efetiva de 3,7% + TJLP + 1% ao ano, sendo 0,9% ao ano destinados ao BNDES e 2,8% referentes à remuneração do agente financeiro. Foi prestado como garantia a propriedade fiduciária. Referido contrato no valor de R$ 3.089, foi assinado em 28/04/2011 e liberado em 2011 com vencimento da primeira parcela em 15/12/2011. (i) Arrendamento mercantil com o Banco Bradesco prefixado com taxa efetiva de 6% ao ano, contratado para a com-
Demonstrações do Resultado para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2011 e de 2010 (Em milhares de reais - R$, exceto o lucro (prejuízo) por ação) Controladora Consolidado Nota explicativa 2011 2010 2011 2010 Receita Líquida de Serviços 13 167.637 143.631 167.247 143.206 Custo dos serviços prestados 14 (153.454) (132.548) (146.458) (125.285) Lucro Bruto 14.183 11.083 20.789 17.921 Receitas (Despesas) Operacionais Gerais e administrativas 14 (14.911) (11.475) (15.284) (11.771) Resultado de equivalência patrimonial 6 4.965 5.253 Outras receitas operacionais, líquidas 1.904 1.556 1.904 1.520 Resultado Operacional antes do Resultado Financeiro 6.141 6.417 7.409 7.670 Resultado Financeiro Líquido 15 (4.096) (4.363) (4.113) (4.370) Lucro Operacional antes do Imposto de Renda e da Contribuição Social 2.045 2.054 3.296 3.300 Imposto de Renda e Contribuição Social Correntes 16 (1.251) (1.246) Diferidos 16 232 3.011 232 3.011 Lucro Líquido do Exercício 2.277 5.065 2.277 5.065 Lucro por Ação - R$ Básico (centavos por ação) 17 0,09 0,39 0,09 0,51 Diluído (centavos por ação) 17 0,18 0,25 0,18 0,22 Devido a inexistência de outros resultados abrangentes, a Sociedade não está divulgando as demonstrações do resultado abrangente para os exercícios findos As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2011 e de 2010 (Em milhares de reais - R$) Nota explicativa Capital social Prejuízos acumulados Saldos em 31 de Dezembro de 2009 12.900 (6.530) Lucro líquido do exercício 5.065 Saldos em 31 de Dezembro de 2010 12.900 (1.465) Lucro líquido do exercício 2.277 Aumento de capital 12.a) 12.000 Dividendos distribuídos 12.b) (2.000) Saldos em 31 de Dezembro de 2011 24.900 (1.188) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
Total 6.370 5.065 11.435 2.277 12.000 (2.000) 23.712
Demonstrações dos Fluxos de Caixa para os Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2011 e de 2010 (Em milhares de reais - R$) Controladora Nota explicativa 2011 2010 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais Lucro líquido do exercício 2.277 5.065 Ajustes para reconciliar o lucro líquido do exercício com o caixa líquido gerado pelas atividades operacionais: Depreciações e amortizações 7 4.929 2.737 Baixa de bens do ativo imobilizado e intangível 7 236 38 Resultado de equivalência patrimonial 6 (4.965) (5.253) Constituição (reversão) de provisão para crédito de liquidação duvidosa 3 (17) 140 Atualização monetária de passivos, empréstimos e financiamentos 1.144 4.269 Imposto de renda e contribuição social diferidos 16 (232) (3.011) (Aumento) diminuição nos ativos operacionais: Contas a receber - terceiros (3.830) (5.102) Contas a receber - partes relacionadas 82 Impostos a recuperar (1.288) (1.042) Dividendos recebidos 1.988 Outros créditos (907) (369) Aumento (diminuição) nos passivos operacionais: Fornecedores 1.892 206 Obrigações tributárias 2.025 (61) Obrigações trabalhistas e previdenciárias 1.244 1.229 Outras obrigações 416 (3.636) Caixa líquido gerado pelas atividades operacionais 2.924 (2.720) Fluxo de Caixa das Atividades de Investimento Adições ao imobilizado e intangível 6 (1.804) (1.409) Caixa líquido gerado pelas (aplicado nas) atividades de investimento (1.804) (1.409) Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamento Captação (liquidação) de empréstimos e financiamentos (1.944) (1.506) Partes relacionadas 7.378 5.823 Liquidação de debêntures (3.775) Dividendos distribuídos 12.b) (2.000) Caixa líquido (aplicado nas) gerado pelas atividades de financiamento (341) 4.317 Aumento do Saldo de Caixa e Equivalentes de Caixa 779 188 Caixa e Equivalentes de Caixa Saldo final 1.550 771 Saldo inicial 771 583 Aumento do Saldo de Caixa e Equivalentes de Caixa 779 188 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
Consolidado 2011 2010 2.277
5.065
7.540 252 (17) 1.167 (232)
5.282 74 140 4.269 (3.011)
(3.838) (1.288) (920)
(5.102) (1.042) (353)
1.824 2.049 1.268 272 10.354
232 (69) 1.204 (3.428) 3.261
(1.844) (1.844)
(1.569) (1.569)
(1.944) (3.775) (2.000) (7.719) 791
(1.506) (1.506) 186
1.572 781 791
781 595 186
pra de software e servidores de uso administrativo, no prazo de 36 meses a partir de setembro de 2011. (ii) Movimentação Controladora Consolidado 2011 2010 2011 2010 Saldo anterior 8.971 6.784 8.971 6.784 Captações 15.865 38.659 16.840 38.659 Amortizações (6.944) (37.292) (6.944) (37.292) Juros provisionados 1.144 820 1.167 820 Saldo final 19.036 8.971 20.034 8.971 10. Outras Obrigações Controladora Consolidado 2011 2010 2011 2010 Aluguéis a pagar 499 1.063 499 1.063 Pedágios a pagar 512 611 512 611 Outras contas a pagar (*) 2.153 1.099 2.220 1.310 Total 3.164 2.773 3.231 2.984 (*) Referem-se a provisão para fornecedores de serviços cujas notas fiscais ainda não foram apresentadas, provisão para auditoria, serviços de terceiros, etc. 11. Debêntures - Em 30 de junho de 2009, a Sociedade emitiu 12.000.000 de debêntures quirografárias conversíveis em ações, sendo 9.900.000 em favor do Fundo Pátria - Brazilian Private Equity Fund III, 360.000 em favor do Fundo Pátria Economia Real - Fundo de Investimento em Participações e 1.740.000 em favor do Fundo de Serviços Logísticos para o Brasil, todos administradores pelo Pátria Investimentos S.A., no valor total de R$ 12.000. Esses recursos obtidos por meio da emissão das debêntures foram utilizados para a aquisição dos ativos necessários à consecução das atividades constantes do objeto social da Sociedade. A colocação das debêntures foi feita de forma privada, sem interveniência de instituições integrantes do sistema de distribuição de valores mobiliários. Sobre o valor nominal das debêntures incidem juros com taxa de 20% ao ano, calculada mensalmente no período entre a data da emissão das debêntures e a data do seu efetivo pagamento. Em 16 de dezembro de 2011, foi pago o montante de R$ 6.777, sendo que R$ 3.002 referem-se ao exercício de 2011, e R$ 3.775 aos exercícios anteriores. Em 16 de dezembro de 2011, as debêntures foram convertidas em ações ordinárias nominativas pelo preço nominal de R$ 1,00. 12. Patrimônio Líquido - a) Capital Social - Em 31 de dezembro de 2011, o capital social subscrito e integralizado era de R$ 24.900, representado por 24.900.000 ações ordinárias, nominativas, sem valor nominal (31 de dezembro de 2010 - R$ 12.900) pertencentes aos seguintes acionistas: Quantidade de ações 2011 2010 Fundo Pátria - Brazilian Private Equity Fund III - 10.642.497 Fundo Pátria Economia Real - Fundo de Investimento em Participações 387.000 Fundo de Serviços Logísticos para o Brasil - 1.870.500 Mitsui & Co. Ltd 24.900.000 Pessoas físicas 3 Total 24.900.000 12.900.000 Em 16 de dezembro de 2011, a Sociedade foi vendida para o grupo Mitsui & Co. Ltd. O capital social foi aumentado em R$ 12.000 devido à conversão das debêntures, em ações ordinárias e nominativas. b) Prejuízos acumulados - Em 05 de dezembro de 2011, foi realizada Assembleia Geral Extraordinária que autorizou antecipação de dividendos aos acionistas no montante de R$ 2.000 mil. Essa distribuição foi contabilizada no patrimônio líquido, diretamente na rubrica de lucros acumulados. O prejuízo acumulado resultante dessa distribuição será compensado com resultados de exercícios futuros. 13. Receita Líquida de Serviços Controladora Consolidado 2011 2010 2011 2010 Receita bruta de serviços: Transporte nacional (a) 65.828 58.000 65.828 58.000 Transporte internacional (b) 92.677 78.166 92.677 78.166 Armazenamento (c) 24.013 21.303 24.013 21.303 Outros serviços 2.120 1.094 2.158 1.094 Total 184.638 158.563 184.676 158.563 Deduções: Impostos (16.948) (14.930) (17.376) (15.355) Abatimentos (53) (2) (53) (2) Total (17.001) (14.932) (17.429) (15.357) Receita líquida de serviços 167.637 143.631 167.247 143.206 (a) As receitas de transporte nacional são compostas por serviços de transporte de mercadorias “Interplantas”, ou seja, entre as unidades dos clientes, e por serviços de “Milkrun”, ou seja, coleta de partes e peças nos fornecedores dos clientes e em suas unidades para encaminhar ao armazém de “Cross Docking”. (b) As receitas de transporte internacional em 2011 compreendem basicamente o transporte de partes e peças do armazém geral para as unidades dos clientes da Sociedade em Córdoba, Rosário e Zarate, na Argentina, assim como o transporte de mercadorias da Argentina para o Brasil. (c) As receitas de armazenamento são de serviços de “Cross Docking”, que consistem em separar as mercadorias recebidas, padronizar de acordo com os moldes do cliente e preparar as carretas com as distintas mercadorias de acordo com a necessidade dos clientes da Sociedade. 14. Custos e Despesas por Natureza Controladora Consolidado 2011 2010 2011 2010 Custos com transporte (110.323) (91.323) (110.253) (91.323) Aluguéis de carretas e equipamentos (12.513) (11.701) (907) Créditos de impostos 11.083 10.057 11.083 10.057 Serviços de terceiros (4.300) (6.761) (4.657) (7.044) Gastos com pessoal (25.108) (24.689) (25.567) (24.689) Depreciação e amortização (4.921) (2.652) (7.533) (5.197) Seguros (1.942) (1.928) (1.942) (1.928) Manutenção das carretas (2.760) (2.699) (4.315) (4.106) Aluguel de instalações (4.241) (4.146) (4.244) (4.151) Combustíveis (2.952) (375) (2.952) (375) Consultoria e auditoria (2.913) (2.003) (2.930) (2.008) Outros custos e despesas (7.475) (5.803) (7.525) (6.292) Total (168.365) (144.023) (161.742) (137.056) Classificado como: Custo dos serviços prestados (153.454) (132.548) (146.458) (125.285) Despesas gerais e administrativas ( 14.911) (11.475) (15.284) (11.771) (168.365) (144.023) (161.742) (137.056) 15. Resultado Financeiro Líquido Controladora Consolidado 2011 2010 2011 2010 Receitas financeiras: Rendimento de aplicações financeiras 237 9 254 9 Despesas financeiras: Encargos sobre empréstimos e financiamentos (1.144) (813) (1.167) (820) Encargos sobre debêntures (3.002) (2.672) (3.002) (2.672) Outros encargos sobre financiamentos (423) (393) (434) (393) (4.332) (3.869) (4.349) (3.876) Variação cambial, líquida 236 (494) 236 (494) Total (4.096) (4.363) (4.113) (4.370) 16. Imposto de Renda e Contribuição Social - a) Tributos Diferidos - Em 31 de dezembro de 2011, a Sociedade possui saldo de diferenças temporariamente indedutíveis, principalmente oriundas de provisão de fornecedores, de cerca de R$ 534 (R$ 431 em 31 de dezembro de 2010). Adicionalmente, a Sociedade possui saldo de prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, passíveis de compensação com lucros tributáveis futuros, nas condições estabelecidas pela legislação vigente, sem prazo de prescrição, de R$ 2.709 (R$ 2.580 no exercício findo em 31 de dezembro de 2010). Os créditos tributários relativos ao imposto de renda e à contribuição social diferidos sobre provisões temporariamente indedutíveis, prejuízo fiscal e base negativa da contribuição social foram constituídos em 2011 e 2010 devido à expectativa da Administração de geração de resultados tributáveis nos próximos exercícios com base no crescimento orgânico das operações, com base em contratos e propostas assinados com os clientes. A composição do imposto de renda e da contribuição social diferidos em 31 de dezembro de 2011 e de 2010 é como segue: Controladora Consolidado 2011 2010 2011 2010 Adições temporariamente indedutíveis 534 431 534 431 Base negativa de contribuição social e prejuízo fiscal 2.709 2.580 2.709 2.580 Total 3.243 3.011 3.243 3.011 b) Reconciliação entre alíquotas nominal e efetiva Controladora Consolidado 31/12/11 31/12/10 31/12/11 31/12/10 Lucro antes do IRPJ e da CSLL 2.045 2.054 3.296 3.300 Alíquota nominal de IRPJ e da CSLL - % 34 34 34 34 Expectativa de receita (despesa) de IRPJ e CSLL (695) (698) (1.121) (1.122) Efeito do IRPJ e da CSLL sobre diferenças permanentes: Resultado de equivalência patrimonial 1.688 1.786 Outros (330) (445) (137) (320) Efeito do IRPJ e da CSLL diferidos não constituídos sobre diferenças temporárias (534) (431) (534) (616) Efeito de despesa de IRPJ e CSLL em controlada tributada conforme o lucro presumido 1.251 1.246 Imposto de renda e contribuição social diferidos não constituídos sobre prejuízos fiscais e base negativa de CSLL (129) (212) (129) (151) Outros (581) (283) Despesa de IR e CSLL correntes (1.251) (1.246) Alíquota efetiva - % 38% 38% IRPJ e CSLL diferidos constituídos sobre diferenças temporárias (103) (431) (103) (431) Imposto de renda e contribuição social diferidos constituídos sobre prejuízos fiscais e base negativa de CSLL (129) (2.580) (129) (2.580) Efeito no exercício (232) (3.011) (232) (3.011) 17. Lucro por Ação - A tabela a seguir estabelece o cálculo de lucro por ação para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e de 2010 (em milhares, exceto o valor por ação): 31/12/11 31/12/10 Resultado básico por ação Lucro líquido do exercício 2.277 5.065 NumeradorLucro líquido disponível aos acionistas 2.277 5.065 Denominador (em milhares de ações) 13.459 12.900 Média ponderada de ações ordinárias Resultado básico por ação 0,17 0,39 continua
DIÁRIO DO COMÉRCIO
24 -.ECONOMIA/LEGAIS continuação
31/12/11 31/12/10 Resultado diluído por ação Lucro líquido do exercício 2.277 5.065 (+) Juros sobre debêntures, líquidos de IRPJ/CSLL 1.981 1.764 Lucro líquido ajustado do exercício 4.258 6.829 Denominador (em milhares de ações)Média ponderada de ações ordinárias (*) 13.459 27.585 Resultado diluído por ação 0,32 0,25 (*) Considera-se no cálculo das ações ordinárias o total de juros calculados no exercício, os quais serão conversíveis em ações no vencimento das debêntures emitidas pela controladora. 18. Seguros - A Sociedade e sua controlada possuem um programa de gerenciamento de riscos com o objetivo de delimitar os riscos, buscando no mercado coberturas compatíveis com o seu porte
sábado, domingo e segunda-feira, 21, 22 e 23 de abril de 2012
e operação. As coberturas foram contratadas por montantes considerados suficientes pela Administração para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza das atividades da Sociedade e de sua controlada, os riscos envolvidos em suas operações e a orientação de seus consultores de seguros. Em 31 de dezembro de 2011, os valores de cobertura de seguros existentes são: Modalidade Importância Segurada Multirrisco (incêndio, danos elétricos, etc.) 42.775.000 Responsabilidade civil 500.000 Seguros pessoais (obrigatórios na província de Buenos Aires - Argentina) 100.234 Responsabilidade civil de administradores - “Directors and Officers” 10.000.000 19. Instrumentos Financeiros - Em 31 de dezembro de 2011, os valores de mercado de caixa e equivalentes de caixa, contas a receber e a pagar, empréstimos e financiamentos aproximam-se dos valores registrados nas demonstrações financeiras nas datas de encerramento do exercício devido à natureza de curto prazo. 20. Informações Adicionais às Demonstrações dos
Fluxos de Caixa - Transações que não afetam o caixa - imobilizado e intangível. Durante o exercício de 2011 a Sociedade adquiriu, por intermédio de contratos de arrendamento mercantil e contratos de financiamento (Finame), bens do ativo imobilizado nos montantes de R$ 442 (R$ 218 em 2010) e R$ 10.423 (R$ 5.374 em 2010), respectivamente. Transações que não afetam o caixa investimento e contas a receber – partes relacionadas. Ainda durante o exercício de 2011, a Sociedade reduziu o investimento em R$ 10.000, liquidando seu passivo circulante com a controlada, e o restante, R$ 560, ficou pendente no contas a receber – partes relacionadas. 21. Passivos Contingentes - Para os processos em andamento que, na opinião da Administração e de seus assessores legais, possuem expectativa de perda classificada como possível, nenhuma provisão foi constituída para eventualmente fazer face a desfechos desfavoráveis deles. Os montantes desses processos, em 31 de dezembro de 2011, são: trabalhistas – R$ 15 (R$ 27 em 2010) e responsabilidade solidária em processos trabalhistas movidos contra terceiros – R$ 316 (R$ 244 em 2010). 22. Aprovação das Demonstrações Financeiras - As presentes demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Sociedade foram aprovadas para publicação pela Diretoria em reunião ocorrida em 16 de março de 2012.
André Luiz Sandoval Valente - Diretor Financeiro
Devair Rota - Contador CRC nº 1SP192048/O-2
Paulo Roberto Guedes - Diretor Presidente
Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Aos Administradores e Acionistas da Veloce Logística S.A. - São Paulo - SP. Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Veloce Logística S.A. (“Sociedade”), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras - A Administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que a Administração determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes - Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção rele-
vante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados às circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Sociedade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas - Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidads anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Veloce Logística S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício
findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Outros assuntos - Concentração de receitas Conforme mencionado na nota explicativa nº 1, parcela substancial das receitas da Sociedade está concentrada em apenas dois clientes. Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anterior - Os valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, apresentados para fins de comparação, foram por nós auditados, conforme relatório de auditoria datado de 28 de fevereiro de 2011, contendo a mesma ênfase mencionada no parágrafo anterior. São Paulo, 16 de março de 2012 Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes CRC nº 2 SP 011609/O-8 Ismar de Moura Contador - CRC nº 1 SP 179631/O-2
e Primeiros sinais da reação da indústria Levantamentos da Anfavea, de papelão ondulado (ABPO), e do fluxo de veículos em rodovias (ABCR) entram na previsão dos dados da indústria.
conomia
Com base nos resultados já conhecidos, analistas esperam avanço do segmento no primeiro trimestre em relação ao últimos três meses do ano passado.
A
produção industrial brasileira medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) deve fechar o primeiro trimestre do ano com um resultado melhor do que a retração apurada entre outubro e dezembro, embora não muito mais alto do que a faixa entre 0% e 0,8%. O clima de incerteza externa, associado às dificuldades de competitividade do setor, ainda é entrave para que a produção deslanche e impulsione o Produto Interno Bruto (PIB). Para o mês de março, na comparação com fevereiro, as previsões para a indústria variam bastante, de 1% a 2,8% de alta em termos já ajustados sazonalmente, após uma alta de 1,3% registrada em fevereiro comparativamente a janeiro. Para traçar suas projeções, os economistas fazem seus ajustes com os indicadores antecedentes já divulgados, como a produção de veículos (Anfavea) e de papelão ondulado (ABPO), bem como o fluxo de veículos em estradas pedagiadas (ABCR) e a carga de energia consumida no País (ONS), entre outros. Todos apontaram avanço no mês, mas isso não indica necessariamente uma tendência para os próximos meses. O economista do Itaú Unibanco, Aurélio Bicalho, diz que o aumento da produção de veículos em março, de cerca de 4% (com ajuste), foi bastante forte, mas não foi acompanhado de aumento de vendas de carros no período, o que deve acarretar mais estocagem e, portanto, produção mais moderada nos próximos dois meses.
A indústria teve uma melhora no primeiro trimestre, mas a atividade ainda sofre o efeito de diversos meses de dados fracos desde o ano passado, diz Bicalho. "O resultado da indústria não vai contribuir para o crescimento do PIB no período, mas o setor deve ter um desempenho bem melhor que o do quarto trimestre de 2011", afirma. Na MB Associados, a proje-
O número se aproxima da estimativa do economista sênior do Besi Brasil, Flávio Serrano, de expansão entre 0,5% e 0,8% para a economia brasileira no trimestre inicial de 2012 na comparação com o quarto trimestre de 2011. Serrano diz que esse resultado estaria mais amparado em um crescimento acentuado do setor de serviços do que da indústria, cuja produção deve fi-
eventuais efeitos não aparecerão nos números da atividade do primeiro trimestre e ainda há dúvidas sobre o poder das medidas para o resultado da produção industrial dos meses seguintes. Rafael Bacciotti, da Tendências Consultoria, afirma que o plano do governo não alterou suas previsões para a produção industrial neste ano, que está em crescimento de 2%,
mativa, ao mostrar um crescimento de 6,3% na produção de carros, aumento de 2,4% no fluxo de veículos nas estradas e expansão de 1% na expedição de papelão ondulado. Na avaliação de Bacciotti, o setor industrial chegou a ensaiar uma recuperação desde o fim do ano passado, mas agora voltou a "patinar". Segundo semestre – Uma recuperação da indústria brasi-
Hudson Pontes/ AG
A produção automobilística pesa favoravelmente para a expansão do setor industrial como um todo ção para a indústria em março indica produção 2,8% maior perante fevereiro, com uma expansão de 0,6% do quarto trimestre para o primeiro trimestre deste ano. Sergio Vale, economista-chefe da consultoria, avalia que esse resultado deve garantir um avanço de pelo menos 0,6% no PIB do País dos primeiros três meses de 2012.
car em zero no período trimestral, após expansão de 1% no mês de março ante fevereiro. Sobre as medidas recentes da política industrial do governo, contidas no Plano Brasil Maior, que abrigaram desonerações da folha de pagamentos para alguns setores e incentivaram o crédito a investimentos com taxas mais baixas, Bicalho lembra que os
levando o PIB do País para uma alta de 3,2% em 2012. Segundo o economista, a produção industrial deve crescer 1% na passagem de fevereiro para março e ficar estagnada em zero no primeiro trimestre deste ano ante o último trimestre de 2011. O dado dessazonalizado para o mês de março calculado pela Tendências explica a esti-
UNOTEL TELECOM S.A. CNPJ/MF nº 08.356.224/0001-42
RELATÓRIO DA DIRETORIA Em cumprimento aos dispositivos legais e estatutários, temos o prazer de submeter ao exame e apreciação de V.Sas., as Demonstrações Financeiras relativas ao período de 31/12/2011, compreendendo o Balanço Patrimonial e as correspondentes Demonstrações de Resultado do Exercício. São Paulo, 21/04/2012 A DIRETORIA BALANÇOS PATRIMONIAIS CONSOLIDADOS - Para os Exercícios Findos e 31 de Dezembro de 2011 e 2010 (EM R$) ATIVO CIRCULANTE .............................................................................. Disponibilidades ........................................................................ Caixa ............................................................................................ Bancos Conta Movimento ............................................................ Aplicação Financeira .................................................................... Créditos ...................................................................................... Duplicatas a Receber .................................................................. Adiantamentos Diversos .............................................................. Empréstimos ................................................................................ Impostos a Compensar ................................................................ Fundo de Investimentos .............................................................. Despesa do Exercício Seguinte ................................................ Despesas Antecipadas .............................................................. Gastos de Organização e Administração .................................... Seguros a Apropriar .................................................................... NÃO CIRCULANTE .................................................................... Investimentos ............................................................................ (-) Ipserv Tecnologia .................................................................... Ágio - Receita Exercício Futuro - NAT .......................................... Imobilizado.................................................................................. Imobilizado Líquido ...................................................................... Intangível .................................................................................... Intangível Líquido ........................................................................ Imobilizações em Andamento .................................................. Adiantamento para Inversões Fixas ............................................ Equivalência Patrimonial .............................................................. ATIVO TOTAL ..............................................................................
2011 3.879.286,21 543.314,06 3.762,19 262.994,56 276.557,31 2.934.657,45 1.807.526,74 346.021,24 405.164,95 365.634,98 10.309,54 401.314,70 401.314,70 400.652,28 662,42 (90.962,46) (1.625.426,66) (1.640.051,66) 14.625,00 1.430.617,71 1.430.617,71 10.996,49 10.996,49 92.850,00 92.850,00 – 3.788.323,75
2010 2.048.305,32 188.547,88 – 188.547,88 – 1.459.105,16 22.617,10 64.735,64 1.361.389,57 53,31 10.309,54 400.652,28 400.652,28 400.652,28 – 697.299,39 – – – 389.986,63 389.986,63 1.280,00 1.280,00 92.850,00 92.850,00 213.182,76 2.745.604,71
PASSIVO CIRCULANTE .............................................................................. Fornecedores .............................................................................. Obrigações Trabalhistas .............................................................. Obrigações Tributárias.................................................................. Débito com Pessoas Ligadas ...................................................... Provisões Trabalhistas.................................................................. Contas a Pagar ............................................................................ Banco com Garantia .................................................................... Adiantamento de Clientes ............................................................ NÃO CIRCULANTE .................................................................... Resultado de Exercícios Futuros.............................................. Receita de Exercícios Futuros...................................................... PATRIMÔNIO LÍQUIDO .............................................................. Capital Social................................................................................ Ações Ordinárias .......................................................................... (-) Ações Ordinárias a Integralizar................................................ Participação Minoritários .............................................................. Lucros (Prejuízos) Acumulados....................................................
2011 4.446.227,42 1.514.923,68 287.737,59 2.094.344,97 4.706,18 101.630,30 21.974,34 – 420.910,36 (657.903,67) 4.330,86 4.330,86 (662.234,53) 2.000.000,00 24.000.000,00 (23.919.713,34) 48.695,20 (2.791.216,39)
2010 3.624.785,35 324.352,36 16.001,82 139.314,30 3.132.343,71 – 10.295,00 2.478,16 – (879.180,64) 4.330,86 4.330,86 (883.511,50) 2.000.000,00 24.000.000,00 (23.987.913,34) – (2.895.598,16)
PASSIVO TOTAL ..........................................................................
3.788.323,75
2.745.604,71
2011 – 1.126.424,31 (20.374,88) 169.493,98 1.275.543,41 (210.609,69) 1.064.933,72 (561.026,91) 503.906,81 750,00 105.123,88 (181.001,87) (375,00) 428.403,82 428.403,82 (12.832,62) 415.571,20
2010 (960.018,21) (2.336.792,12) (5.551,22) – (2.342.343,34) – (2.342.343,34) – (2.342.343,34) – – – – (2.342.343,34) (2.342.343,34) – (2.342.343,34)
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO - Para os Exercícios Findos e 31 de Dezembro de 2011 e 2010 (EM R$) DESCRIÇÃO RECEITA BRUTA ........................................................................ Vendas de Serviços...................................................................... (-) Deduções da Receita Bruta .................................................. (-) COFINS sobre Faturamento .................................................... (-) PIS sobre Faturamento ............................................................ (-) ISS sobre Faturamento ............................................................ (-) ICMS sobre Faturamento ........................................................ (-) Descontos Incondicionais Concedidos .................................... RECEITA LÍQUIDA DE VENDAS ................................................ CUSTO SERVIÇOS PRESTADOS .............................................. LUCRO BRUTO .......................................................................... Despesas/Receitas Operacionais ............................................ (-) Despesas Administrativas........................................................ (-) Despesas Comerciais .............................................................. (-) Despesas Gerais .................................................................... (-) Despesas Tributárias................................................................ (-) Despesas Operacionais ..........................................................
2011 18.726.115,27 18.726.115,27 (3.959.317,43) (561.783,46) (121.719,76) (22.793,64) (3.252.230,91) (789,66) 14.766.797,84 (10.158.493,66) 4.608.304,18 (3.481.879,87) (1.426.016,84) (689.918,62) (697.622,95) (31.184,07) (637.137,39)
2010 – – – – – – – – – (638.061,94) (638.061,94) (1.698.730,18) (738.711,97) – – – –
DESCRIÇÃO (-) Outras Despesas .................................................................... RESULTADO ANTES DO RESULTADO FINANCEIRO LÍQUIDO (-) Despesas Financeiras ............................................................ (+) Receitas Financeiras .............................................................. RESULTADO ANTES DA CSLL .................................................. (-) Provisão para Contribuição Social .......................................... RESULTADO ANTES DO IRPJ .................................................. (-) Provisão para Imposto de Renda ............................................ RESULTADO LÍQUIDO DAS OPERAÇÕES CONTINUADAS .... Venda de Ativo Permanente ........................................................ Outras Receitas Não Operacionais Eventuais ............................ Devedores Duvidosos .................................................................. Despesas com Ágio...................................................................... RESULTADO LÍQUIDO DAS OPERAÇÕES DESCONTINUADAS RESULTADO ANTES DA PARTIC. MINORITÁRIAS .................. (-) Participações Minoritárias........................................................ LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO..............................................
As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis aceitas e embasadas pelas Leis 6.404/76, 11.638/07 e 11.941/09, atendendo as normas tributárias pertinentes. As Notas Explicativas na íntegra e o Relatório dos Auditores Independentes encontram-se à disposição dos Senhores Acionistas na sede da Empresa. A DIRETORIA
EDITAL DE LEILÃO
Maritza Grande da Silva, Leiloeiro Público Oficial JUCESP nº 850, faz saber que, devidamente autorizada pela empresa SWISSBRAS IND. COM. LTDA., realizará no dia 23/04/2012, às 10:00 horas, o leilão ON-LINE, através do site: www.nacionalleiloes.com.br, dos seguintes bens: Porta Pallets, 1 Forno Brasimet, 1 Forno, 1 máquina robô, 1 Máquina de solda microponto, 1 Guilhotina, 1 torre de resfriamento. Maiores informações (11) 6656-0000.
LOURIVALDO LOPES DA SILVA CT CRC 1SP 127.675/O-0 - CNAI 1855
leira só deve mostrar mais firmeza a partir da segunda metade de 2012, com maior aderência das medidas tomadas desde 2011, como o ciclo de redução da Selic iniciado em agosto, desonerações setoriais e estímulo financeiro no crédito para investimentos. Aurélio Bicalho, economista do Itaú Unibanco, é cético a respeito do impacto do estí-
mulo ao crédito para pessoa jurídica via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ele acredita que as decisões de investimento levam mais tempo e não devem influenciar a produção neste semestre. "Podemos dizer que o PIB do País terá no primeiro trimestre deste ano um desempenho limitado pela performance fraca da indústria, ainda que o setor de serviços aponte bom resultado", diz Flávio Serrano, economista sênior do Besi Brasil. De acordo com ele, essa falta de ímpeto está associada não só aos tradicionais problemas de infraestrutura e carga tributária, mas também à elevação dos custos da folha de pagamentos e à perda de produtividade. Para Serrano, a recuperação deve chegar com mais força dentro de cinco ou seis meses, graças a uma sucessão de estímulos que têm sido conduzidos pelo governo desde o ano passado, inclusive o corte dos juros básicos e das taxas para o consumo, além da diminuição do IPI para a linha branca. "É o setor de serviços que vai puxar a indústria, não o Plano Brasil Maior", diz, ao afirmar que o programa tem abrangência pequena e não deve ter efeito significativo. Rafael Bacciotti, da Tendências Consultoria, acredita que a atividade deve ganhar um pouco mais de ritmo na segunda metade do ano, como efeito da redução dos juros básicos e dos incentivos ao investimento. "O quadro é de moderação nos primeiros meses do ano, com base nas evidências de que os estoques estão acima do planejado", diz. (AE)
Apetite das estrangeiras leva a recorde de fusões
O
País registrou 204 fusões e aquisições no primeiro trimestre deste ano, recorde histórico para o período. O estudo, realizado pela consultoria KPMG, teve início em 1994. Em relação a igual período do ano passado, houve crescimento de 22%. Entre janeiro e março de 2011 ocorreram 167 operações desse tipo. Já no último trimestre do ano passado tinham sido 211. A consultoria destaca que houve forte participação de empresas estrangeiras no período. Das 204 operações, 99 envolveram aquisições feitas por empresas de capital estrangeiro no Brasil, ou 48,53%. "Prevíamos de fato que a atividade de fusões e aquisições seguiria aquecida, apesar das turbulências internacionais percebidas nos últimos meses. No entanto, chega a surpreender a força da participação estrangeira no período", afirmou em nota Luis Motta, sócio-líder da área de fusões e aquisições da KPMG no Brasil. O resultado das transações entre empresas brasileiras ficou estável nos três primeiros meses do ano, com
82 casos –mesmo número anotado em igual período do ano passado. "Basicamente todos os resultados vieram estáveis na comparação da atual pesquisa com a realizada no começo de 2011. A diferença foi mesmo determinada pelo apetite das empresas estrangeiras", diz Motta. Setores – O maior número de negócios ocorreu no setor de tecnologia da informação (TI), com 27 fusões e aquisições, ante 22 nos três primeiros meses de 2011, mostrou o levantamento. . Também houve um avanço entre as empresas de energia, com 12 negócios. O número representa um crescimento de 140% frente ao que ocorreu entre janeiro e março de 2011. O segmento que reúne transações nos setores de telecomunicações e mídia também teve forte avanço no período, passando de nove negócios para 23, elevação de 156%. "Tal resultado foi puxado especialmente pelas 14 operações envolvendo negócios com empresas pontocom no primeiro trimestre, acima dos quatro de 2011", informou a consultoria. (Reuters)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sábado, domingo e segunda-feira, 21, 22 e 23 de abril de 2012
Ligúria Holdings S.A. CNPJ no 14.370.342/0001-08 - NIRE 35.300.413.270 Ata da Assembleia Geral Ordinária realizada em 15.3.2012 Data, Hora, Local: Aos 15 dias do mês de março de 2012, às 15h30, na sede social, Cidade de Deus, Prédio Prata, 4o andar, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06029-900. Presença: Compareceram, identificaram-se e assinaram o Livro de Presença os representantes das acionistas da Sociedade. Constituição da Mesa: Presidente: Julio de Siqueira Carvalho de Araujo; Secretário: Antonio José da Barbara. Verificou-se também a presença do senhor Domingos Figueiredo de Abreu, Diretor. Convocação: Dispensada a publicação do Edital de Convocação, de conformidade com o disposto no Parágrafo Quarto do Artigo 124 da Lei no 6.404/76. Ordem do dia: I) tomar as contas dos Administradores, examinar, discutir e votar as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2011; II) eleger os membros da Diretoria; III) fixar o montante global anual da remuneração dos Administradores. Deliberações: I) aprovadas, sem reservas, as contas dos Administradores e as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2011, registrando que, tendo em vista a Sociedade enquadrar-se no disposto no “caput” do Artigo 294 da Lei n o 6.404/76 e de conformidade com o disposto no Inciso II do já mencionado Artigo, as referidas Demonstrações Contábeis não foram publicadas e serão levadas a registro juntamente com esta Ata; II) reeleitos membros da Diretoria, com mandato até a Assembleia Geral Ordinária de 2013, os senhores: Diretor-Presidente: Luiz Carlos Trabuco Cappi, brasileiro, casado, bancário, RG 5.284.352-X/SSP-SP, CPF 250.319.028/68; Diretores: Julio de Siqueira Carvalho de Araujo, brasileiro, casado, bancário, RG 55.567.472-1-SSP/SP, CPF 425.327.017/ 49; Domingos Figueiredo de Abreu, brasileiro, casado, bancário, RG 6.438.883-9/SSP-SP, CPF 942.909.898/53; e eleitos os senhores: José Alcides Munhoz, brasileiro, casado, bancário, RG 50.172.182-4/SSP-SP, CPF 064.350.330/72; Aurélio Conrado Boni, brasileiro, casado, bancário, RG 4.661.428-X/SSP-SP, CPF 191.617.008/00; Sérgio Alexandre Figueiredo Clemente, brasileiro, casado, bancário, RG 55.799.633-8/SSP-SP, CPF 373.766.326/20; e Marco Antonio Rossi, brasileiro, casado, bancário, RG 12.529.752-X/SSP-SP, CPF 015.309.538/55, todos com domicílio na Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06029-900, sendo que permanecerão em suas funções até que a Ata da Assembleia Geral Ordinária de 2013 que eleger a Diretoria seja arquivada na Junta Comercial e publicada; III) fixado o montante global anual da remuneração dos Administradores, no valor de até R$90.000,00, a ser distribuída em Reunião da Diretoria, conforme determina a letra “g” do Artigo 9 o do Estatuto Social. Em seguida, os Diretores reeleitos e eleitos: 1) declararam: a) sob as penas da lei, não estarem impedidos de exercer a administração de sociedade por lei especial, ou condenados a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos; por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra as normas de defesa da concorrência, contra as relações de consumo, a fé pública, ou a propriedade; b) que abrem mão do direito ao recebimento de qualquer valor a título de remuneração, posto que já recebem honorários de outra Empresa da Organização Bradesco; 2) assinaram a presente Ata, que vale como termo de posse. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, o senhor Presidente esclareceu que, para as deliberações tomadas, o Conselho Fiscal da Companhia não foi ouvido por não se encontrar instalado no período, e encerrou os trabalhos, lavrando-se a presente Ata, que lida e achada conforme, foi aprovada por todos os presentes que a subscrevem. aa) Presidente: Julio de Siqueira Carvalho de Araujo; Secretário: Antonio José da Barbara; Administrador: Domingos Figueiredo de Abreu; Acionistas: Bradesplan Participações Ltda. e União Participações Ltda., por seus Diretores, senhores Julio de Siqueira Carvalho de Araujo e Domingos Figueiredo de Abreu; Diretores reeleitos: Luiz Carlos Trabuco Cappi - DiretorPresidente; Julio de Siqueira Carvalho de Araujo; Domingos Figueiredo de Abreu; Diretores eleitos: José Alcides Munhoz; Aurélio Conrado Boni; Sérgio Alexandre Figueiredo Clemente; e Marco Antonio Rossi. Certidão - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob número 149.558/12-0, em 10.4.2012. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
CIA. ULTRAGAZ S.A. - CNPJ Nº 61.602.199/0001-12 - NIRE 35.300.030.401 Edital de Convocação - Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária - Pela presente, ficam os Srs. Acionistas convidados a comparecer à Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária da Cia. Ultragaz S.A. (“Companhia”), que se realizará no dia 27.04.2012, às 10h (“Assembleia”), na sede social da Companhia, localizada na Av. Brigadeiro Luís Antônio, nº 1.343, 9º andar, na Cidade e Estado de São Paulo, para deliberar sobre a seguinte Ordem do Dia: Em Assembleia Geral Ordinária: 1) Exame e aprovação do relatório e das contas da administração e demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2011, acompanhados do parecer dos auditores independentes; 2) Aprovação do orçamento de capital proposto pela administração para o exercício social de 2012; 3) Exame e aprovação da destinação do lucro líquido do exercício encerrado em 31.12.2011; 4) Eleição dos membros do Conselho de Administração; e 5) Fixação da remuneração anual global da administração. Em Assembleia Geral Extraordinária: 1) Aprovação do aumento do capital social da Companhia no valor total de R$ 630.003.342,21 (seiscentos e trinta milhões, três mil, trezentos e quarenta e dois reais e quarenta de dois centavos), passando de R$ 381.462.916,22 (trezentos e oitenta e um milhões, quatrocentos e sessenta e dois mil, novecentos e dezesseis reais e vinte e dois centavos) para R$ 1.011.466.258,43 (um bilhão, onze milhões, quatrocentos e sessenta e seis mil, duzentos e cinquenta e oito reais e quarenta e três centavos) mediante capitalização de créditos detidos pela acionista Ipiranga Produtos de Petróleo S.A. contra a Companhia, na forma de Adiantamento para Futuro Aumento de Capital realizado 26.03.2012, observado o direito de preferência dos atuais acionistas, com a consequente emissão de novas ações; e 2) Alteração do artigo 5º do Estatuto Social da Companhia, em decorrência do aumento de capital. Participação na Assembleia: Os acionistas, para participar da presente Assembleia Geral, devem apresentar declaração emitida pela instituição prestadora dos serviços de ações escriturais ou da instituição custodiante, com a quantidade de ações de que constavam como titulares até, no máximo, 03 (três) dias úteis antes da Assembleia. Poderão participar da Assembleia Geral acionistas titulares de ações ordinárias e preferenciais da Companhia, por si, seus representantes legais ou procurador constituído há menos de 01 (um) ano, que seja acionista, administrador da Companhia, advogado, instituição financeira ou administrador de fundos de investimentos, que represente condôminos. Será necessária a apresentação do respectivo instrumento de mandato, com reconhecimento de firma do outorgante, o qual deverá ser depositado na sede social da Companhia, até às 17h30min do dia 26.04.2012, sob pena do procurador não poder exercer o mandato. São Paulo, 19 de abril de 2012.Pedro Wongtschowski - Presidente do Conselho de Administração. (19-20-21)
NOVA GASÔMETRO S/A CNPJnº 45.356.466/0001-62 Edital de Convocação - Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária Os Senhores Acionistas da Nova Gasômetro S/A. são convidados a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, que será realizada em 30.04.2012, às 15:00 horas, na sede social, localizada na Rua Chico Pontes, nº 1.500, em São Paulo (SP), a fim de: EM PAUTA ORDINÁRIA: 1. Examinar Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes e examinar, discutir e deliberar sobre as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31.12.2011; EM PAUTA EXTRAORDINÁRIA: Examinar a proposta do Conselho de Administração sobre: I - Aumento de Capital Social por subscrição em dinheiro - Elevação do atual capital social com a emissão de novas ações. II - Alterações Estatutárias - Alteração e consolidação do Estatuto Social para: (i) registrar a nova composição do capital social decorrente do item precedente; (ii) alterar a estrutura da administração incluindo o Conselho de Administração e Diretoria e aprimorar disposições relativas às atribuições, poderes e substituição dos diretores. Os documentos a serem analisados na Assembleia encontram-se à disposição dos Acionistas em sua sede social. Para exercer seus direitos, os Acionistas deverão comparecer à Assembleia portando documento de identidade. Os Acionistas podem ser representados na Assembléia por procurador, nos termos do artigo 126 da Lei 6.404/76, desde que o procurador esteja com documento de identidade; a) Pessoas Jurídicas: cópia autenticada do contrato/estatuto social da pessoa jurídica representada, comprovante de eleição dos administradores e a correspondente procuração, com firma reconhecida em cartório; b) Pessoas Físicas: a correspondente procuração, com firma reconhecida em cartório. São Paulo (SP), 19 de abril de 2012. Gilda Antonietta Orlando Cury - Presidente do Conselho de Administração.
REDE D’OR SÃO LUIZ S.A.
CNPJ nº 06.047.087/0001-39 - NIRE 35.300.318.099 Edital de Convocação para Assembleia Geral Ordinária. Ficam os senhores acionistas da Rede D’Or São Luiz S.A. (“Companhia”) convocados para reunirem-se em Assembleia Geral Ordinária, a realizar-se no dia 30 de abril de 2012, às 11h, na sede social da Companhia, localizada na Cidade e Estado de São Paulo, na Rua Francisco Marengo nº 1.312, para, em conformidade com o artigo 132 da Lei nº 6.404/1976, deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: 1. Deliberação sobre as contas dos administradores e as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011, acompanhadas do parecer dos auditores independentes; 2. Aprovação da proposta para destinação do resultado do exercício social findo em 31 de dezembro de 2011; 3. Eleição dos membros do Conselho de Administração da Companhia. 4. Desinstalação do Conselho Fiscal; 5. Alteração do Jornal de Grande Circulação onde hoje são publicados os atos societários da Companhia; e 6. Outros assuntos de interesse da Companhia. São Paulo, 18 de abril de 2012. Presidente do Conselho de Administração. ACCIONA FORWARDING DO BRASIL LOGÍSTICA E TRANSPORTE MULTIMODAL, S.A. CNPJ/MF nº 04.151.029/0001-25 - NIRE 35300328515 Edital de Convocação - Assembleia Geral Ordinária O Conselho de Administração da ACCIONA FORWARDING DO BRASIL LOGÍSTICA E TRANSPORTE MULTIMODAL, S.A. (“Companhia”), por seu Presidente, o Sr. Juan Manuel Lopez Hernandez, tem a honra de convidar os Senhores Acionistas da Companhia para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada às 14:00hs, do dia 30 de abril de 2012, na sede social da Companhia, localizada na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Nove de Julho, 5671, 10º andar, CEP 01407-000, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: a) Tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011. b) Outros assuntos que sejam pertinentes à Assembleia Geral Ordinária. Continuam à disposição dos Srs. Acionistas os documentos a que se refere a letra “a” da ordem do dia acima. São Paulo, 13 de abril de 2012. Juan Manuel Lopez Hernandez - Presidente do Conselho de Administração. (20, 21 e 24/04/12)
BBD Participações S.A. CNPJ no 07.838.611/0001-52 - NIRE 35.300.335.295 Assembleia Geral Ordinária Edital de Convocação Convidamos os senhores acionistas desta Sociedade a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária a ser realizada em 30 de abril de 2012, às 9h, na sede social, Cidade de Deus, Prédio Prata, 4o andar, Vila Yara, Osasco, SP, a fim de: I) tomar conhecimento dos Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes, e examinar, discutir e votar as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2011; II) deliberar sobre proposta de destinação do lucro líquido do exercício encerrado em 31.12.2011 e ratificação da distribuição dos Juros sobre o Capital Próprio pagos; III) eleger os membros do Conselho de Administração; IV) fixar o montante global anual da remuneração dos Administradores. Cidade de Deus, Osasco, SP, 18 de abril de 2012. Lázaro de Mello Brandão - Presidente do Conselho de Administração. 19, 20 e 21.4.12
UNOTEL TELECOM S.A.
CNPJ/MF nº 08.356.224/0001-42 - NIRE 35.300.381.343 EDITAL DE CONVOCAÇÃO - AGO/E Ficam os Acionistas convocados para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, dia 27/04/2012 às 09h30 no Hotel Matsubara, à Rua Cel. Oscar Porto, 836, Paraíso, São Paulo/SP, para deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: a) Deliberação sobre as demonstrações financeiras do exercício social encerrado em 31/12/11; b) Encerramento do mandato, eleição ou reeleição dos membros do Conselho Fiscal; c) Eleição de membro(s) do Conselho deAdministração; d) Alterações do Estatuto Social; e) Alterações doAcordo deAcionistas; e f) Demais assuntos de interesse social. Conforme deliberação aprovada por unanimidade na RCA de 23/03/2012. São Paulo, 19 de abril de 2012 CESAR SALES BORGES Presidente do Conselho daAdministração (19,20,21)
HOLCIM (BRASIL) S.A. CNPJ/MF nº 60.869.336/0001-17 EDITAL DE CONVOCAÇÃO. Ficam convocados os Acionistas de Holcim (Brasil) S/A a se reunirem em AGO/E a ser realizada no dia 27/04/12, às 10h, na R. Verbo Divino, 1.488/5º and., Bl D, Chácara Santo Antônio, SP/SP, para deliberar sobre a seguinte ordem do dia: AGO: a) Exame e deliberação do Relatório da Administração, do Balanço Patrimonial e das demonstrações nanceiras relativas ao exercício social encerrado em 31/12/11; b) Deliberação sobre os resultados do exercício de 2011; c) Eleição dos membros da Presidência, Diretoria e do Conselho Consultivo e xação do montante global da remuneração dos Administradores. AGE: a) Consolidação do Estatuto Social. SP, 19/04/11. Otmar Hübscher - Diretor Presidente.
ECONOMIA/LEGAIS - 25 STAREXPORT TRADING S.A.
CNPJ (MF) 54.646.419/0001-44 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas: Apresentamo-lhes as Demonstrações Financeiras da Starexport Trading S.A. referente ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011, acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes. O lucro líquido do exercício foi destinado como aumento de capital proposto conforme demonstração das mutações do patrimônio líquido. Agradecemos o empenho, a confiança e a cooperação demonstrados por todos que participaram de nossas atividades. São Bernardo do Campo, 29 de março de 2012. A Diretoria Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Contas a receber Impostos a recuperar Outros créditos Não Circulante Depósitos judiciais Impostos diferidos Investimentos
Balanço Patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e 2010 - (Em milhares de Reais) Nota 2011 2010 Passivo Nota 2011 2010 (Reclassificado) Circulante (Reclassificado) 4 22.851 20.525 Fornecedores 9 4.667 1.302 5 8.929 2.895 Impostos e contribuições a recolher 10 865 434 436 221 Outras contas a pagar 132 148 10 29 5.664 1.884 32.226 23.670 Não circulante Provisões para riscos e contingências 11 69.299 64.256 6 7.826 7.826 Outras contas a pagar 218 218 7 18.086 16.322 69.517 64.474 8 1.235.708 1.018.736 Patrimônio líquido 1.261.620 1.042.884 Capital social 12 1.018.713 918.713 Reservas de capital 15.213 15.213 Reserva de lucros 184.739 66.270 1.218.665 1.000.196 1.293.846 1.066.554 1.293.846 1.066.554
Demonstração das mutações do patrimônio líquido Exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e 2010 - (Em milhares de Reais) Reserva de lucros Capital Incentivos Aumento de Reserva Lucros Nota social fiscais capital proposto legal acumulados Total Saldos em 1° de janeiro de 2010 719.549 15.213 – 9.721 – 744.483 Aumento de capital 199.164 – – – – 199.164 Resultado líquido do período – – – – 56.549 56.549 Constituição reserva legal – – – 2.827 (2.827) – Destinações: Reserva para aumento de capital – – 53.722 – (53.722) – Saldos em 31 de dezembro de 2010 918.713 15.213 53.722 12.548 – 1.000.196 Aumento de capital 12 100.000 – – – – 100.000 Resultado líquido do período – – – – 118.469 118.469 Constituição reserva legal 12 – – – 5.923 (5.923) – Destinações: Reserva para aumento de capital 12 – – 112.546 – (112.546) – Saldos em 31 de dezembro de 2011 1.018.713 15.213 166.268 18.471 – 1.218.665
Demonstração de resultados Exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais) Nota 2011 2010 Receita líquida 13 40.627 66.043 Custos dos produtos vendidos (34.363) (56.060) Lucro bruto 6.264 9.983 Despesas de vendas (47) (113) Despesas administrativas (1.872) (2.430) Resultado de equivalência patrimonial 8b 116.972 95.630 Outras receitas e despesas operacionais (16) 108 Resultado antes das receitas (despesas) financeiras e impostos 121.301 103.178 Despesas financeiras 14 (6.090) (42.641) Receitas financeiras 14 3.996 2.644 Resultado antes dos impostos 119.207 63.181 Imposto de renda e contribuição social 7 (738) (6.632) Resultado líquido do período 118.469 56.549
Demonstração dos fluxos de caixa - Método indireto Exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais) 2011 2010 (Reclassificado) Fluxo de caixa das atividades operacionais Resultado líquido do período 118.469 56.549 Ajustes por: Depreciação – 13 Provisões para riscos e contingências 5.043 59.068 Equivalência patrimonial (116.972) (95.630) Imposto de renda e contribuição social diferidos (1.764) (13.983) 4.776 6.017 Redução (aumento) nos ativos Contas a receber (6.034) 7.666 Impostos a recuperar (215) (221) Notas explicativas às demonstrações financeiras - Exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e 2010 - (Em milhares de Reais) Outros créditos 19 32 1 Contexto operacional: A Starexport Trading S.A. está domiciliada no As aplicações financeiras referem-se a certificados de depósitos bancários Aumento (redução) nos passivos Brasil, com sede na cidade de São Bernardo do Campo, sito à Avenida remunerados a uma taxa média ponderada de 100,58 % do Certificado de Fornecedores 3.365 (21.621) Alfred Jurzykowsk, 562. A Companhia tem por objetivo o comércio em ge- Depósito Interbancário (CDI), tendo como contraparte bancos de primeira Impostos e contribuições a recolher 431 3 ral, exportação e importação. Os produtos e serviços comercializados pela linha. Outras contas a pagar (16) (13) Companhia são substancialmente adquiridos da Companhia controlado- 5 Contas a receber: Fluxo de caixa proveniente das (utilizado 2011 2010 ra Mercedes-Benz do Brasil Ltda. e vendidos para Empresas do grupo. 2 nas) atividades operacionais 2.326 (8.137) Reclassificado Fluxo de caixa das atividades de investimentos Base de preparação - 2.1 Declaração de conformidade com relação às normas do CPC: As demonstrações financeiras individuais da controla- Partes relacionadas Aumento de capital em controladas (100.000) (185.000) Detroit Diesel Corporation 8.856 7.373 dora foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Recebimento por venda de investimento – 701 Mercedes-Benz do Brasil Ltda. 73 84 Brasil que seguem os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de PronunRecebimento de dividendos – 6.825 – (4.562) Fluxo de caixa (utilizado nas) atividades ciamentos Contábeis (CPC). A publicação das demonstrações financeiras Cambiais descontadas 8.929 2.895 foi autorizada na Reunião de Diretoria de 26/03/2012. As demonstrações de investimento (100.000) (177.474) de resultados abrangentes não estão sendo apresentadas, pois não há Fluxo de caixa das atividades de financiamento 2011 2010 valores enquadrados nesse conceito, ou seja, o resultado do exercício Vencimentos Aumento de capital 100.000 199.164 8.916 2.465 Fluxo de caixa proveniente das atividades é igual ao resultado abrangente total. Conforme permitido pela CPC 36 Valores a vencer 13 157 - Demonstrações Consolidadas, a Cia. não está apresentando as demons- De 01 a 30 dias de financiamento 100.000 199.164 – 2.836 Aumento de caixa e equivalentes de caixa trações financeiras consolidadas, considerando que: • A controladora é De 31 a 60 dias 2.326 13.553 – 397 ela própria uma controlada integral de outra entidade, a qual, em conjunto De 61 a 90 dias No início do exercício 20.525 6.972 – 686 com os demais proprietários, incluindo aqueles sem direito a voto, foram De 91 a 180 dias No fim do exercício 22.851 20.525 – 916 consultados e não fizeram objeção quanto a não apresentação das de- Acima de 180 dias – (4.562) diferenças temporárias serão realizados na proporção da resolução final monstrações financeiras consolidadas pela controladora; • A controladora (-) Cambiais descontadas 8.929 2.895 das contingências e dos eventos que lhes deram origem. A conciliação da final da Cia., Mercedes-Benz do Brasil Ltda., prepara suas demonstrações A exposição da empresa ao risco de crédito e moeda está divulgada na despesa calculada pela aplicação das alíquotas fiscais combinadas e da contábeis consolidadas em conformidade com os Pronunciamentos Técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis. 2.2 Base de mensuração: nota explicativa 15. despesa de imposto de renda e contribuição social debitada em resultado As demonstrações financeiras individuais foram preparadas com base no 6 Depósitos judiciais: é demonstrada como segue: 2011 2010 custo histórico, exceto os instrumentos financeiros mensurados pelo valor 2011 2010 6.496 6.496 Resultado antes dos impostos justo por meio do resultado. Moeda funcional e moeda de apresentação - CSLL 119.207 63.181 849 849 Alíquota fiscal combinada As demonstrações financeiras são apresentadas em Real, que é a moeda PIS 34% 34% 481 481 IR e CSLL pela alíquota fiscal combinada funcional da Cia. Todas as informações financeiras apresentadas em Real IR (40.530) (21.482) 7.826 7.826 Exclusões permanentes foram arredondadas para o milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. 2.3 Uso de estimativas e julgamentos: A elaboração de 7 Impostos diferidos: O imposto de renda e a contribuição social difeParcela redutora adicional de 10% 24 24 demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas ridos são registrados para refletir os efeitos fiscais futuros atribuíveis às Equivalência patrimonial 39.770 32.514 no Brasil requer que a Adm. da Cia. faça julgamentos, estimativas e pre- diferenças temporárias entre a base fiscal e a contábil. O valor contábil do Adições permanentes missas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados ativo fiscal diferido é revisado periodicamente e as projeções são revisadas Despesas não dedutíveis (2) – de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir anualmente. Caso haja fatores relevantes que venham a modificar as proje- Outros itens dessas estimativas. As estimativas e premissas são revistas de uma maneira ções, estas são revisadas durante o exercício pela Companhia. O imposto Acerto IRPJ e CSLL – 108 continua. Revisões com relação às estimativas contábeis são reconhecidas no de renda e a contribuição social diferidos têm a seguinte origem: Reconhecimento de passivo contingente – (17.796) período em que elas são revisadas e em quaisquer períodos futuros afetados. As 2011 2010 IRPJ e CSLL no resultado informações sobre incertezas, premissas e estimativas que possuam um risco Provisões para contingências 17.514 15.750 Corrente (2.502) (20.615) significativo de resultar em um ajuste material dentro do próximo exercício finan- Prejuízo com rendas variáveis 572 572 Diferido 1.764 13.983 ceiro estão incluídas na nota explicativa 11. 18.086 16.322 Total do IR e CS (738) (6.632) 2.4 Reclassificação: A Administração considera que os ativos fiscais diferidos decorrentes de Alíquota efetiva 1% 10% 31 de dezembro de 2010 Patrimônio Patrimônio Anteriormente Apresentação 8 Investimentos – a. Composição: Participação % líquido em 2011 Participação % líquido em 2010 apresentado Reclassificações atual Banco Mercedes Benz S.A. 100,00 1.214.035 100,00 1.004.942 Ativo Mercedes–Benz Adm.de Consórcios Ltda. 99,99 3.823 99,99 4.351 Contas a receber 45 2.850 2.895 Mercedes–Benz do Brasil Asses.Com.Ltda. 99,99 11.915 99,99 6.077 Partes relacionadas 2.850 (2.850) – Invema Assessoria Empresarial Ltda.* 6,98 77.954 6,98 41.242 Total de ativo circulante A Companhia está adotando o balanço das investidas com um mês de defasagem, conforme permitido pelas práticas contábeis adotadas no Brasil, reclassificado 2.895 – 2.895 logo as informações referem–se a 30 de novembro de 2011. * Para essa investida não há defasagem, logo as informações referem–se a 31/12/2011. Passivo As demonstrações financeiras das investidas foram auditadas ou revisadas por auditor independente. Fornecedores – 1.302 1.302 b. Movimentação: Mercedes Mercedes Partes Relacionadas 1.302 (1.302) – Banco Benz Adm. Benz Brasil Invema Total de passivo circulante Mercedes Benz S.A. Consórcio Ltda. Asses.Com. Ltda. Asses. Emp. Ltda. Outros Total reclassificado 1.302 – 1.302 31/12/2010 1.004.942 4.351 6.077 2.878 488 1.018.736 Patrimônio líquido Adições 100.000 – – – – 100.000 Reserva de capital 68.935 (53.722) 15.213 Resultado de eq.patrimonial 109.093 (528) 5.838 2.564 5 116.972 Reserva de lucros 12.548 53.722 66.270 Dividendos – – – – – – Total de patrimônio Perdas – – – – – – líquido reclassificado 81.483 – 81.483 Baixas – – – – – – De acordo com o CPC 26 (R1) – Apresentação das Demonstrações Contá- 31/12/2011 1.214.035 3.823 11.915 5.442 493 1.235.708 beis, a conta de partes relacionadas não deve mais figurar na abertura dos c. Resumo das informações financeiras das controladas em 31 de dezembro de 2011: quadros. Para a demonstração de fluxo de caixa foi feita uma reclassificaAtivo Passivo Receita Resultado ção, haja vista que para o ano de 2010 havia sido adotado o lucro antes do Banco Mercedes Benz S.A. 10.241.027 9.026.407 745.884 99.392 imposto e para esse ano adotamos o lucro líquido, sendo assim, estamos Mercedes–Benz Adm.de Consórcios Ltda. 5.914 2.089 470 (434) reapresentado o ano de 2010 também por essa metodologia. 3 Principais Mercedes–Benz do Brasil Asses.Com.Ltda. 17.686 5.801 3358 5.562 práticas contábeis: As políticas contábeis descritas em detalhes abaixo Invema Assessoria Empresarial Ltda. 78.305 350 5.688 35.237 têm sido aplicadas de maneira consistente a todos os períodos apresen- 9 Fornecedores: capital social da Companhia em R$100.000 com emissão de 24.389.131 tados nessas demonstrações financeiras. 3.1 Apuração do resultado: O Partes relacionadas 2011 2010 novas ações ordinárias nominativas, mediante aumento em espécie. Reresultado é apurado em conformidade com o regime de competência. A Reclassificado serva legal: É constituída à razão de 5% do lucro líquido apurado em cada receita de vendas de produtos é reconhecida no resultado quando todos Mercedes-Benz do Brasil Ltda. 4.615 1.262 exercício social nos termos do art. 193 da Lei nº 6.404/76, até o limite de os riscos e benefícios inerentes aos produtos são transferidos para o com- Outras 52 40 20% do capital social. Aumento de capital proposto: Em 26 de março prador. Uma receita não é reconhecida se há uma incerteza significativa 4.667 1.302 de 2012, foi aprovada, em Reunião de Diretoria, a proposta de destinação na sua realização. 3.2 Moeda estrangeira:Transações em moeda estran- 10 Impostos e contribuições a recolher: do lucro líquido do exercício (após constituição de reserva legal) para augeira são convertidas para a respectiva moeda funcional da Companhia 2011 2010 mento de capital. 13 Partes relacionadas: Os principais saldos de ativos pelas taxas de câmbio nas datas das transações. Ativos e passivos mo- IRPJ e CSLL 861 355 e passivos, assim como as transações que influenciaram o resultado do netários denominados e apurados em moedas estrangeiras na data de Outros 4 79 exercício, relativas às operações com partes relacionadas, decorrem de apresentação são reconvertidos para a moeda funcional à taxa de câmbio 865 434 transações financeiras de venda e compra com outras empresas do grupo. apurada naquela data. O ganho ou perda cambial em itens monetários é 11 Provisões para riscos e contingências: A Companhia é parte (polo A controladora direta da Companhia é a Mercedes-Benz do Brasil Ltda. e a a diferença entre o custo amortizado da moeda funcional no começo do passivo) em ações judiciais e processos administrativos perante vários controladora final é a Daimler AG. Em 2011 não houve remuneração para período, ajustado por juros e pagamentos efetivos durante o período, e tribunais e órgãos governamentais, decorrentes do curso normal das o pessoal-chave da administração. o custo amortizado em moeda estrangeira à taxa de câmbio no final do operações, envolvendo questões tributárias, trabalhistas, aspectos cíveis Receitas de vendas 2011 2010 período de apresentação. As diferenças de moedas estrangeiras resultan- e outros assuntos.A Administração, com base em informações de seus Detroit Diesel Co. 40.427 65.952 tes na reconversão são reconhecidas no resultado. Itens não monetários assessores jurídicos, análise das demandas judiciais pendentes, constituiu Variação cambial 200 91 que sejam medidos em termos de custos históricos em moeda estrangei- provisão em montante considerado suficiente para cobrir as prováveis per40.627 66.043 ra são convertidos pela taxa de câmbio apurada na data da transação. das estimadas com as ações em curso, como segue: Compras 2011 2010 3.3 Instrumentos financeiros: Instrumentos financeiros não derivativos a. Composição Mercedes-Benz do Brasil Ltda. 34.865 56.774 incluem aplicações financeiras, contas a receber e outros recebíveis, 2011 2010 34.865 56.774 caixa e equivalentes de caixa, assim como contas a pagar e outras dívi- IRPJ e CSLL 63.705 58.884 14 Resultado financeiro: das. Eles são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido, para PIS e COFINS 5.594 5.372 Despesas financeiras 2011 2010 os que não sejam reconhecidos pelo valor justo através de resultado, de 69.299 64.256 Despesa de juros (5.088) (41.440) quaisquer custos de transação diretamente atribuíveis. Posteriormente b. Movimentação Variações cambiais passivas (993) (1.194) ao reconhecimento inicial, são mensurados conforme descrito abaixo: a. 31/12/2010 Adições Baixas 31/12/2011 Outros (9) (7) Empréstimos e recebíveis: Os empréstimos e recebíveis são mensu- IRPJ e CSLL 58.884 4.821 – 63.705 (6.090) (42.641) rados pelo custo amortizado por meio da utilização do método da taxa PIS e COFINS 5.372 222 – 5.594 Receitas financeiras efetiva de juros, reduzidos por eventuais reduções no valor recuperável. 64.256 5.043 – 69.299 Receita de juros 2.708 1.148 Empréstimos e recebíveis são ativos financeiros com pagamentos fixos Passivos contingentes: A Starexport recolheu integralmente a CSLL re- Variações cambiais ativas 1.288 1.491 ou calculáveis que não são cotados no mercado ativo. Tais ativos são re- lativa ao ano-base 91, porém a Procuradoria da Fazenda entende que o Outros – 5 conhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de valor atinente a uma das parcelas estaria em aberto. O êxito da demanda 3.996 2.644 transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os empréstimos e re- depende, sobretudo, da comprovação pericial de que todos os valores fo- 15 Instrumentos financeiros: A Companhia mantém operações com cebíveis são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros ram recolhidos. O valor possível de perda, de acordo com a posição do instrumentos financeiros. A Companhia não efetua aplicação de caráter efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável. advogado externo, é de aproximadamente R$93.299 (R$87.549 em 2010). especulativo, em derivativos ou quaisquer outros ativos de risco. Os resulCaixa e equivalentes de caixa abrangem saldos de caixa e investimentos Ativos contingentes: A Companhia alega a inconstitucionalidade da exi- tados obtidos com estas operações estão condizentes com as políticas e financeiros com vencimento original de três meses ou menos a partir da gência do IOF veiculada pela Lei n°8.033/90 sobre a transmissão de ouro, estratégias definidas pela administração da Companhia. Todas as operadata da contratação. Estão sujeitos a um risco insignificante de alteração saques em poupança, transmissão de títulos, valores mobiliários e ações, ções com instrumentos financeiros estão reconhecidas nas demonstrações no valor e são utilizados na gestão das obrigações de curto prazo. 3.4 haja vista que se trata de patrimônio do contribuinte e não de operações contábeis da Companhia. Classificação dos instrumentos financeiros: Ativos e passivos - a. Investimentos: Os investimentos em controladas financeiras propriamente ditas. O valor reivindicado pela Starexport é de A classificação dos instrumentos financeiros está apresentada no quadro (controle) e coligadas (influência significativa) e em demais sociedades aproximadamente R$23.601 (R$21.123 em 2010). 12 Patrimônio líquido a seguir, e não existem instrumentos financeiros classificados em outras que fazem parte de um mesmo grupo ou que estejam sob controle comum - Capital social: A AGE de 12 de setembro de 2011 aprovou o aumento do categorias além das informadas: são avaliadas por equivalência patrimonial. Outros investimentos que não 2011 2010 se enquadrem na categoria acima são avaliados pelo custo de aquisição, Valor justo Valor justo deduzido de provisão para desvalorização quando aplicável. b. Receitas através do Empréstimos Passivos através do Empréstimos Passivos e despesas financeiras: As receitas financeiras abrangem basicamente Nota resultado e recebíveis financeiros resultado e recebíveis financeiros receitas de juros sobre aplicações financeiras. A receita de juros é recoAtivos nhecida no resultado, através do método dos juros efetivos. As despesas Caixa e equivalentes 4 22.851 – – 20.525 – – financeiras abrangem basicamente despesas com atualização monetária Contas a receber 5 – 8.929 – – 2.895 – sobre as provisões para contingências e são reconhecidas no resultado. c. Outros créditos – 10 – – 29 – Imposto de renda e contribuição social: O imposto de renda e a contriPassivos buição social do exercício corrente e diferido são calculados com base nas Fornecedores 9 – – 4.667 – – 1.302 alíquotas de 15%, acrescidas do adicional de 10% sobre o lucro tributável Outras contas a pagar – – 350 – – 366 excedente de R$240 para imposto de renda e 9% sobre o lucro tributável para contribuição social sobre o lucro líquido. As despesas com imposto de renda e contribuição social compreendem os impostos de renda correntes e diferidos. O imposto corrente e o diferido são reconhecidos no resultado a menos que estejam relacionados à combinação de negócios, ou itens diretamente reconhecidos no patrimônio líquido ou em outros resultados abrangentes. Imposto diferido é reconhecido com relação às diferenças temporárias entre os valores contábeis de ativos e passivos para fins contábeis e os correspondentes valores usados para fins de tributação. O imposto diferido não é reconhecido para as seguintes diferenças temporárias: o reconhecimento inicial de ativos e passivos em uma transação que não seja combinação de negócios e que não afete nem a contabilidade tampouco o lucro ou prejuízo tributável, e diferenças relacionadas a investimentos em subsidiárias e entidades controladas quando seja provável que elas não revertam num futuro previsível. Além disso, imposto diferido não é reconhecido para diferenças temporárias tributáveis resultantes no reconhecimento inicial de ágio. O imposto diferido é mensurado pelas alíquotas que se espera serem aplicadas às diferenças temporárias quando revertidas. Ativos de imposto de renda e contribuição social diferidos são revisados a cada exercício e serão reduzidos na medida em que sua realização não seja mais provável. d. Provisões: Uma provisão é reconhecida, em função de um evento passado, se a Companhia tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e é provável que recursos econômicos sejam exigidos para liquidá-la. Tal obrigação possui prazo ou valor incerto. 3.5 Gerenciamento de risco financeiro: A política da Administração é manter uma sólida base de recursos para manter o desenvolvimento futuro da Companhia. A Administração monitora o retorno sobre os recursos aplicados considerando os resultados das atividades econômicas. As políticas adotadas pela Administração para gerenciamento do risco de crédito, de liquidez, de mercado e de taxa de juros estão apresentadas na Nota Explicativa 15. 4 Caixa e equivalentes de caixa: 2011 2010 Caixa e bancos 325 78 Aplicações financeiras em CDBs 22.526 20.447 22.851 20.525
Aplicações financeiras - As aplicações financeiras referem-se substancialmente a certificados de depósitos bancários (CDB) remunerados a uma taxa média ponderada de 100,45% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), estão sendo apresentadas pelo seu valor justo dada a classificação de valor justo através do resultado, conforme demonstrado anteriormente. O CPC 38 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração estabelece uma hierarquia de três níveis para o valor justo, a qual prioriza as informações quando da mensuração do valor justo pela Companhia, para maximizar o uso de informações observáveis e minimizar o uso de informações não observáveis. O CPC 38 descreve os três níveis de informações que devem ser utilizadas na mensuração ao valor justo: • Nível 1 - Preços negociados (sem ajustes) em mercados ativos para ativos idênticos ou passivos; • Nível 2 - Outras informações disponíveis, exceto aquelas do Nível 1, onde os preços cotados (não ajustados) são para ativos e passivos similares, em mercados não ativos, ou outras informações que estão disponíveis e que podem ser utilizadas de forma indireta (derivados dos preços); e • Nível 3 - Informações indisponíveis em função de pequena ou nenhuma atividade de mercado e que são significantes para definição do valor justo dos ativos e passivos. A tabela abaixo demonstra em resumo os ativos e passivos financeiros mensurados a valor justo. 2011 2010 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Ativo Caixa e equivalentes – 22.851 – – 20.525 – As operações da Companhia estão sujeitas aos fatores de riscos abaixo descritos: Gerenciamento de risco financeiro: A Companhia está exposta aos riscos citados abaixo. A grande maioria das operações é realizada com sua controladora, Mercedes-Benz do Brasil Ltda., logo os riscos são minimizados. a. Risco de crédito: As políticas de crédito fixadas pela Administração visam minimizar eventuais problemas decorrentes da inadimplência de seus clientes.Também, a Administração visando minimizar os riscos de créditos atrelados as instituições financeiras, procura diversificar suas operações em instituições de primeira linha. b. Risco de liquidez: O risco de liquidez representa a possibilidade de descasamento entre os vencimentos de ativos e passivos, o que pode resultar em incapa-
cidade de cumprir com as obrigações nos prazos estabelecidos. A política geral da Companhia é manter níveis de liquidez adequados para garantir que possa cumprir com as obrigações presentes e futuras e aproveitar oportunidades. Adicionalmente, são analisados periodicamente mecanismos e ferramentas que permitam captar recursos de forma a reverter posições que poderiam prejudicar nossa liquidez. c. Risco de mercado: As políticas de gestão de riscos da Companhia incluem, entre outras, o desenvolvimento de estudos e análises econômico-financeiras que avaliam o impacto de diferentes cenários nas posições de mercado, e relatórios que monitoram os riscos a que estamos sujeitos. A Companhia mantém constante mapeamento de riscos, ameaças e oportunidades, com base na projeção dos cenários e seus impactos nos resultados da Companhia. d. Risco de taxas de juros: Decorre da possibilidade de a Companhia sofrer ganhos ou perdas decorrentes de oscilações de taxas de juros incidentes sobre seus ativos e passivos financeiros. Visando à mitigação desse tipo de risco, a Companhia busca diversificar a captação de recursos em termos de taxas pós-fixadas. 16 Cobertura de seguros: A Companhia adota a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por montantes considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. As premissas de riscos adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de uma auditoria de demonstrações financeiras, conseqüentemente não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. Em 31 de dezembro de 2011, a Companhia possuía cobertura de seguros contra incêndio, riscos diversos para danos materiais, lucros cessantes e responsabilidade civil. Os valores são considerados suficientes para cobrir eventuais perdas, considerando a natureza de sua atividade. 17 Responsabilidades eventuais: Ao encerrar o exercício, a Companhia registrava a responsabilidade eventual de R$105.109 por aval prestado à sua controladora. José Carlos Michilini T.C. CRC 1SP158600/O-4 Diretoria Bernhard Mader Luiz Carlos Gomes de Moraes
Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Aos Diretores da Starexport Trading S.A. São Bernardo do Campo - SP o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar Examinamos as demonstrações financeiras da Starexport Trading S.A. planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que nossa opinião. Opinião: Em nossa opinião, as demonstrações financeiras (“Companhia”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de de- as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obten- vantes, a posição patrimonial e financeira da Starexport Trading S.A. em mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício ção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contá- demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as prábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção ticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase: Conforme divulgado nas Notas sobre as demonstrações financeiras: A administração da Companhia relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada Explicativas n° 1 e 13, a manutenção das atividades operacionais da Comé responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas de- por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os con- panhia está diretamente relacionada com as diretrizes e operações da sua monstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas troles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das controladora Mercedes-Benz do Brasil Ltda. e sua relacionada Daimler AG no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimen- no que se refere à aquisição e comercialização de produtos, assim como, necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras li- tos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para do suporte financeiro para a liquidação de suas obrigações com terceiros. vres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto. ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes: Nossa res- da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação São Paulo, 29 de março de 2012. ponsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas confinanceiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as tábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação Auditores Independentes Kátia Dantas normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a CRC 2SP014428/O-6 Contadora CRC 1SP188864/O-3
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
26 -.ECONOMIA/LEGAIS
sábado, domingo e segunda-feira, 21, 22 e 23 de abril de 2012
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEREIRA BARRETO/SP Processo nº 2208/2012 - Inexigibilidade nº 007/2012 TERMO DE RATIFICAÇÃO Pelas razões amplamente expendidas na JUSTIFICATIVA exarada pela Secretaria de Turismo, Cultura e Desenvolvimento Econômico, e considerando a regularidade do procedimento, hei por bem RATIFICAR e autorizar a contratação das empresas: P.H.F. PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA., inscrita no CNPJ sob nº 14.850.247/0001-01, com sede na Rua Mal. Floriano Peixoto nº 401 - sala A, Centro Norte, na cidade de Cuiabá, Estado de Mato Grosso, para apresentação artística da dupla “Pedro Henrique e Fernando”, pelo valor de R$ 40.000,00 (quarenta mil reais); ROMANCE PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA., inscrita no CNPJ sob nº 13.871.039/0001-26, com sede na Rua Terezina nº 380, Qd. 06, Lt. 12, Sala 2.701 - Alto da Glória, na cidade de Goiânia, Estado de Goiás, para apresentação artística da dupla “Humberto e Ronaldo”, pelo valor de R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais); VIDA BOA SHOWS E EVENTOS LTDA., inscrita no CNPJ sob nº 09.074.157/0001-36, com sede na Rua José Paes de Almeida nº 950, 1º andar, sala 02 - Santa Mônica, na cidade de Uberlândia, Estado de Minas Gerais, para apresentação artística da dupla “Victor e Léo”, pelo valor de R$ 240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais); HED PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA., inscrita no CNPJ sob nº 15.338.266/0001-16, com sede na Avenida Hélio Ribeiro nº 6, Qd. 06 Residencial Paiaguás, na cidade de Cuiabá, Estado de Mato Grosso, para apresentação artística da dupla “Henrique e Diego”, pelo valor de R$ 90.000,00 (noventa mil reais); e DE PAULA PRODUÇÕES LTDA., inscrita no CNPJ sob nº 07.506.295/0001-11, com sede na Rua Merindiba nº 311 - Santa Genoveva, na cidade de Goiânia, Estado de Goiás, para apresentação artística da dupla “Di Paullo e Paulino”, pelo valor de R$ 45.000,00 (quarenta e cinco mil reais). Para a realização da Festa do Peão e FIAP - Feira Industrial e Agropecuária de Pereira Barreto, a realizar-se de 08 a 12 de agosto de 2012 em comemoração ao aniversário do município. Pereira Barreto-SP, 18 de abril de 2012. Arnaldo Shigueyuki Enomoto - Prefeito Municipal.
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEREIRA BARRETO/SP Processo nº 2262/2012 - Tomada de Preço nº 004/2012 RESUMO DO EDITAL ARNALDO SHIGUEYUKI ENOMOTO, Prefeito de Pereira Barreto - SP, faz saber que se acha aberta nesta Prefeitura até às 14h00min do dia 10 de maio de 2012, a TOMADA DE PREÇOS nº 004/2012, objetivando a seleção para obtenção da proposta mais vantajosa para Administração Pública Municipal, pelo critério de julgamento de MENOR PREÇO GLOBAL, para a contratação de empresa qualificada, para a execução da Obra de revitalização da “Praia Municipal Pôr-do-Sol”, localizada na Avenida Tietê (SP-621/310), acesso à Pereira Barreto, Km 5 + 5, incluindo material e mão de obra. O Edital completo será fornecido aos interessados na Avenida Jonas Alves de Mello, 1.947, na cidade de Pereira Barreto, mediante o recolhimento da taxa de expediente, no valor de R$ 10,00. Maiores informações poderão ser obtidas pelo telefone (18) 3704-8505, pelo e-mail licitacao@pereirabarreto.sp.gov.br, ou ainda o Edital no site www.pereirabarreto.sp.gov.br Pereira Barreto, 20 de abril de 2012. Arnaldo Shigueyuki Enomoto - Prefeito
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEREIRA BARRETO/SP Pregão nº 010/2012 - Processo nº 2263/2012 RESUMO DO EDITAL ARNALDO SHIGUEYUKI ENOMOTO, Prefeito de Pereira Barreto-SP, faz saber que se acha aberto até às 09h00min do dia 08 de maio de 2012, o Pregão Presencial nº 010/2012, do tipo menor preço por item, que tem por objeto a Seleção de proposta mais vantajosa para contratação de empresa para transporte de alunos das áreas rurais do município, conforme especificação constante no Anexo I do Edital. Maiores informações no Dep. de Licitações pelo fone/fax (18) 3704-8505, pelo email licitacao@pereirabarreto.sp.gov.br, ou ainda o Edital completo no website www.pereirabarreto.sp.gov.br. Pereira Barreto, 20 de abril de 2012. Arnaldo Shigueyuki Enomoto - Prefeito.
Companhia Agrícola Caiuá CNPJ nº 61.083.002/0001-86
Ativo
Nota
Caixa e equivalentes de caixa................ Aplicações financeiras............................ Contas a receber de clientes.................. Contas correntes - Cooperativa.............. Estoques................................................. Ativo biológico ........................................ Impostos a recuperar.............................. Outros créditos ....................................... Partes relacionadas................................ Total do ativo circulante....................... Aplicações financeiras............................ Adiantamento a fornecedores ................ Partes relacionadas................................ Títulos a receber..................................... Depósitos judiciais.................................. Impostos a recuperar.............................. Ativo fiscal diferido.................................. Outros créditos ....................................... Investimentos.......................................... Outros investimentos .............................. Propriedade para investimentos............. Ativo biológico ........................................ Imobilizado ............................................. Total do ativo não circulante ............... Total do ativo.........................................
7 8 9 10 11 12 13 25 8 11 25 24 13 14 15 16 17 12 18
Consolidado Consolidado Controladora Nota 2011 2010 2011 2010 2011 2010 Passivo (reapresentado) (reapresentado) (reapresentado) Fornecedores ........................................ 19 10.949 33.896 3.009 42.848 – 3.117 Empréstimos e financiamentos ............. 20 36.588 146.211 2.902 78.952 137 – Debêntures ............................................ 21 – 20.318 857 18.725 – – Financiamentos - Cooperativa............... 22 23.354 54.926 19.159 30.800 – – Passivos fiscais parcelados................... 215 2.663 2.171 3.857 25.525 68.866 – – Passivos fiscais ..................................... 6.274 11.657 18.148 24.461 – – Salários e encargos sociais................... Dividendos a pagar................................ 25 9.934 8.345 12.655 25.393 402 585 3.623 4.664 3.447 8.795 10.140 3.399 Outras obrigações ................................. Total do passivo circulante................. 93.108 286.537 59.414 – 59.944 – Empréstimos e financiamentos ............ 20 36.142 124.937 145.116 298.840 70.623 7.101 Debêntures ............................................ 21 – 78.699 – 6.444 – – Financiamentos - Cooperativa............... 22 14.181 39.528 1.844 – 485 476 – – Empréstimos - mútuos........................... 1.926 8.953 6.749 – 6.749 – Passivos fiscais parcelados................... Provisões para contingências ............... 24 2.275 22.000 – 14.121 – – 14 31.315 89.482 2.942 8.106 368 367 Passivo fiscal diferido ............................ Provisão para passivo a descoberto ..... – – 497 6.627 – – Partes relacionadas............................... 25 1.787 2.843 2.111 9.716 – – Total do passivo não circulante ......... 89.470 366.442 556 4.880 – – Patrimônio líquido ............................... 26 – – 152.200 218.508 Capital social ......................................... 110.717 76.392 5.448 40.219 20.296 60.280 17.338 227 Reserva de reavaliação......................... Reservas de lucros................................ 91.492 98.117 8.410 19.420 – – 90.894 214.073 – – Patrimônio líquido atribuível aos controladores 207.657 214.728 146.197 369.477 – – Participações de não controladores.. 34.018 144.753 279.137 713.620 176.655 219.102 Total do patrimônio líquido ................ 241.675 359.481 424.253 1.012.460 247.278 226.203 Total do passivo e patrimônio líquido 424.253 1.012.460 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
Controladora 2011 2010 (reapresentado) – – 338 1.088 – – – – – – 51 164 – – 8.874 6.200 3 1 9.266 7.453 – 1.088 – – – – – – – – – 14 – – – 77 30.355 2.843 30.355 4.022 110.717 5.448 91.492
76.392 40.219 98.117
207.657 – 207.657 247.278
214.728 – 214.728 226.203
Saldo em 01 de janeiro de 2010 ...................................................... Aumento de capital............................................................................. Realização da reserva de reavaliação................................................ Dividendos ......................................................................................... Lucro líquido do exercício................................................................... Destinação do lucro líquido: Constituição de reserva legal ........................................................... Dividendos...................................................................................... Juros sobre capital próprio ............................................................. Reserva de lucros a realizar........................................................... Reserva especial de dividendos..................................................... Reserva estatutária ........................................................................ Saldo em 31 de dezembro de 2010 (reapresentado) ..................... Aumento de capital............................................................................. Cisão parcial de ativos conforme AGE 09 de dezembro de 2011............................................................................................. Realização da reserva de reavaliação................................................ Ajustes de reserva de reavaliação reflexa.......................................... Outros resultados abrangentes em controladas................................. Lucro líquido do exercício................................................................... Destinação do lucro líquido: Constituição de reserva legal ........................................................... Dividendos........................................................................................ Reserva estatutária .......................................................................... Saldo em 31 de dezembro de 2011 .................................................
Especial de dividendos 11.805 – – (290) –
Lucros (Prejuízos) acumulados – – 2.157 – 23.269
Legal 7.814 – – – –
– – – – – – 76.392 123.205
– – – – – – 40.219 –
1.856 – – – – – 9.670 –
– – – 772 – – 772 –
– – – – – 14.217 73.779 (35.608)
– – – – 2.381 – 13.896 –
(88.880) – – – –
(32.304) (2.437) (30) – –
– – – – –
– – – – –
– – – – –
– – – 110.717
– – – 5.448
1.740 – – 11.410
– – – 772
– – 27.243 65.414
Lucros a realizar Estatutária – 59.562 – – – – – – – –
Reserva de Reavaliação 42.376 – (2.157) – –
Legal 7.814 – – – –
Total 197.667 282 – (290) 23.269
Total 334.070 282 – (290) 34.941
(1.856) (6.200) – (772) (2.381) (14.217) – –
– (6.200) – – – – 214.728 87.597
– (2.661) (661) – – – 144.753 –
– (8.861) (661) – – – 359.481 87.597
– – – – –
– 2.437 – 622 34.798
(121.184) – (30) 622 34.798
(123.932) – – – 17.824
(245.116) – (30) 622 52.622
– – – 13.896
(1.740) (8.874) (27.243) –
– (8.874) – 207.657
– (4.627) – 34.018
– (13.501) – 241.675
Lucros acumulados – – 2.157 – 23.269
Total 197.667 282 – (290) 23.269
Saldo em 01 de janeiro de 2010 ........................................................................... Aumento de capital.................................................................................................. Realização da reserva de reavaliação..................................................................... Dividendos .............................................................................................................. Lucro líquido do exercício........................................................................................ Destinação do lucro líquido: Constituição de reserva legal ................................................................................ – – 1.856 – Dividendos............................................................................................................. – – – – Reserva de lucros a realizar.................................................................................. – – – 772 Reserva especial de dividendos............................................................................ – – – – – – – – Reserva estatutária ............................................................................................... Saldo em 31 de dezembro de 2010 (reapresentado) .......................................... 76.392 40.219 9.670 772 Aumento de capital.................................................................................................. 123.205 – – – Cisão parcial de ativos conforme AGE 09 de dezembro de 2011 ........................... (88.880) (32.304) – – Realização da reserva de reavaliação..................................................................... – (2.437) – – Ajustes de reserva de reavaliação reflexa............................................................... – (30) – – Outros resultados abrangentes em controladas...................................................... – – – – Lucro líquido do exercício........................................................................................ – – – – Destinação do lucro líquido: Constituição de reserva legal ................................................................................ – – 1.740 – Dividendos............................................................................................................. – – – – – – – – Reserva estatutária ............................................................................................... 110.717 5.448 11.410 772 Saldo em 31 de dezembro de 2011 ...................................................................... As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
Especial de Dividendos 11.805 – (290) –
30 30 15 29
Despesas financeiras ....................... Financeiras líquidas .......................
31
Resultado da equivalência patrimonial......................................
15
134.801 46.181
110.501 (13.240) 29.850 63
(601) 35
(88.256)
(79.042)
(6.601)
(396)
(42.075)
(49.192)
(6.538)
(361)
–
–
54.577
24.311
Resultado antes dos impostos .........
92.726
61.309
34.799
23.349
Imposto de renda e contribuição social ..............................................
(27.811)
(12.414)
–
(80)
(12.293)
(13.954)
(1)
–
(40.104)
(26.368)
(1)
(80)
52.622
34.941
34.798
23.269
(17.824)
(11.672)
–
Imposto de renda e contribuição social diferidos................................ 14 Lucro líquido do exercício ............. Acionistas não controladores .........
Participação de não controladores 136.403 – – – 11.672
Reservas de lucros Lucros a realizar Estatutária – 59.562 – – – – – – – –
28 30
–
34.798 23.269 34.798 Lucro líquido do exercício ............. As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
Capital social 76.110 282 – – –
Receita operacional líquida .............. Custo das vendas............................. Lucro bruto ..................................... Administrativas e gerais.................... Despesas com vendas ..................... Dividendos recebidos ....................... Outros resultados operacionais........ Resultado antes das receitas (despesas) financeiras líquidas, equivalência patrimonial e impostos ................................ Receitas financeiras .........................
Consolidado Controladora 2011 2010 2011 2010 (reapresentadas) (reapresentadas) 530.291 478.709 – – (364.113) (351.073) – – 166.178 127.636 – – (68.579) (43.123) (591) (681) (3.519) (4.833) – 13.285 14.714 – – 27.436 16.107 (12.649) 80
Resultado do período atribuído aos:
Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido - Consolidado - Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2011 e 2010 Reservas de lucros Reserva de Capital reavaliação reflexa social 76.110 42.376 282 – – (2.157) – – – –
Nota
– – – – 14.217 73.779 (35.608) – – – – –
– – – 2.381 – 13.896 – – – – – –
(1.856) (6.200) (772) (2.381) (14.217) – – – 2.437 622 34.798
– (6.200) – – – 214.728 87.597 (121.184) – (30) 622 34.798
– – 27.243 65.414
– – – 13.896
(1.740) (8.874) (27.243) –
– (8.874) – 207.657
23.269
(Em milhares reais)
Fluxos de caixa das atividades operacionais Lucro líquido do exercício............................................. Ajustado por: Depreciação e amortização........................................ Valor residual do ativo imobilizado baixado................ Resultado de equivalência patrimonial....................... Mudança no valor justo de ativos biológicos .............. Juros e variações monetárias..................................... Reversão de provisão para contingências.................. Participações de acionistas não controladores .......... Impostos diferidos ......................................................
Consolidado 2011 2010 (reapresentadas) 34.798 23.269
Controladora 2011 2010 (reapresentadas) 34.798 23.269
22.825 745 – (18.292) 20.942 (789) 17.824 12.293 90.346
45.155 7.331 – (36.498) 26.547 (5.279) 11.672 13.954 86.151
– – (54.577) – 4.505 (14) – 1 (15.287)
– – (24.311) – 396 (80) – – (726)
(2.902) 6.575 (7.365) (511)
4.170 2.379 (14.432) 1.811
(137) 183 – –
– (76) – –
(8.923) 752 (211) 1.835 3.178 1.533 (18.414) 18.800
5.760 (6.775) (2.901) 144 1.048 4.377 (46.151) 21.537
– (66.686) (113) – – 2 (5.186) 7.908
– (2.752) 126 – – – (139) 6.823
84.693
57.118
(79.316)
3.256
(1.494) (25.052)
231 (267)
– (25.052)
– –
(18.262) (44.808)
(47.617) (47.653)
– (25.052)
– –
(68.320) (65.164) 87.597 (10.827)
25.460 – 282 (4.398)
(909) 20.763 87.597 (6.200)
(135) – 282 (290)
(56.714)
21.344
101.251
(143)
(16.829)
30.809
(3.117)
3.113
19.838 12.039 3.117 3.009 42.848 – 16.829 (30.809) 3.117 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
4 3.117 (3.113)
Variações de ativos e passivos (Aumento) diminuição em aplicações financeiras ...... (Aumento) diminuição em impostos a recuperar........ (Aumento) diminuição de estoques ............................ (Aumento) diminuição em contas a receber de clientes (Aumento) diminuição em contas correntes Cooperativa .............................................................. (Aumento) diminuição em outros créditos .................. (Aumento) diminuição de passivos fiscais ................. Aumento (diminuição) de salários e encargos a pagar Aumento (diminuição) em fornecedores .................... Aumento (diminuição) em outras contas a pagar ...... Juros pagos ................................................................ Dividendos recebidos ................................................. Caixa líquido (aplicado nas) proveniente das atividades operacionais ..................................... Fluxo de caixa de atividades de investimento Baixa de propriedades para investimento .................. Aquisição de investimentos ........................................ Aquisições para compra de imobilizado e ativo biológico........................................................ Caixa líquido aplicado nas atividades de investimento Fluxo de caixa de atividades de financiamento (Amortização) tomada de empréstimos e financiamentos ......................................................... Mútuo com parte relacionada..................................... Aumento de capital..................................................... Dividendos pagos....................................................... Caixa líquido proveniente das atividades de financiamentos .................................................... Aumento (redução) líquida em caixa e equivalentes de caixa ........................................... Demonstração do aumento (redução) do caixa e equivalente de caixa No início do exercício ............................................. 35 No fim do exercício.....................................................
O Relatório da Administração, as Notas Explicativas e o Relatório dos Auditores Independentes encontram-se à disposição na Sede Social da Empresa
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sábado, domingo e segunda-feira, 21, 22 e 23 de abril de 2012
ECONOMIA/LEGAIS - 27
ASSOCIAÇÃO MADRE CABRINI DAS MISSIONÁRIAS DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS O Instituto Madre Cabrini das Missionárias do Sagrado Coração de Jesus criado em 14/11/1880 pela Madre Francisca Xavier Cabrini, provinda da Itália, fundou a AMCMSCJ – Associação Madre Cabrini das Missionárias do Sagrado Coração de Jesus no Brasil em 07/07/1966, estendendo-se ao longo dos anos por todo o território nacional. São hoje 10 Filiais atuando nas cidades de São Paulo - SP, Rio de Janeiro - RJ, Rio Pomba - MG e Teresina PI; e mais 10 Comunidades e Departamentos menores, atuando em diversas regiões do Brasil: Itapecuru Mirim - MA, Oeiras - PI, Teresina - PI, Goiatuba - GO, Itumbiara - GO, Fortaleza - CE e Farroupilha - RS; A AMCMSCJ é uma associação civil, de caráter educacional, cultural, beneficente, filantrópica, assistencial e de fins não econômicos. Seu objetivo é promover a educação, a assistência social, e outras obras de promoção humana, beneficentes e filantrópicas, sociais e assistenciais, desenvolver a educação religiosa, sem discriminação de sexo, raça, idade, cor, religião, política e condição social; A Atividade Principal da AMCMSCJ é a Educação – Tem como Outras atividades – A Assistência Social; A AMCMSCJ aplica integralmente suas rendas, recursos e eventual resultado
CNPJ/MF nº 61.988.531/0001-29 Relatório da Diretoria operacional na manutenção e desenvolvimento dos objetivos institucionais no território nacional, conforme artigos 66º, 67º e 70º do seu Estatuto Social; A AMCMSCJ Aplica as subvenções e doações recebidas nas finalidades a que estejam vinculadas, conforme artigos 68º e 69º do seu Estatuto Social; A AMCMSCJ não remunera, nem concede vantagens ou benefícios por qualquer forma ou título a suas diretoras, conselheiras, sócias, instituidoras, benfeitoras ou equivalentes, conforme artigo 81º; A AMCMSCJ é sem fins lucrativos/econômicos e não distribui resultados, dividendos, bonificações, participações ou parcela do seu patrimônio, sob nenhuma forma ou pretexto, conforme artigos 20º e 81º; Em caso de dissolução ou extinção da AMCMSCJ, o eventual patrimônio remanescente será destinado a uma entidade congênere devidamente registrada no Conselho Nacional de Assistência Social – CNAS ou a uma entidade pública, a critério da Instituição, conforme artigos 76º, 77º e 78º; A AMCMSCJ presta serviços gratuitos, permanentes sem qualquer discriminação de clientela, conforme § 3º do artigo 2º; As atividades realizadas pela AMCMSCJ durante o ano base de 2011, nas comunidades de baixa renda,
Demonstração do Superávit ou Déficit do Exercício Exercícios 2009 2010 2011 Receitas Educacionais 22.260.697,55 18.476.041,65 25.741.177,83 (-) Receitas Educacionais não Recebidas (994.152,41) (925.780,55) (1.804.410,00) Receitas Educacionais Recebidas (+) Gratuidades 21.266.545,14 17.550.261,10 23.936.767,83 Gratuidade Educacional Conforme Relatório (3.372.667,38) (4.056.801,87) (3.031.644,56) Ativo Circulante 66.893.262,05 Gratuidade de Custo Educacional 0,00 0,00 (2.534.123,34) Investimentos 0,00 Gratuidade Educac. C/M.O. Imobilizado 53.179.526,94 Associadas/Voluntários/Diretoria (1.186.004,70) (1.228.625,02) (1.294.471,48) Intangível 71.779,19 Custo da Gratuidade Educac. (4.558.672,08) (31%) (5.285.426,89) (45%) (6.860.239,38) (41%) (-) Perdas 0,00 Gratuidade de Assistência Social (1.941.579,69) (420.341,58) (527.791,48) (-) Depreciação (3.239.664,36) Gratuidade Convênios de Assistência Social 0,00 0,00 0,00 (-) Amortização (24.525,56) Gratuidade Educacional Profissionalizante 0,00 0,00 0,00 Imobilizado 49.987.116,21 Gratuidade A/Social C/M.O. Contas de Compensação Ativas 0,00 Associadas/Voluntários/Diretoria 0,00 0,00 0,00 Custo da Gratuidade de Assistência Social (1.941.579,69) (13%) (420.341,58) (4%) (527.791,48) (3%) Ativo não Circulante 49.987.116,21 (-) Custo das Gratuidades (6.500.251,77) (44%) (5.705.768,47) (48%) (7.388.030,86) (45%) Receitas Recebidas (-) Gratuidades Educacionais 14.766.293,37 100% 11.844.492,63 100% 16.548.736,97 100% (-) Custos dos Serviços Vendidos (12.234.567,02) (18.021.324,34) (16.529.266,05) Resultado Operacional 2.531.726,35 (6.176.831,71) 19.470,92 Receitas da Educação a Receber 994.152,41 925.780,55 1.804.410,00 Total Ativo 116.880.378,26 Receitas Operacionais a Receber 994.152,41 925.780,55 1.804.410,00 Demonstração do Patrimônio Social Circulante Financeiras 5.333.092,59 4.663.395,94 5.305.885,97 P. S. C 2008 2009 Variações 2010 Variações 2011 Variações Juros de Mora 5.969,50 46.290,98 69.588,30 A Circulante 73.766.122,19 66.893.262,05 6.872.860,14 55.891.241,64 11.002.020,41 54.265.364,01 1.625.877,63 Descontos Obtidos 853,79 30.255,40 245.020,49 (25.423.681,29) (6.776.234,21) 4.162.305,99 (18.359.834,96) 11.583.600,75 P Circulante (28.037.609,51) (2.613.928,22) (-) Financeiras (61.408,93) (106.882,13) (72.268,75) P. S. C 45.728.512,68 64.279.333,83 (18.550.821,15) 49.115.007,43 15.164.326,40 35.905.529,05 13.209.478,38 (-) Descontos e Abatimentos Condicionais (901.045,82) (2.096.103,84) (1.427.627,64) (-) Encargos Tributários s/Receitas Financeiras 0,00 0,00 0,00 Demonstração da Evolução do Imobilizado (-) Juros sobre Patrimônio Liquido 0,00 0,00 0,00 Imobilizado 2008 2009 Variações 2010 Variações 2011 Variações Variações Monetárias 4.377.461,13 2.536.956,35 4.120.598,37 Imobil - Liquido 43.568.021,29 49.987.116,21 (6.419.094,92) 52.492.455,14 (2.505.338,93) 56.653.926,41 (4.161.471,27) Aluguéis/Rec. Chácaras/Cantinas 489.236,81 1.294.350,81 1.655.859,96 Depreciação 2.376.612,39 3.264.189,92 887.577,53 4.287.550,83 1.023.360,91 6.800.111,57 2.512.560,74 (-) Custos Mercadorias Vendidas (159.341,24) (214.224,49) (67.939,35) TOTAL 45.944.633,68 53.251.306,13 (7.306.672,45) 56.780.005,97 (3.528.699,84) 63.454.037,98 (6.674.032,01) (-) Aluguéis 0,00 0,00 0,00 Demonstração das Mutações do Patrimônio Social Líquido (-) Seguros de Bens (103.262,61) (74.821,88) (259.902,10) (-) Encargos Fiscais s/ Bens (261.034,36) (537.725,67) (406.398,29) Rubricas P. Social Líq. Sup./Déf./Exec. Ajus/A.Pat. C.C.Matriz Res./Pat./Soc. Def.Acumulad. R/Sup. Totais Outras Receitas/Despesas Operacionais (34.401,40) 467.578,77 921.620,22 SALDO 2008 69.709.171,09 1.448.441,03 (65.202,98) 0,00 0,00 0,00 18.204.124,83 89.296.533,97 89.296.533,97 Subvenções, Municipais, Estaduais, Federais 1.063.097,85 1.021.850,96 360.497,85 Reservas 0,00 (1.448.441,03) 0,00 0,00 0,00 0,00 1.448.441,03 0,00 Trabalho voluntário/Gratuito 1.186.004,70 1.228.625,02 1.294.471,48 Superávit 0,00 2.022.534,28 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 2.022.534,28 Doações de Pessoas Físicas 489.001,83 463.076,02 589.911,50 Ajustes 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Doações de Pessoas Jurídicas 1.035.883,89 301.742,39 2.586.559,36 (-) Déficit 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Doações p/Físicas/Jurídicas 3.773.988,27 3.015.294,39 4.831.440,19 (-) Ajustes 0,00 0,00 22.947.381,79 0,00 0,00 0,00 0,00 22.947.381,79 Outras Receitas Operacionais 9.111.200,41 6.945.610,06 11.678.068,78 Saldo 2009 69.709.171,09 2.022.534,28 22.882.178,81 0,00 0,00 0,00 19.652.565,86 114.266.450,04 114.266.450,04 Resultado 11.642.926,76 768.778,35 11.697.539,70 Reservas 0,00 (2.022.534,28) 0,00 0,00 0,00 0,00 2.022.534,28 0,00 Contingências de Ações Judiciais 0,00 0,00 0,00 Superávit 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Despesas com Salários/Serviços Ajustes 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Pessoas Físicas/jurídicas (3.600.854,15) (6.077.083,63) (5.334.179,17) (-) Déficit 0,00 (12.658.987,47) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 (12.658.987,47) Despesas com Encargos Sociais (2.804.158,20) (4.600.987,00) (12.846.731,17) (-) Ajustes 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Despesas com Material de Expediente (158.756,00) (189.765,00) (50.995,12) Saldo 2010 69.709.171,09 (12.658.987,47) 22.882.178,81 0,00 0,00 0,00 21.675.100,14 101.607.462,57 101.607.462,57 Despesas com Limpeza e Conservação (898.842,37) (454.761,94) (337.449,47) Reservas 0,00 12.658.987,47 0,00 0,00 0,00 (12.658.987,47) 0,00 0,00 Despesas com Utilidades e Serviços (999.345,00) (876.543,23) (968.943,66) Superávit 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 (-)Despesas Operacionais (8.461.955,72) (12.199.140,80) (19.538.298,59) Ajustes 0,00 0,00 38.822,98 0,00 0,00 0,00 0,00 38.822,98 Superávit/Déficit 3.180.971,04 (11.430.362,45) (7.840.758,89) (-) Déficit 0,00 (9.086.830,09) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 (9.086.830,09) Despesas com Assistidas Associadas (1.186.004,70) (1.228.625,02) (1.294.471,48) (-) Ajustes 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Superávit/Déficit Operacional 1.994.966,34 (12.658.987,47) (9.135.230,37) Saldo 2011 69.709.171,09 (9.086.830,09) 22.921.001,79 0,00 0,00 (12.658.987,47) 21.675.100,14 92.559.455,46 92.559.455,46 Receitas/Desp. não Operacional 27.567,94 0,00 48.400,28 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Superávit/Déficit 2.022.534,28 (12.658.987,47) (9.086.830,09) O Decreto Lei 7.237/2010, publicado no DOU em 19/07/2010, está reconhecido e integralmente aplicado conforme itens abaixo no que diz respeito a exigência do MEC e MDS que menciona pelo menos 20% da Receita Edcucacional efetivamente (-)CSLL 0,00 0,00 0,00 recebida ou as Contribuições Sociais, o que for maior, proveniente de bens e serviços, como aplicação em Gratuidade, ao consolidar o balanço com as demais Filiais/Mantidas e a Matriz/Mantenedora. Superávit/Déficit 2.022.534,28 (12.658.987,47) (9.086.830,09) Gratuidades a Serem Aplicadas Superávit/Déficit Destinados a Investimentos(2.022.534,28) 12.658.987,47 9.086.830,09 A - Imunidade Contribuições Sociais Cota Patronal (+) COFINS 3.975.392,63 Demonstração das Origens e Aplicações dos Recursos B-20% Sobre Receitas Operacionais 16.548.736,97 0,00 16.548.736,97 3.309.747,39 Exercícios 2009 2010 2011 Gratuidades Aplicadas Incorporação Patrimonial 0,00 0,00 0,00 (44,64%) Sobre Receitas Operacionais (-) Contas a Receber (7.388.030,86) Reservas 0,00 0,00 0,00 2009 2010 2011 Patrimônio Social Circulante 0,00 15.164.326,40 13.209.478,38 14.766.293,37 Receita recebida(-)Grat 11.844.492,63 Receita recebida(-)Grat 16.548.736,97 Receita recebida(-)Grat Superávit Exercício 2.022.534,28 0,00 0,00 9.111.200,41 Outras receitas 6.945.610,06 Outras receitas 11.678.068,78 Outras receitas transferências da Matriz 0,00 0,00 0,00 23.877.493,78 total das receitas 18.790.102,69 Total das Receitas 28.226.805,75 Total das Receitas Depreciação 887.577,53 1.023.360,91 2.512.560,74 6.500.251,77 Gratuidade Receita 5.705.768,47 Gratuidade Receita 7.388.030,86 Gratuidade Receita Imobilizado 0,00 0,00 0,00 30.377.745,55 Receita recebida(+)Grat 24.495.871,16 Receita recebida(+)Grat 35.614.836,61 Receita recebida(+)Grat Ajuste 22.947.381,79 0,00 38.822,98 4.775.498,76 20% Receit(-)Grat 3.758.020,54 20% Receit(-)Grat 5.645.361,15 20% Receit(-)Grat Origens dos Recursos 25.857.493,60 16.187.687,31 15.760.862,10 6.075.549,11 20% Receit(+)Grat 4.899.174,23 20% Receit(+)Grat 7.122.967,32 20% Receit(+)Grat Déficit do Exercício 0,00 (12.658.987,47) (9.086.830,09) (6.500.251,77) (27%) Gratuidade feita (5.705.768,47) (30%) Gratuidade feita (7.388.030,86) (26%) Gratuidade feita Imobilizado (7.306.672,45) (3.528.699,84) (6.674.032,01) (6.500.251,77) (21%) Gratuidade feita (5.705.768,47) (23%) Gratuidade feita (7.388.030,86) (21%) Reservas 0,00 0,00 0,00 São Paulo - SP 30 de janeiro de 2012 Patrimônio Social Circulante (18.550.821,15) 0,00 0,00 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 2011 (Valores expressos em R$) Depreciação 0,00 0,00 0,00 1. Contexto Operacional – A AMCMSCJ – Associação Madre Cabrini das Missionárias do Sagrado Coração de Jesus é uma as despesas financeiras que representam os juros de financiamentos e despesas bancárias sobre cobranças e manutenção Ajuste de Avaliação Patrimonial 0,00 0,00 0,00 pessoa jurídica de direito privado, constituída como associação civil, de caráter educacional, cultural, de assistência social, de contas correntes, menos os encargos sobre as receitas financeiras e ainda os descontos e abatimentos condicionais a (-) Aplicação dos Recursos (25.857.493,60) (16.187.687,31) (15.760.862,10) sem finalidade econômica/lucrativa, fundada em 07 de Julho de 1961, pela Madre Francisca Xavier Cabrini, provinda da Itália. recebimentos antecipados, que corresponderam a R$4.120.598,37; OBS: Os resultados das aplicações financeiras foram Demonstração do Fluxo de Caixa Criou seu primeiro Colégio na Cidade de São Paulo - SP, estendendo-se ao longo dos anos por todo o Brasil. A AMCMSCJ tem de R$ 5.305.885,97, entretanto, se aplicarmos a inflação do período, o resultado cai em cerca de 50%, pois o INPC foi cerca 2009 2010 2011 por objetivo promover a educação e a assistência social, promovendo obras de promoção humana, beneficentes, filantrópicas, de 6 % ao ano, contra um rendimento de pouco mais de 12%, ou seja, teria que se reduzir a titulo recomposição da inflação 1. Atividades Operacionais 2.022.534,28 (12.658.987,47) (9.086.830,09) sociais e assistenciais. No exercício de suas finalidades institucionais, a AMCMSCJ não faz nenhuma discriminação de o valor de R$ 2.652.942,99. A Lei 9.430/96, se aplicada, corrigiria o Patrimônio Social transformando o Resultado Financeiro Déficit/Superávit do Exercício 887.577,53 1.023.360,91 2.512.560,74 raça, sexo, idade, cor, credo religioso, político e condição social. A Entidade goza de imunidade tributária cuja manutenção de receitas para despesas. Esta Lei não deve ser aplicada, pois o resultado contábil alcançado pode ser interpretado de (+) Depreciação do Exercício (28.037.609,51) (2.613.928,22) (6.776.234,21) depende de renovação do CEAS – Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social, emitido pelo CNAS – Conselho direito apenas às instituições com finalidade econômico-lucrativa. Entretanto, fica evidenciado que a receita financeira não (-) Passivo Circulante Exercício Anterior 14.556.280,81 9.885.058,40 3.990.633,32 Nacional de Assistência Social, sendo que o mesmo foi renovado pela Resolução nº 3 de 23 de Janeiro de 2009, publicada pode ser considerada para fins de cálculos tributários e ou de gratuidades, em sua totalidade, pois o total dos rendimentos (+) Ativo Circulante (-) Disponível Exerc. Anterior 59.209.841,38 57.008.203,65 51.900.608,32 no DOU de 26/01/2009, sob o nº de ordem 1655 referente ao Processo nº 71010.003760/2006-00 - Associação Madre não são receitas, sendo grande parte, apenas e unicamente, correções monetárias parciais das reservas financeiras exis- (+) Ativo Circulante (=) Disponível Exerc. Anterior 48.638.624,49 52.643.707,27 42.540.738,08 Cabrini das Missionárias do Sagrado Coração de Jesus - AMCMSCJ - São Paulo/SP - CNPJ: 61.988.531/0001-29 - Período tentes. A Consultoria Jurídica do Ministério da Previdência emitiu parecer (Parecer/CJ nº 1.633/99) reconhecendo a exclusão Superávit do Exercício Ajustado 0,00 0,00 0,00 de validade desta renovação: 01/01/2007 a 31/12/2009 - Área de Atuação Principal: Educação e complementares de das receitas não operacionais da base de cálculo: “Ementa – Direito Assistencial. Renovação do Certificado de entidade de Acréscimo/Decréscimo do AC (9.885.058,40) (3.990.633,32) (2.024.329,85) Assistência Social, tendo protocolado tempestivamente em 02/12/2009 a prestação de contas de 2006, 2007 e 2008 e Fins Filantrópicos. A entidade demonstrou aplicar em gastos com a assistência social o montante superior ao exigido pelo (-) Ativo Circulante (-) Disponível do Exercício (57.008.203,65) (51.900.608,32) (52.241.034,16) novo pedido de renovação para o período de 01/01/2010 a 31/12/2012, Processo nº 71010.004981/2009-30, ainda em Decreto nº 752, de 1993, art. 2º, inc. IV, vigente à época. Parecer pelo conhecimento e provimento do recurso”. “9. [.]” “Como (-) Ativo Circulante (=) Disponível do Exercício (66.893.262,05) (55.891.241,64) (54.265.364,01) processo de analise pelo MEC. Reconhecida como Entidade Beneficente de Assistência Social (C.N.A.S.) pelo processo se pode apurar no quadro acima, o total de bolsas gratuitas distribuídas durante o ano perfaz um montante de [.] (excluídas Total de Acréscimo/Decréscimo do AC nº 71010.003760/2006-00, declarada de Utilidade Pública Federal pelo Decreto nº 70.458 de 26/04/1972 e de Utilidade receitas financeiras, receitas patrimoniais e gratuidades, consideradas receitas não operacionais)”.(Grifos nossos) Acréscimo/Decrésc. do PC e Não Circulante 22.947.381,79 0,00 38.822,98 Pública Municipal pela Lei nº 2.433 de 14/06/96. “Art. 24 §2º - A certificação da entidade permanecerá válida até a Depois de quase uma década de disputa com o fisco nos tribunais brasileiros, dezenas de companhias de capital aberto (+) Ajuste do Patrimônio Liquido 2.613.928,22 6.776.234,21 18.359.834,96 data da decisão sobre o requerimento de renovação e do recurso tempestivamente apresentado”. 2. Principais viram seus lucros melhorarem em 2006 quando puderam reverter as provisões que faziam frente ao questionamento (+) Passivo Circulante E N/ Circ do Exercício 25.561.310,01 6.776.234,21 18.398.657,94 Diretrizes Contábeis – A- Demonstrações na Versão “Legislação Societária”: Elaboradas de acordo com os Princípios judicial da ampliação da base de cálculo do PIS/COFINS com receitas financeiras feitas pela Lei nº 9.718/98. “O alargamento Total de Acréscimo/Decréscimo do PC 7.306.672,45 3.528.699,84 6.674.032,01 de Contabilidade, Normas Brasileiras de Contabilidade NBC – T 10.19, de conformidade com a legislação societária e à Lei da base de cálculo da COFINS foi derrubado pelo pleno do Supremo em novembro de 2005. Na ocasião, os ministros julga- Total das Atividades Operacionais 11.638/07. Estas demonstrações resultam da simples acumulação de valores nominais, em obediência às práticas contábeis ram inconstitucional o artigo 3º da Lei nº 9.718 , de 1998. A norma modificou o conceito de faturamento, que passou a 2. Das Atividades de Investimentos (+) Baixa de Ativo Imobilizado 0,00 0,00 0,00 e à Legislação específica; B- Apresentação das Notas Explicativas: As notas explicativas às demonstrações contábeis abranger, além da venda de mercadorias e serviços, as receitas financeiras das empresas - equiparando o faturamento à (7.306.672,45) (3.528.699,84) (6.674.032,01) estão apresentadas em R$ 0. 3. Resumo das Principais Práticas Contábeis – A- Disponível: Estão representados pelos receita bruta. A corte declarou inconstitucional o alargamento da base de cálculo do PIS/Cofins , pois a redação não estava (-) Imobilizações 0,00 0,00 0,00 saldos de Caixa e Bancos, devidamente reconciliados com os extratos originais bancários; B- Despesas Antecipadas: em conformidade com o artigo 195 da Constituição Federal. Em 1998, com a edição da Emenda Constitucional nº 20 , a (-) Ajuste do Imobilizado (7.306.672,45) (3.528.699,84) (6.674.032,01) Representam despesas com seguros, assinaturas de jornais, revistas, informativos técnicos e adiantamentos salariais, receita bruta passou a ser aceita como base de cálculo das contribuições sociais.” G- Receitas de Aluguéis: As receitas Total das Atividades de Investimentos apropriadas mensalmente em despesas, de acordo com o princípio da competência; C- Créditos: Referem-se a parcelas de aluguéis representam os valores de aluguéis de imóveis, sejam comerciais e ou residenciais, mais taxas cobradas de 3. Das Atividades de Financiamentos 0,00 0,00 0,00 escolares a serem recebidas, vendas do ativo imobilizado a prazo, aplicações financeiras registradas ao custo, acrescido dos uso de quadras, piscinas e ginásios de esportes, mais taxas de uso de anfiteatro e de espaços colocados à disposição de (+) Novos Empréstimos rendimentos auferidos até a data do Balanço devidamente reconciliado com os extratos originais bancários e de outras contas alunos e pais e ainda funcionamento de cantinas (-) os custos das mercadorias vendidas. As despesas representam as taxas 4. Das Disponibilidades a receber; D- Imobilizado: O imobilizado está abaixo demonstrado e contabilizado pelo custo de aquisição e/ou construção, cobradas pelas imobiliárias, seguros e tributos sobre imóveis e corresponderam a R$ 921.620,22. H- Receitas de Doação Disponibilidades em Caixa/Bancos/ (59.209.841,38) (57.008.203,65) (51.900.608,32) menos a depreciação acumulada calculada de acordo a vida útil dos bens ajustados em conformidade com a Lei 11.638/07. e Subvenções: As receitas com doações representam as doações recebidas de pessoas físicas e jurídicas, sem condicio- Aplicações Inicio do período Demonstração do Imobilizado em 31 de dezembro de 2011 namento de aplicação e as subvenções representaram o total de R$ 4.831.440,19, sendo R$ 360.497,85 de imunidade do Disponibilidades em Caixa/Bancos/ 57.008.203,65 51.900.608,32 52.241.034,16 1.2.3 Bens Imobilizados 56.695.265,44D 6.423.553,15 6.050.420,14 57.068.398,45D ISSQN Municipal, R$ 1.294.471,48 referente o trabalho voluntario de Gratuito da Diretoria a Entidade e de suas Associadas Aplicações Fim do período (2.201.637,73) (5.107.595,33) 340.425,84 1.2.3.01 Imobilizado 56.695.265,44D 6.423.553,15 6.050.420,14 57.068.398,45D ativas, R$ 2.586.559,36 referente doações incondicionais de pessoas jurídicas e finalmente o valor de R$ 589.911,50 Aumento das Disponibilidades no Periodo 1.2.3.001 Imobilizado 50.104.474,50D 3.185.698,23 6.046.595,92 47.243.576,81D referente a doação incondicional de pessoas físicas. I- Seguros: A Entidade possui cobertura de seguros para seus bens e Demonstração do Valor Adicionado 1.2.3.01.001.01 Terrenos 1.677,65D 0,00 0,00 1.677,65D de responsabilidade civil que importaram em R$ 259.902,10. J- Gratuidades: Para atender aos seus objetivos sociais, a 2009 2010 2011 1.2.3.01.001.02 Edificações 1.746.037,54D 0,00 0,00 1.746.037,54D Entidade realiza serviços gratuitos de educação e de assistência social a pessoas de baixa renda, suportando estes, subs- Receitas 21.266.545,14 17.550.261,10 23.936.767,83 1.2.3.01.001.03 Imóveis 37.466.810,74D 2.550.904,00 5.900.00,00 34.117.714,74D tancialmente, com base nas receitas de vendas de serviços educacionais, receitas de aluguéis de seus bens, de doações Receitas Educacionais (+) Gratuidades (-) Gratuidades Educ. e Assistenciais (6.500.251,77) (44%) (5.705.768,47) (48%) (7.388.030,86) (45%) 1.2.3.01.001.04 Jazigos 2,02D 0,00 0,00 2,02D de pessoas físicas e jurídicas em espécie e em serviços e ainda de receitas de suas aplicações financeiras. Interpretando 14.766.293,37 11.844.492,63 16.548.736,97 1.2.3.01.001.05 Benfeitorias 4.657.314,71D 0,00 0,00 4.657.314,71D a NBC T - 10 - 19 que determina sejam as receitas demonstradas “com e sem as gratuidades”, procedemos à contabiliza- Receta bruta Educacional (12.234.567,02) (83%) (18.021.324,34) (152%) (16.529.266,05) (100%) 1.2.3.01.001.06 Veículos 803.567,48D 123.799,92 139.100,00 788.267,40D ção das gratuidades (educacional) da seguinte forma: a- Fatura-se contra o aluno ou o cliente o valor aprovado e contratado (-) Custos dos Serv. Vendidos 2.531.726,35 (6.176.831,71) 19.470,92 1.2.3.01.001.07 Moveis e Utensílios 1.219.985,13D 65.133,04 944,07 1.284.174,10D com base na planilha de custos que é determinado pelo Decreto 3.274/99 que regulamentou a Lei 9.870/99 em obediência Resultado 994.152,41 925.780,55 1.804.410,00 1.2.3.01.001.08 Instalações de Copa e Cozinha 119.237,81D 37.343,82 895,00 155.686,63D ao Decreto 7.237/10, que regulamentou a Lei 12.101/09 que alterou a LOAS – Lei Orgânica da Assistência Social nº 8.742/93; Receitas da Educação a Receber Outras Receitas Operacionais 226.632,96 1.005.304,44 1.328.018,51 1.2.3.01.001.09 Instalações Escolares 696.229,83D 235.336,44 0,00 931.566,27D a débito de contas a receber de ‘Alunos’ ou ‘Clientes’, a crédito de ‘Receitas’; b- As gratuidades ou descontos incondicionais 1.2.3.01.001.10 Instalações 873.680,01D 9.470,40 0,00 883.150,41D concedidos sobre o faturamento são debitados à conta redutora da receita ‘Gratuidades Integrais e ou Parciais’, a crédito Subveçoes e Doaçoes 3.773.988,27 3.015.294,39 4.831.440,19 1.2.3.01.001.11 Máquinas e Equipamentos 829.470,53D 77.571,49 585,00 906.457,02D de contas a receber de ‘Alunos’ ou ‘Clientes’ de acordo com a NBC T 10.19; c- Apuram-se os custos das gratuidades Pessoas Fisicas e Juridicas 7.526.499,99 (1.230.452,33) 7.983.339,62 1.2.3.01.001.12 Benfeitorias em Imóveis de Terceiros 110.056,96D 0,00 0,00 110.056,96D através das planilhas extra-contábeis, conforme o modelo instituído pelo Decreto 3.274/99, que regulamentou a Lei 9.870/99, Valor Adicionado Bruto Depreciação 887.577,53 1.023.360,91 2.512.560,74 1.2.3.01.001.13 Equipamentos de Telefone 10.821,20D 0,00 0,00 10.821,20D seguindo a determinação da Lei 8.742/93 alterada pela Lei 12.101/09 e seu Decreto regulamentador 7.237/10, comparando1.2.3.01.001.14 Aparelhamento Escolar 242.060,94D 0,00 0,00 242.060,94D -os com o valor faturado acima citado. A diferença é o custo não faturado das gratuidades que é debitado na conta redutora Valor Adicionado Liquido Produzido Pela Entidade 8.414.077,52 (207.091,42) 10.495.900,36 1.2.3.01.001.15 Laboratório 252.926,46D 0,00 0,00 252.926,46D da receita ‘Gratuidade Não Faturada’ a crédito das receitas. Em outras palavras, a gratuidade não faturada é o ajuste entre 27.567,94 0,00 48.400,28 1.2.3.01.001.16 Biblioteca 24.833,20D 15.000,00 0,00 39.833,20D o valor faturado de gratuidades e o custo real destas; d- Os descontos condicionais concedidos são debitados às contas Resultado Venda de Bens Imobilizados 4.377.461,13 2.536.956,35 4.120.598,37 1.2.3.01.001.17 Refeitórios 3.515,11D 0,00 0,00 3.151,11D redutoras das receitas Financeiras a crédito das contas a receber de ‘Alunos ou Clientes; e- A NBC T 3 determina em seu Variaçoes Monetarias Valor Adicionado Total a Distribuir 12.819.106,59 2.329.864,93 14.664.899,01 1.2.3.01.001.18 Capela 30.365,04D 5.595,00 0,00 35.960,04D item 3.3.2.2, que a compensação de receitas com custos e despesas é vedada; por isso, “não usou-se creditar as gratui0,00 0,00 0,00 1.2.3.01.001.19 Computadores e Periféricos 1.022.162,05D 59.264,21 5.071,85 1.076.354,41D dades apuradas, diretamente nas contas de despesas e de custos que as originaram”, pois entendemos que se assim Contingências de Ações Judiciais 1.2.3.01.001.99 (-) Ativo Subvenção 6.279,91C 6.279,91 0,00 0,00 procedêssemos, além de ferir a norma acima citada, perder-se-ia o histórico das contas de despesas e de custos, que não Despesas com Salários/Serviços Pessoas Físicas/jurídicas (3.600.854,15) (28%) (6.077.083,63) (261%) (5.334.179,17) (36%) 1.2.3.01.002 Construção em Processo 6.585.898,94D 3.237.854,92 3.824,22 9.819.929,64D seriam evidenciadas, e, além disso, não se seguiria o que foi determinado na NBC T 10 19, ou seja, que as receitas sejam (2.804.158,20) (22%) (4.600.987,00) (197%) (12.846.731,17) (88%) 1.2.3.01.002.01 Obras em Andamento 3.021.734,37 0,00 0,00 3.021.734,37D apresentadas “com e sem gratuidades”. A Entidade aplica todos os seus recursos na concessão de gratuidades educacio- Despesas com Encargos Sociais Despesas com Material de Expediente (158.756,00) (1%) (189.765,00) (8%) (50.995,12) 0% 1.2.3.01.002.02 Obras em Andamento nais e Assistência Social. A quantidade dos serviços educacionais e de assistência sociais gratuitos fornecidos pela Entidade Despesas com Limpeza e Conservação (898.842,37) (7%) (454.761,94) (20%) (337.449,47) (2%) com Retenção – 11% 643.986,00D 1.763.265,34 0,00 2.407.251,34D pode ser resumida como se segue. Despesas com Utilidades e Serviços (999.345,00) (8%) (876.543,23) (38%) (968.943,66) (7%) 1.2.3.01.002.03 Obras em Andam. sem Retenção 2.790.927,25D 1.474.589,58 3.824,22 4.261,692,61 Relatório das Atividades Sociais – Balanço Social e de Sustentabilidade Despesas com Assistidas Associadas (1.186.004,70) (9%) (1.228.625,02) (53%) (1.294.471,48) (9%) 1.2.3.01.002.04 Material Direto 72.797,16D 0,00 0,00 72.797,16D 619 Alunos Gratuítos Integrais; Encargos Fiscais e Tributarios (261.034,36) (2%) (537.725,67) (23%) (406.398,29) (3%) 1.2.3.01.002.08 Material Direto 56.454,16D 0,00 0,00 56.454,16D 291 Alunos Gratuítos Parciais; 2.910.111,81 (11.635.626,56) (6.574.269,35) 1.2.3.01.006 P.M.S.P. – Consignação 4.892,00D 0,00 0,00 4.892,00D 910 Alunos Gratuítos Parciais e Integrais (-) 6.860.239,38 Resultado antes da depreciaçao Depreciação (887.577,53) (1.023.360,91) (2.512.560,74) 1.2.3.01.006.02 Móveis e Utensílios 2.000,00D 0,00 0,00 2.000,00D 820 Alunos Assistidos com Apoio Educação (-) 527.791,48 Resultado 2.022.534,28 (12.658.987,47) (9.086.830,09) 1.2.3.01.006.03 Computadores e Periféricos 2.892,00D 0,00 0,00 2.892,00D 1.730 Total de alunos gratuítos (-) 7.388.030,86 (2.022.534,28) 12.658.987,47 9.086.830,09 1.2.4 (-) Depreciação Imobilizado 4.248.018,74C 130.196,47 1.997.038,45 6.114.860,72C 3.291 Alunos Pagantes (+) Gratuidades - Educação. 23.936.767,83 Res.do Exerc. a ser aplic. na atividade 1.2.4.01 (-) Depreciação Imobilizado 4.248.018,74C 130.196,47 1.997.038,45 6.114.860,72C (1.730) (-) Gratuitos não pagantes restaram recebidos de fato. 7.388.030,86 Lei, as instituições de ensino enquadradas no artigo 55 da Lei 8.212 de 24 de julho de 1991, ficam obrigadas a aplicar o 1.2.4.01.001 (-) Depreciação Imobilizado 4.248.018,74C 130.196,47 1.997.038,45 6.114.860,72C Saldo de 16.548.736,97 equivalente à Contribuição calculada nos termos do artigo 22 da referida Lei na concessão de bolsas de estudo, no percentual 1.2.4.01.001.01 (-) Edificações 40.740,91C 0,00 94.821,88 135.562,79C (-) Custo dos Serviços Vendidos. 16.529.266,05 igual ou superior a 50% dos encargos educacionais cobrados pelas instituições de ensino, a alunos comprovadamente de 1.2.4.01.001.02 (-) Imóveis 0,00 0,00 1.205.611,15 1.205.611,15C Saldo de 19.470,92 baixa renda e regularmente matriculados. O artigo 2º do Decreto 4.035, de 28 de novembro de 2001 que regulamentou a Lei 1.2.4.01.001.03 (-)Veículos 621.003,07C 125.500,28 77.266,46 572.769,25C Receitas da Educação a Receber 1.804.410,00 10.260/01, determinou que: O montante de recursos a ser concedido sob a forma de bolsas de estudo em cada período letivo 1.2.4.01.001.04 (-) Móveis e Utensílios 479.041,02C 111,17 82.612,44 561.542,29C Receitas de Variações Monetárias 4.120.598,37 será sempre equivalente ao valor da contribuição, calculada na forma dos artigos 22 da Lei 8.212/91, e da Lei 10.260/01, 1.2.4.01.001.05 (-) Instalações de Copa e Cozinha 44.944,37C 193,74 8.995,21 53.745,84C Outras Receitas Operacionais 1.328.018,51 para o período letivo imediatamente anterior. Motivando a ADI – Ação Direta de Inconstitucionalidade 2.545-7/01 em 1.2.4.01.001.06 (-) Instalações Escolares 301.697,19C 0,00 62.664,03 364.361,22C Receitas Subvenções e Doações 4.831.440,19 12.084.467,07 17/10/01, deferida em 01/02/02 pelo plenário do STF – Supremo Tribunal Federal. D- A Lei 11.096/05 de 13/01/2005, 1.2.4.01.001.07 (-) Instalações 361.408,12C 0,00 71.995,27 433.403,39C Receita Competência 12.103.937,99 1.2.4.01.001.08 (-) Máquinas e Equipamentos 347.655,35C 71,85 77.087,94 424.671,44C (-) Despesas Operacionais 19.944.696,88 Medida Provisória 213/04, Decreto 5.245/2004, que criaram o PROUNI – Programa Universidade para Todos está sendo 1.2.4.01.001.09 (-) Equipamentos de Telefone 1.861,34C 0,00 1.082,28 2.943,62C (-) Custo de Manutenção das Associadas Religiosas 1.294.471,48 contestado no STF – Supremo Tribunal Federal através da ADI – Ação Direta de Inconstitucionalidade 3.330/04, de 21 1.2.4.01.001.10 (-) Aparelhos Escolar 85.448,35C 0,00 12.603,68 98.052,03C (+) Resultado da venda de Bens do Imobilizado 48.400,28 de outubro de 2004 patrocinadas pela Confederação Nacional de Estabelecimentos de Ensino – CONFENEN, por solicitação 1.2.4.01.001.11 (-) Laboratório 123.658,20C 0,00 23.323,32 146.981,52C Déficit do Exercício a ser absorvido (9.086.830,09) da ANAMEC, por intermédio do Prof Dr. Yves Gandra Martins. Entretanto, a mesma vem esclarecer por analogia que as 1.2.4.01.001.12 (-) Biblioteca 11.185,98C 0,00 2.402,40 13.588,38C A Entidade promoveu a educação ecologicamente correta, praticando em todas suas unidades investimentos econômicos entidades sem finalidade de lucro ou econômica, portadoras do CEBAS – Certificado de Entidade Beneficente de Assistência 1.2.4.01.001.13 (-) Refeitório 1.740,56C 0,00 0,00 347,88 2.088,44C para o aproveitamento de resíduos, água, energia elétrica, jardinagem e plantações de árvores, concomitantemente a pratica Social devem calcular os 20% de gratuidades a serem praticadas sobre a receita efetivamente recebida e não pelo faturamento por regime de competência: § 4º do Artigo 5º da Lei 11.096/05, IN VERBIS: A instituição privada de ensino 1.2.4.01.001.14 (-) Capela 15.039,32C 0,00 789,48 15.828,80C e educação de seus alunos comunidade e sociedade, que envolve cerca de: superior com fins lucrativos ou sem fins lucrativos, não beneficente poderá, alternativamente, em substituição ao requisito 1.2.4.01.001.15 (-) Computadores e Periféricos 831.685,31C 4.319,43 84.494,86 911.860,74C 5.000 Pais de Alunos previsto no caput deste artigo, oferecer 1 (uma) bolsa integral para cada 22 (vinte e dois) estudantes regularmente pagantes e 1.2.4.01.001.16 (-) Benfeitorias 908.566,33C 0,00 185.825,09 1.094.391,42C 50 Fornecedores devidamente matriculados em cursos nela efetivamente instalados, conforme regulamento a ser estabelecido pelo Ministério 1.2.4.01.001.17 (-) Benfeitorias em Imóv. de Terceiro 68.535,33C 0,00 4.401,84 72.937,17C 467 Professores e Funcionários da Educação, desde que ofereça, adicionalmente, quantidade de bolsas parciais de 50% (cinqüenta por cento) ou de 25% 1.2.4.01.001.18 (-) Computadores e Periféricos-P.M.S.P 3.575,03C 0,00 530,20 4.105,23C 83 Associadas Religiosas 1.2.4.01.001.19 (-) Móveis e Utensílios-P.M.S.P 232,96C 0,00 183,04 416,00C 50 Empresas Prestadoras de Serviço (vinte e cinco por cento) na proporção necessária para que a soma dos benefícios concedidos na forma desta Lei atinja 1.2.5 Intangível 84.740,53D 899,00 0,00 85.639,53D 3 Menores Aprendizes o equivalente a 8,5% (oito inteiros e cinco décimos por cento) da receita anual dos períodos letivos que já têm bolsistas 1.2.5.01 Bens Intangíveis 84.740,53D 899,00 0,00 85.639,53D 1.730 Alunos Atendidos Gratuitamente do PROUNI, efetivamente recebida nos termos da Lei no 9.870, de 23 de novembro de 1999, em cursos de graduação ou 1.2.5.01.001 Bens Intangíveis 84.042,53D 499,00 0,00 84.541,53D 2.672 Alunos Pagantes seqüencial de formação específica. E- A Lei 12.101 de 27/11/2009 está em vigor a partir de 01 janeiro de 2010, apesar de 1.2.5.01.001.01 Marcas e Patentes 529,94D 0,00 0,00 529,94D A AMCMSCJ é uma entidade preponderante na área da EDUCAÇÃO, assim cumpriu a Lei 12.101/09 e seu Decreto seu Decreto Regulamentador 7.237 ser de 20 de julho de 2010, alterando a LOAS 8.742/93, retirando da Lei 8.212/91 o 1.2.5.01.001.02 Software 83.512,59D 499,00 0,00 84.011,59D 7.237/10, que determina nestes casos aplicar 20% de sua receita em GRATUIDADES, o que foi feito. Conforme acima artigo 55, estando a mesma sob analise do STF – Supremo Tribunal Federal pela ADI – Ação Direta de Inconstitucionalidade 1.2.5.01.002 Bens Intangíveis - Ajustes 698,00D 400,00 0,00 1.098,00D descrito a AMCMSCJ atendeu 2.672 alunos pagantes na área da EDUCAÇÃO, e concedeu 619 bolsas integrais a 4480/10. 5. Do Direito Adquirido – A OS- Ordem de Serviço 2010/99, a IN – Instrução Normativa, 66/02, a 100/03, a 1.2.5.01.002.02 Software 698,00D 400,00 0,00 1.098,00D alunos de baixa renda, tendo assim, cumprido a Lei 12.101/09 e seu Decreto 7.237/10, que também determina que 103 e 104/04 a 03, 04, 05/2005 do INSS substituída pela IN/MF/RFB 739, de 02 de maio de 2007, pela 971/09, pela 1.2.6 (-) Amortização Acumulada 39.532,09C 0,00 11.115,56 50.647,65C se tenha 1 aluno gratuito para cada 9 pagantes. 980/09, sendo que pela 1.027/10, pela 1.071/10 e pela 1.080/10, que retirou de seu texto legal a: Seção VI – Direito 1.2.6.01 (-) Amortização Acumulada 39.532,09C 0,00 11.115,56 50.647,65C L – Imunidade das Contribuições Sociais: O custo da Imunidade da Cota Patronal da Previdência Social usufruída pela Adquirido: Art. 313. O direito à isenção foi assegurado até 31 de outubro de 1991 à entidade que, em 1º de setembro de 1.2.6.001 (-) Amortização Acumulada 39.532,09C 0,00 11.115,56 50.647,65C Entidade no ano de 2011 mais a COFINS e a CSSL foi de: 1977, data da publicação do Decreto - Lei nº 1.572, de 1977, atendia aos requisitos abaixo: I - detinha Certificado de Entidade 1.2.6.001.01 (-) Amortização Software 39.532,09C 0,00 11.009,60 50.541,69C CNPJ Cota Patronal COFINS Total de Fins Filantrópicos - CEFF com validade por prazo indeterminado; II - era reconhecida como de utilidade pública pelo 1.2.6.001.01.02 (-) Amortização Marcas e Patentes 0,00 0,00 105,96 105,96C 61.988.531/0001-29 3.398.487,48 576.905,15 3.975.392,63 Débitos: 1º-Fornecedores e Contas a Pagar: Representam despesas com compras, folha de pagamento, encargos sociais, 4. EVENTOS SUBSEQÜENTES – Mudanças na Legislação Tributária. A- A Lei 9.532/97 motivou a ADI – Ação Direta de Governo Federal; III - os diretores não percebiam remuneração; IV - encontrava-se em gozo de isenção das contribuições tributos e contingências. Todos os valores são apropriados de acordo com o princípio da competência; 2º-Provisão para Inconstitucionalidade 1.802-3/98 direcionada a seu parágrafo 001 e à alínea F, do parágrafo 002, ambos do artigo 012 e do previdenciárias. § 1º A entidade cuja validade do CEFF provisório encontrava-se expirada teve garantido o direito previsto no Férias: Os valores relativos a férias devidas aos empregados e os respectivos encargos sociais estão provisionado propor- artigo 013, caput e do artigo 014, deferida em 27/08/98 pelo STF – Supremo Tribunal Federal, gerando contingência devido caput, desde que a renovação tenha sido requerida até 30 de novembro de 1977 e não tenha sido indeferida. § 2º O disposto cionalmente ao período aquisitivo; 3º-Provisão para Contingências: Está atualizada até a data do balanço pelo montante à dificuldade de reconhecimento da mesma pelos Bancos e órgãos fiscalizadores do Governo e é registrada contabilmente no caput também se aplica à entidade que não era detentora do título de Utilidade Pública Federal, mas que o tenha requerido provável do risco de perda, observada a natureza de cada contingência, baseada nos processos pendentes na data do com os IRRF – Imposto de Renda Retido na Fonte, IOF – Imposto Sobre Operações Financeiras, CPMF- Contribuição Provisória até 30 de novembro de 1977 e esse requerimento não tenham sido indeferidos. § 3º A entidade cujo reconhecimento de balanço, entretanto a contingencia referente à Cota Patronal do INSS, da COFINS e da CSLL referente aos anos de 2006, Sobre aplicações e transações financeiras da Instituição em contas a receber e após a cobrança e o não recebimento é utilidade pública federal fora indeferido ficou sujeita ao recolhimento das contribuições sociais, a partir do mês seguinte ao 2007 e 2008, referente ao processo 71010.004981/2009-30 protocolado em 02/12/2009 e ainda pendente de deferimento contabilizado em despesas tributárias/fiscais; B- A Lei 9.732/98 alterou a Lei 8.212/91 que é regulamentada pelo Decreto da publicação do ato que indeferiu aquele reconhecimento. § 4º O direito à isenção adquirida pela entidade não a exime, pelo MEC foi contabilizado em contas de resultado e faz parte precocemente do Patrimonio Liquido, assim como a contin- 3.048/99. A Ordem de Serviço nº 210/99, revogada e substituída pela IN – Instrução Normativa 66/02, alterada pela 100/03 para a manutenção dessa isenção, do cumprimento, a partir de 1º de novembro de 1991, das disposições do art. 55 da Lei gencia também referente às mesmas imunidades do ano de 2009, que ainda será prestado contas juntamente com os anos e 03/05 do INSS – Instituto do Seguro Social, motivou a ADI - Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 2.028-5/99 com- nº 8.212, de 1991, com exceção do disposto no seu § 1º. Ou seja, as Entidades que se encontrava cobertas pelo Art. 313. O de 2010 e 2011 até 30/06/2012; 4º-Receitas Antecipadas: Representam os valores recebidos no final dos anos plementada pela 2.228-8/00, direcionada ao artigo 1º, na parte em que alterou a redação do artigo 55 inciso III, da lei nº direito à isenção foi assegurado até 31 de outubro de 1991 à entidade que, em 1º de setembro de 1977, data da publicação 2009/2010/2011 referentes às parcelas de matrículas de janeiro de cada ano; E- Reconhecimento das Receitas e Des- 8.212/91 e acrescentou-lhe os parágrafos 3º, 4º e 5º, bem como os artigos 4º, 5º e 7º. Deferida em 14/07/1999 e confirmada do Decreto - Lei nº 1.572, de 1977, atendia aos requisitos abaixo, e assim, eram autorizadas a apenas fazer a prestação de pesas: As receitas e as despesas são reconhecidas no momento do faturamento ou da data da emissão do documento, de em Novembro/99 pelo STF – Supremo Tribunal Federal, gerando a contingência e o não recolhimento da CP - Cota Patronal contas todos os anos até 30 de abril no antigo INSS e depois na Receita Federal do Brasil. acordo com o Princípio Fundamental da Competência e de acordo com a NBC T.10.19, ou seja, as receitas são demonstra- do INSS, da CSSL – Contribuição Social Sobre o Lucro e da COFINS – Contribuição Para Financiamento da Seguridade Social, São Paulo – SP, 31 de dezembro 2011 das com e sem as gratuidades; F- Variações Monetárias: As Receitas Financeiras representam os juros e a Correção contabilizadas como contingências a partir de 01/04/99. C- A Lei 10.260/01 de 12/07/01, seu artigo 19, determinou que: Irmã Rosa de Lima Soares – Presidente Monetária sobre as aplicações financeiras, mais os juros de mora por atraso de pagamentos e os descontos obtidos, menos “verbis” A partir do primeiro semestre de 2001, sem prejuízo do cumprimento das demais condições estabelecidas nesta Ativo Disponível Despesas Antecipadas Créditos
2009 57.008.203,65 611.706,75 9.273.351,65
Balanço Patrimonial social em 31 de dezembro de 2009, 2010 e 2011 2010 2011 Passivo 51.900.608,32 52.241.034,16 Débitos 1.140.898,15 219.919,85 Receitas Antecipadas 2.849.735,17 1.804.410,00 Passivo Circulante Contingências da Cota Patronal do INSS 55.891.241,64 54.265.364,01 Conting. da Multa 50% FGTS 0,00 6.300.000,00 Contingências da COFINS 56.695.265,44 57.068.398,45 Contingências do ISSQN 84.740,53 85.639,53 Contingências Ações Judiciais 0,00 0,00 Contingências da CSLL (4.248.018,74) (6.749.463,92) Passivo a Longo Prazo (39.532,09) (50.647,65) Patrimônio Social 52.492.455,14 56.653.926,41 Reservas do Patrimônio Social 0,00 0,00 Ajustes Patrimonial Reservas de Superávit 52.492.455,14 56.653.926,41 (-)Déficit Acumulados Contas Correntes Matriz/Filiais Superávit ou Déficit do Exercício Patrimônio Liquido Contas de Compensação Passivas Passivo não Circulante 108.383.696,78 110.919.290,42 Total Passivo
por grupos de apoio formados pelas Missionárias do Sagrado Coração de Jesus e voluntários leigos, na localidade de sua Matriz/Mantenedora e localidades de suas Filiais/Mantidas, Departamentos e Núcleos de Atividades, inclusive de Inserções Populares, resultaram nos atendimentos quantificados a custos abaixo evidenciados, que também resultaram na transmissão do conhecimento e conscientização das poucas pessoas que puderam ser atendidas, das necessidades da comunidade e dos seres humanos, para que tenhamos todos, uma vida melhor num planeta ecologicamente sustentável e ambientalmente saudável, com pessoas e empresas socialmente responsáveis. São Paulo - SP, 12 de abril de 2012 Irmã Maria Eliane Azevedo da Silva – Presidente Presidente - Mandato para o Período: 01/02/2012 a 31/01/2015
Ir. Maria de Souza Teles – Tesoureira Às Reverendíssimas Irmãs; Presidente, Diretores, Conselheiros e Associados da, Associação Madre Cabrini Missionárias do Sagrado Coração de Jesus – São Paulo/SP. Examinamos as demonstrações contábeis apresentadas pela Associação Madre Cabrini Missionárias do Sagrado Coração de Jesus, que compreendem: o Balanço Patrimonial levantado em 31 de dezembro de 2009, 2010 e 2011, as respectivas Demonstrações de Superávit ou Déficit, Das Origens e Aplicações dos Recursos, do Circulante, Da Evolução do Imobilizado, Das Mutações do Patrimônio, Dos Fluxos de Caixas e Demonstrações do Valor Adicionado, Notas Explicativas e Relatório das Atividades Sociais ou Balanço Sociais correspondentes aos exercícios findos nas referidas datas, assim como informações das praticas contábeis adotadas através das Notas Explicativas. Da Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis: A Administração da Entidade é a responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as praticas contábeis adotadas no Brasil, recentemente internacionalizadas, e pelos controles internos determinados como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorções relevantes, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade do auditor independente: Nossa responsabilidade é a de expressar nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, que foi conduzida em conformidade com as normas brasileiras e internacionais de contabilidade. Essas normas requerem o
2009 1.531.219,49 1.082.708,73 2.613.928,22 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 69.709.171,09 0,00 22.882.178,81 19.652.565,86 0,00 0,00 2.022.534,28 114.266.450,04 0,00 114.266.450,04 116.880.378,26
2010 2.418.307,80 1.160.116,61 3.578.424,41 3.140.991,93 0,00 0,00 0,00 56.817,87 0,00 3.197.809,80 69.709.171,09 0,00 22.882.178,81 21.675.100,14 0,00 0,00 (12.658.987,47) 101.607.462,57 0,00 104.805.272,37 108.383.696,78
2011 2.200.313,29 1.163.113,89 3.363.427,18 6.539.479,41 7.823.205,35 576.905,15 0,00 56.817,87 0,00 14.996.407,78 69.709.171,09 0,00 22.921.001,79 21.675.100,14 (12.658.987,47) 0,00 (9.086.830,09) 92.559.455,46 0,00 107.555.863,24 110.919.290,42
Gilberto José de Andrade Filho – CRC-GO-006.940/0-0-S-SP-RJ-MG-T0-BA-ES-PR-RS Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis cumprimento das exigências éticas por parte dos auditores, além de determinar que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de ter segurança razoável, quanto às demonstrações contábeis apresentadas para apreciação, emitindo assim em seu parecer, se estão livres de distorções relevantes. Em uma auditoria, dentre outros levantamentos, são realizados alguns procedimentos pré-determinados para obtenção de evidência a respeito dos valores e informações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorções relevantes nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações contábeis da Entidade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriadas nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Entidade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidencia de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Da Opinião do Auditor: Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Associação Madre Cabrini Missionárias do Sagrado Coração de Jesus, em 31
de dezembro de 2009, 2010 e 2011; o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para os exercícios findos naquelas datas, foram realizados de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil agora internacionalizadas, tendo a entidade cumprido os critérios da Lei 8.742/93 no que diz respeito à concessão de sua gratuidades, estando devidamente provisionados em contingencias passivas à longo prazo os valores da imunidade da Cota Patronal do INSS, COFINS E CSLL, referente aos anos de 2010 e 2011; Ressalvamos que os valores referente a Cota Patronal do INSS, COFINS E CSLL do ano de 2009, foram contabilizados em receitas de subvenções, passando a fazer parte precocemente do Patrimônio Líquido da Entidade e que ainda será prestado conta junto com os anos de 2010 e 2011 até 30/06/2012; no mesmo norte encontram-se os valores dos anos de 2006, 2007 e 2008, referentes ao processo de prestação de contas e requerimento de renovação do CEBAS, protocolado tempestivamente em 02/12/2009 sob o nº 71010.004981/2009-30, entretanto, ainda pendente de julgamento pelo MEC. Ressaltamos ainda, que os exercícios de 2009, 2010, já foram auditados anteriormente, inclusive com emissão de laudo, e com pareceres sem ressalvas, apesar de contemplar os valores pendentes de julgamento pelo MEC, já como Patrimônio Líquido da entidade. São Paulo/SP, 09 de abril de 2.012. JG Auditores independentes Jean Freitas Engracea CRC/GO: 001.466/O-3 Contador – CRC/GO: 019.181/O-6
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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sábado, domingo e segunda-feira, 21, 22 e 23 de abril de 2012
Depois do sucesso de 2008 e 2009, veio um tipo de complacência. Fernando Lorenzo, ministro das Finanças do Uruguai
conomia Divulgação
Lagarde promete US$ 17 bilhões para os países pobres
Renato Carbonari Ibelli
Yuri Gripas/ Reuters
U
Diretora do FMI participou de reuniões ontem em Washington
A
diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, disse ontem que está buscando aumentar o fundo do FMI para países pobres em US$ 17 bilhões, em um momento em que a alta do preço do petróleo representa o maior risco para os prospectos de crescimento da África. Dois dias após o FMI garantir US$ 430 bilhões para lidar com desdobramentos da crise da dívida da zona do euro, Lagarde disse que seu próximo foco é aumentar os fundos para o Programa de Financiamento para Redução da Pobreza e Crescimento do FMI, que fornece empréstimos de baixo custo para países pobres da África, Ásia e América Latina. Já o ministro brasileiro da Fazenda, Guido Mantega, passou dois dias insistindo que a estratégia de esperar a cúpula do G20 em junho para declarar valores de colaboração era conjunta e visava pressionar o avanço na reforma do sistema de cotas do FMI, que foi aprovada em 2010 para dar mais peso aos emergentes. O compromisso aparece nos comunicados finais do encontro, como quis o Brasil. (Agências)
Jim O'Neill conta a história da criação da sigla BRIC e mira o futuro, indicando a geografia da prosperidade.
Criador do "Bric" indica os próximos onze da fila O economista inglês Jim O'Neill, que introduziu uma das siglas mais famosas da economia internacional, lançou no Brasil seu livro O Mapa do Crescimento. Nele, fala dos N-11 (Next 11 ou Os Próximos Onze) grupo que reúne os próximos candidatos a potências econômicas, como Coreia do Sul e Turquia. pulação jovem, além de uma inflação controlada e taxa de crescimento atual de 6% ao ano, que poderia chegar a 9% em 2015. Por fim, Egito, Nigéria, Paquistão, Bangladesh, Irã e Vietnã são colocados em um terceiro escalão dentre os N11. São nações que precisarão enfrentar desafios bem maiores para terem condição de se posicionar no nível dos atuais BRICs. Para ser incluído nesse seleto grupo, o autor impõe três condições básicas: ter grande população, evidência de forte crescimento e um forte Índice de Capacidade de Crescimento (GES, da sigla em inglês, que mede a capacida-
de de um país em convergir sua economia para os padrões de países desenvolvidos). Os países que compõem esse terceiro grupo dentro dos N-11 têm algumas dessas condições, mas estão longe de outras. Por exemplo, Nigéria, Bangladesh e Paquistão possuem grande população e algum crescimento verificado, mas seus ambientes de crescimento – o índice GES – ainda são precários. Já o Vietnã tem um elevado GES, mas sua população e economia são pequenas. O PIB do país vale menos de US$ 100 bilhões. Debater a respeito dos próximos países de destaque na economia global é um atrativo
à parte do livro. Mas o livro O Mapa do Crescimento leva a um reencontro com os atuais BRICs, reposicionando esses países no contexto da economia atual. O'Neill também explica por que reluta em incluir um "S" maiúsculo aos BRICs, de África do Sul (South Africa), que para muitos economistas teria condições para ser classificado como o quinto BRIC.
S ERVIÇO O Mapa do Crescimento – Oportunidades Econômicas nos BRICs e Além Deles Autor: Jim O'Neill Editora: Globo Preço: R$ 44,90
Ford expande apostas na China
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ara tirar proveito do crescente apetite chinês por automóveis esportivos robustos, a Ford Motor irá quadruplicar sua oferta no segmento ao longo do próximo ano. A montadora norteamericana, que chegou tardiamente ao maior mercado automotivo do mundo, vai acrescentar o Kuga, a versão chinesa do Escape, pequenos utilitários esportivos (SUVs) EcoSport e o Explorer a seu modesto catálogo chinês, disse ontem Joe Hinrichs, da Ford Ásia.
Atualmente a Ford só vende o Edge na China, subestimando uma categoria que oferece maiores margens de lucro para os fabricantes de veículos. "A próxima fase do crescimento de nosso catálogo será com os três SUVs e é muito importante para a China, por causa do crescimento que estamos vendo no segmento", disse ele antes da feira automotiva de Pequim, sem precisar datas de lançamento. A Ford, que fabrica Fiesta, Focus, Mondeo e outros
modelos na China em parceria tríplice com a Chongqing Changan Automobile e a japonesa Mazda Motor, se une a um número crescente de montadoras que oferecem SUVs para satisfazer a procura cada vez maior por esses veículos. A ofensiva é parte do plano da empresa de lançar 15 novos veículos na China até 2015. Os consumidores chineses compraram 2,1 milhões de SUVs no ano passado, um aumento de 25%, que representa quase 12% da
venda total de veículos leves, de acordo com J.D. Power and LMC Automotive. Este total é cerca de metade dos 4,1 milhões de SUVs vendidos nos Estados Unidos, onde tais veículos possuem quase um terço do mercado. Analistas de mercado disseram que o desejo dos condutores de se sentir acima do congestionado trânsito chinês em um veículo offroad caro é um forte atrativo em uma sociedade preocupada com o status, especialmente os jovens. (Reuters)
Líderes da AL querem manter a cautela
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s líderes das economias da América Latina fizeram alertas, durante a reunião do Fundo Monetário Internacional (FMI) nos Estados Unidos, para que a região não baixe guarda em face da boa resposta à crise global de 2008-2009. "Depois do sucesso de 2008 e 2009, veio um tipo de complacência", afirmou o ministro das Finanças do Uruguai, Fernando Lorenzo. O ministro das Finanças do México, Jose Meade, disse que está levemente mais otimista sobre o futuro, mas que persistem os elementos de tensão no mundo. "O que você encontra é heterogeneidade na América Latina." O FMI, enquanto isso, enfatizou que as condições atualmente favoráveis na América Latina, incluindo elevados preços de commodities, não vão durar para sempre. "Nosso conselho principal é reconstruir os amortecedores agora, antes que os riscos se materializem, ou antes que as condições favoráveis externas desapareçam", disse Nicolas Eyzaguirre, diretor do Departamento Ocidental do FMI. Eyzaguirre ainda advertiu os países para que não caiam no protecionismo. China - A China também citou a cautela, ontem, dizendo que aguarda decisões "tão logo quanto possível" do FMI sobre a reforma que fortaleceria o acompanhamento de risco sistêmico e políticas macroeconômicas de seus membros, nas palavras do presidente do Banco do Povo da China (PBoC), Zhou Xiaochuan, em relatório publicado no website daquela instituição bancária. Em uma conferência do FMI, no sábado, Zhou disse que a crise financeira mostrou a necessidade de o organismo mudar seus métodos de supervisão e melhorar a eficiência da supervisão. (AE)
Morris Mac Matzen/ Reuters
ma década atrás, o economista inglês Jim O'Neill previu que em 40 anos os Estados Unidos, Japão e Reino Unido não teriam mais papel hegemônico na economia global. Eles seriam suplantados por países que definiu como emergentes: Brasil, Rússia, Índia e China, com cujas iniciais cunhou o termo BRIC. Suas projeções se mostraram corretas, com a ressalva de que tal transição ocorre em um ritmo muito mais acelerado que o imaginado por ele, em especial para o caso da China. Agora, no livro O Mapa do Crescimento, lançado no Brasil pela Editora Globo, O'Neill antevê um quadro ainda mais ousado, com os próximos 11 países com propensão a se tornarem os mais atrativos para investimentos até 2050. Ele os classifica de N-11 (Next 11 em inglês, ou próximos 11). Uma lista que surpreende. Nesse novo grupo de futuras potências econômicas o autor coloca Bangladesh, Coreia do Sul, Egito, Indonésia, Irã, México, Nigéria, Paquistão, Filipinas, Turquia e Vietnã. O livro traz que esses países "decidiram seguir o caminho do crescimento" e, guardadas as diferentes realidades entre eles, vêm ganhando importância no cenário mundial. Mas o economista admite que, diferentemente dos BRICs, os N-11 não formam um grupo muito coeso. Por isso, as expectativas em relação ao papel que cada um poderá ter na economia futura são bem distintas entre si, assim como os caminhos que terão de percorrer para terem essa posição de destaque no cenário mundial. Segundo O'Neill, México, Coreia do Sul e Turquia têm posição destacada entre os N11. O tamanho do Produto Interno Bruto (PIB) desses países, e o potencial projetado para eles dentro do PIB mundial, faz com que o autor os coloque em par de igualdade com os BRICs, classificando a todos como Mercados de Crescimento. Essa denominação, cunhada pelo economista em 2011 – e também detalhada no livro – é uma definição mais ampla para as economias emergentes. Para esses países, nos quais a renda e o nível de desenvolvimento, segundo o autor, já "são razoavelmente altos", e as condições de crescimentos "são aceitáveis", o desafio seria melhorar tais condições para que possam convergir para economias ricas. Há uma segunda subdivisão entre os N-11, na qual se incluem Indonésia e Filipinas. São países considerados como emergentes, mas que ainda precisariam avançar em relação a suas dívidas e déficit público para subirem ao patamar dos BRICs. Mesmo assim, por vezes o autor coloca a Indonésia como um Mercado de Crescimento. O potencial desse país estaria em sua demografia favorável, com uma po-
PARCERIA EM HANNOVER – A chanceler alemã Angela Merkel e o premiê chinês Wen Jiabao na abertura da Feira Industrial de Hannover, ontem. O evento, que neste ano tem a China como principal participante temática, é considerado o maior do mundo, com 69 países e 5 mil expositores.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sábado, domingo e segunda-feira, 21, 22 e 23 de abril de 2012
ECONOMIA/LEGAIS - 29
REDE D’OR SÃO LUIZ S.A. CNPJ nº 06.047.087/0001-39 BALANÇOS PATRIMONIAIS 31/12/2011 E 2010 (Em milhares de reais) 2011 2010 2011 2010 Nota Controladora Consolidado Combinado Nota Controladora Consolidado Combinado (Reapresentado) Passivo Ativo (Reapresentado) Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa 4 424.651 534.772 201.410 Fornecedores 109.453 134.544 112.457 Títulos e valores mobiliários 4 514.763 514.763 146.814 Empréstimos e financiamentos 10 6.946 9.717 154.411 Contas a receber 5 430.943 500.933 371.176 Promissórias a pagar – – 407.380 Estoques 48.143 62.545 44.011 Arrendamentos a pagar 2.313 4.825 5.496 Impostos a recuperar 28.430 34.494 32.587 Salários, provisões e encargos sociais 104.161 123.640 85.637 65.749 74.167 29.727 Outros Obrigações fiscais 13 23.387 29.617 26.978 1.512.679 1.721.674 825.725 Total do ativo circulante Tributos parcelados 13 6.800 8.502 12.890 Não circulante Partes relacionadas 6 100.606 47.593 119.743 Debêntures 12 24.840 24.601 – Depósitos judiciais 15 22.820 27.592 38.103 Contas a pagar por aquisições 14 23.224 23.818 112.341 Imposto de renda e contribuição social diferidos 18 282.740 285.557 267.152 Dividendos e juros sobre capital próprio 16.497 20.777 51.518 Outros 4.280 406 19.037 15.733 26.761 24.400 Outros Investimentos 7 172.010 5.791 3.213 Total do passivo circulante 333.354 406.802 993.508 Imobilizado 8 557.299 736.351 486.511 Não circulante 899.152 980.045 837.248 Intangível 9 Empréstimos e financiamentos 10 123.411 153.881 234.843 2.038.907 2.083.335 1.771.007 Total do ativo não circulante Arrendamentos a pagar 112 153 2.621 3.551.586 3.805.009 2.596.732 Total do ativo Partes relacionadas 6 1.604 327 38.176 DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31/12/2011 E 2010 (Em milhares de reais) Tributos parcelados 13 61.162 78.851 69.027 2011 2010 Debêntures 12 1.740.359 1.839.861 – Nota Controladora Consolidado Combinado Contas a pagar por aquisições 14 219.924 219.924 216.702 (Reapresentado) Imposto de renda e contribuição social diferidos 18 – – – 1.718.635 2.245.998 1.200.342 Receita líquida 19 Provisão para contingências 15 105.713 119.460 133.424 Custos e despesas operacionais 8.868 21.768 15.375 Outros Pessoal (650.510) (849.168) (424.842) 2.261.153 2.434.225 710.168 Total do passivo não circulante Materiais e medicamentos (416.375) (543.393) (300.724) Patrimônio líquido 16 Serviços de terceiros (232.422) (328.000) (225.637) Capital social 43.318 43.318 42.169 Equivalência patrimonial 17.113 (1.569) (1.111) Reservas de capital 209.947 209.947 218.417 Depreciação e amortização (35.095) (51.977) (35.778) Reservas de lucros 53.305 53.305 53.305 Provisão para perdas – – (1.946) Provisão para contingências 15 8.703 7.923 (733) Outras reservas 600.000 600.000 600.000 (172.242) (205.178) (91.351) Outros custos e despesas operacionais 46.285 46.285 (26.738) Lucros acumulados Total dos custos e despesas operacionais (1.480.828) (1.971.362) (1.082.122) Total do patrimônio líquido 952.855 952.855 887.153 Lucro antes do resultado financeiro e imposto de Adiantamento para futuro aumento de capital 4.224 4.224 – renda e da contribuição social 237.807 274.636 118.220 Total do patrimônio líquido e adiantamento (156.682) (174.589) (46.465) Resultado financeiro, líquido 16 para futuro aumento de capital 957.079 957.079 887.153 Lucro antes do imposto de renda e contribuição Participação de não controladores – 6.903 5.903 social 81.125 100.047 71.755 Total do patrimônio líquido, adiantamento para 7.666 (7.943) (21.920) Imposto de renda e contribuição social 18 futuro aumento de capital e participação dos Lucro líquido do exercício 88.791 92.104 49.835 957.079 963.982 893.056 não controladores Lucro atribuído aos acionistas controladores – 88.791 45.847 3.551.586 3.805.009 2.596.732 Total do passivo Lucro atribuído aos acionistas não controladores – (3.313) (3.988) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Reservas de capital Reserva de lucros Descrição Ágio em Reserva Lucros Total do Adiantamento Participação dos Capital Reservas transações Reserva Outras (prejuízos)patrimônio para para futuro acionistas não líquido aumento de capital controladores social de capital de capital legal investimento reservas acumulados Saldos em 01 de janeiro de 2009 (reapresentado) 43.136 10.138 – 1.024 7.962 – (20.490) 41.770 14.377 6.338 Aumento de capital 24.621 (10.138) – (1.024) (2.197) – (11.262) – – – Cisão de imóveis (18.248) – – – – – – (18.248) – – Reversão de adiantamento para futuro aumento de capital – – – – – – – – (14.377) – Redução de capital por incorporação da FMG Empreendimentos Hospitalares Ltda. (7.340) – – – 47.540 – (13.501) 26.699 – – Debêntures conversíveis – – – – – 600.000 – 600.000 – – Constituição de reserva de ágio – 218.417 – – – – – 218.417 – – Lucro líquido do exercício – – – – – – 45.847 45.847 – 3.988 Constituição de reserva legal – – – – – – – – – – – – – – – – (27.332) (27.332) – (4.423) Dividendos e juros sobre capital próprio Saldos em 31 de dezembro de 2010 (reapresentado) 42.169 218.417 – – 53.305 600.000 (26.738) 887.153 – 5.903 Aumento de capital por incorporação de subsidiárias (Nota 16) 1.149 – – – – – – 1.149 – (1.149) Compra de participação adicional de subsidiárias (Nota 16) – – (8.470) – – – – (8.470) – (480) Adiantamentos para futuro aumento de capital – – – – – – – 4.224 – Lucro líquido do exercício – – – – – – 88.791 88.791 – 3.313 Constituição de reserva legal – – – 3.103 – – (3.103) – – – Dividendos e juros sobre capital próprio – – – – – – (15.768) (15.768) – (684) – – – – 43.182 – (43.182) – – – Constituição de reserva para investimentos 43.318 218.417 (8.470) 3.103 96.487 600.000 – 952.855 4.224 6.903 Saldos em 31 de dezembro de 2011 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA EXERCÍCIOS FINDOS EM 31/12/2011 E 2010 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Controladora Fluxo de caixa das atividades operacionais Lucro antes do imposto de renda e contribuição social Ajustes para conciliar o lucro ao caixa gerado pelas atividades operacionais Depreciação e amortização Juros e variações monetárias e cambiais, líquidos Provisão de contingências Provisão para créditos de liquidação duvidosa (Aumento) redução de ativos e aumento (redução) de passivos Contas a receber Estoques Impostos a recuperar Depósitos judiciais Imposto de renda e contribuição social diferidos Outros ativos Fornecedores Salários e encargos sociais Obrigações tributárias Tributos parcelados Distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio Provisão para contingências Outros passivos
2011 Consolidado
2010 Combinado (Reapresentado) 71.756
81.125
100.047
35.095 150.525 (8.703) 79.714 337.756
51.977 166.467 (7.923) 94.334 404.902
35.778 35.433 733 18.417 162.117
(234.208) (15.185) (8.612) 11.331 – 42.946 23.412 35.938 2.734 7.851 (19.906) (16.074) (42.688) (212.461)
(224.091) (18.534) (9.449) 10.511 – 46.341 22.087 38.003 2.639 5.436 (47.193) (6.041) (30.038) (210.329)
(277.908) (24.837) (19.373) (34.014) (289.212) (91.516) 66.585 56.534 18.067 43.684 48.941 124.140 27.655 (351.254)
Crédito (Pagamento) de I. R. e contribuição social 189 (19.492) 125.484 175.081 Caixa líquido aplicado nas atividades operacionais Fluxos de caixa das atividades de investimentos Adições ao investimento (127.745) (2.579) Adições ao imobilizado (240.642) (301.817) Adições ao intangível (80.372) (142.797) (367.949) (367.949) Títulos e valores mobiliários (816.708) (815.142) Caixa aplicado nas atividades de investimentos Fluxos de caixa das atividades de financiamentos Aumento (Redução) de capital/reservas de capital (7.321) (7.321) Promissórias a pagar (407.380) (407.380) Debêntures a pagar 1.667.769 1.767.032 Contas a pagar por aquisição (81.858) (85.301) Emissão de debêntures conversíveis – – Adiantamento para futuro aumento de capital 4.224 4.224 Amortizações de empréstimos e financiamentos (242.480) (294.692) Captações (pagamentos) de arrendamentos mercantis (527) (3.139) financeiros Caixa líquido aplicado nas atividades de 932.427 973.423 financiamentos Aumento no caixa e equivalentes de caixa 241.203 333.362 183.448 201.410 Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 424.651 534.772 Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 31 DE DEZEMBRO DE 2011 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 1. Contexto operacional: A Rede D’Or São Luiz S.A. (“Companhia” as demonstrações financeiras das empresas que compunham a Rede e conjuntamente com as subsidiárias “Rede D’Or” ou “Grupo”), D’Or, e efetuavam a combinação das contas patrimoniais e do resultado, anteriormente denominada Hospital Maternidade São Luiz S.A., com sendo os saldos e transações entre as empresas eliminadas e a sede na Rua Francisco Marengo, 1312– São Paulo – SP, tem por participação dos acionistas não-controladores segregada do patrimônio objetivo a prestação de serviços hospitalares, oferecendo conceitos líquido e no resultado combinado. Como consequência das medidas de assistência e hotelaria, criando centros de excelência médica de simplificação societária e venda da Rede Lab’s D’Or, conforme e diagnóstica e gerando experiência e conhecimento médicos que anteriormente mencionado, em 2011, a estrutura do Grupo passou proporcionam segurança aos clientes, sejam médicos, pacientes ou a permitir a elaboração de demonstrações financeiras consolidadas, planos de saúde. Atuando nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo conforme determinado nos pronunciamentos CPC 18 - Investimento e Pernambuco, o Grupo opera com 21 hospitais próprios, além de 2 em coligada e em controlada, CPC 36 - Demonstrações consolidadas, hospitais sob gestão e 4 em fase de construção, além de clínicas de e ICPC 09 - Demonstrações financeiras individuais, separadas, tratamento oncológicos e radioterapia. Em 1998, a primeira unidade consolidadas e aplicação do método de equivalência patrimonial. Para hospitalar, Hospital Barra D’Or, foi inaugurada, introduzindo novos fins de comparabilidade, conforme descrito na Nota 3, a Administração conceitos de arquitetura e hotelaria hospitalar. Em 2000 foi inaugurado da Companhia está reapresentando as demonstrações financeiras o Hospital Copa D’Or, e em 2001 o Hospital Quinta D’Or. A partir de combinadas de 31 de dezembro de 2010 excluindo a Rede Lab’s 2004 iniciou parcerias estratégicas com outros hospitais, aumentando D’Or. Cabe ressaltar, entretanto, que, devido às relevantes aquisições a amplitude de atuação e alcançando outras áreas do Rio de Janeiro. efetuadas nos exercícios, especialmente no segundo semestre de 2010, Em 2007 começou a operar, também mediante parcerias e aquisições, as demonstrações financeiras de 2010 não são comparáveis com 2011. no Estado de Pernambuco. Em 2010, importantes passos foram dados As tabelas abaixo resumem os ajustes efetuados pela Companhia nos no mercado de São Paulo, com as aquisições do Hospital Brasil, em saldos de abertura e nas demonstrações financeiras combinadas de 31 Santo André, do Hospital Assunção, em São Bernardo, e na capital, de dezembro de 2010: Balanço patrimonial - 31 de dezembro de 2010: 31 de dezemdo Hospital São Luiz, que possui três unidades. Complementarmente, bro de 2010Exclusão 31 de durante o exercício de 2010, a Companhia também adquiriu participação originalmente da Labs dezembro adicional (50%) no Hospital Rio de Janeiro e no Hospital Prontolinda, apresentado D’Or de 2010 passando a deter 100% de participação nestas empresas. Em 2011, a (ReapreCompanhia continuou com seu processo de expansão com a aquisição sentado) da Vivalle Serviços de Saúde, hospital em São José dos Campos, interior Ativo circulante 207.052 (5.642) 201.410 de São Paulo, e ainda a aquisição do Centro Hospitalar São Marcos, Caixa e equivalentes de caixa 146.814 – 146.814 em Recife. Adicionalmente, durante o exercício de 2011, a Companhia Títulos e valores mobiliários 426.889 (55.713) 371.176 deu importante passo no aumento da abrangência de seus serviços com Contas a receber 47.274 (3.263) 44.011 investimentos em clínicas de tratamento de oncologia e em clínicas de Estoques 47.015 (14.428) 32.587 radioterapia. A Companhia planeja continuar seu processo de expansão Impostos a recuperar Outros 35.344 (5.617) 29.727 em outros estados, com especial atenção aos mercados do Nordeste Total do ativo circulante 910.388 (84.663) 825.725 e Distrito Federal. Reestruturação societária: Dado o processo de Ativo não-circulante expansão da Rede D’Or nos últimos anos, a Companhia entendeu ser necessária uma reestruturação societária, além da reorganização da Realizável a longo prazo 7.044 112.699 119.743 estrutura de gestão e controle, visando suportar o crescimento das Partes relacionadas 42.797 (4.694) 38.103 operações. Essa reestruturação consistiu, principalmente, no aporte Depósitos judiciais das participações societárias anteriormente detidas pelos acionistas Imposto de renda e contribuição 276.116 (8.964) 267.152 controladores na FMG Empreendimentos Hospitalares S.A. (“FMG”). social diferidos 19.679 (642) 19.037 Após os referidos aportes e aquisições efetuadas, para aumentar Outros 3.249 (36) 3.213 os ganhos de escala e eficiência do Grupo, as subsidiárias Hospital Investimentos 611.293 (124.782) 486.511 Brasil Ltda., Hospital Prontolinda Ltda. e Hospital Assunção Ltda. foram Imobilizado 855.781 (18.533) 837.248 incorporados na então controladora FMG. Em dezembro de 2010, Intangível 1.815.959 (44.952) 1.771.007 a FMG foi incorporada pela subsidiária Hospital e Maternidade São Total do ativo não-circulante 2.726.347 (129.615) 2.596.732 Luiz S.A. (incorporação reversa), que passou a ser a controladora do Total do ativo Grupo. Em 2011, para as subsidiárias Casa de saúde e maternidade Passivo circulante 120.825 (8.368) 112.457 Joari Ltda., Hospital Realcordis Ltda., Hospital Geral de Bangu Ltda., Fornecedores 208.651 (54.240) 154.411 Hospital de Clinicas Bangu Ltda., Casa de Saúde e Maternidade Rio Empréstimos e financiamentos 407.380 – 407.380 de Janeiro S.A. e Vivalle Serviços de Saúde Ltda. (adquirida em 2011) Promissórias a pagar 11.696 (6.200) 5.496 foram incorporados na controladora (Rede D’Or São Luiz). A estrutura Arrendamentos a pagar 92.355 (6.718) 85.637 do Grupo após a reestruturação está sumariada na Nota 2. Essa Salários e encargos sociais 28.971 (1.993) 26.978 reestruturação proporcionou a simplificação da estrutura societária e Obrigações fiscais 17.266 (4.376) 12.890 gerará consideráveis benefícios de ordem administrativa, econômica e Tributos parcelados 121.766 (9.425) 112.341 financeira, em especial a redução de custos e despesas operacionais, Contas a pagar por aquisições proporcionando uma gestão mais eficiente das atividades desenvolvida Dividendos e juros sobre capital 68.717 (17.199) 51.518 pelo Grupo. O Grupo vem, constantemente, buscando maior eficiência próprio 26.135 (1.735) 24.400 no gerenciamento dos seus resultados e tem investido na expansão dos Outros seus negócios. O Grupo vem apresentando um crescimento expressivo Total do passivo circulante 1.103.762 (110.254) 993.508 em suas operações, devido à expansão das atividades existentes e a Passivo não-circulante compra de novos hospitais. A Administração está envidando todos os Empréstimos e financiamentos 246.120 (11.277) 234.843 esforços no sentido de reforçar a estrutura de capital da Companhia e Arrendamentos a pagar 16.439 (13.818) 2.621 maximizar sua liquidez. Há um empenho substancial da Administração Partes relacionadas 2.338 35.838 38.176 em fomentar em base gradativa, e de maneira sustentada, os resultados Tributos parcelados 83.759 (14.732) 69.027 e a lucratividade para os próximos exercícios. Venda do Labs D’Or: Contas a pagar por aquisições 216.702 – 216.702 Em julho de 2011, o Grupo vendeu a Rede Lab’s D’Or ao Fleury S.A, Provisão para contingências 138.220 (4.796) 133.424 pelo valor total de R$ 1,19 bilhão, dos quais 50% foram recebidos Outros 31.133 (15.758) 15.375 mediante pagamento em dinheiro e 50% em emissão de novas ações Total do passivo não-circulante 734.711 (24.543) 710.168 ordinárias da Fleury S.A., representando uma participação acionária Patrimônio líquido de 15% no Fleury S.A. Como consequência da venda, a Rede Lab’s Capital social 52.620 (10.451) 42.169 D’Or, que era composto por 11 laboratórios, deixou de ser incluída nas Reserva de capital 218.427 (10) 218.417 demonstrações financeiras do Grupo conforme descrito na Nota 2. 2. Reserva de lucros 53.305 – 53.305 Base de preparação e apresentação e principais políticas contábeis: Outras reservas 600.000 – 600.000 A autorização para conclusão da preparação destas demonstrações Prejuízos acumulados (42.381) 15.643 (26.738) financeiras foi concedida pela Administração da Companhia em 29 de Total do patrimônio líquido 881.971 5.182 887.153 março de 2011, e foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, observando a legislação societária (Lei nº 6.404/76 e Adiantamento para futuro – – – alterações subsequentes), os pronunciamentos técnicos, interpretações aumento de capital 5.903 – 5.903 e orientações emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis Participação não controladora (CPC). Até 31 de dezembro de 2010, a Rede D’Or não tinha uma estrutura Total do patrimônio líquido, societária que permitisse a elaboração de demonstrações financeiras adiantamento para futuro aumento consolidadas, uma vez que diversas empresas sob controle comum não de capital e participação não 887.874 5.182 893.056 tinham relação societária e, portanto, a Administração vinha elaborando controladora 2.726.347 (129.615) 2.596.732 demonstrações financeiras combinadas por meio da qual incluíam todas Total do passivo
Total 62.485 – (18.248) (14.377) 26.699 600.000 218.417 49.835 – (31.755) 893.056 – (8.950) 4.224 92.104 – (16.452) – 963.982
(14.632) (203.769) (1.463) (319.627) (719.860) (146.814) (1.187.764) 161.021 407.380 – 329.043 600.000 – 71.823 (503) 1.568.764 177.231 24.179 201.410
Demonstração do resultado - 31 de dezembro de 2010: 31 de dezembro de 2010 origi31 de nalmente Exclusão apresen- da Labs dezembro D’Or de 2010 tado (Reapresentado) Receita bruta 1.534.030 (242.573) 1.291.457 Deduções da receita Cancelamentos e abatimentos (25.280) 4.709 (20.571) (84.509) 13.965 (70.544) Impostos incidentes sobre receitas 1.424.241 (223.899) 1.200.342 Receita líquida Custos e despesas operacionais Pessoal (496.715) 71.873 (424.842) Materiais e medicamentos (322.897) 22.173 (300.724) Serviços de terceiros (282.591) 56.954 (225.637) Equivalência patrimonial (1.111) – (1.111) Depreciação e amortização (54.468) 18.690 (35.778) Provisão para perdas (1.946) – (1.946) Provisão para contingências 864 (1.597) (733) Outros custos e despesas (126.134) 34.784 (91.350) operacionais Total dos custos e despesas (1.284.998) 202.877 (1.082.121) operacionais Lucro antes do resultado financeiro e imposto de renda e contribuição social 139.243 (21.022) 118.221 (57.383) 10.918 (46.465) Resultado financeiro, líquido Lucro antes do imposto de renda e contribuição social 81.860 (10.104) 71.756 (20.197) (1.724) (21.921) Imposto de renda e contribuição social Lucro líquido do exercício 61.663 (11.828) 49.835 Lucro líquido atribuído aos acionistas (3.988) – (3.988) não controladores Lucro líquido atribuído aos acionistas 57.675 (11.828) 45.847 controladores As demonstrações financeiras da Rede D’Or, referentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2011 e 2010, compreendem as seguintes empresas: 2011 2010 Partici- Partici- Partici- Participação pação pação pação direta indireta direta indireta Controladora - Rede D’Or São Luiz S.A. (*) Empresas consolidadas integralmente Advance Plano de Saúde Ltda. 100,00 – 100,00 – São Luiz Assistência Médica Ambulatorial Ltda. 100,00 – 100,00 – Medise Medicina Diagnóstico e Serviços S.A. (“Medise”) 85,34 – 85.34 – Rodin Empreendimentos e Participações Ltda. 100,00 – – – Centro Hospitalar São Marcos Ltda. 100,00 – – – LE Participações Societárias S.A. 100,00 – 100,00 – Empresas consolidadas proporcionalmente Hospital Esperança Ltda. (“Esperança”) – 50,00 50,00 – Hospital Fluminense S.A. 50,00 – – – Oncoholding Participações S.A. (**) 50,00 – – – Oncologistas Associados Serviços Médicos Ltda. – 37,75 – – Instituto Oncológico de Pernambuco Ltda. (“IOPE”) – 4,90 – – Clínica OAL Serviços Médicos Ltda. – 37,75 – – Clínica OAL SP Serviços Médicos Ltda. – 37,75 – – Oncologistas Associados Vitória Ltda. – 37,75 – – Oncoprev Clínica de Prevenção e Tratamento em Oncologia S.A. – 37,75 – – Oncotech Oncologia Ltda. (“Oncotech”) – 50,00 – – Coral – Centro de Oncologia e Radioterapia Ltda. – 50,00 – – Centro Radioterápico Gávea S/C Ltda. – 50,00 – – LFC Serviços Médicos S/C Ltda. – 50,00 – – Serviços de Radioterapia São Peregrino Ltda. – 50,00 – – Instituto de Oncologia e Radioterapia São Pellegrino Ltda. – 50,00 – – Scanmed Aluguel de Máquinas e Equipamentos Ltda. – 50,00 – – JMJB Diagnósticos e Serviços Hospitalares S.A. 50,00 – 50,00 – J Badim S.A. (“Hospital Badim”) – 50,00 – 50,00 PRONCORDIS - Pronto Atendimento Cardiológico Ltda. (“Hospital Provita”) – 50,00 – 50,00 Hospital Norte D’Or de Cascadura Ltda. (“Norte D’Or”) 35,00 – 50,00 Rede Lav Lavanderia Industrial Hospitalar Ltda. – 50,00 – 50,00 JR Bayão Locação de Equipamentos Médicos Ltda. – 50,00 – 50,00 – EAH Administração Hospitalar Ltda. – 50,00 – Empresa reconhecida por equivalência patrimonial no consolidado Prontimagem Serviços Médicos Ltda. 50,00 – 50,00 –
(*) Inclui os hospitais São Luiz Itaim, São Luiz Morumbi, São Luiz Anália Franco, Copa D’Or, Quinta D’Or, Caxias D’Or, Brasil, Assunção, Prontolinda, Joari, Realcordis, HGB, HCB, Rio de Janeiro e Vivalle. (**) A operação de aquisição da Oncoholding Participações S.A. (“Oncoholding”) envolve a aquisição de diversas empresas especializadas no segmento de oncologia e radiologia, que atualmente são subsidiárias da Oncoholding. As principais políticas contábeis adotadas pela Companhia na elaboração das demonstrações financeiras estão descritas abaixo: a) Bases de consolidação: As demonstrações financeiras incluem as informações da Companhia e suas controladas e controladas em conjunto, descritas acima. O processo de consolidação das contas patrimoniais e do resultado corresponde à soma horizontal dos saldos das contas de ativo, passivo, receitas e despesas, segundo a sua natureza, complementadas pelas seguintes ajustes: As transações significativas realizadas entre as empresas consolidadas são eliminadas; Os saldos de contas do ativo e do passivo mantidos entre as empresas consolidadas são eliminados; e A participação dos acionistas não controladores é segregada do patrimônio líquido e resultado consolidado. As empresas sobre as quais a Companhia detém o controle compartilhado são consolidadas proporcionalmente, por meio do qual as contas de ativo, passivo e resultado foram somados às demonstrações financeiras considerando os percentuais de participação, não havendo, dessa forma, a eliminação da participação dos terceiros que detém a outra parcela de controle compartilhado.Todas as empresas consolidadas têm o mesmo exercício fiscal e possuem as mesmas políticas contábeis da controladora. b) Combinação de negócios: Combinações de negócios, a partir de 01 de janeiro de 2009, são contabilizadas utilizando o método de aquisição. O custo de uma aquisição é mensurado pela soma da contraprestação transferida, avaliada com base no valor justo na data de aquisição, e o valor de qualquer participação de não controladores na adquirida. Qualquer contraprestação contingente a ser transferida pela adquirente será reconhecida a valor justo na data de aquisição. Custos diretamente atribuíveis à aquisição devem ser contabilizados como despesa quando incorridos. Ao adquirir um negócio, a Companhia avalia os ativos e passivos financeiros assumidos com o objetivo de classificálos e alocá-los de acordo com os termos contratuais, as circunstâncias econômicas e as condições pertinentes na data de aquisição, o que inclui a segregação, por parte da adquirida, de derivativos embutidos existentes em contratos hospedeiros na adquirida. Inicialmente, o ágio é mensurado como sendo o excedente da contraprestação transferida em relação aos ativos líquidos adquiridos (ativos identificáveis adquiridos, líquidos e os passivos assumidos). Se a contraprestação for menor do que o valor justo dos ativos líquidos adquiridos, a diferença é reconhecida como ganho na demonstração do resultado. Após o reconhecimento inicial, o ágio é mensurado pelo custo, deduzido de perdas do valor recuperável, se houver. Para fins de teste do valor recuperável, o ágio adquirido em uma combinação de negócios é, a partir da data de aquisição, alocado às respectivas unidades geradoras de caixa que se espera sejam beneficiadas pela combinação. Quando um ágio fizer parte de uma unidade geradora de caixa e uma parcela dessa unidade for alienada, o ágio associado à parcela alienada deve ser incluído no custo da operação ao apurar o ganho ou perda na alienação. c) Instrumentos financeiros: Ativos financeiros - reconhecimento inicial e mensuração: Ativos financeiros são classificados como ativos financeiros a valor justo por meio do resultado, empréstimos e recebíveis, investimentos mantidos até o vencimento, ativos financeiro s disponíveis para venda, ou derivativos classificados como instrumentos de hedge eficazes, conforme a situação. O Grupo determina a classificação dos seus ativos financeiros no momento do seu reconhecimento inicial, quando ele se torna parte das disposições contratuais do instrumento. Ativos financeiros são reconhecidos inicialmente ao valor justo, acrescidos, no caso de investimentos não designados a valor justo por meio do resultado, dos custos de transação que sejam diretamente atribuíveis à aquisição do ativo financeiro. Os ativos financeiros do Grupo incluem caixa e equivalentes de caixa, contas a receber de clientes e outras contas a receber, empréstimos e outros recebíveis, e instrumentos financeiros não cotados. Passivos financeiros - reconhecimento inicial e mensuração: Os passivos financeiros são reconhecidos inicialmente na data de negociação na qual a Companhia se torna uma parte das disposições contratuais do instrumento. A Companhia baixa um passivo financeiro quando pago ou quando tem suas obrigações contratuais retiradas, canceladas ou vencidas. Quando um passivo financeiro existente for substituído por outro do mesmo mutuante com termos substancialmente diferentes, ou os termos de um passivo existente forem significativamente alterados, essa substituição ou alteração é tratada como baixa do passivo original e reconhecimento de um novo passivo, sendo a diferença nos correspondentes valores contábeis reconhecida na demonstração do resultado. Os passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado, ajustados com base nas variações monetárias e taxas de câmbio e incluem os juros incorridos até a data do balanço, baseados nos termos contratuais. Ganhos e perdas são reconhecidos na demonstração do resultado no momento da baixa dos passivos, bem como durante o processo de apropriação dos juros e variações monetárias. Os instrumentos financeiros derivativos: Os derivativos são reconhecidos inicialmente, e subsequentemente mensurados, pelo valor justo, sendo as variações do valor justo reconhecidas no resultado. Compensação de instrumentos financeiros: Os ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é apresentado no balanço patrimonial quando, e somente quando, a Companhia tenha o direito legal de compensar os valores e tenha a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e quitar o passivo simultaneamente. d) Reconhecimento da receita e custos: As receitas, custos e despesas das operações são reconhecidos em conformidade com o regime contábil de competência. As receitas são reconhecidas de acordo com a prestação dos serviços hospitalares, de diagnósticos e laboratoriais, quando seu valor pode ser mensurado de forma confiável, líquidas de descontos, créditos, abatimentos e possíveis glosas estimadas. Uma receita não é reconhecida se há uma incerteza significativa da sua realização. e) Ativos e passivos circulantes e não circulantes: Os ativos são classificados como circulantes quando realizáveis dentro dos doze meses seguintes. Os passivos circulantes e não circulantes são demonstrados pelos montantes nos quais eles serão liquidados considerando a data de cada balanço, incluindo juros provisionados e variações monetárias ou cambiais de acordo com as condições contratuais. f) Caixa, equivalentes de caixa e títulos e valores mobiliários: Incluem saldos em caixa, depósitos bancários à vista e aplicações financeiras. Estão demonstradas ao custo, acrescido dos rendimentos auferidos até as datas de encerramento dos exercícios, e com liquidez imediata, e estão sujeitas a um risco insignificante de mudança de valor. Os títulos e valores mobiliários são investimentos de curto prazo mantidos com o objetivo de serem negociados ativamente. Tais investimentos são registrados ao custo e acrescidos de atualização, estão marcados a mercado, e o ganho ou a perda registrado no resultado do exercício. g) Estoques: Os estoques são compostos por materiais hospitalares e medicamentos e avaliados ao custo médio de aquisição, não excedendo o seu valor de mercado. As provisões para estoques de baixa rotatividade ou obsoletos são constituídas quando consideradas necessárias pela Administração. h) Imobilizado: O imobilizado é registrado ao custo de aquisição ou construção, deduzido das respectivas depreciações acumuladas calculadas pelo método linear com base nas taxas descritas na Nota 9, que levam em consideração as vidas úteis estimadas dos bens. Gastos com reparos e manutenção que não aumentaram a vida útil do ativo são reconhecidos como despesa quando incorridos. A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Quando tais evidências são identificadas, e o valor contábil líquido excede o valor recuperável, é constituída provisão para perdas ajustando o valor contábil ao valor recuperável. i) Arrendamento mercantil: A determinação sobre se um acordo é, ou contém, arrendamento mercantil está baseada em aspectos relativos ao uso de um ativo ou, ainda, ao direito de uso de um determinado ativo, na data do início da sua execução. Arrendamentos mercantis financeiros são aqueles que transferem à Companhia substancialmente todos os riscos e benefícios relativos à propriedade do item arrendado e são capitalizados no início do arrendamento mercantil pelo valor justo do bem arrendado ou, se inferior, pelo valor presente dos pagamentos mínimos do arrendamento, incluindo, quando aplicável, os custos iniciais diretos incorridos na transação. Os pagamentos de arrendamento mercantil financeiro são alocados a encargos financeiros e redução de passivo de arrendamentos mercantis financeiros de forma a obter taxa de juros constante sobre o saldo remanescente do passivo. Os encargos financeiros são reconhecidos na demonstração do resultado. Esses bens arrendados são depreciados ao longo da sua vida útil ou, quando não houver razoável certeza de que a Companhia obterá a propriedade ao final do prazo do arrendamento, o ativo é depreciado ao longo do prazo contratual do arrendamento, dos dois o menor. Os arrendamentos operacionais são aqueles cujos riscos e benefícios não são transferidos ao arrendatário, sendo os custos reconhecidos no resultado por competência, à medida que o ativo é utilizado. As diferenças entre os valores efetivamente pagos e os reconhecidos como despesa no resultado são reconhecidos como despesas antecipadas ou provisionados no balanço patrimonial. j) Intangível: Ativos intangíveis adquiridos separadamente são mensurados ao custo no momento do seu reconhecimento inicial. O custo de ativos intangíveis adquiridos em uma combinação de negócios corresponde ao valor justo na data da aquisição. Após o reconhecimento inicial, os ativos intangíveis são apresentados ao custo, menos amortização acumulada e perdas acumuladas de valor recuperável. Ativos intangíveis gerados internamente, excluindo custos de desenvolvimento capitalizados, não são capitalizados, e o gasto é refletido na demonstração do resultado no exercício em que for incorrido. A vida útil de ativo intangível é avaliada como definida ou indefinida. Ativos intangíveis com vida definida são amortizados ao longo da vida útil econômica e avaliados em relação à perda por redução ao valor recuperável sempre que houver indicação de perda de valor econômico do ativo. O período e o método de amortização para um ativo intangível com vida definida são revisados no mínimo ao final de cada exercício social. Mudanças na vida útil estimada ou no consumo esperado dos benefícios econômicos futuros desses ativos são contabilizadas por meio de mudanças no período ou método de amortização, conforme o caso, sendo tratadas como mudanças de estimativas contábeis. A amortização de ativos intangíveis com vida definida é reconhecida na demonstração do resultado na categoria de despesa consistente com a utilização do ativo intangível. Ativos intangíveis com vida útil indefinida não são amortizados, mas são testados anualmente em relação a perdas por redução ao valor recuperável, individualmente ou no nível da unidade geradora de caixa. A avaliação de vida útil indefinida é revisada anualmente para determinar se essa avaliação continua a ser justificável. Caso contrário, a mudança na vida útil de indefinida para definida é feita de forma prospectiva. Ganhos e perdas resultantes da baixa de um ativo intangível são mensurados como a diferença entre o valor líquido obtido da venda e o valor contábil do ativo, sendo reconhecidos na demonstração do resultado no momento da baixa do ativo. k) Empréstimos, financiamentos e debêntures: Os empréstimos, financiamentos e debêntures são apresentados pelo seu montante principal acrescidos dos encargos financeiros incorridos, com base no método da taxa efetiva, até a data das informações intermediárias. l) Provisões: Provisões são reconhecidas quando há uma obrigação presente (legal ou não formalizada) em consequência de um evento passado, é provável que benefícios econômicos sejam requeridos para liquidar a obrigação e uma estimativa confiável do valor da obrigação possa ser feita. Quando a Companhia espera que o valor de uma provisão seja reembolsado, no todo ou em parte, o reembolso é reconhecido como um ativo separado, mas apenas quando o reembolso for praticamente certo. A despesa relativa a qualquer provisão é registrada no resultado, líquida de qualquer reembolso. A Companhia é parte de diversos processos judiciais e administrativos. A provisão para contingências é constituída para as discussões judiciais para as quais é provável que uma saída de recursos continua
DIÁRIO DO COMÉRCIO
30 -.ECONOMIA/LEGAIS continuação
sábado, domingo e segunda-feira, 21, 22 e 23 de abril de 2012
REDE D’OR SÃO LUIZ S.A. CNPJ nº 06.047.087/0001-39
ocorra para liquidar a contingência e uma estimativa razoável possa ser feita. A avaliação da probabilidade de perda inclui a avaliação das evidências disponíveis, a hierarquia das leis, as jurisprudências disponíveis, as decisões mais recentes nos tribunais e sua relevância no ordenamento jurídico, bem como a avaliação dos advogados externos. As provisões são revisadas e ajustadas para levar em conta alterações nas circunstâncias, tais como prazo de prescrição aplicável, conclusões de inspeções fiscais ou exposições adicionais identificadas com base em novos assuntos ou decisões de tribunais. m) Tributação: Imposto de renda e contribuição social: O imposto de renda e a contribuição social são calculados com base no resultado do exercício, ajustado ao lucro real pelas adições e exclusões previstas na legislação fiscal vigente. O imposto de renda e contribuição social diferidos são constituídos sobre os prejuízos fiscais acumulados, base negativa de contribuição social e diferenças temporárias entre os montantes dos ativos e passivos do balanço e bases fiscais, líquido de provisões para perda. Essas diferenças temporárias serão utilizadas para reduzir lucros tributários futuros. A Companhia anualmente reavalia o montante de imposto de renda e contribuição social diferidos ativos em relação a performance operacional e projeção do lucro tributável e, se necessário, reduz os valores para o valor esperado de realização. Impostos sobre a receita: As receitas da Companhia estão sujeitas aos impostos e contribuições relacionados abaixo, com as seguintes alíquotas: ISS - Impostos sobre Serviços de Qualquer Natureza De 2 a 4% PIS - Programa de Integração Social De 0,65 a 1,65% COFINS - Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social De 3 a 7,6% Esses impostos e contribuições são deduzidos das receitas brutas nas informações intermediárias. n) Ajuste a valor presente de ativos e passivos: Os ativos e passivos monetários de longo prazo são atualizados monetariamente e, portanto, estão ajustados pelo seu valor presente. O ajuste a valor presente de ativos e passivos monetários de curto prazo é calculado, e somente registrado, se considerado relevante em relação às informações intermediárias tomadas em conjunto. o) Julgamentos, estimativas e premissas contábeis: O processo de elaboração das informações intermediárias condensadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil requer que a Administração faça uso de julgamentos, estimativas e premissas que afetam os valores de receitas, despesas, ativos e passivos reportados nas informações intermediárias e suas notas explicativas. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem a vida útil econômica e o valor residual do imobilizado, recuperabilidade de ativos, provisão para contingências, valor justo dos instrumentos financeiros, dentre outros. O uso de estimativas e julgamentos é complexo e considera diversas premissas e projeções futuras e, por isso, a liquidação das transações pode resultar em valores diferentes das estimativas. A Companhia revisa suas estimativas e premissas ao menos anualmente. p) Demonstrações dos fluxos de caixa: As demonstrações dos fluxos de caixa foram preparadas pelo método indireto e estão apresentadas de acordo com o CPC 03 (R2). 3. Combinação de negócios: As aquisições de 2011 foram efetuadas no final do exercício. A Administração envidou esforços para avaliar os valores justos dos ativos adquiridos e passivos assumidos, entretanto, algumas análises relacionadas a, contas a receber, créditos fiscais, contingências e imobilizado encontram-se em andamento. Caso haja diferenças entre os saldos registrados em 31 de dezembro de 2011 e a avaliação final, os ajustes serão reconhecidos dentro do período de mensuração (12 meses) conforme previsto no CPC 15. As aquisições estão alinhadas com os planos de expansão do Grupo, principalmente, com o objetivo de crescimento em outros estados e abrangência de tratamentos. a) Centro Hospitalar São Marcos Ltda. (“São Marcos”): Em 5 de outubro de 2011, o grupo adquiriu 100% das ações com direito a voto da São Marcos, uma empresa de capital fechado que opera um hospital e um laboratório em Recife. A Rede D’Or avaliou, na data de aquisição, os ativos adquiridos e passivos assumidos pelos seus valores justos. O total da contraprestação transferida para compra da empresa foi de R$11.000, dos quais R$7.000 foram pagos na data de aquisição e R$ 4.000 serão retidos para assegurar o pagamento de eventuais contingências relevantes. O ágio auferido na aquisição do São Marcos é demonstrado como segue: Na data de aquisição Ativos líquidos adquiridos (*) (705) 11.000 Contraprestação transferida 11.705 Ágio gerado na aquisição (*) Até a presente data, não foram identificadas diferenças relevantes entre os valores contábeis e valores justos dos ativos adquiridos e passivos assumidos. Desde a data da aquisição até 31 de dezembro de 2011, o São Marcos contribuiu para o Grupo com receitas de R$ 18.630 e lucro antes dos impostos de R$ 1.022. Se a combinação de negócios tivesse ocorrido no início do exercício, o São Marcos teria contribuído para o Grupo com receitas de R$ 65.868 e lucro antes dos impostos de R$1.540. Aquisições em 2011: b) Vivalle Serviços de Saúde Ltda. (“Vivalle”): Em 9 de dezembro de 2011, o Grupo adquiriu 100% das ações com direito a voto da Vivalle, uma empresa de capital fechado que opera um hospital em São José dos Campos. A Rede D’Or avaliou, na data de aquisição, os ativos adquiridos e passivos assumidos pelos seus valores justos. O total da contraprestação transferida para compra da empresa foi de R$67.818, dos quais R$ 58.482 foram pagos na data de aquisição, R$ 1.136 foram pagos 60 dias após o pagamento da primeira parcela, a terceira parcela de R$ 3.200 será paga em seis anos e o restante de R$ 5.000 será quitado mediante liberação de certas licenças conforme determinado em contrato. O ágio auferido na aquisição do Vivalle é demonstrado como segue: Na data de aquisição Ativos líquidos adquiridos (*) 376 67.818 Contraprestação transferida 67.442 Ágio gerado na aquisição (*) Até a presente data, não foram identificadas diferenças relevantes entre os valores contábeis e valores justos dos ativos adquiridos e passivos assumidos. Desde a data da aquisição até 31 de dezembro de 2011, o Vivalle contribuiu para o Grupo com receitas de R$ 4.725 e lucro antes dos impostos de R$ 43. Se a combinação de negócios tivesse ocorrido no início do exercício, a Vivalle teria contribuído para o Grupo com receitas de R$ 54.903 e lucro antes dos impostos de R$5.895. A Vivalle foi incorporada a Rede D’Or São Luiz S.A. em dezembro de 2011. Aquisições em 2010: As análises e alocações de valores justos dos ativos adquiridos e passivos assumidos das aquisições realizadas em 2010 foram concluídas no exercício de 2011 e não houve alterações materiais em relação às informações divulgadas nas demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2010. a) Hospital e Maternidade São Luiz S.A. (“HMSL”): Em 30 de outubro de 2010, o Grupo adquiriu 74,58% das ações com direito a voto da HMSL, uma empresa de capital fechado que opera três hospitais e um plano de saúde. O Grupo avaliou, na data de aquisição, os ativos adquiridos e passivos assumidos pelos seus valores justos. O Grupo optou por mensurar a participação dos não controladores na adquirida ao valor justo. O total da contraprestação transferida foi de R$748.424, dos quais R$536.033 foram pagos na data de aquisição e R$ 212.391 estão sendo pagos em 10 parcelas mensais, atualizadas diariamente pela taxa CDI a partir do 55º mês após a data de fechamento. Os ajustes a valores justos efetuados e o ágio auferido na aquisição são demonstrados como segue: Na data de aquisição Ativos líquidos adquiridos a valor contábil 165.685 Ajustes a valor justo registrados nos ativos e passivos: Imposto de renda e contribuição diferidos ativos (i) 204.921 Ativo imobilizado (ii) 28.456 190.799 Ativo intangível (marca) (iii) Ativos líquidos adquiridos a valor justo 589.861 Participação não controladora (iv) (255.082) Ativos líquidos adquiridos a valor justo após participação não controladora 334.779 748.424 Contraprestação transferida 413.645 Ágio gerado na aquisição (i) O benefício fiscal futuro oriundo do excedente pago na aquisição foi registrado como imposto de renda e contribuição social diferidos ativos. (ii) A mensuração dos valores justos do ativo imobilizado foi feita por avaliador independente por meio de laudo de avaliação patrimonial baseado no método Evolutivo, Involutivo, Comparativo (de dados de mercado) e de Quantificação do custo. Essas avaliações fornecem ferramentas para encontrar o valor de reposição do bem, o valor de mercado e a vida útil remanescente. O método evolutivo trata da avaliação do valor do terreno somado a reprodução das benfeitorias devidamente depreciadas e aplicadas a um fator de comercialização. O método Involutivo consiste em identificar o valor de mercado do bem baseado em estudo de viabilidade técnico-econômica mediante hipotético empreendimento de características compatíveis com o bem e com as condições do mercado. O método Comparativo busca no mercado bens de características semelhantes aplicando ajustes de acordo com as diferenças identificadas entre o bem comparado e o de mercado. O método de quantificação do custo busca bens idênticos ou semelhantes no mercado e aplica a depreciação técnica do bem para fins de comparação. (iii) A mensuração dos valores justos da marca foi feita por avaliador independente por meio de fluxos de caixa descontados estimados relacionados ao intangível. (iv) A participação não controladora foi mensurada pelo valor justo, que considerou a relação de troca estabelecida entre o Grupo e os não controladores da HMSL, uma vez que esta participação não controladora foi integralmente adquirida pela Companhia em dezembro de 2010, mediante emissão de novas ações do Grupo. Após a aquisição da participação não controladora, o Grupo passou a deter 100% de participação na HMSL e os referidos não controladores passaram a participar em 7,61% na Companhia. Desde a data da aquisição até 31 de dezembro de 2010, a HMSL contribuiu para o Grupo com receitas de R$ 120.400 e lucro antes dos impostos de R$4.800. Se a combinação de negócios tivesse ocorrido no início do exercício de 2010, a HMSL teria contribuído para o Grupo com receitas de R$723.100 e prejuízo antes dos impostos de R$ 12.422. Custos relacionados à aquisição, no valor de R$ 20.000, foram reconhecidos na demonstração do resultado como despesas administrativas. b) Hospital Brasil Ltda.: Em 13 de abril de 2010, o Grupo adquiriu 88,89% das ações com direito a voto da HMB, uma empresa de capital fechado que opera um hospital em Santo André. O Grupo avaliou, na data de aquisição, os ativos adquiridos e passivos assumidos pelos seus valores justos. O Grupo optou por mensurar a participação dos não controladores na adquirida ao valor justo. O total da contraprestação transferida foi de R$178.667, dos quais R$44.667 foram pagos na data de aquisição e R$ 134.000 foram pagas em três parcelas semestrais iniciadas após seis meses da data de fechamento do contrato e já quitadas em 31 de dezembro de 2011. Os ajustes a valor justos efetuados e o ágio auferido na aquisição são demonstrados como segue: Na data de aquisição Ativos líquidos adquiridos a valor contábil 19.977 Ajustes a valor justo registrados nos ativos e passivos Imposto de renda e contribuição diferidos ativos (i) 33.684 59.622 Ativo imobilizado (ii) Ativos líquidos adquiridos a valor justo 113.283 (22.330) Participação não controladora (iii) Ativos líquidos adquiridos a valor justo após participação não controladora 90.953 178.667 Contraprestação transferida 87.714 Ágio gerado na aquisição (i) O benefício fiscal futuro oriundo do excedente pago na aquisição foi registrado como imposto de renda e contribuição social diferidos ativos. (ii) A mensuração dos valores justos do ativo imobilizado foi feita por avaliador independente por meio de laudo de avaliação patrimonial baseado no método Evolutivo, Involutivo, Comparativo (de
dados de mercado) e de Quantificação do custo. (iii) A participação não
Desde a data da aquisição até 31 de dezembro de 2010, o Hospital controladora foi mensurada pelo valor justo, que considerou a relação de troca estabelecida entre o Grupo e os não controladores do Hospital Prontolinda contribuiu para o Grupo com receitas de R$29.668 e lucro Brasil, uma vez que esta participação não controladora foi integralmente antes dos impostos de R$ 3.893. Se a combinação de negócios tivesse adquirida pela Companhia em novembro de 2010, mediante emissão ocorrido no início do exercício de 2010, a Hospital Prontolinda teria de novas ações do Grupo. Após a aquisição da participação não contribuído para o Grupo com receitas de R$50.218 e lucro antes dos controladora, o Grupo passou a deter 100% de participação na Hospital Brasil e os referidos não controladores passaram a participar em 1,03% impostos de R$7.900. na Companhia. Desde a data da aquisição até 31 de dezembro de 2010, 4. Caixa, equivalentes de caixa e títulos e valores mobiliários 2011 2010 o Hospital Brasil contribuiu para o Grupo com receitas de R$ 199.100 e Controladora Consolidado Combinado lucro antes dos impostos de R$ 9.900. Se a combinação de negócios tivesse ocorrido no início do exercício de 2010, a Hospital Brasil teria Equivalentes de caixa contribuído para o Grupo com receitas de R$262.600 e lucro antes dos Caixas e bancos 113.166 123.233 18.629 impostos de R$19.641. c) Hospital Assunção Ltda.: Em 10 de setembro Aplicações financeiras 311.485 411.539 182.781 de 2010, o Grupo adquiriu 100% das ações com direito a voto da 424.651 534.772 201.410 HMA, uma empresa de capital fechado que opera um hospital em São Títulos e valores mobiliários 514.763 514.763 146.814 Bernardo. O Grupo avaliou, na data de aquisição, os ativos adquiridos e passivos assumidos pelos seus valores justos. O total da contraprestação As aplicações financeiras e os títulos e valores mobiliários referemtransferida foi de R$ 20.629, dos quais R$10.314 foram pagos na data de se principalmente a certificados de depósitos bancários (CDBs) e aquisição, e o restante foi dividido em duas parcelas semestrais iniciando debêntures compromissadas, emitidos por instituições financeiras de após seis meses da data de fechamento do contrato. Em 31 de dezembro primeira linha, possuem liquidez diária e garantia de recompra, e são de 2011, apenas uma parcela encontra-se em aberto. Os ajustes a valor substancialmente remuneradas com base em percentuais da variação justos efetuados e o ágio auferido na aquisição são demonstrados como do Certificado de Depósito Interbancário (CDI). Os títulos classificados segue: em equivalentes de caixa tem vencimentos inferiores a 90 dias contados Na data de da data de aquisição, e os montantes classificados como títulos e valores aquisição Ativos líquidos adquiridos a valor contábil (23.512) mobiliários referem-se a títulos com vencimentos superiores aos 90 dias, e são mantidos para negociação. 5. Contas a receber: As contas Ajustes a valor justo registrados nos ativos e passivos Imposto de renda e contribuição diferidos ativos (i) 5.440 a receber consistem em saldos a receber das operadoras de saúde e de 28.140 particulares, como segue: Ativo imobilizado (ii) Ativos líquidos adquiridos a valor justo 10.068 2011 2010 20.629 Contraprestação transferida Controladora Consolidado Combinado 10.561 Ágio gerado na aquisição (Reapresentado) (i) O benefício fiscal futuro oriundo do excedente pago na aquisição foi registrado como imposto de renda e contribuição social diferidos ativos. Contas a receber de con(ii) A mensuração dos valores justos do ativo imobilizado foi feita por vênios e planos de saúde 435.607 508.994 376.655 avaliador independente por meio de laudo de avaliação patrimonial Contas a receber de baseado no método Evolutivo, Involutivo, Comparativo (de dados de 35.359 37.305 16.933 mercado) e de Quantificação do custo. Desde a data da aquisição até particulares 31 de dezembro de 2010, o Hospital Assunção contribuiu para o Grupo Provisão para créditos de com receitas de R$27.600 e lucro antes dos impostos de R$ 2.485. Se a liquidação duvidosa (40.023) (45.366) (22.412) combinação de negócios tivesse ocorrido no início do exercício de 2010, 430.943 500.933 371.176 o Hospital Assunção teria contribuído para o Grupo com receitas de R$79.400 e prejuízo de R$24.541. d) Hospital Prontolinda Ltda.: Em 31 (*) O saldo do contas a recber de convênios e planos de saúde está de outubro de 2010 o grupo adquiriu o controle do Hospital Prontolinda apresentado líquido das glosas no valor de R$ 59.785 e R$ 71.380, na com a aquisição de 50% de participação adicional. O Grupo avaliou, controladora e no consolidado, respectivamente. na data de aquisição, os ativos adquiridos e passivos assumidos e Movimentação da provisão concluiu não haver diferenças relevantes entre seus valores contábeis 2011 2010 e valores justos. O total da contraprestação transferida foi de R$ 31.416, Controladora Consolidado Combinado mediante emissão de novas ações do Grupo, de forma que os antigos (Reapresentado) controladores do Prontolinda passaram a deter 0,93% do Grupo. O ágio Saldo em 31/12/2010 (20.094) (22.412) (3.995) auferido na aquisição é demonstrado como segue: Na data de Constituição de provisão (79.714) (93.369) (17) aquisição Provisão oriunda das Ativos líquidos adquiridos 821 – (965) (18.400) 31.416 aquisições de empresas Contraprestação transferida (99.808) (116.746) (22.412) Ágio gerado na aquisição 30.595 Saldo em 31/12/2011 6. Transações com partes relacionadas: Saldos com partes relacionadas 2011 2010 Controladora Consolidado Combinado Ativo não Passivo não Ativo não Passivo não Ativo não Passivo não Empresas circulante circulante circulante circulante circulante circulante (Reapresentado) Cardiolab Exames Complementares S.A. – – – – 111.946 33.842 Medise Medicina Diagnóstico e Serviços Ltda. – (977) – – – – LE Participações Societárias S.A. 12.794 – – – – – PMJ Assessoria e Consultoria Financeira S.A. 3.484 – 3.484 3.157 4.334 Oncoholding Participações S.A. 16.688 – – – – – Oncologistas Associados S.A. 4.621 – – – – – Oncotech Oncologia Ltda. 46.740 – – – – – Sócios Oncoholding – – 34.043 – – – Sócios Fluminense – – 2.418 – – – Hospital Fluminense S.A. 4.834 – – – – – Centro Hospitalar São Marcos Ltda. 3.080 – – – – – São Luiz Assistência Médica Ambulatorial Ltda. – (472) – – – – 8.365 (155) 7.648 (327) 4.640 – Outros 100.606 (1.604) 47.593 (327) 119.743 38.176 As principais transações com partes relacionadas referem-se a Movimentação dos investimentos no exercício 2011 2010 transferências de recursos entre as empresas, sendo que os principais Controladora Consolidado Combinado saldos são eliminados nas demonstrações financeiras consolidadas. Os (Reapresentado) saldos entre partes relacionadas não são corrigidos e não tem prazo 44.265 3.213 1.782 de vencimento. Os saldos remanescentes demonstrados acima são Saldos iniciais 105.829 4.147 2.542 operações de conta-corrente com as empresas não consolidadas e/ou Adições 8.788 – – adiantamentos aos acionistas / cotistas que serão quitados por meio da Incorporações Resultado de compensação de dividendos a serem distribuídos futuramente. Não há 17.113 (1.569) (1.111) equivalência patrimonial transações operacionais relevantes entre as empresas e, sendo assim, Saldos finais 175.995 5.791 3.213 não estão sendo apresentados os saldos de resultado dessas transações. Além das aquisições de controladas descritas na Nota 3, as principais 7. Investimentos: Composição dos saldos transações de investimento ocorridas em 2011 foram as seguintes: a) Oncologistas Associados Ltda. - Em 24 de maio de 2011, o Grupo, 2011 2010 Controladora Consolidado Combinado por meio da controlada em conjunto Oncoholding Participações S.A., adquiriu o controle compartilhado da Oncologistas Associados Ltda. com (Reapresentado) a aquisição de participação indireta de 37,75%. Esta empresas é sediada no Rio de Janeiro e especializada em tratamentos oncológicos. O valor Medise Medicina pago foi R$ 49.200, dos quais R$ 36.637 foram pagos na data de aquisição Diagnóstico e Serviços e R$ 12.563 serão pagos em 2 parcelas, a primeira após três anos da Ltda. 44.168 – – assinatura do contrato e a segunda após cinco ano. O ágio auferido na LE Participações aquisição, no valor de R$ 23.487, está preliminarmente justificado pela Societárias S.A. 5.229 – – lucratividade futura e Administração ainda está em fase de análise dos ativos e passivos da controlada em conjunto. b) Clínicas de radioterapia JMJB Diagnósticos e - Em 27 de setembro de 2011, a o Grupo, por meio da controlada em Serviços Hospitalares conjunto Oncotech, adquiriu o controle compartilhado da Coral - Centro S.A. 9.941 – – de Oncologia e Radioterapia Ltda., Centro Radioterápico Gávea S/C Ltda., LFC Serviços Médicos S/C Ltda., Serviços de Radioterapia São Rodin Empreendimentos Pellegrino Ltda., Instituto de Oncologia e Radioterapia São Pellegrino e Participações Ltda. 51.512 – – Ltda. e da Scanmed Aluguel de Máquinas e Equipamentos Ltda. O valor Ágio Rodin pago foi R$ 45.809, sendo o pagamento integral no ato de assinatura do contrato. O ágio auferido na aquisição no valor de R$ 21.072, está Empreendimentos e Participações Ltda. 17.488 – – preliminarmente justificado pela lucratividade futura e Administração ainda está em fase de análise dos ativos e passivos da controlada em Prontimagem Serviços conjunto. Incorporações ocorridas em 2011 - Em 31 de outubro de Médicos Ltda. 1.748 1.748 2.247 2011, dando continuidade ao processo de reestruturação societária, foram incorporadas à controladora as seguintes sociedades controladas: Oncoholding Hospital Realcordis S.A., Hospital de Clínicas de Bangu Ltda., Hospital Participações S.A. 29.760 – – Geral de Bangu Ltda., Casa de Saúde e Maternidade Rio de Janeiro Ágio Centro Hospitalar S.A. e Casa de Saúde e Maternidade Joari S.A. Não houve alterações São Marcos Ltda. 11.705 – – nas demonstrações financeiras consolidadas uma vez que tais entidades 4.444 4.043 966 eram controladas integrais da Companhia. Em 30 de dezembro de 2011, Outros ocorreu a incorporação da Vivalle Serviços de Saúde Ltda., hospital 175.995 5.791 3.213 adquirido pela Rede D’Or São Luiz em 09 de dezembro de 2011. Informações sobre as controladas em 31 de dezembro de 2011 Controladora Partici- Número de Lucro Resultado de pação ações Patrimônio Receita Investi- líquido do equivalência Ativo Passivo (%) detidas líquido líquida imento exercício patrimonial Medise Medicina Diagnóstico e Serviços Ltda. 85,34% 2.784 233.966 182.212 44.168 229.137 44.168 19.663 16.780 Oncoholding Participações S.A. 50,00% 5.340 76.208 16.688 59.520 – 29.760 4.556 2.278 LE Participações Societárias S.A. 100,00% – 18.022 12.794 5.229 – 5.229 1.651 1.651 JMJB Diagnósticos e Serviços Hospitalares S.A. 50,00% 25 31.768 3.440 28.328 – 9.941 13.316 6.658 Rodin Empreendimentos e Participações Ltda. 100,00% – 54.534 3.022 51.512 1.460 51.512 1.295 1.295 – – – – – 5.221 – 11.549 Outros investimentos – – – – – 145.831 – 40.221 8. Imobilizado: Composição dos saldos 2011
Descrição Máquinas e equipamentos hospitalares Instrumentos cirúrgicos Maquinas e equipamentos Imóveis Benfeitorias em imóveis próprios Benfeitorias em bens de terceiros Móveis e utensílios Veículos Instalações Terrenos Imobilizações em andamento Outros
Controladora Depreciação acumuTaxa de deValor lada preciação Custo líquido 12,5% 20% 7,14% 1,7% 10% 4% 10% 20% 10% n/a n/a 5% a 10%
Movimentação do imobilizado em 2011 Controladora Descrição Máquinas e equipamentos hospitalares Instrumentos cirúrgicos Máquinas e equipamentos Imóveis Benfeitorias em imóveis próprios Benfeitorias em bens de terceiros Móveis e utensílios Veículos Instalações Terrenos Imobilizações em andamento Outros
198.006 (119.047) 2.581 (2.092) 55.098 (25.639) 223.572 (40.372) 16.312
(5.108)
155.519 (51.263) 36.916 (17.666) 2.451 (1.491) 13.126 (7.909) 23.016 – 99.494 – 2.546 (751) 828.637 (271.338)
78.959 489 29.459 183.200 11.204
Consolidado Depreciação acumuValor lada Custo líquido 256.612 (151.767) 2.914 (2.126) 67.400 (31.017) 224.519 (40.424) 18.205
(5.130)
104.256 238.575 (94.827) 19.250 45.801 (21.327) 960 3.011 (1.680) 5.217 23.253 (12.087) 23.016 99.601 – 99.494 115.388 (451) 1.795 2.659 (751) 557.299 1.097.938 (361.587)
2010 Adições 72.041 27.429 278 408 19.375 12.265 152.907 11.155 9.713 1.842 62.825 43.149 18.694 3.947 1.434 77 3.593 1.351 14.999 4.702 22.541 116.832 5.597 29 383.997 223.186
2010 Combinado
Custo
104.845 222.494 788 2.229 36.383 49.082 184.095 190.739 13.075
Depreciação Valor acumulada líquido (Reapresentado) (124.317) 98.177 (1.900) 329 (25.078) 24.004 (37.462) 153.277
15.166
(4.792) 10.374
143.748 192.119 24.474 39.874 1.331 2.996 11.166 20.487 99.601 21.219 114.937 35.310 1.908 5.850 736.351 797.565
(88.861) 103.258 (16.671) 23.203 (1.457) 1.539 (10.272) 10.215 – 21.219 – 35.310 (244) 5.606 (311.054) 486.511
Baixas Transferências Depreciação (2.483) 420 (21.038) – – (197) (186) 1.970 (4.939) – 16.167 (2.947) (8) (21) (322) (38) 54 (1.734) (217) 201 (4.034) (264) – (312) – 1.001 (879) – – – (23.939) (19.792) – (119) – (507) (27.254) – (36.909)
Adições oriundas de aquisições 2.590 – 974 5.918 – – 659 25 151 3.315 – 647 14.279
2011 78.959 489 29.459 183.200 11.204 104.256 19.250 960 5.217 23.016 95.642 5.647 557.299
Consolidado Adições oriundas de 2010 Adições Baixas Transferências Depreciação aquisições 2011 98.177 31.726 (3.029) 420 (27.449) 5.000 104.845 329 522 – – (227) 164 788 24.004 13.185 (188) 1.970 (5.938) 3.350 36.383 153.277 11.155 – 16.167 (2.961) 6.457 184.095 10.374 3.042 (9) (21) (338) 27 13.075 103.258 47.987 (3.441) 54 (5.966) 1.856 143.748 23.203 4.620 (296) 201 (4.657) 1.403 24.474 1.539 171 (264) – (223) 108 1.331 10.215 1.627 (315) 1.001 (1.814) 452 11.166 21.219 22.190 (31) – – 56.223 99.601 35.310 119.444 (23.943) (19.792) – 65 111.084 5.606 33 (118) – (508) 748 5.761 486.511 255.702 (31.634) – (50.081) 75.853 736.351 Em 16 de junho de 2011, o Grupo adquiriu a Rodin Empreendimentos e Participações Ltda., cujo principal ativo é um terreno na Barra da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro, por R$ 69.000, sendo que R$ 34.500 foram pagos na data de aquisição, R$ 33.500 em 05 de dezembro de 2011 e o restante será pago em 05 de janeiro de 2013. As obras em andamento referem-se a expansão do hospital São Luiz, unidade Itaim em São Paulo, hospital Brasil em Santo André, e ainda devido a construção do Caxias D’Or no Rio de Janeiro. Movimentação do imobilizado em 2010 Consolidado Adições oriundas de Descrição 2009 Adições Baixas Transferências Depreciação aquisições 2010 Máquinas e equipamentos hospitalares 58.626 17.457 – – (27.082) 49.176 98.177 Instrumentos cirúrgicos 91 201 – – (219) 256 329 Máquinas e equipamentos 9.965 3.654 – – (564) 10.949 24.004 Imóveis 76.252 606 (18.248) – (1.268) 95.935 153.277 Benfeitorias em imóveis próprios 2.176 10.538 – – (2.340) – 10.374 Benfeitorias em bens de terceiros 17.317 28.868 – – (3.052) 60.125 103.258 Móveis e utensílios 6.982 5.030 – – (194) 11.385 23.203 Veículos 848 252 – – (260) 699 1.539 Instalações 8.907 1.040 – – (542) 810 10.215 Terrenos 8.082 2.001 – – – 11.136 21.219 Imobilizações em andamento 13.328 7.368 – – (111) 14.725 35.310 Outros 2.610 240 – – (146) 2.902 5.606 205.184 77.255 (18.248) – (35.778) 258.098 486.511
Descrição Máquinas e equipamentos hospitalares Instrumentos cirúrgicos Máquinas e equipamentos Imóveis Benfeitorias em imóveis próprios Benfeitorias em bens de terceiros Móveis e utensílios Veículos Instalações Terrenos Imobilizações em andamento Outros
9. Intangível: O saldo de intangível é composto como segue: 2011 2010 ConControladosoli- Combinado ra dado (Reapresentado) Vida útil definida Taxa anual - 20% Softwares 4.764 5.029 2.360 Vida útil indefinida Ágios Aquisição do Copa D’Or 80.058 80.058 80.058 Aquisição do HMSL 413.645 413.645 413.645 Aquisição do Hospital Brasil 87.716 87.716 86.960 Aquisição do Hospital Assunção 10.561 10.561 10.561 Aquisição do Hospital Prontolinda 30.595 30.595 30.595 Aquisição do Centro de Radioterapia – 21.072 – Aquisição da Oncologistas Associados – 23.488 – Aquisição da Vivalle 67.442 67.442 – Aquisição do São Marcos – 11.705 – Outros ágios 13.561 37.924 22.259 190.810 190.810 190.810 Marcas e patentes 899.152 980.045 837.248 Os ágios demonstrados acima são oriundos das combinações de negócio descritas na Nota 3 ou de anos anteriores, bem como da aquisição dos investimentos em controladas em conjunto descritos na Nota 7. 10. Empréstimos e financiamentos: Controladora Curto Longo Indexadores Spread Banco prazo prazo Total BNDES/FINAME 1.859 20.444 22.303 TJLP 4,97% IFC – International Finance Corporation 3.917 90.083 94.000 LIBOR 1,50% 1.170 12.884 14.054 CDI 3,44% CCB’s 6.946 123.411 130.357 2010 Consolidado 2011 (Combinado) Curto Longo IndexaBanco prazo prazo Total Total dores Spread Financiamento 111.871 CDI 2,50% BNDES/FINAME 3.105 34.153 37.258 43.361 TJLP 4,97% IFC – International Finance Corporation 3.917 90.083 94.000 53.167 LIBOR 1,50% 2.695 29.645 32.340 180.855 CDI 3,44% CCB’s 9.717 153.881 163.598 389.254 Os principais financiamentos foram captados com objetivo de efetuar aquisições de empresas, e para obras de expansão dos hospitais. Em garantia aos empréstimos e financiamentos foram oferecidos avais e imóveis dos acionistas controladores. Adicionalmente às garantias prestadas, estão previstos em alguns contratos de empréstimos e financiamentos a manutenção de certas condições de naturezas financeira (covenants), legal e societária que são acompanhados e fiscalizados pelos agentes fiduciários. A Administração entende que até a presente data não houve qualquer descumprimento de covenants. O saldo de longo prazo possui o seguinte cronograma de vencimento: Controladora Consolidado Ano Valor Ano Valor 2013 6.531 2013 9.070 2014 6.143 2014 8.471 2015 5.781 2015 7.915 2016 5.443 2016 7.399 99.513 2017 a 2020 121.026 2017 a 2020 123.411 153.881 11. Promissórias a pagar: Em 03 de novembro de 2010 a Companhia captou nota promissória junto ao Banco Itaú Unibanco S.A., no valor de R$ 400.000, com juros de CDI + 2% ao mês. Em 20 de abril de 2011, a Companhia liquidou integralmente essa nota promissória, pelo valor de R$ 423.817. Os recursos utilizados para o pagamento desse montante foram oriundos das debêntures emitidas também em 20 de abril de 2011, conforme descrito na Nota 12. 12. Debêntures a pagar: Em 20 de abril de 2011, a Companhia realizou emissão de debêntures não conversíveis em ações, em uma série de 100 (cem) debêntures para distribuição pública, no valor total de R$ 1.000.000, com vencimento em 20 de abril de 2018. As debêntures são remuneradas pro rata temporis com juros equivalentes a 100% do DI (Depósitos Interfinanceiros) mais 2,3% ao ano. Como garantia, foram oferecidas ações representativas de 42,5% do capital social da Companhia e cessão fiduciária de direitos creditórios. Após o período de 24 meses, a Companhia tem o direito de efetuar a amortização antecipada das debêntures, nos termos determinados contratualmente. Em 28 de outubro de 2011, a Companhia realizou a segunda emissão de debêntures não conversíveis em ações, em uma série única para distribuição pública, no valor total de R$ 100.000, com vencimento em 15 de janeiro de 2017. As debêntures são remuneradas pro rata temporis com juros equivalentes a 100% do DI (Depósitos Interfinanceiros) mais 2,0% ao ano. Os juros serão pagos mensalmente a partir de 15 de julho de 2012 até o final do contrato. Não há previsão de garantias ou amortização antecipada. Em 10 de dezembro de 2011, a Companhia realizou a terceira emissão de debêntures não conversíveis em ações, em uma série única para distribuição pública, no valor total de R$ 650.000, com vencimento em 10 de dezembro de 2018. As debêntures são remuneradas pro rata temporis com juros equivalentes a 100% do DI (Depósitos Interfinanceiros) mais 2,3% ao ano. Nos primeiros dois anos, os juros serão pagos trimestralmente a partir de 10 de março de 2012, e posteriormente os serão pagos mensalmente. Não há previsão de garantias das debêntures. Mediante aviso prévio de 10 dias, a Companhia tem o direito de efetuar a amortização antecipada das debêntures, nos termos determinados contratualmente. Em 12 de dezembro de 2011, a subsidiária Medise realizou a primeira emissão de debêntures não conversíveis em ações, em uma série única para distribuição pública, no valor total de R$ 100.000, com vencimento em 12 de dezembro de 2017. As debêntures são remuneradas pro rata temporis com juros equivalentes a 100% do DI (Depósitos Interfinanceiros) mais 2,2% ao ano. Os juros serão pagos mensalmente a partir do 12 de janeiro de 2013. Como garantia, foram oferecidas cessão fiduciária de direitos creditórios. Mediante aviso prévio de 10 dias, a Companhia tem o direito de efetuar a amortização antecipada das debêntures, nos termos determinados contratualmente. Estas emissões de debêntures estão vinculadas ao plano de crescimento do Grupo, conforme mencionado na Nota 1. Em 31 de dezembro de 2011, essas debêntures totalizam R$ 1.765.199 na controladora e R$ 1.864.462 no consolidado, dos quais R$ 24.840 e R$ 24.601, respectivamente, encontra-se registrado no curto prazo. Adicionalmente às garantias prestadas, estão previstos em alguns contratos de empréstimos e financiamentos a manutenção de covenants, que são acompanhados e fiscalizados pelos agentes fiduciários. A Administração entende que até a presente data não houve qualquer descumprimento de covenants. 13. Obrigações fiscais e tributos parcelados: a) Obrigações fiscais 2011 2010 Con- Consoli- Combitroladora dado nado (Reapresentado) PIS - Programa de Integração Social 1.215 1.703 987 COFINS - Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social 5.819 6.978 4.383 ISS - Impostos sobre Serviços de Qualquer Natureza 4.108 5.652 4.722 IRRF – Imposto de renda retido na fonte 6.133 7.029 1.919 Imposto de renda 1.727 3.112 6.986 Contribuição social 577 771 2.434 3.808 4.372 5.547 Outros 23.387 29.617 26.978 b) Tributos parcelados 2011 2010 CombiControladora Consolidado nado Não Não Circu- circuCircu- circuTributos Total parcelados lante lante Total lante lante Total (Reapresentado) ISS 973 2.120 3.093 1.321 2.946 4.267 5.335 Parcelamento Lei 11.941/09 4.882 55.979 60.861 6.090 72.455 78.545 66.882 945 3.063 4.008 1.091 3.450 4.541 9.700 Outros 6.800 61.162 67.962 8.502 78.851 87.353 81.917 Em 31 de julho de 2011, ocorreu a consolidação do Parcelamento da Lei 11.941/09, sendo que não houve diferença significativa do débito consolidado e o valor registrado na contabilidade. O valor será pago em 60 meses e é atualizado pela taxa Selic. 14. Contas a pagar por aquisições: O saldo é composto como segue: 2011 2010 ControConsoCombinado ladora lidado (Reapresentado) Parcela circulante 23.224 23.818 112.341 219.924 219.924 216.702 Parcela não circulante 243.148 243.742 329.043 As contas a pagar por aquisição de empresas referem-se o saldo remanescente das considerações relativas a algumas das aquisições efetuadas em 2010 e 2011, conforme descrito na Nota 4. O saldo de longo prazo possui o seguinte cronograma de vencimento: Valor 1.170 – 216.346 2.408 – 219.924 15. Provisão para contingências, depósitos judiciais e compromissos Provisão para contingências e depósitos judiciais - A Companhia e suas controladas estão envolvidas em diversas ações judiciais de natureza fiscal, cível e trabalhista. Os depósitos judiciais somente serão liberados em caso de decisão favorável às empresas. Com base no parecer de seus consultores jurídicos internos e externos, a Administração constituiu provisão para perdas consideradas suficientes para cobrir as perdas prováveis, conforme demonstrado a seguir: continua Ano 2013 2014 2015 2016 2017 a 2020
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sábado, domingo e segunda-feira, 21, 22 e 23 de abril de 2012 continuação
ECONOMIA/LEGAIS - 31
REDE D’OR SÃO LUIZ S.A. CNPJ nº 06.047.087/0001-39 2011 Controladora Consolidado Provisão para Provisão para Depósitos contingências Depósitos judiciais contingências judiciais
Fiscais Trabalhistas Cíveis
49.183 35.409 21.121 105.713
(13.284) (2.843) (6.693) (22.820)
As movimentações das provisões para contingências nos exercícios de 2011 e 2010 foram: 2011 TrabaControladora Fiscais lhistas Cíveis Total Saldos no início do exercício 68.444 26.455 35.750 130.649 Adições, líquidas de reversões (5.081) 10.665 (14.287) (8.703) Atualizações monetárias 12.498 – – 12.498 (26.678) (1.711) (342) (28.731) Pagamentos Saldos no final do exercício 49.183 35.409 21.121 105.713 2011
2010 Total (Combinado) (ReapreCíveis Total sentado) 35.750 133.424 8.551
TrabaConsolidado Fiscais lhistas Saldos no início exerc. 71.188 26.486 Adições, líquidas de reversões (9.816) 12.351 (10.458) (7.923) 227 Atualizações monetárias 17.665 – – 17.665 – Pagamentos (27.383) (2.024) (507) (29.914) (1.661) Adições oriundas de 6.208 – – 6.208 126.307 aquisições Saldos no final do 57.862 36.813 24.785 119.460 133.424 exercício Em abril de 2011, a Companhia efetuou pagamento de R$ 20.092 referente a acordo feito com a prefeitura de Santo André, para a quitação de autuação de Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS do Hospital Brasil. Os processos de natureza fiscal provisionados decorrem principalmente de ações referentes a discussões sobre a incidência de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS nas importações de equipamentos médicos, Impostos sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISS com recolhimento com base em alíquota diferenciada, e discussões sobre a incidência de Imposto sobre produtos industrializados – IPI sobre importações, cujas perdas são avaliadas como prováveis e, portanto, foram provisionadas pela Administração. Adicionalmente, a Companhia também é parte de diversos processos fiscais de naturezas variadas, no montante total de aproximadamente R$ 8.971 na controladora e R$ 11.901 (R$ 389 em 2010) no consolidado, cujas probabilidades de perda foram estimadas como possível. Portanto, não foram registradas provisões para contingências para esses processos. Os processos de natureza trabalhista decorrem principalmente de reclamações de horas extras, 13º salário, aviso prévio, férias e FGTS. Além das causas provisionadas, a Rede D’Or é ré em processos trabalhistas no montante total aproximado de R$ 25.582 na controladora e R$ 26.749 (R$ 14.417 em 2010) no consolidado, cujas probabilidades de perda foram avaliadas como possível e, portanto, não são reconhecidas provisões para contingências. Os processos de natureza cível referem-se, principalmente, a indenizações por danos morais e materiais. Além das causas provisionadas, a Rede D’Or é ré em processos cíveis no montante total aproximado de R$ 57.099 na controladora e R$ 64.824 (R$ 72.625 em 2010) no consolidado, cujas perdas são avaliadas como possível e, portanto, não são reconhecidas provisões para contingências. Compromissos. A Rede D’Or possui contratos de arrendamentos operacionais, cujos compromissos totalizam aproximadamente R$ 600.000 (valor bruto nominal) em 31 de dezembro de 2011, correspondentes principalmente a arrendamentos de edifícios pelo prazo de dezoito anos. As despesas com arrendamentos reconhecidas no exercício foram de R$ 62.686. 16. Patrimônio líquido. a) Capital social. O capital social, subscrito e integralizado em 31 de dezembro de 2011 é de R$ 43.318 (R$ 42.169 em 31 de dezembro de 2010) divididos em 244.462.461 ações ordinárias (243.995.151 em 2010), nominativas e sem valor nominal. No exercício de 2011, os acionistas efetuaram aumento de capital no montante de R$ 1.149, correspondente a participação não controladora da subsidiária Casa de Saúde e Maternidade Joari S.A. (“Joari”) incorporada pela Companhia. Foram emitidas 467.250 novas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, atribuídas aos antigos acionistas do Joari. b) Destinações do lucro. A reserva legal é constituída com base em 5% do lucro líquido do exercício, limitada a 20% do capital social, em conformidade com o artigo 193 da Lei nº 6.404/76. A destinação dos dividendos é efetuada com base na Lei nº 6.404/76, sendo o dividendo mínimo obrigatório de 25% do lucro líquido, após destinação da reserva legal. Ao final do exercício de 2011, após a destinação à reserva de lucros e dividendos mínimos obrigatórios, a Companhia destinou o saldo restante de lucros acumulados à reserva de investimentos. c) Ágio em transações de capital. Em de agosto de 2011, a Companhia adquiriu 9,7% e 20% de participação adicional na Casa de Saúde e Maternidade Rio de Janeiro S.A. e na Casa de Saúde e Maternidade Joari Ltda., respectivamente, empresas estas que já eram controladas da Companhia e que passou a deter 100% do capital social destas subsidiárias. O valor pago pela participação adicional, excedente ao valor patrimonial, no montante total de R$ 8.470, foi registrado como “ágio em transações de capital”, diretamente no
57.862 36.813 24.785 119.460
2010 Combinado
Provisão para contingências (Reapresentado) (16.797) 71.188 (3.424) 26.486 (7.371) 35.750 (27.592) 133.424
2011 Con- Consolitroladora dado
Depósitos judiciais (28.187) (3.978) (5.938) (38.103)
patrimônio líquido. d) Outras reservas – debêntures conversíveis. Em 14 de abril de 2010, a Companhia realizou a emissão privada de debêntures, integralmente adquiridas pelo BTG Pactual Saúde Fundo de Investimento em Participações, de espécie subordinada e conversível em ações, em uma única série, no valor total de R$ 350.000, com vencimento em 31 de dezembro de 2013, atualizados pelo CDI (Certificado de Depósito Interbancário) acrescido de juros de 3,5% ao ano. Em 28 de novembro de 2010, a Companhia realizou uma segunda emissão privada de debêntures, integralmente adquiridas pelo Banco BTG Pactual S.A., de espécie subordinada e conversível em ações, em uma única série, no valor total de R$ 250.000, com vencimento em 31 de dezembro de 2013, atualizados pelo CDI (Certificado de Depósito Interbancário) acrescido de juros de 2,0% ao ano. Referidos juros somente serão pagos no vencimento das debêntures caso essas não sejam convertidas em ações. O debenturista tem a opção (call) de, na data de vencimento, converter essas debêntures em ações, que representarão 23,46% do capital do Grupo. Caso o debenturista não exerça sua opção, a Companhia tem a opção (put) de pagar o montante corrigido com ações que representem a referida participação. Considerando a estrutura destas operações, onde ambas as partes tem a opção de liquidar as debêntures por meio de recebimento/entrega de participação no Grupo, a Administração entendeu que a conversão é praticamente certa e concluiu, portanto, que, contabilmente, trata-se de um instrumento de patrimônio. Dessa forma, as debêntures foram classificadas no patrimônio líquido, até sua efetiva capitalização. 17. Resultado financeiro, líquido. As receitas (despesas) financeiras para o exercício de 2011 e 2010 são compostas como segue:
Receitas financeiras Rendimentos de aplicações financeiras Receita com variação monetária e cambial Outros Despesas financeiras Juros sobre financiamentos Despesa com variação monetária e cambial Juros sobre debêntures Impostos sobre operações financeiras – IOF Outros
40.406
42.579
16.929
12.509 1.472 54.387
14.531 1.491 58.601
7.474 1.288 25.691
(25.626)
(38.024)
(58.479)
(80.384) (97.280)
(88.123) (97.430)
(1.357) –
(366) (564) – (7.413) (9.049) (12.320) (211.069) (233.190) (72.156) (156.682) (174.589) (46.465) 18. Imposto de renda e contribuição social. As despesas com imposto de renda e contribuição social para o exercício de 2011 e 2010 são compostas como segue: 2011 2010 Con- ConsoliControladora dado troladora (Reapresentado) Diferido Imposto de renda 5.497 8.491 (5.360) 1.980 3.058 (1.928) Contribuição social 7.477 11.549 (7.288) Corrente Imposto de renda 140 (13.946) (10.054) 49 (5.546) (4.578) Contribuição social 189 (19.492) (14.632) (Despesa) benefício de imposto de 7.666 (7.943) (21.920) renda e contribuição social
A movimentação do imposto de renda e contribuição social diferidos ativos no exercício de 2011 foi como segue: 2011 Controladora Consolidado Benefícios Benefícios adicionais adicionais (despesa) Adição por (despesa) 2010 2011 2010 registrados incorporação registrados (Reapresen(Reapresentado) tado) Imposto de renda diferido Prejuízo fiscal 5.054 24.223 29.277 5.054 24.223 Diferenças temporárias 205.023 (13.658) 507 191.872 205.023 (10.161) Contribuição social diferida Base negativa de contribuição social 1.819 8.720 10.539 1.819 8.720 Diferenças temporárias 73.809 (4.916) 181 69.074 73.809 (3.198) 285.705 14.369 688 300.762 285.705 19.584 Total de ativo fiscal diferido Imposto de renda e contribuição social diferi(11.130) (6.892) (18.022) (11.697) (8.035) dos passivos sobre diferenças temporárias (11.130) (6.892) (18.022) (11.697) (8.035) Total de passivo fiscal diferido Efeito líquido 274.575 7.477 688 282.740 274.008 11.549 2010
2009 (Reapresentado)
Combinado Benefícios Adição adicionais por (despesa) incorpo2010 registrados ração
Imposto de renda diferido Prejuízo fiscal 3.627 (5.074) 6.501 5.054 Diferenças temporárias (5.464) 4.364 206.123 205.023 Contribuição social diferida Base negativa de contribuição social 1.420 (1.941) 2.340 1.819 (2.081) 1.688 66.779 66.386 Diferenças temporárias (2.498) (963)281.743 278.282 Total de ativo fiscal diferido Imposto de renda e contribuição social diferidos passivos sobre diferenças (4.805) (6.325) – (11.130) temporárias (4.805) (6.325) – (11.130) Total de passivo fiscal diferido (7.303) (7.288)281.743 267.152 Efeito líquido A reconciliação do imposto de renda e da contribuição social contábeis e o montante determinado pela alíquota nominal para o exercício de 2011 e 2010 são apresentados a seguir:
2010 Combinado (Reapresentado)
2011 Con- Consolitroladora dado Resultado antes do imposto de renda e da contribuição social Despesa com imposto de renda e contribuição social à alíquota nominal Ajustes para obtenção da alíquota efetiva Juros das debêntures registradas como instrumento de patrimônio Equivalência patrimonial Despesas com propaganda e publicidade Outros Despesa (benefício) na demonstração do resultado 19. Receita líquida.
Receita bruta Deduções da receita Cancelamentos e abatimentos Impostos incidentes sobre receitas
2011
29.277 194.862 10.539 70.611 305.289 (19.732) (19.732) 285.557 2010 Combinado
81.125
100.047
71.756
27.583
34.016
24.397
(31.308) (6.022)
(31.308) 533
1.173 908
1.332 3.370
– 378 244 (3.099)
(7.666) 7.943 21.920 2011 2010 Con- Consoli- Combitroladora dado nado 1.903.940 2.504.801 1.291.457
(75.083) (111.837) (20.571) (110.222) (146.966) (70.544) 1.718.635 2.245.9981.200.342 20. Instrumentos financeiros. 20.1. Classificação dos instrumentos financeiros por categoria. A classificação dos ativos financeiros em 31 de dezembro de 2011 por categoria é a seguinte: Controladora Consolidado A valor justo A valor justo por meio do por meio do resultado resultado Ativos financeiros Recebíveis Total Recebíveis Total Caixa e equivalentes de caixa – 424.651 424.651 – 534.772 534.772 Títulos e valores mobiliários – 514.763 514.763 – 514.763 514.763 Contas a receber 430.943 – 430.943 500.933 – 500.933 Impostos a recuperar 28.430 – 28.430 34.494 – 34.494 Contas a receber de partes relacionadas 100.606 – 100.606 47.593 – 47.593 Depósitos judiciais 22.820 – 22.820 27.592 – 27.592 582.799 939.414 1.522.213 610.612 1.049.535 1.660.147
A classificação dos ativos financeiros em 31 de dezembro de 2010 por categoria é a seguinte: Consolidado A valor justo por Rece- meio do Ativos financeiros Total bíveis resultado Caixa e equivalentes de caixa – 201.410 201.410 Títulos e valores mobiliários – 146.814 146.814 Contas a receber 371.176 371.176 Impostos a recuperar 32.587 – 32.587 Contas a receber de partes relacionadas 119.743 – 119.743 38.103 – 38.103 Depósitos judiciais 561.609 348.224 909.833 O valor justo dos recebíveis não difere de forma relevante dos saldos contábeis, pois têm correção monetária consistente com taxas de mercado e/ou estão ajustados pela provisão para redução ao valor recuperável. Os principais passivos financeiros da Companhia são mensurados ao custo amortizado, conforme demonstrado abaixo: 2011 ConConsolitroladora dado
2010 CombiPassivos financeiros nado (Reapresentado) Fornecedores 109.453 134.544 112.457 Empréstimos e financiamentos 130.357 163.598 389.254 Debêntures a pagar 1.765.199 1.864.462 – Contas a pagar a partes relacionadas 1.604 327 38.176 23.387 29.617 26.978 Impostos e obrigações fiscais 2.030.000 2.192.548 566.865 Os empréstimos e financiamentos não têm negociação ativa e as taxas de juros são pós-fixadas e estão consistentes com as praticadas no mercado; dessa forma, os saldos contábeis informados não diferem de forma relevante dos respectivos valores justos. As debêntures conversíveis estão reconhecidas pelo valor histórico no patrimônio líquido, conforme descrito na Nota 16. 20.2. Gestão de risco. As operações financeiras da Companhia são realizadas por intermédio da área financeira de acordo com a estratégia previamente aprovada pela diretoria e cotistas. As estratégias de gerenciamento de riscos da Companhia e os efeitos nas informações intermediárias podem ser resumidos como segue: a) Moeda estrangeira. A Companhia está exposta a riscos de mercado decorrentes de suas operações. As receitas são geradas em reais, ao passo que a Companhia possui alguns arrendamentos mercantis em moeda estrangeira, de forma que seus resultados são suscetíveis a variações cambiais, que poderia causar um impacto adverso em seu fluxo de caixa, posição patrimonial e financeira e operações. Atualmente, os compromissos atrelados ao dólar não são relevantes se comparados às operações da Companhia e, portanto, a Administração entende que esse risco não é relevante. b) Risco das taxas de juros. A Companhia possui financiamentos em moedas locais sujeitos principalmente à flutuação da taxa CDI. c) Risco de crédito. Os instrumentos financeiros que sujeitam a Companhia a riscos de crédito referem-se às disponibilidades e as contas a receber. Todas as operações da Companhia são realizadas com bancos de reconhecida liquidez, o que minimiza seus riscos. O risco de incorrer em perdas resultantes da dificuldade de recebimento de valores faturados e a faturar a seus clientes é minimizado uma vez que não há grande concentração das receitas. Seu cliente mais significativo representa aproximadamente 15% do faturamento anual. d) Risco de liquidez. Representa o risco de escassez e dificuldade da Companhia honrar suas dívidas. A Companhia procura alinhar o vencimento de suas dívidas com o período de geração de caixa para evitar o descasamento e gerar a necessidade de maior alavancagem. e) Derivativos. A Companhia não operava com derivativos em 31 de dezembro de 2011. 21. Seguros. A Companhia mantém cobertura de seguros por montantes considerados pela Administração suficientes para a cobertura de eventuais riscos sobre ativos e/ou responsabilidades. Tipo de cobertura
Valor segurado
Hospitais Incêndio/raio/explosão Danos elétricos Estacionamento Vendaval/furacão/ciclone/fumaça/granizo/ queda de aero Lucro cessante/raio/incêndio/explosão Derrame de sprinklers Perda de aluguel Total
205.000 7.270 14.800 13.800 52.250 3.200 840 297.160
A DIRETORIA Pedro Junqueira Moll; Paulo Junqueira Moll - Diretores CONTADOR: Nilo Cesar Braga de Almeida CRC/RJ 068910/O-6 - CPF 967.034.827-72
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Administradores e Diretores da Rede D’Or São Luiz S.A. - Rio de Janeiro - RJ. Examinamos as demonstrações financeiras individuais e conso- cunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a lidadas da Rede D’Or São Luiz S.A. (“Companhia”), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Ad- fundamentar nossa opinião. ministração sobre as demonstrações financeiras. A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das Opinião. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis descritas na Nota 2, assim como pelos controles internos aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Rede D’Or São Luiz S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis descritas na Nota 2. se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas Rio de Janeiro, 29 de março de 2012. demonstrações financeiras individuais e consolidadas com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de ERNST & YOUNG TERCO Auditores Independentes S.S. procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os proCRC - 2SP 015.199/O-6 - F - RJ cedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, Mauro Moreira independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração Wilson J. O. Moraes Contador CRC - 1RJ 072.056/O-2 e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas cir- Contador CRC - 1RJ-107.211/O-1
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O cliente de menor renda também quer ter os mesmos benefícios, mas não consegue, se não pagar. Sandro Cimatti, da CVA Solutions
conomia
Cartão ganha nota sete
Estudo aponta queda das dívidas estaduais
Estudo mostra avaliação que consumidor faz do cartão de crédito. Preocupação maior é com juros.
José Carlos Barretta/Hype
A
atual disputa dos bancos em torno dos juros dos empréstimos deverá se acirrar, em breve, também nos cartões de crédito. Pelo menos é o que sugere uma pesquisa inédita, segundo a qual, na hora de escolher o cartão, o consumidor está mais preocupado com os custos da anuidade e com os juros do rotativo, do que com eventuais benefícios, como os oferecidos pelos programas de milhas. A pesquisa revela que, na média, os fatores relacionados aos custos têm 52% de peso na escolha de um cartão, enquanto os benefícios não pesam mais que 42% nessa decisão. Ou seja, para diminuir os valores a serem pagos, o consumidor aceita a oferta de menos promoções, recompensas, facilidades no atendimento e serviços incluídos. O estudo foi realizado em fevereiro pela consultoria CVA Solutions, uma empresa especializada em aferir a percepção dos consumidores sobre produtos e serviços. A pesquisa contou com a participação de 6.956 pessoas. Com base nas respostas desses entrevistados, a CVA construiu um mapa que revela como o con-
O usuário prefere cartões de baixa anuidade e ampla aceitação sumidor avalia a relação entre os custos e os benefícios. Perfil – Na média, cada entrevistado tinha 2,2 cartões e 86% deles disseram que costumam quitar integralmente a fatura. A pesquisa também mostrou que o brasileiro não está totalmente satisfeito com o serviço de cartões. Em uma escala de um a dez, o setor conquistou nota 7,14. Entre os 33 segmentos da economia pesquisados, no entanto, os cartões de crédito estão mais bem avaliados do que os bancos (nota 6,73), as empresas de telefonia celular (6,67) e os planos de saúde (6,54). Eles aparecem, porém,
com avaliação pior que a dada aos supermercados (8,48), aos seguros de automóveis (7,22) e aos hotéis (8,03). De acordo com o sócio-diretor da CVA Solutions, Sandro Cimatti, os consumidores tendem a avaliar negativamente os produtos e os serviços quando são obrigados a pagar anuidades; quando não contam com programas de recompensas; ou quando suas compras são bloqueadas por falta de limite de crédito. Por outro lado, quando o cartão é gratuito, as avaliações são bem positivas. Para Cimatti, os bancos não deveriam aumentar o valor da anui-
dade e, se possível, não cobrar por ela, porque ela está entre os "pontos críticos" no momento da escolha. Ele acrescenta que tambem não adianta distribuir cartões e não oferecer vantagens para estimular a sua utilização. Poder aquisitivo – "O usuário que recomenda o cartão e faz uma avaliação muito positiva dele é aquele que não paga anuidade, tem recompensas atraentes, bom limite de crédito e sabe que o produto será aceito na maioria dos estabelecimentos", diz Cimatti. Outra conclusão da pesquisa é que os cartões de banco privilegiam as pessoas com maior poder aquisitivo, oferecendo anuidade gratuita e os melhores programas de recompensas. "O cliente de menor renda também quer ter os mesmos benefícios, mas não consegue, se não pagar", justifica o executivo da CVA. Entre os bancos, o Itaú é o que tem a maior participação no mercado de cartões, com 26,6%, seguido pelo Banco do Brasil (20,6%) e Santander (15,3%). No varejo, a liderança é do Hipercard, com participação de 26,5%, seguido por C&A, com 9,7%, e Submarino, com 9%. (Folhapress)
A
s negociações para a troca do indexador da dívida dos estados e municípios ocorrem no momento em que os índices de 2012 apontam para a queda do endividamento, beneficiando as finanças estaduais. O levantamento foi feito com base em relatórios enviados pelas unidades da Federação ao Tesouro Nacional. Em janeiro e fevereiro, a dívida consolidada líquida de 19 estados e do Distrito Federal caiu em valores absolutos. Apenas em São Paulo e Rio Grande do Sul ela apresentou leve aumento. Esse desempenho decorre, em boa parte, do comportamento do IGP-DI, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), usado para corrigir a dívida. Nos últimos 12 meses, o indicador acumulou alta de 3,33% e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 5,24%. A correção da dívida pelo IPCA consta de um projeto de lei do senador Francisco Dornelles (PP-RJ), apoiado pelos senadores e pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Após o processo de renegociação das dívidas dos estados
com a União, no fim da década de 1990, ficou estabelecido que o estoque seria corrigido pelo IGP-DI mais 6%, 7,5% ou 9% ao ano, conforme o caso. Na época, o índice era mais baixo que as taxas dos títulos públicos federais. Mas o indexador, que na ocasião pareceu vantajoso, passou a pressionar as finanças estaduais. De setembro de 1997 , quando os primeiros estados começaram a renegociar as dívidas, até março deste ano, o IGP-DI acumulou variação de 235,16%, ante aumento de 142,26% do IPCA. A Lei de Responsabilidade Fiscal estabeleceu que a dívida dos estados e do DF não pode ultrapassar 200% da receita corrente líquida (RCL). De acordo com os relatórios recebidos pelo Tesouro, apenas o Rio Grande do Sul estoura esse teto. Desde 2008, no entanto, o estado está dentro dos limites de reenquadramento definidos por uma resolução do Senado Federal. Em São Paulo, a dívida consolidada líquida aumentou R$ 6 bilhões nos dois primeiros meses de 2012. Na comparação com a receita corrente líquida, o endividamento passou de 145,7% para 148,5%. (ABr)
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A principal determinação da lei 14.734 é que a retificação de cobranças indevidas será em cinco dias
conomia
Sancionada pelo governador Geraldo Alckmin, lei 14.734/2012 entra em vigor em 9 de maio.
Nova legislação estipula prazo para retificação de valor de fatura
D
aqui a três semanas, as empresas terão de se ater a uma nova lei que entrará em vigor sobre relações de consumo. Trata-se da Lei 14.734/2012, sancionada pelo governador Geraldo Alckmin e publicada no Diário Oficial em 9 de abril (entra em vigor 30 dias após a publicação). De autoria do deputado Roberto Engler (PSDB), a norma estabelece novas regras para aquelas cobranças que chegam ao consumidor com valor errado. A principal determinação é que a retificação deverá
ser feita em cinco dias úteis. O não cumprimento do prazo estipulado para o ajuste previsto na lei estadual deixa a empresa sujeita às penalidades previstas nos artigos 56 a 60 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), que vão desde multa até cassação de licença para atuação. Para o consumidor, a lei trará um efeito prático: não mais será obrigado a quitar a fatura e depois reclamar a devolução do valor pago indevidamente, tendo muitas vezes que esperar longo período para ter seu dinheiro de volta. Ou, então,
O QUE DIZ O CDC Artigo 42 Na cobrança de débitos, o consumidor inadimplente não será exposto a ridículo, nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça. Parágrafo único. O consumidor cobrado em quantia indevida tem direito à repetição do indébito, por valor igual ao dobro do que pagou em excesso, acrescido de correção monetária e juros legais, salvo hipótese de engano justificável. Artigo 42-A Em todos os documentos de cobrança de débitos apresentados ao consumidor, deverão constar o nome, o endereço e o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) do fornecedor do produto ou serviço correspondente. (Incluído pela Lei nº 12.039, de 2009) Artigo 56 As infrações das normas de defesa do consumidor ficam sujeitas, conforme o caso, às seguintes sanções administrativas, sem prejuízo das de natureza civil, penal e das definidas em normas específicas: I - multa; II - apreensão do produto; III - inutilização do produto; IV - cassação do registro do produto junto ao órgão competente; V - proibição de fabricação do produto; VI - suspensão de fornecimento de produtos ou serviço; VII - suspensão temporária de atividade; VIII - revogação de concessão ou permissão de uso; IX - cassação de licença do estabelecimento ou de atividade; X - interdição, total ou parcial, de estabelecimento, de obra ou de atividade; XI - intervenção administrativa; XII - imposição de contrapropaganda. Parágrafo único. As sanções previstas neste artigo serão aplicadas pela autoridade administrativa, no âmbito de sua atribuição, podendo ser aplicadas cumulativamente, inclusive por medida cautelar, antecedente ou incidente de procedimento administrativo. Artigo 57 A pena de multa, graduada de acordo com a gravidade da
infração, a vantagem auferida e a condição econômica do fornecedor, será aplicada mediante procedimento administrativo, revertendo para o Fundo de que trata a Lei nº 7.347, de 24 de julho de 1985, os valores cabíveis à União, ou para os Fundos estaduais ou municipais de proteção ao consumidor nos demais casos. (Redação dada pela Lei nº 8.656, de 21.5.1993) Parágrafo único. A multa será em montante não inferior a duzentas e não superior a três milhões de vezes o valor da Unidade Fiscal de Referência (Ufir), ou índice equivalente que venha a substituí-lo. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 8.703, de 6.9.1993) Artigo 58 As penas de apreensão, de inutilização de produtos, de proibição de fabricação de produtos, de suspensão do fornecimento de produto ou serviço, de cassação do registro do produto e revogação da concessão ou permissão de uso serão aplicadas pela administração, mediante procedimento administrativo, assegurada ampla defesa, quando forem constatados vícios de quantidade ou de qualidade por inadequação ou insegurança do produto ou serviço. Artigo 59 As penas de cassação de alvará de licença, de interdição e de suspensão temporária da atividade, bem como a de intervenção administrativa, serão aplicadas mediante procedimento administrativo, assegurada ampla defesa, quando o fornecedor reincidir na prática das infrações de maior gravidade previstas neste código e na legislação de consumo. § 1° A pena de cassação da concessão será aplicada à concessionária de serviço público, quando violar obrigação legal ou contratual. § 2° A pena de intervenção administrativa será aplicada sempre que as circunstâncias de fato desaconselharem a cassação de licença, a interdição ou suspensão da atividade. § 3° Pendendo ação judicial na qual se discuta a imposição de penalidade administrativa, não haverá reincidência até o trânsito em julgado da sentença.
aceitar que a empresa desconte o que pagou a mais na cobrança seguinte, sem nenhuma correção. "Isso é o que se verifica muitas vezes em contas de água, luz, telefone, cartão de crédito, entre outras. O valor fica em poder da empresa e o consumidor não tem ao que se apegar para pedir que aconteça diferente", justificou o deputado ao propor a nova lei. Conforme o artigo 2º da lei, é considerado "indevido qualquer valor cobrado do consumidor que esteja em desacordo com a oferta anunciada, o contrato pactuado ou as demais normas de proteção ao consumidor, seja com relação ao montante cobrado ou com a data ou forma de cobrança". Prazos – Com vários vetos ao projeto de lei original, de nº 1.141/11, a Lei 14.734/12 deixa alguns "buracos", que já começam a ser discutidos por advogados que defendem as empresas nos contenciosos entre consumidores e fornecedores. Um deles é a partir de que mo-
Divulgação
Para Korenblum, o prazo de cinco dias úteis para o pagamento da fatura deve ser contado a partir do momento em que ficar configurado pela empresa que o valor está incorreto.
mento se deve contar o prazo de cinco dias úteis para estabelecer o novo vencimento: da informação do consumidor ao seu fornecedor ou após a empresa analisar o caso e realmente se certificar de que o valor anotado está errado?
Para Fabio Korenblum, advogado e sócio do Siqueira Castro-Advogados, responsável pelo setor de Juizado Especial Cível e Relação de Consumo, o correto seria a partir do momento em que ficar realmente configurado pela em-
presa que o valor está incorreto. "Isso porque a empresa pode constatar que não há nada irregular." Ele também chama a atenção para as contas que estão em débito automático, pois pode não haver tempo suficiente para que o processo seja refeito. O CDC não determina o prazo para o fornecedor retificar faturas com valores indevidos. No entanto, o parágrafo primeiro do artigo 42, ao falar da repetição do indébito, ou seja, quando o consumidor é cobrado de valor indevido, a empresa é obrigada a devolver o valor igual ao dobro que foi pago a mais, acrescido de correção monetária e juros legais. "Ou seja, a legislação não acrescenta nada ao CDC", diz o advogado Korenblum. Para ele, cada vez mais a legislação aperta fornecedores e, portanto, estes devem se pautar nas relações de consumo com boa-fé objetivando a fidelização. "Isso significa ações transparentes e muita lealdade", diz o advogado.
Vários projetos propõem regras para cobrança
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assunto cobrança de dívidas é constantemente pauta de projetos de lei no Congresso. O de nº 4911/2009, do deputado federal Nelson Bornier (PMDBRJ), pede que torne obrigatória a postagem com antecedência mínima de 10 dias da data do vencimento dos boletos bancários, documentos de cobrança ou similares tanto das empresas do setor público quanto as do privado. O artigo 2º do mesmo projeto de lei estipula que os consumidores que receberem o título a pagar em prazo inferior ficam desobrigados de multas ou encargos até 10 dias após o vencimento da fatura. Em sua justificativa, o deputado ressalta que "quando es-
tes documentos de pagamento não são postados com a antecedência devida, acarretam uma série de transtornos para o consumidor, que se materializa com o pagamento de multas, juros e similares, ou, até mesmo, a exposição pública de sua imagem, que se verifica através recebimento de cobranças indevidas". Por sua vez, o Projeto de Lei 3140/2012, do deputado Romero Rodrigues (PSDB-PB), altera a Lei nº 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor) e estabelece sanções para as prestadoras do serviço móvel pessoal em caso de cobrança indevida ou suspensão injustificada do serviço. Se for aprovado, o artigo 42 do CDC ganha dois novos pa-
rágrafos, um deles determinando que o valor a ser devolvido ao consumidor, no caso de pagamento a maior, deverá ser multiplicado por cinco; outro que, quando o consumidor tiver a suspensão do serviço de forma injustificada, tem direito a receber da empresa valor equivalente a três vezes o valor da assinatura básica. Também propõe alteração ao CDC o Projeto de Lei 786/2011, do deputado André Moura (PSC-SE). É acrescentado o parágrafo 6º ao artigo 43, fixando em "cinco anos o prazo de prescrição relativo à cobrança de débito do consumidor. A contagem desse tempo tem início na data de vencimento da dívida,
independentemente da data de inscrição da dívida nos serviços de proteção ao crédito, sendo vedada qualquer atualização do vencimento da dívida por qualquer motivo, especialmente pela incidência de juros ou quaisquer outros encargos à dívida principal". Por fim, o Projeto de Lei 1.477/2007, já transformado na Lei Ordinária 12039/2009, "inclui dispositivo na Lei nº 8.078/1990, determinando que conste nos documentos de cobrança de dívida encaminhados ao consumidor o nome e o endereço do fornecedor do produto ou serviço. A autoria desse projeto de lei é do senador Gerson Camata (PMDB/ES).
Fique por dentro EMBALAGENS
SUSPENSÃO
O deputado José Augusto Maia (PTB-PE), relator do Projeto de Lei 3.530/08, do deputado Mendonça Prado (DEM-SE), rejeitou a proposta que determina a instalação de tampa especial de segurança em embalagens de produtos químicos, de limpeza e de remédios. Para ele, "a comercialização em embalagens arriscadas não se deve à ausência de previsão legal. Pelo contrário, é fruto de falhas de fiscalização".
Em uma decisão inédita, o juiz da 32ª Vara Cível da cidade de São Paulo determinou a suspensão de vendas dos sites da Megakit, responsável pelas lojas virtuais Fator Digital e Planeta Ofertas, além de ter de cumprir as ofertas e os prazos de entrega já prometidos, sob ameaça de multa. O juiz considerou que as provas apresentadas indicam a prática de abusos contra os consumidores por parte da empresa. Cada dia de funcionamento dos sites custará aos cofres da empresa R$ 10 mil. A multa por atraso na entrega dos produtos vendidos é de R$ 5 mil. A decisão é em caráter liminar.
Angela Crespo é jornalista especializada em consumo. E-mail: doislados@dcomercio.com.br
Empresa é condenada por não cumprir prazos de entrega
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o Rio de Janeiro, a 2ª Vara Empresarial da Capital condenou uma grande rede de lojas por não cumprir os prazos de entrega de produto avariado ou diferente do que foi pedido. A decisão foi uma resposta a ação pública do Ministério Público.
Se a empresa não cumprir o determinado, estará sujeita ao pagamento de indenização por danos materiais, além de danos morais no valor de R$ 5 mil a cada consumidor que comprovar vício no serviço. Antes de ajuizar a ação, o MP intimou a empresa a fim de propor a assinatura de
Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta (TAC), mas não obteve resposta. De acordo com texto da ação, há inúmeros relatos de que os clientes, após longa espera pelos produtos, não os recebiam por completo. Fonte: MP Rio de Janeiro
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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33 LIBERTADORES Santos estreia nas oitavas enfrentando o Bolívar na altitude de La Paz. Pág. 34
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LIGA DOS CAMPEÕES Para ir à decisão, Barcelona e Real têm de vencer em casa. Págs. 35 e 36
A SURPRESA VEM DO INTERIOR Márcio Fernandes/AE
Eduardo Knapp/Folhapress
No sábado, o São Paulo classificou-se goleando o Bragantino: 4 a 1, no Morumbi. Autor de dois gols, Luis Fabiano recebeu o terceiro cartão amarelo e, suspenso, não poderá enfrentar o Santos na semifinal, a ser disputada também no estádio tricolor Maurício de Souza/AE
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certou em cheio quem imaginava que as semifinais do Campeonato Paulista de 2012 seriam disputadas em dois clássicos, e que um deles seria um Derby. A diferença é que, em vez de Corinthians e Palmeiras, no tradicional Derby Paulistano, estarão se enfrentando Ponte Preta e Guarani, no também tradicional Derby Campineiro. Isso porque o Alvinegro da capital, dono da melhor campanha na primeira fase, caiu diante da Alvinegra de Campinas por 3 a 2, no Pacaembu. Mesmo resultado da vitória do Alviverde campineiro, o Guarani, diante do Alviverde paulistano, o Palmeiras, que se enfrentaram em Campinas. Na outra semi, nenhuma surpresa: no sábado, o São Paulo goleou o Bragantino por 4 a 1, no Morumbi, e foi o primeiro a se garantir. No domingo, o bicampeão Santos fez 2 a 0 no Mogi Mirim, jogando na Vila Belmiro, e agora enfrenta o São Paulo na busca do tri.
Em Campinas, repetiu-se o resultado de 3 a 2, para o Guarani, contra o Palmeiras. Fabinho Souza festeja um de seus dois gols (o outro, olímpico, foi marcado por Fumagalli). Marcos Assunção e Henrique descontaram para o Palmeiras
O Santos de Neymar e companhia não tomou conhecimento do Mogi Mirim: fez 2 a 0 jogando na Vila Belmiro, com um gol do lateral direito Maranhão e outro do maior craque do time. No caminho do tricampeonato, estão o São Paulo e um dos times de Campinas
Na goleada são-paulina, Luis Fabiano fez dois gols. Fernandinho e Osvaldo, um cada um. Junior Lopes marcou o gol de honra do Bragantino No vestiário tricolor, porém, todos lamentavam o fato de Luis Fabiano ter recebido o terceiro cartão amarelo e, assim, desfalcar a equipe no próximo duelo pelo Paulista, contra o Santos. “Na medida que se sente o respeito dos torcedores e defensores (com Luis Fabiano), se sente o tamanho da perda”, avaliou o técnico Emerson Leão. “Ele estava dentro do vestiário de forma triste. Agora é torcer para que possa voltar, se chegarmos à decisão.” Autor de um dos gols santistas nos 2 a 0 sobre o Mogi Mirim, Neymar foi o dono do jogo. Deu uma assistência perfeita para o primeiro gol, marcado pelo lateral Maranhão, e também marcou o seu, atingindo a marca de 99 gols com a camisa santista. Além disso, encarou a dura marcação adversária com bom humor — ao rece-
Mauro Horita/AE
ber uma das muitas faltas do de cabeça de Roger em um lateral Edson Ratinho, reagiu contra-ataque e foi para o inmandando um beijo para o ad- tervalo vencendo por 2 a 0. Na versário. “Ele fala muito, eu fa- segunda etapa, aguentou lo pouco e não ligo. Não adian- bem a pressão corintiana até ta. Tanto que ele já está pen- os 29 minutos, quando Willian durado”, afirmou o atacante descontou para 2 a 1. Aos 44, do Santos, ao sair de campo no Júlio César cobrou um tiro de fim do primeiro meta errado, tempo. Sobre o nas costas de clássico das seLeandro Casmifinais, afirtán, e a bola mou: “É só não a c a b o u s odeixar o Lucas brando para jogar que ficaGols tem Neymar no Rodrigo Pimmos bem.” pão marcar o Campeonato Paulista terceiro gol da Q u e m d ecepcionou, Ponte Preta. de 2012. Agora, ele mesmo, foi a Alex ainda voljá é um dos d u p l a C o r i ntou a desconartilheiros, ao lado t h i a n s e P a ltar para o Comeiras, derrorinthians, 3 a de Hernane, do tada por Ponte 2, com um chuMogi Mirim. Preta e Guarani te de fora da pelo mesmo área, mas não placar: 3 a 2. houve tempo No Pacaembu, a Ponte acer- para mais nada. “Sabíamos da tou a marcação no primeiro nossa limitação, mas dentro tempo. Contou com uma falha de campo soubemos marcar e do goleiro corintiano Júlio Cé- até podíamos ter feito mais sar na cobrança de uma falta gols no primeiro tempo”, avade Willian Magrão, com um gol liou o meia Renato Cajá, o cé-
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Surpresa no Pacaembu: com gols de Willian Magrão, Roger (foto) e Rodrigo Pimpão, a Ponte Preta derruba o Corinthians (3 a 2) e garante sua presença no Derby Campineiro, que decidirá qual dos dois times da cidade disputará o título
rebro da Ponte. “Depois, soubemos administrar o sufoco que o Corinthians nos deu. Agora é outra estratégia para chegarmos à decisão.” Autor do primeiro gol, Willian Magrão avisa: “Ganhamos e vamos com tudo buscar a final.” Do lado corintiano, o técnico Tite reconheceu: “A Ponte começou melhor e sentimos o lado emocional. A grande lição é que, quando se sai atrás em etapas decisivas como essa, o equilíbrio emocional é fundamental para buscar o placar.” Ele preferiu não condenar o goleiro Júlio César, que deixou o estádio pela porta dos fundos, chorando muito, após ter falhado em dois dos três gols da Ponte Preta. “Tem de aprender sofrendo na carne.” Em Campinas, Guarani e Palmeiras fizeram um primeiro tempo abaixo da crítica, compensado pela segunda etapa do jogo, que foi muito movimentada, com três gols marcados em oito minutos. Aos 5, Fumagalli fez um golaço, olímpico, para o Guarani.
Aos 7, Fabinho Souza ampliou: 2 a 0. Aos 8, Marcos Assunção aproveitou um rebote do goleiro Émerson para descontar para 2 a 1. Mas depois disso o Palmeiras não pressionou o suficiente e, nos acréscimos, acabou levando o terceiro gol, de novo de Fabinho Souza. Como o rival, ainda teve tempo para, já aos 47, Henrique descontar para 3 a 2, mas a vaga ficou com o Guarani. “O Guarani não jogou mais que a gente”, avaliou o técnico palmeirense, Luiz Felipe Scolari. “Teve melhor aproveitamento em duas ou três bolas no momento em que estávamos buscando o empate. Aconteceram dois cruzamentos com qualidade e que foram muito bem aproveitados.” “Tomamos o gol e perdemos. Paciência”, disse o volante Marcos Assunção, autor do primeiro gol palmeirense. Ele também aproveitou para registrar uma reclamação em relação à arbitragem: “Houve falta no lance do terceiro gol do Guarani.”
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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sábado, domingo e segunda-feira, 21, 22 e 23 de abril de 2012
e
Agora é pensar na Copa do Brasil.” Marcos Assunção, após a desclassificação do Palmeiras no Paulista
sporte
COPA DO BRASIL
COPA LIBERTADORES J. F. Diório/AE
4 PAULISTAS NAS OITAVAS P
almeiras, Portuguesa, São Paulo e Ponte Preta são os quatro times paulistas classificados para as oitavas de final da Copa do Brasil, que começam nesta semana. A Ponte Preta, que enfrentará o São Paulo no único duelo paulista desta fase, foi a última a se classificar. Na quartafeira passada, em Campinas, venceu o Atlético Goianiense por 2 a 1 no tempo normal e por 4 a 3 nos pênaltis.
Também na semana passada saíram os adversários do Palmeiras (o Paraná, que empatou em casa por 1 a 1 com o Ceará, também na quarta-feira) e da Portuguesa (o Bahia, que na quinta-feira goleou o Remo por 4 a 0). Na próxima quarta-feira, às 19h30, no Canindé, a Portuguesa abre as oitavas enfrentando o Bahia. Também na quarta, porém às 21h50, em Curitiba, o Palmeiras enfrenta o Paraná.
Na quinta, será a vez do São Paulo ir a Campinas, jogar contra a Ponte Preta. Demais jogos desta semana: na quarta, Goiás x Atlético-MG; na quinta, Coritiba x Paysandu. Os jogos de ida entre Fortaleza e Grêmio, Atlético-PR e Cruzeiro e Vitória e Botafogo serão realizados apenas no dia 2, quando São Paulo x Ponte já estarão realizando o jogo de volta. Palmeiras e Portuguesa farão seus jogos de volta nos dias 9 e 10 de maio.
Neymar lidera o Santos, que entra em campo já nesta quarta-feira, na altitude de La Paz, contra o Bolívar
Começa lá na altitude
PELO BRASIL
No sábado, o Botafogo fez
4 a 2 no Bangu. No domingo, com dois gols de Felipe, o Vasco fez 3 a 2 no Flamengo. Agora, os dois decidem a Taça Rio e o direito de ir à final do Marcelo Sadio/AE
Carioca com o Fluminense, campeão da Taça Guanabara .
No Rio Grande do Sul,
Inter e Grêmio decidirão o segundo turno (Taça Farroupilha) e o direito de jogar a final pelo título estadual contra o Caxias, turno (Taça Piratini). O Grêmio se classificou no sábado, fazendo 1 a 0 no Canoas, gol de André Lima. No domingo,
Ramiro Furquim/AE
campeão do primeiro
O Coritiba conquistou o
em Salvador para ir à
o Inter goleou o
segundo turno do
decisão. O Vitória da
Veranópolis por 4 a 0, com
Campeonato Paranaense
Conquista fez 1 a 0 no
dois gols do argentino
ao derrotar o Atlético por
Bahia. O Feirense, 1 a 0 no
Dátolo, um de Índio e um
4 a 2, domingo, no Couto
Vitória.
de Leandro Damião.
Pereira. Agora, fará a decisão do estadual
Nos jogos de ida das
Salgueiro e Sport ficaram
contra o mesmo Atlético,
mais perto da decisão em
semifinais do
que venceu o primeiro
Pernambuco. Nos
Campeonato Mineiro,
turno.
primeiros jogos das
Atlético e Tupi empataram por 1 a 1, em juiz de Fora.
semifinais, o Salgueiro fez Na Bahia, Vitória e Bahia
2 a 1 no Santa Cruz e só
O América venceu o
saíram perdendo seus
precisa empatar no Recife.
Cruzeiro por 3 a 2. Para ir à
jogos de ida nas
O Sport fez 2 a 1 no
decisão, Atlético e
semifinais, ambos
Náutico, jogando fora, e
América jogam por um
disputados fora de casa, e
agora pode empatar em
empate.
agora precisarão vencer
casa para ir à decisão.
C
omeça na quarta-feira a fase de matamatas da Libertadores, e o Santos será o primeiro dos paulistas a entrar em campo: nesta quarta-feira, enfrenta o Bolívar, em La Paz, em sua segunda “visitinha” à altitude nesta edição do torneio - na fase de grupos, perdeu para o The Strongest, também na capital boliviana. O time vai quase completo para o jogo, com a volta do meia Elano e do atacante Borges, que foram poupados da vitória sobre o Mogi Mirim, neste domingo, que levou o time às semifinais do Paulista. “O Elano estava pendurado, e no ataque preferi o Alan Kardec para ter alguém mais alto com a ausência do Henrique”, explicou o técnico Muricy Ramalho. O volante, que deveria ser improvisado na lateral direita, se contundiu no treino de sábado e deu lugar a Mara-
nhão, que fez o primeiro gol contra o Mogi. Henrique viaja para a Bolívia, mas não tem presença certa. Maranhão será inscrito de forma emergencial na Libertadores e, de acordo com o próprio Muricy, tem boas possibilidades de ser o titular contra o Bolívar. “Estamos com problemas e a chance do Maranhão é muito alta”, disse. Quem também será inscrito é o recém-chegado volante Gérson Magrão, no lugar de Pará, que foi para o Grêmio. Outros dois times brasileiros jogam nesta semana: Internacional e Fluminense abrem, no Beira-Rio, o duelo entre os times de pior e melhor campanha na fase de grupos pior, claro, entre os 16 que seclassificaram. Fora das finais da Taça Rio e à espera da definição de seu adversário na briga pelo título do Campeonato Carioca, o Fluminense só trei-
na desde quinta-feira, quando venceu o Arsenal por 2 a 1, enquanto o Inter entrou em campo neste domingo, venceu o Veranópolis por 4 a 0, com time completo, e chegou à final do segundo turno do Gaúcho. À frente do Flu, o técnico Abel Braga, campeão da Libertadores pelo Inter em 2006, tenta reanimar uma de suas estrelas, Thiago Neves, que teve um pênalti defendido por um jogador de linha do Arsenal, improvisado no gol, nos minutos finais do jogo. “O Thiago vai aparecer na hora certa. Ele é um jogador top e está desafiando a si próprio para melhorar”, defendeu. Os outros brasileiros fazem os jogos de ida apenas na semana que vem: o Corinthians contra o Emelec, em Guayaquil, e o Vasco contra o Lanús, em São Januário. Os jogos de volta serão todos na mesma semana, nos dias 9 a 10.
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
35 Não esqueci como se faz. Ainda sei pilotar e é isso que importa.” Felipe Massa, após o nono lugar no Bahrein
sporte
FÓRMULA 1
LIGA DOS CAMPEÕES Juan Medina/Reuters
Ele voltou
S
TODOS CONTRA OS ESPANHÓIS
D
esde que o sorteio da Liga dos Campeões tornou possível a decisão entre Real Madrid e Barcelona, torcedores das duas equipes e fãs de futebol de todo o mundo não esperam outra coisa. Faltou só combinar com os rivais das semifinais: Chelsea e Bayern de Munique venceram os jogos de ida, na semana passada, e viajam à Espanha com a vantagem de poder segurar o empate para estragar a festa espanhola. Nesta terça, o Barcelona terá de vencer o Chelsea por dois gols de diferença, depois de esbarrar na retranca montada pelos ingleses jogando em casa. O time venceu por 1 a 0 graças a um gol de Drogba, num contra-ataque armado por Lampard e puxado por Ramires, e se defenderam durante a maior parte do tempo. Para o Barça, o desafio é esquecer a derrota em casa para o Real Madrid, por 2 a 1, que deixou o rival com as mãos no título espanhol. “Ainda temos dois títulos importantes a disputar e temos de reconhecer quando somos inferiores”, disse o meia Xavi, citando o duelo com o Chelsea e a final da Copa do Rei, contra o Athletic Bilbao. O Real quer aproveitar o embalo da vitória no Camp Nou para virar o duelo contra o Bayern, que fez 2 a 1 na Alemanha. “Não dá nem tempo de comemorar, temos outro jogo importantíssimo na quarta”, disse o volante Xabi Alonso.
Stefan Wermuth/Reuters
Depois do clássico local, Barcelona e Real precisam virar os confrontos contra Chelsea e Bayern, nesta semana, para fazer a tão esperada decisão da Liga dos Campeões
período de testes, de três dias, em Mugello, na Itália. Felipe Massa foi o nono colocado, e celebrou muito seu melhor resultado - e os primeiros pontos - na temporada. “Sem dúvidas, tira um peso dos ombros. Quando muita coisa acontece e o resultado não vem, é algo ruim para a autoconfiança. Mas essa corrida foi muito boa para o fator psicológico. Mostrou que eu não esqueci como se faz, ainda sei
pilotar e é isso que importa”, desabafou o brasileiro, sem esconder, contudo, sua decepção com carro da Ferrari. “Se pensarmos no carro, o desempenho não foi bom, mas é o que temos no momento.” Bruno Senna fez uma prova discreta: largou em 15º e abandonou, com problemas nos freios. “Forçamos, porque valia a pena arriscar, mas, no fim, optamos por salvar o carro de uma batida”, explicou.
Darren Whiteside/Reuters
Olivier Hardt/AFP
Vettel ganha sua primeira corrida do ano, no Bahrein, e assume a liderança do Mundial de Pilotos
OUTROS CAMPOS
Cruzeiro leva a Superliga
F
icou com o Cruzeiro o título da Superliga Masculina, o primeiro título nacional do clube mineiro dentro das quadras de vôlei. Na decisão, disputada em São Bernardo do Campo, o time bateu o Vôlei Futuro por 3 sets a 1, parciais de 24/26, 25/18, 25/13 e 25/19, em pouco mais de duas horas de jogo. A equipe de Araçatuba acabou prejudicada na final pela contusão muscular do oposto Lorena, que sofreu um estiramento na panturrilha durante o terceiro set e voltou na parcial final, mas sem dar tudo de si. “Perdemos de cabeça erguida”, disse o maior pontuador da competição. Para o Cruzeiro, que foi recebido com festa por seus torcedores em Belo Horizonte neste
PELO MUNDO Ina Fassbender/Reuters
City encosta, e dérbi vira final
O
clássico entre Manc h e s t e r C i t y e M a nchester United, na próxima segunda-feira, dia 30, virou final do Campeonato Inglês - ainda que ninguém possa comemorar de forma definitiva após o apito final. Os dois rivais ficaram separados por apenas três pontos (83 a 80), após os jogos deste domingo, e, como já tem melhor saldo de gols (60 a 54), o City fica com a vantagem de levar o título se vencer e o eventual empate em pontos se mantiver nas duas rodadas finais. Neste domingo, o United deixou escapar uma vitória que parecia certa em casa, contra o Everton: depois de sair perdendo, virou para 3 a 1 e vencia por 4 a 2 até os 38 minutos do segundo tempo, mas cedeu o empate por 4 a 4. Fora de casa, o City não desperdiçou a chance e venceu o Wolverhampton por 2 a 0, com gols de Aguero e Nasri.
ebastian Vettel finalmente mostrou as caras em 2012. Depois de aparições discretas nas primeiras três corridas do ano, o atual bicampeão mundial mostrou sua categoria e venceu de ponta a ponta o GP de Bahrein, assumindo a liderança do Mundial de Pilotos mais equilibrado dos últimos anos. Para se ter uma ideia da igualdade de forças, foram quatro vencedores diferentes de quatro equipes distintas em 2012, e ainda há outras duas equipes que figuraram no pódio - a Sauber e a Lotus, que no Bahrein colocou seus dois pilotos ao lado de Vettel no pódio, com Kimi Raikkonen em segundo e Romain Grosjean em terceiro. “Foi uma corrida muito dura e uma vitória que premia o trabalho duro que fizemos desde as primeiras corridas. Estou muito feliz e orgulhoso do meu time”, disse Vettel, sem esconder a frustração com o mau começo na temporada. Quarto colocado pela quarta corrida seguida, e terceiro no Mundial, Mark Webber concordou com o parceiro. “Estamos nos acertando, espero brigar por vitórias lá na Europa”, afirmou o australiano. O GP da Espanha será no dia 13, mas antes disso haverá um
Dortmund leva o bi alemão
O
Borussia Dortmund conquistou no sábado o bicampeonato alemão, com duas rodadas de antecipação, ao vencer o Borussia Moenchengladbach por 2 a 0, com direito à tradicional comemoração regada a cerveja. O time, que tem a incrível média de público de 80 mil pagantes por jogo, com lotação quase esgotada em todas as partidas no tradicional West-
falenstadion, chegou a 75 pontos e já não pode ser superado pelo Bayern de Munique, que foia 67 ao vencer o Werder Bremen por 2 a 1. “Não tenho palavras para explicar”, afirmou o molhado técnico Juergen Slopp, que montou um time barato, jovem - seis dos 11 titulares têm menos de 23 anos - e eficiente, que não perde no Alemão desde setembro do ano passado.
Esgrima vai com três a Londres
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uilherme Toldo garantiu neste domingo a terceira vaga da esgruima brasileira na Olimpíada de Londres, com a vitória sobre o colombiano Dimitri Patrik Clairet, na final do florete no Pré-Olímpico de Santiago, no Chile. Athos Schwantes, no sábado, havia garantido a vaga na disputa da espada, e Renzo Agresta se classificou, no sabre, pela posição no ranking mundial.
Carlos Roberto/Hoje em Dia/AE
Jogadores foram recebidos com festa em Minas neste domingo domingo, no aeroporto, a vitória premiou a força do conjunto: um time sem grandes destaques individuais e com força coletiva. “Sabemos do nosso valor e do nosso esforço. No
esporte, um dia ganha e outro perde. Perdemos a Superliga do ano passado, mas a vida do atleta é assim: a vitória coroa e a derrota ensina”, disse o levantador e capitão William.
Tiro com arco garante vaga
Julião consegue índice por 1 cm
A
s medalhas obtidas por Bernardo Oliveira (prata) e Gustavo Trainini (bronze) no Pré-Olímpico de Tiro com Arco, disputado em Medellín, na Colômbia, asseguraram ao Brasil uma vaga na disputa nos Jogos de Londres, que serão em julho. O atleta indicado será escolhido pela CBTA (Confederação Brasileira de Tiro com Arco), e Bernardo, de 18 anos, é o principal favorito a ficar com a vaga.
R
onald Julião conseguiu por um centímetro a vaga no lançamento do disco nos Jogos de Londres: em Long Beach (EUA), ele marcou 63,01 m, superando o índice, que é de 63 m cravados. Nos 800 m rasos, Diomar Noêmio de Souza bateu o índice B, com 1min45s62, e também se credenciou para a Olimpíada. Ao todo, o Brasil tem 175 atletas na vaga garantida nos Jogos Olímpicos.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
36 -.ESPORTE
sábado, domingo e segunda-feira, 21, 22 e 23 de abril de 2012
FIM DE JOGO
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Atletas que disputam a Liga dos Campeões valem 1,8 bilhões de euros
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"Alemanha tem hoje a melhor seleção de sua história", Franz Beckenbauer
L
Van Persie é eleito o melhor da Inglaterra pela Associação de Jogadores
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Vídeo em destaque - Invasão de campo no rúgbi - www.dcomercio.com.br
www.dcomercio.com.br/esporte/
RARIDADE UMA PLACA PARA GANSO
Leandro Amaral/Folhapress
A triste semana de Messi
Paulo Henrique Ganso não chegou a brilhar nos 2 a 0 sobre o Mogi Mirim que valeram a passagem do Santos para as semifinais do Campeonato Paulista, mas recebeu na Vila Belmiro a homenagem que o presidente Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro havia anunciado na semana anterior: uma placa pelo gol por cobertura nos 5 a 0 sobre o Catanduvense, na rodada que fechou a primeira fase da competição. Domingo, 22
Juan Medina/Reuters
MUITO RADICAL
O craque argentino do Barcelona não perdia dois jogos seguidos desde maio de 2009 Fernando Guzi/Divulgação
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Aos 65 anos, Emerson estreia no wakeboard
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merson Fittipaldi, bicampeão mundial de Fórmula 1 nos anos 70 do século passado e duas vezes vencedor das 500 Milhas de Indianapolis, foi acompanhar a mulher, Rossana, na primeira etapa do Circuito Paulista de Wakeboard, em que ela compete, e, ao chegar à Represa do Broa, em Itirapina, São Paulo, não resistiu
ao convite para estrear no esporte. Aos 65 anos, depois de receber instruções do campeão pan-americano Marcelo Giardi, o Marreco, o antigo piloto foi para as águas, ficou em pé logo na primeira tentativa e até arriscou alguns saltos. A plateia, tomada pela surpresa, foi ao delírio. Sábado, 21
DE SURPRESA!
Divulgação/CBF
Blatter visita Havelange e encontra Marin
O
presidente da Fifa, Joseph Blatter, acompanhado da filha Corinne, visita João Havelange no Hospital Samaritano e, antes de deixar o Rio, se reúne com o presidente da CBF, José Maria Marin, e seu fiel escudeiro, Marco Polo Del Nero, presidente da Federação Paulista de Futebol . No Twitter, Blatter comentou
apenas a visita ao presidente honorário da Fifa: "Foi uma viagem particular com minha filha Corinne no Rio para visitar João Havelange no hospital. Foi ótimo vê-lo e espero que o tenhamos animado com a energia do futebol. Desejo-lhe rápida e completa melhora". Sábado, 21
os 24 anos, eleito o melhor jogador do mundo nas últimas três temporadas, o argentino Lionel Messi viveu, na semana passada, uma experiência rara: duas derrotas consecutivas pelo Barcelona a primeira, por 1 a 0, diante do Chelsea, pela Liga dos Campeões da Europa, na quartafeira; a segunda, por 2 a 1, dian-
te do Real Madrid, pelo Campeonato Espanhol, no sábado. O Barcelona não perdia dois jogos seguidos desde maio de 2009 - quando foi derrotado por 2 a 1 pelo Mallorca no dia 17, e por 1 a 0 pelo Osasuna no dia 23. A semana de frustrações do maior craque da atualidade não parou por aí: na derrota para o Real, no Camp Nou, ele poderia igualar a marca de
César Rodríguez, maior artilheiro do time catalão na história do clássico, com 14 gols. Messi já fez 13 gols contra o Real, mas passou em branco no sábado. Pior ainda: o grande rival Cristiano Ronaldo marcou um dos gols da vitória e, com 42, isolou-se na liderança, que até então dividia com o próprio Messi, do pelotão de artilhei-
ros do atual Campeonato Espanhol, que o Real lidera, com sete pontos de vantagem sobre o Barça.A semana de tristezas não deve, porém, animar os ingleses do Chelsea, que amanhã farão o jogo de volta, no Campe Nou, pelas semifinais da Liga dos Campeões. A última vez em que o Barça perdeu três jogos seguidos foi no ano de 2000.
ANIVERSÁRIO
Kaká chega aos 30 sem muita festa R icardo Izecson dos Santos Leite, conhecido em todo o mundo do futebol como Kaká, completou 30 anos neste domingo, sem muitas razões para festejar: reserva no Real Madrid, esquentou o banco durante a semana, tanto na derrota por 2 a 1, para o Bayern de Munique, pela Liga dos Campeões do Europa, como na vitória sobre o Barcelona, por 2 a 1, pelo Campeonato Espanhol; não foi incluído por Mano Menezes entre os pré-selecionados para a Olimpíada; e vê em queda o seu prestígio internacional, que chegou ao auge em 2007, quando foi eleito pela Fifa o melhor jogador do mundo. Uma rara alegria na festa de aniversário foi a solidariedade do antigo craque Bebeto, integrante do Comitê Organizador Local da Copa de 2014: "Kaká tem de estar na Seleção. Falei até com o Mano Menezes sobre isso."
Reprodução/Arquivo Celso Unzelte
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almanaque Celso Unzelte
Amanhã, o sorteio do caminho do ouro
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ealiza-se amanhã, às 7 horas (de Brasília), no Estádio de Wembley, Londres, o sorteio dos grupos do Torneio Olímpico de Futebol, título que o Brasil persegue desde 1952. Naquele ano, em Helsinque, na Finlândia, jogaram: Mauro, Carlos Alberto, Waldir, Zózimo, Édson e Adésio (em pé), Mílton, Humberto, Larry, Vavá e Jansen (agachados).
O futebol é o prólogo de todas as coisas. É a educação do 'ir sempre adiante'." Barão Pierre de Coubertin, pai dos Jogos Olímpicos da Era Moderna
futebol começou a ser disputado nos Jogos de Paris (1900) e Saint Louis (1904), como esporte de exibição. A Fifa considera os resultados a partir d e 1 9 0 8 , e m L o ndres. Como vem acontecendo desde os Jogos da Cidade do México, em 1968, os 16 participantes serão divididos em quatro grupos de quatro. O melhor resultado do Brasil foi a medalha de prata, conquistada em Los Angeles (1984) e Seul (1988).
16
países estarão em Londres: Bielorrússia, Brasil, Coreia do Sul, , Egito, Emirados Árabes Espanha, Gabão, as, Grã-Bretanha, Hondur ico, Japão, Marrocos, Méx Nova Zelândia, Suíça, Uruguai e Omã ou je Senegal, que jogam ho pela última vaga.
CURTAS
Há 6 anos, em 21 de abril
de 2006, morria Telê Santana, técnico do Brasil nas Copas de 1982 e 1986 e bicampeão mundial pelo São Paulo em 1992 e 1993. Nesta quarta, 25 de abril,
completam-se 30 anos da vitória do Flamengo sobre o Grêmio, 1 a 0, que valeu o Brasileiro de 1982.