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Diário do Comércio - 22/08/2013

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Dólar indomável: R$ 2,45. O BC fez leilões da moeda americana, mas não conseguiu barrar avanço de 2,38% ante o real, que fechou a R$ 2,45 – maior cotação desde 9 de dezembro de 2008. Pág. 15

Vem aí o alvará simplificado Câmara aprova lei que desburocratiza a concessão do Auto de Licença de Funcionamento de imóveis comerciais. Projeto segue para sanção do prefeito Haddad. Pág. 12 Ano 90 - Nº 23.941

Conclusão: 23h50

www.dcomercio.com.br

Centenas de sírios mortos. E nenhuma gota de sangue.

Jornal do empreendedor

R$ 1,40

São Paulo, quinta-feira, 22 de agosto de 2013

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Suspeito do novo massacre na Síria: gás. Os rebeldes acusam o governo, que os desmente. Muitas crianças morreram dormindo. Sinais são de asfixia, mas e a prova? A ONU investiga. Pág. 10

Bassam Khabieh/Reuters

Reuters

35 anos para o soldado que vazou

A Justiça determinou a libertação do ex-presidente Hosni Mubarak. Mas os militares decidiram que ele continuará preso em casa, por causa do estado de emergência em vigor. A mudança será hoje. Pág . 11

Larry Downing/Reuters

Livre, Mubarak sai da cadeia. E fica preso em casa.

Bradley Manning, de 25 anos, foi condenado por passar arquivos secretos dos EUA ao WikiLeaks. Pág. 11

2,3 bilhões de alôs espionados Telefonemas e mensagens de brasileiros foram alvo preferencial do monitoramento antiterror dos EUA na América Latina. Pág. 11 Pedro Ladeira/Folhapress

STF: agora, com luvas de pelica. Na sessão em que foram rejeitados os recursos do Bispo Rodrigues e ex-dirigentes do Rural, Barbosa justificou o bate-boca da semana passada em nome do bom andamento, Lewandowski agradeceu os apoios recebidos e o decano Celso de Mello passou-lhes um corretivo. Págs. 5 e 6

Vai adoecer? Então aprenda espanhol. Nada menos do que 4.000 médicos cubanos virão para o Brasil até o fim do ano, sendo que 400 desembarcarão nos próximos dias. ISSN 1679-2688 Segundo a Saúde, eles 23941 serão direcionados para as 701 cidades que não foram escolhidas na 1ª etapa do 9 771679 268008 Mais Médicos . Pág. 6


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Em 10 anos, subiu de 12,6% para 16,2% o volume de cariocas entre 15 e 24 anos que não estudam e não trabalham. Arnaldo Niskier

pinião

NOSSA POSIÇÃO

NAS MÃOS DO CONGRESSO

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s empresários cost u m a m a c o m p anhar as notícias relativas à economia provenientes do governo federal, uma vez que no Brasil o regime presidencialista concentra poderes excessivos no Executivo, em detrimento em especial do Legislativo – cuja atuação, porém, pode afetar positiva ou negativamente as atividades econômicas. Encontram-se no momento no Congresso temas muito relevantes não só para a economia, mas também para a cidadania, como a reforma política. Espera-se que essa reforma venha a atender os anseios da população e não os interesses dos políticos. Que aproxime eleitor e eleitos, aprimorando a democracia, pela maior representatividade dos escolhidos nas urnas.

N

o plano econômico, a reforma tributária que s e d e s e j a d e v e c o ntemplar, além dos interesses dos governos federal, estaduais e municipais, mas também os dos contribuintes.

Infelizmente, as discussões sobre o tema no Congresso têm se limitado ao ICMS e a uma disputa entre estados pela divisão do "bolo tributário". E sem atentar para os aspectos que mais afetam as empresas em relação a esse tributo: a complexidade das regras e o excesso de burocracia decorrente; o acúmulo de créditos em muitos casos; as distorções provocadas pela "substituição tributária", inclusive anulando benefícios do Simples; e outros problemas inerentes à sistemática de incidência de imposto sobre imposto, por exemplo.

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complexidade dessas reformas e a multiplicidade de interesses envolvidos explicam a demora nas discussões e na busca de um consenso mínimo que permita sua aprovação. Mas há outras matérias que podem – e devem – ser votadas mais rapidamente e que são de grande importância para as atividades econômicas. Por exemplo, a apreciação do veto da presidente à extinção da mul-

Congresso tem a chance de demonstrar que entendeu as mensagens das ruas e os resultados das pesquisas que revelam a descrença de uma grande parte da população em relação ao Parlamento. ta de 10% sobre o saldo do FGTS em caso de demissão imotivada e a questão da terceirização de mão de obra.

Q

uanto ao veto, é uma oportunidade para o Congresso mostrar sua independência em relação ao Executivo, confirmando uma decisão que ele tomou quando aprovou a lei que acaba com a cobrança dessa multa. A expressiva maioria de votos mostrou que os parlamentares consideraram não haver mais razão para a cobrança de uma contribuição que já havia cumprido seu objetivo e cujos recursos o Tesouro vinha se

apropriando e utilizando para fins diferentes do que motivou a sua criação. Como não existe razão jurídica ou econômica para a continuidade da cobrança, é de se esperar que os parlamentares mantenham a coerência em relação à sua decisão anterior e rejeitem o veto. A postergação da votação dessa matéria representa uma péssima sinalização para os contribuintes e para a sociedade, pois parece indicar que as pressões do Executivo podem determinar uma posição diversa do Congresso, motivada por razões outras que não a da convicção com que foi votada a extinção do encargo.

O

Outra matéria que está em discussão no Parlamento é a da regulamentação da terceirização da mão de obra, com base em projeto que demandou muita negociação e que pode resolver a questão de forma equilibrada e garantir os direitos do trabalhador. questão criada pela Justiça do Trabalho, de vetar a utilização desse sistema de contra-

tação nos caso de "atividade fim" , não consta em legislação e não se justifica do ponto de vista econômico. A terceirização representa um avanço nas relações de trabalho, assegurando maior flexibilidade operacional para as empresas, sem prejudicar os trabalhadores, que enfrentam oposição de alguns sindicatos, os quais temem perder filiados para outros. Também a votação desse projeto vem sendo postergada, sem levar em consideração as necessidades das empresas, que enfrentam uma competição externa com produtores que não estão sujeitos aos mesmos encargos e restrições que os empresários brasileiros.

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Congresso tem agora uma grande oportunidade de demonstrar que entendeu as mensagens das ruas e os resultados das pesquisas que revelam a descrença de uma grande parte da população em relação ao Parlamento. E, ainda, de afirmar-se como representante efetivo da sociedade.

SOLTOS NO MUNDO M

uita teoria, às vezes, até atrapalha. Lê-se tanto as obras de autores da modernidade que as ideias se embaralham, com o risco de se perder o rumo das coisas ou o foco do que é mais importante. Com a responsabilidade de comandar o Centro de Integração Empresa-Escola do Rio de Janeiro, hoje reunindo cerca de 35 mil jovens fluminenses, em quase todos os municípios do estado do Rio de Janeiro, juntei um grupo de dez adolescentes (cinco de cada sexo), para uma conversa sem pauta. Não eram nossos estagiários. Estudam principalmente em escolas públicas e três deles desistiram, alegando total perda de interesse. Perguntei a cada um dos três o que esperava do futuro. A resposta em uníssono é bem esclarecedora: "Não sei, o futuro a Deus pertence."

O

s resultados dessa enquete são terríveis. Quem lê jornal? Ninguém levantou o dedo. Quem lê pelo menos um livro por mês? Ninguém levantou o dedo. O que está acontecendo hoje nas ruas do Rio e de São Paulo? Uma menina só respondeu: "Acho

que é um negócio de aumento nas passagens de ônibus." Deixei-os bem à vontade, para não induzir respostas. Falei de futebol, em geral eles sabem sobre a seleção brasileira, e aí fiz outra pergunta que não queria calar: "Vocês não veem jornais na televisão, antes das novelas?" Revelaram um nível altíssimo de alienação. Não estão interessados nem naquilo que mexe diretamente com o seu futuro, como cidadão. Sabem um pouco sobre o Enem "porque isso é muito falado na escola."

ARNALDO NISKIER

Os resultados da enquete com jovens foram terríveis. Quem lê jornal? Ninguém levantou o dedo. Quem lê pelo menos um livro por mês? Ninguém levantou o dedo.

F

icamos preocupados. Pode-se questionar o papel dos pais nesse processo. Desinteressados, em boa parte, com o que se passa com a educação dos filhos, mesmo quando se trata de escolas particulares. Isso quando existem lares regularmente constituídos. Quando são desestruturados por separações por vezes litigiosas, aí mesmo é que os jovens passam a cuidar sozinhos da vida, fazendo o que lhes parece o melhor, sem uma orientação adequada.

Buscam conselhos nas ruas, seguem maus exemplos de amigos que caíram no desvio, e assim se explica o aumento da criminalidade entre menores de idade.

P

esa, então, sobre a escola a tarefa de corrigir os descaminhos a que eles são levados. Nem sempre isso é possível.

Os professores devem dar as suas aulas, ensinar conteúdos, e ainda por cima exercer a dupla função de mestres e pais substitutos. Nem sempre isso dá certo. Assim também pode ser entendida a atual onda de violência nas escolas, com o desrespeito flagrante que existe nas relações entre mestres e alunos. Agressões verbais são comuns e físicas

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cesário Ramalho da Silva Edy Luiz Kogut João Bico de Souza José Maria Chapina Alcazar Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Miguel Antonio de Moura Giacummo Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Renato Abucham Roberto Mateus Ordine Roberto Penteado de Camargo Ticoulat Sérgio Belleza Filho Walter Shindi Ilhoshi

também acontecem. A provocação é uma consequência desse clima de quase beligerância.

S

oluções existem, mas não são fáceis. Em 10 anos, aumentou de 12,6% para 16,2% o percentual de jovens cariocas que entre 15 e 24 anos não estudam, não trabalham e não têm

empregos disponíveis. Urge enfrentar de forma competente essa realidade, sem discursos demagógicos. O que se espera são medidas concretas, sob pena de termos outras passeatas de 100 mil. ARNALDO NISKIER É INTEGRANTE DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS E PRESIDENTE DO CIEE/RJ

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, Marcel Solimeo Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Car valho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Marcus Lopes (mlopes@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), Tsuli Narimatsu (tnarimatsu@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke, Jaime Matos e Sandra Manfredini. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves e Sílvia Pimentel. Editor de Fotografia: Agliberto Lima. Arte e Diagramação: José dos Santos Coelho (Editor), André Max, Evana Clicia Lisbôa Sutilo, Gerônimo Luna Junior, Hedilberto Monserrat Junior, Lino Fernandes, Paulo Zilberman e Sidnei Dourado. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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PARA ALGUNS, MILITARES QUEREM RECOMEÇAR PROCESSO DE MODERNIZAÇÃO DA POLÍTICA EGÍPCIA.

pinião

Uma conversa sobre o Egito

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Khaled Elfiqui/EFE

a varanda imensa da família Kalb é possível ver uma paisagem diferente a cada dia. Nas tardes quentes de verão algumas corças costumam vir tomar banho no regato que flui do Canal Raritan, em New Jersey. No começo da noite, nos galhos mais altos as corujas esperam pacientes a hora em que as mariposas começam sua ronda em torno das luminárias. No inverno, os olhos humanos mal conseguem distinguir as árvores do chão, ofuscados com o branco reinante em toda parte. Depois da ceia, Abdul e Zara Kalb vão sozinhos ou levam seus convidados até as cadeiras a céu aberto, para espiar a Via Látea e conversar. Naquela tarde, além de mim estavam Labib, engenheiro e poeta, e Aadila, médica do hospital local. O assunto, como não podia deixar de ser, era o drama egípcio, tema de todo noticiário da televisão e dos jornais.

L

abib trouxera o cálice de licor da mesa e estava terminando uma frase, com sua fala rouca e muito lenta. "Os militares que derubaram o governo legítimo de Morsi são a elite intelectual do país", afirmou ele, "e há muito tempo já ganharam a confiança da nação pela sua sobriedade e equilíbrio, apesar de algumas vezes terem apelado para a força". Aadila negava com a cabeça; entretanto, seu tom de voz era cordial: "Os militares prometem fazer o país marchar para a democracia, mas no entanto derrubam um presidente livremente eleito. Não há contradição nisso?" Zara, a dona da casa, havia trazido da copa um bule de café e serviu cada um dos convidados. Depois do primeiro go-

LUIZ CARLOS LISBOA lhante à do Egito, e que saltaram para patamares de desenvolvimento espantoso, enquanto o nosso, por desinformação e inércia, se amarrava nos próximos dez anos pelo menos, elegendo Morsi, à rigidez religiosa que permite e proíbe o que quer, sustentada nas urnas por, no máximo, 30% de religiosos, que comandam o destino dos demais 70% – os quais não escolheram porque nunca lhes deram condições de escolher, impedidos de pensar fora dos dogmas. Isso é escravidão e nada tem a ver com democracia".

E Partidários de Mursi em manifestação pelas ruas do Egito: atraso e, ao mesmo tempo, legitimidade. le a conversa recomeçou. Aadila quis completar seu pensamento: "A primeira eleição democrática no Egito depois muitos anos, foi anulada num golpe de Estado pelos militares". A voz de Labib aparteou: "Pela unanimidade dos militares, é bom lembrar. Penso no sentido dessa unanimidade".

tudo de outra forma. O que deve preceder a democracia é a compreensão do seu sentido, não uma palavra que se repete. É dar ao povo que escolhe discernimento para distinguir e priorizar o que é essencial e justo, sem o recebimento de favores e vantagens. Fora

desse entendimento o ato de votar não faz sentido. O que a chefia militar que afastou Morsi quis e quer foi recomeçar o processo de modernização da política egípcia, até então uma caricatura medieval alimentada por condicionamentos milenares que se somam

O que deve preceder a democracia é a compreensão do seu sentido, não uma palavra que se repete. É dar ao povo discernimento para distinguir e priorizar o que é essencial.

D

epois de um instante de silêncio na varanda, Abdul fez menção de falar. Homem sério e culto, é uma pessoa respeitada até pelos inimigos. E ele diz: "Democracia e eleições estão associadas no mundo inteiro, mas quem examina essa relação e consegue separar razão e emoção –coisa raríssima – vê

com ameaças de castigos neste mundo e no outro. Os tempos mudaram, o Egito precisa entrar no século 21".

A

gora Zara parecia em dúvida: "Não entendo porque os militares devem merecer mais crédito do que os eleitores que levaram Morsi ao poder..." "Veja só", diz Abdul inclinado para a frente na poltrona, "só eles têm informação suficiente do que se passa no mundo, porque leem na sua e em outra língua o que o mundo faz, discute e comenta. E eles olham para o exemplo de países como a Coreia do Sul, a Índia, os Emirados, que tinham nos anos 50 economia seme-

ntão, Aadila se apressa: "Mas esse massacre do povo nas ruas, acha isso aceitável?" "É medonho e injusto", diz Abdul, baixando os olhos, "mas as revoluções são sempre medonhas. Agora, no entanto, com a televisão, o telefone celular e a social media, tudo aparece diante de nós, e nos fere mais. No tempo da Guerra Civil americana, da Primeira Guerra Mundial e até da Segunda Guerra, tudo parecia mais distante e um tanto incolor, porque nossos sentidos não exigiam de nós providências instantâneas". Outro pequeno silêncio e Zara chega de novo na varanda, trazendo refrescos numa bandeja. E ela fala, sorrindo: "Vamos mudar um pouco de assunto?". LUIZ CARLOS LISBOA É JORNALISTA E RESIDE EM PRINCETON (EUA). ALGUTE22@GMAIL.COM

OS PRISIONEIROS GERIÁTRICOS JAMIE FELLNER

M

ais e mais prisões nos EUA parecem clínicas de repouso com barras, onde os idosos e debilitados levam vidas pela metade. A prisão não é fácil para ninguém, mas pune ainda mais os atacados pelo peso da velhice. Mesmo assim, idosos e os muito idosos representam o segmento da população prisional de crescimento mais acelerado. Por exemplo, a Comissão de Livramento Condicional do Estado de Nova York está para decidir se concede liberdade condicional para Anthony D. Marshall, condenado por roubar a mãe, Brooke Astor. Marshall tem 89 anos, sofre de mal de Parkinson e de insuficiência cardíaca congestiva. Segundo seus advogados, ele não consegue ficar de pé nem se vestir sozinho. Ele é um entre os pelos 26.100 homens e mulheres com mais de 65 anos encarcerados em prisões federais e estaduais, o que significa um crescimento de 62% em apenas cinco anos.

E

m grande medida isso se deve a décadas de políticas de tolerância zero em relação ao crime – sentenças mínimas obrigatórias, leis das "três transgressões" e o fim do livramento condicional federal. Tais números devem crescer à medida que mais e mais prisioneiros permanecem encarcerados

com 70 ou 80 anos, muitos até a morte. Eu tento imaginar meu pai com 90 anos na prisão. Com o corpo e a mente afetados pela idade, ele arrasta os pés, leva uma eternidade dolorosa para se levantar de uma cadeira e se esquece dos nomes dos netos.

C

omo ele se sairia subindo e descendo do leito superior de um beliche? Será que ele se lembraria de onde fica sua cela nos corredores compridos de muitas prisões? Como seus ossos quebradiços lidariam com o colchão e o cobertor finos em uma cela fria durante o inverno ou o coração fraco enfrentaria o calor do verão? Se sofresse um "acidente", alguém o ajudaria a se limpar? Ao contrário de Marshall, alguns prisioneiros idosos cometeram crimes violentos e muita gente pensa que eles somente deveriam deixar a prisão rumo à "cidade dos pés juntos". Raiva, pesar e o desejo de pagar na mesma moeda são compreensíveis, e todos nós podemos concordar que quem cometeu crimes sérios deve ser responsabilizado. Porém, tal pagamento pode descambar em vingança. Embora ser idoso não devesse representar um cartão de saída da prisão, doenças e

debilidades podem mudar o cálculo da Justiça.

V

ale a pena perguntar: o que nós, enquanto sociedade, ganhamos ao manter essas pessoas na prisão? Falo de gente como o prisioneiro de 87 anos que tinha uma letra "E" pintada no sapato esquerdo e uma "D" no direito para não

confundir os dois e que nem sequer parecia perceber que estava na prisão. Ou os idosos que vi jogando bingo na prisão e precisavam que os funcionários marcassem as cartelas para eles. O procurador-geral, Eric Holder, deu sua resposta a essa questão no dia 12 de agosto, quando anunciou novas políticas de soltura compassiva para o órgão federal responsável pelas prisões. Prisioneiros federais idosos e com debilidades

que cumpriram boa parte da pena e não representam perigo são candidatos a serem liberados mais cedo.

E

studos sobre reincidência revelam com consistência que o crime decai com a idade. Quem está acamado ou em uma cadeira de rodas apresenta pouca probabilidade de ter um surto criminoso. O grande

número de prisioneiros idosos que conheci quer passar o tempo que lhes resta com seus familiares; eles estão entrando em concordância com a mortalidade, lamentam seus crimes e esperam, se houver tempo, reparar os prejuízos. Manter os idosos e debilitados na prisão é extremamente caro. Os custos médicos anuais para presos idosos são de três a nove vezes maiores do que para os jovens porque, como se dá na população em geral, os idosos encarcerados

apresentam taxas altas de doenças crônicas e enfermidades, com mais internações e cuidados médicos. Conversei com dezenas de funcionários do setor correcional que reconhecem que os agentes não têm treinamento para lidar com presos geriátricos. Não há número suficiente para dar a atenção que tais prisioneiros possam precisar – como garantir que tomem as medicações, encontrem o caminho para a cela e se mantenham limpos. E o que pode ser feito? A soltura por compaixão e programas de livramento condicional médico existem em muitos sistemas prisionais, mas são mal usados e muitas vezes excluem quem cometeu crimes violentos ou sexuais, mesmo quando essas pessoas não têm mais capacidade para repetir tais atos.

S

e os programas foram criados e usados de forma adequada, prisioneiros envelhecidos poderiam retornar às suas famílias. Outros poderiam ser encaminhados a clínicas de repouso ou residências com assistência social – embora seja cada vez mais difícil encontrar instituições particulares que aceitem antigos prisioneiros. Os governos federal e estadual também deveriam

descartar a exigência de sentenças obrigatórias que condenem os criminosos a envelhecer na prisão, sem levar em consideração se representam ameaça ao público ou têm potencial para a reabilitação. Se não estivermos dispostos a mudar as leis de definição de sentença ou empregarmos mais a soltura por compaixão, será necessário investir grandes somas de dinheiro nas prisões para fornecer as condições adequadas para a crescente população de prisioneiros geriátricos.

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sso significa investir em treinamento especial para agentes correcionais, atendimento médico 24 horas, reforma de prédios, celas e banheiros adaptados a cadeiras de roda, unidades com beliches baixos e sem escadas e aumento do tratamento hospitalar para quem tem doença terminal. Será que queremos mesmo esse caminho? No caso de prisioneiros frágeis e incapacitados, que podem ser libertados com segurança, para passar o que resta de suas vidas sob condicional supervisionada, soltar é uma opção muito mais sensível e compassiva. JAMIE FELLNER É CONSULTOR SÊNIOR DA HUMAN RIGHTS WATCH, ENTIDADE INTERNACIONAL EM DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS. THE NEW YORK TIMES NEWS SERVICE/SYNDICATE


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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As novas derrapadas da

economia incentivaram novas pressões dos que querem ver Lula disputando a Presidência em 2014.

gibaum@gibaum.com.br

2 “A gente vai envelhecendo e vai ficando melhor, sabia? Pena que o Felix não gostou da coisa!”

BÁRBARA PAZ // atriz, 38 anos, sobre suas cenas de lingerie na novela Amor á Vida.

Fotos: BusinessNews

Só mulheres Pela primeira vez, o Brasil abrigará, entre os próximos dias 26 e 31, o Encontro Internacional da Marcha Mundial das Mulheres, em São Paulo, que contará com representantes de 40 países. Entre elas, a advogada tunisiana Basma Khalfaoui, ativista de direitos femininos e a marroquina Khadija Rhamiri: as duas falarão sobre as revoltas no mundo árabe. Será a nona edição do Encontro, que já aconteceu na Índia, Filipinas e Ruanda e deverá ser encerrada com uma caminhada com saída do Masp, na Avenida Paulista.

ATÉ JINGLE A cantora Marisa Monte fazia um show no Citibank Hall, no Rio, na semana passada, quando, de repente, uma incontida admiradora resolveu brindá-la com um grito musical: “De mulher para mulher! Marisaaa!” A fã resolveu misturar a assinatura da rede de lojas Marisa para bem homenageá-la. Toda a platéia riu, inclusive a própria Marisa Monte.

As vésperas do lançamento do single Applause , que integra o seu novo álbum Artpop, a super-máquina de promoção de Lady Gaga não descansa: ela já apareceu toda nua na V Magazine em quatro ensaios diferentes (e num deles aparece morena) e agora, entre novas fotos no Instagram e montagens por computação gráfica que beiram o surrealismo, surge com uma espécie de grande ninho na cabeça (dentro de um caldeirão), enfiada numa grande cartola, envolta numa espécie de névoa e por aí vai. Para quem não tem idéia: Lady Gaga faturou no ano passado US$ 52 milhões entre discos, shows e perfumes.

Máquina de promoção

O pré-presidenciável Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, quando declara seu apoio a prévias em seu partido na hipótese de haver mais de um candidato a presidente, sabe que os tucanos só vão tratar disso após o prazo de filiação partidária (4 de outubro) para os candidatos às eleições do ano que vem. Ou seja: depois de José Serra ter decidido seu destino político, se permanece no PSDB ou se migra para o PPS. Mais: esse apoio é pura opinião pessoal porque tudo depende ainda da Executiva tucana. Resumo da ópera: se decidir permanecer no PSDB, Serra não tem certeza de nada, embora o próprio Aécio queira que ele saia candidato ao Senado. E a reação de Aécio sobre as prévias, por assim dizer, é mineirice pura .

Mineiro é mineiro

Contra as APAEs Uma das raras experiências de entidades de amparo bem sucedidas no país, que prestam serviços inestimáveis a crianças portadoras de necessidades, as APAEs, está na mira da ministrachefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que opera a aprovação do projeto que “determina a universalização do atendimento a estudantes com deficiência na rede regular de ensino”. Essa “universalização” pode significar o esvaziamento das APAEs e o deslocamento das crianças atendidas para a rede convencional de ensino, que não tem a menor estrutura para acompanhar deficientes. O relator do projeto é José Pimentel (PT-CE), líder do governo no Congresso, que reafirma o compromisso de Dilma Rousseff em manter decreto que diz que a oferta de educação se dará “preferencialmente” na rede regular.

MAIS: o ex-presidente resiste e nesses dias, resolveu até ironizar: "Vocês tem que entender que eu governo melhor de fora."

Outros tempos O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) relembrava, dia desses, a propósito das denúncias envolvendo empresas que teriam participado do cartel de trens da CPTM e Metrô de São Paulo que, em 1999, quando era ministro da Justiça, tentou suspender uma concorrência para aquisição de passaportes. Alegava, na época, que Mario Covas Neto, o Zuzinha , faria suposto lobby para a Siemens e para a Tejofran, de Antonio Dias Felipe, seu padrinho, por sinal. Não conseguiu e elas levaram um contrato de quase R$ 200 milhões.

CRIME DE FÉ Um novo vídeo que acaba de ser postado pelo Porta dos Fundos está mobilizando entidades católicas e evangélicas: conta a história de uma mulher, interpretada pela atriz e cantora Clarice Falcão, que vai ao ginecologista e é descoberta com a imagem de Cristo em suas partes mais intimas. O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) está acionando a Polícia Federal para apurar suposto crime, baseado no artigo 208 do Código Penal que proíbe “vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”. No primeiro dia, 1,5 milhão de pessoas acessaram o vídeo na internet.

MISTURA FINA JÁ ESTÁ quase virando acordo: PSB e PDT conversam sobre as eleições no Rio e os socialistas podem apoiar a candidatura de Miro Teixeira ao governo carioca, apresentando o nome do ex-ministro José Gomes Temporão para formar na vice.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, vem se encontrando – um de cada vez – com os peso-pesados dos bancos, com os quais discute conjuntura econômica, oferta de crédito, desembarque ou não de grupos de investidores de fora e, claro, a alta do dólar. As instituições financeiras possuem grupos de economistas e competentes serviços de informações sobre movimentos dos mercados que abastecem, diariamente, seus dirigentes. No geral, os poderosos do sistema financeiro apenas recomendam cautela em alguns procedimentos. E a eles, Mantega repete que não vê razão para o país torrar reservas para segurar a moeda americana, o que acaba de fazer, por sinal.

A modelo Alessandra Ambrósio, gaucha, 32 anos, mãe de dois filhos, é uma das escolhidas para ser fotografada por Patrick Demarchelier para o Calendário Pirelli 2014, que volta com sua habitual dose de sensualidade. Ela garante que nunca se sentiu totalmente à vontade para posar nua. “Não me sinto confortável. Sempre usei um tapasexo ou cobria os seios de maneira que parecia estar nua”. Ela é uma das estrelas da Victoria’s Secret e agora é a protagonista da nova campanha da Kio Network, do México, onde até se transforma em executiva – com um toque fashion (destaque).

Quase tudo

Egoinflado Os socialistas estão encantados com o relatório do JP Morgan sobre eleições presidenciais destinado a seus investidores que, de um lado, acha que a economia pode fragilizar Dilma Rousseff e, de outro, diz que Eduardo Campos tem boas chances de crescer. O governador de Pernambuco ficou entusiasmado com as profecias do banco de investimento e, nos últimos dias, resolveu até brincar com a aposta da instituição: “Se o JP Morgan diz isso, quem sou eu para contrariar?”

/ IN Anos 60.

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SÓ BANQUEIROS

EM CONVERSAS com os mais chegados, o senador Aécio Neves adora repetir uma frase do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre José Serra: “Ele gosta de colocar um chapéu em cada cadeira”.

OUT

Anos 90.

Patrão de cara nova O empresário e apresentador Silvio Santos, 82 anos, deverá reaparecer em seu programa no SBT nos próximos dias, exibindo o resultado de nova cirurgia plástica. É um novo lifting, com preenchimento de gordura natural em algumas áreas. É sua segunda intervenção com o cirurgião Pedro Albuquerque, que tem clínica em São Paulo, o mesmo de Marisa Letícia, Marilia Gabriela e outras celebridades. A cirurgia teria sido realizada, sob total sigilo, no Einstein de São Paulo, há mais

HOJE, a dívida do Tesouro Nacional com o FGTS está chegando aos R$ 10 bilhões porque o governo não repassa ao Fundo Garantia de Tempo de Serviço os 10% da multa cobrada das empresas, em caso de demissão sem justa causa. Os recursos dos trabalhadores estariam sendo utilizados para bancar grande parte do programa Minha Casa, Minha Vida .

GILBERTO Kassab, presidente nacional do PSD e o ex-governador e presidente do partido no DF, Rogério Rosso, estiveram reunidos com o exgovernador Joaquim Roriz na casa dele, em Brasília, numa conversa que durou mais de duas horas. O ex-prefeito de São Paulo disse ao veterano político que gostaria de ver sua filha Liliane Roriz disputando uma chapa majoritária.

ENQUANTO não cessam os protestos contra o governo de Sérgio Cabral, o torneio hípico Athina Onassis Horse Show, organizado pela neta do armador Aristoteles Onassis e seu marido, o cavaleiro Doda Miranda, deverá voltar para São Paulo, onde nasceu e onde os patrocínios são mais generosos. Só que apenas em 2014: este ano, no Rio, acaba de ser cancelado.

Colaboração:

Paula Rodrigues / Alexandre Favero

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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

DIÁRIO DO COMÉRCIO

5 COMUNICAÇÃO Os movimentos sociais e sindicais que formam o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação realizam hoje na Câmara dos Deputados, em Brasília, ato em defesa da regulação da atividade de TVs e rádios no País.

olítica

Explicações ao respeitável público Ministros se contorcem para levantar imagem do STF e mantêm veredictos

A

retomada do julgamento dos recursos do Mensalão foi marcada por contorsionismos retóricos e a decisão de manter uma pena mais rígida para o crime de corrupção. Logo no início da sessão de ontem, o presidente do STF, Joaquim Barbosa, defendeu sua posição em relação à discussão acalorada que teve com o vice-presidente, Ricardo Lewandowski, na última quinta-feira durante a análise dos embargos do ex-deputado bispo Rodrigues. Barbosa começou destacando que sua interpelação foi para zelar pelo bom andamento dos trabalhos. "Justiça que tarda não é Justiça", afirmou. "Eu ratifico meu respeito pelo tribunal e seus membros, mas reafirmo a condição de adotar todas as medidas ao meu alcance para os serviços serem transparentes e sem delongas, em respeito à sociedade que paga nossos salários." Com a palavra, Lewandowski classificou o episódio – no qual foi acusado por Barbosa de fazer "chicana"– de "lamentável", e se apoiou no público: "Eu me senti externamente confortado pelas manifestações formais e explícitas de solidariedade. Quero deixar este episódio de lado, considerá-lo ultrapassado. Este tribunal e sua história são maiores que seus membros." Coube ao ministro Celso de Mello, decano da Corte, a bronca: "O episódio que se registrou na semana anterior, muito mais do que mero incidente, supera (...) a esfera pessoal de seus ilustres protagonistas para se projetar em uma dimensão eminentemente institucional, constituindo motivo que deve merecer séria reflexão

por parte dos Juízes desta Corte Suprema." Em seguida, Barbosa criticou o corporativo: "Tenho visão bastante peculiar sobre a presidência. Não vejo a presidência como eco de vontades corporativas, é algo bem superior a isso." O ministro Marco Aurélio Mello – que votou com Lewandowski em favor do recurso do Bispo Rodrigues ao lado de Dias Toffoli – fez uma crítica velada: "Censurar posturas diversas daquela que se tem e, a um só tempo, alardear modernidade e pluralidade soa, no mínimo, como hipocrisia." Ao retomarem o julgamento dos embargos do Bispo Rodrigues, o STF entendeu por 8 votos a 3 que ele cometeu o crime de corrupção em dezembro de 2003 e, por isso, deveria ser enquadrado na Lei 10.763/03 que prevê pena 2 a 12 anos de prisão. A opinião de Lewandowski, que acabou causando o show de gentilezas da semana passada é a de que o réu deveria ser enquadrado na lei anterior, mais branda. Ele considerou que o ato de corrupção ocorreu em 2002 quando Rodrigues fez a negociata para o recebimento da "mesada" paga aos integrantes da base aliada durante o governo do ex-presidente Lula. Mas Barbosa destacou que nos autos do processo constava apenas o ato ocorrido em 2003. A decisão pode ter impacto no julgamento dos recursos do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado a 10 anos e 10 meses de prisão por corrupção ativa e formação de quadrilha. Sua defesa alega que o cálculo das penas deveria se basear nas regras anteriores à lei de 2003. (Agências)

O episódio da semana anterior constitui motivo que deve merecer séria reflexão por parte dos Juízes desta Corte. CELSO DE MELLO

Reafirmo adotar todas as medidas ao meu alcance para os serviços serem transparentes e sem delongas, em respeito à sociedade. JOAQUIM BARBOSA

Quero deixar este episódio de lado, considerá-lo ultrapassado. Este tribunal e sua história são maiores que seus membros. RICARDO LEWANDOWSKI


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DIÁRIO DO COMÉRCIO

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O embargante (Salgado) tenta rediscutir o mérito da condenação a pretexto de discutir pontos obscuros. Joaquim Barbosa, presidente do STF

olítica

Pedro Ladeira/Folhapress

Supremo rejeita todos os recursos A Corte manteve, ontem, as penas de Rodrigues, Rebello, Salgado e Samarane.

D

ando continuidade ao julgamento do Mensalão, o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou todos os recursos apreciados na sessão de ontem. Foram mantidas as penas do ex-deputado federal Carlos Rodrigues, o Bispo Rodrigues, da ex-presidente do banco que ajudou o esquema do Mensalão, Kátia Rebello, do ex-vice presidente do banco, José Roberto Salgado, e do exvice, Vinícius Samarane. Os recursos de Rebello, Salgado e Samarane foram rejeitados unanimemente. A Corte voltará a se reunir hoje e avaliará embargos de Marcos Valério, operador do esquema do Mensalão, e de Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT. Os embargos declaratórios – tipo de recurso que está sendo avaliado – não podem reverter em condenação. Só servem para sanar contradições ou omissões no documento elaborado da Corte, resumindo o que foi decidido no julgamento, incluindo o tempo de penas e os motivos da condenação. A decisão sobre o Bispo Rodrigues foi a única aprovada por maioria e não por unanimidade. A defesa de outros réus,

como a do ex-ministro José Dirceu, acredita que o caso do Bispo poderia refletir positivamente para os réus. Os ministros Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Marco Aurélio Mello foram os únicos que acolheram os argumentos do Bispo, condenado por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele recebeu pena de 6 anos e 3 meses de prisão e multa de cerca de R$ 700 mil. Rabello – Kátia Rebello fora condenada a 16 anos e 8 meses, mais multa de R$ 1,5 milhão, por crimes de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e gestão fraudulenta. Como são mais de 8 anos, a prisão deverá ser em regime fechado. No recurso, a dona do Banco Rural alegava que o STF considerara os mesmos fatos para condená-la por mais de um crime. Todos os argumentos foram recusados. Ela ainda pode ter uma segunda chance para reverter a decisão – o embargo infringente. Os ministros ainda discutirão se esse recurso é válido. Salgado – José Roberto Salgado foi condenado em dezembro a 16 anos e 8 meses de prisão e multa de R$ 926 mil.

No recurso, alegou que a decisão do STF foi "confusa, desorganizada e incompleta" e que os mesmos fatos foram considerados para condená-lo por diferentes crimes. Os argumentos do ex-vice presidente do banco foram rejeitados unanimemente pela Corte. "O embargante tenta rediscutir o mérito da condenação a pretexto de discutir pontos obscuros", disse Barbosa. Samarane – A pena de Vinícius Samarane continua sendo de 8 anos e 9 meses de prisão por crimes de lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta. A defesa argumentou que as penas foram muito altas para quem teve participação menor – o réu só teria pecado por omissão, deixando o esquema de lavagem de dinheiro e de gestão fraudulenta ocorrer no Banco Rural, onde tinha posição de gerência. Em resposta, Joaquim Barbosa argumentou que a pena aplicada já estava em um patamar mais baixo – só pelo crime de lavagem, ele deverá cumprir 5 anos e 3 meses, em vez da punição máxima, 10 anos. O mesmo aconteceu com a pena para o crime de gestão fraudulenta: ele foi condenado a 3 anos e 6 meses. A pena máxima é de 12 anos. (Folhapress)

Brasil terá 4 mil médicos cubanos

O

Brasil vai receber 4.000 médicos cubanos nos próximos meses, 400 deles logo, no programa federal Mais Médicos. Segundo informou o Ministério da Saúde ontem, eles serão direcionados para 701 cidades que não foram escolhidas por profissionais na primeira etapa do programa, 84% delas no Norte e no Nordeste do País. O programa Mais Médicos foi lançado em julho pela presidente Dilma Rousseff,

para instalar médicos, brasileiros ou não, no interior do País e nas periferias das grandes cidades. Este mês, após constatar que o primeiro mês de seleção do programa supriu menos de 15% da demanda, o ministro Alexandre Padilha (Saúde) afirmou que o País faria acordos internacionais para alavancar as inscrições no programa. E citou um potencial acordo com Cuba, que havia oferecido 6.000 profissionais ao Brasil. Na primeira rodada de

inscrições, o programa teve a adesão de 18.450 profissionais, sendo que 1.920 deles atuam no exterior (brasileiros ou não). Desses, só 1.816 finalizaram a seleção. Foram designados para 579 cidades – cobrindo 11,8% da demanda por 15.460 médicos feita pelos prefeitos e 16,5% das cidades inscritas. Os médicos selecionados na 1ª etapa começam a chegar ao País amanhã. Uma 2ª rodada de inscrições já teve início. (Agências)

Plenário do Supremo Tribunal Federal ontem: a Corte retomou os trabalhos e se mostrou implacável.

Ideli comemora atos da Câmara Ministra afirma que presidente Dilma ficou muito satisfeita com os resultados Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr

A

ministra Ideli Salvatti, das Relações Institucionais, comemorou ontem a manutenção dos quatro vetos presidenciais analisados na noite de terçafeira, pelo Congresso. No entanto, a ministra refutou que a vitória do governo tenha provocado traumas na relação com o Legislativo, uma vez que o próprio presidente da Câmara, o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), seguido pela bancada de seu partido, acabou votando pela derrubada do veto ao projeto que isentava os Estados e os municípios de desonerações promovidas pelo governo federal. Segundo ela, a presidente Dilma Rousseff – que se empenhou pessoalmente em negociar a questão com líderes aliados e com o próprio presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL) – ficou "muito satisfeita" com o resultado das votações de terça-feira, e disse que se trata de uma "vitória para o País". "Em primeiro lugar, acho que é vitória da harmonia entre os Poderes. Aquilo que a Constituição brasileira prega e todos nós temos a

Ideli manifesta contentamento obrigação de buscar essa harmonia. A presidenta ficou muito satisfeita, porque isso foi fruto de um processo de muita conversação, de negociação em pontos em que era possível ter negociação", afirmou a ministra. Sobre a fala do presidente da Câmara – Henrique Alves afirmou ontem que a lealdade a seu partido será sempre maior do que a qualquer governo ao justificar o motivo de ter votado contra um dos vetos da presidente –, Ideli avaliou que o resultado final acabou sendo extremamente positivo para o País. "Nós não tivemos a aprovação de nenhuma matéria que pudesse desequilibrar as contas, aquilo que poderia ser

aprimorado o foi, através de uma nova redação para que não pairasse dúvida a respeito da questão do exercício da profissão de médico e de outras profissões que atuam correlacionadas na questão da saúde do povo brasileiro", ponderou a ministra. Questionada se, ainda assim, a votação teria provocado traumas para o Palácio do Planalto, ela respondeu de imediato: "Traumas? O que foi possível negociar, se negociou. O que não foi possível negociar, no voto, inclusive no voto secreto, que preserva os parlamentares, o resultado foi a manutenção. Então, não consigo vislumbrar nisso algum ponto negativo. É uma decisão soberana do Congresso, que nós respeitamos, obviamente." Ideli afirmou ainda não ter "a menor dúvida" de que a vitória é resultado do novo comportamento da presidente, que, nas últimas duas semanas, realizou ao menos cinco audiências com líderes da base no Congresso para viabilizar votações importantes nas duas Casas. Ela também agradeceu aos parlamentares – em especial a Renan Calheiros. (Folhapress)


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BMC Asset Management - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 04.163.016/0001-76 Sede: Cidade de Deus, s/nº - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Cotistas,

No período, a BMC DTVM registrou Lucro Líquido de R$ 132 mil, Patrimônio Líquido de R$ 9,828 milhões e Ativos Totais de R$ 10,213 milhões.

Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do semestre findo em 30 de junho de 2013, da BMC Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (BMC DTVM), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

Osasco, SP, 19 de julho de 2013. Diretoria

BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 5a) ....... Carteira Própria ............................................................................................................................................. Vinculados à Prestação de Garantias ........................................................................................................... OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 6)........................................................................................................................................... REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 6)........................................................................................................................................... PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS ......................................................................................................................................... Outros Investimentos (Nota 7)....................................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................

2013

2012

9.865 23 9.812 9.688 124 30 30 347 347 347 1 1 1 10.213

9.777 29 9.715 9.599 116 33 33 192 192 192 1 1 1 9.970

PASSIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Sociais e Estatutárias .................................................................................................................................... Fiscais e Previdenciárias (Nota 9a)............................................................................................................... Diversas (Nota 9b).........................................................................................................................................

2013

2012 160 160 5 63 92

248 248 61 106 81

EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 9a)...............................................................................................................

225 225 225

187 187 187

PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País (Nota 10a) ........................................................................................................... Reservas de Lucros (Nota 10c).....................................................................................................................

9.828

9.535

5.500 4.328

5.020 4.515

TOTAL ...........................................................................................................................................................

10.213

9.970

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil

2013 RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................................................ Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 5c).......................................................... RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................................................... OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS................................................................................. Outras Despesas Administrativas (Nota 11).................................................................................................. Despesas Tributárias (Nota 12) ..................................................................................................................... Outras Receitas Operacionais (Nota 13)....................................................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 13)..................................................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ..................................................................................................................... RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Notas 15a e b) ......................................................... LUCRO LÍQUIDO..........................................................................................................................................

2012 346 346 346 (146) (126) (20) 6 (6) 200 200 (68) 132

Número de cotas (Nota 10a) ......................................................................................................................... Lucro por lote de mil cotas em R$.................................................................................................................

449 449 449 (112) (87) (21) 2 (6) 337 337 (115) 222

5.500.000 24,00

5.020.000 44,22

Eventos Saldos em 31.12.2011.....................................................................

Capital Social 1.860

Aumento de Capital com Reservas .................................................. Lucro Líquido.................................................................................... Destinações: - Reservas................................................................... - Dividendos Propostos...............................................

3.160 -

(86) 11 -

(3.074) 209 -

Saldos em 30.6.2012.......................................................................

5.020

320

4.195

-

9.535

Saldos em 31.12.2012.....................................................................

5.020

328

4.349

-

9.697

Aumento de Capital com Reservas .................................................. Lucro Líquido.................................................................................... Destinações: - Reservas................................................................... - Dividendos Propostos...............................................

480 -

Saldos em 30.6.2013.......................................................................

5.500

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

Reservas de Lucros Legal Estatutárias 395 7.060

(309) 7 26

Lucros Acumulados -

Totais 9.315

222 (220) (2)

(171) 124 -

222 (2)

132 (131) (1)

4.302

132 (1)

-

9.828

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil 2013

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil 2012

Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro antes do Imposto de Renda e Contribuição Social .....................................................................

200

337

Ajustes ao Lucro antes dos Impostos.......................................................................................................

22

26

Despesas com Provisões Fiscais ................................................................................................................

22

26

Lucro Ajustado antes do Imposto de Renda e Contribuição Social.......................................................

222

363

(Aumento)/Redução em Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos ..................

9

(Aumento)/Redução em Outros Créditos ....................................................................................................

(21)

(258) (8)

Aumento/(Redução) em Outras Obrigações ...............................................................................................

1

(34)

Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos .........................................................................................

(200)

(42)

Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais .....................................................

11

21

Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa...........................................................................

11

21

Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período .......................................................................................

12

8

Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período ..........................................................................................

23

29

Aumento/(Redução) Líquido de Caixa e Equivalentes de Caixa.............................................................

11

21

Descrição 1 - Receitas...................................................................................... 1.1) Intermediação Financeira.................................................. 1.2) Outras ................................................................................. 2 - Insumos Adquiridos de Terceiros............................................ Propaganda e Publicidade .......................................................... Serviços Técnicos Especializados .............................................. Serviços do Sistema Financeiro ................................................. Outros ......................................................................................... 3 - Valor Adicionado Bruto (1-2) .................................................... 4 - Valor Adicionado a Distribuir ................................................... 5 - Distribuição do Valor Adicionado ............................................ 5.1) Impostos, Taxas e Contribuições ..................................... Federal ................................................................................. 5.2) Remuneração de Capitais Próprios ................................. Dividendos ........................................................................... Lucros Retidos .....................................................................

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

2013

%

346 346 (126) (98) (8) (7) (13) 220 220 220 88 88 132 1 131

2012 157,3 157,3 (57,3) (44,5) (3,6) (3,2) (6,0) 100,0 100,0 100,0 40,0 40,0 60,0 0,5 59,5

% 445 449 (4) (87) (64) (8) (5) (10) 358 358 358 136 136 222 2 220

124,3 125,4 (1,1) (24,3) (17,9) (2,2) (1,4) (2,8) 100,0 100,0 100,0 38,0 38,0 62,0 0,6 61,4

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL A BMC Asset Management - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (BMC DTVM ou Instituição) é uma instituição financeira que tem por objetivo praticar operações e atividades pertinentes às disposições legais e regulamentares aplicáveis às sociedades da espécie. É parte integrante da Organização Bradesco, suas operações são conduzidas de forma integrada a um conjunto de empresas que atuam nos mercados financeiros e de capitais, utilizando-se de seus recursos administrativos e tecnológicos e na gestão de riscos e suas demonstrações contábeis devem ser entendidas neste contexto. Nos semestres findos em 30 de junho de 2013 e 2012, a Instituição não realizou operações relativas aos seus objetivos sociais.

De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção das mencionadas Leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. A composição dos valores de imposto de renda e contribuição social, a demonstração dos seus cálculos, bem como a origem e previsão de realização dos créditos tributários, estão apresentados na Nota 15.

2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nos 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com as alterações introduzidas pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem estimativas e premissas, tais como: estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis e fiscais; perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de ativos não financeiros e outras provisões. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 19 de julho de 2013.

f) Investimentos Os outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas/redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável.

3) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) Moeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério pro rata dia e calculadas com base no método exponencial. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda. d) Títulos e valores mobiliários - classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período e ajustados ao valor de mercado em contrapartida ao patrimônio líquido, deduzido dos efeitos tributários os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda bem como os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. e) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre as adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros Créditos - Diversos”, e a provisão para as obrigações fiscais diferidas é registrada na rubrica “Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias”. Os créditos tributários sobre as adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente com base nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro é calculada considerando a alíquota de 15% para empresas do segmento financeiro. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes.

g) Redução ao valor recuperável de ativos (Impairment) Os ativos financeiros e não financeiros são avaliados para verificar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido uma perda no seu valor recuperável. A evidência objetiva de que os ativos financeiros perderam valor pode incluir o não pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, indicações de processo de falência ou mesmo, um declínio significativo ou prolongado do valor do ativo. Uma perda por redução ao valor recuperável (impairment) de um ativo financeiro ou não financeiro é reconhecida no resultado do período se o valor contábil do ativo ou unidade geradora de caixa exceder o seu valor recuperável. h) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas; • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas; e • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. Detalhamento dos processos judiciais, bem como a segregação e movimentação dos valores registrados, por natureza, estão apresentados na Nota 8. i) Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos (em base pro rata dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias incorridos (em base pro rata dia). j) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente que requer ajustes ou divulgações para as demonstrações contábeis encerradas em 30 de junho de 2013. 4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA A Instituição possui disponibilidades de R$ 23 mil (2012 - R$ 29 mil), e não possuía outras contas que seriam consideradas equivalentes de caixa.

5) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Classificação por categorias e prazos

Títulos (1) Títulos para negociação: (3) Letras financeiras do tesouro .............................................................. Letras financeiras ................................................................................ Notas do tesouro nacional................................................................... Debêntures .......................................................................................... Certificados de depósito bancário ....................................................... Letras do tesouro nacional .................................................................. Total em 2013 ..................................................................................... Total em 2012 .....................................................................................

1 a 30 dias

31 a 180 dias 121 1.365 1.486 2.469

181 a 360 dias 2 162 257 421 982

Acima de 360 dias

91 201 5 420 717 1.140

Valor de mercado/ contábil (2)

4.346 1.783 713 7 339 7.188 5.124

4.439 2.267 1.365 718 684 339 9.812

2013 Valor de custo atualizado 4.439 2.267 1.365 718 684 339 9.812

Em 30 de junho - R$ mil 2012 Valor de mercado/ contábil (2)

Marcação a mercado -

Marcação a mercado

4.685 1.316 1.260 144 745 1.565

-

9.715

-

(1) As aplicações em cotas de fundos de investimento foram distribuídas de acordo com os papéis que compõem suas carteiras, preservando a classificação da categoria dos fundos. No encerramento do período, os investimentos em fundos exclusivos administrados pelo Conglomerado Bradesco somavam R$ 9.688 mil (2012 - R$ 9.599 mil). Na distribuição dos prazos, foram considerados os vencimentos dos papéis, independentemente de sua classificação contábil; (2) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificação, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimentos, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; e (3) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante. b) A BMC DTVM não possuía operações com instrumentos financeiros derivativos em 30 de junho de 2013 e de 2012. c) Resultado de títulos e valores mobiliários Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 Fundos de investimentos......................................................................................................................... 342 444 Títulos de renda fixa ................................................................................................................................ 4 5 Total ........................................................................................................................................................ 346 449 6) OUTROS CRÉDITOS 2013 Devedores por depósitos em garantia - fiscais........................................................................................ Créditos tributários (Nota 15c e d)........................................................................................................... Opções por incentivos fiscais .................................................................................................................. Imposto de renda a compensar............................................................................................................... Devedores diversos ................................................................................................................................. Total ........................................................................................................................................................

214 120 37 6 377

Em 30 de junho - R$ mil 2012 58 102 37 11 17 225

7) INVESTIMENTOS O investimento de R$ 1 mil (2012 - R$ 1 mil) refere-se a título patrimonial da CETIP Educacional. 8) PROVISÕES, ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS a) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente ativos contingentes. b) Provisões classificadas como perdas prováveis e obrigações legais - fiscais e previdenciárias A Instituição é parte em processos judiciais de natureza fiscal, decorrentes do curso normal de suas atividades. Na constituição das provisões a Administração leva em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. A Administração da Instituição entende que a provisão constituída é suficiente para atender às perdas decorrentes dos respectivos processos. O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o desfecho da ação, representado por decisões judiciais, sobre as quais não caiba mais recursos, ou a sua prescrição. I - Obrigações legais provisão para riscos fiscais A Instituição vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, os quais estão totalmente provisionados não obstante as boas chances de êxito a médio e longo prazo, de acordo com a opinião dos assessores jurídicos. Essas obrigações legais e as provisões avaliadas como de risco provável, tem acompanhamento regular de suas evoluções nos trâmites do Judiciário, e no decorrer ou no encerramento de cada processo, poderão resultar em condições favoráveis à Instituição, com a reversão das respectivas provisões. II - Movimentação das provisões Em 30 de junho - R$ mil Fiscais e previdenciárias No início do 1º semestre de 2013............................................................................................................................. 189 Atualização monetária ................................................................................................................................................. 6 Constituições ............................................................................................................................................................... 16 Saldo no final do 1º semestre de 2013 (Nota 9a).................................................................................................... 211 Saldo no final do 1º semestre de 2012 (Nota 9a).................................................................................................... 175 c) Passivos contingentes classificados como perdas possíveis A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a Instituição figura como “autora” ou “ré” e, amparada na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas análises sobre as tendências jurisprudenciais e efetivada, se necessária, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto, os processos contingentes avaliados como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente.

d) Em 30 de junho de 2013 e de 2012, não há processos contingentes avaliados como de perda possível de natureza relevante. 9) OUTRAS OBRIGAÇÕES a) Fiscais e previdenciárias Em 30 de junho - R$ mil 2013 Provisão para riscos fiscais (Nota 8b) ..................................................................................................... Impostos e contribuições sobre lucros a pagar ....................................................................................... Provisão para impostos diferidos (Nota 15c)........................................................................................... Impostos e contribuições a recolher........................................................................................................ Total ........................................................................................................................................................

2012 211 63 14 288

175 106 11 1 293

b) Diversas Em 30 de junho - R$ mil 2013 Provisão para pagamentos a efetuar....................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

2012 92 92

81 81

10) PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital social O capital social no montante de R$ 5.500 mil (2012 - R$ 5.020 mil) está representado por 5.500.000 (2012 - 5.020.000) cotas, subscritas e integralizadas no valor nominal de R$ 1,00 cada. b) Movimentação do capital social Quantidade de cotas

R$ mil

Saldo inicial em 31.12.2012 .................................................................................................................. 5.020.000 5.020 Aumento de capital com reservas - Alteração Contratual de 19.4.2013 (1) ............................................ 480.000 480 Saldo final em 30.6.2013 ....................................................................................................................... 5.500.000 5.500 (1) Em 21 de maio de 2013 o Bacen aprovou o Instrumento Particular de Alteração do Contrato Social, que deliberou o aumento do capital social, mediante a utilização do saldo da conta “Reservas de Lucros - Reserva Legal” no montante de R$ 309 mil e de parte do saldo da conta “Reservas de Lucros Reserva Estatutária” no montante de R$ 171 mil, com a criação de 480.000 cotas, do valor nominal de R$ 1,00 cada uma, atribuídas ao Sócio Cotista Banco Bradesco Financiamentos S.A. c) Reservas de lucros Em 30 de junho - R$ mil 2013 Reservas de Lucros .............................................................................................................................. - Reserva legal (1) .................................................................................................................................. - Reserva estatutária (2).........................................................................................................................

2012 4.328 26 4.302

4.515 320 4.195

(1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos; e (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Instituição, pode ser constituída em 100% do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 80% do Capital Social Integralizado. continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

8

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

...continuação

BMC Asset Management - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 04.163.016/0001-76 Sede: Cidade de Deus, s/nº - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS d) Dividendos Aos Sócios-Cotistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente semestrais e mensais, utilizando-se das contas de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. O cálculo dos dividendos relativos aos semestres findos em 30 de junho, está demonstrado a seguir: R$ mil 2013 2012 Lucro líquido.......................................................................................................................................... 132 222 (-) Reserva legal - 5% sobre o lucro........................................................................................................ (7) (11) Base de cálculo ..................................................................................................................................... 125 211 Dividendos propostos .............................................................................................................................. 1 2 Percentual em relação ao lucro líquido ajustado ............................................................................... 1,0% 1,0% Valor em reais por lote de mil cotas .................................................................................................... 0,18 0,40 11) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 98 64 8 8 7 5 6 3 7 7 126 87

Propaganda e publicidade....................................................................................................................... Serviços técnicos especializados............................................................................................................ Serviços do sistema financeiro................................................................................................................ Contribuição patronal .............................................................................................................................. Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 12) DESPESAS TRIBUTÁRIAS

Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 14 18 2 3 4 20 21

Contribuição ao COFINS......................................................................................................................... Contribuição ao PIS................................................................................................................................. Impostos e taxas ..................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 13) OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS

Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 6 1 (6) (5) (4)

Atualização de depósitos em garantia..................................................................................................... Atualização de provisão para riscos fiscais............................................................................................. Total ........................................................................................................................................................ 14) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com controlador e empresa coligada estão assim representadas: 2013 Ativos (passivos)

Em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 Receitas Receitas (despesas) (despesas)

2012 Ativos (passivos)

Disponibilidades: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 23 29 Dividendos: Banco Bradesco Financiamentos S.A. ............................................ (5) (61) b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Reunião de Sócio-cotistas é fixado: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, a ser paga aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores da Instituição. Não foi fixada remuneração aos Administradores da Sociedade, tendo em vista que todos já recebem remuneração pelas funções que exercem no Banco Bradesco S.A., controlador indireto, em consonância com a prática da Organização Bradesco. A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração em instrumento baseado em ações, nos termos do CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações, aprovado pela Resolução CMN nº 3.989/11, para seu pessoal-chave da Administração. Outras informações Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria Instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares.

15) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 200 337 (80) (134)

Resultado antes do imposto de renda e contribuição social............................................................ Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente Efeito no cálculo dos tributos: Outros valores ......................................................................................................................................... Imposto de renda e contribuição social do semestre........................................................................ b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social

12 (68)

19 (115)

Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2013 2012 Impostos correntes: Imposto de renda e contribuição social devido ................................................................................. Impostos diferidos: Constituição/realização no semestre, sobre adições temporárias .......................................................... Total dos impostos diferidos................................................................................................................ Imposto de renda e contribuição social do semestre........................................................................ c) Origens dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos Saldo em 31.12.2012 Provisão para contingências fiscais ................................................. 54 Outros............................................................................................... 57 Total dos créditos tributários (Nota 6).......................................... 111 Obrigações fiscais diferidas (Nota 9a) ......................................... 12 Créditos tributários líquidos das obrigações fiscais diferidas .. 99 d) Previsão da realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias

Constituição 6 42 48 2 46

(77)

(115)

9 9 (68)

(115)

Realização 39 39 39

R$ mil Saldo em 30.6.2013 60 60 120 14 106

Em 30 de junho de 2013 - R$ mil Diferenças temporárias Imposto Contribuição de renda social Total 9 6 15 20 12 32 33 20 53 11 6 17 2 1 3 75 45 120

2013............................................................................................................................... 2014............................................................................................................................... 2015............................................................................................................................... 2016............................................................................................................................... 2017............................................................................................................................... Total (Nota 6)................................................................................................................

A projeção de realização de crédito tributário é uma estimativa e não está diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, somou R$ 113 mil (2012 - R$ 96 mil) de diferenças temporárias. 16) OUTRAS INFORMAÇÕES a) Gerenciamento de riscos A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos negócios da Organização Bradesco, motivo de constante aprimoramento desta atividade na busca das melhores práticas. A Organização Bradesco exerce o controle corporativo dos riscos de modo integrado e independente, preservando e valorizando o ambiente de decisões colegiadas, desenvolvendo e implementando metodologias, modelos, ferramentas de mensuração e controle. Promove ainda a atualização dos colaboradores em todos os níveis hierárquicos, desde as áreas de negócios até o Conselho de Administração. O processo de gerenciamento permite que os riscos sejam proativamente identificados, mensurados, mitigados, acompanhados e reportados, o que se faz necessário em face da complexidade dos produtos financeiros e do perfil da atividade da Organização Bradesco. A BMC DTVM, como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, de mercado, de liquidez e operacional. b) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) emitiu vários pronunciamentos contábeis, bem como suas interpretações e orientações, os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovadas pelo CMN. Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); • Resolução nº 3.973/11 - Evento Subsequente (CPC 24); • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento Baseado em Ações (CPC 10); • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23); e • Resolução nº 4.144/12 - Pronunciamento Conceitual Básico (R1). Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será de maneira prospectiva ou retrospectiva.

A DIRETORIA Célio Magalhães – Contador – CRC 1SP199295/O-5

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores da

também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.

BMC Asset Management - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Osasco - SP

Examinamos as demonstrações contábeis da BMC Asset Management - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“Instituição”), que compreendem Opinião o balanço patrimonial em 30 de junho de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. financeira da BMC Asset Management - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. em 30 de junho de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela Outros assuntos determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada Demonstração do valor adicionado por fraude ou erro. Examinamos também a demonstração do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da administração da Instituição, para o semestre Responsabilidade dos auditores independentes findo em 30 de junho de 2013, que está sendo apresentada como informação suplementar. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja demonstrações contábeis tomadas em conjunto. planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Osasco, 15 de agosto de 2013 Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos Cláudio Rogélio Sertório relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são KPMG Auditores Independentes Contador CRC 1SP212059/O-0 apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, CRC 2SP014428/O-6

p

Revisão e análise de contrato não tem problema que sejam feitos. Geraldo Alckmin, governador PSDB-SP

olítica

Alckmin defende transparência total

Ó RBITA Erbs Jr/Estadão Conteúdo - 24/07/2013

SARNEY TEM ALTA

Governador afirma que empresas envolvidas em cartel de metrô e trens serão punidas "exemplarmente"

O

senador José Sarney (PMDB-AP) recebeu alta do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, ontem, após dez dias de internação. Ele havia sido diagnosticado com dengue e pneumonia. Na última terça-feira, Sarney fez um cateterismo coronário, procedimento para avaliar o funcionamento das válvulas do coração. Segundo boletim médico, o estado de saúde dele é bom e Sarney continuará em acompanhamento ambulatorial.

GOULART

R

epresentantes do governo federal começaram a preparar a exumação do corpo do presidente João Goulart (1919-1976). Peritos da Polícia Federal e enviados da Comissão Nacional da Verdade querem apurar se Goulart, deposto pelo golpe militar de 1964, foi morto enquanto vivia no exílio, na Argentina. Segundo versão oficial, Jango morreu devido a um ataque cardíaco. A ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos), no entanto, já disse ver uma "possibilidade muito clara" de que ele tenha sido assassinado. Há a hipótese de envenenamento.

Q CABRAL

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deputado estadual Marcelo Freixo (PSol) protocolou na Assembleia Legislativa do Rio um pedido de impeachment do governador Sérgio Cabral (PMDB). O pedido encaminhado ao presidente da Assembleia, o deputado Paulo Melo (PMDB), informa que há "fatos que atentam contra a dignidade, a honra e o decoro do cargo de governador do Rio". No pedido, Freixo se lembra de casos como o relatado na última 'Veja', segundo o qual o escritório da primeira-dama do Rio, Adriana Ancelmo, aumentou o número de clientes após a eleição de Cabral para o governo, em 2007. Em 2006, os profissionais do escritório dela acompanhavam 500 processos. Hoje são 10 mil.

Thomas Tebet/Estadão Conteúdo

uestionado ontem sobre as investigações de contratos vigentes do Metrô de São Paulo pelo Ministério Público Estadual, o governador Geraldo Alckmin defendeu simplesmente a "transparência absoluta" no inquérito. O jornal O Estado de S.Paulorevelou, na edição de ontem, que promotores vêem indícios de que o cartel do setor metroferroviário pode ter ocorrido também em contratos atuais. A multinacional alemã Siemens delatou ao Conselho Administrativo de Direito Econômico (Cade), ligado ao Ministério da Justiça, a existência de um esquema de cartel envolvendo 20 empresas, de 1998 a 2008. Um ex-executivo da Siemens subsidia o Ministério Público com informações que podem levar à conclusão sobre a continuidade do esquema. Alckmin ainda disse que o Estado é o maior interessado na verdade e que as

empresas envolvidas no cartel do Metrô serão punidas "exemplarmente", além de terem de ressarcir o poder público. "Revisão e análise de contrato não tem problema (que sejam feitos). Quanto mais transparência tiver, melhor." Prévias – O governador defendeu que o candidato a presidente de seu partido em 2014 seja escolhido por prévias. E fez coro com os serristas ao dizer que acredita que "quanto mais você ampliar a consulta, melhor." Hoje é consenso no PSDB que numa prévia, Aécio Neves teria vitória folgada sobre José Serra. O partido já realizou prévias para decidir quem concorreria à Prefeitura de São Paulo, mas essa seria a primeira consulta para definir um postulante à Presidência. Serra, que já disputou duas vezes o Planalto, tem se movimentado como presidenciável e até estuda deixar o PSDB para disputar a Presidência pelo PPS. (Agências)

Alckmin: "Punição para envolvidos no cartel".

Inquérito da Alstom é devolvido à PF

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Ministério Público Federal considerou prematuro o relatório da Polícia Federal (PF) em que o vereador Andrea Matarazzo (PSDB) foi indiciado e solicitou novos depoimentos de envolvidos no caso do suposto pagamento de propinas a dirigentes e servidores do governo paulista por parte do grupo francês Alstom. O inquérito da PF tem como base informações do Ministério Público da Suíça relativas a

negócios da administração estadual entre 1995 a 2003. Segundo o procurador da República Rodrigo de Grandis, responsável pelo caso, é preciso 'aprofundar o que já é conhecido em termos de extensão'. "Requeri a complementação de provas. Vamos tentar ouvir pessoas que foram mencionadas no inquérito, mas que não foram chamadas para prestar depoimento. Considero que a inquirição delas é importante para a demonstra-

ção da materialidade do crime", justificou. Ele disse que serão buscados depoimentos de estrangeiros, até mesmo por meio de cooperação jurídica internacional. Segundo Grandis, também serão pedidos novos dados fiscais e bancários de envolvidos à Receita Federal e ao Banco Central. O relatório, do delegado Milton Fornazari, foi concluído pela PF em agosto de 2012. No inquérito foram indiciados,

além de Matarazzo, dois ex-dirigentes da estatal paulista de energia EPTE e outros 8 sob a suspeita de envolvimento e pagamento de propinas. De acordo com o procurador, "o relatório da PF foi feito de forma prematura". "Há que ter uma complementação. É muito mais comum pedir novas diligências após a entrega de um relatório final da PF do que apresentar denúncia com base exclusivamente no relatório." (Folhapress)


p Deputados querem restringir acesso do povo à Câmara

DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

9 Começa-se a criar uma política para o transporte coletivo. Senador Jorge Viana (PT-AC)

olítica

Joel Rodrigues/Estadão Conteúdo

Após invasão do plenário na última terça-feira, deputados estudam limites de acesso e cogitam limitar até mesmo a permissão dada à imprensa.

D

epois da invasão de cerca de 400 pessoas ao plenário da Câmara, na terçafeira, líderes partidários se reuniram ontem na Presidência da Casa para discutir soluções que evitem a repetição de casos semelhantes. O efeito colateral mais esperado, pelo que foi apresentado inicialmente por parte dos deputados, é a restrição da circulação de cidadãos comuns no Salão Verde da Câmara. Pelas regras atuais de acesso à Câmara, basta que o visitante se identifique. A partir desse momento, ele tem acesso a toda a Câmara, à exceção do plenário. Decisão definitiva sobre novas normas de acesso às de-

pendências da Câmara e ao plenário da Casa só deverá ocorrer na semana que vem. Nesse meio tempo, a direção geral da Câmara vai apresentar propostas que serão submetidas aos líderes numa próxima reunião, marcada para a próxima terça-feira (27). O que deputados, como o líder do PPS Rubens Bueno (PR), defendem é que haja um controle sobre os locais onde os visitantes podem ter acesso. Pela ideia de Bueno, os visitantes devem receber adesivos ou bottons que identifiquem o local onde ele vai. Por exemplo, uma audiência pública na Comissão de Direitos Humanos. Com isso, ele fica automaticamente impedido de circular por outras áreas.. "Temos que

Joel Rodrigues/Estadão Conteúdo

ter um controle que identifique a pessoa e saber para onde ela vai. É assim que funcionam todos os parlamentos do mundo", afirmou Bueno. Imprensa – Há também uma preocupação de parlamentares em restringir a permissão de acesso ao plenário. Hoje, além de deputados e assessores, lobistas e jornalistas circulam com liberdade pelo local. "Não é possível que a gente não consiga ter o mínimo de organização. Nós temos que pensar de uma forma que tem que ter uma tranquilidade de votar. É um tumulto tão grande, são lobistas dentro do plenário te pressionando para votar. Isso é inconcebível", disse o líder do PPS. Bueno também quer limitar os jornalistas. Segundo ele, a imprensa pode fazer seu trabalho de entrevistar parlamentares ficando restrita ao Salão Verde. O líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), foi na mesma direção. "No plenário, a não ser parlamentar e assessor, não pode entrar ninguém. Isso é em qualquer Parlamento do planeta. A imprensa não pode, como às vezes acontece, entrevistar um líder ao lado do microfone", afirmou o petista. (Folhapress)

No plenário, a não ser parlamentar e assessor, não pode entrar ninguém. A imprensa não pode. ARLINDO CHINAGLIA (PT-SP), PRESIDENTE DA CÂMARA

Projeto do Código Penal foge de polêmicas

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relator do projeto de mudança no Código Penal, senador Pedro Taques (PDT-MT), apresentou seu parecer preliminar retirando do texto propostas como a legalização do aborto e da eutanásia. Ele incluiu a tipificação da corrupção como crime hediondo e regras mais rígidas para a progressão de penas nas propostas de mudança. Os senadores poderão agora fazer emendas a este parecer e a previsão é de que a votação na comissão especial que debate o tema seja realizada em outubro. Após isso, a proposta seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça e ao plenário antes de seguir para a Câmara. "Nossa intenção é fazer um direito penal mais justo, mas tendo claro que o direito penal não é um remédio para resolver os problemas do Brasil, mas apenas um mecanismo a mais para vivermos em uma sociedade mais justa", disse Taques, que é procurador de carreira. O relator realizou alterações profundas no texto fazendo uma

supressão de diversos artigos tidos como inovadores no projeto, que é fruto de um trabalho de comissão de 16 juristas. A proposta dos juristas dava conta de que a legalização do aborto aconteceria até a 12ª semana de gestação por vontade da gestante com respaldo do médico ou psicólogo atestando não haver condições de se arcar com a maternidade. Atualmente, o aborto só é permitido em caso de estupro, risco de vida para a mulher ou anencefalia. DROGAS Em relação às drogas, a proposta era de que a posse não fosse considerado crime quando fosse para uso pessoal e em quantidade suficiente para consumo em até cinco dias. Havia ainda a previsão de descriminalização da eutanásia e da ortotanásia. "Não fiz isso para evitar polêmica, mas porque essas são as posições que defendo. Tenho certeza que cada uma delas será decidida no voto", justificou Taques.

O projeto endurece a progressão de penas. Atualmente, o condenado pode evoluir de regime após o cumprimento de 1/6 da pena. Pelo texto, só passará a ter este direito após o cumprimento de 1/4 da pena no regime inicial determinado. O regime é fechado nos casos de condenações superiores a oito anos O relator incluiu em seu parecer a tipificação do crime de corrupção como hediondo e aumentou a pena mínima das práticas de corrupção ativa e passiva de dois para quatro anos. O texto amplia ainda a punição mínima para o crime de homicídio, de seis para oito anos. 600 EMENDAS Além do texto elaborado pelos juristas, Taques analisou mais de 600 emendas apresentadas por senadores, mais de mil sugestões enviadas pela Ouvidoria da Casa, além de debates realizados em sete audiências públicas e com mais de 300 representantes de entidades. (EC)

Manifestantes no Salão Verde da Câmara, na quarta-feira, irritam os parlamentares.

Tributo zero no transporte

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Senado aprovou ontem projeto que zera as alíquotas do PIS/Pasep e Cofins que incidem sobre as atividades de transporte público nas cidades brasileiras. A proposta visa reduzir o preço das tarifas de ônibus, metrô, barcas e trens que circulam nos centros urbanos. A alíquota zero vai alcançar o transporte coletivo nas regiões metropolitanas das cidades. Com a aprovação, o projeto segue para sanção da presidente Dilma Rousseff. O governo acelerou a votação do projeto no Senado depois que a pressão popular pela queda nas tarifas deu início a uma série de protestos populares em junho. A ideia do Palácio do Planalto é dar, como resposta, sinalização de estar criando nova política de transportes urbanos no País. Não há estimativa de qual será a queda das tarifas com a redução a zero das alíquotas, mas a previsão do senador Jorge Viana (PT-AC), relator do projeto, é diminuir em 4% o custo sobre as passagens dos transportes urbanos: "As empresas deixam de ter na composição da tarifa perto de 4%, que é a soma do PIS/Pasep e Cofins. Começa-se a criar uma política para o transporte coletivo." Dilma encaminhara medida provisória com teor semelhante ao Congresso, mas o governo acelerou a tramitação do projeto porque estava em fase mais avançada de análise que a MP. "A medida provisória implicaria em mais passos na tramitação e o projeto estava pronto para ser votado. A gente agilizou o processo", disse Viana. Para garantir a aprovação da proposta, apresentou relatório em nome da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado no plenário, encurtando a análise do projeto. O relatório fora aprovado pela Comissão de Infraestrutura do Senado. Se for preciso ajustar o conteúdo da proposta, isso será feito na medida provisória que tramita na Casa. Alguns senadores sugeriram mudanças ao texto, mas a decisão

RN: camping na residência oficial.

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erca de 300 servidores da saúde e da educação em greve no Rio Grande do Norte realizaram ontem protesto em frente à residência oficial da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), em Natal, e decidiram acampar por tempo indeterminado no local. O grupo quer uma reunião com a governadora para discutir reivindicações das categorias ( reajustes salariais, investimentos em infraestrutura de saúde e educação e convocação de concursados). Rosalba só deixou a casa por volta das 15h, escoltada por três veículos. Em nota, a governadora disse estar aberta ao debate, mas se queixou dos manifestantes e sugeriu que eles formassem uma comissão para negociar. "Fazer piquete na residência oficial é muito mais do que uma provocação à pessoa da governadora e aos seus familiares. É a manifestação de uma prática intimidadora e intolerante, incompatível com o regime democrático, caro a todos os brasileiros", afirmou o texto do governo. O Rio Grande do Norte enfrenta onda de greves desde o início do mês. (Folhapress)

final foi manter a redação original para evitar que volte à Câmara. Autor do projeto, o deputado Mendonça Filho (DEM-PE) disse que o texto é uma contribuição do Congresso à pauta de reivindicações dos brasileiros apresentada nos protestos: "O projeto vai reduzir custos do transporte e consequentemente diminuir as tarifas do usuário." Redução – Em julho, o Senado aprovou projeto que permite que as desonerações concedidas pelos Estados e municípios sejam abatidas de suas dívidas com a União, no limite mensal de 30%. O projeto criou o Reiturp, um regime especial de desonerações, que exige contrapartidas dos Estados, municípios e das empresas concessionárias. Pela proposta, a desoneração só terá efeito via adesão da empresa e do órgão público responsável ao programa. Congressistas estimam a redução das tarifas em 15% com a criação do Reiturp, que ainda precisa ser aprovado pela Câmara para entrar em vigor. O texto aprovado em julho estabelece redução a zero do PIS/Pasep, por parte do governo federal, na aquisição de insumos relativos à operação dos serviços de transporte – óleo diesel, energia elétrica e bens de capitais. para fiscalizar preços, as empresas ficam obrigadas a publicar planilhas mensais com laudos do cálculo das tarifas e relatórios de seus demonstrativos financeiros. Como contrapartida, os governos estaduais têm que zerar o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e reduzir o ISS (Imposto sobre Serviços) incidente sobre o transporte público. O projeto inicial determinava também zerar o ISS, mas o relator, Lindbergh Farias (PT-RJ) liberou cada prefeitura para definir qual será a sua redução depois de protestos dos senadores. (Agências)

Cidade de Deus - Companhia Comercial de Participações CNPJ no 61.529.343/0001-32 - NIRE 35.300.053.800 Ata da Reunião Ordinária da Diretoria realizada em 1o.7.2013 No primeiro dia do mês de julho de 2013, às 11h, na sede social, Cidade de Deus, 4 o andar do Prédio Vermelho, Vila Yara, Osasco, SP, reuniram-se os membros da Diretoria da Sociedade sob a presidência do senhor Lázaro de Mello Brandão. Ausente o senhor Luiz Carlos Trabuco Cappi, em férias. Durante a reunião, os Diretores deliberaram: 1. ......................................................................................................................................... ................................................................................................................................................; 2. pagar, conforme disposições estatutárias e legais, beneficiando os acionistas que estiverem inscritos nos registros da Sociedade nesta data: a) ......................................................................................................................................... .................................................................................................................................................; b) juros sobre o capital próprio intermediários, relativos ao primeiro semestre de 2013, no valor de R$6,7400 por lote de mil ações. O pagamento será feito em 18.7.2013, pelo valor líquido de R$5,7290 por lote de mil ações, já deduzido o Imposto de Renda na fonte de 15% (quinze por cento), nos termos do Parágrafo Segundo do Artigo 9o da Lei n o 9.249/95, exceto para os acionistas pessoas jurídicas que estejam dispensados da referida tributação, que receberão pelo valor declarado, por meio de crédito em conta corrente mantida no Banco Bradesco S.A. Nada mais foi tratado, encerrando-se a reunião e lavrando-se esta Ata que os Diretores presentes assinam. aa) Lázaro de Mello Brandão, Antônio Bornia, João Aguiar Alvarez e Denise Aguiar Alvarez. -.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-..-.-.-.-.-.-.Declaramos para os devidos fins que a presente é cópia fiel de trecho da ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. Cidade de Deus Companhia Comercial de Participações. aa) Lázaro de Mello Brandão e Antônio Bornia. Certidão: Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob no 302.202/13-4, em 9.8.2013. a) Gisela Simiema Ceschin Secretária Geral.

Quixaba Investimentos S.A. CNPJ no 10.212.743/0001-89 – NIRE 35.300.359.151 Ata Sumária da Assembleia Geral Extraordinária realizada em 17.6.2013 Data, Hora, Local: Em 17.6.2013, às 16h, na sede social, Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 510, 8o andar, Sala 3, Vila Nova Conceição, São Paulo, SP, CEP 04.543-906. Mesa: Presidente: Aurélio Conrado Boni; Secretário: Ariovaldo Pereira. Quórum de Instalação: Totalidade do Capital Social. Presença legal: Representantes da Quixaba Empreendimentos e Participações Ltda., única Acionista da Sociedade. Edital de Convocação: Dispensada a publicação do Edital de Convocação, de conformidade com o disposto no §4o do Art. 124 da Lei no 6.404/76. Deliberação: - Aprovada, sem qualquer alteração ou ressalva, a proposta da Diretoria, registrada na Reunião daquele Órgão de 13.6.2013, dispensada sua transcrição, por tratar-se de documento lavrado em livro próprio, para alterar o Estatuto Social, no Artigo 3o, modificando o endereço da sede da Sociedade e respectivo foro, de Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 510, 8 o andar, Sala 3, Vila Nova Conceição, São Paulo, SP, CEP 04.543-906, para Cidade de Deus, Prédio Prata, 4 o andar, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06.029-900; e no Parágrafo Primeiro do Artigo 8 o, aprimorando a redação. Em consequência, a redação do Artigo 3o e do Parágrafo Primeiro do Artigo 8o do Estatuto Social passam ser as seguintes: “Art. 3o) A Sociedade tem sede na Cidade de Deus, Prédio Prata, 4o andar, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06.029-900, e foro no mesmo Município. Art. 8 o) Parágrafo Primeiro - Dependerá de prévia autorização do Conselho de Administração do acionista controlador, direto ou indireto: a) a aquisição, alienação e a oneração de bens integrantes do Ativo Permanente e de participações societárias de caráter não permanente, quando de valor superior a 1% (um porcento) do Patrimônio Líquido da Sociedade, nos casos de operações com empresas não integrantes da Organização Bradesco; b) a constituição de ônus reais e a prestação de garantias a obrigações de terceiros; c) associações envolvendo a Sociedade, inclusive participação em acordo de acionistas.”. Encerramento: Nada mais havendo a tratar e como ninguém se manifestou, foi a Ata lavrada no livro próprio e lida, sendo aprovada por todos e assinada. aa) Presidente: Aurélio Conrado Boni; Secretário: Ariovaldo Pereira; Acionista: Quixaba Empreendimentos e Participações Ltda., por seus Diretores, senhores Domingos Figueiredo de Abreu e Aurélio Conrado Boni. Declaração: Declaro para os devidos fins que a presente é cópia fiel da Ata lavrada no livro próprio e que são autênticas, no mesmo livro, as assinaturas nele apostas. a) Ariovaldo Pereira - Secretário. Certidão - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - Junta Comercial do Estado de São Paulo Certifico o registro sob número 281.086/13-8, em 29.7.2013. a) Gisela Simiema Ceschin Secretária Geral.


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NOVA JERSEY Assim como a Califórnia, o estado proibiu as terapias de "cura gay".

nternacional

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elo menos 650 pessoas foram mortas ou feridas em ataques do Exército em regiões próximas à capital Damasco, informaram ONGs e o principal grupo de oposição na Síria, a Coalizão Nacional Síria (CNFROS). Em nota publicada no twitter, ativistas e membros da oposição acusaram o regime sírio de bombardear seus alvos com gás tóxico. O governo do presidente Bashar Assad negou imediatamente a denúncia, mas confirmou ter lançado ontem uma grande ofensiva sobre os bairros da periferia da capital, controlada por rebeldes. Uma imagem extraída de um vídeo no Youtube e postada pelo Comitê Local de Arbeen causou comoção ao mostrar um grupo de sírios cobrindo uma vala comum com corpos de vítimas -- muitas delas crianças -- de um ataque químico perpetrado por forças pró-governo no leste de Ghouta e Zamalka, na periferia de Damasco. A alegação de que armas químicas estão sendo usadas em áreas bastante populosas veio à tona no segundo dia da missão de inspetores das Nações Unidas no país. Os vídeos e as denúncias levaram o secretário-geral da ONU, Ban Kimoon, a se declarar profundamente "comovido" e "chocado" com a possibilidade do uso de armas químicas no país. Tanto o regime de Damasco como os insurgentes se acusam mutuamente do uso desse tipo de armas na Síria, um dos sete países a não ter assinado a Convenção sobre Armas Químicas de 1997. Desde o início da guerra civil no país, em março de 2011, mais de cem mil pessoas Peço à morreram e ONU que quase 7 milhões organize necessitam de uma ajuda humanireunião tária de emergência, segunurgente do os últimos diante números divuldesta gados pelas Namatança. ções Unidas. O ataque foi AHMAD JARBA confirmado pelo Observatório Sírio de Direitos Humanos, que tem sede na cidade de Londres. O grupo, que conta com uma ampla rede de ativistas no país em conflito, assinalou que o Exército sírio lançou na última madrugada gases tóxicos nas regiões de Al Ghouta e Muadamiya al Sham, numa operação que causou centenas de mortos e feridos, entre eles menores. O líder da Coalizão Nacional, Ahmad Jarba, exigiu uma reunião urgente do Conselho de Segurança para discutir o "massacre" cometido na região de Damasco. "Peço ao Conselho de Segurança da ONU que organize uma reunião urgente para assumir suas responsabilidades diante desta matança", exortou Jarba ao canal Al-Arabiya. Ele também pediu à comissão internacional que investiga o uso de armas químicas na Síria que visite o local dos bombardeios. A Liga Árabe também solicitou aos inspetores da ONU em missão na Síria para que sigam prontamente para a região de Damasco. Em comunicado, o secretário-geral da Liga Árabe, Nabil al-Arabi, pediu aos inspetores de armas químicas que vão para a região "para constatar a realidade da situação e investigar as circunstâncias do crime". Em resposta, o governo disse que os dados divulgados por emissoras como Al Jazeera apoiam o terrorismo e visam distrair a missão da ONU no país. "Os relatos sobre uso de armas químicas são falsos", disse a agência de notícias estatal SANA.(Agências)

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

BEBÊ GIGANTE Uma criança medindo 62 cm e pesando 6,6 quilos nasceu no México.

Reuters/Nour Fourat

Mergulhada na guerra civil há dois anos e meio, a população civil síria foi bombardeada com armas químicas que causaram a morte de pelo menos 650 pessoas, segundo ativistas.

Síria: suspeita de guerra química assombra o mundo. Segundo a Oposição e ativistas, país testemunhou seu pior ataque letal em dois anos e meio de guerra civil. Muitas famílias tiveram de enterrar seus filhos em valas comuns. O governo do presidente Bashar Assad negou prontamente a acusação: "Os relatos sobre o uso de armas químicas são totalmente falsos e têm por objetivo distrair os inspetores da ONU em missão na Síria". EFE/Commitee of Arbeen

ONU faz reunião urgente

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Conselho de Segurança das Nações Unidas convocou ontem mesmo uma reunião urgente para tratar da situação na Síria, depois das denúncias de um novo ataque com armas químicas nas proximidades de Damasco. A reunião foi convocada por cinco dos 15 membros do Conselho: França, Reino Unido, Luxemburgo, Coreia do Sul e Estados Unidos. Eduardo del Buey, subsecretário de Imprensa da ONU, declarou que o secretário-geral da entidade, Ban Ki-moon, ficou "chocado" com as afirmações surgidas sobre o suposto emprego de armas químicas no país conflagrado. O secretário-geral da ONU reafirmou sua determinação para que se averiguem todas as denúncias e anunciou que a missão de especialistas que está na Síria negocia estudar esse último incidente com as autoridades locais. Ban Ki-moon também reiterou que se for confirmado o uso de armas químicas, isso seria uma violação das leis internacionais.(AE)

Muitas das vítimas das forças do regime são crianças e jovens, cujos corpos foram enterrados em valas comuns Reuters/Bassam Khabieh

Informação exige cautela, avalia Itamaraty

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ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, defendeu ontem que se observe muita prudência para interpretar a divulgação de informações sobre o uso de armas químicas contra civis na periferia de Damasco. Segundo ele, é necessário aguardar a conclusão dos trabalhos dos peritos da ONU antes de tirar conclusões. As atividades dos peritos

são mantidas sob sigilo até a publicação do relatório sobre as avaliações na Síria. Não há data para a divulgação do documento. Patriota lamentou, todavia, as suspeitas sobre o uso de armas químicas em Ghouta. Para o ele, o ideal é buscar um acordo na região a partir de uma agenda diplomática desenvolvida pelos integrantes do grupo liderado pelo enviado especial das Nações Unidas e da Liga Árabe à Síria, Lakhdar Brahimi, na chamada Conferência Genebra 2, promovida pela Rússia e EUA. (AE)

Para Israel, Síria já tinha usado armas químicas

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Criança atingida por gazes tóxicos é tratada em hospital

ara o ministro de Defesa de Israel, Moshe Ya'alon, esta não é a primeira vez que a Síria faz uso de armas químicas no conflito que a opõe às forças rebeldes. "A guerra civil continua no país, com mais de cem mil mortes, e esta não foi a única vez que o governo do presidente Bashar Assad recorreu a um ataque com gás tóxico", declarou Ya'alon durante encontro com jornalistas.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

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nternacional Reuters

Reuters/Kevin Lamarque

Ex-presidente, de 85 anos, continua próximo da elite militar de seu país.

O Rastro do Jasmim

Ex-ditador foi inocentado de todas as acusações que o mantiveram detido durante dois anos

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utoridades egípcias informaram que um tribunal do país determinou a libertação do expresidente Mubarak. O primeiro-ministro interino, Hazem el-Beblawi, ordenou que o ex-ditador seja mantido em prisão domiciliar depois que deixar a penitenciária de Tora, onde passou a maior parte dos últimos dois anos. Por meio de nota, Beblawi alegou que a prisão domiciliar faz parte das medidas de emergência impostas na semana passada pelo governo interino conduzido ao poder depois do golpe militar que depôs Mohamed Morsi, no início de julho. É possível que Mubarak deixe a penitenciária de Tora ainda na manhã de hoje, segundo funcionários do governo interino. A decisão foi tomada durante uma audiência sobre o recebimento, por parte do ex-presidente, de presentes de um jornal estatal, o último caso que mantinha Mubarak detido. O anúncio de que a libertação de Mubarak seria iminente alimentou temores de mais agitação política e vio-

lência no país, por causa da ligação entre o ex-ditador e a elite militar egípcia. Ainda não está claro, no entanto, se o anúncio de que Mubarak será mantido em regime de prisão domiciliar terá efeito atenuante sobre as tensões derivadas da polarização entre as facções religiosas e seculares do Egito. Mubarak, de 85 anos, está preso desde abril de 2011 e foi submetido a julgamento pela morte de manifestantes durante o levante contra o seu governo, entre outras acusações. ARMAMENTO - A União Europeia decidiu suspender as exportações de armas e bens que poderiam ser usados para promover a repressão interna, mas não suspendeu os programas de ajuda por medo de afetar a população egípcia comum, que já enfrenta sérias dificuldades. Em lugar disso, os 28 ministros de Relações Exteriores da UE pediram que as autoridades militares e partidários da Irmandade Muçulmana retomem as negociações para evitar mais derramamento de sangue. (AE)

Ele foi acusado por 20 crimes, mas a juíza militar não forneceu nenhuma explicação para a sentença que proferiu.

35 anos de cadeia para Bradley Manning Vazamento de informações ao WikiLeaks condena soldado à prisão em Forte Leavenworth

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soldado norteamericano Bradley Manning foi sentenciado a 35 anos de prisão por ter entregue centenas de milhares de documentos secretos, militares e diplomáticos, ao site WikiLeaks, no maior vazamento da história dos Estados Unidos. Manning deve ser conduzido ao Forte Leavenworth, nos arredores de Kansas City, onde fica a mais famosa penitenciária militar dos EUA. Durante a breve audiência, a juíza militar não forneceu nenhuma explicação para a sentença. Manning tampouco esboçou reação alguma. A pena máxima prevista para as acusações contra ele era

prisão, sob argumento que a sentença dissuadiria outros soldados de fazer igual. A defesa do réu havia sugerido não mais do que 25 anos. Com isso, ele poderia reconstruir sua vida e a pena equivaleria ao tempo necessário para que os documentos vazados fossem tornados públicos. Manning divulgou mais de 700 mil relatórios de campo de batalha das guerras no Iraque e no Afeganistão e telegramas diplomáticos do Departamento de Estado em 2010, quando trabalhava como analista de inteligência no Iraque. Ele pediu desculpas e disse que queria provocar um debate sobre as ações militares e diplomáticas de seu país. (AE)

Washington evoca "segurança nacional" para rastrear dados

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pior momento desde o tsunami que danificou a usina, em 2011, e as autoridades temem vazamento de água contaminada em novos tanques de armazenamento.Yoshihide Suga,chefe de gabinete do governo,reconheceu que o desastre pode estar além da capacidade de reação da Tepco, empresa operadora da usina.

"uma vitória tática", já que ele poderá pedir liberdade condicional depois de cumprir um terço da pena. Todavia, Assange disse que "o único resultado justo" seria a libertação de Manning, e que ele deveria ser indenizado pelo tratamento que recebeu na prisão militar antes do julgamento. No mês passado, uma juíza condenou Manning, de 25 anos, por 20 crimes, dos quais seis violações da Lei de Espionagem e cinco crimes de roubo e fraude cibernética. A promotoria não conseguiu provar que ele ajudou o inimigo, crime que poderia ser punido com a prisão perpétua. Os promotores haviam pedido pelo menos 60 anos de

EUA monitoram emails. Até no Brasil

Reuters/Kyodo

A SAGA DE FUKUSHIMA – A crise nuclear japonesa enfrenta seu

de 90 anos. Considerado herói por alguns e traidor por outros, da sua pena serão descontados os três anos em que ficou detido, mas ele terá de cumprir pelo menos um terço dela antes de pedir liberdade condicional. Com isso, é possível que Manning seja libertado dentro de seis anos e meio, segundo as projeções mais otimistas de seu advogado de defesa, David Coombs. Ao comentar a condenação, a família de Manning declarou-se "triste e decepcionada". Coombs, por sua vez, revelou que o soldado tentou animá-lo depois da sentença. O fundador e editor do WikiLeaks, Julian Assange, por sua vez, considerou a sentença

ovo vazamento de informações secretas da NSA (sigla em inglês para Agência Nacional de Segurança) apontou que Washington tem acesso aos e-mails dos usuários norte-americanos e pode monitorar cerca de 75% do banco de dados da internet no país. Além disso, o documento atesta que os Estados Unidos obrigam empresas de telecomunicações a fornecerem informações de interesse do governo. Segundo o Wall Street Journal, o software utilizado pela NSA é capaz de vigiar o que está sendo escrito em e-mails e não apenas na linguagem de códigos, mas na íntegra. O programa, chamado de Blarney, também funciona com aparelhos celulares que usam o código de área dos EUA. "O sistema da NSA tem alcance sobre 75% do tráfego na internet, incluindo uma ampla rede de comunicações entre estrangeiros e norte-americanos", afirma o documento publicado no jornal. Uma vez copiadas, as informações pas-

sam por uma minuciosa investigação da NSA. H á d u a s s e m anas, o governo dos EUA tinha admitido oficialmente que podia acessar apenas 1,6% do tráfego na internet, negando de forma incisiva a vigilância de conteúdo de emails e mensagens de texto. Um funcionário da NSA, que pediu anonimato ao The Wall Street, afirmou que a Inteligência norte-americana "não está vasculhando sem motivos". "Queremos informações de alta qualidade." Outra informação que chamou atenção no noticiário norte-americano é que a NSA trabalhou em parceria com o FBI para vigiar ligações e mensagens de texto durante as Olimpíadas de Inverno de Salt Lake City, em 2002. Todos os cidadãos podiam ser vigiados. A justificativa oficial para a utilização do sistema de vigilância da NSA tem sido a "proteção da segurança nacional". No entanto, o Blarney estava em operação muito antes dos

Reuters

Prisão domiciliar para Hosni Mubarak

Segundo Snowden, Brasil é o país mais vigiado da América Latina ataques de 11 de setembro em Nova York , data que marcou mudanças na legislação de segurança nacional. Ainda segundo documentos vazados por Edward Snowden, pessoas que moraram ou passaram pelo Brasil na década passada, e empre-

sas instaladas no país, foram alvo de espionagem em massa da NSA.Os números não foram informados, mas calculase que em janeiro, 2,3 bilhões de telefonemas e mensagens foram espionados no país, o mais monitorado na América Latina. (AE)


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idades

Vereadores aprovam nova lei do alvará Projeto diminui a burocracia para obtenção do Auto de Licença de Funcionamento. Benefício vale para os imóveis com até 1,5 mil metros quadrados de área construída. Divulgação

Mariana Missiaggia

A

concessão de alvarás para o comércio de São Paulo deve ser simplificada. A Câmara Municipal aprovou ontem, em votação definitiva, o projeto de lei (PL) do vereador Ricardo Nunes (PMDB), que agiliza a obtenção do Auto de Licença de Funcionamento para os imóveis com até 1,5 mil metros quadrados de área construída. O projeto segue para ser sancionado pelo prefeito Fernando Haddad, que pode aprovar ou vetar a nova lei.

Perdemos negócios na cidade porque os empresários não conseguem obter a licença na Capital e acabam se instalando em outras regiões. RICARDO NUNES Para Nunes, a atual legislação está desatualizada e dificulta o licenciamento das atividades comerciais. Com a aprovação do PL 238/2013, em segunda e definitiva votação pelos vereadores, será dispensada a exigência dos seguintes documentos relativos ao imóvel: Habite-se, Auto de Vistoria, Alvará de Conservação, Auto de Conclusão, Certificado de Conclusão e Au-

to de Regularização ou documento equivalente. São documentos expedidos pela Prefeitura e que hoje são necessários para a obtenção de licença de funcionamento. "Essa quantidade de documentos inviabiliza a obtenção do alvará. Nenhuma outra cidade do Estado de São Paulo segue o padrão da Capital, que é muito severo. Não adianta buscar alternativas paliativas. Temos que desburocratizar esse tema. E desvincular os documentos é a medida mais realista", explicou o vereador Nunes. A nova legislação diminui o nível de exigências para obtenção de uma licença definitiva. O projeto aprovado ontem estabelece que os comerciantes beneficiados devem apresentar apenas um laudo técnico de habitabilidade do imóvel atestando a segurança do ambiente, assinado por um técnico responsável, juntamente com o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). De acordo com dados da Prefeitura, a cidade de São Paulo tem mais de 2,4 milhões de Cadastros de Contribuintes Mobiliários (CCMs), mas apenas 65.230 licenças de funcio-

Paulo Pampolin/Hype

O trâmite burocrático que enfrentamos faz com que o empreendedorismo não seja estimulado. RICARDO NUNES, VEREADOR

namento. Ou seja, a esmagadora maioria dos estabelecimentos funciona de maneira irregular. Burocracia – Segundo o vereador, esse índice justifica a revisão da legislação. "Precisamos fazer algo para acabar com essas irregularidades que contribuem para o aumento da corrupção", observou. Para Nunes, o excesso de burocracia impede o desenvolvimento econômico da capital paulista. "Perdemos negócios na cidade porque os empresários não conseguem obter a licença na Capital e acabam se instalando em outras regiões, como no Grande ABC, por exemplo. O trâmite burocrático que enfrentamos faz com que o empreen-

dedorismo não seja estimulado", destacou Nunes. ACSP – Em carta ao vereador, o presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Rogério Amato, apoiou a iniciativa, pois, segundo ele, o projeto de lei vai ao encontro do que a ACSP acredita como importante passo para desburocratização na cidade de São Paulo, além de colaborar com os empresários. Licença condicionada – Atualmente, os estabelecimentos comerciais que ainda não preenchem todas as exigências da Prefeitura para funcionarem podem recorrer ao Auto de Licença de Funcionamento Condicionado, que garante um tempo maior para os empresários ajustarem seus comércios de acordo com a legislação municipal. Aprovada em dezembro de 2011, a licença condicionada é o meio mais rápido de se obter um alvará para os comerciantes com dívidas no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin) ou com o imó-

Comerciantes enfrentarão menos burocracia para obtenção do alvará vel irregular. Mesmo com a lei aprovada ontem na Câmara, a licença condicionada continua valendo para os imóveis acima de 1,5 mil metros quadrados de área construída e que precisam se regularizar. O documento garante uma licença provisória por dois anos, podendo ser renovada por mais

dois, desde que o proprietário tenha iniciado o processo de regularização do imóvel. Para dar entrada no documento provisório, o estabelecimento deve ter, obrigatoriamente, um laudo assinado por um responsável técnico que garanta todas as questões técnicas, incluindo as normas de segurança.

Epitácio Pessoa/Estadão Conteúdo

Marcelo teria contado a colegas que matou a família O estudante Marcelo E d u a r d o B o v o P e sseghini, 13, contou para dois amigos de classe que havia matado os pais, a avó e a tia-avó. A revelação foi feita, segundo os colegas, no último dia 5, minutos antes do início das aulas. Segundo as investigações da polícia, o garoto foi à escola horas depois de matar os parentes, voltou para casa, na Vila Brasilândia (zona norte), e se suicidou. Os dois alunos prestaram depoimento na terça-feira à t a r d e n o D H P P ( D e p a r t amento de Homicídios e Proteção à Pessoa), acompanhados dos pais.

Para um dos colegas, Marcelo confessou ter matado os pais; para o outro, a avó e a tia-avó. Um dos alunos afirmou que Marcelo lhe perguntou: "Se eu morrer, você vai sentir minha falta?". Os dois estudantes disseram não ter acreditado em Marcelo. Porém, à noite, ao saber da tragédia, contaram aos pais o que ouviram. Segundo os colegas, Marcelo contou que aprendeu a atirar em um estande de tiro. Peritos constataram que na pistola ponto 40 achada na mão do estudantes (e usada na chacina) havia cabelos queimados dele, o que reforça a tese de suicídio. A Polícia

Civil investiga se Marcelo teria ido para a escola armado para matar a diretora. Amigos do adolescente disseram que ele criou no colégio um grupo chamado "Os Mercenários", que defendia os assassinatos dos pais e de pessoas importantes, baseado no jogo de videogame "Assassin's Creed". Caso – De acordo com a principal linha de investigações, Marcelo matou a família e se matou. A Polícia Militar disse que investiga também a acusação de que Andreia teria sido convidada a participar de roubos a caixas eletrônicos. A informação foi dada pelo deputado esta-

dual Olímpio Gomes (PDT), major da reserva da PM. Ele denunciou o caso à Corregedoria da corporação. Luis Marcelo Pesseghini, 40, pai do menino, era sargento da Rota. A mulher dele, Andreia, 36, era cabo do 18° Batalhão. As outras vítimas moravam na casa nos fundos: a mãe e uma tia de Andreia, de 65 e 55 anos. A casa onde a família Pesseghini foi morta não teve a cena de crime totalmente preservada. A informação consta em nota divulgada pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo. "O departamento (Departamento de Homicídios e de

Pichação na fachada da casa onde família foi morta em São Paulo Proteção à Pessoa, DHPP) apenas confirmou afirmação da imprensa de que o local "não estava totalmente idôneo. Isso, evidentemente, não quer dizer que houve violação proposital da cena do crime", diz o texto. Sebastião de Oliveira Costa, 54, parente das vítimas,

PM MORTO SECRETARIA DA SAÚDE DIVISÃOTÉCNICA DE SUPRIMENTOS - SMS.3 ABERTURA DE LICITAÇÕES Encontram-se abertos no Gabinete, os seguintes pregões: REABERTURA - PREGÃO ELETRÔNICO 184/2013-SMS.G, processo 2013-0.100.461-4, destinado ao registro de preço para o fornecimento de COLAR CERVICAL, POLIURETANO, ALTA DENSIDADE, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Grupo Técnico de Compras - GTC/Área Técnica de Material Médico Hospitalar, do tipo menor preço. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 13 horas do dia 3 de setembro de 2013, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 5ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. PREGÃO ELETRÔNICO 290/2013-SMS.G, processo 2013-0.163.827-3, destinado ao registro de preço para o fornecimento de PAPEL PARA VÍDEO PRINTER DE ULTRASSOM TERMOSSENSÍVEL, para a Divisão Técnica de Suprimentos SMS.3/Grupo Técnico de Compras - GTC/Área Técnica de Material Médico Hospitalar, do tipo menor preço. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 14 horas do dia 3 de setembro de 2013, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 4ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. PREGÃO ELETRÔNICO 307/2013-SMS.G, processo 2013-0.179.961-7, destinado ao registro de preço para o fornecimento de SERINGA, BICO CENTRAL TIPO LUER, 5 ML, DESCARTÁVEL, ESTÉRIL E SERINGA, BICO CENTRAL, TIPO LUER, 10 ML, DESCARTÁVEL, ESTÉRIL, para a Divisão Técnica de Suprimentos SMS.3/Grupo Técnico de Compras - GTC/Área Técnica de Material Médico Hospitalar, do tipo menor preço. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 9 horas do dia 3 de setembro de 2013, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 4ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. RETIRADA DE EDITAIS Os editais dos pregões acima poderão ser consultados e/ou obtidos nos endereços: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br; www.comprasnet.gov.br, quando pregão eletrônico; ou, no gabinete da Secretaria Municipal da Saúde, na Rua General Jardim, 36 - 3º andar - Vila Buarque - São Paulo/SP - CEP 01223-010, mediante o recolhimento de taxa referente aos custos de reprografia do edital, através do DAMSP, Documento de Arrecadação do Município de São Paulo. DOCUMENTAÇÃO - PREGÃO ELETRÔNICO Os documentos referentes às propostas comerciais e anexos, das empresas interessadas, deverão ser encaminhados a partir da disponibilização do sistema, www.comprasnet.gov.br, até a data de abertura, conforme especificado no edital.

m soldado da PM à paisana foi morto a tiros no Parque Artur Alvim, na zona leste de São Paulo, na noite de terça. Por volta das 21h, o militar parou a moto em um semáforo na Radial Leste. Segundo a PM, homens em outra moto dispararam ao menos três tiros contra o policial e fugiram. O soldado foi levado por policiais militares ao prontosocorro do hospital Santa Marcelina, onde morreu. Há menos de 15 dias outro policial militar à paisana foi morto a tiros, no Jardim Souza, zona sul. Wesley Fernando Parron, 24, deixava a namorada na Estrada do M' Boi Mirim quando passou a ser seguido por homens em duas motos, na madrugada do dia 9. Na esquina com a Rua Manoel Couto Almeida, os motociclistas dispararam ao menos três tiros contra ele e fugiram. Segundo a PM, um dos tiros atingiu a cabeça do policial. Ele foi levado ao Hospital Municipal M' Boi Mirim, onde morreu. (Folhapress)

U Ó RBITA

AMERICANA mericana (SP) foi o município que registrou a melhor pontuação – 0,911 – no Índice de Bem-Estar Urbano do país, segundo o Observatório das Metrópoles. Apesar do título, alguns moradores da cidade, de 210 mil habitantes, não estão totalmente satisfeitos com a liderança nacional. "Lá não tem nada", disse Angela Melo, dona de casa, sobre Novo Horizonte, onde mora. Sua casa fica na segunda pior região da cidade, mas o bairro tem posto de saúde, asfalto, iluminação, água, esgoto e coleta de lixo. Marituba, na região metropolitana de Belém, é o município com pior índice entre as 289 cidades pesquisadas. (Folhapress)

A

disse que chegou à casa às 17h45 do dia 5 e que havia ao menos 30 PMs dentro dela, antes da chegada da perícia. Peritos constataram que os disparos poderiam ser ouvidos a 50 metros da casa da família. Nenhum vizinho, no entanto, disse ter ouvido os disparos. (Folhapress)

ASSALTO A BANCO m grupo de cerca de oito homens assaltou uma agência do banco Santander no final da manhã de ontem, na zona sul de São Paulo. Os bandidos fugiram levando dinheiro dos caixas e do cofre, além das armas dos seguranças

U

da agência. O crime aconteceu por volta das 11h30, na rodovia Anchieta, na região do Sacomã. Segundo a Polícia Militar, os criminosos chegaram em quatro carros e renderam os vigias e clientes que estavam no local. (Folhapress)

Marco Ambrosio/Estadão Conteúdo

POUSO FORÇADO NA MARGINAL TIETÊ – Um helicóptero realizou um pouso de emergência na manhã de ontem na região da ponte da Casa Verde, na zona norte de São Paulo, após uma suposta pane no motor. Ninguém ficou ferido, mas uma peça da aeronave atingiu um táxi que passava pela marginal, sentido Ayrton Senna.


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Ainda é tempo de ver

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cultura

O filme Tabu, um dos melhores no circuito. Produção Portugal/Alemanha/Brasil/França, de 2012. Direção de Miguel Gomes. São 119 minutos de emoção. Em branco e preto. Em cartaz somente no Espaço Itaú de Cinema - Augusta 2 (tel.: 3288-66780). 17h50. 12 anos.

O mundo árabe num ciclo até 1º de setembro

O

filme Checkpoint Rock: Canções da Palestina (Canciones Desde Palestina/2009/direção de Fermim Muguruza e Javier Corcuera/72 minutos/12 anos, na foto) é um dos destaques da 8ª

Mostra Mundo Árabe de Cinema, promovida pelo Instituto da Cultura Árabe em parceria com o Sesc. O ciclo se estende até 1º de setembro no CineSesc. Nesta quinta (22), estão programados Sociedade Espacial Libanesa, às

16h; e Esqueça Bagdá, às 18h. Na sexta (23), Habibi, às 15h30; Próxima Estação Musical: Líbano, às 17h30 e Checkpoint Rock, às 19h. No sábado (24), a atração é A Cor das Oliveiras (The Color of Olives/México/

Palestina/2006/direção de Carolina Rivas/97 minutos/12 anos), às 17h. CineSesc. Rua Augusta, 2075. Tel.: 3087-0500. R$ 1,60 a R$ 12. Siga a programação pelo site: http://mundoarabe2013.icarabe.org.

Thais Stoklos/Divulgação

Kafka, aqui e agora. Sérgio Roveri

Semana do café

Denise Stoklos em Carta ao Pai, de Kafka: paródia do Brasil.

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uando surgiu no cenário artístico brasileiro, com os cabelos oxigenados apontados para o infinito, os gestos de uma impressionante desenvoltura adquirida em cursos de mímica em Londres e o rosto sisudo de quem não estava para brincadeiras, a atriz Denise Stoklos não deixou que ninguém permanecesse imune à sua presença. Nascida na cidade paranaense de Irati, a 150 quilômetros de Curitiba, a atriz passou pelas mãos de alguns dos principais diretores de teatro do País, a exemplo de Antunes Filho, Antonio Abujamra e Fauzi Arap, mas foi sozinha que criou e desenvolveu o método muito particular de trabalho que a consagraria, o Teatro Essencial, objeto de mais de 20 teses de mestrado e doutorado aqui e no resto do mundo. "Eu me vejo como um caso raro no Brasil. Vivo exclusivamente de teatro: não faço cinema, não

faço televisão, não faço publicidade e não dou aulas. Talvez eu mereça um lugar no Guinness", diz a atriz. "O que eu quero, acima de tudo, é mostrar aos mais jovens que é viável fazer apenas teatro, existem alguns respiradouros que nos permitem viver do palco". No início de 2012 a atriz começou a trabalhar no espetáculo que comemora seus 45 anos de carreira: Carta ao Pai, inspirado no livro homônimo do escritor checo Franz Kafka, entra em cartaz sexta (23), no Teatro do Sesc Anchieta com a pretensão de implodir os limites literários da obra e se converter num manifesto político sobre a atual situação do Brasil. "É um espetáculo político, sim. Como tem sido político todo o meu teatro", diz. "Mas não há ineditismo nisso: tudo que fazemos é um ato político. Nossa maneira de falar, de andar, até de colocar a mão no

bolso são atos políticos. O texto de Kafka serve perfeitamente ao meu teatro, que não se alimenta de historinhas de ficção". O livro Carta ao Pai é a publicação póstuma da íntegra de uma portentosa carta que Kafka escreveu em 1919 mas nunca teve coragem de enviar ao pai, um comerciante judeu chamado Herman. Na correspondência, que Kafka revisou inúmeras vezes até sua morte, em 1924, o autor assume o papel do filho que presta queixas a um pai extremamente repressor e severo. No espetáculo de Stoklos, o povo brasileiro ocupa o lugar do filho, que se vê desamparado diante de um PaiEstado opressor e injusto, que se mostra mais preocupado em arrecadar impostos do que em promover a cidadania e justiça social. "É como se o menino desamparado que escreve a carta fôssemos todos nós, o povo brasileiro, enquanto que o

pai é o próprio estado, que maltrata este filho", diz. "Eu nunca deixei de me manifestar na minha vida e na minha carreira. Este espetáculo dá sequência à minha postura de ação". Apesar desta mudança na posição do remetente e destinatário da carta, a atriz manteve-se fiel ao texto de Kafka. Pemitiu-se, apenas, colocar suas próprias palavras em três momentos muito específicos da peça. Mas adianta que não se trata de cacos ou improvisações. "São algumas poucas palavras minhas, estrategicamente acomodadas no texto do Kafka. Com exceção destes três momentos, todo o resto foi escrito por ele".

Carta ao Pai. Estreia sexta (23). Teatro do Sesc Anchieta. Rua Dr. Vila Nova, 245. Tel.: 3234-3000. Sextas e sábados, 21h. Domingo, 19h. R$ 32.

Como a internet nos revela Rita Alves Fotos: Divulgação

Lorenzo, suas letrinhas, e Lígia: comunicação e alegria.

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m recado sem assinatura sobre a mesa de trabalho. Foi um bilhete assim deixado para a redatora publicitária Maria Ligia Monteiro de Araujo que despertou a curiosidade dela. E a imaginação também. O aviso deixado naquele dia motivou Maria Ligia a criar o projeto Minha Letra, cuja ideia é

mostrar a letra de diversas pessoas na internet, tanto no Instagram (instagram.com/minhaletra) quanto no Tumblr (minhaletra.tumblr.com). "Eu não reconheci a letra (do recado), não sabia nem pra quem agradecer e isso me chamou atenção. Fiquei lembrando que alguns anos atrás eu conhecia a

letra de todos os meus amigos. Adorava receber recadinhos, até os que vinham nos papéis mais podrinhos", conta. O plano de voltar a receber esse recados animou a redatora. "Achei que seria legal resgatar um pouco disso, já que hoje em dia a internet e as redes sociais estão tão presentes em nossas vidas que acabamos

ficando todos um pouco iguais, igualmente tentando mostrar nossas individualidades. Imaginei que convidar as pessoas a mostrarem (e redescobrirem) suas letras poderia ser bem divertido". E diversão é o que não falta no Minha Letra. Apesar de o projeto ser recente, Maria Ligia já criou alguns desafios para os participantes do Minha Letra. No primeiro deles, ela convidou os internautas a se apresentarem e dizer de onde eram. "No primeiro desafio teve a participação do Lorenzo, de 6 anos. Uma fofura!". Outro que chamou a atenção dela foi um que escreveu em árabe. Apesar da paixão pela caligrafia, caderninhos de anotação e smartphone convivem bem na bolsa dela. "Mas não dá pra negar o quanto um smartphone pode economizar tempo e ajudar a organizar a vida. Só não acho que uma coisa substitui a outra".

Lúcia Helena de Camargo

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o meio da tarde bate aquele sono? Nada como um café para acordar e continuar atento. O hábito de tomar o cafezinho, de manhã, depois do almoço, nas reuniões, é parte do cotidiano do brasileiro. E para melhorar o prazer da experiência, as amigas Flavia Pogliani e Marcela Herz, especialistas na bebida, organizaram a 1ª SP Coffee Week. Com participação de 33 estabelecimentos da Cidade, a ideia é servir cafés brasileiros de qualidade por preços camaradas, e assim divulgar os cafés gourmets nacionais. "Dois critérios principais pautaram a escolha dos participantes: que o café fosse o carro-chefe da casa e grãos moídos na hora", explica Patricia. O evento segue até o final de agosto, com promoções como a do Caffè Latte, que vende o latte machiatto (foto), o cappuccino à vienense e o cappuccino especial com 50% de desconto saindo a R$ 5 cada. Outros oferecem quitutes para acompanhar o cafezinho, como o Bendito Quindim, no Tatuapé: o

expresso da Coffee Lab com quindim de café sai por R$ 4,99. Já no Urbe Café o cliente poderá pedir a Degustação Brasileira, que harmoniza café coado com versões de minis pães de queijo, de tapioca com queijo curado e de brigadeiro. A Confeitaria Dama une tartellete ao café expresso por R$ 8,10. No Coffee Lab, o cliente pode aproveitar o Cartão Infidelidade: quem tomar três cafés em diferentes estabelecimentos participantes da SP Coffee Week carimba seu cartão e depois pode trocar por uma degustação de microlotes de cafés brasileiros raros, o conhecido Ritual 13, criado por Isabela Raposeiras, proprietária da cafeteria e estudiosa de café. E quem tomar um café em algum estabelecimento que sirva Martins Café concorre a um pacote de 250g de café dos robozinhos, com moagem para coador e cafeteira elétrica. 1 ª SP CoffeeWeek. Até 31 de agosto. Mais informações no site do DC: www.dcomercio.com.br e no Facebook: www.facebook.com/spcoffeweek


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Monumento A cidade de Dublin, em Ohio, EUA, inaugurou um monumento ao chefe indígena Leatherlips, do século 19. As pedras foram empilhadas soltas. http://bit.ly/145yC74

Detalhes impressos Catherine Wales, Melinda Looi e um grupo de designers passaram a usar impressão 3D para criar acessórios. http://bit.ly/14XqOjz

Logo Logo www.dcomercio.com.br

F UTEBOL C ASA

L ITERATURA

Neymar marca pelo Barça

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rande reforço do Barcelona na temporada, Neymar mostrou seu poder de fogo ontem, em sua primeira decisão com a camisa do novo clube. Apenas oito minutos após ter entrado em campo, o atacante brasileiro marcou o gol de empate por 1 a 1 com o Atlético de Madrid, no jogo de ida da Supercopa da Espanha, no Estádio Vicente Calderón, na capital espanhola. Foi o primeiro gol do astro brasileiro em um jogo oficial pelo Barcelona. Neymar bri-

Muffin do bumbum Formas de silicone para muffins em formato de bumbum. À venda na Foodigity. http://bit.ly/171ybcD

M ODA

lhou em campo ao aproveitar um cruzamento do compatriota Daniel Alves e cabecear para o chão, no canto direito do goleiro Courtois, aos 21 minutos do segundo tempo. Ele havia começado a partida no banco de reservas, mas entrara no lugar do atacante espanhol Pedro aos 13. O brasileiro não chegou a formar dupla com Messi, porque o argentino deixou o campo no intervalo, aparentemente com dores musculares na perna esquerda. Foi substituído por Fàbregas, que lide-

rou as ações ofensivas do Barcelona ao lado de Neymar. O Atlético de Madrid, que teve os brasileiros Miranda, Diego Costa e Filipe Luís como titulares, abrira o placar logo aos 12 minutos de jogo, com gol de David Villa. O atacante espanhol não deixou de comemorar o gol marcado contra seu ex-time. O resultado manteve o equilíbrio no duelo entre os times, que se enfrentam na próxima quarta-feira, com o jogo de volta no Camp Nou. (Estadão Conteúdo)

Ariano Suassuna clinicamente estável O escritor e dramaturgo Ariano Vilar Suassuna, 86 anos, mais conhecido por sua peça O auto da compadecida, de 1955, sofreu um enfarte na manhã de ontem. Ele foi internado no Hospital Português, em Recife (PE) e submetido a exames que indicaram comprometimento cardíaco de pequenas proporções. Segundo o boletim médico, ele se está "clinicamente estável".

F UTEBOL H OLANDA

Gisele: pela sétima Scolari faz mudanças vez a mais bem paga. na seleção Pelo sétimo ano consecutivo, a brasileira Gisele Bündchen foi considerada a modelo mais bem paga do mundo pela revista Forbes, que estimou seus ganhos anuais em US$ 42 milhões (R$ 101 milhões). A publicação destaca que Gisele, 33, ganha mais que seu marido, o astro do futebol americano Tom Brady (cujo lucro anual é estimado em R$ 92 milhões). Porém, embora ainda esteja no topo da lista, o faturamento da gaúcha caiu R$ 7 milhões com relação ao ano passado. A australiana Miranda Kerr é a segunda da lista: faturou US$ 7,2 milhões (R$ 17,4 milhões).

O zagueiro Henrique, do Palmeiras, o lateral direito Maicon, da Roma, e o meia Ramires, do Chelsea, foram as principais novidades na convocação do técnico da seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari, para os amistosos contra Austrália e Portugal, marcados para setembro. Os três jogadores não estavam na conquista da Copa das Confederações, em junho. O goleiro Diego Cavalieri (Fluminense), o volante Jean (Fluminense), o zagueiro Réver (Atlético-MG), o lateral esquerdo Filipe Luís (Atlético de Madrid) e o meia Jadson (São Paulo), campeões do torneio, ficaram fora da lista de convocados.

E UROPA Vassil Donev/EFE

45 anos depois, um pedido de desculpas.

Catrinus Van Der Veen/EFE

Futuro Crianças no primeiro dia de aula do colégio Steve Jobs em Sneek, Holanda.

H ISTÓRIA The Royal Collection/EFE

No arquivo da rainha Elizabeth II Fotografias divulgadas ontem mostram imagens da então princesa Elizabeth nos anos de 1926, 1927 e 1928. Ainda bebê, em uma das imagens ela aparece de mãos dadas com a rainha Mary e a duquesa de York. As fotos fazem parte do The Royal Baby Book: A Souvenir Album, publicado agora pelo Royal Trust. A publicação coincide com o nascimento do príncipe George, que elevou o interesse dos britânicos pela história da família real.

O Memorial do Exército Vermelho em Sofia apareceu pintado de rosa ontem, com a frase "A Bulgária se desculpa". O ato coincidiu com o aniversário dos 45 anos da invasão da Tchecoslovária pelas tropas do Pacto de Varsóvia. Em 1968, a invasão, liderada pela União Soviética, contou com soldados enviados pela Bulgária.

Concurso 947 da LOTOFÁCIL

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Concurso 3271 da QUINA

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A TÉ LOGO

Acesse www.dcomercio.com.br para ler a íntegra das notícias abaixo:

Pesquisadores brasileiros esperam resultados de vacina contra a dengue para 2014 Valcke teme protestos e sugere consulta popular para definir futuras sedes da Copa

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Os papas João XXIII e João Paulo II devem ser canonizados em 2014, afirmou ontem o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, cardeal Angelo Amato, em Rimini, Itália. No voo para Roma, após a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), no Rio, o papa falou em duas datas: 24 de novembro de 2013, festa de Cristo Rei, e 27 de abril de 2014, Domingo da Divina Misericórdia.

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Os papas que serão santos

As fotos de Elizabeth no berço e no carrinho de bebê, de 1926 e 1928, teriam sido feitas pelo rei George VI, o pai da atual rainha.

L OTERIAS Concurso 1376 da LOTOMANIA

R ELIGIÃO

Graças a um algoritmo, bactérias podem 'tocar' hino argentino armazenado no DNA


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Mauricio Lima/AFP

conomia

A moeda americana fechou a R$ 2,451 na venda, o maior nível desde 9 de dezembro de 2008, auge da crise internacional, quando ficou em R$ 2,473.

Na corrida do dólar, BC fica atrás. Mesmo com forte atuação do Banco Central no mercado, o dólar avançou ontem 2,38% ante o real e fechou a R$ 2,451 na venda. É o maior nível de fechamento desde 9 de dezembro de 2008, auge da crise internacional, quando ficou em R$ 2,473. O movimento de alta aconteceu apesar de dois leilões de swap cambial tradicional, equivalentes a venda futura de dólares, feitos pelo BC, que anunciou mais dois para hoje – um de swap cambial e outro de linha. O dia foi de forte movimento especulativo, após investidores

interpretarem a ata da última reunião do Federal Reserve como sinal de que a redução do estímulo nos Estados Unidos está próxima. Devido à situação, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini cancelou viagem que faria esta semana para os Estados Unidos, informou sua assessoria. Lá, ele participaria de um evento promovido pelo Federal Reserve Bank de Kansas City. O encontro, contudo, já estava esvaziado, desde que o presidente do Fed, Ben Bernanke, decidiu não comparecer. (Agências)

"Houve exagero nessa depreciação cambial" Rejane Tamoto

H

á três anos, Octavio de Barros, diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, disse que antes da Copa do Mundo o Brasil poderia conseguir o single A das agências de classificação de risco internacionais. "Hoje, faço mea culpa. As coisas caminhavam muito bem no período Lula e pósFHC. Agora, o Brasil corre o risco de downgrade", comentou durante palestra, ontem. Hoje, o principal fator que preocupa o mercado é a taxa de câmbio depreciada. Na opinião de Barros, a taxa de câmbio está diretamente relacionada a uma piora na confiança dos mercados e investidores. "A ação da autoridade monetária é necessária. Talvez o BC precise intervir de forma sistemática e diária no câmbio. O real depreciou num contexto de retirada de todos os controles de entrada de dólares (como o Imposto sobre Operações Financeiras) e de aumento da taxa básica de juros. Era para o real se valorizar", afirma Barros. Há motivos para isso, pois o País melhorou. "Está mais previsível e arrumado. A desaceleração atual da economia vem 70% de fora e 30% de problemas domésticos. O Produto Interno Bruto (PIB) potencial do planeta também caiu e o Brasil não é o patinho feio e nem o único com doença congênita", diz o economista, que projeta um crescimento de 2,3% para a economia brasileira neste ano. Na última década, segundo dados apresentados por Barros, os salários no País cresceram acumuladamente e nominalmente 111%, mais do que os preços de produtos dos setores industriais, cuja elevação acumulada foi de 14%. Com maiores salários, as empresas torna-

ram-se menos competitivas; tendo um comportamento deexemplo disso é o fraco desem- fensivo em relação a todo o conpenho da produção industrial junto de países emergentes. Os nos últimos dois anos. "O Brasil principais fundos dedicados a precisa de um Plano Real II, não países emergentes estão favoltado ao combate da infla- zendo saídas líquidas. ção, mas com um conjunto de medidas para elevar a eficiên- DC – E a confiança em relação ao Brasil? cia e a produtividade", avalia. OB – O Brasil está neste conPara Barros, o Brasil se tornou vítima de seu próprio su- texto internacional de aversão cesso. Primeiro colocou 50 mi- a emergentes e nossa moeda lhões de pessoas no mercado vem sofrendo bastante. Os inde consumo e 23 milhões de vestidores sempre têm um pé carros nas ruas nos últimos dez atrás com o Brasil. Quando há anos. Esta mega inclusão social um desvio de conduta macroeagravou os gargalos Patrícia Cruz/Luz da infraestrutura. "Só a demanda não atrai investimentos para inBarros: fraestrutura, é preciso "Ajudaria retirar as travas. Os leise tivéssemos lões de rodovias e aesinais de roportos devem ajudar melhora da a melhorar a confianconfiança de ça", afirma. Além dismercados e so, ele diz que a evoluinvestidores". ção do consumo deve passar a acompanhar o PIB porque as pessoas declaram que estão poupando mais. "Nunca se poupou tanto quanto agora". Na entrevista a seguir, Barros avalia o impacto para a taxa de câmbio em contexto no qual os conômica, o Brasil é punido Estados Unidos estão no final sempre. E isso é curioso porque de sua própria crise. "A Europa o País melhorou muito e está está no terceiro quarto da crise, mais previsível e arrumado. com previsão de crescimento Houve de fato um exagero nesde 0,5% em 2014. A China en- sa depreciação cambial. trou no primeiro estágio de desaceleração porque vai se tor- DC – Qual é o cenário para matériasnar um país normal", afirma. primas e commodities com o dólar em outro patamar? Diário do Comércio – Vivemos uma OB – O cenário para matériascrise de confiança? primas e commodities não é alOctavio de Barros – Não gosto vissareiro por conta dos preços do termo, mas reconheço que de produtos agrícolas, que caíexiste um problema de confian- ram em função da supersafra ça que envolve não só o Brasil, global. Para commodities memas todo o conjunto de países tálicas, o cenário é de desaceleemergentes. Naturalmente o ração da China, o que não ajuda investidor de mercados emer- muito os preços. gentes fica assustado e acaba

DC – As medidas do Banco Central ajudarão a conter a alta do dólar? OB – O BC tem o desafio de ler e interpretar o momento para identificar o que é exagero e o que é fundamento. No caso da taxa de câmbio, tenho a intuição de que pelo fundamento pode voltar ao patamar de R$ 2,30 e se sustentar. Falo em intuição porque sobre taxa de câmbio não dá para ter certeza de nada. Talvez o BC precise intervir de forma sistemática e diária no câmbio. Ajudaria se tivéssemos sinais de melhora da

confiança de mercados e investidores em relação ao Brasil. DC – Que sinais? OB – É preciso que ocorram os leilões de rodovias, aeroportos e ferrovias. Outro sinal positivo seria um eventual aumento no preço da gasolina. Tudo isso poderia melhorar a confiança e contribuir para que a moeda brasileira não se deprecie muito. Confiança aprecia câmbio, valoriza a moeda. DC – Outro sinal viria do lado fiscal? OB – Seria interessante que houvesse algum sinal mais forte de aumento do superávit primário sem mecanismos contá-

beis, de maneira que o mercado perceba que não há risco de deterioração da relação dívida/PIB. O mercado gostaria de ter certeza de que não haverá nenhuma surpresa no futuro do ponto de vista fiscal. DC – Na sua opinião como está a relação dívida/PIB? OB – Está bem. A dívida bruta piorou um pouco em proporção ao PIB, mas está longe de ser um percentual preocupante como observamos nos países desenvolvidos. O Brasil não tem problema de solvência. O grande desafio é recuperar um pouco nossa bela história de responsabilidade fiscal dos últimos 15 anos, para que não sofresse nenhum tipo de arranhão. DC – O senhor é contra um choque de juros neste momento? OB – Um choque de juros poderia gerar mais volatilidade. Nossa previsão é que o juro se manterá em um dígito neste ano, mas não digo que é impossível o BC elevar a taxa além dos dois dígitos. A decisão dependerá muito do pass -through (repasse da taxa de câmbio para a inflação). Por isso, temos de ficar atentos. Por enquanto, os dados do IPCA-15 de hoje (ontem) sugerem um movimento de preços sensíveis ao câmbio, mas nada muito dramático. Temos que lembrar que um aperto de juros pode levar a maior frustração em relação à atividade. Ajuda a inflação e talvez seja até necessário, mas levaria a um PIB bem mais baixo do que estamos projetando e também à uma taxa de desemprego maior. Qualquer PIB abaixo de 2% pode elevar a taxa de desemprego no

Brasil de forma razoável. É um dilema do BC, pressão inflacionária com atividade fraca. E tudo em um momento complexo, porque 2014 é ano eleitoral, de muito debate e volatilidade inerente ao período. Seria bom que o BC não precisasse ter de fazer nenhum ciclo de aperto adicional em 2014. DC – Até quando vamos conviver com tanta volatilidade na taxa de câmbio? OB – Não tem como saber. Mas no dia 18 de setembro haverá nova reunião do Fed [Federal Reserve, o banco central norte-americano]. Na minha opinião o Bernanke [Ben Bernanke, presidente do Fed] não tem interesse em aumentar taxas de juros de longo prazo nos Estados Unidos, em função do setor hipotecário e pelo risco de minar a atividade econômica que, por mais alvissareira que seja, ainda é incipiente. DC – O dólar alto ajudará a balança comercial? OB – No curto prazo não ajuda muito porque a demanda global está fraca e os produtos que exportamos – matérias-primas e commodities – não têm um cenário mais positivo. No setor de manufaturados, leva certo tempo para ver o benefício da capacidade competitiva. Mas isso vai chegar. Do ponto de vista da balança comercial, o dólar em outro patamar ajuda mais na redução das importações do que no aumento das exportações. E no déficit de transações correntes ajuda nas remessas de lucro, que são geradas em reais e tem valor menor quando expressas em dólar. A conta das viagens, deve melhorar porque o dólar alto inibe os gastos. Assim, o déficit de transações correntes pode melhorar bastante pelo lado da conta de serviços e nem tanto pelo lado da conta da balança comercial.

Nenhum avanço na reunião do Federal Reserve

N

a ata da reunião do Comitê de Mercado Aberto (Fomc ) – que decide sobre os rumos da política monetária norteamericana – realizada nos dias 30 e 31 de julho, o Federal Reserve (banco central) não deu sinais claros

sobre quando começará a reduzir as compras mensais de US$ 85 bilhões em bônus. O documento mostra que os integrantes do comitê estão divididos e hesitantes. Dos participantes da reunião, 19 no total, 12 com direito a voto, "uns poucos" são

favoráveis ao início imediato da redução e "uns poucos" pedem mais cautela. Os participantes disseram acreditar que o crescimento vai acelerar "bastante" no terceiro trimestre e fortalecer-se ainda mais em 2014. Também

apresentaram uma variedade de opiniões sobre o grau de melhora no mercado de mão de obra e sobre a probabilidade de que a inflação, que tem estado em torno de 1%, volte logo para a meta de 2%. Consta ainda da ata que o

Federal Reserve, está avaliando uma nova ferramenta para ajudá-lo a enxugar o sistema bancário e manter as taxas de juros de curto prazo no nível almejado. Funcionaria assim: o Fed vende um título do Tesouro dos EUA a um

operador primário ou a um grande fundo e o recompra no dia seguinte. A transação retira temporariamente dinheiro do sistema bancário, enquanto o operador ou o fundo recebe os juros sobre a transação. (Agências)


16 -.ECONOMIA

DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 22 de agosto de 2013


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

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A tendência é que os segmentos de software e serviços ultrapassem a barreira de 50% do faturamento até 2020. Jorge Sukarie, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software

conomia Sebastião Moreira/EFE

Indústria de TI já fatura com Copa Torneio de 2014 impulsiona empresas de software e de hardware no Brasil Evento esportivo e informação: secretário da Fifa, Jerôme Valcke, visita as obras do novo estádio do Corinthians, local de abertura dos jogos.

A

indústria brasileira de tecnologia da informação (TI) deve ter a maior taxa de crescimento do mundo em 2013, graças aos investimentos para os eventos esportivos dos próximos anos e à exploração do pré-sal, de acordo com estimativas da associação do setor. A previsão da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes) é que o faturamento do setor avance 14,5% neste ano, para US$ 69 bilhões, disse o presidente da

entidade, Jorge Sukarie. No ano passado, a indústria de TI do País movimentou US$ 60,2 bilhões, crescimento de 10,9% na comparação com o ano anterior, enquanto a média de crescimento mundial foi de 5,9%. Em termos absolutos, o Brasil ficou na sétima posição do ranking mundial de investimentos em TI ano passado, abaixo dos Estados Unidos (US$ 638 bilhões), da China (US$ 173 bilhões), do Japão (US$ 172 bilhões), Reino Unido (US$ 110 bilhões), Alema-

Facebook quer levar a internet para todo mundo

O

presidente-executivo jeto incluem Ericsson, Mediada rede social Facebo- Tek, Nokia e Opera Software. ok, Mark Zuckerberg, A parceria vai desenvolver selecionou Samsung, Qual- celulares inteligentes de baicomm e quatro outras compa- xo custo e de alta qualidade e nhias para um projeto que tem levar acesso à Internet em cocomo objetivo levar a Internet munidades ainda não atendia pessoas no mundo que não das, disse o Facebook. podem pagar por ela, refletinO Google anunciou em junho do esforços promovidos pelo que lançou uma pequena rede Google e outros grupos. de balões sobre o Hemisfério O projeto é Robert Galbraith/Reuters Sul em um exc h a m a d o I nperimento que ternet.org e espera levar será lançado acesso à Internesta quartanet de forma feira. Ele tem confiável às recomo objetivo giões mais repermitir que motas do munmais 5 bilhões do. de pessoas O piloto, sem acesso chamado Proatualmente à ject Loon, foi rede mundial lançado em jud e c o m p u t anho na Nova dores fiquem Zelândia. Os Zuckerberg, do Facebook. online, disse e q u i p a m e nZuckerberg. tos funcionam "O objetivo do Internet.org é com energia solar e são sustornar o acesso à Internet dis- tentados por balões de alta alponível a dois terços do mun- titude, 20 quilômetros, ou do que hoje não está conecta- duas vezes mais alto que rodo", disse ele. tas percorridas por aviões, Outros participantes do pro- disse o Google. (Reuters)

Comércio eletrônico avança 24%

M

otivados pela busca de preços mais baratos na internet, os consumidores brasileiros fizeram o faturamento do comércio eletrônico nacional avançar 24% no primeiro semestre sobre igual período de 2012, chegando a R$ 12,74 bilhões. Segundo dados divulgados ontem pela E-bit, empresa especializada em informações sobre o setor, o número de pedidos subiu 20% na comparação anual, para 35,54 milhões de pedidos, enquanto o tíquete médio cresceu 4%, atingindo R$ 359,49. O diretor geral da E-bit, Pedro Guasti, afirmou que a deterioração do cenário econômico levou os consumidores a adotarem uma postura mais cautelosa nas compras, priorizando facilidades de parcelamento e ofertas de preços mais baixos, características próprias do comércio online.

Segundo dados divulgados na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas totais no varejo subiram 3% na primeira metade do ano – oito vezes menos que as compras fechadas pela web no mesmo período. "A internet tem uma dinâmica bastante diferente, pautada pela entrada de novos consumidores e a possibilidade de comparar preços", afirmou Guasti, acrescentando que as compras online representam 3,5% a 4% das vendas de todo o varejo atualmente, podendo chegar a 8% a 10% – mesmo percentual dos Estados Unidos – em três a sete anos. O crescimento do semestre reforça as previsões positivas da E-bit para 2013, que foram mantidas. A expectativa é que o faturamento chegue a R$ 28 bilhões, alta de 25% sobre o ano passado. (Reuters)

nha (US$ 101 bilhões) e França (US$ 76 bilhões). "Embora a economia brasileira não esteja respondendo, há investimentos a acontecer", disse Sukarie. "Há fatores a serem considerados, como os grandes eventos esportivos (Copa e Olimpíadas), além do pré-sal", declarou. No ano passado, a maior parte do faturamento da indústria de TI no País permaneceu no segmento de hardware, que movimentou US$ 35,3 bilhões, seguido por serviços, com US$ 15,4 bilhões, e por softwa-

re, com US$ 9,4 bilhões. Tendência – "Esperamos que essa proporção mude. A tendência é que os segmentos de software e serviços ultrapassem a barreira de 50% do faturamento até 2020", declarou Sukarie. "O grau de maturidade da indústria de um país se mede quando este consegue fazer com que os investimentos em software aumentem, porque a inteligência que move a inovação está mais no software", completou. Segundo o executivo, a fatia maior do hardware na indús-

tria de TI brasileira ocorre por conta do recente boom de venda de aparelhos, como tablets e smartphones no País. A associação estima que, depois do Brasil, a indústria de TI que terá maior crescimento em 2013 será a da China, com avanço próximo aos 14%. "A indústria chinesa ainda tem muitas perdas com a pirataria", declarou. A média mundial de crescimento prevista para este ano é de 5,5%, com base no levantamento feito pelo instituto IDC a pedido da Abes. (Reuters)

69 bilhões de dólares é quanto a indústria de tecnologia da informação (TI) do País deve faturar no ano. Avanço acima da média mundial.

ARROW BRASIL S.A. CNPJ/MF nº 43.076.082/0001- 60

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (EM MILHARES DE REAIS) BALANÇO PATRIMONIAL

2012

2011

Ativo/Circulante 13.792 12.948 Disponibilidades 1.139 598 Clientes 7.236 5.741 Partes Relacionadas 1.182 1.371 Estoques 2.958 4.254 Operações com Derivativos – 21 Impostos a Recuperar 1.007 710 Despesas do Exercício Seguinte 22 22 Depósitos Judiciais 239 215 Outros Créditos 9 16 Não Circulante Mantido para Venda – 75 Não Circulante 5.794 5.205 Realizável a Longo Prazo 73 391 Impostos a Recuperar 73 237 Despesas Antecipadas – 154 Investimentos 4.743 4.519 Imobilizado 977 259 Intangível – 36 TOTAL DO ATIVO 19.586 18.228 DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Reservas de Social Capital Saldo em 31 de Dezembro de 2010 4.237 543 Aumento de Capital Social 4.749 – Lucro Líquido do Exercício – – Destinações do Lucro Líquido do Exercício: Reserva Legal – – Reserva para Investimento e Expansão – – Saldo em 31 de Dezembro de 2011 8.986 543 Lucro Líquido do Exercício – – Destinações do Lucro Líquido do Exercício: Reserva Legal – – Reserva para Investimento e Expansão – – Saldo em 31 de Dezembro de 2012 8.986 543

BALANÇO PATRIMONIAL

2012

2011

Passivo/Circulante Fornecedores Partes Relacionadas Obrigações Fiscais Provisão IR e CSLL Obrigações e Provisões Sociais Operações com Derivativos Outras Contas a Pagar Não Circulante Empréstimos e Financiamentos Obrigações Fiscais Provisão para Contingências Patrimônio Líquido Capital Social Reserva de Capital Reserva de Lucros

6.784 813 2.943 412 – 2.143 78 395 508 56 238 215 12.294 8.986 543 2.765

6.927 1.229 3.572 242 61 1.535 5 284 756 – 305 451 10.545 8.986 543 1.016

TOTAL DO PASSIVO

19.586

18.228

Reserva Legal – – –

Reserva de Lucros Reserva para Investimento e Expansão – – –

Lucro (Prejuízo) Acumulado (1.360) – 2.376

Total 3.420 4.749 2.376

119 – 119 –

– 897 897 –

(119) (897) – 1.749

– – 10.545 1.749

87 – 206

– 1.662 2.558

(87) (1.662) –

– – 12.294

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1. Contexto Operacional: A Arrow Brasil S.A. (Cia.), sociedade anônima gica. Os ativos imobilizados foram registrados pelo custo de aquisição, de capital fechado, tem por atividades preponderantes a comercialização, com depreciação pelo método linear e taxas que variam de acordo com a importação e exportação de material elétrico e eletrônico, partes e peças vida útil estimada dos bens. Os ganhos e perdas nas alienações são apue componentes para máquinas e equipamentos, revenda de cessão de di- rados pela comparação entre os recursos obtidos com a venda em relareito de uso de programas de computação (softwares), industrialização ção ao seu valor contábil na data da alienação, e são reconhecidos em por encomenda em estabelecimentos de terceiros de peças, equipamen- “Ganhos (Perdas) de Capital no Imobilizado” na Demonstração do Resultos, máquinas e aparelhos de processamento e armazenamento de dados tado. (i) Intangível: É avaliado ao custo de aquisição deduzido da amortie de automação industrial, bem como a administração de armazéns, inter- zação acumulada e perdas por redução ao valor recuperável, quando aplimediação de negócios, consultoria e assistência técnica, inclusive desen- cável. Os ativos intangíveis são compostos pelo custo incorrido na aquisivolvimento de projetos de produtos elétricos e eletrônicos, treinamentos e ção de software e licenças de uso, os quais são amortizados durante sua prestação de demais serviços relacionados a produtos elétricos e eletrô- via útil estimável de três a cinco anos. Os custos associados à manutennicos em geral, podendo deter participação societária em outras socieda- ção são reconhecidos como despesa, conforme incorridos. (j) Investides na qualidade de sócia quotista ou acionista. A sede da Cia. está loca- mentos: As participações em controladas foram registradas pelo método lizada à R. José Gomes Falcão, 111, São Paulo/SP, Brasil. 2. Apresenta- da equivalência patrimonial, com contrapartida desses valores reconhecição das Demonstrações Financeiras: A emissão das presentes de- da no resultado operacional. Os investimentos em coligadas em que não monstrações financeiras foi aprovada pelo Conselho de Administração da há influência na Administração foram avaliados pelo método de custo, Cia. As demonstrações financeiras foram elaboradas e apresentadas de devido a sua relevância. (k) Outros Ativos Circulantes e Não Circulanacordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, em conformidade tes: Os tributos a recuperar encontram-se demonstrados pelos seus rescom a Lei 6.404/76, Lei 11.638/07 e Lei 11.941/09, bem como os CPC’s pectivos valores de recuperação. As despesas antecipadas representam, aplicáveis às PME’s requeridos na NBCT 19.41-Contabilidade para Pe- principalmente, contratos de manutenção, licenças de uso de softwares quenas e Médias Empresas. A Cia. optou por não apresentar as demons- não classificadas no imobilizado e outras despesas inerentes às operatrações contábeis consolidadas relativas a sua participação societária na ções da Cia. O depósito judicial compreende valores em contas correntes Richardson RFPD do Brasil Ltda., a qual detém 100% do capital social, bancárias retidos judicialmente, referente à ação trabalhista que encontraconforme faculta o item 10 do Pronunciamento Técnico CPC 36 - Demons- se em andamento e tem sua provisão devidamente constituída no passivo trações Consolidadas. 3. Sumário das Principais Práticas Contábeis: não circulante. (l) Fornecedores: São obrigações a pagar por bens ou (a) Apuração do Resultado: O resultado das operações (receita, custos serviços que foram adquiridos de fornecedores no curso normal dos negóe despesas) é apurado em conformidade com o regime contábil de com- cios, sendo classificados como passivos circulantes se o pagamento for petência dos exercícios. As receitas de vendas de produtos são reconhe- devido no período de até um ano. Caso contrário, e quando aplicável, escidas (i) quando o valor das vendas é mensurável de forma confiável, (ii) sas obrigações são apresentadas como passivo não circulante. Eles são, os custos incorridos em respeito a transação podem ser mensurados de inicialmente, reconhecidas pelo valor justo e, subseqüentemente, mensumaneira confiável; (iii) é provável que os benefícios econômicos serão re- radas pelo custo amortizado com o uso do método da taxa efetiva de jucebidos pela Cia.; (iv) os riscos e benefícios foram integralmente transferi- ros, se relevantes. Na prática, são normalmente reconhecidas ao valor da dos ao comprador. A receita é apresentada líquida dos descontos inciden- fatura correspondente. (m) Empréstimos Bancários: Empréstimos são tes sobre esta, sendo que os impostos sobre vendas são reconhecidos reconhecidos inicialmente pelo valor justo, líquido dos custos de transaquando as vendas são reconhecidas/contabilizadas, e os descontos sobre ção incorridos, e são, subseqüentemente, demonstrados pelo custo amorvendas quando conhecidos. (b) Estimativas Contábeis: As demonstra- tizado, se relevante. Os valores em moeda estrangeira são atualizados ções financeiras foram elaboradas com base em diversas avaliações utili- monetariamente pela taxa de câmbio da data do final do exercício. (n) zadas nas estimativas contábeis. As estimativas contábeis envolvidas na Operações com Instrumentos Financeiros Derivativos: Os valores nopreparação das demonstrações financeiras foram baseadas em fatores minais das operações com instrumentos financeiros derivativos do tipo objetivos e subjetivos, com base no julgamento da Administração para de- hedge não são registrados nos balanços patrimoniais. Os resultados líquiterminação do valor adequado a ser registrado nas demonstrações finan- dos não realizados dessas operações, apurados pelos valores justos de ceiras. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas in- mercado, são registrados pelo regime de competência e lançados contra cluem, avaliação dos ativos financeiros pelo valor justo e pelo método de o resultado. Embora a Cia. faça o uso de derivativos com o objetivo de proajuste a valor presente, quando relevante, assim com da análise dos de- teção, ela não aplica a chamada contabilização de hedge. (o) IR e Contrimais riscos para determinação de outras provisões, inclusive para contin- buição Social: O IR pessoa jurídica e a contribuição social sobre o lucro gências. A liquidação das transações envolvendo estas estimativas pode- líquido são calculados com base no lucro real determinado de acordo com rá resultar em valores diferentes dos registrados nas demonstrações fi- a legislação tributária em vigor e contabilizados pelo regime de competênnanceiras devido ao tratamento probabilístico inerente ao processo de es- cia. O IR e contribuição social diferidos classificados no ativo circulante e timativa. A Administração monitora e revisa periodicamente e tempestiva- não-circulante e no passivo circulante e não-circulante referem-se a difemente estas estimativas e suas premissas. (c) Conversão de Moeda Es- renças temporárias entre o lucro contábil e o lucro fiscal. (p) Demais Pastrangeira: A moeda funcional da Cia. é o Real, mesma moeda de prepara- sivos Circulantes e Não Circulantes: São demonstrados pelos valores ção e apresentação de suas demonstrações financeiras. As operações conhecidos ou exigíveis, acrescidos, quando aplicáveis, dos respectivos com moedas estrangeiras são convertidas para a moeda funcional, utili- encargos e variações monetárias e cambiais. Alguns passivos envolvem zando as taxas de câmbio vigentes nas datas das transações ou da ava- incertezas quanto ao prazo e ao valor, sendo estimados na medida em liação, na qual os itens são remensurados. Os ganhos e perdas cambiais que são incorridos e registrados por meio de provisão. As provisões são resultantes da liquidação dessas transações e a conversão pelas taxas de registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. câmbio do final do exercício, referentes a ativos e passivos monetários em 4. Transações entre Partes Relacionadas: Substancialmente, referemmoedas estrangeiras, são reconhecidos na demonstração do resultado. se a compras de mercadorias de partes relacionadas para revenda, prin(d) Caixa e Equivalentes de Caixa: Incluem numerário em espécie, de- cipalmente, de sua controladora localizada nos EUA. Os valores registrapósitos bancários disponíveis e aplicações financeiras com liquidez ime- dos são atualizados monetariamente pela taxa de câmbio da data do final diata e com risco insignificante de mudança de seu valor de mercado. (e) do exercício, conforme descrito na Nota 3C. Os créditos referem-se a reContas a Receber: As contas a receber correspondem aos valores a re- embolsos de despesas, revendas de mercadorias e comissões de interceber de clientes pela venda de mercadorias e serviços no decurso nor- mediação de vendas. Os saldos compõem em: mal das atividades da Cia., as quais são reconhecidas inicialmente pelo (i) a Receber - Descrição 31/12/12 31/12/11 valor faturado e, subseqüente, mensurados pelo custo amortizado com Arrow Electronics Inc. - Controladora 1.125 783 base no método de taxas de juros efetiva, se aplicável e relevante. A pro- Richardson RFPD do Brasil Ltda - Subsidiária 49 588 visão para perdas com crédito de liquidação duvidosa é fundamentada em Power and Signal - Controle em Comum 8 – análise dos créditos pela administração, que leva em consideração o his1.182 1.371 tórico e os riscos envolvidos em cada operação, e é constituída em mon- (ii) a Pagar - Descrição 31/12/12 31/12/11 tante considerado suficiente para cobrir as eventuais perdas. (f) Esto- Arrow Electronics Inc. - Controladora 2.934 2.961 ques: Os estoques de mercadorias estão demonstrados pelo menor valor Power and Signal Group - Controle em Comum 9 40 entre o líquido de realização e o custo médio de aquisição. O custo é de- Richardson RFPD Inc. - Controle em Comum – 571 terminado usando-se o método “custo médio ponderado”. As provisões 2.943 3.572 para perda de estoque de baixa rotatividade e obsoletos, ou aquelas cons- 5. Investimentos: Estão registradas as participações em outras sociedatituídas para ajustar ao valor de mercado, são contabilizadas quando con- des que foram adquiridas em 2010 e 2011. No ano de 2011, a Cia. adquisideradas necessárias pela Administração. (g)Ativo Não Circulante Man- riu 4.495.394 cotas no valor nominal de R$ 4.495.395,00 da empresa tido para Venda: Refere-se a imóvel recebido pela Companhia como par- Richardson RFPD do Brasil Ltda, o que representa 99,99% das cotas da te de pagamento de dívida de títulos vencidos cobrados judicialmente. O investida. Composição do saldo: Equival. Aquirespectivo imóvel possui propósito firme da Administração pela venda, Descrição % Part. 31/12/12 Patrim. Ajustes sição 31/12/11 portanto, a sua venda é considerada como altamente provável com prazo Macom S.A. 3% – – – – – de conclusão de até um ano. O ativo está registrado no ano de 2011 pelo Compania de valor justo baseado em laudo de consultor externo e foi alienado no decor- Semic y Comp 3% 14 – – – 14 rer de 2012. (h) Imobilizado: A Cia. optou por não avaliar o seu ativo imo- Elko Comp bilizado ao valor justo como custo atribuído. Considerando que a maior Eletrectronicos 3% 115 – – – 115 parte de seus ativos imobilizados referem-se a equipamentos de informá- Eurocomponentes S.A. 3% 7 – – – 7 tica que, conforme opinião da Administração, estão com os valores resi- Richarddon RFPD duais apresentando o seu valor justo na data do balanço, não foram sub- do Brasil 99,99% 4.608 224 – – 4.384 metidos a testes formais de avaliação econômica, operacional ou tecnoló4.743 4.519 DALTON DE TOLEDO CARRIJO Diretor Executivo

CARMEN T. SAAD TEIXEIRA Diretor Executivo

ANTONIO CELSO DANTAS Controller - CRC 1SP159055/O-4

DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS

2012

2011

Receita Operacional Bruta 66.412 59.625 Vendas de Produtos 64.409 57.370 Vendas de Serviços 2.002 2.255 Deduções da Receita Bruta (18.623) (17.912) Impostos sobre Vendas (17.577) (16.463) Devoluções de Vendas (1.046) (1.449) Receita Operacional Líquida 47.788 41.713 Custos das Mercadorias Vendidas (33.886) (29.309) Lucro Bruto 13.903 12.404 Despesas com Pessoal (8.463) (5.761) Despesas Gerais e Administrativas (2.902) (1.797) Ganhos (Perdas) de Capital no Imobilizado – 1 Outras Receitas (Desp.) das Operações Continuadas 71 – Resultado antes das Receitas (Despesas) Financeiras e Participações Societárias 2.609 4.847 Receitas Financeiras 280 121 Despesas Financeiras (193) (492) Variação Cambial (578) (903) Resultado de Equivalência Patrimonial 224 (112) Resultado do Exercício antes dos Tributos sobre o Lucro 2.342 3.462 Provisão IR e CSLL (687) (520) Provisão IR e CSLL Diferidos 94 (566) Resultado Líquido das Operações Continuadas 1.749 2.376 Operações Descontinuadas – – Lucro ou Prejuízo Líquido do Exercício 1.749 2.376 Lucro por Ação R$ 0,45 R$ 0,60 DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA Atividades Operacionais 2012 Lucro Líquido do Exercício 1.749 Juros sobre Empréstimos/Financiamentos 18 Perda (Ganho) em Operações com Derivativos (65) Ajustes para Reconciliar o Resultado Líquido: Depreciação e Amortização do Período 134 Impostos de Renda e Contribuição Social Diferidos 80 Provisão de Contingências – Valor Residual do Ativo Imobilizado Baixado – Outras Receitas/Despesas Operacionais 78 Perda (Ganho) em Partic. em Outras Sociedades (224) Outras Apropriações 1 Variação no Capital Circulante (Aumento) Redução em Ativos Clientes (1.495) Partes Relacionadas 190 Estoques 1.296 Demais Ativos (293) Aumento (Redução) em Passivos Fornecedores (415) Partes Relacionadas (629) Obrigações e Provisões Sociais 676 Obrigações Fiscais 102 Demais Passivos 145 Caixa Líquido Gerado pelas Ativ. Operacionais 1.348 Atividades de Investimentos Aquisições de Imobilizado e Intangível (820) Aquisições em Participações Societárias – Venda de Imobilizado – (Perda) Ganho em Operações com Derivativos 65 Caixa Líq. (Aplicado) obtido Ativ. de Investimentos (755) Atividades de Financiamentos Captação de Empréstimos e Financiamentos 340 Amortização de Empréstimos e Financiamentos (264) Aumento de Capital – Aumento (Redução) de Financiamento com Governo (128) Caixa Líq. (Aplicado) obtido Ativ. de Financiamento (52) Aum. (Redução) no Caixa e Equivalentes de Caixa 542 Caixa e Equivalentes de Caixa no Início do Exercício 598 Caixa e Equivalentes de Caixa no Final do Exercício 1.139 Aumento (Redução) no Caixa e Equiv. de Caixa 542

2011 2.376 235 417 93 94 (277) (1) (77) 112 4 (1.303) (786) (416) 239 349 (302) 39 24 (127) 694 (147) (4.495) 7 (417) (5.053) 5.975 (6.210) 4.749 122 4.636 277 321 598 277

6. Imobilizado: É composto por: 2012 2011 Taxa DepreDeprec. ciação ao Ano Custo Acum. Líquido Líquido Móveis e Utensílios 10% 278 (179) 99 47 Instalações p/Armazém 10% 70 (30) 40 – Máq. e Equip. de Escritório 10% 79 (21) 58 23 Equipamentos de Telefonia 10% 77 (37) 39 12 Equipamentos de Informática 20% 795 (474) 321 147 Veículos 20% 112 (15) 97 – Máq. e Equip. de Armazém 10% 274 (8) 266 3 Equipamentos de Laboratório 10% 44 (36) 8 11 Benf. em Bens de Terceiros 25% 285 (249) 36 – Instalações p/ Escritório 10% 71 (57) 14 15 2.084 (1.107) 977 259 7. Intangível: É composto por: 2012 2011 Custo Amortiz. Acum. Líquido Líquido Licenças de uso e cessão de direito desoftwares 189 (189) – 36 – 36 8. Provisão para Contingências: Com base na opinião dos consultores jurídicos externos, a Cia. mantém provisões para contingências que são relativas a possíveis questionamentos judiciais por parte da Administração Tributária Federal e a reclamações trabalhistas que foram provisionadas pela Cia. com base em uma estimativa de perda provável aprovada pela Administração. Em dezembro de 2012 e 2011, foram realizadas reversões parciais cujos valores prescreveram conforme estabelecido pelo Código Tributário Nacional. A provisão constituída é considerada adequada pela Administração da Cia. para cobrir eventuais perdas que possam advir do desfecho de possíveis processos judiciais, trabalhistas e outros. Compõe o seu saldo: Descrição 31/12/12 31/12/11 Contingências fiscais – 237 Contingências trabalhistas 215 215 215 451 9. Capital Social: O Capital Social da Arrow Brasil S.A. é composto por 3.928.919 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal, assim distribuídas: 31/12/12 31/12/11 Controle acionário Quant. Total - R$ Quant. Total - R$ Arrow Electronics 3.928.916 8.986 3.928.916 8.986 Acionistas minoritários Paul J. Reilly 1 – 1 – Peter S. Brown 1 – 1 – Vincent Vellucci 1 – 1 – 3.928.919 8.986 3.928.919 8.986 10. Reserva de Lucros: (i) Reserva de Lucros: Constituída com 5% do lucro líquido do exercício, limitada a 20% do capital social. (ii) Reserva para Investimento e Expansão: Contituída com a finalidade de assegurar recursos suficientes para expandir as atividades e investimentos, bem como para subsidiar projetos para o desenvolvimento e aprimoramento das atividades da Cia. Descrição 31/12/12 31/12/11 Reserva de lucros 206 119 Reserva p/Investimento e Expansão 2.558 897 2.765 1.016 11. Demonstração de Fluxo de Caixa: A Demonstração do Fluxo de Caixa foi preparada pelo método indireto e estão sendo apresentadas de acordo com o pronunciamento contábil CPC 03 - Demonstração dos Fluxos de Caixa, em conjunto com a NBCT 19.41 - Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas.


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As tarifas aéreas são de 6% a 10% mais caras por causa da incidência do ICMS sobre o combustível. Nos Estados Unidos, o imposto equivalente é de 1.52%. Maurício Emboaba, consultor técnico da ABEAR.

conomia

Passageiro Vip

Passagens caras, prejuízos altos.

partiram um valor estimado em mais de R$ 8 bilhões. Se o mesmo volume de abastecimento fosse feito em Foz de Iguaçu ou Londrina, onde a taxação é de só 1%, a economia para a aviação seria de R$ 3,35 bilhões. "As tarifas aéreas são de 6% a 10% mais caras em decorrência da incidência do ICMS sobre o combustível", avalia Maurício Emboaba, consultor técnico da ABEAR, associação das companhias aéreas brasileiras. Ele revela que nos Estados Unidos a alíquota da taxa equivalente ao ICMS é de

1.52%. Já no Japão, China e Argentina, não há qualquer imposto sobre esse combustível. É que estes países têm consciência de que a tributação exagerada afeta negativamente o turismo, a aviação civil e toda a cadeia econômica associada. Não é pouco: segundo cálculos de Emboaba, perdem-se 27 mil empregos e R$1,4 bilhão no PIB do Brasil. Para minimizar os efeitos nocivos desta pajelança do ICMS dos Estados, as aéreas adotam o "economic tankering". Traduzindo: abastecem menos onde o querose-

ne é mais caro. Assim, na rota São Paulo-Brasília-São Paulo, é mais negócio comprar na capital federal, onde a taxação é menos da metade. Em um ano, só neste caso, a economia é de R$ 1 milhão. Mas há um preço para isso. O avião tem que queimar mais querosene ao transportar um peso adicional do combustível comprado onde é mais barato. Essa "ginástica" nos céus afeta não apenas os custos, mas também o meio ambiente. Agora calcule o impacto desta distorção na malha aérea brasileira multiplicada pelas cerca de 450 aeronaves da aviação civil... "Em vez de usar o setor de energia como um dos principais arrecadadores de impostos, tanto o governo federal quanto os estaduais deveriam entender que energia mais barata gera investimentos, empregos e maior crescimento do PIB", conclui Adriano Pires, da CBIE.

Roberto Farkas Bitelman

Divulgação

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ecentemente, registramos aqui que o querosene de aviação brasileiro é o mais caro entre os países com alguma relevância econômica, e representa 43% dos custos operacionais, contra uma média internacional de 33%. Quem disse isto foi ninguém menos que o presidente da IATA. É que há uma diferença de 28% entre o preço que a Petrobrás cobra a mais pelo litro do combustível (R$ 2,25, em média) e o mercado internacional (R$1,76, tabela PLATTS). Só em 2012 essa variação correspondeu a mais de US$ 1 bilhão gastos a mais pelas empresas aéreas brasileiras. Coisa de monopólio. "No Brasil, a maior parcela da produção e do investimento do setor de energia está nas mãos de empresas estatais, o que acaba distorcendo a competição com as empresas privadas, ao se utilizarem de taxas patrióticas de retorno", afirma Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). A Petrobrás não está sozinha. Há ainda os Estados, sócios gulosos que tampouco querem largar um osso tão apetitoso. Através do ICMS, arrecadam até 25% do preço final do combustível. É o caso de São Paulo, que em 2012 se beneficiou do consumo de 2,842 bilhões de litros (dados ANP), 40% do querosene de aviação usados no país. Com isto, Petrobras e cofres estaduais paulistas re-

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ilho de peixe, peixinho é. O ditado se aplica muito bem ao criador da SUL Hotels, filho do empresário Flavio Bitelman, que fez do turismo uma de suas paixões. Paulista, Roberto é formado em Administração, com pósgraduação em ciências do consumo. Durante 11 anos, trabalhou na Auroraeco Viagens, operadora especializada em viagens de alto padrão. Até que, em 2011, fundou a sua empresa, com o objetivo de reunir os melhores hotéis de pequeno porte em destinos da América do Sul. "Começamos com

Contatos com o autor pelo e-mail: fabio@steinberg.com.br

A Latam só não lucra no Brasil Grupo, que reúne a chilena LAN e a brasileira TAM, tem prejuízo no Brasil, mas espera revertê-lo na operação no resto da América Latina.

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Latam Airlines, maior grupo de transporte aéreo de passageiros da América Latina, previu ontem que espera uma margem operacional entre 4% e 6% neste ano, apesar de um complexo cenário pressionado pela depreciação do real e por prejuízos milionários. A melhora prevista seria apoiada pelo aumento na capacidade entre 12% e 14% nos países de língua espanhola, contra uma

Foto Mario Ruiz/Efe

redução entre 7% e 9% no Brasil, disse a Latam. O grupo, que inclui as operações da chilena LAN e da brasileira TAM, anunciou na véspera um prejuízo de US$ 329,8 milhões no segundo trimestre, em um resultado pior que o esperado e que foi marcado pela forte depreciação do real ante o dólar e seus efeitos nas margens. "A Latam reduziu sua exposição ao real brasileiro do balanço da TAM de US$ 4,1 bilhões em junho de

oito, e hoje contamos com 20 associados em cinco países: Argentina, Brasil, Chile, Equador e Peru", ele revela. Entre os participantes, estão o Tierra Atacama e Tierra Patagonia, no Chile; o Hotel Toriba, em Campos do Jordão; e o Yacht La Pinta, em Galápagos. "Cada vez mais os brasileiros vão viajar pela América do Sul, tanto pela facilidade, quanto pelo interesse. Aí entra o SUL Hotels, um facilitador para quem busca experiências fora do comum, mas com conforto, charme, cultura e excelentes serviços", conclui.

2012 a US$ 2,4 bilhões, espera reduzilo a cerca de US$ 900 milhões no fim de 2013 e a cerca de zero em junho de 2014", informou o grupo. O mercado doméstico no Brasil representa um terço do negócio de transporte de passageiros da Latam. No Perdas da Latam no trimestre foram marcadas pela forte alta do dólar em relação ao real entanto, o desempenho negativo da ajustar seus negócios no Diante desse cenário, a Latam no segundo trimestre debilitado mercado Latam disse que atualizou pesou nas ações da empresa brasileiro, ao que se somam seu plano de investimentos na bolsa chilena, com uma problemas com autoridades na frota a US$ 5,069 bilhões queda de mais de 4%. argentinas para o para o período de 2013 a A empresa focou nos desenvolvimento das 2015. O investimento últimos meses em reduzir e operações no país. previsto representa um leve aumento ante o informado no primeiro trimestre, de US$ 4,846 bilhões, mas uma queda de 17% ante junho do ano passado. Os resultados e novas projeções da Latam foram divulgados em meio ao processo de um aumento de capital de US$ 1 bilhão que seus acionistas aprovaram para financiar a frota e reduzir os passivos. (Reuters)

Carro sem motorista?

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fabricante alemã de pneus e autopeças Continental está próxima de fechar acordo para uma aliança com o Google e a IBM para desenvolver sistemas de direção autônoma para automóveis, publicou um jornal na Alemanha. O diário Frankfurter Allgemeine Zeitung citou fontes não identificadas que afirmaram que a Continental pode revelar os dois acordos no salão do automóvel de Frankfurt, em setembro. A Continental já mantém aliança com a fabricante norte-americana de equipamentos de rede Cisco Systems voltada a sistemas de carros automatizados e que não precisam de motorista e para sistemas de transferência de dados entre carros. O Google tem trabalhado em tecnologia de automação de carros desde 2010. A empresa chegou a testar uma frota de automóveis autônomos em estradas do Estado norte-americano da Califórnia. Uma série de montadoras, incluindo GM, Ford, Toyota e Volkswagen, estão desenvolvendo funções controladas por computador que ajudarão motoristas a evitar acidentes. (Reuters)


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19 No acumulado do ano, de janeiro a julho, foram criados 907.214 postos formais no País, pior resultado para o período desde 2009.

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Empregos: o pior julho em 10 anos. Embora a forte retração no mercado brasileiro, em São Paulo há profissões em alta, nas áreas de controladoria, regulação, vendas, orçamentos e infraestrutura.

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Brasil registrou no mês passado a pior geração de empregos formais para o julho dos últimos dez anos – como já estava previsto. Foram criadas 41.463 vagas, menor número desde julho de 2003, quando houve criação de 37,2 mil postos. Os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) foram divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Os dados ainda são preliminares, pois parte das contratações e demissões são incluídas com atraso no Caged. A expectativa do ministro do Trabalho, Manoel Dias, é que o resultado definitivo indicará a geração de mais 10 mil a 15 mil postos de trabalho. A queda na geração de empregos em relação a julho de 2012 – quando haviam sido criados 142,5 mil pontos, segundo o resultado preliminar –

foi generalizada. Houve forte recuo na criação de vagas na indústria (de 24,7 mil para 7,1 mil), serviços (de 39 mil para 11,2 mil), comércio (de 22,8 mil para 1,5 mil) e construção civil (de 25,4 mil para 4,9 mil). Também houve queda nas novas contratação na agricultura, mas em menor intensidade (de 24 mil para 18,1 mil). No acumulado do ano, de janeiro a julho, foram criados 907.214 postos formais, pior resultado para o período desde 2009. Os mais procurados – Profissionais das áreas de controladoria, regulação, vendas, orçamentos e infraestrutura foram os talentos mais requisitados pelo mercado de trabalho no primeiro semestre de 2013 em São Paulo. O levantamento, da empresa de recrutamento Michael Page, foi feito junto aos especialistas da empresas nos principais polos econômicos do país. A

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO/SP AVISO DE LICITAÇÃO Comunicamos que está aberta a Licitação relacionada abaixo: MODALIDADE: Pregão Presencial 032/ 2013. PROCESSO: 1422/2013. OBJETO: Contratação de empresa para gerenciamento, fornecimento, implementação, reemissão e administração de cartão alimentação para os servidores públicos municipais. INÍCIO DA SESSÃO PÚBLICA: 05/09/2013, às 14:00h, na sala de Licitações da Prefeitura do Município de São Pedro, sita à Rua Valentim Amaral, n° 748, Centro, São Pedro/SP. O edital completo encontra-se à disposição no Departamento de Compras e Licitações, sito à Rua Valentim Amaral 748, no horário das 08:00h às 17:00h. Fone: (19) 3481-9223 ou através do site: www.saopedro.sp.gov.br. São Pedro, 20 de Agosto de 2013. Beatriz Palma Crovino - Pregoeira.

AVISO DE RESCISÃO DE CONTRATO Informamos à LARTECH Engenharia do Brasil S.A. que o Instrumento Particular de Retificação e Ratificação do Instrumento Particular de Promessa de Venda e Compra e outras Avenças da Unidade Oliveira-54, firmado com a VESPOLI Engª e Construção Ltda., em 18/08/2011, encontrase rescindido conforme cláusula 6.2.1 – alínea B, desde 01/08/2013; outrossim, informamos que aguardamos contato para efetuar os trâmites finais previstos no referido Instrumento. FORD MOTOR COMPANY BRASIL LTDA. CNPJ Nº 03.470.727/0001-20 Sirvo-me da presente para manifestar minha renúncia, a partir desta data, ao cargo de Diretor de Operações de Caminhões, para o qual fui eleito por meio do Instrumento Particular de 58ª Alteração do Contrato Social da Ford Motor Company Brasil Ltda., datado de 02 de julho de 2007, devidamente registrado na JUCESP sob o nº 225.671/07-4, em 05.07.2007. São Bernardo do Campo, 10 de julho de 2013. OSWALDO JOSÉ LAVINAS JARDIM

FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 21 de agosto de 2013, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: Santana S/A Crédito, Financiamento e Investimento. Requerido: Jand Rool Comércio de Rolamentos Ltda. Rua Doutor Joaquim D’Aquino Fonseca, 226 – Casa Verde - 1ª Vara de Falências. Requerente: Kiviks Marknad Indústrias Alimentícias Ltda. Requerido: Golin Distribuidora de Alimentos Ltda. Rua Mogi Mirim, 311 – Vila Bertioga - 2ª Vara de Falências. Requerente: Eletro Buscarioli Ltda. Requerido: Raktec Engenharia e Construção Civil Ltda. Rua das Glícinias, 132 – Mirandópolis - 1ª Vara de Falências. Recuperação Judicial Requerente: Diana Paolucci S/A Indústria e Comércio. Requerido: Diana Paolucci S/A Indústria e Comércio. Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3.015 -5°Andar – Jardim Paulistano - 2ª Vara de Falências.

média salarial dos profissionais paulistas oscila entre R$ 9 mil e R$ 27 mil para cargos de média e alta gerência. "O que vemos em São Paulo é uma busca pelas posições mais clássicas, voltadas às finanças", afirma Leonardo de Souza, diretor da Michael Page. "Essa é uma demanda contínua, e o que muda é o perfil do profissional, que ora é mais analítico, ora mais voltado ao

planejamento, dependendo das necessidades da empresa e do mercado". O crescimento econômico e a entrada de empresas estrangeiras são os principais motivos que levaram as empresas a buscar profissionais especializados em controladoria e questões regulatórias. Um dos profissionais mais em alta é o controller, responsável pelo planejamento eco-

Profissionais em alta em SP Controller De R$12 mil a R$ 25 mil Gerente de assuntos regulatórios (setor de saúde) R$ 10 mil a R$ 19 mil Gerente de vendas ou de produtos (setor de saúde) R$ 15 mil a R$ 27 mil Engenheiro/gerente de orçamentos infraestrutura De R$ 10 mil a R$ 16 mil Engenheiro/gerente de obras em galpões logísticos e indústrias De R$ 9.000 a R$ 21 mil

VBI Participações S/A CNPJ nº 10.580.542/0001-34 - NIRE 35.300.382.251 Ata da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária Data/Hora/Local: 12/11/2012, às 10h00, na R. S. Tomé, 86 - S. Paulo. Quorum: Totalidade do capital social. Convocação: Dispensada a publicação e do aviso aos Acionistas, nos termos dos arts. 124, § 4º e 133, §4º, respectivamente, da Lei 6.404/76. Os balanços patrimoniais referente ao exercício de 2011 foram publicados nos jornais “DOESP e no Diário Comercial” no dia 09/11/2012. Mesa: Presidente - Paulo Fernando Murray Del Priore; Secretário - André Caminada. Ordem do Dia/Deliberações: “Aprovadas, por unanimidade” Em AGO: (i) as contas da administração e as demonst. financeiras relativas aos exerc. encerrados em 31/12/2011. (ii) a destinação dos result.do exercício de 2011, conf. abaixo apresentado: (a) destinação de R$ 256.487,35 correspondente a 5% do lucro líquido do exercício, à reserva legal da Sociedade, na forma da Lei das S/A e do estatuto da Sociedade; (b) a distrib. de dividendos no montante de R$ 2.000.000,00 valor este já creditado aos acionistas, 50% em 15/09/2011 e o saldo remanescente em 21/12/2011; (c) O valor remanescente dos lucros do exercício são destinados à conta “Reserva de Lucros” da Sociedade. Em AGE: (i) a reforma do Estatuto Social da Sociedade p/ alteração do endereço da sede social do atual endereço p/ a R. Olimpíadas, 194/200, conj. 71, S. Paulo/SP. Dessa forma, o art. 3º do Estatuto passa a vigorar c/ a seguinte redação: “A sociedade tem sua sede social e foro em S. Paulo/SP, na R. Olimpíadas, 194/200, 7º andar, 6º pav., conj. nº 71, Jd. Paulista, CEP 04551-000.” (ii) a orientação de voto da Sociedade em relação à distrib. de lucros, de forma desproporcional da Victoire Brasil Investimentos Administração de Recursos Ltda., CNPJ nº 06.109.681/0001-07 (a “VBI Ltda.”), sociedade controlada pela Sociedade, no montante total de R$ 5.131.150,00 ratificando expressamente todas as distribuições desproporcionais de lucros pagas durante o exercício de 2011 a título de adiantamento de lucros do exercício. Adicionalmente, fica aprovada a destinação dos lucros remanescentes, no montante de R$ 3.750.000,00 p/ a Sociedade, observado que o montante de R$ 450.000,00 fora pagos diretamente aos titulares de direitos de usufruto sobre as quotas detidas pela Sociedade na VBI Ltda. O saldo remanescente no valor de R$ 3.300.000,00 é compatível c/ a regra estabelecida no Acordo de Acionistas da Sociedade, que estabelece a obrigação de destinação de pelo menos 15% da receita líquida de todos os impostos à Sociedade, sendo que lucros no montante de R$ 2.025.800,65 serão destinados à reserva de lucros da VBI Ltda.. Encerramento: Formalidades legais foram devidamente arquivadas e registradas na JUCESP nº 29.432/13-3 em 16/01/2013.

nômico-financeiro das empresas e por indicar caminhos para cortes de custos e restruturações. Segundo a pesquisa, esses funcionários precisam combinar conhecimento do mercado brasileiro e capacidade de implementar melhores práticas e processos. Já no campo regulatório, a justificativa é a necessidade de um profissional que garanta a liberação de atuação da empresa estrangeira e a comercialização de seus produtos. "As empresas precisam de alguém que faça a interface com todos os órgãos regulatórios. Essa é uma situação em que o profissional precisa conhecer certos aspectos técnicos dos produtos, mas também necessita de vivência e conhecimento sobre os processos para liberação da empresa", explica o diretor. O gerente de vendas e produtos para o segmento de saúde também esteve entre os

mais demandados. Segundo a recrutadora, o setor passa por um período de transformação, e precisa de profissionais capazes de traçar estratégias de marketing e vendas. "O setor de saúde vem crescendo em números representativos no Brasil. Há muitas empresas, principalmente asiáticas, entrando no país", diz Souza. Segundo ele, o profissional da área tem um perfil muito específico, e o processo de seleção é mais complexo. O mercado de infraestrutura e logística também está aquecido. Engenheiros e gerentes de obras e orçamentos estão sendo requisitados. "Estávamos esperando que os grandes eventos e o PAC impulsionassem obras, principalmente em questão de mobilidade urbana. O real ficou um pouco abaixo da expectativa", afirma. No entanto, o diretor afirma que ainda aposta no setor. (Folhapress)

Casa de Saúde Santa Rita S/A

ASSOCIAÇÃO Ç SAÚDE DA FAMÍLIA – ASF A ASSOCIAÇÃO SAÚDE DA FAMÍLIA ASF torna público que se acha aberto procedimento licitatório de SELEÇÃO DE FORNECEDORES - COLETA DE PREÇO Nº 025/2013, PROCESSO ASF Nº 059/2013, OBJETIVANDO A CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA O FORNECIMENTO DE EQUIPAMENTOS DE OFTALMOLOGIA, PARA IMPLANTAÇÃO DA REDE HORA CERTA NA AMA ESPECIALIDADES PROFESSORA MARIA CECÍLIA F. DONNANGELO, PELO CRITÉRIO DE MENOR PREÇO POR LOTE. O edital, na íntegra, poderá ser consultado no sítio ASF: www. saudedafamilia.org e ou retirado na sede da Associação, sita à Praça Mal. Cordeiro de Farias, 65 (11) 3154-7050. Informações no endereço eletrônico: licitacoesasf@saudedafamilia.org | Data da Sessão Pública: 02/09/2013, às 09h30 - Local da Sessão: Associação Saúde da Família, Praça Mal. Cordeiro de Farias, 65 - Higienópolis - São Paulo/SP.

CNPJ (MF) nº 60.882.289/0001-41 – NIRE nº 35.300.059.361 Ata da Assembleia Geral Ordinária realizada em 27 de junho de 2013 Data, Hora e Local: 27/06/2013, às 15hs. na sede social. Publicações Legais: a) Aviso aos acionistas foi devidamente publicado, nos termos do artigo 133 da Lei 6.404/76; nos jornais DOE-SP e Diário do Comércio em suas respectivas publicações dos dias 27, 28, 29/03/2013; b) Relatório da administração, balanço patrimonial e demais demonstrativos financeiras relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2012 foram devidamente publicados nos jornais DOE-SP e Diário do Comércio, em suas respectivas edições do dia 07/06/2013; c) Edital de convocação foi devidamente publicado no DOE-SP e no Diário do Comércio em suas respectivas edições dos dias 19, 20, 21/06/2013. Quorum de Instalação: acionistas com direito a voto representando 71,615471% do capital social, conforme se comprova pelas assinaturas apostas no final desta ata e na lista de presença que compõe os documentos oficiais desta assembleia. Presente, ainda, o Sr. Massao Hashimoto, contador CRC/SP nº 81.013. Mesa: Presidente: Dr. Carlos Eduardo Lichtenberger e Secretário: Dr. Ricardo Carvalhaes Machado. Sumário dos Fatos Ocorridos e Transcrição das Deliberações Tomadas: 1. Os Srs. acionistas dispensaram a leitura dos seguintes documentos legais relativos a presente assembleia: Ordem do dia, relatório da administração, balanço patrimonial e demais demonstrações financeiras; 2. Após a discussão e esclarecimentos das matérias constantes da ordem do dia, foram tomadas as seguintes deliberações: a) Aprovação integral do relatório da administração, balanço patrimonial, demonstrações do resultado do exercício, dos lucros ou prejuízos acumulados e do fluxo de caixa e as respectivas notas explicativas, relativos ao exercício encerrado em 31/12/2012, com a abstenção dos administradores legalmente impedidos, ratificando-se integralmente os atos praticados pelos administradores; b) Aprovação da destinação do resultado do exercício, no importe de R$ 1.882.090,77 da seguinte forma: R$ 94.104,54 para a conta de fundo de reserva legal (5%); R$ 188.209,08 para a conta de reserva para contingências (10%); R$ 225.850,89 para pagamento da distribuição de dividendos obrigatórios (12%); e R$ 1.373.926,26 para conta de lucros acumulados. c) Manutenção da atual remuneração da Diretoria para o exercício de 2013, a saber: em até 119 salários mínimos para o Diretor Presidente, em até 119 salários mínimos para o Diretor Financeiro, em até 55 salários mínimos para o Diretor Administrativo Operacional, em até 43 salários mínimos para os demais Diretores, respectivamente, já incluídos os valores relativos aos benefícios e verbas de representação dos administradores, nos termos do disposto na redação atual do artigo 152 da Lei 6.404/76, com as modificações introduzidas pela Lei 9.457/97. Quorum de Deliberação: Todas as deliberações foram tomadas pela unanimidade dos acionistas presentes, conforme lista de presença de acionistas e assinaturas constantes do final desta ata. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, o Sr. Presidente ofereceu a palavra a quem dela quisesse fazer uso. A seguir, como ninguém mais se manifestou, o Sr. Presidente declarou suspensos os trabalhos pelo tempo necessário à lavratura da presente ata, nos termos do art. 130, § 1º da Lei 6.404/76 que lida e achada conforme, foi assinada pelos presentes. São Paulo, 27/06/2013. (aa) Presidente: Dr. Carlos Eduardo Lichtenberger e Secretário: Dr. Ricardo Carvalhaes Machado. Acionistas: Carlos Eduardo Lichtenberger; Ricardo Carvalhaes Machado; Monimed Equipamentos Ltda. representada por seus diretores Dr. Sergio Stanicia e Dr. Walter Masaru Yoshimoto; Dr. Sergio Stanicia e Dr. Walter Masaru Yoshimoto. Sr. Massao Hashimoto: CRC/SP nº 81.013. Junta Comercial do Estado de São Paulo. Certifico o registro sob o nº 268.684/13-3 em sessão de 24/07/2013. Gisela Simiema Ceschin – Secretária Geral.

Posto de Serviço Monte Carlo Ltda, torna público que requereu da CETESB a Renovação da Licença de Operação, para Com. de Combustíveis p/ Veiculos automotores (Postos Revendedores), sito à Al. dos Maracatins, 1144 - Indianópolis - São Paulo - SP.

Uniligas Comércio de Ferroligas Ltda, torna publico que Requereu da CETESB a Licença Prévia para Beneficiamento de Minerais não Metálicos sito à, Rua França Velho, 366 — Vila Carmosina – São Paulo– SP

Banco Itaú BBA S.A.

CNPJ 17.298.092/0001-30 NIRE 35300318951 ATA SUMÁRIA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA E ORDINÁRIA DE 30 DE ABRIL DE 2013 DATA, HORA E LOCAL: Em 30.4.13, às 13h15, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar, em São Paulo (SP). MESA: Candido Botelho Bracher - Presidente; Caio Ibrahim David - Secretário. QUORUM: Totalidade do capital social. PRESENÇA LEGAL: Administradores da Sociedade e representantes da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes. EDITAL DE CONVOCAÇÃO: Dispensada a publicação conforme art. 124, § 4º, da Lei 6.404/76. AVISO AOS ACIONISTAS: Dispensada a publicação conforme faculta o art. 133, § 5º, da Lei 6.404/76. DELIBERAÇÕES TOMADAS POR UNANIMIDADE: I. Em pauta extraordinária: 1. Transferência de Titularidade de Ações da CETIP S.A.: a) Autorizar seja transferida a propriedade das 453.997 ações ordinárias do capital da CETIP S.A., hoje indevidamente inscritas em nome desta Sociedade, para o Banco Itauleasing S.A. (CNPJ 49.925.225/0001-48). Tais ações estavam registradas em nome do Banco Itausaga S.A. (CNPJ 59.601.047/0001-53) em 2.10.06, tendo sido vertidas por cisão ao Banco Banestado S.A. (CNPJ 76.492.172/0001-91), sem que houvesse sido feita a transferência de sua propriedade no Registro de Ações. Ato seguinte, em 30.4.09, o Banco Banestado S.A. foi extinto por cisão total e seu patrimônio foi incorporado ao Banco Itaucard S.A. (CNPJ 17.192.451/0001-70) e ao Banco Itauleasing S.A., este último legítimo recebedor desse investimento no capital da CETIP S.A., conforme aprovado nas pertinentes Assembleias Gerais Extraordinárias das sociedades. b) Consignado, ainda, que a transferência das mencionadas ações ordinárias do capital da CETIP S.A. será formalizada via formulário de Solicitação de Transferência de Valores Mobiliários - STVM, a ser firmado pelos diretores da Sociedade e do Banco Itauleasing S.A. 2. Ampliação do Prazo de Mandato do Conselho de Administração e da Diretoria: a) Alterar a cláusula 5.3 do Estatuto Social para ampliar o prazo de mandato do Conselho de Administração de 1 (um) ano para 3 (três) anos; e b) Alterar a cláusula 6.5 do Estatuto Social para ampliar o prazo de mandato da Diretoria de 1 (um) ano para 3 (três) anos. Em decorrência, consolidar o Estatuto Social que passará a se redigir na forma rubricada pelos presentes. II. Em pauta ordinária: 1. Aprovadas as Contas dos Administradores, o Balanço Patrimonial, as demais Demonstrações Contábeis e os Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes, relativos ao exercício social encerrado em 31.12.12, publicados em 20.3.13 no “Diário do Comércio” (pp. 15 a 20) e no “Diário Oficial do Estado de São Paulo” (Caderno Empresarial 2 - pp. 5 a 10). Documentos idênticos relativos ao semestre encerrado em 30.6.12 foram publicados na edição de 17.8.11 no “Diário do Comércio” (pp. 23 a 26). 2. Aprovada a destinação do lucro líquido do exercício de 2012, no valor total de R$ 1.189.008.180,49, da seguinte forma: a) R$ 59.450.409,02 para a conta de Reserva Legal; b) R$ 799.397.016,42 para a conta de Reservas Estatutárias; c) R$ 11.685.340,52 para pagamento de dividendos aos acionistas, até 31.12.13, por conta do dividendo obrigatório de 2012, tendo como base de cálculo a posição acionária hoje registrada; e d) ratificado o pagamento de juros sobre o capital próprio e de dividendos extraordinários aos acionistas, deliberados pelo Conselho de Administração em reuniões de 28.12.12 e 31.1.13, respectivamente. 3. Reeleitos ROBERTO EGYDIO SETUBAL, ALFREDO EGYDIO SETUBAL, ANTONIO CARLOS BARBOSA DE OLIVEIRA, CAIO IBRAHIM DAVID, CANDIDO BOTELHO BRACHER, EDUARDO MAZZILLI DE VASSIMON, HENRI PENCHAS e JOÃO DIONÍSIO FILGUEIRA BARRETO AMOÊDO, todos adiante qualificados, para o Conselho de Administração, no mandato trienal que vigorará até a posse dos eleitos na Assembleia Geral Ordinária de 2016, considerado o novo prazo de mandato ora aprovado, passando o Conselho de Administração a ser composto da seguinte forma: CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO - a) por indicação dos acionistas titulares das ações ordinárias classe “A”: Presidente: ROBERTO EGYDIO SETUBAL, brasileiro, casado, engenheiro, RG-SSP/SP 4.548.549, CPF 007.738.228-52, domiciliado em São Paulo (SP), na Praça Alfredo Egydio de Souza Aranha, 100, Torre Olavo Setubal, Piso Itaú Unibanco, CEP 04344-902; Vice-Presidente: ALFREDO EGYDIO SETUBAL, brasileiro, casado, administrador, RG-SSP/SP 6.045.777-6, CPF 014.414.21807, domiciliado em São Paulo (SP), na Praça Alfredo Egydio de Souza Aranha, 100, Torre Olavo Setubal, Piso Itaú Unibanco, CEP 04344-902; e Conselheiros: CAIO IBRAHIM DAVID, brasileiro, casado, engenheiro, RG-SSP/SP 12.470.390-2, CPF 101.398.578-85, domiciliado em São Paulo (SP), na Praça Alfredo Egydio de Souza Aranha, 100, Torre Eudoro Villela, Piso Zero, CEP 04344-902; e HENRI PENCHAS, brasileiro, casado, engenheiro, RG-SSP/SP 2.957.281, CPF 061.738.378-20, domiciliado em São Paulo (SP), na Praça Alfredo Egydio de Souza Aranha, 100, Torre Conceição, 12º andar, CEP 04344-902. b) por indicação do acionista titular da ação ordinária classe “B”: Vice-Presidente: CANDIDO BOTELHO BRACHER, brasileiro, casado, administrador, RG-SSP/SP 10.266.958-2, CPF 039.690.188-38, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar, CEP 04538-132; e Conselheiros: ANTONIO CARLOS BARBOSA DE OLIVEIRA, brasileiro, casado, engenheiro, RG-SSP/SP 4.518.457-4, CPF 528.154.718-68, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar, CEP 04538-132; EDUARDO MAZZILLI DE VASSIMON, brasileiro, casado, administrador, RG-SSP/ SP 9.539.448-5, CPF 033.540.748-09, domiciliado em São Paulo (SP), na Praça Alfredo Egydio de Souza Aranha, 100, Torre Olavo Setubal, Piso Itaú Unibanco, CEP 04344-902; e JOÃO DIONÍSIO FILGUEIRA BARRETO AMOÊDO, brasileiro, casado, engenheiro, RG-IFP/RJ 4.442.051, CPF 706.192.477-20, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 28, 11º andar, conjunto 112, CEP 04543-000. 4. Registrado que os Conselheiros eleitos: (i) apresentaram os documentos comprobatórios do atendimento das condições prévias de elegibilidade previstas nos arts. 146 e 147 da Lei 6.404/76 e na regulamentação vigente, em especial na Resolução 4.122/12 do Conselho Monetário Nacional (“CMN”) e (ii) serão investidos após homologação de sua eleição pelo Banco Central do Brasil (“BACEN”). 5. Fixadas em até R$ 200.000.000,00 as verbas anuais e globais de remuneração para o Conselho de Administração e para a Diretoria relativas ao exercício de 2013, reajustadas de acordo com a política de remuneração adotada pela Sociedade e que serão atribuídas aos seus respectivos membros, na forma que vier a ser deliberada pelo Conselho de Administração. Os valores para remuneração aprovados poderão ser pagos em moeda corrente nacional, em ações do Itaú Unibanco Holding S.A. ou em outra forma que a administração considerar conveniente, sendo possível que seu pagamento seja realizado de forma diferida. CONSELHO FISCAL: Não houve manifestação por não se encontrar em funcionamento. DOCUMENTOS ARQUIVADOS NA SEDE: Balanço Patrimonial e demais Demonstrações Contábeis; Relatórios dos Administradores e dos Auditores Independentes. ENCERRAMENTO: Encerrados os trabalhos, lavrou-se esta ata que, lida e aprovada por todos, foi assinada. São Paulo (SP), 30 de abril de 2013. (aa) Candido Botelho Bracher - Presidente; Caio Ibrahim David - Secretário. Cópia fiel da original lavrada em livro próprio e homologada pelo BACEN. JUCESP - Registro nº 309.596/13-0, em 15.8.13. (a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral. ATA SUMÁRIA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DE 30 DE ABRIL DE 2013 DATA, HORA E LOCAL: Em 30.4.13, às 13h30, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar, em São Paulo (SP). PRESIDÊNCIA: Roberto Egydio Setubal. QUORUM: Totalidade dos membros. DELIBERAÇÕES TOMADAS POR UNANIMIDADE: 1. Reeleitos CANDIDO BOTELHO BRACHER, ALBERTO FERNANDES, DANIEL LUIZ GLEIZER, JEAN-MARC ROBERT NOGUEIRA BAPTISTA ETLIN, ALEXANDRE JADALLAH AOUDE, ÁLVARO DE ALVARENGA FREIRE PIMENTEL, ANDRÉ LUIS TEIXEIRA RODRIGUES, ELAINE CRISTINA ZANATTA RODRIGUES VASQUINHO, FERNANDO FONTES IUNES, JOSÉ AUGUSTO DURAND, ALBERTO ZOFFMANN DO ESPÍRITO SANTO, ALEXANDRE ENRICO SILVA FIGLIOLINO, ANDRÉ CARVALHO WHYTE GAILEY, ANDRÉ FERRARI, ANTONIO JOSÉ CALHEIROS RIBEIRO FERREIRA, CRISTIANO ROGÉRIO CAGNE, EDUARDO CARDOSO ARMONIA, EDUARDO CORSETTI, EMERSON SAVI JUNQUEIRA, FABIO MASSASHI OKUMURA, FLÁVIO DELFINO JÚNIOR, GILBERTO FRUSSA, ILAN GOLDFAJN, JOÃO CARLOS DE GÊNOVA, LUIZ FELIPE MONTEIRO ARCURI TREVISAN, MARCELLO PECCININI DE CHIARO, MARCELO ARIEL ROSENHEK, MARCO ANTONIO SUDANO, MARCOS AUGUSTO CAETANO DA SILVA FILHO, MÁRIO LÚCIO GURGEL PIRES, MARIO LUIS BRUGNETTI, RODRIGO PASTOR FACEIRO LIMA, THALES FERREIRA SILVA e VANESSA LOPES REISNER e eleitos JOSÉ ROBERTO HAYM e CAIO IBRAHIM DAVID, adiante qualificados, para a Diretoria, no mandato trienal que vigorará até a posse dos eleitos na reunião do Conselho de Administração que suceder a Assembleia Geral Ordinária de 2016, passando a Diretoria a ser composta da seguinte forma: DIRETORIA - Diretor Presidente (indicado pela acionista Nova HE Participações S.A.): CANDIDO BOTELHO BRACHER, brasileiro, casado, administrador, RG-SSP/SP 10.266.958-2, CPF 039.690.188-38, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar, CEP 04538-132; Diretores Vice-Presidentes: ALBERTO FERNANDES, brasileiro, separado judicialmente, engenheiro, RG-SSP/SP 13.030.798-1, CPF 053.207.088-74, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar, CEP 04538-132; DANIEL LUIZ GLEIZER, brasileiro, divorciado, economista, RG-IFP/RJ 4.249.867, CPF 628.724.277-91, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar, CEP 04538-132; JEAN-MARC ROBERT NOGUEIRA BAPTISTA ETLIN, brasileiro, casado, administrador, RG-SSP/SP 5.569.852, CPF 051.036.138-24, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar, CEP 04538-132; JOSÉ ROBERTO HAYM, brasileiro, casado, economista, RG-SSP/SP 37.905.819-4, CPF 634.949.067-34, domiciliado em São Paulo

(SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar, CEP 04538-132; e Diretores Executivos: ALEXANDRE JADALLAH AOUDE, brasileiro, separado judicialmente, economista, RG-IFP/RJ 07376203-1, CPF 000.251.597-04, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar, CEP 04538-132; ÁLVARO DE ALVARENGA FREIRE PIMENTEL, brasileiro, casado, economista, RG-SSP/SP 13.131.577-8, CPF 136.386.138-79, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 11º andar, CEP 04538-132; ANDRÉ LUIS TEIXEIRA RODRIGUES, brasileiro, solteiro, engenheiro, RG-SSP/SP 35.318.961-3, CPF 799.914.406-15, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar, CEP 04538-132; ELAINE CRISTINA ZANATTA RODRIGUES VASQUINHO, brasileira, divorciada, psicóloga, RG-SSP/SP 11.218.689-0, CPF 083.470.418-81, domiciliada em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 6º andar, CEP 04538-132; FERNANDO FONTES IUNES, brasileiro, casado, engenheiro, RG-SSP/SP 5.217.649, CPF 077.518.888-30, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar, CEP 04538-132; JOSÉ AUGUSTO DURAND, brasileiro, casado, administrador, RG-SSP/SP 16.858.155-3, CPF 116.431.138-79, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 8º andar, CEP 04538-132; e Diretores: ALBERTO ZOFFMANN DO ESPIRITO SANTO, brasileiro, casado, engenheiro, RG-SSP/SP 11189485-2, CPF 091.400.848-09, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar, CEP 04538-132; ALEXANDRE ENRICO SILVA FIGLIOLINO, brasileiro, separado judicialmente, engenheiro, RG-SSP/SP 9.800.813, CPF 042.668.698-51, domiciliado na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar, CEP 04538-132; ANDRÉ CARVALHO WHYTE GAILEY, brasileiro, casado, advogado, RG-SSP/SP 27.411.111-1, CPF 270.578.388-16, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 8º andar, CEP 04538-132; ANDRÉ FERRARI, brasileiro, solteiro, economista, RG-SSP/SP 23.293.227-X, CPF 087.004.058-84, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar, CEP 04538-132; ANTONIO JOSÉ CALHEIROS RIBEIRO FERREIRA, português, casado, físico, RG-SSP/SP 9.554.049-0, CPF 047.599.578-39, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 11º andar, CEP 04538-132; CAIO IBRAHIM DAVID, brasileiro, casado, engenheiro, RG-SSP/SP 12.470.390-2, CPF 101.398.578-85, domiciliado em São Paulo (SP), na Praça Alfredo Egydio de Souza Aranha, 100, Torre Eudoro Villela, Piso Zero, CEP 04344-902; CRISTIANO ROGÉRIO CAGNE, brasileiro, casado, engenheiro, RG-SSP/SP 19.963.339-3, CPF 173.446.768-18, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 11º andar, CEP 04538-132; EDUARDO CARDOSO ARMONIA, brasileiro, casado, engenheiro, RG-SSP/SP 18.157.602, CPF 112.008.838-02, domiciliado em Campinas (SP), na Av. Dr. José B. C. Nogueira, 150, 3º andar, CEP 13091-611; EDUARDO CORSETTI, brasileiro, casado, economista, RG-SSP/SP 9.948.937-5, CPF 118.455.578-83, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar, CEP 04538-132; EMERSON SAVI JUNQUEIRA, brasileiro, solteiro, engenheiro, RG-SSP/SP 20.961.240-X, CPF 143.797.388-41, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar, CEP 04538-132; FABIO MASSASHI OKUMURA, brasileiro, solteiro, engenheiro, RG-SSP/SP 12.435.380, CPF 063.426.888-00, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 3º andar, CEP 04538-132; FLÁVIO DELFINO JÚNIOR, brasileiro, casado, administrador, RG-SSP/SP 11.784.500-0, CPF 064.462.788-37, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 11º andar, CEP 04538-132; GILBERTO FRUSSA, brasileiro, casado, advogado, RG-SSP/SP 16.121.865, CPF 127.235.568-32, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 11º andar, CEP 04538-132; ILAN GOLDFAJN, brasileiro, casado, economista, RG-SSP/SP 06.642.201-5, CPF 980.031.607-82, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 3º andar, CEP 04538-132; JOÃO CARLOS DE GÊNOVA, brasileiro, casado, administrador, RG-SSP/SP 7.459.200, CPF 790.939.068-87, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 7º andar, CEP 04538-132; LUIZ FELIPE MONTEIRO ARCURI TREVISAN, brasileiro, solteiro, administrador, RG-SSP/SP 27.022.482-8, CPF 263.569.978-00, domiciliado em Porto Alegre (RS), na Av. Soledade, 550, conjunto 1201, CEP 90470-340; MARCELLO PECCININI DE CHIARO, brasileiro, casado, administrador, RG-SSP/SP 12.116.177-8, CPF 114.184.888-01, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 3º andar, CEP 04538-132; MARCELO ARIEL ROSENHEK, brasileiro, casado, engenheiro, RG-SSP/SP 14.230.270, CPF 153.132.578-54, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 3º andar, CEP 04538-132; MARCO ANTONIO SUDANO, brasileiro, divorciado, administrador, RG-SSP/SP 11.757.496, CPF 077.938.298-67, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 3º andar, CEP 04538-132; MARCOS AUGUSTO CAETANO DA SILVA FILHO, brasileiro, casado, administrador, RG-SSP/SP 52.863.625-X, CPF 810.633.777-49, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 7º andar, CEP 04538-132; MÁRIO LÚCIO GURGEL PIRES, brasileiro, casado, administrador, RG-SSP/MG M-2.550.239, CPF 486.885.176-49, domiciliado em Belo Horizonte (MG), na Rua Paraíba, 1.000, 8º andar, CEP 30130-141; MARIO LUIS BRUGNETTI, brasileiro, casado, administrador, RG-SSP/SP 16.747.573, CPF 076.805.778-70, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 5º andar, CEP 04538-132; RODRIGO PASTOR FACEIRO LIMA, brasileiro, casado, economista, RG-DETRAN-RJ 28.132.043-2, CPF 928.254.517-20, domiciliado no Rio de Janeiro (RJ), na Praia de Botafogo, 300, sala 1.201, CEP 22250-040; THALES FERREIRA SILVA, brasileiro, casado, economista, RG-SSP/SP 37.075.036-6, CPF 831.623.301-06, domiciliado em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 4º andar, CEP 04538-132; e VANESSA LOPES REISNER, brasileira, casada, bacharel em direito, RG-SSP/SP 11.566.368-X, CPF 146.940.908-95, domiciliada em São Paulo (SP), na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 8º andar, CEP 04538-132. 2. Registrado que (i) Milton Maluhy Filho, teve seu mandato encerrado em 1º.3.13; (ii) André Del Bel Cury, Antonio Sanchez Junior, Jorge Bedran Jettar, Marcelo Trevizani Marangon e Paulo de Paula Abreu, tiveram seus mandatos encerrados em 19.4.13; e (iii) Fernando Henrique Meira de Castro, Gustavo Henrique Penha Tavares, João Marcos Pequeno de Biase e Roderick Sinclair Greenless deixam de exercer suas funções nesta data. 3. Registrado que os diretores eleitos (i) apresentaram os documentos comprobatórios do atendimento das condições prévias de elegibilidade previstas nos arts. 146 e 147 da Lei 6.404/76 e na regulamentação vigente, em especial na Resolução 4.122/12 do Conselho Monetário Nacional (“CMN”), e (ii) serão investidos após homologação de sua eleição pelo Banco Central do Brasil (“BACEN”). 4. Em atendimento às normas do CMN, do BACEN e da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”), as seguintes responsabilidades são atribuídas aos diretores da Sociedade, na forma abaixo: ALBERTO FERNANDES - Carteira Comercial Resolução CMN 2.212/95; Carteira de Crédito, Financiamento e Investimento - Resolução CMN 2.212/95; JEAN-MARC ROBERT NOGUEIRA BAPTISTA ETLIN - Carteira de Investimento - Resolução CMN 2.212/95; ALEXANDRE JADALLAH AOUDE - Operações de Derivativos de Crédito - Resolução CMN 2.933/02; Operações realizadas com Valores Mobiliários em Mercados Regulamentados - ICVM 505/11; ÁLVARO DE ALVARENGA FREIRE PIMENTEL - Registro de garantias sobre veículos e imóveis Resolução CMN 4.088/12; Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro - Lei 9.613/98 e regulamentação; Assuntos Relativos ao SPB - Circular BACEN 3.281/05; Fornecimento de Informações - Circular BACEN 3.504/10; JOSÉ AUGUSTO DURAND - Operações relacionadas ao Mercado de Câmbio - Resolução CMN 3.568/08; Operações de Swap - Resolução CMN 3.505/07; Carteira de Crédito Imobiliário - Resolução CMN 2.212/95; ANDRÉ CARVALHO WHYTE GAILEY - Carteira de Arrendamento Mercantil Resolução CMN 2.212/95; CRISTIANO ROGÉRIO CAGNE - Contas de depósitos - Resolução CMN 2.078/94; Cadastro de Clientes do SFN - Circular BACEN 3.347/07; Operações de cessão de créditos - Resolução CMN 3.998/11; FABIO MASSASHI OKUMURA - Operações Compromissadas - Resolução CMN 3.339/06; FLÁVIO DELFINO JUNIOR - Área de Crédito Rural Resolução CMN 3.556/08; GILBERTO FRUSSA - Atualização do Unicad - Circular BACEN 3.165/02; Acordos para Compensação no SFN - Resolução CMN 3.263/05; JOÃO CARLOS DE GÊNOVA - SCR - Circular BACEN 3.567/11; Processo de Consulta a Informações Relativas às Posições em Derivativos - Resolução CMN 3.908/10; MARCELLO PECCININI DE CHIARO Gerenciamento de Risco - Resolução CMN 3.490/07 e regulamentação; Área Contábil - Resolução CMN 3.198/04; MARCELO ARIEL ROSENHEK - Administração da Carteira de Valores Mobiliários - ICVM 306/99; MARCO ANTONIO SUDANO - Operações de Empréstimo e Troca de Títulos - Resolução CMN 3.197/04; MARIO LUIS BRUGNETTI - Contratação de Correspondentes e Atendimento por estes Prestado - Resolução CMN 3.954/11; VANESSA LOPES REISNER - Representante de Investidor não Residente - Resolução CMN 2.689/00 e ICVM 325/00; Sistema RDR - Circular BACEN 3.289/05; Procedimentos e Controles Internos relativos à negociação de Valores Mobiliários em Mercados Regulamentados - ICVM 505/11. 5. Ratificar que (i) em 27.2.13, as responsabilidades pela Área de Crédito Rural (Resolução CMN 3.556/08) e por operações de Swap (Resolução CMN 3.505/07), foram atribuídas, respectivamente, aos Diretores Flávio Delfino Júnior e José Augusto Durand, em substituição a Antonio José Calheiros Ribeiro Ferrreira e Alexandre Jadallah Aoude; e (ii) em 1º.3.13, a responsabilidade por assuntos relativos ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (Circular BACEN 3.281/05) foi atribuída ao Diretor Álvaro de Alvarenga Freire Pimental, em substituição a Vanessa Lopes Reisner. ENCERRAMENTO: Encerrados os trabalhos, lavrou-se esta ata que, lida e aprovada por todos, foi assinada. São Paulo (SP), 30 de abril de 2013. (aa) Roberto Egydio Setubal - Presidente; Alfredo Egydio Setubal e Candido Botelho Bracher - Vice-Presidentes; Antonio Carlos Barbosa de Oliveira, Caio Ibrahim David, Eduardo Mazzilli de Vassimon, Henri Penchas e João Dionísio Filgueira Barreto Amoêdo - Conselheiros. Cópia fiel da original lavrada em livro próprio e homologada pelo BACEN. JUCESP - Registro nº 309.597/13-4, em 15.8.13. (a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.


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É preciso repensar as novas tecnologias de comunicação e informação para o varejo Eduardo Terra, do Ibevar.

conomia

Tecnologia fará a virada do varejo Numa realidade que mudou muito (e continua mudando) o setor deve se reinventar, em função do novo consumidor e também em sua relação com as marcas. Karina Lignelli

Andrei Bonamin/Luz

Paulo Pampolin/Hype

D

á para acompanhar a velocidade das mudanças do mercado, apostar em todos os tipos de tecnologia e reinventar seu negócio uma vez por ano, ou a cada seis meses? Como se destacar em um mercado comandado pelo novo consumidor da geração Z (entre 10 e 12 anos), que compra e lida com tecnologia de um jeito diferente? Como pensar as marcas e se engajar com elas de forma diversa à das gerações anteriores? Como encarar as "novas forças" que movem o mundo – e que atendem pelos nomes de Apple, Google, Facebook, Twitter e Amazon? Essas e outras questões estão no centro do debate em torno do futuro do varejo – e foram colocadas em discussão em recente painel mediado por Eduardo Terra, presidente do Instituto Brasileiro de Executivos do Varejo (Ibevar). Para quem o varejo precisa se reinventar não só em função do novo consumidor, mas porque sua relação de engajamento com as marcas agora é totalmente outra. "A Apple, por exemplo, nos faz questionar todos os programas de fidelidade que existem, dispensa cartões ou cupons. O engajamento se torna uma questão emocional", explica Terra, lembrando como a tecnologia pode influenciar a escolha do consumidor, exemplificada pelo fenômeno do showrooming (quando o ponto de venda se transforma

Terra (foto á esq.) alerta que as novas ferramentas são "parceiras, não inimigas". O que Leão (ao lado) já sabia ao atrelar o portfólio da Portobello à Apple Store.

em forma de experiência). Segundo Terra as "novas forças", (ele cita o exemplo da Amazon, que oferece um sortimento de impressionantes 25 mil itens em estoque) por si só fazem o resto do varejo se reinventar. Mas, além disso, não há como não mencionar as novas telas, como smartphones e tablets – que também levam a novas formas de comprar produtos, destaca. Hoje, segundo o especialista, vive-se em um cenário com mais computadores do que televisores nas casas, segundo o IBGE, e os smartphones já representam 30% dos aparelhos celulares. Ou seja, com a internet nas mãos, o consumidor mudou os hábitos. "Há pesquisas que apontam

que se confia mais no Google do que nos vendedores, e ao entrar na loja, consumidores consultam produtos e serviços na rede. Mas quantas lojas dão acesso à internet à sua força de vendas? O varejista tem que entender que tais ferramentas têm que ser parceiras, não inimigas", orienta. Outro desafio a ser considerado, de acordo com Terra, é que hoje há cada vez mais formas de comprar, e cada vez mais canais de vendas. Mas há estudos que mostram que quem pensa em canais é o varejista; o consumidor pensa na marca – seja qual for o canal. "É preciso repensar as novas tecnologias de comunicação e informação para o varejo, que têm papel fundamen-

tal. Mas vale avaliar se são eficientes para o negócio, ou meras 'pirotecnias'", alerta. Eficiência – E há quem já esteja usando a tecnologia ao alcance das mãos de forma eficiente, como a rede de revestimento cerâmico Portobello Shop e a marca de moda feminina Farm. No caso da primeira, o diretor executivo de varejo, Juarez Leão, se "incomodou" com a onipresença da Apple no mercado. Decidiu então atrelar seu portfólio à Apple Store para ampliar a presença da marca – que se tornou a primeira brasileira a ter catálogo virtual na loja. "Gastamos R$ 37 mil, enquanto a elaboração de um catálogo físico custa R$ 300 mil. Em poucos meses, chegamos

a mais de 500 mil acessos", conta Leão, que lembra que há coisas que custam muito mas não dão retorno significativo. A dica, portanto, é analisar o que traz retorno sobre o investimento. "Mas é preciso despertar interesse na equipe, fornecer iPads e tablets para investir na automação comercial. Não vale fazer coisas arrojadas se a equipe ainda recebe ou envia pedidos por fax", afirma. Já a Farm, que há três anos não tinha loja virtual – "como é que mulher compra roupa sem experimentar?", se questionava na época o diretor executivo William Albuquerque – descobriu que que quem não se reinventa no mercado atualmente está fora dele. Ho-

je, o e-commerce é parte significativa da marca, e 25% da audiência e 17% das vendas chegam por meio de dispositivos móveis. "É um caminho necessário a trilhar, mas antes é preciso testar, experimentar, saber que há erros. Também é preciso insistir, dar liberdade para a equipe e, mesmo fazendo apostas, a conta tem que fechar. O desafio é ver o que mercado está fazendo para tentar coisas novas", diz Albuquerque. Há desafios ainda maiores, contudo, quando se fala em redução de custo e gestão eficiente. Segundo Terra, do Ibevar, se o varejo brasileiro fica acima da média em visual, na gestão do estoque fica abaixo. "O desafio é adquirir eficiência operacional, reinventar gestão de equipe, de logística e abastecimento para criar uma indústria de varejo local", diz. Para Juarez Leão, não dá para abrir mão das métricas: enquanto no Brasil há um dos melhores atendimentos "do planeta" e uma gestão qualitativa, nos Estados Unidos e na Europa dados quantitativos estão na ponta do lápis. "Tem que perguntar sempre qual a taxa de conversão, dados de produtos, de atendimento, de tíquete médio", diz. "E como franqueador (caso da Portobello), o grande desafio do varejista é convencer o franqueado a medir a gestão diária hora a hora. O dinamismo move o setor, por isso é preciso usar a tecnologia a serviço de um varejo mais científico, evoluir nas métricas e trazer eficiência e produtividade ao negócio".


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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINDAMONHANGABA ABERTURA DE EDITAL RESUMIDO PREGÃO Nº 143/2013 A Prefeitura torna público que se acha aberto no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso, o PP nº 143/ 13, que cuida da “Aquisição de materiais diversos, pintura e ferragens”, com encerramento dia 03/09/13, às 8h, e abertura às 8h30. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. e maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 21 de agosto de 2013. PREGÃO Nº 144/2013 A Prefeitura torna público que se acha aberto no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso, o PP nº 144/ 13, que cuida da “Aquisição um veículos zero km de passageiros tipo van”, com encerramento dia 03/09/13, às 14h, e abertura às 14h30. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. e maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 21 de agosto de 2013. Moinho Primor S.A. CNPJ/MF nº 61.373.809/0001-53 Ata da assembleia geral ordinária realizada em 30 de abril de 2013 DATA, HORA E LOCAL DA REALIZAÇÃO: Aos trinta dias do mês de abril do ano de dois mil e treze, as 10:00 horas na sede social, na Avenida Torres de Oliveira n.º 936, Jaguaré – São Paulo – SP. COMPOSIÇÃO DA MESA: Presidente: ALMIR PEREIRA DE MELO, Secretário: KANGO OHASHI. PRESENÇAS: Acionistas representando a totalidade do Capital Social, conforme assinaturas lançadas no livro de Presença dos Acionistas dispensadas assim, nos termos do parágrafo 4º do artigo 124 da Lei n.º 6.404/76, a prévia convocação por editais. ORDEM DO DIA: Comunicado aos acionistas, o pedido de demissão apresentado à assembleia, pelo Diretor de Patrimônio Sr. Valdemir Bispo dos Santos; Eleição dos membros da diretoria e fixação da remuneração de seus membros: DELIBERAÇÕES: Acatado e aprovado por unanimidade pelos acionistas presentes, o pedido de demissão apresentado pelo Diretor de Patrimônio, Sr. Valdemir Bispo dos Santos, em caráter irrevogável e irretratável. Em seguida, o Sr. Presidente, solicitou aos acionistas presentes que procedessem a eleição da Diretoria, com mandato de 3 (três) anos, bem como a fixação de seus honorários. Posto o assunto em discussão e votação, verificou-se a eleição por aclamação, dos seguintes membros: Diretor Presidente: Sr. ALMIR PEREIRA DE MELO, brasileiro, maior, solteiro, comerciante, portador da cédula de identidade RG. nº 18.076.914-5 emitida pela SSP/SP, e do CPF 279.621.948-80, residente e domiciliado a Rua dos Berilos nº 33 Jardim Bela Vista, cidade de Americana – SP e para Diretor de Patrimônio, o Sr. OSWALDO DOMINGOS FRANCISCO, brasileiro, maior, divorciado, portador da cédula de identidade RG. 18.682.418-X emitida pela SSP/SP e do CPF 708.056.018-72, residente e domiciliado a Rua dos Berilos nº 33 Jardim Bela Vista, cidade de Americana – SP. O cargo de Diretor Administrativo e Financeiro, será acumulado pelo Diretor Presidente eleito, com mandato até a eleição da nova Diretoria pela Assembleia Geral Ordinária a realizar-se até 30/04/2016. Quanto à remuneração dos diretores eleitos, fica mantido o mesmo critério adotado nas gestões anteriores. ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a ser tratado, foi encerrada a sessão pelo tempo necessário para a lavratura da presente Ata, que lida e achada conforme foi aprovada e assinada pelos acionistas presentes. A presente, é a cópia fiel da ata de assembleia geral ordinária realizada em 30.04.2013, lavrada em livro próprio. São Paulo, 30 de abril de 2013. Almir Pereira de Melo - Dir. Pres/Adm/Financeiro; Oswaldo Domingos Francisco - Dir. Patrimônio; Almir Pereia de Melo - Presidente da Mesa; Kango Ohashi - Secretário.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANDRADINA

Extrato de Homologação. Processo Nº 72/13 – Pregão Nº 39/13. Objeto: Aquisição de diversos tipos de materiais de insumos para uso dos pacientes em cumprimento às determinações de Mandatos Judiciais, em conformidade com anexo I – Termo de Referência/Proposta, que acompanha o Edital da citada licitação, ambos integrantes desta ARP. Considerando a regularidade do procedimento, hei por bem, com base na lei federal nº 10520, de 17 de julho de 2002, Homologar, os itens do objeto licitado, às empresas: Cirurcenter Produtos Hospitalares LTDA – EPP. (itens: 03, 04, 20), Elda P Fazanha Sanches – EPP. (itens: 01, 05, 07, 08, 09, 15, 16, 17, 26, 27, 28, 29, 30, 38, 39), Empório Hospitalar Comércio de Produtos Cirúrgicos Hospitalares Ltda. (item: 35), Medimport Comercio de Produtos Hospitalares LTDA. (Itens: 06, 13, 14), M.F.L. de Godoy – EPP. (item: 34), Prevenção Comercial Hospitalar LTDA - EPP. (itens: 11, 12, 18), Raga Produtos Farmacêuticos LTDA. (itens: 02, 19, 21, 31, 32, 33, 36), Simone de Camargo Rubio - EPP. (Itens: 24, 25, 37, 40). Andradina, 21 de agosto de 2013. JAMIL AKIO ONO – Prefeito

PREFEITURA MUNICIPAL DE PEREIRA BARRETO/SP

RESUMO DE EDITAL Leilão nº 001/2013 A Prefeitura de Pereira Barreto torna público aos interessados que se acha aberta até às 09h30min do dia 10/09/2013 a Licitação na modalidade LEILÃO para a alienação de bens móveis,(veículos e sucatas) constante do ANEXO ÚNICO, respeitando o valor mínimo constante do Laudo de avaliação elaborado pelos membros da comissão de avaliação. Para maiores informações: Prefeitura Municipal de Pereira Barreto, Avenida Cel. Jonas Alves de Mello, nº 1.947, telefone (18) 3704-8505, e-mail: licitacao@pereirabarreto.sp.gov.br ou ainda no edital e seus anexos no site www.pereirabarreto.sp.gov.br Pereira Barreto/SP, 21 de agosto de 2013. Arnaldo Shigueyuki Enomoto - Prefeito

Genciana Participações S.A. - (Em Constituição) Extrato da Ata de Assembléia Geral de Constituição de SA de 29/11/10 Data, Hora e Local: 29.11.2010, às 10hs., Av. Dr. Yojiro Takaoka. 4.384, cj. 5.049, b. Alphaville, Santana de Parnaíba/SP. Presença: Totalidade das ações. Mesa: Eduardo da Silva Pereira - Presidente, e Rodrigo da Silva Brito - Secretário. Deliberações Aprovadas: (i) Projeto do Estatuto Social da Genciana Participações S.A.. (ii) De acordo com o Boletim de Subscrição, o capital social de R$ 100,00, dividido em 100 ações ON, totalmente subscritas, da mesma classe e sem valor nominal, foi integralmente realizado pelos subscritores, Adelfa Participações S.A. subscreve 99 Ações ON; Valor Total Subscrito R$ 99,00; Eduardo da Silva Pereira. subscreve 01 Ações ON; Valor Total Subscrito R$ 1,00. (iii) Completadas todas as formalidades legais, está definitivamente constituída, para todos os fins de direito, a sociedade por ações, que girará sob a denominação de Genciana Participações S.A. (iv) Eleição para os cargos de Diretores, Eduardo da Silva Pereira, brasileiro, casado, economista, RG nº 4.120.506-7 SESP/PR, CPF/MF nº 670.393.249-20, residente em São Bento do Sul/SC, para Diretor Presidente; e Rodrigo da Silva Brito, brasileiro, casado, auxiliar financeiro, RG nº 35.710.694-5 SSP/SP, CPF/MF nº 316.487.438-38, residente em SP/SP, para o cargo de Diretor Vice-Presidente, ambos com mandato até a realização da AGO que aprovar as contas de 2012, a qual ocorrerá até 30.04.2013, podendo ser reeleitos, o valor dos honorários dos Diretores será fixado em Assembléia Geral a ser realizada oportunamente, os quais declararam, que não estão incursos em nenhum crime que os impeçam de exercer atividade mercantil. Encerramento: Nada mais, lavrou-se a ata. Santana de Parnaíba, 29.11.2010. Subscritores: Adelfa Participações S.A - p. Eduardo da Silva Pereira; Eduardo da Silva Pereira. Mariana Nalin Ferro - Jurídico OAB/SP 207.416. JUCESP NIRE 35.300.390.105 em 27.01.2011. Kátia Regina Bueno de Godoy - Sec. Geral. Adelfa Participações S.A. - (Em Constituição) Extrato da Ata de Assembléia Geral de Constituição de SA de 29/11/10 Data, Hora e Local: 29.11.2010, às 10hs, Av. Dr. Yojiro Takaoka. 4.384, conj. 5.048, Santana de Parnaíba/SP. Presença: Totalidade das ações. Mesa: Eduardo da Silva Pereira - Presidente, Rodrigo da Silva Brito - Secretário. Deliberações Aprovadas por Unanimidade: (i) Comunicando ter em mãos o projeto do Estatuto Social da Adelfa Participações S.A., já de conhecimento de todos, porém cujo teor foi lido os presentes. (ii) De acordo com o Boletim de Subscrição, o capital social de R$ 100,00, dividido em 100 ações ON, totalmente subscritas, da mesma classe e sem valor nominal, foi parcialmente realizado pelos subscritores: Neiman Business LLC.: subscreve 90 Ações ON; Valor Total Subscrito R$ 90,00, Rodrigo da Silva Brito: subscreve 10 Ações ON; Valor Total Subscrito R$ 10,00. (iii) Tendo sido completadas todas as formalidades legais, está definitivamente constituída, para todos os fins de direito, a Adelfa Participações S.A. (iv) Eleitos Diretores: Eduardo da Silva Pereira, brasileiro, casado, economista, RG 4.120.506-7 SESP/PR, CPF/MF 670.393.249-20, residente em São Bento do Sul/SC, para Diretor Presidente; e Rodrigo da Silva Brito, brasileiro, casado, auxiliar financeiro, RG 35.710.694-5 SSP/SP, CPF/MF 316.487.438-38, residente em SP/SP, para Diretor Vice-Presidente, ambos com mandato até a AGO que aprovar as contas do exercício de 2012, a qual ocorrerá até 30.04.2013. O valor dos honorários dos Diretores será fixado em Assembléia Geral a ser realizada oportunamente, os quais declararam, que não estão incursos em nenhum crime que os impeçam de exercer atividade mercantil. Encerramento: Nada mais, lavrou-se a ata. Santana de Parnaíba, 29.11.2010. Subscritores: Neiman Business LLC., p.p. Bruno Fagundes Vianna; e Rodrigo da Silva Brito. Eduardo da Silva Pereira - Presidente, Rodrigo da Silva Brito - Secretário. Mariana Nalin Ferro - Jurídico - OAB/SP 207.416. JUCESP NIRE 35.300.390.130 em 27.01.11. Kátia Regina Bueno de Godoy - Sec. Geral. PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA Divisão de Licitação, Compras e Almoxarifado AVISO DE ABERTURA DE LICITAÇÃO

Encontra-se aberta, na PREFEITURA MUNICIPAL DE BRAGANÇA PAULISTA, o seguinte certame licitatório: PREGÃO PRESENCIAL nº 111/2013. Objeto: Registro de Preços para realização de exames médicos para atender pacientes cadastrados na Secretaria Municipal de Saúde; Data de abertura: 04/09/2013, às 09h30. Os editais completos estão disponíveis no Balcão da Divisão de Licitação, Compras e Almoxarifado e no site www.braganca.sp.gov.br. As informações poderão ser obtidas na Divisão de Licitação, Compras e Almoxarifado Prefeitura Municipal, sita à Av. Antonio Pires Pimentel, 2015, centro ou pelo telefone (11) 4034-7059/7091/7094, em dias úteis das 09h00 às 16h00. Bragança Paulista, 19 de agosto de 2013. Carlos Alberto de Oliveira Preto - Chefe da DLCA

PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATÓRIO 55/13 - PREGÃO 36/13 Objeto: Registro de Preços para contratação de empresa qualificada, localizada no perímetro urbano de Castilho – SP, para execução de serviço de lavagem e higienização de veículos. Termo de Anulação. Considerando que o candidato aprovado em concurso, dentro do número de vagas oferecidas no edital do certame, detém o direito líquido e certo à sua nomeação, sobrepondo-se à contratação em comento, Resolvo, nos termos do art. 49 da Lei Federal 8.666, de 21 de junho de 1993, Anular o Processo Licitatório 55/13, que originou a licitação na modalidade Pregão 36/13. Castilho (SP), 21 de agosto de 2013. Joni Marcos Buzachero - Prefeito. A Debitar dia (22.08.13)

ECONOMIA/LEGAIS - 21

BIO GÊNESIS PARTICIPAÇÕES S.A. E CONTROLADAS CNPJ/MF: 06.018.894/0001-23 Demonstrações Financeiras Ativo Nota Controladora Consolidado Passivo e Patrimônio Líquido Nota Controladora Consolidado Circulante explicativa 2012 2012 Circulante explicativa 2012 2012 Caixa e equivalentes de caixa 4 14.168 5.167.986 Fornecedores 240.009 Contas a receber de clientes 5 643.397 Financiamentos 124.619 Contas a receber de partes relacionadas 11 1.142.085 579.951 Obrigações trabalhistas e previdenciárias 12 207.790 Estoques 6 1.300.560 Impostos a recolher 6.056 205.108 Impostos a recuperar 10.786 550.366 Outras contas a pagar 984 205.842 Adiantamentos 275.716 Total do passivo circulante 7.040 983.368 Despesas antecipadas 43.033 Não Circulante Total do ativo circulante 1.167.039 8.561.009 Contas a pagar para partes relacionadas 11 42.857 42.857 Provisão p/ riscos tribut., cíveis e trabalh. 13 66.194 Não Circulante Total do passivo não circulante 42.857 109.051 Aplicações financeiras 7 2.367.272 Patrimônio Líquido Depósitos judiciais 26.879 Capital social 14 3.418.520 3.418.520 Investimentos 8 11.272.518 5.408.232 Reservas 14 20.121.191 20.121.191 Imobilizado 9 650.892 Prejuízos acumulados (11.150.051) (11.150.051) Intangível 10 2.497.684 Total do patrim. líq. dos acion. control. 12.389.660 12.389.660 Total do ativo não circulante 11.272.518 10.950.959 Particip. dos acionistas não control. 6.029.889 Total do Ativo 12.439.557 19.511.968 Total do patrimônio líquido 12.389.660 18.419.549 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. Total do Passivo e Patrimônio Líquido 12.439.557 19.511.968 Nota Capital Reservas Prejuízos Patrim. Líq. atrib. aos Explicativa Social de Capital Acumulados acion. controladores Saldos em 31/12/2011 (não auditado) - 3.418.520 20.121.191 (7.022.472) 16.517,239 Prejuízo do exercício (4.127.579) (4.127,579) Saldos em 31/12/2012 14 3.418.520 20.121.191 (11.150.051) 12.389.660 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

Partic. dos acion. Patrimônio ñ controladores Líquido Total 8.220.377 24.737.616 (2.190.488) (6.318.067) 6.029.889 18.419.549

(Valores expressos em reais - R$, exceto quando de outra forma indicado) 1. Contexto Operacional - A Bio Gênesis Participações S.A. (“Cia.”) é uma sociedade por ações de capital fechado, com sede na R. Quintana, 887 Conjts 93 e 94 na cidade de São Paulo/SP, e, com suas controladas (em conjunto denominadas “Consolidado”), tem por objeto social preponderante a participação em outras sociedades, na qualidade de acionista ou quotista. A sua controlada Super Bac Proteção Ambiental S.A. (“Super Bac”) é uma sociedade por ações de capital fechado, com sede na R. Copersucar, 93 na cidade de Cotia/SP e com escritório na Rua Quintana, 887-Conjts 93 e 94 na cidade de São Paulo/SP, tem por objeto social preponderante o desenvolvimento de produtos biológicos, sistemas e biotecnologias relacionadas à proteção ambiental. A AgroBac Fabricação e Comercialização de Produtos para o Agronegócio Ltda. (“AgroBac”) é uma sociedade limitada, com sede na R. Santa Cruz, 1311 na cidade de Mogi Mirim/SP, tem por objeto social preponderante a importação, fabricação e comercialização de fertilizantes, corretivos, condicionadores de solo, aditivos, adjuvantes, inoculantes, biofertilizantes, biodefensivos, bioestimulantes e outros insumos. 2. Base de Elaboração e Principais Práticas Contábeis - 2.1. Base de Elaboração - As demonstrações financeiras da Cia. para o exercício findo em 31/12/2012 compreendem as demonstrações financeiras individuais da controladora e as demonstrações financeiras consolidadas, as quais foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às pequenas e médias empresas (NBC T 19.41). As demonstrações financeiras são elaboradas com base em diversas bases de avaliação utilizadas nas estimativas contábeis. As estimativas contábeis envolvidas na preparação das demonstrações financeiras são baseadas em fatores objetivos e subjetivos, com base no julgamento da Administração, para determinação do valor adequado a ser registrado nas demonstrações financeiras. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem a provisão para redução ao valor recuperável de ativos, provisão para créditos de liquidação duvidosa, provisão para riscos trabalhistas, cíveis e tributários, classificação de circulantes e não circulantes e mensuração de instrumentos financeiros, assim como análise dos demais riscos para determinação de outras provisões, inclusive para demandas judiciais. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores significativamente divergentes dos registrados nas demonstrações financeiras devido ao tratamento probabilístico inerente ao processo de estimativa. 2.2. Principais práticas contábeis - As principais práticas contábeis adotadas pela Cia. são: a) Princípios gerais: Ativos, passivos, receitas e despesas são apurados de acordo com o regime de competência. A receita de vendas é reconhecida na demonstração do resultado quando os riscos e benefícios inerentes ao produto e aos serviços são transferidos para o cliente. A receita é apresentada líquida de deduções, incluindo o imposto calculado sobre as vendas. As demonstrações financeiras foram elaboradas com base no custo histórico, exceto por determinados instrumentos financeiros que são mensurados pelos seus valores justos, conforme descrito nas práticas contábeis a seguir. O custo histórico geralmente é baseado no valor justo das contraprestações pagas em troca de ativos. b) Moeda funcional e de apresentação: A moeda funcional da Cia. é o real, mesma moeda de preparação e apresentação de suas demonstrações financeiras. c) Caixa e equivalentes de caixa: Os equivalentes de caixa são mantidos com a finalidade de atender a compromissos de caixa de curto prazo e não para investimento ou outros fins. A Cia. considera equivalentes de caixa uma aplicação financeira de conversibilidade imediata em um montante conhecido de caixa e estando sujeita a um insignificante risco de mudança de valor. Por conseguinte, um investimento, normalmente, qualifica-se como equivalentes de caixa quando tem vencimento de curto prazo, como, por exemplo, três meses ou menos, a contar da data da contratação. d) Contas a receber de clientes: Apresentadas aos valores de realização. A provisão para créditos de liquidação duvidosa é estabelecida quando existe uma evidência objetiva de que a Cia. não será capaz de cobrar todos os valores devidos, de acordo com os prazos originais das contas a receber. e) Estoques: Os saldos de estoques são substancialmente formados por matérias-primas, produtos acabados e material para embalagem, avaliados ao custo médio de aquisição e produção e apresentados pelo menor valor entre o valor de custo e o valor líquido realizável. O valor líquido realizável corresponde ao preço de venda estimado dos estoques, deduzido de todos os custos estimados para conclusão e custos necessários para realizar a venda. f) Investimentos: A controlada Super Bac Proteção Ambiental S.A. possui investimentos em outras empresas, os quais estão avaliados pelo método do custo ou pelo método de equivalência patrimonial conforme demonstrado na nota explicativa nº 9. g) Imobilizado: Avaliado ao custo de aquisição, deduzido de depreciação e, quando aplicável, provisão para redução ao valor de recuperação. A depreciação é calculada pelo método linear, às taxas mencionadas na nota explicativa nº 10, que levam em consideração o tempo de vida útil-econômica estimado dos bens. A vida útil estimada e o método de depreciação são revisados ao final de cada exercício e o efeito de quaisquer mudanças nas estimativas é contabilizado prospectivamente. h) Intangível: Ativos intangíveis adquiridos separadamente: Ativos intangíveis com vida útil definida adquiridos separadamente são registrados ao custo, deduzido da amortização e das perdas por redução ao valor recuperável acumuladas. A amortização é reconhecida linearmente com base na vida útil estimada dos ativos. A vida útil estimada e o método de amortização são revisados no fim de cada exercício e o efeito de quaisquer mudanças nas estimativas é contabilizado prospectivamente. Ativos intangíveis com vida útil indefinida adquiridos separadamente são registrados ao custo, deduzido das perdas por redução ao valor recuperável acumuladas. Ativos intangíveis gerados internamente - gastos com pesquisa e desenvolvimento. Os gastos com atividades de pesquisa são reconhecidos como despesa no período em que são incorridos. O ativo intangível gerado internamente resultante de gastos com desenvolvimento (ou de uma fase de desenvolvimento de um projeto interno) é reconhecido se, e somente se, forem demonstradas todas as seguintes condições: • A viabilidade técnica de completar o ativo intangível para que seja disponibilizado para uso ou venda. • A intenção de completar o ativo intangível e usá-lo ou vendê-lo. • A habilidade de usar ou vender o ativo intangível. • Como o ativo intangível irá gerar prováveis benefícios econômicos futuros. • A disponibilidade de adequados recursos técnicos, financeiros e outros para completar o desenvolvimento do ativo intangível e para usá-lo ou vendê-lo. • A habilidade de mensurar, com confiabilidade, os gastos atribuíveis ao ativo intangível durante seu desenvolvimento. O montante inicialmente reconhecido de ativos intangíveis gerados internamente corresponde à soma dos gastos incorridos desde quando o ativo intangível passou a atender aos critérios de reconhecimento mencionados anteriormente. Quando nenhum ativo intangível gerado internamente puder ser reconhecido, os gastos com desenvolvimento serão reconhecidos no resultado do período, quando incorridos. Subsequentemente ao

reconhecimento inicial, os ativos intangíveis gerados internamente são registrados ao valor de custo, deduzido da amortização e da perda por redução ao valor recuperável acumuladas, assim como os ativos intangíveis adquiridos separadamente. Ágio: O ágio resultante de uma combinação de negócios é demonstrado ao custo na data da combinação do negócio, líquido da perda acumulada no valor recuperável, se houver. Para fins de teste de redução no valor recuperável, o ágio é alocado para cada uma das unidades geradoras de caixa da Cia. (ou grupos de unidades geradoras de caixa) que irão se beneficiar das sinergias da combinação. As unidades geradoras de caixa às quais o ágio foi alocado são submetidas anualmente a teste de redução no valor vel, ou com maior frequência quando houver indicação de que uma unidade poderá apresentar redução no valor recuperável. Se o valor recuperável da unidade geradora de caixa for menor que o valor contábil, a perda por redução no valor recuperável é primeiramente alocada para reduzir o valor contábil de qualquer ágio alocado à unidade e, posteriormente, aos outros ativos da unidade, proporcionalmente ao valor contábil de cada um de seus ativos. Qualquer perda por redução no valor recuperável de ágio é reconhecida diretamente no resultado do exercício. A perda por redução no valor recuperável não é revertida em períodos subsequentes. Quando da alienação da correspondente unidade geradora de caixa, o valor atribuível de ágio é incluído na apuração do lucro ou prejuízo da alienação. i) Provisão sobre o valor recuperável dos ativos de vida longa (“impairment”): A Administração revisa o valor contábil dos ativos de vida longa, principalmente o imobilizado e o intangível a serem mantidos e utilizados nas operações da Cia., com o objetivo de determinar e avaliar a recuperação de seus valores em bases periódicas ou sempre que eventos ou mudanças nas circunstâncias indicarem que o valor contábil de um ativo ou grupo de ativos não poderá ser recuperado (“impairment”). Anualmente, são feitas análises para identificar as circunstâncias que possam exigir a avaliação da recuperação do valor dos ativos de vida longa e medir a potencial perda no seu valor recuperável. Em 31/12/2012, não foram identificados eventos que indicassem a necessidade de reconhecimento de provisão para perdas e, portanto, nenhuma provisão para perda foi consignada nas demonstrações financeiras referente ao exercício findo naquela data. j) Provisão para riscos tributários, cíveis e trabalhistas: É registrada somente quando existe uma obrigação presente ou não formalizada como resultado de eventos passados, sendo provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação e o valor possa ser estimado com segurança. Atualizada até a data do balanço pelo montante estimado das perdas prováveis, observadas suas naturezas e apoiada na opinião dos assessores jurídicos da Cia. k) Outros ativos e passivos (circulante e não circulantes): Um ativo é reconhecido no balanço patrimonial quando for provável que seus benefícios econômicos futuros serão gerados em favor da Cia. e seu custo ou valor puder ser mensurado com segurança. Um passivo é reconhecido no balanço patrimonial quando a Cia. possui uma obrigação legal ou constituída como resultado de um evento passado, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para liquidá-lo. São acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações monetárias ou cambiais incorridas. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. Os ativos e passivos são classificados como circulantes quando sua realização ou liquidação seja provável que ocorra nos próximos 12 meses. Caso contrário, são demonstrados como não circulantes. l) Imposto de renda e contribuição social: Imposto de renda e contribuição social - Corrente: A Cia. e a controlada Agrobac Fabricação e Comercialização de Produtos para o Agronegócio Ltda., estão enquadradas na forma de tributação de Lucro Presumido. A controlada Super Bac Proteção Ambiental S.A. está enquadrada na forma de tributação de Lucro Real Anual e devido ao prejuízo contábil e fiscal apresentado neste exercício, não foram apurados imposto de renda e contribuição social. A tributação na forma de Lucro Real Anual compreende o Imposto de Renda Pessoa Jurídica - IRPJ e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL. O IRPJ é computado sobre o lucro tributável à alíquota de 15%, acrescido do adicional de 10% para os lucros que excederem R$240 no período de 12 meses, enquanto a CSLL é calculada à alíquota de 9% sobre o lucro tributável reconhecido pelo regime de competência. Portanto, as inclusões no lucro contábil de despesas, temporariamente não dedutíveis, ou exclusões de receitas, temporariamente não tributáveis, consideradas para apuração do lucro tributável corrente, geram créditos ou débitos tributários diferidos. As antecipações ou valores passíveis de compensação são demonstrados no ativo circulante ou não circulante, de acordo com a previsão de sua realização. A Administração periodicamente avalia a posição fiscal das situações, nas quais a regulamentação fiscal requer interpretação, e estabelece provisões, quando apropriado. Imposto de renda e contribuição social - Diferidos: O I.R e a contribuição social diferidos (“impostos diferidos”) são reconhecidos sobre as diferenças temporárias no fim de cada período de relatório entre os saldos de ativos e passivos reconhecidos nas demonstrações financeiras e as bases fiscais correspondentes usadas na apuração do lucro tributável, incluindo saldo de prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, quando aplicável. Os impostos diferidos passivos são geralmente reconhecidos sobre todas as diferenças temporárias tributáveis e os impostos diferidos ativos são reconhecidos sobre todas as diferenças temporárias dedutíveis, apenas quando for provável que a Cia. apresentará lucro tributável futuro em montante suficiente para que tais diferenças temporárias dedutíveis possam ser utilizadas. m) Instrumentos financeiros: Somente são reconhecidos a partir da data em que a Cia. se torna parte das disposições contratuais dos instrumentos financeiros e incluem caixa e equivalentes de caixa, contas a receber de clientes, e outros recebíveis, fornecedores e financiamentos, assim como contas a pagar e outras dívidas. Os instrumentos financeiros que não sejam reconhecidos pelo valor justo por meio do resultado são acrescidos de quaisquer custos de transação diretamente atribuíveis. Posteriormente ao reconhecimento inicial, os instrumentos financeiros são mensurados, conforme descrito a seguir: (i) Instrumentos financeiros ao valor justo por meio do resultado: Um instrumento é classificado pelo valor justo por meio do resultado se for mantido para negociação, ou seja, designado como tal quando do reconhecimento inicial. Os instrumentos financeiros são designados pelo valor justo por meio do resultado se a Cia. gerencia esses investimentos e toma as decisões de compra e venda com base em seu valor justo de acordo com a estratégia de investimento e gerenciamento de risco da Cia. Após o reconhecimento inicial, os custos de transação atribuíveis são reconhecidos nos resultados quando incorridos. Os instrumentos financeiros ao valor justo por meio do resultado são medidos pelo valor justo, e suas flutuações são reconhecidas no resultado. (ii) Empréstimos e recebíveis: Os empréstimos e recebíveis são mensurados pelo custo amortizado por meio da utilização do método de juros efetivos, reduzidos por eventuais reduções no valor recuperável. (iii) Passivos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado: Os passivos financeiros são classificados nessa categoria quando são mantidos para negociação ou designados ao valor justo por meio do resultado. (iv) Outros passivos financeiros: Os outros passivos financeiros (incluindo empréstimos) são mensurados pelo valor de

continuação → demonstrações financeiras consolidadas estão representadas por fundo de investimento, cuja carteira é composta substancialmente por títulos públicos federais, os quais são remunerados com base na variação do CDI. A Cia. não tem gerência sobre a aquisição dos papéis do referido fundo e o prazo para resgate é superior a um ano. 8. Investimentos: Controladora 2012 Consolidado 2012 Super Bac Proteção Ambiental S.A. 11.272.518 Bio Green Planet Inc. (i) 3.156.005 Theriot Capital Group Inc. (ii) 2.247.850 Sterilizer Prod. e Serv. p/ Cont. Ambiental Ltda. 4.377 11.272.518 5.408.232 (i) A controlada Super Bac Proteção Ambiental S.A. (“Super Bac”) possui participação de 26,47% na Bio Green Planet Inc., empresa localizada no exterior, cujo investimento esta avaliado pelo método de custo acrescido de variação cambial. A Super Bac não possui controle desta empresa. (ii) A controlada Super Bac possui participação de 55% na Theriot Capital Group Inc., empresa localizada no Panamá que possui como único ativo uma participação de 10% na empresa operacional LST-Live Systems Technology S.A.. Este investimento está avaliado pelo método de custo acrescido de variação cambial. A Super Bac não possui o controle nesta empresa. 8.1 Consolidado: Sterilizer Produtos e Serviços para Controle Ambiental Ltda.: 2012 Participação total no capital 33,23% Patrimônio líquido 8.582 Prejuízo do exercício (446.935) Equivalência patrimonial (227.938) Saldo do investimento 4.377 8.2 Controladora - Super Bac Proteção Ambiental S.A.: 2012 Participação total no capital 65,15% Patrimônio líquido 17.302.406 Prejuízo do exercício (6.285.473) Equivalência patrimonial (4.094.986) Saldo do investimento 11.272.518 9. Imobilizado: Consolidado 2012 Tx. anual de depreciação % Custo Deprec. Acum. Líquido Computadores e periféricos 20 128.433 (82.228) 46.205 Móveis e utensílios 10 167.369 (33.348) 134.021 Veículos 20 228.555 (116.462) 112.093 Máquinas e equipamentos 10 504.232 (157.417) 346.815 Aparelhos de comunicação 10 4.787 (2.766) 2.021 Software 20 9.737 9.737 Total 1.049.112 (392.221) 650.892 Resumo da movimentação do imobilizado 2012 Saldo inicial (não auditado) 710.648 Aquisições 251.370 Baixas (160.389) Depreciação (150.737) Saldo final 650.892 10. Intangível: Consolidado 2012 Produtos em desenvolvimento (i) 896.446 Ágio de investimento na aquisição da Agrobac (ii) 1.601.238 Total 2.497.684 (i) Refere-se a gastos com o desenvolvimento de produtos biológicos em parceria com a EMBRAPA e a LST- Live System Technology, os quais estão registrados de acordo com o CPC 04 - Ativo Intangível. (ii) Refere-se ao ágio registrado pela controlada Super Bac na aquisição da Agrobac, cuja denominação social na época da aquisição era Fish Indústria e Comércio de Fertilizantes Ltda. A Administração da Cia. realizou a análise de recuperação deste valor tendo como base a estimativa de fluxo de caixa futuro e concluiu que não há necessidade da constituição de uma provisão para desvalorização “impairment”deste ativo. Resumo da movimentação do intangível: 2012 Saldo inicial (não auditado) 2.302.535 Aquisições 195.149 Saldo final 2.497.684 11. Saldos e Transações com partes Relacionadas: Os saldos e as transações realizados entre a Cia. e suas partes relacionadas estão

demonstradas a seguir: Controladora 2012 Consolidado 2012 Saldos: Empréstimos a receber - circulante: Sterelizer Prod. e Serv. p/ Controle Ambiental S.A. (a) 579.951 Super Bac (a) 1.142.085 Total 1.142.085 579.951 Contas a pagar – não circulante: Sócios – pessoa física 41.098 41.098 Bio Green Planet Inc. 1.759 1.759 Total 42.857 42.857 (a) Representam operações de empréstimos em forma de mútuo. As operações são remuneradas a uma taxa de 1,3% ao mês, conforme mutuado entre as partes. Remuneração da Administração: Em 2012, a remuneração total dos diretores estatutários da Cia., incluindo todas as modalidades de remuneração, foi de R$1.221.862 registrada na rubrica “Despesas Gerais e Administrativas” nas demonstrações financeiras consolidadas. 12. Obrigações Trabalhistas e Previdenciárias Consolidado 2012 Provisão de férias 64.297 INSS e Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS 54.254 Salários, rescisões e indenizações a pagar 62.451 Outras 26.788 Total 207.790 13. Provisão p/ Riscos Trabalhistas e Tributários: De acordo com a legislação fiscal vigente, as declarações de rendimentos dos últimos cinco exercícios e os impostos e as contribuições sociais permanecem sujeitos à revisão e aprovação pelos órgãos competentes por períodos variáveis de tempo. Como decorrência dessas revisões, transações e recolhimentos poderão ser questionados, ficando os valores identificados sujeitos a multas, juros e atualização monetária. A Administração da Cia., com base em informações de seus assessores jurídicos, na análise das demandas judiciais e trabalhistas pendentes e na experiência anterior, constituiu provisão em montante considerado suficiente para cobrir as perdas estimadas com as ações em curso. Trabalhistas: A Cia. é parte envolvida em processos trabalhistas para os quais foi registrada provisão para riscos, no montante de R$ 66.194 em 31/12/2012, a fim de cobrir eventuais riscos de desembolso. Adicionalmente, há reclamações trabalhistas, no montante total de R$ 261.800 em 31/12/2012, cuja probabilidade de perda é considerada possível pela Administração da Cia. e por seus assessores jurídicos, e, por esse motivo, nenhuma provisão referente a essas reclamações foi contabilizada em 31/12/2012. 14. Patrimônio Líquido: a) Capital social: O capital social em 31/12/2012 é de R$3.418.520, representado por 3.418.520 cotas no valor nominal unitário de R$1,00 cada uma, distribuídas conforme segue: 2012 Acionistas Cotas % SB Participações S.A. 1.804.048 52,77 BES 1.023.198 29,93 JBVC I 591.271 17,30 João Paulo Jorge Alpendre 1 Luiz Augusto Chacon de Freitas 1 Total 3.418.520 100 b) Dividendos e juros sobre o capital próprio: A Cia. não possui política de distribuição mínima de dividendos e durante o exercício social de 2012, não remunerou os acionistas na forma de juros sobre o capital próprio nem na forma de dividendos propostos devido aos prejuízos apresentados. c) Reservas de capital: Em anos anteriores, a Cia. constituiu reservas de capital decorrentes de valores adicionais acima do valor patrimonial da ação, recebidos em aporte de capital no montante de R$ 39.134.263. Esta reserva foi reduzida pelo montante de R$ 19.013.072 decorrente de ágio na aquisição de ações da controlada Super Bac, entidade que já era controlada da Cia. na época, conforme requerido pelo ICPC 09 - Demonstrações Contábeis Individuais, Separadas, Consolidadas e Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial. 15. Receita Operacional Líquida: Consolidado 2012 Venda bruta de produtos 2.051.626 Prestação de serviços 59.282 Impostos incidentes sobre as vendas e outras deduções (329.410) 1.781.498 16. Demonstração por Natureza dos Custos e das Despesas Incluídos

PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO DE TOLEDO/SP

EDITAL DE LICITAÇÃO PROCESSO Nº 445/2013 - CONCORRÊNCIA PÚBLICA Nº 01/2013 A presente licitação tem por objeto a concessão de serviços públicos funerários com exclusividade para atender o Município de Pedro de Toledo/SP. Recebimento do Credenciamento: 16/10/ 2013, às 09h00min. Abertura dos envelopes: 16/10/2013, às 10h00min. O edital em inteiro teor encontra-se à disposição dos interessados, gratuitamente, através do site: www.pedrodetoledo.sp.gov.br ou mediante pagamento de taxa no Depto de Compras/Licitações da Prefeitura Municipal de Pedro de Toledo, de 2ª a 6ª feira, das 09h00min às 11h30min e das 13h00min às 16h00min, na Av. Coronel Raimundo Vasconcelos, 230 – Centro, mediante pagamento. Informações poderão ser obtidas no endereço acima ou pelo telefone (13) 3419-7000. Pedro de Toledo, 20 de Agosto de 2013. Sergio Yasushi Miyashiro - Prefeito Municipal.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANDRADINA

Aviso de Abertura de Licitação. Processo nº 83/13 – Concorrência nº 02/ 13. Objeto: Contratação de empresa especializada para construção de uma Unidade de Pronto Atendimento – UPA de que trata a Portaria 1.020, de 13 de maio de 2009, do Ministério da Saúde. Tipo: Menor Preço. Regime: Empreitada por preço global. Vencimento: 10(dez) horas, do dia 25 de setembro de 2013. Edital por meio magnético - valor de R$ 38,66. Informações: Prefeitura - Rua Dr. Orensy Rodrigues da Silva n°341, fone/fax (18) 3702-1029, de 2ª a 6ª feira, das 8h30 às 16h30. Andradina, 21 de agosto de 2013. JAMIL AKIO ONO – Prefeito.

- (Valores expressos em reais - R$) Receita Operacional Bruta Nota expl. Control. 2012 Consol. 2012 Receita Operacional Líquida 15 1.781.498 Custo Dos Produtos Vendidos 16 (1.655.867) Lucro Bruto 125.631 Despesas Operacionais Com vendas 16 (1.377.230) Gerais e administrativas 16 (34.241) (5.842.657) Receitas financeiras, líquidas 17 1.648 1.054.223 Resultado de equivalência patrimonial 8 (4.094.986) (227.938) Outras despesas operacionais, líquidas (50.096) (4.127.579) (6.443.698) Prejuízo do Exercício (4.127.579) (6.318.067) Atribuível a: Acionistas não controladores (2.190.488) Acionistas controladores (4.127.579) (6.318.067) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. Control. 2012 Prejuízo do Exercício (4.124.579) Outros Resultados Abrangentes Resultado Abrangente Total do Exercício (4.124.579) Atribuível a: Acionistas não controladores Acionistas controladores

Consol. 2012 (6.318.067) (6.318.067) (2.190.489) (4.127.578) (6.318.067)

Fluxos de Caixa das Nota expl. Control. 2012 Consol. 2012 Atividades Operacionais Prejuízo do exercício (4.127.579) (6.318.067) Ajustes para reconciliar o prejuízo do exercício com o caixa líquido aplicado nas atividades operacionais: Depreciação 9 150.737 Valor residual do ativo fixo baixado 9 160.389 Prov. p/ créditos de liquidação duvidosa 5 (97.100) Resultado de equivalência patrimonial 8 4.094.986 227.938 (32.593) (5.876.103) (Aumento) redução de ativos: Contas a receber de clientes 540.012 Estoques 2.350 Impostos a recuperar (185.907) Despesas antecipadas 36.565 Adiantamentos 58.685 Partes relacionadas 153.806 (579.951) Aumento (redução) de passivos: Fornecedores (142.715) Impostos a recolher 342 5.942 Obrigações trabalhistas e previdenciárias (30.348) Outras contas a pagar (71.658) Prov. p/ riscos tributários, cíveis e trabalhistas (225.047) (384.762) Partes relacionadas 42.857 42.857 Caixa líquido aplicado nas atividades operac. (60.635) (6.585.033) Fluxos de Caixa das Atividades de Investimento Aplicações financeiras de longo prazo (221.804) Aquisição de imobilizado 9 (251.370) Aquisição de ativo intangível (195.149) Depósitos judiciais (26.259) Caixa líquido aplicado nas atividades de investimento (694.582) Fluxos de Caixa das Atividades de Financiamento Amortização de empréstimos e financiamentos (93.432) Caixa líquido aplicado nas atividades de financiamento (93.432) Redução no Caixa e Equivalentes de Caixa (60.635) (7.373.047) Variação no Caixa e Equivalentes de Caixa Caixa e equiv. de caixa no início do exercício 74.803 12.541.033 Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício 14.168 5.167.986 Redução no Caixa e Equivalentes de Caixa (60.635) (7.373.047) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. custo amortizado utilizando o método de juros efetivos. O método de juros efetivos é utilizado para calcular o custo amortizado de um passivo financeiro e alocar sua despesa de juros pelo respectivo período. A taxa de juros efetiva é a taxa que desconta exatamente os fluxos de caixa futuros estimados (inclusive honorários e pontos pagos ou recebidos que constituem parte integrante da taxa de juros efetivos, custos da transação e outros prêmios ou descontos) ao longo da vida estimada do passivo financeiro ou, quando apropriado, por um período menor, para o reconhecimento inicial do valor contábil líquido. 3. Critérios de Consolidação das Demonstrações Financeiras: a) Definição de controladas para fins de consolidação: Controladas são todas as entidades cujas políticas financeiras e operacionais são controladas e conduzidas pela Cia. e nas quais normalmente há uma participação societária superior a 50%. As controladas são integralmente consolidadas a partir da data em que o controle é transferido para a Cia. e deixam de ser consolidadas, nos casos aplicáveis, a partir da data em que o controle cessa. b) Critérios de consolidação e controladas incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas: As demonstrações financeiras consolidadas foram elaboradas em conformidade com os critérios de consolidação previstos pelas práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às pequenas e médias empresas, abrangendo as demonstrações financeiras da Cia. e de suas controladas diretas e indiretas, conforme demonstrado a seguir: Nome da controlada: Participação -%- 2012 Tipo de Controle Super Bac Proteção Ambiental S.A. (“Super Bac”) 65,15 Direto AgroBac Fabricação e Comercialização de Produtos p/ o Agronegócio Ltda. (“AgroBac”) 65,14 Indireto Sterilizer Produtos e Serviços para Controle Ambiental Ltda (“Sterilizer”) 33,23 Indireto Na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, foram utilizadas demonstrações encerradas nas mesmas datas-base e consistentes com as práticas contábeis descritas na nota explicativa nº 2. Foram eliminados os efeitos das transações entre as empresas consolidadas decorrentes das participações de uma empresa em outra na proporção da participação da investidora no patrimônio líquido e no resultado da controlada, bem como os saldos das contas ativas e passivas e as receitas e despesas. 4. Caixa e Equiv. de Caixa: Controladora 2012 Consolidado 2012 Caixa e bancos 890 33.674 Aplicações financeiras 13.278 5.134.312 Total 14.168 5.167.986 As aplicações financeiras estão representadas basicamente por recursos aplicados em títulos de renda fixa com remuneração associada ao Certificado de Depósito Interbancário - CDI, sujeitos a um risco insignificante de mudança em seu valor e com possibilidade de resgate a qualquer momento. 5. Contas a Receber: a) Composição Consolidado 2012 Clientes 1.216.337 Provisão para créditos de liquidação duvidosa (572.940) Total 643.397 b) Mov. da provisão p/ créditos de liquidação duvidosa Saldo no início do exercício (não auditado) 626.636 Créditos provisionados 43.404 Reversões e baixas definitivas (97.100) Saldo no fim do exercício 572.940 c) A abertura do saldo das contas a receber pelos seus vencimentos está assim demonstrada: A vencer 139.417 Vencidos: De 1 a 30 dias 481.657 De 31 a 180 dias 9.253 Mais de 180 dias 586.010 Total 1.216.337 A despesa com a constituição da provisão para créditos de liquidação duvidosa é registrada na rubrica “Despesas com vendas” na demonstração do resultado do exercício. 6. Estoques: Consolidado 2012 Produtos acabados 100.212 Matérias-primas 913.873 Material para embalagens 286.475 Total 1.300.560 7. Aplicações Financeiras: As aplicações financeiras nas continua → no Resultado: Controladora 2012 Consolidado 2012 Matérias-primas e outros materiais util. na prod. 964.379 Despesas com pessoal 4.322.273 Despesas com prestação de serviços 30.630 2.105.115 Desp. c/ fretes, armazenagem e conservação 280.854 Depreciação (nota explicativa nº 10) 150.737 Provisão para créditos de liquidação duvidosa 97.100 Outras 3.611 955.296 Total 34.241 8.875.754 Classificadas como: Custo dos prod. vendidos 1.655.867 Despesas com vendas 1.377.230 Gerais e administrativas 34.241 5.842.657 Total 34.241 8.875.754 17. Receitas Financeiras, Líquidas: Control. 2012 Consol. 2012 Rendimentos de aplicação financeira 1.971 1.009.449 Outras 366.909 1.971 1.376.358 Juros sobre mútuo (171.099) Outras (323) (151.036) (323) (322.135) Total 1.648 1.054.223 18. Seguros: A Cia. adota a política que considera, principalmente, a concentração de riscos e sua relevância, contratados sob a orientação de seus consultores de seguros, levando em consideração a natureza de suas atividades. 19. Instrumentos Financeiros: Os instrumentos financeiros utilizados pela Cia. e suas controladas estão substancialmente representados por caixa e equivalentes de caixa, aplicações financeiras de curto e longo prazos, contas a receber e fornecedores, estando reconhecidos nas demonstrações financeiras pelos critérios descritos na nota explicativa nº 2. Esses instrumentos financeiros são administrados por meio de estratégias operacionais, visando à liquidez, rentabilidade e minimização de riscos. Os principais instrumentos financeiros ativos e passivos são descritos a seguir, bem como os critérios para a determinação de seu valor de mercado: • Caixa e equivalentes de caixa: os saldos em contas-correntes mantidos em bancos têm seus valores justo próximos aos saldos contábeis, em razão de sua característica de curto prazo e por estarem sujeitos a juros de mercado. • Aplicações financeiras de curto e longo prazos: o saldo está sujeito a juros monetários conforme mencionado nas notas explicativas nº 5 e nº 8. • Contas a receber de clientes: são avaliadas no momento inicial pelo valor presente e deduzidas da provisão para créditos de liquidação duvidosa, quando aplicável. •Fornecedores: os valores reconhecidos representam a parcela em reais dos valores de aquisição dos produtos. Risco de crédito: A Cia. não possui concentração de risco de crédito de clientes em decorrência da diversificação da carteira de clientes, além do contínuo acompanhamento dos prazos de financiamento das vendas. Quanto ao risco de crédito associado às aplicações financeiras e equivalentes de caixa, a Cia. somente realiza operações em instituições com baixo risco avaliadas por agências independentes de classificação. Risco de liquidez: A política de gerenciamento de riscos implica em manter um nível seguro de disponibilidades de caixa ou acessos a recursos imediatos. Gestão de risco de capital: Os objetivos da Cia. ao administrar seu capital são os de salvaguardar a capacidade de continuidade de suas operações, para oferecer retorno aos seus acionistas e garantia às demais partes interessadas, além de manter uma adequada estrutura de capital. Operações com instrumentos financeiros derivativos: A Cia. não efetuou operações em caráter especulativo, seja em derivativos, seja em quaisquer outros ativos de risco. Em 31/12/2012, não existiam saldos ativos ou passivos protegidos por instrumentos financeiros derivativos. 20. Eventos Subsequentes: Em 24/06/2013, conforme ata de reunião do Conselho de Administração, os valores a receber referente aos mútuos da controlada Sterilizer Produtos e Serviços p/ Controle Ambiental SA, no montante de R$579.951, foram convertidos em aumento de capital nesta controlada. 21. Aprovação das Demonstrações Financeiras: As demonstrações financeiras foram aprovadas e autorizadas para publicação pela Diretoria da Cia. em 05/08/2013.

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

FDE AVISA Pregão Eletrônico de Registro de Preços Nº 21/00345/13/05 OBJETO: AQUISIÇÃO DE LÂMPADAS FLUORESCENTES. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para Aquisição de Lâmpadas Fluorescentes. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 22/08/2013, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sextafeira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 04/09/2013, às 10:00 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 22/08/2013, até o momento anterior ao início da sessão pública. BARJAS NEGRI - Presidente

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO/SP AVISO DE LICITAÇÃO PREGÃO PRESENCIAL nº 23/2013 que objetiva a aquisição de equipamentos médicos e odontológicos. Após análise da impugnação protocolizada pela empresa CIRÚRGICA FÊNIX LTDA., foi repassada à nossa assessoria jurídica que exarou seu parecer. Finalmente, após a análise inicial e com base no parecer exarado, DELIBEROU a Pregoeira e sua equipe de apoio pela PROCEDÊNCIA PARCIAL da impugnação da licitante CIRÚRGICA FÊNIX LTDA. excluindo-se do edital a exigência de carta de autorização do fabricante para os itens 03, 13, 18, 19, 20, 22, 23, 24, 26, 32, 33 e 34, ratificando-se o edital com relação às demais exigências estabelecidas. Encaminhado ao Exmo. Sr. Prefeito Municipal para decisão superior, nos termos da Lei n° 8.666/93, foi homologada decisão da Pregoeira, ficando designado o dia 04 de setembro, às 09:00 horas, para recebimento dos envelopes e abertura da sessão pública. São Pedro, 20 de agosto de 2013. Beatriz Palma Crovino - Pregoeira.


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

e Uma CERVEJA de verdade em Beirute É inacreditável que o Mazen tenha conseguido abrir e tocar o negócio no meio daquele caos. Steve Hindy, ex-correspondente da Associated Press em Beirute

conomia

Ninguém poderia imaginar o sucesso da 961 Beer no Líbano. Apesar dos anos de guerra, dois empreendedores fundaram uma autêntica cervejaria no país. Fotos de Kate Brooks/The New York Times

Nathan Deuel

N

o início do ano, em uma praça no centro de Beirute, cerca de mil pessoas participaram de um festival de rock patrocinado pela 961 Beer, uma das poucas microcervejarias do Oriente Médio. Entre as atrações estava o Wanton Bishops, banda que se sentiria em casa em Austin, no Texas. Nas primeiras fileiras, mulheres estilosas ao lado de homens que mostravam forte preferência por camisetas pretas e óculos escuros da moda.

Esqueça a ideia de que a religião ou os efeitos da guerra é que impedem o sucesso de uma cervejaria libanesa; sim, é verdade que muitos muçulmanos não consomem bebidas alcoólicas, mas muita gente no Oriente Médio adora beber, principalmente no Líbano, onde a pluralidade religiosa inclui uma população cristã robusta. Além disso, as pessoas procuram o álcool durante tempos difíceis, como lembra Mazen Hajjar, o ex-investidor e executivo de uma empresa aérea que fundou a cervejaria. Na verdade, o problema é

outro: "Há 80 anos, o Líbano bebe cerveja leve, espumante. Eu quis fazer cerveja de verdade", explica ele. Sua empresa fez aquela que foi considerada a melhor lager do Hong Kong International Beer Awards no ano passado. Além dela, a produção da 961 inclui uma red ale, uma pale ale, uma stout, uma porter, uma witbier e, a partir de junho, uma IPA, ou India pale ale, escura. Em 2012, ela vendeu o equivalente a 200 mil caixas de cerveja em garrafas e barris; este ano, com os lucros das vendas domésticas e exportações, espera fechar as contas no azul pela primeira vez, o que é uma façanha e tanto quando se leva em consideração que a 961 foi fundada depois da guerra entre o Líbano e Israel, em 2006, que a economia ainda não se recuperou totalmente da guerra civil que terminou em 1990, e que o conflito que flagela a Síria já começa a respingar no Líbano. "É inacreditável que o Mazen tenha conseguido abrir e tocar o negócio no meio daquele caos", diz Steve Hindy, um dos fundadores da Brooklyn Brewery e ex-correspondente da Associated Press em Beirute. "Ele é o Cavaleiro Solitário de lá." Férias – Hajjar teve a ideia de abrir a 961 em 2005, quando Henrik Haagen, executivo dinamarquês de férias em Beirute, se aproximou dele na rua para perguntar onde ficava um determinado restaurante. Os dois começaram a conversar e perceberam que ambos queriam começar um negócio e quando surgiu a sugestão de que pudesse ser uma cervejaria, eles arregaçaram as mangas. Haagen voltou para a Dinamarca e começou a mandar lúpulo e grãos, difíceis de achar no Líbano, por UPS e DHL para o futuro sócio. Na cozinha de seu apartamento, ao som dos morteiros que explodiam de vez em quando, Hajjar começou a fazer baldes de cerveja baseado nas instruções de vários livros. Os primeiros saíram horríveis; não passavam de uma meleca gasosa e verde, mas ele continuou insistindo porque queria melhorar. A seguir, vieram as reuniões dominicais, nas quais cozinhava e testava suas novas

Há 80 anos, o Líbano bebe cerveja leve, espumante. Eu quis fazer cerveja de verdade. MAZEN HAJJAR, O EXECUTIVO QUE INOVOU AO FUNDAR A CERVEJARIA

ales e lagers. O número de participantes só fazia aumentar e, um dia, quando a comida acabou, ninguém pareceu se importar. Dias depois, dois estranhos bateram à sua porta. "Ouvimos dizer que você faz uma cerveja muito boa; podemos comprar algumas?" Logo depois, Hajjar e Haagen juntaram dinheiro para começar a microcervejaria e o dinamarquês voltou várias

mobília do bar ainda não estava seca; a solução foi juntar um grupo de amigos e tentar acelerar o processo com secadores de cabelos. Quando finalmente os portões foram abertos, havia mais de 300 pessoas na fila. A equipe passou então a trabalhar em um ritmo forte, produzindo cerveja de manhã e à tarde para depois correr para abrir o pub, que atraía cada vez mais gente. "Era uma loucura. Não deu para manter aquele ritmo insano." Em 2009, Hajjar tomou a sofrida decisão de primeiro fechar o pub e depois a cervejaria, pelo menos até encontrar uma maneira de suprir a demanda. Fu nd os – Durante esse período, Hajjar, Haagen e um terceiro sócio, Thomas Norberg, um ex-hotelier, levantaram fundos com familiares e amigos para expandir. Encontraram um imóvel muito maior na

podem ser encontradas em países como os EUA, Reino Unido, Espanha, Síria, Gana e Austrália. "Nos Estados Unidos tem muita gente importando grãos e lúpulo", afirma Hindy, da Brooklyn Brewery, "então dá para se beneficiar da economia de escala". Já no Líbano é o contrário, pois Mazen é o único cervejeiro de lá e não pode se juntar a ninguém para comprar no atacado. Joshua M. Bernstein, autor de Brewed Awakening: Behind the Beers and Brewers Leading the World’s Craft Brewing Revolution ("O despertar da fermentação: o que há por trás das cervejarias que revolucionaram o mundo", em tradução livre), experimentou a cerveja da 961. "Eles fazem verdadeiras maravilhas dentro do estilo clássico. Para fazer uma cerveja de sabor tão refinado é preciso ter finesse porque não dá para brincar muito com o lúpulo", disse.

Bebida no varejo: a 961 Beer é exposta em prateleira de supermercado na capital libanesa. vezes ao país para ajudar a pôr a empresa em pé. Eles compraram todo o equipamento do Canadá incluindo tubulação e tonéis de aço para a cocção, resfriamento e fermentação, e o instalaram em um pequeno galpão na periferia da cidade. A seguir, alugaram outro espaço, na região ainda pouco valorizada do leste, e decidiram montar ali um pub que se chamaria 961 Beer, o código telefônico internacional do Líbano. Hajjar lembra que, na noite da inauguração, em setembro de 2007, a tinta de parte da

periferia de Beirute, compraram novos equipamentos para aumentar a capacidade e reabriram em 2011. Apesar de a operação ter crescido em tamanho, não solucionou um problema fundamental: o alto custo de manter um negócio no Líbano. Para fazer cerveja, a 961 tem que importar matéria-prima da Alemanha, Reino Unido, EUA e República Tcheca, além de usar os fornecimentos locais de energia e água, cujos preços são exorbitantes. E ainda tem os custos de exportação, já que as bebidas

Bernstein também afirmou que o maior problema da 961 pode ser a longa cadeia de fornecimento. "Tantas coisas podem dar errado. Uma bebida delicada e saborosa como essa tem que ser consumida o mais rápido possível." Hajjar confessa que quer expandir internacionalmente e já pensa em abrir uma filial nos Estados Unidos – se o sonho vai se tornar realidade ou não, ele já percorreu um longo caminho desde aquele primeiro balde feito em uma cidade sitiada. * The New York Times


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Diário do Comércio - 22/08/2013 by Diário do Comércio - Issuu