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Diário do Comércio - 23/08/2011

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O MST VOLTA AO LARANJAL

Lembra da invasão da Cutrale (aquela em que os sem-terra destruíram 12 mil pés de laranja)? Pois é, 400 deles estão lá de novo. No embalo, o MST invadiu mais duas fazendas em Pernambuco, tomou a sede do Incra no MS e montou acampamento em Brasília – para aguardar 'audiência' com Dilma. Pág. 6 Ano 87 - Nº 23.442

Sinal verde para Battisti Ex-terrorista já pode circular legalmente pelo Brasil. Pág. 9

Conclusão: 23h50

Jornal do empreendedor

www.dcomercio.com.br

R$ 1,40

São Paulo, terça-feira, 23 de agosto de 2011

Adem Altan/AFP

Um retrato do ditador líbio é queimado por manifestantes em Ancara, na Turquia. Kadafi foi alvo de protestos em todo mundo.

O produto é igualzinho. Mas lá fora é mais barato. A valorização da moeda, o Custo Brasil e a carga tributária encarecem os produtos no País. Quem viaja para o exterior compara os preços e faz a festa. Pág. 15

As estrelas do PT para São Paulo Haddad, o preferido de Lula, a eterna candidata Marta e Zarattini dizem que são pré-candidatos. Prévias do PT na pág. 5 Paulo Pampolim/Hype

Só falta Kadafi HOJE Sol com pancadas de chuva Máxima 10º C. Mínima 21º C.

AMANHÃ Nublado Máxima 11º C. Mínima 18º C.

ISSN 1679-2688

23442

9 771679 268008

Onde está o cel. Kadafi? Seu filho, Saif al-Islam, foi preso e fugiu, ou nem chegou a ser preso? O Brasil vai reconhecer os rebeldes? Sofrerá consequência por ter apoiado Kadafi até o fim? Quem representa a Líbia em Brasília? Por que, em meio às festas pela queda de Trípoli, a Otan continua os bombardeios aéreos a Trípoli? Algumas respostas, págs. 11 e 12

Crise nas redes sociais? Chame a especialista. Profissionais como Patrícia Teixeira (foto) são capazes de apagar incêndios na web, quando marcas viram alvo de ataques. Pág. 31


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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o

terça-feira, 23 de agosto de 2011

É por tudo isso que pode vir a ser prematuro pensar-se agora em afrouxar mais o que frouxo já está. Roberto Fendt

pinião

Ueslei Marcelino/Reuters

PAULO SAAB

FAXINA ÉTICA TEM DE SER GERAL

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O governador da política econômica, Alexandre Tombini: argumentos contestáveis sobre a meta de inflação

SE É BALÃO, ESTÁ FURADO

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menos que se trate de um balão de ensaio, tudo indica que duas ideias começam a tomar corpo no governo. A primeira delas é que a inflação deverá necessariamente convergir para o centro da meta em 2012. A segunda, que, em consequência, 2012 deverá ser um ano de afrouxamento da política fiscal para retomar o investimento público. Se assim for, vai se incorrer em alto risco. A inflação poderá situar-se acima da banda superior da meta em algum ponto do segundo semestre – e já se terá alcançado um bom resultado se ela estiver acima da meta (4,5%), mas abaixo do teto (6,5%). Quanto a o afrouxamento da política fiscal, se vier a materializar-se, poderá implicar que o Banco Central tenha de elevar a taxa Selic mais adiante para conter eventuais aumentos indesejados da demanda. Nessa circunstância, o aumento do investimento público poderá ter como contrapartida a retração do investimento privado. É preciso lembrar que, na prática, não há qualquer necessidade de que a meta de inflação seja cumprida religiosamente no calendário gregoriano. As melhores práticas (como ocorre no Reino Unido) recomendam que a observância da meta possa se dar em prazos mais dilatados, permitindo-se desvios do centro da meta, desde que a tendência da inflação seja de convergência para a meta no período seguinte. Foi justamente esse o argumento desenvolvido pelo senhor governador do BC ao

ROBERTO FENDT justificar a possível ultrapassagem do teto da meta de inflação em 2012. Os reajustes de salários do setor privado, e do salário mínimo, já carregam forte componente de indexação na inflação de 2012.

O

mesmo pode ser dito dos preços administrados, cujos reajustes estão atrelados a índices de preços. Esse é o caso, por exemplo, de um preço que interessa à maioria dos cidadãos, o aluguel da residência. A maioria dos contratos de locação tem reajuste anual pela variação do IGP-M da fundação Getúlio Vargas. Comparando-se o índice no mês de Julho de 2011 com o correspondente mês de 2010, o IPCA subiu 6,8%, enquanto o IGP-M, na mesma base de comparação, subiu 8,35%. Não somente os aluguéis são corrigidos por índices de preços a cada 12 meses. As tarifas de energia também são reajustadas

Torço para que o suposto afrouxamento da política fiscal em 2012 seja apenas um balão de ensaio ou mero exercício de alternativas.

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também a persistência desse déficit que impõe severas restrições ao afrouxamento da política monetária. As taxas precisam permanecer altas, depois de terem sido elevadas, para enxugar os excessos fiscais. É simples, assim mesmo. É por tudo isso que pode vir a ser prematuro pensar-se já em afrouxar mais o que frouxo já está. Repita-se, a política fiscal, consideradas todas as despesas e receitas do governo central, continua pressionando a demanda agregada e os preços. Dessa forma, torço para que o suposto afrouxamento da política fiscal em 2012 seja um balão de ensaio ou um mero exercício de alternativas. Porque, a materializar-se, isso poderá pôr em risco os resultados econômicos do primeiro semestre do governo, ainda fortemente influenciados pela herança, em nada bendita, da gestão anterior. ROBERTO FENDT É ECONOMISTA

A CORRUPÇÃO DO ESPÍRITO PÚBLICO "Que país é este que junta milhões numa marcha gay, outros milhões numa marcha evangélica, muitas centenas numa marcha a

pela variação do IGP-M. E por aí vai, já que há contratos atrelados à variação cambial ou ao índice de preços no atacado da FGV. Também não procede estritamente a tese de que está ocorrendo uma forte contração fiscal esse ano. Se é verdade que o esforço fiscal no primeiro semestre, baseado principalmente no aumento da receita, foi capaz de gerar um superávit primário de R$ 78,2 bilhões (3,99% do PIB), é importante não esquecer que o saldo primário exclui os pagamentos correspondentes aos encargos da dívida pública. Quando os juros nominais, apropriados em regime de competência, são levados em conta e apurado o saldo nominal, os números mudam. No primeiro semestre, o déficit nominal, que inclui o superávit primário e os juros nominais apropriados, alcançou R$ 41,6 bilhões (2,12% do PIB). Ocorre que a demanda

agregada da economia não depende da diferença entre as receitas e despesas correntes do governo central (União, estados e municípios), mas da diferença entre o total dos recebimentos desse ente e o total de seus pagamentos. É esse saldo negativo, que se repete mês após mês, ano após ano, que tem impacto inflacionário. O déficit nominal adiciona-se às despesas do setor privado no total de gastos, excedendo a disponibilidade interna de bens e serviços. É daí que vem a persistência da inflação.

favor da maconha, mas que não se mobiliza contra a corrupção"? O que deveria ser um questionamento dos brasileiros está no jornal

espanhol El País. Só podemos dizer que o Brasil está vivendo a triste corrupção do espírito publico, em que se embaralham interesses econômicos e políticos

espúrios. Vivemos uma crise de decadência dos valores democráticos. Leila E. Leitão - São Paulo

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cláudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine

ala-se muito na faxina ética que a presidente Dilma Roussef estaria fazendo ou interessada em fazer para livrar seu governo dos focos de corrupção que estão comprometendo a imagem de sua gestão. Todos os brasileiros de bom senso, os que não votaram em Dilma incluídos, devem apoiá-la para que de fato não se intimide e tente varrer do governo federal as quadrilhas – amparadas ou não em partidos políticos – para impedir que continue ocorrendo a sangria nos cofres públicos em favor de interesses particulares. Mas a questão é maior do que aparenta ser. A discussão sobre se a corrupção é maior hoje do que foi antes, se cresceu a partir da era Lula , não é prioridade no momento. O principal ponto a ser discutido e em torno do quais se devem concentrar as atenções, é a necessidade de buscar meios efetivos de estancar o que vem ocorrendo, numa escala que prejudica o País além de parâmetros normais. É preciso, além de uma faxina ética no seio do governo Dilma (e que já devia ter começado no governo Lula) uma faxina ética generalizada, que alcance todos os níveis do poder público. Que se estenda aos governos estaduais, aos governos municipais, Assembleias Legislativas, Câmaras Municipais e ao Poder Judiciário. O desvio de dinheiro público noPaís tornou-se um flagelo suprapartidário, um um hábito que independe do nível de poder e está entranhado na vida nacional. Senadores, deputados federais, estaduais, prefeitos, vereadores, a presidência da República e suas ramificações, todos os governos estaduais e seus braços, todas as prefeituras e suas estruturas e a totalidade do Judiciário – uma caixa preta para a sociedade – estão sujeitos à corrupção, sabendo-se que em muitos casos ela existe de forma arraigada. A faxina propalada está neste momento focada na Esplanada dos Ministérios por conta da inusitada situação que acomete este início de governo Dilma, em que a sucessão de escândalos derruba seus colaboradores. Não se sabe onde isso vai parar, mas o fenômeno não é inerente ao poder federal, e sim uma praga que se disseminou pelo País, graças ao conluio entre as partes podres de ocupantes do poder público e da sociedade

Além de uma faxina ética no seio do governo Dilma, é também necessária uma faxina ética generalizada, que alcance todos os níveis do poder público em nosso País.

em geral, empresariado e outros interessados.

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revista Exame que está nas bancas estima em cerca de cinquenta e um bilhões de reais o valor que a corrupção subtrai dos cofres públicos por ano, quantia suficiente para um conjunto de obras que melhoraria em muito a vida dos brasileiros. O desvio desse dinheiro para poucos bolsos agride o País e exige que a sociedade se mobilize . A melhor maneira de começar essa luta é pelo engajamento de cada cidadão e cidadã indignados com essa situação e que queiram dar um basta na falta de vergonha, de respeito e na vigência da impunidade. É preciso uma faxina ética geral. No governo federal a presidente pode comandá-la. Em todos os níveis de poder, é necessário o engajamento das

pessoas comuns, da massa que perde com a corrupção, para organizar-se e mobilizarse, exigindo a faxina. Os políticos somente farão algo, só se mexerão, se a pressão nacional, suprapartidária, visando o bem da República (res publica = coisa pública, no Direito romano) se fizer sentir. Mesmo que seja preciso ir às ruas. Não dá mais para suportar tamanha desfaçatez dos criminosos travestidos de agentes públicos e seus corruptores, escondidos em escritórios e em mansões nababescas. CORREÇÃO Na coluna de ontem, o e-mail para manifestação do leitor saiu errado. O correto é o seguinte : psaab@institutocidadania.org..br PAULO SAAB É JORNALISTA E ESCRITOR

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, João de Scantimburgo, Marcel Solimeo Diretor-Responsável João de Scantimburgo (jscantimburgo@acsp.com.br) Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br) Chefia de Reportagem: Teresinha Leite Matos (tmatos@acsp.com.br) Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br) Editores Seniores: Bob Jungmann (bob@dcomercio.com.br), Carlos de Oliveira (coliveira@dcomercio.com.br), chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), Estela Cangerana (ecangerana@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Luiz Antonio Maciel (maciel@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br) Editor de Fotografia: Alex Ribeiro (aribeiro@dcomercio.com.br) Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Ricardo Ribas (rribas@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br) Subeditores: Fernanda Pressinott, Kleber Gutierrez, Marcus Lopes e Rejane Aguiar Redatores: Adriana David, Eliana Haberli, Evelyn Schulke, e Sérgio Siscaro Repórteres: Anderson Cavalcante (acavalcante@dcomercio.com.br), André de Almeida, Fátima Lourenço, Geriane Oliveira, Ivan Ventura, Kelly Ferreira, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mário Tonocchi, Neide Martingo, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves, Sandra Manfredini, Sergio Leopoldo Rodrigues, Sílvia Pimentel, Vera Gomes e Wladimir Miranda. Gerente PL Arthur Gebara Jr. (agebara@acsp.com.br) Gerente Executiva Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estado, Folhapress, Efe e Reuters Impressão OESP GRÁFICA S/A Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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terça-feira, 23 de agosto de 2011

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pinião

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HÁ LEITORES QUE NÃO CONSEGUEM DISTINGUIR AS IDEIAS DO AUTOR DAS DOS PERSONAGENS.

Mentira e fingimento

UMBERTO ECO

A

lguns leitores talvez tenham percebido um fio condutor em algumas de minhas colunas recentes: a questão da mentira. Estou pensando nesse assunto desde que comecei a me preparar para proferir um discurso na Milanesiana, um conhecido evento cultural realizado anualmente em Milão. O tema do evento deste ano, que ocorreu em junho, foi "verdades e mentiras", e minha apresentação incluiu algumas observações sobre a ficção narrativa. O romance é um exemplo de mentira? Vamos pegar o famoso romance de Alessandro Manzoni, Os Noivos. Quando Manzoni escreveu sobre o personagem Don Abbondio se deparando com dois bandidos, perto da cidade de Lecco, ele sabia muito bem que estava contando uma história inventada por ele mesmo. Mas não estava mentindo: estava fingindo que os eventos daquela história realmente ocorreram e ele estava nos convidando a fazer parte de sua ficção, da mesma forma que perdoamos um menino que pega um pedaço de pau e finge ser uma espada. Naturalmente, a ficção narrativa exige o uso de indicações, desde a palavra "romance" impressa na capa até a frase inicial "Era uma vez". Contudo, em alguns casos, o autor põe mais uma camada de artifício.

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o livro de Don Marquis, Archy and Mehibatel, um clássico da literatura satírica norte-americana, Mehibatel, uma gata de rua, pergunta queixosamente: "O que foi que eu fiz para merecer tantos gatinhos?". Essa parece ser a triste reação da administração Obama às desgraças econômicas que lavaram, pela primeira vez na história, ao rebaixamento da classificação da dívida pública dos Estados Unidos. Há pessoas que não veem nenhuma conexão entre aquilo que fazem e as consequências que decorrem de seus atos. Mas Barack Obama muito provavelmente não é uma delas. Ele é um político astuto que, sem dúvida, ficará muito satisfeito se um número suficiente de eleitores não conseguir perceber a conexão entre o que ele fez e as correspondentes consequências. De maneira notável, ele já conseguiu isso, até certo ponto, com a ajuda de seus amigos na mídia e dos Republicanos, que mais uma vez não conseguiram expressar articuladamente os seus pontos de vista. Pesquisas de opinião revelam que mais pessoas estão culpando os Republicanos pela crise financeira do que ao presidente. Em primeiro lugar, por que houve uma crise financeira? Por causa dos gastos descontrolados que levaram a dívida nacional a um patamar perigosamente próximo do teto legal. Mas

é um metaloide". E lhe disse também que na parte do "Vale do silicone" não era eu quem estava falando, mas Diotallevi.

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Consideremos a premissa inicial do livro As viagens de Gulliver, de Jonathan Swift. "O senhor Lemuel Gulliver (...) há três anos, tendo-se cansado da multidão de curiosos que vinham vê-lo em sua casa de Redriff, comprou um pequeno terreno perto de Newark. (...) Antes de sair de Redriff, deixou a custódia dos seguintes papéis em minhas mãos. (...) Eu os li detidamente três vezes e tenho de dizer que (...) existe um clima de verdade em todo o conjunto. E, de fato, o autor se havia destacado tanto por sua veracidade, que ela se tornou quase um ditado entre seus vizinhos de Redriff: quando alguém afirmava algo, dizia que era tão certo quanto se tivesse sido dito pelo próprio senhor Gulliver".

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a página de rosto da primeira edição de As Viagens de Gulliver o crédito não é dado para Swift, mas sim para Gulliver, o que reforça a ideia de que o relato foi escrito pe-

lo personagem-título. Talvez nem sempre se tenha enganado os leitores. Desde Histórias Verdadeiras, de Luciano de Samósata, vemos que, no final das contas, essas afirmações exageradas sobre a verdade soam bem mais como sinais de ficção. Porém, os romances geralmente possuem uma mistura tão forte de imaginação, eventos e referências ao mundo real que o leitor corre o risco de ficar desorientado. Assim, ocorre que alguns leitores levam os romances tão a sério como se fossem história de não-

ficção e começam a atribuir ao autor as opiniões dos personagens. Como romancista, posso dizer, pela minha própria experiência, que quando as vendas dos romances superam, digamos, os 10 mil exemplares, passamos de um público acostumado a ler ficção a um mais amplo – contudo menos consciente, que lê romances como se fossem uma séria de afirmações verdadeiras. Lembro-me do tradicional teatro de bonecos da Sicília, no qual os espectadores entravam tanto na história que chegavam a insul-

Afirmações exageradas sobre a verdade soam como sinais de ficção. Mas os romances têm uma mistura tão forte de imaginação, eventos e referências ao mundo real que podem desorientar o leitor.

tar o personagem do vilão clássico, Gano di Maganza.

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m meu romance O Pêndulo de Foucault o personagem Diotallevi ironiza seu amigo Belbo, que está obcecado com os computadores, quando diz: "La Macchina esiste, certo, ma non è stata produtta nella tua valle del silicone" ("A Máquina existe, é claro, mas não foi produzida em seu vale do silicone"). Um colega meu que ensina ciências observou sarcasticamente que a tradução correta de Silicon Valley é "Vale do Silício" e não "Vale do silicone". Tratei de lhe explicar que isso pretendia ser uma piada. Fiz a observação de que os computadores são feitos de silício e lhe disse que se ele tivesse tido o trabalho de ler mais, teria visto que quando Garamond afirma a Belbo para incluir o computador em sua "História dos Metais", pois ela é feita de silício, Belbo lhe responde: "Mas o silício não é um metal,

VITÓRIA PÍRRICA OU DERROTA?

M

esmo assim, as pesquisas mostram que as pessoas, hoje, estão culpando os Republicanos pelos problemas financeiros do país. Mas, à época em que os Republicanos reconquistaram o controle da Câmara dos Deputados, e assim passaram a se envolver nas negociações sobre a elevação do teto da dívida, os gastos que de fato causaram a crise já tinha sido feitos – e pelos Democratas. Se os Republicanos tivessem atendido ao pedido original do presidente Obama, isto é, de um projeto "limpo" – um que simplesmente elevasse o teto da dívida sem quaisquer condições

impondo controles sobre os gastos federais – teriam poupado o país do embaraço de ter seus títulos da dívida rebaixados pela agência de avaliação de crédito Standard & Poor's? Acreditar nisso é o mesmo que acreditar que foi o teto da dívida e não os gastos descontrolados que fizerem com que a Standard & Poor's avaliasse que o perfil de crédito do governo americano não é tão bom como já foi. Em outras palavras, acreditar nisso é acreditar que um cheque em

UMBERTO ECO É O AUTOR DO ROMANCE “A MISTERIOSA CHAMA DA RAINHA LOANA”, ALÉM DE

“BAUDOLINO”, “O NOME DA ROSA” E “O PÊNDULO DE FOUCAULT”. TRADUÇÃO: RODRIGO GARCIA

um acordo sobre os cortes de gastos antes do Dia de Ação de Graças, ou cortar drasticamente os orçamentos do Departamento de Defesa e do Medicare.

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THOMAS SOWELL quando todos os projetos de gastos estavam sendo aprovados a toque de caixa no Congresso, os Democratas tinham uma maioria tão avassaladora que os Republicanos não conseguiriam fazer a menor diferença.

ssim, em primeiro lugar, o personagem Diotallevi não tem necessariamente um conhecimento perfeito sobre ciências nem sobre inglês. E, em segundo lugar, Diotallevi estava ironizando as traduções ruins do inglês, por exemplo, quando traduzem "hot dog" literalmente. Meu colega, entretanto, me respondeu com um sorriso cético, claramente convencido de que minha explicação era somente um remendo inventado para encobrir meu erro. Esse é um caso de um leitor que, embora possua estudos, não conseguiu alcançar a perspectiva de ler um romance em seu conjunto, conectando as diferentes partes. Evidentemente, também era impermeável à ironia. E, por último, ele tampouco conseguiu distinguir entre o ponto de vista do autor e o dos personagens. Para esses leitores,de fato, o conceito de "fingimento" é completamente estranho.

branco do Congresso para gastos cada vez maiores faria com que a Standard & Poor's imaginasse que o nosso perfil de crédito melhorou.

S

e isso fosse verdade, então por que a Standard & Poor's ainda está alertando que poderá rebaixar novamente essa nota de avaliação? Esse alerta é em função do teto da dívida ou da probabilidade de que os gastos continuarão descontrolados? O teto da dívida nacional é

Até agora os Republicanos foram manobrados para uma posição em que serão considerados os responsáveis pela orgia de gastos que somente os Democratas tinham os votos para criar. Os Republicanos, em suma, foram trapaceados.

apenas uma das muitas falsas garantias que o governo dá ao público votante. Na realidade, o teto da dívida nunca parou os gastos que fazem com que a dívida suba ao ponto de se aproximar desse mesmo teto. O teto é simplesmente elevado quando isso acontece. Uma semana antes que o acordo sobre o orçamento tivesse sido arranjado na undécima hora, parecia que a nova maioria Republicana na Câmara tinha conquistado uma vitória, ao fazer com que o presidente e os congressistas Democratas desistissem da ideia de aumentar as alíquotas de impostos – e em vez disso, que cortassem gastos. Mas agora que os detalhes são revelados, essa "vitória" parece bastante temporária, se não ilusória. Para os Republicanos, o preço de obter o acordo foi aceitar participar de um comitê especial bipartidário que irá, ou chegar a

ma vez que nenhum dos lados pode se dar ao luxo de ser responsabilizado por um desastre como esse, isso praticamente garante que os Republicanos ou aceitarão quaisquer novos gastos e impostos propostos pelos Democratas, ou correrão o risco de perder a eleição de 2012 por compartilharem da responsabilidade de mais um desastre financeiro. Em resumo, e até agora, os Republicanos foram manobrados para uma posição em que serão considerados responsáveis pela orgia de gastos que somente os Democratas tinham os votos para criar. Os Republicanos foram trapaceados – tanto quanto o país. O recente e efêmero acordo sobre o orçamento acaba por se revelar que não foi nem sequer uma vitória de Pirro para os Republicanos. De fato, tem as marcas de uma derrota pírrica. THOMAS SOWELL É ECONOMISTA, TENDO LECIONADO EM DIVERSAS UNIVERSIDADES; AUTOR DE VÁRIOS LIVROS, ARTIGOS E ENSAIOS, É ATUALMENTE SENIOR FELLOW NO HOOVER INSTITUTE, EM

STANFORD, CALIFÓRNIA. TRADUÇÃO: HENRIQUE DMYTERKO PUBLICADO EM WWW.MIDIAAMAIS.COM.BR


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terça-feira, 23 de agosto de 2011

23 de agosto

S Santa Rosa de Lima

anta Rosa de Lima nasceu em Lima, Peru, em 1586. Desde pequena teve grande inclinação à oração. Certo dia, rezando diante de uma imagem da Virgem Maria com o menino Jesus, diz ter ouvido uma voz que vinha da estatueta: "Rosa, dedique a mim todo o seu amor..."

Solução

P F I G L C U F L U A T E D I A A MU U A L C H E B E L R A

B E I R C O D O D E S G A P

L E L C O A I S A E Q U U E L E F I

T O A R G T A

A

L

C F N E U R I N H A N T A Z A L M E S C O L

4 -.GERAL

Por: José Nassif Neto Medicamento para evitar gravidez.

O firmamento. Gal Costa, cantora.

Estampa colorida para álbum de coleção. Ter origem; emanar.

Símbolo do A Capital nitrogênio. do Rio Grande (quím.) do Norte.

Derradeiro.

Boca das aves.

'Ele', em alemão.

Argola de corrente.

Qualidade do que é lindo. Embarcação de esporte radical.

Sensação de vazio.

Fico aborrecido.

Parte de um endereço eletrônico. Reproduz material gravado nele.

Símbolo do carbono. (quím.)

Mecânica. (abrev.) Maior astro do sistema solar. Pertencente a ele.

Urânio, Poesia de símbolo estrofes químico. simétricas. Vogais de padre.

Maior mamífero dos servídeos.

Aposento do detento.

Folha-de flandres. Planta forrageira.

Que pessoa.

Regra social.

Saudável. Natural da Bélgica.

Colocar estampilha na carta. Flúor, símbolo químico.

Gênero de música popular.

Símbolo de tempo. (física)

Fixa o olhar.

(382) 2-er; sã; 3-ode; céu; rap; 4-orga 5-disco; tédio; belga.

A nota sol na notação alfabética.


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terça-feira, 23 de agosto de 2011

5 DOBRADINHA Lula confia na aliança com PMDB para reforçar campanha petista

olítica

Para Lula, Serra não será candidato em 2012

CONSULTA E já admite a possibilidade de realização de prévias no partido

Segundo parlamentares que se reuniram com o ex-presidente na tarde de ontem, uma das preocupações de Lula é construir alianças, principalmente com o PMDB, e renovar o discurso do PT, dando particular importância ao diálogo com a classe média.

Leo Fortes/O Tempo/Folhapress

Lula: esforço pelo lançamento do nome do ministro da Educação, Haddad à prefeitura de São Paulo. O nome ainda encontra resistência por parte de algumas alas petistas, mas a aliança PT-PMDB seria uma forma de fortalecê-lo.

Haddad, Marta e Zarattini no páreo: prévias no PT? Candidato preferido do ex-presidente Lula, o ministro da Educação diz que ele "reconhece essa possibilidade"

O

ministro da Educação, Fernando Haddad, disse ontem que não conta neste momento com a desistência da senadora Marta Suplicy (SP) da disputa pela vaga de candidato do PT para prefeito de São Paulo nas eleições de 2012. Haddad, que também é pré-candidato petista, afirmou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está animado com o debate em torno das eleições municipais paulistanas e admite a possibilidade de a disputa para indicação do nome petista ser definida por meio de prévias. "Ele reconhece a possibilidade", disse Haddad, ao deixar a sede Luiz Alves/Ag. Câmara - 09.08.07

Monica Alves/AE - 26.06.10

do Instituto Lula, na capital paulista. "São cinco postulantes e (a situação) caminha para isso", complementou. O ministro disse ainda que, caso haja uma consulta às bases do partido, o ex-presidente crê que o PT sairá unido da disputa. O ministro almoçou com o ex-presidente na sede do Instituto Lula. Haddad relatou que, no encontro, a disputa pelo posto do PT na corrida eleitoral foi um dos temas abordados. "Discutimos a evolução do quatro eleitoral", afirmou. "O ex-presidente disse que está animado, que o debate está evoluindo bem e que o nível da discussão está elevado ".

Marta vai – Confirmando a A senadora contou que o suspeita de Haddad, a senado- ex-presidente foi muito resra Marta Suplicy negou ontem peitoso em relação à sua posique pretenda abrir mão de sua ção. Que teria ressaltado a impré-candidatura. Avaliou ter portância de uma base de grandes chances de vencer a apoio sólida no Senado para o disputa. A pré-cangoverno da presididata também tedente Dilma ve encontro, no iníRousseff. "Ele faSão cinco cio da noite, com o lou que a coisa ex-presidente Lula mais importante é postulantes e da Silva, na sede do o Senado e que ele (a situação) Instituto. Na reuperdeu governacaminha para nião, o ex-presidores para eleger as prévias. dente deixou claro senadores", explique defende um cou. "Eu também FERNANDO HADDAD, nome novo para considero o SenaPRÉ-CANDIDATO disputa e endosdo muito imporsou as palavras da presidente tante, mas eu tenho uma paiDilma Rousseff que, na sema- xão que é a cidade de São Pauna passada, teria defendido a lo", acrescentou. permanência da ex-prefeita de O ex-presidente também se São Paulo no Senado. "Eu con- reuniu com o deputado federal tinuo pré-candidata e nunca Carlos Zarattini (SP), outro pensei em desistir", disse. pré-candidato na disputa municipal. Ele negou que Lula tenha pedido para ele retirar sua O deputado Carlos Zarattini pré-candidatura ou manifes(à esquerda), a senadora tado apoio a Haddad. Marta Suplicy e o ministro Segundo o deputado, Lula Fernando Haddad: em apenas pediu que o processo conversa com o não resvale para um racha inex-presidente Lula, ontem, terno que inviabilize qualquer os três confirmaram a candidato. Também recomendisposição de entrar na dou atenção à política de aliandisputa como candidato ças e a uma negociação com o à prefeitura paulistana. PMDB. (Agências)

PT precisará de um "discurso novo" e de "propostas inovadoras". Ele salientou que em São Paulo o PT já tem um patamar histórico de 30% dos votos válidos. O ex-presidente também teria reconhecido a hipótese de realização de prévias para a escolha do nome petista para a disputa e teria dito que apoiará o candidato independente de quem fosse escolhi-

Lula acha que Serra não vai ser candidato. Serra não ficou nem na Prefeitura de São Paulo, nem no governo estadual. Vai voltar tudo de novo? JILMAR TATTO do. "Não importa quem seja o candidato, Lula vai entrar de cabeça para o PT retomar a cidade de São Paulo". Dobradinha – Lula também esteve com o deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP), précandidato da sigla à sucessão do prefeito Gilberto Kassab, na tarde de ontem. Segundo Zarattini, Lula defendeu as negociações com o PMDB, ponderando que o par-

tido está empenhado na candidatura do deputado federal Gabriel Chalita (PMDB-SP). Lula vem trabalhando pelo lançamento do nome do ministro da Educação, Fernando Haddad, que ainda encontra resistência por parte de algumas alas petistas. A aliança entre PT e PMDB seria uma forma de fortalecer o nome de Haddad. "Essa é uma preocupação, estabelecer uma política de alianças em SP que não se limite ao PT, que construa um campo maior", disse Zarattini. Segundo ele, Lula também defendeu uma renovação no discurso eleitoral do PT na capital paulista. Zarattini ressaltou que o ex-presidente destacou a importância do diálogo com a classe média. "O PT em São Paulo tem como característica fazer um discurso mais voltado para os setores mais pobres da população". Zarattini destacou que um dos temas que o PT poderia incluir em seu discurso é o alto custo de vida na capital paulista. "Lula acha que tem de ter uma renovação no discurso, que precisamos ampliá-lo". O deputado informou que o ex-presidente garantiu que dará o seu apoio ao nome que for escolhido pelo PT para disputar a sucessão de Kassab. (AE)

SECRETARIA DE ESPORTES, LAZER E RECREAÇÃO EDITAL DE TOMADA DE PREÇOS Nº 001/SEME/2011 Processo Administrativo nº 2011-0.118.364-7 Objeto: Serviço de unificação das entradas de energia elétrica do Estádio Municipal “Paulo Machado de Carvalho” - PACAEMBU, localizado na Praça Charles Miller, s/nº, com fornecimento de materiais, ferramentas, acessórios e mão de obra especializada. A SEME faz saber que a partir de 23/08/2011, inclusive, encontrar-se-á disponível o caderno de licitação, composto de edital e anexos, que poderá ser adquirido mediante o recolhimento, na rede bancária credenciada da importância correspondente a R$0,15 por folha, aos cofres públicos, através do Documento de Arrecadação do Município de São Paulo, a ser fornecida pelo Setor de Licitações. O Caderno de Licitação, também poderá ser obtido via internet no site: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br. Será realizada a licitação na modalidade TOMADA DE PREÇOS, do tipo MENOR PREÇO ofertado, pelo regime indireto de EMPREITADA POR PREÇOS UNITÁRIOS, de acordo com as DISPOSIÇÕES GERAIS E ESPECÍFICAS do EDITAL que se seguem: O extrato do instrumento convocatório encontra-se afixado em local visível no quadro de avisos da Assessoria Jurídica, sendo que o edital de licitação e seus anexos poderá ser obtido mediante “download” na página http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br/. Referido edital também poderá ser obtido mediante gravação, na Assessoria Jurídica, na Alameda Iraé, nº 35 Moema, das 10:00 às 16:00 h, mediante a entrega de 01 (um) CD de 700 MB. O projeto básico referente ao objeto da contratação faz parte do processo administrativo da licitação e estará à disposição para aquisição, mediante o pagamento de preço público ou consulta na Assessoria Jurídica, no endereço mencionado acima. Os envelopes nº 1 (Proposta) e nº 2 (Habilitação) deverão ser entregues na Assessoria Jurídica da SEME, até às 14:00 horas do dia 15 de setembro de 2011 (Obs.: as empresas não cadastradas deverão observar o prazo previsto no item 7.2.1). A Sessão de Abertura será realizada no AUDITÓRIO B/SALA DE REUNIÕES DO CENTRO OLÍMPICO DE TREINAMENTO E PESQUISA - COTP, situado na Alameda Iraé, 35 - Moema, às 14:30 horas do dia 15 de setembro de 2011, no endereço supra mencionado. (Obs.: vistoria do local - dia 12 de setembro de 2011, no horário das 9:00 às 12:00 horas, conforme item 6.4.4 do edital).

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Investimentos,

Negócios

DC

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ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não acredita que o ex-governador José Serra seja candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo em 2012. A informação é do deputado federal Jilmar Tatto (PT-SP), que se reuniu ontem com o ex-presidente na sede do Instituto Lula. Segundo Tatto, Lula disse não crer que Serra volte ao comando da cidade após tê-la deixado em 2006 para disputar o governo do estado. "Ele acha que o Serra não vai ser candidato. O Serra não ficou nem na Prefeitura de São Paulo nem no governo estadual. Ele vai voltar tudo de novo?". Segundo Tatto, Lula defendeu a formação de um arco de alianças que fortaleça o palanque eletrônico da sigla em 2012. Além das legendas tradicionais, aliados históricos na capital paulista (PCdoB, PDT, PSB e PR), Lula teria citado o PMDB, numa tentativa de reproduzir a coalizão que elegeu Dilma Rousseff para a Presidência da República. "Ele trabalha com o arco de alianças do governo federal. No caso do PMDB, é um esforço no sentido de ampliar (as alianças) para o primeiro turno, e o que não for possível, garantir para estar junto no segundo turno". O deputado disse que, na visão de Lula, para atingir a maioria dos votos válidos, o

Antonio Cruz/ABr - 31.05.11

PROCURANDO NOVAS OPORTUNIDADES? VOCÊ ESTÁ NO CAMINHO CERTO! 1) APTO. TATUAPÉ – 171 m² - Cond. Pça. das Águas - 4 dorms., sdo 2 suítes, 3 vgs - R$ 420 mil (facilito) + transf. 2) INVESTIDOR – Tatuapé – salão coml. 2 andares, 700m² - Alugado por R$ 10mil - R$ 1.800.000,00 - Ac. Pte. em imóveis menor vlr 3) ÁREA ZPI – Rod. Pres. Dutra - AT –

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Investimentos,

Negócios


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Os recursos empenhados neste ano resolvem o problema de 10% dos acampados. Valdir Misnerovicz,coordenador do MST

olítica

TERROR RURAL

MST VOLTA A OCUPAR A CUTRALE... A ação marca o início da 'jornada de lutas' do movimento. A fazenda ficou conhecida há dois anos, quando integrantes do MST a depredaram e ninguém foi punido. Keiny Andrade/AE - 07.10.09

C

e rc a d e 4 0 0 i n t e- impedir que os sem terra forgrantes do Movi- çassem a abertura do portão mento dos Traba- para a passagem dos veículos. lhadores Rurais Bandeiras do MST foram Sem Terra (MST) voltaram on- hasteadas no pátio transfortem a invadir a Fazenda Santo mado em acampamento. DesHenrique, da empresa Cutra- ta vez, os militantes não ocule, no município de Borebi, a param as casas dos funcioná290 quilômetros de São Paulo, rios internos, que puderam na região de Bauru. trabalhar normalmente. No A ocupação, como parte da entanto, os trabalhadores que jornada nacional de lutas do chegaram para fazer a colheita movimento, da laranja reivindica a f o r a m b a rárea de 2,6 rados. A PM mil hectares deslocou para assenviaturas até tamento. Os o local, mas a pa n h ad oos policiais mil pés de laranja foram res de laranse mantiveja foram imram do lado destruídos, em 2009, pedidos de de fora, da fazenda Santo entrar para a aguardando Henrique, da Cutrale, colheita e os uma possía dv o ga do s vel decisão que ocupa uma área de da empresa da Justiça. O 2,6 mil hectares. reg i s tr a ra m MST alega a invasão na que as terras Delegacia s ã o p ú b l ide Polícia e pretendiam entrar, cas. Um processo movido pela ainda ontem, com pedido de União visando à retomada da reintegração de posse. gleba tramita desde 2006 na Destruição – A fazenda é a Justiça Federal de Ourinhos. mesma ocupada pelo MST em Sem punição – Em 2009, as outubro de 2009. Na época, imagens de integrantes do imagens gravadas pela Polícia MST derrubando o laranjal leMilitar flagraram os sem terra varam à abertura de uma Codestruindo 12 mil pés de laran- missão Parlamentar de Inquéja com o uso de tratores. Para a rito (CPI) no Congresso. Além nova invasão, o movimento re- do pomar, os invasores depreforçou o contingente de acam- daram máquinas, tratores e capados da região com pessoal sas da fazenda. recrutado no Pontal do ParaNove integrantes foram prenapanema (SP). Um comboio sos, mas a Justiça mandou solde carros e ônibus parou na tar os acusados e anulou todo o frente da entrada da fazenda às inquérito sobre os danos na 6 horas. Vigias e funcionários propriedade. Até hoje ninda portaria não conseguiram guém foi punido. (AE)

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A destruição do pomar e de casas, em 2009, não foi suficiente para punir os invasores.

...invade duas fazendas em PE...

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Movimento dos Trab a l h a d o re s R u r a i s Sem Terra (MST) de Pernambuco anunciou ontem a invasão de duas fazendas na região agreste do estado. As ações, que ocorreram ontem pela manhã, marcaram o início da jornada de lutas pela reforma agrária em Pernambuco. A jornada de luta está sendo organizada pela Via Campesina, que reúne diversos movimentos. Entre outras ações previstas está a montagem de

um acampamento em Brasília (leia texto abaixo). As duas fazendas em Pernambuco são reivindicações antigas do movimento. Segundo nota do MST, 117 famílias entraram na fazenda Serro Azul, em Altinho, a 169 quilômetros de Recife, e 50 famílias invadiram a fazenda Consulta, em São Joaquim do Monte, a 128 quilômetros da capital. Foi nesta fazenda que ocorreu a morte de quatro seguranças da propriedade em con-

fronto com agricultores do MST, em fevereiro de 2009. Segundo o movimento, a fazenda Serro Azul foi invadida em abril e desocupada em junho. A Polícia Militar de Pernambuco informou que a Serro Azul foi invadida em abril, mas que não chegou a ser desocupada. Ainda de acordo com a PM, o MST ameaçou entrar na sede da propriedade. Foram enviados reforços para o local e a invasão não ocorreu. A PM não confirmou a entrada

do MST na Consulta. Segundo Jaime Amorim, coordenador do MST em Pernambuco, a jornada de luta busca pressionar o governo federal a retomar o processo de reforma agrária no País, que segundo ele estaria "estagnado desde o início do ano." Segundo ele, "já passamos do meio do ano e, infelizmente, até agora, não tivemos vistorias nem desapropriações. Não tivemos nada de reforma agrária". (Folhapress)

...saqueia caminhão de alimentos e toma o Incra no MS...

U

m caminhão que transportava 14 toneladas de alimentos foi saqueado no final da tarde do domingo por centenas de ocupantes de um acampamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Mato

Grosso do Sul. Segundo a Polícia Militar de Itaquiraí, a 390 quilômetros de Campo Grande, que registrou a ocorrência, integrantes do acampamento conhecido como Antônio Irmão usaram paus, foices e enxadas para bloquear a passagem do caminhão pela MS-87.

O veículo, de propriedade da distribuidora Zaeli, vinha do Paraná e tinha várias entregas programadas em municípios de Mato Grosso do Sul. Durante a ação, o motorista e seu ajudante ficaram detidos pelos acampados. A PM confirmou que eles foram liberados

assim que a carga foi saqueada e não sofreram agressões. O local abriga 1.235 famílias. À PM, os acampados disseram que a ação está relacionada a um suposto atraso na entrega de cestas básicas pelo Incra. Ninguém foi preso. O boletim de ocorrência foi encaminhado à

Polícia Civil. Também ontem pela manhã, 300 trabalhadores rurais ocuparam o prédio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) de Campo Grande, enquanto 350 integrantes do MST invadia a sede do Incra em Dourados

(MS). De acordo com Valdirene Oliveira, integrante da Coordenação Estadual do Mato Grosso do Sul, as ocupações não têm data para acabar. O MST reclama da demora para a nomeação do novo superintendente, para destravar as questões burocráticas. (Agências)

...e monta 'Acampamento Nacional' em Brasília Eles querem discutir o assentamento de famílias, a reforma agrária e a política de crédito, já que a dívida dos agricultores familiares soma R$ 12 bilhões

L

ideranças de trabalhadores rurais montaram, desde ontem, um grande acampamento, em Brasília, e agora esperam ser recebidos pela presidente Dilma Rousseff para tratar de questões como o assentamento de famílias, a reforma agrária e a política de crédito. Os trabalhadores fazem parte do Acampamento Nacional,

Fernando Bezerra Jr/Efe

organizado pela Via Campesina e por movimentos que integram a organização, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Cerca de 4 mil famílias de trabalhadores rurais de 23 estados estão acampadas por tempo indeterminado no estacionamento do ginásio Nilson Nelson. O coordenador do MST, Valdir Misnerovicz, afir-

Fernando Bezerra Jr/Efe

Em marcha: MST levou 4 mil famílias para acampar em Brasília.

mou que os movimentos estão aguardando a confirmação da audiência. De acordo com ele, "temos tido boas reuniões com o governo", afirmou. "A questão é que o diálogo não tem sido traduzido em ação. Essa é nossa insatisfação, essa é nossa indignação. O governo precisa transformar o diálogo em ação concreta para resolver", disse. Segundo Misnerovicz, os trabalhadores defendem mais recursos para a reforma agrária e que o dinheiro liberado para obtenção de terras destinadas a assentamentos já foi todo usado. "Este ano foram destinados mais de R$ 500 milhões para obtenção de terras e já foram empenhados. Reconhecemos que isso é importante, mas esses recursos representam 10% da nossa demanda. Esse valor resolve o problema de 10% dos acampados". Misnerovicz informou que seriam necessários R$ 1,5 bilhão para assentar as famílias

A questão é que o diálogo não tem sido traduzido em ação. Essa é nossa insatisfação. VALDIR MISNEROVICZ

acampadas. De acordo com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), 180 mil famílias estão acampadas pelo País e precisam ser atendidas emergencialmente. Já o líder do MST

alega que, em oito meses de governo, não houve nenhuma desapropriação de terra e havia, até recentemente, mais de 100 processos de assentamento parados na Casa Civil. Outro problema apontado

por Misnerovicz é a questão das dívidas de agricultores familiares. Ele disse que somam R$ 12 bilhões e precisam ser renegociadas. O MST defende o atual Código Florestal e contesta Belo Monte. (ABr)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 23 de agosto de 2011

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Banco Bradesco BBI S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 06.271.464/0001-19 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do semestre findo em 30 de junho de 2011, do Banco Bradesco BBI S.A. (BBI), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

que inclui debêntures, notas promissórias, CRIs, fundos imobiliários, FIDCs e bonds no Brasil e Exterior, além de operações estruturadas de financiamentos de empresas e projetos na modalidade Project Finance. No semestre, o Bradesco BBI realizou transações com volume superior a R$ 49,499 bilhões.

O Bradesco BBI registrou, no semestre, Lucro Líquido de R$ 223,236 milhões, correspondente a R$ 47,22 por lote de mil ações, Patrimônio Líquido O Bradesco BBI tem a missão de operar nos segmentos de Renda Variável, Renda Fixa, Operações Estruturadas, Fusões e Aquisições e de R$ 6,843 bilhões e Ativos Totais de R$ 7,129 bilhões. Financiamentos de Projetos, por intermédio do Investment Banking, Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários e Bradesco Securities, bem Agradecemos aos nossos clientes o apoio e confiança e aos nossos funcionários e colaboradores a dedicação ao trabalho. como coordenar as operações do Bradesco Private, BRAM - Bradesco Asset Management S.A. DTVM e Ágora Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Osasco, SP, 26 de julho de 2011. Durante o 1º semestre de 2011, atuou como Joint Bookrunner do follow-on da Gerdau S.A. que foi a maior oferta do período, no montante de R$ 4,98 bilhões. Assessorou clientes em operações primárias e secundárias de ações, fusões e aquisições, estruturação e distribuição de instrumentos de dívidas, o Diretoria

BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ (Nota 5a) .................................................................... Aplicações no Mercado Aberto ..................................................................................................................... Aplicações em Depósitos Interfinanceiros..................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6a) ....... Carteira Própria ............................................................................................................................................. Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 6b) ........................................................................................... Vinculados à Prestação de Garantias ........................................................................................................... RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS ............................................................................................................... Créditos Vinculados (Nota 7a)....................................................................................................................... RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS........................................................................................................... Transferências Internas de Recursos ............................................................................................................ OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Rendas a Receber......................................................................................................................................... Negociação e Intermediação de Valores ....................................................................................................... Diversos (Nota 8)........................................................................................................................................... OUTROS VALORES E BENS........................................................................................................................ Outros Valores e Bens................................................................................................................................... Provisões para Desvalorizações ................................................................................................................... Despesas Antecipadas.................................................................................................................................. REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6a) ....... Carteira Própria ............................................................................................................................................. Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 6b) ........................................................................................... Vinculados à Prestação de Garantias ........................................................................................................... OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Rendas a Receber......................................................................................................................................... Diversos (Nota 8)........................................................................................................................................... PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS (Nota 9) ........................................................................................................................... Participações em Coligadas e Controladas: - No País........................................................................................................................................................ Outros Investimentos (Nota 9b)..................................................................................................................... Provisões para Perdas .................................................................................................................................. IMOBILIZADO DE USO (Nota 10)................................................................................................................. Imóveis de Uso.............................................................................................................................................. Outras Imobilizações de Uso......................................................................................................................... Depreciações Acumuladas............................................................................................................................ DIFERIDO (Nota 11) ..................................................................................................................................... Ágio de Incorporação .................................................................................................................................... Amortização Acumulada ............................................................................................................................... INTANGÍVEL (Nota 12).................................................................................................................................. Ativos Intangíveis........................................................................................................................................... Amortização Acumulada ............................................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................

2011 5.609.245 3 4.544.910 150.144 4.394.766 907.060 477.558 12.610 416.892 157.011 38.527 118.484 261 2.603 (2.603) 261 134.484 45.441 19 45.422 89.043 515 88.528 1.385.181 1.169.207

2010 5.238.928 2 4.087.379 164.524 3.922.855 941.140 550.862 10.158 380.120 38.060 38.060 109 109 172.238 79.494 1 92.743 2.640 (2.640) 160.209 54.126 18 35.421 18.687 106.083 1.442 104.641 1.372.703 1.058.613

943.121 226.392 (306) 2.804 991 3.840 (2.027) 213.004 491.548 (278.544) 166 212 (46) 7.128.910

832.527 226.392 (306) 2.696 986 3.276 (1.566) 311.314 491.548 (180.234) 80 94 (14) 6.771.840

PASSIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DEPÓSITOS (Nota 13a)................................................................................................................................ Depósitos a Prazo ......................................................................................................................................... INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6b) ........................................................................ Instrumentos Financeiros Derivativos ........................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Sociais e Estatutárias (Nota 16c) .................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 15a)............................................................................................................. Diversas (Nota 15b).......................................................................................................................................

2011 211.026 55.061 55.061 155.965 10.494 100.985 44.486

2010 337.148 187.320 187.320 37.995 37.995 111.833 5.671 62.007 44.155

EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6b) ........................................................................ Instrumentos Financeiros Derivativos ........................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 15a)............................................................................................................. Diversas (Nota 15b).......................................................................................................................................

75.285 70.539 70.539 4.746 2.333 2.413

93.870 85.010 85.010 8.860 6.358 2.502

RESULTADOS DE EXERCÍCIOS FUTUROS ............................................................................................... RECEITAS DE EXERCÍCIOS FUTUROS...................................................................................................... Rendas Antecipadas .....................................................................................................................................

80 80 80

1.328 1.328 1.328

PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Nota 16) ................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País ............................................................................................................................. Reservas de Capital ...................................................................................................................................... Reservas de Lucros (Nota 16b)..................................................................................................................... Ajustes de Avaliação Patrimonial - Títulos Disponíveis para Venda ..............................................................

6.842.519

6.339.494

4.537.929 561.662 1.742.386 542

4.537.929 561.662 1.239.421 482

TOTAL ...........................................................................................................................................................

7.128.910

6.771.840

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil 2011 267.646 170 276.945 (9.469) 267.646 72.157 157.549 (42.647) (24.166) (27.552) 54.233 7.939 (53.199) 339.803 (72) 339.731 (116.494) 223.237 4.727.522.077 47,22

RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................................................ Operações de Crédito ................................................................................................................................... Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 6c).......................................................... Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 6c)................................................................... Resultado das Aplicações Compulsórias (Nota 7) ........................................................................................ DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ...................................................................................... Operações de Captações no Mercado (Nota 13).......................................................................................... RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................................................... OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS ................................................................................... Receitas de Prestação de Serviços (Nota 17) .............................................................................................. Despesas de Pessoal (Nota 18) .................................................................................................................... Outras Despesas Administrativas (Nota 19).................................................................................................. Despesas Tributárias (Nota 20) ..................................................................................................................... Resultado de Participações em Coligadas e Controladas (Nota 9a) ............................................................ Outras Receitas Operacionais (Nota 21)....................................................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 22)..................................................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ..................................................................................................................... RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 23) ............................................................................................ RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 26) ................................................................... LUCRO LÍQUIDO.......................................................................................................................................... Número de ações (Nota 16a) ........................................................................................................................ Lucro por lote de mil ações em R$ ...............................................................................................................

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil 2010 198.177 56 191.111 6.536 474 8.283 8.283 189.894 77.761 114.346 (34.947) (9.467) (20.226) 71.389 9.842 (53.176) 267.655 25 267.680 (77.759) 189.921 4.727.522.077 40,17

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

2011

Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período ....................................................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período .......................................................................................... Aumento/(Redução) Líquido de Caixa e Equivalentes de Caixa.............................................................

Eventos Saldos em 31.12.2009..................... Homologação de Aumento de Capital............................................. Ajustes de Avaliação Patrimonial Títulos Disponíveis para Venda ...... Lucro Líquido.................................... Destinações: - Reservas................... - Dividendos Propostos

4.449.000

-

Saldos em 30.6.2010....................... Saldos em 31.12.2010..................... Ajustes de Avaliação Patrimonial Títulos Disponíveis para Venda....... Lucro Líquido.................................... Destinações: - Reservas................... - Dividendos Propostos Saldos em 30.6.2011.......................

Reservas de Lucros EstatuLegal tárias

Ajustes de Avaliação Patrimonial ControPróprias ladas (47)

Totais

59.465

991.839

-

-

-

-

-

-

9.496 -

178.621 -

4.245 -

(231) -

4.537.929

-

561.662

68.961

1.170.460

760

(278)

-

6.339.494

4.537.929

-

561.662

83.189

1.438.081

582

(65)

-

6.621.378

-

-

-

11.162 -

209.954 -

(68) -

93 -

4.537.929

-

561.662

94.351

1.648.035

514

28

(88.929)

(3.485)

Lucros Acumulados

561.662

88.929

88.929

Reservas de Capital

-

-

6.147.363

-

-

189.921 (188.117) (1.804)

223.237 (221.116) (2.121) -

4.014 189.921 (1.804)

25 223.237 (2.121) 6.842.519

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social ....................................................... Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos....................................................................................... Depreciações e Amortizações ................................................................................................................... Amortização de Ágio.................................................................................................................................. Resultado de Participações em Coligadas e Controladas......................................................................... Despesas de Provisões Cíveis, Trabalhistas e Fiscais .............................................................................. Outros ........................................................................................................................................................ Lucro Líquido Ajustado antes dos Impostos ........................................................................................... (Aumento)/Redução em Aplicações Interfinanceiras de Liquidez ............................................................... (Aumento)/Redução em Títulos para Negociação e Instrumentos Financeiros Derivativos........................ (Aumento)/Redução em Relações Interfinanceiras e Interdependências.................................................... (Aumento)/Redução em Outros Créditos e Outros Valores e Bens............................................................. Aumento/(Redução) em Depósitos.............................................................................................................. Aumento/(Redução) em Outras Obrigações ............................................................................................... Aumento/(Redução) em Resultado de Exercícios Futuros.......................................................................... Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos ......................................................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais ..................................................... Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: (Aumento)/Redução em Títulos Disponíveis para Venda ............................................................................ (Aumento)/Redução em Depósitos Compulsórios no Banco Central do Brasil ........................................... Alienação de Imobilizado de Uso ................................................................................................................ Aplicação Bens Intangíveis.......................................................................................................................... Aquisição de Imobilizado de Uso................................................................................................................. Dividendos e Juros s/ Capital Próprio Recebidos........................................................................................ Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Investimentos……………............................. Aumento Líquido de Caixa e Equivalentes de Caixa ...............................................................................

Capital Social Aumento Capital de Realizado Capital

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil 2010

339.731 (4.242) 261 49.521 (54.233) 208 1 335.489 (103.196) (154) (19) (10.158) 766 80 (150.135) 72.673

267.680 (20.554) 219 49.521 (71.389) 1.113 (18) 247.126 74.182 (79.784) (35) 8.341 (1.086) (12.544) 1.328 (166.197) 71.331

45 (54) (428) 4.532 4.095 76.768

93.734 (38.060) 19 (34) (144) 55.515 126.846

73.379 150.147 76.768

37.680 164.526 126.846

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

Descrição 1 - RECEITAS .................................................................................. 1.1) Intermediação Financeira.................................................. 1.2) Prestação de Serviços....................................................... 1.3) Outras ................................................................................. 2 - DESPESAS DE INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA .................... 3 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ................................ Materiais, Energia e Outros ........................................................ Serviços de Terceiros.................................................................. Comunicação .............................................................................. Serviços do Sistema Financeiro ................................................. Propaganda, Promoções e Publicidade...................................... Transporte ................................................................................... Processamento de Dados........................................................... Manutenção e Conservação de Bens ......................................... Serviços Técnicos Especializados .............................................. Contribuições Filantrópicas......................................................... Viagens ....................................................................................... Outras ......................................................................................... 4 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2-3)....................................... 5 - DEPRECIAÇÕES E AMORTIZAÇÕES ...................................... 6 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (4-5) ......................................................................... 7 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA ...... Resultado de Equivalência Patrimonial....................................... 8 - VALOR ADICIONADO A DISTRIBUIR (6+7).............................. 9 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO............................... 9.1) Pessoal ............................................................................... Proventos ............................................................................. Benefícios ............................................................................ FGTS ................................................................................... Outros Encargos .................................................................. 9.2) Impostos, Taxas e Contribuições ..................................... Federais ............................................................................... Municipais ............................................................................ 9.3) Remuneração de Capitais de Terceiros ........................... Aluguéis ............................................................................... 9.4) Remuneração de Capitais Próprios ................................. Dividendos ........................................................................... Lucros Retidos .....................................................................

2011 429.384 267.646 157.549 4.189 (22.558) (261) (17.197) (904) (43) (666) (318) (95) (178) (388) (335) (1.798) (375) 406.826 (49.783) 357.043 54.233 54.233 411.276 411.276 36.891 29.695 1.602 1.267 4.327 149.802 142.041 7.761 1.346 1.346 223.237 2.121 221.116

% 104,4 65,1 38,3 1,0 (5,5) (0,1) (4,2) (0,2) (0,2) (0,1) (0,1) (0,1) (0,4) (0,1) 98,9 (12,1)

2010 318.735 198.177 114.346 6.212 (8.283) (8.207) (101) (110) (1.188) (72) (616) (224) (81) (300) (1.089) (2.455) (1.710) (261) 302.245 (49.740)

86,8 13,2 13,2 100,0 100,0 9,1 7,2 0,4 0,3 1,2 36,3 34,4 1,9 0,3 0,3 54,3 0,5 53,8

252.505 71.389 71.389 323.894 323.894 30.131 24.305 1.311 709 3.806 102.801 97.084 5.717 1.041 1.041 189.921 1.804 188.117

% 98,4 61,2 35,3 1,9 (2,6) (2,4) (0,4) (0,2) (0,1) (0,1) (0,3) (0,8) (0,4) (0,1) 93,4 (15,4) 78,0 22,0 22,0 100,0 100,0 9,3 7,5 0,4 0,2 1,2 31,8 30,0 1,8 0,3 0,3 58,6 0,5 58,1

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL O Banco Bradesco BBI S.A. (BBI) é uma Instituição financeira, que tem por objetivo a prática de operações ativas, passivas e acessórias inerentes às carteiras autorizadas (comercial, de investimento, de crédito, financiamento e investimento, e de crédito imobiliário), inclusive câmbio e administração de valores mobiliários, de acordo com as disposições legais e regulamentares em vigor. O BBI é parte integrante da Organização Bradesco, sendo suas operações conduzidas de forma integrada a um conjunto de empresas que atuam nos mercados financeiros e de capitais, utilizando-se de seus recursos administrativos e tecnológicos e na gestão de riscos, e suas demonstrações contábeis devem ser entendidas neste contexto. 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nos 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com alterações introduzidas pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (BACEN) e do Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Incluem, estimativas e premissas, tais como a mensuração de provisões para perdas com operações de crédito, estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros, provisão para contingências, perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de títulos e valores mobiliários classificados nas categorias títulos disponíveis para venda e títulos mantidos até o vencimento, ativos não financeiros e outras provisões. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 26 de julho de 2011. 3) PRINCIPAIS DIRETRIZES CONTÁBEIS a) Moeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis estão apresentadas em reais, que é a moeda funcional da Instituição. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério “pro-rata” dia e calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados ou relacionadas a operações no exterior, que são calculadas com base no método linear. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda nacional, moeda estrangeira, aplicações em ouro, aplicações no mercado aberto e aplicações em depósitos interfinanceiros, cujo vencimento das operações, na data da efetiva aplicação, seja igual ou inferior a 90 dias e apresentem risco insignificante de mudança de valor justo, que são utilizados pelo Banco para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. d) Aplicações interfinanceiras de liquidez As operações compromissadas realizadas com acordo de livre movimentação são ajustadas pelo valor de mercado. As demais aplicações são registradas ao custo de aquisição, acrescidas dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidas de provisão para desvalorização, quando aplicável. e) Títulos e valores mobiliários - Classificação Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; Títulos disponíveis para venda - que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período, e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários, os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. f) Instrumentos financeiros derivativos (ativos e passivos) São classificados de acordo com a intenção da Administração, na data da contratação da operação, levando-se em conta se sua finalidade é para proteção contra risco (hedge) ou não. As operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos destinam-se a atender as necessidades próprias para administrar a exposição global da Instituição, bem como para atender solicitações de seus clientes, no sentido de administração de suas posições. As valorizações ou desvalorizações são registradas em contas de receitas ou despesas dos respectivos instrumentos financeiros. Os instrumentos financeiros derivativos utilizados para mitigar os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercado dos ativos e passivos financeiros são considerados como instrumentos de proteção (hedge) e são classificados de acordo com sua natureza em: • Hedge de risco de mercado: os instrumentos financeiros classificados nesta categoria, bem como seus ativos e passivos financeiros relacionados, objeto de hedge, têm seus ganhos e perdas, realizados ou não realizados, registrados em conta de resultado; e • Hedge de fluxo de caixa: para os instrumentos financeiros classificados nesta categoria, a parcela efetiva das valorizações ou desvalorizações é registrada, líquidas dos efeitos tributários, em conta destacada no Patrimônio Líquido. A parcela não efetiva do respectivo hedge é reconhecida diretamente em conta de resultado. g) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social, calculados sobre adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros créditos Diversos”, e a provisão para as obrigações fiscais diferidas sobre ajustes a valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é registrada na rubrica “Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias”.

Os créditos tributários sobre as adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente baseados nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro é calculada considerando a alíquota de 15% para empresas do segmento financeiro. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos Artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção da Lei nº 11.638/07 estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. h) Despesas antecipadas Correspondem às aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos direitos de benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros, sendo registrados no ativo de acordo com o princípio da competência. i) Investimentos Os investimentos em empresas coligadas e controladas com influência significativa ou participação de 20% ou mais no capital votante, são avaliados pelo método de equivalência patrimonial. Os incentivos fiscais e outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas e da redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. j) Imobilizados Corresponde aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram os riscos, benefícios e controles dos bens para a Instituição. É demonstrado ao custo de aquisição, líquido das respectivas depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: imóveis de uso - 4% ao ano e móveis e utensílios e máquinas e equipamentos - 10% ao ano. k) Diferido Contempla ágio de incorporação, líquido da devida amortização fundamentada em rentabilidade futura da carteira de clientes. A partir de 8 de dezembro de 2008 as novas operações passaram a ser registradas no ativo intangível de acordo com a Carta Circular nº 3.357 do BACEN. l) Intangíveis É composto por softwares, que estão registrados ao custo, deduzido da amortização pelo método linear durante a vida útil estimada (20% ao ano), a partir da data da sua disponibilidade para uso e ajustados por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. Gastos com o desenvolvimento interno de softwares são reconhecidos como ativo quando é possível demonstrar a intenção e a capacidade de concluir tal desenvolvimento, bem como mensurar com segurança os custos diretamente atribuíveis ao mesmo, que serão amortizados durante sua vida útil estimada, considerando os benefícios econômicos futuros gerados. m) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias títulos disponíveis para venda e títulos mantidos até o vencimento e ativos não financeiros, exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente, para determinar se há alguma indicação de perda por redução ao valor recuperável (impairment), e caso seja detectada uma perda, esta é reconhecida no resultado do período quando o valor contábil do ativo exceder o seu valor recuperável (apurado: (i) pelo seu potencial valor de venda, ou valor de realização deduzido das respectivas despesas ou (ii) pelo valor em uso calculado pela unidade geradora de caixa, dos dois o maior). Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos. n) Depósitos e captações no mercado aberto São demonstrados pelos valores das exigibilidades e consideram, quando aplicável, os encargos exigíveis até a data de balanço, reconhecidos em base “pro-rata” dia. Nas operações de captação de recursos mediante emissão de títulos e valores mobiliários, as despesas associadas são apresentadas como redutoras do passivo e apropriadas ao resultado de acordo com o prazo da operação. o) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN e pela Deliberação CVM nº 594/09, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas (Nota 14a); • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas (Nota 14b e c); e • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis (Nota 14b). continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

8

terça-feira, 23 de agosto de 2011

...continuação

Banco Bradesco BBI S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 06.271.464/0001-19 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS p) Outros ativos e passivos 5) APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos (em base a) Vencimentos “pro-rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias incorridos (em base “pro-rata” dia). 1 a 30 dias

q) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. 4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Em 30 de junho - R$ mil 2011

2010

Disponibilidades em moeda nacional ...................................................................................................... 3 2 Total de disponibilidades (caixa) ......................................................................................................... 3 2 Aplicações interfinanceiras de liquidez (1) .............................................................................................. 150.144 164.524 Total caixa e equivalentes de caixa ..................................................................................................... 150.147 164.526 (1) Refere-se a operações cujo vencimento, na data da efetiva aplicação, foi igual ou inferior a 90 dias e apresentem risco insignificante de mudança de valor justo.

31 a 180 dias

2011

Aplicações no mercado aberto: Posição bancada ............................................................................ 150.144 Letras do tesouro nacional ............................................................... 150.144 Aplicações em depósitos interfinanceiros .................................. 4.394.766 Total em 2011 .................................................................................. 150.144 4.394.766 Total em 2010 .................................................................................. 4.000.979 86.400 b) Receitas de aplicações interfinanceiras de liquidez Classificadas na demonstração de resultado como “Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários”.

Em 30 de junho - R$ mil Total 2010

150.144 150.144 4.394.766 4.544.910

164.524 164.524 3.922.855 4.087.379

Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2011 2010 Rendas de aplicações em operações compromissadas: Posição bancada ..................................................................................................................................... Subtotal .................................................................................................................................................. Rendas de aplicações em depósitos interfinanceiros ............................................................................. Total (Nota 6c)........................................................................................................................................

5.781 5.781 233.093 238.874

4.152 4.152 165.815 169.967

6) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Classificação por categorias e prazos Em 30 de junho - R$ mil 2010

2011 Valor de mercado/ contábil (1) 951.225 449.112 306.894 137.188 58.031 1.276 1.257 19 952.501

Valor de mercado/ contábil (1) 925.508 132.048 335.985 299.834 157.641 45.579 24.179 5.474 18.687 18

1 a 30 31 a 180 181 a 360 Acima de Valor de Marcação Marcação Títulos dias dias dias 360 dias custo atualizado a mercado a mercado Títulos para negociação (2) .............................................................. 311.141 322.438 6.699 310.947 954.817 (3.592) 6.258 Notas do tesouro nacional................................................................... 9.795 Letras financeiras do tesouro .............................................................. 320.035 129.076 449.108 3 8 Cotas de fundos .................................................................................. 306.894 306.894 Debêntures .......................................................................................... 740 136.448 138.529 (1.341) (3.545) Instrumentos financeiros derivativos.............................................. 4.247 2.403 5.959 45.422 60.286 (2.255) Títulos disponíveis para venda ........................................................ 1.257 19 419 856 1.268 Ações (3) ............................................................................................. 1.257 405 852 1.501 Notas do tesouro nacional................................................................... (222) Debêntures .......................................................................................... 19 14 5 (11) Total em 2011 ..................................................................................... 312.398 322.438 6.699 310.966 955.236 (2.735) Total em 2010 ..................................................................................... 305.619 8.830 1.335 679.482 995.266 7.526 (1) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificação, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimento, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; (2) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante; e (3) Em 30 de junho de 2011 não houve perdas não temporárias para os títulos classificados na categoria de disponíveis para venda. b) Instrumentos financeiros derivativos O BBI participa de operações envolvendo instrumentos financeiros derivativos, registrados em contas patrimoniais e de compensação, que se destinam a atender necessidades próprias para administrar a sua exposição global, bem como para atender as solicitações de seus clientes, no sentido de administrar suas exposições. Essas operações envolvem uma variedade de derivativos, inclusive swaps de taxas de juros, swaps de moeda, futuros e opções. A política de gestão de riscos do Banco é fundamentada na utilização de instrumentos financeiros derivativos com o objetivo de mitigar os riscos decorrentes das operações efetuadas. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo pode exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. Para instrumentos financeiros derivativos, cotações de preço de mercado são usadas para determinar o valor justo destes instrumentos. O valor justo dos swaps é determinado utilizando técnicas de modelagem de fluxo de caixa descontado que usam curvas de rendimento, refletindo os fatores de risco adequados. As informações para construir as curvas de rendimento são obtidas principalmente na Bolsa de Mercadorias e Futuros - BM&FBovespa (BMF&Bovespa) e no mercado secundário doméstico e internacional. Estas curvas de rendimento são utilizadas para determinar o valor justo dos swaps de moeda, de taxa de juros e swaps com outros fatores de risco. O valor justo dos contratos a termo e de futuros também é determinado com base em cotações de preços de mercado para derivativos negociados em bolsa ou utilizando-se metodologias similares àquelas descritas para swaps. O valor justo dos instrumentos derivativos de crédito é determinado com base em cotações de preços de mercado ou obtidos junto a entidades especializadas. O valor justo das opções é determinado com base em modelos matemáticos, tais como Black & Scholes, usando curvas de rendimento, volatilidades implícitas e o valor justo do ativo correspondente. Os preços atuais de mercado são usados para precificar as volatilidades. Os instrumentos financeiros derivativos no Brasil referem-se, substancialmente, a operações de swap e futuros, sendo registradas na Câmara de Custódia e Liquidação - CETIP (CETIP) e na BM&FBovespa. As operações envolvendo contratos futuros de índices e moedas são efetuadas pela administração, no sentido de proteção das exposições globais da Instituição e nas operações para atendimento das necessidades dos clientes do Banco. I - Valor dos instrumentos registrados em contas patrimoniais e de compensação Em 30 de junho - R$ mil 2011 2010 Valor global Valor líquido Valor global Valor líquido Contratos futuros Compromissos de venda:.............................................................. 158 142 - Mercado interfinanceiro.................................................................. 158 158 142 142 Contratos de opções Compromissos de compra: ........................................................... 35.180 69.882 - Mercado interfinanceiro.................................................................. 35.180 68.680 - Outros............................................................................................. 1.202 Compromissos de venda:.............................................................. 871.500 1.112.855 - Mercado interfinanceiro.................................................................. 871.500 836.320 1.100.400 1.031.720 - Outros............................................................................................. 12.455 11.253 Contratos de swap Posição ativa:.................................................................................. 1.399.469 1.852.517 - Mercado interfinanceiro.................................................................. 756.684 111.678 877.703 8.278 - Prefixados ...................................................................................... 22.510 262 39.503 - Moeda estrangeira ......................................................................... 194.131 406.902 219.903 - IGP-M ............................................................................................. 132.521 134.281 - Outros............................................................................................. 293.623 394.128 Posição passiva:............................................................................. 1.467.037 1.928.684 - Mercado interfinanceiro.................................................................. 645.006 869.425 - Prefixados ...................................................................................... 22.248 39.760 257 - Moeda estrangeira ......................................................................... 283.934 89.803 186.999 - IGP-M ............................................................................................. 132.629 108 134.396 115 - Outros............................................................................................. 383.220 89.597 698.104 303.976 Nos derivativos estão incluídas as operações vencíveis em D+1.

II - Composição dos instrumentos financeiros derivativos (ativos e passivos), demonstrada pelo seu valor de custo atualizado e valor de mercado

7) RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS - CRÉDITOS VINCULADOS

8) OUTROS CRÉDITOS - DIVERSOS

Ajuste a receber - swap ........................................... Prêmios de opções a exercer .................................. Total do Ativo em 2011.......................................... Total do Ativo em 2010.......................................... Ajuste a pagar - swap .............................................. Prêmios de opções lançadas .................................. Total do Passivo em 2011 ..................................... Total do Passivo em 2010 ..................................... III - Contratos futuros, de opções, de termo e de swap

2011 Ajuste a valor de mercado (2.873) (195) (3.068)

Custo atualizado 60.905 195 61.100 (124.202) (5.560) (129.762)

Valor de mercado 58.032 58.032

(1.398) 5.560 4.162

(125.600) (125.600)

Custo atualizado 28.673 517

Em 30 de junho - R$ mil 2010 Ajuste a valor de Valor de mercado mercado 16.851 45.524 (462) 55

29.190 (120.135) (7.942)

16.389 (1.556) 6.628

45.579 (121.691) (1.314)

(128.077)

5.072

(123.005)

Em 30 de junho - R$ mil Acima de Total 360 dias 2011 2010 Contratos futuros ..................................................... 158 158 142 Contratos de opções ............................................... 906.680 906.680 1.182.737 Contratos de swap................................................... 209.752 6.424 136.382 988.880 1.341.438 1.806.993 Total em 2011 ......................................................... 209.752 6.424 1.043.062 989.038 2.248.276 Total em 2010 ......................................................... 227.892 329.454 277.859 2.154.667 2.989.872 IV - Tipos de margem oferecida em garantia para instrumentos financeiros derivativos, representados basicamente por contratos futuros 1 a 90 dias

91 a 180 dias

181 a 360 dias

Em 30 de junho - R$ mil 2010

2011 Títulos públicos Letras financeiras do tesouro .................................................................................................................. Notas do tesouro nacional....................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ V - Valores das receitas e das despesas líquidas

Contratos de swap................................................................................................................................... Contratos de opções ............................................................................................................................... Contratos futuros ..................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ VI - Valores globais dos instrumentos financeiros derivativos, separados por local de negociação

CETIP (balcão) ........................................................................................................................................ BM&F (bolsa)........................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ c) Resultado de títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos

Receita de aplicações interfinanceiras de liquidez (Nota 5b).................................................................. Títulos de renda fixa ................................................................................................................................ Títulos de renda variável ......................................................................................................................... Fundos de investimentos......................................................................................................................... Resultado de operações com derivativos................................................................................................ Total ........................................................................................................................................................

31.315 31.315

Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2011 2010 (9.521) (4.839) 49 10.828 3 547 (9.469) 6.536

2011 1.341.438 906.839 2.248.276

b) Resultado das aplicações compulsórias No 1º semestre de 2010, correspondem a R$ 474 mil, inseridos no item Resultado das Aplicações Compulsórias da “Demonstração do Resultado”.

Créditos tributários (Nota 25c)................................................................................................................. Impostos e contribuições a compensar ................................................................................................... Depósitos em garantia de recursos fiscais.............................................................................................. Depósitos em garantia de recursos trabalhistas ..................................................................................... Pagamentos a ressarcir........................................................................................................................... Depósitos em garantia de recursos outros.............................................................................................. Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

Em 30 de junho - R$ mil 2010 1.820.650 1.169.222 2.989.872

Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2011 2010 238.874 169.967 33.074 30.827 91 (13.017) 4.906 3.334 (9.469) 6.536 267.476 197.647

a) Créditos vinculados Em 30 de junho - R$ mil Remuneração 2010 Compulsório sobre depósitos a prazo (1)................................................................................................ taxa Selic 23.366 Depósitos a prazo.................................................................................................................................... 14.694 Total ........................................................................................................................................................ 38.060 (1) Conforme Circular nº 3.485/10 do Bacen, a partir de abril de 2010, os bancos deverão recolher 15% dos depósitos a prazo em espécie.

46.619 46.619

2011 137.627 36.014 12.908 11.321 5.809 2.429 904 207.012

Em 30 de junho - R$ mil 2010 136.969 27.691 12.861 11.219 5.457 2.462 725 197.384

9) INVESTIMENTOS a) Os ajustes decorrentes da avaliação pelo método de equivalência patrimonial dos investimentos foram registrados em contas de resultado, sob a rubrica de “Resultado de participação em coligadas e controladas”: Patrimônio líquido ajustado 8.437 428.140 218.649 1.333.210 284.242 -

Capital social 4.650 201.000 105.000 912.000 142.332 -

Quantidade de ações/cotas possuídas (em milhares) Ações Cotas 4.650 485.275 9.322 25.862 10.465 -

Participação no capital social 99,999% 100,000% 100,000% 0,274% 100,000% -

Empresas BEM - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. ................. Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários ................... BRAM Bradesco Asset Management DTVM S.A. .............................. STVD Holdings S.A. ........................................................................... Ágora CTVM S.A. ............................................................................... Miramar Holdings S.A. (2) ................................................................... Total .................................................................................................... (1) Ajuste decorrente de avaliação: considera os resultados apurados pelas companhias a partir da aquisição e inclui variações patrimoniais das investidas não decorrentes de resultados; e (2) Empresa alienada em novembro de 2010. b) Composição de outros investimentos

Investimentos em outras companhias (1)................................................................................................ Títulos patrimoniais ................................................................................................................................. Investimentos por incentivos fiscais ........................................................................................................ Subtotal .................................................................................................................................................. Provisão para perdas .............................................................................................................................. Total ........................................................................................................................................................ (1) Refere-se, substancialmente, a ações da BM&FBovespa.

2011 225.720 400 272 226.392 (306) 226.086

Em 30 de junho - R$ mil 2010 225.720 400 272 226.392 (306) 226.086

10) IMOBILIZADO DE USO

Taxa Imóveis de uso: - Edificações ..................................................................................... - Terrenos.......................................................................................... Instalações, móveis e equipamentos................................................ Sistema de processamento de dados, comunicação e segurança .. Total em 2011 .................................................................................. Total em 2010 ..................................................................................

Custo 4% 10% 20%

30 961 2.512 1.328 4.831 4.262

Depreciação (693) (795) (539) (2.027) (1.566)

Em 30 de junho - R$ mil Valor residual 2011 2010 30 268 1.717 789 2.804

302 30 1.698 666

Lucro líquido ajustado 2.074 27.846 9.066 46.087 15.121 -

Valor contábil 2011 8.437 428.140 218.649 3.653 284.242 943.121

2010 8.995 344.841 197.209 3.318 251.011 27.153 832.527

Em 30 de junho - R$ mil Ajuste decorrente de avaliação (1) 2011 2010 2.074 1.658 27.846 33.694 9.066 13.223 126 96 15.121 21.904 814 54.233 71.389

c) Passivos Contingentes classificados como perdas possíveis A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a Instituição figura como “autora” ou “ré” e, amparada na opinião dos assessores jurídicos classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas análises sobre as tendências jurisprudenciais e efetivadas, e se necessária, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto os processos contingentes avaliados como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. d) Em 30 de junho de 2011, não há processos contingentes avaliados como de perda possível de natureza relevante. 15) OUTRAS OBRIGAÇÕES a) Fiscais e previdenciárias

Impostos e contribuições sobre lucros a pagar ....................................................................................... Impostos e contribuições a recolher........................................................................................................ Provisão para riscos fiscais (Nota 14b) ................................................................................................... Provisão para impostos e contribuições diferidos (Nota 26c).................................................................. Total ........................................................................................................................................................ b) Diversas

2011 83.554 8.446 8.238 3.080 103.318

Em 30 de junho - R$ mil 2010 46.982 3.300 8.362 9.721 68.365

Em 30 de junho - R$ mil 2011 2010 31.927 29.758 Provisão para pagamentos a efetuar (1) ................................................................................................. 14.587 Provisão para passivos contingentes cíveis (Nota 14b) .......................................................................... 13.260 1.712 2.312 Outras...................................................................................................................................................... 2.696 46.899 46.657 Total ........................................................................................................................................................ 11) DIFERIDO (1) Inclui Participações nos Lucros e Resultados/Bônus de empregados no montante de R$ 14.715 mil (2010 - R$ 23.393 mil) e Caixa de Assistência e Representado pelo ágio apurado pela aquisição de investimento da Ágora Corretora, correspondentes a rentabilidade futura da carteira de clientes, sendo Aposentadoria dos funcionários do Banco do Estado do Maranhão - CAPOF de R$ 720 mil (2010 - R$ 2.522 mil). amortizado em até cinco anos. No semestre foram amortizados ágios no montante de R$ 49.155 mil (2010 - R$ 49.155 mil). 16) PATRIMÔNIO LÍQUIDO 12) INTANGÍVEL a) Capital social Corresponde a Gastos em Desenvolvimento de Software. O valor residual corresponde a R$ 166 mil (2010 - R$ 80 mil) e amortização acumulada a O capital social no montante de R$ 4.537.929 mil (2010 - R$ 4.537.929 mil) totalmente subscrito e integralizado é dividido em 4.727.522.077 ações R$ 46 mil (2010 - R$ 14 mil). ordinárias, nominativas escriturais, sem valor nominal. b) Reservas de Lucros 13) CAPTAÇÕES Em 30 de junho - R$ mil Em 2010, representado por Depósitos a Prazo no montante de R$ 187.320 mil, classificados com vencimento de 61 a 180 dias, e respectiva despesa de 2011 2010 captação de R$ 8.283 mil. Reservas de Lucros .............................................................................................................................. 1.742.386 1.239.421 14) ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS - Reserva Legal (1).................................................................................................................................. 94.351 68.961 a) Ativos Contingentes - Reserva Estatutária (2) ......................................................................................................................... 1.648.035 1.170.460 Não são reconhecidos contabilmente ativos contingentes. (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital b) Passivos Contingentes classificados como perdas prováveis e Obrigações Legais - Fiscais e Previdenciárias ou para compensar prejuízos; e A Instituição é parte em processos judiciais, de natureza cível e fiscal, decorrentes do curso normal de suas atividades. (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Sociedade, pode ser constituída em 100% As provisões foram constituídas levando em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado. complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. c) Dividendos A Administração da Instituição entende que a provisão constituída é suficiente para atender as perdas decorrentes dos respectivos processos. O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o ganho definitivo da ação, representado por decisões judiciais favoráveis, sobre Aos acionistas está assegurado dividendos mínimos obrigatório em cada exercício de importância não inferior a 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Foram provisionados dividendos relativos ao semestre, no montante de R$ 2.121 mil (2010 - R$ 1.804 mil), correspondendo a R$ 0,45 as quais não cabem mais recursos, ou a sua prescrição. (2010 - R$ 0,38) por lote de mil ações. Os dividendos dos exercícios findos em 2009 e 2010 foram prorrogados para pagamento até o final do exercício de I - Processos cíveis 2011, conforme Ata da Diretoria. São pleitos de indenização por dano moral e patrimonial. Essas ações são controladas individualmente e provisionadas sempre que a perda for avaliada como provável, considerando a opinião de assessores jurídicos, natureza das ações, similaridade com processos anteriores, complexidade e posicionamento de 17) RECEITAS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Tribunais. Não existem, em curso, processos administrativos significativos por descumprimento de normas do Sistema Financeiro Nacional ou de pagamento Semestres findos em 30 de junho - R$ mil de multas que possam causar impactos representativos no resultado financeiro da Instituição. 2011 2010 II - Obrigações Legais - Provisão para riscos fiscais Colocação underwriting ........................................................................................................................... 101.332 78.494 30.674 18.841 A Instituição vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, os quais estão totalmente provisionados não Análise técnica de underwriting............................................................................................................... Análise financeira .................................................................................................................................... 24.420 13.762 obstante as boas chances de êxito a médio e longo prazo, de acordo com a opinião dos assessores jurídicos. Outras...................................................................................................................................................... 1.123 3.249 III - Movimentação das Provisões Constituídas Total ........................................................................................................................................................ 157.549 114.346 R$ mil

No início do semestre (Nota 15)........................................................................................................... Constituição/Atualização Monetária ........................................................................................................ Pagamentos............................................................................................................................................. Em 30 de junho 2011 (Nota 15)............................................................................................................. Em 30 de junho 2010 (Nota 15)............................................................................................................. (1) Compreende, substancialmente, obrigações legais.

Cíveis 13.079 184 (3) 13.260 14.587

Fiscais e Previdenciárias (1) 8.214 24 8.238 8.362

18) DESPESAS DE PESSOAL

Proventos................................................................................................................................................. Encargos sociais ..................................................................................................................................... Benefícios................................................................................................................................................ Treinamentos ........................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2011 2010 29.695 24.434 11.202 9.129 1.602 1.311 148 73 42.647 34.947 continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 23 de agosto de 2011

9

...continuação

Banco Bradesco BBI S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 06.271.464/0001-19 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 19) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS

Serviços de terceiros............................................................................................................................... Viagens.................................................................................................................................................... Aluguel..................................................................................................................................................... Comunicações......................................................................................................................................... Serviços técnicos especializados............................................................................................................ Contribuições filantrópicas ...................................................................................................................... Transportes.............................................................................................................................................. Depreciação e amortização..................................................................................................................... Materiais.................................................................................................................................................. Manutenção e conservação de bens....................................................................................................... Propaganda, promoções e publicidade ................................................................................................... Serviços do sistema financeiro................................................................................................................ Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2011 2010 17.197 110 1.798 1.710 1.346 1.041 904 1.188 388 1.089 335 2.455 318 224 261 219 261 101 178 300 666 616 43 72 471 342 24.166 9.467

20) DESPESAS TRIBUTÁRIAS

Outras informações Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares. 25) BENEFÍCIOS A EMPREGADOS O BBI patrocina planos de aposentadoria complementar de benefício definido e de contribuição definida, por meio da Caixa de Assistência e Aposentadoria dos Funcionários do Banco do Estado do Maranhão - Capof. Os recursos garantidores dos planos de previdência são investidos de acordo com a legislação pertinente (títulos públicos e privados, ações de companhias abertas e imóveis). 26) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2011 2010 339.731 267.680 (135.892) (107.072)

Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2011 2010 17.018 12.446 7.761 5.717 2.766 2.022 7 41 27.552 20.226

Resultado antes do imposto de renda e contribuição social............................................................ Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15% respectivamente (1).. Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Participações em coligadas e controladas .............................................................................................. 21.693 28.556 Despesas indedutíveis líquidas de receitas não tributáveis .................................................................... (2.369) 629 Outros valores ......................................................................................................................................... 74 128 21) OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS Imposto de renda e contribuição social do semestre........................................................................ (116.494) (77.759) Semestres findos em 30 de junho - R$ mil (1) A alíquota da contribuição social para as empresas do segmento financeiro foi elevada para 15%, de acordo com a Lei nº 11.727/08 (Nota 3g). 2011 2010 b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social Dividendos/Juros sobre capital próprio recebidos................................................................................... 5.956 4.579 Semestres findos em 30 de junho - R$ mil Comissões............................................................................................................................................... 624 4.216 Atualização monetária sobre depósitos vinculados................................................................................. 579 431 2011 2010 Juros sobre impostos a compensar......................................................................................................... 363 301 Impostos correntes Recuperação de encargos e despesas ................................................................................................... 355 294 Imposto de renda e contribuição social devidos...................................................................................... (102.705) (67.653) Outras...................................................................................................................................................... 62 21 Impostos diferidos Total ........................................................................................................................................................ 7.939 9.842 Realização, no semestre, sobre adições temporárias............................................................................ (13.789) (10.106) 22) OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS Imposto de renda e contribuição social do semestre........................................................................ (116.494) (77.759) Semestres findos em 30 de junho - R$ mil c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos 2011 2010 R$ mil Amortização de ágio................................................................................................................................ 49.521 49.521 Saldo em Saldo em Variações monetárias .............................................................................................................................. 2.286 2.303 31.12.2010 Constituição Realização 30.6.2011 Provisão para contingência cível ............................................................................................................. 184 1.094 Provisão para créditos de liquidação duvidosa ................................ 15.705 15.705 Outras...................................................................................................................................................... 1.208 258 Provisão para contingências cíveis .................................................. 5.706 70 356 5.420 Total ........................................................................................................................................................ 53.199 53.176 Provisão para contingências fiscais ................................................. 3.458 10 3.468 23) RESULTADO NÃO OPERACIONAL Provisão para desvalorização de bens não de uso.......................... 865 865 Semestres findos em 30 de junho - R$ mil Provisão para desvalorização de títulos e investimentos ................. 160 7 153 2011 2010 Ajuste a valor de mercado dos títulos para negociação................... 97 97 Rendas de aluguéis................................................................................................................................. 44 25 Ágio amortizado ............................................................................... 90.083 10.441 79.642 Reversão de provisão de imóveis de uso ................................................................................................ 18 9.026 4.246 7.408 5.864 Resultado na alienação de valores e bens.............................................................................................. (116) (18) Outros............................................................................................... Subtotal ........................................................................................... 125.003 4.423 18.212 111.214 Total ........................................................................................................................................................ (72) 25 Contribuição social MP nº 2.158-35 de 24.8.2001 ........................... 26.413 26.413 24) TRANSAÇÕES COM O CONTROLADOR, COLIGADAS E CONTROLADAS Total dos créditos tributários (Nota 8).......................................... 151.416 4.423 18.212 137.627 a) As transações com o controlador, coligadas e controladas, são efetuadas em condições e taxas compatíveis com as médias praticadas com terceiros, e Obrigações fiscais diferidas (Nota 15a)............................................ 5.299 234 2.453 3.080 vigentes nas datas das operações, e estão assim representadas: Crédito tributário liquido das obrigações fiscais diferidas ........ 146.117 4.189 15.759 134.547 Em 30 de junho - R$ mil d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias, prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social e crédito tributário de 2011 2010 2011 2010 contribuição social MP nº 2.158-35. Ativos Ativos Receitas Receitas Em 30 de junho de 2011 - R$ mil (passivos) (passivos) (despesas) (despesas) Diferenças temporárias Aplicações em depósitos interfinanceiros: Imposto de renda Contribuição social Total Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 4.394.766 3.922.855 233.093 165.815 2011............................................................................................................................... 17.321 8.687 26.008 Aplicações no mercado aberto: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 150.144 164.524 5.781 4.152 2012............................................................................................................................... 23.534 12.385 35.919 Instrumentos financeiros derivativos: 2013............................................................................................................................... 20.109 10.504 30.613 Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (60.749) (73.081) (7.123) (43.940) 2014............................................................................................................................... 11.308 6.835 18.143 Prestação de serviços: 2015 (1º sem) ................................................................................................................ 240 291 531 Bradesco S.A. CTVM........................................................................ (4) (4) Total .............................................................................................................................. 72.512 38.702 111.214 Dividendos: Em 30 de junho de 2011 - R$ mil Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (10.294) (5.549) BRAM Bradesco Asset Management DTVM S.A. ........................... 331 290 Crédito tributário de contribuição social MP nº 2.158-35 Bradesco S.A. CTVM........................................................................ 1.119 63.695 2011 2012 Total Miramar Holdings S.A. ..................................................................... 3.052 2.393 Valor.............................................................................................................................. 19.625 6.788 26.413 Ágora CTVM S.A. ............................................................................ 532 491 A projeção de realização de crédito tributário trata-se de estimativa e não é diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. Outras coligadas e controladas ........................................................ 22 18 O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, somaram R$ 130.018 mil sendo Aluguel: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 44 25 R$ 104.161 mil de diferenças temporárias e R$ 25.857 mil de crédito tributário de contribuição social MP nº 2.158-35. b) Remuneração do pessoal-chave da Administração e) Obrigações fiscais diferidas Anualmente na Assembleia Geral Ordinária é fixado: A sociedade possui obrigações fiscais diferidas de imposto de renda e contribuição social no montante de R$ 3.080 mil relativas a: Ajuste a valor de mercado • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, aos dos títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos - R$ 347 mil e atualização monetária de depósitos judiciais de R$ 2.733 mil. membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários 27) OUTRAS INFORMAÇÕES e Administradores da Instituição. Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, alguns procedimentos contábeis e suas interpretações foram Para 2011, foi determinado o valor máximo de R$ 23.000 mil (2010 - R$ 28.000 mil) para remuneração dos Administradores (proventos e gratificações) e de emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovadas pelo CMN. R$ 7.000 mil (2010 - R$ 6.000 mil) para custear planos de previdência complementar de contribuição definida. Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: Benefícios de Curto Prazo a Administradores • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); Em 30 de junho - R$ mil • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); 2011 2010 • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); Proventos................................................................................................................................................. 2.021 2.165 • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); Gratificações............................................................................................................................................ 11.825 11.250 • Resolução nº 3.973/11 - Evento subsequente (CPC 24); e Contribuição ao INSS .............................................................................................................................. 3.116 3.018 • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento baseado em Ações (CPC 10). Total ........................................................................................................................................................ 16.962 16.433 Contribuição ao COFINS......................................................................................................................... Impostos sobre serviços - ISS................................................................................................................. Contribuição ao PIS................................................................................................................................. Impostos e taxas ..................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

Benefícios pós-emprego 2011 Planos de previdência complementar de contribuição definida............................................................... Total ........................................................................................................................................................

1.523 1.523

Em 30 de junho - R$ mil 2010 1.180 1.180

Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e, nem tampouco, se a utilização dos mesmos será de maneira prospectiva ou retrospectiva. Com isso ainda não é possível quantificar os impactos contábeis da utilização desses pronunciamentos nas demonstrações contábeis da Instituição.

A DIRETORIA Oswaldo Tadeu Fernandes – Contador – CRC 1SP271968/O-5

A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração baseada em ações para seu pessoal-chave da Administração.

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores do Banco Bradesco BBI S.A. Osasco - SP Examinamos as demonstrações contábeis do Banco Bradesco BBI S.A. (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.

Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Bradesco BBI S.A. em 30 de junho de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

Outros assuntos Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas Demonstração do valor adicionado contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou Examinamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da Administração para o semestre findo em 30 de como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. junho de 2011, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em Responsabilidade dos auditores independentes relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja Auditoria dos valores correspondentes a 30 de junho de 2010 Os valores correspondentes ao semestre findo em 30 de junho de 2010, apresentados para fins de comparação, foram anteriormente auditados por outros planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas auditores independentes que emitiram relatório datado de 27 de julho de 2010, que não continha qualquer modificação. demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante São Paulo, 22 de agosto de 2011 nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, Cláudio Rogélio Sertório José Cláudio Costa também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a KPMG Auditores Independentes avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. CRC 2SP014428/O-6 Contador CRC 1SP212059/O-0 Contador CRC 1SP167720/O-1

p Battisti: 'agora, sou um caiçara' Battisti pode levar uma vida absolutamente normal, sem nenhum risco. Luiz Eduardo Greenhalgh,advogado do ex-terrorista.

olítica

O ex-terrorista conseguiu, na semana passada, os documentos com os quais pode morar definitivamente no País, e já vive uma rotina pacata à beira-mar

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esare Battisti, ex-terrorista italiano, já pode andar sem receio pelas ruas do Brasil. Desde a semana passada, está de posse da cédula provisória de estrangeiro, emitida pelo Ministério da Justiça, documento que lhe garante não ser barrado, nem preso, como cidadão clandestino. "Cesare Battisti pode agora levar uma vida absolutamente normal, sem nenhum risco", declarou o advogado Luiz Eduardo Greenhalgh, artífice do processo que culminou com a decisão do ex-presidente Lula em vetar sua extradição para a Itália, onde a Justiça o condenou por quatro assassinatos nos anos 70, quando integrava o grupo Proletários Armados pelo Comunismo. Na segunda-feira, 15 de agosto, Battisti foi à Polícia Federal, superintendência de São Paulo. Pegou senha e fila. Suas impressões digitais foram colhidas. Fotos. Procedimento de rotina. O ex-terrorista deixou o Complexo Penitenciário da

Alan Marques/Folhapress - 09/06/11

Papuda, em Brasília, na madrugada de 9 de junho deste ano, após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que rejeitou o recurso com pedido de extradição dele para a Itália. O Ministério da Justiça informou que o documento foi emitido e retirado no mesmo dia. A primeira emissão é provisória, com efeito permanente e a segunda, definitiva, ocorre no prazo de até 180 dias. Segundo Greenhalgh, "o RNE permite que ele possa abrir conta bancária, alugar uma casa e trabalhar. Agora, ele está atrás de tirar o CPF". No momento, escrever é a meta do italiano, que já tem vários livros publicados na Itália. Seu projeto particular é viver da literatura. Ao pé do Muro é seu mais recente trabalho – narra sua vida na prisão. Praia – Reportagem da revista Piauí mostra um Battisti encantado com os brasileiros. "São formidáveis, não conheço povo mais alegre, simpático e sociável", declarou ao jornalista Mário Sergio Conti. Nas últimas semanas ele

também teve a companhia das duas filhas, que vivem na França e vieram passar o mês de férias com ele. Férias e Battisti são os temas da matéria de Conti: "Julho é época de chuva, frio, vento, praias vazias e um tanto lúgubres. Battisti pegou dez dias seguidos de céu de chumbo e chuvinha. E poucas vezes na vida se sentiu tão bem. Mal clareava o dia, e lá estava ele, na praia deserta caminhando infatigavelmente. À tarde, a mesma coisa. À noite, idem". Diz Conti que essa movimentação lhe valeu o apelido de 'piradinho', dado por um menino do vilarejo. Os dois faziam passeios, conversavam, simulavam lutas, jogavam pedras no mar. Ficaram amigos. "Battisti escolhe o peixe recém-pescado que limpa, refoga e assa. Prepara arroz, salada e serve a refeição, para deleite dos eventuais convidados. Lava a louça, arruma a cozinha – e está pronto para mais uma caminhada", relata Conti. Depois de acompanhar um dia na vida do ex-terrorista, o

jornalista descreve o fim de tarde, quando o menino amigo chega com a irmã e os pais e grita: 'Ô piradinho! Ô piradinho!'. Conversam sobre fauna e flora. O italiano conta que viu golfinhos. O pai do menino diz que, não muito longe, é possí-

vel ver até onças". "Onças?", pergunta Battisti, incrédulo. O rapaz o convida a expedição para ver onças e avisa: "a única coisa chata são muriçocas e pernilongos". Battisti aceita na hora. "Os insetos não me picam: eu sou um caiçara".

Battisti, totalmente integrado. Do regime carcerário, para a vida simples, numa casinha no litoral paulista: "Os insetos não me picam: eu sou um caiçara".


p Ministros vão ao Congresso se explicar DIÁRIO DO COMÉRCIO

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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Pra mim, Pedro Novais participa, ele tem responsabilidade no aconteceu no Turismo. Deputada Rose de Freitas (PMDB-ES), vice-presidente da Câmara

olítica

Pedro Novais (Turismo), Afonso Florence (Desenvolvimento Agrário) e Paulo Bernardo (Comunicações) serão questionados hoje sob suspeita de desvio de conduta Ed Ferreira/AE - 17.08.11

D

e p o i s d e p e rd e r bia. Pra mim, ele participa, ele quatro ministros tem responsabilidade no aconnum prazo de dois teceu no ministério do Turismeses e dez dias – mo. Se eu vou montar uma três deles por suspeita de en- equipe e tem pessoas assim, volvimento em irregularida- então eu não aceito", argumendes e outro por falar mal dos tou a deputada. A oposição promete ser dura colegas –, a presidente Dilma Rousseff verá hoje mais três com os ministros. O líder do auxiliares diretos darem expli- PSDB na Câmara, Duarte Nocações no Congresso – todos, gueira (SP), cobrou uma faxina pelo mesmo motivo: suspeita séria por parte da presidente. Para ele, levando-se em conta de desvio de conduta. São eles: Pedro Novais (Tu- as notícias divulgadas no final rismo), Afonso Florence (De- de semana, Dilma está fazendo senvolvimento Agrário) e uma "limpeza de fachada", porque dá trataP a u l o B e r n a rd o mento diferente (Comunicações). aos ministros que Ontem, Bernarcometeram deslido e a ministra da O Pedro zes iguais. Casa Civil, Gleisi Novais Duarte NogueiHoffmann, foram precisa sair. ra verbalizou as obrigados a divulEle tem uma queixas do PR, que gar nota sobre o teve a cúpula dos uso de jatinhos prihistória Transportes degovados na campapolítica e de lada assim que foi nha eleitoral, em vida e para p u b l i c a d a a p r imais um dia de tenreafirmá-la meira notícia com são na Esplanada. suspeitas de irrePara aumentar não pode gularidades comeum pouco a crise, ficar nessa as cobranças por de não sabia. tidas pelos dirigentes do setor – todos uma faxina para ROSE DE FREITAS eles vinculados ao v a l e r, q u e s e j a partido. igual para todos os Apoio – Ao contrário do que partidos, começaram a apareocorreu com o PR, quando as cer até mesmo na base aliada. A vice-presidente da Câma- denúncias atingiram o minisra, Rose de Freitas (PMDB-ES), tro da Agricultura, Wagner cobrou ontem o afastamento Rossi, que é do PMDB, a presido ministro do Turismo, Pedro dente Dilma deu todo apoio a Novais, cuja indicação foi ban- ele. Rossi saiu somente quancada pelo líder do PMDB na do não havia mais como susCâmara, Henrique Eduardo tentá-lo. Agora, há denúncias Alves (RN) e pelo presidente de que o ministro Paulo Berd o S e n a d o , J o s é S a r n e y nardo utilizou jatinhos de uma empresa que presta serviços ao (PMDB-AP). "O Pedro Novais precisa governo e nada foi feito por sair. Ele tem uma história polí- parte da presidente contra ele. "A crise ética parece não ter tica e de vida e para reafirmá-la não pode ficar nessa de não sa- fim, surgem novas denúncias

Pedro Novais: primeiro a depor, hoje, a respeito da Operação Voucher da Polícia Federal, que prendeu 36 pessoas acusadas de desvio de dinheiro do ministério.

semanalmente e pouco ou quase nada tem sido feito de prático", afirmou Nogueira. "A presidente precisa definir se vai mesmo tomar as medidas necessárias ou permanecer refém de um ministério corroído por fraudes. Ministério montado conjuntamente por seu antecessor e ela, é importante lembrar", alertou. O primeiro a depor será Pedro Novais. Ele responderá na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado, a partir das 8h30, a respeito

OAB cobra reembolso de Roseana

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presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ophir Cavalcante, defendeu ontem que a governadora do Maranhão, Roseana Sarney, devolva aos cofres de seu estado os gastos com um helicóptero da Polícia Militar para transportar seus pais até a Ilha de Curupu aos fins de semana. "A Ordem espera que a governadora reponha o que foi gasto ao estado para que essa situação não se repita mais".

A aeronave foi adquirida no ano passado para combater o crime e socorrer emergências médicas. Foi paga com recursos do governo estadual e do Ministério da Justiça e custou R$ 16,5 milhões. Numa das viagens, Sarney foi acompanhado de um empresário que tem contratos milionários no Maranhão. No desembarque das bagagens de Sarney atrasou o atendimento de doente com traumatismo craniano e clavícula

quebrada, que fora socorrido pela PM. "Eu estou como chefe do Poder Legislativo, tenho direito a transporte e segurança em todo o País; de representação, não somente a serviço", retrucou Sarney. "Aonde vai o presidente, ele não tem direito a transporte, segurança pública? Eu também sou chefe!". "É lamentável ainda ver o público sendo uma extensão do privado. Isso é cultural no País", sentenciou o presidente da OAB. (Folhapress)

Negromonte: 'Disputa no PP vai acabar em sangue' Ministro culpa grupo que apoiava seu antecessor por denúncias na Veja

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ministro Mário Negromonte disse ontem que a briga interna no PP pelo controle do Ministério das Cidades "vai terminar em sangue". Em entrevista a uma rádio de Salvador, Negromonte culpou o grupo que apoiava a manutenção do seu antecessor no cargo – o também pepista Márcio Fortes – pelas denúncias que foram publicadas na edição da revista Veja desta semana. Segundo reportagem, o atual ministro ofereceu um "mensalinho" de R$ 30 mil para políticos do grupo rival no PP. O suborno seria pago em troca de apoio para a

permanência de Negromonte no cargo. "Fica um falando da vida do outro. Vai terminar em sangue e isso é muito ruim'', afirmou ele. A assessoria do ministério contemporizou. Com "terminar em sangue", Negromonte quis dizer que a disputa no PP pode ser prejudicial para o partido e "respingar" nos congressistas. Na entrevista, o ministro afirmou que a briga no partido começou devido à saída do seu antecessor no ministério, "que gostaria de ter ficado no cargo".

O PP está rachado na Câmara há duas semanas, desde que o grupo ligado a Márcio Fortes assumiu a liderança da bancada e emplacou o nome do paraibano Aguinaldo Ribeiro, aliado de Fortes. Para Negromonte, a presidente não se mostra favorável à sua saída do ministério. "Se ela desejasse que eu não ficasse, diria. Quem conhece a personalidade dela, uma pessoa muito dura e muito justa, sabe que ela diria 'eu não quero você' ". (Folhapress)

Dida Sampaio/AE - 10/08/11

Se a presidente Dilma quisesse que eu não ficasse, diria. Quem a conhece, sabe que diria: 'eu não quero você'. MÁRIO NEGROMONTE

Mário Negromonte: 'Fica um falando da vida do outro. É muito ruim'

da investigação feita pela Operação Voucher da Polícia Federal, que prendeu 36 pessoas suspeitas de desvio de dinheiro de convênios do ministério. Para explicar denúncias de venda irregular de lotes destinados a assentamentos, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, falará na Comissão de Agricultura do Senado. Ele estará acompanhado do presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Celso Lisboa Lacerda.

Jatinhos – Paulo Bernardo (Comunicações) falará na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara às 15 horas sobre radiodifusão digital. Mas a oposição quer sitiá-lo com perguntas sobre o uso de jatinhos privados na campanha eleitoral do ano passado. Reportagem da revista Época neste fim de semana apontou que, quando era ministro do Planejamento, Bernardo viajou em aviões da Construtora Sanches Tripoloni, que presta serviços ao governo,

principalmente na área de infraestrutura. Em nota oficial, o ministro assegurou que jamais viajou em aviões de empresas que prestam serviço ao governo. Mas admitiu que, nos finais de semana, durante a campanha eleitoral, utilizou aeronaves de várias companhias – embora não tenha condições de dizer de quais. Paulo Bernardo disse que todas as viagens foram pagas pela coligação dos partidos em campanha no Paraná. (AE)

Pastor paga a fiança O valor de R$ 109 mil foi pago com a ajuda de parentes, servidores públicos.

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pastor Wladimir Furtado, um dos suspeitos presos na Operação Voucher da Polícia Federal, conseguiu ontem pagar a fiança de R$ 109 mil estipulada pela Justiça para que ele permanecesse solto. No dia 13 de agosto, a mulher de Furtado depositou um cheque-caução para cobrir o valor. O casal, segundo o advogado do pastor, passou os nove dias seguintes tentando arrecadar o dinheiro. Furtado é presidente da Cooperativa de Negócios e Consultoria Turíst i c a ( C o n e c t u r ) , e m p re s a apontada pela PF como uma das entidades de fachada usadas para desviar recursos de convênios do Ministério do Turismo. O pastor foi um dos 18 presos preventivamente. Segundo o advogado de Furtado, Maurício Pereira, o

Wilson Pedrosa/AE - 14/8/11

Pastor Wladimir Furtado nega qualquer envolvimento nas fraudes

valor do cheque foi pago com a ajuda de parentes do pastor que trabalham no serviço público e fizeram empréstimos consignados em folha de pagamento. De acordo com Pereira, o esforço para arrecadar o dinheiro foi "sobre-humano" e o valor impôs um "estado de mi-

séria" à família. O advogado afirma que já entrou com uma ação para a devolução do dinheiro. Segundo Pereira, o valor e a exigência de fiança para a soltura de Furtado foram "ilegais". Ele nega qualquer envolvimento nas fraudes nos convênios. (Folhapress)

Preso dono da 'ilha da fantasia' Empresário, que já era considerado foragido, se entrou ontem à PF, em Salvador.

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empresário Paulo Sérgio Costa Pinto Cavalcanti, o Paulinho Metanol, se entregou ontem à Polícia Federal. Proprietário da Sasil Comercial e Industrial de Petroquímicos Ltda, acusada de encabeçar o esquema de fraude fiscal de R$ 1 bilhão que deflagrou a Operação Alquimia da PF se apresentou no Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães, em Salvador. Ele desembarcava de uma viagem de negócios à Espanha. Paulo Sérgio foi preso porque havia um mandado de prisão expedido contra ele pela Justiça Federal – o empresário já era considerado foragido. De acordo com o inquérito, a família de Costa Pinto integra a cúpula do esquema de sonegação, que utilizava empresas de fachada para sonegação de impostos. Ele estava fora do País quando foi defla-

Divulgação Polícia Federal/AE

Ilha na Baía de Todos os Santos é avaliada em R$ 15 milhões

grada a Operação Alquimia, que resultou na prisão de 16 pessoas – entre elas um irmão do empresário, Ismael Cavalcanti Neto – e na apreensão e confisco de bens. A PF conseguiu anteontem o prolongamento da prisão temporária de Ismael César, proprietário de empresas apontadas como beneficiárias do es-

quema de sonegação. Na operação, foi confiscada uma ilha, na Baía de Todos os Santos, avaliada em R$ 15 milhões, que supostamente pertence a Paulo Sérgio Costa Pinto. Lá foram encontrados, entre outras coisas, 2,4 kg em barras de ouro e prata, armas e quadriciclos. (AE)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 23 de agosto de 2011

11 AJUDA Obama diz que Casa Branca tem a intenção de ajudar rebeldes com o patrimônio líbio bloqueado pelo Tesouro no início do ano

nternacional Bob Strong/Reuters

Dia de caça a Kadafi em Trípoli Confusão sobre paradeiro dos filhos do ditador marcaram a segunda-feira

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uamar Kadafi foi alvo de uma caçada humana ontem, enquanto seus últimos soldados ofereciam uma desesperada resistência na capital ao avanço das forças rebeldes, já reconhecidas pelas principais potências mundiais como legítimos senhores da Líbia e das suas riquezas petrolíferas. Dois dias depois das primeiras incursões rebeldes na capital, que se somavam a uma rebelião dentro da cidade, os tanques e franco-atiradores do regime parecem dominar apenas pequenas áreas, inclusive o complexo governamental de Bab al Aziziya. O paradeiro do próprio Kadafi é desconhecido. Mohamed, o filho mais velho de Kadafi, fugiu ontem de sua residência em Trípoli após ter sido cercado por forças rebeldes. Segundo o Conselho Nacional de Transição, Mohamed e seu irmão Saif al-Islam foram detidos no domingo, em Trípoli. Ontem, no entanto, além de admitirem que Mohamed escapou, os representantes do conselho não souberam responder a acusações de que Saif não foi preso como eles alegavam. Correspondentes internacionais enviados a Trípoli teriam visto o filho mais novo do ditador em liberdade no complexo residencial do pai na noite de ontem. Outro filho, Saad, também teria sido capturado pelos rebeldes. Um quarto filho, o temido comandante militar Khamis, pode ter sido morto, e seu corpo teria sido achado junto com o do poderoso chefe de inteligência Abdullah al Senussi, segundo a emissora de TV Al Jazeera.

Adem Altan/AFP

tração, inclusive os assuntos militares e a segurança", disse ele. Já há sinais de retomada da produção d e p e t ró l e o , base da economia do país. A Itália disse Pôster de Muamar Kadafi é queimado na Turquia que uma equipe da italiana Os civis, que no domingo Enni chegou à Líbia para exasaíram às ruas para celebrar o minar a possibilidade de reatifim da ditadura, passaram a var suas instalações. Hotel – Jornalistas internasegunda-feira dentro de casa, assustados com as explosões e cionais baseados no Hotel Rias rajadas de metralhadoras, xos, um dos últimos redutos num dos mais intensos comba- dos defensores do ditador, estes desde a entrada dos rebel- tão sendo impedidos de deixar o local. Conforme os tiroteios e des na cidade. "Acabou" – O presidente dos bombardeios se aproximam EUA, Barack Obama, disse que do hotel, repórteres de jornais, o conflito ainda não terminou, emissoras de rádio e TV e mas que o regime de Kadafi, agências de notícias de diveriniciado há 42 anos, acabou. Ele sos países informam por meio conclamou o coronel a se ren- de suas contas no Twitter que a der para encerrar o derrama- situação em Trípoli está cada mento de sangue, após seis me- vez mais insustentável. Matses de uma guerra civil em que thew Chance, da CNN, disse os rebeldes tiveram apoio mili- no Twitter que os enfrentamentos saíram do controle. tar decisivo da Otan. De acordo com o New York TiNa cidade de Benghazi, "capital" dos rebeldes no leste do mes, os jornalistas que estão no país, um membro do CNT dis- local trabalham num clima de se que vários representantes extrema tensão, sem luz elétrida oposição se infiltraram nos ca e próximos ao chão já que o últimos dias em Trípoli para hotel passou a ser alvo de balas manterem contatos com auto- perdidas nas últimas horas. A maioria dos repórteres que ridades até então leais a Kadafi, a fim de evitar uma situação optaram por cobrir o conflito de forma de caos na cidade. Shamsiddin Abdulmolah mais segura, com disse que funcionários inclina- autorização ofidos a desertarem foram con- cial do governo, vencidos a continuarem nos estavam sendo seus cargos e ajudarem na ad- mantidos no hoministração da capital. "Cada tel, sob vigilânbairro tem seu pequeno conse- cia das forças do lho, e hoje tomamos a adminis- ditador. (Agências)

Rebeldes montaram barreiras pela capital e comemoraram a tomada de centro de treinamento do exército Reuters

Reuters

Em Benghazi, "capital" dos insurgentes no leste do país, comemoração pelo triunfo dos rebeldes em Trípoli.

EUA estudam liberar US$ 37 bi Casa Branca quer ajudar rebeldes com patrimônio líbio bloqueado pelo Tesouro

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Ditadores derrubados até agora: Ben Ali (Tunísia), Saleh (Iêmen), Kadafi e Mubarak (Egito)

Novo estágio da Primavera Árabe Movimento pró-democracia deve mirar suas forças contra sírio Bashar Assad

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Primavera Árabe atingiu um novo patamar após a entrada dos rebeldes em Trípoli e a iminente queda do ditador Muamar Kadafi. A Tunísia e o Egito, os primeiros a despertarem, estão seguindo em frente – o Egito de maneira mais convincente que a Tunísia. O Iêmen está praticamente à beira do caos depois de que o

presidente Ali Abdullah Saleh ficou gravemente ferido durante um ataque e fugiu às pressas para a Arábia Saudita, onde se recupera após tratamento médico. Uma boa razão para apoiar os rebeldes líbios era humanitária, mas sempre houve também um outro motivo – pragmático: Egito e Tunísia, embora muito frágeis para tomar

parte no conflito, apoiam fortemente os rebeldes, e sonham com uma faixa democrática no norte da África, que iria do Marrocos ao Egito. Segundo a revista Economist, "o renascimento da Líbia trará de volta o comércio e o pagamento de remessas entre os vizinhos. A queda de Kadafi vai impulsionar a democracia e a energia juvenil no mundo árabe".

governo dos EUA está se empenhado em providenciar os "recursos essenciais" para os rebeldes líbios, mas precisa solucionar questões jurídicas antes de poder liberar bilhões de dólares em bens congelados em nome do regime de Kadafi, informaram autoridades locais. Em um discurso proferido ontem no balneário de Martha's Vineyard, onde passa férias, o presidente Barack Obama mencionou a intenção da Casa Branca de ajudar os rebeldes com o patrimônio líbio bloqueado pelo Tesouro no início do ano, mas não entrou em detalhes. "Nós estamos tentando acelerar nossa capacidade de conseguir os recursos essenciais para o Conselho Nacional de Transição, particularmente com fins humanitários, para a manutenção dos serviços essenciais", declarou mais tarde Victoria Nuland, porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, em entrevista coletiva. US$ 37 bi – Desde fevereiro, o Tesouro norte-americano já congelou US$ 37 bilhões em

Kevin Lamarque/Reuters

Andre Cowie/AFP

Denis Balibouse/Reuters

Obama, Cameron e Ban Ki-Moon dizem em coro que era Kadafi está com os dias contados.

bens do governo líbio. O primeiro-ministro britânico, David Cameron, afirmou que o regime de Kadafi está caindo e ele deve deixar claro que desistiu de controlar a Líbia. Segundo Cameron, o futuro de Kadafi será decidido pelo CNT dos rebeldes, presidido por Mustafa Abdel Jalil. Cameron disse que a principal tarefa agora era apoiar o desejo do povo líbio por uma transição efetiva para um país democrático e inclusivo. Na opinião dele, esse processo deve ser liderado pelos

próprios líbios, com o apoio coordenado da ONU. O premiê fez coro ao presidente norte-americano e também disse que em breve a comunidade internacional poderia liberar ativos congelados pertencentes ao povo líbio. Alemanha – Um porta-voz do governo alemão, Steffen Seibert, disse em Berlim que o regime de Kadafi mostra sinais de que está perto do fim. "Cada hora custa vidas", afirmou Seibert, porta-voz da chanceler Angela Merkel, em entrevista coletiva. Já o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon, convocou uma reunião de cúpula sobre a situação na Líbia que será realizada nesta semana à qual devem comparecer os líderes da União Africana, a Liga Árabe e de outros grupos regionais. ""É crucial agora que o conflito termine sem mais perdas de vidas. Este é um momento de esperança, mas há riscos adiante", disse Ban ao anunciar a reunião e oferecer ajuda da ONU para a transição após o conflito. (Agências)


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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Avisem o Lula para pegar suas armas e ir defender seu amigo do peito (Kadafi), que precisa da sua ajuda Líbio anti-Kadafi Sadq Jamal, em Brasília nternacional Adem Altan/AFP

Brasil ainda avalia se apoiará os rebeldes O Itamaraty consulta parceiros internacionais para avaliar o reconhecimento do governo rebelde na Líbia

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Itamaraty está consultando os principais parceiros internacionais para avaliar o reconhecimento do governo rebelde na Líbia. De acordo com Tovar Nunes, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, ainda não há posicionamento oficial em relação ao tema. Segundo o ministério, o Brasil está "colhendo mais elementos" com membros do fórum IBAS (Índia, Brasil, África do Sul), do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e da Liga Árabe para que então o país se posicione. De acordo com Nunes, o Ministro de Relações Exteriores, Antonio Patriota, está "em consulta" com esses países para decidir se anuncia oficialmente apoio aos que se opõem ao regime do ditador Muamar Kadafi. Ontem, o Secretário-Geral da Liga Árabe, Al Araby, reconheceu o novo governo líbio. A queda de Kadafi também foi reconhecida pela Tunísia, pelo Egito e pela Autoridade Palestina. Os reconhecimentos foram consequência da tomada de Trípoli por opositores ao ditador. Nunes adiantou que a decisão da Liga Árabe de apoiar rebeldes líbios vai influenciar a posição do Brasil. "Isso não significa que automaticamente nós reconheceremos. É um elemento importante, mas não é o único. Continuaremos nossas consultas." Embaixada – Cercado de subordinados que apoiam o exército rebelde, o embaixador da Líbia no Brasil, Salem El Zubeide – partidário de Kadafi –, desistiu de permanecer na sede da embaixada em Brasília e passou a despachar da resi-

Manifestante pró-rebeldes em frente à embaixada líbia em Ancara Reuters

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Líderes do Conselho: Jalil (1), Jibril (2), Tarhouni (3), Ghoga (4)

CNT está pronto para formar governo de transição

José Maria dos Santos

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o iniciar-se no curso de geografia na Universidade de São Paulo em fins dos anos 80, Gunther Rudzit, 43 anos, aspirava ser um especialista em estudos de relevos, de climas ou de sensoriamento remoto. O destino empurrou-o para a geopolítica, na qual vem obtendo um reconhecimento que talvez não fosse possível nas especialidades citadas. Não que lhe falte competência. Mas nelas não há o impacto de uma ciência como a geopolítica, que parece estar regendo o planeta. Gunther, que já foi assessor do Ministério da Defesa, é atualmente coordenador do curso de Relações Internacionais da Funda-

dência oficial. A representação diplomática está tomada por cerca de 30 líbios contrários ao governo desde a noite da última sexta-feira. Informados sobre as manifestações de ontem, em que crianças e adultos rasgaram fotos de Kadafi em frente à embaixada, diplomatas brasileiros foram até a legação conversar com Zubeide. A informação do Itamaraty é que o embaixador ainda é o representante líbio no País, já que, para o governo brasileiro, uma alteração só acontece quando é feita uma comunicação oficial. Apesar das manifestações, o ambiente na embaixada era calmo. Dos seis diplomatas líbios presentes no País, apenas o embaixador e outro funcionário ainda são partidários de Kadafi. Outros quatro defen-

ção Armando Álvares Penteado (FAAP). Seu currículo ainda anota doutorado em ciências políticas pela USP e mestrado em segurança nacional pela Georgetown University, dos Estados Unidos. Os jornalistas se habituaram a consultá-lo sobre questões onde o mundo esteja pegando fogo. É o caso da Líbia (e da posição Brasileira), na entrevista que se segue. Diário do Comércio - Muamar Kadafi pode cair a qualquer momento. O que poderá ocorrer após o desfecho? Gunther Rudzit - Essa perspectiva ainda é incerta. A única certeza é a queda de Kadafi, um processo sem volta desde que houve a intervenção da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte). Hoje, a permanência de Kadafi no poder, e sua reafirmação, significam mortandade. Diário - Desde o início dos conflitos, o Brasil estabeleceu uma espécie de neutralidade na luta entre governo e rebeldes. O que o senhor pensa disso? Gunther - Desde o início, o Brasil se posicionou em uma linha alternativa à política do uso da força, adotada via Otan.

Luiz Prado/Luz-06.04.2011

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estará em Paris amanhã para uma reunião com Sarkozy. Um encontro com Berlusconi deverá ocorrer em Roma até o final da semana. Além disso, o governo francês pediu a convocação de uma reunião extraordinária do grupo de contato para a Líbia. O premiê francês, Alain Juppé, disse que a França quer sediar um encontro do grupo de c o n t a t o – re união informal de países que apoiam o CNT – na próxima semana para discutir a situação após a entrada de rebeldes líbios em Trípoli e o apoio para que as autoridades de transição ajudem a construir uma democracia no país. Apoio – "O CNT precisará do apoio da comunidade e de ajuda. Nós estamos determinados a nos comprometer com esse apoio", disse Juppé, acrescentando que o encontro – que deve incluir as Nações Unidas, a União Europeia, a Liga Árabe, a União Africana e os EUA – estabelecerá uma espécie de rota para a construção de uma nova Líbia. "Ela tem recursos e é um país potencialmente rico. Precisa de ajuda para fomentar um futuro próspero e democrático." (Agências)

Salem El Zubeid, embaixador da Líbia no Brasil, deixa a embaixada, que já ostenta a bandeira rebelde

dem o governo rebelde e foram os responsáveis pela tomada da embaixada. Os diplomatas contrários ao ditador e líbios radicados no Brasil trocaram na noite de domingo a bandeira verde, símbolo da era Kadafi, pela bandeira usada pelos rebeldes desde o começo da revolução, em fevereiro. A troca foi feita após a capital Trípoli ter sido tomada pela liderança contrária ao ditador. A bandeira da Líbia de Kadafi foi jogada no lixo, junto com camisetas, cartazes e fotos do coronel. De acordo com Adel Swasy, diplomata líbio, ainda que o embaixador no Brasil seja próKadafi, a bandeira rebelde será mantida. "Isso aqui (a embaixada) se chama terra líbia, não terra do embaixador", disse o diplomata Swasy. Os líbios contrários ao regi-

me de Kadafi se mostraram insatisfeitos em relação ao posicionamento brasileiro – em especial, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – de defesa da soberania do regime do ditador. Recado para Lula – "Avisem o Lula para pegar suas armas e ir defender seu amigo do peito (Kadafi), que precisa da sua ajuda. E o embaixador da Líbia no Brasil está buscando asilo na Venezuela", ironizou o líbio Sadq Jamal. A referência à Venezuela se deve ao apoio incondicional demonstrado pelo líder venezuelano, Hugo Chávez, ao ditador líbio. Chávez, advertiu no domingo que o "imperialismo dos Estados Unidos e seus aliados da Europa estão perpetrando um massacre na Líbia com o fim de tomar o controle das riquezas petrolíferas do país". (Agências)

O 'ator' brasileiro não entrou em cena

E o virtual líder da Líbia pós-Kadafi é Mustafa Abdel Jalil, atual presidente do conselho que representa o movimento de oposição ao ditador Conselho Nacional de Transição (CNT), que repres e n t a o m o v imento de oposição ao líder líbio Muamar Kadafi, sediado em Benghazi, no leste do país, irá se estabelecer na capital Trípoli para fazer um governo de transição. A informação foi dada em Londres por Mahmud Nacua, representante do CNT. "Há um plano. Não haverá vácuo de poder." O possível líder da Líbia pós-Kadafi é o atual presidente do CNT, Mustafa Abdel Jalil, de 59 anos. Ele foi ministro da Justiça e o primeiro membro do alto escalão a desertar – em 15 de fevereiro, quando foi enviado para negociar com os primeiros rebeldes em Benghazi. Jalil ajudou a criar o CNT e se tornou o político mais odiado por Kadafi, que ofertou 300 mil libras por sua captura. O chefe do comitê executivo do CNT, Mahmoud Jibril, deverá ser recebido nos próximos dias pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy, e pelo primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi. Jibril recebeu telefonemas ontem dos dois políticos europeus e

Elza Fiúza/ABr

Trata-se de uma política tradicional do Itamaraty que remonta ao Barão do Rio Branco (*). Na época o Brasil não quis parecer alinhado com as potências desenvolvidas e nem como apoiador de ditadores. Mas, ao abster-se de votar pela intervenção e não apresentar resoluções para resolver o caso líbio, perdeu-se na sua dubiedade, que é algo questionável. O ditador Assad, da Síria, está mostrando que sanções econômicas não surtem efeito. Cabe a pergunta: até quando ele vai massacrar? Vamos cruzar os braços e assistir a degradação de direitos humanos cuja preservação o Brasil sempre defendeu? A propósito, a posição brasileira desacreditou o País frente às populações ocidentais, cujos alicerces se apoiam nos direitos humanos. Diário - Aliás, o Brasil participou das inúteis negociações de paz na Síria. Gunther - Sim. Ao lado da Índia e da África do Sul. Assad prometeu encerrar a repressão feroz e não o fez. Essa experiência confirma que, em muitos casos, o diálogo não vai resolver. Diário - O senhor se referiu ao descrédito junto aos países do ocidente. O senhor vê alguma má consequência para nós? Gunther - Ao mesmo tempo em que o País perde credibilidade nas sociedades democráticas, ganha respaldo junto aos governos ditatoriais. Pode haver consequências políticas. França e Inglaterra, por exemplo, podem reverter o apoio dado ao sonho brasileiro de ganhar um assento no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas.

Diário - O senhor acha que interesses econômicos do Brasil na Líbia teriam influído na sua equidistância? Gunther - Não acredito que isso tenha pesado. Os europeus tinham interesses na Líbia, pois Kadaafi exportava petróleo e gás para eles. Era o "nosso ditador". É o mesmo caso do rei saudita. No entanto, os europeus não hesitaram em trocar o certo pelo incerto, pois ninguém sabe como será com os rebeldes que assumem o poder, ante a perspectiva dos massacres. Ora, o Brasil ficou em cima do muro Qual será a reação dos rebeldes, em assumindo ao poder, em relação ao Brasil? Valeria à pena preservar interesses em troca de incerta equidistância do ditador Kadhafi? Por outro lado, a conquista de mercado líbio com nossos produtos não teria força suficiente para derrubar os países desenvolvidos de suas posições nesse capítulo. Diário - E eventuais afinidades do governo Lula com Kadhafi teriam influído na posição brasileira? Gunther - Na verdade, a posição parecia se apoiar em dois objetivos: 1– a busca do assento no Conselho de Segurança que implicava na cooptação da Líbia e simpatizantes do regime; 2 – a definição, no sentido geopolítico, do eixo sul-sul contra o tradicional norte-sul, na busca brasileira de ser protagonista global. Posso dizer que o ator não se apresentou realmente. (*) José Maria da Silva Paranhos Júnior, (1845-1912), ministro das Relações Exteriores de 1902 a 1912.


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terça-feira, 23 de agosto de 2011

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VIDROS E CLARABOIA Além de portas de vidro, a estação Luz do metrô terá uma claraboia que vai irradiar a luz solar pelos 36 metros de altura do prédio.

idades Fotos de Newton Santos/Hype

MEDICINA A Unifesp entrou para o ranking das 500 melhores universidades do mundo.

Ó RBITA

PRESOS Foram presos dois suspeitos de roubar o apartamento do filho de Nelson Jobim, no Rio.

Helvio Romero/AE

A estação Luz já está em fase final de acabamento e limpeza. Ela entra em operação em setembro, junto com a estação República

CONCURSO: PASTEL DA MARIA É BICAMPEÃO

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Pastel da Maria, com barracas em quatro endereços de São Paulo, ganhou pela segunda vez o concurso de melhor pastel de feira da capital paulista. A final do evento, promovido anualmente pela Prefeitura, foi realizada ontem na praça Charles Miller e avaliou apenas os pastéis de carne de dez finalistas. Em segundo lugar ficou a Barraca da Soninha. Já os Pastéis Agena (barraca vencedora em

2010) ocupou o terceiro lugar. Os três primeiros colocados receberam R$ 8 mil, R$ 2 mil e R$ 1 mil, respectivamente. Os dez finalistas também poderão montar sua barraca em um ponto da cidade durante a Virada Cultural e a Parada Gay. A edição deste ano do concurso teve três etapas: a votação popular, júri e a final. Quem comprovou uma destinação correta do óleo da fritura ganhou bônus na nota. (Folhapress)

APREENSÃO NA FEIRA

SERINGAS

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O prefeito Gilberto Kassab afirmou ontem que 2,5 milhões de mercadorias ilegais foram apreendidas na Feira da Madrugada, no Pari. O pátio onde funciona a feirinha foi fechado no sábado, quando foi iniciada uma operação de combate à pirataria no local. A Prefeitura promete reabrir a feira até o final desta semana. (Agências)

FRIO

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sensação térmica chegou aos 9ºC na zona norte de São Paulo, ontem à tarde. No Aeroporto de Congonhas, na zona sul, os termômetros marcaram 13ºC, mas a sensação era de 10ºC. Nos próximos dias, o tempo não muda muito. A Capital deve registrar muita variação de nuvens e chuviscos isolados. A sensação ainda será de frio, com termômetros oscilando entre mínimas de 12ºC e máximas abaixo dos 22ºC. Apenas na quinta-feira o sol poderá voltar a predominar na cidade. (AE)

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médica de Brasília que colocou seringas em seu portão, com um cartaz afirmando que elas estavam infectadas com o vírus HIV, poderá receber punição do Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal. A penalidade possível vai de advertência à cassação do exercício profissional. O objetivo dela era reforçar a segurança. (Agências)

CASAS ROUBADAS

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capital paulista registrou no primeiro semestre deste ano uma média superior a oito roubos a residência por dia. Entre janeiro e junho, 1.520 casas foram atacadas por ladrões que fizeram famílias inteiras reféns. Só neste mês, até o dia 10, foram 93 crimes dessa modalidade, contra 73 no mesmo período de 2010. A parte nobre da zona sul é a mais atingida. Juntos, os bairros de Vila Sônia, Morumbi, Jabaquara, Campo Belo e Vila Clementino acumulam 16% – 240 do total das ocorrências. (Agências)

Tudo pronto para o metrô crescer mais um pouco Dentro de um mês começa a funcionar a estação Luz da Linha 4 (Amarela), que se estenderá até o Pari

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té ontem, a um mês na sua inauguração, a estação Luz da Linha 4 (Amarela) do Metrô, deveria ser o ponto final da rota. Mas ela acaba de perder seu lugar para a estação Pari, conforme comunicado feito pela companhia, anunciando o inesperado prolongamento da linha. Por seu lado, segundo o mesmo aviso, a estação Vila Sônia, deixa de ser a primeira da linha para dar vez à estação Taboão da Serra, na cidade vizinha, embora, neste caso, não haja inauguração prevista a curto prazo. As alterações informadas não diminuíram a expectativa sobre o funcionamento da Parada Luz. Na verdade, serão duas, pois a da República também será aberta ao público na mesma ocasião. Ambas vão atender das 4h40 da manhã até meia-noite. Com referência à Luz, que está chamando mais a atenção do que a República, haverá acesso pela avenida Cásper Libero e rua Brigadeiro Tobias. Duas coisas atraem particularmente os olhares: o jardim, que aliás, é uma característica da Linha 4, uma vez que o restante da malha não tem a destacada claraboia de vidro, que irradia a luz solar para os 36 metros de altura do prédio. Aliás, o vidro predomina no ambiente. Foi aplicado nos parapeitos e laterais das escadas rolantes dispostas entre o primeiro e o último nível da estação e está nas portas que substituem as tradicionais catracas. O piso dos quatro andares foi revestido de placas claras e as paredes receberam aplicações de cerâmica na cor laranja. Estima-se

Motos: 150% mais vítimas

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Prédio da estação Luz do metrô tem 36 metros de altura

que do total de usuários que passarão pela linha, cerca de 700 mil, 50% embarcarão pelas estações República e Luz. A C o m p a nhi a d o M e t rô acredita que, além dos agradáveis ares de modernidade, as duas estações trarão à malha subterrânea o importante benefício de reduzir, pelas suas posições estratégicas, em até 20% o fluxo da saturada estação Sé da Linha 3 (Vermelha). O mesmo deve acontecer nas estações Paraíso e Ana Rosa, da Linha 2 (Verde), por possibilitarem a baldea-

ção para a Linha 1 (Azul). Contudo, redução ainda maior poderá ocorrer em outro ramal da Linha 2 do metrô paulistano. A Parada Consolação, que faz sua correspondência com a Linha 4, poderá registrar uma queda de até 33% no movimento de passageiros. A estação Luz da Linha 4 propiciará outra vantagem aos usuários do transporte público: a transferência gratuita com a Linha 1 e três linhas da CPTM, respectivamente as 7 (Rubi); 10 (Turquesa) e 11 (Coral). (M. M.)

atendimento a vítimas de acidentes envolvendo motocicletas aumentou 150% em dez anos na capital paulista, segundo levantamento do Hospital das Clínicas de São Paulo, que acaba de lançar propostas para reduzir número de ocorrências. Segundo o relatório, em dez anos os atendimentos pré-hospitalares feitos pelo grupo de resgate do corpo de bombeiros a vítimas de acidentes com motocicletas aumentaram 148,6% no município de São Paulo. Em 2010 foram 18.081 ocorrências, contra 7.271 atendimentos realizados em 2001. Por conta do aumento nos casos de acidentes, o Hospital das Clínicas fez um estudo com uma série de propostas que visa à redução do número de acidentes envolvendo motociclistas. A ação é resultado do 1.º Fórum Saúde e Trânsito, promovido em junho pelo hospital. Entre as propostas estão a inclusão de formação de direção defensiva e exame de habilitação adequado às condições de trânsito que serão enfrentadas pelos motociclistas, com maior rigor na primeira habilitação. Outra sugestão é criar categorias na habilitação de motociclistas. (AE)

Indignação: MP apura morte de bezerro em Barretos

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promotora do Meio Ambiente de Barretos, Adriana Nogueira Franco, abre hoje inquérito civil para apurar possível crime de maus tratos a animais durante a 56ª Festa de Peão. Na noite de sexta-feira, um bezerro usado em uma das provas ficou paralítico depois que o peão César Brosco saltou sobre ele para completar a prova chamada bulldog, que visa imobilizar o bezerro no menor tempo possível. Durante a tentativa, o peão teria quebrado a coluna cervical do animal. O bezerro, de um ano e seis meses, com 300 kg, ficou paralisado e foi sacrificado. "Estamos baixando portaria abrindo inquérito civil para apurar as responsabilidades. A partir de hoje, vamos

Fotos de Edson Silva/Folhapress

O "bulldogueiro" César Brosco torce o pescoço do bezerro...

apurar como são as técnicas usadas neste tipo de prova, quais são as regras, e vamos verificar em quais condições essa prova foi realizada e como se deu a morte desse animal", disse a promotora.

Adriana disse que vai convocar testemunhas, organizadores e o peão que participou da prova para prestarem depoimento sobre o assunto. A promotora, que ficou sabendo da morte do bezerro

...que teve sua coluna quebrada, ficou tetraplégico e foi sacrificado

por meio de colegas promotores que estavam no evento, iniciou a coleta de informações publicadas na mídia para anexar ao inquérito. Segundo ela, as investigações vão apurar se houve in-

fração ao artigo 32 da lei 9.605/98, que estabelece como crime ambiental o maltrato aos animais. Segundo a lei, quem "praticar ato de abuso, de maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres,

domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos", deve ser punido com pena de detenção de três meses a um ano e multa A assessoria do clube Os Independentes, que organiza a festa, disse que o competidor César Brosco executou os procedimentos para completar a prova e que a decisão de sacrificar o animal foi tomada depois que veterinários constataram o estado avançado da paralisia do bezerro. O animal foi sacrificado por eutanásia, com um medicamento. O método, segundo a assessoria, é comum nestas ocasiões. Segundo o clube, foi a primeira vez que ocorreu acidente semelhante nos 56 anos da festa. (AE)


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terça-feira, 23 de agosto de 2011 AFP

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O homem invisível O artista chinês Liu Bolin transforma-se frequentemente em sua própria obra. Na mais recente, Platicized ("Plastificado"), para criticar a inclusão de aditivos nos alimentos, ele se camuflou em embalagens de refrigerante em um supermercado. http://bit.ly/6gXUTe

Logo Logo www.dcomercio.com.br

Olimpíada 2012, direto da China Chineses conferem bonecos dos mascotes da Olimpíada 2012. A China produzirá 65% das lembranças dos Jogos Olímpicos de Londres.

C IÊNCIA C ORPO

Lentas, mas já vêm com GPS

A Cabelo esculpido Cortes de cabelo de todo o mundo podem se candidatar a um post no blog Scalpture. Os organizadores do blog recebem fotos dos cortes de cabelo dos internautas e selecionam as cabeças mais esculturais.

s tartarugas têm um sensor do campo magnético da Terra que funciona como GPS natural e que é usado para navegação. Segundo o site da revista científica New Scientist, as tartarugas-cabeçudas jovens, por exemplo, usariam o sensor para ajustar a direção em que nadam, garantindo assim que sempre ficam em águas quentes durante sua primeira migração pela borda do Atlântico.

Com o tempo, o sensor permite a cada tartaruga construa um mapa detalhado da região que percorrem, em função das linhas de campo magnético. O que os cientistas ainda não sabem é como as tartarugas sentem o magnetismo, se esses sensores se localizam em alguma parte do corpo dos animais ou se a sensação é resultado de uma série de reações químicas. Mesmo assim, muitos pesquisadores acreditam que os

L INGUAGEM

'Retweet' entrou para o dicionário

T ECNOLOGIA

Mais 400 palavras entraram para o Concise Oxford English Dictionary, um dos mais tradicionais da língua inglesa. Além do verbo "retweet" – que significa passar à frente uma mensagem publicada no Twitter – fazem parte da lista "sexting" (enviar textos com conteúdo sexual) e "cyberbullying" (assediar moralmente alguém por meios eletrônicos).

Zico será técnico iOS 5, da Apple, com da seleção do Iraque alerta de terremoto O ex-jogador Zico disse ontem que acertou com a federação iraquiana de futebol para ser o novo técnico da seleção do Iraque e que agora falta apenas assinar o contrato. "Está tudo certo. Eu e meus advogados enviamos a minuta do contrato para lá. Da minha parte está tudo ok. Só falta assinar o contrato", afirmou Zico. Segundo Zico, ele deve dirigir a seleção do Iraque nas eliminatórias da Copa do Mundo e na Copa da Ásia e o contrato deve se estender até o Mundial de 2014 disputado no Brasil. (Reuters)

http://bit.ly/qe31pn

M ONUMENTO

http://scalpture.com/

F UTEBOL

receptores magnéticos existem na cabeça de tartarugas e, talvez, de outros animais, e que podem ser baseados em cristais de magnetita, que se alinham com o campo magnético da Terra. O mineral já foi encontrado em algumas bactérias e no nariz dos peixes como salmão e truta arco-íris, que também seriam capazes de sentir o campo magnético durante suas migrações.

Depois dos terremotos e do tsunami que atingiram o território japonês em março, deixando milhares de pessoas desabrigadas, a Apple adicionou ao seu iOS 5 uma opção de alerta de terremotos para os usuários do Japão. Depois de acionada, a ferramenta emitirá um alerta aos usuários dois minutos antes de um terremoto acontecer. O aplicativo diminui a bateria do aplicativo, pois está em constante conexão com o sistema de alertas de terremotos japonês.

http://bit.ly/qm6ZmX

G @DGET DU JOUR

Martin Luther King Árvores, pedra e água se combinam para simbolizar a mensagem do ativista político Martin Luther King em um monumento criado para homenageá-lo no National Mall, de Washington, EUA. A estátua será inaugurada no domingo pelo presidente Barack Obama. A inauguração coincidirá com o 48º aniversário do famoso discurso I have a dream ("Tenho um sonho"), que King pronunciou em 1963 no Lincoln Memorial. M UNDO ANIMAL

Proteção garantida

http://bit.ly/p0Spou

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C A R T A Z

A gorila Ihirwe ('Sorte', no idioma kinyarwanda), recebe tratamento de um especialista, Fabien Bahati [foto maior]. Ihirwe foi adotada por um refúgio para a espécie na cidade de Kinigi, Ruanda, onde outra gorila recém-nascida recebe os cuidados da mãe [foto menor]. Ruanda, Uganda e Congo têm hoje 780 animais da espécie protegidos.

Steve Terrill/AFP

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Cabo retrátil e formato arredondado tornam este carregador, criado pelo Jin Kuramoto Studio, um dos mais fáceis de transportar na bolsa ou em malas.

G ENÉTICA

Desvendado o mistério da cerveja Cientistas da Universidade Nova de Lisboa e da Universidade do Colorado decifraram o código genético de uma espécie de fermento utilizada na elaboração da bebida lager – de baixa fermentação. Sabia-se que as cervejas do tipo lager eram elaboradas a partir de um fermento híbrido, com metade de seus genes procedentes de um tipo comum e a outra metade procedente de uma espécie desconhecida. Utilizando técnicas moleculares, os cientistas sequenciaram o genoma de uma cepa da Patagônia, encontrando uma semelhança de 99,5% com a utilizada para fazer a cerveja lager na Europa. A espécie foi batizada Saccharomyces pastorianus. L OTERIAS

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Acesse www.dcomercio.com.br para ler a íntegra das notícias abaixo:

Fórum discute o monitoramento de redes sociais para a Copa de 2014

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Kirov Ballet em 'O Lago dos Cisnes' no Teatro Municipal. Praça Ramos de Azevedo, s/nº, Centro. 21h. Tel.: 33970300. R$ 150 a R$ 390.

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KIROV

Concurso 663 da LOTOFÁCIL

Punido, Felipão não comandará o Palmeiras no clássico de domingo

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Reynaldo Gianecchini enfim deu início ao tratamento quimioterápico

Concurso 2677 da QUINA 34

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15 ALQUIMIA Paulo Costa Pinto Cavalcanti, dono da Sasil, se entregou à Polícia Federal.

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ENERGIA EÓLICA Geração crescerá 600% no Brasil até 2014, segundo a Aneel.

Impostos, real e Custo Brasil encarecem produtos Itens iguais têm preço mais em conta no exterior do que no varejo nacional. Segundo especialistas, a carga tributária no País, os problemas de infraestrutura e a valorização do real explicam a diferença. Neide Martingo

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om a alta na renda, cada vez mais brasileiros têm acesso a viagens internacionais. Entre passeios e vitrines, muitos turistas perceberam que é comum encontrar lá fora os mesmos produtos que são vendidos por aqui. Mas o que chama a atenção são os preços: no exterior, é possível fazer economia. O presidente da Oakley, Salvador Parisi, disse que os impostos, a valorização do real e o Custo Brasil (soma de deficiências que encarecem o produto final) são os responsáveis por esse cenário. A fábrica da Oakley fica nos Estados Unidos e abastece lojas em 100 países no mundo. "Não é apenas a carga de tributos, mas também a complexidade deles. As empresas necessitam de grandes equipes para se adequar às novidades, além de consultorias, para que as atualizações sejam cumpridas", afirmou Parisi. "O governo deveria simplificar o projeto da reforma tributária no País. Com alíquotas menores, mais gente pagaria e a arrecadação aumentaria." Longo prazo – Essa é a saída que o empresário enxerga para que o problema seja resolvido. "Trata-se de uma solução que daria resultado a longo prazo – mas ela tem que ser iniciada o mais rápido possível." A outra causa dos preços mais em conta lá fora, disse Parisi, é a relação entre o real e o dólar. "Mas esse é um ponto que não pode ser mexido. A política cambial tem que ser mantida." Segundo Parisi, o Custo Brasil é outra grande preocupação. Para ele, existem poucos portos e aeroportos no

A barreira do frete e do ICMS

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em sempre comprar algo em Miami e solicitar a entrega no Brasil é interessante. Apesar da cotação do dólar baixa nas últimas semanas, uma simulação com 11 equipamentos feita pelo UOL Tecnologia mostrou que, em muitos casos, importar produtos é

um mal negócio, sobretudo por conta dos custos do frete e dos impostos no País. A pesquisa revelou que produtos de valor acima de US$ 500 não há vantagem na compra em um site dos Estados Unidos em relação à aquisição no País. Quem importar

Receita aumenta em 40% o IPI dos cigarros

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s preços dos cigarros ficarão 20% maiores no varejo a partir de 1º de dezembro deste ano, em função do aumento da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Segundo a Receita Federal, o IPI subirá 40% neste primeiro momento, com aumentos anuais até 2015. Haverá um novo aumento de imposto de 23% em 2013 e em 2014 e mais 18%, em 2015. Com isso, a Receita estima que o preço do cigarro no varejo subirá todo ano, acumulando alta de 55% em 2015. O auditor da Receita Federal, Marcelo Fisch, disse que haverá uma tabela progressiva, pela qual a alíquota do IPI será maior quanto mais barato for o maço de cigarro. A Receita fixou em R$ 3 o preço mínimo do produto a partir de 1º de dezembro deste ano. A partir de 2015, o valor mínimo terá que ser de R$ 4,50. "O governo quer estimular o aumento do preço do cigarro. O fabricante que aumentar o preço do cigarro terá reduzida a carga tributária sobre o produto", disse Fish. Segundo ele, o aumento dos preços deve levar à redução do consumo. A Receita estima que haverá um aumento na arrecadação de IPI de R$ 4 bilhões até 2015, passando dos atuais R$ 3,7 bilhões para R$ 7,7 bi-

Divulgação

Declaração do País deve discutir corte de ITR vai até 30 tributo na luz, diz ministra. de setembro ministra do

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Governo quer elevar preço para combater o consumo de tabaco

3 reais será o preço mínimo do maço de cigarro no País a partir de 1.º de dezembro deste ano, segundo nova tributação da Receita. lhões. Para 2012, o reforço no caixa será de R$ 1,6 bilhão. Empresas – O Decreto 7.555, publicado ontem no Diário Oficial da União, regulamenta a tributação sobre ci-

garros para as empresas que optarem pelo regime especial. O valor do imposto será obtido pelo somatório de duas parcelas: uma ad valorem (sobre o preço do maço no varejo) e uma específica por maço. A partir de 1º de dezembro até 31 de dezembro de 2012 incidirá uma alíquota de 6% sobre o preço de venda a varejo do cigarro, mais tarifa específica de R$ 0,90 por maço ou de R$ 1,20 por carteira em embalagem tipo box. Em 2013, o percentual de IPI passa para 7% mais R$ 1,05 por maço e R$ 1,25 por box. Em 2014, a alíquota sobe para 8% e R$ 1,20, por maço e R$ 1,30, por box. A partir de 1º de janeiro de 2015, a tributação será de 9% sobre o preço do cigarro. (AE)

produtos de valor entre US$ 501 e US$ 3.000, além de pagar imposto de 60%, deve desembolsar R$ 150 de taxa de despacho aduaneiro e pagar o Imposto de Circulação de Mercadoria e Prestação de Serviços (ICMS) do estado. Em São Paulo é de 18%.

País. Além disso, os serviços, de forma geral, como os de telecomunicação, são muito onerosos. "Os preços dos produtos lá fora podem chegar a ser três vezes mais altos. Para minimizar esse problema, a Oakley já reduziu a margem de lucro – para não perder clientes. Mas há um limite." Utop ia – O presidente do Conselho Regional de Economia de São Paulo (CoreconSP), Manuel Henriquez Garcia, analisou a questão dos tributos de forma pessimista. Para ele, a Constituição Federal não permite que se faça a reforma tributária. "A reforma hoje, portanto, é uma utopia." A indústria, de forma geral, sofre muito com o câmbio e com a carga tributária, afirmou o professor do Ibmec de Belo Horizonte, Marcos Renato Silva Xavier. "A produção de bens e serviços, em São Paulo, é uma das mais onerosas do mundo. A infraestrutura deficiente é outro ponto que torna os valores de grande parte da produção altos." Mas para o coordenador do curso de negócios internacionais e comércio exterior do GV-PEC (Programa de Educação Continuada) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Evaldo Alves, um componente a mais pode agravar a situação: a vontade de aumentar o lucro, "usando" como desculpa os impostos e o câmbio. "É claro que existem as dificuldades. Porém, é preciso levar em conta que o preço de um automóvel feito no Brasil, por exemplo, é menor em Buenos Aires do que aqui. Os valores chegam a ser 20% mais em conta por lá", disse ele.

prazo para a entrega da Declaração do Imposto Territorial Rural (ITR) teve início ontem e vai até o dia 30 de setembro. Instrução normativa publicada no Diário Oficial da União na semana passada aprovou o programa de computador a ser utilizado na declaração do exercício de 2011. Segundo a Receita, entre os que devem declarar estão as pessoas físicas que tenham imóvel rural com área igual ou superior a mil hectares (ha), se localizado em município situado na Amazônia Ocidental ou no Pantanal mato-grossense e sul-mato-grossense. No caso de imóvel localizado em município do Polígono das Secas ou da Amazônia Oriental, a declaração precisa ser enviada à Receita se a propriedade tiver 500 ha ou mais. Imóvel – No restante do País, a obrigatoriedade vale para imóveis rurais com área igual a 200 ha ou maior. Todas as pessoas jurídicas estão obrigadas a declarar, mesmo as imunes ou isentas, independentemente da extensão da área do imóvel rural. O programa de computador que gera a declaração do ITR está disponível na página da própria Receita Federal na internet. (ABr)

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Planejamento, Miriam Belchior, disse ontem que uma eventual redução da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) incidente sobre as contas de luz é uma discussão que deve envolver todo o País e não apenas o governo federal. A ministra reconheceu que as alíquotas de ICMS são elevadas, mas ponderou que a questão deve ser debatida no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão que reúne as secretarias estaduais de Fazenda de todo o País. "É preciso ver como trabalhar, porque haveria uma redução de ICMS, mas que poderia ser compensada com o aumento da produção e o maior uso da energia", afirmou a ministra ontem, após participar do seminário "Hidrelétricas: as necessidades do País e o respeito à sustentabilidade", organizado pela revista CartaCapital, em São Paulo. Sobre a solução para as concessões do setor elétrico que vencem em 2015, que poderia ser uma alternativa para a redução do custo da energia, a ministra afirmou que a questão está sendo discutida no âmbito do

A redução de ICMS poderia ser compensada com o aumento da produção e o maior uso da energia. MIRIAM BELCHIOR, MINISTRA DO PLANEJAMENTO governo federal e que, proximamente, a presidente Dilma Rousseff deve anunciar uma solução para o tema. No entanto, Miriam não informou quando isso deve ocorrer. "Como vencem apenas em 2015, ainda temos muito tempo para isso", afirmou a ministra, que preferiu não antecipar se o governo irá renovar ou licitar as concessões. Tarifas – A chefe do Planejamento afirmou que é uma preocupação do governo federal a 'modicidade tarifária' (oferecer tarifas acessíveis a todos os cidadãos) e que qualquer solução levará em conta este critério, beneficiando desta forma todos os consumidores do País. "A modicidade tarifária estará no topo das nossas prioridades", completou a ministra Miriam. (AE)


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17 No varejo cabe tudo, e os pontos de venda podem ser aproveitados. Pedro Matizonkas, da ESPM

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Onofre diversifica com eletrônicos Aproveitando sua estrutura, drogaria cria a divisão Onofre Eletro que começa vendendo itens pelo telefone com promessa de entrega em quatro horas. Carol Guedes/ Hype

Neide Martingo

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epois da concentração de algumas das grandes redes de varejo, a novidade agora é a diversificação de negócios. Com investimento de R$ 10 milhões, foi criada a Onofre Eletro, que pertence aos mesmos donos da rede Drogaria Onofre. Para os fabricantes dos produtos, trata-se de uma boa iniciativa: eles terão mais pontos de venda para comercializar os itens. Ambos os negócios – drogaria e eletroeletrônicos – são compatíveis e se complementam, de acordo com o professor do Núcleo de Estudos de Varejo da Escola Superior de P ro p a g a n d a e M a r k e t i n g (ESPM), Pedro Matizonkas. "No varejo cabe tudo, e os pontos de venda podem ser aproveitados. Mas a ideia precisa de boa estratégia e planeja-

mento para crescer", afirma. O coordenador do Instituto Provar, da Fundação Instituto de Administração (FIA), Claudio Felisoni, diz que o negócio é bom para os consumidores, já que a maior concorrência representa preços mais atrativos, e para os fabricantes de eletroeletrônicos, que terão mais um ponto de venda no varejo para comercializar os produtos. "Trata-se de um novo local de escoamento em um mercado que está se tornando cada vez mais concentrado." A empresa vai utilizar o fluxo de clientes das drogarias para divulgar a nova atividade, que começa vendendo 300 produtos pelo telefone – TVs, DVDs, informática e utensílios domésticos. O diferencial é que os itens comprados pelo telefone 11-3116.6533 serão entregues em até quatro horas, em toda a Grande São Paulo (GSP). O site da Onofre Eletro estará à disposição dos inter-

nautas dentro de um mês. "Vamos usar toda a força da marca Drogaria Onofre para consolidar a Onofre Eletro. Até outubro a expectativa é de que a empresa já registre 8 mil entregas por mês e se prepare para ampliar a operação fora da GSP", afirma o diretor comercial da Onofre, Marcos Arede. A drogaria tem hoje 38 lojas físicas, mais o Onofre em Casa, que oferece itens pela internet e pelo telefone. Com 1 milhão de clientes, as vendas chegam a 600 mil produtos por mês, em todo o Brasil. Toda essa estrutura será utilizada para o novo negócio. A holding, detentora das duas empresas, preparou ação de cross business: Quem consumir no Onofre Eletro recebe vale-compra de 10% do valor para gastar na drogaria. E na compra de TV LCD de 32 polegadas, ao preço de R$ 1.190, terá cheque de R$ 119,00 para escolher produtos.

Boticário se une à moda íntima

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Grupo O Boticário adquiriu participação minoritária no Grupo Scalina, detentor das marcas Scala e Trifil, de moda íntima. Segundo comunicado divulgado ontem pelos dois grupos, o negócio marca a entrada de O Boticário no setor e consolida Scalina como líder do segmento. "A entrada do novo sócio marca mais um capítulo da rápida transformação que a Scalina vem sofrendo, iniciado em agosto de 2010 com a associação da família fundadora

com o Carlyle, (fundo de private equity americano)" disse a nota. Os detalhes do negócio não foram revelados. O presidente do O Boticário, Artur Grynbaum, ressaltou que a operação é o primeiro passo da empresa no segmento de moda. "A participação acionária contribui para a estratégia de diversificação dos negócios do grupo, que tem como objetivo ser reconhecido pela atuação nos setores de beleza e moda. Compartilharemos com o Grupo Scalina a

nossa experiência na operação de varejo e franchising." "A associação com O Boticário trará benefícios relevantes para toda a cadeia de negócios da Scalina", afirmou Victor Serra, CEO da empresa, acrescentando que as organizações possuem valores e modelos de negócios alinhados e complementares, e que podoem ter potenciais sinergias mercadológicas. "Estou seguro que todos os públicos envolvidos com nossas marcas se beneficiarão," afirmou. (AE)

Os negócios farmácia e itens domésticos são compatíveis e complementares, dizem os analistas.


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e Fraude bancária cresce com internet Febraban defende a promulgação da lei com tipificação específica para os novos crimes cibernéticos ou de natureza eletrônica.

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Entre janeiro e julho, prejuízos foram de R$ 685 milhões, informa a federação dos bancos. Montante cresceu em relação aos R$ 504 milhões do ano passado. Rejane Tamoto

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prejuízo dos adotar medidas de segurança bancos brasileiros nos equipamentos, como com fraudes programas antivírus, sistemas realizadas em operacionais originais e pagamentos por meios firewall. As instituições eletrônicos aumentou 36% no financeiras, segundo a primeiro semestre deste ano. Febraban, investem em As perdas somaram R$ 685 infraestrutura, recursos milhões, entre janeiro e julho tecnológicos e humanos para deste ano, em comparação aos evitar as tentativas de R$ 504 milhões apurados em fraudes. No ano passado, as igual período do ano passado. despesas com Tecnologia da Segundo a Federação Informação (TI) e Brasileira dos Bancos Comunicação, por exemplo, (Febraban), esse crescimento foram de R$ 22 bilhões. ocorreu pelo aumento no Lei específica – A entidade número de correntistas que defende a promulgação da lei passaram a fazer pagamentos com tipificação específica aos nos meios novos crimes eletrônicos, cibernéticos como a ou de internet. De natureza acordo com eletrônica dados da pelo Febraban, o Congresso por cento das número de Nacional, 56 bilhões de clientes com a exemplo internet dos países transações banking europeus. bancárias realizadas cresceu 8% Os artigos de 2009 para principais no ano passado 2010 e os que que a lei foram feitas utilizam o tipifica como pela internet. mobile crime são banking, o acesso 72%. No ano mediante passado, das 56 bilhões de quebra dolosa do sistema transações bancárias, 23% de proteção de meios foram feitas pela internet. informatizados, que abrange A entidade informou que a as invasões a computadores falta de cuidado do cliente utilizados por pessoas físicas (leia mais no quadro) ao realizar e jurídicas e a obtenção ou essas operações e a ausência transferência indevida e de uma legislação específica dolosa de dados ou para inibir esse tipo de crime informações mantidas nos também explicam o aumento equipamentos. Outro artigo no número de fraudes. importante, segundo a A Febraban informou que Febraban, define como crime não há registro de invasão ou atos de inserção ou difusão fraude eletrônica a partir dos de códigos maliciosos na sistemas internos dos bancos internet ou nos computadores e que a maioria dos casos dos usuários. Esses ocorrem no ambiente externo. programas, uma vez Na internet, é comum o acionados pelos usuários, correntista ser iludido e permitem capturar informar seus códigos e informações sensíveis, como senhas a estelionatários. Além senhas de acesso e outros disso, muitos não costumam dados pessoais.

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Na empresa, o fraudador é homem de confiança. Centenas de casos investigados neste ano pela consultoria KPMG em 69 países mostram o padrão do criminoso – um funcionário velho de casa.

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REDUÇÃO SALARIAL Empresa pode praticar a redução salarial, sem precisar demitir o funcionário e recontratar,depois de 90 dias,numa função menor e salário também menor? Saiba mais:[www.empresario.com.br/legislacao].

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típico fraudador empresarial é homem, de idade entre 36 e 45 anos e ocupa cargo gerencial sênior há mais de dez anos nas companhias, segundo pesquisa realizada a partir de 348 casos reais investigados pela consultoria KPMG para clientes de 69 países no primeiro semestre deste ano. Segundo o estudo, os casos de fraudadores que se aproveitaram de fragilidades nos sistemas de controles internos das empresas para praticar desvios subiu 74% neste ano, bem acima dos 49% de 2007, quando foi feito o último levantamento. A consultoria avalia que a

TRANSPORTE PRÓPRIO DOS FUNCIONÁRIOS Empresa que fornece transporte por meio próprio ou contratados, poderá descontar o valor de 6% do salário do colaborador? Saiba mais acessando a íntegra no site:[www.empresario.com.br/legislacao]. FORMAÇÃO DA CIPA Empresa possui 46 funcionários no grupo C-35 da CIPA.Precisa designar um funcionário para a CIPA e não de uma comissão. Esse designado tem que ser um funcionário registrado ou pode ser um dos sócios da empresa? Saiba mais:[www.empresario.com.br/legislacao]. FORNECEDOR OPTANTE PELO SIMPLES Empresa contrata serviços de cessão de mão de obra e empreitada, de empresas optantes pelo simples.Deve reter o INSS,mesmo sendo o fornecedor optante pelo Simples? Saiba mais acessando a íntegra do conteúdo no site: [www.empresario.com.br/legislacao]. UTILIZAÇÃO DE MAIS DE UM RELÓGIO DE PONTO ELETRÔNICO Empresa poderá ter mais que um relógio de ponto eletrônico? Qual o embasamento legal? Saiba mais acessando a íntegra do conteúdo no site: [www.empresario.com.br/legislacao]. O LIVRO DE INSPEÇÃO DO TRABALHO É OBRIGATÓRIO TAMBÉM PARA AS FILIAIS OU SUCURSAIS? O art. 3º da Portaria MTb nº 3.158/71 determina que as empresas que mantiveram mais de um estabelecimento, filial ou sucursal, deverão possuir tantos livros de Inspeção do Trabalho quantos forem seus estabelecimentos. LICENÇA MATERNIDADE Funcionária que está de licença maternidade,quanto tempo de estabilidade que a mesma tem quando retornar da licença? Saiba mais acessando a íntegra no site:[www.empresario.com.br/legislacao].

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elevação foi influenciada pelos cortes de custos que as empresas fizeram em função da crise internacional de 2008. O prejuízo médio das companhias foi de US$ 1,1 milhão e, na América do Sul, ficou em US$ 800 mil. Segundo o estudo, o fraudador geralmente pratica desvios contra o próprio empregador e trabalha no departamento financeiro ou em setores ligados a este. Do total de casos investigados, seis ocorreram dentro de companhias brasileiras. Em quatro delas, os fraudadores ocupavam cargos abaixo da gerência. "Noventa por cento dos fraudadores estão dentro das empresas. E nem sempre

torna o ambiente de negócios eles estão no setor financeiro, informal. Isso contribui para muitas vezes também no jurídico. Teve um caso em que que as pessoas vejam mas não reajam aos sinais. Isso ocorre um fraudador pegou um por passividade ou por não cheque da empresa para pagar um acordo trabalhista saber interpretá-los", diz que não existia", diz o sócio da Scharrer. Um exemplo de sinal é ver um analista de área de Forensic Services da KPMG no Brasil, Werner contas de contabilidade, que ganha R$ 2 Scharrer. mil por mês, O estudo mostra que os fazer duas viagens ao fraudadores Noventa por cento exterior que agem em dos fraudadores conluio com custam R$ 15 outros. Outra mil cada, ao estão dentro das peculiaridade ano. "As empresas, no dos casos empresas setor financeiro investigados percebem ou no jurídico. no Brasil é a mas não demora na reagem. WERNER SCHARRER, identificação Outro DA KPMG por causa dos exemplo controles ilustra a internos e excesso de confiança excessiva. Os confiança por parte dos empresários que assinam empresários. Segundo o documentos rotineiramente, estudo, 56% dos casos foram passam a fazê-lo sem precedidos de alertas prévios conferir depois de dois ou (red flags) de que as empresas três anos. As falsificações de documentos e de notas tinham riscos de serem fiscais e o superfaturamento fraudadas. "Algumas companhias no Brasil não têm para desviar dinheiro são código de ética ou governança muito comuns aqui", diz o corporativa elevada, o que sócio da KPMG. (RT)


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BANCO ALFA DE INVESTIMENTO S.A. C.N.P.J. 60.770.336/0001-65 - CARTA PATENTE Nº 1461/1966 SEDE: ALAMEDA SANTOS, 466 - SÃO PAULO-SP SOCIEDADE ANÔNIMA DE CAPITAL ABERTO

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas: Submetemos à sua apreciação as demonstrações financeiras do Banco Alfa de Investimento S.A. correspondentes às atividades desenvolvidas no 1º semestre de 2011, acrescidas das notas explicativas, do Relatório dos Auditores Independentes e do Resumo do Relatório do Comitê de Auditoria. 1. Cenário Econômico Passados quase três anos da crise financeira global, o cenário econômico mundial permanece com muitas incertezas. Especificamente quanto aos países desenvolvidos, fatores como: mercado de trabalho enfraquecido, elevado endividamento público e os impactos das tragédias recentes no Japão impõem restrições maiores para uma expansão sustentável da economia mundial. De um modo geral, o cenário internacional continua caracterizado por liquidez abundante, baixa aversão ao risco e cotações de “commodities” em alta. Notícias provenientes dos principais mercados evidenciam essa situação. Na zona do Euro, além do rebaixamento dos ratings da Grécia, Portugal e Irlanda, há a expectativa de redução também dos ratings da Itália e da Bélgica. A Grécia, no entanto, está próxima de uma reestruturação da dívida o que deverá tirar um pouco a pressão sobre esse país. Em situação difícil encontram-se também os Estados Unidos. Com a recente aprovação pelo Senado do projeto que permite a elevação da dívida americana dos atuais USD 14,3 trilhões para algo em torno de USD 16,7 trilhões em etapas, fica afastado, por hora, o risco de eventual falta de pagamento pelo Governo Americano. Porém, junto com este projeto, o Senado aprovou também cortes vultosos nos gastos do Governo nos próximos anos que deixam dúvidas e incertezas sobre o crescimento da própria economia americana e da economia mundial. No Brasil, após o forte crescimento econômico apresentado no ano de 2010, de 7,5%, a inflação voltou a ser objeto de preocupação no início deste ano, impulsionada também pelo alto grau de indexação ainda existente na economia brasileira. A resposta às pressões inflacionárias tem se dado sob um contexto de mudança no mix de condução da política econômica, combinando elevação moderada da taxa básica de juros com desaceleração dos gastos públicos e adoção de medidas denominadas pelo governo de “macroprudenciais”. Tais medidas visam a redução do crédito para conter o consumo e, consequentemente, reduzir a pressão sobre os preços. No entanto, é consenso no mercado que a inflação do ano fique ao redor de 6,0% com convergência para a meta ao longo do ano de 2012. Nesse ambiente a expansão da economia deverá ser mais moderada do que a observada em 2010, em torno de 4% para 2011, taxas mais condizentes com o potencial de crescimento de longo prazo no País. 2. Desempenho das Atividades Resultado do Semestre O lucro líquido do Banco atingiu no semestre R$ 30,3 milhões, correspondendo à rentabilidade de 2,9% (anualizada de 5,9%) sobre o patrimônio líquido inicial de R$ 1.042,5 milhões. A cada lote de mil ações do capital social do Banco correspondeu o lucro líquido de R$ 336,7.

Ouvidoria: 0800-7220140

Para o semestre findo está sendo proposto o pagamento de juros sobre o capital próprio no montante de R$ 8,4 milhões, correspondendo aos valores brutos de R$ 32,15 e R$ 186,21 por lote de mil ações ordinárias e preferenciais, respectivamente, conforme nota explicativa nº 10 letra “b”. Patrimônio Líquido O patrimônio líquido atingiu o valor de R$ 1.065,7 milhões ao final do semestre. O valor patrimonial para cada lote de mil ações alcançou R$ 11.812,2. A Assembléia Geral Extraordinária realizada em 28/04/2011, homologada pelo Banco Central do Brasil em 03/06/2011, aprovou o aumento do capital social para R$ 476,0 milhões mediante incorporação de reservas de lucros. O índice de solvabilidade instituído pelo Comitê da Basiléia e normatizado pelo Banco Central do Brasil atingiu 19,47% ao final do semestre, demonstrando a boa capacidade de solvência das instituições financeiras do Conglomerado Financeiro Alfa, quando comparado tanto com o mínimo de 11% exigido pelo Banco Central do Brasil quanto com o de 8% recomendado pelo Comitê da Basiléia. Rating O Banco Alfa de Investimento S.A. e demais instituições integrantes do Conglomerado Financeiro Alfa, mantiveram suas boas avaliações de risco de crédito em nível nacional junto às seguintes agências de classificação de risco: • Austin Rating: classificação “AA+”. • Fitch Ratings: “F1+ (bra)” para crédito de curto prazo, “AA- (bra)” para crédito de longo prazo e “5” para suporte legal. • Moodys: “C-” para Força Financeira de Bancos, “Baa2”, para depósito global de longo prazo em moeda local, “Prime-3” para depósito global de curto prazo em moeda local, “Baa2” para depósito de longo prazo em moeda estrangeira, “Prime-3” para depósito de curto prazo em moeda estrangeira, “Aaa.br” para depósito de longo prazo na escala nacional brasileira, “BR-1”para depósito de curto prazo na escala nacional brasileira. Recursos Captados e Administrados O volume de recursos captados e administrados pelo Banco atingiu R$ 12.614,3 milhões na data do balanço. Esses recursos estavam representados por R$ 3.429,7 milhões incluindo depósitos à vista, interfinanceiros e a prazo, R$ 2.473,6 milhões em captações no mercado aberto, R$ 1.079,5 milhões em repasses do BNDES, R$ 651,5 milhões em recursos de aceites e emissão de títulos, R$ 277,7 milhões em box de opções flexíveis, R$ 229,6 milhões em empréstimos obtidos no exterior, R$ 56,6 milhões em venda de ativos e R$ 4.416,1 milhões em fundos de investimento e carteiras administradas. Ativos e Empréstimos O ativo total alcançou R$ 9.518,4 milhões ao final do semestre. Desse montante, R$ 5.120,2 milhões estão representados por aplicações interfinanceiras de liquidez, títulos e valores mobiliários e derivativos representando 53,8% desse ativo total. A carteira de títulos e valores mobiliários atingiu R$ 3.542,3 milhões na data do balanço, sendo

BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO - EM R$ MIL ATIVO Circulante Disponibilidades Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Aplicações no Mercado Aberto Aplicações em Depósitos Interfinanceiros Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 03) Carteira Própria Vinculados a Compromissos de Recompra Vinculados a Prestação de Garantias Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 13) Relações Interfinanceiras Repasses Interfinanceiros Operações de Crédito (Nota 04) Operações de Crédito: Carteira - Setor Público Carteira - Setor Privado (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) Outros Créditos Carteira de Câmbio (Nota 05) Rendas a Receber Negociação e Intermediação de Valores Diversos (Nota 06) (Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa) (Nota 04) Outros Valores e Bens Outros Valores e Bens (Nota 14a) Despesas Antecipadas Realizável a Longo Prazo Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Aplicações em Depósitos Interfinanceiros Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 03) Carteira Própria Vinculados a Compromissos de Recompra Vinculados a Prestação de Garantias Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 13) Operações de Crédito (Nota 04) Operações de Crédito: Carteira - Setor Público Carteira - Setor Privado (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) Outros Créditos Diversos (Nota 06) Outros Valores e Bens Despesas Antecipadas Permanente (Nota 2c) Investimentos Participações em Controladas - No País (Nota 15) Outros Investimentos Imobilizado de Uso Imóveis de Uso Outras Imobilizações de Uso (Depreciação Acumulada) Intangível Ativos Intangíveis (Amortização Acumulada) Diferido Gastos de Organização e Expansão (Amortização Acumulada) Total do Ativo

2011 6.254.171 3.053 788.815 140.998 647.817

2010 7.010.318 4.326 317.443 26.002 291.441

2.781.219 816.666 1.962.773 1.723 57 42.612 42.612 2.432.010

4.774.945 2.090.231 2.526.688 99.752 58.274 – – 1.812.029

10.174 199.852 2.436.262 1.632.836 (14.426) (20.659) 202.664 101.077 177.069 83.246 3.584 4.885 1.931 1.879 21.614 20.272 (1.534) (9.205) 3.798 498 164 117 3.634 381 2.640.808 1.987.182 789.011 313.414 789.011 313.414 761.174 126.037 524.517 110.614 6 987.174

618.017 308.273 287.584 21.041 1.119 967.445

3.186 13.792 989.015 977.116 (5.027) (23.463) 101.866 88.306 101.866 88.306 1.583 – 1.583 – 623.438 592.566 619.632 588.592 619.613 588.573 19 19 3.626 3.655 2.897 2.897 9.986 12.235 (9.257) (11.477) 74 94 122 118 (48) (24) 106 225 361 666 (255) (441) 9.518.417 9.590.066

PASSIVO Circulante Depósitos (Nota 08) Depósitos à Vista Depósitos Interfinanceiros Depósitos a Prazo Captações no Mercado Aberto (Nota 08) Carteira Própria Recursos de Aceites e Emissão de Títulos (Nota 08) Recursos de Letras Hipotecárias, Imobiliárias de Crédito e Similares Relações Interdependências Recursos em Trânsito de Terceiros Obrigações por Empréstimos (Nota 08) Empréstimos no Exterior Obrigações por Repasses do País - Instituições Oficiais (Nota 08) BNDES FINAME Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 13) Instrumentos Financeiros Derivativos Outras Obrigações Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados Carteira de Câmbio (Nota 05) Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Negociação e Intermediação de Valores Diversas (Nota 14b) Exigível a Longo Prazo Depósitos (Nota 08) Depósitos Interfinanceiros Depósitos a Prazo Recursos de Aceites e Emissão de Títulos (Nota 08) Recursos de Letras Hipotecárias, Imobiliárias de Crédito e Similares Obrigações por Empréstimos (Nota 08) Empréstimos no Exterior Obrigações por Repasses do País - Instituições Oficiais (Nota 08) BNDES FINAME Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 13) Instrumentos Financeiros Derivativos Outras Obrigações Fiscais e Previdenciárias Diversas (Nota 14b) Resultados de Exercícios Futuros Resultados de Exercícios Futuros Patrimônio Líquido Capital: (Nota 10a) De Domiciliados no País De Domiciliados no Exterior Reservas de Capital (Nota 10c) Reservas de Lucros (Nota 10c) Ajuste de Avaliação Patrimonial Total do Passivo

2011 6.096.050 2.532.977 18 1.596.310 936.649 2.473.627 2.473.627 75.305 75.305 19.825 19.825 228.017 228.017 520.072 373.249 146.823 164.679 164.679 81.548 1.167 32.344 12.743 6.468 1.192 27.634 2.354.371 896.740 406.953 489.787 576.201 576.201 1.667 1.667 559.515 233.684 325.831 126.377 126.377 193.871 140.840 53.031 2.242 2.242 1.065.754

2010 6.279.800 2.850.310 18 1.289.852 1.560.440 2.806.639 2.806.639 13.839 13.839 3.460 3.460 166.576 166.576 313.002 171.225 141.777 50.931 50.931 75.043 252 4.095 16.980 7.381 7.555 38.780 2.291.948 1.118.652 210.158 908.494 73.022 73.022 1.698 1.698 613.503 292.143 321.360 279.558 279.558 205.515 132.361 73.154 2.073 2.073 1.016.245

437.631 38.369 59.251 530.490 13 9.518.417

442.259 3.741 57.917 513.339 (1.011) 9.590.066

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - EM R$ MIL Eventos Saldos em 31/12/2009 Aumento de Capital - AGE de 15/04/2010 Outros Eventos Dividendos Prescritos Ajuste ao Valor de Mercado de TVM e Derivativos Lucro Líquido do Semestre Destinações: Reservas Juros sobre Capital Próprio Saldos em 30/06/2010 Mutações do Período Saldos em 31/12/2010 Aumento de Capital - AGE de 28/04/2011 Outros Eventos Dividendos Prescritos Ajuste ao Valor de Mercado de TVM e Derivativos Lucro Líquido do Semestre Destinações: Reservas Juros sobre Capital Próprio Propostos Saldos em 30/06/2011 Mutações do Período

Capital Realizado 420.000 26.000

Reservas de Capital 56.841 –

– – –

1.076 – –

– – 446.000 26.000 446.000 30.000

– – 57.917 1.076 57.917 –

– – –

1.334 – –

– – 476.000 30.000

– – 59.251 1.334

Reservas de Lucros 505.460 (26.000) – – – 33.879 – 513.339 7.879 538.600 (30.000) – – – 21.890 – 530.490 (8.110)

Ajuste de Avaliação Patrimonial (1.783) –

Lucros Acumulados – –

Total 980.518 –

– 772 – – – – (1.011) 772 32 –

– – 47.019

1.076 772 47.019

(33.879) (13.140) – – – –

– (19) –

– – 30.379

– – 13 (19)

(21.890) (8.489) – –

– (13.140) 1.016.245 35.727 1.042.549 – 1.334 (19) 30.379 – (8.489) 1.065.754 23.205

As Notas Explicativas são parte Integrante das Demonstrações Financeiras NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 - EM R$ MIL (01) ATIVIDADE E ESTRUTURA DO GRUPO E APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS a) Atividade e Estrutura do Grupo O Conglomerado Financeiro Alfa têm suas origens no ano de 1925, com a fundação do Banco da Lavoura de Minas Gerais. Em 1972, o Banco da Lavoura alterou sua denominação para Banco Real S.A. e posteriormente criou as outras empresas financeiras que constituíam o Conglomerado Financeiro Real. Em 1998, o Banco Real S.A. teve seu controle acionário vendido ao ABN Amro Bank. As empresas financeiras não vendidas (então, Banco Real de Investimento, Cia. Real - CFI, Cia. Real Arrendamento Mercantil e Corretora Real) formaram o novo Conglomerado Financeiro Alfa. O qual foi completado logo depois com a criação do Banco Alfa S.A. (Banco Comercial). O Conglomerado Financeiro Alfa é composto de 7 entidades legais que atuam através de controle operacional efetivo, caracterizado pela administração ou gerência comum e pela atuação sob a mesma marca ou nome comercial. O Banco Alfa de Investimento S.A. é a instituição financeira líder do Conglomerado, a qual controla diretamente a Alfa Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A., a Alfa Arrendamento Mercantil S.A. e a BRI Participações Ltda. e indiretamente a Uvale - Uvas do Vale do Gorotuba Ltda. Além destas entidades o Conglomerado Financeiro Alfa é integrado pela Financeira Alfa S.A. - CFI e o Banco Alfa S.A.. O Banco Alfa de Investimento S.A. e a Financeira Alfa S.A.- CFI são companhias abertas com ações negociadas na BMFBOVESPA S.A.. Com esta sólida história de mais de 85 anos, o Banco Alfa de Investimento S.A. e suas controladas vêm desenvolvendo sua atuação principalmente nos segmentos de crédito a pessoas jurídicas e físicas, tesouraria e administração de recursos de terceiros. O Conglomerado está sediado em São Paulo, na Alameda Santos nº 466, e mantém filiais no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Campinas, Porto Alegre, Salvador, Brasília, Fortaleza, Recife, Vitória, Goiânia, Florianópolis, São José dos Campos, Piracicaba, Ribeirão Preto, Londrina e Sorocaba. Todas contando com modernas plataformas tecnológicas, o que permite maior agilidade nas decisões e no desenvolvimento de produtos. O controlador do Banco Alfa de Investimento S.A. e suas controladas possui ainda relevantes investimentos em áreas não financeiras: Seguros e Previdência (Alfa Seguradora S.A. e Alfa Previdência e Vida S.A.); Hotelaria (Rede Transamérica de Hotéis); Materiais de Construção (C&C Casa e Construção); Agropecuária e Agroindústria (Agropalma); Águas Minerais (Águas Prata); Alimentos (Sorvetes La Basque); Cultural (Teatro Alfa) e Comunicações (Rádio Transamérica e TV Transamérica). b) Apresentação das Demonstrações Financeiras As demonstrações financeiras do Banco Alfa de Investimento S.A. foram elaboradas com base na legislação societária e nas práticas contábeis adotadas no Brasil, em conformidade com as normas do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (BACEN) e, no que não conflitarem com as normas do BACEN e do CMN, da Comissão de Valores Mobiliários - CVM. Essas demonstrações financeiras foram concluídas em 09/08/2011 e aprovadas pelo Conselho de Administração em 11/08/2011. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam de forma integrada no mercado financeiro, e certas operações têm a participação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro, cujas atividades incluem as carteiras de arrendamento mercantil, administração de fundos de investimentos, distribuição e corretagem de câmbio e valores mobiliários. (02) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS (a) Apuração do Resultado: As receitas e despesas foram apropriadas pelo regime de competência. As rendas das operações de crédito vencidas são reconhecidas até o 59º dia como receita, e, a partir do 60º dia, deixa de ser apropriada, e o seu reconhecimento no resultado ocorre quando do efetivo recebimento das prestações, conforme determina o art.9º da Resolução CMN nº 2.682/99. (b) Ativos Circulante e Realizável a Longo Prazo: Demonstrados pelos valores de realização e, quando aplicável, acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidos de provisão para perdas e ajustados pelos seus valores de mercado, especificamente em relação ao registro e a avaliação contábil dos títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos estabelecidos pelas Circulares Bacen nºs 3.068 e 3.082 (vide nota explicativa nº 03 “b” e 13). A Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa foi constituída considerando a atual conjuntura econômica, a experiência de anos anteriores e a expectativa de realização da carteira, de forma que apure a adequada provisão em montante suficiente para cobrir riscos específicos e globais, associada à provisão calculada de acordo com os níveis de risco e os respectivos percentuais mínimos estabelecidos pela Resolução CMN nº 2.682 (vide nota explicativa nº 04“d” e “e”). (c) Ativo Permanente: Demonstrado ao custo corrigido monetariamente até 31 de dezembro de 1995, combinado com os seguintes aspectos: • Participações em Controladas, avaliadas pelo método de equivalência patrimonial (vide nota explicativa nº 15). • Depreciação do Imobilizado de Uso, calculada pelo método linear, às seguintes taxas anuais: Imóveis 2,5%; Veículos e Sistemas de Comunicação e de Processamento de Dados 20% e demais itens 10%. • Amortização, basicamente, de despesas com benfeitorias em imóveis de terceiros e com programas de processamento de dados, calculada pelo método linear, pelo prazo máximo de 05 anos. A Lei 11.638 eliminou a conta do Ativo Diferido. O Conselho Monetário Nacional autorizou as Instituições Financeiras a manter o saldo de 31 de dezembro de 2008 até a sua completa amortização ou baixa. (d) Passivos Circulante e Exigível a Longo Prazo: Demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, quando aplicável, os encargos e as variações monetárias ou cambiais incorridos, deduzidos das correspondentes despesas a apropriar. (e) Impostos e Contribuições: As provisões são calculadas considerando a legislação pertinente a cada encargo para efeito das respectivas bases de cálculo e suas respectivas alíquotas: Imposto de Renda (15% mais adicional de 10%), Contribuição Social (15%), Pis (0,65%) e Cofins (4%).Também é observada pelo Banco a prática contábil de constituição de créditos tributários de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre diferenças temporárias, às mesmas alíquotas vigentes utilizadas para a constituição das provisões fiscais (vide nota nº 07 letra “b”). (f) Estimativas Contábeis: As demonstrações financeiras, de acordo com as práticas contábeis brasileiras, incluem algumas contas cujos valores são determinados por estimativas baseadas na

experiência passada, ambiente legal e de negócios, probabilidade de ocorrência de eventos sujeitos ou não ao controle da Administração, etc.. Essas estimativas são revistas pelo menos por ocasião da elaboração das demonstrações financeiras, buscando-se determinar valores que mais se aproximem dos futuros valores de liquidação dos ativos ou passivos considerados. (g) Moeda Funcional e de Apresentação: As demonstrações financeiras estão sendo apresentadas em Reais (R$), que é a moeda funcional do Banco Alfa de Investimento S.A. e suas controladas. Exceto quando indicado, as informações financeiras expressas em Reais foram arredondadas para o milhar mais próximo. (03) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Composição de Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos Composta por: 30/06/2011 30/06/2010 Títulos do Tesouro Nacional 816.790 2.150.973 Letras Financeiras do Tesouro - LFT 116.161 180.034 Letras do Tesouro Nacional - LTN 439.442 423.778 Notas do Tesouro Nacional - NTN 261.187 1.547.161 Ações de Companhias Abertas 2.539 9.959 Debêntures 64.805 70.796 Notas Promissórias 54.474 156.955 Certificados de Depósitos Bancários 1.417 1.258 Títulos da Dívida Agrária 2.678 8.563 Títulos Livres 942.703 2.398.504 Títulos do Tesouro Nacional 2.599.627 2.935.065 Letras Financeiras do Tesouro - LFT 1.095.459 1.950.946 Letras do Tesouro Nacional - LTN 720.877 689.846 Notas do Tesouro Nacional - NTN 783.291 294.273 Títulos Vinculados 2.599.627 2.935.065 Total - Títulos e Valores Mobiliários 3.542.330 5.333.569 Swaps - Diferencial a Receber 30 2.077 Vendas a Termo a Receber - Ações 33 57.316 Total - Instrumentos Financeiros Derivativos (*) 63 59.393 Total Geral 3.542.393 5.392.962 (*) Vide detalhes na nota explicativa nº 13. b) Classificação de Títulos e Valores Mobiliários por Categoria (*) Até 3 meses 1 ano a Acima de Saldo em Saldo em Títulos 3 meses a 1 ano 3 anos 3 anos 30/06/2011 30/06/2010 Títulos do Tesouro Nacional – 36.212 567.625 1.095.568 1.699.405 2.490.651 Letras Financeiras do Tesouro - LFT – 3.314 142.894 1.047.888 1.194.096 558.794 Letras do Tesouro Nacional - LTN – – 240.968 – 240.968 236.247 Notas do Tesouro Nacional - NTN – 32.898 183.763 47.680 264.341 1.695.610 Ações de Companhias Abertas 2.539 – – – 2.539 9.959 Debêntures 36.865 – 15.745 – 52.610 50.471 Certificados de Depósitos Bancários 1.387 30 – – 1.417 1.258 Notas Promissórias – 54.474 – – 54.474 102.349 Títulos da Dívida Agrária 1.479 1.199 – – 2.678 8.563 Títulos para Negociação 42.270 91.915 583.370 1.095.568 1.813.123 2.663.251 Títulos do Tesouro Nacional 89 14 17.510 – 17.613 233.982 Letras Financeiras do Tesouro - LFT – 14 17.510 – 17.524 33.629 Letras do Tesouro Nacional - LTN 89 – – – 89 200.353 Notas Promissórias – – – – – 54.606 Títulos Disponíveis para Venda 89 14 17.510 – 17.613 288.588 Títulos do Tesouro Nacional 239.933 728.003 731.463 – 1.699.399 2.361.405 Letras Financeiras do Tesouro - LFT – – – – – 1.538.557 Letras do Tesouro Nacional - LTN 239.933 – 679.329 – 919.262 677.024 Notas do Tesouro Nacional - NTN – 728.003 52.134 – 780.137 145.824 Debêntures – – 12.195 – 12.195 20.325 Títulos Mantidos até o Vencimento 239.933 728.003 743.658 – 1.711.594 2.381.730 Títulos e Valores Mobiliários 282.292 819.932 1.344.538 1.095.568 3.542.330 5.333.569 % Concentração por Prazo 8,0 23,1 38,0 30,9 100,0 (*) Inclui ações de companhias de capital aberto, sem data de vencimento. Os títulos foram classificados nas categorias: - “Títulos para Negociação” e “Títulos Disponíveis para Venda”: o valor contábil corresponde ao valor de mercado desses títulos na data do balanço e foi obtido principalmente através de coletas de preços de mercado, quando aplicável, as quais são comparadas com informações fornecidas pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). a) O ajuste negativo dos Títulos para Negociação no montante de R$ 2.143 (30/06/2010 R$ 6.111 ajuste negativo), obtido entre os valores de custo R$ 1.815.266 (30/06/2010 R$ 2.669.362) e de mercado R$ 1.813.123 (30/06/2010 R$ 2.663.251), foi registrado em conta adequada do resultado. b) O ajuste positivo dos Títulos Disponíveis para Venda no montante de R$ 22 (30/06/2010 R$ 1.754 ajuste negativo), obtido entre os valores de custo R$ 17.591 (30/06/2010 R$ 290.342) e de mercado R$ 17.613 (30/06/2010 R$ 288.588), foi registrado em conta adequada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários.

representada principalmente por 96,4% em títulos de emissão do Tesouro Nacional. O Banco manteve seu posicionamento de alta liquidez encerrando o semestre com uma carteira de títulos livres da ordem de R$ 942,7 milhões. Conforme descrito na nota explicativa nº 03 letra “b”, o Banco classificou 48,3% dos títulos e valores mobiliários na categoria “títulos mantidos até o vencimento”, em razão da intenção da Administração e da capacidade financeira do Banco, comprovada com base em projeção de fluxo de caixa conforme exigência do BACEN, em mantê-los nesta categoria. A carteira de crédito, incluindo repasses interfinanceiros, fianças prestadas e outras coobrigações no montante de R$ 747,9 milhões, alcançou R$ 4.339,3 milhões. O volume de créditos vencidos acima de 15 dias totalizou R$ 600 mil. O saldo da provisão para créditos de liquidação duvidosa atingiu R$ 20,9 milhões, correspondente a 0,6% da carteira total, 125,9% acima do mínimo exigido pelo Banco Central do Brasil e 3.624,7% dos créditos vencidos acima de 15 dias. O Banco decidiu por um provisionamento bastante conservador, considerando as incertezas da economia no momento atual. Os investimentos em sociedades controladas não sofreram alterações no decorrer do semestre. 3. Ouvidoria O componente organizacional de ouvidoria encontra-se em funcionamento e a sua estrutura atende às disposições estabelecidas por meio da Resolução Bacen nº 3.849, de 25 de março de 2010. 4. Divulgação sobre Serviços da Auditoria Independente Em atendimento à Instrução CVM nº 381 de 14/01/2003, informamos que a empresa contratada para auditoria das demonstrações financeiras do Banco Alfa de Investimento S.A., ou pessoas a ela ligada, não prestou no período outros serviços que não sejam de auditoria externa. A política adotada atende aos princípios que preservam a independência do auditor, de acordo com os critérios internacionalmente aceitos, quais sejam, o auditor não deve auditar o seu próprio trabalho nem exercer funções gerenciais no seu cliente ou promover o interesse deste. 5. Declaração dos Diretores Conforme Instrução CVM nº 480/2009, a Diretoria declara que em reunião realizada em 11 de agosto de 2011, revisou e concordou com as opiniões expressas no Relatório dos Auditores Independentes e com as Demonstrações Financeiras relativas ao semestre findo em 30 de junho de 2011. Agradecimentos É indispensável traduzir o reconhecimento do Banco Alfa de Investimento S.A. ao trabalho de seus funcionários e ao apoio de seus acionistas e, finalmente, a confiança de seus clientes e das instituições financeiras do mercado que continuaram a prestigiar a organização como sempre fizeram. São Paulo, 11 de agosto de 2011 A Diretoria Este Relatório da Administração, elaborado pela Diretoria, foi examinado e aprovado em reunião do Conselho de Administração realizada em 11 de agosto de 2011. Conselho de Administração DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - EM R$ MIL DESCRIÇÃO Receitas da Intermediação Financeira Operações de Crédito Resultado com Títulos e Valores Mobiliários Resultado de Operações de Câmbio Despesas da Intermediação Financeira Operações de Captação no Mercado Operações de Empréstimos e Repasses Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 13) Resultado de Operações de Câmbio Operações de Venda ou de Transferência de Ativos Financeiros Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Resultado Bruto da Intermediação Financeira Outras Receitas/(Despesas) Operacionais Receitas de Prestação de Serviços Rendas de Tarifas Bancárias Despesas de Pessoal Outras Despesas Administrativas Despesas Tributárias Resultado de Participações em Controladas (Nota 15) Outras Receitas Operacionais (Nota 14c) Outras Despesas Operacionais (Nota 14d) Resultado Operacional Resultado não Operacional (Nota 14e) Resultado antes da Tributação e Participações Imposto de Renda e Contribuição Social (Nota 07) Provisão para Imposto de Renda Provisão para Contribuição Social Ativo Fiscal Diferido Participações no Lucro Empregados Administradores - Estatutárias Lucro Líquido Lucro por Lote de Mil Ações - R$ (Nota 10a)

2011 445.677 174.388 271.289 – 392.680 340.341 26.816 17.077 3.246 5.292 (92) 52.997 (15.866) 11.640 311 (24.989) (16.001) (692) 18.003 6.293 (10.431) 37.131 422 37.553 (4.711) (4.331) (2.415) 2.035 (2.463) (1.732) (731) 30.379 336,71

2010 399.746 139.746 255.181 4.819 355.819 292.780 41.254 12.214 – 5.800 3.771 43.927 11.390 11.987 – (24.152) (17.622) (671) 27.588 33.494 (19.234) 55.317 (178) 55.139 (5.430) (4.183) (2.848) 1.601 (2.690) (1.145) (1.545) 47.019 521,13

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - MÉTODO INDIRETO - EM R$ MIL Atividades Operacionais Lucro Líquido do Semestre Ajustes ao Lucro Líquido – Depreciações e Amortizações – Resultado da Avaliação de Invest. pelo Método de Equiv. Patrimonial – Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa – Ajustes de Provisão de Passivos Contingentes Aumento/(Redução) dos Ativos Operacionais Títulos e Valores Mobiliários Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Operações de Crédito Outros Créditos Outros Valores e Bens Relações Interfinanceiras Aumento/(Redução) dos Passivos Operacionais Relações Interdependências Depósitos Captações no Mercado Aberto Recursos de Aceites e Emissão de Títulos Obrigações por Empréstimos e Repasses Instrumentos Financeiros Derivativos Outras Obrigações Resultados de Exercícios Futuros Pagamentos de Imposto de Renda e Contribuição Social Caixa Líquido Proveniente de (Aplicado em) Atividades Operacionais Atividades de Investimentos Aquisição de Bens não de Uso Próprio Aquisição de Imobilizados de Uso Aplicações no Diferido Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Recebidos Alienação de Bens não de Uso Próprio Alienação de Imobilizados de Uso Caixa Líquido Proveniente de (Aplicado em) Atividades de Investimento Atividades de Financiamentos Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Prescritos Dividendos e Juros sobre o Capital Caixa Líquido Proveniente de (Aplicado em) Atividades de Financiamento Aumento/(Redução) Líquido de Caixa e Equivalentes Caixa e Equivalentes no Início do Semestre Caixa e Equivalentes no Final do Semestre Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes

2011 30.379 (15.918) 349 (18.003) (92) 1.828 (334.373) 316.525 (452.832) (143.259) (57.757) (5.109) 8.059 327.846 (15.695) 183.747 (28.541) 234.025 21.138 (42.722) (19.093) 688 (5.701) 7.934

2010 47.019 (41.048) 412 (27.588) 3.771 (17.643) 180.216 72.909 (263.114) 394.562 (23.985) (156) – (412.147) 3.340 (818.776) 344.437 66.721 53.961 (32.046) (25.832) 322 (4.274) (225.960)

– (167) (3) 2.402 18 3 2.253

6.009 (303) – 4.581 22 – 10.309

1.334 (8.489)

1.076 (13.140)

(7.155) 3.032 313.076 316.108 3.032

(12.064) (227.715) 355.063 127.348 (227.715)

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - EM R$ MIL 1. Receitas Intermediação Financeira Prestação de Serviços e Tarifas Bancárias Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Outras Receitas Operacionais Resultados não Operacionais 2. Despesas da Intermediação Financeira 3. Materiais e Serviços Adquiridos de Terceiros Materiais, Energia e Outros (Materiais de Consumo, Telefone e Água) Serviços de Terceiros 4. Valor Adicionado Bruto (1-2-3) 5. Depreciação, Amortização e Exaustão 6. Valor Adicionado Líquido Produzido pela Entidade (4-5) 7. Valor Adicionado Recebido em Transferência Resultado de Equivalência Patrimonial 8. Valor Adicionado Total a Distribuir (6+7) 9. Distribuição do Valor Adicionado Pessoal Remuneração Direta Benefícios F.G.T.S. Impostos, Taxas e Contribuições Federais Estaduais Municipais Remuneração de Capitais de Terceiros Aluguéis Outras (Doações Filantrópicas) Remuneração de Capitais Próprios Juros sobre o Capital Próprio Lucros Retidos do Semestre

2011 464.435 445.677 11.951 92 6.293 422 392.772 23.642 794 22.848 48.021 349 47.672 18.003 18.003 65.675 65.675 27.452 19.578 6.145 1.729 5.701 5.399 1 301 2.126 2.126 17 30.379 8.489 21.890

2010 441.278 399.746 11.987 (3.771) 33.494 (178) 352.048 33.851 972 32.879 55.379 412 54.967 27.588 27.588 82.555 82.555 26.842 19.119 6.078 1.645 6.497 6.210 18 269 2.147 2.147 50 47.019 13.140 33.879

- “Títulos Mantidos até o Vencimento”: classificados em razão da intenção da Administração e da capacidade financeira do Banco em mantê-los até o vencimento, comprovada com base em projeção de fluxo de caixa conforme exigência do BACEN. Esses títulos foram mantidos pelo seu valor de aquisição acrescido dos rendimentos auferidos, os quais foram registrados no resultado do período. O valor de mercado desses títulos na data do balanço totalizava R$ 1.704.131 (30/06/2010 R$ 2.376.444). Os títulos privados são custodiados na CETIP, os títulos públicos no Selic e as ações na CBLC. (04) OPERAÇÕES DE CRÉDITO a) Composição da carteira de crédito Composição 30/06/2011 30/06/2010 Empréstimos (1) 2.312.616 1.825.105 Financiamentos 1.120.793 995.999 Financiamentos Rurais 5.228 2.492 Adiantamentos s/Contratos de Câmbio (2) 151.874 78.136 Outros Créditos (3) 864 917 Total da Carteira 3.591.375 2.902.649 Repasses Interfinanceiros 42.612 – Avais e Fianças Prestadas (4) 703.037 787.139 Outras Coobrigações (5) 2.324 33.244 Total Global 4.339.348 3.723.032 (1) Em 2008 foram realizadas operações de cessão de créditos com coobrigação de contratos de capital de giro e nota de crédito de exportação. Para registro dessas operações foi observado o critério contábil estabelecido pela resolução nº 3.533 do Banco Central do Brasil. Assim, por se tratar de cessões com coobrigação, os valores cedidos permaneceram registrados no ativo pelo valor, na data do balanço, de R$ 58.155 (30/06/2010 R$ 90.357) e os recursos correspondentes a essas cessões, foram registrados no passivo, na rubrica “Obrigações por Operações de Venda de Ativos Financeiros” - “Outras Obrigações Diversas” cujo saldo na data do balanço era de R$ 56.648 (30/06/2010 R$ 86.602). As despesas resultantes dessa obrigação no semestre foram de R$ 5.292 (1º semestre/2010 R$ 5.800) e estão registradas na Demonstração de Resultado sob a rubrica “Operações de venda ou de transferência de ativos financeiros”. Essas operações, efetivadas em 2008, geraram resultado negativo no valor total de R$ 9.495 que estão sendo reconhecidos no resultado ao longo do prazo das operações. (2) Os adiantamentos sobre contratos de câmbio estão classificados no balanço como redução de “Outras Obrigações - Carteira de Câmbio”. (3) Outros Créditos incluem rendas a receber sobre contratos de câmbio. (4) Avais e Fianças Prestadas estão registrados em contas de compensação. (5) Coobrigação assumida pela emissão e colocação privada de debêntures efetuada pela controlada Alfa Arrendamento Mercantil S.A.. b) Composição da carteira de crédito por setor de atividade 30/06/2011 30/06/2010 Setores de Atividade Valor % Valor % Setor Público 13.360 0,4 213.644 7,4 Setor Privado Rural 22.365 0,6 14.187 0,5 Indústria 2.056.164 57,2 1.171.098 40,3 Comércio 433.007 12,1 509.949 17,6 Intermediários Financeiros 94.804 2,6 214.723 7,4 Outros Serviços 968.424 27,0 769.995 26,5 Pessoas Físicas 3.251 0,1 9.053 0,3 Total da Carteira 3.591.375 100,0 2.902.649 100,0

continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

20

terça-feira, 23 de agosto de 2011

continuação

BANCO ALFA DE INVESTIMENTO S.A. C.N.P.J. 60.770.336/0001-65 - CARTA PATENTE Nº 1461/1966 SEDE: ALAMEDA SANTOS, 466 - SÃO PAULO-SP SOCIEDADE ANÔNIMA DE CAPITAL ABERTO

Ouvidoria: 0800-7220140

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 - EM R$ MIL c) Composição da carteira de crédito por faixas de vencimento Parcelas por Faixas de 30/06/2011 30/06/2010 Vencimento A Vencer Vencidos Total % A Vencer Vencidos Total % até 180 dias 2.088.234 184 2.088.418 58,2 1.540.784 1.652 1.542.436 53,1 de 181 a 360 dias 510.940 108 511.048 14,2 370.956 1.632 372.588 12,8 acima de 360 dias 991.622 179 991.801 27,6 979.382 4.004 983.386 33,9 Total Vincendas 3.590.796 471 3.591.267 100,0 2.891.122 7.288 2.898.410 99,8 até 60 dias – 74 74 – – 572 572 – de 61 a 180 dias – 34 34 – – 1.705 1.705 0,1 acima de 180 dias – – – – – 1.962 1.962 0,1 Total Vencidas – 108 108 – – 4.239 4.239 0,2 Total da Carteira 3.590.796 579 3.591.375 100,0 2.891.122 11.527 2.902.649 100,0 d) Classificação da carteira de crédito por níveis de risco: A Resolução CMN nº 2.682 de 21/12/1999 introduziu os critérios para a classificação das operações de crédito e para a constituição da provisão para créditos de liquidação duvidosa, os quais são baseados em sistemas de avaliação de risco de clientes/operações. A composição da carteira de crédito e a constituição da provisão para créditos de liquidação duvidosa nos correspondentes níveis de risco, conforme estabelecido na referida Resolução, estão demonstrados a seguir: 30/06/2011 30/06/2010 Saldo da Carteira de Crédito Provisão Saldo da Carteira de Crédito Provisão Níveis de (*) VenciMínima Contá(*) VenciMínima ContáRisco A Vencer dos Total Exigida bil A Vencer dos Total Exigida bil AA 1.589.446 – 1.589.446 – – 1.668.344 – 1.668.344 – – A 1.002.597 – 1.002.597 5.013 9.324 649.892 – 649.892 3.249 6.304 B 918.845 61 918.906 9.189 9.189 421.430 21 421.451 4.215 12.222 C 79.560 440 80.000 2.400 2.400 123.236 35 123.271 3.698 12.204 D 348 – 348 35 35 13.415 10 13.425 1.343 4.014 E – – – – – 6.679 – 6.679 2.004 3.333 F – 78 78 39 39 – 9.476 9.476 4.738 5.139 H – – – – – 8.126 1.985 10.111 10.111 10.111 Total 3.590.796 579 3.591.375 16.676 20.987 2.891.122 11.527 2.902.649 29.358 53.327 (*) Inclui os créditos vencidos até 14 dias. e) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa: A provisão atingiu o saldo de R$ 20.987 (30/06/2010 R$ 53.327), correspondente a 0,6% (30/06/2010 1,8%) do total da carteira. Como consequência do bom desempenho da economia brasileira durante o ano de 2010, o risco de inadimplência na carteira de crédito do Banco diminuiu e, consequentemente, o valor da provisão constituída para fazer face a possíveis inadimplências reduziu em relação ao ano anterior. A provisão constituída acima do mínimo requerido pela Resolução CMN 2.682, decorre das análises internas e individuais dos clientes e é considerada adequada para suportar eventuais perdas. No decorrer do semestre foram amortizados créditos para prejuízo no montante de R$ 3 (1º semestre/2010 R$ 5.454) e ocorreram recuperações no montante de R$ 4.692 (1º semestre/2010 R$ 963). O saldo dos créditos renegociados, em 30/06/2011, era de R$ 6.650 (30/06/2010 R$ 23.780). A provisão constituída para estes créditos foi de R$ 200 (30/06/2010 R$ 8.616). O saldo apresentado considera como renegociação qualquer acordo ou alteração nos prazos de vencimento, e nas condições de pagamento originalmente pactuadas, em operações de crédito que tenham apresentado alguma deterioração nas condições de risco. (05) CARTEIRA DE CÂMBIO Outros Créditos Outras Obrigações Composição 30/06/2011 30/06/2010 30/06/2011 30/06/2010 Câmbio Comprado a Liquidar 157.480 80.568 – – Câmbio Vendido a Liquidar – – 19.903 2.119 Direitos sobre Vendas de Câmbio 20.135 2.115 – – Obrigações por Compras de Câmbio – – 164.315 80.112 Adiantamentos Recebidos (1.410) (319) – – Adiantamentos s/Contratos de Câmbio – – (151.874) (78.136) Rendas a Receber 864 882 – – Total Global 177.069 83.246 32.344 4.095 As responsabilidades por Créditos Abertos para Importação no valor de R$ 74.028 (30/06/2010 R$ 25.585) estão registradas em contas de compensação. (06) OUTROS CRÉDITOS - DIVERSOS Composto por: 30/06/2011 30/06/2010 Créditos Tributários (nota nº 7 “b”) 63.284 62.257 Opções por Incentivos Fiscais 2.829 2.829 Depósitos Judiciais 51.379 39.187 Tributos Antecipados 4.001 3.079 Devedores Diversos e Adiantamentos 1.987 1.226 Total 123.480 108.578 (07) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 1º semestre (a) Demonstração do cálculo dos encargos 2011 2010 Lucro antes da Tributação, deduzido das Participações no Lucro 35.090 52.449 IR e CS às alíquotas de 25% e 15% , respectivamente (14.036) (20.980) Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Juros sobre o Capital Próprio 3.396 5.256 Provisões Operacionais (2.214) 2.474 Créditos Amortizados para Prejuízo – (1.112) Resultado Obtido com derivativos não liquidados 348 649 Ajuste ao Valor de Mercado de Títulos e Derivativos (1.005) (3.005) Equivalência Patrimonial 6.240 9.394 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa 38 674 Outras Adições e Exclusões 855 (520) Total dos encargos devidos no semestre (6.378) (7.170) Créditos Tributários de Imposto de Renda e Contribuição Social 2.035 1.601 Obrigações Fiscais Diferidas (368) 139 Despesa de Imposto de Renda e Contribuição Social (4.711) (5.430) (b) Créditos Tributários de Imposto de Renda e Contribuição Social Saldos Origem 31/12/2010 Constituição Realização 30/06/2011 Contingências Fiscais, Trabalhistas e Cíveis 41.642 2.715 (754) 43.603 Provisão para Créditos de Liq. Duvidosa 8.433 7.736 (7.774) 8.395 Créditos Amortizados para Prejuízo 7.930 – – 7.930 Ajuste ao Valor de Mercado de Títulos e Derivativos 89 1.168 (89) 1.168 Outros Créditos Tributários 3.140 1.878 (2.830) 2.188 Total 61.234 13.497 (11.447) 63.284 % sobre Patrimônio Líquido 5,87% 5,94% A Administração do Banco, fundamentada em estudo técnico realizado tomando por base os dados contábeis disponíveis em 30/06/2011, estimou que a realização destes créditos tributários ocorrerá em até 5 anos na seguinte proporção: 22% no primeiro ano, 28% no segundo ano, 12% no terceiro ano, 19% no quarto ano e 19% no quinto ano. Na data do balanço, o valor presente dos créditos tributários, calculados com base na taxa Selic é de R$ 44.642 (30/06/2010 R$ 47.462). (08) DEPÓSITOS E CAPTAÇÕES a) Composição dos Recursos Captados Composto por: 30/06/2011 30/06/2010 Depósitos à Vista 18 18 Depósitos Interfinanceiros 2.003.263 1.500.010 Depósitos a Prazo 1.426.436 2.468.934 Total de Depósitos 3.429.717 3.968.962 Captações no Mercado Aberto 2.473.627 2.806.639 Recursos de Aceites e Emissão de Títulos 651.506 86.861 Obrigações por Empréstimos no Exterior 229.684 168.274 Obrigações por Repasses - País 1.079.587 926.505 Obrigações por Operações de Venda de Ativos Financeiros 56.648 86.602 Box de Opções Flexíveis 277.730 322.723 Total - Recursos Captados 8.198.499 8.366.566 b) Composição de Recursos Captados por Prazos de Vencimento Até 3 3 meses 1 ano a Acima de Total meses (*) a 1 ano 3 anos 3 anos 30/06/2011 Títulos Depósitos à Vista 18 – – – 18 Depósitos Interfinanceiros (a) 1.485.001 111.309 201.866 205.087 2.003.263 Depósitos a Prazo (b) 284.269 652.380 459.232 30.555 1.426.436 Total de Depósitos 1.769.288 763.689 661.098 235.642 3.429.717 Captações no Mercado Aberto 2.473.627 – – – 2.473.627 Recursos de Aceites e Emissão de Títulos (c) – 75.305 574.895 1.306 651.506 Obrigações por Repasses (d, e) 90.234 429.838 398.504 161.011 1.079.587 Obrigações por Empréstimos no Exterior (f) 78.987 149.030 1.667 – 229.684 Obrigações por Operações de Venda de Ativos Financeiros 8.147 4.922 43.579 – 56.648 Box de Opções Flexíveis (g) 3.256 157.002 117.472 – 277.730 Total de Captações 4.423.539 1.579.786 1.797.215 397.959 8.198.499 % Concentração por Prazo 53,9% 19,3% 21,9% 4,9% 100,0% Até 3 3 meses 1 ano a Acima de Total meses (*) a 1 ano 3 anos 3 anos 30/06/2010 Títulos Depósitos à Vista 18 – – – 18 Depósitos Interfinanceiros 1.285.481 4.371 210.158 – 1.500.010 Depósitos a Prazo 310.136 1.250.303 680.812 227.683 2.468.934 Total de Depósitos 1.595.635 1.254.674 890.970 227.683 3.968.962 Captações no Mercado Aberto 2.806.639 – – – 2.806.639 Recursos de Aceites e Emissão de Títulos 4.234 9.605 70.922 2.100 86.861 Obrigações por Repasses 76.814 236.188 447.396 166.107 926.505 Obrigações por Empréstimos no Exterior 73.865 92.711 1.698 – 168.274 Obrigações por Operações de Venda de Ativos Financeiros 10.891 13.110 62.601 – 86.602 Box de Opções Flexíveis 7.463 40.995 230.722 43.543 322.723 Total de Captações 4.575.541 1.647.283 1.704.309 439.433 8.366.566 % Concentração por Prazo 54,6% 19,7% 20,4% 5,3% 100,0% (*) Inclui depósitos à vista, sem data de vencimento. c) Passivo Circulante e Exigível a Longo Prazo: Em 30 de junho de 2011, os recursos captados no País e no Exterior para repasses a clientes possuíam as seguintes características: a) Depósitos Interfinanceiros, com vencimentos até 22/04/2016 à taxa prefixada de 11,90% a.a. até 13,31% a.a. e pós-fixada indexado de 100,00% até 117,00% do CDI; b) Depósitos a Prazo, com vencimentos até 18/12/2015 à taxa prefixada de 11,08% até 14,29% a.a. e pós-fixada indexado a taxas que variam de 98,00% a 112,00% do CDI; c) Recursos de Letras Imobiliárias, Hipotecárias, de Crédito e Similares com vencimentos até 23/05/2016 à taxa prefixada de 12,42% até 14,02% a.a. e a taxas pós-fixada indexada que variam de 90,00% a 111,00% do CDI; d) Operações de BNDES, com vencimentos até 15/01/2018 à taxa prefixada de até 6,0% a.a. e pós-fixada até 4,5% a.a. mais TJLP; e) Operações de FINAME, com vencimentos até 15/04/2021 à taxa prefixada de até 10,7842% a.a. e pós-fixada até 4,0% a.a. mais TJLP; f) Recursos captados no mercado internacional (inclui Resolução 2.770), com vencimentos até 19/04/2013 à taxa de 6,51% a.a. ( indexado à taxa libor acrescido de spread); g) Box de Opções Flexíveis com vencimentos até 22/11/2013 à taxa prefixada de 5,33% até 13,36% a.a.. Os depósitos a prazo e os contratos de Box de Opções Flexíveis foram classificados de acordo com seus vencimentos contratuais e incluem o montante de R$ 677.286 (30/06/2010 R$ 1.531.545) e de R$ 104.089 (30/06/2010 R$ 188.668) respectivamente, referentes às captações com compromisso de liquidez que podem ser resgatados antecipadamente pelos clientes, todos registrados na Cetip S.A. - Balcão Organizado de Ativos e Derivativos. (09) PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS Fiscais e Cíveis e Movimentação Previdenciárias Trabalhistas Saldo inicial em 01/01/2011 de contingências e obrigações legais 135.639 10.454 (+) Complemento e Atualização de Provisão 7.299 287 (–) Baixa por Pagamento/Reversão (*) (3.311) (1.289) Saldo final em 30/06/2011 de contingências e obrigações legais 139.627 9.452 Provisão para impostos e contribuição sobre o lucro 1.650 Impostos e Contribuições a recolher 3.881 Provisão para I. Renda e Contrib. Diferidos 2.150 Total 147.308 (a) As obrigações legais e as contingências fiscais e previdenciárias referem-se principalmente a obrigações tributárias cuja legalidade ou constitucionalidade é objeto de contestação nas esferas administrativa e judicial, com destaque para: (i) o alargamento da base de cálculo da COFINS determinado pela Lei nº 9.718/98, (ii) a cobrança do PIS pelas Emendas Constitucionais 01/94, 17/97 e a não observância da irretroatividade e da anterioridade nonagesimal quando da cobrança do PIS pela Emenda Constitucional nº 10/96 e (iii) a dedução dos valores da CSLL na base de cálculo do IRPJ. As provisões existentes amparam o risco decorrente das obrigações legais e das contingências fiscais e previdenciárias consideradas como de perda provável e encontram-se registradas no exigível a longo prazo na rubrica “Provisão para Riscos Fiscais” do grupo “Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias”. (b) O Banco possui outras contingências fiscais e previdenciárias avaliadas individualmente por nossos assessores legais como de risco de perda não provável, conforme Deliberação CVM nº 594, de 15/09/2009, com destaque para (i) a não observância da irretroatividade e da anterioridade nonagesimal quando da majoração da alíquota da CSLL para o Sistema Financeiro

em 1996, no montante de R$ 3.357 e (ii) a lavratura de autos de infração pela Prefeitura de São Paulo no montante de R$ 15.127 para a cobrança do ISS sobre valores registrados em diversas contas contábeis, sob a alegação de se tratar de receitas de prestação de serviços. (c) As contingências trabalhistas originam-se de ações judiciais movidas por terceiros que buscam obter indenizações referentes a pretensos direitos trabalhistas. A provisão constituída encontra-se registrada na rubrica “Provisão para Passivos Contingentes” do grupo “Outras Obrigações - Diversas”( vide nota 14 “b”). (d) As contingências cíveis são originadas basicamente por ações judiciais movidas por terceiros, pleiteando indenizações por danos materiais e morais, sendo em sua maior parte julgadas pelos Juizados Especiais Cíveis. Para determinar o volume adequado de provisão a Administração divide o conjunto de ações entre “individualmente significativas” e as demais. Para as ações consideradas individualmente significativas são elaboradas análises individuais e constituída provisão para aquelas consideradas com risco de perda provável. Para as demais ações, ou seja, não consideradas individualmente significativas, é constituída provisão com base em um histórico de perdas. (*) Trata-se de reversão da CSLL do ano de 1996 em decorrência da inobservância da irretroatividade e anterioridade nonagesimal pela Emenda Constitucional nº 10/96, considerada inconstitucional pelo STF. (10) PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital Social: Dividido em 53.948.999 ações ordinárias e 36.275.493 ações preferenciais, sem valor nominal. É assegurado às ações preferenciais, que não possuem direito de voto, um dividendo mínimo de 6% a.a. sobre a parte e respectivo valor do capital que essas ações representam. A Assembléia Geral Extraordinária realizada em 28/04/2011, homologada pelo Banco Central do Brasil em 03/06/2011 aprovou o aumento do capital social para R$ 476.000 mediante incorporação de reservas de lucros. (b) Dividendos: O Estatuto Social prevê dividendo mínimo de 25% do lucro líquido anual, ajustado conforme o disposto no artigo 202 da Lei das Sociedades por Ações, podendo ser pago sob a forma de juros sobre capital próprio, conforme previsto no artigo 35 do Estatuto Social e artigo 9º da Lei nº 9.249 de 26/12/1995. Demonstrativo 30/06/2011 30/06/2010 Lucro Líquido do Semestre 30.379 47.019 (–) Reserva Legal (1.519) (2.351) Lucro Líquido Ajustado 28.860 44.668 Juros sobre o Capital Próprio - Valor Bruto 8.489 13.140 (–) Imposto de Renda na Fonte - 15% (1.273) (1.971) Juros sobre o Capital Próprio - Valor Líquido 7.216 11.169 % sobre o Lucro Líquido Ajustado 25% 25% Está sendo proposto o pagamento de juros sobre o capital próprio no valor bruto de R$ 8.489, correspondente aos valores brutos de R$ 32,15 e R$ 186,21 por lote de mil ações ordinárias e preferenciais, respectivamente, sujeitos à incidência de imposto de renda na fonte à alíquota de 15%, quando aplicável. A adoção do pagamento de juros sobre o capital próprio aumentou o resultado do Banco em R$ 3.396 (30/06/2010 R$ 5.256) face ao benefício fiscal obtido. Os juros foram contabilizados em conformidade com a Circular Bacen nº 2.739/97, Deliberação CVM nº 207/96 e em atendimento às disposições fiscais. (c) Reserva de Capital e Reserva de Lucros: A reserva de capital é representada pelas reservas de incentivos fiscais R$ 29.751 (30/06/2010 R$ 29.751), de atualização de títulos patrimoniais R$ 4.255 (30/06/2010 R$ 4.255), de correção monetária especial da Lei nº 8.200/91 R$ 14.764 (30/06/2010 R$ 14.764) e dividendos não reclamados R$ 10.481 (30/06/2010 R$ 9.147). A reserva de lucros é composta pelas reservas legal R$ 66.211 (30/06/2010 R$ 62.939), estatutárias R$ 429.835 (30/06/2010 R$ 415.956) e lucros a realizar R$ 34.444 (30/06/2010 R$ 34.444). A reserva estatutária é composta pelas reservas para aumento de capital R$ 336.542 (30/06/2010 R$ 327.051) e especial para dividendos R$ 93.293 (30/06/2010 R$ 88.905). A realização da Reserva de Lucros a Realizar ocorre na medida em que as reservas de lucros nas controladas forem efetivamente realizadas ou distribuídas. No semestre não foi realizada a parcela de reserva de lucros a realizar em conformidade com a Lei nº 6.404/76, com alterações introduzidas pela Lei nº 10.303/01, tendo em vista que sua controlada BRI Participações Ltda. não distribuiu efetivamente parcela de seus lucros. (11) TRANSAÇÕES ENTRE PARTES RELACIONADAS Sempre em concordância com os dispositivos legais vigentes e com as normas expedidas pelo Banco Central do Brasil, são efetuadas operações com empresas controladas e ligadas a taxas e valores médios praticados com terceiros. 30/06/2011 30/06/2010 Ativos Receitas Ativos Receitas Operações (Passivos) (Despesas) (Passivos) (Despesas) Disponibilidades 226 – 230 – Operações Compromissadas (1) – 176 1.000 2.350 Depósitos Interfinanceiros (1) 137.874 4.286 (244.284) (4.728) Certificado de Depósito Bancário (1) – – (16.986) (16.650) Negociação e Intermediação de Vlrs. (1) (116) – 1.489 – Operações SWAP (1) 11 (4) 5 5 Juros sobre o Capital Próprio 2.402 2.402 4.104 4.104 Ressarcimento de Custos (2) 362 – 340 – Garantias Prestadas (1) – 3 – 2 Aquisição de Ativos Financeiros 94.389 6.075 115.357 3.220 Prestação de Serviços (3) – (3.726) (506) (3.529) (1) As aplicações e captações de recursos referem-se às operações envolvendo o Banco e empresas ligadas, efetuadas a taxas compatíveis com as taxas médias praticadas pelo mercado, vigentes nas datas das operações. (2) Os ressarcimentos de custos referem-se basicamente, à sub-locação de imóvel com empresas ligadas de acordo com contrato mantido entre as partes. (3) Referem-se basicamente aos serviços contratados junto às empresas Metro Tecnologia e Informática Ltda., sendo: tecnologia R$ 1.621 (1º semestre/2010 R$ 1.818) e consultoria contábil R$ 38 (1º semestre/2010 R$ 111), Metro Sistemas de Informática Ltda., sendo: tecnologia R$ 811 (1º semestre/2010 R$ 507) e auditoria interna R$ 243 (1º semestre/2010 R$ 152), Metro Dados Ltda., sendo: tecnologia R$ 677 (1º semestre/2010 R$ 568), e Metro Táxi Aéreo Ltda., sendo: transporte aéreo R$ 228 (1º semestre/2010 R$ 170). (4) Remuneração dos Administradores: Em Assembleia Geral Ordinária dos acionistas é estabelecida a remuneração para os membros do Conselho de Administração e Diretoria. Em 2011 foi fixada em média mensal, a remuneração global no montante de até R$ 665 (2010 de até R$ 520), livre do Imposto de Renda na Fonte. (4.1) Benefícios - Conselho de Administração e Diretoria: No semestre o montante de R$ 4.860 (1º semestre/2010 R$ 5.170) sendo: Remuneração R$ 4.129 (1º semestre/2010 R$ 3.625) e Participação no Resultado R$ 731 (1º semestre/2010 R$ 1.545). O Banco não possui para o pessoal-chave da Administração, benefícios pós-emprego, benefícios de longo prazo e de rescisão de contrato de trabalho. (4.2) Conforme legislação em vigor, o Banco não pode conceder empréstimos ou adiantamentos para: - Diretores e membros dos conselhos consultivos ou administrativos, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até 2º grau; - Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; - Pessoas jurídicas que participem, com mais de 10%, da própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. Dessa forma, não são efetuados pelo Banco empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares. (5) Participação acionária: Os membros do Conselho de Administração possuem, em conjunto, a seguinte participação acionária, em 30 de junho 2011: Ordinárias 3,220%, Preferenciais 22,256% e do total de ações de 10,8736%. (12) GERENCIAMENTO DE RISCO O Gerenciamento de Riscos é um instrumento essencial para garantir o uso adequado do capital e a melhor relação risco x retorno para o Banco. O gerenciamento e monitoramento dos riscos envolvidos nas diversas atividades do Banco são realizados por área independente através de políticas de controles, estabelecimento de estratégias de operação, determinação de limites e do acompanhamento constante das posições assumidas através de técnicas específicas, consoantes às diretrizes estabelecidas pela Administração. A estrutura de gerenciamento de riscos contempla os seguintes riscos segregados por natureza: Risco de Mercado - O risco de mercado está relacionado à probabilidade de perda decorrente dos impactos de flutuações dos preços e taxas de mercado sobre as posições ativas e passivas da carteira própria do Banco. A política global em termos de exposição a riscos de mercado é conservadora, sendo a estratégia e os limites de VaR (Value at Risk) definidos pelo Comitê de Gestão de Risco de Mercado e seu cumprimento acompanhado diariamente por área independente à gestão das carteiras, através de métodos e modelos estatísticos e financeiros desenvolvidos de forma consistente com a realidade de mercado. A metodologia para apuração do VaR é baseada no modelo paramétrico, com intervalo de confiança de 99% para o horizonte de tempo de um dia e as volatilidades são calculadas pela metodologia EWMA com a utilização de fator de decaimento (lâmbda) de 0,94. Além do VaR, são adotados os parâmetros de risco acumulado mensal e cenários de stress em que são elaborados cenários históricos e hipotéticos para as taxas de mercado e verificados os possíveis impactos nas posições. As informações para elaboração das curvas de mercado são obtidas através da tabela de taxas médias divulgada diariamente pela BMFBOVESPA S.A.. Complementando a estrutura de acompanhamento, controle e gestão de riscos de mercado, são calculados diariamente os valores exigidos de capital para cobertura das exposições ao risco de mercado, em conformidade com a Resolução do Banco Central do Brasil nº 3.490. A descrição da estrutura de gerenciamento de risco de mercado encontra-se disponível no site www.alfanet.com.br. Risco de Liquidez - O controle e estratégia de liquidez são decididos pelo Comitê de Caixa que se reúne diariamente antes do início das operações, com o objetivo de avaliar o comportamento dos diversos mercados de juros, dólar e bolsas, domésticos e internacionais, bem como, definir as estratégias do dia e avaliar o fluxo de caixa das empresas financeiras. O Comitê de Caixa gerencia o risco de liquidez concentrando sua carteira em ativos de alta qualidade e de grande liquidez, cujas posições são monitoradas on-line e casadas cuidadosamente quanto a moedas e prazos. Adicionalmente, os controles do risco de liquidez utilizam-se de fluxo de caixa projetado diariamente para atendimento à Resolução do Banco Central do Brasil nº 2.804, adotando-se as premissas de fluxo de vencimento das operações financeiras, fluxo de caixa de despesas, o nível de atraso nas carteiras e antecipação de passivos. Risco de Crédito - é a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes, dentre outras, mas principalmente, das seguintes situações: A. Da inadimplência dos tomadores de crédito (pessoas físicas, empresas, instituições financeiras) na liquidação dos compromissos assumidos sobre posições de empréstimos, ativos financeiros e ou seus respectivos instrumentos derivativos. B. Da possibilidade de desembolsos financeiros para honrar avais, fianças, compromissos de crédito, coobrigações ou operações de natureza semelhante. C. De possíveis renegociações, em termos mais desfavoráveis, das condições pactuadas na operação original. A estrutura de gerenciamento de risco de crédito do Conglomerado Financeiro Alfa deve, em conformidade com as disposições do Art. 3º da Resolução do Banco Central do Brasil nº 3.721, permitir a identificação, mensuração e controle dos riscos associados às operações de crédito, bem como a aplicação de mitigadores a estes riscos. Ressalta-se que este objetivo estendese a todas as empresas integrantes do Conglomerado Financeiro. A descrição da estrutura de gerenciamento de risco de crédito encontra-se disponível no site www.alfanet.com.br. Risco Operacional - A Gestão de Risco Operacional tem por objetivo a identificação, avaliação e monitoramento dos riscos operacionais, conceituados na Resolução do Banco Central do Brasil nº 3.380, aos quais o Conglomerado está sujeito, e a consequente adoção de medidas preventivas. Tais ações visam resguardar nossa imagem de integridade e correção perante a comunidade, acionistas, colaboradores e autoridades reguladoras, gerando benefícios resultantes da boa gestão destes riscos. Em conformidade com a política institucional, o gerenciamento do risco operacional é de responsabilidade do departamento de Gestão de Riscos. Este departamento reporta-se diretamente à Controladoria, que além de coordenar diretamente as atividades inerentes ao processo, desempenha também o papel de disseminador da cultura de prevenção ao risco operacional pelo Conglomerado. É sua responsabilidade reportar ao Comitê de Controles de Risco Operacional a identificação e ações para correção de eventuais deficiências de controle e gerenciamento de riscos operacionais. Cabe ressaltar que as medidas tomadas e registradas em atas neste comitê serão acompanhadas diretamente pela Presidência e Conselho de Administração do Conglomerado. A descrição da estrutura de gerenciamento de risco operacional encontra-se disponível no site www.alfanet.com.br. Conforme disposto no parágrafo 2º do Art. 15 da Circular do Banco Central do Brasil n° 3.477, as informações referentes à gestão de riscos, ao Patrimônio de Referência Exigido (PRE), estão disponíveis no site www.alfanet.com.br. (13) INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS Em consequência ao crescente nível de sofisticação dos produtos financeiros utilizados pelo mercado, houve uma crescente demanda por instrumentos financeiros derivativos para administração dos riscos envolvidos, em função das variações em taxas de juros, câmbio e preços de ativos. Desta forma, o Banco participa de operações envolvendo instrumentos financeiros derivativos tanto para atender as necessidades de seus clientes como na execução de sua política de gestão de riscos. Tal política baseia-se na utilização de instrumentos financeiros derivativos como forma de minimizar os riscos resultantes das variações em taxas de juros, câmbio e preços de ativos contidos nos instrumentos financeiros em operações comerciais e financeiras, podendo-se valer, excepcionalmente, destas operações para a geração de lucro, desde que dentro dos limites de exposição aprovados para o Banco e com a autorização do Diretor de Tesouraria. Para comercializar instrumentos financeiros derivativos com os clientes é necessária a existência de limites de crédito previamente aprovados e tais operações são neutralizadas de forma a eliminar eventuais riscos trazidos para o Banco. Os principais fatores de risco dos instrumentos financeiros derivativos assumidos até 30/06/2011 eram relacionados a taxas prefixadas e taxas de câmbio e todas as operações foram efetuadas para neutralizar exposições com outros instrumentos financeiros da carteira. Portanto, na referida data-base não haviam instrumentos financeiros derivativos com outros objetivos que não fossem para proteção patrimonial. Os instrumentos financeiros derivativos são representados por operações de contratos futuros, a termo, opções e de swap, registrados na BMFBOVESPA S.A. ou na CETIP S.A. - Balcão Organizado de Ativos e Derivativos e na Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), envolvendo taxas prefixadas, mercado interfinanceiro (DI), variação cambial ou índice de preços e correspondiam somente a operações para proteção patrimonial. Esses instrumentos financeiros derivativos tem seus valores registrados em contas de compensação e os ajustes/diferenciais em contas patrimoniais. Abaixo, composição dessa carteira por tipo de instrumento indexador, demonstrada pelo seu valor de custo, referencial e de mercado. Para apuração dos preços de mercado destes contratos foram utilizadas as taxas médias praticadas para operações com prazo e indexadores similares na data do balanço, conforme divulgações da BMFBOVESPA S.A.. 30/06/2011 30/06/2010 Contratos Custo Referência Mercado Custo Referência Mercado Pré 90.144 110.180 104.500 197.207 219.690 219.827 Mercado Interfinanceiro 3.993 4.051 4.051 103.092 106.016 106.016 Moeda Estrangeira 4.000 3.747 3.739 12.000 12.946 13.376 Índices 9.642 10.222 10.077 900 912 912 Posição Ativa 107.779 128.200 122.367 313.199 339.564 340.131 Pré 3.993 4.049 4.062 103.092 106.944 106.933 Mercado Interfinanceiro 103.786 131.601 131.601 210.107 238.474 238.475 Posição Passiva 107.779 135.650 135.663 313.199 345.418 345.408 Contratos de Swaps Exposição Líquida – (7.450) (13.296) – (5.854) (5.277) Prêmio de Opções - Ações/ Futuro – – – (392) (392) (412) Contratos a Termo a receber - Vendas de Ações 32 33 33 55.543 57.325 57.316 Box de Opções Flexíveis Prêmios recebidos (239.774) (282.944) (277.730) (296.120) (322.723) (322.723) Total (290.993) (271.096) Ativo - Instrumentos Derivativos - Curto Prazo 57 58.274 Ativo - Instrumentos Derivativos - Longo Prazo 6 1.119 Passivo - Instrumentos Derivativos - Curto Prazo (164.679) (50.931) Passivo - Instrumentos Derivativos - Longo Prazo (126.377) (279.558) Contratos Futuros Compromissos de Venda - DDI 3.886 (15.101) Compromissos de Compra - DI 745.607 269.727 Compromissos de Venda - DI 232.593 (2.025.885) Compromissos de Compra - Dólar – 1.811 Compromissos de Compra - Índices – 2.461 Contratos Futuros 982.086 (1.766.987)

O valor total das margens dadas em garantia era de R$ 112.337 (30/06/2010 R$ 120.793) e estava composto por Títulos do Tesouro Nacional. Os seguintes valores a receber (ativo) e a pagar (passivo) foram registrados em contas patrimoniais sob o título “Instrumentos Financeiros Derivativos”: 30/06/2011 30/06/2010 Ativo Passivo Ativo Passivo Saldo a Receber Saldo a Pagar Saldo a Receber Saldo a Pagar Operações De swaps 30 13.326 2.077 7.354 De vendas a termo 33 – 57.316 – Opções – – – 412 – 277.730 – 322.723 Box de opções flexíveis 63 291.056 59.393 330.489 Total Os seguintes resultados foram registrados sob o título “Instrumentos Financeiros Derivativos”: 1º semestre Operações 2011 2010 De swaps (8.093) (1.407) De vendas a termo 104 5.609 Futuro (96) (2.142) Opções 1.202 225 Box de opções flexíveis (10.212) (14.499) Non deliverable forward 18 – Total (17.077) (12.214) O total do ajuste, de marcação a mercado, registrado no resultado foi de: 1º semestre Operações 2011 2010 De swaps (5.712) (288) De vendas a termo 1 (229) Opções (26) (21) 1 – Non deliverable forward Total (5.736) (538) Os instrumentos financeiros derivativos registrados possuíam os seguintes vencimentos: 30/06/2011

Swap Opções Termo

30/06/2010

Até

De 91

De 181

Acima

Até

90

a 180

a 360

de 360

dias

dias

(494)

(387)

dias (3.516)

dias

Total

(8.899) (13.296)

–

–

–

–

33

–

–

–

–

De 91 De 181

Acima

90

a 180

a 360

de 360

dias

dias

dias

(162)

(893)

(48) (412)

33 26.984

dias

Total

(4.174)

(5.277)

–

–

–

30.332

–

–

(412) 57.316

Box de Opções (3.256) (54.686) (102.316) (117.472) (277.730) (7.463) (15.986) (25.009) (274.265) (322.723) Total (3.717) (55.073) (105.832) (126.371) (290.993) 19.061 14.184 (25.902) (278.439) (271.096) Análise de Sensibilidade: Em conformidade com a Instrução CVM nº 475, de 17/12/2008, o Banco realiza análises de sensibilidade de suas operações que possam expô-lo a riscos oriundos da volatilidade de fatores de riscos de mercado, a qual poderá gerar prejuízos materiais para suas operações e/ou fluxos de caixa. O quadro disposto abaixo traz valores das exposições em análise, bem como os testes de sensibilidade das mesmas, considerando-se três cenários de estresse possíveis: a) situação de estresse determinada pelo Banco e aprovado em seu Comitê de Gestão de Riscos de Mercado (CGRM), conforme a metodologia descrita na nota sobre Risco de Mercado; b) situação de estresse considerada pelo Banco com deterioração de, pelo menos, 25% (vinte e cinco por cento) na variável de risco considerada e; c) situação de estresse considerada pelo Banco com deterioração de, pelo menos, 50% (cinquenta por cento) na variável de risco considerada. É importante salientar que os cenários “b” e “c” abaixo, estão sendo apresentados por exigência da Instrução CVM nº 475, entretanto, referem-se a cenários que a administração do Banco não acredita que possam ocorrer. 30/06/2011 Deterioração Deterioração Estresse - Alfa de 25% de 50% Exposição MTM - Exposição Cenário (a) Cenário (b) Cenário (c) Prefixado 1.629.262 (28.779) (53.370) (103.770) Índice de Preços 237.918 (3.789) (5.869) (11.495) Variação Cambial (6.091) (674) (1.523) (3.046) Cupom Cambial (4.781) (543) (1.241) (2.482) 30/06/2010 Deterioração Deterioração Estresse - Alfa de 25% de 50% Exposição MTM - Exposição Cenário (a) Cenário (b) Cenário (c) Prefixado 1.839.663 (10.503) (16.685) (32.709) Índice de Preços 229.661 (4.961) (6.038) (11.804) Variação Cambial (8.554) (1.173) (2.138) (4.277) Cupom Cambial (860) (274) (215) (430) Considerou para a análise apresentada acima, a exposição líquida das operações (posições ativas menos posições passivas), ressaltando que estão incluídas todas as posições de derivativos contratadas. (14) OUTRAS INFORMAÇÕES (a) Outros Valores e Bens - Composto por valores recebidos em dação em pagamento. (b) Outras Obrigações - Diversas Composto por: Provisões de Despesas de Pessoal e Administrativa Contingência Trabalhista e Cível (vide nota 09) Obrigações por Venda de Ativos Financeiros Credores Diversos Total (c) Outras Receitas Operacionais

30/06/2011 30/06/2010 10.400 10.956 9.452 10.554 56.648 86.602 4.165 3.822 80.665 111.934

1º semestre Composto por: 2011 2010 Atualização de Tributos a Compensar e Depósitos Judiciais 447 148 Reversão de Provisões Operacionais (*) 5.770 33.346 76 – Outras 6.293 33.494 Total (*) Em 2010, basicamente, a reversão refere-se ao trânsito em julgado favorável de processos tributários. (d) Outras Despesas Operacionais 1º semestre Composto por: 2011 2010 Atualização de Tributos e Complemento para Provisão para Contingências Fiscais, Trabalhistas e Cíveis 6.717 16.024 Processos Operacionais 1.230 707 Despesas com Créditos Inadimplentes 140 70 Despesas de Intermediação/Equalização de Contratos 2.269 2.433 75 – Outras 10.431 19.234 Total (e) Resultado não Operacional: composto por renda de aluguel e lucros obtidos na venda de bens e investimentos. (f) O Banco administra e faz a gestão de Fundos de Investimento de Renda Fixa, de Ações e Multimercado, além de Carteiras Administradas de Particulares, cujos patrimônios líquidos na data do balanço totalizavam R$ 4.416.101 (30/06/2010 R$ 4.729.783). (g) O Banco tem como política segurar seus valores e bens a valores considerados adequados para coberturas de eventuais perdas. (h) Em atendimento à Deliberação CVM nº 600/09 informamos que o Banco e suas controladas não mantém planos de remuneração em ações (stock options) e outros benefícios de pós-emprego a seus empregados. (i) Índice de Solvabilidade: O índice de solvabilidade atingiu 19,47% (30/06/2010 20,89%) ao final do semestre demonstrando a boa capacidade de solvência das instituições financeiras integrantes do Conglomerado Financeiro Alfa, quando comparado com o mínimo de 11% exigido pelo Banco Central do Brasil e o mínimo de 8% recomendado pelo Comitê da Basiléia. Para efeito do cálculo, utilizamos as demonstrações financeiras combinadas das instituições financeiras (Consolidado Operacional), tendo em vista que é dessa forma que o Banco Central do Brasil exerce o monitoramento das R$ mil Instituições Financeiras que integram um Conglomerado. Parcelas 30/06/2011 Parcela PEPR 913.915 Parcela PCAM 2.245 Parcela PJUR[1] 8.916 Parcela PJUR[2] 16 Parcela PJUR[3] 9.687 Parcela PJUR[4] 20 Parcela PCOM – Parcela PACS 616 Parcela POPR 73.575 Parcela adicional PRE BC – Parcela RBAN 13.751 Patrimônio de Referência Exigido (PRE) 1.008.990 Patrimônio de Referência (PR) 1.785.499 Excesso de recursos Aplicados no Ativo Permanente Patrimônio de Referência para Limite de Compatibilização 1.785.499 Margem ou Insuficiência 762.758 Índice de Basiléia - em 30/06/2011 19,47% - em 30/06/2010 20,89% (15) PARTICIPAÇÕES EM CONTROLADAS Alfa Corretora BRI Alfa de Câmbio e ParticipaValores ções Arrendamento Mobiliários Ltda. (b) Total Mercantil (a) Capital Social 178.300 120.000 26.868 Patrimônio Líquido Ajustado 268.254 271.491 307.979 Lucro do Período 4.818 12.559 8.904 Quantidade de Ações Ordinárias Possuídas 10.416.839 5.651.072 – Quantidade de Ações Preferenciais Possuídas 985.392 3.998.045 – Quantidade de Cotas Possuídas – – 26.744.827 % de Participação 55,661 60,307 99,543 Resultado da Avaliação 1º semestre/2011 1.583 7.557 8.863 18.003 1º semestre/2010 8.718 6.120 12.750 27.588 Valor Contábil do Investimento Em 30/06/2011 149.313 163.728 306.572 619.613 Em 30/06/2010 146.868 152.215 289.490 588.573 (a) O Banco Alfa de Investimento S.A possui participação na Alfa Arrendamento Mercantil S.A. direta de 55,661% e indireta de 44,12%, perfazendo o montante de 99,781%. (b) A Empresa BRI Participações Ltda. tem participação de 44,324% na Alfa Arrendamento Mercantil no montante de R$ 118.901. (16) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA O Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/08, apresentado na Demonstração dos fluxos de caixa está constituído por: 30/06/2011 30/06/2010 No Início do Período 313.076 355.063 Disponibilidade 6.666 7.786 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez (1) 306.410 347.277 No Final do Período 316.108 127.348 Disponibilidade 3.053 4.326 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez (1) 313.055 123.022 Redução de Caixa e Equivalente de Caixa 3.032 (227.715) (1) Refere-se a operações cujo o vencimento na data da aplicação foi igual ou inferior a 90 dias.

continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 23 de agosto de 2011

ECONOMIA - 21

continuação

BANCO ALFA DE INVESTIMENTO S.A. C.N.P.J. 60.770.336/0001-65 - CARTA PATENTE Nº 1461/1966 SEDE: ALAMEDA SANTOS, 466 - SÃO PAULO-SP SOCIEDADE ANÔNIMA DE CAPITAL ABERTO

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

DIRETORIA

Paulo Guilherme Monteiro Lobato Ribeiro - Presidente Fernando Pinto de Moura Humberto Mourão de Carvalho Luiz Alves Paes de Barros Rubens Garcia Nunes

CONTADOR

Fábio Alberto Amorosino - Diretor Presidente Adilson Herrero Antônio José Ambrozano Neto Benedito Carlos de Pádua Beny Fiterman Hugo Antônio de Campos Ferreira Roberto Musto Rubens Bution

Ouvidoria: 0800-7220140

Aucilene Moisés Neves Contadora - CRC 1SP 197638/O-1

PARECER DO CONSELHO FISCAL Após a análise: (i) do Estudo Técnico de viabilidade de geração de lucros tributáveis que ampara os valores contabilizados sob a rubrica “Créditos Tributários”, (ii) do Relatório da Diretoria, das Demonstrações Financeiras Intercalares encerradas em 30/06/2011 e do correspondente Parecer do Conselho de Administração, e (iii) da Proposta da Diretoria para declaração aos acionistas de juros sobre o capital próprio, os membros do Conselho Fiscal do Banco Alfa de Investimento S.A. concluíram pela aprovação das referidas peças. São Paulo, 11 de agosto de 2011 Flamarion Josué Nunes Paulo Caio Ferraz de Sampaio Rubens Barletta RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Ao Conselho de Administração e Acionistas do Banco Alfa de Investimento S.A. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras individuais do Banco Alfa de Investimento S.A., que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com

base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos do Banco. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.

O Comitê de Auditoria constituído pelo Banco Alfa de Investimento S.A., instituição líder do Conglomerado Financeiro Alfa, exerce as atribuições e responsabilidades previstas em seu regulamento e dispositivos legais vigentes, desenvolvendo suas atividades no referido Banco e nas seguintes empresas: Banco Alfa S.A., Financeira Alfa S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos, Alfa Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A. e Alfa Arrendamento Mercantil S.A.. No estrito cumprimento de suas atribuições, responsabilidades e competências, focado nas atividades das Auditorias Interna e Externa, bem como nas áreas mais representativas e expostas a riscos, promoveu reuniões quinzenais com os Diretores e os principais responsáveis pelas áreas das empresas do Conglomerado, visando ao acompanhamento de suas atribuições, atividades e negócios. Destaca-se que, durante o semestre, foram concluídas as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Alfa de Investimento S.A. e individuais da Financeira Alfa S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento, de acordo com as Normas Internacionais de Relatórios Financeiros (IFRS), emitidas pelo “International Accounting Standard Board - IASB”, com base em 31/12/2010, as quais foram auditadas pela KPMG Auditores Independentes e divulgadas no endereço eletrônico da organização. Por outro lado, houve a análise dos principais riscos decorrentes dos negócios do Conglomerado e dos processos em que se inserem, a par da qualidade dos controles e de aceitação respectivos, com

ênfase à observância das normas aplicáveis, concluindo-se que os trabalhos estão dentro dos níveis adequados e foram considerados satisfatórios. Quanto às áreas de Ouvidoria e Serviço de Atendimento aos Clientes, o Comitê deu sequência ao monitoramento de suas atividades, através de reuniões e relatórios por elas produzidos. Na área de Controles Internos, o Comitê considerou eficazes as atividades desenvolvidas, entendendo-as adequadas às necessidades das empresas do Conglomerado. Foram examinados pontos de controle, normas e técnicas de acompanhamento existentes e o cumprimento das regras internas e legais vigentes, constatando-se a preocupação com o aprimoramento dos sistemas de prevenção à lavagem de dinheiro e de pessoas politicamente expostas. Com relação à Auditoria Externa, responsável pela auditoria das Demonstrações Financeiras das empresas do Conglomerado, o Comitê examinou e discutiu os programas de trabalho e seus relatórios e os resultados de suas atividades desenvolvidas no semestre. Relativamente à Auditoria Interna, o Comitê acompanhou o andamento dos trabalhos planejados para o semestre, relatórios produzidos, conclusões e cumprimento das recomendações. Ressalta-se, ainda, que durante este período o Comitê em nenhum momento foi acionado, tampouco não se deparou com qualquer situação, que viesse a prejudicar ou comprometer a atuação e independência das Auditorias, na condução de suas atividades.

Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Alfa de Investimento S.A. em 30 de junho de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Demonstração do valor adicionado Examinamos também a demonstração do valor adicionado (DVA) para o semestre findo em 30 de junho de 2011, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. São Paulo, 11 de agosto de 2011

KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6

Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO 1º SEMESTRE DE 2011

e Consumidor está menos confiante em agosto

Há de se frisar que nenhuma falha relevante foi constatada ou apontada em seus trabalhos, que viessem a prejudicar ou afetar os quesitos de integridade, qualidade, transparência e visibilidade das Demonstrações Financeiras das empresas do Conglomerado, daí se concluindo como satisfatórias as atuações e trabalhos realizados pelas Auditorias. Considerando as avaliações satisfatórias das atuações das áreas de Controles Internos, Gestão de Riscos, Auditoria Interna e Externa, bem como os contatos mantidos com a área de Controladoria, responsável pela elaboração das Demonstrações Financeiras e, ainda, as constantes análises e exames procedidos pelo Comitê em relatórios, mapas e posições utilizados pelas mesmas para comprovação e confirmação de seus dados, conclui o Comitê de Auditoria que as Demonstrações Financeiras de 30 de junho de 2011, das empresas integrantes do Conglomerado Financeiro Alfa, atendem aos requisitos de integridade, qualidade, transparência e visibilidade, inclusive quanto à aplicação das práticas contábeis adotadas no Brasil e exigidas pelas normas vigentes. São Paulo, 10 de agosto de 2011

Cacildo Irondino da Rocha

Eduardo de Azevedo Alvarenga Coordenador Fernando Luiz Ramos Pompeia

Avalie Crédito é uma solução de análise para concessão de crédito destinada à micro, pequenas e médias empresas.

conomia

Felipe Denuzzo/e-sim

BVS lança aplicativo para iPad

A

O índice da Fecomercio registrou queda ante julho

A

confiança dos consumidores da cidade de São Paulo teve leve queda de 0,1% em agosto ante julho, de acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP). O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) divulgado ontem passou de 152,9 em julho para 152,7 pontos em agosto, em uma escala que varia de zero a 200 pontos e demonstra otimismo quando fica acima

dos 100 pontos. Na avaliação da Fecomercio-SP, o nível de confiança ainda está em um patamar elevado, principalmente em razão dos resultados do mercado de trabalho. No entanto, a ligeira queda no ICC aponta um ajuste das expectativas dos consumidores diante do cenário de atividade econômica em desaceleração. A pesquisa da Fecomercio mostra que a queda do índice foi puxada pela variação negativa do componente do

Mudança do consumidor é reação ao cenário de atividade econômica em desaceleração no País

ICC, que mede o grau de satisfação dos consumidores com o momento atual da economia. Este componente recuou de 150,6 pontos em julho para 149,8 pontos em agosto, uma baixa de 0,5%. Sexo masculino – A variação negativa do componente resultou da queda da confian-

ça entre consumidores do sexo masculino, entre pessoas com menos de 35 anos e entre indivíduos com renda mensal inferior a dez salários-mínimos. Já o componente do ICC que mede a expectativa do consumidor em relação à situação econômica futura subiu 0,1% na comparação mensal, de

Amigos do Magazine Luiza vão vender na rede social

A

varejista Magazine Luiza vai passar a atuar também em redes sociais na internet, no modelo de venda direta, onde os consultores são chamados "divulgadores". A empresa apresentou ontem o projeto "Magazine Você", espécie de loja personalizada que cada divulgador monta com até 60 produtos e espalha para seus amigos em sites de relacionamento como Orkut ou Facebook. Os divulgadores receberão comissão entre 2,5% e 4,5% pelas vendas. Inicialmente, apenas uma pessoa indicada por um funcionário da rede, parente ou amigo, poderá se tornar um divulgador, grupo que poderá ser ampliado, conforme os primeiros resultados, também aos clientes das loja. Esses divulgadores não terão vinculo empregatício com a empresa. O principal impacto da novidade deverá ser observado em 2012, prevê o diretor de vendas e marketing da rede, Frederico Trajano. Segundo ele, a empresa prestará assessoria aos divulgadores. Uma das metas é chegar a até 10 mil lojas de divulgadores em nove meses, o que representaria

60 itens podem ser escolhidos e alterados, em cada loja virtual, de acordo com o perfil de compra da rede de amigos. um universo de cerca de 1 milhão de consumidores. Para Trajano, as vendas diretas por meio de plataformas de redes sociais poderão ter uma rentabilidade superior à das lojas do modelo tradicional. Segundo o executivo, todas as vendas e as entregas serão realizadas pelo site da varejista. "O processo de compra é realizado nas redes. Somente a finalização será redirecionada ao site, garantindo máxima segurança na operação", disse. De acordo com Trajano, as lojas virtuais nas redes sociais surgiram da percepção de que os consumidores buscam

a opinião de amigos na internet antes de realizar a compra. "Pensando nisso, criamos um ferramenta online capaz de aproximar o comprador do divulgador. O próprio amigo, ao vender um produto da loja do seu perfil, recebe comissão." A empresa poderá distribuir também bônus, depositados diretamente na conta bancária cadastrada do divulgador. Os cerca de 60 itens de cada loja virtual podem ser escolhidos e alterados de acordo com o perfil de compra da rede de amigos. Mas apenas três deles poderão ser destacados como ofertas diariamente. A vitrine pode ser montada com produtos de livre escolha dos divulgadores. No próprio aplicativo do site será possível montar uma área com carrinho de compras. Os divulgadores poderão inserir ainda comentários sobre os produtos. O cálculo para a meta de 1 milhão de consumidores com essas vendas diretas parte do pressuposto de que cada divulgador tenha em média 100 amigos na internet. "Estimamos atingir entre 5 mil e 10 mil lojas em nove meses." (AE)

154,5 pontos em julho para 154,6 pontos em agosto. A variação positiva neste ponto do levantamento resulta da maior confiança entre consumidores do sexo masculino, entre aqueles com renda mensal inferior a dez saláriosmínimos e aqueles com idade de 35 anos ou mais. (AE)

TIM amplia serviço para os torcedores

A

TIM anunciou ontem que espera, até abril de 2012, uma adesão de pelo menos 2 milhões de torcedores ao recém-lançado serviço voltado a times de futebol, sendo a maior parte deles de novos clientes, engrossando a base da operadora. A empresa ampliou o serviço pré-pago Infinity Flamengo, já disponível também desde julho a outros cinco times de São Paulo e do Sul (Corinthians, São Paulo, Palmeiras, Internacional e Grêmio). A operadora espera que metade deste número, ou seja, 1 milhão de clientes, venha de torcedores do Flamengo, o que ajudará a empresa a melhorar sua participação de mercado no Rio de J a n e i r o, c i d a d e s e d e d a companhia. "Esperamos que a maior parte seja de novos clientes, nosso objetivo é ampliar a base. E especialmente no Rio, onde o market share ainda é relativamente moderado e tem potencial de crescimento alto", segundo o diretor de Marketing da TIM, Roger Sole. A TIM conseguiu nos últi-

mos meses sair da última colocação entre as quatro grandes operadoras no Rio, ultrapassando a Oi e ficando hoje em terceiro lugar no estado. Há um ano, a participação era de 15,4%, hoje está em 19,6%. A Claro é líder, com cerca de 35% de participação. "Somos, nos últimos oito, nove meses, a empresa que mais cresceu no Rio", disse Solé. "Mas o processo de chegar à liderança é longo". N ú m e ro s – Solé garante que o produto teve forte aceitação nas praças onde já foi lançado, embora não possa revelar números. No Sul e em São Paulo, o serviço foi lançado para as principais torcidas, ao contrário do Rio, onde só o Flamengo foi contemplado. A empresa não descarta lançar o produto a outros clubes no futuro. "Vamos ter que analisar (a inclusão de outros times), não queremos nos indispor com ninguém", disse, respondendo à possibilidade de rejeição da marca por parte de torcedores rivais do Flamengo. O alvo do novo serviço está nas classes B e C e no público jovem. (AE)

Boa Vista Serviços (BVS), administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), entidade que publica este Diário do Comércio, lançou o primeiro aplicativo para iPhone e iPad com avaliação de crédito online: o Avalie Crédito. Trata-se de uma solução de análise para concessão de crédito destinada à micro, pequenas e médias empresas do País, que garante agilidade e precisão na avaliação cadastral e de crédito de pessoas físicas em transações financeiras. As informações são acessadas em tempo real por meio do site da Boa Vista Serviços ou pela plataforma móvel. Mobilidade – Essa mobilidade gera possibilidades reais de redução de inadimplência, principalmente para as empresas que não possuem um computador à disposição do vendedor. O Avalie Crédito oferece uma análise ágil do risco de inadimplência por meio de uma política simples que recomenda ou não a concessão do crédito ao consumidor. Com visual claro e objetivo, a solução proporciona informações essenciais para a análise, tal como a probabilidade de inadimplência futura, obtida por avançadas técnicas estatísticas do produto SCPC Score Crédito. O Avalie Crédito, combinando a inteligência de diferentes produtos da Boa Vista Serviços, fornece informações de registros de débitos no SCPC, títulos protestados, cheques devolvidos e ações cíveis, além da confirmação de dados cadastrais e da situação na Receita Federal. Para ter acesso ao Avalie Crédito basta acessar o www.boavistaservicos.com.br ou então baixar o aplicativo por meio da Apple Store para o iPhone ou iPad.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

22 -.ECONOMIA

terça-feira, 23 de agosto de 2011

FINANCEIRA ALFA S.A. - CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS C.N.P.J. 17.167.412/0001-13 - CARTA AUTORIZAÇÃO Nº 40 DE 04/03/1955 SEDE: ALAMEDA SANTOS, 466 - SÃO PAULO - SP SOCIEDADE ANÔNIMA DE CAPITAL ABERTO

Senhores Acionistas: Submetemos à sua apreciação as demonstrações financeiras da FINANCEIRA ALFA S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos correspondentes às atividades desenvolvidas no 1º Semestre de 2011, acrescidas das notas explicativas e do Relatório dos Auditores Independentes sobre as demonstrações financeiras. 1. Cenário Econômico Passados quase três anos da crise financeira global, o cenário econômico mundial permanece com muitas incertezas. Especificamente quanto aos países desenvolvidos, fatores como: mercado de trabalho enfraquecido, elevado endividamento público e os impactos das tragédias recentes no Japão impõem restrições maiores para uma expansão sustentável da economia mundial. De um modo geral, o cenário internacional continua caracterizado por liquidez abundante, baixa aversão ao risco e cotações de “commodities” em alta. Notícias provenientes dos principais mercados evidenciam essa situação. Na zona do Euro, além do rebaixamento dos ratings da Grécia, Portugal e Irlanda, há a expectativa de redução também dos ratings da Itália e da Bélgica. A Grécia, no entanto, está próxima de uma reestruturação da dívida o que deverá tirar um pouco a pressão sobre esse país. Em situação difícil encontram-se também os Estados Unidos. Com a recente aprovação pelo Senado do projeto que permite a elevação da dívida americana dos atuais USD 14,3 trilhões para algo em torno de USD 16,7 trilhões em etapas, fica afastado, por hora o risco de eventual falta de pagamento pelo Governo Americano. Porém, junto com este projeto, o Senado aprovou também cortes vultosos nos gastos do Governo nos próximos anos que deixam dúvidas e incertezas sobre o crescimento da própria economia americana e da economia mundial. No Brasil, após o forte crescimento econômico apresentado no ano de 2010, de 7,5%, a inflação voltou a ser objeto de preocupação no início deste ano, impulsionada também pelo alto grau de indexação ainda existente na economia brasileira. A resposta às pressões inflacionárias tem se dado sob um contexto de mudança no mix de condução da política econômica, combinando elevação moderada da taxa básica de juros com desaceleração dos gastos públicos e adoção de medidas denominadas pelo governo de “macroprudenciais”. Tais medidas visam a redução do crédito para conter o consumo e, consequentemente, reduzir a pressão sobre os preços. No entanto, é consenso no mercado que a inflação do ano fique ao redor de 6,0% com convergência para a meta ao longo do ano de 2012. Nesse ambiente a expansão da economia deverá ser mais moderada do que a observada em 2010, em torno de 4% para 2011, taxas mais condizentes com o potencial de crescimento de longo prazo no País.

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 2. Desempenho das Atividades Resultado do Semestre O lucro líquido da Companhia no semestre atingiu R$ 35,8 milhões, correspondendo à rentabilidade de 6,2% (anualizada de 12,8%) sobre o patrimônio líquido inicial de R$ 579,4 milhões. A cada lote de mil ações do capital social da Companhia correspondeu o lucro líquido de R$ 339,17. Para o semestre findo está sendo proposto o pagamento de juros sobre o capital próprio no montante de R$ 10,0 milhões, correspondendo aos valores brutos de R$ 75,00 e R$ 120,14 por lote de mil ações ordinárias e preferenciais, respectivamente, conforme nota explicativa nº 08 letra “b” das demonstrações financeiras. Patrimônio Líquido O patrimônio líquido atingiu R$ 605,7 milhões ao final do semestre. O valor patrimonial para cada lote de mil ações alcançou R$ 5.727,60 com crescimento de 4,54% no semestre, índice superior à inflação de 3,87% medida pelo IPCA no mesmo período. O índice de solvabilidade instituído pelo Comitê da Basiléia e normatizado pelo Banco Central do Brasil atingiu 19,47% ao final do semestre, demonstrando a boa capacidade de solvência das instituições financeiras integrantes do Conglomerado Alfa, quando comparado tanto com o mínimo de 11% exigido pelo Banco Central do Brasil quanto com o de 8% recomendado pelo Comitê da Basiléia. A Assembléia Geral Extraordinária realizada em 28/04/2011, homologada pelo Banco Central do Brasil em 06/06/2011, aprovou o aumento de capital social para R$ 270,0 milhões, mediante incorporação de reserva de lucros. Recursos Captados O volume de recursos captados pela Companhia atingiu R$ 2.194,3 milhões na data do balanço. Esses recursos estavam representados por R$ 1.276,7 milhões em depósitos interfinanceiros, R$ 622,7 milhões em recursos de aceites cambiais, R$ 199,5 milhões em repasses do BNDES e FINAME e R$ 95,4 milhões via cessão de crédito. Ativos e Empréstimos O ativo total alcançou R$ 3.152,1 milhões ao final do semestre. A carteira de títulos e valores mobiliários e derivativos atingiu R$ 173,9 milhões na data do balanço. Conforme descrito na nota explicativa nº 3 letra “b” das demonstrações financeiras, a Companhia classificou 85,4% dos títulos e valores mobiliários na categoria “títulos para negociação” e 14,2% na categoria “mantidos até o vencimento”, em razão da intenção da Administração e da capacidade financeira da Companhia, comprovada com base em projeção de fluxo de caixa.

BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO - EM R$ MIL ATIVO Circulante Disponibilidades Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Aplicações em Depósitos Interfinanceiros Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 3) Carteira Própria Vinculados a Prestação de Garantias Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 10) Operações de Crédito Setor Privado (Nota 4) (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) - (Nota 4 d) Outros Créditos (Nota 12 A) Diversos (Nota 12 a) (Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa) Outros Valores e Bens Outros Valores e Bens (Provisão para Desvalorização) Despesas Antecipadas (Nota 12 b) Realizável a Longo Prazo Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Aplicações em Depósitos Interfinanceiros Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 3) Carteira Própria Vinculados a Prestação de Garantias Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 10) Operações de Crédito Setor Privado (Nota 4) (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) - (Nota 4 d) Outros Créditos Diversos (Nota 12 a) (Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa) Outros Valores e Bens Despesas Antecipadas (Nota 12 b) Permanente Investimentos Investimentos: Outros Investimentos Imobilizado de Uso Outras Imobilizações de Uso (Depreciações Acumuladas) Intangível Ativos Intangíveis (Amortização Acumulada) Diferido Gastos de Organização e Expansão (Amortização Acumulada) Total do Ativo

2011 2010 1.743.757 1.525.722 2.658 3.007 411.746 461.429 411.746 461.429 125.169 115.174 3.935 40.385 82.756 38.328 38.478 36.461 1.039.398 796.262 1.064.717 834.051 (25.319) (37.789) 157.404 144.918 157.436 145.310 (32) (392) 7.382 4.932 2.888 2.840 (584) (600) 5.078 2.692 1.402.992 1.192.736 585 – 585 – 48.764 86.941 23 9.635 309 1.778 48.432 75.528 1.232.070 967.756 1.271.639 1.023.902 (39.569) (56.146) 114.943 137.174 115.001 137.174 (58) – 6.630 865 6.630 865 5.375 6.100 2.145 2.145 2.145 2.145 2.364 2.580 5.734 6.286 (3.370) (3.706) 57 13 72 17 (15) (4) 808 1.362 2.626 2.866 (1.818) (1.504) 3.152.124 2.724.558

2011

PASSIVO Circulante Depósitos Depósitos Interfinanceiros Recursos de Aceites Cambiais Obrigações por Aceites de Títulos Cambiais Obrigações por Repasses do País - Instituições Oficiais

2010

1.082.649

523.014

549.937

172.803

549.937

172.803

200.522

61.156

200.522

61.156

89.468

102.932

BNDES

5.307

–

FINAME

84.161

102.932

24.909

23.843

Instrumentos Financeiros Derivativos Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 11) Outras Obrigações Cobrança e Arrecadação de Tributos Assemelhados Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias (Nota 8)

24.909

23.843

217.813

162.280

1.949

834

13.747

12.171

99.233

12.496

102.884

136.779

1.458.768

1.639.704

726.847

275.506

726.847

275.506

422.200

860.928

Obrigações por Aceites de Títulos Cambiais

422.200

860.928

Obrigações por Repasses do País - Instituições Oficiais

110.129

135.262

Diversas (Nota 12 d) Exigível a Longo Prazo Depósitos Depósitos Interfinanceiros Recursos de Aceites Cambiais

BNDES FINAME Instrumentos Financeiros Derivativos Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 11)

3.215

–

106.914

135.262

34.727

45.925

34.727

45.925

164.865

322.083

Fiscais e Previdenciárias (Nota 8)

99.624

177.926

Outras Obrigações Diversas (Nota 8 e Nota 12 d)

65.241

144.157

Resultados de Exercícios Futuros

4.923

2.534

Resultados de Exercícios Futuros

4.923

2.534

605.784

559.306

250.559

241.470

Patrimônio Líquido Capital: De Domiciliados no País (Nota 7 a) De Domiciliados no Exterior (Nota 7 a)

19.441

5.530

Reservas de Capital (Nota 7 c)

42.572

42.112

Reservas de Lucros (Nota 7 c) Ajuste de Avaliação Patrimonial

293.212 –

270.198 (4)

3.152.124

Total do Passivo

2.724.558

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - EM R$ MIL

Eventos Saldos em 31/12/2009 Aumento de Capital - AGE 15/04/2010 Outros Eventos: Juros sobre o Capital Próprio não Reclamados Ajuste ao Valor de Mercado de TVM e Derivativos Lucro Líquido do Semestre Destinações: Reservas Juros sobre o Capital Próprio Saldos em 30/06/2010 Mutações do Semestre Saldos em 31/12/2010 Aumento de Capital - AGE 28/04/2011 Outros Eventos: Juros sobre o Capital Próprio não Reclamados Lucro Líquido do Semestre Destinações: Reservas Juros sobre o Capital Próprio Propostos Saldos em 30/06/2011 Mutações do Semestre

Capital Realizado 223.000 24.000

Reservas de Capital 41.544 –

– – –

568 – –

– – 247.000 24.000 247.000 23.000

– – 42.112 568 42.112 –

– –

460 –

– – 270.000 23.000

– – 42.572 460

Reservas de Lucros 270.274 (24.000)

TVM e Derivativos ao Valor de Mercado (6) –

Lucros Acumulados – –

Total 534.812 –

– 2 –

– – 33.200

568 2 33.200

– – (4) 2 – –

(23.924) (9.276) – – – –

– (9.276) 559.306 24.494 579.474 –

– –

– –

– 35.874

460 35.874

25.850 – 293.212 2.850

– – –

(25.850) (10.024) –

– (10.024) 605.784 26.310

– – – 23.924 – 270.198 (76) 290.362 (23.000)

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Financeiras NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 - EM REAIS MIL (01) Atividade e Estrutura do Grupo e Apresentação das Informações Financeiras: a) Atividade b) Classificação de Títulos e Valores Mobiliários por Categoria e Vencimento: 3 meses 1 ano a Acima de Saldo em Saldo em e Estrutura do Grupo: A Financeira Alfa S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos pertence a 1 ano 3 anos 3 anos 30/06/2011 30/06/2010 Títulos ao Conglomerado Financeiro Alfa, o qual é liderado pelo Banco Alfa de Investimento S.A. que tem suas Títulos para Negociação origens no ano de 1925, com a fundação do Banco da Lavoura de Minas Gerais. Em 1972, o Banco da Letras Financeiras do Tesouro - LFT (a) 5.378 8.060 60.911 74.349 688 Lavoura alterou sua denominação para Banco Real S.A. e posteriormente criou as outras empresas Títulos Disponíveis para Venda financeiras que constituíam o Conglomerado Financeiro Real. Em 1998, o Banco Real S.A. teve seu Letras Financeiras do Tesouro - LFT (b) – 332 – 332 14.209 controle acionário vendido ao ABN Amro Bank. As empresas financeiras não vendidas (então, Banco Títulos Mantidos até o Vencimento Real de Investimento, Companhia Real de Investimento - C.F.I., Companhia Real de Arrendamento Letras Financeiras do Tesouro - LFT (2) 12.342 – – 12.342 75.229 17.720 8.392 60.911 87.023 90.126 Mercantil e Corretora Real) formaram o novo Conglomerado Financeiro Alfa, o qual foi completado Títulos e Valores Mobiliários 20,4 9,6 70,0 100,0 100,0 logo depois com a criação do Banco Alfa S.A. (Banco Comercial). O Conglomerado é composto de 7 % Concentração por Prazo entidades legais que atuam através de controle operacional efetivo, caracterizado pela administração (1) “Títulos para Negociação” e “Títulos Disponíveis para Venda”: o valor contábil corresponde ao valor ou gerência comum e pela atuação sob a mesma marca ou nome comercial. As seguintes instituições de mercado desses títulos na data do balanço, obtido através de coletas de preços de mercado, quando financeiras compõem o Conglomerado: - Banco Alfa de Investimento S.A. (instituição líder do Conglo- aplicável, os quais são comparados com os preços fornecidos pela Associação Brasileira das Entidades dos merado) e suas controladas: Alfa Arrendamento Mercantil S.A. e Alfa Corretora de Câmbio e Valores Mercados Financeiros e de Capitais (ANBIMA). (a) O ajuste positivo dos Títulos para Negociação no montanMobiliários S.A.; - Financeira Alfa S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos - Banco Alfa S.A. Com te de R$ 29 (30/06/2010 R$ zero), obtido entre os valores de custo R$ 74.320 (30/06/2010 R$688) e de esta sólida história de mais de 85 anos, o Conglomerado Financeiro Alfa vem desenvolvendo sua mercado R$ 74.349 (30/06/2010 R$ 688), foi registrado em conta adequada do resultado. (b) O ajuste dos atuação principalmente nos segmentos de crédito a pessoas jurídicas e físicas, tesouraria e adminis- títulos classificados na categoria Disponíveis para Venda referentes às Letras Financeiras do Tesouro - LFT, tração de recursos de terceiros. O Conglomerado está sediado em São Paulo, na Alameda Santos em 30 de junho de 2011 foi R$ zero (30/06/2010 ajuste negativo de R$ 8), obtido entre os valores de custo nº 466, e mantém filiais no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Campinas, Porto Alegre, Salvador, R$ 332 (30/06/2010 R$ 14.217) e de mercado R$ 332 (30/06/2010 R$ 14.209), foi registrado em conta adeBrasília, Fortaleza, Recife, Vitória, Goiânia, Florianópolis, São José dos Campos, Piracicaba, Ribeirão quada do patrimônio líquido, deduzido dos efeitos tributários. (2) “Títulos Mantidos até o Vencimento”: Preto, Londrina e Sorocaba. Todas contando com modernas plataformas tecnológicas, o que permite maior agilidade nas decisões e no desenvolvimento de produtos. O controlador do Conglomerado Fi- classificados em razão da intenção da Administração e da capacidade financeira da Companhia em mantênanceiro Alfa possui ainda relevantes investimentos em áreas não financeiras: Seguros e Previdência -los até o vencimento. A capacidade financeira está comprovada com base em projeção de fluxo de caixa (Alfa Seguradora S.A. e Alfa Previdência e Vida S.A.); Hotelaria (Rede Transamérica de Hotéis); Mate- conforme exigência do BACEN. Esses títulos foram mantidos pelo seu valor de aquisição acrescido dos riais de Construção (C&C Casa e Construção); Agropecuária e Agroindústria (Agropalma); Águas Mi- rendimentos auferidos, os quais foram registrados no resultado do período. O valor de mercado destes títulos nerais (Águas Prata); Alimentos (Sorvetes La Basque); Cultural (Teatro Alfa) e Comunicações (Rádio na data do balanço totalizava R$ 12.341 (30/06/2010 R$ 75.215). Os títulos públicos são custodiados Transamérica e TV Transamérica). b) Apresentação das Demonstrações Financeiras: As demons- no SELIC. trações financeiras da Financeira Alfa S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos foram elabo- (04) Operações de Crédito: a) Composição da carteira de crédito por radas com base na legislação societária e nas práticas contábeis adotadas no Brasil, em conformidade setor de atividade: 30/06/2011 30/06/2010 com as normas do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (BACEN) e, no Setores de Atividade Valor % Valor % que não conflitarem com as normas do BACEN e do CMN, da Comissão de Valores Mobiliários - CVM. - Setor Privado 966 – 1.771 0,1 Essas demonstrações financeiras foram concluídas em 09/08/2011 e aprovadas pelo Conselho de - Rural 161.975 7,0 182.215 9,6 Administração em 11/08/2011. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de institui- - Indústria 91.601 3,9 51.572 2,7 ções que atuam de forma integrada no mercado financeiro, e certas operações têm a participação ou - Comércio - Intermediários Financeiros 230.707 9,8 202.153 10,7 a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro, cujas atividades in- Outros Serviços 169.731 7,2 112.906 5,9 cluem as carteiras de arrendamento mercantil, administração de fundos de investimentos, distribuição - Pessoas Físicas 1.696.527 72,1 1.346.610 71,0 e corretagem de câmbio e valores mobiliários. Total da Carteira 2.351.507 100,0 1.897.227 100,0 (02) Principais Práticas Contábeis: (a) Apuração do Resultado: As receitas e despesas foram - Empréstimos 1.090.502 46,4 967.333 51,0 1.245.854 53,0 890.620 46,9 apropriadas pelo regime de competência. As rendas das operações de crédito vencidas são reconhe- - Financiamentos Outros Créditos (nota 12a) 15.151 0,6 39.274 2,1 cidas até o 59º dia como receita e, a partir do 60º dia deixam de ser apropriadas e o seu reconheci2.351.507 100,0 1.897.227 100,0 mento no resultado ocorre quando do efetivo recebimento das prestações, conforme determina o arti- Total da Carteira - Avais e Fianças Prestadas 1.792 5.291 go 9º da Resolução CMN nº 2682/99. (b) Ativos Circulante e Realizável a Longo Prazo: Total Global 2.353.299 1.902.518 Demonstrados pelos valores de realização e, quando aplicável, acrescidos dos rendimentos auferidos Avais e Fianças Prestadas estão registrados em contas de compensação. até a data do balanço, deduzidos de provisão para perdas e ajustados pelos seus valores de mercado, especificamente em relação ao registro e a avaliação contábil dos títulos e valores mobiliários e instru- b) Composição da carteira de crédito por faixas de vencimento: 30/06/2011 mentos financeiros derivativos estabelecidos pelas Circulares Bacen nº 3068 e 3082 (vide notas nº 03 Parcelas por Faixas de Vencimento A Vencer Vencidos Total % letra “b” e 10). A Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa foi constituída considerando a atual conjuntura econômica, a experiência de anos anteriores e a expectativa de realização da carteira, de A vencer - até 180 dias 621.958 5.923 627.881 26,6 forma que apure a adequada provisão em montante suficiente para cobrir riscos específicos e globais, - de 181 a 360 dias 449.216 4.283 453.499 19,3 associada à provisão calculada de acordo com os níveis de risco e os respectivos percentuais mínimos - acima de 360 dias 1.254.063 11.497 1.265.560 53,8 estabelecidos pela Resolução CMN nº 2682/99 (vide nota nº 4 letra “c” e “d”). (c) Ativo Permanente: Total a Vencer 2.325.237 21.703 2.346.940 99,7 Demonstrado ao custo corrigido monetariamente até 31 de dezembro de 1995, combinado com os Vencidas – 1.523 1.523 0,1 seguintes aspectos: (c.1) Depreciação do Imobilizado de Uso, calculada pelo método linear às seguin- - até 60 dias – 1.855 1.855 0,1 tes taxas anuais: Veículos, Sistemas de Comunicação e de Processamento de Dados 20% e demais - de 61 a 180 dias – 1.189 1.189 0,1 itens 10% e (c.2) Amortização, basicamente, de despesas com benfeitorias em imóveis de terceiros e - acima de 180 dias Total Vencidas – 4.567 4.567 0,3 com programas de processamento de dados, calculada pelo método linear, pelo prazo máximo de 05 Total da Carteira 2.325.237 26.270 2.351.507 100,0 anos. A Lei 11.638/07 eliminou a conta do Ativo Diferido. O Conselho Monetário Nacional autorizou as 30/06/2010 Instituições Financeiras a manter o saldo de 31 de dezembro de 2008 até a sua completa amortização Vencimento A Vencer Vencidos Total % ou baixa. (d) Passivos Circulante e Exigível a Longo Prazo: São demonstrados por valores conhe- A vencer cidos ou calculáveis, incluindo os encargos e as variações monetárias incorridos, deduzidos das cor- até 180 dias 481.716 7.148 488.864 25,8 366.927 4.666 371.593 19,6 respondentes despesas a apropriar. (e) Impostos e Contribuições: As provisões são calculadas de 181 a 360 dias 1.018.014 10.711 1.028.725 54,2 considerando a legislação pertinente a cada encargo para efeito das respectivas bases de cálculo e acima de 360 dias 1.866.657 22.525 1.889.182 99,6 suas respectivas alíquotas: Imposto de Renda (15% mais adicional de 10%), Contribuição Social Total a Vencer (15%), Pis (0,65%) e Cofins (4%). Também é observada pela Companhia a prática contábil de consti- Vencidas até 60 dias – 2.181 2.181 0,1 tuição de créditos tributários de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre diferenças temporárias, de 61 a 180 dias – 3.530 3.530 0,2 as mesmas alíquotas vigentes utilizadas para a constituição das provisões fiscais (vide nota nº 05 letra acima de 180 dias – 2.334 2.334 0,1 “b”). (f) Estimativas Contábeis: As demonstrações financeiras, de acordo com as práticas contábeis Total Vencidas – 8.045 8.045 0,4 Total da Carteira 1.866.657 30.570 1.897.227 100,0 brasileiras, incluem algumas contas cujos valores são determinados por estimativas baseadas na experiência passada, ambiente legal e de negócios, probabilidade de ocorrência de eventos sujeitos ou c) Classificação da carteira de crédito por níveis de risco: A Resolução CMN nº 2682 de não ao controle da Administração, etc. Essas estimativas são revistas pelo menos por ocasião da 21/12/1999 introduziu os critérios para a classificação das operações de crédito e para a constituição elaboração das demonstrações financeiras, buscando-se determinar valores que mais se aproximem da provisão para créditos de liquidação duvidosa, os quais são baseados em sistemas de avaliação de dos futuros valores de liquidação dos ativos ou passivos considerados. (g) Moeda funcional e de risco de clientes/operações. A composição da carteira de crédito e a constituição da provisão para apresentação: As demonstrações financeiras estão sendo apresentadas em Reais (R$), que é a créditos de liquidação duvidosa nos correspondentes níveis de risco, conforme estabelecido na referimoeda funcional da Financeira Alfa S.A. Crédito, Financiamento e Investimentos. Exceto quando da Resolução, estão demonstrados a seguir: indicado, as informações financeiras expressas em Reais foram arredondadas para o milhar mais 30/06/2011 próximo. (h) Relatório por Segmento: As atividades da Financeira Alfa S.A. Crédito, FinanciamenSaldo da Carteira de Crédito Provisão to e Investimentos encontram-se direcionadas substancialmente para o segmento de Varejo. Níveis Mínima (03) Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos: de Risco (*) A Vencer Vencidos Total Exigida Contábil a) Composição de Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos: AA 291.952 – 291.952 – 1.458 1.827.196 – 1.827.196 9.136 18.272 Composta por: 30/06/2011 30/06/2010 A B 175.487 5.227 180.714 1.807 14.367 Carteira Própria - Livres: 27.691 5.175 32.866 986 13.146 Letras Financeiras do Tesouro - LFT 3.958 50.020 C D 530 2.951 3.481 348 2.437 Vinculados a Prestação de Garantias: 295 1.763 2.058 618 2.058 Letras Financeiras do Tesouro - LFT 83.065 40.106 E 128 2.299 2.427 1.213 2.427 Total - Títulos e Valores Mobiliários 87.023 90.126 F 112 1.556 1.668 1.167 1.668 Swaps - Diferencial a Receber (nota 11) 86.910 111.989 G 1.846 7.299 9.145 9.145 9.145 Total - Instrumentos Financeiros Derivativos 86.910 111.989 H 2.325.237 26.270 2.351.507 24.420 64.978 Total Geral 173.933 202.115 Total

Ouvidoria: 0800-7220140 A carteira de crédito, incluindo fianças prestadas no montante de R$ 1,7 milhões, atingiu R$ 2.353,2 milhões. O volume de créditos vencidos acima de 15 dias totalizou R$ 26,2 milhões, correspondente a 1,1% da carteira total. O saldo da provisão para créditos de liquidação duvidosa atingiu R$ 64,9 milhões, representando 2,8% do total da carteira de crédito, 266,1% acima do mínimo exigido pela Resolução CMN nº 2.682 de 21 de dezembro de 1999. 3. Ouvidoria O componente organizacional de ouvidoria encontra-se em funcionamento e a sua estrutura atende às disposições estabelecidas por meio da Resolução CMN nº 3.849, de 25 de março de 2010. 4. Divulgação sobre Serviços da Auditoria Independente Em atendimento à Instrução CVM nº 381, de 14/01/2003, informamos que a empresa contratada para auditoria das demonstrações financeiras da Financeira Alfa S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos, ou pessoas a ela ligadas, não prestou no período outros serviços que não sejam de auditoria externa. A política adotada atende aos princípios que preservam a independência do auditor, de acordo com os critérios internacionalmente aceitos, quais sejam, o auditor não deve auditar o seu próprio trabalho nem exercer funções gerenciais no seu cliente ou promover o interesse deste. 5. Declaração dos Diretores Conforme Instrução CVM nº 480/2009, a Diretoria declara que em reunião realizada em 11 de agosto de 2011, revisou e concordou com as opiniões expressas no Relatório dos Auditores Independentes e com as Demonstrações financeiras relativas ao semestre findo em 30 de junho de 2011. Agradecimentos É indispensável traduzir o reconhecimento da Financeira Alfa S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos ao trabalho de seus funcionários e ao apoio de seus acionistas e, finalmente, a confiança de seus clientes e das instituições financeiras do mercado que continuaram a prestigiar a organização como sempre fizeram. São Paulo, 11 de agosto de 2011 A Diretoria Este Relatório da Administração realizado pela diretoria foi examinado e aprovado em reunião do Conselho de Administração de 11 de agosto de 2011. Conselho de Administração DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - EM R$ MIL Descrição Receitas da Intermediação Financeira Operações de Crédito Resultado com Títulos e Valores Mobiliários Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos Operações de Venda ou de Transferência de Ativos Financeiros Despesas da Intermediação Financeira Operações de Captação no Mercado Operações de Empréstimos e Repasses Operações de Venda ou de Transferência de Ativos Financeiros Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Resultado Bruto da Intermediação Financeira Outras Receitas/(Despesas) Operacionais Receitas de Prestação de Serviços Rendas de Tarifas Bancárias Despesas de Pessoal Outras Despesas Administrativas Despesas Tributárias Outras Receitas Operacionais (Nota 12 e) Outras Despesas Operacionais (Nota 12 f) Resultado Operacional Resultado Não Operacional (Nota 12 g) Resultado antes da Tributação e Participações Imposto de Renda e Contribuição Social (Nota 5 a) Provisão para Imposto de Renda Provisão para Contribuição Social Ativo Fiscal Diferido Participações no Lucro Empregados Administradores - Estatutárias Lucro Líquido do Período Lucro Líquido por Lote de Mil Ações - R$ (Nota 7a) DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - EM R$ MIL Descrição 1. Receitas Intermediação Financeira Prestação de Serviços e Rendas de Tarifas Bancárias Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Outras Receitas Operacionais Resultados não Operacionais 2. Despesas da Intermediação Financeira 3. Materiais e Serviços Adquiridos de Terceiros Materiais, Energia e Outros (Materiais de Consumo, Telefone e Água) Serviços de Terceiros 4. Valor Adicionado Bruto (1-2-3) 5. Depreciação, Amortização e Exaustão 6. Valor Adicionado Líquido Produzido pela Entidade (4-5) 7. Valor Adicionado Total a Distribuir 8. Distribuição do Valor Adicionado Pessoal Remuneração Direta Benefícios F.G.T.S. Imposto, Taxas e Contribuições Federais Municipais Remuneração de Capitais de Terceiros Aluguéis Outras (Doações Filantrópicas) Remuneração de Capitais Próprios Juros sobre o Capital Próprio Lucros Retidos do Semestre

2011 262.347 227.785 28.812 3.631 2.119 125.686 101.282 6.544 12.801 – 5.059 136.661 (80.568) 1.013 11.127 (31.816) (20.901) (6.036) 8.747 (42.702) 56.093 (169) 55.924 (17.803) (8.977) (5.831) (2.995) (2.247) (1.197) (1.050) 35.874 339,17

2010 220.656 192.055 22.615 – 5.986 124.481 59.654 9.584 35.395 12.336 7.512 96.175 (61.582) 938 4.806 (21.854) (22.790) (3.592) 19.073 (38.163) 34.593 126 34.719 1.012 (5.551) (3.717) 10.280 (2.531) (1.286) (1.245) 33.200 313,90

2011 2010 278.006 238.087 262.347 220.656 12.140 5.744 (5.059) (7.512) 8.747 19.073 (169) 126 120.627 116.968 56.123 57.628 2.113 1.610 54.010 56.018 101.256 63.491 594 636 100.662 62.855 100.662 62.855 100.662 62.855 34.062 24.386 22.986 16.460 9.249 6.447 1.827 1.479 27.918 2.835 27.238 2.471 680 364 2.793 2.184 2.793 2.184 15 250 35.874 33.200 10.024 9.276 25.850 23.924

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - MÉTODO INDIRETO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - EM R$ MIL Atividades Operacionais Lucro Líquido do Período Ajustes ao Lucro Líquido - Depreciações e Amortizações - Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa - Ajustes de Provisão de Passivos Contingentes (Aumento)/Redução dos Ativos Operacionais Títulos e Valores Mobiliários Aplicações Intefinanceiras de Liquidez Operações de Crédito Outros Créditos Outros Valores e Bens Aumento/(Redução) dos Passivos Operacionais Depósitos Recursos de Aceites e Emissão de Títulos Obrigações por Empréstimos e Repasses Instrumentos Financeiros Derivativos Outras Obrigações Resultados de Exercícios Futuros Pagamentos de Imposto de Renda e Contribuição Social Caixa Líquido Proveniente de (Aplicado em) Atividades Operacionais Atividades de Investimentos Aquisição de Bens Não de Uso Próprio Aquisição de Imobilizados de Uso Aplicações no Diferido Alienação de Bens não de Uso Próprio Alienação de Imobilizados de Uso Caixa Líquido Proveniente de (Aplicado em) Atividades de Investimento Atividades de Financiamentos Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Prescritos Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Caixa Líquido Proveniente de (Aplicado em) Atividades de Financiamento Aumento (Redução) Líquido de Caixa e Equivalentes Caixa e Equivalentes no Início do Semestre Caixa e Equivalentes no Final do Semestre Aumento (Redução) de Caixa e Equivalentes

2011 2010 35.874 33.200 2.105 10.126 593 636 5.059 7.512 (3.547) 1.978 (291.124) 69.018 10.585 33.765 (585) – (292.584) 27.066 (1.111) 898 (7.429) 7.289 124.533 (79.883) 574.995 226.343 (369.939) (72.360) (33.011) (55.617) (13.799) 12.393 (28.924) (186.165) 1.482 1.263 (6.271) (5.740) (128.612) 32.461 (2.707) (393) (21) 2.598 19 (504)

(1.257) (179) 4 1.186 95 (151)

460 568 (10.024) (9.276) (9.564) (8.708) (138.680) 23.602 553.084 440.834 414.404 464.436 (138.680) 23.602

30/06/2010 Saldo da Carteira de Crédito

Provisão Mínima (*) A Vencer Vencidos Total Exigida Contábil AA 965.544 – 965.544 – 9.655 A 682.168 – 682.168 3.411 13.643 B 174.965 4.428 179.393 1.794 21.443 C 27.857 4.225 32.082 963 12.833 D 2.049 2.242 4.291 429 3.004 E 10.591 3.210 13.801 4.140 13.801 F 510 3.013 3.523 1.761 3.523 G 305 2.115 2.420 1.694 2.420 H 2.668 11.337 14.005 14.005 14.005 Total 1.866.657 30.570 1.897.227 28.197 94.327 (*) Inclui os créditos vencidos até 14 dias. d) Provisão para créditos de liquidação duvidosa: O saldo da provisão atingiu o montante de R$ 64.978 (30/06/2010 R$ 94.327), correspondente a 2,76% (30/06/2010 4,97%) do total da carteira, desconsiderando o montante de fiança. Como conseqüência do bom desempenho da economia brasileira durante o ano de 2010, o risco de inadimplência na carteira de crédito da Companhia diminuiu e, consequentemente, o valor da provisão constituída para fazer face a possíveis inadimplências reduziu em relação ao ano anterior. A provisão constituída acima do mínimo requerido pela Resolução CMN 2.682, decorre das análises internas e individuais dos clientes e é considerada adequada para suportar eventuais perdas. No decorrer do semestre foram amortizados créditos para prejuízo no montante de R$ 7.024 (1º semestre 2010 R$ 13.541), e ocorreram recuperações no montante de R$ 5.199 (1º semestre/2010 R$ 5.713). O saldo das operações renegociadas era de R$ 27.267 (30/06/2010 R$ 20.307) na data do balanço. O saldo apresentado considera como renegociação qualquer acordo ou alteração nos prazos de vencimento, e nas condições de pagamento originalmente pactuadas, em operações de crédito que tenham apresentado alguma deterioração nas condições de risco. e) Cessão de crédito: No semestre não foram realizadas operações de cessão de créditos com coobrigação. As operações realizadas no 1º semestre/2010, no montante de R$ 20.487, geraram um resultado de R$ 1.713 que foi registrado na rubrica “Receitas da Intermediação Financeira - Operações de Crédito”. Para registro dessas operações foi observado o critério contábil estabelecido pela Circular Bacen nº 2568/95, com a baixa integral do saldo na carteira ativa. Em 2008 e 2009 foram realizadas operações de cessão de créditos com coobrigação de operações de crédito pessoal consignado. Para registro dessas operações foi observado o critério contábil estabelecido pela Resolução CMN n° 3.533/08. Assim, adotamos a opção prevista na referida resolução de reconhecer o resultado dessas cessões, mensalmente, no prazo das operações. Estas cessões, adicionadas às efetuadas em períodos anteriores, permaneceram registradas no ativo pelo valor, na data do balanço, de R$ 98.043 (30/06/2010 R$ 202.624) e os recursos correspondentes a essas cessões, foram registrados no passivo, na rubrica “Obrigações por Operações de Venda de Ativos Financeiros” em Outras Obrigações Diversas, cujo saldo na data do balanço era de R$ 95.418 (30/06/2010 R$ 232.770). As despesas resultantes dessa obrigação no semestre foram de R$ 12.801 (30/06/2010 R$ 35.395), e estão registradas na Demonstração de Resultado sob a rubrica “Operações por venda ou transferência de ativos financeiros”. (05) Imposto de Renda e Contribuição Social: a) Demonstração do cálculo dos encargos com Imposto de Renda e Contribuição Social: Níveis de Risco

30/06/2011 30/06/2010 Lucro antes da Tributação, deduzido das Participações no Lucro IR e CS às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Juros sobre o capital próprio Créditos Amortizados para Prejuizo Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa Contingências Fiscais e Trabalhistas Dividendos recebidos de investimentos avaliados pelo método de custo Prejuízo fiscal de C.S e I.R. Ajuste ao valor de mercado de títulos e derivativos Resultado de Operações com derivativos não liquidados Outras Adições e Exclusões Total dos encargos devidos no período Créditos Tributários de Imposto de Renda e Contribuição Social Obrigações Fiscais Diferidas Despesa de Imposto de Renda e Contribuição Social

53.677 (21.471)

32.188 (12.875)

4.010 287 352 (1.037)

3.711 (104) 1.900 (456)

346 2.667 8.150 – 527 (6.169)

299 – 2.640 2.599 (4.171) (6.457)

(2.995) (8.639) (17.803)

10.280 (2.811) 1.012

continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 23 de agosto de 2011 continuação

ECONOMIA - 23

FINANCEIRA ALFA S.A. - CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS C.N.P.J. 17.167.412/0001-13 - CARTA AUTORIZAÇÃO Nº 40 DE 04/03/1955 SEDE: ALAMEDA SANTOS, 466 - SÃO PAULO - SP SOCIEDADE ANÔNIMA DE CAPITAL ABERTO

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 - EM R$ MIL b) Créditos Tributários de Imposto de Renda e Contribuição Social: Consti- RealiOrigem 31/12/2010 tuição zação 30/06/2011 Contingências Fiscais, Trabalhistas e Cíveis/Prejuízo Fiscal 27.083 890 (3.350) 24.623 Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa 26.343 1.328 (1.680) 25.991 Outros Créditos Tributários 5.019 (183) – 4.836 Total 58.445 2.035 (5.030) 55.450 % sobre Patrimônio Líquido 10,1% 9,2% A Administração da Companhia, fundamentada em estudo técnico realizado tomando por base os dados contábeis disponíveis em 30/06/2011, estimou que a realização desses créditos tributários ocorrerá na seguinte proporção: 33% no primeiro ano, 31% no segundo ano, 14% no terceiro ano, 11% no quarto ano e 11% no quinto ano. Na data do balanço, o valor presente dos créditos tributários calculados com base na taxa Selic é de R$ 42.474 (30/06/2010 R$ 46.654). Os créditos tributários não ativados totalizavam R$ 15.211 (30/06/2010 R$ 16.515). (06) Depósitos e Captações: a) Composição dos Recursos Captados: Composto por 30/06/2011 30/06/2010 Depósitos Interfinanceiros 1.276.784 448.309 Recursos de Aceites e Emissão de Títulos 622.722 922.084 Obrigações por Repasses - País 199.597 238.194 Obrigações por Venda de Ativos Financeiros (nota 12d) 95.418 232.770 Total - Recursos Captados 2.194.521 1.841.357 b) Composição de Recursos Captados por prazos de vencimento: Acima Até 3 3 meses 1 ano a 3 de 3 Total Total Títulos meses a 1 ano anos anos 30/06/2011 30/06/2010 Depósitos Interfinanceiros (a) 248.133 301.804 522.316 204.531 1.276.784 448.309 Recursos de Aceites e Emissão de Títulos (b) 11.840 188.682 422.200 – 622.722 922.084 Obrigações por Repasses (c) 24.391 65.077 89.611 20.518 199.597 238.194 Obrigações por Operações de Venda de Ativos Financeiros 15.068 33.705 39.999 6.646 95.418 232.770 Total de Recursos Captados e Administrados 299.432 589.268 1.074.126 231.695 2.194.521 1.841.357 % Concentração por Prazo 13,6% 26,9% 48,9% 10,6% 100,0% 100,0% c) Passivo Circulante e Exigível a Longo Prazo: Os recursos captados no País para repasses a clientes possuem as seguintes características: a) Depósitos Interfinanceiros com vencimentos até 22/04/2016 indexados à taxa pré que variam de 12,12% a 14,05% a.a. e pós-fixada indexado em 102,00% à 117,00% do CDI; b) Aceites Cambiais com vencimentos até 14/01/2014 à taxa pré-fixada de 11,10% a.a, indexados à taxas pré-fixada 7,86%, mais 100,00% do IPCA, indexados às taxas que variam de 98,50% a.a. mais 112,00% do CDI; c) Obrigações por Repasses do País - FINAME com vencimentos até 16/04/2018 à taxa pós-fixada de 4,0% a.a. mais TJLP e pré-fixada de 9,8594% a.a., garantidas por contratos. Os aceites cambiais foram classificados de acordo com seus vencimentos contratuais e incluem o montante de R$ 593.651 (30/06/2010 R$ 887.311) referentes às captações com compromisso de liquidez que podem ser resgatados antecipadamente pelos clientes, todos registrados no Balcão Organizado de Ativos e Derivativos (CETIP S.A.). (07) Passivos Contingentes e Obrigações Legais - Fiscais e Previdenciárias: A Companhia, no curso normal de suas atividades, é parte em processos de natureza fiscal, previdenciária, trabalhista e cível. As respectivas provisões foram constituídas levando-se em conta a legislação em vigor, a opinião dos assessores legais, a natureza e complexidade dos processos, o posicionamento dos Tribunais, o histórico de perdas e outros critérios que permitam a sua estimativa da forma mais adequada possível. A Administração considera que as provisões existentes na data destas demonstrações são suficientes para fazer face aos riscos decorrentes destes processos. As provisões constituídas e respectivas variações no período estão demonstradas a seguir: Fiscais e Cíveis e Previdenciárias Trabalhistas Movimentação Saldo inicial em 01/01/2011 de contingências e obrigações legais 60.504 17.308 (+) Complemento e Atualização de Provisão 987 2.000 (-) Baixa por Pagamento/Reversão (*) (4.852) (712) Saldo final em 30/06/2011 de contingências e obrigações legais 56.639 18.596 Prov. para impostos e contribuição sobre o lucro 324 Impostos e Contribuições a recolher 86.557 Prov. para I. Renda e Contrib. Diferidos 55.337 Total 198.857 (a) As obrigações legais e as contingências fiscais e previdenciárias referem-se principalmente a obrigações tributárias cuja legalidade ou constitucionalidade é objeto de contestação nas esferas administrativa e judicial, com destaque para: (i) a cobrança do PIS pelas Emendas Constitucionais 01/94, 17/97 e a não observância da irretroatividade e da anterioridade nonagesimal quando da cobrança do PIS pela Emenda Constitucional nº 10/96, e (ii) a dedução dos valores da CSLL na base de cálculo do IRPJ. As provisões existentes amparam o risco decorrente das obrigações legais e das contingências fiscais e previdenciárias consideradas como de perda provável e encontram-se no exigível a longo prazo na rubrica “Provisão para Riscos Fiscais” do grupo “Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias”. No dia 29 de Julho de 2011 foi pago integralmente o saldo remanescente de R$ 82.010 originário da adesão dos valores da COFINS à Anistia Fiscal concedida pela Lei nº 11.941/09 (REFIS IV) valor este que consta no saldo da provisão de 30 de junho de 2011. O impacto no resultado correspondente a esta adesão, no valor de R$ 10.428, já havia sido reconhecido no resultado do semestre findo em 31 de Dezembro de 2010. (b) A Companhia possui outras contingências fiscais e previdenciárias avaliadas individualmente por nossos assessores legais como de risco de perda não provável, conforme Deliberação CVM nº 594, de 15/09/2009, com destaque para: (i) a não observância da irretroatividade e da anterioridade nonagesimal quando da majoração da alíquota da CSLL para o Sistema Financeiro em 1996, no montante de R$ 4.920 e (ii) a lavratura de autos de infração pela Prefeitura de São Paulo no montante de R$ 3.392 para a cobrança do ISS sobre valores registrados em diversas contas contábeis, sob a alegação de se tratar de receitas de prestação de serviços. (c) As contingências trabalhistas originam-se de ações judiciais movidas por terceiros que buscam obter indenizações referentes a pretensos direitos trabalhistas. A provisão constituída encontra-se registrada na rubrica “Provisão para Passivos Contingentes” do grupo “Outras Obrigações - Diversas” (vide nota 12”d”). (d) As contingências cíveis são originadas basicamente por ações judiciais movidas por terceiros, pleiteando indenizações por danos materiais e morais, sendo em sua maior parte julgadas pelos Juizados Especiais Cíveis. Para determinar o volume adequado de provisão a Administração divide o conjunto de ações entre “individualmente significativas” e as demais. Para as ações consideradas individualmente significativas são elaboradas análises individuais e constituída provisão para aquelas consideradas com risco de perda provável. Para as demais ações, ou seja, não consideradas individualmente significativas, é constituída provisão com base em um histórico de perdas. (*) Trata-se de reversão da CSLL do ano de 1.996 cuja não observância da irretroatividade e anterioridade nonagesimal foi considerada inconstitucional pelo STF. (08) Patrimônio Líquido: a) Capital Social: Está dividido em 59.439.005 de ações ordinárias e 46.326.898 de ações preferenciais sem valor nominal. É assegurado às ações preferenciais, que não possuem direito de voto, um dividendo mínimo de 8% ao ano sobre a parte e respectivo valor do capital que essas ações representam. A Assembléia Geral Extraordinária realizada em 28/04/2011, homologada pelo Banco Central do Brasil em 06/06/2011, aprovou o aumento do capital social para R$ 270.000, mediante incorporação de reservas de lucros. b) Dividendos: O Estatuto Social prevê dividendo mínimo de 25% do lucro líquido anual, ajustado conforme o disposto no art. 202 da Lei das Sociedades por Ações, podendo ser pago sob a forma de juros sobre capital próprio, conforme previsto no artigo 31 do Estatuto Social e artigo 9º da Lei nº 9.249 de 26/12/1995. Demonstrativo 30/06/2011 30/06/2010 • Lucro Líquido do Semestre 35.874 33.200 • (–) Reserva Legal (1.794) (1.660) • Lucro Líquido Ajustado 34.080 31.540 • Juros sobre Capital Próprio - Valor Bruto 10.024 9.276 • (–) Imposto de Renda na Fonte - 15% (1.504) (1.391) • Juros sobre Capital Próprio - Valor Líquido 8.520 7.885 • % sobre o Lucro Líquido Ajustado 25% 25% Está sendo proposto o pagamento de juros sobre o capital próprio no valor bruto de R$ 10.024, no semestre, correspondendo aos valores brutos de R$ 75,00 e R$ 120,14 por lote de mil ações ordinárias e preferenciais, respectivamente, sujeitos também à incidência de imposto de renda na fonte à alíquota de 15% quando aplicável. A adoção do pagamento de juros sobre o capital próprio aumentou o resultado da Companhia em R$ 4.010 (30/06/2010 R$ 3.710) face ao benefício fiscal obtido. Os juros foram contabilizados em conformidade com a Circular Bacen nº. 2.739/97, Deliberação CVM nº 207/96 e em atendimento às disposições fiscais. c) Reservas de Capital e Reservas de Lucros: Reservas de Capital: Descrição 30/06/2011 30/06/2010 Reservas de incentivos fiscais 29.777 29.777 Capital de Giro 8.718 8.718 Outras 4.077 3.617 Total 42.572 42.112 Reservas de Lucros: Descrição 30/06/2011 30/06/2010 Reserva legal 42.948 39.755 Reservas estatutárias - aumento de capital 203.155 187.616 Reservas estatutárias - dividendos 47.109 42.827 Total 293.212 270.198 (09) Transações entre Partes Relacionadas: a) Sempre em concordância com os dispositivos legais vigentes e com as normas expedidas pelo Banco Central do Brasil, são efetuadas operações com empresas ligadas a taxas e valores médios praticados com terceiros. 30/06/2011 30/06/2010 Ativos Receitas Ativos Receitas Operações (Passivos) (Despesas) (Passivos) (Despesas) Disponibilidades 2.223 – 2.472 – Operações Compromissadas (1) – (1) – (11) Depósitos Interfinanceiros (1) (864.452) (29.548) 13.119 (2.873) Operações SWAP (1) – – (5) (5) Letra de Câmbio (1) (187.809) (9.985) (172.599) (7.258) Direitos por Venda de Ativos (4) 15.136 2.119 39.274 5.986 Ressarcimento Custos (2) (468) – 424 – Prestação de Serviços (3) – (2.358) (282) (1.637) Garantias Prestadas – (1.051) – – Aquisição de Ativos Financeiros (5) 214.431 15.550 162.542 3.001 (1) As aplicações e captações de recursos referem-se às operações envolvendo a Companhia e empresas ligadas, efetuadas a taxas compatíveis com as taxas médias praticadas no mercado, vigentes nas datas das operações. (2) Os ressarcimentos de custos referem-se basicamente, à agenciamento de operações e sub-locação de imóvel com empresas ligadas de acordo com contrato mantido entre as partes. (3) Referem-se, basicamente aos serviços contratados junto às empresas Metro Tecnologia Informática Ltda., sendo: tecnologia R$ 1.199 (1º semestre/2010 R$ 984), consultoria contábil R$ 53 (1º semestre/2010 R$ 60) e segurança R$ 7 (1º semestre/2010 R$ 6), Metro Sistemas de Informática Ltda., sendo: tecnologia R$ 235 (1º semestre/2010 R$ 131), auditoria interna R$ 203 (1º semestre/2010 R$ 149), Metro Dados Ltda., sendo: tecnologia R$ 347 (1º semestre/2010 R$ 253) e Metro Táxi Aéreo Ltda., sendo transporte aéreo R$ 182 (1º semestre/2010 R$ 52). Inclui também, despesas

à empresa Transamérica Hotéis no valor de R$ 132 (1º semestre/2010 R$ 2) de hospedagem. (4) Refere-se a aquisição de operações de crédito consignado junto à empresa ligada (com coobrigação), realizadas na vigência da Resolução CMN nº 3533. (5) Refere-se a aquisição de operações de crédito consignado junto à empresa ligada (com coobrigação), realizadas na vigência da Circular BACEN nº 2568. b) Remuneração dos Administradores: Em Assembléia Geral Ordinária dos acionistas, é estabelecida a remuneração para os membros do Conselho da Administração e Diretoria. Em 2011, foi determinado o valor médio de remuneração total mensal no montante de até R$ 330 (1º semestre/2010 R$ 270). b.1) Benefícios - Conselho de Administração e Diretoria: No semestre findo em 30 de junho de 2011 no montante de R$ 3.215 (1º semestre/2010 R$ 3.025) sendo: Remuneração R$ 2.165 (1º semestre/2010 R$ 1.780) e Participação no Resultado R$ 1.050 (1º semestre/2010 R$ 1.245). A companhia não possui para o pessoal-chave da Administração, benefícios pós-emprego, benefícios de longo prazo e de rescisão de contrato de trabalho. b.2) Conforme legislação em vigor, a Companhia não pode conceder empréstimos ou adiantamentos para: - Diretores e membros dos conselhos consultivos ou administrativos, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até 2º grau; - Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; - Pessoas jurídicas que participem, com mais de 10%, da própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau; Dessa forma, não são efetuados pela Companhia empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria e seus familiares. c) Participação acionária: Os membros do Conselho de Administração possuem em conjunto a seguinte participação acionária em 30 de junho de 2011: Ordinárias 1,763%, Preferenciais 28,966% e do total de ações 12,687%. (10) Gerenciamento de Risco: O Gerenciamento de Riscos é um instrumento essencial para garantir o uso adequado do capital e a melhor relação risco x retorno para a Companhia. O gerenciamento e monitoramento dos riscos envolvidos nas diversas atividades da Companhia são realizados por área independente através de políticas de controles, estabelecimento de estratégias de operação, determinação de limites e do acompanhamento constante das posições assumidas através de técnicas específicas, consoantes às diretrizes estabelecidas pela Administração. A estrutura de gerenciamento de riscos contempla os seguintes riscos segregados por natureza: Risco de Mercado - O risco de mercado está relacionado à probabilidade de perda decorrente dos impactos de flutuações dos preços e taxas de mercado sobre as posições ativas e passivas da carteira própria da Companhia. A política global em termos de exposição a riscos de mercado é conservadora, sendo a estratégia e os limites de VaR (Value at Risk) definidos pelo Comitê de Gestão de Risco de Mercado e seu cumprimento acompanhado diariamente por área independente à gestão das carteiras, através de métodos e modelos estatísticos e financeiros desenvolvidos de forma consistente com a realidade de mercado. A metodologia para apuração do VaR é baseada no modelo paramétrico, com intervalo de confiança de 99% para o horizonte de tempo de um dia e as volatilidades são calculadas pela metodologia EWMA com a utilização de fator de decaimento (lâmbda) de 0,94. Além do VaR, são adotados os parâmetros de risco acumulado mensal e cenários de stress em que são elaborados cenários históricos e hipotéticos para as taxas de mercado e verificados os possíveis impactos nas posições. As informações para elaboração das curvas de mercado são obtidas através da tabela de taxas médias divulgada diariamente pela BMFBOVESPA S.A.. Complementando a estrutura de acompanhamento, controle e gestão de riscos de mercado, são calculados diariamente os valores exigidos de capital para cobertura das exposições ao risco de mercado, em conformidade com a Resolução do Banco Central do Brasil nº 3.490. A descrição da estrutura de gerenciamento de risco de mercado encontra-se disponível no site www.alfanet.com.br. Risco de Liquidez - O controle e estratégia de liquidez são decididos pelo Comitê de Caixa que se reúne diariamente antes do início das operações, com o objetivo de avaliar o comportamento dos diversos mercados de juros, dólar e bolsas, domésticos e internacionais, bem como, definir as estratégias do dia e avaliar o fluxo de caixa das empresas financeiras. O Comitê de Caixa gerencia o risco de liquidez concentrando sua carteira em ativos de alta qualidade e de grande liquidez, cujas posições são monitoradas on-line e casadas cuidadosamente quanto a moedas e prazos. Adicionalmente, os controles do risco de liquidez utilizam-se de fluxo de caixa projetado diariamente para atendimento à Resolução do Banco Central do Brasil nº 2.804, adotando-se as premissas de fluxo de vencimento das operações financeiras, fluxo de caixa de despesas, o nível de atraso nas carteiras e antecipação de passivos. Risco de Crédito - é a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes, dentre outras, mas principalmente, das seguintes situações: a. Da inadimplência dos tomadores de crédito (pessoas físicas, empresas, instituições financeiras) na liquidação dos compromissos assumidos sobre posições de empréstimos, ativos financeiros e ou seus respectivos instrumentos derivativos. b. Da possibilidade de desembolsos financeiros para honrar avais, fianças, compromissos de crédito, coobrigações ou operações de natureza semelhante. c. De possíveis renegociações, em termos mais desfavoráveis, das condições pactuadas na operação original. A estrutura de gerenciamento de risco de crédito do Conglomerado Financeiro Alfa deve, em conformidade com as disposições do Art. 3º da Resolução do Banco Central do Brasil nº 3.721, permitir a identificação, mensuração e controle dos riscos associados às operações de crédito, bem como a aplicação de mitigadores a estes riscos. Ressalta-se que este objetivo estende-se a todas as empresas integrantes do Conglomerado Financeiro. A descrição da estrutura de gerenciamento de risco de crédito encontra-se disponível no site www.alfanet.com.br. Risco Operacional - A Gestão de Risco Operacional tem por objetivo a identificação, avaliação e monitoramento dos riscos operacionais, conceituados na Resolução do Banco Central do Brasil nº 3.380, aos quais o Conglomerado está sujeito, e a consequente adoção de medidas preventivas. Tais ações visam resguardar nossa imagem de integridade e correção perante a comunidade, acionistas, colaboradores e autoridades reguladoras, gerando benefícios resultantes da boa gestão destes riscos. Em conformidade com a política institucional, o gerenciamento do risco operacional é de responsabilidade do departamento de Gestão de Riscos. Este departamento reporta-se diretamente à Controladoria, que além de coordenar diretamente as atividades inerentes ao processo, desempenha também o papel de disseminador da cultura de prevenção ao risco operacional pelo Conglomerado. É sua responsabilidade reportar ao Comitê de Controles de Risco Operacional a identificação e ações para correção de eventuais deficiências de controle e gerenciamento de riscos operacionais. Cabe ressaltar que as medidas tomadas e registradas em atas neste comitê serão acompanhadas diretamente pela Presidência e Conselho de Administração do Conglomerado. A descrição da estrutura de gerenciamento de risco operacional encontra-se disponível no site www.alfanet.com.br. Conforme disposto no parágrafo 2º do Art. 15 da Circular do Banco Central do Brasil n° 3.477, as informações referentes à gestão de riscos, ao Patrimônio de Referência Exigido (PRE), estão disponíveis no site www.alfanet.com.br. (11) Instrumentos Financeiros Derivativos: Em consequência ao crescente nível de sofisticação dos produtos financeiros utilizados pelo mercado, houve uma crescente demanda por instrumentos financeiros derivativos para administração dos riscos envolvidos, em função das variações em taxas de juros, câmbio e preços de ativos. Desta forma, a Companhia participa de operações envolvendo instrumentos financeiros derivativos para atender sua política de gestão de riscos. Tal política baseia-se na utilização de instrumentos financeiros derivativos como forma de minimizar os riscos resultantes das variações em taxas de juros, preços de ativos contidos nos instrumentos financeiros derivativos em operações comerciais e financeiras, podendo-se valer, excepcionalmente, destas operações para a geração de lucro, desde que dentro dos limites de exposição aprovados para a Companhia e com a autorização do Diretor de Tesouraria. Para comercializar instrumentos financeiros derivativos é necessária a existência de limites de crédito previamente aprovados e tais operações são neutralizadas de forma a eliminar eventuais riscos trazidos para a Companhia. Os principais fatores de risco dos instrumentos financeiros derivativos assumidos até 30/06/2011 eram relacionados a taxas prefixadas e todas as operações foram efetuadas para neutralizar exposições com outros instrumentos financeiros da carteira. Portanto, na referida data-base não haviam instrumentos financeiros derivativos com outros objetivos que não fossem para proteção patrimonial. Os instrumentos financeiros derivativos são representados por operações de contratos futuros e de swap, registrados na BMFBOVESPA S.A. ou na CETIP S.A. - Balcão Organizado de Ativos e Derivativos e na Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), envolvendo taxas prefixadas e mercado interfinanceiro (DI). a) Esses instrumentos financeiros derivativos tem seus valores registrados em contas de compensação e os ajustes/diferenciais em contas patrimoniais. Abaixo, composição dessa carteira por tipo de instrumento indexador, demonstrada pelo seu valor de custo, referencial e de mercado. Para apuração dos preços de mercado destes contratos foram utilizadas as taxas médias praticadas para operações com prazo e indexadores similares na data do balanço, conforme divulgações da BMFBOVESPA S.A. 30/06/2011 Contratos Custo Referência Mercado • Pré 412.973 610.073 627.696 • Mercado Interfinanceiro 1.542.803 1.856.987 1.856.987 Posição Ativa 1.955.776 2.467.060 2.484.683 • Pré 1.542.803 1.916.233 1.914.516 • Mercado Interfinanceiro 412.973 542.893 542.893 Posição Passiva 1.955.776 2.459.126 2.457.409 Contratos de Swaps - Exposição Líquida – 7.934 27.274 Ativo - Instrumentos Derivativos - Curto Prazo 38.478 Ativo - Instrumentos Derivativos - Longo Prazo 48.432 Passivo - Instrumentos Derivativos - Curto Prazo (24.909) Passivo - Instrumentos Derivativos - Longo Prazo (34.727) 30/06/2010 Contratos Custo Referência Mercado • Pré 742.902 952.132 991.651 • Mercado Interfinanceiro 1.686.020 1.959.186 1.959.186 Posição Ativa 2.428.922 2.911.318 2.950.837 • Pré 1.686.020 2.018.014 2.026.601 • Mercado Interfinanceiro 742.902 882.014 882.014 Posição Passiva 2.428.922 2.900.028 2.908.615 Contratos de Swaps - Exposição Líquida – 11.290 42.222 Ativo - Instrumentos Derivativos - Curto Prazo 36.461 Ativo - Instrumentos Derivativos - Longo Prazo 75.528 Passivo - Instrumentos Derivativos - Curto Prazo (23.843) Passivo - Instrumentos Derivativos - Longo Prazo (45.925) O valor total das margens dadas em garantia era de R$ 80.563 (30/06/2010 R$ 37.576) e estava composto por: Títulos do Tesouro Nacional. Os seguintes valores a receber (ativo) e a pagar (passivo) foram registrados em contas patrimoniais sob o título “Instrumentos Financeiros Derivativos”: 30/06/2011 30/06/2010 Ativo - Passivo Ativo - Passivo Saldo a Saldo a Saldo a Saldo a Receber Pagar Receber Pagar Operações • de swaps 86.910 59.636 111.989 69.768 Total 86.910 59.636 111.989 69.768 Os seguintes resultados foram registrados sob o título “Instrumentos Financeiros Derivativos”: Operações 1º Semestre/2011 1º Semestre/2010 • de swaps 3.631 (10.871) • Futuro – (1.465) Total 3.631 (12.336) O total do ajuste, de marcação a mercado, registrado no resultado foi de: Operações 1º Semestre/2011 1º Semestre/2010 • de swaps (1.322) (12.765) Total (1.322) (12.765) Os instrumentos financeiros derivativos registrados possuíam os seguintes vencimentos: 30/06/2011 Prazos de Vencimento Até de 91 a de 181 a acima de 90 dias 180 dias 360 dias 360 dias Total Swaps 4.106 3.143 6.320 13.705 27.274

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Paulo Guilherme Monteiro Lobato Ribeiro - Presidente Humberto Mourão de Carvalho Luiz Alves Paes de Barros

Adilson Herrero

Ouvidoria: 0800-7220140

30/06/2010 Prazos de Vencimento Até de 91 a de 181 a acima de 90 dias 180 dias 360 dias 360 dias Total Swaps 3.028 2.616 6.975 29.603 42.222 b) Contabilidade de “Hedge”: A Companhia adota a política de proteger operações ativas pré-fixadas em consonância com suas políticas de gestão de risco, levando em consideração as taxas de captação praticadas. Estas operações de “hedge” são realizadas em conformidade com a Circular Bacen nº 3082 de 30/01/2002, que exige avaliação periódica de efetividade do “hedge” e o registro a mercado tanto do instrumento financeiro derivativo como do item objeto de “hedge”, considerando tratar-se de uma operação de “hedge” de risco de mercado. Em 30 de junho de 2011 o valor contábil e de mercado dos itens objeto de “hedge” são, respectivamente, R$ 1.092.111 (30/06/2010 R$ 859.961) e R$ 1.203.253 (30/06/2010 R$ 949.123). b.1) Para apuração do valor de mercado das parcelas dos ativos de crédito foram utilizadas as taxas médias praticadas para operações com prazo e indexador similar na data do balanço conforme divulgações da BMFBOVESPA S.A., acrescidas dos custos de captação, de produção e operacionais, passíveis de verificação, necessários para a originação e manutenção até o vencimento dessas operações, de forma a refletir adequadamente os efeitos dessas taxas de juros no resultado. b.2) O saldo acumulado do ajuste de avaliação ao valor justo dos ativos de crédito objeto de hedge perfaz o montante de R$ 111.142 (30/06/2010 R$ 89.162), registrado em “Devedores Diversos - Outros Créditos Diversos” (vide nota 12“a”). c) Análise de Sensibilidade: Em conformidade com a instrução CVM nº 475, de 17 de dezembro de 2008, a Companhia realiza análises de sensibilidade das operações que possam expô-la a riscos oriundos da volatilidade de fatores de riscos de mercado, a qual poderá gerar prejuízos materiais para suas operações e/ou fluxos de caixa. O quadro disposto abaixo traz valores das exposições em análise, bem como os testes de sensibilidade das mesmas, considerando-se três cenários de estresse possíveis: a) situação de estresse determinada pela Companhia e aprovada em seu Comitê de Gestão de Riscos de Mercado (CGRM), conforme a metodologia descrita na nota sobre Risco de Mercado; b) situação de estresse considerada pela Companhia com deterioração de, pelo menos, 25% (vinte e cinco por cento) na variável de risco considerada e c) situação de estresse considerada pela Companhia com deterioração de, pelo menos, 50% (cinquenta por cento) na variável de risco considerada. É importante salientar que os cenários “b” e “c” abaixo, estão sendo apresentados por exigência da instrução CVM nº 475, entretanto, referem-se a cenários que a administração da Companhia não acredita que possam ocorrer. 30/06/2011 Estresse - Deterioração Deterioração Alfa de 25% de 50% Exposição MTM Exposição cenário (a) cenário (b) cenário (c) Prefixada 1.202.384 (8.418) (15.706) (30.173) 30/06/2010 Estresse - Deterioração Deterioração Alfa de 25% de 50% Exposição MTM Exposição cenário (a) cenário (b) cenário (c) Prefixada 308.487 (99) (2.121) (4.109) Foi considerada para a análise apresentada acima, a exposição líquida das operações (posições ativas menos posições passivas), ressaltando que estão incluídas todas as posições de derivativos contratadas. (12) Outras Informações: (a) Outros Créditos - Diversos: Composto por: 30/06/2011 30/06/2010 Avaliação a valor de mercado de ativos de crédito objeto de Hedge (nota 11“b”) 111.142 89.162 Depósitos judiciais 62.221 50.139 Créditos Tributários (Nota 5“b”) 55.450 74.115 Operações de Cessão de Crédito com Coobrigação (1) 15.136 39.274 Carteira de Crédito - recursos em trânsito 13.899 6.421 Garantias a Receber sobre Contratos Cedidos na realização de Cessão de Crédito 9.356 18.840 Tributos Antecipados 1.538 811 Opções por Incentivos fiscais 1.507 1.507 Devedores Diversos 1.349 864 Antecipação Salarial 824 670 Outros Adiantamentos e Valores a Ressarcir 15 681 Total 272.437 282.484 (1) Refere-se a estoque de operações de cessão de créditos com coobrigação de contratos de crédito pessoal consignado, adquiridas de instituições ligadas. Para registro dessas operações foi observado o critério contábil estabelecido pela Resolução CMN 3.533/08, em que a instituição cedente não baixou os créditos da sua carteira de crédito. (b) Despesas Antecipadas: refere-se substancialmente a valores pagos a título de intermediação de negócios às revendas de veículos e às lojas de departamento. Essas despesas, quando não são pagas ou financiadas pelos clientes, são apropriadas ao resultado com base no prazo contratual da operação de crédito. (c) Outros Investimentos: composto basicamente por ações da Visanet, registrados pelo seu valor de custo de aquisição. (d) Outras Obrigações - Diversas Composto por: 30/06/2011 30/06/2010 Provisões de Pessoal e Administrativa 38.374 26.811 Contingência Trabalhista e Ação Civel (nota 07) 18.596 12.433 Obrigações por Venda de Ativos Financeiros 95.418 232.770 Credores Diversos 15.737 8.922 Total 168.125 280.936 (e) Outras Receitas Operacionais: Composto por: 30/06/2011 30/06/2010 Reversão de provisões para riscos fiscais 4.839 – Reversão de provisões operacionais (1) 1.231 16.473 Rendas de atualização de garantias a receber de créditos cedidos 990 1.690 Dividendos e juros sobre o capital recebidos ou declarados de investimentos avaliados pelo método de custo 866 746 Atualização de tributos a compensar e depósitos Judiciais 636 134 Outras rendas operacionais 185 30 Total 8.747 19.073 (1) Em 30/06/2010, referente a reversão de provisão para passivos contingentes. (f) Outras Despesas Operacionais: Composto por: 30/06/2011 30/06/2010 Despesas com Intermediação/Equalização de Contratos 32.275 13.860 Atualização e complemento de provisão para Riscos Fiscais e de Tributos a Recolher 4.082 18.919 Comissões 1.667 – Despesas com Alocação de contratos Cedidos – 1.619 Contingências Trabalhistas e Cíveis 2.686 2.331 Despesas com créditos inadimplentes 536 663 Perdas com Processos Operacionais 454 687 Garantias Tomadas 993 – Variação Monetária de Tributos – 84 Outras Despesas Operacionais 9 – Total 42.702 38.163 (g) Resultado não Operacional: Composto por: 30/06/2011 30/06/2010 Lucro na Alienação de Valores e Bens 23 80 Prejuízo na Alienação de Valores e Bens (195) (200) Provisão p/Desvalorização de Outros Valores e Bens 2 7 Outras Receitas/Despesas não Operacionais 1 239 Total (169) 126 (h) A Companhia tem como política segurar seus valores e bens a valores considerados adequados para coberturas de eventuais perdas. (i) Em atendimento à Deliberação CVM nº 600/09 informamos que a Companhia não mantém planos de remuneração em ações (stock options) e outros benefícios pós empregos a seus empregados. (j) O resumo do relatório elaborado pelo Comitê de Auditoria, único instituído pelo Conglomerado Financeiro Alfa por intermédio da instituição líder Banco Alfa de Investimento S.A., está sendo publicado em conjunto com as demonstrações financeiras do Banco. (k) Índice de Solvabilidade: O índice de solvabilidade atingiu 19,47% (30/06/2010 20,89%) ao final do semestre demonstrando a boa capacidade de solvência das instituições financeiras integrantes do Conglomerado Financeiro Alfa, quando comparado com o mínimo de 11% exigido pelo Banco Central do Brasil e o mínimo de 8% recomendado pelo Comitê da Basiléia. Para efeito do cálculo, utilizamos as demonstrações financeiras combinadas das instituições financeiras (Consolidado Operacional), tendo em vista que é dessa forma que o Banco Central do Brasil exerce o monitoramento das instituições financeiras que integram seu conglomerado. Parcelas 30/06/2011 Parcela PEPR 913.915 Parcela PCAM 2.245 Parcela PJUR[1] 8.916 Parcela PJUR[2] 16 Parcela PJUR[3] 9.687 Parcela PJUR[4] 20 Parcela PCOM – Parcela PACS 616 Parcela POPR 73.575 Parcela adicional Pre BC – Parcela RBAN 13.751 Patrimônio de Referência Exigido (PRE) 1.008.990 Patrimônio de Referência (PR) 1.785.499 Excesso de recursos aplicados no ativo permanente Patrimônio de Referência para limite de compatibilização 1.785.499 Margem ou Insuficiência 762.758 Índice de Basiléia 19,47% - em 30/06/2010 20,89% - em 30/06/2011 19,47% (13) Caixa e Equivalentes de Caixa: O Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3604/08, apresentado na Demonstração dos fluxos de caixa está constituído por: 30/06/2011 30/06/2010 No início do semestre 553.084 440.834 Disponibilidade 1.514 873 Aplicações interfinanceiras de liquidez (1) 551.570 439.961 No final do semestre 414.404 464.436 Disponibilidade 2.658 3.007 Aplicações interfinanceiras de liquidez (1) 411.746 461.429 Aumento/(Redução) de Caixa e equivalentes de caixa (138.680) 23.602 (1) Refere-se a operações cujo vencimento na data da aplicação for igual ou inferior a 90 dias.

DIRETORIA

CONTADORA

Rubens Bution - Diretor Presidente Fábio Alberto Amorosino

Regiane Conceição dos Santos CRC 1SP 261.243/P-9

Rubem Clóvis Rocha Cecchini

PARECER DO CONSELHO FISCAL Após a análise: (i) do Estudo Técnico de viabilidade de geração de lucros tributáveis que ampara os valores contabilizados sob a rubrica “Créditos Tributários”, (ii) do Relatório da Diretoria, das Demonstrações Financeiras Intercalares encerradas em 30 de junho de 2011, e do correspondente Parecer do Conselho de Administração, e (iii) da Proposta da Diretoria para declaração aos acionistas de juros sobre o capital próprio, os membros do Conselho Fiscal da Financeira Alfa S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos concluíram pela aprovação das referidas peças. São Paulo, 11 de agosto de 2011 Flamarion Josué Nunes

Luiz Gonzaga Ramos Schubert

Paulo Caio Ferraz de Sampaio

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Ao Conselho de Administração e Acionistas da Financeira Alfa S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras individuais da Financeira Alfa S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Financeira é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com

base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Financeira para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Financeira. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.

Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Financeira Alfa S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos em 30 de junho de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Demonstração do valor adicionado Examinamos também a demonstração do valor adicionado (DVA) para o semestre findo em 30 de junho de 2011, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. São Paulo, 11 de agosto de 2011

KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6

Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0


DIÁRIO DO COMÉRCIO

24 -.ECONOMIA

terça-feira, 23 de agosto de 2011

BANCO ALFA S.A.

C.N.P.J. 03.323.840/0001 - 83 SEDE: ALAMEDA SANTOS, 466 - SÃO PAULO - SP RELATÓRIO DA DIRETORIA

Ouvidoria: 0800-7220140

Senhores Acionistas: Submetemos à sua apreciação, as demonstrações financeiras do Banco Alfa S.A., correspondentes às atividades desenvolvidas durante os semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010, acrescidas das notas explicativas e do Relatório dos Auditores Independentes sobre as demonstrações financeiras. Agradecimentos: É indispensável traduzir o reconhecimento do Banco Alfa S.A. ao trabalho de seus funcionários, ao apoio de seus acionistas e, finalmente, à confiança de seus clientes e instituições financeiras do mercado, que continuaram a prestigiar a organização como sempre fizeram. São Paulo, 11 de agosto de 2011 A Diretoria DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - EM R$ MIL

BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO - EM R$ MIL ATIVO Circulante Disponibilidades Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Aplicações em Depósitos Interfinanceiros Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 03) Carteira Própria Vinculados a Compromissos de Recompra Vinculados a Prestação de Garantias Instrumentos Financeiros Derivativos Relações Interfinanceiras Pagamentos e Recebimentos a Liquidar Depósitos no Banco Central Correspondentes Operações de Crédito (Nota 04) Operações de Crédito: Setor Privado (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) Outros Créditos (Nota 05) Diversos Outros Valores e Bens Despesas Antecipadas (Nota 12b) Realizável a Longo Prazo Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 03) Carteira Própria Vinculados a Prestação de Garantias Operações de Crédito (Nota 04) Operações de Crédito: Setor Privado (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) Outros Créditos (Nota 05) Diversos Outros Valores e Bens Despesas Antecipadas Permanente Investimentos Outros Investimentos (Nota 12a) Imobilizado de Uso Outras Imobilizações de Uso (Depreciações Acumuladas) Intangíveis Ativos Intangíveis (Amortização Acumulada) Diferido Gastos de Organização e Expansão (Amortização Acumulada)

PASSIVO Circulante Depósitos Depósitos à Vista Depósitos Interfinanceiros Outros Depósitos Captações no Mercado Aberto 27.231 Carteira Própria 26.227 Relações Interfinanceiras 1.004 Recebimentos e Pagamentos a Liquidar – Relações Interdependências – Recursos em Trânsito de Terceiros 3.320 Instrumentos Financeiros Derivativos 862 Instrumentos Financeiros Derivativos 2.453 Outras Obrigações 5 Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados 63.682 Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias 63.936 Diversas (Nota 12c) (254) Exigível a Longo Prazo 1.349 Outras Obrigações (Nota 08) 1.349 Fiscais e Previdenciárias 3.094 Diversas (Nota 12c) 3.094 Patrimônio Líquido 130.347 Capital: De Domiciliados no País (Nota 7a) 100.022 Reservas de Capital 99.129 Reservas de Lucros 893 Reserva Legal 28.437 Reserva Estatutária Reserva para Aumento de Capital 30.759 Reserva para Dividendos (2.322) 1.888 1.888 – – 491 350 350 94 495 (401) 14 17 (3) 33 137 (104)

2011 212.721 249 – –

2010 111.890 377 12.837 12.837

141.324 140.331 – 992 1 5.829 2.114 3.659 56 63.186 64.186 (1.000) 1.620 1.620 513 513 21.899 – – – 18.467 19.492 (1.025) 3.424 3.424 8 8 466 350 350 87 253 (166) 11 17 (6) 18 51 (33)

Total do Ativo

235.086

242.728

2011 157.811 126.913 36.409 90.142 362 – – 4.852 4.852 20 20 12 12 26.014 4.110 1.402 1.904 18.598 9.943 9.943 111 9.832 67.332

2010 154.812 123.869 27.400 95.400 1.069 1.000 1.000 3.371 3.371 76 76 – – 26.496 4.857 994 245 20.400 26.938 26.938 3 26.935 60.978

33.000 420 33.912 2.924 30.988 27.318 3.670

30.000 420 30.558 2.540 28.018 24.863 3.155

2011 20.141 12.403 7.734 4 8.063 5.099 2.254 710 12.078 (5.343) 1.055 298 (1.682) (3.099) (34) 53 (1.934) 6.735 4 6.739 (2.156) (1.419) (803) 66 (318) (78) (240) 4.265 172,45

Total do Passivo

235.086

242.728

Capital 27.000 3.000 –

Reservas de Capital 420 – –

Reservas de Lucros 30.948 (2.503) –

Lucros Acumulados – – 2.932

– – 30.000 3.000 30.000 3.000 –

– – 420 – 420 – –

2.113 – 30.558 (390) 33.025 (2.186) –

(2.113) (819) – – – – 4.265

– (819) 60.978 2.610 63.445 814 4.265

– – 33.000 3.000

– – 420 –

3.073 – 33.912 887

(3.073) (1.192) – –

– (1.192) 67.332 3.887

Total 58.368 497 2.932

2010 25.220 19.599 5.621 – 10.209 4.440 6.037 (268) 15.011 (11.440) 6 247 (1.609) (3.098) (105) 391 (7.272) 3.571 (1) 3.570 (326) (307) (138) 119 (312) (72) (240) 2.932 120,06

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - MÉTODO INDIRETO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - EM R$ MIL 2011

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - EM R$ MIL Eventos Saldos em 31/12/2009 Aumento de Capital - AGE - 15/04/2010 Lucro Líquido do Semestre Destinações: Reservas Juros sobre Capital Próprio Saldos em 30/06/2010 Mutações do Período Saldos em 31/12/2010 Aumento de Capital - AGE 28/04/2011 Lucro Líquido do Semestre Destinações: Reservas Juros sobre Capital Próprio Propostos Saldos em 30/06/2011 Mutações do Período

Descrição Receitas da Intermediação Financeira Operações de Crédito Resultado com Títulos e Valores Mobiliários Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos Despesas da Intermediação Financeira Operações de Captação no Mercado Operações de Venda ou de Transferência de Ativos Financeiros Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Resultado Bruto da Intermediação Financeira Outras Receitas/(Despesas) Operacionais Receitas de Prestação de Serviços Rendas de Tarifas Bancárias Despesas de Pessoal Outras Despesas Administrativas Despesas Tributárias Outras Receitas Operacionais (Nota 12d) Outras Despesas Operacionais (Nota 12e) Resultado Operacional Resultado não Operacional (Nota 12f) Resultado antes da Tributação e Participações Imposto de Renda e Contribuição Social (Nota 08) Provisão para Imposto de Renda Provisão para Contribuição Social Ativo Fiscal Diferido Participações no Lucro Empregados Administradores - Estatutárias Lucro Líquido do Período Lucro por Lote de mil Ações - R$ (Nota 7a)

Atividades Operacionais Lucro Líquido do Período Ajustes ao Lucro Líquido Depreciações e Amortizações Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Ajustes de Provisão de Passivos Contingentes (Aumento)/Redução dos Ativos Operacionais Títulos e Valores Mobiliários Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Operações de Crédito Outros Créditos Outros Valores e Bens Relações Interfinanceiras Redução dos Passivos Operacionais Relações Interfinanceiras Relações Interdependências Depósitos Captações no Mercado Aberto Instrumentos Financeiros Derivativos Outras Obrigações Pagamentos de Imposto de Renda e Contribuição Social Caixa Líquido Proveniente de Atividades Operacionais Atividades de Investimentos Aquisição de Imobilizados de Uso Caixa Líquido Aplicado em Atividades de Investimento Atividades de Financiamentos Aumento de Capital Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Caixa Líquido Aplicado em Atividades de Financiamento Aumento Líquido de Caixa e Equivalentes Caixa e Equivalentes no Início do Período Caixa e Equivalentes no Final do Período Aumento de Caixa e Equivalentes

4.265 991 26 710 255 (4.140) (7.397) 9.283 (3.474) (723) 224 (2.053) (653) 4.431 (1.568) 6.296 (7.403) 2 (1.247) (1.164) 463 (36) (36) 814 (1.192) (378) 49 200 249 49

2010 2.932 (226) 42 (268) – 42.658 (4.533) (413) 41.587 (214) 7.217 (986) (44.912) 3.356 (2.465) 80.004 (103.003) – (22.079) (725) 452 – – 497 (819) (322) 130 247 377 130

As Notas Explicativas são parte integrantes das Demonstrações Financeiras NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS SEMETRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 - EM REAIS MIL (01) - APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: As demonstrações financeiras do Banco Alfa S.A. foram elaboradas com base na legislação societária e nas práticas contábeis adotadas no Brasil, em conformidade com as normas do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (BACEN) e, no que não conflitarem com as normas do BACEN e do CMN, do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Essas demonstrações financeiras foram concluídas em 09/08/2011 e aprovadas pela reunião de Diretoria em 11/08/2011. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam de forma integrada no mercado financeiro, e certas operações têm a participação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro, cujas atividades incluem as carteiras de arrendamento mercantil, administração de fundos ç e corretagem g de investimentos,, distribuição de câmbio e valores mobiliários. (02) - PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS: (a) Apuração do Resultado: As receitas e despesas foram apropriadas pelo regime de competência. As rendas das operações de crédito vencidas são reconhecidas até o 59º dia como receita, e, a partir do 60º dia, deixa de ser apropriada, e o seu reconhecimento no resultado ocorre quando do efetivo recebimento das prestações, conforme determina o art. 9º da Resolução CMN nº 2.682/99. (b) Ativo Circulante e Realizável a Longo Prazo: Demonstrados pelos valores de realização e, quando aplicável, acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidos de provisão para perdas e ajustados pelos seus valores de mercado, especificamente em relação ao registro e a avaliação contábil dos títulos e valores mobiliários estabelecido pela Circular Bacen nº 3068 (vide nota nº 03). A Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa foi constituída considerando a atual conjuntura econômica, a experiência de anos anteriores e a expectativa de realização da carteira, de forma que apure a adequada provisão em montante suficiente para cobrir riscos específicos e globais, associada à provisão calculada de acordo com os níveis de risco e os respectivos percentuais mínimos estabelecidos pela Resolução Bacen nº 2682 (vide nota nº 04). (c) Ativo Permanente: Demonstrado ao custo, combinado com os seguintes aspectos: c.1) Depreciação do Imobilizado de Uso, representado por sistemas de processamento de dados, calculada pelo método linear à taxa anual de 20% e c.2) Amortização, representado basicamente, por gastos com aquisição e desenvolvimento de logiciais, calculada pelo método linear, pelo prazo máximo de 5 anos. A Lei 11.638 eliminou a conta do Ativo Diferido. O Conselho Monetário Nacional autorizou as Instituições Financeiras a manter o saldo de 31 de dezembro de 2008 até a sua completa amortização para baixa. (d) Passivo Circulante e Exigível a Longo Prazo: Demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, quando aplicável, os encargos e as variações monetárias incorridos, deduzidos das correspondentes despesas a apropriar. (e) Impostos e Contribuições: As provisões são calculadas considerando a legislação pertinente a cada encargo para efeito das respectivas bases de cálculo e suas respectivas alíquotas: Imposto de Renda (15% mais adicional de 10%), Contribuição Social (15%), Pis (0,65%) e Cofins (4%). Também é observada pelo Banco a prática contábil de constituição de créditos tributários de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre diferenças temporárias, às mesmas alíquotas vigentes utilizadas para a constituição das provisões fiscais (vide nota nº 08). (f) Estimativas contábeis: As demonstrações financeiras semestrais, de acordo com as práticas contábeis brasileiras, incluem algumas contas cujos valores são determinados por estimativas baseadas na experiência passada, ambiente legal e de negócios, probabilidade de ocorrência de eventos sujeitos ou não ao controle da Administração, etc. Essas estimativas são revistas pelo menos anualmente, buscando-se determinar valores que mais se aproximem dos futuros valores de liquidação dos ativos ou passivos considerados. (03) - TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS: a) Composição de Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos: Composta por: 30/06/2011 30/06/2010 Carteira Própria - Livres: Letras Financeiras do Tesouro - LFT 140.331 126.360 Vinculados a Prestação de Garantias: Letras Financeiras do Tesouro - LFT 992 893 Total - Títulos e Valores Mobiliários 141.323 127.253 Swaps - Diferencial a Receber (nota 11) 1 – Total - Instrumentos Financeiros Derivativos 1 – Total Geral 141.324 127.253 b) Classificação de Títulos e Valores Mobiliários por categoria: 3 meses a 1 ano a Saldo em Saldo em 1 ano 3 anos 30/06/2011 30/06/2010 Títulos Títulos do Tesouro Nacional - LFT – 30.245 30.245 27.231 Títulos para Negociação – 30.245 30.245 27.231 Títulos do Tesouro Nacional - LFT 111.078 – 111.078 100.022 Títulos Mantidos até o Vencimento 111.078 – 111.078 100.022 Títulos e Valores Mobiliários 111.078 30.245 141.323 127.253 % Concentração por Prazo 78,6 21,4 100,0 “Títulos para Negociação”: o valor contábil R$ 30.245 (30/06/2010 R$ 27.231) corresponde ao valor de custo e de mercado desses títulos na data do balanço e foi obtido através de coletas de taxas junto ao mercado, quando aplicável, e validadas através de comparação com informações fornecidas pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA). b) “Títulos Mantidos até o Vencimento” R$ 111.078 (30/06/2010 R$ 100.022), foram classificados em razão da intenção da Administração e da capacidade financeira do Banco em mantê-los até o vencimento. Esses títulos foram mantidos pelo seu valor de aquisição acrescido dos rendimentos auferidos, os quais são registrados em conta adequada do resultado. O valor de mercado desses títulos na data do balanço totalizava R$ 111.069 (30/06/2010 R$ 100.002). (04) - OPERAÇÕES DE CRÉDITO: a) Composição da carteira de crédito: Composição Empréstimos e Titulos Descontados Financiamentos Total da Carteira b) Composição da Carteira de Crédito por Faixa de vencimento:

30/06/2011 72.756 10.922 83.678

30/06/2010 78.243 16.452 94.695

30/06/2011 Vencidos Total % 182 58.914 70,4 137 5.591 6,7 638 18.823 22,5 957 83.328 99,6 165 165 0,2 106 106 0,1 79 79 0,1 350 350 0,4 1.307 83.678 100,0 30/06/2010 Parcelas por Faixas de Vencimento A Vencer Vencidos Total % a vencer até 180 dias 56.256 349 56.605 59,8 a vencer de 181 a 360 dias 7.677 299 7.976 8,4 a vencer acima de 360 dias 28.438 1.312 29.750 31,4 Total Vincendas 92.371 1.960 94.331 99,6 vencidas até 60 dias – 76 76 0,1 vencidas de 61 a 180 dias – 183 183 0,2 vencidas acima de 180 dias – 105 105 0,1 Total Vencidas – 364 364 0,4 Total da Carteira 92.371 2.324 94.695 100,0 c) Composição da Carteira de Crédito por Níveis de Risco: Demonstramos a seguir, o saldo da carteira de crédito e da provisão para créditos de liquidação duvidosa nos correspondentes níveis de risco, conforme estabelecido na Resolução CMN nº 2.682 de 21/12/1999: 30/06/2011 Saldo da Carteira de Crédito Provisão Mínima Níveis de Risco (*) A Vencer Vencidos Total Exigida Contábil AA 3.433 – 3.433 – – A 69.213 – 69.213 346 692 B 2.976 31 3.007 30 86 C 6.735 147 6.882 206 413 D 6 102 108 11 11 E – 145 145 44 44 F 6 67 73 37 37 G – 251 251 176 176 H 2 564 566 566 566 Total Carteira 82.371 1.307 83.678 1.416 2.025 30/06/2010 Saldo da Carteira de Crédito Provisão Mínima Níveis de Risco (*) A Vencer Vencidos Total Exigida Contábil AA 74.245 – 74.245 – – A 17.802 – 17.802 89 89 B 186 124 310 3 149 C 63 75 138 4 138 D 8 317 325 33 325 E 3 97 100 30 100 F 8 157 165 83 165 G – 282 282 197 282 H 56 1.272 1.328 1.328 1.328 Total Carteira 92.371 2.324 94.695 1.767 2.576 (*) Inclui os créditos vencidos até 14 dias. Parcelas por Faixas de Vencimento a vencer até 180 dias a vencer de 181 a 360 dias a vencer acima de 360 dias Total Vincendas vencidas até 60 dias vencidas de 61 a 180 dias vencidas acima de 180 dias Total Vencidas Total da Carteira

A Vencer 58.732 5.454 18.185 82.371 – – – – 82.371

d) A carteira de crédito estava composta por operações de títulos descontados, crédito pessoal e cheque especial, realizadas junto a pessoas físicas R$ 33.478 (30/06/2010 R$ 50.917) e jurídicas R$ 50.200 (30/06/2010 R$ 43.778). e) Durante o semestre foram realizadas operações de cessão de créditos com partes relacionadas e com coobrigação de contratos de crédito pessoal consignados no montante de R$ 94.646 (30/06/2010 R$ 69.887). O resultado das cessões, no montante, de R$ 4.963 (1º semestre/2010 R$ 302), foi registrado na rubrica “Receitas da Intermediação Financeira - Operações de Crédito”. Para registro dessas operações foi observado o critério contábil estabelecido pela Circular nº 2568 do Banco Central do Brasil, com a baixa integral do saldo na carteira ativa. Para as cessões com coobrigação efetuadas até Outubro/2009 foi observado o critério contábil estabelecido pela resolução nº 3533 do Banco Central do Brasil, onde os valores cedidos permaneceram registrados no ativo pelo valor, na data do balanço, de R$ 16.169 (30/06/2010 R$ 42.026) e os recursos correspondentes a essas cessões, foram registrados no passivo, na rubrica “Obrigações por Operações de Venda de Ativos Financeiros” cujo saldo na data do balanço era de R$ 16.168 (30/06/2010 R$ 42.132). As despesas resultantes dessa obrigação no semestre foram de R$ 2.254 (1° semestre/2010 R$ 6.037) e estão registradas na Demonstração de Resultado sob a rubrica “Operações por venda ou transferência de ativos financeiros”. f) O saldo da provisão, atingiu o montante de R$ 2.025 (30/06/2010 R$ 2.576) correspondente a 2,42% do total da carteira. A provisão constituída acima do mínimo requerido pela Resolução CMN 2.682, decorre das análises internas e individuais dos clientes e é considerada adequada para suportar eventuais perdas. No semestre, os créditos amortizados para prejuízo totalizaram R$ 648 (1° semestre/2010 R$ 904), sendo recuperados no mesmo período R$ 159 (1º semestre/2010 R$ 192). O saldo das operações renegociadas era de R$ 2.363 (30/06/2010 R$ 1.182). O saldo apresentado considera como renegociação qualquer acordo ou alteração nos prazos de vencimento, e nas condições de pagamento originalmente pactuadas, em operações de crédito que tenham apresentado alguma deterioração nas condições de risco. (05) - OUTROS CRÉDITOS: a) Composição de Outros Créditos Diversos: Composto por: 30/06/2011 30/06/2010 Tributos Antecipados 2 300 Depósitos Judiciais 2.120 904 Opções por Incentivos Fiscais 345 345 Créditos Tributários (nota 5b) 1.474 978 Devedores Diversos 824 623 Antecipação Salarial 31 29 248 58 Outros Adiantamentos e Valores a Ressarcir Total 5.044 3.237 b) A Administração do Banco, fundamentada em estudo técnico, estima que a realização desses créditos tributários ocorrerá na seguinte proporção: 42% no primeiro ano, 36% no segundo ano, 13% no terceiro ano, 4% no quarto ano e 5% no quinto ano. Na data do balanço, o valor presente desses créditos tributários, calculado com base na taxa Selic correspondia a R$ 1.182 (30/06/2010 R$ 834). (06) - PASSIVO CIRCULANTE E EXIGÍVEL A LONGO PRAZO: Em 30 de junho de 2011 os recursos captados no País para repasses a clientes, possuem as seguintes características: Depósitos Interfinanceiros com vencimentos até 01/07/2011 à taxa pré-fixada de 12,12% a.a.. (07) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO: (a) Capital Social: O capital social é composto por 24.732.721 ações ordinárias, sem valor nominal. A Assembléia Geral Extraordinária realizada em 28/04/2011, homologada pelo Banco Central do Brasil em 25 de maio de 2011, aprovou a elevação do capital social de R$ 30.000 para R$ 33.000; sendo R$ 2.186 mediante a utilização de parte do saldo da conta Reserva para Aumento de Capital e R$ 814 mediante emissão de 310.590 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. (b) Dividendos: O Estatuto Social prevê dividendo mínimo de 25% do lucro líquido anual, ajustado conforme o disposto no artigo 202 da Lei das Sociedades por Ações, podendo ser pago sob a forma de juros sobre capital próprio, conforme previsto no artigo 35 do Estatuto Social e artigo 9º da Lei nº 9249 de 26/12/1995. Os juros sobre o capital próprio referente ao primeiro semestre totalizaram R$ 1.192, correspondente a R$ 48,19 por lote de mil ações ordinárias, sujeito a incidência de imposto de renda na fonte à alíquota de 15%. Os juros foram contabilizados em conformidade com a Circular Bacen nº 2.739/97, Deliberação CVM nº 207/96 e em atendimento às disposições fiscais. (c) O índice de solvabilidade instituído pelo Comitê da Basiléia e normatizado pelo Banco Central do Brasil atingiu 19,47% ao final do semestre, demonstrando a boa capacidade de solvência das instituições financeiras do Conglomerado Financeiro Alfa, quando comparado tanto com o mínimo de 11% exigido pelo Banco Central do Brasil, quanto com o de 8% recomendado pelo Comitê da Basiléia. (08) - IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Demonstração dos cálculo dos encargos com Imposto de Renda e Contribuição Social 30/06/2011 30/06/2010 Lucro antes da Tributação, deduzido das Participações no Lucro 6.421 3.258 IR e CS às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente (2.568) (1.303) Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Créditos Amortizados 53 7 Juros sobre o capital próprio 477 328 Ajuste ao Valor de Mercado de Títulos e Derivativos (1) 3 Provisão para Devedores Duvidosos (28) 463 Provisões Operacionais (27) 34 Outras Adições e Exclusões (47) (57) Passivos Trabalhistas (81) 80 Total dos encargos devidos no semestre (2.222) (445) Créditos Tributários de Imposto de Renda e Contribuição Social 66 119 Despesa de Imposto de Renda e Contribuição Social (2.156) (326) (09) - PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS: O Banco, no curso normal de suas atividades, é parte em processos de natureza fiscal, previdenciária, trabalhista e cível. As respectivas provisões foram constituídas levando-se em conta a legislação em vigor, a opinião dos assessores legais, a natureza e complexidade dos processos, o posicionamento dos tribunais, o histórico de perdas e outros critérios que permitam a sua estimativa da forma mais adequada possível. A Administração considera que as provisões existentes na data destas demonstrações são suficientes para fazer face aos riscos decorrentes destes processos. As provisões constituídas e respectivas variações no período estão demonstradas a seguir: Movimentação Saldo Inicial em 01/01/2011 de contingências e obrigações legais

Previdenciárias e Fiscais

Cíveis e Trabalhistas

55

469

(+) Complemento e Atualização de Provisão Saldo Final em 30/06/2011 de contingências e obrigações legais

55

202

110

671

Prov. para imposto e contribuição sobre o lucro

1.578

Imposto e Contribuição a recolher Total

327 2.015

(a) As obrigações legais e as contingências fiscais referem-se principalmente a obrigações tributárias cuja legalidade ou constitucionalidade é objeto de contestação nas esferas administrativa e judicial. O Banco possui contingências fiscais avaliadas individualmente por nossos assessores legais como de risco de perda não provável, com destaque para os autos de infração no montante de R$ 626, lavrados pela Prefeitura de São Paulo para a cobrança de ISS sobre valores registrados em diversas contas contábeis, sob a alegação de se tratar de receitas de prestação de serviços. (b) As contingências trabalhistas originam-se de ações judiciais movidas por terceiros que buscam obter indenizações referentes a pretensos direitos trabalhistas. A provisão constituída encontra-se registrada na rubrica “Provisão para Passivos Contingentes” do grupo “Outras Obrigações - Diversas”, vide nota 12 “c”. (c) As contingências cíveis são originadas basicamente por ações judiciais movidas por terceiros, pleiteando indenização por danos materiais e morais, sendo em sua maior parte julgadas pelo Juizado Especial Cível. Para determinar o volume adequado de provisão a Administração divide o conjunto de ações entre “individualmente significativas” e as demais. Para as ações consideradas individualmente significativas são elaboradas análises individuais e constituída provisão para aquelas consideradas com risco de perda provável. Para as demais ações, ou seja, não consideradas individualmente significativas, é constituída provisão com base em um histórico de perdas.

(10) - TRANSAÇÕES ENTRE PARTES RELACIONADAS a) Em concordância com os dispositivos legais vigentes, efetuaram-se as seguintes principais transações: 30/06/2011 30/06/2010 Ativo/ Receita/ Ativo/ Receita/ (Passivo) (Despesa) (Passivo) (Despesa) Operações Depósitos à Vista (4.988) – (4.727) – Operações Compromissadas (1) – (175) (1.000) (2.338) Operações SWAP (11) 4 – – Depósitos Interfinanceiros (1) (90.142) (4.793) (95.400) (2.030) Obrigações por Venda de Ativos (3) (15.136) (2.119) (39.274) (5.986) Res.Custos e Prestação de Serviços (2) 205 (741) 16 (662) Garantias Prestadas (2) – 1.051 – – (1) As aplicações e captações de recursos referem-se às operações envolvendo o Banco e empresas ligadas, efetuadas a taxas compatíveis com as taxas médias praticadas no mercado, vigentes nas datas das operações. (2) Referem-se, basicamente aos serviços contratados junto às empresas Metro Tecnologia Informática Ltda., sendo: tecnologia R$ 232 (1º semestre/2010 R$ 458), assessoria técnica R$ 24 (1º semestre/2010 R$ 56) e segurança R$ 1 (1º semestre/2010 R$ 3), Metro Sistemas de Informática Ltda., sendo: tecnologia R$ 37 (1º semestre/2010 R$ 56), auditoria interna R$ 71 (1º semestre/2010 R$ 83) e Metro Táxi Aéreo Ltda., sendo transporte aéreo R$ 4 (1º semestre/2010 R$ 6). (3) Refere-se às cessões de operações de crédito consignado junto à empresa ligada (com coobrigação), realizadas na vigência da Resolução CMN nº 3533. (b) Remuneração do pessoal-chave da Administração: Em Assembleia geral anual dos acionistas, é estabelecida a remuneração para a Diretoria. Em 2011, foi determinado o valor médio de remuneração total mensal no montante de até R$ 112 (30/06/2010 R$ 110). (b.1) Benefícios - Conselho de Administração e Diretoria: No semestre findo em 30 de junho de 2011 no montante de R$ 942 (1º semestre/2010 R$ 903) sendo: Remuneração R$ 702 (1º semestre/2010 R$ 663) e Participação no Resultado R$ 240 (1º semestre/2010 R$ 240). (b.2) Conforme legislação em vigor, o Banco não pode conceder empréstimos ou adiantamentos para: - Diretores e membros dos conselhos consultivos ou administrativos, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até 2º grau; - Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; - Pessoas jurídicas que participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau; Dessa forma, não são efetuados pelo Banco empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria e seus familiares. (11) - INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS: O Banco participa de operações envolvendo instrumentos financeiros derivativos, representadas por operações de contratos de troca de moedas ou indexadores - “Swap”, com a finalidade de reduzir a exposição a riscos de taxas de juros. O gerenciamento e monitoramento dos riscos envolvidos são realizados por área independente através de políticas de controles, estabelecimento de estratégias de operação, determinação de limites e do acompanhamento constante das posições assumidas através de técnicas específicas, consoante as diretrizes estabelecidas pela Administração. A estrutura de gerenciamento de riscos contempla os seguintes riscos segregados por natureza: Risco de Mercado; Risco de Liquidez, Risco de Crédito e Risco Operacional. a) Esses instrumentos financeiros derivativos são registrados na BMFBOVESPA S.A. e na CETIP S.A., envolvendo taxas prefixadas e mercado interfinanceiro (DI). A posição em 30 de junho desses instrumentos financeiros derivativos tem seus valores registrados em contas de compensação e os ajustes/diferenciais em contas patrimoniais. Para a apuração dos preços de mercado foram utilizadas as taxas médias praticadas para operações com prazo e indexadores similares na data do balanço conforme divulgações da BMFBOVESPA S.A. 30/06/2011 30/06/2010 Contratos Custo Referência Mercado Custo Referência Mercado Mercado Interfinanceiro 3.993 4.051 4.051 – – – Posição Ativa 3.993 4.051 4.051 – – – Pré 3.993 4.049 4.062 – – – Posição Passiva 3.993 4.049 4.062 – – – Contratos de Swaps Exposição Líquida – 2 (11) – – – Os valores dos diferenciais a receber e a pagar registrados em contas patrimoniais do ativo e do passivo sob o título “Instrumentos Financeiros Derivativos” correspondiam a R$ 1 (30/06/2010 R$ zero) e R$ 12 (30/06/2010 R$ zero) na data do balanço, respectivamente. O total do ajuste negativo de marcação a mercado registrado no resultado do semestre foi de R$ 3 (1º semestre/2010 R$ zero). Os contratos de swaps registrados em contas de compensação possuíam vencimentos: 30/06/2011 30/06/2010 Até de 91 a de 181 a 90 dias 180 dias 360 dias Total Total Swap 3.326 655 70 4.051 – (12) - OUTRAS INFORMAÇÕES: a) Outros Investimentos: representados basicamente por quotas da Câmara Interbancária de Pagamentos. b) Despesas Antecipadas: representada basicamente pela equalização de operações de Crédito Direto ao Consumidor com Interveniência R$ 512 (30/06/2010 R$ 3.084). c) Outras Obrigações - Diversas: Composto por: 30/06/2011 30/06/2010 Provisões de Despesas de Pessoal e Administrativa 321 841 Contingência Trabalhista e Civel 671 782 Obrigações por Venda de Ativos Financeiros 16.168 42.132 11.270 3.580 Credores Diversos 28.430 47.335 Total d) Outras Receitas Operacionais: 1° Semestre/ 1° Semestre/ 2011 2010 Composto por: Dividendos e Juros sobre o capital recebidos ou declarados de investimentos avaliados pelo método de custo 1 4 Reversão de Provisões para Passivos Contingentes e Administrativa 52 386 Outras Rendas Operacionais – 1 Total 53 391 e) Outras Despesas Operacionais: 1° Semestre/ 1° Semestre/ 2011 2010 Composto por: Atualização de Tributos a Recolher (7) (5) Provisão para Riscos Fiscais (53) – Provisão Contingências Trabalhistas e Cíveis (642) – Despesas com Equalização de Contratos (1.219) (7.209) Processos Operacionais (13) (58) Total (1.934) (7.272) f) Resultado não Operacional: composto por ganhos de capital de R$ 4 (1º semestre/2010 R$ 1). g) O Banco tem como política segurar seus valores e bens a valores considerados adequados para coberturas de eventuais perdas. (13) - ALTERAÇÕES NA LEI DAS S.A. (LEI Nº 6.404): A Lei nº 11.638 publicada no Diário Oficial da União em 28 de dezembro de 2007 e complementada pela Lei nº 11.941 de 28 de maio de 2009 alterou diversos dispositivos da Lei nº 6.404 (Sociedade por Ações). Com vistas a regulamentar essas alterações, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) editou diversos pronunciamentos contábeis de 2008 à 2010. A normatização do Banco Central do Brasil editada até o momento considera: a) tratamento do saldo das reservas de capital e da destinação dos lucros acumulados; b) tratamento do ativo imobilizado e diferido; c) reconhecimento, mensuração e divulgação de perdas em relação ao valor recuperável; d) apresentação da demonstração do fluxo de caixa, em substituição a demonstração das origens e aplicações de recursos; e) divulgação sobre partes relacionadas; f) reconhecimento e mensuração de provisões, ativos e passivos contingentes. Na avaliação da administração do Banco, que considera as normas do Bacen editadas até o momento, apenas os itens (c), (d) e (e) impactaram e, portanto, foram acrescidas às demonstrações financeiras semestrais do Banco Alfa S.A. (14) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA: O Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3604/08, apresentado na Demonstração dos fluxos de caixa está constituído por: 30/06/2011 30/06/2010 No início do semestre 200 247 Disponibilidade 200 247 No final do semestre 249 377 Disponibilidade 249 377 Caixa e equivalente de caixa 49 130


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 23 de agosto de 2011

ECONOMIA - 25

BANCO ALFA S.A.

C.N.P.J. 03.323.840/0001 - 83 SEDE: ALAMEDA SANTOS, 466 - SÃO PAULO - SP DIRETORIA Rubens Bution Diretor Presidente

Antonio César Santos Costa

CONTADORA Christophe Y. François Cadier

Ouvidoria: 0800-7220140

Danielle Silva Moreira Contadora - CRC 1SP 282.811/P-0

Fabio Alberto Amorosino

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS À Diretoria e Acionistas do Banco Alfa S.A. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras individuais do Banco Alfa S.A., que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras: A administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar

uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos do Banco. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela

e

administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião: Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Alfa S.A. em 30 de junho de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. São Paulo, 11 de agosto de 2011

KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6

Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0

Em momentos de volatilidade, é normal a busca por prefixados. Fernando Garrido, coordenador-geral de Dívida do Tesouro Nacional

conomia

Dívida pública cai para R$ 1,734 tri Segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional, a participação dos estrangeiros subiu em julho e já corresponde a 11,64% do estoque da DPMFi. Renato Araújo/ABr

A

D í v i d a P ú b l i c a participação na DPMFi, pasMobiliária Federal sando de 28,14% para 30,06%, interna (DPMFi) no mesmo período. Os títulos caiu 4,03% em ju- indexados à taxa básica de julho ante junho, para R$ 1,659 ro s , a S e l i c , p a s s a r a m d e trilhão, de acordo com dados 32,26% para 34,08%, em junho divulgados ontem pelo Tesou- ante julho. A parcela vincularo Nacional. A queda ocorreu da à taxa de câmbio oscilou de devido ao resgate líquido de 0,49% para 0,51%, na mesma R$ 83,78 bilhões, que foi par- base de comparação. cialmente compensado pela A participação dos estranapropriação de juros no total geiros na DPMFi apresentou de R$ 14,13 bilhões. um crescimento no mês de juJá a Dívida lho, atinginPública Fededo 11,64% do ral externa total do esto(DPFe) apreque. O valor sentou reduem mão de esção de 1,76% trangeiros é em julho ante de R$ 193,13 por cento da Dívida junho, e foi de b i l h õ e s , s ePública Mobiliária R $ 7 4 , 6 4 b ig u n d o o Telhões. Assim, souro. Em juFederal o estoque da nho,a particiinterna (DPMFi) Dívida Públipação dos esca Federal trangeiros era corresponde ( D P F ) r ede 11,11%, ou a papéis cuou, no mês, R$ 192,14 biprefixados 3,93%, e totalhões. Em delizou R$ 1,734 zembro de trilhão. 2 0 1 0 , o p e rPrefixados – A DPMFi teve centual era de 11,37%, equivaem julho redução na participa- lentes a R$ 182,43 bilhões. ção de títulos prefixados em Ve n d a s – O coordenadorsua composição. De acordo geral de Operações da Dívida com dados do Tesouro, esses Pública do Tesouro Nacional, papéis representavam 39,1% Fernando Garrido, disse que o da DPMFi em junho e encerra- volume de títulos vendido em ram o mês passado com uma agosto está abaixo da média fatia de 35,35% do total. dos últimos meses. Segundo Ja os papéis atrelados a índi- ele, em função da grande volaces de preços aumentaram sua tilidade nos mercados, nas se-

RN: sai ganhador de leilão. Ayrton Vignola/AE

35,35

Antunes quer antecipar prazo

Garrido disse que não há nenhuma decisão ainda sobre nova emissão de papéis no exterior

gunda e terceira semanas deste mês o Tesouro optou por não vender integralmente os lotes de papéis ofertados. De acordo com Garrido, apesar de ter havido redução das taxas de remuneração dos papéis, houve uma dispersão maior desses juros pedidos pelas instituições financeiras. Por isso, o Tesouro decidiu ser conservador para evitar adicionar mais volatilidade aos mercados. "O Tesouro optou, dada a dispersão das taxas, por não vender o lote integral que foi ofertado nas duas últi-

mas semanas", afirmou. Ele também informou que os investidores continuam acreditando que os fundamentos econômicos no Brasil são sólidos. Segundo ele, a volatilidade nos mercados é reflexo da situação econômica na Europa e nos Estados Unidos. Conforme o coordenadorgeral, o Tesouro tem visto uma demanda forte por papéis prefixados. Segundo ele, esse movimento é normal em momentos de turbulência no mercado. "Em momentos de volatilidade, é um movimento normal a

busca por prefixados." Ele disse ainda que o Tesouro tem um colchão de liquidez para pagamentos da dívida correspondente a vencimentos durante seis meses, o que dá conforto para o governo na administração da dívida. Emissões – Indagado sobre a possibilidade de uma nova emissão externa, Garrido disse que o Tesouro está analisando o quadro internacional e eventualmente pode voltar a vender papéis fora do País. Mas destacou que não há nenhuma decisão sobre isso. (AE)

Superávit já é de US$ 18,383 bilhões

A

balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 877 milhões na terceira semana de agosto, segundo dados divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). As exportações somaram US$ 5,829 bilhões, com a média diária de US$ 1,165 bilhão, e as importações atingiram US$ 4,952 bilhões, com a média diária de US$ 990,4 milhões. No mês, o superávit acumulado chega a US$ 2,297 bilhões e, no ano, atinge US$ 18,383 bilhões. Esse superávit acumulado no ano da balança comercial até a terceira semana de agosto representa um crescimento de 60,4% em comparação com o saldo positivo acumulado em 2010, que foi de US$ 11,46 bilhões. A média diária das exportações, na comparação com 2010, subiu 31,3%, enquanto a das importações aumentou 28,2%. Já em relação a julho passado, a média das importações avançou um pouco mais que a das exportações: 8% ante 7,2%. De acordo com os dados divulgados pelo MDIC, cresceram as vendas de produtos básicos (8%), com destaque para petróleo, soja em grão, café em grão e farelo de soja; e de manufaturados (5,6%), principalmente óleos combustíveis, autopeças, óxidos e hidróxidos de alumínio, aviões e veículos de carga. As exportações de semimanufaturados, por outro lado, tiveram queda de 11,6%, com redução nas vendas de açúcar

Daniela Souza/Folhapress

As exportações brasileiras de café em grão foram um dos destaques da balança comercial divulgada ontem

em bruto, celulose, semimanufaturados de ferro e aço, couros e peles e ferro fundido. Já o aumento das importações foi explicado pelo MDIC pelas aquisições de combustíveis e lubrificantes, equipamentos eletroeletrônicos, químicos orgânicos e inorgânicos, adubos e fertilizantes, plásticos e obras e instrumentos de ótica e precisão. No mês de agosto, as exportações somam US$ 17,043 bilhões, com a média diária de US$ 1,136 bilhão – superior à média diária de exportações de agosto de 2010, que foi de US$ 874,4 milhões. Nessa comparação, aumentaram as vendas nas três categorias de pro-

dutos. Entre os semimanufaturados, a alta foi de 48,7%, com destaque para ferro fundido, semimanufaturados de ferro e aço, açúcar em bruto, couros e peles, ferro-ligas, celulose e ouro semimanufaturado. As vendas de produtos básicos cresceram 33,2%, com aumento das exportações de milho em grão, petróleo, soja em grão, café em grão, farelo de soja, minério de ferro e carne de frango. Nos manufaturados, o incremento foi de 20,2%, com destaque para óxidos e hidróxidos de alumínio, óleos combustíveis, veículos de carga, aparelhos para terraplenagem, polímeros plásti-

cos, automóveis e aviões. As importações, no acumulado de agosto, atingiram um total de US$ 14,746 bilhões, com média diária de US$ 983,1 milhões – montante que representa um aumento de 28,4% na comparação com a média registrada em agosto do ano passado (US$ 765,6 milhões). De acordo com os cálculos divulgados ontem pelo MDIC, cresceram nesse período as compras do exterior de adubos e fer tilizantes (186%), combustíveis e lubrificantes (53,8%), cobre e suas obras (53,8%), cereais e produtos de moagem (32,3%) e plásticos e obras (28%). (Agências)

186 por cento foi a alta das importações brasileiras de adubos e fertilizantes em agosto, ante igual mês de 2010.

O

consórcio vencedor do leilão do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN), formado pelo grupo Engevix (50%) e a operadora argentina Corporación América (50%), fará o possível para que o terminal esteja em operação para a Copa do Mundo que ocorrerá no Brasil em 2014. "Nós temos 36 meses, mas é importante estar pronto antes do prazo, e estar operando no período em que o tráfego será maior. A nossa tentativa será nessa direção. É importante estar comercialmente pronto para a Copa", afirmou ontem o representante da Engevix, José Antunes Sobrinho. O executivo afirmou que as condições estabelecidas antes do leilão serão determinantes para a definição do financiamento para o empreendimento. Segundo Sobrinho, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deverá ser responsável pelo financiamento de 70% do Empresas total. O olham consórcio retorno Inframérica de longo venceu a disputa pela prazo. concessão no MINISTRO leilão WAGNER promovido B IT TENCOURT pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ontem com um lance de R$ 170 milhões. Sobrinho afirmou ainda que o ágio de 228,82% do valor que será pago, em relação ao lance mínimo de R$ 51,7 milhões definido pelo governo, é considerado "confortável" pelo consórcio. O ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, disse que as companhias que participaram desse tipo de empreendimento olham para "um retorno de longo prazo". Bittencourt considerou o leilão de ontem "um sucesso", e disse que o mesmo é esperado para os próximos leilões, dos aeroportos de Guarulhos (SP), Viracopos, em Campinas (SP), e Brasília. Neles, Bittencourt afirmou que a Infraero será sócia com uma participação máxima de 49%, mas que as condições ainda estão em "fase de modelagem". (AE)


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26 -.ECONOMIA

terça-feira, 23 de agosto de 2011

ALFA ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A. C.N.P.J. 46.570.800/0001-49 SEDE: ALAMEDA ARAGUAIA, 933 - CONJUNTO 32 - BARUERI - SP RELATÓRIO DA DIRETORIA Ouvidoria: 0800-7220140 Senhores Acionistas: Submetemos à sua apreciação, as demonstrações financeiras da Alfa Arrendamento Mercantil S.A., correspondentes às atividades desenvolvidas durante os semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010, acrescidas das notas explicativas e do Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras. É indispensável traduzir o reconhecimento da Alfa Arrendamento Mercantil S.A. ao trabalho de seus funcionários, ao apoio de seus acionistas e, finalmente, à confiança de seus clientes e instituições financeiras do mercado que continuaram a prestigiar a organização como sempre fizeram. Barueri, 11 de agosto de 2011 A Diretoria BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO - EM R$ MIL ATIVO

2011 959.094 2.741 871.402 871.402 53.990 26.243 19.651 8.096 12.963

Circulante Disponibilidades Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Aplicações em Depósitos Interfinanceiros Títulos e Valores Mobiliários e Instr. Financeiros Derivativos (Nota 03) Carteira Própria Vinculados à Prestação de Garantias Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 10a) Operações de Arrendamento Mercantil Operações de Arrendamento a Receber: Setor Privado 302.193 (Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil) (286.201) Valores Residuais a Realizar 203.653 (Valores Residuais a Balancear) (203.653) (Provisão p/Créd. de Arrend. Mercantil de Liq.Duvidosa) (3.029) Outros Créditos 15.183 Diversos (Nota 12a) 15.183 Outros Valores e Bens 2.815 Outros Valores e Bens 2.134 (Provisões para Desvalorizações) (398) Despesas Antecipadas (Nota 12b) 1.079 Realizável a Longo Prazo 43.415 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez 12.041 Aplicações em Depósitos Interfinanceiros 12.041 Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 03) 2.567 Carteira Própria – Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 10a) 2.567 Operações de Arrendamento Mercantil (9.807) Operações de Arrendamento a Receber: Setor Privado 228.552 (Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil) (233.098) Valores Residuais a Realizar 217.908 (Valores Residuais a Balancear) (217.908) (Provisão p/Créd. de Arrend. Mercantil de Liq.Duvidosa) (5.261) Outros Créditos 37.865 Diversos (Nota 12a) 37.865 Outros Valores e Bens 749 Despesas Antecipadas (Nota 12b) 749 Permanente 878.741 Imobilizado de Uso 47 Outras Imobilizações de Uso 133 (Depreciações Acumuladas) (86) Imobilizado de Arrendamento (Nota 05) 878.691 Bens Arrendados 1.635.704 (Depreciações Acumuladas) (757.013) Diferido 3 Gastos de Organização e Expansão 9 Amortização Acumulada (6) Tota do Ativo 1.881.250

2010 319.467 2.211 192.461 192.461 85.473 61.739 15.261 8.473 9.453 402.623 (387.783) 252.419 (252.419) (5.387) 26.395 26.395 3.474 2.901 (468) 1.041 53.582 – – 29.061 19.981 9.080 (9.622)

PASSIVO Circulante Depósitos Depósitos Interfinanceiros (Nota 6a) Recursos de Aceites Cambiais e Emissão de Títulos Recursos de Letras de Arrendamento Mercantil (Nota 6b) Recursos de Debêntures (Nota 6c) Instrumentos Financeiros Derivativos Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 10a) Outras Obrigações Sociais e Estatutárias. Fiscais e Previdenciárias (Nota 12c e 11) Diversas (Nota 12c) Exigível a Longo Prazo Depósitos Depósitos Interfinanceiros (Nota 6a) Recursos Aceites em Títulos Recursos de Letras de Arrendamento Mercantil (Nota 6b) Recursos de Debêntures (Nota 6c) Instrumentos Financeiros Derivativos Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 10a) Outras Obrigações Fiscais e Previdenciárias (Nota 12c e 11) Diversas (Nota 12c) Resultados de Exercícios Futuros Resultados de Exercícios Futuros Patrimônio Líquido Capital: De Domiciliados no País Reservas de Lucros Reserva Legal Reservas Estatutárias Reserva para Aumento de Capital Reserva Especial para Dividendos

304.500 (304.500) 433.914 (433.914) (9.622) 32.199 32.199 1.944 1.944 1.281.125 56 638 (582) 1.281.065 2.134.060 (852.995) 4 9 (5) 1.654.174 Total do Passivo

2011 763.292 198.150 198.150 350.852 348.528 2.324 6.893 6.893 207.397 2.317 3.915 201.165 848.379 73.261 73.261 566.695 566.695 – 3.435 3.435 204.988 11.503 193.485 1.325 1.325 268.254

2010 478.749 21.616 21.616 68.763 37.770 30.993 6.770 6.770 381.600 4.410 6.772 370.418 906.084 37.908 37.908 370.296 368.045 2.251 7.618 7.618 490.262 19.152 471.110 5.479 5.479 263.862

178.300 89.954 17.242 72.712 49.351 23.361

178.300 85.562 16.770 68.792 45.823 22.969

1.881.250

1.654.174

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - EM R$ MIL Eventos Saldos em 31/12/2009 Lucro Líquido do Semestre Destinações: Reservas Dividendos Saldos em 30/06/2010 Mutações do Semestre Saldos em 31/12/2010 Lucro Líquido do Semestre Destinações: Reservas Juros sobre o Capital Próprio Propostos Saldos em 30/06/2011 Mutações do Semestre

Capital 178.300 –

Reservas de Lucros 72.678 –

Lucros Acumulados – 17.880

Total 250.978 17.880

– – 178.300 – 178.300 –

12.884 – 85.562 12.884 87.654 –

(12.884) (4.996) – – – 4.817

– (4.996) 263.862 12.884 265.954 4.817

– – 178.300 –

2.300 – 89.954 2.300

(2.300) (2.517) – –

– (2.517) 268.254 2.300

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - EM R$ MIL Descrição Receitas da Intermediação Financeira Operações de Arrendamento Mercantil Resultado com Títulos e Valores Mobiliários Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos Despesas da Intermediação Financeira Operações de Captação no Mercado Operações de Arrendamento Mercantil Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos Operações de Venda ou de Transferência de Ativos Financeiros Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Resultado Bruto da Intermediação Financeira Outras Receitas/(Despesas) Operacionais Receitas de Prestação de Serviços Rendas de Tarifas Bancárias Despesas de Pessoal Outras Despesas Administrativas Despesas Tributárias Outras Receitas Operacionais (Nota 12d) Outras Despesas Operacionais (Nota 12d) Resultado Operacional Resultado Não Operacional (Nota 12e) Resultado antes da Tributação s/o Lucro e Participações Imposto de Renda e Contribuição Social (Nota 7a) Provisão para Imposto de Renda Provisão para Contribuição Social Ativo Fiscal Diferido Participações no Lucro Empregados Resultado do Período Resultado por Lote de Mil Ações - R$ (Nota 8a)

2011 294.387 258.639 35.611 137 275.745 53.357 222.072 – – 316 18.642 (11.246) 11 367 (4.246) (4.047) (1.709) 3.175 (4.797) 7.396 23 7.419 (2.389) 1.433 (350) (3.472) (213) (213) 4.817 235,15

2010 440.989 427.228 13.761 – 410.767 22.792 364.607 2.188 19.287 1.893 30.222 (4.004) 127 1.549 (6.678) (6.013) (2.795) 18.102 (8.296) 26.218 26 26.244 (8.180) (5.934) (3.893) 1.647 (184) (184) 17.880 872,85

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - MÉTODO INDIRETO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - EM R$ MIL Atividades Operacionais Lucro Líquido do Período Ajustes ao Lucro Líquido Depreciações e Amortizações Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Ajustes de Provisão de Passivos Contingentes Superveniência (Insuficiência) de Depreciação Redução dos Ativos Operacionais Títulos e Valores Mobiliários Aplicações Intefinanceiras de Liquidez Operações de Arrendamento Mercantil Outros Créditos Outros Valores e Bens Redução dos Passivos Operacionais Depósitos Instrumentos Financeiros Derivativos Outras Obrigações Resultados de Exercícios Futuros Pagamentos de Imposto de Renda e Contribuição Social Caixa Líquido Proveniente de Atividades Operacionais Atividades de Investimentos Aquisição de Bens não de Uso Próprio Aquisição de Imobilizados de Arrendamento Aquisição de Imobilizados de Uso Aplicações no Diferido Alienação de Bens não de Uso Próprio Alienação de Imobilizados de Arrendamento Caixa Líquido Proveniente de (Aplicado em) Atividades de Investimento Atividades de Financiamentos Recursos de Aceites e Emissão de Títulos Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Pagos Caixa Líquido Proveniente de Atividades de Financiamento Aumento de Caixa e Equivalentes Caixa e Equivalentes no Início do Semestre Caixa e Equivalentes no Final do Semestre Aumento de Caixa e Equivalentes

2011 4.817 194.171 204.563 316 (578) (10.130) 15.603 3.471 2.949 1.873 6.818 492 (68.112) 68.768 (5.227) (126.203) (1.858) (3.592) 146.479

2010 17.880 342.748 246.119 1.893 902 93.834 4.130 13.768 – (3.119) (7.205) 686 (170.059) 17.570 2.947 (177.535) (2.586) (10.455) 194.699

(739) (119.752) (9) (34.531) 808 168.764 14.541

(1.287) (198.992) – (24.653) 1.108 196.640 (27.184)

400.539 (2.517) 398.022 559.042 314.688 873.730 559.042

29.619 (4.996) 24.623 192.138 2.534 194.672 192.138

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Financeiras NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 - EM R$ MIL (01) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: As demonstrações financeiras da Alfa Arrendamento Mercantil S.A. foram elaboradas com base na legislação societária e nas práticas contábeis adotadas no Brasil, e em conformidade com as normas do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (BACEN) e no que não conflitarem com as normas do BACEN e do CMN, do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Essas demonstrações financeiras foram concluídas em 09/08/2011 e aprovadas pela Diretoria em 11/08/2011. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam de forma integrada no mercado financeiro, e certas operações têm a participação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro, cujas atividades incluem as carteiras de arrendamento mercantil, administração de fundos de investimentos, distribuição e corretagem de câmbio e valores mobiliários. (02) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS: (a) Apuração do Resultado: As receitas e despesas foram apropriadas pelo regime de competência. As rendas das operações de arrendamento mercantil vencidas são reconhecidas até o 59º dia como receita, e, a partir do 60º dia, deixa de ser apropriada, e o seu reconhecimento no resultado ocorre quando do efetivo recebimento das prestações, conforme determina o art. 9º da Resolução CMN nº 2.682/99. (b) Ativo Circulante e Realizável a Longo Prazo: Demonstrados pelos valores de realização e, quando aplicável, acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidos de provisão para perdas e ajustados pelos seus valores de mercado, especificamente em relação ao registro e a avaliação contábil dos títulos e valores mobiliários estabelecidos pela Circular BACEN nº 3.068 (nota 03). Os contratos de arrendamento mercantil estão registrados pelo valor contratual, em contrapartida à conta retificadora de rendas a apropriar de arrendamento, corrigidos de acordo com as condições determinadas nos contratos de arrendamento, cujo efeito de correção é nulo no resultado. A Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa foi constituída considerando a atual conjuntura econômica, a experiência de anos anteriores e a expectativa de realização da carteira, de forma que apure a adequada provisão em montante suficiente para cobrir riscos específicos e globais, associada à provisão calculada de acordo com os níveis de risco e os respectivos percentuais mínimos estabelecidos pela Resolução CMN nº 2.682 (nota 04d). (c) Ativo Permanente: Demonstrado ao custo corrigido monetariamente até 31 de dezembro de 1995, considerando os seguintes aspectos: (i) Depreciação dos Bens Arrendados, calculada pelo método linear, às taxas permitidas pela Legislação Fiscal com redução de 30% na vida útil do bem e obedecem às Portarias nº 431 de 23/12/1987 e nº 113 de 23/02/1988. As taxas anuais de depreciação, sem consideração da referida dedução, são: máquinas e equipamentos de 10% a 30%, veículos e afins de 20% a 25% e outros bens de 4% a 20%. Quando do exercício da opção de compra, caso a diferença entre o Custo de Aquisição e o valor da Depreciação Acumulada for maior que o valor residual pago pelo arrendatário, tal excesso é transferido para a conta Perdas de Arrendamento a Amortizar, para amortização pelo restante do prazo da vida útil normal do bem; se, entretanto for menor, será reconhecido como receita de acordo com a Portaria nº 564 do Ministério da Fazenda. (ii) Depreciação do Imobilizado de Uso, calculada pelo método linear, às seguintes taxas anuais: Veículos e Equipamentos de Processamento de Dados 20% e demais itens 10%. (iii) Amortização do Diferido, basicamente, representado por benfeitorias em imóveis de terceiros e programas de processamento de dados, calculada pelo método linear pelo prazo máximo de 05 anos. A Lei 11.638 eliminou a conta do Ativo Diferido. O Conselho Monetário Nacional autorizou as Instituições Financeiras a manter o saldo de 31 de dezembro de 2008 até a sua completa amortização ou baixa. (d) Passivo Circulante e Exigível a Longo Prazo: Demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, quando aplicável, os encargos e as variações monetárias e cambiais incorridos, deduzidos das correspondentes despesas a apropriar. (e) Impostos e Contribuições: As provisões são calculadas considerando a legislação pertinente a cada encargo para efeito das respectivas bases de cálculo e suas respectivas alíquotas: Imposto de Renda 15% mais adicional de 10%, Contribuição Social 15%, PIS 0,65% e COFINS 4%. Também é observada pela Companhia a prática contábil de constituição de créditos tributários de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre diferenças temporárias, calculadas às alíquotas 15% mais adicional de 10% e 15%, respectivamente (nota 07b). (f) Estimativas Contábeis: As demonstrações financeiras, de acordo com as práticas contábeis brasileiras, incluem algumas contas cujos valores são determinados por estimativas baseadas na experiência passada, ambiente legal e de negócios, probabilidade de ocorrência de eventos sujeitos ou não ao controle da Administração, etc. Essas estimativas são revistas pelo menos anualmente, buscando-se determinar valores que mais se aproximem dos futuros valores de liquidação dos ativos ou passivos considerados. (03) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS: a) Composição de Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos Composta por: 30/06/2011 30/06/2010 Títulos do Tesouro Nacional - LFT 26.243 26.448 Cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (*) – 55.272 Títulos Livres 26.243 81.720 Títulos do Tesouro Nacional - LFT 19.651 15.261 Títulos Vinculados 19.651 15.261 Total - Títulos e Valores Mobiliários 45.894 96.981 Swaps - Diferencial a Receber (nota 10) 10.663 17.553 Total - Instrumentos Financeiros Derivativos 10.663 17.553 Total Geral 56.557 114.534 (*) Cotas subordinadas decorrentes de cessão de recebíveis b) Classificação de Títulos e Valores Mobiliários por categoria 1 ano a Acima de Saldo em Saldo em 3 anos 3 anos 30/06/2011 30/06/2010 Títulos Títulos do Tesouro Nacional - LFT 32.485 13.409 45.894 41.709 Títulos para Negociação 32.485 13.409 45.894 41.709 Cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios – – – 55.272 Títulos Disponíveis para Venda – – – 55.272 Títulos e Valores Mobiliários 32.485 13.409 45.894 96.981 % Concentração por Prazo 70,8 29,2 100,0 100,0 “Títulos para Negociação” e “Títulos Disponíveis para Venda”: o valor contábil corresponde ao valor de mercado desses títulos na data do balanço, obtido através de coletas de taxas junto ao mercado, quando aplicável, e validado principalmente através de comparação com informações fornecidas pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). a) O ajuste negativo dos Títulos para Negociação no montante de R$ 2 (em 30/06/2010 R$ 3 negativo), obtido entre os valores de custo atualizado R$ 45.896 (em 30/06/2010 R$ 41.712) e de mercado R$ 45.894 (em 30/06/2010 R$ 41.709), foi registrado em conta adequada do resultado. b) Os valores de custo e de mercado dos títulos classificados na categoria Disponíveis para Venda correspondiam a R$ zero (em 30/06/2010 R$ 55.272). As cotas de fundos são custodiadas na CETIP e os títulos públicos são custodiados no SELIC. (04) OPERAÇÕES DE ARRENDAMENTO MERCANTIL: A carteira está representada pelas operações de leasing pelo método financeiro, demonstradas pelo valor presente dos contratos, cujo saldo totalizava R$ 503.071 (Em 30/06/2010 R$ 653.456) na data do balanço. a) Composição das Operações Apresentada nas Diversas Contas Patrimoniais 30/06/2011 30/06/2010 Arrendamento a receber - setor privado 530.745 707.123 Rendas a apropriar de arrendamento mercantil (519.299) (692.283) Imobilizado de arrendamento líquido de depreciação (1) 876.346 1.276.432 Credores por antecipação de valor residual (2) (384.721) (637.816) Valor presente dos contratos de arrendamento mercantil 503.071 653.456 (1) Esse saldo não considera as operações de leasing operacional R$ 2.345 (Em 30/06/2010 R$ 4.633). (2) Credores por Antecipação de Valor Residual estão classificados no balanço na rubrica “Outras Obrigações - Diversas”. b) Composição da Carteira por Faixas de Vencimento Parcelas por Faixas de 30/06/2011 Vencimento A Vencer Vencidos Total % a vencer até 180 dias 166.118 2.480 168.598 33,5 a vencer de 181 a 360 dias 121.738 1.633 123.371 24,5 a vencer acima de 360 dias 207.090 2.097 209.187 41,6 Total a Vencer 494.946 6.210 501.156 99,6 vencidas até 60 dias – 659 659 0,1 vencidas de 61 a 180 dias – 767 767 0,2 vencidas acima de 180 dias – 489 489 0,1 Total Vencidas – 1.915 1.915 0,4 Total da Carteira (*) 494.946 8.125 503.071 100,0 Parcelas por Faixas de 30/06/2010 Vencimento A Vencer Vencidos Total % a vencer até 180 dias 222.943 3.811 226.754 34,7 a vencer de 181 a 360 dias 166.503 2.906 169.409 25,9 a vencer acima de 360 dias 248.353 5.828 254.181 38,9 Total a Vencer 637.799 12.545 650.344 99,5 vencidas até 60 dias – 871 871 0,1 vencidas de 61 a 180 dias – 1.242 1.242 0,2 vencidas acima de 180 dias – 999 999 0,2 Total Vencidas – 3.112 3.112 0,5 Total da Carteira (*) 637.799 15.657 653.456 100,0 (*) Esse saldo não considera as operações de leasing operacional c) Composição da Carteira por Setor de Atividade 30/06/2011 30 /06/2010 Setores de Atividade Valor % Valor % Indústria 79.563 15,8 76.662 11,7 Comércio 103.946 20,7 71.458 10,9 Intermediários Financeiros 878 0,2 747 0,1 Outros Serviços 119.000 23,7 110.481 16,9 Pessoas Físicas 198.585 39,4 392.292 60,1 Rural 1.099 0,2 1.816 0,3 Setor Privado 503.071 100,0 653.456 100,0 Total da Carteira 503.071 100,0 653.456 100,0

d) Classificação da carteira por níveis de risco: A composição da carteira e a constituição da provisão para créditos de liquidação duvidosa nos correspondentes níveis de risco, conforme estabelecido na Resolução CMN nº 2.682 de 21/12/1999, estão demonstrados a seguir: 30/06/2011 Saldo da Carteira de Crédito Provisão Mínima Exigida (**) Contábil (**) Níveis de Risco A Vencer (*) Vencidos Total AA 51.546 – 51.546 – – A 357.653 – 357.653 1.793 3.085 B 76.001 1.707 77.708 779 779 C 8.719 1.674 10.393 312 311 D 154 642 796 80 80 E 26 560 586 176 176 F 61 749 810 405 405 G 139 279 418 293 293 H 647 2.514 3.161 3.161 3.161 Total 494.946 8.125 503.071 6.999 8.290 30/06/2010 Saldo da Carteira de Crédito Provisão Mínima Exigida (**) Contábil (**) Níveis de Risco A Vencer (*) Vencidos Total AA 40.727 – 40.727 – – A 479.914 – 479.914 2.400 4.005 B 76.671 2.948 79.619 796 796 C 35.814 3.134 38.948 1.168 1.168 D 881 1.305 2.186 219 219 E 2.446 1.021 3.467 1.040 1.040 F 107 1.061 1.168 584 584 G 58 709 767 537 537 H 1.181 5.479 6.660 6.660 6.660 Total 637.799 15.657 653.456 13.404 15.009 (*) Inclui os créditos vencidos até 14 dias. (**) Inclui saldo de provisão para perdas em arrendamento operacional de R$ 11 (Em 30/06/2010 R$ zero) e) Cessão de Crédito: No semestre não foram realizadas operações de cessão de créditos com coobrigação. As operações realizadas no 1º semestre/2010, no montante de R$ 92.247, geraram um resultado de R$ 3.199 que foi registrado na rubrica “Receitas da Intermediação Financeira - Operações de Crédito”. Para registro dessas operações foi observado o critério contábil estabelecido pela Circular Bacen nº 2.568/95, com a baixa integral do saldo na carteira ativa. Para operações de cessão de créditos com coobrigação de contratos realizadas em 2008 foi observado o critério contábil estabelecido pela resolução nº 3.533 do Banco Central do Brasil, onde os valores cedidos permaneceram registrados no ativo pelo valor, na data do balanço, de R$ zero (Em 30/06/2010 R$ 188.439) e os recursos correspondentes a essas cessões, foram registrados no passivo, na rubrica “Obrigações por Operações de Venda de Ativos Financeiros” - “Outras Obrigações” - “Diversas”, cujo saldo na data do balanço era de R$ zero (Em 30/06/2010 R$ 189.011). As despesas resultantes dessa obrigação no semestre foram de R$ zero (1º semestre/2010 R$ 19.287) e estão registradas na Demonstração de Resultado sob a rubrica “Operações por Venda ou Transferência de Ativos Financeiros”. f) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa: O saldo da provisão para crédito de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa atingiu o valor de R$ 8.290, correspondente a 1,65% do total da carteira. A provisão constituída acima do mínimo requerido pela Resolução CMN nº 2.682, decorre de análises internas e individuais dos clientes e é considerada adequada para suportar eventuais perdas. No semestre, os créditos amortizados para prejuízo totalizaram R$ 4.618 (Em 30/06/2009 R$ 3.805), sendo recuperados no mesmo período R$ 920 (Em 30/06/2010 R$ 378). Em 30 de junho de 2011, o saldo das operações renegociadas era de R$ 10.218 (Em 30/06/2010 R$ 20.739). O saldo apresentado considera como renegociação qualquer acordo ou alteração nos prazos de vencimento, e nas condições de pagamento originalmente pactuadas, em operações de crédito que tenham apresentado alguma deterioração nas condições de risco. (05) IMOBILIZADO DE ARRENDAMENTO 30/06/2011 30/06/2010 Máquinas e Equipamentos 297.499 333.407 Máquinas e Equipamentos - Leasing Operacional 4.043 5.585 Veículos e Afins 1.246.300 1.713.852 Veículos e Afins - Leasing Operacional 1.522 1.004 Aeronaves 20.191 21.226 Outros Bens Arrendados 7.470 8.813 Perdas em Arrendamentos a Amortizar 117.971 79.057 Perdas em Arrend. a Amortizar - Leasing Operacional 2.037 2.102 Amortização Acumulada (59.933) (30.126) Amortização Acumulada - Leasing Operacional (1.396) (860) Total Bens Arrendados 1.635.704 2.134.060 Depreciações Acumuladas (744.719) (879.730) Depreciações Acumuladas - Leasing Operacional (3.905) (3.198) Superveniência/(Insuficiência) de Depreciações (8.389) 29.933 Total Depreciação Acumulada (757.013) (852.995) Total Geral 878.691 1.281.065 Em atendimento às diretrizes contábeis estabelecidas pela Circular Bacen nº 1.429/89, e objetivando compatibilizar práticas contábeis específicas (nota 02) com o valor presente dos fluxos futuros das carteiras de arrendamento, foi calculado o valor atual dos Arrendamentos a Receber utilizando-se a taxa interna de retorno de cada contrato. O valor assim apurado foi comparado com o valor residual contábil dos bens arrendados, registrando-se a diferença em Insuficiência ou Superveniência de Depreciação, em contrapartida do resultado. Em conseqüência, a Companhia registrou um ajuste positivo no semestre de R$ 10.130 (Em 30/06/2010 R$ 93.834 negativo). (06) PASSIVO CIRCULANTE E EXIGÍVEL A LONGO PRAZO: Em 30 de junho de 2011 os recursos captados no país para repasses a clientes, possuem as seguintes características: a) Depósitos Interfinanceiros com vencimentos até 17/06/2013 à taxa pré-fixada que variam de 11,85% a 12,12% a.a. e pós-fixada indexada que variam de 108,50% a 112,42% do CDI; b) Letras de Arrendamento Mercantil com vencimentos até 14/08/2015 à taxa pré-fixada que variam de 11,91% a 13,79% a.a. e pós-fixada indexada que variam de 95,00% a 110,00% do CDI; e c) Debêntures simples para colocação privada, não conversíveis em ações, no valor nominal de R$ 1.650, com vencimento até 18/01/2012 e taxa pós-fixada indexada que variam de 104,00% a 105,00% do CDI. (07) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL: (a) Demonstração do Cálculo dos Encargos com Imposto de Renda e Contribuição Social Demonstração do Cálculo dos Encargos 30/06/2011 30/06/2010 Lucro antes da Tributação, Deduzido das Participações no Lucro 7.206 26.060 IR e CS às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente (2.882) (10.424) Efeito das Adições e Exclusões no Cálculo dos Tributos: Juros sobre o Capital Próprio 1.007 1.998 Créditos Baixados para Prejuízo (643) (176) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa 1.646 725 Ajuste ao Valor de Mercado de Títulos e Derivativos (2.293) 133 Resultado Obtido com Derivativos não Liquidados – (33) Superveniência/Insuficiência de Depreciação 2.273 (14.858) Contingências Fiscais e Trabalhistas (781) (1.267) Outras Adições e Exclusões 303 (676) Total dos encargos devidos no semestre (1.370) (24.578) Obrigações Fiscais Diferidas 2.453 (107) Imposto de Renda Diferido sobre o Ajuste Financeiro das Operações de Leasing – 14.858 Créditos Tributários de Imposto de Renda e Contribuição Social (3.472) 1.647 Despesa de Imposto de Renda e Contribuição Social (2.389) (8.180) (b) Créditos Tributários de Imposto de Renda e Contribuição Social Origem 31/12/2010 Constituição Realização 30/06/2011 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa 4.962 1.398 (3.044) 3.316 Créditos Baixados para Prejuízo 1.579 855 (212) 2.222 Superveniência/Insuficiência de Depreciação e Prejuízo Fiscal 4.807 260 (2.710) 2.357 Contingências Fiscais, Cíveis e Trabalhistas 2.229 746 (411) 2.564 Outros Créditos Tributários 1.665 386 (739) 1.312 Subtotal 15.242 3.645 (7.116) 11.771 Contribuição Social a Compensar 456 63 (184) 335 Total 15.698 3.708 (7.300) 12.106 % sobre Patrimônio Líquido 5,9% 4,6% A Administração da Companhia, fundamentada em estudo técnico realizado tomando por base os dados contábeis disponíveis em 30/06/2011, estimou que a realização desses créditos tributários ocorrerá na seguinte proporção: 33% no primeiro ano, 33% no segundo ano, 14% no terceiro ano, 13% no quarto ano e 7% no quinto ano. (08) PATRIMÔNIO LÍQUIDO: (a) Capital Social: Está dividido em 20.485.056 de ações nominativas, sendo 12.291.033 de ações ordinárias e 8.194.023 de ações preferenciais, sem valor nominal. (b) Dividendos: O Estatuto prevê dividendos mínimos de 25% do lucro líquido anual, ajustado conforme o disposto no art. 202 da Lei das Sociedades por Ações, cabendo às ações preferenciais, prioridade na percepção de um dividendo anual de 6% a.a. sobre o valor nominal do capital correspondente a essas ações. O pagamento desses dividendos está vinculado à deliberação da Assembléia Geral. Para o 1º semestre de 2011, está sendo proposto o pagamento de juros sobre o capital próprio no valor bruto de R$ 2.517 apenas para ações preferenciais que corresponde ao valor bruto de R$ 307,20 por lote de mil ações, sujeitos à incidência de imposto de renda na fonte à alíquota de 15%, quando aplicável. Os juros foram contabilizados em conformidade com a Circular Bacen nº 2.739/97, Deliberação CVM nº 207/96 e em atendimento às disposições fiscais. (09) TRANSAÇÕES ENTRE PARTES RELACIONADAS: a) As operações entre partes relacionadas são efetuadas às taxas e valores médios praticados com terceiros. Os ressarcimentos de custos referem-se a agenciamentos de operações, prestação de serviços e rateio de despesas.

30/06/2011 30/06/2010 Ativo Receita Ativo Receita (Passivo) (Despesa) (Passivo) (Despesa) Operações Disponibilidades 2.477 – 1.892 – Depósitos Interfinanceiros (1) 612.033 19.377 132.937 1.624 Operações Compromissadas (1) – – – (1) Recursos de Aceites e Emissão de Títulos (1) (2.618) (248) (3.976) (134) Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio (2.517) (2.517) (4.996) (4.996) Ressarcimento Custos (2) (61) (3) (742) (2) Prestação de Serviços (3) (55) (598) (55) (465) (1) As aplicações e captações de recursos referem-se às operações envolvendo a Companhia e empresas ligadas, efetuadas a taxas compatíveis com as taxas médias praticadas no mercado, vigentes nas datas das operações. (2) Os ressarcimentos de custos referem-se basicamente à agenciamento de operações e sublocação de imóvel com empresas ligadas de acordo com contrato mantido entre as partes. (3) Referem-se a serviços contratados de tecnologia e informática, auditoria interna, divulgação da marca, transporte aéreo e consultoria contábil. b) Remuneração do pessoalchave da Administração: Em Assembléia Geral anual dos acionistas, é estabelecida a remuneração para a Diretoria. Em 2011, foi determinado o valor médio de remuneração total mensal no montante de até R$ 62 (Em 2010 R$ 55). (b.1) Benefícios - Diretoria: No semestre findo em 30 de junho de 2011 no montante de R$ 383 (Em 2010 R$ 334). A Companhia não possui para o pessoal-chave da Administração, benefícios pós-emprego, benefícios de longo prazo e de rescisão de contrato de trabalho. (b.2) Conforme legislação em vigor, a Companhia não pode conceder empréstimos ou adiantamentos para: (i) Diretores e membros dos conselhos consultivos ou administrativos, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até 2º grau; (ii) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; (iii) Pessoas jurídicas que participem, com mais de 10%, da própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau; Dessa forma, não são efetuados pela Companhia empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria e seus familiares. (10) INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS: A Companhia participa de operações envolvendo instrumentos financeiros derivativos, representadas por contratos de troca de moedas ou indexadores - “Swap”, com a finalidade de reduzir a exposição a riscos de taxas de juros. O gerenciamento e monitoramento dos riscos envolvidos são realizados por área independente através de políticas de controles, estabelecimento de estratégias de operação, determinação de limites e do acompanhamento constante das posições assumidas através de técnicas específicas, consoante às diretrizes estabelecidas pela Administração. A estrutura de gerenciamento de riscos contempla os seguintes riscos segregados por natureza: Risco de Mercado; Risco de Liquidez, Risco de Crédito e Risco Operacional. a) Esses instrumentos financeiros derivativos são registrados na BMF&BOVESPA S.A. e na CETIP S.A., envolvendo taxas pré-fixadas e mercado interfinanceiro (DI). A posição em 30 de junho desses instrumentos financeiros derivativos tem seus valores registrados em contas de compensação e os ajustes/diferenciais em contas patrimoniais. Para a apuração dos preços de mercado foram utilizadas as taxas médias praticadas para operações com prazo e indexadores similares na data do balanço conforme divulgações da BMF&BOVESPA S.A. 30/06/2011 Contratos Custo Referência Mercado Pré 57.795 84.988 86.297 Mercado Interfinanceiro 248.800 299.584 299.584 Índices 300 315 311 Posição Ativa 306.895 384.887 386.192 Pré 248.800 310.312 309.905 Mercado Interfinanceiro 58.095 75.952 75.952 Posição Passiva 306.895 386.264 385.857 Contratos de Swaps - Exposição Líquida – (1.377) 335 30/06/2010 Contratos Custo Referência Mercado Pré 129.694 165.104 170.231 Mercado Interfinanceiro 494.559 538.091 538.091 Posição Ativa 624.253 703.195 708.322 Pré 494.559 551.025 552.296 Mercado Interfinanceiro 129.694 152.861 152.861 Posição Passiva 624.253 703.886 705.157 Contratos de Swaps - Exposição Líquida – (691) 3.165 Os valores dos diferenciais a receber e a pagar registrados em contas patrimoniais do ativo e do passivo sob o título “Instrumentos Financeiros Derivativos” correspondiam a R$ 10.663 (Em 30/06/2010 R$ 17.553) e R$ 10.328 (Em 30/06/2010 R$ 14.388) na data do balanço, respectivamente. O total do ajuste negativo de marcação a mercado registrado no resultado do semestre foi de R$ 310 (1º semestre/2010 R$ 269 negativo). Os contratos de swaps e de futuro registrados em contas de compensação possuíam vencimentos: 30/06/2011 Até de 91 a de 181 a acima de 90 dias 180 dias 360 dias 360 dias Total Swap 78.436 59.707 100.041 148.008 386.192 30/06/2010 Até de 91 a de 181 a acima de 90 dias 180 dias 360 dias 360 dias Total Swap 92.339 71.194 216.109 328.680 708.322 b) Contabilidade de “Hedge”: A Companhia adota a política de proteger operações ativas pré-fixadas em consonância com suas políticas de gestão de risco, levando em consideração as taxas de captação praticadas. Estas operações de “hedge” são realizadas em conformidade com a Circular BACEN nº 3.082 de 30/01/2002, que exige avaliação periódica de efetividade do “hedge” e o registro a mercado tanto do instrumento financeiro derivativo como do item objeto de “hedge”, considerando tratar-se de uma operação de “hedge” de risco de mercado. Em 30 de junho de 2011 o valor contábil e de mercado dos itens objeto de “hedge” são, respectivamente, R$ 187.485 (Em 30/06/2010 R$ 324.143) e R$ 196.256 (Em 30/06/2010 R$ 338.240). b.1) Para apuração do valor de mercado das parcelas dos ativos de crédito foram utilizadas as taxas médias praticadas para operações com prazo e indexador similar na data do balanço conforme divulgações da BM&FBOVESPA S.A., acrescidas dos custos de captação, de produção e operacionais, passíveis de verificação, necessários para a originação e manutenção até o vencimento dessas operações, de forma a refletir adequadamente os efeitos dessas taxas de juros no resultado. b.2) A avaliação dos ativos de crédito objeto de hedge a mercado gerou um ajuste positivo de R$ 8.771 (1º semestre/2010 R$ 14.097), o qual foi registrado na rubrica “Devedores Diversos” do grupo “Outros Créditos Diversos”. O ajuste negativo no semestre foi registrado em adequada conta de resultado de operações de crédito, no montante de R$ 5.423 (1º semestre/2010 R$ 594). (11) PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS: A Companhia, no curso normal de suas atividades, é parte em processos de natureza fiscal, previdenciária, trabalhista e cível. As respectivas provisões foram constituídas levando-se em conta a legislação em vigor, a opinião dos assessores legais, a natureza e complexidade dos processos, o posicionamento dos Tribunais, o histórico de perdas e outros critérios que permitam a sua estimativa da forma mais adequada possível. A Administração considera que as provisões existentes na data destas demonstrações são suficientes para fazer face aos riscos decorrentes destes processos. As provisões constituídas e respectivas variações no período estão demonstradas a seguir: Fiscais e Cíveis e Previdenciárias Trabalhistas (b) Movimentação Saldo inicial em 01/01/2011 de contingências e obrigações legais 12.714 4.204 (–) Baixa por Pagamento/Reversão (*) (7.281) – (+) Complemento e Atualização 3.862 – Saldo final em 30/06/2011 de contingências e obrigações legais 9.295 4.204 Impostos e Contribuições a Recolher 1.638 Provisão para imposto de renda e contrib. diferidos 4.485 Total 15.418 (a) As obrigações legais e as contingências fiscais e previdenciárias referem-se principalmente a obrigações tributárias cuja legalidade ou constitucionalidade é objeto de contestação nas esferas administrativa e judicial, com destaque para: (i) a cobrança do PIS pelas Emendas Constitucionais 10/96 e 17/97 e (ii) a dedução dos valores da CSLL na base de cálculo do IRPJ. As provisões existentes amparam o risco decorrente das obrigações legais e das contingências fiscais e previdenciárias consideradas como de perda provável e encontram-se registradas no exigível a longo prazo na rubrica “Provisão para Riscos Fiscais” do grupo “Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias”. A Companhia possui outras contingências fiscais e previdenciárias avaliadas individualmente por nossos assessores legais como de risco de perda não provável, com destaque para: (i) os autos de infração no montante de R$ 51.835 lavrados por diversos Municípios para a cobrança do ISS sobre as operações de leasing sob alegação de que o imposto é devido onde o bem é adquirido, ao passo que o tributo é recolhido para o Município onde se encontra a sede da Companhia, nos termos do artigo 12 “a” do Decreto-Lei nº 406/68 e artigo 3º da Lei Complementar nº 116/03; (ii) a não observância da irretroatividade e da anterioridade nonagesimal quando da majoração da alíquota da CSLL para o Sistema Financeiro em 1996 no montante de R$ 2.477; e (iii) as ações judiciais onde a empresa requer a aplicação da alíquota zero da CPMF nas operações que constituem o seu objeto social, cuja contingência monta R$ 24.776. (b) As contingências trabalhistas originam-se de ações judiciais movidas por terceiros que buscam obter indenizações referentes a pretensos direitos trabalhistas. A provisão constituída encontra-se registrada na rubrica “Provisão para Passivos Contingentes” do grupo “Outras Obrigações Diversas” (nota 12c). (c) As contingências cíveis são originadas basicamente por ações judiciais movidas por terceiros, pleiteando indenizações por danos materiais e morais, sendo em sua maior parte julgadas pelos Juizados Especiais Cíveis. Para determinar o volume adequado de provisão a Administração divide o conjunto de ações entre “individualmente significativas” e as demais. Para as ações consideradas individualmente significativas são elaboradas análises individuais e constituída provisão para aquelas consideradas com risco de perda provável. Para as demais ações, ou seja, continua


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 23 de agosto de 2011

ECONOMIA - 27

continuação

ALFA ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A. C.N.P.J. 46.570.800/0001-49 SEDE: ALAMEDA ARAGUAIA, 933 - CONJUNTO 32 - BARUERI - SP NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 - EM R$ MIL não consideradas individualmente significativas, é constituída provisão com base em um histórico de perdas. (*) Trata-se de reversão da CSLL do ano de 1996 em decorrência da inobservância da irretroatividade e anterioridade nonagesimal pela Emenda Constitucional nº 10/96, considerada inconstitucional pelo STF. (12) OUTRAS INFORMAÇÕES: a) Outros Créditos - Diversos: composto por Depósitos Judiciais R$ 26.172 (Em 30/06/2010 R$ 21.790), Opções por Incentivos Fiscais R$ 979 (Em 30/06/2010 R$ 979), Tributos Antecipados R$ 2.153 (Em 30/06/2010 R$ 7.186), Créditos Tributários R$ 12.106 (Em 30/06/2010 R$ 12.326) e Adiantamentos e Devedores Diversos R$ 11.638 (Em 30/06/2010 R$ 16.313) com destaque para o ajuste positivo obtido na avaliação a valor de mercado dos ativos de crédito objeto de hedge conforme descrito na nota 10 “b.2”. b) Despesas Antecipadas: referem-se substancialmente a valores pagos a título de intermediação de negócios às revendas de veículos. Essas despesas, quando não são pagas ou financiadas pelos clientes, são apropriadas ao resultado com base no prazo contratual da operação de leasing. c) Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias: composta por Provisão para Impostos e Contribuições Diferidos R$ 4.485 (Em 30/06/2010 R$ 10.912), Provisão para Riscos Fiscais R$ 9.295 (Em 30/06/2010 R$ 10.706), Provisão para Impostos e Contribuições sobre Lucros R$ zero (Em 30/06/2010 R$ 2.520) e Impostos e Contribuições a Recolher R$ 1.638 (Em 30/06/2010 R$ 1.786). Diversas: composta basicamente por Credores por Antecipação de Valor Residual R$ 384.721 (Em 30/06/2010 R$ 637.816), Obrigações por Operações de Venda de Ativos Financeiros R$ zero (Em 30/06/2010 R$ 189.011), Obrigação por Aquisição de Bens e Direitos R$ zero (Em 30/06/2010 R$ 603), provisões para despesas administrativas e de pessoal R$ 3.791 (Em 30/06/2010 R$ 5.575), provisão para passivos contingentes e indenização cível R$ 4.204

(Em 30/06/2010 R$ 4.804) e credores diversos R$ 1.934 (Em 30/06/2010 R$ 3.719). d) Outras Receitas Operacionais: composto por reversão de processos fiscais R$ 2.507 (Em 30/06/2010 R$ 2.878), atualizações de tributos a compensar R$ 21 (Em 30/06/2010 R$ 24), crédito decorrente de ação judicial da CPMF com trânsito em julgado favorável R$ zero (Em 30/06/2010 R$ 15.200) e reversão de provisão de despesas com alocação de contratos cedidos R$ 647 (Em 30/06/2010 R$ zero). Outras Despesas Operacionais: composto por provisão para contingências fiscais e trabalhistas R$ 1.906 (Em 30/06/2010 R$ 3.684), despesas decorrentes de créditos inadimplentes R$ 284 (Em 30/06/2010 R$ 346), despesa de intermediação e equalização de contratos R$ 258 (Em 30/06/2010 R$ 568), despesas com alocação de contratos cedidos R$ zero (Em 30/06/2010 R$ 2.668), despesas com processos fiscais e cíveis R$ 1.829 (Em 30/06/2010 R$ zero), atualizações de tributos R$ 55 (Em 30/06/2010 R$ zero) e processos operacionais R$ 465 (Em 30/06/2010 R$ 1.030). e) Resultado não Operacional: representado basicamente por lucros obtidos na venda de bens não de uso. f) A Companhia tem como política segurar seus bens a valores considerados adequados para coberturas de eventuais perdas. g) Índice de Solvabilidade: O índice de solvabilidade atingiu 19,47% (30/06/2010 20,89%) ao final do semestre demonstrando a boa capacidade de solvência das instituições financeiras integrantes do Conglomerado Financeiro Alfa, quando comparado com o mínimo de 11% exigido pelo Banco Central do Brasil e o mínimo de 8% recomendado pelo Comitê da Basiléia. Para efeito do cálculo, utilizamos as demonstrações financeiras combinadas das instituições financeiras (Consolidado Operacional), tendo em vista que é dessa forma que o Banco Central do Brasil exerce o monitoramento das instituições financeiras que integram seu conglomerado. (13) ALTERAÇÕES NA LEI DAS S.A. (LEI Nº 6.404): A Lei nº 11.638 publicada no Diário Oficial da União em 28 de dezembro de 2007 e a Lei nº 11.941 de 28 de maio de 2009 alterou diversos dispositivos da

Ouvidoria: 0800-7220140

Lei nº 6.404 (Sociedade por Ações). Com vistas a regulamentar essas alterações, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) editou diversos pronunciamentos contábeis de 2008 a 2011. A normatização do Banco Central do Brasil editada até o momento considera: a) tratamento do saldo das reservas de capital e da destinação dos lucros acumulados; b) tratamento do ativo imobilizado e diferido; c) reconhecimento, mensuração e divulgação de perdas em relação ao valor recuperável; d) apresentação da demonstração do fluxo de caixa, em substituição a demonstração das origens e aplicações de recursos; e) divulgação sobre partes relacionadas; f) Reconhecimento e mensuração de provisões, ativos e passivos contingentes. Na avaliação da administração da Companhia, que considera as normas do BACEN editadas até o momento, apenas os itens (c), (d) e (e) impactaram e, portanto, foram acrescidas às informações financeiras da Alfa Arrendamento Mercantil S.A. (14) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA: O Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/08, apresentado na Demonstração dos fluxos de caixa está constituído por: 30/06/2011 30/06/2010 No início do semestre 314.688 2.534 Disponibilidade 2.172 2.134 Aplicações interfinanceiras de liquidez (1) 312.516 400 No final do semestre 873.730 194.672 Disponibilidade 2.741 2.211 Aplicações interfinanceiras de liquidez (1) 870.989 192.461 Caixa e equivalente de caixa 559.042 192.138 (1) Refere-se as operações cujo vencimento na data da aplicação foi igual ou inferior a 90 dias.

DIRETORIA Rubens Bution - Diretor Presidente

Fábio Alberto Amorosino - Diretor

CONTADOR Gilberto Cabeleira Alves Contador - CRC 1PR 040031

Rubem Clóvis Rocha Cecchini - Diretor

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS À Diretoria e Acionistas da Alfa Arrendamento Mercantil S.A. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras individuais da Alfa Arrendamento Mercantil S.A., que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.

e

Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Sociedade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras A Sociedade registra as suas operações e elabora as suas demonstrações financeiras com a observância das diretrizes contábeis estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, que requerem o ajuste a valor presente da carteira de arrendamento mercantil como provisão para superveniência ou insuficiência de depreciação, classificada no ativo permanente, conforme mencionado na Nota Explicativa às demonstrações financeiras nº 5. Essas diretrizes não requerem a reclassificação das operações, que permanecem registradas de acordo com as disposições da Lei nº 6.099/74, para as

São Paulo, 11 de agosto de 2011

KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6

Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0

Os brasileiros sempre querem o último produto. Herberto Yamamuro, CEO da unidade brasileira da NEC

conomia AFP

Ford e Toyota unem forças Montadoras desenvolverão um sistema híbrido para caminhões leves e utilitários esportivos.

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s montadoras Ford e Toyota anunciaram ontem que irão trabalhar juntas para desenvolver um novo sistema híbrido de eletricidade e gasolina, que será utilizado em caminhões leves e veículos utilitários esportivos. As duas empresas assinaram um memorando de entendimento para a colaboração, e espera-se que um acordo formal sobre a iniciativa seja assinado no próximo ano. É a primeira vez que essas companhias colaboram para o desenvolvimento de um produto. A ideia da parceria é o desenvolvimento de um sistema híbrido para veículos de tração traseira, em uma tentativa de aumentar a eficiência de caminhões e utilitários esportivos. Ambas já possuem sistemas

híbridos que potencializam veículos de passageiros com tração dianteira – como é o caso do Ford Fusion e do Toyota Prius, atualmente o híbrido que tem registrado mais vendas nos Estados Unidos. O anúncio foi feito apenas poucas semanas depois do governo do presidente norteamericano Barack Obama de-

A sociedade norte-americana não pode passar sem caminhonetes e utilitários esportivos. TAKESHI UCHIYAMADA, DA TOYOTA

A cooperação das companhias deverá se limitar ao desenvolvimento de veículos híbridos, que deverão ser apresentados ainda nesta década.

linear novas metas de economia de energia para veículos a partir de 2025 – além de normas mais rígidas para as emissões de dióxido de carbono. Ford e Toyota disseram esperar que sua colaboração corte custos e traga tecnologias híbridas aos consumidores mais rapidamente. As empresas vão desenvolver componentes como parceiras, mas integrarão o novo sistema nos veículos separadamente. As empresas também concordaram em trabalhar juntas em tecnologias para padronizar telemáticos nos carros. O investimento que será dispendido pelas empresas no desenvolvimento dessa tecnologia não foi, contudo, anunciado, e nem que equipes de cada montadora deverão ser mobilizadas para o projeto. "Trabalhando juntas, conseguiremos aproveitar a escala maior para oferecer aos nossos

clientes uma tecnologia mais acessível, e disponível mais cedo", afirmou ontem Derrick Kuzak, chefe de pesquisa e desenvolvimento da Ford. "Também podemos oferecer economia de combustível para um novo e importante segmento do mercado, as caminhonetes e os utilitários esportivos." Emissões – De acordo com as agências internacionais de notícias, tanto a Ford como a Toyota estão em situação difícil depois que o governo Obama traçou novas metas de eficiência energética. Por essa razão, as empresas têm investido em pesquisa e desenvolvimento para encontrar novas soluções híbridas. "As exigências da EPA (sigla em inglês da Agência de Proteção Ambiental dos EUA) são um grande desafio para nós, as montadoras", disse Takeshi Uchiyamada, chefe de pesquisa e desenvolvimento da

NEC quer crescer no mercado latino-americano Companhia espera aumentar receita com eventos esportivos no Brasil e o lançamento de novos produtos

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rubricas do ativo circulante e realizável a longo prazo, e rendas e despesas de arrendamento, mas resultam na apresentação do resultado do semestre e do patrimônio líquido findo em 30 de junho de 2011, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Opinião com ressalva Em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito no parágrafo “Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras”, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Alfa Arrendamento Mercantil S.A. em 30 de junho de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

NEC espera aumentar em dez vezes suas vendas à América Latina até 2017, atingindo uma receita de US$ 5 bilhões até lá. A afirmação foi feita pelo CEO da unidade brasileira da empresa, Herberto Yamamuro, ao jornal britânico Financial Times. Em reportagem sobre o assunto veiculada na edição de ontem, a publicação salientou ainda que o principal motor da estratégia da NEC na região é a demanda brasileira – acarretada tanto em razão da inclinação do público consumidor em adquirir aparelhos eletrônicos quanto pela necessidade de investimentos em infraestrutura de comunicações, impulsionada pela realização da Copa do Mundo de futebol em 2014 e pelo Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, em 2016. O executivo informou que a

receita da companhia na Amé- cartões de crédito", avaliou. rica Latina deverá dobrar dos A NEC planeja introduzir no US$ 500 milhões, registrados mercado equipamentos de alta em 2010, para US$ 1 bilhão em tecnologia que já estão dispo2012, passando para os proje- níveis em mercados com o da tados US$ 5 biCoreia do Sul – lhões logo e que, segunapós os Jogos d o a c o m p aOlímpicos. nhia, deverão " A d i s t r iser populares buição de renentre a camada é muito deda com maior milhões de dólares sigual no Brapoder aquisifoi o faturamento da sil. Mas quantivo no Brasil. do você tem U m e x e mNEC na América uma populaplo desses Latina em 2010. Em ção de 200 miprodutos são lhões de pesos refrigera2017, a empresa soas, mesmo dores que rasespera atingir 20% disso sigtreiam seu US$ 5 bilhões. nificaria muiconteúdo por tos consumimeio de códidores. E os go de barras, brasileiros são autênticos con- permitindo que o seu usuário sumidores; eles gastam o que saiba quando os produtos estêm. Mesmo as crianças têm tão fora da validade ou mes-

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mo efetuando pedidos diretos em algum supermercado próximo. "Os brasileiros sempre querem o último produto", completou Yamamuro. Eventos – De acordo com o FT, a NEC acabou de concluir um acordo entre os governos do Japão e do Brasil, que prevê dotar os táxis de equipamentos de rastreamento – por meio dos quais será possível gerenciar de forma mais eficaz o tráfego automotivo do Rio de Janeiro. O sistema deverá estar pronto a tempo para os Jogos Olímpícos. Contudo, uma das principais metas da empresa no País é a atualização da rede de telefonia celular. "Já há muito tráfego, e a rede não está preparada para tal. Nós podemos utilizar tecnologias que amenizem o problema", ponderou o executivo.

Toyota. "A sociedade norteamericana não pode passar sem caminhonetes e utilitários esportivos. Essa colaboração que estamos formando com a Ford não tem apenas a finalidade de reduzir as emissões de dióxido de carbono, mas também tornar as caminhonetes e utilitários mais acessíveis para o consumidor."

Agora, Ford e Toyota irão realizar um estudo de viabilidade e fixar um cronograma, com a finalidade de implementar a tecnologia em caminhonetes ou utilitários esportivos em algum momento desta década. Não há, contudo, planos para formar parcerias para além do desenvolvimento de híbridos. (Agências)

Electrolux fortalece presença no Chile

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Electrolux anunciou ontem um acordo para a compra da Compañia Tecno Industrial S.A. (CTI) – o que lhe permitirá ser a maior fornecedora de eletrodomésticos no Chile e na Argentina. Conforme comunicado da empresa sueca, o valor do negócio é de 4,4 bilhões de coroas suecas, ou o equivalente a US$ 692 milhões. A negociação envolveu a compra da participação majoritária que Sigdo Koppers e partes associadas detêm, de 64%, e uma oferta em dinheiro para adquirir 100% das ações em circulação da CTI na Bolsa Valores de Santiago, por 34,87 pesos chilenos cada. As ofertas deverão ter início dentro de dez dias úteis. A operação inclui ainda uma oferta pública por todas as ações da Somela – subsidiária da CTI que produz aparelhos domésticos de pequeno porte, na qual a CTI detém 78,5% – por 325 pesos chilenos. Como parte da transação, a CTI também vai pagar dividendos de préfechamento aos acionistas. No Chile, a CTI fabrica refrigeradores, fogões, máquinas de lavar roupa e aquecedores, que são comercializados sob as marcas Fensa e Mademsa, e é a fabricante-líder, com uma participação de mercado de 37%. Por meio

de sua subsidiária de propriedade integral, a Frimetal, ela também detém uma posição de liderança na Argentina com a marca Gafa. Já a subsidiária Somela é a maior fornecedora de aparelhos domésticos de pequeno porte no Chile. De acordo com dados levantados pela agência de notícias Reuters, o valor de mercado da CTI, com base na cotação da última sextafeira, era de US$ 534 milhões. "Esta aquisição baseia-se nos pontos fortes da Electrolux e da CTI, e proporciona oportunidades significativas de crescimento que seriam difíceis de serem alcançadas por qualquer uma das empresas individualmente. Juntos, nós vamos gerar sinergias significativas de receita e sinergias de custos relacionadas com compras e produção", afirmou Keith McLoughlin, presidente e chief executive officer da Electrolux. "A Electrolux tem raízes muito fortes na América Latina, e há 15 anos somos parceiros da CTI em determinados mercados latino-americanos. Estamos comprometidos com as sólidas marcas da CTI", completou Ruy Hirschheimer, que é presidente da Electrolux na América Latina para eletrodomésticos de grande porte. (Agências)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

28 -.ECONOMIA

terça-feira, 23 de agosto de 2011

e Marketing digital para pequenos

Não faça spam. O seu cliente vai odiar você. Junior Portare, consultor e professor de marketing e liderança da FGV de Jundiaí

conomia

1

Especialista lembra que, se bem administradas, as ferramentas na internet podem proporcionar ganhos às empresas. Fátima Lourenço

O

s empresários de pequeno e médio portes não podem se descuidar do marketing digital. Mas é necessário saber escolher a melhor ferramenta – e, se não tiver tempo de administrá-la, é melhor não tê-la. A avaliação partiu do consultor e professor de marketing e liderança da Fundação Getúlio Vargas de Jundiaí, Junior Portare, em palestra durante a Office PaperBrasil

Escolar, que termina dia 25 no Pavilhão de Exposições do Anhembi, na Capital paulista. Para o especialista, a construção de um bom site é fundamental, e ele deve contemplar as linguagens do consumidor e a do Google. "Hoje, 96% das buscas são feitas pelo Google", justificou. Segundo Portare, com um pouco de pesquisa, o empresário descobrirá formas de linguagem que lhe darão um espaço privilegiado no site de buscas. O consultor ainda destacou como importantes, entre as ferramentas digitais

disponíveis atualmente, o Twitter e o Facebook. Independentemente do porte do negócio, acrescentou, é importante manter um bom site, "com missão definida" (por exemplo, divulgar marca e remeter o internauta a uma loja virtual). Para otimizar recursos, sugeriu que a pequena e média empresas aproveitem o "quem somos" para fazer o institucional da marca. Portare lembrou do exemplo da Camisetas da Hora. Concebida como loja física, a empresa multiplicou o seu negócio por 20

com auxílio da loja virtual. Segundo o consultor, com R$ 1 mil é possível viabilizar a criação de um comércio eletrônico. "Há plataformas livres e grátis, ou pagas", disse. Ele ressaltou ser fundamental ter alguém para sanar dúvidas por telefone e providenciar os selos de segurança. Entre as dicas para não iniciados, o especialista também recomenda pesquisas no YouTube sobre como montar um comércio eletrônico, e cursos oferecidos pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pe-

quenas Empresas (Sebrae). Como advertência principal, Portare destacou o cuidado que as empresas devem ter com o marketing feito por meio de e-mails. "É uma ferramenta interessante. Mas não faça spam. O seu cliente vai odiar você", sentenciou. A utilização do marketing tradicional para pequenos negócios do varejo também foi abordada pelo especialista. Ele enfatizou que há alternativas para a pouca verba dessas empresas. A promoção de eventos de relacionamento

mil reais é o valor mínimo com o qual se pode iniciar a atuação de uma companhia no comércio eletrônico com a clientela (pessoas físicas ou jurídicas), com apoio dos fornecedores, é uma delas. Parcerias semelhantes também tornam viáveis treinamentos para os funcionários, com bons reflexos nas vendas.

ALFA CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S.A. C.N.P.J. 62.178.421/0001-64 SEDE: ALAMEDA SANTOS, 466 - SÃO PAULO - SP RELATÓRIO DA DIRETORIA Ouvidoria: 0800-7220140 Senhores Acionistas: Submetemos à sua apreciação, as demonstrações financeiras da Alfa Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A., correspondentes às atividades desenvolvidas durante os semestres findos em 30 de junho de 2011 e 2010, acrescidas das notas explicativas e do Relatório dos Auditores Independentes. É indispensável traduzir o reconhecimento da Alfa Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A. ao trabalho de seus funcionários, ao apoio de seus acionistas e, finalmente, à confiança de seus clientes e instituições financeiras do mercado que continuaram a prestigiar a organização como sempre fizeram. São Paulo, 11 de agosto de 2011 A Diretoria BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO - EM R$ MIL ATIVO Circulante Disponibilidades Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Aplicações em Depósitos Interfinanceiros Títulos e Valores Mobiliários (Nota 03) Carteira Própria Vinculados a Prestação de Garantias Outros Créditos Rendas a Receber Negociação e Intermediação de Valores (Nota 9a) Diversos (Nota 04) Outros Valores e Bens Despesas Antecipadas Realizável a Longo Prazo Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Aplicações em Depósitos Interfinanceiros Outros Créditos Diversos (Nota 04) Permanente Investimentos Participações em Controladas: No País (Nota 9b) Outros Investimentos (Nota 9c) Imobilizado de Uso Outras Imobilizações de Uso (Depreciação Acumulada) Intangível Ativos Intangíveis (Amortização Acumulada) Diferido Gastos de Organização e Expansão (Amortização Acumulada) Total do Ativo Eventos Saldos em 31/12/2009 Aumento de Capital - AGO/E 15/04/2010 Lucro Líquido do Semestre Destinações: Reservas Juros sobre Capital Próprio Saldos em 30/06/2010 Mutações do Período Saldos em 31/12/2010 Aumento de Capital - AGE 28/04/2011 Lucro Líquido do Semestre Destinações: Reservas Juros sobre Capital Próprio Propostos Saldos em 30/06/2011 Mutações do Período

2011 280.523 63 178.943 178.943 92.965 49.900 43.065 8.535 432 8.026 77 17 17 33.022 25.746 25.746 7.276 7.276 9.525 9.414

2010 237.763 264 138.949 138.949 85.911 46.945 38.966 12.623 – 12.518 105 16 16 59.157 54.679 54.679 4.478 4.478 9.294 9.218

2.767 6.647 46 93 (47) 64 77 (13) 1 3 (2) 323.070

2.571 6.647 47 988 (941) 27 33 (6) 2 3 (1) 306.214

PASSIVO Circulante Outras Obrigações Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Negociação e Intermediação de Valores (Nota 9a) Diversas (Nota 9d) Exigível a Longo Prazo Outras Obrigações (Nota 08) Fiscais e Previdenciárias Diversas Patrimônio Líquido Capital: De Domiciliados no País Reservas de Capital Reservas de Lucros Reserva Legal Reservas Estatutárias Reserva para Aumento de Capital Reserva Especial para Dividendos

2011 23.814 23.814 3.483 10.206 8.596 1.529 27.764 27.764 27.608 156 271.492

2010 20.185 20.185 2.816 2.220 14.109 1.040 33.629 33.629 33.473 156 252.400

120.000 34.176 117.316 12.267 105.049 101.453 3.596

112.000 34.176 106.224 10.942 95.282 93.462 1.820

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - EM R$ MIL Descrição Receitas da Intermediação Financeira Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários Resultado Bruto da Intermediação Financeira Outras Receitas/(Despesas) Operacionais Receitas de Prestação de Serviços Despesas de Pessoal Outras Despesas Administrativas Despesas Tributárias Resultado de Participações em Controladas Outras Receitas Operacionais (Nota 9e) Outras Despesas Operacionais (Nota 9e) Resultado Operacional Resultado não Operacional (Nota 9f) Resultado antes da Tributação e Participações Imposto de Renda e Contribuição Social (Nota 05) Provisão para Imposto de Renda Provisão para Contribuição Social Ativo Fiscal Diferido Participações no Lucro Administradores - Estatutárias Lucro Líquido do Período Lucro por Lote de Mil Ações - R$ (Nota 06a)

2011 15.657 15.657 15.657 633 1.497 (578) (1.735) (785) 102 3.127 (995) 16.290 243 16.533 (3.774) (2.783) (1.680) 689 (200) (200) 12.559 784,93

2010 11.574 11.574 11.574 (230) 1.791 (618) (1.485) (589) 74 1.364 (767) 11.344 180 11.524 (1.112) (1.632) (966) 1.486 (240) (240) 10.172 635,75

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - MÉTODO INDIRETO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - EM R$ MIL

Total do Passivo

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - EM R$ MIL Capital Reservas de Capital 100.000 34.176 12.000 – – –

Reserva de Lucros 110.894 (12.000) –

323.070

306.214

Lucros Acumulados – – 10.172

Total 245.070 – 10.172

– – 112.000 12.000 112.000 8.000 –

– – 34.176 – 34.176 – –

7.330 – 106.224 (4.670) 116.266 (8.000) –

(7.330) (2.842) – – – – 12.559

– (2.842) 252.400 7.330 262.442 – 12.559

– – 120.000 8.000

– – 34.176 –

9.050 – 117.316 1.050

(9.050) (3.509) – –

– (3.509) 271.492 9.050

Atividades Operacionais Lucro Líquido do Período Ajustes ao Lucro Líquido - Depreciações e Amortizações - Resultado da Avaliação de Invest. pelo método de Equiv. Patrimonial - Ajustes de Provisão de Passivos Contingentes (Aumento)/Redução dos Ativos Operacionais Títulos e Valores Mobiliários Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Outros Créditos Outros Valores e Bens Aumento/(Redução) dos Passivos Operacionais Outras Obrigações Pagamentos de Imposto de Renda e Contribuição Social Caixa Líquido Proveniente de (Aplicado em) Atividades Operacionais Atividades de Investimentos Aquisição de Imobilizados de Uso Aplicações no Intangível Caixa Líquido (Aplicado em) Atividades de Investimento Atividades de Financiamentos Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Caixa Líquido (Aplicado em) Atividades de Financiamento Aumento Líquido de Caixa e Equivalentes Caixa e Equivalentes no Início do Período Caixa e Equivalentes no Final do Período Aumento de Caixa e Equivalentes

2011

2010

12.559 (1.055) 13 (102) (966) 22.881 3.628 25.232 (5.967) (12) 6.090 8.875 (2.785) 40.475

10.172 84 10 (74) 148 32.760 (926) 40.599 (6.914) 1 3.382 7.884 (4.502) 46.398

– (44) (44)

(30) – (30)

(3.509) (3.509) 36.922 142.084 179.006 36.922

(2.842) (2.842) 43.526 95.687 139.213 43.526

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Financeiras NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2011 E 2010 - EM R$ MIL (01) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: As demonstrações financeiras da Alfa Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A. foram elaboradas com base na legislação societária e nas práticas contábeis adotadas no Brasil, e em conformidade com as normas do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (BACEN) e, no que não conflitarem com as normas do BACEN e do CMN, do Comitê de pronunciamentos Contábeis (CPC). Essas demonstrações financeiras foram concluídas em 09/08/2011 e aprovadas pela Reunião da Diretoria em 11/08/2011. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam de forma integrada no mercado financeiro, e certas operações têm a participação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro, cujas atividades incluem as carteiras de arrendamento mercantil, administração de fundos de investimentos, distribuição e corretagem de câmbio e valores mobiliários. (02) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS: (a) Apuração do Resultado: as receitas e despesas foram apropriadas pelo regime de competência. (b) Ativos Circulante e Realizável a Longo Prazo: demonstrados pelos valores de realização e, quando aplicável, acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidos de provisão para perdas e ajustados pelos seus valores de mercado, especificamente em relação ao registro e a avaliação contábil da carteira de títulos e valores mobiliários estabelecido pela Circular BACEN nº 3068 (vide nota nº 03). (c) Ativo Permanente: demonstrado ao custo corrigido monetariamente até 31 de dezembro de 1995, considerando os seguintes aspectos: c.1) Participações em Controladas no País: avaliadas pelo método de equivalência patrimonial; c.2) Outros Investimentos: representadas basicamente, pelas ações da BMFBOVESPA S.A. c.3) Depreciação dos bens do Ativo Imobilizado é calculada pelo método linear, às seguintes taxas anuais: Processamento de Dados e Veículos 20%, Móveis e Utensílios e Instalações 10%; e c.4) Amortização de gastos com benfeitorias em imóveis de terceiros e com programas de processamento de dados, calculada pelo método linear pelo prazo máximo de cinco anos. A Lei 11.638 eliminou a conta do Ativo Diferido. O Conselho Monetário Nacional autorizou as Instituições Financeiras a manter o saldo de 31 de dezembro de 2008 até a sua completa amortização ou baixa. (d) Passivos Circulante e Exigível a Longo Prazo: demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, quando aplicável, os encargos e as variações monetárias incorridos. (e) Impostos e Contribuições: As provisões são calculadas considerando a legislação pertinente a cada encargo para efeito das respectivas bases de cálculo e suas respectivas alíquotas: Imposto de Renda (15% mais adicional de 10%), Contribuição Social (15%), Pis (0,65%) e Cofins (4%). Também é observada pela Companhia a prática contábil de constituição de créditos tributários de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre diferenças temporárias, calculadas às alíquotas 15% mais adicional de 10% e 15%, respectivamente (vide nota nº 05). (f) Estimativas contábeis: As Demonstrações Financeiras semestrais, de acordo com as práticas contábeis brasileiras, incluem algumas contas cujos valores são determinados por estimativas baseadas na experiência passada, ambiente legal e de negócios, probabilidade de ocorrência de eventos sujeitos ou não ao controle da Administração, etc. Essas estimativas são revistas pelo menos anualmente, buscando-se determinar valores que mais se aproximem dos futuros valores de liquidação dos ativos ou passivos considerados. (03) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS: a) Composição de Títulos e Valores Mobiliários: Composta por: 30/06/2011 30/06/2010 Títulos do Tesouro Nacional - LFT 1.675 3.389 Cotas de Fundos de Investimento 48.225 43.556 Títulos Livres 49.900 46.945 Títulos do Tesouro Nacional - LFT 43.065 38.966 Títulos Vinculados 43.065 38.966 Total - Títulos e Valores Mobiliários 92.965 85.911 b) Classificação de Títulos e Valores Mobiliários por categoria (*) Até 1 ano a Acima de Saldo em Saldo em 3 meses 3 anos 3 anos 30/06/2011 30/06/2010 Títulos Títulos do Tesouro Nacional - LFT – 8.040 36.700 44.740 42.355 Títulos para Negociação – 8.040 36.700 44.740 42.355 Cotas de Fundos de Investimento 48.225 – – 48.225 43.556 Títulos Disponíveis para Venda 48.225 – – 48.225 43.556 Títulos e Valores Mobiliários 48.225 8.040 36.700 92.965 85.911 % Concentração por Prazo 51,9 8,6 39,5 100,0 (*) Inclui Cotas de Fundos de Investimento, sem data de vencimento. “Títulos para Negociação” e “Títulos Disponíveis para Venda”: o valor contábil corresponde ao valor de mercado desses títulos na data do balanço, obtido através de coletas de taxas junto ao mercado, quando aplicável, e validado principalmente através de comparação com informações fornecidas pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). a) O ajuste negativo dos Títulos para Negociação no montante de R$ 3 (2010 R$ 7), obtido entre os valores de custo atualizado R$ 44.743 (2010 R$ 42.362) e de mercado R$ 44.740 (2010 R$ 42.355) foi registrado em conta adequada do resultado. b) Os valores de custo e de mercado dos títulos classificados na categoria Disponíveis para Venda correspondiam a R$ 48.225 (2010 R$ 43.556) relativo a aplicação do Fundo de Investimento Alfa Estratégia FI Multimercado IQ. Os títulos privados são custodiados na CETIP e os títulos públicos no Selic. (04) OUTROS CRÉDITOS - DIVERSOS: Composta, principalmente, por Tributos Antecipados R$ 69 (2010 R$ 100), depósitos judiciais R$ 4.291 (2010 R$ 2.892), opções por incentivos fiscais R$ 97 (2010 R$ 97) e créditos tributários de imposto de renda e contribuição social R$ 2.888 (2010 R$ 1.489). A Administração da Companhia, fundamentada em estudo técnico realizado

tomando por base os dados contábeis disponíveis em 30/06/2011, estimou que a realização desses créditos tributários ocorrerá na seguinte proporção: 20% ao ano até o quinto ano. Os créditos tributários não ativados totalizam, em 30/06/2011, R$ 713 (2010 R$ 4.303). (05) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL: Demonstração do cálculo dos encargos 30/06/2011 30/06/2010 Lucro antes da Tributação, deduzido das Participações no Lucro 16.333 11.284 IR e CS às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente (6.533) (4.514) Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: • Juros sobre o capital próprio 1.404 1.137 • Contingências Fiscais e Trabalhistas 18 521 • Dividendos recebidos em investimentos pelo método de custo 537 275 • Outras Adições e Exclusões 111 (17) Total dos Encargos Devidos no período (4.463) (2.598) Obrigações Fiscais Diferidas – (1) Créditos Tributários de Imposto de Renda e Contribuição Social 689 1.487 Despesa de Imposto de Renda e Contribuição Social (3.774) (1.112) (06) PATRIMÔNIO LÍQUIDO: (a) Capital Social: está dividido em 16.000.000 de ações nominativas, sendo 8.000.000 de ações ordinárias e 8.000.000 de ações preferenciais, sem valor nominal. A Assembléia Geral Extraordinária realizada em 28/04/2011, homologada pelo Banco Central do Brasil aprovou o aumento do capital social para R$ 120.000 mediante incorporação de reservas de lucros. (b) Dividendos: O Estatuto prevê dividendos mínimos de 25% do lucro líquido anual, ajustado conforme o disposto no art. 202 da Lei das Sociedades por Ações. Para pagamento destes dividendos, foram calculados a títulos de juros sobre capital próprio no valor de R$ 3.509, correspondente aos valores brutos de R$ 288,88 e R$ 229,77 por lote de mil ações ordinárias e preferenciais, respectivamente, sujeitos à incidência de impostos de renda na fonte à alíquota de 15%, quando aplicável. Os juros foram contabilizados em conformidade com a Circular Bacen nº 2739/97, deliberação CVM nº 207/96 em atendimento às disposições fiscais. (c) O índice de solvabilidade instituído pelo Comitê da Basiléia e normatizado pelo Banco Central do Brasil atingiu 19,47% ao final do semestre, demonstrando a boa capacidade de solvência das instituições financeiras do Conglomerado Financeiro Alfa, quando comparado tanto com o mínimo de 11% exigido pelo Banco Central do Brasil, quanto com o de 8% recomendado pelo Comitê da Basiléia. (07) TRANSAÇÕES ENTRE PARTES RELACIONADAS: a) Em concordância com os dispositivos legais vigentes, efetuaram-se principalmente as seguintes transações entre a Companhia e empresas ligadas: 30/06/2011 30/06/2010 Ativo Receita Ativo Receita Operações (Passivo) (Despesa) (Passivo) (Despesa) Disponibilidades 56 – 128 – Depósito Interfinanceiros (1) 204.688 10.677 193.628 8.007 Negociação e Intermediação de Valores 116 – (1.489) – Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio (2.099) (2.099) (1.700) (1.700) Resssarcimento Custos (2) (39) – (38) – Prestação de Serviços (3) – (182) (34) (289) (1) As aplicações e captações de recursos referem-se às operações envolvendo a Companhia e empresas ligadas, efetuadas a taxas compatíveis com as taxas médias praticadas no mercado, vigentes nas datas das operações. (2) Os ressarcimentos de custos referem-se basicamente, à cobertura de despesas relativas ao agenciamento de operações com empresas ligadas, cobradas de acordo com contrato mantido entre as partes. (3) Referem-se a serviços contratados de tecnologia e informática, auditoria interna, divulgação da marca, transporte aéreo e consultoria contábil. (4) Composta principalmente pelas empresas: Metro Tecnologia Informática Ltda., Metro-Dados Ltda., Metro Sistemas de Informática Ltda. e Metro-Táxi Aéreo Ltda. b) Remuneração do pessoal-chave da Administração: Em Assembléia geral anual dos acionistas, é estabelecida a remuneração para a Diretoria. Em 2011, foi determinado o valor médio de remuneração total mensal no montante de até R$ 4 (2010 R$ 4). (b.1) Benefícios - Diretoria: No semestre findo em 30 de junho de 2011 no montante de R$ 214 (2010 R$ 252) sendo: Remuneração R$ 14 (2010 R$ 12) e Participação no Resultado R$ 200 (2010 R$ 240). A Corretora não possui para o pessoal-chave da Administração, benefícios pós-emprego, benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho. (b.2) Conforme legislação em vigor, a companhia não pode conceder empréstimos ou adiantamentos para: • Diretores e membros dos conselhos consultivos ou administrativos, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até 2º grau; • Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; • Pessoas jurídicas que participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau; Dessa forma, não são efetuados pela companhia empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria e seus familiares. (08) PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS: A Companhia, no curso normal de suas atividades, é parte em processos de natureza fiscal, previdenciária, trabalhista e cível. As respectivas provisões foram constituídas levando-se em conta a legislação em vigor, a opinião dos assessores legais, a natureza e complexidade dos processos, o posicionamento dos Tribunais, o histórico de perdas e outros critérios que permitam a sua estimativa da forma mais adequada possível. A Administração considera que as provisões existentes na data destas demonstrações são suficientes para fazer face aos riscos decorrentes destes processos. As provisões constituídas e respectivas variações no período estão demonstradas a seguir:

Fiscais e Cíveis e Previdenciárias Trabalhistas (c) Movimentação Saldo Inicial em 01/01/2011 de contingências e obrigações legais 27.477 156 (+) Complemento e Atualização 1.321 – (–) Baixa por Pagamento/Reversão (*) (1.190) – Saldo Final em 30/06/2011 de contingências e obrigações legais 27.608 156 Prov. para impostos e contribuições sobre o lucro 3.061 Impostos e Contribuições a Recolher 7.145 Total 37.814 (a) As obrigações legais e as contingências fiscais referem-se principalmente a obrigações tributárias cuja legalidade ou constitucionalidade é objeto de contestação nas esferas administrativa e judicial, com destaque para (i) a cobrança do PIS pelas Emendas Constitucionais 01/94, 17/97 e a não observância da irretroatividade e da anterioridade nonagesimal quando da cobrança do PIS pela Emenda Constitucional nº 10/96 e (ii) a dedução dos valores da CSLL na base de cálculo do IRPJ. As provisões existentes amparam o risco decorrente das obrigações legais e das contingências fiscais consideradas como de perda provável e encontram-se registradas no exigível a longo prazo na rubrica “Provisão para Riscos Fiscais” do grupo “Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias”. (b) A Companhia possui outras contingências fiscais avaliadas individualmente por nossos assessores legais como de risco de perda não provável, com destaque para (i) a não observância da irretroatividade e da anterioridade nonagesimal quando da majoração da alíquota da CSLL para o Sistema Financeiro em 1996 e (ii) e cobranças da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) efetuadas pela Receita Federal do Brasil relativas ao período de janeiro/92 a junho/94 no montante de R$ 9.884. A Companhia possui decisão judicial favorável transitada em julgado em 1991 exonerando-a do pagamento dessa contribuição no mencionado período. A Companhia recorreu dessas cobranças e obteve acórdãos favoráveis do TRF da 3ª Região, aguardando apenas o trânsito em julgado desses acórdãos. (c) As contingências trabalhistas originam-se de ações judiciais movidas por terceiros que buscam obter indenizações referentes a pretensos direitos trabalhistas. A provisão constituída encontra-se registrada na rubrica “Provisão para Passivos Contingentes” do grupo “Outras Obrigações - Diversas”. (Vide nota “9.d”). (d) As contingências cíveis são originadas basicamente por ações judiciais movidas por terceiros, pleiteando indenizações por danos materiais e morais, sendo em sua maior parte julgadas pelos Juizados Especiais Cíveis. Para determinar o volume adequado de provisão a Administração divide o conjunto de ações entre “individualmente significativas” e as demais. Para as ações consideradas individualmente significativas são elaboradas análises individuais e constituída provisão para aquelas consideradas com risco de perda provável. Para as demais ações, ou seja, não consideradas individualmente significativas, é constituída provisão com base em um histórico de perdas. (*) Trata-se de reversão da CSLL do ano de 1996 cuja não observância da irretroatividade e anterioridade nonagesimal foi considerada inconstitucional pelo STF. (09) OUTRAS INFORMAÇÕES: (a) Negociação e Intermediação de Valores: basicamente, os saldos são compostos por operações com valores mobiliários por conta de clientes a liquidar, a saber: Ativo - Caixa de registro e liquidação R$ 6.484 (2010 R$ 1.265), Devedores por conta de liquidações pendentes R$ 1.542 (2010 R$ 9.805), Operações com Ativos Financeiros e Mercadorias a Liquidar R$ zero (2010 R$ 1.448) e Passivo - Caixas de registro e liquidação R$ 7 (2010 R$ 8.441), Credores por conta de liquidações pendentes R$ 8.148 (2010 R$ 5.668) e Operações com Ativos Financeiros e Mercadorias a Liquidar R$ 441 (2010 R$ zero). (b) Participações em Controladas no País: a Companhia possui 35.856.794 ações ON, 721.399 ações PNA, 7.509.480 ações PNB e 4.293.186 ações PNC, as quais representam 71,26% do capital social da Uvale - Uvas do Vale do Gorutuba Ltda. O lucro líquido acumulado no período de 6 meses e o patrimônio líquido da controlada correspondiam a R$ 144 e R$ 3.883, respectivamente. (c) Outros Investimentos: representados basicamente pela ação da empresa BMFBovespa S.A. R$ 6.647 (2010 R$ 6.646). (d) Outras Obrigações - Diversas: composta basicamente por provisões para pagamento de despesas administrativas, de pessoal e para contingência trabalhista. (e) Outras Receitas Operacionais: incluem basicamente dividendos e juros sobre o capital próprio recebido R$ 1.781 (2010 R$ 1.316), reversão de provisões operacionais R$ 25 (2010 R$ 4) e reversão de processos fiscais R$ 1.321 (2010 R$ zero). Outras Despesas Operacionais: composta basicamente por complemento e atualização de provisão para riscos fiscais e de tributos a recolher R$ 987 (2010 R$ 714) e processos operacionais R$ 3 (2010 R$ zero). (f) A Companhia tem como política segurar seus bens a valores considerados adequados para coberturas de eventuais perdas. (10) ALTERAÇÕES NA LEI DAS S.A. (LEI Nº 6.404): A Lei nº 11.638 publicada no Diário Oficial da União em 28 de dezembro de 2007 e complementada pela Lei nº 11.941 de 28 de maio de 2009 alterou diversos dispositivos da Lei nº 6.404 (Sociedade por Ações). Com vistas a regulamentar essas alterações, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) editou diversos pronunciamentos contábeis de 2008 à 2010. A normatização do Banco Central do Brasil editada até o momento considera: a) tratamento do saldo das reservas de capital e da destinação dos lucros acumulados; b) tratamento do ativo imobilizado e diferido; c) reconhecimento, mensuração e divulgação de perdas em relação ao valor recuperável; d) apresentação da demonstração do fluxo de caixa, em substituição a demonstração das origens e aplicações de recursos; e) divulgação sobre partes relacionadas; f) reconhecimento e mensuração de provisões, ativos e passivos contingentes. Na avaliação da administração da Companhia, que considera as normas do Bacen editadas até o momento, apenas os itens (c), (d) e (e) impactaram e, portanto, foram acrescidas às demonstrações financeiras semestrais da Alfa Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A. (11) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA: O Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3604/08, apresentado na Demonstração dos fluxos de caixa está constituído por: 30/06/2011 30/06/2010 No início do período 142.084 95.687 Disponibilidade 217 175 Aplicações interfinanceiras de liquidez (1) 141.867 95.512 No final do período 179.006 139.213 Disponibilidade 63 264 Aplicações interfinanceiras de liquidez (1) 178.943 138.949 Caixa e equivalente de caixa 36.922 43.526 (1) Refere-se a operações cujo o vencimento na data da aplicação foi igual ou inferior a 90 dias. CONTADORA

DIRETORIA Antonio César Santos Costa

José Elanir de Lima

À Diretoria e Acionistas da Alfa Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras individuais da Alfa Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A., que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Corretora é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Corretora para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Corretora. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela

Paula Sanches Lourenti de Araujo CRC 1SP 253015/O-4 administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Alfa Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A. em 30 de junho de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. São Paulo, 11 de agosto de 2011 KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6

Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0


terça-feira, 23 de agosto de 2011

Cantagalo General Grains S.A. CNPJ nº 12.944.170/0001-03 - NIRE 35.300.385.691 Ata de Assembléia Geral Extraordinária Realizada em 09 de Maio de 2011 Local e Data: Aos 09 (nove) dias do mês de maio de 2011, às 10:00 horas, na sede social da Cantagalo General Grains S.A., localizada na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Paulista, nº 1.754, 1º andar - parte, CEP 01310-200. Presença: Acionistas representando a totalidade do capital social. Mesa: Presidente: Josué Christiano Gomes da Silva; Secretário: Paulo Roberto Moreira Garcez. Convocação: Dispensada face à presença de acionistas representando a totalidade do capital social, nos termos do artigo 124, §4º da Lei 6.404/76 (“Lei das S.A.”). Ordem do Dia: Deliberar sobre: (i) o aumento do capital social da Sociedade, com emissão de 25.000.000 (vinte e cinco milhões) de novas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, em tudo idênticas às ações existentes; (ii) aprovar a nomeação dos peritos responsáveis pela avaliação dos bens imóveis a serem contribuídos para fins de integralização do aumento de capital social, caso aprovado, e elaboração dos laudos de avaliação correspondentes, sendo 01 (um) laudo de avaliação de determinados bens imóveis pelo critério de valor patrimonial contábil e 01 (um) laudo avaliação de determinados bens imóveis pelo critério de valor de mercado (em conjunto, os “Laudos”); (iii) a aprovação dos Laudos; e (iv) a alteração a redação do artigo 4º do Estatuto Social a fim de refletir a alteração no capital social referida acima, caso aprovada. Deliberações Aprovadas por Unanimidade de Votos: Após discutirem as matérias constantes da ordem do dia, os acionistas, por unanimidade de votos e sem reservas, com a abstenção dos legalmente impedidos, deliberaram: (i) aprovar o aumento no capital social da Sociedade, no valor de R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais), que passa, portanto, de R$ 50.001.000,00 (cinqüenta milhões e um reais) para R$ 75.001.000,00 (setenta e cinco milhões e um reais), mediante a emissão de 25.000.000 (vinte e cinco milhões) de novas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, em tudo idênticas àquelas já existentes, pelo preço de emissão de aproximadamente R$ 2,40 (dois reais e quarenta centavos) por ação, totalizando o montante de R$ 60.047.353,61 (sessenta milhões, quarenta e sete mil, trezentos e cinqüenta e três reais e sessenta e um centavos). A diferença entre o preço de emissão total das ações ora emitidas e o valor do aumento de capital ora aprovado, no valor total de R$ 35.047.353,61 (trinta e cinco milhões, quarenta e sete mil, trezentos e cinqüenta e três reais e sessenta e um centavos), será destinada à conta de reserva de capital da Companhia. As ações ora emitidas foram totalmente subscritas, com a expressa aprovação e renúncia dos direitos de preferência pelos demais acionistas representando a totalidade do capital social, pela acionista GFN Agrícola e Participações S.A., sociedade anônima brasileira, com sede na cidade de Primavera do Leste, Estado do Mato Grosso, na Rua Santo André, nº 1.100, bairro Jardim Riva, inscrita no CNPJ/MF sob nº 07.894.762/0001-28 (“GFN”), tudo conforme o boletim de subscrição anexo à presente Ata como “Anexo I”; (ii) aprovar e ratificar a nomeação dos Srs. João Batista de Castro, brasileiro, solteiro, maior, contador, portador de Cédula de Identidade RG nº 4.472.851-6 SSP/PR, inscrito no CPF/MF sob o nº 930.511.239-00 e no C.R.C - PR sob o nº 045426/O-T 1 MT, com escritório na cidade de Primavera do Leste, Estado do Mato Grosso, na Av. Porto Alegre, 407, Centro, CEP 78.850-000; Daniel Vila Nova da Silva Júnior, brasileiro, casado, contador, portador de Cédula de Identidade RG nº 810.770 SSP/MT, inscrito no CPF/MF sob o nº 531.895.581.91 e no C.R.C.M.T. sob o nº 008.635/O-8, com escritório na Cidade de Primavera do Leste, Estado do Mato Grosso, na Rua Maceió, nº 947, Jardim Itália, CEP 78.850-000; e Lúcia Souza Rodrigues, brasileira, solteira, maior, contadora, portadora de Cédula de Identidade RG nº 1.145.264-1 SJ/MT, inscrita no CPF/MF sob o nº 616.859.092-72 e no C.R.C.M.T. sob o nº 014.657/P-5, com escritório na Cidade de Primavera do Leste, Estado do Mato Grosso, na Rua Colibri, 42, Condomínio Tuiuiú, CEP 78.850-000, para a elaboração dos Laudos, trabalho este já iniciado e concluído; (iii) aprovar os Laudos, sendo 01 (um) laudo de avaliação de determinados bens imóveis pelo critério de valor patrimonial contábil que integra a presente ata como “Anexo II (a)”; e 01 (um) laudo avaliação de determinados bens imóveis pelo critério de valor de mercado os quais integram a presente ata como “Anexo II (b)”. Tendo em vista o ora disposto, as ações ora subscritas foram totalmente integralizadas pela acionista GFN nesta data, mediante a contribuição dos bens imóveis descritos e caracterizados (a) no Laudo anexo à presente ata como “Anexo I (a)”, pelo seu respectivo valor contábil; e (b) no Laudo anexo à presente ata como “Anexo II (a)”, pelo seu respectivo valor de mercado ali refletido; (iv) como conseqüência do aumento de capital ora aprovado, o caput do Artigo 4º do Estatuto Social da Sociedade passa a vigorar com a seguinte redação: “Artigo 4º - O capital social, totalmente integralizado, é de R$ 75.001.000,00 (setenta e cinco milhões e um reais), dividido em 75.001.000 (setenta e cinco milhões e mil) ações ordinárias nominativas, sem valor nominal”. Por fim, fica ainda autorizada a Diretoria da Sociedade a tomar todas as medidas necessárias à efetivação das matérias ora aprovadas. Suspensão dos Trabalhos e Lavratura e Leitura da Ata: Oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém se manifestou, foram encerrados os trabalhos e suspensa a reunião pelo tempo necessário à lavratura desta, a qual, após ter sido reaberta a sessão foi lida, achada conforme, aprovada e assinada. Acionistas presentes: Companhia de Tecidos Norte de Minas - Coteminas, Fazenda Cantagalo Ltda., Agrícola Estreito S.A., GFN Agrícola e Participações S.A., Josué Christiano Gomes da Silva, Ricardo dos Santos Júnior, João Gustavo Rebello de Paula, Pedro Garcia Bastos Neto, Paulo Roberto Moreira Garcez, Décio Milnitzky, Vilson José Vian, João Luiz Ribas Pessa. São Paulo, 09 de maio de 2011. Certifico que a presente é cópia fiel da lavrada em livro próprio. Paulo Roberto Moreira Garcez - Secretário. JUCESP nº 198.627/11-7 em 25/05/2011. Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.

Cantagalo General Grains S.A. CNPJ n° 12.944.170/0001-03 - NIRE 35.300.385.691 Ata de Assembléia Geral Extraordinária Realizada em 07 de Maio de 2011 Local e Data: Aos 07 (sete) dias do mês de maio de 2011, às 10:00 horas, na sede social da Cantagalo General Grains S.A., localizada na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Paulista, nº 1.754, 1º andar - parte, CEP 01310-200. Presença: Acionistas representando a totalidade do capital social. Mesa: Presidente: Josué Christiano Gomes da Silva; Secretário: Paulo Roberto Moreira Garcez. Convocação: Dispensada face à presença de acionistas representando a totalidade do capital social, nos termos do artigo 124, §4º da Lei 6.404/76 (“Lei das S.A.”). Ordem do Dia: Deliberar sobre: (i) o aumento do capital social da Sociedade, com emissão de 30.000.000 (trinta milhões) de novas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, em tudo idênticas às ações existentes; (ii) aprovar a nomeação dos peritos responsáveis pela avaliação dos bens imóveis a serem contribuídos para fins de integralização do aumento de capital social, caso aprovado, e elaboração do laudo de avaliação correspondente (“Laudo”); (iii) a aprovação do Laudo; e (iv) a alteração a redação do artigo 4º do Estatuto Social a fim de refletir a alteração no capital social referida acima, caso aprovada. Deliberações Aprovadas por Unanimidade de Votos: Após discutirem as matérias constantes da ordem do dia, os acionistas, por unanimidade de votos e sem reservas, com a abstenção dos legalmente impedidos, deliberaram: (i) aprovar o aumento no capital social da Sociedade, no valor de R$ 46.000.000,00 (quarenta e seis milhões de reais), que passa, portanto, de R$ 4.001.000,00 (quatro milhões e mil reais) para R$ 50.001.000,00 (cinquenta milhões e mil reais), mediante a emissão de 30.000.000 (trinta milhões) de novas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, em tudo idênticas àquelas já existentes, pelo preço de emissão de aproximadamente R$ 2,38 (dois reais e trinta e oito centavos) por ação, totalizando o montante de R$ 71.297.900,96 (setenta e um milhões, duzentos e noventa e sete mil, novecentos reais e noventa e seis centavos). A diferença entre o preço de emissão total das ações ora emitidas e o valor do aumento de capital ora aprovado, no valor total de R$ 25.297.900,96 (vinte e cinco milhões, duzentos e noventa e sete mil, novecentos reais e noventa e seis centavos), será destinada à conta de reserva de capital da Companhia. As ações ora emitidas foram totalmente subscritas, com a expressa aprovação e renúncia dos direitos de preferência pelos demais acionistas representando a totalidade do capital social, pela acionista Companhia de Tecidos Norte de Minas - Coteminas, sociedade anônima brasileira, com sede na cidade de Montes Claros, Estado de Minas Gerais, na Av. Governador Magalhães Pinto, 4.000, parte, CEP 39404-166, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 22.677.520/0001-76 (“Coteminas”). conforme o boletim de subscrição anexo à presente Ata como “Anexo I”: (ii) aprovar e ratificar a nomeação da CSM Consultores Associados Ltda., sociedade civil de contadores, com sede na Av. Álvares Cabral, 344, sala 1707 - Lourdes - Belo Horizonte - MG, inscrita no CGC/MF sob o nº 04.789.675/0001-12, para a elaboração do Laudo, trabalho este já iniciado e concluído; (iii) aprovar o Laudo, o qual integra a presente ata como “Anexo II”. Tendo em vista o ora disposto, as ações ora subscritas pela acionista Coteminas foram totalmente integralizadas nesta data, mediante a contribuição dos bens imóveis descritos e caracterizados no Laudo anexo, pelo seu respectivo valor contábil; (iv) como conseqüência do aumento de capital ora aprovado, o caput do Artigo 4º do Estatuto Social da Sociedade passa a vigorar com a seguinte redação: “Artigo 4º - O capital social, totalmente integralizado, é de R$ 50.001.000,00 (cinqüenta milhões e mil reais), dividido em 50.001.000 (cinquenta milhões e mil) ações ordinárias nominativas, sem valor nominal.”. Por fim, fica ainda autorizada a Diretoria da Sociedade a tomar todas as medidas necessárias à efetivação das matérias ora aprovadas. Suspensão dos Trabalhos e Lavratura e Leitura da Ata: Oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém se manifestou, foram encerrados os trabalhos e suspensa a reunião pelo tempo necessário à lavratura desta, a qual, após ter sido reaberta a sessão foi lida, achada conforme, aprovada e assinada. Acionistas Presentes: Companhia de Tecidos Norte de Minas - Coteminas, Fazenda Cantagalo Ltda., Agrícola Estreito S.A., GFN Agrícola e Participações S.A., Josué Christiano Gomes da Silva, Ricardo dos Santos Júnior, João Gustavo Rebello de Paula, Pedro Garcia Bastos Neto, Paulo Roberto Moreira Garcez, Décio Milnitzky, Vilson José Vian, João Luiz Ribas Pessa. São Paulo, 07 de maio de 2011. Certifico que a presente é cópia fiel da lavrada em livro próprio. Paulo Roberto Moreira Garcez - Secretário. JUCESP nº 198.618/11-6 em 25/05/2011. Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.

InBev Participações Societárias S.A.

CNPJ/MF nº 07.526.557/0001-00 - NIRE 35.300.368.941 - Companhia Fechada Ata da Assembleia Geral Extraordinária realizada em 29 de julho de 2011 1. Data, Hora e Local: Aos 29 dias do mês de julho de 2011, às 10:00 horas, na sede social da Companhia, localizada na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Dr. Renato Paes de Barros, 1.017, 3º andar (parte), Itaim Bibi. 2. Convocação e Presença: Convocação dispensada face à presença de acionistas representando a totalidade do capital social da Companhia, conforme assinaturas constantes do Livro de Presença de Acionistas da Companhia. 3. Mesa: Presidente: Sílvo José Morais; Secretária: Deborah Kirschbaum. 4. Deliberações tomadas por unanimidade de votos e sem quaisquer ressalvas: 4.1. Registrar que a ata que se refere a esta Assembleia Geral Extraordinária será lavrada em forma de sumário, nos termos do §1º do art. 130 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (“Lei das Sociedades por Ações”). 4.2. Acatar a carta de renúncia ao cargo de Diretor apresentada pelo Sr. Lucas Machado Lira, brasileiro, casado, advogado, portador da cédula de identidade RG nº M8608502, expedida pela SSP/MG, e inscrito no CPF/MF sob o nº 032.585.176-06, fazendo constar votos de louvor e agradecimento pelos relevantes serviços prestados à Companhia. 4.3.Tendo em vista a renúncia do Sr. Lucas Lira conforme deliberação nº “4.2.” acima, aprovar a nomeação do Sr. Ricardo Gonçalves Melo, brasileiro, casado, advogado, portador da cédula de identidade R.G. nº 83720664-IFP/RJ e inscrito no CPF/MF sob o nº 968.950.397-91, com escritório na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Dr. Renato Paes de Barros, 1.017, 4º andar, para o cargo de “Diretor” da Companhia, cujo mandato será unificado com os demais Diretores da Companhia e perdurará até 22 abril de 2012. 4.4. Considerando as deliberações acima, passa a Diretoria da Companhia a ter a seguinte composição: (i) Sílvio José Morais, como “Diretor Presidente”; (ii) Daniela Rodrigues, como “Diretora”; e (iii) Ricardo Gonçalves Melo, como “Diretor”. 5. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foi a presente ata lavrada, e depois lida, aprovada e assinada pelos membros da Mesa e pelos acionistas presentes. Assinaturas: Sílvio José Morais Presidente. Deborah Kirschbaum - Secretária. Acionistas: Interbrew International B.V., p.p. Sílvio Jose Morais; Sílvio José Morais. Certifico que a presente confere com o original lavrado no livro próprio. Deborah Kirschbaum - Secretária. JUCESP nº 323.186/11-7 em 08/08/11, Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.

Cantagalo General Grains S.A. CNPJ nº 12.944.170/0001-03 - NIRE 35.300.385.691 Ata de Assembléia Geral Extraordinária Realizada em 06 de Maio de 2011 Local e Data: Aos 06 (seis) dias do mês de maio de 2011, às 10:00 horas, na sede social da Cantagalo General Grains S.A., localizada na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Paulista, nº 1.754, 1º andar - parte, CEP 01310-200. Presença: Acionistas representando a totalidade do capital social. Mesa: Presidente: Josué Christiano Gomes da Silva; Secretário: Paulo Roberto Moreira Garcez. Convocação: Dispensada face à presença de acionistas representando a totalidade do capital social, nos termos do artigo 124, §4º da Lei 6.404/76 (“Lei das S.A.”). Ordem do Dia: Deliberar sobre: (i) o aumento do capital social da Sociedade, com emissão de 20.000.000 (vinte milhões) de novas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, em tudo idênticas às ações existentes; (ii) aprovar a nomeação dos peritos responsáveis pela avaliação dos bens imóveis a serem contribuídos para fins de integralização do aumento de capital social, caso aprovado, e elaboração do laudo de avaliação correspondente (“Laudo”); (iii) a aprovação do Laudo; e (iv) a alteração a redação do artigo 4º do Estatuto Social a fim de refletir a alteração no capital social referida acima, caso aprovada. Deliberações Aprovadas por Unanimidade de Votos: Após discutirem as matérias constantes da ordem do dia, os acionistas, por unanimidade de votos e sem reservas, com a abstenção dos legalmente impedidos, deliberaram: (i) aprovar o aumento no capital social da Sociedade, no valor de R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais), que passa, portanto, de R$ 1.000,00 (mil reais) para R$ 4.001.000,00 (quatro milhões e mil reais), mediante a emissão de 20.000.000 (vinte milhões) novas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, em tudo idênticas àquelas já existentes, pelo preço de emissão de aproximadamente R$ 0,25 (vinte e cinco centavos) por ação, totalizando o montante de R$ 4.947.880,71 (quatro milhões, novecentos e quarenta e sete mil, oitocentos e oitenta reais e setenta e um centavos). A diferença entre o preço de emissão total das ações ora emitidas e o valor do aumento de capital ora aprovado, no valor total de R$ 947.880,71 (novecentos e quarenta e sete mil, oitocentos e oitenta reais e setenta e um centavos), será destinada à conta de reserva de capital da Companhia. As ações ora emitidas foram totalmente subscritas, com a expressa aprovação e renúncia dos direitos de preferência pelos demais acionistas representando a totalidade do capital social, pela acionista Fazenda Cantagalo Ltda., sociedade limitada brasileira, com sede na cidade de Montes Claros, Estado de Minas Gerais, na Av. Governador Magalhães Pinto, 4.000, parte, CEP 39404-166, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 18.892.091/0001-82 (“Fazenda Cantagalo”), conforme os boletins de subscrição anexos à presente Ata como “Anexo I”: (ii) aprovar e ratificar a nomeação da CSM Consultores Associados Ltda., sociedade civil de contadores, com sede na Av. Álvares Cabral, 344, sala 1707 - Lourdes - Belo Horizonte - MG, inscrita no CGC/MF sob o nº 04.789.675/0001-12, para a elaboração do Laudo, trabalho este já iniciado e concluído; (iii) aprovar o Laudo, o qual integra a presente ata como “Anexo II”. Tendo em vista o ora disposto, as ações ora subscritas pela acionista Fazenda Cantagalo foram totalmente integralizadas nesta data, mediante a contribuição dos bens imóveis descritos e caracterizados no Laudo anexo, pelo seu respectivo valor contábil; (iv) como conseqüência do aumento de capital ora aprovado, o caput do Artigo 40 do Estatuto Social da Sociedade passa a vigorar com a seguinte redação: “Artigo 4º O capital social, totalmente integralizado, é de R$ 4.001.000,00 (quatro milhões e mil reais), dividido em 20.001.000 (vinte milhões e uma) ações ordinárias nominativas, sem valor nominal.”. Por fim, fica ainda autorizada a Diretoria da Sociedade a tomar todas as medidas necessárias à efetivação das matérias ora aprovadas. Suspensão dos Trabalhos e Lavratura e Leitura da Ata: Oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém se manifestou, foram encerrados os trabalhos e suspensa a reunião pelo tempo necessário à lavratura desta, a qual, após ter sido reaberta a sessão foi lida, achada conforme, aprovada e assinada. Acionistas Presentes: Companhia de Tecidos Norte de Minas - Coteminas, Fazenda Cantagalo Ltda., Agrícola Estreito S.A., GFN Agrícola e Participações S.A., Josué Christiano Gomes da Silva, Ricardo dos Santos Júnior, João Gustavo Rebello de Paula, Pedro Garcia Bastos Neto, Paulo Roberto Moreira Garcez, Décio Milnitzky, Vilson José Vian, João Luiz Ribas Pessa. São Paulo, 06 de maio de 2011. Certifico que a presente é cópia fiel da lavrada em livro próprio. Paulo Roberto Moreira Garcez - Secretário. JUCESP nº 198.617/11-2 em 25/05/2011. Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.

Cantagalo General Grains S.A. Companhia Fechada - CNPJ nº 02.944.170/0001-03 - NIRE 3530038569-1 Ata da Primeira Assembléia Geral Extraordinária da Cantagalo General Grains S.A., Realizada em 07 de Fevereiro de 2011, Lavrada em Forma de Sumário (Parágrafo 1º Art. 130 - Lei nº 6.404/76) Data, Hora e Local: 07 (sete) de fevereiro de 2011, às 09:00 (nove) horas, na sede social, na Av. Paulista, nº 1.754, 1º andar, parte, na cidade São Paulo, Estado de São Paulo. Presenças: Acionistas representando a totalidade do Capital Social (artigo 124, parágrafo 4º da Lei nº 6.404/76), conforme se verifica no Livro de Presenças de Acionistas. Mesa: Presidente, Josué Christiano Gomes da Silva, e Secretário, Paulo Roberto Moreira Garcez. Ordem do Dia: Reeleição dos membros da Diretoria Executiva da Companhia. Deliberações: Por unanimidade dos acionistas presentes, foi discutido e aprovado a reeleição dos membros da Diretoria Executiva da Companhia, nos termos do Estatuto Social, com mandato até a assembléia geral ordinária a realizar-se em 2012, para os cargos de Diretores, os senhores Josué Christiano Gomes da Silva, brasileiro, casado, engenheiro, residente e domiciliado na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, com escritório na Av. Paulista, 1.754, 2ª sobreloja, Cerqueira César, CEP: 01310-920, portador da carteira de identidade nº MG-1.246.178, expedida pela SSP/MG, e inscrito no CPF/MF sob o nº 493.795.776-72; e Paulo Roberto Moreira Garcez, brasileiro, empresário, separado judicialmente, portador da cédula de identidade RG 4.219.601/SSP-SP, e inscrito no CPF/MF sob nº 2 535.778.418-34, residente e domiciliado na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Armando Petrela, 431,13º andar, Edifício Jabuticabeiras, CEP 05679-010. Os Diretores ora reeleitos são investidos nos respectivos cargos mediante a assinatura de termo de posse no Livro próprio, havendo declarado, expressamente, sob as penas da lei que não estão impedidos por lei especial, ou condenados por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, contra a economia popular, a fé pública ou a propriedade, ou a pena criminal que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos, como previsto no art. 147 da Lei nº 6.404/76. Encerramento: Nenhum dos presentes usou da palavra. Suspensos os trabalhos pelo espaço de tempo necessário à lavratura desta ata, que após lida, foi aprovada por unanimidade e sem restrições e assinada pelo Presidente, por mim Secretário e por todos os acionistas presentes. São Paulo (SP), 07 de fevereiro de 2011. Assinaturas: Josué Christiano Gomes da Silva, Presidente, e Paulo Roberto Moreira Garcez, Secretário. Acionistas: Josué Christiano Gomes da Silva; Paulo Roberto Moreira Garcez; e Wembley Sociedade Anônima, representada pelo seu Presidente Josué Christiano Gomes da Silva. Certifico que a presente confere com o original lavrado em livro próprio: Josué Christiano Gomes da Silva - Presidente da Assembléia. JUCESP nº 96.616/11-9 em 10/03/2011. Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.

DIÁRIO DO COMÉRCIO

ECONOMIA/LEGAIS - 29 Cantagalo General Grains S.A.

CNPJ nº 12.944.170/0001-03 - NIRE 35.300.385.691 Ata de Assembléia Geral Extraordinária Realizada em 11 de Maio de 2011 Local e Data: Aos 11 (onze) dias do mês de maio de 2011, às 10:00 horas, na sede social da Cantagalo General Grains S.A., localizada na destituir o Diretor Presidente e os demais Diretores da Companhia, estes últimos mediante proposição do Diretor Presidente, e fixar-lhes as Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Paulista, nº 1.754, 1º andar - parte, CEP 01310-200. Presença: Acionistas respectivas remunerações, observado o limite geral estabelecido pela Assembléia Geral; (d) fixar a orientação geral para negócios da representando a totalidade do capital social. Mesa: Presidente: Josué Christiano Gomes da Silva; Secretário: Paulo Roberto Moreira Garcez. Companhia; (e) aprovar o Plano de Negócios e Orçamento Anual da Companhia e suas alterações, bem como a realização de investimentos Convocação: Dispensada face à presença de acionistas representando a totalidade do capital social, nos termos do artigo 124, § 4º da Lei não previstos no Plano de Negócios ou Orçamento Anual; (f) decidir sobre a constituição e sobre a aquisição ou alienação de participação 6.404/76 (“Lei das S.A.”). Ordem do Dia: (i) aprovar a reforma do estatuto social da Companhia, incluindo, mas sem limitação, a criação de um direta ou indireta em outras sociedades; (g) submeter à Assembléia Geral propostas sobre a emissão de ações e valores mobiliários pela Conselho de Administração; e (ii) eleger os membros para o Conselho de Administração da Companhia. Deliberações Aprovadas por Companhia; (h) autorizar a celebração, pela Companhia ou suas subsidiárias, de acordo de acionistas, acordos de associação, acordo de joint Unanimidade de Votos: Após discutirem as matérias constantes da ordem do dia, os acionistas, sem reservas, deliberaram: (i) aprovar a venture ou compromisso similar, bem como alterar os acordos existentes, renunciar direitos ou dispensar o cumprimento de qualquer obrigação reforma do Estatuto Social da Companhia, o qual passa a vigorar na íntegra com a redação constante do “Anexo I” à presente ata; (ii) eleger neles prevista; (i) submeter à Assembléia Geral proposta sobre a aquisição de ações de emissão da própria Companhia, para manutenção em os seguintes membros para o Conselho de Administração da Companhia, todos com mandato unificado até a Assembléia Geral Ordinária que tesouraria ou cancelamento, bem como decidir a respeito da respectiva alienação, observadas as disposições legais e as normas editadas pela vier a deliberar em relação às contas do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2011: Josué Christiano Gomes da Silva, brasileiro, Comissão de Valores Mobiliários, caso aplicável; (j) decidir sobre a concessão de garantias, de qualquer valor, a quaisquer terceiros que não casado, engenheiro, residente e domiciliado na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, portador da cédula de identidade RG sejam sociedades controladas pela Companhia; (k) fixar os limites de alçada dentro dos quais os Diretores e demais representantes da nº MG-1.246.178, expedida pela SSP/MG, e inscrito no CPF/MF sob o nº 493.795.776-72, com escritório na Av. Paulista, 1.754 - 2ª sobreloja, Companhia poderão, sem a prévia autorização do Conselho de Administração ou da Diretoria, conforme o caso, contratar operações, Cerqueira César, CEP 01310-920, neste ato designado o Presidente do Conselho de Administração; Ricardo dos Santos Júnior, brasileiro, empréstimos ou financiamentos; (l) aprovar o exercício do direito de voto pela Companhia em relação às sociedades por ela controladas; casado, bacharel em direito, residente e domiciliado na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, portador da cédula de identidade (m) escolher e destituir auditores independentes da Companhia e de suas controladas, ou substituição do auditor independente com contrato RG nº MG-9.168.605, expedida pela SSP/MG, e inscrito no CPF/MF sob o nº 045.436.146-74, com escritório na Av. Paulista, 1.754 - 2ª em curso; (n) aprovar a realização, contratação, alteração ou rescisão de quaisquer negócios, operações, transações e/ou relações comerciais sobreloja, Cerqueira César, CEP 01310-920; João Gustavo Rebello de Paula, brasileiro, casado, engenheiro, residente e domiciliado na entre, de um lado, a Companhia (ou uma sociedade por ela controlada) e, de outro lado, quaisquer de seus acionistas, suas afiliadas, Cidade de Montes Claros, Estado de Minas Gerais, na Avenida Maria das Dores Barreto, nº 1.080, casa 43, Bairro Ibituruna, CEP 39401-330, respectivos diretores, gestores, administradores, e parentes dos mesmos até o 30 (terceiro) grau; (o) aprovar a contratação de empréstimos ou portador da cédula de identidade RG nº M-3.686.935, expedida pela SSP/MG, e inscrito no CPF/MF sob o nº 692.239.806-82; Pedro Garcia financiamentos em valor, individualmente ou em conjunto com operações relacionadas, superior ao que vier a ser fixado pelo Conselho de Bastos Neto, brasileiro, casado, engenheiro, residente e domiciliado na Cidade de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, na Rua Bernardo Administração em reunião específica; (p) aprovar a aquisição ou alienação de ativos pela Companhia, quando o valor da operação ultrapassar, Guimarães, nº 1.151, apartamento 1.302, Bairro Funcionários, CEP 30140-081, portador da cédula de identidade RG nº M-5.133.026, expedida de forma isolada ou agregada, valor superior ao que vier a ser fixado pelo Conselho de Administração em reunião específica; (q) aprovar as pela SSP/MG, e inscrito no CPF/MF sob o nº 014.936.636-15; Paulo Roberto Moreira Garcez, brasileiro, separado judicialmente, empresário, propostas, a serem apresentadas oportunamente pelo Diretor Presidente da Companhia, de outorga ou alteração de qualquer plano de portador da cédula de identidade RG nº 4.219.601/SSP-SP e inscrito no CPF/MF sob nº 535.778.418-34, residente e domiciliado na Cidade de participação nos lucros e resultados da Companhia, plano de bônus baseado em performance individual e/ou da Companhia, plano de outorga São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Armando Petrela, 431, 13 o andar, Edifício Jabuticabeiras, CEP 05679-010; Décio Milnitzky, de opções de compra ou subscrição de ações ou outros títulos (inclusive ações virtuais - phantom stock) representativos do capital social da brasileiro, casado, advogado regularmente inscrito na OAB/SP sob nº 36.474, portador da Cédula de Identidade RG nº 3.817.301/SSP-SP, Companhia ou suas controladas, ou qualquer outro plano de incentivo de longo prazo que vincule parcela substancial da remuneração de inscrito no CPF/MF sob nº 672.874.848-20, com escritório na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Itaguaba, nº 94, administradores, diretores, executivos, gerentes e/ou empregados da Companhia ao valor e/ou valorização das ações de emissão da CEP 01233-050; Vilson José Vian, brasileiro, separado judicialmente, agricultor, portador da Cédula de Identidade RG nº 1.392.924-SSP/PR, Companhia; e (r) aprovar as propostas, conforme vierem a ser apresentadas oportunamente pelo Diretor Presidente da Companhia após inscrito no CPF/MF sob nº 163.394.529-49, residente e domiciliado à Rua Santo André, nº 1.260, Bairro Jardim Riva, na cidade de Primavera discussão das propostas do Diretor Financeiro e do Diretor Operacional da Companhia, da política de remuneração variável para os do Leste, Estado de Mato Grosso; e João Luis Ribas Pessa, brasileiro, casado, agricultor, portador da Cédula de Identidade RG nº 504.689-0/ empregados da Companhia e suas controladas que atuarem nas atividades comerciais e agrícolas. Artigo 20 - Ao Presidente do Conselho de SSP-PR, inscrito no CPF/MF sob nº 172.627.479-91, residente e domiciliado à Av. Minas Gerais, nº 1.271, Bairro Jardim Riva, na cidade de Administração, observado o disposto no Regimento Interno do Conselho de Administração, compete: (a) convocar e presidir as reuniões do Primavera do Leste, Estado de Mato Grosso, CEP 78850-000. Os Conselheiros ora eleitos foram empossados nesta data mediante assinatura Conselho de Administração; e (b) convocar a Assembléia Geral. Capítulo V - Acionistas - Artigo 21 - Para os efeitos deste Estatuto, são dos respectivos termos de posse lavrados em livro próprio, tendo declarado, sob as penas da lei, não estarem impedidos de exercer a considerados acionistas brasileiros (“Acionistas Brasileiros”’): (i) as pessoas naturais brasileiras, natas ou naturalizadas, residentes no Brasil administração da Companhia: (a) por lei especial; (b) em virtude de condenação criminal, ou por se encontrar sob os efeitos dela; (c) em virtude ou no exterior; e (ii) as Pessoas organizadas de conformidade com a lei brasileira e que tenham no Brasil a sede de sua administração e, de pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos; ou (d) por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, adicionalmente, satisfaçam cada um dos seguintes requisitos: (a) sejam Controladas, direta ou indiretamente, por uma ou mais pessoas concussão, peculato; ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra as normas de defesa da concorrência, contra naturais de que trata o item (i) acima; e (b) caso a Pessoa em questão seja um fundo de investimento ou entidade similar, (b.i) o gestor ou outra as relações de consumo, a fé pública ou a propriedade, ou qualquer outro que os impeça de exercer atividades mercantis. Fica, por fim, Pessoa que detiver discricionariedade na tomada de decisões de investimento de tal fundo ou entidade satisfaça os requisitos de Acionista autorizada a Diretoria da Sociedade a tomar todas as medidas necessárias à efetivação das matérias ora aprovadas. Suspensão dos Brasileiro previstos neste artigo 21; e (b.2) os quotistas titulares das quotas ou títulos representativos do patrimônio de tal fundo de investimento Trabalhos e Lavratura e Leitura da Ata: Oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém se manifestou, foram ou entidade de tal fundo sejam pessoas que satisfaçam os requisitos de Acionista Brasileiro previstos neste artigo 21. Parágrafo 1º encerrados os trabalhos e suspensa a reunião pelo tempo necessário à lavratura desta, a qual, após ter sido reaberta a sessão foi lida, achada A Companhia manterá registro dos Acionistas Brasileiros e Acionistas Estrangeiros, conforme definidos neste artigo e no artigo 22. Parágrafo conforme, aprovada e assinada. Acionistas Presentes: Companhia de Tecidos Norte de Minas - Coteminas, Fazenda Cantagalo Ltda., 2º - O Acionista Brasileiro deverá comprovar perante a Companhia, mediante a apresentação da documentação que vier a ser solicitada por Agrícola Estreito S.A., GFN Agrícola e Participações S.A., Josué Christiano Gomes da Silva, Ricardo dos Santos Júnior, João Gustavo Rebello esta, que satisfaz aos requisitos previstos neste artigo 21. Parágrafo 3º - Para fins deste Estatuto, as seguintes expressões terão os de Paula, Pedro Garcia Bastos Neto, Paulo Roberto Moreira Garcez, Décio Milnitzky, Vilson José Vian, João Luiz Ribas Pessa. São Paulo, significados atribuídos abaixo: “Controle”, com relação a uma Pessoa, significa (i) o poder detido por uma outra Pessoa de eleger, direta ou 11 de maio de 2011. Certifico que a presente é cópia fiel da lavrada em livro próprio. Paulo Roberto Moreira Garcez - Secretário. JUCESP indiretamente, a maioria dos administradores e de determinar e conduzir as políticas e administração de tal Pessoa; ou (ii) a titularidade, direta nº 201.050/11-0 em 30/05/2011. Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral. Anexo I - Estatuto Social - Cantagalo General Grains S.A. ou indireta, por uma Pessoa de pelo menos 50% (cinquenta por cento) mais 1 (uma) ação/quota representativa do capital social votante da - Capítulo I - Nome, Sede, Objetivo e Duração - Artigo 1º - A Cantagalo General Grains S.A., sociedade por ações, com sede na Cidade de Pessoa em questão; e “Pessoa” significa qualquer pessoa natural, pessoa jurídica, trust, fundo de investimento, organização não constituída e São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Paulista, nº 1.754,1º andar - parte, rege-se por este Estatuto e pela Lei 6.404/76 (conforme qualquer outra entidade independentemente de ter ou não personalidade jurídica própria, incluindo qualquer autoridade governamental. Artigo alterada, a “Lei das S.A”). Parágrafo Único - A Companhia, mediante ato de sua Diretoria, pode abrir filiais, agências e escritórios, em qualquer 22 - Serão ão consideradas como acionistas estrangeiros (“Acionistas Estrangeiros””), para o efeito deste Estatuto, as Pessoas não compreendidas parte do território brasileiro ou no exterior. Artigo 2º - A Companhia tem por objeto social: (a) cultivo de soja, milho, algodão e outros cereais; no disposto no artigo 21 e as que não comprovarem, nos termos do § 20 do mesmo artigo, que satisfazem aos requisitos para serem registrados (b) produção de sementes certificadas, produção de semente, mudas e outras formas de propagação vegetal certificadas; (c) serviços de como Acionistas Brasileiros. Capítulo VI - Diretoria - Artigo 23 - A Diretoria será composta por no mínimo 3 (três) Diretores, dos quais 01 (um) preparação de terreno, cultivo e colheita; (d) fabricação de fertilizantes; (e) comércio nos mercado interno e externo (importação e exportação) será designado o Diretor Presidente (CEO), 01 (um) será designado o Diretor Financeiro (CFO) e 01 (um) será designado o Diretor Operacional de produtos agrícolas, especialmente grãos vegetais e seus derivados, de fertilizantes, suas matérias-primas e seus subprodutos, além de (COO) - e os demais, se houverem, Diretores sem designação específica, cada qual com as competências atribuídas por este Estatuto e pelo defensivos agrícolas; (f) exploração de serviços auxiliares aos transportes aquaviários; (g) serviços auxiliares ao transporte rodoviário de Conselho de Administração. Parágrafo Único - Caberá ao Conselho de Administração eleger o Diretor Presidente, que indicará os demais cargas em geral; (h) serviços auxiliares ao transporte de cargas em geral logística de transporte ou agente de transportadoras); Diretores para aprovação do Conselho de Administração. Artigo 24 - O mandato da Diretoria será de 2 (dois) anos, coincidindo com o mandato (i) agenciamento marítimo e operador portuário; (j) serviços de depósito e padronização; (k) logística de depósito; (l) consultoria de transportes dos membros do Conselho de Administração, permitida a reeleição. Parágrafo 1º - Os Diretores serão investidos nos seus cargos mediante em geral; (m) constituir ou participar, sob qualquer modalidade, de outras sociedades, consórcios ou entidades, cujos objetos sociais sejam assinatura de termo de posse lavrado no Livro de Atas de Reuniões da Diretoria. Parágrafo 2º - Os Diretores permanecerão em seus cargos direta ou indiretamente, vinculados, acessórios ou instrumentais ao objeto da Sociedade; (n) industrialização e beneficiamento, por conta até a posse de seus substitutos. Artigo 25 - Nas ausências e impedimentos de qualquer dos Diretores, caberá ao Diretor Presidente a própria ou de terceiros, de produtos agrícolas e seus subprodutos, de fertilizantes e seus derivados, de matérias-primas em geral e de indicação de seu substituto, entre os demais Diretores. Parágrafo Único - O Diretor Presidente poderá indicar, dentre os demais Diretores, seu defensivos agrícolas; e (o) administração de bens próprios. Artigo 3º - O tempo de duração da Companhia é indeterminado. Capítulo II - substituto temporário em caso de ausências temporárias e impedimentos. Artigo 26 - Ocorrendo vacância no cargo de Diretor, caberá ao Capital e Ações - Artigo 4º - O capital social, totalmente subscrito, é de R$ 100.001.000,00 (cem milhões e mil reais), dividido em 100.001.000 Conselho de Administração eleger o substituto que exercerá o cargo pelo período remanescente do mandato. Artigo 27 - Compete à Diretoria, (cem milhões e mil) ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. Parágrafo Único - Cada ação ordinária dará direito a 01 (um) voto nas sem prejuízo das demais competências previstas na legislação aplicável: (a) a prática de todos os atos necessários ao funcionamento da deliberações da Assembléia Geral, observado que o conjunto dos Acionistas Estrangeiros (conforme definido abaixo) não poderá exercer, em Companhia, exceto os que, por lei ou por este Estatuto, sejam atribuição de outros órgãos; (b) representar a Companhia ativa e passivamente, qualquer Assembléia Geral, número de votos superior a 2/3 (dois terços) do total de votos que puderem ser exercidos pelos Acionistas em juízo ou fora dele, sem prejuízo do disposto no artigo 29 deste Estatuto; e (c) elaborar o relatório anual da administração, as demonstrações Brasileiros presentes (não se computando as abstenções, os votos nulos ou em branco). Capítulo III - Assembléia Geral - Artigo 5º - financeiras e a proposta de destinação de resultado do exercício, a serem submetidas ao Conselho de Administração e à Assembléia Geral. A Assembléia Geral se reunirá ordinariamente nos 4 (quatro) primeiros meses que se seguirem ao término de cada exercício social e poderá Artigo 28 - É facultado à Companhia nomear procuradores, devendo o instrumento respectivo ser assinado por 2 (dois) membros da Diretoria. se reunir extraordinariamente sempre que os interesses da Companhia o exigirem. Parágrafo Único - A Assembléia Geral será convocada pelo Parágrafo Único - As procurações deverão conter poderes específicos e, com exceção daquelas outorgadas a advogados para representação Presidente do Conselho de Administração ou na forma da lei. Artigo 6º - A convocação para a Assembléia Geral se fará pela imprensa, da Companhia em processos judiciais ou administrativos, terão prazo de validade limitado a, no máximo, 1 (um) ano. Artigo 29 - A Companhia observadas as disposições legais, e mediante aviso enviado por correio eletrônico (e-mail) aos endereços registrados de cada um dos só será obrigada pela assinatura conjunta de: (a) 2 (dois) Diretores; ou (b) 1 (um) Diretor e 1 (um) Procurador ou 2 (dois) Procuradores com acionistas, com aviso de recebimento. Artigo 7º - As Assembléias serão consideradas validamente instaladas nos termos da Lei e respeitado poderes específicos conferidos na forma do artigo 28 deste Estatuto. Parágrafo Único - Poderão ser assinados apenas por 1 (um) Diretor, ou o disposto nos acordos de acionistas arquivados na sede social. Parágrafo 1º - Para efeito de observância do disposto no inciso I do artigo 4º, por 1 (um) dos Procuradores nomeados na forma deste Estatuto, os atos de representação da companhia perante repartições públicas após a instalação de cada Assembleia Geral: I. serão apurados, com base na lista de presença, e divulgados pelo Presidente da Mesa federais, estaduais ou municipais. Artigo 30 - A Diretoria se reunirá quando convocada pelo Diretor Presidente, o qual deverá presidir as (conforme estabelecido no artigo 8o, §6º abaixo), o número total de votos que podem ser exercidos pelos Acionistas Brasileiros e pelos reuniões. Parágrafo Único - A Diretoria poderá reunir-se com a presença de, no mínimo, a metade dos seus membros em exercício, sendo um Acionistas Estrangeiros presentes (em cada deliberação da ordem do dia, se for o caso), observado o disposto no artigo 4º; e II. se o total dos deles o Diretor Presidente ou seu substituto, na forma deste Estatuto. Artigo 31 - É vedado à Diretoria a prática de atos de qualquer natureza votos dos Acionistas Estrangeiros exceder 2/3 (dois terços) dos votos que puderem ser exercidos pelos Acionistas Brasileiros (em cada relativa a negócios ou operações estranhas aos objetivos sociais, tais como a prestação de garantias a obrigações de terceiros, exceto às deliberação, conforme o caso, e não se computando as abstenções, votos nulos e em branco), o número de votos de cada Acionista subsidiárias integrais da Companhia, ou se autorizado expressamente pelo Conselho de Administração. Capítulo VII - Conselho Fiscal Estrangeiro será reduzido proporcionalmente à participação no capital votante detida pelo conjunto de Acionistas Estrangeiros presentes, de Artigo 32 - O Conselho Fiscal, composto de, no mínimo, 3 (três) e, no máximo, 5 (cinco) membros e seus respectivos suplentes, eleitos pela modo a que o total dos votos de Acionistas Estrangeiros não supere o limite de 40% (quarenta por cento) do total de votos que podem ser Assembléia Geral, funcionará de forma não permanente, na forma da lei. Artigo 33 - O mandato do Conselho Fiscal será de 1 (um) ano, exercidos na Assembleia Geral em questão. Parágrafo 2º - O Presidente da Assembleia Geral informará o número de votos que poderão ser permitida a reeleição, sendo que a eleição deverá acontecer sempre por ocasião da Assembléia Geral Ordinária. Parágrafo Único exercidos por cada acionista presente, após a aplicação das regras constantes no artigo 40 e no presente artigo. Artigo 8º - Só poderão tomar O Conselho Fiscal deverá adotar um Regimento próprio no qual serão estabelecidos procedimentos sobre suas atribuições. Artigo 34 parte da Assembléia Geral os acionistas que estejam inscritos no Livro de Registro de Ações Nominativas da Companhia. Parágrafo 1º - Os membros do Conselho Fiscal terão a remuneração que lhe for estabelecida pela Assembléia que os eleger, observado, a respeito, o que O acionista poderá fazer representar-se nas Assembléias Gerais por procurador, respeitadas as disposições da lei. Parágrafo 2º - As pessoas dispuser a lei. Capítulo VIII - Exercício Social, Demonstrações Financeiras e Distribuição de Lucros - Artigo 35 - O exercício social se presentes à Assembleia deverão apresentar documentos que demonstrem a sua qualidade de Acionistas Brasileiros (conforme definido no inicia em 1º de janeiro e termina em 31 de dezembro de cada ano. Artigo 36 - Ao fim de cada exercício social, será levantado o balanço artigo 21) ou Acionistas Estrangeiros (conforme definido no artigo 22). Parágrafo 3º - Antes de ser instalada a Assembleia Geral, os acionistas patrimonial e preparadas as demais demonstrações financeiras exigidas por lei. Parágrafo 1º - Do resultado do exercício, após as deduções assinarão o “Livro de Presença”, indicando seu nome e residência, a quantidade de ações de que forem titulares, indicando a sua qualificação dos prejuízos acumulados e das provisões para o Imposto de Renda, serão deduzidas, observados os limites legais, as participações nos como Acionistas Brasileiros ou Acionistas Estrangeiros. Parágrafo 4º - A lista dos acionistas presentes será encerrada pelo Presidente da lucros eventualmente concedidas aos administradores e/ou empregados da Companhia por deliberação da Assembléia Geral Ordinária, que Mesa, logo após a instalação da Assembléia Geral. Parágrafo 5º - Os acionistas que comparecerem à Assembléia Geral após o encerramento somente aprovará a distribuição de tais participações após assegurados os dividendos mínimos, previstos no artigo 202, §2°, da Lei nº 6.404, da lista poderão participar da reunião, não lhes sendo conferido, porém, o direito de votar em qualquer deliberação na reunião em questão. aos acionistas. Parágrafo 2º - Do lucro líquido verificado na forma da lei, serão deduzidos 5% (cinco por cento) para a constituição da Reserva Adicionalmente, não serão computadas suas ações na determinação do total de votos atribuídos a Acionistas Brasileiros e a Acionistas Legal que não excederá de 20% (vinte por cento) do capital social. Parágrafo 3º - Fica facultado à Companhia o levantamento de balanços Estrangeiros. Parágrafo 6º - Após o encerramento da lista de acionistas, o Presidente da Mesa informará o número de votos que poderão ser trimestrais e/ou semestrais; havendo lucro em tais balanços e no balanço anual, poderá haver distribuição de dividendos, observadas as exercidos por cada Acionista Brasileiro e cada Acionista Estrangeiro. Artigo 9º - As Assembléias Gerais serão presididas pelo Presidente do disposições da lei e a Política de Dividendos da Companhia, por deliberação prévia do Conselho de Administração, vedada a distribuição Conselho de Administração, o qual escolherá um dos presentes para a função de Secretário. Parágrafo 1º - Na hipótese de ausência do “ad referendum” pela Diretoria. Parágrafo 4º - O Conselho de Administração poderá declarar dividendos intermediários à conta de lucros Presidente do Conselho de Administração, os acionistas presentes escolherão entre seus pares, por maioria simples o Presidente e o acumulados ou de reservas de lucros existentes no último balanço anual ou semestral, observado o disposto na Política de Dividendos da Secretário. Parágrafo 2º - A Mesa composta pelo Presidente e pelo Secretário será responsável pela condução dos trabalhos e pela Companhia. Parágrafo 5º - A Companhia, por deliberação do Conselho de Administração, poderá pagar juros sobre o capital próprio aos seus elaboração da ata da Assembléia Geral, a qual, exceto se de outra forma deliberado pelos acionistas, será lavrada na forma de sumário nos acionistas, nos termos do artigo 9º, parágrafo 7º da Lei nº 9.249 de 26/12/95 e legislação pertinente, imputando-se o valor dos juros pagos ou termos do artigo 130, §1º da Lei das S.A. Parágrafo 3º - Caberá exclusivamente ao Presidente da Mesa, observadas as normas estabelecidas creditados ao valor do dividendo obrigatório. Artigo 37 - Os dividendos e os juros sobre o capital próprio de que trata o Artigo 40, atribuídos pelo presente Estatuto, qualquer decisão relativa ao número de voto de cada acionista ou quanto à sua qualificação como Acionista Brasileiro aos acionistas não renderão juros e, se não reclamados após 3 (três) anos a contar da data do início de pagamento de cada dividendo ou juros ou Acionista Estrangeiro. Artigo 10 - A Assembléia Geral da Companhia poderá, nos termos do Artigo 120 da Lei das S.A., suspender o sobre o capital próprio, prescreverão em favor da Companhia. Capítulo IX - Acordos de Acionistas - Artigo 38 - Os acordos de acionistas exercício dos direitos do acionista que, tendo subscrito ações da Companhia para integralização a prazo, deixar de integralizar tais ações no devidamente registrados na sede da Companhia que, dentre outras disposições, estabeleçam cláusulas e condições para compra, venda, prazo e condições previstos no respectivo boletim de subscrição. Artigo 11 - O eventual exercício, por qualquer dos acionistas, do direito de transferência e oneração de ações de emissão da Companhia, preferência para adquiri-las, exercício do direito de voto, ou poder de controle, voto nas Assembléias Gerais da Companhia em desacordo com as disposições estabelecidas nos acordos de acionistas arquivados na sede serão respeitados pela Companhia, por sua administração e pelo Presidente das Assembléias Gerais. Parágrafo Único - As obrigações e social obrigará o presidente da Assembléia Geral a não computar o voto proferido pelo acionista infrator. Artigo 12 - As deliberações da responsabilidades resultantes de tais acordos serão válidas e obrigarão terceiros tão logo tais acordos tenham sido devidamente averbados Assembléia Geral serão tomadas pelos quóruns mínimos previstos na Lei das S.A., não computados os votos em branco, e exceto se maior nos livros de registro da Companhia. Os administradores da Companhia zelarão pela observância desses acordos e o Presidente da quórum não for exigido nos termos de acordo de acionistas arquivado na sede social. Parágrafo Único - Nas votações de deliberações da Assembléia Geral ou das reuniões do Conselho de Administração, conforme o caso, deverão agir de acordo com o estabelecido em lei. Assembleia Geral serão apurados separadamente os votos de Acionistas Brasileiros e Acionistas Estrangeiros (artigos 21 e 22, Capítulo X - Dissolução - Artigo 39 - A Companhia se dissolverá nos casos previstos em lei. Parágrafo Único - Em caso de dissolução respectivamente), observadas as limitações de voto de que tratam os artigos 4º e 7º. Capítulo IV - Conselho de Administração - Artigo 13 extrajudicial da Companhia, compete à Assembléia Geral determinar o modo de liquidação, eleger o liquidante e o Conselho Fiscal para - O Conselho de Administração da Companhia será composto por 8 (oito) membros, todos acionistas, residentes ou não no País, eleitos ou funcionar durante a fase de liquidação. Capítulo XI - Solução de Controvérsias - Artigo 40 - Toda e qualquer disputa ou controvérsia oriunda destituíveis a qualquer tempo pela Assembléia Geral, um dos quais será designado o Presidente do Conselho de Administração. Artigo 14 - ou relacionada ao presente Estatuto Social deverá ser resolvida, exclusiva e definitivamente, por meio de arbitragem a ser conduzia na Cidade Arbitragem”). A arbitragem será O mandato dos membros do Conselho de Administração será de 1 (um) ano, permitida a reeleição. Parágrafo Único - Os membros do de São Paulo, Estado de São Paulo e administrada pela Câmara de Comércio Brasil-Canadá (“Câmara de Arbitragem Conselho de Administração serão empossados mediante assinatura de termos de posse lavrados no Livro de Atas de Reuniões do Conselho instituída e processada de acordo com o Regulamento de Arbitragem da Câmara de Arbitragem, exceto pelos prazos, que serão contados em de Administração e permanecerão em seus cargos até a posse de seus substitutos. Artigo 15 - Em suas ausências ou impedimentos dobro (“Regulamento Regulamento de Arbitragem”). O tribunal arbitral (“Tribunal Arbitral”) será constituído por 3 (três) árbitros, sendo 1 (um) deles indicado temporários, qualquer membro do Conselho de Administração poderá ser substituído por qualquer outro membro por ele indicado. Artigo 16 pela Parte a pedido de quem a arbitragem foi instaurada, outro indicado pela Parte em face de quem a arbitragem foi instaurada e o terceiro, - No caso de vacância de cargo o Conselho de Administração, será convocada a Assembléia Geral em até 30 (trinta) dias para eleger o titular que será o presidente do Tribunal Arbitral, indicado pelos 2 (dois) árbitros escolhidos pelas Partes. Na hipótese de litisconsórcio, as Partes que deverá cumprir o restante do mandato do substituído. Artigo 17 - O Conselho de Administração se reunirá ordinariamente a cada 3 (três) litisconsortes deverão, de comum acordo, indicar um árbitro para compor o Tribunal Arbitral, sendo que, caso não haja um acordo nesse meses e, extraordinariamente, sempre que o interesse social assim exigir. Parágrafo 1º - A convocação e instalação das reuniões do Conselho sentido, o árbitro será escolhido pelo Presidente da Câmara Arbitral, na forma do Regulamento de Arbitragem. No caso de instauração uma de Administração será realizada nos termos previstos no Regimento Interno do Conselho de Administração e respeitado o disposto nos arbitragem multilateral, em que haja mais de 2 (duas) Partes em disputa com interesses distintos entre si, tornando inviável a formação de acordos de acionistas arquivados na sede social. Parágrafo 2º - As reuniões do Conselho serão presididas pelo Presidente do Conselho de litisconsórcio, os 3 (três) árbitros serão selecionados e indicados pelo Presidente da Câmara Arbitral, na forma do Regulamento de Arbitragem. Administração, o qual indicará um dos presentes (que não necessariamente precisa ser um membro do Conselho de Administração) para O idioma oficial para todos os atos da arbitragem ora convencionada será o português. Parágrafo Único - Sem prejuízo da validade desta ocupar a função de secretário, sendo a mesa responsável por registrar as discussões e deliberações ocorridas em atas, as quais serão cláusula compromissória, as Partes elegem, com a exclusão de quaisquer outros, o foro da Comarca do São Paulo, Estado de São Paulo, lavradas na forma sumária e deverão registrar fielmente a respectiva reunião. Parágrafo 3º - Cada Conselheiro terá o direito a 01 (um) voto, Brasil - quando e se necessário, para fins exclusivos de: (a) execução de obrigações que comportem, desde logo, execução judicial; podendo os acordos de acionistas arquivados na sede social estabelecer o voto de desempate ao Presidente do Conselho de Administração. (b) obtenção de medidas coercitivas ou procedimentos acautelatórios de natureza preventiva, provisória ou permanente, como garantia ao Exceto se maior quórum não for exigido nos termos de acordo de acionistas arquivado na sede social, as deliberações serão tomadas pela procedimento arbitral a ser iniciado ou já em curso entre as Partes e/ou para garantir a existência e a eficácia do procedimento arbitral; maioria de votos dos membros do Conselho de Administração presentes à reunião. Artigo 18 - A remuneração global anual, fixa e variável, dos ou (c) obtenção de medidas de caráter mandamental e de execução específica, sendo certo que, atingida a providência mandamental ou de administradores da Companhia será fixada pela Assembléia Geral, cabendo ao Conselho de Administração a sua individualização. Artigo 19 execução específica perseguida, restituir-se-á ao Tribunal Arbitral a ser constituído ou já constituído, conforme o caso, a plena e exclusiva - Compete ao Conselho de Administração, sem prejuízo das demais matérias previstas na Lei das S.A.: (a) aprovar políticas de aplicação geral competência para decidir acerca de toda e qualquer questão, seja de procedimento ou de mérito, que tenha dado ensejo ao pleito mandamental da Companhia e o Regimento Interno do Conselho de Administração; (b) aprovar a macroestrutura organizacional da Companhia; (c) eleger e ou de execução específica, suspendendo-se o respectivo procedimento judicial até decisão do Tribunal Arbitral, parcial ou final, a respeito.

Cantagalo General Grains S.A. CNPJ n° 12.944.170/0001-03 - NIRE 35.300.385.691 Ata de Reunião do Conselho de Administração Realizada em 11 de Maio de 2011 Local e Data: Aos 11 (onze) dias do mês de maio de 2011, às 14:00 horas, na sede social da Cantagalo General Grains S.A., localizada na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Paulista, n° 1.754, 1º andar - parte, CEP 01310-200. Presença: Compareceram a totalidade dos membros do Conselho de Administração em exercício, a saber: Josué Christiano Gomes da Silva, Ricardo dos Santos Júnior, João Gustavo Rebello de Paula, Pedro Garcia Bastos Neto, Paulo Roberto Moreira Garcez, Décio Milnitzky, Vilson José Vian, João Luiz Ribas Pessa. Convocação: Dispensada face à presença da totalidade dos membros do Conselho de Administração. Mesa: Josué Christiano Gomes da Silva - Presidente; e Paulo Roberto Moreira Garcez - Secretário. Ordem do Dia: Discutir e deliberar sobre: (i) a renúncia de atual membro da Diretoria; (ii) eleição dos novos membros da Diretoria; (iii) o exercício do direito de voto pela Companhia com relação à sua controlada CGG Trading S.A.; e (iv) aprovar os limites de alçada para a Diretoria para o exercício de 2011. Deliberações: Os conselheiros, por unanimidade votos e sem quaisquer ressalvas ou restrições, aprovaram (i) acatar a renúncia do Sr. Josué Christiano Gomes Da Silva, brasileiro, casado, engenheiro, residente e domiciliado na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, portador da cédula de identidade RG n° MG-1.246.178, expedida pela SSP/MG, e inscrito no CPF/MF sob o n° 493.795.776-72, com escritório na Av. Paulista, 1.754 - 2a sobreloja, Cerqueira César, CEP 01310-920 do cargo de Diretor da Companhia, conforme carta de renúncia registrada na sede da Companhia; (ii) a eleição ou re-eleição, conforme o caso, dos seguintes membros para compor a Diretoria da Companhia, todos com mandato de 2 (dois) anos contados desta data, devendo permanecer no cargo até a posse de seus sucessores: Paulo Roberto Moreira Garcez, brasileiro, separado judicialmente, empresário, portador da cédula de identidade RG nº 4.219.601/SSP-SP e inscrito no CPF/MF sob n° 535.778.418-34, residente e domiciliado na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Armando Petrela, 431, 13o andar, Edifício Jabuticabeiras, CEP 05679-010, para o cargo de Diretor Presidente; Vilson José Vian, brasileiro, separado judicialmente, agricultor, portador da Cédula de Identidade RG n° 1.392.924-SSP/PR, inscrito no CPF/MF sob nº 163.394.529-49, residente e domiciliado à Rua Santo André, nº 1.260, Bairro Jardim Riva, na cidade de Primavera do Leste, Estado de Mato Grosso; e Alexander Teodoro Erler Von Erlea, brasileiro, casado, economista, portador da cédula de identidade RG nº 34165622-7-SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob nº 220.878.498-70, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Joaquim Antunes, nº 535, apartamento 22, Bairro Pinheiros, CEP 05415-011. Os cargos de Diretor Financeiro e Diretor Operacional será preenchido oportunamente por deliberação do Conselho. Os Diretores ora eleitos tomaram posse nesta data, mediante a assinatura de termo de posse lavrado em livro próprio, tendo declarado, sob as penas da lei e para todos os fins e efeitos de direito, que: (i) não estão impedidos por lei especial, ou condenados por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, contra a economia popular, a fé pública ou a propriedade, ou condenados à pena criminal que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos; (iii) nos termos do Artigo 19, alínea (l) do Estatuto Social da Companhia, o exercício do direito de voto pela Companhia na assembléia geral extraordinária de sua controlada CGG Trading S.A. a ser realizada nesta data, no sentido de eleger o Sr. Paulo Roberto Moreira Garcez, Sr. Alexander Teodoro Erler Von Erlea e a Sra. Consuelo Barbosa Tramujas, para os cargos de Diretores da CGG Trading S.A.; e (iv) os limites de alçada para a Diretoria e administração da Companhia, nos termos do documento intitulado “Delegação de Autoridade” arquivada na sede social. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, a palavra foi oferecida a todos que dela quisessem fazer uso, ninguém se manifestando, a reunião foi suspensa pelo tempo necessário à lavratura da presente ata, reaberta a sessão, a ata foi lida em alto e bom som e estando em conformidade, foi assinada por todos os conselheiros presentes. Acionistas Presentes: Companhia de Tecidos Norte de Minas Coteminas, Fazenda Cantagalo Ltda., Agrícola Estreito S.A., GFN Agrícola e Participações S.A., Josué Christiano Gomes da Silva, Ricardo dos Santos Júnior, João Gustavo Rebello de Paula, Pedro Garcia Bastos Neto, Paulo Roberto Moreira Garcez, Décio Milnitzky, Vilson José Vian, João Luiz Ribas Pessa. São Paulo, 11 de maio de 2011. Certifico que a presente é cópia fiel da lavrada em livro próprio. Paulo Roberto Moreira Garcez - Secretário. JUCESP nº 201.051/11-4 em 30/05/2011. Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.

Cantagalo General Grains S.A. CNPJ nº 12.944.170/0001-03 - NIRE 35.300.385.691 Ata de Assembléia Geral Extraordinária Realizada em 10 de Maio de 2011 Local e Data: Aos 10 (dez) dias do mês de maio de 2011, às 10:00 horas, na sede social da Cantagalo General Grains S.A., localizada na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Paulista, nº 1.754, 1º andar - parte, CEP 01310-200. Presença: Acionistas representando a totalidade do capital social. Mesa: Presidente: Josué Christiano Gomes da Silva; Secretário: Paulo Roberto Moreira Garcez. Convocação: Dispensada face à presença de acionistas representando a totalidade do capital social, nos termos do artigo 124, §4° da Lei 6.404/76 (“Lei das S.A.”). Ordem do Dia: Deliberar sobre: (i) o aumento do capital social da Sociedade, com emissão de 25.000.000 (vinte e cinco milhões) de novas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, em tudo idênticas às ações existentes; e (ii) a alteração a redação do artigo 4º do Estatuto Social a fim de refletir a alteração no capital social referida acima, caso aprovada. Deliberações Aprovadas por Unanimidade de Votos: Após discutirem as matérias constantes da ordem do dia, os acionistas, por unanimidade de votos e sem reservas, com a abstenção dos legalmente impedidos, deliberaram: (i) aprovar o aumento no capital social da Sociedade, no valor de R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais), que passa, portanto, de R$ 75.001.000,00 (setenta e cinco milhões e mil reais) para R$ 100.001.000,00 (cem milhões e mil reais), mediante a emissão de 25.000.000 (vinte e cinco milhões) de novas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, em tudo idênticas àquelas já existentes, pelo preço de emissão de R$ 3,20 (três reais e vinte centavos) por ação, totalizando o montante de R$ 80.000.000,00 (oitenta milhões de reais). A diferença entre o preço de emissão total das ações ora emitidas e o valor do aumento de capital ora aprovado, no valor total de R$ 55.000.000,00 (cinqüenta e cinco milhões de reais), será destinada à conta de reserva de capital da Companhia. As ações ora emitidas foram totalmente subscritas, com a expressa aprovação e renúncia dos direitos de preferência pelos demais acionistas representando a totalidade do capital social, pela acionista Agrícola Estreito S.A., sociedade anônima brasileira, com sede na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Leopoldo Couto Magalhães Júnior, nº 146, 7º andar, sala 2, Edifício Keiralla Sarhan, CEP 04542-010, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 09.520.093/0001-50, e serão integralizadas até o dia 31 de maio de 2011, conforme o boletim de subscrição anexo à presente Ata como “Anexo I”: (ii) como conseqüência do aumento de capital ora aprovado, o caput do Artigo 4º do Estatuto Social da Sociedade passa a vigorar com a seguinte redação: “Artigo 4º - O capital social, totalmente subscrito, é de R$ 100.001.000,00 (cem milhões e mil reais), dividido em 100.001.000 (cem milhões e mil) ações ordinárias nominativas, sem valor nominal”. Por fim, fica ainda autorizada a Diretoria da Sociedade a tomar todas as medidas necessárias à efetivação das matérias ora aprovadas. Suspensão dos Trabalhos e Lavratura e Leitura da Ata: Oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém se manifestou, foram encerrados os trabalhos e suspensa a reunião pelo tempo necessário à lavratura desta, a qual, após ter sido reaberta a sessão foi lida, achada conforme, aprovada e assinada. Acionistas Presentes: Companhia de Tecidos Norte de Minas - Co m C G N C G m R G R G N R M G D M R m C m R M G UC m R G G

SECRETAR A DE ESTADO DA EDUCAÇÃO PR OB O C n d n d n R d Púb du d A UNDAÇÃO PARA O D S R R A m www S

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InBev Participações Societárias S.A.

CNPJ/MF nº 07.526.557/0001-00 - NIRE 35.300.368.941 Extrato de Carta de Renúncia de Diretor Eu, Lucas Machado Lira, sirvo-me da presente para apresentar meu pedido de renúncia, em caráter irrevogável e irretratável, ao cargo de “Diretor” desta Companhia - Inbev Participações Societárias S.A, com efeitos a partir da presente data. São Paulo, 29/07/11. Lucas Machado Lira. JUCESP nº 323.186/11-7 em 08/08/2011.

Reque en e D&P P me Tecno og a em Se v ços L da Requer do GTT Serv ços e Par c pações L da Rua B gade o Ga vão 288 – Ba a Funda 1 Va a de Fa ênc as Reque en e Gas ão de Cama go Mo aes Ma e Da d s ME Requer do Terra e Mar Cosmé cos L da EPP Rua Co one Ca os O va 245 – Ta uapé 2 Va a de Fa ênc as


DIÁRIO DO COMÉRCIO

30 -.ECONOMIA

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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Analistas vão conferir o progresso grego na redução do déficit, na privatização, na reforma financeira e nos cortes de gastos públicos.

conomia

Grécia passará por inspeção UE, BCE e FMI irão a Atenas para conferir se o governo do país está cumprindo as medidas de saneamento da economia Angelos Tzortzinis/AFP

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quipes da União Europeia (UE), do Banco Central Europeu (BCE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI) iniciaram ontem um novo exame das contas gregas para acompanhar o cumprimento das medidas de saneamento da economia do país. Do resultado da avaliação depende a liberação do aporte de setembro de 8 bilhões de euros, o sexto do primeiro plano de resgate à Grécia no valor total de 110 bilhões de euros. Nesta primeira semana em Atenas, os inspetores terão reuniões com responsáveis de vários ministérios e setores, até o início formal da análise no dia 29 de agosto. Os analistas vão conferir o progresso de Atenas na redução do déficit, o andamento dos processos de privatização, a reestruturação do sistema bancário e financeiro, os cortes e fusões de entidades públicas, e as reformas vinculadas com a administração e o Estado. Caso os inspetores encontrem dados negativos, a contração da economia vai superar 4,5%, acima da previsão de 3,8%, devido ao agravamento

Para Venizelos, as estimativas anteriores para se reduzir o déficit grego eram muito otimistas.

da situação econômica internacional e o efeito das medidas de austeridade, adiantou ontem o ministro de Economia grego, Evangelos Venizelos. Ele argumentará que as estimativas anteriores para se reduzir o déficit da Grécia a até 7,6% eram muito otimistas e que, com a queda do Produto Interno Bruto (PIB), só

será possível chegar a 8,5%. No ano passado, o percentual registrado foi de 9,5%. Além disso, o governo grego deverá utilizar o argumento da delicada situação econômica global para convencer os analistas de que é necessário reduzir o ritmo de aplicação das medidas de austeridade – em especial as de ordem fiscal.

Até o fim do ano, o governo pretende arrecadar 27 bilhões de euros para reduzir o déficit, um dinheiro que planejam obter em grande parte por meio de privatizações, fusões e fechamento de órgãos públicos. BCE – O Banco Central Europeu (BCE) comprou na semana passada títulos da dívida pública no valor de 14,3 bi-

CGG Trading S.A.

CGG Trading S.A. CNPJ/MF n° 13.448.516/0001-45 - NIRE 35.300.392.299 Ata de Assembléia Geral Extraordinária Realizada em 11 de Maio de 2011 Local e Data: Aos 11 (onze) dias do mês de maio de 2011, às 16:00 horas, na sede social da CGG Trading S.A., localizada na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Paulista, n° 1.754, 1° andar - parte, CEP 01310-200. Presença: Acionista representando a totalidade do capital social. Mesa: Presidente: Paulo Roberto Moreira Garcez; Secretária: Fernanda Duarte. Convocação: Dispensada face à presença de acionistas representando a totalidade do capital social, nos termos do artigo 124, §4° da Lei 6.404/76 (“Lei das S.A.”). Ordem do Dia: Discutir e deliberar sobre: (i) a renúncia de atual membro da Diretoria; e (ii) eleição dos novos membros da Diretoria. Deliberações: Os acionistas, por unanimidade votos e sem quaisquer ressalvas ou restrições, aprovaram (i) acatar a renúncia do Sr. Josué Christiano Gomes da Silva, brasileiro, casado, engenheiro, residente e domiciliado na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, portador da cédula de identidade RG n° MG-1.246.178, expedida pela SSP/MG, e inscrito no CPF/MF sob o n° 493.795.776-72, com escritório na Av. Paulista, 1.754 - 2ª sobreloja, Cerqueira César, CEP 01310-920 do cargo de Diretor da Companhia, conforme carta de renúncia registrada na sede da Companhia; (ii) a eleição ou re-eleição, conforme o caso, dos seguintes membros para compor a Diretoria da Companhia, todos com mandato de 2 (dois) anos contados desta data, devendo permanecer no cargo até a posse de seus sucessores: Sr. Paulo Roberto Moreira Garcez, brasileiro, separado judicialmente, empresário, portador da cédula de identidade RG n° 4.219.601/SSP-SP e inscrito no CPF/MF sob n° 535.778.418-34, residente e domiciliado na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Armando Petrela, 431, 13º andar, Edifício Jabuticabeiras, CEP 05679-010, ora designado Diretor Presidente; Sra. Consuelo Barbosa Tramujas, brasileira, solteira, empresária, portadora da cédula de identidade RG n° 3.734.022-7-SSP/PR, inscrita no CPF/MF sob o n° 775.134.609-49, residente e domiciliada na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Pedroso Alvarenga, n° 771, apto. 31, Bairro Pinheiros, CEP 04531-002; e Sr. Alexander Teodoro Erler Von Erlea, brasileiro, casado, economista, portador da cédula de identidade RG n° 34165622-7-SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob n° 220.878.498-70, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Joaquim Antunes, n° 535, apartamento 22, Bairro Pinheiros, CEP 05415-011. Os Diretores ora eleitos tomaram posse nesta data, mediante a assinatura de termo de posse lavrado em livro próprio, tendo declarado, sob as penas da lei e para todos os fins e efeitos de direito, que: (i) não estão impedidos por lei especial, ou condenados por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, contra a economia popular, a fé pública ou a propriedade, ou condenados à pena criminal que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos. Suspensão dos Trabalhos e Lavratura e Leitura da Ata: Oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém se manifestou, foram encerrados os trabalhos e suspensa a reunião pelo tempo necessário à lavratura desta, a qual, após ter sido reaberta a sessão foi lida, achada conforme, aprovada e assinada. São Paulo, 11 de maio de 2011. Mesa: Paulo Roberto Moreira Garcez Presidente, Fernanda Duarte - Secretária. Acionista Presente: Cantagalo General Grains S.A. - Por: Paulo Roberto Moreira Garcez Cargo: Diretor Presidente. Por: Vilson José Vian - Cargo: Diretor Operacional. JUCESP nº 187.906/11-7 em 18/05/2011. Kátia Regina Bueno de Godoy - Secretária Geral.

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Serviço Municipal Autônomo de Água e Esgoto de São José do Rio Preto – SeMAE Aviso de Abertura de Licitação – Tomada de Preços 10/2011 – Proc. 100/2011 Entrega dos envelopes: até 09.09.2011, às 08h45. Abertura da licitação: 09.09.2011, a partir das 09h00. Objeto: Contratação de empresa para construção de travessia sob linha férrea por método não destrutivo e relocação da rede coletora de esgotos, no km197 + 896,05m da Ferrovia Alta Araraquarense (Concessionária ALL), no Município de São José do Rio Preto, incluindo fornecimento de todos os materiais, mão de obra, máquinas e equipamentos necessários à execução dos serviços. Custo global estimado: R$128.313,82 – Prazo de execução: 3 meses. Demais informações e retirada do edital com a C.L., na Rua Antônio de Godoy, 2181, Jd. Seixas, S. J. do Rio Preto/SP, das 7h30 às 12h00 e 13h30 às 17h00, de segunda a sexta, fone/fax: (17) 3211-8105, e página do SeMAE na internet: www.semae.riopreto.sp.gov.br. S. J. Rio Preto, 22.08.2011 Sonia Maria Franco da Silva Gomes – Presidente da C. L.

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O Jornal do Empreendedor

CNPJ/MF n° 13.448.516/0001-45 - NIRE 35.300.392.299 Ata de Assembleia Geral Extraordinária Realizada em 17 de Junho de 2011 Local e Data: Aos 17 (dezessete) dias do mês de junho de 2011, às 10:00 horas, na sede social da CGG Trading S.A., localizada na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Paulista, n° 1.754, 1° andar - parte, CEP 01310-200. Presença: Acionistas representando a totalidade do capital social. Mesa: Presidente: Paulo Roberto Moreira Garcez; Secretária: Fernanda Duarte. Convocação: Dispensada face à presença de acionistas representando a totalidade do capital social, nos termos do artigo 124, §4° da Lei 6.404/76 (“Lei das S.A.”). Ordem do Dia: deliberar sobre (i) o aumento do capital social da Companhia, com emissão de 23.692.500 (vinte e três milhões, seiscentas e noventa e três mil e quinhentas) ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, em tudo idênticas às ações existentes; (ii) a alteração da redação do artigo 4º do Estatuto Social a fim de refletir a alteração no capital social referida acima, caso aprovada; (iii) a aprovação da reforma do Estatuto Social da Companhia; e (iv) a eleição e dos membros para compor a Diretoria da Companhia. Deliberações Aprovadas por Unanimidade de Votos: Após discutirem as matérias constantes da ordem do dia, os acionistas, por unanimidade de votos e sem reservas, deliberaram: (i) aprovar o aumento no capital social da Companhia, pelo valor de R$ 23.692.500,00 (vinte e três milhões, seiscentos e noventa e dois mil e quinhentos reais), que passa, portanto, de R$ 1.000,00 (mil reais) para R$ 23.693.500,00 (vinte e três milhões, seiscentos e noventa e três mil e quinhentos reais), mediante a emissão de 23.692.500 (vinte e três milhões, seiscentas e noventa e duas mil e quinhentas) novas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, em tudo idênticas àquelas já existentes, pelo preço de emissão de R$ 1,00 (um real) por ação. As ações ora emitidas foram totalmente subscritas e integralizadas pela única acionista da Companhia, Cantagalo General Grains S.A., sociedade anônima brasileira, com sede na Avenida Paulista, n° 1.754, 1° andar - parte, CEP 01310-200, inscrita no CNPJ/MF sob o n° 12.944.170/0001-03, conforme o boletim de subscrição anexo à presente Ata como “Anexo I”; (ii) como consequência do aumento de capital ora aprovado, o caput do Artigo 4º do Estatuto Social da Companhia passa a vigorar com a seguinte redação: “Artigo 4º - O capital social, totalmente subscrito e integralizado, é de R$ 23.693.500,00 (vinte e três milhões, seiscentos e noventa e três mil e quinhentos reais), dividido em 23.693.500 (vinte e três milhões, seiscentas e noventa e três mil e quinhentas) ações ordinárias nominativas, sem valor nominal.”; (iii) aprovar a reforma do Estatuto Social da Companhia, o qual passa a vigorar na íntegra com a redação constante do “Anexo II” à presente ata; e (iv) ratificar a eleição ou re-reeleição (conforme o caso) dos membros para compor a Diretoria da Companhia, todos com mandato até a assembleia geral extraordinária que vier a deliberar sobre os resultados do exercício de 2012, devendo permanecer no cargo até a posse de seus sucessores: Sr. Paulo Roberto Moreira Garcez, brasileiro, separado judicialmente, empresário, portador da cédula de identidade RG n° 4.219.601/SSP-SP e inscrito no CPF/MF sob n° 535.778.418-34, residente e domiciliado na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Armando Petrela, 431, 13º andar, Edifício Jabuticabeiras, CEP 05679-010, ora designado Diretor Presidente; Sra. Consuelo Barbosa Tramujas, brasileira, solteira, empresária, portadora da cédula de identidade RG n° 3.734.022-7-SSP/PR, inscrita no CPF/MF sob o n° 775.134.609-49, residente e domiciliada na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Pedroso Alvarenga, n° 771, apto. 31, Bairro Pinheiros, CEP 04531-002; e Sr. AlexanderTeodoro Erler Von Erlea, brasileiro, casado, economista, portador da cédula de identidade RG n° 34165622-7-SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob n° 220878498-70, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Joaquim Antunes, n° 535, apartamento 22, Bairro Pinheiros, CEP 05415-011. Os Diretores ora eleitos foram empossados nesta data mediante assinatura dos termos de posse lavrados em livro próprio, tendo declarado que não estão impedidos de exercer a administração da Companhia: (i) por lei especial; (ii) em virtude de condenação criminal, ou por se encontrar sob os efeitos dela; (iii) em virtude de pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos; ou (iv) por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra normas de defesa da concorrência, contra as relações de consumo, fé pública, ou a propriedade. Por fim, fica ainda autorizada a Diretoria da Companhia a tomar todas as medidas necessárias à efetivação das matérias ora aprovadas. Suspensão dos Trabalhos e Lavratura e Leitura da Ata: oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém se manifestou, foram encerrados os trabalhos e suspensa a reunião pelo tempo necessário à lavratura desta, a qual, após ter sido reaberta a sessão foi lida, achada conforme, aprovada e assinada. São Paulo, 17 de junho de 2011. Mesa: Paulo Roberto Moreira Garcez - Presidente; Fernanda Duarte - Secretária; Acionista Presente: Cantagalo General Grains S.A. - Por: Paulo Roberto Moreira Garcez - Cargo: Diretor Presidente; Por: Alexander Teodoro Erler Von Erlea - Cargos: Diretor. Certifico que a presente é cópia fiel da lavrada em livro próprio. JUCESP nº 274.924/11-0 em 21/07/2011. Kátia Regina Bueno de Godoy Secretária Geral. Anexo II - Estatuto Social - CGGTrading S.A. - Capítulo I - Nome, Sede, Objetivo e Duração - Artigo 1º - A CGGTrading S.A., sociedade por ações, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Paulista, n° 1.754, 1º andar - parte, rege-se por este Estatuto e pela Lei 6.404/76 (conforme alterada, a “Lei das S.A.”). Parágrafo Único - A Companhia, mediante ato de sua Diretoria, pode abrir filiais, agências e escritórios, em qualquer parte do território brasileiro ou no exterior. Artigo 2º - A Companhia tem por objeto: (a) comércio nos mercado interno e externo (importação e exportação) de produtos agrícolas, especialmente grãos vegetais e seus derivados, de fertilizantes, suas matérias-primas e seus subprodutos e de defensivos agrícolas; (b) exploração de serviços auxiliares aos transportes aquaviários; (c) serviços auxiliares ao transporte rodoviário de cargas em geral; (d) serviços auxiliares ao transporte de cargas em geral (logística de transporte ou agente de transportadoras); (e) agenciamento marítimo e operador portuário; (f) serviços de depósito; (g) logística de depósito; (h) consultoria de transportes em geral; (i) constituir ou participar, sob qualquer modalidade, de outras sociedades, consórcios ou entidades, cujos objetos sociais sejam direta ou indiretamente, vinculados, acessórios ou instrumentais ao objeto da Sociedade; (j) industrialização e beneficiamento, por conta própria ou de terceiros, de produtos agrícolas e seus subprodutos, de fertilizantes e seus derivados, de matérias-primas em geral e de defensivos agrícolas; e (k) administração de bens próprios. Artigo 3º - O tempo de duração da Companhia é indeterminado. Capítulo II - Capital e Ações - Artigo 4º - O capital social, totalmente subscrito, é de R$ 23.693.500,00 (vinte e três milhões, seiscentos e noventa e três mil e quinhentos reais), dividido em 23.693.500 (vinte e três milhões, seiscentas e noventa e três mil e quinhentas) ações ordinárias nominativas, sem valor nominal, com direito de voto. Artigo 5º - Uma vez satisfeitos os requisitos legais, as ações poderão ser representadas por títulos múltiplos ou cautelas que, provisoriamente, as substituam, os quais deverão ser assinados por dois diretores. Parágrafo Primeiro - A Companhia poderá emitir, conforme o exigir o acionista, títulos múltiplos representativos das respectivas ações ou desdobrá-los, correndo as despesas por conta do acionista, a preço não superior ao custo. Parágrafo Segundo É facultado à Companhia suspender os serviços de transferência e desdobramento de ações e certificados para atender a determinação da Assembleia Geral, não podendo fazê-lo, porém, por mais de 90 (noventa) dias intercalados durante o ano, nem por mais de 15 (quinze) dias consecutivos. Capítulo III - Assembléia Geral - Artigo 6º - A Assembleia Geral é o órgão soberano da Companhia. Artigo 7º - A Assembleia Geral Ordinária reunir-se-á dentro dos 4 (quatro) primeiros meses seguintes ao término do exercício social e a Assembleia Geral Extraordinária sempre que os interesses sociais exigirem o pronunciamento dos acionistas. Parágrafo Único - A Mesa que dirigirá os trabalhos da Assembleia Geral será presidida por um acionista, diretor ou não, eleito pelos presentes, o qual convidará outro acionista para secretariá-lo. Artigo 8º - Todas as deliberações da Assembleia Geral serão sempre tomadas por maioria de votos, ressalvadas as disposições legais. Capítulo IV - Da Administração - Artigo 9º - A Companhia será administrada por uma Diretoria Executiva. Artigo 10 - A Diretoria Executiva será composta por até 5 (cinco) Diretores sem designação específica, acionistas ou não, residentes no País, eleitos e destituíveis a qualquer tempo pela Assembleia Geral, com mandato de 3 (três) anos (ou períodos inferiores se assim determinado pela Assembleia Geral que os eleger), podendo ser reeleitos. Parágrafo Primeiro - Os membros da Diretoria Executiva farão jus a uma remuneração fixada pela Assembleia Geral e permanecerão nos cargos até a investidura do substituto. Parágrafo Segundo - A Diretoria Executiva reunir-se-á quando convocada pelos seus membros. ParágrafoTerceiro - As deliberações da Diretoria Executiva serão tomadas por maioria de votos e constarão de forma sumária, ou por extenso, no Livro de Atas de Reuniões da Diretoria, sendo tais atas arquivadas na Junta Comercial do Estado de São Paulo sempre que produzirem efeitos perante terceiros. Artigo 11 - Em caso de impedimento de qualquer membro da Diretoria Executiva, os remanescentes designarão um substituto temporário, que exercerá as funções até a primeira Assembleia Geral, na qual se elegerá o novo membro pelo tempo que faltava ao substituído. Artigo 12 - Compete à Diretoria Executiva: (a) fixar a orientação geral dos negócios da Companhia, assim como os critérios e planos que definam os princípios e a política da Companhia, no que se refere às atividades industriais, comerciais, financeiras e de administração; (b) convocar as Assembleias Gerais; (c) manifestar-se sobre o relatório da administração; (d) deliberar sobre a emissão de notas promissórias (“Commercial Paper”); (e) escolher e destituir os auditores independentes; (f) autorizar: i. a aquisição, a alienação, o compromisso, a cessão, a permuta, a dação em pagamento, o arrendamento e a transmissão de posse ou domínio de bens imóveis; ii. a hipoteca, o penhor, os ônus e gravames de bens imóveis, semoventes e móveis, títulos, apólices e todo e qualquer pertence; iii. a transmissão de direitos e ações, a confissão de dívidas e a prestação de fianças e garantias a obrigações de terceiros; iv. a aquisição, subscrição ou alienação de ações ou quotas representativas de capital de outras empresas de que participe; v. a aplicação dos lucros apurados, conforme deliberação da Assembleia Geral e na forma deste Estatuto; vi. a distribuição de dividendos intermediários à conta de lucros, conforme apurados em balanços intermediários; e vii. a aquisição de ações próprias para manutenção em tesouraria ou cancelamento. Artigo 13 - No exercício de suas funções, os Diretores, observadas as disposições definidas em lei e neste Estatuto, agirão em perfeita harmonia. Parágrafo Único - Competirá a dois Diretores sempre em conjunto: (g) convocar, instalar e presidir as reuniões da Diretoria Executiva; (h) supervisionar, coordenar, controlar e comandar a execução dos respectivos planos relativos aos departamentos industrial, comercial, administrativo e financeiro; (i) preparar e fazer executar o orçamento anual da Companhia; e (j) representar a Companhia ativa e passivamente, em juízo ou fora dele, junto às autoridades, associações de classe, organismos públicos ou privados. Artigo 14 - Além das atribuições e poderes definidos em lei e mencionados neste Estatuto, pode ainda a Diretoria Executiva, pela assinatura sempre de dois Diretores, e tendo em vista o interesse da Companhia, praticar os seguintes atos: (k) assinar propostas de abertura de contas bancárias e movimentá-las, emitir e endossar cheques, fazer retiradas mediante recibos, autorizar débitos, transferências e pagamentos por meio de cartas, solicitar saldos, extratos de contas e requisitar talões de cheques para uso da Companhia assinando os necessários recibos e dando quitação; (l) movimentar a conta vinculada ao FGTS - Fundo de Garantia do Tempo de Serviço; (m) receber quaisquer importâncias devidas à Companhia, assinando os necessários recibos e dando quitação; e (n) emitir, aceitar e endossar duplicatas, descontar, caucionar e entregar para a cobrança bancária, duplicatas, letras de câmbio, cheques e notas promissórias, assinando as respectivas propostas e borderôs, caucionar e descontar “Warrants”, conhecimento de depósito de embarque, propor descontos, abatimentos e prorrogações de vencimento de títulos, protestar e entregar franco de pagamento. Parágrafo Único - É exigida sempre a assinatura de dois Diretores na constituição de procurador ou procuradores da Companhia,na delegação de poderes para representá-la ativa e passivamente, em juízo ou fora dele, na contratação de empréstimos, assim como na celebração de contratos em geral, por instrumento público ou particular. Capítulo V - Do Conselho Fiscal - Artigo 15 - A Companhia terá um Conselho Fiscal de funcionamento não permanente, composto de três membros efetivos e três suplentes, eleitos pela Assembleia Geral. As atribuições e deveres do Conselho Fiscal, são os definidos em lei e seus honorários serão fixados pela Assembleia Geral que os eleger. Capítulo VI - Do Exercício Social, Balanços, Lucros e suas Aplicações: Artigo 16 A O exercício social termina em 31 de dezembro de cada ano, quando se procederá ao levantamento das demonstrações financeiras da Companhia. Parágrafo Primeiro - Poderão ser levantados balanços semestrais, ou períodos menores, e declarados dividendos intermediários à conta de lucros neles apurados ou de reservas de lucros ou lucros acumulados, sempre a título de antecipação do dividendo obrigatório. Parágrafo Segundo - A Companhia poderá efetuar o pagamento de juros sobre o capital próprio, a crédito dos dividendos anuais ou intermediários. Artigo 17 - O lucro líquido apurado em balanço, nos termos da Lei n° 6.404/76, será distribuído da seguinte forma: (o) 5% (cinco por cento) destinados à reserva legal até atingir-se o limite legal; (p) 25 % (vinte e cinco por cento) para pagamento de dividendos aos acionistas; (q) atendidos os preceitos e limites que estabelece a lei, os Diretores terão direito a uma participação de até 10% (dez por cento) do lucro líquido apurado no período em que permanecerem nos respectivos mandatos, calculada nos termos do art. 190 da Lei n° 6.404/76, distribuída a critério da Assembleia Geral; e (r) o saldo que houver, será destinado, por deliberação da Assembleia Geral, conforme proposta da Diretoria Executiva. Parágrafo Primeiro - Os dividendos serão colocados à disposição dos acionistas no prazo de 60 (sessenta) dias da data de sua declaração, salvo deliberação em contrário da Assembleia Geral e, em qualquer caso, dentro do exercício social em que for declarado. Parágrafo Segundo - Os dividendos não reclamados, decorridos 3 (três) anos do início de sua distribuição prescreverão em favor da Companhia. Capítulo VII - Da Liquidação e dos Casos Omissos - Artigo 18 - A Companhia entrará em liquidação nos casos previstos em lei, competindo à Assembleia Geral estabelecer o modo de liquidação, eleger os liquidantes e o Conselho Fiscal, que deverá funcionar no período de liquidação. Artigo 19 - Os casos omissos serão resolvidos pela Assembleia Geral, com base na legislação à espécie.

lhões de euros, que incluem principalmente bônus espanhóis e italianos, segundo fontes do mercado. A instituição informou que interveio no mercado secundário da dívida pública da zona do euro pela segunda semana consecutiva. A entidade monetária europeia não especificou os países dos quais comprou a dívida, mas indicou no início de agosto que adquiriria bônus da Espanha e da Itália após os ataques especulativos para evitar um contágio da crise de endividamento a estas nações. P or tu ga l – Os efeitos dos cortes anunciados pelo governo português no orçamento do país já se fazem sentir, aumentando a perspectiva de tumultos sociais. Passeatas foram marcadas para ocorrer no Porto e em Lisboa em 1º de outubro, e uma greve geral é discutida pelas centrais sindicais. Desde que tomou posse, o governo de centro-direita de Portugal anunciou reajustes nas tarifas do transporte público, além de um substancial aumento nos impostos sobre os combustíveis. Também foi criado um imposto especial para 2011. (Agências)

OCDE vê expansão menor

O

crescimento da maior parte das grandes economias do mundo se desacelerou mais no segundo trimestre deste ano, informou a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) em sua última leitura sobre os dados. S e g u n d o a O C D E, o crescimento nos 34 países que integram o grupo se desacelerou para 0,2% no segundo trimestre, de 0,3% nos três primeiros meses do ano. Foi o quarto trimestre consecutivo de crescimento mais lento e deixa a taxa de expansão da economia no nível mais fraco desde o segundo trimestre de 2009. O cálculo é uma compilação dos números sobre o Produto Interno Bruto (PIB) de cada país, ajustados por fatores sazonais e pela quantidade de dias úteis. Países em desenvolvimento não estão incluídos. (AE)

Petróleo da Líbia não deve chegar logo ao mercado Asmaa Waguih/Reuters

Para analistas, levará tempo para se recuperar a produção do país.

V

ários funcionários de nações integrantes da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) disseram não esperar que o petróleo vindo da Líbia chegue aos mercados tão cedo. "A situação na Líbia ainda está muito vaga, e a Opep terá uma atitude de esperar para ver por ora", disse ontem um delegado de um país do Golfo Pérsico integrante da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Alguns especialistas disseram que o país pode levar até três anos para retomar a capacidade de produção de antes da guerra civil. Porém, a partir daí será registrado um significativo aumento dessa produção, com apoio externo em financiamento, explicou John Hall, analista independente do setor de petróleo. A Arábia Saudita anunciou que está preparada para tomar medidas para ajustar sua produção a fim de se acomodar a qualquer retorno da produção líbia, porém não tomou nenhuma decisão até o momento. A fonte, que pediu anonimato, explicou que, caso o petróleo da Líbia supra o mercado em demasia, a Arábia Saudita cortará sua produção para compensar. A Líbia parece prestes a passar por uma transição de regime, após os rebeldes que desejam derrubar o coronel Muamar Kadafi entrarem na capital do país do norte da África. Os preços do petróleo caíram ontem, com a perspectiva de a Líbia em

algum momento retomar suas exportações de petróleo, praticamente paralisadas desde fevereiro. A Líbia integra a Opep, cuja próxima reunião acontece em 14 de dezembro. Antes da atual crise política, a Líbia produzia diariamente 1,3 milhão de barris de petróleo de alta qualidade. "É uma ótima notícia que o regime de Kadafi está se encerrando, mas a produção da Líbia deve levar um bom tempo para se recuperar, e a recuperação será gradual", afirmou uma das fontes oficiais ouvidas. O representante do Irã na Opep, Mohammad Ali Khatibi, disse que a entidade reagirá se os preços do petróleo continuarem sua trajetória de queda. O Irã mantém a presidência rotativa do órgão neste ano. Retorno – A companhia petrolífera BP declarou que está comprometida a voltar para a Líbia e continuar seu programa de exploração de petróleo e gás "assim que as condições permitirem". A companhia havia iniciado um programa de exploração de US$ 900 milhões no país quando interrompeu as operações, em fevereiro, depois da revolta contra o regime de Kadafi. A Royal Dutch Shell, por sua vez, afirmou que ainda é muito cedo para prever quando voltará a atuar na Líbia. A companhia salientou, contudo, que está observando os eventos no país norteafricano de perto. (AE) Leia mais nas págs. 11 e 12.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

terça-feira, 23 de agosto de 2011

ECONOMIA - 31 Cada crise é única e precisa ser tratada de acordo com suas características Patricia B. Teixeira, diretora da Trixe Comunicação Empresarial

nformática Paulo Pampolin / Hype

n GADGETS

Celulares mais inteligentes Motorola Mobility, divisão móvel da empresa adquirida na semana passada pelo Google, lançou sete aparelhos no Brasil, sendo três smartphones Android e quatro modelos denominados netphones multimídia – mais simples e mais baratos. O destaque é o Milestone 3, a terceira geração do telefone inteligente, mas um pouco mais fino do que o modelo anterior, com tela de 4 polegadas e uma câmera de 8 MPixels. O produto chega com exclusividade pela Vivo, que ainda não definiu o valor. Mas, no varejo e desbloqueado, o aparelho tem preço sugerido de R$ 1.800. Os executivos da Motorola Mobility não puderam comentar sobre a aquisição da empresa pelo Google por US$ 12,5 bilhões, cuja negociação só será concluída no início de 2012. O diretor de produtos da Motorola, Edson Bortoli, não disse nem se haverá mudanças ou ampliação do portfólio de aparelhos Android até o fim do ano. Provavelmente sim. Para agosto e setembro, além do Milestone 3, as novidades de smartphones da marca e que ainda levam o logotipo Motorola, são o Spice XT, com Android 2.3 (a última versão para smartphones) e destinado ao público jovem e preço acessível (R$ 624), e o Spice Key, com teclado físico e display touchscreen, Wi-Fi integrado mas sem 3G, e que na Claro será oferecido por R$ 99 no plano Sob Medida 130 e pacote de dados de 250 MB. Segundo o diretor de Marketing da empresa, Rodrigo Vidigal, com a queda de preços tanto dos smartphones como dos planos de dados por parte das operadoras, o foco da Motorola agora é ampliar sua participação nesse mercado junto ao público da nova classe média. "Nossa meta agora é treinar os vendedores para mostrar ao público, especialmente esse novo consumidor, que o produto é fácil de usar". Vidigal diz que o número de pontos de venda de telefones Motorola dobrou neste ano, mas não fala em números e nem em percentuais. Os demais lançamentos são aparelhos de baixo custo. O Screen Mini, previsto para chegar em setembro, vem com acesso a redes sociais; o MotoKey XT e o Mini com teclado físico Querty já estão à venda pela TIM a preços abaixo de R$ 300. O último dos modelos básicos é o WX294, que não traz internet, e só leitor de MP3, mas é dual-chip, por R$ 249. Incentivos fiscais – A Motorola também está ampliando as vendas de seus tablets Xoom, fabricados em Jaguariúna desde abril, e que já começam a contar com os incentivos fiscais a partir deste mês. Com a redução dos impostos federais (IPI e PIS/COFINS) e queda do recolhimento de ICMs estadual, os tablets Motorola tiveram uma redução de 15% (e não os 30% esperados pelo governo). Os aparelhos passaram de R$ 1.899 para R$ 1.599 (o modelo de 10 polegadas sem 3G, mas Wi-Fi), e de R$ 2.299 para R$ 1.999 (3G+Wi-Fi de 32 GB de HD). Segundo Vidigal, "esse é o preço mais competitivo que conseguimos chegar para um equipamento com chip dual core e última versão do Android (3.2)". Com essa vantagem competitiva, a Motorola ampliou em 35% suas vendas de tablets, mas não fala em números absolutos. (B.O.)

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Patricia B. Teixeira, pesquisadora sobre gestão e gerenciamento de crise: "É muito importante alinhar a gestão e o gerenciamento nos espaços offline e online."

Eles apagam 'incêndios' na web O que fazer quando a marca vira alvo de críticas nas redes? Depois do monitoramento de opiniões, surgem profissionais para recuperar a boa imagem LIANA AMARAL oi tão rápido quanto incêndio em mato seco. Na última semana, um programa de televisão denunciou o uso de trabalho escravo por confecções paulistas subcontratadas pela Zara, rede espanhola de varejo de moda com mais de 30 lojas instaladas nos principais shoppings do Brasil. Foi o que bastou para que a reputação da multinacional saísse chamuscada numa das mais recentes crises de imagem na era das redes sociais. Poucas horas após a exibição da reportagem o assunto alcançou o topo entre os Trend Topics do Twitter, enquanto milhares de internautas inflamavam as páginas da internet com comentários pouco lisonjeiros e manifestações de repulsa à marca. O caso "viralizou" mundo afora, a ponto de provocar a queda no valor das ações da multinacional espanhola. A crise da Zara é o mais recente exemplo do poder do universo online na construção e manutenção da imagem de uma empresa junto à opinião pública. "Nesse caso, a crise não teve origem na internet. As investigações já vinham sendo feitas há algum tempo, mas a empresa não cuidou do problema a tempo, não fez o trabalho de prevenção, que poderia ter diminuído a dimensão do problema", comenta Patricia B. Teixeira, diretora da Trixe Comunicação Empresarial e mestre em Comunicação Organizacional com pesquisa sobre gestão e gerenciamento de crise. Segundo ela, a empresa agiu corretamente ao reconhecer a irregularidade denunciada e assumir a responsabilidade para a correção do problema. Entretanto, o resgate da reputação da marca junto ao público deverá exigir um esforço extra e investimentos também na comunicação digital. Casos como esse em que manifestações públicas contra marcas e empresas ocorrem no espaço de poucas horas e repercutem junto a milhões de pessoas são cada vez mais frequentes. Inevitável num mundo em que as pessoas, em seus diferentes níveis de atuação, se relacionam em rede. No Brasil são mais 70 milhões de internautas.

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Destes, 87% tem acesso às redes sociais como Twitter, Facebook, Orkut, You Tube e MSN. O País está entre os líderes mundiais, nas redes sociais, segundo pesquisa do IBOPE Inteligência e Worldwide Independent Network of Market Research (WIN). "A internet passou a ser o palco da crise. Em minha pesquisa identifiquei que as pessoas utilizam as redes sociais como forma de desabafo e, no caso de uma reclamação contra um produto ou mau atendimento, elas partem para a comunicação online somente depois de tentar resolver seu problema diretamente com a empresa. Por isso, é muito importante alinhar a gestão e o gerenciamento de crise nos espaços offline e online", diz Patricia. Avaliação semelhante faz Gil Giardelli, CEO da Gaia Creative, especializada em inteligência de mídias sociais e professor de pós-graduação na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Segundo ele, as redes sociais são os novos Serviços de Atendimento ao Cliente (SAC) das empresas. "Quando a crise acontece, você vira um bombeiro tentando apagar o incêndio. E ela pode acontecer seja qual for o ta-

manho da empresa. O objetivo, então, é perceber os sinais antes de ela estourar nas redes sociais. Os envolvidos vão ter de reagir mais rápido." Grandes empresas, como Brastemp, Arezzo, Telefônica e Americanas enfrentaram recentemente o descontentamento de clientes no ambiente da web. Isso não significa que pequenas e médias não possam estar na mira do público. Hoje, todas as empresas precisam estar no mundo online e preparadas para interagir com o público via mídias sócias, concordam os especialistas. Embora empresas de varejo, bancos, companhias aéreas e de telefonia possam ser mais propensos às crises, todos os setores são suscetíveis. "Qualquer empresa que tiver produtos e processos ruins ficará nua em praça pública", lembra Gil Giardelli. Segundo os especialistas, receita prévia para debelar o fogo online não existe. "Cada crise é única e precisa ser tratada de acordo com suas características, por alguém especializado no assunto, sempre com honestidade", diz a pesquisadora Patricia B. Teixeira. Mas algumas recomenda-

70 milhões é o número estimado de internautas no Brasil. Destes, 87% têm acesso às redes sociais – um poder de fogo para críticas

ções podem ajudar a enfrentar os desastres do mundo digital (veja o quadro acima). Em sua pesquisa, Patricia enfatiza a necessidade de trabalhar preventivamente, identificando as vulnerabilidades das marcas e de atuar no pós-crise, para recuperar a confiança do público. Além disso, Gil Giardelli recomenda escutar a "sabedoria das multidões", estar atento, aprender com as mudanças e não ter medo de pedir desculpas. "Na verdade, estamos vivendo o início da webcidadania, em que as empresas vão ter de se reformular."

AUTOMAÇÃO

Quiosque dos retoques Kodak Picture Kiosk G4 ganhou um software mais inteligente e permite aos varejistas oferecerem serviços exclusivos aos seus clientes, entre eles o retoque fácil e o retoque de olhos nos animais. O primeiro permite suavizar rugas, apagar manchas e aperfeiçoar o tom da pele da pessoa fotografada. E o segundo corrige o brilho dos olhos dos animais por causa do flash. O quiosque exige menos toques na tela e grava CDs 30% mais rápido do que a geração anterior. Para o varejista, ele tem preço sugerido de R$ 18 a R$ 23 mil.

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

32 -.ECONOMIA

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Agora tenho recursos que antes tinha de pagar a parte; por exemplo, banners Haroldo José Giro, dono da Zurick Relogios e novo cliente da ACSP Shop nformática Newton Santos/Hype

Sergio Kulpas sergiokulpas@gmail.com

Códigos 2D: sucesso

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Os empresários Haroldo José Giro (esq.) e Paulo Sérgio de Abreu foram os primeiros clientes da plataforma de e-commerce ACSP Shop

ACSP Shop: seu parceiro na web Conheça a experiência de dois empreendedores que adquiriram a plataforma de e-commerce da ACSP CARLOS OSSAMU á 42 anos no mercado de materiais de construção, a Ferragens Anhanguera está apostando no comércio eletrônico para incrementar suas vendas. A empresa acaba de adquirir a plataforma de e-commece ACSP Shop (www.acspshop.com.br), da Associação Comercial de São Paulo. A loja já possui um site institucional (www.ferragensanhanguera.com.br) há três anos, mas vem sentindo a necessidade de uma loja virtual. "Esta é a tendência hoje para o comércio. Vi uma boa oportunidade para entrar neste mercado quando a ACSP passou a oferecer sua plataforma para comércio eletrônico a um preço acessível e de fácil operação, diz Paulo Sérgio de Abreu, proprietário do estabelecimento. A loja virtual ainda está em construção e deve entrar no ar

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em dois meses. "Sou leigo nesta área e quero primeiramente fazer algumas experiências, começar com poucos produtos, como ferramentas e utilidades domésticas. Quando as vendas começarem a crescer, vou ampliando a oferta, inclusive com produtos que não tenho normalmente na loja física, pois sei que o potencial do comércio eletrônico é enorme", comenta Abreu, que adquiriu um plano básico, que permite expor até 50 itens. Outra empresa que adquiriu a plataforma da ACSP Shop foi a Zurick Relógios e Joias, que está no mercado há 11 anos, mas o ponto existe há 110 anos, sempre vendendo relógios – primeiramente como Casas Leão e depois como Carrilhão. Há um ano e meio, o proprietário Haroldo José Giro abriu uma loja eletrônica (www.zurickrelogios.com.br) e no começo deste mês optou por trocar de fornecedor. "Por ser as-

sociado da ACSP eu tive um bom desconto, além disso, agora tenho recursos que antes tinha de pagar a parte, por exemplo, quatro banners que se alternam no começo da página", observa Giro, que adquiriu um plano para expor até mil itens no site. A nova loja virtual deve entrar no ar até o fim do mês e terá mais de 400 itens. Enquanto isso, o site antigo continua funcionando. "Contratei uma funcionária para copiar os arquivos para a nova plataforma. No começo, tivemos dúvidas em alguns procedimentos, já que é diferente do que estávamos acostumados, mas fomos muito bem atendidos pelo suporte técnico da ACSP Shop", afirma. Segundo ele, as expectativas com a nova plataforma são grandes. "Até agora, tivemos pouco retorno, mas estamos apostando em e-mail marketing e em redes sociais, como Facebook e Twitter. Com o novo layout da loja, espe-

ramos fechar algumas promoções com fabricantes e ampliar as vendas para outras cidades e Estados, pois a grande vantagem da loja virtual é não ficar limitada a uma região, como ocorre com a loja física", observa Giro. Para Othavio Paulino da Costa Parisi, superintendente comercial da ACSP, apesar do pouco tempo do produto no mercado (a ACSP Shop foi lançada no fim de julho), a receptividade tem sido muito boa. "Além de ser um sistema acessível, moderno e com muitos recursos, o que mais tem contribuído para o sucesso é a confiança que os empresários depositam na Associação Comercial de São Paulo, uma entidade com 116 anos e que sempre esteve ao lado dos empreendedores. Eles sabem que poderão contar com nosso apoio e suporte, e que não ficarão desassistidos no futuro por qualquer circunstância que venha a ocorrer", afirma.

pesar do baixo volume, está aumentando o uso de códigos 2D em publicações, que podem ser lidos por smartphones. Essa é a conclusão de uma pesquisa da GfK MRI Starch Advertising Research (www.gfkmri.com), que mapeou a percepção dos consumidores em relação aos códigos que aparecem nas páginas de jornais e revistas dos EUA. Esses códigos 2D combinam barras e símbolos, e permitem que o leitor participe de promoções ao fotografar o anúncio com o celular. Diversos aplicativos leem os códigos e completam ações, como "curtir" o anunciante no Facebook e receber descontos ou ofertas especiais. A tecnologia ainda tem baixa penetração: segundo o estudo, apenas 4% dos leitores de revistas que notaram os códigos 2D nas páginas usaram seus celulares para fotografar o código e completar a promoção. Mas existem casos de sucesso. Na edição "Free Stuff" da revista Allure, os leitores escanearam os códigos da Microsoft Tags mais de 200 mil vezes em apenas três dias. Um anúncio da Porsche no Men's Journal, um da Microsoft na Working Mother e uma promoção de roupas de cama na revista de bordo Hemispheres também surgem como destaques na pesquisa da GfK MRI. Entre os leitores que viram o anúncio da Porsche na revista Men's Journal, 17% tiraram uma foto do código 2D. Os anunciantes e varejistas ainda não estão ganhando tração com a tecnologia. A pesquisa mostra que 14% dos leitores que notaram qualquer anúncio em revistas no primeiro semestre deste ano preferiram visitar o site do anunciante, usando os tradicionais sites de busca.

Homens e jovens são mais receptivos a essa tecnologia. A pesquisa indica que 6% dos homens que notaram anúncios com códigos 2D tiraram fotos com seus celulares, comparado com 4% de mulheres. Na faixa entre 18 e 34 anos, 6% dos leitores fotografaram os anúncios, comparado com 3% na faixa acima dos 35 anos. Apesar da penetração total ser de 4%, esse volume é bem significativo no mercado. Segundo Garrick Schmitt, diretor da agência Razorfish, é um número impressionante para uma nova tecnologia, que simplesmente não existia há um ano. Schmitt disse que as empresas devem continuar experimentando e explorando os códigos 2D. A pesquisa da GfK MRI é um bom ponto de partida para análises mais detalhadas. Nicole Skogg, CEO da SpyderLynk (www.spyderlynk.com), diz que serão necessárias mais pesquisas para adequar melhor a tecnologia. A empresa criou os códigos SnapTags, e o aplicativo que permite a leitura. Skogg diz que a diferença no uso da tecnologia entre homens e mulheres pode ser mais um problema na formulação dos anúncios do que um reflexo da diferença entre gêneros. A executiva acredita que a maioria dos anúncios com códigos 2D ainda é voltada para o público masculino. Mas ela observa que a SpyderLynk está se focalizando em campanhas voltadas para mulheres, que tiveram resultados muito bons. O estudo da GfK MRI pode ser um complemento ao estudo da comScore, divulgado na última semana, que mostra que 6,2% dos usuários de celulares nos EUA ativaram um código impresso em junho. Publicações e embalagens são os locais mais clicados pelos celulares.


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Diário do Comércio - 23/08/2011 by Diário do Comércio - Issuu