São Paulo, terça-feira, 23 de outubro de 2012
R$ 1,40
www.dcomercio.com.br Conclusão: 23h55
Ano 87 - Nº 23.735
Jornal do empreendedor
Supremo Mensaleiro à doré está servido
Foro de São Paulo inspirou estratégia mensaleira Olavo de Carvalho, pág. 3
Com o julgamento do último ingrediente (formação de quadrilha), o prato ficou pronto. Dirceu, Delúbio, Genoino e mais sete réus foram condenados por seis votos a quatro no STF. Agora, é acrescentar o molho (analisar as questões pendentes, como o que fazer nos casos de empate) e temperar com as penas. Pág. 5
Só falta o tempero
L.C. Leite/LUZ
Newton Santos/Hype
Todo o mundo de olho no mercado de carros do Brasil Roberto Stuckert Filho/PR
Presidentes de montadoras marcam presença no Salão do Automóvel 2012, que será aberto ao público amanhã, e anunciam investimentos no País que é considerado a "salvação" do setor. Pág. 18
TEMPO DE BIG DATA O cientista de dados Mario Faria, que já trabalhou em empresas como Microsoft e IBM e hoje dirige o Data Officer da Boa Vista Serviços, revela a importância estratégica do chamado Big Data (o cruzamento e análise dos dados de cada indivíduo). "O consumidor, passou a ser um publicador de informações." Págs. 19 e 20
A presidente Dilma recebe maquete de BMW, que terá fábrica em SC.
Chico Ferreira/LUZ
Violência explode. Agora é tolerância zero. Governador Alckmin diz que "criminosos querem intimidar o governo, mas a ordem é ir pra cima". Em Campinas, ação conjunta do MP e da PM prende 22 suspeitos de integrar o PCC. Pág. 9 ISSN 1679-2688
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Este modelo vai estar mesmo nas vitrines Coleção de alto-verão na passarela do Mega Polo Moda, no Brás. Pág. 14
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
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Quase ninguém se dá conta de que o governo não cria riqueza, limitando-se a receber de uns para dar a outros. Roberto Fendt
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ARISTÓTELES DRUMMOND
É PRECISO
ACORDAR O PAÍS
É
FÁBULA FABULOSA
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ecebo de dileto amigo um texto, à maneira de uma fábula, que explica bem como funciona o sistema tributário dos Estados Unidos, tema central da campanha presidencial naquele país e de tão difícil compreensão pelo eleitor comum e até pelos próprios candidatos. Pela sua clareza, não resisto em partilhar com os leitores tão elucidativa explicação do funcionamento de um sistema tributário e da dificuldade dos "contribuintes" em perceber a origem das mazelas causadas por ele. A fábula diz mais ou menos o seguinte. Todos os dias, dez amigos saiam para beber e pagavam uma conta de US$ 100. A divisão da conta entre eles se fazia da mesma forma com que os americanos pagam a arrecadação do imposto de renda: os primeiros quatro amigos (os mais pobres) não pagavam nada; o quinto pagava US$ 1; o sexto, US$ 3; o sétimo, US$ 7; o oitavo, US$ 12; o nono, US$ 18; e o décimo (o mais rico), pagava US$ 52. O grupo frequentava o bar toda noite e estava satisfeito com o sistema de pagamento. Um belo dia, o dono do estabelecimento fez uma proposta. "Como vocês são bons clientes, vou dar um desconto de 20% no valor da conta", disse. Esta, com o desconto, baixou de US$ 100 para US$ 80. O desconto não afetou os primeiros quatro amigos, uma vez que já não pagavam nada pela bebida. O ganho com o desconto deveria ser dividido pelos outros seis. Pois bem. Se dividissem o desconto de US$ 20 igualmente entre eles, o ganho de cada um seria de US$ 3,33. O problema é que, se assim procedessem, o quinto e o sexto amigos acabariam sendo pa-
ROBERTO FENDT gos para beber, em vez de pagar a sua parte na conta do grupo. Criou-se com o desconto, portanto, uma inusitada situação: os mais pobres continuavam isentos de dividir a conta, mas os amigos de renda média ficavam agora em situação ainda melhor – bebiam como todo o grupo e ainda recebiam para beber.
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iante do paradoxo, o dono do bar sugeriu que seria justo distribuir o desconto mais ou menos proporcionalmente à fatia de cada um na conta, arredondando os novos valores para números inteiros. Com esse critério, o quinto amigo passou agora a não pagar nada, como os quatro primeiros (desconto de 100%). O sexto pagou US$ 2, em lugar dos US$ 3 originais (desconto de 33%). A parcela do sétimo tornou-se de US$ 5, em lugar dos US$ 7 originais (desconto de 28%). Ao oitavo coube pagar US$ 9 em vez de US$ 12 (desconto de 25%). O nono pagou US$ 14 em vez de US$ 18
(desconto de 22%). Finalmente, o décimo pagou US$ 49, quando anteriormente pagava US$ 59 (desconto de 16%).
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Todos se beneficiaram do desconto ou, pelo menos, não ficaram em pior situação relativamente ao valor da conta que o grupo pagava antes do desconto. Os primeiros quatro amigos continuaram a beber de graça, o quinto também ficou isento de rachar a conta e todos os demais partilharam o desconto. Fora do bar, os dez se reuniram e compararam os seus ganhos. O sexto amigo reclamou que sua parcela no desconto fora de somente um dólar, enquanto o amigo mais rico tinha obtido um desconto dez vezes maior. O sexto da lista concordou com o quinto, já que também ele havia tido somente um dólar de desconto. Não lhe pareceu justo que o desconto obtido pelo décimo companheiro fosse equivalente a dez vezes o dele. Comparados os ganhos decorrentes do desconto, for-
Muitos brasileiros não pagam imposto de renda e têm os mesmos benefícios que os pagantes. E outros não só não pagam, como recebe benesses de toda natureza do governo.
mou-se então um consenso no grupo: primeiro, sempre que há um desconto, os ricos são os que mais se beneficiam; segundo, que o sistema explora os pobres, já que esses não se beneficiaram em nada do desconto. Indignados com o resultado, os primeiros nove surraram o décimo. Na noite seguinte o décimo homem não apareceu para beber. E na hora de pagar a conta, os outros nove perceberam que não tinham dinheiro suficiente sequer para pagar metade da conta! É curioso que nenhum dos nove tenha percebido que o parceiro mais rico pagava excessivamente pela mesma cerveja bebida por todos – e que era natural que o mais prejudicado pelo sistema de dividir a conta fosse o mais beneficiado quando a injustiça fosse reduzida.
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qui no Brasil também, temos um sistema tributário complexo. Um grande número de brasileiros não paga imposto de renda e recebe o mesmo (pouco) benefício que os pagantes. Outra boa parte não só não paga, como recebe benesses de toda natureza do governo. Empresas e setores escolhidos, a pretexto de melhorar sua competitividade, têm a conta de tributos reduzida, enquanto outras, mais competitivas, pagam a conta cheia dos impostos. E quase ninguém se dá conta de que o governo não cria riqueza, limitando-se, com grande custo, a receber de uns para dar a outros. Situação fabulosa, talvez só compreensível com a ajuda de uma fábula como esta que aqui utilizei, de autoria de George R. Kamerschen, professor de Economia da Universidade da Geórgia, EUA. ROBERTO FENDT É ECONOMISTA
Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Claudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine
preocupante O empresário, a situação da além de suas lucratividade das responsabilidades empresas brasileiras. A queda que vem sofrendo para com a Bovespa não é apenas seus próprios um reflexo da crise nos negócios, tem mercados internacionais, a obrigação mas ocorre também em função dos resultados ética e moral recentemente de defender anunciados pelas o sistema de empresas. Setores que estavam indo muito livre iniciativa. bem, como na área de telecomunicações, energia e siderurgia, amargam queda nos mesmo rodovias. Nossa lucros e nas cotações. soja do centro-oeste, É claro que esta por exemplo, depende situação se refletirá na da cotação arrecadação da União e internacional para ser dos estados, já que estes escoada – isso por causa setores lideram impostos das irresponsáveis vitais, como o IPI e o ICMS. restrições ao Os próprios bancos, asfaltamento do trecho recordistas em lucros, paraense da Cuiabádevem fechar o ano com Santarém, cujas obras resultados inferiores aos estão a cargo do do exercício anterior. Exército. E as grandes No caso de empresas empresas, com estatais, o corte de presença internacional, despesas não passa pela também enfrentam folha de pagamento – problemas em função de como ocorre na Europa e um elevado no setor privado – por endividamento. A conta da força dos própria Vale nunca sindicatos, prontos para deveu tanto! estimular protestos. A própria Petrobras não laro que tudo isso vem performando pode ser bem, como é sabido. revertido, desde O curioso é que essa que haja vontade situação é conhecida, política. O mercado é publicada na imprensa, atraente e existem mas permanece cercada espaços a serem por um certo silêncio. ocupados. Entretanto, o Yasuyoshi Chiba/AFP Algumas seguradoras, segundo consta, têm problemas – e a criação da estatal para o setor, também curiosamente, não sofreu as restrições Bovespa: maus resultados das empresas. naturais do setor privado. de que mais precisamos mesmo são maiores final, o investimentos e de mais empresariado, tecnologia para obtermos para além de suas maior competitividade. responsabilidades com os próprios negócios, s classes tem a obrigação ética produtoras e moral de defender nacionais parecem o sistema da livre perplexas, sem iniciativa. iniciativa, a começar por Precisamos acordar prestigiar as entidades o Brasil, pois mesmo independentes, que com a existência de uma sustentam a luta contra crise internacional, nunca a burocracia, a gula foi tão fácil crescer! fiscal e a falta de E o único caminho é pela infraestrutura. E, via do setor privado, principalmente, o avanço da poupança, da estatal na economia. vocação empreendedora No setor do de nossa gente. agronegócio, no qual estávamos tão bem, ARISTÓTELES DRUMMOND É os lucros seriam muito JORNALISTA E VICE-PRESIDENTE DA mais justos e atrativos ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO RIO se tivéssemos melhores DE JANEIRO. portos e ferrovias, ou até aristotelesdrummond@mls.com.br
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
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A RECUSA DE UMA REFLEXÃO AUTOCRÍTICA TEM CUSTADO CARO AOS PARTIDOS DE DIREITA.
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SAUDADE DA MORTADELA É esse o problema da "direita" brasileira. Poucas coisas são mais deprimentes que o triunfalismo fingido dos derrotados que tentam encobrir, com vitoriazinhas de detalhe, a imensidão de um fracasso geral e definitivo. Pelo menos dessa indignidade não se pode acusar a esquerda. Expelida do poder em 1964, desbaratada e humilhada, ela teve a hombridade de reconhecer a derrota em toda a sua plenitude e entregar-se, por anos a fio, a um seriíssimo esforço de análise autocrítica, do qual emergiu portadora da nova estratég i a q u e a c abaria por lhe dar o controle he ge mô ni co da vida cultural e logo em seguida o domínio absoluto do cenário político. A esquerda conquistou o p o d e r p o rque o merec e u . M e r eceu-o, é claro, não pelas múltiplas e ilimitadas virtudes morais que se arroga – as quais, por sinal, não existem – mas por uma única que ninguém lhe pode negar: a coragem de aprender com o fracasso. A direita, ao contrário, não tem fibra nem mesmo para reconhecer que perdeu. Na década de 90 – enquanto os partidos de esquerda se reagru-
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pavam no Foro de São Paulo, cortavam cabeças de direitistas à vontade mediante acusações de corrupção, verdadeiras ou falsas, e com a maior facilidade iam se impondo aos olhos do povo como paladinos da moralidade – ela ainda arrotava superioridade e, girando um copo de uísque com ar blasé, sentenciava: "O comunismo está morto."
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Mensalão não surgiu como iniciativa isolada de alguns vigaristas, mas como peça integrante e essencial da estratégia petista de debilitar as instituições para subjugar o Estado e fazer dele o instrumento dócil da vontade do Partido. Essa estratégia, por seu lado, não pode ser compreendida fora do contexto do Foro de São Paulo e de seus planos de dominação continental, que incluem a legitimação sistemática do crime – desde que cometido pelo "lado certo" – como modalidade usual e até obrigatória de ação política. E nada disso faz o menor sentido sem a concepção tradicional marxista que se utiliza do "direito burguês" como uma ferramenta provisória a ser jogada no lixo tão logo a facção revolucionária chegue ao poder. Quando um fenômeno dessas dimensões aparece em escala diminutiva, reduzido a um caso de delito comum, e por sorte alguns dos culpados vêm a ser punidos pela Justiça, haverá nisso algum motivo de júbilo e comemoração? Entre os fenômenos estranhos da mente humana, um dos mais singulares é o otimismo do desespero. É o sentimento que nasce quando um sujeito sofreu tantas derrotas e humilhações que sua expectativa de melhores dias encolheu ao ponto de qualquer alívio mesquinho e passageiro bastar para levá-lo ao êxtase. Para quem padece de impotência há trinta anos, uma ereção de dez segundos é a apoteose da virilidade.
A covardia física pode às vezes ser compensada por uma dose de astúcia. Mas covardia intelectual não tem perdão.
om que tranquilidade olímpica liberais e conservadores não apontavam as figuras dos caciques regionais – Maluf, Magalhães, Sarney, Collor – como se fossem fortalezas inexpugnáveis, barreiras intransponíveis contra as quais a ond a e sq u e r d i sta iria se quebrar em vão! E quando eu lhes dizia que esses personagens seriam varridos do mapa ou reduzidos ao estatuto de office-boys em cinco minutos, tão logo a esquerda assim o decidisse, olhavam-me com um ar misto de pesar e de condescendência, como se eu fosse um egresso do Pinel, um caso perdido. A covardia física pode às vezes ser compensada por uma dose de astúcia. Mas a covardia intelectual não tem perdão: é punida sem remédio neste mundo – e talvez no outro.
IMPRENSA E CONTROLE: O QUE PRETENDE O BRASIL?
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té hoje, quando aponto os erros patéticos dos governos militares, que prometeram erradicar o comunismo e em vez disso pavimentaram o caminho para o retorno triunfal dos comunistas, ainda aparecem saudosistas do absurdo me xingando de impatriótico e até de esquerdista, porque não acho tudo lindo naquilo cuja lembrança os comove até às lágrimas. Quando a afeição a símbolos de solidariedade grupal se sobrepõe desse modo ao senso de realidade, a hora da morte chegou ou – horr esco r ef e re ns – já passou. Felizes tempos aqueles em que os presunçosos comiam mortadela e arrotavam peru. Já faz alguns anos que a mortadela acabou. OLAVO DE CARVALHO É ENSAÍSTA, JORNALISTA E PROFESSOR DE FILOSOFIA
JORGE G. CASTAÑEDA
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Sociedade Interamericana da Imprensa (SIP) foi criada em 1942 por donos de jornais da América Latina e dos Estados Unidos, principalmente por famílias como Miró Quesada, no Peru; Otero Silva, na Venezuela; Sulzberger, em Nova York; e Mitre, na Argentina. A entidade teve uma existência modesta nos anos 60, quando ergueu a bandeira da supressão da liberdade de expressão em Cuba e foi dominada, de alguma forma, por jornais pertencentes a famílias "vermes", segundo o regime cubano. Nos anos 70 e 80 a SIP começou a levantar também a bandeira da liberdade de imprensa nos países atingidos por golpes de Estado, por regimes censores e por perseguidores de jornalistas. Durante os anos 90, lembro-me de como Gabriel García Márquez fez uma entrada triunfal e emblemática na reunião de Pasadena, Califórnia, desestigmatizando a SIP na esquerda. Na direita, a organização se legitimou pelo papel que desempenhou contra as ditaduras de modo geral. Na reunião da semana retrasada, em São Paulo, voltou a surgir com força o tema da defesa da liberdade de imprensa, diante da pressão que vem sendo feita por governos eleitos democraticamente, mas que exercem o poder
A recusa obstinada de uma reflexão autocrítica tem custado muito caro aos partidos de direita. Da condição de meros derrotados passaram à de moribundos – e agora vão se aproximando rapidamente do que parece ser o seu ideal supremo: a perfeita inexistência. E mesmo no fundo da mais negra humilhação ainda se recusam a admitir que algo deu errado, que é preciso pôr a mão na consciência e rever com olhos severos o caminho percorrido do poder absoluto à inermidade completa. Não reconhecem nem mesmo o que há de mais espetacular e patente, o óbvio ululante de que falava Nélson Rodrigues.
Fernández ataca o Grupo Clarín por ser monopolista, e tem razão; Clarín acusa o governo de ser censor e expropriador, e também tem razão. A segunda novidade no encontro foi a crítica que vários participantes, começando por José Miguel Vivanco, da Human Rights Watch, fez ao governo brasileiro por este não defender as instituições regionais, a CIDH e a Relatoria Especial para a Liberdade de Imprensa.
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de uma maneira cada vez mais autoritária.
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em novidade: governos como o de Chávez, na Venezuela; de Correa, no Equador; de Fernández, na Argentina e, em menor medida, de Morales e Ortega na Bolívia e na Nicarágua mostram o seu descontentamento com as formas com que se exerce o ofício jornalístico. Assim mesmo, não é a primeira vez que se denuncia neste e em outros foros o assédio desses governos à Comissão Interamericana de Direitos
Humanos e, em particular, à Relatoria Especial para a Liberdade de Imprensa, associada à CIDH dentro da OEA e fundada como consequência da II Cúpula das Américas, em Santiago do Chile, em 1998. O presidente Correa fez da extinção da Relatoria um de seus projetos prediletos; Chávez fez da denúncia e destruição da CIDH um de seus principais empenhos internacionais. O interessante na reunião da SIP em São Paulo foi que vários participantes se manifestaram sobre o assédio contra a mídia e
contra as instituições regionais que podem defendê-la. No conflito entre o governo de Cristina Fernández e o Grupo Clarín, de Buenos Aires, se viu como os lados refletem posições presentes em toda a região.
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omo alguns se lembram, o governo peronista aprovou uma Lei da Mídia, que entra em vigor em 7 de dezembro próximo, cujo objetivo é combater os monopólios midiáticos na Argentina e em particular o mais poderoso, o Grupo Clarín, que além de ser
proprietário do jornal de maior circulação nesse país é também dono de um grande número de redes de televisão aberta e fechada.
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ue é preciso uma vigorosa ação antimonopolista na Argentina nessa matéria parece indiscutível. E também é indiscutível que a Lei de Mídia do governo de Fernández equivale de fato a substituir o monopólio privado por um público, composto pelo próprio Estado e por empresários de comunicação alinhados com o governo.
ivanco estabeleceu uma distinção entre a obsessão brasileira, mexicana e, em parte, colombiana, de não "intervir" nos assuntos internos de outros países e a defesa das instituições multilaterais com objetivos bem precisos e que eram consensuais antes. Este colunista se permite a enfatizar a mesma crítica ao governo de Dilma Rousseff: uma coisa é não defender os veículos atacados nos países citados; outra coisa é ser indiferente diante da ofensiva dos países da Aliança Bolivariana das Américas (Alba) contra instituições que o Brasil, junto com outros países, ajudou a criar e a consolidar. JORGE G. CASTAÑEDA, EX-SECRETÁRIO DE RELAÇÕES EXTERIORES DO MÉXICO, É PROFESSOR DA UNIVERSIDADE DE NOVA YORK. SEU LIVRO MAIS RECENTE É "MANANA FOREVER?
MEXICO AND THE MEXICANS". TRADUÇÃO: RODRIGO GARCIA
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GibaUm
3 Duas medidas correm à 3 MAIS: de um lado, indulto, boca pequena entre os advogados dos mensaleiros: se adotadas, provocariam comoção nacional.
gibaum@gibaum.com.br
k Eu mesmo não quis um terceiro mandato.
LULA // em entrevista ao jornal argentino La Nación, lembrando época em que escapou da tentação.
Fotos: Paula Lima
Três é demais 333 Mesmo com eventual entusiasmo provocado no público masculino (afinal, as atrizes são mais do que inspiradoras), que ninguém imagine que os brasileiros topariam ver repetida em sua vida a façanha de Cadinho (Alexandre Borges) no final de Avenida Brasil, quando ele fica com Verônica (Debora Bloch), Noêmia (Camila Morgado) e Alexia (Carolina Ferraz). Levantamento feito entre São Paulo e Rio na noite do último capítulo, em bares, restaurantes e outros espaços que exibiam o final de Avenida Brasil, revelou que 85% dos marmanjos pulariam fora. Motivo básico: suportar e sustentar três mulheres, ninguém agüenta.
SEM VERDE As produtoras americanas, depois do Besouro Verde e do Lanterna Verde, preferiram tirar a cor do sobrenome do Arqueiro Verde, herói de HQs nos anos 40 em sua série que acaba de estrear na Warner com o título Arrow. O rei do arco e flexa têm vida dupla: à noite combate poderosos e corrupção; de dia, é um playboy mulherengo porque, afinal, ninguém é de ferro. No começo, ele se vestia como Robin Hood; nas últimas décadas, tirou a máscara e até morou com Canário Negro, mudando-se para Seattle. Nos desenhos, ganhou características de mangá. 333
Quando a gorda, lésbica, feminista e defensora do LGBT, Beth Ditto, líder da banda americana Gossip, no palco do Jockey Club de São Paulo, começou a cantar oi, oi, oi, música-tema da novela Avenida Brasil, ficou claro que só daria ela no evento Planeta Terra, repleto de atrações mornas. Mesmo assim, ainda sobrou para as veteranas bandas Suede e Garbage. Circulando por lá, entre tantas, da esquerda para a direita, Marymoon, VJ da MTV; Carolina Ferraz, a Alexia da novela de João Emanuel Carneiro; a cantora (e agora, escritora) Marina Lima; a empresária Cristiana Arcangelli; e a modelo Ana Beatriz Barros. 333 O Supremo Tribunal Federal acaba de comprar três camisas sociais brancas, de tecido egípcio (R$ 380 cada), três togas – as famosas capas – para uso diário dos ministros em plenário (R$ 550 cada) e três togas de gala, com cinturão e pingentes (R$ 1.100 cada). Os novos uniformes sairão por R$ 6,1 mil. A empresa fornecedora, Moda Aurélio Dias, é a assinatura favorita do guarda-roupa do Poder Judiciário. As camisas sociais não serão para os ministros: cada um deles tem seu camiseiro, gostam de punho duplo (para usar abotoadura), tudo sob medida, como igualmente seus ternos. Eles podem jogar esses elegantes gastos em despesas pessoais, permitidas pela Alta Corte.
Suprema elegância
Distância Aumenta a cada dia a distancia entre a Planalto e o Palácio das Princesas, sede do governo de Pernambuco, onde reina Eduardo Campos (PSB). Dilma Rousseff não atende mais (nem dá) telefonemas de Campos, estratégia que Lula já havia adotado. A propósito: o governador de Pernambuco, devido à reforma do Palácio das Princesas, está ocupando o Centro de Convenções de Olinda, provisoriamente.
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A presidente Dilma Rousseff viajava de Salvador para Brasília enquanto a Globo exibia o último capítulo de Avenida Brasil : queria ter assistido com a mãe a e tia (elas gravaram e a presidente assistiu quando chegou), mas não deu. Só que a Chefe do Governo não estava muito preocupada, não: assistia, de vez em quando, a novela de João Emanuel Carneiro, mas sua favorita era mesmo Cheias de Charme. Achava que as empreguetes bem simbolizavam a ascensão das classes mais baixas, como resultado da política do governo petista. 333
BORDERLINE 333 Explosões de raiva, tristeza, impulsos, teimosia, instabilidadedehumor,apego afetivo, desespero, descontrole emocional, medo de rejeição, isso tudo, quando ocorre, produz transtorno da personalidade borderline, que é tema do novo livro de Ana Beatriz Barbosa Silva, Corações Descontrolados. Ela é autora de bestesellers sobre psicopatia, TOC e bullying. Para a autora, os borders “vivem no limite de suas emoções e também como lidar com elas”. E dá exemplos: “A Carminha , da Avenida Brasil, era totalmente borderr”. Detalhe: o transtorno atinge muito mais mulheres (75%) do que homens.
MISTURA FINA 333 AMANTE do futebol, a primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel, pode aparecer na Marques de Sapucaí, no Rio, no próximo carnaval. A Unidos da Tijuca, campeã do carnaval deste ano, vai levar à avenida enredo sobre a Alemanha e o prefeito de Colonia, Jürgen Roters, já esteve no barracão conhecendo os projetos de fantasias e alegorias do carnavalesco Paulo Barros. Merkel é considerada pé quente e é torcedora do Bayern de Munique.
O MINISTRO de Minas Energia, Edison Lobão, acaba de receber alta: estava internado desde quinta-feira passada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Os médicos diagnosticaram uma infecção bacteriana. O BANCO do Brasil quer alavancar com financiamentos atividades produtivas tocadas por microempreendedores nas 12 cidades que sediarão jogos da Copa do Mundo 2014, entre eles, taxistas, donos de barraquinhas de praia, ambulantes de feira e outros tantos. Em alguns segmentos, já está acertando convênios com cooperativas de crédito, incentivando até cursos de inglês. Estima-se que, nessas condições, existam em todo o país cerca de 110 mil profissionais.
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Como a nova onda entre as celebridades nacionais femininas é trocar a cor do cabelos, Grazi Massafera vai aparecer ruiva na primeira campanha que faz desde o nascimento de Sofia, sua filha de cinco meses com Cauã Reymond, para a joalheria Vivara. As fotos são de Zee Nunes e o diretor Giovanni Bianco resolveu aplicar nelas um efeito que trocasse a cor dos cabelos da atriz. O resultado é, pelo menos, um tanto surpreendente. Em janeiro, ela começa a gravar O Caribe é Aqui, de Walther Negrão.
Mudando de cor
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333 Cresce a cada dia o prestigio de Luis Inácio Adams, 47 anos, com a presidente Dilma Rousseff. O advogado-geral da União é consultado para tudo, do Código Florestal até licitação para aeroportos para a Copa de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016. É nome bem cotado para a vaga de Ayres Britto no Supremo, ao lado de Beto Ferreira Martins Vasconcelos, mineiro de Uberlândia e que trabalha da Casa Civil. Tem 35 anos e é filho de Gilberto Vasconcelos, que foi preso com Dilma, nos tempos da ditadura militar.
h IN Homeland.
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Está chegando às livrarias O Harém de Kadafi , de Annick Cojean, repórter especial do jornal francês Le Monde , que traz uma detalhada investigação sobre a utilização do sexo e do estupro como arma de guerra pelo ditador líbio em seus anos de poder. Meninas, jovens virgens, rapazotes de sua guarda pessoal, famílias inteiras eram estupradas, forçadas a fumar haxixe ou cheirar cocaína e formavam num colossal harém presidencial. O livro é recheado de depoimentos de mulheres corajosas que falaram. Outras tantas se escondem. O lado pior, é elas são tratadas como prostitutas, ameaçadas por extremistas religiosos ou revolucionárioszelosos,quando deveriam ser encaradas como vítimas. 333
Fã das empreguetes
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Dois favoritos HARÉM
que só pode ser concedido pelo presidente; de outro, anistia, que pode ser aprovada pelo Congresso.
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Festival morno
Olho nos milagres 333 O History Channel acaba de colocar no ar uma série inédita, Decifrando Milagres, que analisa desde imagens de santos que choram até curas inesperadas sem explicações, com foco na América Latina e especialmente em países como Brasil, Argentina e Colômbia. Do lado de cá, aparece o líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, Valdemiro Santiago, que garante realizar curas (algumas, até provadas com relatos de pessoas doentes ou consideradas à beira da morte). Também são apresentadas outras tantas histórias ligadas às pílulas milagrosas do Frei Galvão.
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Dallas 2.
Michael Kors na terra 333 Carminha (Adriana Esteves) e sua famosa bolsa dourada na novela Avenida Brasil ajudou a popularidade Michael Kors no Brasil (seus relógios fazem muito sucesso) e o designer americano, há mais de 30 anos no mercado, abre sua primeira loja no Brasil no Village Mall, novo shopping que será inaugurado em novembro, no Rio. Dependendo, abre outra em São Paulo no ano que vem. No primeiro endereço, além de bolsas e relógios, terá óculos, perfume e sapatos, além de uma linha mais relax, batizada se simplesmente de Michael.
O GOVERNADOR do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, que a presidente Dilma Rousseff prefere que ele permaneça longe do Planalto, acha que, com a prisão de José Dirceu, Delúbio Soares e José Genoino, o PT estará desprovido de lideranças – e isso porque não aposta muito no talento de Ruy Falcão. E já está trabalhando para ser o próximo presidente nacional do partido. Chance: zero.
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A ITALIANA Monica Belucci chega esta semana ao Brasil para a inauguração, no Rio, da primeira loja Cartier na cidade. Ela é a estrela das novas campanhas da grife.
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Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero
CHARGE DO DIA
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 23 de outubro de 2012
5 CONDENA José Dirceu e Delúbio Soares foram condenados por maioria no STF
olítica
ABSOLVE Apenas Geiza Dias e Ayanna Tenório foram absolvidas pelos ministros.
STF confirma: era uma quadrilha. Por 6 votos a 4, ministros condenam os núcleos político, comando por José Dirceu, o publicitário de Marcos Valério e o financeiro. Ex-ministro nega as acusações. José Cruz/ABr
tenderam que não houve quadrilha, mas coautoria. Foram condenados ainda Marcos Valério e seus ex-sócios Ramon Hollerbach, Cristiano Paz, o ex-advogado Rogério Tolentino e a ex-diretora das agências Simone Vasconcelos. Dois ex-dirigentes do Banco Rural também foram considerados culpados, a expresidente do Rural e atual acionista, Kátia Rabello, e o ex-vice-presidente José Roex-ministro da Ca- berto Salgado. Votos condenatórios – Ao sa Civil, José Dirceu; o ex-presiden- condenar os 11 réus, Ayres te do PT, José Ge- Britto argumentou que a fornoino, e o ex-tesoureiro do mação de quadrilha por parte partido, Delúbio Soares, fo- dos acusados ameaçou a paz ram condenados ontem pela pública. "O povo nutre a conmaioria (6 a 4) dos ministros fiança no seu Estado. O trem do Supremo Tribunal Federal da ordem jurídica não pode (STF) pelo crime de formação descarrilar, não pode ficar sob de quadrilha. Eles já haviam si- ameaça de descarrilamento", disse. Para o do condenadecano do d o s p o r c o rSTF, ministro rupção ativa. Celso de MelT a m b é m f oO trem da lo, houve um ram condenaordem jurídica "grave atendos cinco réus não pode tado" ao sistedo núcleo puma democráblicitário e descarrilar, não tico. "Foi um dois do finanpode ficar sob dos episódios ceiro. Dos 13 ameaça de m a i s v e r g oacusados, descarrilamento. nhosos da hisapenas Geiza tória política Dias, ex-funCARLOS AYRES BRITTO desse País". cionária da O ministro SMP&B, cham a d a d e " m e q u e t r e f e " , e Marco Aurélio Mello destacou Ayanna Tenório, ex-dirigente que era uma quadrilha "das do Banco Rural, foram absolvi- mais complexas". E mostradas. Em relação ao atual vice- ram-se seus integrantes em presidente do Rural, Vinicius número de 13, "o número que Samarane, houve empate de o PT utiliza para campanhas 5 a 5. Em nota, José Dirceu dis- eleitorais". Para o ministro Gilse, após a condenação, que mar Mendes, "houve a forma"nunca fiz parte nem chefiei ção de uma engrenagem ilícita que atendeu a todos e a caquadrilha". Com a decisão, o STF con- da um", afirmou. Na avaliação cluiu a análise do último capí- do relator, "os réus, de forma l i v r e e c o n stulo e a partir ciente, se asde hoje comesociaram de çará a definir maneira estáquestões penFoi um grave vel e com dividentes, como atentado ao sistema são de tarefas o que fazer democrático. Um para praticar nos casos de empate (leia dos episódios mais crimes contra a administraa ba ixo ) e a fivergonhosos da ção pública e o xar o tamanho história política sistema finandas penas. desse País. ceiro". Dos 37 réus, Votos de ab25 foram conCELSO DE MELLO solvição – F odenados. ram quatro, Os votos – Os ministros Luiz Fux, Gilmar entre eles o da ministra CárMendes, Marco Aurélio Mello, men Lúcia para quem os acuCelso de Mello e Ayres Britto sados são pessoas que "cheseguiram o relator, ministro garam ao cargo de poder" de Joaquim Barbosa, e considera- maneira legítima e "ali pratiram os réus culpados por for- caram crime". O ministro Dias mar uma quadrilha para ope- Toffoli levou um minuto em rar o Mensalão para a compra seu voto: "Senhor presidente, de apoio parlamentar. Por ou- vou limitar-me a acompanhar tro lado, o revisor Ricardo a divergência inaugurada pelo Lewandowski, Rosa Weber, revisor e absolver todos neste Cármen Lúcia e Dias Toffoli en- capítulo". (Agências)
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Alan Marques/Folhapress
O ministro Dias Toffoli levou menos de um minuto para votar. Acompanhou o revisor Ricardo Lewandowski. Já o ministro Marco Aurélio Mello seguiu a tese defendida pelo relator Joaquim Barbosa de que os réus formaram uma quadrilha para operar o Mensalão para comprar apoio.
Empate deverá favorecer os réus A tese é defendida pelo presidente do STF, ministro Ayres Britto, e pode beneficiar sete acusados, até agora.
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ministro Carlos Ayres Britto, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu ontem que o tribunal absolva os réus cujos julgamentos terminarem empatados. Até agora, sete acusados receberam cinco votos pela condenação e outros cinco pela absolvição. Por isso, ao ser questionado se daria o voto de desempate, também conhecido como voto
de qualidade, no processo, Ayres Britto respondeu. "Como escritor, como doutrinador, já tenho me pronunciado de que o 'in dubio pro reo' opera. O que eu tenho dito é que o tribunal é um só, embora os ministros sejam muitos. Durante a votação, o tribunal também é único, mas a unidade dele somente se obtém com a maioria dos votos. Se a maioria não foi obtida, essa unidade não se
perfez, ficou a meio caminho. É por isso que o empate opera a favor do réu", enfaziou. Até o momento, aguardam a decisão sobre o empate o deputado federal Valdemar Costa Neto (PR-SP), o ex-tesoureiro do PL (atual PR), Jacinto Lamas, e o ex-dirigente do Banco Rural, Vinicius Samarane, pelo crime de formação de quadrilha. E os ex-parlamentares José Borba (PMDB-PR), Paulo
Rocha (PT-PA), João Magno (PT-MG) e o ex-ministro dos Transportes, Anderson Adauto, pela acusação de lavagem de dinheiro. Ayres Britto disse ainda que não sabe se os magistrados vão discutir a questão dos empates antes de apreciar qual a punição a ser aplicada (a chamada dosimetria). Ele acredita que a decisão será do plenário. (Estadão Conteúdo)
Valter Campanato/ABr – 21.08.12
Comissão de Ética livra Pimentel Processos que questionavam a conduta do ministro do Desenvolvimento foram arquivados pelo colegiado
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a primeira reunião após a saída do conselheiro Sepúlveda Pertence, a Comissão de Ética Pública da Presidência da Repúboica decidiu ontem arquivar os dois processos que apuravam eventual conduta antiética do ministro Fernando Pimentel, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Ele respondia a dois procedimentos na comissão, desde o primeiro semestre. Um era relativo a serviços de consultoria prestados por ele à Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), pelos quais recebeu R$ 2 milhões. Os serviços foram prestados a partir de 2009, após a saída dele do cargo de prefeito de Belo Horizonte e foram encerrados
antes de assumir o ministério do Desenvolvimento. De acordo com o entendimento da comissão, não houve qualquer irregularidade no caso, já que ele não integrava o governo federal na ocasião. O prosseguimento dessa investigação sobre a conduta de Pimentel ocorreu por conta do voto de desempate de Pertence, que presidia a comissão na época. Pequena quantia – Mas, para o atual presidente da comissão, Américo Lacombe, ao prestar as consultorias, Pimentel estava apenas sendo "um economista no exercício da profissão". Ainda segundo Lacombe, "a quantia que ele recebeu foi pequena". Para ele, "qualquer profissional liberal" consegue ganhar o
montante de R$ 2 milhões em dois anos, o que corresponde a R$ 50 mil por mês". Do ponto de vista de Lacombe, "não foi nada extraordinário, pois ele não multiplicou seu patrimônio por 20", afirmou, numa referência ao caso do ex-ministro Antonio Palocci, da Casa Civil, cuja expansão patrimonial em decorrência de serviços de consultoria provocou a sua saída do governo federal. Viagem – Outro caso envolvendo o ministro, que estava em análise pela comissão, foi a viagem entre a Bulgária e a Itália em um avião do empresário João Dória Jr., presidente do Lide (Grupo de Líderes Empresariais). O empresário era organizador de um evento em Roma, onde Pimentel
foi um dos palestrantes. O ministro afirmou ter relatado o caráter particular do voo em relatório de viagem, conforme exige o Código de Conduta da Alta Administração Federal. No entanto, um documento contradiz o ministro. A viagem aparece como tendo sido feita em "veículo oficial". Mesmo assim, para arquivar o processo, Lacombe disse que "tem uma resolução dizendo que as autoridades poderão, em certos casos, usar aviões dos patrocinadores dos eventos, desde que eles não tenham nenhum interesse que esteja sob julgamento da autoridade. No caso, não tinha. O Lide é uma instituição cultural, isso está no voto, está tranquilo", afirmou. (Folhapress)
Fernando Pimentel: consultoria e viagem dentro da legalidade.
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terça-feira, 23 de outubro de 2012
Não será impossível que Serra se mude, em 2014, de mala e bagagem, para o PSD. José Dirceu , ex-ministro-chefe da Casa Civil.
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Rodrigo Coca/Fotoarena/Estadão Conteúdo
Dirceu ataca, Serra revida com Mensalão. Tucano rebate críticas à sua campanha e diz que petistas irão para a cadeia
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José Serra: tucano acena que não pretende abdicar do discurso ético na última semana da campanha.
e x - m i n i st r o - c h e f e da Casa Civil José Dirceu afirmou ontem que o candidato a prefeito de São Paulo José Serra (PSDB) faz uma campanha "negativista" e que "os tucanos já entregaram os pontos" na disputa com o candidato do PT, Fernando Haddad. Ao ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal por corrupção ativa, Dirceu escreveu que aliados de Serra já buscam novas lideranças no partido e classificava a filiação do tucano ao PSD em 2014 como possível. José Dirceu – que foi citado por Serra durante o debate e entrevistas com jornalistas para criticar o candidato do PT, Fernando Haddad – escreveu em seu blog, ontem: "Não será impossível que (Serra) se mude em 2014, de malas e bagagens, para o PSD refundado pela terceira vez por seu principal aliado, o prefeito paulistano Gilberto Kassab (ex-DEM-PSDB)". Nesta decisiva semana da disputa pela Prefeitura de São Paulo, Serra acusou o PT de querer vencer a eleição pau-
É a estratégia petista típica. Eles jogam baixo, muito baixo. Basta olhar o que eles fazem de ataques, infâmias, isso e aquilo. JOSÉ SERRA listana para minimizar as condenações de líderes do partido no julgamento do Mensalão. E demonstrou que não pretende abdicar do chamado discurso ético na reta final da campanha ao afirmar que petistas acabarão na "cadeia". Indiretamente, Serra fez alusão ao comentário de Dirceu, que, em encontro com correligionários, afirmou que a vitória de Haddad era mais importante para o PT do que o julgamento do Mensalão. "Eles acham também que a eleição em São Paulo vai compensar o crime do Mensalão. Mas não vai, não. Esse pessoal vai para a cadeia mesmo", disse Serra após discursar para
universitários de uma associação na Lapa. O candidato do PSDB tratou do assunto ao responder sobre declarações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente Dilma Rousseff, que participaram no sábado de comício da campanha de Haddad: "Eles jogam eleitoralmente e na base da mentira. É um partido de gente que mente o tempo inteiro. Eles atacam, fazem jogo baixo e ao mesmo tempo dizem que o outro é que está fazendo". "É a estratégia petista típica. Eles jogam baixo, muito baixo. Basta olhar o que eles fazem de ataques, infâmias, isso e aquilo, e acusam o adversário. É a maneira mais cômoda", disse Serra. "É quase uma demonstração de que o crime em relação à verdade compensa". Ao responder a Lula e Dilma abordando o Mensalão, Serra voltou a vincular o debate eleitoral à questão da ética na política. Ele também disse na última quinta-feira, no debate da TV Bandeirantes, que Dirceu era o "guru político" de Haddad. (Agências)
Levy Ribeiro/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo
Pastores declaram apoio a Haddad e criticam Malafaia Vinte líderes evangélicos assinaram ontem um manifesto de apoio ao petista
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candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, recebeu ontem o apoio de 20 líderes partidários, que assinaram um manifesto em prol de sua candidatura. Além de defenderem o Estado laico e a liberdade religiosa na cidade, os pastores fizeram uma manifestação de solidariedade a Haddad após as críticas do pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus-Vitória em Cristo: "Houve uma reação em relação aos modos com que o pastor (Malafaia) utilizou para ofender a minha pessoa. Houve uma manifestação de solidariedade", argumentou Haddad, após o encontro com os evangélicos. Entre a pauta de reivindicações dos evangélicos está a manutenção de parcerias com instituições religiosas nas áreas de educação, ações de combate às drogas e a dependência química e programas de assistência social. Um dos pontos mais discutidos no encontro foi o que os pastores chamaram de "perseguição e clima de medo" impostos pela atual administração municipal, através de multas e o fechamento de templos religiosos com a aplicação da lei do "Psiu". "Eles estão pedindo apenas o cumprimento da lei". Segundo Haddad, os líderes religiosos reclamaram "da maneira arbitrária com que a Prefeitura aplica as multas, desobedecendo regras de fiscalização. Ressaltou que não pretende mudar a lei do "Psiu": "São questões que podem ser equacionadas dentro da legalidade, sem alteração". O encontro com evangélicos foi articulado pelos coordenadores de sua campanha, entre eles o deputado estadual Simão Pedro e o vereador José Américo, que já se colocou à disposição para promover ajustes na lei do "Psiu", tornando as regras mais claras para a fiscalização. "Eles fo-
ram muito perseguidos no governo Kassab/Serra", acusou o vereador. Haddad contou aos jornalistas que não procurou os líderes religiosos. "Visitei vários líderes religiosos e nunca pedi votos para ninguém". Segundo ele, a aproximação se deu devido à convergência de ideias e de princípios como a defesa do Estado laico e o combate a intolerância. "É um gesto importante que sinaliza que as igrejas não querem ser instrumentalizadas, que elas querem o respeito do poder público".
Não procurei os líderes religiosos. Visitei vários líderes religiosos, mas nunca pedi votos para ninguém. FERNANDO HADDAD Horário eleitoral – Na tarde de ontem, na TV, Haddad voltou a explorar a imagem de seus principais padrinhos políticos, exibindo discursos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e da presidente, Dilma Rousseff, em comício realizado no último sábado. Serra, por sua vez, voltou a afirmar que, caso eleito, Haddad irá acabar com a parceria entre a Prefeitura e as Organizações Sociais (OSs) na administração de hospitais e unidades de saúde no município. O programa petista começou com discursos proferidos no comício de sábado no ginásio da Portuguesa. Foram exibidos trechos do discurso do ex-presidente Lula com críticas a José Serra. "Ele (quando era prefeito) não aguentou a primeira enchente e caiu fora para ser candidato a governador", afirmou. "Ele não sabe ficar sem
um mandato. Voltar a querer ser prefeito de São Paulo é imaginar que o povo da cidade mais importante da América Latina é tonto", disparou Lula. Poste – No trecho que apareceu, a presidente Dilma comparou a campanha de Haddad à sua e rebateu as críticas da campanha tucana de que Haddad não teria "competência" para exercer o cargo de prefeito: "Primeiro, disseram que eu era um poste, depois que eu não tinha competência para governar. Eu vim dizer que o companheiro Haddad é um dos companheiros mais competentes e experientes que eu conheço para governar São Paulo". Reitores de universidades federais e o cantor Gilberto Gil apareceram no programa pedindo votos para Haddad. Serra voltou a citar a polêmica de que, caso Haddad seja eleito, as parcerias com as Organizações Sociais na administração de hospitais e unidades de saúde públicas seriam interrompidas. "Acabar com as parcerias significa acabar com o emprego de 30 mil profissionais de saúde, prejudicando a qualidade do atendimento a população", afirmou um narrador. "Ele quer o que, que a gente volte a não ter nada?", questionou um popular. Segundo o narrador, a posição petista irá acarretar o fechamento de centros de saúde da cidade. "A posição do PT do Haddad significa fechar 139 AMAs (unidades de Assistência Médica Ambulatorial), 5 hospitais e outras 237 unidades de saúde na cidade". Serra também exibiu promessas de seu programa eleitoral de 2004, quando venceu as eleições para a Prefeitura, e mostrou as obras prontas hoje em dia, como o hospital de M'Boi Mirim, e tornou a fazer críticas indiretas ao adversário: "Ideia mirabolante de véspera de eleição costuma dar errado". (Estadão Conteúdo)
Fernando Haddad: "Eles (os evangélicos que o procuraram) estão pedindo apenas o cumprimento da lei".
Maluf: R$ 450 mil pagos em Jersey
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s empresas Durant e Kildare, cuja propriedade é atribuída à família do deputado Paulo Maluf (PP-SP), pagaram em juízo 137 mil libras esterlinas (cerca de R$ 450 mil) no processo na Ilha de Jersey. Na ação, a Prefeitura de São Paulo busca recuperar US$ 22 milhões supostamente desviados dos cofres municipais com a participação dessas companhias, que são sediadas no exterior. Os desvios teriam ocorrido entre 1993 e 1996, quando Maluf foi prefeito. O valor foi depositado porque as empresas foram derrotadas em pedido dentro do processo em Jersey para que a causa fosse enviada ao Brasil, o que no jargão jurídico tem o nome de "exce-
ção de incompetência". Maluf sempre negou ter ligações com as empresas. Em julho, a Corte Real de Jersey encerrou as audiências do processo. A decisão é aguardada para sair ainda neste ano. Depois da decisão, será possível recorrer contra a sentença a uma corte de apelação. Desvios – A Prefeitura de SP e o Ministério Público de São Paulo sustentam que o dinheiro em Jersey tem como origem desvios que teriam ocorrido durante a construç ã o d a a v e n i d a Á g u a E spraiada (atual Jornalista Roberto Marinho), uma das principais obras de Maluf. Nesta semana, os juízes irão deliberar sobre se darão ou não a autorização para que os recursos bloqueados
sejam transferidos aos cofres públicos em São Paulo. A decisão deve sair até novembro. Nesta semana, os juízes da corte estão reunidos para deliberar sobre se darão ou não a autorização para que os recursos já bloqueados na ilha sejam transferidos aos cofres públicos em São Paulo. A decisão deve sair até novembro. Os juízes entenderam que a ação visava apenas a atrasar o processo. No total, os advogados das empresas ligadas a Maluf tiveram de depositar 137 mil libras, mais de R$ 450 mil. O valor seria o equivalente ao que os atrasos custaram para a prefeitura e o tempo que os juízes gastaram para escutar a defesa de Maluf. (Agências)
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 23 de outubro de 2012
7 É uma central de mentiras todo santo dia. É uma central de boatos. Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
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Jorge Araújo/Folhapress
Em comício para o PCdoB, Lula volta a atacar tucanos. Ex-presidente diz em Jundiaí que "tucano tem bico bonito mas é predador"
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ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que "o eleitor está de saco cheio de mentiras" e que vantagem em pesquisa não garante eleição. Lula voltou a atacar o PSDB e citou os ataques ao candidato Fernando Haddad (PT), em São Paulo, durante comício em Jundiaí, no interior paulista, para o candidato a prefeito da cidade Pedro Bigardi (PCdoB), coligado com o PT. No palanque, para cerca de 4 mil pessoas, Lula pediu cautela para a militância, nessa última semana da disputa, com a "central de boatos' dos adversários e voltou a classificar os tucanos como "bicho predador". "Vim aqui para alertar vocês, a gente não pode achar que uma vantagem em pesquisa garante a eleição. O que vai garantir a eleição é a gente continuar alerta 24 horas por dia, até domingo, às 18h. Vocês viram o que fizeram comigo em 2006, o que fizeram com a Dilma em 2010. É uma central de mentiras todo santo dia. É uma central de boatos", afirmou Lula. Na cidade, o PT, aliado do
PCdoB, enfrenta o candidato do PSDB, Luiz Fernando Machado, que representa uma hegemonia de mais de 20 anos de governo do partido na cidade. Lula decidiu incluir Jundiaí na agenda de visitas, após Bigardi quase vencer a disputa no primeiro turno.
Quem conhece de aves sabe que tucano come passarinho novo no ninho, come ovinho. É que nem tico-tico, meu filho. EX-PRESIDENTE LULA "Vocês estão vendo a campanha que estão fazendo contra o Haddad. É por isso que o Haddad vai ganhar também. Porque o povo brasileiro e o povo de Jundiaí estão com o saco cheio de mentiras, com o saco cheio de candidato que não tem o que falar e começa a falar mal do outro", disparou o ex-presidente. Surpresa – Bigardi surpreendeu nas urnas ao levar a dispu-
ta para o segundo turno pela primeira vez na história da cidade. Faltaram apenas 48 votos para que ele vencesse a disputa no dia 7, acendendo uma luz de alerta na campanha do candidato do PSDB, que é apoiado diretamente pelo governador Geraldo Alckmin. Bigardi terminou com 49,98% dos votos válidos, contra 42,95% de Machado. "Vocês sabem que tucano tem aquele bico bonito, mas é predador. Quem conhece de aves sabe que tucano come passarinho novo no ninho, ele come ovinho. O bicho é que nem tico-tico, meu filho... Que nem pássaro preto, o chupim que tira os ovos do outro e bota o dele. Por isso é preciso ter cuidado", afirmou Lula. Cultura eleitoral – O ex-presidente afirmou que é preciso mudar a cultura no Brasil do candidato que só aparece na eleição. "Temos que mudar essa cultura no Brasil. Antes da eleição, todo mundo é bonzinho, maravilhoso, a gente agarra e beija todo mundo e depois a esquece das pessoas. Não. A gente tem que gostar das pessoas antes, durante e depois das eleições", disse. (Estadão Conteúdo)
Bico solto: ex-presidente Lula pede votos em Jundiaí e faz críticas a campanha do PSDB.
No Brasil para dar palestra, Sarkozy visita Dilma.
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ex-presidente francês Nicolas Sarkozy reuniu-se ontem por cerca de uma hora com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto. Foi uma visita de cortesia. Ele veio ao Brasil para uma palestra em São Paulo. É a primeira passagem dele pelo Brasil desde que deixou a Presidência da França, em maio, após ser derrotado pelo socialista François Hollande. Durante seu governo, uma das marcas da relação com o Brasil foi o comércio na área militar, com a compra de helicópteros e submarinos franceses. No entanto, o principal ponto foi a negociação para a compra de 36 caças pela Força Aérea Brasileira. O negócio bilionário ainda não foi concluído. A francesa Dassault é uma das empresas cogitadas pelo governo brasileiro, ao lado da americana
Roberto Stuckert Filho/P.R.
Sarkozy e Dilma: visita de cortesia, de passagem pelo País. Boeing e da sueca Rafale. Sarkozy sempre defendeu o negócio com a Dassault. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também manteve ontem uma conversa reservada com o ex-presidente francês, à tarde, num hotel de luxo da região dos Jardins.
Sarkozy esteve em Nova York no último dia 11, em palestra organizada pelo banco BTG Pactual. Em São Paulo, ele deu nova palestra a convite do BTG Pactual, sobre a crise econômica europeia, para cerca de 200 empresários brasileiros. (Agências)
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8 -.INTERNACIONAL
terça-feira, 23 de outubro de 2012
HOLOCAUSTO Sobrevivente mais velho de Auschwitz morre aos 108 anos
nternacional
IRÃ Justiça impede Ahmadinejad de visitar prisão onde assessor está detido
Win McNamee/Reuters
O papel dos Estados Unidos no mundo Obama e Romney tentam mostrar ao público quem tem jeito de líder
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om as pesquisas empatadas na reta final da corrida à Casa Branca, o último debate das eleições presidenciais dos Estados Unidos ganhou peso extra na campanha eleitoral. O presidente norte-americano, Barack Obama, desfechou o primeiro ataque no encontro, que se concentrou em política externa, ao dizer que seu rival Mitt Romney finalmente reconheceu que o maior inimigo dos EUA hoje é a rede terrorista AlQaeda, não a Rússia. "Fico feliz que o senhor reconheça, governador Romney, que a maior ameaça hoje à América seja a Al-Qaeda. Há alguns meses, o senhor disse que a maior ameaça era a Rússia", disse. "Você está não apenas errado, mas também confuso", afirmou ele, em debate na Universidade Lynn, em Boca Raton, na Flórida, moderado por Bob Schieffer, do CBS News. Romney respondeu dizendo que se referia à Rússia como um "rival geopolítico" e não como um inimigo. Por sua vez, Romney buscou colocar pressão em Obama sobre o que ele considera como uma reação fraca ao assassinato do embaixador norte-americano na Líbia em 11 de setembro e a falta de liderança dos EUA no Oriente Médio.
FIDEL
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Romney afirmou que, após a Primavera Árabe, a situação está se deteriorando rapidamente no Oriente Médio e que parte disso é culpa da administração do presidente Barack Obama. "Nação após nação, presenciamos uma série de eventos perturbadores", afirmou ele, citando não só a morte do embaixador na Líbia, como a guerra civil na Síria e o perigo do Irã obter uma arma atômica. "Minha estratégia é ir atrás dos caras maus", disse o republicano, acrescentando que a política de Obama se restringe a matar os líderes terroristas e não promove a democracia. América Latina - A campanha de Obama criticou ontem a estratégia de Romney para a América Latina e disse que o republicano busca voltar a dividir a região em "bons e maus". Um governo hipotético do republicano traria de volta "as políticas fracassadas" do mandato de George W. Bush, disse à agência Efe Dan Restrepo, assessor da campanha de reeleição de Obama. Restrepo ainda defendeu Obama em relação aos que o acusam de ter ignorado a América Latina, lembrando que Obama viajou cinco vezes à região, mais que nenhum outro presidente norte-americano durante seu primeiro mandato. (Agências)
Eu nem me lembro o que é uma dor de cabeça.
ex-presidente cubano Fidel Castro negou relatos de que estava morto ou à beira da morte, em um artigo publicado ontem na imprensa estatal cubana. O artigo escrito no jornal Granma foi acompanhado por fotografias mostrando o ícone revolucionário de 86 anos no lado de fora de sua casa, perto de algumas árvores e usando um chapéu de palha. Em uma das imagens, ele segura um exemplar do Granma de sexta-feira. "Aves de mau agouro! Eu nem me lembro o que é uma dor de cabeça", escreveu. O texto e as imagens foram a segunda "prova de vida" di-
Cubadebate/Reuters
O debate foi a última chance para Romney e Obama apelarem a indecisos ou àqueles que podem mudar seu voto no pleito de 6 de novembro
TANQUES NAS RUAS DO LÍBANO Confrontos se espalham pelo país após assassinato de chefe de inteligência Mohamed Azakir/Reuters
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Exército do Líbano foi às ruas ontem para pôr fim aos distúrbios que se espalharam de Beirute para outras regiões do país após o tenso funeral do chefe de inteligência do país, assassinado na sexta-feira por um carro-bomba. Confrontos em todo o país deixaram pelo menos sete mortos e dezenas de feridos. Oponentes culpam o regime sírio pelo assassinato do general libanês Wissam al-Hassan. O Líbano já estava dividido por causa do conflito sírio e o atentado reacendeu o barril de pólvora das divisões político-sectárias e aumentou os temores de que a sangrenta guerra civil síria se alastre para o Líbano. Al-Hassan era um sunita que desafiava o presidente sírio, Bashar al-Assad, e seu poderoso aliado libanês, o grupo xiita Hezbollah. A revolta na Síria é liderada pela maioria sunita. O líder sírio e as principais figuras de seu regime são alauítas, um ramo do Islã xiita. A maioria dos sunitas libaneses apoia os rebeldes sírios, enquanto os xiitas tendem a apoiar Assad. Opositores sunitas exigem a renúncia do governo libanês dominado por grupos xiitas, aos quais acusam de conivência com os crimes de Assad. Inflamados pelos discursos no funeral de domingo, manifestantes tentaram invadir a sede do governo e entraram
Soldados patrulham rua em Beirute onde manifestantes colaram cartazes com imagens de Al-Hassan em choque com a polícia, que usou gás lacrimogêneo para dispersar a multidão. Em uma ação incomum, o Exército deixou de lado o distanciamento que costuma manter e decidiu intervir ontem para não colocar em risco sua coesão de força multisectária. "O destino do país está em risco", alertou o comando do Exército em nota. "A tensão em algumas áreas está subindo a níveis sem precedentes. Não permitiremos que o Líbano seja novamente transfor-
mado em um campo de batalha de conflitos regionais." Soldados e veículos blindados posicionaram-se nas principais vias de Beirute e desmontaram bloqueios. As tropas trocaram disparos com atiradores sunitas e um homem armado não identificado foi morto. Tiroteios entre xiitas e sunitas aconteceram em dois bairros da capital libanesa. Os incidentes mais graves ocorreram na cidade de Trípoli, no norte do país, onde pelo menos seis pessoas morreram e
mais de 20 ficaram feridas. Trípoli, a segunda maior cidade libanesa, tem sido o foco das tensões sírias no país, com repetidos confrontos entre sunitas e alauítas. Jordânia - A guerra civil síria teve reflexos em outro país vizinho. Um soldado jordaniano morreu ontem quando tentava impedir a entrada de 12 milicianos armados na Síria. Oito pessoas foram presas e estão sendo interrogadas, mas a nacionalidade dos suspeitos não foi revelada. (Agências)
É possível prever terremotos? Reuters - 07/04/09
vulgadas em menos de 24 horas para aplacar os rumores de que Fidel estaria em "estado neurovegetativo". (Agências)
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m tribunal da Itália condenou ontem sete cientistas a cumprir seis anos de prisão por não terem previsto o terremoto que atingiu o país em 2009, na cidade de L'Aquila, região de Abruzzo. Mais de 300 pessoas morreram no desastre. Os sete réus são parte da Comissão Nacional para a Previsão e Prevenção de Grandes Riscos e foram acusados de negligência e incompetência na avaliação dos riscos e na difusão das informações. Eles devem entrar com um recurso. Entre os réus estão grandes nomes da ciência italiana, como o professor Enzo Boschi,
Ó RBITA
que presidiu o Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia, e o vice-diretor da Defesa Civil, Bernardo de Bernardinis. Cientistas de diversas partes do mundo protestaram
contra a decisão do tribunal em condenálos por homicídio culposo (quando não há intenção de matar). Em protesto, uma carta com mais de 5.000 assinaturas de cientistas foi entregue ao presidente italiano, Giorgio Napolitano, alegando que a ciência não possui meios para prever terremotos, e que o processo pode impedir que futuramente especialistas
COLÔMBIA 1
COLÔMBIA 2
ISOLAMENTO
O vice-presidente Angelino Garzón anunciou que tem câncer de próstata e já iniciou a radioterapia para eliminar o que ele afirmou ser um tumor microscópico.
A notícia de Garzón chega menos de um mês depois do presidente do país, Juan Manuel Santos, ter anunciado que também estava com câncer de próstata.
Integrantes da banda Pussy Riot condenadas por protestar contra o presidente Vladimir Putin em uma catedral são enviadas a prisões longe de Moscou.
aconselhem governos a respeito de riscos sísmicos. Já promotores dizem que tremores de baixa intensidade nos meses anteriores deveriam ter servido de alerta. A ex-governadora da província Stefania Pezzopane comemorou a sentença. Segundo ela, os cientistas estiveram alguns dias em L'Aquila antes do terremoto de 6,3 graus de magnitude que devastou a cidade em 6 de abril de 2009 (foto). "Eu denuncio o engano e a futilidade da Comissão de Grandes Riscos. Hoje, mais do que nunca, sinto toda a dor pela trapaça que nós sofremos", disse Stefania. (Agências)
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terça-feira, 23 de outubro de 2012
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9 LUTO Jardel do Nascimento, namorado de Caroline Silva Lee, assassinada no domingo, chora durante o sepultamento em Taboão da Serra.
idades
Alckmin: "Querem intimidar o governo, mas a ordem é ir 'pra' cima."
Governador de São Paulo disse ontem que o Estado não vai tolerar a crescente onda de violência. "É polícia nas ruas e bandido na cadeia".
O
governador de São Paulo, Geraldo Alc k m i n , d i s s e o ntem, em Itirapina, na região de Piracicaba (SP), que a escalada da violência no Estado, especialmente contra policiais, é uma reação à "ação firme" do Estado contra o tráfico de drogas, que reduziu o fluxo de dinheiro para as organizações criminosas. "Eles querem intimidar o governo, mas o governo não será intimidado. A ordem é ir pra cima, é polícia nas ruas e bandido na cadeia", disse Alckmin. De acordo com o governador, já foram identificados 120 suspeitos, dos quais cem foram presos e 20 estão foragidos. Outros 18 foram mortos em confronto com a polícia. Seguro - O governador afirmou também que determinou à Secretaria de Segurança Pública (SSP) e à Procuradoria-Geral do Estado a extensão do seguro a policiais mortos para os casos em que a morte tenha sido causada em decorrência da atividade policial, ainda que não estivessem em serviço. "Isso já está sendo verificado, por ordem nossa, obedecendo questões legais." Atualmente, o seguro está previsto apenas para o policial que for morto em decorrência do trabalho, afirmou o governador. PCC -Uma operação conduzida pelo Ministério Público de São Paulo em conjunto com a Polícia Militar prendeu na manhã de ontem, em Campinas (a 93 km de São Paulo), 22 pessoas suspeitas de envolvimento com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Entre os presos, havia suspeitos de atuarem como líderes de uma regional da facção. Na última semana, outras sete pessoas já haviam sido presas. Dois homens ainda estão foragidos. A operação começou por volta das 3h. Um dos suspeitos chegou a fazer a própria filha refém por três horas. Após negociação com a polícia, a menina foi liberada e ele foi preso. Segundo informações da Polícia Militar, também foram apreendidos armamentos (um fuzil, duas espingardas e duas granadas) e drogas. Todos os presos foram conduzidos ao 1º DP de Campinas, onde ainda vão prestar depoimento. Parte deles já tinha passagem anterior pela polícia por crimes graves, como homicídios. O major Marci Elber da Silva, da PM, afirmou que a operação foi um "golpe forte" no tráfico da região. Segundo ele, ainda não é possível dizer se os suspeitos tinham participação nas mortes de policiais militares ocorridas no último mês. (Agências )
Ação conjunta do Ministério Público e da Polícia Militar culminou com a prisão de 22 suspeitos de integrarem o PCC em Campinas.
Foi sepultada ontem em Taboão da Serra a estudante Caroline Silva Lee, de 15 anos, assassinada durante um assalto em Higienópolis.
Três pessoas morreram e cinco ficaram feridas em uma chacina ocorrida em um bar de Osasco, na madrugada de ontem.
Paulo Liebert/Estadão Conteúdo
Aclimação: vítimas do atirador deixam a UTI.
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O sepultamento da jovem Caroline Silva Lee, de 15 anos, assassinada na madrugada de domingo.
Dor de mãe: "Quero que eles peguem 40 anos de cadeia."
F
oi sepultado ontem o corpo da estudante Caroline Silva Lee, de 15 anos, assassinada durante um assalto em Higienópolis, na madrugada do domingo. O enterro ocorreu por volta das 13h no Cemitério Valle dos Reis, em Taboão da Serra, depois de ser adiado por quatro horas: a mãe de Caroline, Maria do Sacramento Lee, não tinha conseguido transferir o pagamento do serviço fúnebre ao cemitério pela manhã. A cerimônia reuniu cerca de 30 pessoas entre familiares e amigos próximos da adolescente, além de contar com forte presença da imprensa. Maria do Sacramento lamentou a perda da filha e continua cobrando justiça. "Quero que eles (os três autores do assalto e assassinato) peguem 40 anos de cadeia", afirmou. O namorado
da jovem, Jardel Nascimento, de 24 anos, não quis falar sobre o crime. Ainda chocado, disse que ela era uma menina dedicada e que combatia o capitalismo. O corpo da jovem era velado desde as 19h do domingo, quando chegou no cemitério. Depois do enterro, os familiares fizeram um círculo em volta do túmulo em homenagem à vítima. Crime - Caroline foi assassinada por volta das 2h30 do domingo quando voltava para casa, a pé, acompanhada do namorado. O casal foi abordado, na rua Sabará, em Higienópolis, por um trio de bandidos. Os homens estavam a bordo de um Fiat Idea, roubado no dia 14. De acordo com o boletim de ocorrência, eles desceram do carro, anunciaram o roubo e atiraram contra a menina.
Os três bandidos (Marcos Vinicius Correa Gomes, de 19 anos, Alex Rodrigues Venancio e Claudinei Avelino Modesto, ambos de 18 anos) foram perseguidos pela polícia e acabaram presos. Na manhã de ontem eles foram transferidos para o Centro de Detenção Provisória de Guarulhos. O trio foi preso em flagrante e vai responder por latrocínio e por roubo duplamente qualificado. A pena mínima, somados os dois crimes, é de 33 anos, de acordo com a Polícia Civil. Em depoimento no 27º Distrito Policial (em Campo Belo) eles assumiram a autoria do crime. O mais velho, Gomes, disse ter sido o autor dos dois disparos que mataram Caroline. "É isso o que acontece com quem reage a roubo", disse Gomes, sem aparentar remorso. (Agências)
oficial de Justiça e o enfermeiros baleados na quinta-feira durante uma tentativa de interdição de um homem de 33 anos na Aclimação (zona sul) receberam alta da Unidade de Terapia Intensiva. O oficial de Justiça Marcelo Ribeiro de Barros, 49, foi atingido por um tiro no peito e permanece internado no quarto do Hospital Bandeirantes. Segundo a assessoria de imprensa da unidade, ele apresentou boa evolução clínica, mas ainda não tem previsão de quando receberá alta do hospital. O enfermeiro Márcio Teles Lima, 27, foi baleado na região do ombro e permanece internado no Hospital Alvorada. A unidade afirmou que ele está consciente e seu quadro clínico é estável, mas também não há previsão de quando ele dei-
xará o hospital. Além de Barros e Lima, a psicóloga Sílvia Helena Gondim, 45, também ficou ferida ao ser atingida por um tiro de raspão no pescoço. O hospital afirmou que a família dela não autorizou a divulgação do seu estado de saúde. Segundo a polícia, Sílvia morava com o atirador Fernando César de Gouveia e teria sido usada como escudo por ele durante os disparos. De acordo com a família de Gouveia, ele é esquizofrênico e, por isso, foi pedida na Justiça a interdição dele. Com isso, o oficial de Justiça, três auxiliares de enfermagem e o advogado da família foram até a casa em que ele estava morando para encaminhá-lo para avaliação. Gouveia, porém, reagiu atirando contra eles. (Folhapress) Helvio Romero/Estadão Conteúdo
VANDALISMO – Um ônibus foi apedrejado na rua Lagoa de Sacopenapã, no bairro do Jaçanã, na zona norte de São Paulo, em ataque ocorrido na noite de anteontem. Outros dois ônibus foram incendiados em ataques de vandalismo ocorridos na mesma região. Luis Cleber/Estadão Conteúdo
Aloisio Mauricio/Estadão Conteúdo
Homem é morto na porta de casa
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Chacina: homem encapuzado entrou no bar e atirou contra as vítimas.
Chacina em Osasco
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ma chacina deixou três mortos e cinco feridos em Osasco, na Grande São Paulo, ontem de madrugada. Segundo a PM, por volta da 0h30 dois homens em uma moto pararam em frente a um
bar. Um deles, encapuzado, invadiu o local e atirou contra as vítimas. Após o crime, eles fugiram. Duas pessoas morreram no local e outras seis foram socorridas, mas uma delas não resistiu. (Folhapress)
m homem de 36 anos foi morto a tiros na noite de anteontem após ser abordado por criminosos quando chegava em casa, no Jardim América, em Taboão da Serra (Grande São Paulo). Ninguém foi preso pelo crime. Roberto Macedo dos Santos chegava em casa com a mulher e o filho, por volta das 21h, quando foi abordado por dois homens no momento em que fechava o portão. Os criminosos estavam em uma moto e atiraram contra Santos. Os criminosos fugiram sem levar nada. (Folhapress)
DROGAS – A Policia Militar interceptou três ônibus que transportavam detentos de Ribeirão Preto (SP), que voltavam do indulto de Dia da Criança, e seguiam para presídios da região de Bauru (SP). Os policiais encontraram drogas nos veículos.
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terça-feira, 23 de outubro de 2012
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Cores de verão Modelo exibe criação da grife Prokhorova na semana de moda de Moscou.
Dó ré mi fá sol lá si dó Yubi é um dispositivo que permite aos aprendizes se divertirem tocando piano sem precisar do instrumento. Funciona como uma luva, mas possui botões que permitem controlar as melodias e as teclas complexas do piano apenas com a mão direita. Também faz sons de sinos e de gatos.
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C ICLISMO M ARACANÃ
Banido do esporte
Clubes são barrados em licitação O edital de licitação do Maracanã, que será colocado em audiência pública em novembro, proíbe a participação de clubes de futebol na concorrência e prevê investimentos de quase R$ 470 milhões, anunciou o governo do Rio de Janeiro ontem. O vencedor da licitação terá que demolir o parque aquático Júlio Delamare e o estádio de atletismo Célio de Barros para a construção de um
novo complexo que incluirá lojas, bares, restaurantes, um museu do futebol e estacionamento. Também ficará a cargo da empresa vencedora a construção de um novo parque aquático e um centro de atletismo nas redondezas do complexo. A concessionária administrará o complexo por 35 anos a partir de 2013, e também terá de reformar o Maracanãzinho, para os Jogos Olímpicos de 2016.
E NERGIA
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atleta norte-americano Lance Armstrong, perdeu ontem oficialmente todos os títulos conquistados na Volta da França, numa decisão da União Ciclística Internacional (UCI). "Lance Armstrong não tem mais lugar no ciclismo", disse o presidente da UCI, Pat McQuaid. Lance, que chegou a ser considerado invencível, está sendo banido do esporte por por ter montado um sofisticado esquema de doping, descoberto agora. Os títulos de Lance foram conquistados de 1999 a 2005. O órgão dirigente do ciclismo mundial decidiu seguir o relatório contundente da Agência Antidoping dos Estados Unidos, que o indiciou por doping com base sobretudo em depoimentos detalhados de 11 ex-colegas de equipe. A UCI decidirá na sexta-feira se os pódios da Volta da França entre 1999 e 2005 serão alterados ou permanecerão em branco. Reuters
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Oi abre inscrições para projetos A Oi e o Oi Futuro estão selecionando projetos para patrocínio em 2013. As inscrições podem ser feitas até as 18h de 5 de novembro. Podem concorrer projetos de
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L OTERIAS Concurso 819 da LOTOFÁCIL 04
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TÉCNICA - Estudantes de artes marciais se apresentam na abertura do Festival Internacional Shaolin Wushu, em Zhengzhou, na província de Henan. Mais de 1,5 mil atletas de 73 modalidades competem no festival.
Exposição 'Como Nasce um Brinquedo' exibe mais de 40 peças no Shopping SP Market. Av. das Nações Unidas, 22.540. Grátis. C IÊNCIA
Brasil investe em navio de pesquisa
NUVENS DE CORES Para criar essas imagens, o fotógrafo Albert Seveso lança tintas metálicas na água. O material, ao afundar, se desdobra em espirais e forma nós, produzindo nuvens de cor. As imagens são registradas com câmeras especiais para serem usadas embaixo d'água. http://bit.ly/OP9jzk
O governo anunciou ontem que investirá R$ 162 milhões na compra de um navio de pesquisa oceanográfica de alta tecnologia graças a um acordo firmado com a Petrobras e a Vale. Com a aquisição, o governo pretende ampliar a infraestrutura dos estudos marítimos, a geração de conhecimentos sobre as águas do país e a formação de profissionais da área.
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terça-feira, 23 de outubro de 2012
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11 NOVO ALVO A Cosan pretende investir mais em projetos de infraestrutura.
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SEM PROTEÇÃO Importação de vinho não terá sobretaxa.
Inadimplência no Bradesco diminui Lucro líquido da instituição financeira no terceiro trimestre totalizou R$ 2,862 bilhões, 1% acima do apurado no trimestre anterior. Rejane Tamoto
O
Bradesco está otimista com a redução da inadimplência de sua carteira de clientes, que no terceiro trimestre foi de 4,1%, uma queda de 0,1 ponto percentual (pp) sobre o trimestre anterior. Na comparação anual, porém, o indicador cresceu 0,3 pp. O início do processo de recuo da inadimplência e o incremento nas receitas de serviços e crédito levaram a instituição a manter o lucro líquido contábil estável no terceiro trimestre deste ano em R$ 2,862 bilhões, ou 1% acima do apurado no trimestre anterior. Em relação ao terceiro trimestre de 2011, a evolução do lucro líquido contábil foi de 1,7%. No acumulado do ano, o Bradesco atingiu um lucro líquido contábil de R$ 8,488 bilhões, com alta de 2,2% sobre igual período do ano passado. Durante divulgação dos resultados, ontem, o diretorexecutivo do Bradesco, Luiz Carlos Angelotti, afirmou que a expectativa é de que a inadimplência permaneça em queda nos próximos trimestres e em 2013. A projeção do por cento foi a alta do banco é que o valor da carteira de indicador chegue a crédito expandida do 3,9% até o fibanco em setembro, nal do ano. " E n t e n d eem comparação com mos que a igual período in ad im pl êndo ano passado. cia deve continuar apresentando melhora gradual, em meio à queda da taxa (básica de juros) Selic e ao dinamismo da atividade econômica", disse. Segundo ele, a inadimplência do banco havia sido puxada pela alta no segmento de grandes empresas (que foi de 0,9% no trimestre anterior), processo revertido no último trimestre, quando o indicador para este segmento foi de 0,4%. Entre os dois trimestres, as micro, pequenas e médias empresas responderam por 4,3% da inadimplência (ante 4,2% no trimestre anterior). A taxa de falta de pagamento da pessoa física permaneceu estável em 6,2%. "A inadimplência da micro, pequena e média empresa cresceu porque a nossa base aumentou", disse.
11,8
O crédito a este segmento cresceu 2% no trimestre, mais do que para grandes empresas (1,5%). A despesa de provisão para devedores duvidosos foi de R$ 3,3 milhões no terceiro trimestre, queda de 3,1% em comparação com o trimestre anterior. Além da inadimplência menor, o aumento das receitas de serviços favoreceu o resultado da instituição financeira. Nos últimos três meses, elas somaram R$ 4,438 bilhões, uma evolução de 3,7% sobre o trimestre anterior e de 15,3% ante o apurado nos 12 meses anteriores. No trimestre, os destaques foram os serviços de administração de consórcios (alta de 6%), administração de fundos (5%), rendas de cartão (4,9%) e operações de crédito (2,7%). "Contribuiu para este aumento a ampliação de 1 milhão de clientes no acumulado de 12 meses (até setembro) e o crescimento da base de cartões de crédito em 3 milhões", afirmou o diretor. Além disso, Angelotti disse que o banco tem feito investimentos em tecnologia porque o número de transações cresceu acima de 30% na comparação entre o terceiro trimestre e igual período de 2011.
"Esperamos aumento no volume de transações para o próximo ano, em que a economia estará mais aquecida, com aumento estimado em 4%". Angelotti afirmou que considera o banco bem competitivo em termos de tarifas de serviços. Questionado sobre se estuda fazer reduções – a exemplo do que fizeram os concorrentes – o diretor disse que é
um assunto em avaliação, embora o banco considere suas tarifas competitivas. A carteira de crédito expandida do Bradesco atingiu R$ 371,6 bilhões em setembro, uma variação de 11,8% sobre igual período de 2011. Segundo Angelotti, a instituição mantém a projeção de crescimento da carteira de crédito para um patamar en-
tre 14% e 18% neste ano. O desempenho do segmento de seguros contribuiu com 29% do resultado do banco. O presidente do Bradesco Seguros, Marco Antonio Rossi, disse que o comportamento do grupo segurador tem se mantido estável. O lucro líquido do segmento foi de R$ 837 milhões, 7,3% superior ao terceiro trimestre de 2011.
Banco quer ganhar escala em 2013
A
pressão do governo federal para que os bancos reduzam os juros de suas operações de crédito, tarifas de serviços, rotativo nos cartões de crédito e, recentemente, nas máquinas de POS para lojistas tem refletido na expectativa de investidores de menor lucro para as instituições financeiras. Ontem, dia da divulgação dos resultados do Bradesco, as ações preferenciais (sem direito a voto) da instituição caíram 1,85%. O Ibovespa recuou 0,38%. O diretor-executivo do Bradesco, Luiz Carlos Angelotti, afirmou que a instituição tem trabalhado para fazer um forte
controle de custos, ao mesmo tempo em que reforça a tecnologia, com o objetivo de melhorar a eficiência e reduzir despesas no futuro. Além disso, ele disse que vai buscar aumento de escala em um cenário de maior competição em 2013. "Ao buscar redução de custos será preciso reavaliar processos e renegociar contratos, seja de forma individual ou em parceria com terceiros, para que seja produtivo ao setor", disse. O retorno sobre o patrimônio líquido foi de 20,2% no terceiro trimestre sobre o trimestre anterior e de 19,6% na comparação de nove meses.
Angelotti afirmou que este retorno deve atingir um patamar em torno de 18% e 20% em 2013. "É um patamar sustentável para o futuro, o melhor retorno ao acionista dentro do cenário econômico atual", disse. Segundo o balanço da instituição referente ao terceiro trimestre, o lucro por ação do banco foi de R$ 2,98, em relação a R$ 2,97 no trimestre anterior e de R$ 2,91 em setembro de 2011. "Vamos manter nossa política de distribuição de dividendos. A previsão para este ano é de distribuição de R$ 2,9 bilhões em dividendos, ante R$ 2,8 bilhões no ano passado", afirmou. (RT)
Sistema financeiro é sólido
O
chefe do Departamento de Normas do Banco Central (BC), Sergio Odilon dos Anjos, ressaltou ontem que o avanço gradual da concessão de crédito no País e a redução das taxas de spread não colocam em risco a solidez do sistema financeiro do Brasil. "A correção da assimetria de informações, a redução dos juros e a maior perenidade das normas permitem que seja melhor formada a taxa de spread nesse mercado." Anjos repetiu os comentários de autoridades do governo, como os realizados pelos diretores do BC, Luiz Awazu Pereira da Silva e Aldo Mendes, e pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, segundo os quais os bancos precisam se adequar à nova realidade da economia brasileira, que tem taxas de juros menores do que as registradas em um passado recente. A Selic caiu 5,25
Antonio Cruz/ ABr
pontos percentuais desde 31 de agosto de 2011, de 12,5% para 7,25% ao ano. Ele destacou que o fato de que 40 milhões de pessoas foram adicionadas ao mercado de consumo nos últimos dez anos no Brasil foi positivo para as instituições financeiras, pois isso criou fontes de negócios e receitas. "Ao agregar parcela significativa da população, aumentaram as operações de crédito e (os bancos) conseguiram gerenciar melhor suas situações", disse. Sem risco – Para Anjos, como o sistema financeiro no Brasil é forte, pois é capitalizado, com baixa alavancagem e tem nível muito seguro de supervisão, feita pelo BC, os testes de estresse realizados pelo Banco Central recentemente indicam que é muito baixo o risco de uma instituição financeira quebrar. Segundo ele, uma eventual demora da implementação
das primeiras normas de Basileia 3 no Brasil em 2013 estaria relacionada mais a fatores externos, devido a discussões internacionais sobre várias definições relativas ao sistema financeiro global, do que com elementos domésticos. Anjos fez as declarações
após participar do 2º Congresso Internacional de Gestão de Riscos, promovido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em São Paulo. Su per vi são – Em Gramado (RS), o diretor de Fiscalização do Banco Central (BC), Anthero Meirelles, disse que o BC é
ter proximidade com o setor financeiro. "Hoje há muitas discussões sobre esAo agregar parcela tabilidade financeira e o Brasil parsignificativa da ticipa destes população, debates", afirmou aumentaram as Meirelles. operações de Segundo o diretor, o ponto crítico crédito e (os para a supervisão bancos) financeira é a neconseguiram cessidade de magerenciar melhor nipular número suas situações. grande de dados. SERGIO ODILON DOS ANJOS, BC "As informações que o BC captura, ele devolve para a sociedade de modo geral. O Brasil avançou muito nos reresponsável pela estabilidade gistros e controle de informada moeda e do sistema finan- ções", avaliou. Regist ro – Meirelles disse ceiro. De acordo com ele, o banco está estruturando um que todos os instrumentos fidepartamento para supervi- nanceiros das instituições são de conduta das institui- precisam ser registrados em ções. Atualmente, conforme câmaras aprovadas pelo BanMeirelles, a supervisão bancá- co Central em tempo real. (Esria para ser bem feita tem que tadão Conteúdo)
12 -.ECONOMIA
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 23 de outubro de 2012
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 23 de outubro de 2012
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Em 2011, a relação da dívida pública da Grécia proporcionalmente ao PIB atingiu 170,6%, a mais alta entre os países da zona do euro.
conomia
IPCA-15 deve ser observado com atenção Marcel Solimeo*
O
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados do Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) de outubro que mostra uma aceleração dos preços na primeira quinzena do mês, elevando o acumulado em 12 meses para 5,56%, acima do observado anteriormente, 5,31%. Segundo o Instituto, a alta dos alimentos, de 1,56% no mês, respondeu por 57% do aumento, ou 0,37% ponto percentual da quinzena. Pode-se analisar a evolução do IPCA de outubro para encontrar justificativas para a elevação do índice, mas me parece que isso não é relevante. O que se afigura como relevante, a meu ver, é voltarmos a nos preocupar com o comportamento da inflação na quinzena, quando o normal seria nos atermos aos dados mensais, como fizemos durante um curto período em que a alta dos preços foi bastante modesta para os padrões brasileiros. O que preocupa é o fato de estarmos acima do centro da meta de 4,5% há vários meses, e com perspectivas de que essa situação deva prevalecer ainda por muito tempo, quando deveríamos estar discutindo uma redução gradativa da meta que nos colocasse em patamar semelhante ao de outros
países. A continuidade da inflação anual acima dos 5% vem provocando sérias distorções na economia quando se considera o efeito acumulado dos últimos anos, podendo-se citar, apenas a título de exemplo, o impacto do Imposto de Renda sobre os rendimentos dos trabalhadores. Embora se venha justificando a política de juros do Banco Central (BC) como necessária em virtude da crise externa, isso seria justificável se fosse complementado por uma política fiscal mais rigorosa, o que não vem ocorrendo e, tudo indica, não deverá ocorrer no curto prazo. Para quem viveu o período inflacionário que assolou a economia brasileira por décadas e conheceu todos os problemas e distorções que a inflação provocou na economia e, principalmente, para o nível de vida das camadas menos favorecidas, preocupa constatar a passividade com que se vem aceitando os níveis atuais de inflação. E, mais ainda, preocupa a possibilidade de que a obsessão do governo com o crescimento, e o voluntarismo que tem marcado sua atuação, nos leve à volta de políticas que procuram atuar sobre os efeitos, deixando de lado o combate às causas, o que seria um sério retrocesso. * Economista-chefe da Associação Comercial de São Paulo (ACSP)
Marcos Mendes/LUZ
Marcel Solimeo: Agir sobre as causas, e não sobre os efeitos.
Déficit na eurozona
A
zona do euro registrou deficit público de 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2011, segundo o Escritório de Estatísticas Europeu. O número é dois pontos percentuais menor que o índice registrado em 2010, de 6,2%. Dos 27 países da União Europeia, 17 ficaram acima
da meta de 3%. As situações mais graves são as da Irlanda (13,4% do PIB), Grécia e Espanha (9,4% cada), Reino Unido (7,8%) e Eslovênia (6,4%). Em 2011, o país com maior média de dívida pública em relação ao PIB foi a Grécia, tendo atingido 170,6%. (Folhapress)
Adeus a Nakhle Khoury
S
13
erá realizada hoje, às 20h, na Catedral Ortodoxa, a missa de 7º dia em memória de Nakhle Khoury, um dos fundadores da Distrital Sudeste da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Também conhecido como Sr. Miguel ou Sr. Samir, devido à dificuldade dos brasileiros em pronunciarem seu nome, o empresário, por meio de liminar, abriu o primeiro estabelecimento comercial da Saúde, a Casa Samir, que negocia até hoje itens de cama, mesa e banho. Na época o
bairro era estritamente residencial e não permitia comércio. Filho de um militar, o empresário trabalhou com panificação e construção civil antes de vir ao Brasil, em 1953, apenas com a roupa do corpo. Sempre atencioso, conhecia a história de todos os clientes. Nakhle faleceu no dia 17, aos 88 anos, de insuficiência cardíaca. Deixou cinco filhos e dez netos. A Catedral Ortodoxa fica na rua Vergueiro, 1.515, no Paraíso. André de Almeida
Pesquisar supermercado pode render bem ProTeste mostra que, em São Paulo, a diferença de preços chega a até R$ 1.706,20, em um ano.
O
consumidor da cidade de São Paulo pode economizar, ao longo de um ano, R$ 1.706,20 se optar por comprar no supermercado mais barato. Esse é um dos dados da pesquisa feita pela Associação de Consumidores ProTeste em supermercados de 20 cidades de 14 Estados. A pesquisa forma o Guia de Preços de Supermercados, elaborado pela ProTeste pelo oitavo ano consecutivo. São Paulo foi a cidade onde a associação encontrou a maior diferença entre o supermercado mais barato e o mais caro. A cidade com a diferença menor foi Niterói, no Rio, com R$ 153,56. O levantamento foi feito com base numa cesta composta por 104 produtos com marcas líderes de venda, encontrados nas categorias mercearia, higiene e limpeza, perecíveis e hortifruti. A ProTeste também pesquisou cesta de 90 produtos com as marcas mais baratas encontradas no estabelecimento. Nesse caso, porém, foram excluídos itns como carne, frutas, verduras e legumes. No caso da segunda cesta, a maior diferença de preços foi encontrada em Salvador, com economia anual que pode chegar a R$ 1.684,34. A menor diferença também foi em Niterói, com R$ 222,46. O levantamento atingiu 1.196 pontos de venda, distri-
Leonardo Rodrigues/e-SIM
Pesquisadores da entidade agiram como fregueses comuns, comparando os preços. Resultado surpreende. buídos entre hipermercados, supermercados, "hard discount", lojas de conveniência e mercados virtuais, totalizando 230 mil preços recolhidos e analisados. Segundo a associação, seus pesquisadores agiram como consumidores comuns à procura por menores preços. A escolha dos estabelecimentos visitados foi feita com base em dados do ranking de faturamento do setor de autosserviço disponibilizado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) em 2012. Segundo a ProTeste, esse ranking forma as 500 maio-
153 reais foi a menor diferença entre os supermercados, registrada em Niterói.
res empresas do segmento, que respondem por 75% do volume total de vendas. Foram também incluídos alguns
estabelecimentos com forte presença local, independentemente do seu faturamento anual. Sugestão – O consumidor deve fazer pesquisa em mais de dois supermercados antes de comprar. A orientação é da coordenadora da pesquisa do Guia de Preços de Supermercadosda ProTeste, Michele Marques. “O consumidor fiel a um estabelecimento pode pagar mais caro. Às vezes, é só atravessar a rua para encontrar preços mais baixos para os mesmos produtos que está acostumado a comprar", comentou Michele. (ABr)
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e Alto-verão agita o Mega Polo
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Eventos como o Mega Polo Moda têm potencial para alavancar as vendas entre 10% e 35%.
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Fotos: Chico Ferreira/LUZ
Segundo e último dia de desfiles no centro atacadista é oportunidade de varejista ver e já comprar peças Fátima Lourenço
O
Mega Polo Moda, centro atacadista com 400 lojas no bairro paulistano do Brás, dá continuidade, hoje, aos desfiles iniciados ontem para apresentar ao varejo de vestuário 300 sugestões de looks para a temporada de alto-verão. O Pocket Natal 2012, como foi batizado o evento, tem como objetivo aproveitar o fluxo maior de lojistas que vêm, nesta época, fazer compras para as festas de final de ano, explica o consultor do empreendimento, Reginaldo Fonseca. Os eventos do gênero, de acordo com ele, têm potencial para alavancar as vendas entre 10% e 35%. A grande vantagem, no caso desse shopping de atacado, explica Fonseca, é o efeito imediato do desfile, pois o comerciante encontra ali mesmo o produto que viu na passarela e já efetua a compra. As sugestões do Pocket Natal trazem cores já incorporadas à moda do verão, como as chamadas candy colors e seus tons suaves
de balas, e também as cores fortes, como o laranja, predominante no bloco de sugestões que abriu os desfiles. A ideia, explica Fonseca, foi agrupar as sugestões, para cada um dos quatro desfiles do dia, por blocos de cores. Além dos laranjas, os verdes, dourados, azuis e pinks em tons bem fortes; os tons mais escuros; o flúor das piscinas e o branco, se misturando em várias combinações, em todos os blocos. Estampas floridas, rendas, peças sobrepostas e modelos em diferentes estilos – longos, minissaias, bermudas e shorts – compunham todos os blocos.
A Studio 21, com três pontos de venda para o atacado (Mega Polo, Bom Retiro e Itaim), abriu os desfiles com um look composto de minissaia clara, bordada na frente com pedras coloridas, compondo com camiseta e regata em renda. "Trabalhamos com roupas mais elaboradas. Os meses de outubro e novembro são os mais fortes em venda. Hoje, poucos lojistas estocam. Eles (especialmente da Grande São Paulo e Capital paulista) vêm fazer compras todos os dias",
A cor laranja se destaca no primeiro dia de desfile de alto-verão do Mega Polo Moda, ontem na Capital paulista.
Compras todos os dias
A
empresária Rosana Faria Santo atua no varejo há 27 anos e é cliente do Mega Polo Moda há uma década. Ela conta que muito antes do varejo se ver obrigado a apresentar novidades frequentes no ponto de venda, ela já adotava esse comportamento como um hábito. "Atualmente, eu faço compras todos os dias", afirmou. No desfile de ontem, lhe chamava a atenção as roupas puxando para um estilo "fashion meio exótico, ousadas como eu", comentou em tom brincalhão.
Rosana gostou da moda meio exótica e ousada como ela
Para sustentar as novidades no nicho de negócio escolhido – e a loja de três andares que mantém na Casa Verde –, a rotina de Rosana inclui, além das prospecções diárias em atacadistas da Capital paulista, garimpagens em diferentes regiões do Brasil, por onde viaja várias vezes ao ano; e pelo menos uma passada anual pela Europa, de onde traz roupas, calçados, bolsas e acessórios. "Este ano, eu trouxe coisas do verão italiano e vendi tudo no nosso inverno, que foi quente", comenta. (FL)
Cores suaves e estampas mais fortes se unem na nova coleção apresentada no shopping atacadista do Brás
afirma a gerente da loja do Brás, Sileide Coelho Araujo. A demanda constante dos varejistas faz com que a marca, segundo a gerente, implemente um trabalho forte de pós-venda. "Nós telefonamos e monitoramos o facebook", detalha Sileide. A gerente explica que na loja do Mega Polo, as compras associadas ao Natal equivalem ao triplo da movimentação de um mês normal. Os momentos mais fortes para o negócio, no entanto, acontecem nos períodos de lançamento das coleções, no início de cada estação. Com duas décadas de mercado, a Studio 21 vende para todo o Brasil. Na loja do Brás, tem cadastro de 5 mil varejistas, com negócios em várias regiões do País. O varejo ainda pode conferir as novidades nos quatro desfiles de hoje. Na parte da manhã, eles começam às 10h30 e à tarde, às 14h. O Mega Polo Modas fica na Rua Barão de Ladário, nº 670, no Brás.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 23 de outubro de 2012
CARYOPOCEAE SP PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ 09.719.920/0001-39 - NIRE 35.300.355.831 ATA DE ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA REALIZADA EM 07 DE AGOSTO DE 2012. 1. DATA, HORA E LOCAL: Aos 07 (sete) dias do mês de agosto de 2012 às 12h, na sede social, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Paulista 2073 – sala 1221 (parte), Jardim Paulista, CEP 01311-300. 2. PRESENÇA: Presentes os acionistas representando a totalidade do capital social da Companhia. 3. MESA: Presidente: Alex Waldemar Zornig; Secretária: Daniella Geszikter Ventura. 4. CONVOCAÇÃO: Dispensada, nos termos do §4º do art. 124 da Lei nº 6.404/76, face à presença de acionista representante da totalidade do capital social da Companhia, conforme assinaturas constantes do Livro de Presença de Acionistas. 5. ORDEM DO DIA: (i) Analisar, discutir e deliberar sobre a proposta de reforma do Estatuto Social da Companhia, com vistas a alterar, dentre outros pontos, aqueles relativos à composição, funcionamento e competências da Assembleia Geral e da Diretoria da Companhia; (ii) Homologar a aplicabilidade e utilização da Matriz de Alçadas da Oi S.A. pela Companhia; (iii) Eleição dos membros da Diretoria; (iv) Consolidar o texto do Estatuto Social, conforme deliberações acima; e (v) Auditores Independentes para 2012. 6. DELIBERAÇÕES: Por proposta do Presidente, o acionista presente, representando 100% do capital social votante da Companhia, autorizou a lavratura da ata em forma de sumário, bem como sua publicação com omissão das assinaturas, nos termos do artigo 130 da Lei nº 6.404/76. Foram tomadas as seguintes deliberações, por unanimidade: 6.1. Quanto ao item (i) da Ordem do Dia, foi aprovada a proposta de reforma do Estatuto Social da Companhia, com vistas a revisar o funcionamento e competências da Assembleia Geral e da Diretoria, passando o mesmo a vigorar com a redação constante do ANEXO I à ata a que se refere esta Assembleia Geral. 6.2. Passando ao item (ii) da Ordem do Dia, homologar a utilização, pela Companhia, da Matriz de Alçadas da Oi S.A. (“Matriz”) aprovada em Reuniões do Conselho de Administração da Oi S.A. realizadas em 13 de março de 2012 e em 27 de junho de 2012. A Matriz passa a ser aplicável à Companhia no que não divergir com o Estatuto Social que constitui o ANEXO I à presente ata. Desse modo, as alçadas da Diretoria da Companhia passam a vigorar em consonância com o estabelecido pela Matriz, na forma do ANEXO II desta ata, sendo que, onde se lê: “Conselho de Administração”; “art. 24”; “art. 24, inciso XIII e Parágrafos 1º e 2º”; “art. 24, III”; “Parágrafo 3º do art. 24”; “art. 31”; e “art. 32, inciso X”, deve-se ler respectivamente, em referência à Companhia: “Assembleia Geral”; “art. 12”; “art. 12, inciso XI e Parágrafo 1º”; “art. 12, IX”; “art. 12, Parágrafo 2º”; “art. 10”; e “art. 9º, VII”. 6.3. Quanto ao item (iii) da Ordem do Dia, a Acionista recebeu os pedidos de renúncia apresentados pelos Srs. MARCELO SILVA AGUIAR ao cargo de Diretor Presidente e MARCEL CECCHI VIEIRA ao cargo de Diretor, sem designação específica, e decidiu eleger, em complementação ao mandado em curso, ou seja, até 07 de agosto de 2015, o Sr. FRANCISCO TOSTA VALIM FILHO, ao cargo de Diretor Presidente da Companhia e, ainda, os Srs. ALEX WALDEMAR ZORNIG, FRANCIS JAMES LEAHY MEANEY, PEDRO SANTOS RIPPER, JULIO CESAR FONSECA, EURICO DE JESUS TELES NETO, JOÃO DE DEUS PINHEIRO MACEDO, BAYARD DE PAOLI GONTIJO e TARSO REBELLO DIAS, abaixo qualificados, todos ele como Diretores, sem designação específica. Assim, considerando a deliberação ora aprovada, a Acionista decide consolidar a composição da Diretoria Estatutária da Companhia, que fica integrada pelos seguintes membros: (1) como Diretor Presidente, o Sr. FRANCISCO TOSTA VALIM FILHO, brasileiro, casado, administrador de empresas, portador da cédula de Identidade nº 1006855272, expedida pelo SSP/RS, inscrito no CPF/MF sob o nº 355.827.150-53; (2) como Diretor de Finanças, o Sr. ALEX WALDEMAR ZORNIG, brasileiro, casado, contador, portador da carteira de identidade nº 9415053, expedida pela SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 919.584.158-04; (3) como Diretor sem designação específica, o Sr. FRANCIS JAMES LEAHY MEANEY, irlandês, solteiro, economista, portador da carteira de identidade RNE nº V218988-N, expedida pela CIMCRE/CGPMAF, inscrito no CPF/MF sob o nº 054.404.117-80; (4) como Diretor sem designação específica, o Sr. PEDRO SANTOS RIPPER, brasileiro, solteiro, engenheiro, portador da Carteira de Identidade nº. 084979806, inscrito no CPF/MF sob o nº. 012.277.917-71; (5) como Diretor sem designação específica, o Sr. JULIO CESAR FONSECA, brasileiro, separado judicialmente, psicólogo, portador da carteira de identidade nº M-1.367.001, expedida pela SSP/MG, inscrito no CPF/MF sob o nº 318.103.906/30; (6) como Diretor sem designação específica, o Sr. EURICO DE JESUS TELES NETO, brasileiro, casado, advogado, portador da Carteira de Identidade nº. 0002709809 SSP-BA, inscrito no CPF sob o nº. 131.562.505-97; (7) como Diretor sem designação específica, o Sr. JOÃO DE DEUS PINHEIRO MACEDO, brasileiro, casado, engenheiro, portador da carteira de identidade nº 0056006420, SSP/BA, inscrito no CPF sob o nº 060.055.275-68; (8) como Diretor sem designação específica, o Sr. BAYARD DE PAOLI GONTIJO, brasileiro, casado, Administrador de empresas, portador da Carteira de Identidade n° 08.484.929-1 IFP/RJ, inscrito no CPF/MF sob o n° 023.693.697-28; e (9) como Diretor sem designação específica, o Sr. TARSO REBELLO DIAS, brasileiro, casado, economista, portador da carteira de identidade nº 08.401.392-9, expedida pelo IFP/RJ, inscrito no CPF sob o nº 021.455.577-17; todos com endereço à Rua Humberto de Campos nº. 425, 8º andar, Leblon, Rio de Janeiro/RJ. Foi declarado que os ora eleitos não incorrem nas proibições constantes do artigo 147 da Lei nº 6.404/76, que os impeçam de exercer a função para a qual foram eleitos e tomarão posse nos respectivos cargos mediante a assinatura dos competentes Termos de Posse. 6.4. Quanto ao item (iv) da Ordem do Dia, foi aprovada a consolidação do Estatuto Social, conforme ANEXO I à presente ata. 6.5 Com relação ao item (v) da Ordem do Dia, ratificar a alteração da empresa de Auditoria Independente, tendo sido escolhida em 13 de março de 2012 a KPMG Auditores Independentes, por ter apresentado a proposta financeiramente mais vantajosa. 7. ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a ser tratado, a presente foi ata lavrada, e depois lida, aprovada e assinada por acionistas representando a totalidade dos presentes à Assembleia, autorizada a publicação da ata sem as assinaturas dos acionistas presentes, na forma do art. 130, §2º da Lei nº 6.404/76. ASSINATURAS: Alex Waldemar Zornig - Presidente; Daniella Geszikter Ventura - Secretária. Acionista: Telemar Norte Leste S.A., neste ato representada por Tarso Rebello Dias. A presente ata é cópia fiel da original lavrada em livro próprio. São Paulo, 07 de agosto de 2012. Daniella Geszikter Ventura - Secretária. JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO - JUCESP. Certifico o registro sob o nº 385.333/12-2 e data de 03/09/2012. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral. ESTATUTO SOCIAL. CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FORO, PRAZO DE DURAÇÃO E OBJETO. ARTIGO 1º - A CARYOPOCEAE SP PARTICIPAÇÕES S.A., é uma sociedade anônima, que reger-se-á pelas leis e usos do comércio, por este Estatuto Social e pelas disposições legais aplicáveis. ARTIGO 2o - A Companhia tem por objeto a participação em outras sociedades civis ou comerciais, como sócia, acionista ou quotista, podendo representar sociedades nacionais ou estrangeiras. ARTIGO 3o - A Companhia tem sede e foro na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Paulista 2073 – sala 1221 (parte), Jardim Paulista, CEP 01311-300, podendo por deliberação da Diretoria, criar e extinguir filiais, sucursais, agências, depósitos e escritórios de representação em qualquer parte do território nacional ou no exterior. ARTIGO 4o - O prazo de duração da sociedade será indeterminado. CAPÍTULO II DO CAPITAL SOCIAL E AÇÕES. ARTIGO 5o - O Capital Social da Companhia é de R$ 500,00 (quinhentos reais), dividido em 800 (oitocentas) ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal. § 1o - Todas as ações da Companhia serão nominativas, facultada adoção da forma escritural, em conta corrente de depósito mantida em nome de seus titulares, junto a instituição financeira indicada pela Diretoria, podendo ser cobrada dos acionistas a remuneração de que trata o parágrafo 3o do artigo 35 da lei 6.404/76. § 2o - A cada ação ordinária corresponde a um voto nas Assembleias Gerais. § 3o - A capitalização de lucros ou de reservas será obrigatoriamente efetivada sem modificação do número de ações. § 4o - Poderão ser emitidas sem direito de preferência para os antigos acionistas, ações, debêntures ou partes beneficiárias conversíveis em ações, desde que a eliminação do direito de preferência seja previamente aprovada em Assembleia especial, por acionistas representando a maioria das ações ordinárias. § 5o - A alteração deste Estatuto Social na parte que regula a diversidade de espécies e/ou classes de ações não requererá a concordância de todos os titulares das ações atingidas, sendo suficiente a aprovação de acionistas que representem a maioria tanto do conjunto das ações com direito a voto, quando das ações de cada espécie ou classe de ações. § 6o - A emissão de debêntures conversíveis, outros títulos ou valores mobiliários conversíveis em ações e partes beneficiárias, estas conversíveis ou não, bem como a outorga de opção de compra de ações, dependerá da prévia aprovação de acionistas representando a maioria das ações de cada espécie ou classe de ações. ARTIGO 6o - Os certificados representativos das ações serão sempre assinados por dois Diretores, ou mandatários com poderes especiais, podendo a Companhia emitir títulos múltiplos ou cautelas. Parágrafo Único – Nas substituições de certificados, bem como na expedição de segunda via de certificados de ações nominativas, será cobrada uma taxa relativa aos custos incorridos. ARTIGO 7o – O montante a ser pago pela Companhia a título de reembolso pelas ações detidas por acionistas que tenham exercido direito de retirada, nos casos autorizados por lei, deverá corresponder ao valor econômico de tais ações, a ser apurado de acordo com o procedimento de avaliação aceita pela Lei n.o 9.457/97, sempre que tal valor for inferior ao valor patrimonial apurado de acordo com o artigo 45 da Lei n.o 6.404/76. CAPÍTULO III DA ADMINISTRAÇÃO. ARTIGO 8o – A companhia será administrada por uma Diretoria, composta de no mínimo dois e, no máximo, 10 (dez) membros, sendo um Diretor Presidente, um Diretor de Finanças e os demais, Diretores sem designação específica, residentes no País, acionistas ou não, eleitos e destituíveis pela Assembleia Geral, observado o disposto neste Estatuto. § 1o - O mandato da Diretoria será de 03 (três) anos, permitida a reeleição, sendo o mandato prorrogado, automaticamente, até a eleição e posse dos respectivos substitutos. § 2o - A investidura dos Diretores far-se-á mediante termo lavrado no livro de “Atas das Reuniões da Diretoria”. Os Diretores reeleitos serão investidos nos seus cargos pela própria Assembleia Geral, dispensadas quaisquer outras formalidades. § 3o - Nas ausências e impedimentos temporários do Presidente, este será substituído por qualquer Diretor por ele designado. § 4o - Nos casos de faltas e impedimentos temporários do Presidente e do Diretor por ele designado, a Presidência será exercida por outro Diretor designado pelo Diretor ausente ou impedido que estiver, na forma do parágrafo anterior, exercendo as referidas funções. § 5o - Os demais membros da Diretoria serão substituídos, nas suas ausências e impedimentos temporários, por um outro Diretor indicado pela Diretoria. § 6o - Na
BRYOPHYTA SP PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ/MF N° 09.719.875/0001-12 - NIRE 35.300.355.776 ATA DE ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA REALIZADA EM 30 DE ABRIL DE 2012. 1. DATA, HORA E LOCAL: Aos 30 dias do mês de abril de 2012, às 10h30min, na sede social, na Cidade e Estado de São Paulo, à Av. das Nações Unidas 13.947, 9º andar, cj. 91 - parte, doravante referida como “Companhia”. 2. PRESENÇA: Presentes os acionistas representando a totalidade do capital social da Companhia. 3. MESA: Presidente: Marcelo Silva Aguiar; Secretária: Luciana de Assis Serra Alves. 4. CONVOCAÇÃO: Dispensada, nos termos do §4º do art. 124 da Lei nº 6.404/76, face à presença de acionistas representantes da totalidade do capital social da Companhia, conforme assinaturas constantes do Livro de Presença de Acionistas. 5. ORDEM DO DIA: (i) Tomar as Contas dos Administradores e examinar, discutir e votar as Demonstrações Financeiras e o Relatório da Administração, todos relativos ao exercício social findo em 31.12.2011; (ii) Destinação do resultado do exercício findo em 31.12.2011; e (iii) Deliberar sobre a remuneração dos Administradores. 6. DELIBERAÇÕES: Por proposta do Presidente, os acionistas presentes, representando 100% do capital social votante da Companhia, autorizaram a lavratura da ata em forma de sumário, bem como sua publicação com omissão das assinaturas, nos termos do artigo 130 da Lei nº 6.404/76. Foram tomadas as seguintes deliberações, por unanimidade dos acionistas presentes: 6.1. Quanto ao item (i) da Ordem do Dia, foi informado pelo Presidente da Mesa que se achavam sobre a mesa as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011. Dispensada a leitura dos referidos documentos, por serem do pleno conhecimento dos acionistas, foram eles submetidos à discussão, tendo sido aprovados pela unanimidade dos acionistas da Companhia. 6.2. Passando ao item (ii) da Ordem do Dia, ficou demonstrado que a Companhia, desde sua Constituição até a data de fechamento do exercício de 2011, não registrou atividades operacionais, não tendo, portanto, gerado resultados passíveis de destinação. 6.3. Por fim, quanto ao item (iii) da Ordem do Dia, foi aprovada a proposta de fixação da remuneração global anual para a Diretoria da Companhia no valor máximo de R$ 106.500,00 (cento e seis mil e quinhentos reais). 7. ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a ser tratado, a presente ata foi lavrada, e depois lida, aprovada e assinada por acionistas representando a totalidade dos presentes à Assembleia, autorizada a publicação da ata sem as assinaturas dos acionistas presentes, na forma do art. 130, §2º da Lei nº 6.404/76. ASSINATURAS: Marcelo Silva Aguiar - Presidente; Luciana de Assis Serra Alves - Secretária. Acionistas: TNL PCS S.A., neste ato representada por Alex Waldemar Zornig e Tarso Rebello Dias; e Marcelo Silva Aguiar. A presente ata é cópia fiel da original lavrada em livro próprio. São Paulo, 30 de abril de 2012. Luciana de Assis Serra Alves - Secretária. JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO - JUCESP. Certifico o registro sob o nº 399.388/12-6 e data de 14/09/2012. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
Odebrecht Investimentos em Defesa S.A. CNPJ/MF no 13.008.428/0001-22 - NIRE 35.300.387.911 Ata de Assembléia Geral Extraordinária Realizada em 31/12/11 (I) Data, Horário e Local: Aos 31/12/11, às 16 hs, na sede da sociedade, situada na Avenida Rebouças, nº 3.970, 27º andar, Pinheiros, SP/ SP. (II) Convocação: Dispensada a convocação em razão da presença de acionistas representando a totalidade do capital social, nos termos do § 4º do Art. 124 da Lei nº 6.404/76. (III) Presenças: Acionistas titulares de 100% (cem por cento) do capital social da Cia., conforme assinaturas lançadas no Livro de Presença de Acionistas.(IV) Mesa: Assumiu a Presidência da Mesa o Sr.Marcio Faria da Silva, que convidou a Srta. Heloisa Maria Pecorali Leite para atuar como Secretária. (V) Ordem do Dia: Cisão parcial da Cia. com incorporação da parcela cindida pela Mectron - Engenharia, Indústria e Comércio S.A.(VI) Deliberações:Os Acionistas deliberaram, de forma unânime, sem qualquer ressalva ou restrição:VI.1.Primeiramente, os Acionistas ratificaram a indicação da empresa Guimarães e Sieiro Consultoria e Serviços Contábeis Ltda., sociedade simples limitada, inscrita no Conselho Regional de Contabilidade sob o nº CRC - 2BA 004903/O-5 “S” SP, e no CNPJ/MF nº 07.533.214/0001-72, sediada na Av. Tancredo Neves, nº 939, Edif. Esplanada Tower, sala 907 - CEP 41.810-021, Caminho das Árvores, Salvador/BA, para, nos termos do Art.227, §1º, e do Art.229, §3º, da Lei nº 6.404/76 e alterações posteriores, proceder a avaliação, pelo critério patrimonial contábil, da parcela a ser cindida do patrimônio da Cia., e incorporada pela Mectron - Engenharia, Indústria e Comércio S.A., sociedade anônima registrada sob NIRE 35.300.340.281, com sede no Município de São José dos Campos/SP, na Av. Brigadeiro Faria Lima, n° 1399, Pq. Flamboyant, inscrita no CNPJ/MF sob o n° 65.481.012/0001-20 (doravante denominada simplesmente “Mectron”). VI.2. Em seguida, os Acionistas aprovaram o Laudo de Avaliação emitido pela Guimarães e Sieiro Consultoria em 26/12/11, anexo à presente Ata como “Anexo I”, que avaliou a parcela cindida do patrimônio da OID, na data-base de 30/11/11 e a valores contábeis, em R$ 98.818.089,58 (noventa e oito milhões, oitocentos e dezoito mil, oitenta e nove reais e cinquenta e oito centavos). VI.3. Os Acionistas analisaram, então, o Protocolo e Justificação de Cisão Seguida de Incorporação (doravante o “Protocolo”), constante da presente Ata como “Anexo II”, o qual foi integralmente aceito e aprovado pelos Acionistas. VI.4. Restou aprovada, em conseqüência das deliberações acima elencadas, a cisão parcial da Cia., seguida da incorporação da parcela cindida pela Mectron, nos termos e condições previstos no Protocolo. VI.5. Em consequência da cisão parcial da Cia. acima deliberada, os Acionistas aprovaram a redução do capital social da Cia. em R$ 93.627.433,85 (noventa e três milhões, seiscentos e vinte e sete mil, quatrocentos e trinta e três reais e oitenta e cinco centavos), passando de R$ 93.727.433,85 (noventa e três milhões, setecentos e vinte e sete mil, quatrocentos e trinta e três reais e oitenta e cinco centavos) para R$ 100.000,00 (cem mil reais), com o cancelamento de 93.627.434 (noventa e três milhões, seiscentas e vinte e sete mil, quatrocentas e trinta e quatro) ações, integralmente detidas pela Acionista Odebrecht Defesa e Tecnologia S.A., restando alterado o Art. 4º do Estatuto Social da Cia., que passa a vigorar com a seguinte nova redação:“Art.4º - O capital social é de R$ 100.000,00 (cem mil reais), dividido em 100.000 (cem mil) ações ordinárias, nominativas, todas sem valor nominal.” (VII) Encerramento: Nada mais havendo a tratar e não havendo mais comentários a serem feitos, o Presidente da mesa agradeceu a presença de todos e encerrou a sessão, tendo os trabalhos sido suspensos pelo tempo necessário à lavratura desta ata, a qual, após ter sido lida, discutida e tendo sido preenchidos todos os requisitos, foi aprovada por todos os Conselheiros presentes na Assembléia. Certifico e dou fé que essa ata é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio.São Paulo, 31/12/11.Marcio Faria da Silva - Presidente.Heloisa Maria Pecorali Leite - Secretária. Acionistas: Odebrecht Defesa e Tecnologia S.A.; Odebrecht Plantas Industriais e Participações S.A. JUCESP nº 59.540/12-6 em 03/02/2012. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP Decisão do Prefeito no Processo Licitatório 11/12 – Pregão 06/12. Objetivo: Aquisição de 01 (um) caminhão basculante. Considerando as razões fáticas e de direito discorridas pelo Sr. Pregoeiro, na ata dos trabalhos da sessão de julgamento de 21 de agosto de 2012, e considerando que a afirmação de que 04 (quatro) marcas atendem as exigências estabelecidas no edital, constante na resposta encaminhada à empresa Comercial Araçatuba de Veículos Ltda., em 24 de fevereiro de 2012, são relativas a potência do motor, velocidade final mínima e embreagem, excluindo-se o item combatido no recurso - chassi. Decido, a teor do disposto no art. 109, § 4º, da Lei 8.666/93, CONHECER do recurso interposto pela empresa Comercial Araçatuba de Veículos Ltda., e, no MÉRITO, negar-lhe provimento, mantendo-se em seus exatos termos a decisão recorrida. Castilho-SP, 18 de outubro de 2012. Antonio Carlos Ribeiro – Prefeito. A Debitar (23.10.12)
SIFRA S/A CNPJ n° 04.455.612/0001-20 - NIRE n° 35.300.184.904 Ata da Assembleia Geral Ordinária realizada em 08.09.2011 Extrato para publicação (Lei n° 6.404/76 - Art.130, Parágrafo Terceiro). 1. Data, hora e local: 08.09.2011, às 10:00 hs., na sede social, na Av.Eusébio Matoso, 690, cj. 19, S.P.-S.P. 2. Presença: Presentes os titulares da totalidade das ações com direito de voto representativas do capital social. 3. Mesa de Trabalhos: Presidente - Roberto Carlos Pestana; Secretário - Roberto Carlos Pestana Filho. 4. Convocação: Anúncio de Convocação publicado nas edições dos dias 31.08.2011, 01.09.2011 e 02.09.2011 do D.O.E.S.P. e Jornal Diário do Comércio. 5. Deliberações tomadas por unanimidade: a) aprovação do Balanço Patrimonial e respectivas demonstrações financeiras relativos ao exercício social findo em 31.12.2010; b) ratificação do pagamento dos dividendos fixos atribuídos às ações preferenciais de Classes A e B; c) aplicação de parte do lucro líquido do exercício encerrado em 31.12.2010 na complementação da reserva legal da Sociedade, mantendo-se o saldo remanescente na conta de lucros acumulados da Sociedade; d) pagamento, a título de juros sobre capital próprio relativo ao exercício social encerrado em 31.12.2010; e) não funcionamento do Conselho Fiscal; f) fixação da remuneração individual da Diretoria. JUCESP registro n° 454.704/12-4 em 18.10.12 - Secretária Geral. ASSOCIAÇÃO Ç SAÚDE DA FAMÍLIA SELEÇÃO DE FORNECEDORES Modalidade Coleta de Preços nº 039/2012 - Processo ASF nº 103/2012 A ASSOCIAÇÃO SAÚDE DA FAMÍLIA – ASF comunica às empresas interessadas que se acha aberta a Seleção de Fornecedores modalidade coleta de preços nº 039/2012, Processo ASF nº 103/ 012, QUE TEM POR OBJETO A AQUISIÇÃO DE MATERIAL E EQUIPAMENTOS MÉDICOS PARA CONSULTÓRIO DE DERMATOLOGIA E PROCEDIMENTOS – CRITÉRIO MENOR PREÇO POR LOTE. O edital na íntegra poderá ser consultado no sítio ASF: www.saudedafamilia.org e ou retirado na sede da Associação, sita à Praça Mal Cordeiro de Farias, 65 (11) 3154-7050. Informações no endereço eletrônico: wfranco@saudedafamilia.org. Data da Sessão Pública: 05/11/2012, às 09h30min. Local da Sessão: Associação Saúde da Família, Praça Marechal Cordeiro de Faria, 65 - Higienópolis - São Paulo. Aviso de Extravio de Livros Societários VRE SP CT Cotia Desenvolvimento Imobiliário S.A., sociedade por ações de capital fechado, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 12.541.760/0001-95, com sede na Estrada do Capuava nº 100 - Bairro Moinho Velho, no município de Cotia, Estado de São Paulo, e com seus atos constitutivos arquivados na Junta Comercial do Estado de São Paulo (“JUCESP”) sob o NIRE 35.300.393.341, comunica à praça, ao mercado em geral e para todos os fins de direito, o extravio, identificado neste mês, de seu Livro de Registro das Atas das Assembleias Gerais nº 1 registrado na JUCESP sob o nº 1725 em 01/08/2011; e de seu Livro de Registro das Atas das Reuniões da Diretoria nº 1 registrado na JUCESP sob o nº 1759 em 05/08/2011.Cotia, 22 de outubro de 2012. VRE SP CT Cotia Desenvolvimento Imobiliário S.A.Diretoria.
FUNDAÇÃO SABESP DE SEGURIDADE SOCIAL AVISO DE LICITAÇÃO Objeto: Serviços de impressão e reprografia corporativa, sem mão de obra, CONVITE Nº 010/ 12, tipo menor preço. Os envelopes deverão ser entregues, até o dia 07/11/12, às 16h. Edital completo através do site www.sabesprev.com.br/compras
ECONOMIA/LEGAIS - 15
vacância de Diretor Presidente ou de Diretor de Finanças, e até que a Assembleia Geral delibere a respeito, as funções relativas ao respectivo cargo serão cumuladas por Diretor designado pela Diretoria. § 7º - A remuneração dos Diretores será fixada pela Assembleia Geral, em montante global ou individual, ficando os Diretores dispensados de prestar caução em garantia de sua gestão. ARTIGO 9º - Compete à Diretoria como órgão colegiado: I. estabelecer políticas específicas e diretrizes decorrentes da orientação geral dos negócios fixada pela Assembleia Geral; II. elaborar o orçamento, a forma de sua execução e os planos gerais da Companhia, submetendo-os a aprovação da Assembleia Geral; III. elaborar, em cada exercício, o Relatório Anual de Administração, as Demonstrações Financeiras, a proposta de destinação do lucro líquido do exercício e a de distribuição de dividendos, a serem submetidas à Assembleia Geral; IV. elaborar e propor à Assembleia Geral as políticas gerais de recursos humanos da Companhia, e executar as políticas aprovadas; V. criar e extinguir filiais, agências e sucursais, escritórios, departamentos e representações; VI. autorizar a celebração de acordos, contratos e convênios que constituam ônus, obrigações ou compromissos para a Companhia, podendo estabelecer normas e delegar poderes, conforme as alçadas de Diretoria estabelecidas pela Assembleia Geral; VII. estabelecer, a partir dos limites de alçada fixados para a Diretoria, os limites de alçada ao longo da linha hierárquica da organização administrativa da sociedade; VIII. deliberar sobre a estrutura organizacional da Companhia; IX. elaborar e propor à Assembleia Geral as políticas financeiras da Companhia, e executar as políticas aprovadas; X. gerir as participações societárias em sociedades controladas e coligadas, observadas as diretrizes fixadas pela Assembleia Geral; e XI. deliberar sobre outros assuntos julgados como de competência coletiva da Diretoria, ou a ela atribuídos pela Assembleia Geral. § 1o - A Diretoria reunir-se-á sempre que convocada pelo Diretor Presidente, com antecedência mínima de 2 (dois) dias úteis. § 3o - O quorum de instalação das reuniões de Diretoria é o da maioria dos membros em exercício e as deliberações serão tomadas pelo voto favorável da maioria dos Diretores presentes à reunião. § 4o - As reuniões da Diretoria serão objeto de atas circunstanciadas, lavradas em livro próprio. ARTIGO 10 - A Companhia será representada ativa e passivamente, em quaisquer atos que criem obrigações ou desonerem terceiros de obrigações para com a Companhia: (i) através da assinatura conjunta de 2 (dois) Diretores; (ii) através da assinatura de 1 (um) Diretor em conjunto com um procurador, ou (iii) através da assinatura de 2 (dois) procuradores em conjunto, investidos de poderes específicos. Parágrafo Único - As procurações outorgadas pela Companhia deverão ser assinadas por 2 (dois) Diretores em conjunto, definindo nos respectivos instrumentos, de forma precisa e completa, os poderes outorgados e o prazo de mandato, que, à exceção das procurações outorgadas a advogados para representar a Companhia em processos administrativos ou judiciais, não poderá ultrapassar 1 (um) ano. CAPÍTULO IV ASSEMBLEIA GERAL. ARTIGO 11 - A Assembleia Geral reunir-se-á, ordinariamente, dentro dos 4 (quatro) meses subsequentes ao término do exercício social para fins previstos em lei e, extraordinariamente, sempre que os interesses sociais assim o exigirem. § 1o - A Assembleia Geral será convocada pela Diretoria, cabendo ao Diretor Presidente consubstanciar o respectivo ato. Poderá, ainda, a Assembleia Geral ser convocada na forma prevista no Parágrafo Único do artigo 123 da Lei n° 6.404/76, alterado pela Lei n° 9.457/97. § 2º - A Assembleia Geral será instalada pelo Diretor Presidente da Companhia, que procederá à eleição da mesa Diretora, composta de um presidente e um secretário, escolhidos dentre os acionistas presentes. Na ausência ou impedimento do Diretor Presidente, a Assembleia poderá ser instalada por qualquer Diretor ou por procurador devidamente investido de poderes específicos para esse fim. § 2o - As deliberações da Assembleia Geral, ressalvadas as exceções previstas em lei, e neste estatuto, serão tomadas por maioria de votos, não se computando os votos em branco. § 3o - Os acionistas poderão ser representados nas Assembleias Gerais por mandatários nomeados na forma do § 1o do artigo 126 da Lei 6.404/76, devendo os respectivos instrumentos de mandato serem depositados, na sede social, com 03 (três) dias de antecedência da data marcada para realização da Assembleia Geral. ARTIGO 12 - Além das atribuições previstas em lei, compete privativamente à Assembleia Geral: I. autorizar a emissão de debêntures conversíveis ou não em ações ou vendê-las, se em tesouraria; II. autorizar a aquisição de ações de emissão da Companhia, para efeito de cancelamento ou permanência em tesouraria e posterior alienação; III. aprovar a outorga de opção de compra de ações a seus administradores, empregados e a pessoas naturais que prestem serviços à Companhia; IV. eleger ou destituir, a qualquer tempo, os Diretores da Companhia, inclusive o Presidente, fixando-lhes as atribuições, observadas as disposições deste estatuto; V. fixar a remuneração, global ou individual, dos membros da Diretoria e do Conselho Fiscal, quando em funcionamento; VI. deliberar sobre o aumento do capital social; VII. aprovar a proposta da Diretoria sobre o Regimento da Companhia, com sua respectiva estrutura organizacional, inclusive a competência e atribuição dos Diretores da Companhia; VIII. aprovar o orçamento anual da Companhia, o plano de metas e de estratégia de negócios da Companhia para o período de vigência do orçamento; IX. autorizar a emissão de notas promissórias comerciais (“commercial papers”); X. aprovar a realização de investimentos e desinvestimentos, inclusive no capital de outras sociedades, em montante superior à alçada da Diretoria; XI. estabelecer alçadas de Diretoria para a aquisição, alienação ou oneração de bens integrantes do ativo permanente, prestação de garantias em geral, celebração de contratos, realização de investimentos e desinvestimentos, renúncia de direitos e transações de qualquer natureza, contratação de empréstimos, financiamentos, arrendamento mercantil e emissão de notas promissórias (excetuada a hipótese do inciso IX deste artigo); XII. autorizar a aquisição de bens para o ativo permanente ou ainda a celebração de contratos, cujo valor individual seja superior à alçada da Diretoria; XIII. autorizar a alienação ou oneração de bens integrantes do ativo permanente da Companhia, cujo valor individual do bem seja superior à alçada de Diretoria; XIV. autorizar a prestação de garantias reais ou fidejussórias pela Companhia em favor de terceiros cujo valor ultrapasse a alçada da Diretoria; XV. autorizar investimentos em novos negócios ou a criação de subsidiária; XVI. autorizar a Companhia a celebrar, alterar ou rescindir acordo de acionistas; XVII. aprovar a política de patrocínios da Companhia, assim como autorizar a prática de atos gratuitos, em benefício de empregados ou da comunidade, tendo em vista as responsabilidades sociais da Companhia, sendo que a prestação de fianças para empregados no caso de transferências e/ou remanejamentos interestaduais e/ou intermunicipais não configura matéria que dependa de prévia aprovação da Assembleia Geral; XVIII. escolher, destituir e decidir a remuneração dos auditores independentes; e XIX. desempenhar quaisquer outras funções ou deliberar sobre quaisquer outros assuntos que não sejam da competência da Diretoria, tal como definido no presente Estatuto e expressamente na lei. Parágrafo 1º - As alçadas de Diretoria serão revisadas a cada exercício social, segundo as atribuições previstas neste artigo. Parágrafo 2º - Em quaisquer das hipóteses dos incisos X, XI, XII e XIII deste artigo 7º, em que o valor do ato ou contrato for inferior a cinco milhões de reais (corrigidos anualmente pela variação do IGP-M, a partir de 10 de abril de 2007), aplica-se o disposto no artigo 13 do presente Estatuto, não sendo exigível deliberação colegiada da Diretoria. CAPÍTULO V CONSELHO FISCAL. ARTIGO 13 - O Conselho Fiscal da Companhia, que não terá caráter permanente, somente será instalado quando por solicitação dos acionistas na forma da Lei, e será composto por 3 (três) membros efetivos e 3 (três) membros suplentes, acionistas ou não, eleitos pela Assembleia Geral em que for requerido o seu funcionamento. § 1o – Os membros do Conselho Fiscal, quando em exercício, terão direito a remuneração a ser fixada pela Assembleia Geral que os eleger. § 2o – As deliberações do Conselho Fiscal serão tomadas por maioria de votos e lançadas no livro próprio. CAPÍTULO VI EXERCÍCIO SOCIAL E LUCROS. ARTIGO 14 - O exercício social terminará no dia 31 de dezembro de cada ano. Ao fim de cada exercício a Diretoria fará elaborar, com base na escrituração mercantil, as demonstrações financeiras previstas em Lei, observadas as normas então vigentes, as quais compreenderão a proposta de destinação do lucro do exercício. ARTIGO 15 - Do resultado apurado no exercício, após a dedução dos prejuízos acumulados, se houver, 5% (cinco por cento) serão aplicados na constituição da reserva legal, a qual não excederá o importe de 20% (vinte por cento) do capital social. Do saldo, ajustado na forma do artigo 202 da Lei no 6.404/76, se existente, 25% (vinte e cinco por cento) serão atribuídos ao pagamento do dividendo mínimo obrigatório. § 1o - Atribuir-se-á à Reserva para Investimentos, que não excederá a 80% (oitenta por cento) do Capital Social subscrito, importância não inferior a 5% (cinco por cento) e não superior a 75% (setenta e cinco por cento) do lucro líquido do exercício, ajustado na forma do artigo 202 da lei n.o 6.404/76, com a finalidade de financiar a expansão das atividades da Companhia e/ou de suas empresas controladas e coligadas, inclusive através da subscrição de aumentos de capital, ou a criação de novos empreendimentos. § 2o - O saldo do lucro líquido ajustado, se houver, terá a destinação quer lhe for atribuída pela Assembleia Geral. ARTIGO 16 - Os dividendos atribuídos aos acionistas serão pagos nos prazos da lei, somente incidindo correção monetária e/ou juros se assim for determinado pela Assembleia Geral, e, se não reclamados dentro de 3 (três) anos contados da publicação do ato que autorizou sua distribuição, prescreverão em favor da Companhia. ARTIGO 17 - A Companhia poderá levantar balanços semestrais, ou em períodos menores, e declarar, por deliberação da Assembleia Geral, dividendos à conta de lucros apurado nesses balanços, por conta do total a ser distribuído ao término do respectivo exercício social, observadas as limitações previstas em lei. § 1o - Ainda por deliberação da Assembleia Geral, poderão ser declarados dividendos intermediários, à sua conta de lucros acumulados ou de reservas de lucros existentes no último balanço levantado, inclusive à conta da reserva para Investimentos a que se refere o § 1o do artigo 16. § 2o Também, mediante decisão da Assembleia Geral, os dividendos ou dividendos intermediários poderão ser pagos a título de juros sobre o capital social. § 3o - Dividendos intermediários deverão sempre ser creditados e considerados como antecipação do dividendo obrigatório. ARTIGO 18 - A Companhia pode, por deliberação da Assembleia Geral, observados os limites legais e conforme as determinações da Lei das Sociedades por Ações, atribuir participação nos p g g p p ç da Diretoria, atribuir aos trabalhadores p p ç nos lucros a seus administradores e empregados. Parágrafo Único – A Companhia pode, p por deliberação participação lucros ou resultados da empresa, na forma da Lei n.º 10.101/2000. CAPÍTULO VII LIQUIDAÇÃO. ARTIGO 19 - A Companhia somente será dissolvida e o entrará em liquidação por deliberação da Assembleia Geral ou nos demais casos previstos em lei. § 1 - À Assembleia Geral que deliberar sobre a liquidação caberá nomear o respectivo liquidante e fixar-lhe a remuneração. § 2o - A Assembleia Geral, se assim solicitarem acionistas que representem o número fixado em lei, elegerá o Conselho Fiscal, para o período da liquidação.
DOMMO EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. CNPJ/MF Nº 04.034.792/0001-76 - NIRE 35.300382161 COMPANHIA ABERTA ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 13 DE SETEMBRO DE 2012. I. DATA, HORA E LOCAL DA REUNIÃO: Aos 13 (treze) dias do mês de setembro de 2012, às 09 horas, na sede social da Companhia, localizada na Avenida das Nações Unidas, 12.901, 27º andar, cidade de São Paulo, Estado de São Paulo. II. QUORUM: A totalidade dos membros do Conselho de Administração. III. CONVOCAÇÃO: Dispensada em razão da presença da totalidade dos membros do Conselho. IV. MESA: Presidente: José Mauro Mettrau Carneiro da Cunha; Secretária: Daniella Geszikter Ventura. V. ORDEM DO DIA: Deliberar sobre proposta de aumento de capital da Companhia, no valor de R$ 12.070.000,00. VI. DELIBERAÇÕES: Iniciada a reunião, os Conselheiros decidiram eleger a Sra. Daniella Geszikter Ventura para secretariar os trabalhos. Relativamente ao único item da Ordem do Dia, os Conselheiros decidiram aprovar proposta de aumento do capital social da Companhia, dentro do limite do capital autorizado estabelecido pelo parágrafo 1º do art. 5º do Estatuto Social, no montante de R$ 12.070.000,00 (doze milhões e setenta mil reais), sem emissão de novas ações, que será subscrito e integralizado nesta data pela Telemar Norte Leste S.A. (“Acionista”), mediante compensação de crédito detido pela Acionista junto à Companhia, referente ao saldo dos mútuos em aberto em 12 de setembro de 2012, incluindo principal e encargos. Em virtude do aumento de capital ora deliberado, o capital social da Companhia passará de R$ 337.957,93 (trezentos e trinta e sete mil, novecentos e cinquenta e sete reais e noventa e três centavos) para R$ 12.407.957,93 (doze milhões, quatrocentos e sete mil, novecentos e cinquenta e sete reais e noventa e três centavos). De forma a refletir o aumento de capital ora aprovado, será proposta à Assembleia Geral da Companhia, na primeira oportunidade, a alteração do caput do artigo 5º do Estatuto Social, para que passe a vigorar com a seguinte redação: “Art. 5º - O capital social é de R$ 12.407.957,93 (doze milhões, quatrocentos e sete mil, novecentos e cinquenta e sete reais e noventa e três centavos), dividido em 33.795.793 ações, sendo 11.265.265 ações ordinárias e 22.530.528 ações preferenciais, todas nominativas e l A proposta de aumento de capital foi aprovada por unanimidade, bem como sem valor nominal”. a consequente alteração do caput do artigo 5º do Estatuto Social da Companhia em Assembleia Geral. VII. ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a tratar, foi lavrada a presente ata que, lida e achada conforme, foi aprovada e assinada por todos os presentes. Daniella Geszikter Ventura - Secretária. Conselheiros: José Mauro Mettrau Carneiro da Cunha - Presidente da Mesa; Luiz Francisco Tenório Perrone; e Alex Waldemar Zornig. Certifico que a presente é cópia fiel extraída do respectivo livro da Companhia. São Paulo, 13 de setembro de 2012. Daniella Geszikter Ventura Secretária. JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO - JUCESP. Certifico o registro sob o nº 413.408/12-7 e data de 21/09/2012. Gisela Simiema Ceschim - Secretária Geral.
Odebrecht TransPort Participações S.A. CNPJ Nº 10.143.462/0001-11
EDITAL DE CONVOCAÇÃO São convocados os Senhores Acionistas a se reunirem em Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada em 30 de outubro de 2012, às 10:00 horas, na sede social da Companhia, localizada na Avenida das Nações Unidas, nº 4.777, Ala A, Alto de Pinheiros, São Paulo, SP, para deliberarem sobre os seguintes assuntos: i rati cação e aprovação da nomeação e contratação da Guimarães e Sieiro Consultoria e Serviços Contábeis Ltda. (CNPJ/MF sob nº 07.533.214/0001-72) e da Ernst & Young Terco Assessoria Empresarial Ltda. (CNPJ/MF sob nº 59.527.788/0001-31) para elaboração dos laudos de avaliação ( Laudos de Avaliação ), con orme crit rios estabelecidos no Protocolo e Justi cação de Incorporação de Ações de Emissão da Companhia pela OTP TransPort Participações S.A. ( Protocolo e Justi cação ) ii) exame, discussão e aprovação dos Laudos de Avaliação, conforme critérios estabelecidos no Protocolo e Justi cação iii) aprovação do Protocolo e Justi cação e iv) incorporação das ações de emissão da Companhia pela OTP TransPort Participações S.A., na forma acordada no Protocolo e Justi cação, bem como a prática, pelos administradores da Companhia, dos atos necessários à incorporação. São Paulo, 20 de outubro de 2012. Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Presidente do Conselho de Administração.
Odebrecht Investimentos em Defesa S.A. CNPJ/MF no 13.008.428/0001-22 - NIRE 35.300.387.911 Ata de Assembléia Geral Extraordinária Realizada em 30/11/11 (I) Data, Horário e Local: Aos 30/11/11, às 10hs, na sede da sociedade, situada na Avenida Rebouças, nº 3.970, 27º andar, Pinheiros, SP/SP. (II) Convocação: Dispensada a convocação em razão da presença de acionistas representando a totalidade do capital social, nos termos do § 4º do Art.124 da Lei nº 6.404/76.(III) Presenças:Acionistas titulares de 100% (cem por cento) do capital social da Cia., conforme assinaturas lançadas no Livro de Presença de Acionistas. (IV) Mesa: Assumiu a Presidência da Mesa o Sr. Marcio Faria da Silva, que convidou a Srta. Heloisa Maria Pecorali Leite para atuar como Secretária.(V) Ordem do Dia: Aumento do capital social da Cia.(VI) Deliberações:Os Acionistas deliberaram, de forma unânime, sem qualquer ressalva ou restrição: 1. Aprovar o aumento do capital social da Cia., atualmente de R$ 75.318.528,88 (setenta e cinco milhões, trezentos e dezoito mil, quinhentos e vinte e oito reais e oitenta e oito centavos), para R$ 93.727.433,85 (noventa e três milhões, setecentos e vinte e sete mil, quatrocentos e trinta e três reais e oitenta e cinco centavos), através da emissão de 18.408.905 (dezoito milhões, quatrocentas e oito mil, novecentas e cinco) novas ações ordinárias e sem valor nominal, totalmente subscritas pela Acionista Odebrecht Defesa e Tecnologia S.A. (“ODT”) e totalmente integralizadas neste ato, conforme descrito no Boletim de Subscrição anexo à presente Ata como “Anexo I”. 2. A Odebrecht Plantas Industriais e Participações S.A. (“OPIP”) renuncia ao seu direito de preferência para subscrição das novas ações em favor da ODT. 3. Em vista das deliberações acima tomadas, os Acionistas decidem alterar o Art. 4º do Estatuto Social da Cia., que passa a constar com a seguinte nova redação: “Art. 4º - O capital social é de R$ 93.727.433,85 (noventa e três milhões, setecentos e vinte e sete mil, quatrocentos e trinta e três reais e oitenta e cinco centavos), dividido em 93.727.434 (noventa e três milhões, setecentas e vinte e sete mil, quatrocentas e trinta e quatro) ações ordinárias, nominativas, todas sem valor nominal.” (VII) Encerramento:Nada mais havendo a tratar e não havendo mais comentários a serem feitos, o Presidente da mesa agradeceu a presença de todos e encerrou a sessão, tendo os trabalhos sido suspensos pelo tempo necessário à lavratura desta ata, a qual, após ter sido lida, discutida e tendo sido preenchidos todos os requisitos, foi aprovada por todos os Conselheiros presentes na Reunião. Certifico e dou fé que essa ata é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo, 30/11/11. Marcio Faria da Silva - Presidente; Heloisa Maria Pecorali Leite - Secretária. Acionista: Odebrecht Defesa e Tecnologia S.A.; Odebrecht Plantas Industriais e Participações S.A. JUCESP nº 22.593/12-3 em 03/01/12. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
Odebrecht Investimentos em Defesa S.A.
CNPJ/MF no 13.008.428/0001-22 - NIRE 35.300.387.911 Ata de Assembléia Geral Extraordinária Realizada em 09/05/11 (I) Data, Horário e Local: Aos 09/05/11, às 10hs, na sede da sociedade, situada na Av. Rebouças, nº 3.970, 27º andar, Pinheiros, SP/SP. (II) Convocação: Dispensada a convocação em razão da presença de acionistas representando a totalidade do capital social, nos termos do § 4º do Art.124 da Lei nº 6.404/76.(III) Presenças: Acionistas titulares de 100% (cem por cento) do capital social da Cia., conforme assinaturas lançadas no Livro de Presença de Acionistas. (IV) Mesa: Assumiu a Presidência da Mesa o Sr. Marcio Faria da Silva, que convidou a Srta. Heloisa Maria Pecorali Leite para atuar como Secretária.(V) Ordem do Dia: Aumento do capital social da Cia.(VI) Deliberações:Os Acionistas deliberaram, de forma unânime, sem qualquer ressalva ou restrição: 1. Aprovar o aumento do capital social da Cia., atualmente de R$ 100.000,00 (cem mil reais), para R$ 75.318.528,88 (setenta e cinco milhões, trezentos e dezoito mil, quinhentos e vinte e oito reais e oitenta e oito centavos), através da emissão de 75.218.529 (setenta e cinco milhões, duzentas e dezoito mil, quinhentas e vinte e nove) novas ações ordinárias e sem valor nominal, totalmente subscritas pela Acionista Odebrecht Plantas Industriais e Participações S.A.(“OPIP”) e parcialmente integralizadas neste ato, conforme descrito no Boletim de Subscrição anexo à presente Ata como “Anexo I”. 2. A Odebrecht S.A. renuncia ao seu direito de preferência para subscrição das novas ações em favor da OPIP. 3. Em vista das deliberações acima tomadas, os Acionistas decidem alterar o Art. 4º do Estatuto Social da Cia., que passa a constar com a seguinte nova redação: “Art. 4º - O capital social é de R$ 75.318.528,88 (setenta e cinco milhões, trezentos e dezoito mil, quinhentos e vinte e oito reais e oitenta e oito centavos), dividido em 75.318.529 (setenta e cinco milhões, trezentas e dezoito mil, quinhentas e vinte e nove) ações ordinárias, nominativas, todas sem valor nominal.” (VII) Encerramento: Nada mais havendo a tratar e não havendo mais comentários a serem feitos, o Presidente da mesa agradeceu a presença de todoseencerrouasessão,tendoostrabalhossidosuspensospelotemponecessárioàlavraturadestaata,aqual,apóstersidolida,discutidaetendo sido preenchidos todos os requisitos, foi aprovada por todos os Conselheiros presentes na Reunião. Certifico e dou fé que essa ata é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo, 09/05/11. Marcio Faria da Silva - Presidente; Heloisa Maria Pecorali Leite - Secretária. Acionista: Odebrecht Plantas Industriais e Participações S.A. JUCESP nº 234.020/11-8 em 17/06/11.Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.
Odebrecht Investimentos em Defesa S.A. CNPJ/MF no 13.008.428/0001-22 - NIRE 35.300.387.911 Ata de Assembléia Geral Ordinária Realizada em 28/04/11 (I) Data, Horário e Local: Aos 28/04/11, às 10hs, na sede da sociedade, situada na Av. Rebouças, nº 3.970, 27º andar, Pinheiros, SP/SP. (II) Convocação: Dispensada a convocação em razão da presença de acionistas representando a totalidade do capital social, nos termos do § 4º do Art. 124 da Lei nº 6.404/76. (III) Presenças: Acionistas titulares de 100% (cem por cento) do capital social da Cia., conforme assinaturas lançadas no Livro de Presença de Acionistas.(IV) Mesa: Assumiu a Presidência da Mesa o Sr.Marcio Faria da Silva, que convidou a Srta.Heloisa Maria Pecorali Leite para atuar como Secretária. (V) Ordem do Dia: Aprovação das demonstrações financeiras da Cia., referentes ao exerc. de 2010 e aprovação da destinação do lucro líquido referente ao exerc. de 2010, se aplicável. (VI) Publicações: Dispensada a publicação das demonstraçõesfinanceirasdaCia.,tendoemvistaodispostonoArt.294,IIdaLeinº6404/76.(VII)Deliberações:Apósapresentadaseexaminadas asdemonstraçõesfinanceirasdaCia.,conformeconstantesdoAnexoIàpresenteAta,osAcionistasdeliberaram,porunanimidade,pelaaprovação das referidas demonstrações e, tendo em vista que a Cia. não apresentou resultado positivo, não foi realizada a destinação do lucro líquido. (VIII) Encerramento:Nada mais havendo a tratar e não havendo mais comentários a serem feitos, o Presidente da mesa agradeceu a presença de todos e encerrou a sessão, tendo os trabalhos sido suspensos pelo tempo necessário à lavratura desta ata, a qual, após ter sido lida, discutida e tendo sido preenchidos todos os requisitos, foi aprovada por todos os Conselheiros presentes na Reunião. Certifico e dou fé que essa ata é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio.São Paulo, 28/04/11.Marcio Faria da Silva - Presidente.Heloisa Maria Pecorali Leite - Secretária.Acionista:Odebrecht Plantas Industriais e Participações S.A. JUCESP nº 206.933/11-3 em 01/06/11.Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.
Rio Asnes SP Participações S.A. CNPJ em Constituição Ata de Assembleia Geral de Constituição da Rio Asnes SP Participações S.A. 1. Data, Hora e Local: Aos 04/11/2010, às 14 hs, na R.da Candelária, 79 - Cobertura 01 (parte), Centro - CEP:20091-020, RJ/RJ.2. Presença: A totalidade dos subscritores do capital social inicial da Cia. em organização, devidamente qualificados nos Boletins de Subscrição, que constituem o documento nº 01, anexo à ata a que se refere esta Assembleia de Constituição, a saber:Eduardo Duarte e Simone Bürck Silva. 3.Mesa: Presidente:Eduardo Duarte;Secretária:Simone Bürck Silva.4.Convocação: Dispensada a convocação prévia consoante ao disposto no § 4º do Art.124 da Lei nº 6.404/76.5.Deliberações:5.1.Aprovar a constituição de uma sociedade anônima sob a denominação de Rio Asnes SP Participações S/A., com Sede e Foro à Av. Paulista, nº 2.073 - Salas 317 e 318 (parte), Horsa I, Bela Vista - CEP: 01311-300, SP/SP. 5.2. Aprovar o capital social inicial de R$ 800,00 (oitocentos reais), representado por 800 (oitocentas) ações ordinárias nominativas, sem valor nominal, ao preço de emissão de R$ 1,00 (um real) cada uma, totalmente subscritas neste ato. O Capital está integralizado em 10% (dez por cento), tendo sido constatada a realização em dinheiro, de R$ 80,00 (oitenta reais) depositados em conta vinculada no Banco Brasil S/A., nos termos dos artigos 80, III e 81 da Lei nº 6404/76, tudo de acordo com os Boletins de Subscrição e o Recibo de Depósito que constituem os documentos nºs 01 e 02, anexos a Ata a que se refere esta Assembleia de Constituição. 5.3. Aprovar o Estatuto Social da Cia., cuja redação consolidada constitui o documento nº 03 anexo à ata a que se refere esta Assembleia de Constituição, dando-se assim por efetivamente constituída a Rio Asnes SP Participações S/A., em razão do cumprimento de todas as formalidades legais.5.4. Eleger o Sr.Eduardo Duarte, brasileiro, separado, advogado, nascido em 12/06/1946, CI nº 105.312-A, expedida pela OAB/SP e CPF/MF sob o nº 024.974.417-15, residente e domiciliado na Cidade e Estado do RJ na R.da Candelária, 79 - Cobertura 01 (parte), Centro - CEP:20091-020, para ocupar o cargo de Diretor Presidente, e a Sra.Simone Bürck Silva, brasileira, solteira, maior, nascida em 19/10/1965, assistente administrativa, CI nº 173780-E, expedida pela OAB-RJ e CPF/MF nº 843.420.307-30, residente e domiciliada na Cidade e Estado do RJ, à R. da Candelária, 79, cobertura 01 (parte), Centro - CEP: 20091-020, para ocupar o cargo de Diretora, sem designação específica, com mandato de 2 (dois) anos, os quais declaram não estarem incursos em nenhum dos crimes previstos em lei que os impeçam de exercerem atividade mercantil, e ato contínuo tomou posse mediante termo lavrado e arquivado na sede da Cia. 5.5. Fixar a remuneração global anual dos membros da Diretoria em até R$ 14.000,00 (quatorze mil reais). 5.6. Autorizar a lavratura da ata a que se refere esta Assembleia na forma sumária, nos termos do Art. 130, § 1º da Lei 6404/76.6.Encerramento:Nada mais havendo a tratar, lavrou-se a ata a que se refere esta Assembleia, que foi aprovada pela unanimidade dossubscritoresdaCia.7.Acionistas:EduardoDuarte;SimoneBürckSilva.Conferecomooriginallavradoemlivropróprio.SãoPaulo,04/11/10. Eduardo Duarte - Presidente; Simone Bürck Silva - Secretária.Visto do Advogado: Eduardo Duarte - OAB/SP 105.312-A.Estatuto Social RioAsnesSPParticipaçõesS/A.-Cap.I-DaDenominação,Sede,Foro,PrazodeDuraçãoeObjeto:Art.1º-ARioAsnesSPParticipações S/A., é uma sociedade anônima, que reger-se-á pelas leis e usos do comércio, por este Estatuto Social e pelas disposições legais aplicáveis. Art. 2º - A Cia. tem por objeto a participação em outras sociedades civis ou comerciais, como sócia, acionista ou quotista, podendo representar sociedades nacionais ou estrangeiras. Art. 3º - A Cia. tem sede e foro na Cidade de São Paulo/SP, à Av. Paulista, nº 2.073 - Salas 317 e 318 (parte), Horsa I - Bela Vista, CEP: 01311 -300, podendo por deliberação da Diretoria, criar e extinguir filiais, sucursais, agências, depósitos e escritórios de representação em qualquer parte do território nacional ou no exterior. Art. 4º - O prazo de duração da sociedade será indeterminado. Cap. II - Do Capital Social e Ações: Art. 5º - O Capital Social da Cia. é de R$ 800,00 (oitocentos reais), dividido em 800 (oitocentas) ações ordinárias todas nominativas e sem valor nominal.§ 1º - Todas as ações da Cia.serão nominativas, facultada adoção da forma escritural, em conta corrente de depósito mantida em nome de seus titulares, junto a instituição financeira indicada pela Diretoria, podendo ser cobrada dos acionistas a remuneração de que trata o § 3º do Art.35 da Lei 6.404/76.§ 2º - A cada ação ordinária corresponde a um voto nas Assembleias Gerais. § 3º - A capitalização de lucros ou de reservas será obrigatoriamente efetivada sem modificação do nº de ações. O grupamento e o desdobramento de ações é também expressamente proibido, exceto se previamente aprovado em Assembleia Especial, por acionistas representando a maioria das ações ordinárias. § 4º - Poderão ser emitidas sem direito de preferência para os antigos acionistas ações, debêntures ou partes beneficiárias conversíveis em ações e bônus de subscrição cuja colocação seja feita por uma das formas previstas no Art.172 da Lei 6.404/76, desde que a eliminação do direito de preferência seja previamente aprovado em assembleia especial, por acionistas representando a maioria das ações ordinárias.§ 5º - A alteração deste Estatuto Social na parte que regula a diversidade de espécies e/ou classes de ações não requererá a concordância de todos os titulares das ações atingidas, sendo suficiente a aprovação de acionistas que representem a maioria tanto do conjunto das ações com direito a voto, quando das ações de cada espécie ou classe de ações.§ 6º - A emissão de debêntures conversíveis, bônus de subscrição, outros títulos ou valores mobiliários conversíveis em ações e partes beneficiárias, estas conversíveis ou não, bem como a outorga de opção de compra de ações dependerá da prévia aprovação de acionistas representando a maioria das ações de cada espécie ou classe de ações.Art.6º - Os certificados representativos das ações serão sempre assinados por dois Diretores, ou mandatários com poderes especiais, podendo a Cia. emitir títulos múltiplos ou cautelas. § Único - Nas substituições de certificados, bem como na expedição de segunda via de certificados de ações nominativas, será cobrada uma taxa relativa aos custos incorridos. Art. 7º - O montante a ser pago pela Cia. a título de reembolso pelas ações detidas por acionistas que tenham exercido direito de retirada, nos casos autorizados por lei, deverá corresponder ao valor econômico de tais ações, a ser apurado de acordo com o procedimento de avaliação aceita pela Lei nº 9.457/97, sempre que tal valor for inferior ao valor patrimonial apurado de acordo com o Art.45 da Lei nº 6.404/76.Art.8º - A Cia.só registrará a transferência de ações se forem observadas as disposições pertinentes do Acordo de Acionistas, desde que esteja arquivado em sua sede. Cap. III - Da Administração: Art. 9º - A Cia. será administrada por uma Diretoria, composta por dois ou mais Diretores, sendo um Diretor Presidente e os demais Diretores sem designação específica, residentes no País, acionistas ou não, eleitos e destituíveis pela Assembleia Geral, observado o disposto neste Estatuto. § 1º - O mandato da Diretoria será de 02 (dois) anos, permitida a reeleição, sendo o mandato prorrogado, automaticamente, até a eleição e posse dos respectivos substitutos. § 2º - A investidura dos Diretores far-se-á mediante termo lavrado no livro de “Atas das Reuniões da Diretoria”. Os Diretores reeleitos serão investidos nos seus cargos pela própria Assembleia Geral, dispensadas quaisquer outras formalidades.§ 3º - Em caso de vaga, será convocada a Assembleia Geral para eleição do respectivo substituto, que completará o mandato do Diretor substituído, com observância dos direitos de eleição em separado previstos no § 2o do Art.5o deste Estatuto.§ 4º - Em suas ausências ou impedimentos eventuais, os Diretores serão substituídos por mandatários da Cia.que vierem a constituir, onde serão especificados nos atos ou operações o que poderão praticar, e a duração do mandato, sendo no caso de mandato judicial, poderá esse ser por prazo indeterminado. § 5º - Compete a Diretoria conceder licença aos Diretores, sendo que esta não poderá exceder a 30 (trinta) dias, quando remunerada. § 6º - A remuneração dos Diretores será fixada pela Assembleia Geral, em montante global ou individual, ficando os Diretores dispensados de prestar caução em garantia de sua gestão. Art. 10º - A Diretoria terá plenos poderes de administração e gestão dos negócios sociais, para a prática de todos os atos e realização de todas as operações que se relacionarem com o objeto social, observado o disposto neste Estatuto. § 1º - Além das demais matérias submetidas a sua apreciação por este Estatuto, compete à Diretoria, reunida em colegiado: a) Fixar a orientação geral dos negócios da Cia.; b) Fiscalizar a gestão dos Diretores, examinar, a qualquer tempo, os livros e papéis da Cia., solicitar informações sobre contratos celebrados ou em vias de celebração, e quaisquer outros atos;c) Manifestar-se previamente sobre os relatórios, contas e orçamentos e propostas elaboradas pelos Diretores para apresentação à Assembleia Geral; e d) Distribuir entre os membros da Diretoria, a verba global dos Diretores, fixar em Assembleia Geral, se for o caso.§ 2º - A Diretoria reunir-se-á preferencialmente na Sede Social, sempre que convier aos interesses sociais, por convocação escrita, com indicação circunstanciada da ordem do dia, subscrita pelo Diretor-Presidente, com antecedência mínima de 3 (três) dias, exceto, se a convocação e/ou o prazo forem renunciados, por escrito, por todos os Diretores. § 3º - A Diretoria somente se reunirá com a presença de, no mínimo, 2 (dois) Diretores, considerando-se presente o Diretor que enviar voto escrito sobre as matérias objeto da ordem do dia. § 4º - As decisões da Diretoria serão tomadas pelo voto favorável da maioria de seus membros presentes à reunião. § 5º - As reuniões da Diretoria serão objeto de atas circunstanciadas, lavradas em livro próprio. Art. 11º - Os Diretores terão a representação ativa e passiva da Cia., incumbindo-lhes executar e fazer executar, dentro das respectivas atribuições, as deliberações tomadas pela Diretoria e pela Assembleia Geral, nos limites estabelecidos pelo presente Estatuto. Art. 12º - A Cia. somente poderá assumir obrigações, renunciar a direitos, transigir, dar quitação, alienar ou onerar bens do ativo permanente, bem como emitir, garantir ou endossar cheques ou títulos de crédito, mediante instrumento assinado pelo Diretor-Presidente, isoladamente, por 2 (dois) Diretores, em conjunto, por 1 (um) Diretor e 1 (um) mandatário ou, ainda, por 2 (dois) mandatários, constituídos especialmente para tal, observado quanto à nomeação de mandatários o disposto no § 1º deste artigo. § 1º - Os instrumentos de mandato outorgados pela Cia. serão sempre assinados pelo Diretor-Presidente, isoladamente, ou por 1 (um) Diretor e 1 (um) Mandatário, devendo especificar os poderes concedidos e terão prazo certo de duração, limitado a um ano, exceto no caso de mandato judicial, que poderá ser por prazo indeterminado. § 2º - Excepcionalmente, a Cia.poderá ser representada nos atos a que se refere o Caput deste artigo mediante a assinatura isolada de um Diretor ou de um mandatário, desde que haja, em cada caso específico, autorização expressa da Diretoria.Cap.IV - Assembleia Geral:Art.13º - A Assembleia Geral reunir-se-á, ordinariamente, dentro dos 4 (quatro) meses subsequentes ao término do exercício social para fins previstos em lei e, extraordinariamente, sempre que os interesses sociais assim o exigirem. § 1º - A Assembleia Geral poderá ser convocada, na forma da lei, por quaisquer 2 (dois) Diretores e será presidida pelo Diretor Presidente, que designará um ou mais secretários. § 2º - As deliberações da Assembleia Geral, ressalvadas as exceções previstas em lei, e neste estatuto, serão tomadas por maioria de votos, não se computando os votos em branco. § 3º - Os acionistas poderão ser representados nas Assembleias Gerais por mandatários nomeados na forma do § 1º do Art.126 da Lei 6.404/76, devendo os respectivos instrumentos de mandato serem depositados, na sede social, com 03 (três) dias de antecedência da data marcada para realização da Assembleia Geral.Cap.V - Cons.Fiscal:Art.14º -O Cons.Fiscal da Cia., que não terá caráter permanente, somente será instalado quando por solicitação dos acionistas na forma da Lei, e será composto por 3 (três) membros efetivos e 3 (três) membros suplentes, acionistas ou não, eleitos pela Assembleia geral em que for requerido o seu funcionamento. § 1º - Os membros do Cons. Fiscal, quando em exercício, terão direito a remuneração a ser fixada pela Assembleia Geral que os eleger. § 2º - As deliberações do Cons.Fiscal serão tomadas por maioria de votos e lançadas no livro próprio.Cap.VI - Exercício Social e Lucros: Art. 15º - O exercício social terminará no dia 31 de dezembro de cada ano. Ao fim de cada exercício a Diretoria fará elaborar, com base na escrituração mercantil, as demonstrações financeiras previstas em Lei, observadas as normas então vigentes, as quais compreenderão a proposta de destinação do lucro do exercício.Art. 16º - Do resultado apurado no exercício, após a dedução dos prejuízos acumulados, se houver, 5% (cinco por cento) serão aplicados na constituição da reserva legal, a qual não excederá o importe de 20% (vinte por cento) do capital social.Do saldo, ajustado na forma do Art.202 da Lei nº 6.404/76, se existente, 25% (vinte e cinco por cento) serão atribuídos ao pagamento do dividendo mínimo obrigatório.§ 1º - Atribuir-se-á à Reserva para Investimentos, que não excederá a 80% (oitenta por cento) do Capital Social subscrito, importância não inferior a 5% (cinco por cento) e não superior a 75% (setenta e cinco por cento) do lucro líquido do exercício, ajustado na forma do Art.202 da lei nº 6.404/76, com a finalidade de financiar a expansão das atividades da Cia. e/ou de suas empresas controladas e coligadas, inclusive através da subscrição de aumentos de capital, ou a criação de novos empreendimentos. § 2º - O saldo do lucro líquido ajustado, se houver, terá a destinação quer lhe for atribuída pela Assembleia Geral. Art. 17º - Os dividendos atribuídos aos acionistas serão pagos nos prazos da lei, somente incidindo correção monetária e/ou juros se assim for determinado pela Assembleia Geral, e, se não reclamados dentro de 3 (três) anos contados da publicação do ato que autorizou sua distribuição, prescreverão em favor da Cia. Art. 18º - A Cia. poderá levantar balanços semestrais, ou em períodos menores, e declarar, por deliberação da Assembleia Geral, dividendos à conta de lucros apurado nesses balanços, por conta do total a ser distribuído ao término do respectivo exercício social, observadas as limitações previstas em lei. § 1º - Ainda por deliberação da Assembleia Geral, poderão ser declarados dividendos intermediários, à sua conta de lucros acumulados ou de reservas de lucros existentes no último balanço levantado, inclusive à conta da reserva para Investimentos a que a que se refere o § 1º do Art. 16. § 2º - Também, mediante decisão da Assembleia Geral, os dividendos ou dividendos intermediários poderão ser pagos a título de juros sobre o capital social. § 3º - Dividendos intermediários deverão sempre ser creditados e considerados como antecipação do dividendo obrigatório.Cap.VII - Liquidação:Art.19º - A Cia.somente será dissolvida e entrará em liquidação por deliberação da Assembleia Geral ou nos demais casos previstos em lei. § 1º - À Assembleia Geral que deliberar sobre a liquidação caberá nomear o respectivo liquidante e fixar-lhe a remuneração.§ 2º - A Assembleia Geral, se assim solicitarem acionistas que representem o número fixado em lei, elegerá o Cons. Fiscal, para o período da liquidação. Acionistas: Eduardo Duarte; Simone Bürck Silva. Confere com o original lavrado em livro próprio. São Paulo, 04/11/10. Eduardo Duarte - Presidente; Simone Bürck Silva - Secretária. Visto do Advogado: Eduardo Duarte - OAB/SP 105.312-A. JUCESP/NIRE nº 35300387911 em 03/12/2010. Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: CHAMAMENTO PÚBLICO Projeto Bolsa Escola Pública e Universidade na Alfabetização-Programa Ler e Escrever A Fundação para o Desenvolvimento da Educação - FDE comunica que estão abertas as inscrições de Instituições de Ensino Superior para apresentação do Plano de Trabalho/2013, de acordo com a Resolução SE 74, de 24-11-2011, da Secretaria de Estado da Educação. Poderão inscrever-se para o Projeto Bolsa Alfabetização as Instituições de Ensino Superior - IES, sediadas no Estado de São Paulo, que possuam cursos presenciais, devidamente autorizados e/ou reconhecidos nas áreas de Pedagogia, centrada no magistério das séries iniciais do Ensino Fundamental ou de licenciatura plena em Letras, ou ainda de Pós-Graduação Stricto Sensu (Mestrado/Doutorado) na área de didática da alfabetização. No ato de inscrição, a IES deverá apresentar o Certificado de Regularidade Cadastral nos termos do Decreto nº 57.501/2011 e o Certificado de Registro Cadastral emitido pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação e Plano de Trabalho, elaborado com observância às diretrizes que embasam o Projeto. As Instituições interessadas deverão verificar a documentação exigida, o número de classes em potencial(*) a serem atendidas por Diretoria Regional de Ensino, as especificações do projeto pedagógico, legislação e demais informações pertinentes, no site do Projeto: http://lereescrever.fde.sp.gov.br As instituições deverão entregar seu plano de trabalho, e respectiva documentação, observadas as instruções disponibilizadas no site, na sede da FDE, sito na Av. São Luís 99 - 15º andar - Centro - São Paulo-SP, CEP 01046-001, até 23/11/2012, de segunda a sexta-feira, das 08h30 às 17h ou encaminhar via Correio. (*) o número de classes é obtido na base de dados da SEE/SP, sujeito a atualizações em janeiro/2013.
DIà RIO DO COMÉRCIO
16 -.ECONOMIA/LEGAIS
e
terça-feira, 23 de outubro de 2012
O governo chinês tem de abraçar mais mudanças fundamentais. Shi Xiaomin, vice-presidente da Sociedade Chinesa de Reforma Econômica
conomia
Ed Ferreira/ AE
CHINA
LĂderes mudam apĂłs uma dĂŠcada no poder Substituiçþes ocorrerĂŁo no 18Âş Congresso do Partido Comunista, mĂŞs que vem.
O Presidente Dilma Rousseff recebe miniatura de BMW de Ian Robertson, vice-presidente da montadora.
A aposta da BMW para o mercado de luxo do Brasil I
an Robertson, vice-presidente da BMW, afirmou ontem que a montadora alemĂŁ pretende triplicar as vendas e consolidar sua liderança no mercado de luxo do PaĂs com a construção de uma fĂĄbrica em Araquari, na regiĂŁo metropolitana de Joinville (SC). De inĂcio, a intenção nĂŁo ĂŠ exportar os carros fabricados no Brasil para outros paĂses, apesar da escolha de uma cidade na regiĂŁo Sul, prĂłxima a dois importantes portos. Segundo o executivo, o mercado brasileiro tem potencial para absorver, no mĂŠdio prazo, 30 mil veĂculos BMW por ano contra cerca de 10 mil a 12 mil que sĂŁo vendidos hoje. PorĂŠm, ele nĂŁo quis se com-
prometer com uma data para atingir essa meta. "É muito cedo para fixar um calendårio. Serå em algum ponto do futuro. Vemos potencial para as vendas, à medida que o mercado se desenvolve, para 30 mil unidades. É este o número que temos em mente na construção da fåbrica", disse ele, após se reunir com a presidente Dilma Rousseff, no Palåcio do Planalto. De acordo com Robertson, o mercado de luxo no Brasil representa 1% do consumo, enquanto na Alemanha essa fatia do mercado chega a 25% das vendas. A previsão Ê de que a fåbrica da BMW gere cerca de 1.000 empregos, sendo que haverå
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um "mix" de trabalhadores alemĂŁes e brasileiros. A montadora pretende treinar operĂĄrios brasileiros na Alemanha e, ao mesmo tempo, investir em pesquisa no Brasil para o desenvolvimento de motor bicombustĂvel. Na prĂłxima segunda-feira, a BMW assinarĂĄ um memorando de entendimento com o governo de Santa Catarina. A construção da fĂĄbrica terĂĄ inĂcio no ano que vem e o primeiro BMW feito no Brasil deve ficar pronto atĂŠ o final de 2014. (EstadĂŁo ConteĂşdo) Leia sobre o mercado brasileiro de automĂłveis na pĂĄg 18, que traz o SalĂŁo do AutomĂłvel.
s principais lĂderes da China pediram a institutos de estudos polĂticos que esbocem suas propostas mais ambiciosas de reforma econĂ´mica para refrear o poder das empresas estatais e dar mais liberdade Ă determinação de taxas de juros e do iuan. Mas apĂłs quase dez anos de atrasos em dolorosas reformas estruturais, alguns autores das propostas temem que uma recuperação iminente do crescimento econĂ´mico possa arruinar a agenda. "A China estĂĄ se aproximando de um estĂĄgio em que o governo tem de abraçar mais mudanças fundamentais", disse Shi Xiaomin, vice-presidente da Sociedade Chinesa de Reforma EconĂ´mica, subordinada Ă ComissĂŁo Nacional de Desenvolvimento e Re-
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postas de reformas, ouvidos pela agĂŞncia de notĂcias Reuters , disseram que a ordem para a agenda de reformas veio do Conselho Estatal, ou gabinete, mas se recusaram a dar detalhes. As fontes disseram que membros do gabinete demonstraram interesse em ouvir propostas de conselheiros polĂticos fora de Pequim, indicando que estĂĄ sendo buscado um consenso nacional sobre o conteĂşdo e cronograma das reformas estruturais. O assunto de maior prioridade em discussĂŁo, segundo eles, ĂŠ como conter a interferĂŞncia do governo na economia e reduzir a atuação de mais de 100 mil empresas estatais que detĂŞm enormes privilĂŠgios, incluindo acesso preferencial a emprĂŠstimos bancĂĄrios e contratos. (Reuters)
Divulgação
Xi Jinping, atual vice-presidente, deve assumir o posto de presidente da nação mais populosa do mundo.
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EDITAL de CITAĂ‡ĂƒO de LINA IACONO SCHEMBRI, brasileira, viĂşva, administradora, portadora do RG. NÂş 2.655.632-7 e CPF. nÂş 303.361.848-08, expedido nos autos da ação de ORDINĂ RIA DE COBRANÇA requerida por BANCO DO BRASIL S/A, inscrito no CNPJ. NÂş 00.000.000/0001-91 contra TAPETES LOURDES LTDA, inscrita no CNPJ. NÂş 61.366.803/0001-59 e LINA IACONO SCHEMBRI, Ordem nÂş 2107/08, Processo NÂş.: 224.01.2008.068223-0, com prazo de vinte (20) dias. O DOUTOR JOĂƒO BATISTA DE MELLO PAULA LIMA, MM. JUIZ DE DIREITO DA PRIMEIRA VARA CĂ?VEL DESTA CIDADE E COMARCA DE GUARULHOS SP., NA FORMA DA LEI, ETC... FAZ SABER a requerida LINA IACONO SCHEMBRI, acima qualificada, que perante este JuĂzo e respectivo CartĂłrio do 1ÂşOfĂcio CĂvel processam-se os termos de uma ação de ORDINĂ RIA DE COBRANÇA,alegando em sĂntese a autora tornou-se credora dos requeridos na quantia de R$180.230,35 (cento e oitenta mil, duzentos e trinta reais e trinta e cinco centavos), atualizados para fins de cobrança atĂŠ o dia 30/06/2008, atravĂŠs do Contrato para desconto de TĂtulos nÂş 063.600.213, no qual foi concedida a quantia limite de R$1.650.000,00 (hum milhĂŁo seiscentos e cinquenta mil reais), a tĂtulo de crĂŠdito rotativo para desconto de tĂtulo na data de 15/12/2007. O contrato de responsabilidade do requerido, vinculado a conta corrente nÂş 000.000.899-0, na qual foram creditados os valores dos tĂtulos descontados, foi vencido sem seu total cumprimento. Encontrandose a requerida em lugar incerto e nĂŁo sabido, expediu-se o presente, por meio da qual fica a mesma devidamente citada para os termos da ação, bem como advertida de que terĂĄ o prazo de quinze (15) dias, contados do esgotamento do prazo de vinte (20) dias do presente edital, para contestar o pedido, sob pena de nĂŁo o fazendo, presumirem-se aceitos como verdadeiros os fatos alegados pelo autor. O presente serĂĄ publicado e afixado na forma da lei. Cumpra-se, na forma e sob as penas da lei.) %KVCnlQ 2TC\Q FKCU RTQE PÂ?FG QTFGO # &TC #PC %NCWFKC &CDWU )WKOCTCGU FG 5QW\C G /KIWGN ,Ws\C FG &KTGKVQ FC œ 8CTC %sXGN FC %CRKVCN PC HQTOC FC NGK GVE (C\ 5CDGT C 5KPC 'ZRQTVCFQTC +ORQTVCFQTC G %QOGTEKCN FG %QUOGVKEQU .VFC %02, PC RGUUQC FG UGW TGRTGUGPVCPVG NGICN SWG $CPEQ $TCFGUEQ 5 # CLWK\QW WOC #nlQ FG $WUEC G #RTGGPUlQ FQ XGsEWNQ OCTEC 6Q[QVC OQFGNQ *KNWZ 59 UTX Z EQT RTCVC RNCEC &4& EJCUUK #,;< ) XGPFKFQ C UWRFC EQO CNKGPCnlQ HKFWEKhTKC VGPFQ C OGUOC FGKZCFQ FG RCICT CU RTGUVCn|GU EQODKPCFCU #LWK\CFC C CnlQ RTQEGFKFC C CRTGGPUlQ G FGRQUKVQ FQ DGO GUVCPFQ C UWRFC GO NWICT KIPQTCFQ HQK FGHGTKFC C EKVCnlQ RQT GFKVCN RCTC SWG GO FKCU RCIWG C KPVGITCNKFCFG FC FKXKFC RGPFGPVG SWCPFQ Q DGO NJG UGTh TGUVKVWsFQ QW RTC\Q FG FKCU EQPVGUVG C CnlQ RTC\QU GUUGU SWG EQOGnCTlQ C HNWKT CRxU QU FKCU UWRTC UQD RGPC FG RTGUWOKTGO UG CEGKVQU QU HCVQU 5GTh Q RTGUGPVG GFKVCN RQT GZVTCVQ CHKZCFQ G RWDNKECFQ PC HQTOC FC NGK $ G
forma, principal entidade de planejamento econĂ´mico. A mudança de liderança da China, que acontece uma vez por dĂŠcada, serĂĄ concluĂda no prĂłximo mĂŞs no 18Âş congresso do Partido Comunista. O vice-presidente Xi Jinping deve assumir o lugar de Hu Jintao como presidente, e Li Keqiang irĂĄ substituir Wen Jiabao como primeiro-ministro. A reuniĂŁo começa no prĂłximo dia 8 de novembro. Clima – O congresso acontecerĂĄ no momento em que a economia avança para sua taxa de crescimento anual mais fraca em 13 anos, apĂłs trĂŞs dĂŠcadas de expansĂŁo de cerca de 10%, na esteira de reformas lançadas pelo ex-lĂder Deng Xiaoping. Cinco conselheiros polĂticos envolvidos no esboço das pro-
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terça-feira, 23 de outubro de 2012
DIÁRIO DO COMÉRCIO
ECONOMIA/LEGAIS - 17
DOMMO EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A.
JBBG Administração e Participações S.A. CNPJ/MF nº 12.907.097/0001-08 – NIRE 35.300.386.680 Extrato da Ata de Assembléia Geral Ordinária realizada em 31 de agosto de 2012 Data, hora e local: 31/08/2012, às 11 hs., na sede social da Cia..Convocação e presença: Dispensada a convocação, face a presença de Acionistas representando 100% do capital social da Cia.. Mesa: Presidente, Sr. Simão Dias Felipe; Secretário: Sr. Marcelo Sousa Felipe. Deliberações da Ordem do Dia, aprovadas por unanimidade de votos: a) Aprovado o Balanço Patrimonial e as Demonstrações do Resultado do exercício social encerrado em 31/12/2011, bem como foi ratificada a aprovação das contas dos exercícios passados que, porventura, ainda não tenham sido aprovadas. b) A Cia. não obteve lucro no período, sendo que o resultado do exercício proveniente da sua participação como controladora em outras sociedades. Como não foi apurado lucro líquido no exercício, os acionistas concordaram que a reserv a legal será constituída com os lucros obtidos em exercícios futuros. O resultado positivo no valor de R$ 4.882.281,23, apurado em virtude da referida equivalência patrimonial, será lançado na conta de reserva de lucros da Cia.. c) Foram reeleitos como membros da Diretoria da Cia, para cumprir um novo mandato a encerrar-se na AGO que apreciar as contas do exercício social encerrado em 31/12/2013: (i) Simão Dias Felipe, portador do RG 4.156.396 SSP/SP e do CPF/MF nº 289.177.23853, para o cargo de Direto Presidente; (ii) Márcio de Sousa Felipe, portador do RG nº 27.683.574-8 SSP/SP e do CPF/MF nº 253.621.798-10, para o cargo de Diretor sem designação específica; e (iii) Marcelo Sousa Felipe, portador do RG nº 8.209.343-X SSP/SP e do CPF/MF nº 136.117.518-47, para o cargo de Diretor sem designação específica. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos e lavrada a presente ata, a qual, após ter sido reaberta a sessão, foi lida, achada conforme, aprovada e assinada pelos acionistas presentes. Barueri, 31/08/2012. Acionistas Presentes: Simão Dias Felipe, Márcio de Sousa Felipe e Marcelo Sousa Felipe. Barueri, 31/08/2012. Mesa: Simão Dias Felipe – Presidente; Marcelo Sousa Felipe – Secretário. JUCESP nº 453.115/12-3 em 16/10/2012. Gisela S. Ceschin – Secretária Geral.
Makafe Administração e Participações S.A. CNPJ/MF nº 12.845.832/0001-98 – NIRE 35.300.385.993 Extrato da Ata de Assembléia Geral Ordinária realizada em 31 de agosto de 2012 Data, hora e local: 31/08/2012, às 11 hs., na sede social da Cia.. Convocação e presença: Dispensada a convocação, face a presença de Acionistas representando 100% do capital social da Cia.. Mesa: Presidente: Sr. Antônio Dias Felipe; Secretária: Sra. Andrea Sousa Felipe. Deliberações da Ordem do Dia, aprovadas por unanimidade de votos: a) Aprovado o Balanço Patrimonial e as Demonstrações do Resultado do exercício social encerrado em 31/12/2011, bem como foi ratificada a aprovação das contas dos exercícios passados que, porventura, ainda não tenham sido aprovadas. b) A Cia. não obteve lucro no período, sendo o resultado do exercício proveniente da sua participação como controladora em outras sociedades. Como não foi apurado lucro líquido no exercício, os acionistas concordaram que a reserva legal será constituída com os lucros obtidos em exercícios futuros. O resultado positivo no valor de R$ 5.397.767,36, apurado em virtude da referida equivalência patrimonial, será lançado na conta de reserva de lucros da Cia.. c) Foram reeleitos como membros da Diretoria da Cia., para cumprir um novo mandato a encerrar-se na AGO que apreciar as contas do exercício social encerrado em 31/12/2013: (i) Antônio Dias Felipe, portador do RG nº 10.321.869 SSP/SP e do CPF/MF nº 289.177.158-34, para o cargo de Diretor Presidente do Cons. de Administração; e (ii) Maria Odete de Sousa Felipe, portadora do RG nº 4.748.991-1 SSP/SP e do CPF/MF nº 011.710.188-51, para o cargo de Diretora sem designação específica. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos e lavrada a presente ata. Barueri, 31/08/2012. Acionistas Presentes: Antônio Dias Felipe, Maria Odete de Sousa Felipe, Adriana Sousa Felipe Savio, Karina Dias Sousa Felipe e Andrea Sousa Felipe. Acionistas e Diretores reeleitos:Antônio Dias Felipe, Maria Odette de Sousa Felipe, Adriana Sousa Felipe Savio, Karina Dias Souza Felipe e Andrea Sousa Felipe. Mesa: (ass.) Antônio Dias Felipe – Presidente; Andrea Sousa Felipe – Secretária. JUCESP nº 455.251/12-5 em 18/10/2012. Gisela Simiema Ceschin – Secretária Geral.
Boulevard 3 Empreendimentos Imobiliários SPE S.A. CNPJ/MF nº 12.947.103/0001-42 – NIRE 35.300.387.287 Ata de Assembleia Geral Ordinária, realizada em 09 de agosto de 2012 Data, hora e local: 09/08/2012, às 10 hs., na sede social na Rua Hungria, nº 664, 10º and., conj. 104, sala 1, São Paulo-SP. Presença: acionistas representando 100% do capital social. Convocação e publicações: As formalidades de convocação foram dispensadas face a presença de acionistas representando a totalidade do capital social. O Balanço Patrimonial e demais Demonstrações Financeiras da Cia., relativas aos exercícios sociais encerrados em 31/12/2011 e 2010 deixaram de ser publicadas no DOE-SP e em jornal de grande circulação, pelo fato da Cia. se enquadrar nos termos do inciso II, do art. 294, da Lei nº 6.404/76. Mesa: Guilherme Carvalho Vidigal – Presidente; e Lee Chuo Chia – Secretário. Ordem do Dia: (i) examinar as contas dos administradores referentes aos exercícios findos em 31/12/2011 e 2010, bem como as Demonstrações Financeiras e Notas Explicativas; e (ii) outros assuntos de interesse dos acionistas relacionado à AGO. Deliberações tomadas: (i) os acionistas presentes dispensaram a Leitura dos Balanços e Demonstrações Financeiras dos exercícios de 2010 e 2011, visto já ser do conhecimento de todos e terem sido já previamente discutidos e examinados pela totalidade dos acionistas da Sociedade. Ato contínuo, foram os mesmos aprovados por unanimidade, sem qualquer ressalva; (ii) não houve qualquer deliberação por parte dos presentes. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos e lavrada a presente Ata, a qual foi lida e aprovada por todos os presentes. São Paulo, 09/08/2012. (ass.) Guilherme Carvalho Vidigal – Presidente; Lee Chuo Chia – Secretário. Acionistas presentes: Liége Empreendimentos Imobiliários Ltda., p. Guilherme Americano Vidigal e p. Patrícia Americano Vidigal; Santailufa Empreendimentos Urbanísticos Ltda., p. Lee Chuo Chia; Yes Land Realty Urbanização e Construção Ltda., p. João Paulo Pantaleão. Junta Comercial do Estado de São Paulo. Certifico o registro sob o nº 401.441/12-0 em 19/09/2012. Gisela Simiema Ceschin – Secretária Geral.
FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 22 de outubro de 2012, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial:
Requerente: Comask Indústria e Comércio Ltda. Requerido: Asvas Comércio Têxtil Ltda. Rua da Mooca, 1.930 – Mooca - 1ª Vara de Falências. Requerente: Sustentare Produtos AlimentÍcios Ltda. Requerido: Tabor Distribuidora de Produtos Alimentícios Ltda. Rua Forte do Rio Branco, 71 – Parque Industrial - 2ª Vara de Falências.
CNPJ/MF nº 04.034.792/0001-76 - NIRE nº 35.300382161 Companhia Aberta ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA REALIZADA NO DIA 15 DE AGOSTO DE 2012. (Lavrada na forma de sumário conforme faculta o art. 130, § 1º da Lei nº 6.404/76). 1. Local, Data e Hora: Na sede social da Companhia, na Avenida das Nações Unidas, 12.901, 27º andar, cidade do São Paulo, estado de São Paulo, no dia 15 de agosto de 2012, às 08h. 2. Convocação: Dispensada, nos termos do §4º do art. 124 da Lei nº 6.404/76, face à presença de acionistas representantes da totalidade do capital social da Companhia, conforme assinaturas constantes do Livro de Presença de Acionistas. 3. Presenças: Acionistas da Companhia representando 100% do capital social com direito a voto, conforme assinaturas constantes do Livro de Presença de Acionistas. 4. Mesa: Presidente: Alex Waldemar Zornig; Secretária: Daniella Geszikter Ventura. 5. Ordem do Dia: (i) Analisar, discutir e deliberar sobre a proposta de reforma do Estatuto Social da Companhia, com vistas a alterar, dentre outros pontos, aqueles relativos à composição, funcionamento e competências da Assembleia Geral e da Diretoria da Companhia; (ii) Homologar a utilização da Matriz de Alçadas da Oi S.A. pela Companhia; (iii) Eleger membros para integrar o Conselho de Administração e seus respectivos suplentes, em complementação de mandato; e (iv) Consolidar o texto do Estatuto Social, conforme deliberações acima. 6. Deliberações: Por proposta do Presidente, os acionistas presentes deliberaram, por unanimidade, a lavratura da ata a que se refere esta Assembleia Geral Extraordinária em forma de sumário, nos termos do artigo 130 da Lei nº 6.404/76. Também por unanimidade dos acionistas presentes, foram tomadas as seguintes deliberações: 6.1. Com relação ao item (i) da Ordem do Dia, aprovar a proposta de reforma do Estatuto Social da Companhia, com vistas a revisar o funcionamento e competências da Assembleia Geral e da Diretoria, passando o mesmo a vigorar com a redação constante do ANEXO I da ata a que se refere esta Assembleia Geral. 6.2. Quanto ao item (ii) da Ordem do Dia, homologar a utilização, pela Companhia, da Matriz de Alçadas da Oi S.A. (“Matriz”) aprovada em Reuniões do Conselho de Administração da Oi S.A. realizadas em 13 de março de 2012 e em 27 de junho de 2012. Desse modo, as alçadas da Diretoria da Companhia passam a vigorar em consonância com o estabelecido pela Matriz, na forma do ANEXO II desta ata, sendo que, onde se lê: “art. 24”; “art. 24, inciso XIII e Parágrafos 1º e 2º”; “art. 32”; “art. 24, III”; “Parágrafo 3º do art. 24”; “art. 31”; e “art. 32, inciso X”, deve-se ler respectivamente, em referência à Sociedade: “art. 15”; “art. 15, XI e Parágrafo Primeiro”; art. 21”; “art. 24, III”; “art. 15, Parágrafo Segundo”; “art. 19”; e “art. 21, X”. 6.3. Passando ao item (iii) da Ordem do Dia, registrar o recebimento dos pedidos de renúncia dos Srs. FRANCIS JAMES LEAHY MEANEY, JULIO CESAR FONSECA e JOÃO DE DEUS PINHEIRO DE MACÊDO aos cargos de membros efetivos do Conselho de Administração da Companhia e eleger, para integrar o Conselho de Administração da Companhia em complementação do mandato em curso, os Srs. ROBERTO TERZIANI, ALEX WALDEMAR ZORNIG e TARSO REBELLO DIAS, passando o Sr. LUIZ FRANCISCO TENÓRIO PERRONE a ocupar o cargo de membro efetivo. Os acionistas decidiram fazer o registro da consolidação da composição do Conselho de Administração da Companhia que, a partir desta data, fica integrado pelos seguintes membros: (i) como efetivo o Sr. JOSÉ MAURO METTRAU CARNEIRO DA CUNHA, brasileiro, casado, portador da cédula de Identidade nº 02.549.734-8, expedida pelo IFP/RJ, inscrito no CPF/MF sob o nº 299.637.297-20, com endereço profissional à Praia de Botafogo, nº 300, 11º andar, sala 1101, Botafogo, Rio de Janeiro/RJ e, como seu suplente, o Sr. JOSÉ AUGUSTO DA GAMA FIGUEIRA, brasileiro, em união estável, engenheiro, portador da cédula de identidade nº M-8.263.413 expedida pela SSP/MG, inscrito no CPF/MF n° 242.456.667-49, com endereço profissional à Praia de Botafogo, nº 300, 11º andar, sala 1101, Botafogo, Rio de Janeiro/RJ; (ii) como efetivo o Sr. LUIZ FRANCISCO TENÓRIO PERRONE, brasileiro, casado, engenheiro, portador da identidade nº 003.259.885-6 expedida pelo IFP/RJ inscrito no CPF/MF sob o n.º 008.719.406-63, com endereço profissional à Rua Humberto de Campos nº. 425, 5º andar, Leblon, Rio de Janeiro/RJ, e, como seu suplente, o Sr. ROBERTO TERZIANI, italiano, casado, estatístico, portador da carteira de identidade nº. W623866-K, expedida pela CGP/DIREX/DPF, inscrito no CPF/MF sob o nº. 059.740.977-34, com endereço na Cidade e Estado do Rio de Janeiro, na Praia do Flamengo, nº. 82, apto. 302, Flamengo; e (iii) como efetivo o Sr. ALEX WALDEMAR ZORNIG, brasileiro, casado, contador, portador da carteira de identidade nº 9415053, expedida pela SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 919.584.158-04,com endereço profissional à Rua Humberto de Campos nº. 425, 8º andar, Leblon, Rio de Janeiro/RJ, e, como seu suplente, o Sr. TARSO REBELLO DIAS, brasileiro, casado, economista, portador da carteira de identidade nº 08.401.392-9 IFP/RJ, inscrito no CPF/MF sob o nº 021.455.57717,com endereço profissional à Rua Humberto de Campos nº. 425, 8º andar, Leblon, Rio de Janeiro/RJ, todos com mandato até a Assembleia Geral Ordinária a se realizar em 2014. 6.4. Por fim, quanto ao item (iv) da Ordem do Dia, foi aprovada a consolidação do Estatuto Social, conforme ANEXO I à presente ata. 7. Encerramento: Nada mais havendo a ser tratado, a presente ata foi lavrada e depois lida, aprovada e assinada por acionistas representando a totalidade dos presentes à Assembleia, que autorizaram sua publicação sem as assinaturas dos acionistas presentes, na forma do art. 130, §2º da Lei nº 6.404/76. ASSINATURAS: Alex Waldemar Zornig – Presidente da Mesa; Daniella Geszikter Ventura – Secretária da Mesa; Telemar Norte Leste S.A., representada por Alex Waldemar Zornig. Certifico que a presente é cópia fiel da ata lavrada em livro próprio. São Paulo, 15 de agosto de 2012. Daniella Geszikter Ventura - Secretária. ANEXO I. ESTATUTO SOCIAL. CAPÍTULO I. Sede, Objeto e Duração. Artigo 1º - A DOMMO EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. é uma sociedade anônima, que se rege por este Estatuto e disposições legais que lhe forem aplicáveis, cuja constituição se deu em decorrência da cisão da sociedade POCONÉ PARTICIPAÇÕES S.A. Artigo 2º - A Companhia tem sede e foro na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida das Nações Unidas, 12.901, 27º andar, e pode, por deliberação do Conselho de Administração, abrir, manter e fechar filiais, escritórios, depósitos ou agências de representações, em qualquer parte do território nacional ou no exterior. Artigo 3º - A Companhia tem por Objeto Social: (i) compra, venda e incorporação de imóveis comerciais e/ou residenciais próprios: terrenos ou frações ideais, imóveis prontos, em construção ou a construir; (ii) arrendamento, exploração comercial, locação e sublocação de bens imóveis próprios, incluindo imóveis sob medida (built to suit); (iii) administração de empreendimentos imobiliários próprios, especialmente condomínios, centros comerciais, complexos industriais, hotéis, apart-hotéis e estacionamentos; (iv) prestação de serviços de consultoria em negócios imobiliários; (v) participação no capital de outras sociedades, associações, fundos de investimento imobiliário ou fundos de investimento em participações em negócios imobiliários. Artigo 4º - O prazo de duração será por tempo indeterminado. CAPÍTULO II. Do Capital Social e Ações. Art. 5º - O capital social é de R$ 337.957,93 (trezentos e trinta e sete mil, novecentos e cinqüenta e sete reais e noventa e três centavos), dividido em 33.795.793 ações, sendo 11.265.265 ações ordinárias e 22.530.528 ações preferenciais, todas nominativas e sem valor nominal. § 1º - A Companhia está autorizada a aumentar seu capital social em até 5.000.000.000 de ações, ordinárias ou preferenciais, independentemente de reforma estatutária, mediante deliberação do Conselho de Administração, que fixará as condições da emissão. § 2º - A emissão de ações, debêntures ou partes beneficiárias conversíveis em ações e bônus de subscrição, cuja colocação seja feita mediante venda em bolsa de valores ou subscrição pública, permuta por ações, em oferta pública de aquisição de controle, nos termos da lei, poderá excluir o direito de preferência na subscrição. § 3º - As ações preferenciais não têm direito a voto, sendo-lhes assegurada (i) a percepção de dividendos em dinheiro 10% (dez por cento) maiores do que aqueles pagos às ações ordinárias e (ii) prioridade no reembolso em caso de liquidação da Companhia, sem prêmio. § 4º - As ações preferenciais poderão ser de até 2/3 (dois terços) do total das ações emitidas pela Companhia, podendo em sua emissão ser alterada a proporção anteriormente existente entre ações ordinárias e preferenciais. § 5º - A Companhia poderá, por deliberação da Assembleia Geral, outorgar opção de compra de ações em favor dos administradores e empregados, ou a pessoas naturais que prestem serviços a sociedade sob seu controle. § 6º - A não realização, pelo subscritor, do valor subscrito nas condições previstas no boletim ou na chamada fará com que o mesmo fique, de pleno direito, constituído em mora, para fins dos artigos 106 e 107 da Lei número 6.404/76, sujeitando-se ao pagamento do valor em atraso corrigido monetariamente de acordo com a variação do IGP-M na menor periodicidade legalmente admitida, além dos juros de 12% (doze por cento) ao ano, “pro rata temporis” e multa correspondente a 10% (dez por cento) do valor da prestação em atraso, devidamente atualizada. CAPÍTULO III. Da Assembleia Geral. Artigo 6º - A Assembleia Geral tem poderes para decidir todos os negócios relativos ao objeto da Companhia e tomar as resoluções que julgar convenientes à sua defesa e desenvolvimento. Artigo 7º - A Assembleia Geral será instalada pelo Diretor Presidente da Companhia, que procederá à eleição da mesa Diretora, composta de um presidente e um secretário, escolhidos dentre os presentes. Na ausência ou impedimento do Diretor Presidente, a Assembleia poderá ser instalada por qualquer Diretor ou por procurador devidamente investido de poderes específicos para esse fim. Artigo 8º - A Assembleia Geral Ordinária reunir-se-á dentro dos quatro primeiros meses ao término do exercício social, cabendo-lhe decidir sobre as matérias de sua competência, previstas em lei. Artigo 9º - A Assembleia Geral Extraordinária reunir-se-á sempre que os interesses sociais exigirem o pronunciamento dos acionistas e nos casos previstos em lei e neste Estatuto. CAPÍTULO IV. Administração da Companhia. Artigo 10 - A Companhia será administrada por um Conselho de Administração e por uma Diretoria. Artigo 11 – O Conselho de Administração será composto de até 3 (três) membros efetivos, eleitos pela Assembleia Geral e por ela destituíveis a qualquer tempo, com mandato de 3 (três) anos, permitida a reeleição. § 1º - A Assembleia Geral poderá eleger suplentes para os membros do Conselho de Administração. § 2º - Os membros do Conselho de Administração tomarão posse mediante a assinatura do termo respectivo, lavrado em livro próprio. Artigo 12 – O Conselho de Administração terá um Presidente que será eleito pela maioria de votos de seus membros, sendo a eleição realizada imediatamente após a posse destes. Parágrafo único - As vagas de Conselheiro, não havendo suplente, poderão ser preenchidas pelo Conselho de Administração até a primeira Assembleia Geral que deliberará sobre o preenchimento da vaga, cujo substituto completará o mandato do substituído. Artigo 13 - O Conselho de Administração reunir-se-á, ordinariamente, pelo menos uma vez a cada trimestre, e extraordinariamente, sempre que necessário, por convocação de seu Presidente, ou pela maioria de seus membros, através de carta, telegrama, telex ou pessoalmente. Artigo 14 - O Conselho de Administração se instalará, funcionará e deliberará validamente pelo voto favorável da maioria de seus membros eleitos. § 1º - As decisões do Conselho de Administração constarão de ata que será assinada pelos presentes. Artigo 15 - Compete ao Conselho de Administração: I. autorizar a emissão de debêntures conversíveis ou não em ações ou vendê-las, se em tesouraria; II. deliberar sobre o aumento do capital da Companhia até o limite do capital autorizado, bem como deliberar sobre a emissão de ações ou bônus de subscrição, inclusive com a exclusão do direito de preferência dos acionistas, fixando as condições da emissão e de colocação das ações ou bônus de subscrição; III. autorizar a aquisição de ações de emis-
são da Companhia, para efeito de cancelamento ou permanência em tesouraria e posterior alienação; IV. dentro do limite do capital autorizado, aprovar a outorga de opção de compra de ações a seus administradores, empregados e a pessoas naturais que prestem serviços à Companhia; V. eleger ou destituir, a qualquer tempo, os Diretores da Companhia, inclusive o Presidente, fixando-lhes as atribuições, observadas as disposições deste estatuto; VI. ratear o montante global da remuneração, fixado pela Assembleia Geral, entre os Conselheiros e Diretores da Companhia, fixando-lhes a remuneração individual; VII. deliberar sobre o aumento do capital social; VIII. aprovar a proposta da Diretoria sobre o Regimento da Companhia, com sua respectiva estrutura organizacional, inclusive a competência e atribuição dos Diretores da Companhia; IX. aprovar o orçamento anual da Companhia, o plano de metas e de estratégia de negócios da Companhia para o período de vigência do orçamento; X. autorizar a emissão de notas promissórias comerciais (“commercial papers”); XI. aprovar a realização de investimentos e desinvestimentos, inclusive no capital de outras sociedades, em montante superior à alçada da Diretoria; XII. estabelecer alçadas de Diretoria para a aquisição, alienação ou oneração de bens integrantes do ativo permanente, prestação de garantias em geral, celebração de contratos, realização de investimentos e desinvestimentos, renúncia de direitos e transações de qualquer natureza, contratação de empréstimos, financiamentos, arrendamento mercantil e emissão de notas promissórias (excetuada a hipótese do inciso IX deste artigo); XIII. autorizar a aquisição de bens para o ativo permanente ou ainda a celebração de contratos, cujo valor individual seja superior à alçada da Diretoria; XIV. autorizar a alienação ou oneração de bens integrantes do ativo permanente da Companhia, cujo valor individual do bem seja superior à alçada de Diretoria; XV. autorizar a prestação de garantias reais ou fidejussórias pela Companhia em favor de terceiros cujo valor ultrapasse a alçada da Diretoria; XVI. autorizar investimentos em novos negócios ou a criação de subsidiária; XVII. autorizar a Companhia a celebrar, alterar ou rescindir acordo de acionistas; XVIII. aprovar a política de patrocínios da Companhia, assim como autorizar a prática de atos gratuitos, em benefício de empregados ou da comunidade, tendo em vista as responsabilidades sociais da Companhia, sendo que a prestação de fianças para empregados no caso de transferências e/ou remanejamentos interestaduais e/ou intermunicipais não configura matéria que dependa de prévia aprovação do Conselho de Administração; XIX. escolher, destituir e decidir a remuneração dos auditores independentes; e XX. desempenhar quaisquer outras funções ou deliberar sobre quaisquer outros assuntos que não sejam da competência da Diretoria, tal como definido no presente Estatuto e expressamente na lei. Parágrafo 1º - As alçadas de Diretoria serão revisadas a cada exercício social, segundo as atribuições previstas neste artigo. Parágrafo 2º - Em quaisquer das hipóteses dos incisos XI, XII, XIII e XIV deste artigo 15, em que o valor do ato ou contrato for inferior a cinco milhões de reais (corrigidos anualmente pela variação do IGP-M, a partir de 10 de abril de 2007), aplica-se o disposto no artigo 19 do presente Estatuto, não sendo exigível deliberação colegiada da Diretoria. Artigo 16 - A Diretoria será composta de no mínimo 2 (dois) e no máximo 10 (dez) Diretores, mantendo-se sempre preenchidos os cargos de Diretor Presidente e Diretor de Finanças, sendo que os demais membros serão Diretores sem designação específica, eleitos pelo Conselho de Administração, sendo 1 (um) Diretor Presidente, 1 (um) Diretor de Finanças e os demais Diretores, sem designação específica, acionistas ou não, residentes no País, eleitos pelo Conselho de Administração e por ele destituíveis a qualquer tempo, com mandato de 3 (três) anos. § 1º - O cargo de Diretor de Relações com Investidores, exercido cumulativamente ou não com outras funções, será desempenhado pelo Diretor nomeado pelo Conselho de administração por ocasião da eleição da Diretoria. § 2º - O Conselho de Administração poderá deixar vago os cargos de Diretor sem designação específica. § 3º - Ocorrendo vacância de cargo de Diretor, ou impedimento do titular, caberá ao Conselho de Administração eleger o novo Diretor ou designar o substituto, fixando, em qualquer dos casos, o prazo da gestão e os respectivos vencimentos.§ 4º - Compete à Diretoria exercer as atribuições que a Lei, o Estatuto Social e o Conselho de Administração lhe conferirem para a prática dos atos necessários ao funcionamento regular da Companhia. § 5º - Os instrumentos de mandato outorgados pela Companhia, que serão assinados por 2 (dois) Diretores em conjunto, deverão especificar os poderes conferidos e, com exceção daqueles para fins judiciais, terão o prazo máximo de validade de 1 (um) ano. § 6º - Caberá ao Presidente convocar, de ofício, ou a pedido de dois ou mais diretores, as reuniões de Diretoria. § 8º - O quorum de instalação das reuniões de Diretoria é o da maioria de seus membros em exercício e as deliberações serão tomadas pelo voto favorável da maioria dos Diretores presentes à reunião, lavrando-se ata das reuniões. § 9º - Na ausência do Presidente, caberá ao Diretor indicado consoante o disposto no Artigo 20 deste Estatuto presidir a reunião de Diretoria, não havendo cumulação de votos. Artigo 17 - Compete especificamente ao Diretor Presidente a execução da política, das diretrizes e das atividades relacionadas ao objeto social da Companhia, conforme especificado pelo Conselho de Administração. Artigo 18 - Compete ao Diretor de Finanças execução da política, das diretrizes e das atividades econômico-financeiras e contábeis da Companhia, conforme especificado pelo Conselho de Administração. Artigo 19 - Observadas as disposições contidas neste estatuto, serão necessárias para vincular a Companhia: (i) a assinatura conjunta de 2 (dois) Diretores; (ii) a assinatura de 1 (um) Diretor em conjunto com um procurador; ou (iii) a assinatura de 2 (dois) procuradores em conjunto, investidos de poderes específicos. Parágrafo único - A Companhia será representada isoladamente por qualquer dos membros da Diretoria, sem as formalidades previstas neste artigo, nos casos de recebimento de citações ou notificações judiciais e na prestação de depoimento pessoal. Artigo 20 - Nas ausências e impedimentos temporários do Presidente, este será substituído por qualquer Diretor por ele designado. Parágrafo 1º - Nos casos de faltas e impedimentos temporários do Presidente e do Diretor por ele designado, a Presidência será exercida por outro Diretor designado pelo Diretor ausente ou impedido que estiver, na forma do caput deste artigo, exercendo as referidas funções. Parágrafo 2º - Os demais membros da Diretoria serão substituídos, nas suas ausências e impedimentos temporários, por um outro Diretor indicado pela Diretoria. Parágrafo 3º - Na vacância de Diretor Presidente ou de Diretor de Finanças, e até que a Assembleia Geral delibere a respeito, as funções relativas ao respectivo cargo serão cumuladas por Diretor designado pela Diretoria. Artigo 21 - Compete à Diretoria, como órgão colegiado: I - cumprir e fazer cumprir a orientação geral dos negócios da Companhia estabelecida pelo Conselho de Administração; II - elaborar e propor ao Conselho de Administração as políticas gerais de recursos humanos da Companhia, e executar as políticas aprovadas; III - deliberar sobre a estrutura organizacional da Companhia; IV - elaborar e propor, anualmente, ao Conselho de Administração as diretrizes estratégicas e o plano estratégico da Companhia, e executar o plano estratégico aprovado; V - elaborar e propor ao Conselho de Administração os orçamentos anual e plurianual da sociedade, e executar os orçamentos aprovados; VI - elaborar e propor ao Conselho de Administração as políticas financeiras da Companhia, e executar as políticas aprovadas; VII - elaborar, em cada exercício, o Relatório Anual de Administração, as Demonstrações Financeiras, a proposta de destinação do lucro líquido do exercício e a de distribuição de dividendos, a serem submetidas ao Conselho de Administração e, posteriormente, à Assembleia Geral; VIII - autorizar a celebração de acordos, contratos e convênios que constituam ônus, obrigações ou compromissos para a Companhia, podendo estabelecer normas e delegar poderes, conforme as alçadas da Diretoria estabelecidas pelo Conselho de Administração; IX - gerir as participações societárias em sociedades controladas e coligadas, observadas as diretrizes fixadas pelo Conselho de Administração; X - estabelecer, a partir dos limites de alçada fixados pelo Conselho de Administração para a Diretoria, os limites de alçada ao longo da linha hierárquica da organização administrativa da sociedade; XI - criar e extinguir filiais e escritórios em qualquer ponto da área de atuação da Companhia. CAPÍTULO V. Conselho Fiscal. Artigo 22 - A Companhia terá um Conselho Fiscal, composto de 3 (três) membros e suplentes em igual número, não tendo caráter permanente, e só será eleito e instalado pela Assembleia Geral a pedido de acionistas, nos casos previstos em lei. Artigo 23 - O funcionamento do Conselho Fiscal terminará na primeira Assembleia Geral Ordinária após a sua instalação, podendo os seus membros ser reeleitos. Artigo 24 - A remuneração dos membros do Conselho Fiscal será fixada pela Assembleia Geral que os eleger. CAPÍTULO VI. Exercício Social, Balanço e Resultados. Artigo 25 - O exercício social terá a duração de 1 (um) ano, e terminará no último dia do mês de dezembro de cada ano. Artigo 26 - Ao fim de cada exercício social serão elaborados, com base na escrituração mercantil da Companhia, as demonstrações financeiras, consubstanciadas no balanço patrimonial, demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados, demonstrações do resultado do exercício e demonstração das origens e aplicações de recursos, simultaneamente em moeda corrente nacional e em moeda de poder aquisitivo constante. Parágrafo único - A qualquer tempo, o Conselho de Administração também poderá deliberar a distribuição de dividendos intermediários, a conta de lucros acumulados ou de reservas de lucros existentes no último balanço anual ou semestral. Artigo 27 - Do resultado do exercício serão deduzidos, antes de qualquer participação, eventuais prejuízos acumulados e a provisão para o imposto de renda. § 1º - Sobre o lucro remanescente apurado na forma do caput deste artigo, será calculada a participação estatutária dos administradores, até o limite máximo legal. § 2º - Do lucro líquido do exercício, obtido após a dedução de que trata o parágrafo anterior, destinar-se-á: a) 5% (cinco por cento) para a reserva legal, até atingir 20% (vinte por cento) do capital social integralizado; b) Do saldo lucro líquido do exercício, obtido após a dedução de que trata o parágrafo anterior e ajustado na forma do art. 202 da Lei nº. 6.404/76, destinar-se-ão 25% (vinte e cinco por cento), para pagamento de dividendo obrigatório a todos os seus acionistas, respeitado o disposto no parágrafo 3º do artigo 5º. § 3º - Efetuada a destinação do valor à reserva legal, e atendida a distribuição prevista no Parágrafo anterior, 71,25% (setenta e um e vinte e cinco centésimos por cento) do lucro líquido será destinado, na forma do art. 194 da Lei nº. 6404/76, a uma reserva para realização de novos investimentos, respeitado em qualquer caso o limite global do art. 199 da mesma lei. Artigo 28 - A Companhia pode, por deliberação da Assembleia Geral, observados os limites legais e conforme as determinações da Lei das Sociedades por Ações, atribuir participação nos lucros a seus administradores e empregados. Parágrafo Único – A Companhia pode, por deliberação do Conselho de Administração, atribuir aos trabalhadores participação nos lucros ou resultados da empresa, na forma da Lei n.º 10.101/2000. CAPÍTULO VII. Liquidação. Artigo 29 - A Companhia entrará em liquidação nos casos previstos em lei, ou em virtude de deliberação da Assembleia Geral, e se extinguirá pelo encerramento da liquidação. Parágrafo único - O Conselho de Administração nomeará o liquidante, e as formas e diretrizes a seguir e fixará os seus honorários. CAPÍTULO VIII. Disposições Gerais. Artigo 30 - Os dividendos não recebidos ou reclamados prescreverão no prazo de 3 (três) anos, contando da data em que tenham sido postos à disposição do acionista, e reverterão em favor da Companhia. Artigo 31 - A Companhia observará os acordos de acionistas registrados na forma do art. 118 da Lei nº 6.404/76, cabendo à respectiva administração abster-se de registrar transferências de ações contrárias aos respectivos termos e ao Presidente da Assembleia Geral e abster-se de computar os votos lançados contra os mesmos acordos. JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO - JUCESP. Certifico o registro sob o nº 423.181/12-9 e data de 28/09/2012. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
Agropecuaria Transmontana S/A CNPJ 57.635.401/0001-35 (Capital Fechado) Relatório da Diretoria Senhores Acionistas: Atendendo às disposições legais e estatutárias, temos a satisfação de submeter à apreciação de V.Sas; as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2010 Balanço Patrimonial Levantados em 31 de dezembro de 2009 e 2010 Demonstração do Resultado para os exercícios findos em dezembro de 2009 e 2010 Ativo/Circulante 2009 2010 Passivo/Circulante 2009 2010 2009 2010 1.460.216,99 1.153.235,59 Receita Operacional Bruta Caixa 40.961,84 50.738,28 Fornecedores Receita de venda de gado 7.862.230,51 9.101.910,55 – 66.432,00 Bancos Contas Movimento 81.126,32 420.019,36 Empréstimos e financeiros 7.862.230,51 9.101.910,55 Salários a pagar 21.974,86 22.725,34 Duplicatas a receber 274.654,70 1.175.794,78 Encargos Sociais – (210.983,20) 12.218,68 12.761,32 Deduções da Receita Bruta Tributos a recuperar 17.068,37 17.068,37 Encargos Tributários 7.862.230,51 8.890.927,35 41.074,06 44.647,00 Receita Líquida 1.025.286,69 1.296.463,39 Adiantamentos 15.525,00 160.000,00 Contas a Pagar 100.000,00 100.000,00 Custo de Vendas e Serviços Lucro Bruto 6.836.943,82 7.594.463,96 1.521.300,86 Estoque de gado bovino p/corte 10.264.854,65 14.085.000,00 Dividendos a Distribuir 4.574.821,89 3.216.378,38 Despesas Operacionais Estoque de insumos p/pecuaria 148.843,60 – Lucros a Distribuir 515.636,63 329.961,39 7.731.607,34 4.616.179,63 Despesas Gerais e Administrativas Despesas Antecipadas 55.887,70 55.887,70 Passivo Não Circ./Exig. a Longo Prazo Despesas Financeiras 21.614,29 45.217,16 10.898.922,18 15.964.508,49 Empréstimos -4.348,25 -9.921,54 271.498,84 508.242,53 Receitas Financeiras Ativo Não Circ./Real. a Longo Prazo 271.498,84 508.242,53 Despesas dos Exercícios Anteriores Despesas/Receitas não Operacionais -681,00 -2.617,63 Patrimônio Líquido Depósito Judiciário 1.214,93 1.214,93 218.156,70 250.810,03 5.454.000,00 5.454.000,00 Imposto de Renda e CSSL Despesas Antecipadas 27.527,68 27.527,68 Capital Social 6.085.203,45 6.975.779,29 Reserva de Capital 661.656,97 661.656,97 Lucro Líquido 28.742,61 28.742,61 Lucro do Periodo – 6.975.779,29 Demonstração dos Fluxos de Caixa pelo Método Indireto em 31/12/2010 Imobilizado 3.191.098,36 2.222.607,32 6.115.656,97 13.091.436,26 Total Ativo 14.118.763,15 18.215.858,42 14.118.763,15 18.215.858,42 1-Fluxos das atividades Operacionais Lucro Líquido do Exercicio 6.975.779,29 Demonstração das Mutações do Patrimonio Liquido Capital Reserva de Lucros Total do Ajustes por: (+) Depreciação e Amortização 1.375.645,29 Data Histórico Realizado Capital Acumulados Patrimônio Líquido 31/12/2010 Saldo 5.454.000,00 661.656,97 6.115.656,97 Variações dos Ativos Circulantes (5.065.586,31) 31/12/2010 Lucro do Exercício 6.975.779,29 6.975.779,29 Variações dos Passivos Circulantes 3.115.427,71 31/12/2010 Saldos em 31/12/2010 5.454.000,00 661.656,97 13.091.436,26 Caixa Líquido da atividades operacionais 6.401.265,98 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis em 31/12/2009 e 2010- A Demonstração da Variação do Capital Circulante 2-Fluxos das atividades de Investimentos Sociedade tem como atividade operacional preponderante a produção de gado Descrição Inicial Final Variações Variações dos Ativos Permanentes (968.491,04) bovino, destinado ao mercado interno.As demonstrações contábeis foram elabora- Ativo Circulante 10.898.922,18 15.964.508,49 5.065.586,31 Caixa Líquido da atividades de Investimentos (968.491,04) das de acordo com os princípios contábeis previstos na Lei das S/As (Lei 6.404/76) Passivo Circulante 7.731.607,34 4.616.179,63 3.115.427,71 e (Lei 11638/07). Disposições complementares consoantes práticas contábeis des- Capital Circulante Líquido 3.167.314,84 11.348.328,86 8.181.014,02 3-Fluxos da Atividades de Financiamentos critas a seguir: Apuração do resultado pelo regime de competência do exercício. Variações de Emprestimos e financiamentos 236.743,69 Francisco Preto Ribeiro - Diretor Presidente Os bens do Ativo Permanente são registrados pelo custo de aquisição é calculado Dividendos pagos pelo metodo linear,as taxas que levam em conta o tempo de vida útil dos bens. Os Maria A. dos Santos Ribeiro - Diretora Vice-Presidente Caixa Líquido das atividades de Financiamentos 236.743,69 estoques são demonstrados ao custo médio das compras inferior aos custos de Fernando Henrique A. Marangon Saldo Inicial das disponibilidades 122.088,16 reposição ou aos valores. de realização. Os lucros acumulados foram transferidos para conta lucros a distribuir estando os valores a disposição dos sócios. Saldo final das disponibilidades 470.757,64 Contabilista - CRC TC 1SP 176661/O-8
Porto Ibérica Participações S.A. CNPJ/MF nº 12.855.210/0001-40 – NIRE 35.300.385.969 Extrato da Ata de Assembléia Geral Ordinária realizada em 31/08/2012 Data, hora e local: 31/08/2012, às 10 hs., na sede social da Cia.. Convocação e presença: Dispensada a convocação, face a presença de Acionistas representando 100% do capital social da Cia.. Mesa: Presidente: Sr. Simão Dias Felipe; Secretário: Sr. Marcelo Sousa Felipe. Deliberações da Ordem do Dia, aprovadas por unanimidade de votos: a) Aprovado o Balanço Patrimonial e as Demonstrações do Resultado do exercício social encerrado em 31/12/2011, bem como foi ratificada a aprovação das contas dos exercícios passados que, porventura, ainda não tenham sido aprovadas. b) A Cia. não obteve lucro no período, sendo o resultado do exercício proveniente da sua participação como controladora em outras sociedades. Como não foi apurado lucro líquido no exercício, os acionistas concordaram que a reserva legal será constituída com os lucros obtidos em exercícios futuros. O resultado positivo no valor de R$ 6.481.539,32, apurado em virtude da referida equivalência patrimonial, será lançado na conta de reserva de lucros da Cia.. c) Foram reeleitos como membros da Diretoria da Cia., para cumprir um novo mandato a encerrar-se na AGO que apreciar as contas do exercício social encerrado em 31/12/2013: (i) Simão Dias Felipe, portador do RG nº 4.156.396 SSP/SP e do CPF/MF nº 289.177.238-53, para o cargo de Direto Presidente; (ii) Márcio de Sousa Felipe, portador do RG nº 27.683.574-8 SSP/SP e do CPF/MF nº 253.621.798-10, para o cargo de Diretor sem designação específica; e (iii) Marcelo Sousa Felipe, portador do RG nº 8.209.343-X SSP/SP e do CPF/MF nº 136.117.518-47, para o cargo de Diretor sem designação específica. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos e lavrada a presente ata. Barueri-SP, 31/08/2012. Acionistas Presentes: Simão Dias Felipe, Márcio de Sousa Felipe e Marcelo Sousa Felipe. (ass.) Mesa: Simão Dias Felipe – Presidente; Marcelo Sousa Felipe – Secretário. JUCESP – Cetifico o registro sob o nº 455.250/12-1 em 18/10/2012. Gisela Simiema Ceschin – Secretária Geral. Cia. de Investimentos Alvalade – CNPJ/MF nº 14.131.219/0001-34 – NIRE 35.300.411.641 Extrato da Ata de Assembléia Geral Ordinária realizada em 31 de agosto de 2012 Data, hora e local: 31/08/2012, às 11 hs., na sede social da Cia.. Convocação e presença: Dispensada, face a presença de Acionistas representando 100% do capital social. Mesa: Presidente, Simão Dias Felipe; Secretária, Andrea Sousa Felipe. Deliberações da Ordem do Dia, aprovadas por unanimidade de votos: a) Aprovado o Balanço Patrimonial e as Demonstr. do Resultado do exercício, referentes ao exerc. social encerrado em 31/12/2011, publicados em 14/06/2012, nos jornais Diário do Comércio e no DOE-SP. b) Tendo em vista que a Cia. obteve um resultado negativo no exercício, no valor de R$ 735,00, proveniente da diferença entre o valor de sua participação em outras sociedades, calculado pelo custo de aquisição, e o valor do investimento calculado pelo método de equivalência patrimonial, tal resultado foi lançado na conta de reserva de lucros do balanço da Cia.. Como não foi apurado lucro líquido no exercício, a reserva legal será constituída com os lucros obtidos em exercícios futuros. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos e lavrada a presente ata. Barueri-SP, 31/08/2012. Acionistas presentes: Vilamoura Participações S.A., p.Antônio Dias Felipe; Porto Ibérica Participações S.A., p. Simão Dias Felipe. (ass.) Mesa: Simão Dias Felipe – Presidente; Andrea Sousa Felipe – Secretária. Junta Comercial do Estado de São Paulo. Certifico o registro sob o nº 455.281/12-9 em 18/10/2012. Gisela Simiema Ceschin – Secretária Geral.
Vilamoura Participações S.A. – CNPJ/MF nº 12.855.988/0001-50 – NIRE 35.300.386.001 Extrato da Ata da Assembléia Geral Ordinária realizada em 31 de agosto de 2012 Data, hora e local: 31/08/2012, às 10 hs., na sede social da Cia.. Convocação e presença: Dispensada a convocação, face a presença de Acionistas representando 100% do capital social da Cia.. Mesa: Presidente, Sr. Antônio Dias Felipe; Secretária, Sra. Andrea Sousa Felipe. Deliberações da Ordem do Dia, aprovadas por unanimidade de votos: a) Aprovado o Balanço Patrimonial e as Demonstrações do Resultado do exercício, referentes ao exercício social encerrado em 31/12/2011, bem como foi ratificada a aprovação das contas dos exercícios passados que, porventura, ainda não tenham sido aprovadas. b) A Cia. não obteve lucro no período, sendo que o resultado do exercício proveniente da sua participação como controladora em outras sociedades. Como não foi apurado lucro líquido no exercício, os acionistas concordaram que a reserva legal será constituída com os lucros obtidos em exercícios futuros. O resultado positivo no valor de R$ 6.481.539,32, apurado em virtude da referida equivalência patrimonial, será lançado na conta de reserva de lucros da Cia.. c) Foram reeleitos como membros da Diretoria da Cia., para cumprir um novo mandato a encerrar-se na AGO que apreciar as contas do exercício social encerrado em 31/12/2013: (i) Antônio Dias Felipe, portador do RG 10.321.869 SSP/SP e do CPF nº 289.177.158-34, para o cargo de Diretor Presidente do Cons. de Administração; e (ii) Maria Odete de Sousa Felipe, portadora do RG 4.748.991-1 SSP/SP e do CPF nº 011.710.188-51, para o cargo de Diretora sem designação específica. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos e lavrada a presente ata. Barueri-SP, 31/08/2012. Acionistas presentes: Antônio Dias Felipe, Maria Odete de S. Felipe, Adriana S. Felipe Savio, Karina Dias S. Felipe e Andrea S. Felipe. (ass.) Mesa: Antônio Dias Felipe – Presidente; Andrea S. Felipe – Secretária. JUCESP – Certifico o registro sob o nº 455.282/12-2 em 18/10/2012. Gisela Simiema Ceschin – Secretária Geral.
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e
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Sucesso no Brasil é vital para nosso plano de crescimento global. Shiro Nakamura, vice-presidente mundial de criação da Nissan
conomia
Uma constelação de presidentes mundiais de montadoras está no Brasil este ano anunciando investimentos pesados em novas fábricas e capacidade produtiva.
A
indústria automobilística brasileira se prepara para receber outra onda de investimentos, novas fábricas, ampliação de capacidade produtiva, lançamentos de carros globais e locais, além de projetos de pesquisa e desenvolvimento que atendem diferentes categorias – dos carros de luxo aos populares, passando pelos esportivos. A confirmação, ontem, da primeira fábrica da marca alemã de luxo BMW no País, que será construída em Santa Catarina, desencadeou interesse de marcas premium que já atuaram no Brasil e agora querem voltar, como a Audi e a Mercedes-Benz. A japonesa Honda, seguindo a estratégia da conterrânea Toyota, tem planos de entrar no segmento de compactos a partir de 2014, o que exigirá uma nova fábrica por
aqui. Antes disso, iniciará a produção, em Sumaré (SP), de um utilitário esportivo (SUV) de pequeno porte que se somará à linha atual dos modelos Fit, City e Civic. "No longo prazo vamos entrar no segmento de compactos e já planejamos a ampliação de nossas instalações", disse o presidente mundial da Honda, Takanobu Ito, que está no Brasil. "Vamos investir mais R$ 100 milhões no centro de pesquisas", anunciou. A Hyundai, que iniciou a produção do compacto HB20 em setembro, em Piracicaba (SP), inaugurou na semana passada um segundo turno de trabalho. Em janeiro, lança um segundo veículo, o HB20 X, versão crossover do modelo e, em março, um sedã. Em feito inédito, a Volkswagen apresenta o Taigun, SUV tratado como conceito, mas que será fabricado em vários
RENAULT
O
presidente da Renault do Brasil, Olivier Murguet, afirmou que a montadora francesa espera uma queda de 25% nas vendas do primeiro trimestre de 2013, em relação ao mesmo período de 2012, em razão de uma parada técnica na unidade São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, para ampliar a capacidade de produção dos atuais 220 mil unidades para 320 mil unidades por ano. A produção na unidade será interrompida de 7 de dezembro a 7 de fevereiro. "Temos de passar por isso para voltarmos ao mercado mais fortes e melhores", disse . A Renault está investindo R$ 500 milhões para aumentar a produção na fábrica paranaense, valor que faz parte de um pacote de R$ 1,5 bilhão do plano de investimento para o período 2010/2015. Da unidade saem os modelos Duster, Logan e Sandero. A unidade também fabrica a van Master, mas esta linha não será afetada pelas obras de ampliação.
países, inclusive no Brasil. "Pela primeira vez o grupo escolheu o Brasil para um lançamento mundial", disse o presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall. No último domingo, ele anunciou investimentos de quase R$ 750 milhões para as fábricas de Taubaté e São Carlos. A montadora projeta que 2012 fechará com crescimento entre 6% e 7% nas vendas , em comparação com 2011. O CEO do Grupo Volkswagen, Martin Winterkorn, veio especialmente ao Brasil para presentar o novo Gol, modelo de maior sucesso dentro do portfólio, e o carro conceito Taigun, um SUV pequeno. Inovar – O novo regime automotivo, o Inovar-Auto, também está apressando investimentos. A Nissan vai inaugurar em janeiro de 2014 sua nova fábrica no Rio de Janeiro com a produção do compacto
March (importado do México). "O Brasil é o quarto maior mercado mundial e em breve será o terceiro, nossos planos são ambiciosos", disse François Alain, diretor geral da Nissan. Para o vice-presidente global de Marketing da Ford, Jim Farley, o quarto trimestre será decisivo para avaliar a aceitação aos lançamentos, entre eles o novo EcoSport e o novo Fiesta. O objetivo, no Brasil, é que em 2015 todos os veículos da Ford façam parte de projetos globais. Um exemplo é o novo EcoSport, projetado no País e que será também vendido na Europa e na Ásia. A Ford reiterou que os investimentos no total de R$ 4,5 bilhões, de 2011 a 2015, estão em curso. Segundo Farley, o mercado brasileiro é desafiador porque o consumidor exi-
ge excelência em design, tecnologia, engenharia e preços acessíveis. A GM deve ampliar os investimentos no Brasil, para o novo ciclo iniciado em 2013, em função do novo regime automotivo, disse o presidente da GM para América do Sul, Jaime Ardila. No período encerrado este ano, investiu R$ 5,5 bilhões. E a companhia estuda trazer para o Brasil a marca Cadillac de alto luxo. Durante o Salão do Automóvel em São Paulo, que será aberto amanhã ao público, a GM vai apresentar a Station TrailBlazer, e o Onix. O presidente da Fiat e da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, disse confiar na prorrogação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), até o fim do ano.
Fotos: Newton Santos/ Hype
GM apresenta o Onix no 24º Salão do Automóvel, em São Paulo, que será aberto amanhã ao público.
MERCEDES-BENZ Mesmo com essa esperada queda no primeiro trimestre, o objetivo da Renault é aumentar a participação de mercado para chegar em 2016 com uma fatia de 8,7%. Hoje, a montadora francesa tem 6,1% das vendas de automóveis e comerciais leves no País. Para este ano, a projeção é de aumento de 25% nas vendas, em comparação com 2011, para um total de 245 mil veículos. A marca avalia que as vendas totais do mercado automotivo vão subir 5% este ano em relação a 2011. Carro elétrico – A Renault apresenta o Twizy, carro elétrico para duas pessoas vendido pela marca na Europa. A venda do modelo no Brasil, no entanto, é inviável por conta da alta carga tributária. A alíquota de IPI para a importação de modelos elétricos é de 55%. "Não fosse pela falta de preço competitivo, poderíamos vendê-lo aqui em pouco tempo", afirmou Murguet. Na Europa, o Twiz é vendido por 7 mil euros. No Brasil, sairia por R$ 100 mil.
A
alemã de automóveis de luxo Mercedes-Benz deve decidir até o final do primeiro semestre de 2013 se produzirá no Brasil, afirmou o vicepresidente de vendas no Brasil, Joachim Maier. "Estamos estudando o novo regime automotivo, com ele acho que precisamos ter uma fábrica no Brasil", disse o executivo. A montadora estuda fabricar no País pelo menos dois modelos de sua linha de compactos, como o Classe B, mas a marca de miniveículos Smart não está nos planos: "ela
JAC é demasiadamente pequena para o País". Uma das opções para produção no Brasil é aproveitar a parceria com a RenaultNissan, utilizando a capacidade da aliada franconipônica, que está aumentando suas plantas por aqui. Na apresentação, a Mercedes-Benz, unidade de luxo da Daimler, mostrou também uma bicicleta elétrica que trará ao mercado brasileiro no próximo ano. O modelo custa entre 2.000 e 4.000 euros na Europa.
TOYOTA
O
início das vendas do carro híbrido Prius, importado do Japão, começará em janeiro de 2013 e custará cerca de R$ 120 mil. "Uma pequena variação de preço poderá ocorrer em virtude do cenário macroeconômico", disse o presidente da montadora no Brasil, Luiz Carlos Andrade Jr. O Prius pretende tornar "mais limpos os grandes congestionamentos que são uma tendência nas grandes cidades". O modelo, que funciona com um motor movido a energia elétrica e outro a gasolina, foi lançado em 1997 e já vendeu 2,8 milhões de unidades no mundo. No Brasil, a Toyota espera vender mil unidades em 2013, bem mais que seu único concorrente da categoria, o Ford Fusion híbrido, cujas vendas anuais ficam em torno de 50 veículos.
"A tecnologia híbrida é indispensável e será a ponte de outros veículos da próxima geração", disse Mitsuhisha Kato, vice-presidente executivo. A Toyota anunciou ainda que pretende ampliar de 70 mil para 100 mil unidades a capacidade de produção do Etios, hatch recémlançado que tem, entre outros concorrentes, o VW Gol, o Chevrolet Onix e o Hyundai HB20. "Entramos em um segmento que domina 65% do mercado nacional e por isso a meta precisa ser revista. Até o final do ano, toda a produção já foi comprometida", disse Andrade Jr. O executivo afirmou que investimentos adicionais na fábrica de Sorocaba (SP), onde o Etios é produzido, serão feitos e que possivelmente um novo turno de produção será necessário.
NISSAN
S
SALÃO DO AUTOMÓVEL 2012
Mercado brasileiro é a 'salvação' do mundo
er a maior marca asiática no mercado automotivo do Brasil em 2016 é a meta da japonesa Nissan. "Sucesso no Brasil é vital para nosso plano de crescimento global", disse o vice-presidente mundial de criação da Nissan, Shiro Nakamura. Atualmente, a companhia – que investe R$ 2,6 bilhões na construção de sua fábrica em Resende (RJ) – está atrás da também japonesa Honda, com 3,2% de participação no acumulado de vendas de janeiro a setembro deste ano no
mercado brasileiro, ante 1,7% um ano antes. A montadora lança no salão a nova versão do sedã executivo Altima, que será vendido a partir de 2013. "Já temos massa crítica de carros, nosso parque de automóveis está maior e agora o objetivo é crescer a linha de produtos. Mas antes, no curto prazo, vamos focar nos carros que temos agora", disse Meunier. A Nissan mudará sua sede do Paraná para o Rio de Janeiro, por causa da nova fábrica em Resende.
A
montadora chinesa JAC Motors lançará, nos próximos dias 28 e 29 de novembro, a pedra fundamental da fábrica de veículos no Brasil, em Camaçari (BA), cujos investimentos somarão R$ 900 milhões. "As obras civis estarão encerradas no primeiro semestre de 2014 e os primeiros veículos serão produzidos no fim daquele ano", disse o presidente da companhia no Brasil, Sergio Habib. O complexo industrial terá capacidade de produzir 100 mil veículos por ano, volume que deve ser atingido em 2016. Para 2015, a expectativa é de que metade dessa capacidade seja utilizada. "O primeiro veículo produzido na unidade será o sucessor do J3, um hatch, e em seguida, um sedã, sucessor do J3 Turin", disse Habib, citando dois dos modelos já comercializados. A JAC foi uma das estrangeiras beneficiadas pelo novo regime automotivo (Inovar-Auto) e já neste ano terá uma cota de até 25 mil veículos importados com alíquota de IPI igual à dos modelos nacionais. Mesmo assim, espera vender 20 mil unidades em 2012 no Brasil, mesmo número do obtido em nove meses de 2011.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 23 de outubro de 2012
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A explosão de dados que temos hoje é das novas tecnologias Mario Faria, cientista de dados
nformática
n ACESSÓRIOS
Investindo no conforto no trabalho
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deal para um posicionamento fixo e muito mais confortável de seu monitor em cima da mesa, o suporte multiníveis da Leadership ajuda a prevenir posições erradas em frente ao computador. Ele possui regulagem de altura para melhor conforto, acompanha 16 Pés para o nivelamento de acordo com sua preferência e quatro níveis de altura com variação entre 45 e 170 mm. Suporta até 40 kg. O preço médio sugerido para varejo é de R$ 90. Esse e outros equipamentos ergonômicos da marca Leadership podem ser encontrados nas lojas especializadas em acessórios, em todo o Brasil, e também no site oficial da marca: www.leadershop.com.br MOBILE
Novo tablet com Android 4.0
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Multilaser está ampliando sua linha de tablets com mais um lançamento: o Tablet PC Multilaser Omega, com tela capacitiva de 9,7" e sistema Android 4.0. Homologado pela Anatel, o aparelho se destaca pelo design super slim (tem 1 cm de espessura e pesa 610 gramas), pela rapidez nas respostas e também pelo preço bastante competitivo. Disponível em duas opções de cores (preto e rosa), o Omega oferece imagens em alta definição em tela LCD multitoque com resolução de 1024 x 768 pixels. Possui duas câmeras fotográficas que também filmam (uma frontal de 0.3 MP e outra traseira de 2.0 megapixels). Preço sugerido: a partir de R$ 899. Site: www.multilaser.com.br
Big Data: a quinta onda tecnológica O que as pessoas acessam na web, postam nos celulares, as localizações de GPS...Tudo é vital agora. Fernando Porto
ACESSÓRIOS
D Dock de som wireless para smarts
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Samsung lançou os primeiros sistemas de Wireless Audio Dock. O top de linha - e também o mais caro – é o Samsung DA-E750, com sistema de válvulas e conexão wireless e 2.1 canais. O DA-E750 tem 100W de potência RMS (20Wx2 e subwoofer integrado 60Wx1) e se destaca dentro da linha com sons gerados pelo sistema vaccum tube embutido. A conectividade também é destaque do novo aparelho, que conta com AllShare Play e Airplay, que por meio dos produtos da família Samsung Galaxy ou da Apple, e rede Wi-Fi, permite que o usuário controle e reproduza, de qualquer lugar em sua residênci,a suas músicas sem a necessidade de plugar o dispositivo no dock. É compatível com os formatos MP3, WAV, WMA e APTX, diretamente do seu USB (e micro USB), sem perda de qualidade sonora , garante o fabricante. A partir de R$ 2.499. APLICATIVOS
Planejador de viagens no Facebook
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nova versão do aplicativo da companhia aérea KLM, o Travel Predictions, será lançada no Brasil. Ao fazer leitura completa do perfil e atividades do usuário no Facebook, o aplicativo une informações baseadas inteiramente nos interesses e informações pessoais de cada um a eventos que estão acontecendo ao redor do mundo. "Agora, os usuários do Facebook podem obter nossa ajuda para planejar suas viagens de forma inusitada com o aplicativo", afirma Marc Bailliart, diretor-geral da Air France KLM para o Brasil. Disponível no endereço: www.travelpredictions.com
a explosão do Big Bang, o universo se formou. Do Big data, a explosão de todos os dados gerados no mundo – principalmente dos comportamentos individuais mais simples, como postar um comentário por meio do celular -, criou uma nova realidade no mercado, onde as empresas passarão a aperfeiçoar seus serviços aos consumidores e gerar novos modelos de negócios. Essa visão otimista, que pauta os eventos na indústria tecnológica, teve início com o respeitado cientista Alex "Sandy" Pentland, que virou quase um sinônimo do novo "universo". No Brasil, a Boa Vista Serviços, administradora do SCPC, foi uma das primeiras empresas a investir nessa nova realidade, trazendo para sua equipe um dos craques brasileiros de Big Data, o primeiro cientista de dados da América Latina: o brasileiro Mario Faria. Formado em Ciência da Computação na Unicamp, com mestrado em computação e MBA em marketing nos Estados Unidos, Faria trabalhou por muitos anos no Vale do Silício em empresas do porte de Microsoft, Accenture e IBM. Assumiu o cargo de Chief Data Officer da Boa Vista em setembro do ano passado "para que os dados fossem tratados cada vez mais de forma estratégica". Em entrevista ao DC Informática, ele fala da importância dessa nova realidade.
DC - Alex Sandy, que o senhor conheceu recentemente no evento do MIT, considerado o papa do Big Data, fala que agora a análise é dos detalhes e não de médias sobre dados como antes. Fica muito mais difícil, não? Faria - Sim e, como dizia Goethe, o "diabo está nos detalhes", não? Os métodos tradicionais que tínhamos para tratar as informações já não são mais válidos, não podem ser mais aplicados no mundo Big Data. E surgem novas tecnologias, equipamentos, e novos tipos de profissionais como eu - cientistas de dados, que são cargos específicos para lidar com essa complexidade que a gente vive hoje. Fui a primeira pessoa a ter esse cargo na América Latina, por reconhecimento do MIT. Depois outros clientes passaram a contratar profissionais dessa formação aqui no Brasil, percebendo que o dado é um
ativo muito importante para as organizações. Pode-se fazer dinheiro em cima dos dados mas, se não souber usá-los bem, perde-se dinheiro também. Com esse mundo novo, começam a surgir novos processos e profissionais que trabalham com isso. Dentro de minha organização, por exemplo, tenho hoje mais de 100 pessoas trabalhando em cima de dados para dar o suporte que a organização precisa. DC - Há muito otimismo nesse mundo novo, de melhorar os serviços e proporcionar grandes negócios com os dados de comportamento do consumidor. Mas também há uma visão mais alarmista em relação ao uso mal intencionado com esses dados pessoais... Faria - Em relação à Boa Vista, o otimismo é muito grande porque estamos falando de uma empresa muito séria. Estamos aplicando os conceitos de Big Data já seguindo preceitos de segurança, de privacidade. Nesse ponto, estamos otimistas de que nosso faturamento vai aumentar e nossa imagem perante o consumidor irá melhorar bastante porque ele saberá que estamos tratando seus dados com extrema seriedade. Entretanto, existem empresas no mercado que não tratam isso de forma séria. Esse ambiente macro pode, sim, ser preocupante. No caso de dados de redes sociais, existem tecnologias capazes de capturar todos os dados pessoais - fechados ou não. Mas a Boa Vista nunca vai utilizar esse recurso, é um ponto de honra de nosso negócio. Mesmo para usuários que deixam os dados, até que ponto podemos pegar essas informações e usarmos como parte de nossos produtos? Não vamos lançar nada que possa ferir as leis do Brasil e nossos preceitos e que possa macular nossa imagem. Agora há empresas que não agem assim. Para se ter uma ideia, o País ocupa hoje a quinta posição em envio de spams. Diário do Comércio - Afinal qual é a importância desse novo fenômeno? Faria -Até para contextualizar esse tema, eu criei uma espécie de modelo do uso de tecnologia aplicada hoje no mundo. Eu chamo das "cinco ondas da tecnologia". A primeira que surgiu na informática foi quando apareceram os grandes computadores, que deixaram de ser uso exclusivamente militar para as empresas. Estamos falando disso em meados
nos anos 1950. Naquela época, o que acontecia? A empresa tinha de ter um grupo de programadores para desenvolver softwares próprios. Surgiu então noas 70 uma segunda onda, a dos pacotes de softwares empresariais, os chamados ERPs (Enterprise Resource Planning) porque percebeu-se que folha de pagamento, por exemplo, é igual para todos. Aí vem uma terceira onda, no final nos 80, quando se descobriu que poderíamos aplicar a tecnologia na cadeia de valores – fornecedores e clientes. Essa terceira onda é da integração da cadeia produtiva, que começa a surgir no final dos anos 80. A quarta onda surgiu a partir da questão: "Não adianta informatizar se não tiver análises dessas informações." Apareceram então as ferramentas de BI (Business intelligence), entre 97 e 98, da inteligência de negócios. A quinta onda, dos dados, surgiu quando começaram as atividades dos primeiros sites de redes sociais, internet 2.0, colaboração. Foi quando o volume de informações passou a ser criado também pelo usuário consumidor. Esse consumidor, o indivíduo, passou a ser um publicador de informações. DC -A quinta onda é o Big Data? Faria - Sim, é a onda da explosão de dados. Estamos no meio delas e ainda aprendendo a lidar com isso. DC - E no caso da Boa Vista? Faria - Somos uma empresa que pega dados do mercado, de clientes, certidões negativas, dados do cartórios... Nosso desafio é como tratar esses dados muito rapidamente, na velocidade da internet, e gerar valores na outra ponta. A explosão de dados que temos hoje é das novas tecnologias, de telefone celular, de tablets e outros dispositivos; de estar numa lan house navegando no browse. Ou colocando mensagens do próprio celular, que começa a enviar das torres de transmissão os lugares que os usuários estão presentes. É nesse meio que estamos vivendo. A Boa Vista e outras empresas do mercado estudam os modelos de negócios para os clientes ganharem dinheiro com todos esses dados. E também temos de tratar desses dados de forma rápida porque grande parte são desestruturados – de um vídeo, um áudio, fotos... Todos esses são os grandes desafios do Big Data.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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terça-feira, 23 de outubro de 2012
Com o Big Data, temos de dar para nosso cliente informações mais rápidas Mario Faria, Chief Data Officer da Boa Vista nformática
Boa Vista: pioneira na nova realidade O desafio da empresa é ajudar os clientes a fazerem as escolhas corretas. Uma decisão errada pode fazê-los perder dinheiro nesse novo mundo.
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a Boa Vista Serviços, o cientista de dados Mario Faria c u i d a p r i n c i p a lmente do gerenciamento estratégico de dados de Big Data para apoiar os serviços do departamento comercial e o de produtos. Para isso, conta com a tradição da empresa, desde sua origem na ACSP, na proteção de dados dos clientes. "Nem eu tenho permissão de acessar o data center. Para entrar nele, deve-se ter um bom motivo", define o especialista.
Diário do Comércio - Como estão as soluções da Boa Vista para essa nova realidade? Mario Faria - A organização sempre trabalhou com os dados, que é seu grande forte. Só que agora a gente começa a ter muito mais fontes de dados que no passado. Algo em torno de 10 mil fontes de dados que temos de tratar. Nosso desafio é automatizar etapas do processo, entender os detalhes de cada um desses dados que estamos trabalhando. Ou seja, capturar, tratar, armazenar e disponibizar tudo com uma velocidade muito rápida, utilizando processos não tradicionais, diferentes dos que usávamos no passado. DC - Assim como na primeira onda, a de computadores, seu trabalho na Boa Vista é um reinício, de criar softwares para esse novo universo? Faria - Justamente. Temos muito contato com organizações internacionais que têm soluções de ponta. Já fizemos algumas aquisições como, p o r e x e m p l o , u m e q u i p a-
L.C.Leite / LUZ
mento da IBM chamado Netezza. Somos a primeira empresa da América Latina a adquiri-lo. É um equipamento que tem uma performance "violenta" em termos de rapidez pelos conceitos que ele trabalha. Grande parte da memória é trabalhada de forma não tradicional, como não estávamos acostumados. A gente tem feito investimentos significativos na melhoria de nosso parque tecnológico para a acompanhar essa mudança porque o Big Data é um fator de ruptura - ou melhor, de disruptura - de uma série de buscas. Se o empresário não souber lidar com isso, seu negócio acabou. Essa quebra de empresas ocorreu também em cada uma das ondas anteriores que eu já citei, quando se consolidam três ou quatro empresas. Agora, ocorre, o mesmo. A indústria de tecnologia é interessante porque tem grandes movimentos do início, com um grande número de empresas criadoras de tecnologia. Aí chega o momento que começa a consolidar a indústria. Eos fornecedores que ficam são os maiores, mais rentáveis, que dominam o setor todo. DC - Qual é o grande desafio? Faria - Nosso desafio, como clientes de tecnologia, é fazer as escolhas corretas porque uma escolha errada pode tirá-los da competitividade e fazê-los perder dinheiro. Então trabalhamos muito próximos de institutos de pesquisa, analisando o que há de ponta nessa indústria. Estive na conferência do MIT (Mas-
sachusetts Institute of Technology), em julho passado, e fiz uma palestra sobre o que estamos fazendo na Boa Vista em análise de dados. DC - Quais são os benefícios para o cliente da Boa Vista nessa análise de Big Data? Faria - O que o nosso cliente precisa realmente é tomar uma decisão: vai dar ou não crédito a alguém. Ou, acima de tudo, saber quais são os mercados que ele deve fazer a prospecção do negócio. Para ele, tudo isso sempre tem de ser muito transparente. Então, com todos esses aspectos de Big Data, temos de dar para nosso cliente informações mais rápidas, seguras, consistentes e com qualidade. Minha área trabalha hoje muito próxima a área de produtos e ao departamento comercial para que eles atendam melhor nossos clientes e ajude-os a tomarem decisões mais adequadas nas várias etapas do processo de negócios. DC - Quando é possível atingir uma consolidação das análises? Faria - Não existe uma "bala de prata". Trata-se de um processo de amadurecimento consistente. A Boa Vista é uma empresa nova, apesar de sua forte origem histórica na Associação Comercial de São Paulo – um grande legado. A operação é nova. Estamos construindo, amadurecendo nossos processos, nossos modelos, fazendo investimentos significativos em novas tecnologias e na capacitação das pessoas que aqui trabalham. Elas são o principal ativo da empresa.
Nossos clientes têm notado esses avanços. E esse aspecto do Big Data tem ajudado a repensar muito o nosso negócio com novas ofertas e novos modelos econômicos de comercializar os produtos. DC - Que dados recentes são importantes para a Boa Vista nessa nova realidade? Faria -A gente está vivendo um momento peculiar do Brasil que é cadastro positivo, que muda completamente a história de relação com o bureau de crédito, com as empresas e com os clientes. E a partir do momento que esse cadastro positivo foi regulamentado, passamos a ter uma série de dados que não tínhamos antes. Mas uma coisa: esses dados que te-
Com o Big Data, os clientes finais já começam a ver outro tipo de informação que não enxergavam antes. MARIO FARIA, CIENTISTA DE DADOS DA BOA VISTA SERVIÇOS mos dos clientes, são eles mesmo que devem dar a autorização. Antes, não: se o consumidor deixava de pagar uma conta, a empresa colocava o nome no sistema e não se podia fazer nada. Agora, abre-se uma nova gama de tratamento de dados des-
ses clientes, dos consumidores positivos. É um trabalho desafiador do Big Data, mas que vem amadurecendo muito em um ano e alguns meses que foi iniciado. Um trabalho sério, rápido e com toda segurança e privacidade que são necessárias - os fatores mais importantes nos negócios em relação a dados. DC - E quais são os resultados obtidos até agora? Faria - O Big Data já é parte inerente de nossos produtos. Os clientes finais - varejistas, bancos, empresas de serviços, etc - já começam a ver maiores performances e também outro tipo de informação que não enxergavam. Eles conseguem se relacionar conosco de forma mais clara.