UM VOTO DE AMOR À CIDADE Caderno traz as propostas das distritais da ACSP para os candidatos a prefeito de São Paulo.
Soninha diz que priorizará transpor te Na ACSP, candidata do PPS recebe documento das mãos do presidente Amato. Pág. 8 L.C.Leite/LUZ
Ano 87 - Nº 23.692
Página 4
Conclusão: 23h55
Jornal do empreendedor
www.dcomercio.com.br
R$ 1,40
São Paulo, terça-feira, 21 de agosto de 2012 Ivaldo Cavalcante/Hoje em Dia/AE
Condenada a fonte no BB do valerioduto O ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, recebeu R$ 336 mil do valerioduto e o abasteceu com R$ 35 milhões, permitindo ainda que a agência de publicidade DNA embolsasse R$ 2,9 milhões em bônus indevidos. O relator Joaquim Barbosa o condenou, e a Marcos Valério e seus dois sócios. Amanhã, o revisor Lewandowski dará seu voto. Págs . 5 e 6
Cachoeira chora Nesta seção da Câmara, ouviu-se barulho de água caindo. Pág. 7
Carlos Garcia Rawlins/Reuters-24/07/2012
Lucas Lacaz Ruiz/A13
Mausoléu de Chávez. E de Bolívar.
Impostômetro móvel põe Leão na roda
Presidente venezuelano constrói tumba faraônica para abrigar ossos do herói da pátria Simon Bolívar. Mas oposição acredita que mausoléu está sendo erguido em causa própria. Pág.12
Caminhão do Impostômetro chega a São José e deixa claro à população qual é a parte do Leão. "Água mineral, que vem do subsolo, é taxada em 44%. Absurdo!", diz João Nascimento, aposentado. Pág. 24 Miozotis Fabelo/Cuba
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Paulo Pampolin/Hype
Zain Karam/Reuters
Apple é a tentação recorde dos mercados
Central de web, outra novidade para o seu carro. Centrais de acesso começam a fazer parte do universo automotivo. Aproveitamos para testar uma delas. Pág. 25
De Obama para Assad: Armas químicas, não! Presidente americano fala em ação militar na Síria se ditador partir para armas de destruição em massa. Pág. 14
Nunca antes no mundo uma empresa valeu US$ 623.515 bi, o valor alcançado ontem pelos papeis da Apple. O recorde pertencia à Microsoft. Pág. 22
ISSN 1679-2688
23692
9 771679 268008
IB
A previsão era de 4%. Mas a realidade se impôs e o mercado já opera com estimativa de 1,5 a 2%. Pág. 17
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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terça-feira, 21 de agosto de 2012
Não importa a cor do gato, desde que cace os ratos – dizia o líder reformista chinês Deng Xiaoping. Roberto Fendt
pinião
PAULO SAAB
MALUF E O "FURO" NO SESQUICENTENÁRIO
E
A COR DO GATO
É
generalizado o reconhecimento de que o governo, desta vez, acertou a mão no diagnóstico dos problemas de crescimento da economia brasileira. A questão é saber quando esse correto diagnóstico produzirá efeitos positivos sobre a economia e como a senhora presidente o levará a cabo. O diagnóstico anterior pressupunha que na raiz do problema estava uma falta crônica de demanda pela produção nacional. Essa falta de demanda tinha dois componentes, um externo e outro interno. O componente externo era de mais fácil percepção. A economia mundial patina e, em alguns importantes mercados, está em franca retração. É o caso de alguns países europeus e, em menor escala, pela desaceleração da economia, dos Estados Unidos. Outros mercados importantes não se encontram em retração, mas o PIB desses mercados atenuou seu crescimento. O caso que nos interessa mais de perto é o da economia chinesa, mas o fato é que também em outros importantes mercados para as exportações brasileiras a demanda arrefeceu. É claro que os problemas seriam administráveis se fosse o caso de estarmos observando somente uma retração da demanda nos mercados internos. O problema, contudo, tem raízes mais profundas, internas – e foi aí que o diagnóstico anterior pecou. Deveria parecer estranho que, com taxas muito baixas de desemprego – alguns chegam a dizer que corresponde ao pleno emprego – e com o enorme aumento do poder de compra das classes C e D, tivéssemos problemas de demanda para os bens e serviços produzidos aqui no País.
ROBERTO FENDT A política econômica seguida até agora, contudo, e calcada nesse diagnóstico, levou a intervenções pontuais e a desonerações tributárias de elevado custo fiscal, além de eficácia duvidosa. Aqui e ali, no entanto, algumas vozes começaram a apontar que os problemas não estavam do lado da demanda, mas da oferta. A progressiva abertura da economia e o câmbio barato até recentemente deixou às claras a baixa eficiência da economia comparada com suas congêneres internacionais.
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oucos acham que essa relativa ineficiência nada tem a ver com a alta carga tributária nacional e sua distribuição, ou com a ausência de negociação e engessante legislação no mercado de trabalho, ou ainda com a deterioração da infraestrutura. Com relação à última, vale recordar alguns números. Ocupamos a última posição entre os grandes países no percentual de estradas pavimentadas: menos de 13%, se compa-
rado, por exemplo, com 47% na Índia ou 65% nos EUA. Estamos mal mesmo no contexto da América Latina, já que destinamos pouco mais de 2% do PIB para a infraestrutura, enquanto os países latino-americanos gastam entre 4% e 6% com a infraestrutura deles. Para superar o que já foi qualificado de "apagão gerencial" do governo na infraestrutura, em boa hora a senhora presidente lançou na última quarta-feira as bases de uma nova agenda de crescimento – que, centrada na recuperação da infraestrutura, contempla medidas pelo lado do aumento da oferta e criação de condições para o aumento da eficiência no setor privado. Por hora o que se tem é apenas uma declaração de intenções – de corretas intenções, deve-se enfatizar. Aguarda-se para as próximas semanas o detalhamento do programa. Pouco importa a estéril discussão que se iniciava em torno da natureza do novo programa. Não importa a cor do gato, desde que cace os ratos – dizia o grande líder reformista chinês
Para superar o que já foi qualificado de "apagão gerencial" do governo na infraestrutura, em boa hora foram lançadas as bases de uma nova agenda de crescimento.
Deng Xiaoping. De acordo com a Constituição, a privatização da gestão da infraestrutura pública pode dar-se somente através de concessão. Importa observar, sim, que não se devem esperar milagres no curto prazo dessa correta guinada da política econômica. Depois que o programa estiver detalhado, estudos de projetos específicos deverão ser completados. Há otimismo de que essa fase esteja terminada até o final do ano. Se estiver, haverá audiências públicas em janeiro do próximo ano e o lançamento dos correspondentes editais em março. Se não ocorrerem contestações, os contratos poderão ser assinados até junho, antes que qualquer obra se inicie. Ha ainda um longo caminho a percorrer.
A
té lá haverá tempo para responder a algumas questão que não foram levantadas até agora. Por exemplo, que tipo de Ministério dos Transportes precisamos com a nova gestão privada da infraestrutura? Qual o papel das agências reguladoras que tratam do assunto? Vamos continuar precisando dessa burocracia no novo modelo gerencial anunciado pela senhora presidente? O ex-presidente Geisel, na travessia para a redemocratização do Brasil, citou certa vez os "bolsões sinceros, porém radicais" – os agrupamentos daqueles que se opunham, dentro do governo, ao processo de abertura política. Como naquele episódio, o sucesso da nova estratégia econômica da senhora presidente dependerá de sua capacidade e determinação em enfrentar os interesses corporativos de sua própria base política. ROBERTO FENDT É ECONOMISTA
Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Claudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine
xistem mil facetas conhecidas do hoje deputado federal Paulo Maluf. Político polêmico, dele há quem goste e quem não goste. Maluf tem diversas passagens pela história recente do País, boa parte conhecida do público e algumas desabonadoras (e sempre negadas). Em 1972, como já contei aqui, fui designado, como repórter da Jovem Pan, para cobrir o Palácio dos Bandeirantes. Logo após chegar ao Morumbi houve a comemoração do Sesquicentenário da Independência. Naquele 7 de setembro, haveria ali ali uma solenidade, um jantar de gala, com a presença do presidente general Emílio Garrastazu Médici, para comemorar o evento – inclusive, com o translado dos restos mortais de Dom Pedro I para São Paulo. Como bom novato, eu estava doido para mostrar serviço. Tendo recebido convite oficial do governador Laudo Natel para o jantar de gala ali mesmo, na sede do governo, fiquei pensando num jeito de "furar" o bloqueio à imprensa no regime militar e entrevistar Médici. Só mesmo aos 22 anos de idade para imaginar algo assim em um regime fechado...
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as pensei e tentei. O jantar seria no hall do Palácio, no andar térreo. A sala de imprensa ficava no mesmo andar, a uma distância razoável, perto dos elevadores de acesso ao segundo andar, onde ainda hoje fica o gabinete do governador. Com a ajuda de um técnico de som da emissora foi puxado um extenso cabo de linha da Sala de Imprensa até o saguão, sempre colado ao rodapé, para que eu tivesse um microfone disponível, com linha direta para a rádio, caso conseguisse entrar no ar (era proibidíssimo) e entrevistar o general. O jantar seria de gala. Até "smoking" aluguei. Mas meu fusquinha era de dar dó e para não passar vergonha pedi emprestado o Dodge Dart novinho do meu primo, Fábio Rachid Perrone. Cheguei ao Palácio como gente grande. Convite dourado, porta da frente, carro novo, recebido com
honras. Afinal, não estava ali como jornalista, figura não muito benquista no período militar. Fiquei circulando, conversando informalmente com algumas autoridades, sem sair de perto do microfone. Havia muita gente no salão e quando todos se perfilaram para a entrada do general Médici, disfarçadamente peguei o microfone e chamei a rádio. Quando ia me aproximando do general, passou perto o então Secretário dos Transportes, Paulo Maluf. Chamei-o para uma entrevista, buscando me inserir no contexto da festa, com o microfone na mão. Quando terminei de anunciar, já ao vivo, a chegada do presidente e a presença no microfone Beto Oliveira/Ag.Câmara
Maluf: repórter improvisado do secretário Paulo Maluf, fui puxado para trás por um segurança e o microfone "voou" para as mãos de Maluf. Pelo que soube depois, ele ainda ficou alguns minutos no ar, com sua voz anasalada, dizendo mais ou menos o seguinte: "Estamos aqui participando desta grande festa no Palácio dos Bandeirantes, com a presença de Sua Excelência, o presidente da República, para comemorar o Sesquicentenário da Independência. É um prazer conversar com os ouvintes da Jovem Pan..." E então a linha foi cortada, voltando para os estúdios. Acabou por aí a transmissão, o desejo da entrevista com Médici e a narração entusiasmante do "repórter" Maluf. Perdi o jantar. Mas fui liberado em seguida graças à intervenção do governador e de seu filho, Maurício Natel, que garantiram à segurança do general que eu era inofensivo. Apenas um repórter atrevido cuja credencial seria cassada. Nunca ficou claro. PAULO SAAB É JORNALISTA E
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ESCRITOR
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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pinião
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PACOTES DE HOJE SÃO UMA PURA REPETIÇ ÃO DOS PACOTES INSOSSOS DE OUTRORA.
O embrulho reluzente
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m tempos passados especialmente nas décadas de 1970 e 1980 - sucessivos governos (militares e civis) costumavam premiar o distinto público brasileiro com o anúncio de pacotes econômicos, políticos ou sociais. Logo os tais pacotes eram rotulados de bombas a serem anunciadas pelo governo. Assim que se desembrulhava um pacote, percebia-se que se tratava apenas de traque. Ou ele não tinha importância, ou as medidas eram inexequíveis (ninguém respondia a "quanto custa, quem paga"), porque não havia respostas. Na verdade, eram anúncios de intenções sem nenhuma valia, para dourar pílulas insossas, sem recheio, ou ainda para vender produtos de Primeiro Mundo a uma população em sua maioria miserável, faminta. Uma miragem num país reprimido pela ditadura militar ou desorientado pela volta à saúde civil. É certo que alguns pacotes vinham com TNT pura, como o Plano Cruzado de Sarney e ou o confisco promovido pela dupla Collor de Mello/Zélia Cardoso de Melo. Mas aí o País dava o troco em desprezo ou em impeachment. A história costuma ser cruel com os algozes do bolso – mas aqui tem sido benevolente com esses personagens.
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que importava, então, era a propaganda, a manipulação a la Goebbels. Ainda que tais pacotes fossem destrinchados por editoriais e colunas, mostrando que as medidas levariam nada a lugar nenhum, elas estavam em todas as
LUCIANO ORNELAS anunciar medidas "definitivas" para melhorar o ensino nas escolas e acabar de vez com o analfabetismo? A miséria em nossas periferias é moeda preciosa quando se anuncia também "o fim dos contrastes sociais". As medidas em pacotes são assim, resolvem qualquer problema com uma canetada.
Maioria dos pacotes econômicos no Brasil são anunciados como se tivessem o poder de uma bomba, quando não passam de traque.
manchetes dos jornais e nos horários mais nobres dos telejornais. E não é o que importa, fazer um lindo pacote para um produto ordinário? O povo compra, põe debaixo do braço e consome em conversas em casa, no trabalho, no chope com os amigos. O brasileiro é mesmo muito bonzinho. A história contemporânea
vem apenas confirmar que o Brasil "está onde sempre esteve e não arredará pé um milímetro sequer" – frase atribuída ao político mineiro José Maria Alkmin sobre a posição política de seu estado diante de um quadro de crise nacional. O Partido dos Trabalhadores veio com seu grande líder Luiz Inácio Lula da Silva para
demonstrar antiga tese segundo a qual tudo muda para continuar igual. Mas os usos e costumes não mudaram, muito pelo contrário. O antigo PSD (não esse genérico do Kassab) é a cara do atual PT e vice-versa. E os ideários de Sarney, Lula e Collor se encontram na mesma esquina. Dizem que dinheiro não tem ideologia –
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deve ser verdade. O fato é que os pacotes de hoje são uma pura repetição dos pacotes insossos de outrora. Basta rasgar o papel reluzente para se constatar que o produto é tão ordinário como os seus similares, de Pac em Pac. Quantas vezes, ao longo da história, não se ouviu um ministro da Educação
nfim, não há horizonte azulado nos cenários descortinados pelo recente pacote da presidente Dilma Roussef, a não ser o fato político de ter deixado de lado o preconceito ao fazer concessões à iniciativa privada. Mas ainda há pontos obscuros, como a rentabilidade dos negócios, por exemplo. O próprio Lula já fez isso e deu quase em nada além de novas praças de pedágio. Pelo andar das carruagens, caminhões e trens de carga, a infraestrutura dos transportes, sempre relegada ao segundo plano, continuará neste buraco de fazer gosto. É o traque da vez. O cemitério acaba de ganhar mais um componente em sua ala de boas intenções. Ou a presidente Dilma acaba de receitar uma aspirina para as dores do mensalão. LUCIANO ORNELAS É JORNALISTA DA GT MARKETING E COMUNICAÇÃO.
A CARAVANA E A MACONHA A
grada-me a intenção abstrata da Caravana pela Paz, liderada por Javier Sicilia e por meu amigo Sergio Aguayo, que começou sua jornada pelos Estados Unidos há alguns dias. Se entendi bem, tratase de mexicanos fazendo política nos EUA. Isso é algo que sempre defendi, para bem além da causa em questão, e também com independência das supostas represálias que os EUA pudessem exercer simetricamente conosco. Assim mesmo, vejo com gosto que entre os temas que propõem estão o fim da guerra contra as drogas e a defesa
dos imigrantes. Tenho sido um firme partidário da pressão mexicana em favor de nossos compatriotas nos EUA há pelo menos duas décadas, e me vanglorio de poder estar entre os primeiros críticos à guerra contra as drogas. Em relação a tudo isso concordo com Sicilia e Aguayo. Essas convergências, contudo, não bastam para dissipar meu nítido embaraço diante de algumas das metas da Caravana, pelo menos
como estão formuladas na imprensa. Espantam-me as queixas à sociedade norteamericana e, em particular, aos viciados que consomem drogas procedentes do México e que vêm "ensanguentadas", como os diamantes de Serra Leoa e de Angola.
C
onheço a atitude tradicional do establishment mexicano, retomada com vigor por
Calderón: se os "gringos" parassem de ser tão "maconheiros" haveria menos violência no México, menos oferta de droga e menos corrupção. Trata-se da famosa tese da piscina e do trampolim, ou da oferta e da procura. Entendo que pessoas tão conservadoras quanto os integrantes do atual governo – e da maioria dos anteriores – apoiem essa tese – em minha opinião, falsa e ineficiente. Mas me espanta a mesma abordagem na boca dos integrantes da Caravana. Pergunto a Sicilia, a Aguayo e a outros ativistas: como vocês votariam em novembro, se fossem moradores de Washington e Oregon, nos referendos desses Estados sobre a legalização da maconha? Desejam que os "gringos" sejam menos "maconheiros" ou que a produção, distribuição e
JORGE G. CASTAÑEDA consumo de maconha deixe de ser ilegal? São duas coisas bem diferentes. Como está aparecendo na imprensa mexicana, a posição da Caravana se parece muito com a de Calderón. O mesmo ocorre com o tema das armas. Pôr a ênfase no contrabando de armas dos EUA para o México como explicação para a violência em nosso país é recurso fácil para Calderón, contudo para pessoas mais sofisticadas deveria soar estranho. Além da inviabilidade de derrubar a Segunda Emenda, de reestabelecer a proibição de venda de rifles de assalto (AWB) ou sequer de aplicar com rigor a proibição à exportação ilegal de armas a outros países, trata-se de um problema de análise. Vamos nos limitar à questão de causa e efeito. Se a existência de uma fronteira porosa entre México e EUA, junto com os consequentes baixos preços das armas no México, fosse a causa da
violência, países como Honduras, El Salvador, Colômbia, Brasil, Serra Leoa e Libéria, sem fronteira com os EUA ou com outros fabricantes de armas, seriam menos violentos que o México. Se eu pudesse votar nos EUA a favor da legalização das drogas, faria isso. Eu me pronunciaria a favor de um controle bem mais restritivo do mercado de todos os tipos de armas. Mas eu o faria porque creio nisso como um valor universal, não porque ache que isso afete em especial o México.
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ermino com a possível resposta de Obama a Calderón durante um de seus últimos encontros em Washington, quando o mexicano repetiu a cantilena de como a prescrição dos rifles de assalto em 2004 detonou a nova espiral da violência no México. Obama respondeu ao presidente Calderón: "O problema é que os homicídios dolosos no México continuaram caindo em 2005, 2006 e 2007, mesmo com os rifles de assalto. Você realmente acredita que se deve a isso o rebote da violência em seu país?". Sicilia e Aguayo realmente acham que os problemas são os "malditos gringos maconheiros", armados até os dentes? JORGE G. CASTAÑEDA, EX-SECRETÁRIO DE RELAÇÕES PÚBLICAS, É PROFESSOR DA UNIVERSIDADE DE NOVA YORK. SEU LIVRO MAIS RECENTE É "MANANA FOREVER? MEXICO AND THE MEXICANS". TRADUÇÃO: RODRIGO GARCIA
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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GibaUm
3 Lula
não atende mais telefonemas de Eduardo Campos. E ele também não liga mais. Motivo: as eleições no Recife.
gibaum@gibaum.com.br
k Político é que nem fralda. Tem de trocar com freqüência e pelo mesmo motivo.
Foto: Thiago Marzano
ROBIN WILLIAMS // ator, lembrando Eça de Queiroz, no filme Um Candidato Aloprado, exibido pela HBO no fim de semana.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
3 MAIS: lá, o favorito é Humberto Costa (PT) que tem 32%. Geraldo Julio, lançado por Campos, tinha 6% e já está em 16%.
Sutiã-elevador A Duloren vai lançar um sutiã-elevador para mulheres com busto tamanho 52. As alças serão mais resistentes a ponto de deixar a área empinada, “voltando a olhar para o céu”, segundo a estilista Denise Areal. Só que quando se tira o sutiã, “cai de novo”. Para ela, o ideal é “seduzir o homem com ele, tirar no escuro e imediatamente levantar os braços”. 333
FORÇA-TAREFA
Barba e papada 333 Durante décadas, a barba sempre foi uma espécie de marca registrada, associada à voz rouca e língua presa, do expresidente Lula. Agora, por conta dos tratamentos de quimioterapia e radioterapia, é exatamente a área que mais preocupa o exchefe do Governo, ao lado do tamanho que sua papada ganhou. A barba de Lula não está crescendo e seus médicos acreditam que, dentro de três ou quatro meses, os pelos poderão retornar. E acreditam também que haverá uma retração na papada. Com os novos cabelos, Lula já está se acostumando: são muito mais enrolados e os mesmos médicos sinalizam que, dentro de algum tempo, poderão recuperar – pelo menos, em parte – a antiga forma.
DIRCEU 2014 333 Às vésperas de ser julgado, José Dirceu continua fazendo planos caso venha a ser inocentado (as chances são muito pequenas). Ele já havia dito até a Lula que sair candidato a deputado federal em 2014 em São Paulo, “seria pouco”. Agora, voltou a pensar em transferir seu título para Brasília: poderá sair candidato ao governo do DF ou ao Senado. Os amigos que incentivam essa alternativa lembram que, se José Roberto Arruda conseguiu, Dirceu também pode dar a volta.
Ela vem ganhando páginas de jornais e revistas: moradora do bairro de Moema, em São Paulo, Sara Winter (de nascimento, Sara Fernanda Giromini), 20 anos, 1m55 de altura, 55 quilos, estudante (trancou) de Relações Internacionais da Faculdade Santa Marcelina, é a estrela do movimento feminista Femen, nascida na Ucrânia, no Brasil. Há dias, com outras participantes, foi presa protestando contra Putin por causa da prisão das Pussy Riot (banda punk formada por mulheres). Agora, ela acaba de posar para novo ensaio (e resolveu tirar tudo) assinado por Thiago Marzano. E avisa que aquela cruz perto do ombro não tem nada a ver com nazismo: “Sou apaixonada pelos Templários”.
De peito aberto
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A onda em torno da frase Keep Calm on Carry On , que brotou inicialmente na internet no final de 2009, ganhou um fôlego maior e está sendo usada até em capas de revistas (a nova Elle diz Keep Calm and Be Fashion), depois de passar por camisetas, gastronomia, humor e até em brinquedinhos das sexshop do país. Um deles tem escrito na lateral: Keep Calm and Enjoy. Há adesivos para carros, bottoms, além de virar tatuagem nas mais surpreendentes regiões do corpo humano. Keep Calm and Carry On foi um pôster motivacional produzido pelo governo britânico em 1939, inicio da Segunda Guerra, para ser usado se o nazismo invadisse a Grã-Bretanha. A frase foi ressuscitada em 2000 e voltou à tona, em mil e uma utilidades.
Keep Calm
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Com repertório totalmente dedicado a composições de Chico Buarque, a cantora Maria Bethânia, 66 anos (à esquerda, os dois nos bastidores do Vivo Rio) estreou seu novo espetáculo no domingo e com ele, quer fazer uma excursão por diversas capitais brasileiras, de cara em São Paulo. Na platéia, grande grupo de convidados, famosos da música e da televisão, começando pela namorada de Chico Buarque, a cantora Thais Gulin (centro) e a atriz Patrícia Pillar (direita), em fase available depois de seu rompimento com Ciro Gomes.
Chico por Bethânia
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Dentro do armário 333 A cantora Mart’nalia, filha de Martinho da Vila, brinca e costuma dizer que “entrou no armário”. Usa cueca (sambacanção ou boxer e prefere Calvin Klein), não usa sutiã, usou vestido a última vez há 26 anos (no casamento da irmã), gosta de terno, camisa social com gravata Armani, sapatos Prada sem cadarço, gosta de cerveja e é devota de São Jorge.
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Frutas na moda.
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O esquema está pronto, malgrado os índices de intenção de voto de Celso Russomano nas pesquisas para prefeito de São Paulo possam preocupar: José Serra (a campanha na TV começa hoje com um clipe de 50 segundos com a música Eu Quero Tchu, Eu Quero Tcha , sucesso de João Lucas e Marcelo, devidamente adaptada) conquista a prefeitura eonomedogovernadorGeraldo Alckmin já foi lançado para a Presidência da República em 2014. E o prefeito Gilberto Kassab sai para o governo de São Paulo, apoiado por Serra e Alckmin. 333
CHEGOU ao fim o namoro entre a modelo Isabeli Fontana e o empresário Rohan Marley, filho de Bob Marley. Cabe recurso.
ROBERTO Carlos vai gravar um funk com MC Leozinho para a trilha sonora da próxima novela das 21h, Salve Jorge, de Gloria Perez. E a Mulher Maçã (Grace Kelly é seu nome verdadeiro), que esteve com ele num cruzeiro marítimo há quase quatro anos, resolveu se candidatar ao cargo de dançarina do rei, nessa sua fase funkeira. 333
A REVISTA The Economist acaba de promover seminário sobre as cidades do mundo que oferecem melhor qualidade de vida. Na América Latina, as cinco melhor classificadas são: Buenos Aires (62º lugar), Santiago do Chile (63º), Montevidéu (65º), San Juan de Porto Rico (66º) e Rio de Janeiro (92º lugar).
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TUDO PRONTO
MISTURA FINA 333
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Manda um abraço! Na semana passada, estava tudo combinado para Dilma Rousseff assistir o filme Heleno, com Rodrigo Santoro no papel do antigo e famoso jogador de futebol, no cineminha do Palácio: não deu porque ele estava reunida com Miriam Belchior e Guido Mantega, conversando sobre greve. O diretor José Henrique Fonseca prometeu enviar ao Alvorada uma cópia. Mesmo assim, Dilma conversou com Santoro, que esteve recentemente na Bulgária, terra natal do pai de Dilma. De repente, a presidente perguntou: “E o Benicio? Você sempre vê ele? Manda um abraço”. Referia-se a Benício Del Toro, que filmou Che com Rodrigo Santoro e que esteve com Dilma há alguns meses. Ela é fascinada por ele – e não esconde.
333 A presidente Dilma Rousseff não quer ser surpreendida, em qualquer lugar do país, onde participe de algum evento publico, por quaisquer manifestações de hostilidade. Quer blindagem total e já está funcionando uma espécie de força-tarefa especial que vai dois dias antes ao local que Dilma estará, reforçando a segurança e armando estratégia de impedir eventuais atos. Quem comanda essa tropa é o próprio ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, general José Elito.
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Flores na moda.
Outra novela 333 A TV Canção Nova, com base em Cachoeira Paulista, interior de São Paulo, deverá começar a produzir novelas religiosas, filão no qual a TV Record está se enveredando com sucesso. Myrian Rios, 54 anos, ex-mulher de Roberto Carlos, missionária da Canção Nova e deputada estadual no Rio (PDT), já está escalada. No currículo, tem mais de 20 novelas na Globo e na extinta Manchete. Ela surgiu num programa de calouros da Globo e morava em São Paulo, no bairro do Tatuapé. Em 1978, posou duas vezes, toda nua, para a extinta revista Ele, Ela, da Manchete. Na época, RC mandou comprar os negativos das fotos que, hoje, estão disponíveis na internet.
333 AINDA The Economist : a revista promove em São Paulo, dia 4 de outubro, um evento chamado The Ideas Economy: Brazil 2012, no Hotel Unique. São palestrantes: Rodrigo Baggio, Reinaldo Garcia (GE), Marcelo Odebrecht, Graça Foster (Petrobras) e a senadora Kátia Abreu (PSD-TO), presidente da CNA. Preço: R$ 3.500 por cabeça.
333 UM DOS maiores sucessos do cinema brasileiro na primeira versão dirigida por Bruno Barreto, Dona Flor e Seus Dois Maridos, que virou peça e há dois anos excursiona pelo Brasil (exibindo a seminudez de Carol Castro e Fernanda Vasconcelos), vai ganhar nova versão na telona, dirigida por Pedro Vasconcelos. Marcelo Faria será Vadinho e Humberto Martins, o Nacib de Gabriela, viverá Teodoro .
MALGRADO o grande teatro protagonizado pelo advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay , na defesa de Duda Mendonça e de sua sócia Zilmar Fernandes, no julgamento do mensalão, as nuvens andam escuras para os lados do publicitário. Duda confessou publicamente seu crime financeiro: recebeu R$ 10 milhões pela campanha de Lula no caixa dois e no exterior. E não é réu primário: teria uma condenação por promover briga de galo. Detalhe: Kakay cobrou de Duda e Zilmar honorários de R$ 5 milhões. 333
Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero
CHARGE DO DIA
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terça-feira, 21 de agosto de 2012
5 PRIMEIRO ATO Joaquim Barbosa termina leitura do primeiro item. Só um escapou.
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ESPERNEIO Advogados protestam contra voto fatiado. STF decide ignorar.
Andre Dusek/AE
Mensalão
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o concluir ontem o primeiro bloco de seu voto, o relator do Mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, apontou desvios de recursos do Banco do Brasil e pediu a condenação do ex-diretor de marketing da instituição, Henrique Pizzolato, e dos publicitários Marcos Valério e seus sócios Ramon Hollerbach e Cristiano Paz. Denúncia – Barbosa acolheu a denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) de que eles participaram de desvios de recursos do banco para agências de publicidade de Marcos Valério. Esses recursos teriam abastecido o esquema de compra de apoio político no Congresso. O relator entendeu que Pizzolato deve ser condenado pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Ele também votou pela condenação de Marcos Valério, Hollerbach e Paz por corrupção ativa e peculato. O sócio Rogério Tolentino não foi incluído. E o ex-ministro do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, Luiz Gushiken, foi absolvido pelo relator "por falta de provas", seguindo a PGR. Omissão – Barbosa atacou a linha da defesa e apontou que houve irregularidade na incorporação pela agência de publicidade pelo chamado bônus de volume, comissões recebidas dos meios de comunicação que veicularam anúncios do Banco do Brasil. Outro argumento foi o de que o fundo Visanet, que tinha contrato com a agência DNA, não tinha dinheiro público. Na avaliação do relator, Pizzolato foi "omisso" e permitiu desvio de recursos do BB para a agência DNA, de Marcos Valério.
O relator Joaquim Barbosa e o revisor Ricardo Lewandowski. O primeiro já terminou seu voto do chamado bloco três. O segundo começa amanhã a leitura do seu parecer.
Relator pede a condenação de ex-diretor do Banco do Brasil Para o ministro Joaquim Barbosa, Henrique Pizzolato deve ser condenado por lavagem de dinheiro, peculato e corrupção. O ministro disse que o depoimento de Pizzolato evidenciou "a relação direta" dele com Marcos Valério "no decorrer da prática criminosa". Barbosa disse ainda que ele assinou como única autoridade responsável do BB com a DNA e que a fiscalização cabia à diretoria de marketing. A defesa alega que o Banco do Brasil é um órgão colegiado e não tinha autonomia para manter os contratos sozinho.
O relator sustentou que a empresa "não fazia jus a remuneração" do bônus porque era o próprio banco que negociava com veículos de propaganda. O ministro disse também que não há dúvidas de que essa verba deveria ser repassada ao BB, pois estava previsto no contrato. De acordo com a PGR, a agência de Valério se apropriou ilegalmente de R$ 2,9 milhões durante a execução
do contrato e usou o dinheiro para financiar o Mensalão. Para o relator, "toda verba deveria ser restituída ao banco. A apropriação dos valores por parte da DNA, portanto, constitui crime de peculato". Pela denúncia, Pizzolato recebeu R$ 336 mil do valerioduto. O ministro apontou que uma transferência de R$ 35 milhões na conta da DNA foi comandada por Pizzolato e isso teria ocorrido depois de ter
Ação contra fatiamento não avança Presidente do STF considerou o pedido "matéria vencida" e o relator classificou a polêmica de "sem razão".
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petição assinada pelos advogados Márcio Thomaz Bastos, Antônio Carlos de Almeida Castro (Kakay), José Carlos Dias e Arnaldo Malheiros, entre outros, com solicitação contra o "fatiamento" do julgamento da Ação Penal 470, foi considerada ontem "matéria vencida" pelo ministro Carlos Ayres Britto, presidente do Supremo
Os advogados Antonio Carlos de Almeida Castro e José Carlos Dias: pedido contra fatiamento não encontra respaldo do Supremo Tribunal Federal. Matéria foi considerada vencida. Fabio Rodrigues Poezzebom/ABr
Tribunal Federal (STF). O ministro Ricardo Lewandowski, revisor do Mensalão, divergiu, mas disse que não iria debater o assunto por já ter sido votado. "O que me levou a adotar essa metodologia passo a passo foi a clareza", justificou o ministro Joaquim Barbosa, relator do Mensalão. O ministro Marco Aurélio de Mello fez consignar que seu entendimento de que o julgamento deveria ser conjunto, inclusive com a fixação da pena junto ao voto. Para Ayres Britto, "nada diminui o direito à ampla defesa". O presidente do STF lembrou ainda que "temos
precedentes", pois o STF "já fez isso diversas vezes", numa referência a casos anteriores julgados pela Corte. A metodologia fatiada, usada pelo relator para estruturar o seu voto, segue a ordem de denúncia que veio do Ministério Público Federal (MPF), dividida em oito itens, formado por blocos de crimes. Antes de tomar a sua decisão, Ayres Britto consultou os demais ministros. Depois de ouvi-los, decidiu indeferir o pedido dos advogados de defesa. E os votos continuarão seguindo o formato adotado pelo relator. Barbosa também criticou a discussão em torno do voto
fatiado. "Eu disse à Corte que faria o julgamento por capítulos", afirmou. Para o relator, "essa polêmica é inexistente, não tem razão de ser". O ministro recordou que a mesma metodologia foi usada quando do recebimento da denúncia do Mensalão pelo STF, em 2007. Questionado pelo presidente sobre como será a sequência a partir de agora, Barbosa confirmou que irá do capítulo três (desvio de recursos públicos), analisado na quinta-feira passada e ontem, para o capítulo cinco (gestão fraudulenta de instituição financeira). Na sequência, o relator vai votar no capítulo quatro (lavagem de dinheiro), seguidos dos capítulos seis (corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro – partidos da base aliada do governo), sete (lavagem de dinheiro – PT e ex-ministro dos Transportes) e, finalmente, o capítulo oito (evasão de divisas e lavagem de dinheiro). "O que me levou a adotar essa metodologia foi a preocupação com a clareza e a compreensão de todos", reafirmou o ministro Barbosa. (Folhapress)
Mais sobre o Mensalão na página 6
vantagem indevida. Barbosa disse que a DNA pode ter desviado pelo menos R$ 37 milhões de órgãos públicos. Para caracterizar a responsabilidade individual dos sócios de Valério, Barbosa disse que nos empréstimos cruzados das empresas, quando uma tomava empréstimo usava garantias das outras. Visanet – Em outro ponto da denúncia, o ministro rebateu o argumento de que o dinheiro
desviado não seria público, pois teria como origem o fundo Visanet, controlado pelo Banco do Brasil e outros bancos. Mais de R$ 73 milhões que entraram no esquema tiveram origem no Visanet. A defesa argumentou que o dinheiro era privado. Para o ministro, se um servidor público desvia recursos em proveito próprio, se é dinheiro público ou privado está configurado o peculato. (Folhapress)
Presidente do STF diz que Lewandowski vota amanhã
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ministro Carlos Ayres Britto, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), confirmou ontem que o revisor do Mensalão, ministro Ricardo Lewandowski, deverá começar o seu voto na sessão de amanhã. Como a análise do caso é fatiada, a votação ocorre em blocos e não de uma única vez, e o revisor deve tratar dos temas abordados pelo relator, o ministro Joaquim Barbosa. "O relator adotou uma estrutura tricotômica ou trinária para Nelson Jr/Sco/STF
Ayres Britto: relator adotou "estrutura tricotômica" para a leitura do seu voto sobre o Mensalão. Esquema fatiado será seguido pelo revisor, a partir de 4º.
o voto, que ficou compartimentada em três itens", disse Ayres Britto. Na sessão de ontem, Barbosa analisou os desvios de recursos do Banco do Brasil para as agências do publicitário Marcos Valério. Na semana passada, o relator iniciou a leitura do seu voto e entendeu que o deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), ex-presidente da Câmara, deve ser condenado pelos crimes de lavagem de dinheiro, peculato e corrupção passiva. (Folhapress)
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terça-feira, 21 de agosto de 2012
O quadro das defesas chegou a ser constrangedor, como se os réus fossem um bando de anjinhos desgarrados. Denis Rosenfield, analista político e professor de filosofia.
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Julgamento de exceção?
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inte dos advogados de defesa dos réus do mensalão, liderados pelo criminalista Marcio Thomaz Bastos, apresentaram uma moção ao presidente do STF, Ayres Britto, contestando alguns procedimentos do julgamento. O foco principal foi o rito adotado pelo relator Joaquim Barbosa, com o fatiamento do voto. De viva voz, pelo criminalista José Carlos Dias, defensor da Kátia Rabelo, dona do Banco Rural, eles já haviam marcado posição na própria quinta-feira, rechaçado sem muita conversa por Britto. Depois de analisar mais detidamente a respeito dos possíveis prejuízos para seus clientes, mantido o método de Barbosa, a banca de defensores voltou à carga. Uma atitude, com o protocolo do documento no STF, inusitada, sem precedentes nos anais da Justiça brasileira. Mas, segundo analistas, não ilegal – só uma demonstração de que foram surpreendidos com os rumos do julgamento. E voltaram à carga, com todos os salamaleques do respeitoso linguajar jurídico, com virulência. Insinuaram que, mantida a decisão de Barbosa encampada pelo colegiado, mesmo com a divergência (depois a concordância contrariada do ministro revisor Ricardo Lewandowski) seus clientes estariam diante de "julgamento de exceção". Uma insinuação (ou uma imputação?) de extrema gravidade. No meio, considerações sobre um julgamento que terá sido uma "verdadeira aberração". A representação do exministro da Justiça Marcio
JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA Thomaz Bastos já era conhecida desde domingo. Mesmo assim o ministro relator Joaquim Barbosa não se impressionou nem se comoveu. Ao fim, foi incisivo e pediu a condenação dos réus incluídos no seu voto de ontem, seqüência do item da semana passada. Condenou o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, e, novamente, Marcos Valério e seus dois sócios nas agências de propaganda mineiras que prestaram serviços no Mensalão. Nem o plenário do STF se comoveu com a petição. Sem muitas discussões Britto considerou a questão vencida. Nem mesmo os ministros Lewandowski e Marco Aurélio Mello, que protestaram contra o fatiamento, não reclamaram. Resta saber os objetivos mais ocultos dos criminalistas ao classificar o STF como tribunal de exceção. É muito forte num sistema democrático que funciona bem. Resta saber também qual o próximo passo deles para tentar evitar a condenação de seus clientes.
'Condenação sinalizaria fim da impunidade' Ao julgar o Mensalão, o STF tem a oportunidade de se impor diante das pressões partidárias, diz Denis Rosenfield.
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professor de Filosofia e analista político Denis Rosenfield, numa análise sobre as primeiras 12 sessões do julgamento do Mensalão, considera que, caso se confirme a condenação dos réus, como indica o voto do ministro Joaquim Barbosa, "seria uma sinalização importante pelo fim da impunidade, com os juízes se alçando para além das clivagens partidárias". Nesse sentido, afirma, "pode-se dizer que o País se encontra diante de uma encruzilhada: ou trilha o caminho de uma verdadeira República, ou sucumbe à degradação da coisa pública". E conclui: "Tudo indica que o Supremo seguirá a primeira via". Caso essa tendência se confirme, diz Rosenfield, "marcará um grande contraste do Brasil em relação à sua própria história". O analista considera que, com seu voto, o ministro Joaquim Barbosa "deu, manifestamente, um novo rumo ao julgamento do Mensalão, acatando a denúncia e sua forma de apresentação pelo Ministério Público Federal". A virada – Até a intervenção do ministro Joaquim Barbosa, na opinião de Rosenfield, era como se o Supremo estivesse julgando um grupo de inocentes que, por mero acidente, chegou àquela situação, segundo a defesa dos respectivos advogados. "O quadro geral das defesas chegou a ser constrangedor, como se os réus fossem um bando de anjinhos desgarrados, levados a alguns tropeços por mero descuido. Ninguém seria culpado e, portanto, o mensalão não teria existido. Afirmar sua existência seria um ato de máfé ou de denúncias improcedentes do Procurador Geral da República." A cena montada, portanto, segundo o analista político, "foi a de advogados muito competentes, defensores de inocentes, que mostrariam
Evandro Monteiro/Digna Imagem - 18.10.04
Mensalão aos juízes e à opinião pública a inconsistência da denúncia". Rosenfield considera ainda que as alegações dos advogados foram fracas: "O defensor de José Dirceu procurou, para desacreditar a prova testemunhal, contrapor os testemunhos da acusação com o testemunho de Lula, considerado
pelo próprio como uma 'metamorfose ambulante'. Sobre o Mensalão, ademais, o ex-presidente já adotou diversas versões, estando, evidentemente, desacreditado". Diante do voto de Joaquim Barbosa, diz Rosenfield, "os advogados procuram, agora, desacreditar o fatiamento por não ser conveniente a eles". Marcos Valério é atualmente carimbado como um operador financeiro do PT, embora, no passado, tenha exercido função semelhante no PSDB, diz Rosenfield. "Em todo caso, do ponto de vista da opinião pública, ele aparece carimbado como uma figura petista. Logo, a imagem pública do
O País se encontra na encruzilhada: ou trilha o caminho de uma República, ou sucumbe à degradação da coisa pública. DENIS ROSENFIELD PT sai abalada nessa primeira manifestação do relator e ministro Joaquim Barbosa. O partido da ética surge nas páginas político-policiais. A moralidade pública vai para o brejo, além de receber a imputação de ilegalidade pelos crimes cometidos", conclui o analista.
Advogado de João Paulo Cunha corrige informação ao STF
O CICLO DE DEBATES COM OS CANDIDATOS A PREFEITO DE SÃO PAULO
Dia: 27 de agosto de 2012, segunda-feira
PAULINHO DA FORÇA
advogado Alberto Zacharias Toron, admitiu ter sido surpreendido com o modelo de voto do relator Joaquim Barbosa, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que deu início à sua intervenção pedindo a condenação do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP). Por isso, apresentou ontem no tribunal um novo memorial em defesa do seu cliente. No documento, Toron corrigiu uma informação de sua primeira sustentação. Ao apresentar a defesa de João Paulo, o advogado disse que o jornalista Luís Costa Pinto fora contratado para a assessoria da Câmara na gestão do tucano Aécio Neves, antecessor de João Paulo, na presidência. Após a sustentação oral de Toron no plenário do STF, Aé-
Antonio Cruz/ABr
Alberto Toron e seu cliente João Paulo: versão confusa no tribunal. cio contestou a versão e negou que tenha usado serviços da IFT, empresa do jornalista Costa Pinto. Confrontado com a versão de Aécio, o advogado
admitiu que pode ter sido "confuso" ao citar a gestão do tucano na Câmara para livrar Cunha da acusação de peculato. (Folhapress) Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
PDT – Partido Democrático Trabalhista
Local: Associação Comercial de São Paulo - ACSP Rua Boa Vista, 51 - 9º andar - Centro - SP Horário: 17 horas Assista ao vivo no site: www.acsp.com.br (clique no banner WebTV ACSP)
HOMENS DE PRETO – Para garantir a tranquilidade do julgamento do Mensalão, a segurança do Supremo Tribunal Federal foi reforçada, com dez homens de terno e óculos escuros, num figurino típico. A barreira humana padronizada tem um integrante a menos que o total de ministros que, dentro do tribunal, escrevem a história de um processo emblemático e o maior de todos os tempos – o Mensalão.
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terça-feira, 21 de agosto de 2012
7 O ministro (da Saúde) deve explicações ao Senado, ao País, à sociedade. Senador Álvaro Dias (PSDB-PR)
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Sergio Lima/Folhapress - 25.07.12
CPI DO CACHOEIRA
Procuradores serão ouvidos hoje A expectativa é a de que ele esclareçam detalhes da Operação Monte Carlo
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CPI do Cachoeira quer ouvir os procuradores da República – responsáveis pela Operação Monte Carlo – e Jayme Rincón, ex-tesoureiro da campanha do governador Marconi Perillo (PSDB-GO). Os procuradores da República Léa Batista de Oliveira e Daniel Rezende Salgado são esperados para prestar depoimento hoje, mas ainda não ficou decidido se a sessão será aberta. "Esperamos que os procuradores consigam esclarecer mais alguns fatos (...) A sessão tem de ser aberta. Não há motivos para que seja uma sessão fechada", declarou o senador Pedro Taques (PDT-MT), ao portal G1. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa concedeu habeas corpus a Jayme Rincón para ficar calado no depoimento
marcado para amanhã. Com o habeas corpus concedido, Rincón deve ser liberado pelo presidente da CPI, senador Vital do Rêgo PMDB-PB). A liberação dos depoentes é um procedimento acatado pelo presidente da CPI quando
Esperamos que os procuradores consigam esclarecer mais alguns fatos (...) A sessão tem de ser aberta. PEDRO TAQUES um dos depoentes ou testemunhas se reserva ao direito constitucional de permanecer calado durante toda a sessão. Rincón já foi convocado ou-
tras duas vezes para prestar depoimento à comissão, mas apresentou atestado médico e não compareceu. Presidente de Agência Estadual de Transportes e Obras Públicas, ele foi citado em ligações telefônicas interceptadas pela Polícia Federal. Segundo as investigações da PF, o grupo de Cachoeira depositou R$ 600 mil na conta da empresa Rental Frota Ltda. Rincón é um dos sócios, com 33% de participação. A Rental confirmou o pagamento. Diz que se refere à venda de 28 veículos usados. Delta e fantasmas – A CPI do Cachoeira detectou movimentações suspeitas da Delta Construções com mais de 200 empresas fantasmas. A informação foi dada ontem pelo relator, deputado Odair Cunha (PT-MG), que pretende concluir seu parecer até meados de outubro. (Agências)
Procuradora Léa Batista de Souza: depoimento marcado para hoje em sessão aberta.
Dida Sampaio/AE - 15.08.12
Corregedoria faz inspeção no MP do Rio de Janeiro
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Dilma: 25 vetos às propostas pelos parlamentares à LDO de 2013 aprovada no Congresso.
'Eleições atrapalham análise dos vetos na LDO', diz Sarney.
Corregedoria Nacional do Ministério Público (MP) iniciou ontem trabalho de inspeção no órgão estadual da instituição. A visita tem por objetivo verificar as condições de trabalho dos servidores, o cumprimento de determinações legais do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e os aspectos relacionados à gestão das unidades, como contratos e licitações, entre outros itens. Nove estados receberam este ano a visita do grupo de trabalho da Corregedoria do Ministério Público. Para o segundo semestre, estão previstas ainda inspeções na Bahia e em Santa Catarina. A inspeção no Rio de Janeiro prossegue até sexta-feira.
Segundo o corregedor nacional do MP, Jeferson Coelho, as visitas aos ministérios públicos estaduais servem para traçar um diagnóstico da instituição. "Pelas dimensões de nosso País, há questões de que não se têm ciência, que são muito peculiares a determinadas regiões. Quando se legisla para todo o Brasil, há necessidade de conhecer o País de norte a sul, para que as determinações sejam aplicadas a todos". Coelho ressaltou os desafios que o grupo vai encontrar para trabalhar no Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), por se tratar de um dos maiores do País. "Esperamos que seja muito positiva a visita, pois ela estará voltada para a socie-
dade. Qualquer cidadão pode ir ao corregedor e fazer um pleito, fazer um questionamento do funcionamento do Ministério Público aqui no Rio de Janeiro". A corregedoria estará atendendo ao público hoje e amanhã na sede da Procuradoria-Geral de Justiça do Rio, nas dependências do MP-RJ, na região central da capital. O procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Cláudio Lopes, defendeu o trabalho de correição feito nos estados: "É importante que a corregedoria constate os lugares onde há maior deficiência, para criar um padrão e assim colocar todo o MP com um ótimo funcionamento, visando a atender à sociedade". (Folhapress)
Presidente do Senado admite: "A essa altura, não temos muita coisa a fazer".
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presidente do Senado, José Sarney (PMDBAP), disse ontem que o Congresso Nacional não deverá ter tempo para analisar os vetos feitos pela presidente Dilma Rousseff em artigos da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2013. Segundo Sarney, o ano eleitoral atrapalhará a discussão, já que quando os parlamentares voltarem das eleições municipais será a vez de votar o Orçamento de 2013. "Não há tempo para examinarmos os vetos, porque temos um ano de eleição e, em seguida, vamos examinar o Orçamento e a matéria fica vencida. A essa altura, não temos muita coisa a fazer". A presidente Dilma vetou 25 alterações propostas pelos parlamentares à LDO de 2013 aprovada no Congresso no último dia 17. A LDO orienta a elaboração e a execução do Orçamento anual da União e trata de temas como alterações tributárias, gastos com pessoal, política fiscal e transferências da União. O projeto de lei do orçamento para 2013 deve ser enviado pelo Executivo ao Congresso até 31 de agosto. Ao todo, 9 artigos foram vetados integralmente por Dilma. Entre eles o que estabelecia a divulgação na internet, por empresas públicas e estatais dos cargos efetivos, comissionados e de confiança e os respectivos gastos mensais com esse pessoal.
Sarney disse que ainda não leu os vetos de Dilma, mas afirmou que espera que "realmente aquelas partes importantes que o Congresso votou sejam mantidas" A Constituição estabelece que o Congresso deve necessariamente votar os vetos num prazo de 30 dias, sob pena de se travar a pauta de votações. Há, porém, centenas de vetos parados na Casa que não foram apreciados. Água abaixo – O rompimento de tubulação da rede de água
Não há tempo para examinar os vetos. Temos eleição, vamos examinar o Orçamento, a matéria fica vencida. JOSÉ SARNEY usada para combater incêndios no Eixo Monumental de Brasília provocou vazamento dentro do prédio da Câmara dos Deputados, isolando o corredor que liga o Salão Verde aos anexos do edifício. O grande volume de água tomou a laje do edifício e a água ficou escorrendo pelo teto do corredor. Técnicos da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) fecharam a rede e abriram os hi-
drantes para escoar a água. Parte da rede elétrica da Câmara foi desligada. Funcionários da Câmara trabalharam ontem para avaliar eventuais danos à estrutura do prédio. O corredor atingido fica sob a pista do Eixo Monumental, a via de acesso ao Congresso. "Vamos fechar o abastecimento da região para tentar identificar o problema. O corte será do primeiro Ministério do lado da Catedral até a praça dos Três Poderes ", disse Edivaldo Andrade, técnico da Caesb (Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal). Por volta das 15h30 foi identificado um vazamento no teto do corredor que liga o prédio principal da Câmara dos Deputados aos anexos. O corredor fica situado embaixo da pista do Eixo Monumental, via de acesso ao Congresso. Segundo Andrade, será necessário recortar o asfalto para tentar identificar a causa do vazamento. Logo após o problema ter sido identificado pela segurança da Câmara, cerca de 15 funcionários da área da limpeza foram chamados para tentarem escoar a água para fora do corredor. Por se tratar de um grande volume de água, uma funcionária disse para a outra que a tarefa era "como enxugar gelo". O corredor normalmente é usado para exposições. Ontem estava vazio. (Agências)
Tucanos pedem investigação na Farmácia Popular PSDB quer que TCU confira preços dos medicamentos pagos pelas prefeituras
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PSDB vai pedir ao Tribunal de Contas da União (TCU) que investigue o procedimento do Ministério da Saúde de pagar preços mais elevados pelos remédios vendidos no programa Aqui Tem Farmácia Popular do que os valores desembolsados pelos municípios na aquisição de medicamentos distribuídos gratuitamente nos postos de saúde do País. O líder do partido, senador Alvaro Dias (PR), disse que também encaminhará um requerimento ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, pedindo explicações para o superpreço praticados pela pasta. "O ministro deve explicações ao Senado, ao País, à sociedade brasileira". Reportagem publicada ontem no jornal O Estado de S. Pau lo mostra, por exemplo, que o Ministério da Saúde paga por uma cartela de anticoncepcional vendida no programa do governo até 163 vezes mais que os municípios. Levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo, com base em dados de um banco público de compras, mostra que o ministério pagou mais por 17 dos 21 itens analisados. A diferença entre o que saiu do caixa do governo federal e o menor
Ed Ferreira/AE - 10.07.12
Álvaro Dias: "Não há justificativa para o desperdício". preço encontrado no mercado este ano no programa chega a R$ 504,5 milhões. Para Dias, a "distorção" nos preços alimenta "suspeitas" sobre caixinha eleitoral. Disse que sua reação foi a mesma com relação à medida provisória aprovada este mês que autoriza o Ministério da Saúde, sem necessidade de licita-
ção, comprar medicamentos estratégicos ao Sistema Único de Saúde (SUS) e escolher empresas privadas para participar de parcerias de transferência de tecnologia. "Ou seja, abrindo porta para a corrupção. É dever do governo economizar sempre. Não há justificativa para aumento de preços, para desperdício". (AE)
Bradespar S.A. CNPJ no 03.847.461/0001-92 - NIRE 35.300.178.360 Companhia Aberta Ata da Reunião Extraordinária no 264, do Conselho de Administração, realizada em 26.7.2012 Certidão - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia Junta Comercial do Estado de São Paulo - Certifico o registro sob no 353.587/ 12-6, em 13.8.2012. a) Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
p Transporte é prioridade, defende Soninha.
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terça-feira, 21 de agosto de 2012
As calçadas precisam ser mantidas e recuperadas com concreto pré-moldado, para garantir deslocamentos confortáveis aos pedestres. Soninha Francine, candidata do PPS à prefeitura de São Paulo.
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L.C.Leite/LUZ
Em palestra na ACSP, candidata do PPS diz que mobilidade é destaque no seu programa de governo. Guilherme Calderazzo
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cidade precisa de investimentos em transporte coletivo de forma ampla, para a melhoria do trânsito e da mobilidade dos cidadãos, defendeu ontem Soninha Francine, candidata à prefeitura da capital pelo Partido Popular Socialista (PPS), ao expor e dabater o seu programa de governo em palestra na sede da Associação comercial de São Paulo (ACSP). "Temos de aproveitar os recursos que temos, melhorálos e criar uma mobilidade inteligente", disse Soninha no Círculo de Debates com os Candidatos à Prefeitura promovido pela entidade. Ela sustenta que os pontos de ônibus precisam ser cobertos e com informações detalhadas, informatizadas, sobre o trajeto e tempo de espera entre um e outro veículo, por exemplo. "Os ônibus têm se ser confortáveis, provocar menos ruídos e poluição do ar", disse, garantindo que, se eleita, irá reorganizar todas as conexões entre os ônibus, metrô e trens. "Os corredores deverão ter ônibus articulados, para aumentar a capacidade de transporte e evitar o congestionamento desses veículos nos próprios corredores", disse. "As linhas entre bairros serão criadas ou reorganizadas e nelas poderemos utilizar os ônibus menores".
Soninha prometeu também criar mais bicicletários e ciclovias seguras, além de construir pontes de transposição para pedestres e usuários de bicicletas sobre rios nas Marginais Pinheiros e Tietê. "As calçadas têm de ser cuidadas. Precisam ser mantidas e recuperadas com concreto prémoldado, para garantir deslocamentos confortáveis". A candidata revelou que as atividades econômicas – indústria, comércio e serviços – devem ser aquecidas nos bairros e nas periferias. Segundo ela, nas periferias, para cada 45 moradores há um posto de trabalho. No centro, para 1 morador, há 28 postos de trabalho. "Temos de reequilibrar essa questão. Assim, haverá menos necessidade de deslocamento para a região central, e mais trabalho perto das moradia das pessoas", disse. Soninha ainda expôs as propostas para melhorar a saúde, assistência social, segurança, desempenho das subprefeituras e educação, neste caso destacando que a prefeitura fará convênios com escolas privadas para garantir acesso das crianças às creches, enquanto unidades específicas não forem concluídas. A candidata recebeu as propostas das 15 Distritais da Associação Comercial de São Paulo para a melhoria de vida dos paulistanos. As propostas serão entregues aos 12 candidatos à prefeitura e se encontram encartadas na edição de hoje do Diário do Comércio.
Presidente não é refém de sindicato, diz assessor.
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assessor da Secretaria-Geral da Presidência da República, José Lopez Feijóo, ex-vice-presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), reafirmou ontem, ao comentar as greves no funcionalismo público, que o foco da presidente Dilma Rousseff "é fazer a economia andar para que aqueles que não têm estabilidade não percam seus empregos em função da crise". O discurso reforça a posição do governo diante do impasse das negociações com os servidores, já exposta pela presidente há dez dias, em visita a Minas Gerais. Na avaliação de Feijóo, "a presidente não é re-
fem de nenhum sindicato". Para ele faz parte da democracia que as organizações sindicais "lutem pelo que achem que é correto", como é o caso dos servidores públicos com garantia de emprego: "Qualquer governo democrático tem de saber que precisa conviver com a possibilidade de greve, seja no setor público, seja no privado". Ele lembrou que as categorias dos servidores públicos não possuem data-base para reajustes salariais, o que pode mudar com a regulamentação prevista pela Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), já aprovada pelo Congresso. (AE)
SECRETARIA DA SAÚDE COMUNICADO Nº 012/2012 - AHM A Superintendente da Autarquia Hospitalar Municipal, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei Municipal nº 13.271/2002, alterada pela Lei Municipal nº 14.669/2008, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 50.478, de 10 de março de 2009, COMUNICA: Na noite de 09/07/2012 ocorreu um incêndio no galpão da Empresa PA Arquivos Ltda., localizado na Estrada da Tapeirinha, s/nº - Município de Itu - SP, contratada via Termo de Contrato nº 235/2012 - Processo Administrativo nº 2011-0.325.655-2, para prestação de serviço de gerenciamento informatizado do acervo de documentos das unidades pertencentes à Autarquia Hospitalar Municipal, incluindo: coleta, arquivamento, guarda, digitalização, desarquivamento e rearquivamento para consulta e transferência. Imediatamente após a notificação do ocorrido, feita pelo responsável da empresa, Sr. Fellipe Arruda Botelho, no dia 10/07/2012 no período da manhã, designou-se uma equipe técnica para verificar in loco a situação descrita e constatou-se, infelizmente, que todo o acervo de documental que lá estava foi completamente destruído. Foi aberto Inquérito Policial, na localidade do Município de Itu, para apuração dos fatos.
Conexões: Soninha Francine propõe a reorgnização do sistema com metrô, ônibus e trens integrados de forma inteligente.
Governo oferece reajuste de 15,8% para mais três categorias Dirigentes foram unânimes em afirmar que a proposta é baixa, mas concordaram em levar para votação.
A
s três reuniões do min i s t é r i o d o P l a n e j amento com servidores em greve, terminou ontem com o governo oferecendo reajuste de 15,8% à três diferentes categorias e com o agendamento de novos encontros, para que a pasta faça ajustes solicitados pelos sindicalistas e para que as lideranças tenham tempo de levar as propostas às suas bases. Representantes das carreiras do Fórum de Ciência e Tecnologia, do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) retornam ao Planejamento amanhã para uma nova rodada. Os dirigentes foram unânimes em considerar baixo o porcentual oferecido, que deve ser aplicado aos vencimentos ao longo de três anos. Mas todos concordaram em levar a
proposta para ser votada. terá a resposta a esse pleito e No sábado, o secretário de informará se aceita 15,8%. Relações do Trabalho do PlaSegundo Josemilton, apesar nejamento, Sérgio Mendonça, de considerarem o patamar já havia informado que o pata- de reajuste baixo, os grevistas mar servirá de parâmetro em sabem do tempo apertado patodas as negor a a s n e g o c i aciações e que ções. Os acorseria o máximo dos precisam a ser oferecido. ser fechados até O secretárioo dia 31 de agosEstamos geral da Confeto, quando a sendo forçados deração dos proposta orçaT r a ba l h a d or e s mentária com a tirar leite do Serviço Púprevisão dos de pedra. blico Federal gastos para WANDER ALCANTELADO, (Condsef), Jose2013 deve ser DO SINTRASEF. milton Costa, encaminhada que represenao Congresso. tou os servidores da Ciência e " E s t a m o s a v a l i a n d o q u e Tecnologia no encontro com 15,8% está muito abaixo, mas Mendonça, disse que foi solici- são as bases que vão decidir." tado ao governo que incorpoPara Wander Alcantelado, rasse a gratificação de desem- coordenador do Sindicato dos penho ao vencimento básico Trabalhadores no Serviço Púdos trabalhadores. Na nova blico Federal no Rio de Janeiro reunião com o ministério, o Fó- (Sintrasef), entidade que rerum de Ciência e Tecnologia presentou o Inpi na reunião, os
servidores estão negociando "com a faca no pescoço". Para ele, "estamos sendo forçados a tirar leite de pedra". Os dirigentes do Sintrasef também solicitaram ao governo mudanças na proposta sem alteração do porcentual de 15,8%. "Estamos pedindo a incorporação integral de uma gratificação aos vencimentos básicos. A reposição do corte de ponto é outra reivindicação e também queremos que o parcelamento em três anos não engesse a categoria. No ano que vem tem que haver nova negociação", disse. Sérgio Ballerini, presidente do Sindicato Nacional dos Servidores de Metrologia, Normalização e Qualidade (AsmetroSN), disse que os trabalhadores do Inmetro farão assembleia amanhã. Uma das reivindicações diz respeito ao plano de saúde, que teve a parcela elevada em 300%. (Agências).
Greves continuam na PF, Itamaraty... Com a paralisação, os usuários de aeroportos e rodovias, entre outros, voltam a sofrer com os atrasos.
U
m grupo de policiais federais grevistas promoveu uma manifestação, na tarde de ontem, no saguão de embarque do Aeroporto Internacional de Salvador, para protestar contra a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que considerou ilegais as "operaçõespadrão" que os agentes realizaram nos aeroportos brasileiros na semana passada. Com as mãos atadas por cordas e segurando faixas, os policiais, em silêncio, tentaram demonstrar que foram impedidos de trabalhar. Em uma das faixas, estava o balanço da operação-padrão nos aeroportos da Bahia: apreensões de 6 kg de cocaína e 30 kg de maconha e a prisão de 3 pessoas, 2 em flagrante e uma com mandado em aberto. A greve da PF na Bahia integra uma mobilização nacional da categoria, que reivindica reajustes salariais, reestruturação das carreiras e aumento de efetivo. Já em Porto Alegre, os policiais federais em greve distribuíram panfletos aos passageiros que circularam no Aeroporto Salgado Filho, para explicar os motivos do ato. Na sede da superintendência regional, outro grupo distribuiu fatias de pizza aos colegas que estavam em vigília. As manifestações substituíram as operações-padrão que a categoria fez na semana passada. A greve continua e
Mauro Vieira/Ag. RBS/AE
Polícia federal no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre: fatias de pizza para os colegas em vigília. mantém suspensa a emissão de passaportes, entre outros serviços ao público. Na sede da superintendência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Porto Alegre, cerca de 40 servidores em greve bloquearam o acesso ao prédio. Eles também querem reestruturação da carreira, recomposição salarial e ampliação do quadro funcional. Rodoviários – Depois de algumas ações da "operaçãopadrão" nas estradas baianas, nas últimas semanas, agentes da Polícia Rodoviária Federal iniciaram, ontem, com manifestação em Salvador, greve
O diplomata ganha uma parcela única. Queremos que os outros servidores sejam pagos da mesma maneira. RAFAEL DE SÁ ANDRADE por tempo indeterminado. Segundo o Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Estado da Bahia (Sinprf-BA), a paralisação afetará os trabalhos da PRF em todo o estado.
Itamaraty – Os servidores do Itamaraty cruzarão os braços pela segunda vez este ano, a partir de amanhã. O ministério do Planejamento informou que marcou reunião com os servidores do Itamaraty. Segundo o secretário-geral do Sinditamaraty, Rafael de Sá Andrade, entre as reivindicações da entidade, está a equalização do tipo de vencimento pago a diplomatas para as outras carreiras. "O diplomata recebe sob a forma de subsídio, o que significa que ele ganha uma parcela única. Queremos que os outros servidores sejam pagos da mesma maneira". (Agências)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 21 de agosto de 2012
9
Banco Bradesco Cartões S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 59.438.325/0001-01 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do semestre findo em 30 de junho de 2012, do Banco Bradesco Cartões S.A. (Bradesco Cartões), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
Líquido de R$ 3,185 bilhões e Ativos Totais de R$ 13,117 bilhões. Agradecemos aos nossos clientes o apoio e confiança e aos nossos funcionários e colaboradores a dedicação ao trabalho. Osasco, SP, 13 de agosto de 2012.
No semestre, o Bradesco Cartões, registrou Lucro Líquido de R$ 251,850 milhões, correspondendo a R$ 1.088,72 por lote de mil ações, Patrimônio
Diretoria
BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ (Nota 5a) .................................................................... Aplicações no Mercado Aberto ..................................................................................................................... Aplicações no Depósitos Interfinanceiros...................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6) ......... Carteira Própria ............................................................................................................................................. Instrumentos Financeiros Derivativos ........................................................................................................... RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS ............................................................................................................... Depósitos no Banco Central.......................................................................................................................... RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS........................................................................................................... Transferências Internas de Recursos ............................................................................................................ OPERAÇÕES DE CRÉDITO (Nota 7)........................................................................................................... Operações de Crédito - Setor Privado .......................................................................................................... Provisão para Operações de Créditos de Liquidação Duvidosa ................................................................... OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Rendas a Receber (Nota 8a)......................................................................................................................... Diversos (Nota 8b)......................................................................................................................................... Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa............................................................................... OUTROS VALORES E BENS........................................................................................................................ Outros Valores e Bens................................................................................................................................... Provisões para Desvalorizações ................................................................................................................... Despesas Antecipadas (Nota 9).................................................................................................................... REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (Nota 7)........................................................................................................... Operações de Crédito - Setor Privado .......................................................................................................... Provisão para Operações de Créditos de Liquidação Duvidosa ................................................................... OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Rendas a Receber (Nota 8a)......................................................................................................................... Diversos (Nota 8b)......................................................................................................................................... OUTROS VALORES E BENS........................................................................................................................ Despesas Antecipadas (Nota 9).................................................................................................................... PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS ......................................................................................................................................... Participações em Coligadas e Controladas: - No País (Nota 10a)...................................................................................................................................... Outros Investimentos (Nota 10b)................................................................................................................... IMOBILIZADO DE USO (Nota 11)................................................................................................................. Outras Imobilizações de Uso......................................................................................................................... Depreciações Acumuladas............................................................................................................................ INTANGÍVEL (Nota 12).................................................................................................................................. Ativos Intangíveis........................................................................................................................................... Amortização Acumulada ............................................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................
2012 8.385.614 21.905 102.303 88.393 13.910 37.282 35.398 1.884 1.573 1.573 42.718 42.718 1.335.649 2.565.426 (1.229.777) 6.706.380 231 6.978.013 (271.864) 137.804 16.042 (1.564) 123.326 708.021 159.656 184.524 (24.868) 487.290 1.155 486.135 61.075 61.075 4.023.366 3.124.204
2011 7.280.678 9.875 291.704 290.498 1.206 3.162 238 2.924 1.677 1.677 71 71 1.366.205 2.329.917 (963.712) 5.562.365 1.064 5.792.306 (231.005) 45.619 8.417 (1.564) 38.766 517.311 149.913 184.730 (34.817) 367.398 1.436 365.962 4.219.495 3.274.002
3.124.193 11 9.187 13.273 (4.086) 889.975 1.028.352 (138.377) 13.117.001
3.273.585 417 2.790 5.496 (2.706) 942.703 1.027.675 (84.972) 12.017.484
PASSIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DEPÓSITOS.................................................................................................................................................. Depósitos Interfinanceiros (Nota 14a) ........................................................................................................... RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS........................................................................................................... Recursos em Trânsito de Terceiros................................................................................................................ INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6) .......................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados................................................................................. Sociais e Estatutárias .................................................................................................................................... Fiscais e Previdenciárias (Nota 15a)............................................................................................................. Diversas (Nota 15b).......................................................................................................................................
2012 9.650.086 2.758.412 2.758.412 3.364 3.364 2.169 6.886.141 640 2.393 238.140 6.644.968
2011 9.045.120 3.130.756 3.130.756 35.856 35.856 3.880 5.874.628 814 7.968 218.983 5.646.863
EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 15a).............................................................................................................
67.600 67.600 67.600
28.657 28.657 28.657
RESULTADOS DE EXERCÍCIOS FUTUROS ............................................................................................... Resultado de Exercícios Futuros (Nota 16)...................................................................................................
213.847 213.847
192.697 192.697
PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País (Nota 17a) ........................................................................................................... Reservas de Lucros (Nota 17b)..................................................................................................................... Ajustes de Avaliação Patrimonial...................................................................................................................
3.185.468
2.751.010
1.768.359 1.417.129 (20)
1.768.359 982.629 22
TOTAL ...........................................................................................................................................................
13.117.001
12.017.484
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil 2012 RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................................................ Operações de Crédito .................................................................................................................................. Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 6b) ......................................................... Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 6b) .................................................................. Resultado das Aplicações Compulsórias ...................................................................................................... DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ...................................................................................... Operações de Captações no Mercado (Nota 14b)........................................................................................ Operações de Empréstimos e Repasses ...................................................................................................... Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Nota 7f)............................................................................ RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................................................... OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS ................................................................................... Receitas de Prestação de Serviços (Nota 18) .............................................................................................. Rendas de Tarifas Bancárias (Nota 18)......................................................................................................... Despesas de Pessoal (Nota 19) .................................................................................................................... Outras Despesas Administrativas (Nota 20).................................................................................................. Despesas Tributárias (Nota 21) ..................................................................................................................... Resultado de Participações em Coligadas e Controladas (Nota 10a) .......................................................... Outras Receitas Operacionais (Nota 22)....................................................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 23)..................................................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ..................................................................................................................... RESULTADO NÃO OPERACIONAL ............................................................................................................ RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 25a e b) ........................................................... LUCRO LÍQUIDO.......................................................................................................................................... Número de ações (Nota 17a) ........................................................................................................................ Lucro por lote de mil ações em R$................................................................................................................
1.039.992 1.012.715 24.602 2.605 70 805.449 140.151 7 665.291 234.543 123.566 452.174 428.261 (58.063) (331.215) (135.390) 179.478 159.022 (570.701) 358.109 280 358.389 (106.539) 251.850 231.326.344 1.088,72
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil 2011 927.462 912.571 15.171 (368) 88 850.044 173.408 6 676.630 77.418 127.272 436.404 287.842 (48.575) (294.043) (128.006) 167.402 83.172 (376.924) 204.690 (12) 204.678 (27.793) 176.885 231.326.344 764,66
Capital Social Capital Aumento Realizado de Capital
Eventos Saldos em 31.12.2010.....................
194.038
Homologação de Aumento de Capital
1.574.321
Reservas de Lucros Legal Estatutárias
1.574.321 (1.574.321)
Ajustes de Avaliação Patrimonial Próprias
Lucros Acumulados
745.397
11
-
2.575.794
-
-
-
-
-
Ajustes de Avaliação Patrimonial......................................
-
-
-
-
11
-
11
Lucro Líquido....................................
-
-
-
-
-
176.885
176.885
Destinações: - Reservas...................
-
-
8.844
166.361
-
(175.205) (1.680)
Propostos ................
-
-
-
-
-
Saldos em 30.6.2011.......................
1.768.359
-
70.871
911.758
22
-
2.751.010
Saldos em 31.12.2011.....................
1.768.359
-
85.789
1.081.883
2
-
2.936.033
Patrimonial......................................
-
-
-
-
Lucro Líquido....................................
-
-
-
-
(22) -
251.850
-
Destinações: - Reservas...................
-
-
12.593
236.864
-
(249.457)
Propostos ................
-
-
-
-
-
(2.393)
Saldos em 30.6.2012.......................
1.768.359
-
98.382
1.318.747
(20)
-
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
358.389 520.522 (179.478) 2.167 25.357 665.291 2.600 (1) 4.586 878.911 (12.692) (54) (44.378) (233.779) (781.084) (448.181) 849 (31.895) (319.581) (991.884)
204.678 538.622 (167.402) 801 26.768 676.630 1.825 743.300 (1.206) 1.443 (11.274) 98.983 (824.357) 116.897 176.652 (21.550) (334.551) (55.663)
15 (7.320) (60.812) 2 (67) 6 (68.176) (1.060.060)
(8) (221) (9.204) 12 (12.678) 48 (22.051) (77.714)
Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período ....................................................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período .......................................................................................... Aumento/(Redução) Líquida de Caixa e Equivalentes de Caixa .............................................................
1.170.358 110.298 (1.060.060)
378.087 300.373 (77.714)
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
(22) 251.850 -
- Dividendos
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil 2011
(1.680)
Ajustes de Avaliação
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
2012
-
- Dividendos
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social ....................................................... Ajustes ao Lucro Líquido antes do Imposto de Renda de Contribuição Social.................................. Resultado de Participações em Coligadas e Controladas......................................................................... Depreciações e Amortizações ................................................................................................................... Amortizações de Ágio................................................................................................................................ Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa......................................................................................... Despesas com Provisões Cíveis, Trabalhistas e Fiscais ........................................................................... Ganho na Alienação de Imobilizado .......................................................................................................... Outros ........................................................................................................................................................ Lucro Líquido Ajustado antes do Imposto de Renda e Contribuição Social......................................... (Aumento)/Redução em Aplicações Interfinanceiras de Liquidez ............................................................... (Aumento)/Redução em Títulos para Negociação e Instrumentos Financeiros Derivativos........................ (Aumento)/Redução em Relações Interfinanceiras e Interdependências.................................................... (Aumento)/Redução em Outros Créditos e Outros Valores e Bens............................................................. (Aumento)/Redução em Operações de Crédito........................................................................................... Aumento/(Redução) em Depósitos.............................................................................................................. Aumento/(Redução) em Outras Obrigações ............................................................................................... Aumento/(Redução) em Resultados de Exercícios Futuros ........................................................................ Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos ......................................................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais ..................................................... Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: (Aumento)/Redução em Títulos Disponível para Venda .............................................................................. Aquisição de Imobilizado de Uso................................................................................................................. Aquisição de Investimentos ......................................................................................................................... Alienação de Imobilizado de Uso ................................................................................................................ Aplicações no Intangível.............................................................................................................................. Dividendos Recebidos ................................................................................................................................. Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Investimentos............................................... Redução Líquida de Caixa e Equivalentes de Caixa................................................................................
Totais
62.027
Descrição 1 - RECEITAS .................................................................................. 1.1) Intermediação Financeira.................................................. 1.2) Prestação de Serviços/Tarifas Bancárias........................ 1.3) Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa ............. 1.4) Outras ................................................................................. 2 - DESPESAS DE INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA .................... 3 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ................................ Serviços de Terceiros.................................................................. Propagandas, Promoções e Publicidade .................................... Materiais, Energia e Outros ........................................................ Serviços Técnicos Especializados .............................................. Processamento de Dados........................................................... Comunicações ............................................................................ Transportes ................................................................................. Viagens ....................................................................................... Manutenção e Conservação de Bens ......................................... Serviços do Sistema Financeiro ................................................. Outras ......................................................................................... 4 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2-3)....................................... 5 - DEPRECIAÇÕES E AMORTIZAÇÕES ...................................... 6 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (4-5) ......................................................................... 7 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA ...... Resultado de Participações em Coligadas e Controladas .......... 8 - VALOR ADICIONADO A DISTRIBUIR (6+7).............................. 9 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO............................... 9.1) Pessoal ............................................................................... Proventos ............................................................................. Benefícios ............................................................................ FGTS ................................................................................... Outros Encargos .................................................................. 9.2) Impostos, Taxas e Contribuições ..................................... Federais ............................................................................... Municipais ............................................................................ 9.3) Remuneração de Capitais de Terceiros ........................... Aluguéis ............................................................................... 9.4) Remuneração de Capitais Próprios ................................. Dividendos ........................................................................... Lucros Retidos .....................................................................
2012 869.094 1.039.992 880.435 (665.291) (386.042) (140.158) (321.244) (229.429) (22.767) (21.012) (17.928) (14.262) (12.009) (1.776) (817) (603) (225) (416) 407.692 (27.524) 380.168 179.478 179.478 559.646 559.646 50.320 27.646 12.386 2.648 7.640 249.672 244.725 4.947 7.804 7.804 251.850 2.393 249.457
% 155,2 185,8 157,3 (118,9) (69,0) (25,0) (57,4) (41,0) (4,1) (3,8) (3,2) (2,6) (2,1) (0,3) (0,1) (0,1) (0,1) 72,8 (4,9)
2011 708.082 927.462 724.246 (676.630) (266.996) (173.414) (288.790) (204.432) (29.347) (24.866) (7.480) (9.843) (9.867) (1.346) (705) (375) (97) (432) 245.878 (27.569)
67,9 32,1 32,1 100,0 100,0 9,0 4,9 2,2 0,5 1,4 44,6 43,7 0,9 1,4 1,4 45,0 0,4 44,6
218.309 167.402 167.402 385.711 385.711 41.977 23.892 8.716 1.941 7.428 162.397 158.459 3.938 4.452 4.452 176.885 1.680 175.205
(2.393) 3.185.468
% 183,6 240,4 187,8 (175,4) (69,2) (45,0) (74,9) (53,1) (7,6) (6,4) (1,9) (2,6) (2,6) (0,3) (0,2) (0,1) (0,1) 63,7 (7,1) 56,6 43,4 43,4 100,0 100,0 10,9 6,2 2,3 0,5 1,9 42,1 41,1 1,0 1,2 1,2 45,8 0,4 45,4
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL O Banco Bradesco Cartões S.A. (Bradesco Cartões) atuando como banco múltiplo, tem como objetivo social a prática de operações ativas, passivas e acessórias inerentes às respectivas carteiras autorizadas (comercial, de investimento, de crédito, financiamento e investimento), inclusive câmbio, de acordo com as disposições legais e regulamentares em vigor. É parte integrante da Organização Bradesco, utilizando-se de seus recursos administrativos e tecnológicos, e suas Demonstrações Contábeis devem ser entendidas neste contexto. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, e certas operações têm a co-participação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro. Os benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e administrativa são absorvidos, segundo a praticabilidade de lhes serem atribuídos, em conjunto ou individualmente. 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nos 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com alterações introduzidas pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem estimativas e premissas, tais como: a mensuração de perdas estimadas com operações de crédito; estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas; perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de títulos disponíveis para venda, mantidos até o vencimento e ativos não financeiros; e outras provisões. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. As Demonstrações Contábeis foram aprovadas pela Administração em 13 de agosto de 2012. 3) PRINCIPAIS DIRETRIZES CONTÁBEIS a) Moeda funcional e de apresentação As Demonstrações Contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia e calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relacionadas a operações no exterior, que são calculadas pelo método linear. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. c) Caixa e equivalente de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda nacional, moeda estrangeira, aplicações no mercado aberto e aplicações em depósitos interfinanceiros, cujo vencimento das operações, na data da efetiva aplicação, seja igual ou inferior a 90 dias e apresentem risco insignificante de mudança de valor justo, que são utilizados pelo Banco para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. d) Aplicações interfinanceiras de liquidez As operações compromissadas realizadas com acordo de livre movimentação são ajustadas pelo valor de mercado. As demais aplicações são registradas ao custo de aquisição, acrescidas dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidas de provisão para desvalorização, quando aplicável. e) Títulos e valores mobiliários - Classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários, os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. f) Instrumentos financeiros derivativos (ativos e passivos) São classificadas de acordo com a intenção da Administração, na data da contratação da operação, levando-se em conta se sua finalidade é para proteção contra risco (hedge) ou não. As operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos destinam-se a atender as necessidades próprias para administrar a exposição global da Instituição. As valorizações ou desvalorizações são registradas em contas de receitas ou despesas dos respectivos instrumentos financeiros. Os instrumentos financeiros derivativos utilizados para mitigar os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercado dos ativos e passivos financeiros são considerados como instrumentos de proteção (hedge) e são classificados de acordo com sua natureza em: • Hedge de risco de mercado: os instrumentos financeiros classificados nesta categoria, bem como seus ativos e passivos financeiros relacionados, objeto de hedge, têm seus ganhos e perdas, realizados ou não realizados, registrados em conta de resultado; e • Hedge de fluxo de caixa: os instrumentos financeiros classificados nesta categoria, a parcela efetiva das valorizações ou desvalorizações é registrada, líquida dos efeitos tributários, em conta destacada no Patrimônio Líquido. A parcela não efetiva do respectivo hedge é reconhecida diretamente em conta de resultado.
g) Operações de créditos, outros créditos com características de concessão de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa As operações de crédito e outros créditos com características de concessão de crédito são classificados nos respectivos níveis de risco, observando: (i) os parâmetros estabelecidos pela Resolução nº 2.682/99 do CMN, que requerem a sua classificação em nove níveis, sendo “AA” (risco mínimo) e “H” (risco máximo) e (ii) a avaliação da Administração quanto ao nível de risco. Essa avaliação, realizada periodicamente, considera a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos e globais em relação às operações, aos devedores e garantidores. Adicionalmente, também são considerados os períodos de atraso definidos na Resolução nº 2.682/99 do CMN, para atribuição dos níveis de classificação dos clientes da seguinte forma: Período de atraso Classificação do cliente • de 15 a 30 dias............................................................................................................................................................... B • de 31 a 60 dias............................................................................................................................................................... C • de 61 a 90 dias............................................................................................................................................................... D • de 91 a 120 dias............................................................................................................................................................. E • de 121 a 150 dias........................................................................................................................................................... F • de 151 a 180 dias........................................................................................................................................................... G • superior a 180 dias......................................................................................................................................................... H A atualização (accrual) das operações vencidas até o 59º dia é contabilizada em receitas e, a partir do 60º dia, em rendas a apropriar, sendo que o reconhecimento em receitas só ocorrerá quando do seu efetivo recebimento. As operações em atraso classificadas como nível “H” permanecem nessa classificação por seis meses, quando, então, são baixadas contra a provisão existente e controladas em contas de compensação por no mínimo cinco anos. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas. As renegociações que já haviam sido baixadas contra a provisão e que estavam controladas em contas de compensação, são classificadas como nível “H” e os eventuais ganhos provenientes da renegociação somente são reconhecidas quando efetivamente recebidos. Quando houver amortização significativa da operação ou quando novos fatos relevantes justificarem a mudança do nível de risco, poderá ocorrer a reclassificação da operação para categoria de menor risco. A provisão estimada para créditos de liquidação duvidosa é apurada em valor suficiente para cobrir prováveis perdas e leva em conta as normas e instruções do CMN e do BACEN, associadas às avaliações realizadas pela Administração na determinação dos riscos de crédito. h) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros Créditos - Diversos”, e as provisões para as obrigações fiscais diferidas sobre ajustes a valor de mercado dos títulos e valores mobiliários e atualização monetária sobre depósitos judiciais são registradas na rubrica “Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias”. Os créditos tributários sobre as adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente baseados nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro é calculada considerando a alíquota de 15% para empresas do segmento financeiro. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07, e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção das mencionadas Leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. i) Despesas antecipadas São representadas pelas aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos direitos de benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros, sendo registrados nos resultados de acordo com o princípio da competência. j) Investimentos Os investimentos em empresas controladas e coligadas com influência significativa ou participação de 20% ou mais no capital votante, são avaliados pelo método de equivalência patrimonial. Os incentivos fiscais e outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas/redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. k) Imobilizado Corresponde aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram os riscos, benefícios e controles dos bens para a entidade. É demonstrado ao custo de aquisição, líquido das respectivas depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: móveis, utensílios - 10% ao ano e equipamentos de processamento de dados - 20% ao ano e ajustado por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. l) Intangível Corresponde aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Instituição ou exercidos com essa finalidade. São compostos por: • Rentabilidade futura/carteira de clientes adquiridas São registrados e amortizados, quando aplicável, em um período no qual o ativo deverá contribuir, direta ou indiretamente, para o fluxo de caixa futuro e ajustados por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável: e • Softwares São registrados ao custo, deduzido da amortização pelo método linear durante a vida útil estimada (20% ao ano), a partir da data da sua disponibilidade para uso e ajustados por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. Gastos com o desenvolvimento interno de softwares são reconhecidos como ativo quando é possível demonstrar a intenção e a capacidade de concluir tal desenvolvimento, bem como mensurar com segurança os custos diretamente atribuíveis ao mesmo, que serão amortizados durante sua vida útil estimada, considerando os benefícios econômicos futuros gerados. continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
10
terça-feira, 21 de agosto de 2012
...continuação
Banco Bradesco Cartões S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 59.438.325/0001-01 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS m) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias títulos disponíveis para venda e mantidos até o vencimento e ativos não financeiros, exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente, para determinar se há alguma indicação de perda por redução ao valor recuperável (impairment), e caso seja detectada uma perda, esta é reconhecida no resultado do período quando o valor contábil do ativo exceder o seu valor recuperável apurado pelo: (i) potencial valor de venda, ou valor de realização deduzido das respectivas despesas ou (ii) valor em uso calculado pela unidade geradora de caixa, dos dois o maior. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos. n) Depósitos São demonstrados pelos valores das exigibilidades e consideram, quando aplicável, os encargos exigíveis até a data do balanço, reconhecidos em base “pro rata” dia. o) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas (Nota 13a); • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas (Nota 13b e c); e • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas Demonstrações Contábeis (Nota 13b). p) Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias incorridos (em base “pro rata” dia). q) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das Demonstrações Contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das Demonstrações Contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das Demonstrações Contábeis. Não houve qualquer evento subsequente para essas Demonstrações Contábeis encerradas em 30 de junho de 2012.
6) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Classificação por categorias e prazos
Títulos (1) Instrumentos financeiros derivativos ............................ Títulos para negociação (3) .. Letras financeiras do tesouro .. Títulos disponíveis para venda Ações....................................... Total em 2012 ......................... Total em 2011 .........................
1 a 30 dias
31 a 180 dias
1.588 168 168 1.756 3.018
Acima de 360 dias
296 296 144
2012 Valor de custo atualizado
Valor de mercado/ contábil (2)
35.230 35.230 35.230 -
1.884 35.230 35.230 168 168 37.282
Em 30 de junho - R$ mil 2011 Valor de Marcação mercado/ a contábil (2) mercado
Marcação a mercado
1.884 35.230 35.230 201 201 37.315
(33) (33) (33)
2.924 238 238
37 37
3.162
37
(1) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificação, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes; (2) Representado pelos títulos de carteira própria, sendo que o ajuste no patrimônio líquido corresponde a R$ (20) mil (2011 - R$ 22 mil), líquido dos efeitos tributários; e (3) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante. b) Resultado com títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Aplicações interfinanceiras de liquidez (Nota 5b).................................................................................... 23.007 15.171 Instrumentos financeiros derivativos ....................................................................................................... 2.605 (368) Títulos de renda fixa ................................................................................................................................ 1.595 Total ........................................................................................................................................................ 27.207 14.803 c) Instrumentos financeiros derivativos O Bradesco Cartões participa de operações envolvendo instrumentos financeiros derivativos, representados por contratos “a termo”, registrados em contas patrimoniais e de compensação, em um contexto integrado com o controlador e empresas ligadas, que se destinavam a atender às necessidades próprias, no sentido da administração de suas exposições. Os instrumentos financeiros derivativos, quando utilizados pelo Banco como instrumentos de “hedge”, destinam-se a protegê-lo contra variações nas taxas de juros de ativos e passivos. Os derivativos geralmente representam compromissos futuros para trocar moedas ou indexadores, ou comprar ou vender outros instrumentos financeiros nos termos e datas especificados nos contratos. O valor justo dos contratos a termo é determinado com base em cotações de preços de mercado para derivativos negociados em bolsa ou utilizando-se técnicas de modelagem de fluxo de caixa descontado que usam curvas de rendimento, refletindo os fatores de risco adequados. O valor justo dos instrumentos derivativos de crédito é determinado com base em cotações de preços de mercado ou obtidos junto a entidades especializadas. A política de gestão de risco da Organização é fundamentada na utilização de instrumentos financeiros derivativos com o objetivo, predominante, de mitigar os riscos decorrentes das operações efetuadas pelo Bradesco e empresas controladas. I - Valor dos instrumentos registrados em contas patrimoniais e de compensação Em 30 de junho - R$ mil 4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 2012 2011 Em 30 de junho - R$ mil Valor Valor Valor Valor global líquido global líquido 2012 2011 Contratos a termo Disponibilidades em moeda nacional ...................................................................................................... 52 51 Compromissos de compra: Disponibilidades em moeda estrangeira ................................................................................................. 21.853 9.824 - Moeda estrangeira ......................................................................... 200.287 73.171 143.009 3.085 Total de disponibilidades (caixa) ......................................................................................................... 21.905 9.875 Compromissos de venda: Aplicações no mercado aberto (1) .......................................................................................................... 88.393 290.498 - Moeda estrangeira ......................................................................... 127.116 139.924 Total caixa e equivalentes de caixa ..................................................................................................... 110.298 300.373 II - Composição dos instrumentos financeiros derivativos (ativos e passivos), demonstrada pelo seu valor de custo atualizado e valor de mercado (1) Refere-se a operações cujo vencimento na data da efetiva aplicação foi igual ou inferior a 90 dias e apresentem risco insignificante de mudança Em 30 de junho - R$ mil de valor justo. 2012 2011 Ajuste a Ajuste a 5) APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ Custo valor de Valor de Custo valor de Valor de a) Vencimentos atualizado mercado mercado atualizado mercado mercado 2.924 2.924 Compras a termo a receber..................................... Em 30 de junho - R$ mil Vendas a termo a receber ....................................... 1.884 1.884 Total Total do Ativo em 2012.......................................... 1.884 1.884 1 a 90 dias 2012 2011 Total do Ativo em 2011.......................................... 2.924 2.924 Aplicação no mercado aberto: Compras a termo a pagar........................................ 2.164 2.164 Posição bancada ......................................................................................................... 88.393 88.393 290.498 Vendas a termo a pagar .......................................... 5 5 3.880 3.880 Notas do tesouro nacional............................................................................................. 88.393 88.393 Total do Passivo em 2012 ..................................... 2.169 2.169 Letras do tesouro nacional ............................................................................................ 290.498 Total do Passivo em 2011 ..................................... 3.880 3.880 Aplicação em depósitos interfinanceiros: III - Valores globais dos contratos a termo Aplicação em depósitos interfinanceiros ....................................................................... 13.910 13.910 1.206 Em 30 de junho - R$ mil 1 a 30 dias 31 a 60 dias 2012 2011 Total em 2012 ............................................................................................................... 102.303 102.303 Contrato a Termo Total em 2011 ............................................................................................................... 291.704 291.704 Compras a termo.............................................................................. 154.092 46.195 200.287 282.933 b) Receitas de aplicações interfinanceiras de liquidez Vendas a termo ................................................................................ 107.861 19.255 127.116 Classificadas na demonstração de resultado como resultado de operações com títulos e valores mobiliários. Total em 2012 .................................................................................. 261.953 65.450 327.403 Semestres findos em 30 de junho - R$ mil Total em 2011 .................................................................................. 282.933 282.933 2012 2011 IV - Valores das receitas e das despesas líquidas Rendas de aplicações em operações compromissadas: No semestre o resultado líquido das operações a termo somou R$ 2.605 mil (2011 - R$ (368) mil), apresentados na “Demonstração do Resultado” dos Posição bancada ..................................................................................................................................... 22.767 14.642 respectivos períodos. Subtotal .................................................................................................................................................. 22.767 14.642 V - Valores globais dos instrumentos financeiros derivativos por local de negociação Rendas de aplicações depósitos interfinanceiros ................................................................................... 240 529 Os valores globais dos instrumentos financeiros derivativos registrados em balcão (CETIP), corresponderam ao montante de R$ 327.403 mil Total (Nota 6b)........................................................................................................................................ 23.007 15.171 (2011 - R$ 282.933 mil). 7) OPERAÇÕES DE CRÉDITOS E PROVISÃO PARA CRÉDITOS DE LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA a) Modalidades e prazos Em 30 de junho - R$ mil
Operações de crédito Empréstimos........................................................................................ Outros créditos (1)............................................................................... Total em 2012 ..................................................................................... Total em 2011 .....................................................................................
1 a 30 dias 434.052 2.365.387 2.799.439 3.033.677
31 a 60 dias 488.714 1.646.413 2.135.127 1.322.123
61 a 90 dias 35.917 560.911 596.828 518.005
91 a 180 dias 85.980 1.067.409 1.153.389 987.395
Curso normal Acima de 181 a 360 dias 360 dias 104.151 144.653 799.928 904.079 144.653 744.794 163.679
Total (A) 2012 1.293.467 6.440.048 7.733.515
%
2011 1.280.049 5.489.624
16,7 83,3 100,0
% 18,9 81,1
6.769.673
100,0
Em 30 de junho - R$ mil Curso anormal Parcelas vencidas Total (B) Operações de crédito Empréstimos........................................................................................ Outros créditos (1)............................................................................... Total em 2012 ..................................................................................... Total em 2011 .....................................................................................
1 a 30 dias 180.888 180.888 166.127
31 a 60 dias 142.635 142.635 141.996
61 a 90 dias 127.019 127.019 123.465
91 a 180 dias 332.145 332.145 335.402
181 a 540 dias 472.249 472.249 353.421
2012 1.254.936 1.254.936
%
2011 1.120.411 -
100,0 100,0
% 100,0 -
1.120.411
100,0 Em 30 de junho - R$ mil
Curso anormal Parcelas vincendas Operações de crédito Empréstimos............................................................... Outros créditos (1)...................................................... Total em 2012 ............................................................ Total em 2011 ............................................................
1 a 30 dias 24.426 24.426 14.816
31 a 60 dias 22.860 22.860 13.420
61 a 90 dias 18.906 18.906 11.491
Total
Total geral
2012
91 a 180 dias 44.105 44.105 25.871
Acima de 360 dias 39.870 39.870 21.525
181 a 360 dias 51.380 51.380 27.064
(C) 201.547 201.547
2011 %
(C) 114.187 -
100,0 100,0
2012 %
(A+B+C) 2.749.950 6.440.048 9.189.998
100,0 -
114.187
2011 % 29,9 70,1 100,0
(A+B+C) 2.514.647 5.489.624
100,0
% 31,4 68,6
8.004.271
100,0
(1) Outros créditos compreendem títulos e créditos a receber (cartão de crédito). b) Modalidades e níveis de riscos Operações de crédito Empréstimos............................................................... Outros créditos ........................................................... Total em 2012 ............................................................ % ................................................................................ Total em 2011 ............................................................ % ................................................................................
AA
A 603.057 4.243.439 4.846.496 52,7 4.285.358 53,5
606 65.135 65.741 0,7 59.513 0,8
B 160.067 170.623 330.690 3,6 314.128 3,9
C 494.030 1.753.985 2.248.015 24,5 1.945.673 24,3
Nível de risco D 222.082 71.353 293.435 3,2 257.856 3,2
E 144.143 17.899 162.042 1,8 164.030 2,0
F 153.642 13.845 167.487 1,8 169.450 2,1
G 136.675 9.482 146.157 1,6 144.875 1,8
2012 Total 2.749.950 6.440.048 9.189.998
H 835.648 94.287 929.935 10,1 663.388 8,4
Em 30 de junho - R$ mil 2011 Total % 2.514.647 31,4 5.489.624 68,6
% 29,9 70,1 100,0
8.004.271 100,0
c) Concentração das operações de crédito e outros créditos Em 30 de junho - R$ mil 2011 R$ % 12.110 0,2 48.596 0,6 68.868 0,9 98.180 1,2 119.071 1,5
2012 R$ 12.539 55.406 81.225 111.260 133.940
Maior devedor................................................................................... Dez maiores devedores.................................................................... Vinte maiores devedores .................................................................. Cinquenta maiores devedores.......................................................... Cem maiores devedores................................................................... d) Setor de atividade econômica
% 0,2 0,6 0,9 1,2 1,5
2012 R$ Setor privado Indústria .......................................................................................... Siderúrgica, metalúrgica e mecânica ............................................... Têxtil e confecções........................................................................... Móveis e produtos de madeira ......................................................... Alimentícia e bebidas ....................................................................... Química ............................................................................................ Extração de minerais metálicos e não metálicos ............................. Artigos de borracha e plásticos ........................................................ Edição, impressão e reprodução ...................................................... Eletroeletrônica................................................................................. Materiais não metálicos.................................................................... Autopeças e acessórios ................................................................... Veículos leves e pesados ................................................................. Artefatos de couro ............................................................................ Papel e celulose ............................................................................... Refino de petróleo e produção de álcool.......................................... Demais indústrias .............................................................................
%
206.243 36.930 33.671 19.859 18.389 18.050 16.237 13.918 9.293 6.774 6.721 6.690 6.487 5.409 3.459 269 4.087
R$ 2,3 0,4 0,4 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 -
Em 30 de junho - R$ mil 2011 %
193.277 35.690 31.706 18.553 18.392 15.423 15.190 12.528 8.786 5.826 6.536 6.184 5.786 4.810 3.179 200 4.488
2,4 0,4 0,4 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 -
Em 30 de junho - R$ mil 2011 R$ % 515.632 6,4 174.284 2,2 85.181 1,1 56.638 0,6 50.443 0,6 37.213 0,5 26.065 0,3 17.718 0,2 13.931 0,2 12.868 0,2 12.961 0,2 7.944 0,1 1.579 18.807 0,2 55.265 0,7 446.768 5,6 93.204 1,2 88.826 1,1 65.873 0,8 48.740 0,6 32.296 0,4 29.891 0,4 28.448 0,4 7.139 0,1 938 51.413 0,6 15.094 0,2 6.778.235 84,7 8.004.271 100,0
2012 R$ 551.446 187.437 88.806 61.873 54.021 42.459 26.791 18.690 14.697 13.130 12.073 9.128 1.908 20.433 68.415 488.713 100.365 96.723 70.414 54.713 34.208 32.589 31.519 7.271 1.355 59.556 15.706 7.859.475 9.189.998
Comércio ......................................................................................... Produtos em lojas especializadas .................................................... Vestuário e calçados ........................................................................ Reparação, peças e acessórios para veículos automotores ............ Produtos alimentícios, bebidas e fumo............................................. Varejista não especializado .............................................................. Artigos de uso pessoal e doméstico................................................. Intermediário do comércio................................................................ Resíduos e sucatas .......................................................................... Veículos automotores ....................................................................... Combustíveis .................................................................................... Atacadista de mercadorias em geral ................................................ Produtos agropecuários ................................................................... Demais comércios ............................................................................ Intermediários financeiros............................................................. Serviços........................................................................................... Transportes e armazenagens........................................................... Atividades imobiliárias, aluguéis e serviços prestados às empresas Alojamento e alimentação ................................................................ Construção civil ................................................................................ Atividades associativas, recreativas, culturais e desportivas ........... Serviços sociais, educação, saúde, defesa e seguridade social...... Holdings, atividades jurídicas, contábeis e assessoria empresarial... Telecomunicações ............................................................................ Produção e distribuição de eletricidade, gás e água........................ Demais serviços ............................................................................... Agricultura, pecuária, pesca, silvicultura e exploração florestal Pessoa física................................................................................... Total .................................................................................................
% 6,0 2,0 1,0 0,7 0,6 0,5 0,3 0,2 0,2 0,1 0,1 0,1 0,2 0,7 5,3 1,1 1,0 0,8 0,6 0,4 0,4 0,3 0,1 0,6 0,2 85,5 100,0
e) Composição das operações de crédito e da provisão para créditos de liquidação duvidosa Em 30 de junho - R$ mil
Nível de risco AA............................................................................... A ................................................................................. B ................................................................................. C ................................................................................. Subtotal ..................................................................... D ................................................................................. E ................................................................................. F ................................................................................. G................................................................................. H ................................................................................. Subtotal ..................................................................... Total em 2012 ............................................................ % ................................................................................ Total em 2011 ............................................................ % ................................................................................
% Mínimo de provisionamento requerido 0,5 1,0 3,0 10,0 30,0 50,0 70,0 100,0
Carteira Curso normal 65.741 4.846.496 239.187 2.125.925 7.277.349 155.207 49.249 35.523 25.807 190.380 456.166 7.733.515 84,2 6.769.673 84,6
Curso anormal 91.503 122.090 213.593 138.228 112.793 131.964 120.350 739.555 1.242.890 1.456.483 15,8 1.234.598 15,4
Provisão Total 65.741 4.846.496 330.690 2.248.015 7.490.942 293.435 162.042 167.487 146.157 929.935 1.699.056 9.189.998 100,0 8.004.271 100,0
% 0,7 52,7 3,6 24,5 81,5 3,2 1,8 1,8 1,6 10,1 18,5 100,0
f) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa Saldo inicial............................................................................................................................................ Constituição............................................................................................................................................. Baixas...................................................................................................................................................... Saldo final .............................................................................................................................................. Provisão específica (1) ............................................................................................................................ Provisão genérica (2) .............................................................................................................................. Provisão excedente (3)............................................................................................................................ Recuperação de créditos baixados como prejuízo (4) ...................................................................... Renegociação de créditos no período ................................................................................................
Específica Vencidas Vincendas 875 40 3.358 305 4.233 345 11.093 2.730 27.468 6.370 54.930 11.052 70.213 14.032 642.829 96.726 806.533 130.910 810.766 131.255 53,1 8,6 653.703 54.096 53,2 4,4
2012 Genérica 24.234 2.392 63.777 90.403 15.520 14.775 17.762 18.065 190.380 256.502 346.905 22,7 299.659 24,4
Excedente 43 429 69.063 69.535 58.538 32.325 33.412 43.773 168.048 237.583 15,6 222.076 18,0
Total 24.277 3.736 136.503 164.516 87.881 80.938 117.156 146.083 929.935 1.361.993 1.526.509
2011 %
Total 1,6 0,3 8,9 10,8 5,7 5,3 7,7 9,6 60,9 89,2
1,7 0,3 9,7 11,7 6,3 6,7 9,6 11,8 53,9 88,3
100,0 1.229.534 100,0
b) Diversos 2012 1.527.927 665.291 (666.709) 1.526.509 942.021 346.905 237.583 68.212 387.786
Em 30 de junho - R$ mil 2011 631.139 676.630 (78.235) 1.229.534 707.799 299.659 222.076 12.189 276.716
Em 30 de junho - R$ mil 2012
Compras faturadas - cartões de crédito (Nota 7a) .................................................................................. Crédito tributário (Nota 25c) .................................................................................................................... Devedores diversos ................................................................................................................................. Impostos e contribuições a compensar ................................................................................................... Devedores por depósito em garantia fiscais............................................................................................ Valores a receber de ligadas ................................................................................................................... Adiantamento e antecipação salariais..................................................................................................... (1) Para as operações que apresentem parcelas vencidas há mais de 14 dias; Devedores por depósito em garantia outros............................................................................................ (2) Constituída em razão da classificação do cliente ou da operação e, portanto, não enquadradas no item anterior; Devedores por depósito em garantia trabalhistas ................................................................................... (3) A provisão excedente é constituída considerando a experiência da Administração e a expectativa de realização da carteira de créditos, de modo a apurar a provisão total julgada adequada para cobrir os riscos específicos e globais dos créditos, associada à provisão calculada de acordo com a classificação Outros...................................................................................................................................................... pelos níveis de risco e os respectivos percentuais de provisão estabelecidos como mínimos na Resolução nº 2.682/99 do CMN. A provisão excedente Total ........................................................................................................................................................ por cliente foi classificada nos níveis de riscos correspondentes (Nota 7e); e 9) DESPESAS ANTECIPADAS (4) Classificadas em receitas de operações de crédito. 8) OUTROS CRÉDITOS a) Rendas a Receber
6.440.048 837.409 90.053 57.788 23.859 12.122 2.101 730 38 7.464.148
1.386 1.386
Em 30 de junho - R$ mil 2011 2.500 2.500
Despesas antecipadas (1)....................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
2011 5.489.624 553.201 79.858 8.950 24.070 1.713 820 30 2 6.158.268 Em 30 de junho - R$ mil
2012 2012
Dividendos............................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
%
21.461 3.633 118.567 143.661 77.225 81.931 118.527 144.802 663.388 1.085.873
184.401 184.401
2011 38.766 38.766
(1) Em 2012, inclui o diferimento dos custos de emissões de cartões de crédito no montante de R$ 178.136 mil. continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 21 de agosto de 2012
11
...continuação
Banco Bradesco Cartões S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 59.438.325/0001-01 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 10) INVESTIMENTOS a) Os ajustes decorrentes da avaliação pelo método de equivalência patrimonial dos investimentos foram registrados em contas de resultado, sob a rubrica de “Resultado de participações em coligadas e controladas”. Em 30 de junho - R$ mil
Empresas Banco Bradescard S.A. (5) .................................................................. Bankpar Arrendamento Mercantil S.A. ................................................ Bankpar Consultoria e Serviços Ltda. ................................................. Bradescard Elo Participações S.A. (3)................................................. Imagra Imobiliária e Agrícola Ltda. (6)................................................. MPO Processadora de Pagamentos Móveis S.A. (4) .......................... Ibi Promotora S.A. (2) .......................................................................... Total ....................................................................................................
Capital social 2.366.832 90.000 313.000 657.155 111.701 50 -
Patrimônio líquido ajustado 2.508.879 91.625 372.096 737.343 116.952 5 -
Lucro líquido ajustado 117.420 1.641 50.848 48.199 6.217 -
Quantidade de ações/cotas possuídas (em milhares) Cotas Ações 3.741.308 45.558 313.000 459.226 111.701 50 -
Participação no capital social - % 100,000 95,000 100,000 11,019 64,078 50,000 -
Valor contábil 2012 2.508.879 87.044 372.096 81.248 74.924 2 3.124.193
2011 2.614.770 18.828 314.955 9.273 68.039 247.720 3.273.585
Ajuste decorrente de avaliação (1) 2012 2011 117.420 150.762 1.559 358 50.848 4.571 5.311 68 4.340 2.325 9.318 179.478 167.402
(1) Ajuste decorrente de avaliação considera os resultados apurados, periodicamente, pelas companhias e inclui variações patrimoniais das investidas não decorrentes de resultado, quando aplicáveis; (2) Empresa alienada em setembro de 2011; (3) Redução na participação societária de 100,0% para 11,019% em setembro de 2011; (4) Empresa constituída em novembro de 2011; (5) Nova denominação do Banco Ibi S.A., conforme Ato Societário de 16 de abril de 2012; e (6) Redução na participação societária de 100,0% para 64,078% em maio de 2012. b) Outros investimentos se referem a ações da BM&FBOVESPA no montante de R$ 11 mil (2011 - R$ 417 mil). Em novembro de 2011 foram alienadas as ações da CETIP, e baixado o registro do valor de custo no montante de R$ 406 mil. 11) IMOBILIZADO DE USO Demonstrado ao custo de aquisição. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas anuais que contemplam a vida útil-econômica dos bens. Em 30 de junho - R$ mil Valor residual Taxa Custo Depreciação 2012 2011 Imóveis de uso: - Imobilizações em curso.................................................................. 966 966 - Móveis, instalações e equipamentos de uso.................................. 10% 6.599 (302) 6.297 402 - Sistema de segurança e comunicação .......................................... 10% 305 (26) 279 92 - Sistema de processamento de dados ............................................ 20% 5.403 (3.758) 1.645 2.296 Total em 2012 .................................................................................. 13.273 (4.086) 9.187 Total em 2011 .................................................................................. 5.496 (2.706) 2.790 12) INTANGÍVEL Os ativos intangíveis adquiridos são compostos por:
Softwares (1) .................................................................................... Carteira de clientes - Private Label .................................................. Rentabilidade futura/carteira de clientes (2)..................................... Total em 2012 .................................................................................. Total em 2011 ..................................................................................
Taxa Amortização 20% 20% 5%
Custo 2.190 11.873 1.014.289 1.028.352 1.027.675
Amortização (648) (2.490) (135.239) (138.377) (84.972)
Em 30 de junho - R$ mil Valor residual 2012 2011 1.542 1.257 9.383 11.681 879.050 929.765 889.975 942.703
20) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS
Serviços de terceiros............................................................................................................................... Propagandas, promoções e publicidade ................................................................................................. Materiais, energia e outros ...................................................................................................................... Serviços técnicos especializados............................................................................................................ Processamento de dados........................................................................................................................ Comunicações......................................................................................................................................... Aluguéis................................................................................................................................................... Depreciações e amortizações ................................................................................................................. Transportes.............................................................................................................................................. Viagens.................................................................................................................................................... Manutenção e conservação de bens....................................................................................................... Serviços do sistema financeiro................................................................................................................ Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ 21) DESPESAS TRIBUTÁRIAS
Contribuição à COFINS........................................................................................................................... Contribuição ao PIS................................................................................................................................. Impostos sobre serviços - ISS................................................................................................................. Outras (1) ................................................................................................................................................ Total ........................................................................................................................................................
(1) Softwares adquiridos de empresas especializadas; e (2) Representado pelo ágio apurado nas aquisições de investimento, objeto de processo de incorporação, amortizável mediante a realização por rentabilidade (1) Refere-se, basicamente, ao imposto sobre operações financeiras. futura/carteira de clientes registrados no Ativo Permanente, que será amortizado até novembro de 2029. No respectivos semestres foram amortizados 22) OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS ágio no montante de R$ 25.357 mil (2011 - R$ 25.357 mil). 13) PROVISÕES, ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS a) Ativos Contingentes Não são reconhecidos contabilmente ativos contingentes.
Receita com variação cambial................................................................................................................. Receitas de recuperação de encargos e despesas ................................................................................ Reversão de outras provisões operacionais............................................................................................ b) Provisões classificadas como perdas prováveis e Obrigações Legais - Fiscais e Previdenciárias Variações monetárias .............................................................................................................................. A Instituição é parte em processos judiciais, de natureza trabalhista, cível e fiscal, decorrentes do curso normal de suas atividades. Na constituição de provisões a Administração leva em conta, a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos Atualização monetária sobre depósito vinculado .................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. Total ........................................................................................................................................................ A Administração da Instituição entende que a provisão constituída é suficiente para atender as perdas decorrentes dos respectivos processos. O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o ganho definitivo da ação, representado por decisões judiciais favoráveis, sobre 23) OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS as quais não cabem mais recursos, ou a sua prescrição. I - Processos trabalhistas São ações ajuizadas por ex-empregados, visando obter indenizações, em especial o pagamento de “horas extras” em razão da interpretação do artigo 224 da Consolidação das Leis do Trabalho. Nos processos em que é exigido depósito judicial para garantia de execução, o valor das provisões trabalhistas é constituído considerando a efetiva perspectiva de perda destes depósitos. Para os demais processos, a provisão é constituída com base no valor médio apurado pela totalidade dos pagamentos efetuados de processos encerrados nos últimos 12 meses, considerando o ano do ajuizamento.
Despesas com cartões de crédito ........................................................................................................... Programa de recompensa de milhagem ................................................................................................. Descontos concedidos em renegociações .............................................................................................. Variações monetárias e cambiais............................................................................................................ II - Processos cíveis Amortizações de ágio.............................................................................................................................. São pleitos de indenização por dano moral e patrimonial. Essas ações são controladas individualmente e provisionadas sempre que a perda for avaliada Despesas com patrocínio de caráter cultural .......................................................................................... como provável, considerando a opinião de assessores jurídicos, natureza das ações, similaridade com processos anteriores, complexidade e posicionamento Indenizações pagas................................................................................................................................. de Tribunais. Despesas de provisão de processos - cíveis .......................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... III - Obrigações Legais - Provisão para riscos fiscais A Instituição vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, os quais estão totalmente provisionados não Total ........................................................................................................................................................ obstante as boas chances de êxito a médio e longo prazos, de acordo com a opinião dos assessores jurídicos. 24) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS IV - Movimentação das provisões constituídas
Saldos no início do 1º semestre de 2012 .................................................................. Constituições líquidas de reversões .............................................................................. Atualização monetária ................................................................................................... Baixas............................................................................................................................ Saldos no final do 1º semestre de 2012 (Nota 15).................................................... Saldos no final do 1º semestre de 2011 (Nota 15)....................................................
Trabalhistas 1.576 565 2.141 451
Cíveis 1.157 79 (72) 1.164 1.374
R$ mil Fiscais e Previdenciárias (1) 56.872 833 1.123 58.828 14.112
(1) Compreende, substancialmente, obrigações legais. c) Passivos contingentes classificados como perdas possíveis A empresa mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a Instituição figura como “autora” ou “ré” e amparada na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas análises sobre as tendências jurisprudenciais e efetivadas, se necessário, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto, os processos contingentes avaliados como de risco e perda possível não são reconhecidos contabilmente. d) Em 30 de junho de 2012 e de 2011, não há processos contingentes avaliados como de perda possível de natureza relevante. 14) CAPTAÇÕES NO MERCADO a) Depósitos
Depósitos Interfinanceiros ................................................................ Total em 2012 .................................................................................. Total em 2011 ..................................................................................
1 a 30 dias 190.127 190.127 -
91 a 180 dias 3.130.756
181 a 360 dias 2.568.285 2.568.285 -
Em 30 de junho - R$ mil Total 2012 2011 2.758.412 3.130.756 2.758.412 3.130.756
b) Despesas em Captações Representada por Captação de Depósitos Interfinanceiros, no montante de R$ 140.151 mil (2011 - R$ 173.408 mil). 15) OUTRAS OBRIGAÇÕES a) Fiscais e previdenciárias
Impostos e contribuições sobre lucros a pagar ....................................................................................... Provisões fiscais (Nota 13b).................................................................................................................... Impostos e contribuições a recolher........................................................................................................ Provisão para imposto de renda diferido (Nota 25c) ............................................................................... Total ........................................................................................................................................................
2012 216.504 58.828 29.710 698 305.740
Em 30 de junho - R$ mil 2011 200.404 14.112 33.109 15 247.640
2012 6.369.817 209.277 4.895 2.141 1.164 57.674 6.644.968
Em 30 de junho - R$ mil 2011 5.545.636 93.022 4.920 451 1.374 1.460 5.646.863
b) Diversas
Valores a repassar - cartão de crédito (1) ............................................................................................... Provisão para pagamentos a efetuar....................................................................................................... Obrigações por aquisição de bens e direitos .......................................................................................... Provisões trabalhistas (Nota 13b) ........................................................................................................... Provisões cíveis (Nota 13b)..................................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ (1) Refere-se à comercialização do Cartão Smiles (Mastercard).
16) RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS Resultados de exercício futuros no montante de R$ 213.847 mil (2011 - R$ 192.697 mil) estão representados por taxas de anuidade contratada pelos clientes do Bradesco Cartões, apropriadas ao resultado a razão de 1/12 dos valores contratados. O Banco tem direito a essas receitas, como forma de remuneração de atividades relacionadas a administração de cartões. 17) PATRIMÔNIO LÍQUIDO
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 229.429 204.432 22.767 29.347 21.012 24.866 17.928 7.480 14.262 9.843 12.009 9.867 7.804 4.452 2.167 801 1.776 1.346 817 705 603 375 225 97 416 432 331.215 294.043 Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 69.830 63.999 11.534 10.547 4.947 3.938 49.079 49.522 135.390 128.006
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 90.104 55.094 44.734 20.046 18.530 4.024 2.406 226 522 7 2.726 3.775 159.022 83.172 Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 212.710 148.070 167.300 127.709 90.186 36.093 57.556 24.027 25.357 26.768 1.500 3.685 447 490 79 1.374 15.566 8.708 570.701 376.924
a) As transações com o controlador, controladas e coligadas estão assim representadas: 2012 Ativos (passivos)
2011 Ativos (passivos)
Em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Receitas Receitas (despesas) (despesas)
Disponibilidades: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 21.853 9.824 Aplicações no mercado aberto: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 88.393 290.498 22.767 14.642 Aplicações em depósitos interfinanceiros: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 12.680 227 524 Captação em depósitos interfinanceiros: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (2.758.412) (3.130.756) (140.151) (173.408) Valores a receber de sociedade ligadas: Ibi Promotora de Vendas Ltda. ........................................................ 11.885 524 Banco Bankpar S.A. ........................................................................ 237 Instrumentos financeiros derivativos: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (285) (956) 2.605 (368) Dividendos: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (2.393) (7.968) Banco Bradescard S.A. (Ex-Banco Ibi)............................................. 1.115 946 Imagra Imobiliária e Agrícola Ltda. .................................................. 47 31 Bankpar Arrendamento Mercantil S.A. ............................................ 77 5 Bankpar Consultoria e Serviços Ltda. ............................................. 88 Bradescard Elo Participações S.A. .................................................. 34 b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Assembleia Geral Ordinária é fixado: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores da Instituição. Para 2012, foi determinado o valor máximo de R$ 8.500 mil (2011 - R$ 6.000 mil) para remuneração dos Administradores (proventos e gratificações) e de R$ 9.500 mil (2011 - R$ 6.000 mil) para custear planos de previdência complementar de contribuição definida. Benefícios de Curto Prazo a Administradores Em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Proventos................................................................................................................................................. 2.410 2.854 Contribuição ao INSS .............................................................................................................................. 542 642 Total ........................................................................................................................................................ 2.952 3.496 Benefícios pós-emprego Em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Planos de previdência complementar de contribuição definida............................................................... 3.404 2.153 Total ........................................................................................................................................................ 3.404 2.153 A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração baseada em ações para seu pessoal-chave da Administração. Outras informações Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos Conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares. 25) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil a) Capital social 2012 2011 O capital social, totalmente subscrito e integralizado, no montante de R$ 1.768.359 mil é representado por 231.326.344 ações, sendo 115.663.172 ordinárias e 115.663.172 preferenciais, nominativas escriturais, sem valor nominal. Resultado antes do imposto de renda e contribuição social ................................................................... 358.389 204.678 Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente (143.356) (81.871) b) Reservas de Lucros Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Em 30 de junho - R$ mil Participações em coligadas e controladas .............................................................................................. 71.791 66.961 2012 2011 Despesas indedutíveis líquidas de receitas não tributáveis .................................................................... (37.230) (17.021) Reservas de Lucros .............................................................................................................................. 1.417.129 982.629 Outros Valores ......................................................................................................................................... 2.256 4.138 - Reserva Legal (1).................................................................................................................................. 98.382 70.871 Imposto de renda e contribuição social do semestre........................................................................ (106.539) (27.793) - Reserva Estatutária (2) ......................................................................................................................... 1.318.747 911.758 b) Composição da conta de resultado do imposto de renda e contribuição social Semestres findos em 30 de junho - R$ mil (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido 2012 2011 das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos; e Impostos correntes: (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Sociedade, pode ser constituída em 100% Imposto de renda e contribuição social devidos...................................................................................... (338.334) (301.615) do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado. Impostos diferidos: Constituição no semestre, sobre adições temporárias............................................................................ 231.795 273.822 c) Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Imposto de renda e contribuição social do semestre........................................................................ (106.539) (27.793) Aos acionistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente R$ mil semestrais e mensais, utilizando-se das contas de lucros Acumulados ou de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de Saldo em Saldo em lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. 31.12.2011 Constituição Realização 30.6.2012 O cálculo dos dividendos relativos aos semestres findos em 30 de junho, está demonstrado a seguir: Provisão para créditos de liquidação duvidosa ................................ 500.634 219.463 720.097 R$ mil Provisões cíveis................................................................................ 463 3 466 2012 2011 Provisões fiscais............................................................................... 3.620 782 4.402 Lucro Líquido........................................................................................................................................... 251.850 176.885 Provisões trabalhistas ...................................................................... 630 226 856 (-) Reserva Legal - 5% sobre o lucro....................................................................................................... (12.593) (8.844) Provisão para desvalorização de bens não de uso.......................... 620 620 Base de cálculo ..................................................................................................................................... 239.257 168.041 Outros valores .................................................................................. 99.634 12.652 1.331 110.955 Dividendos propostos .............................................................................................................................. 2.393 1.680 Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias..... 605.601 233.126 1.331 837.396 Percentual em relação ao lucro líquido ajustado ............................................................................... 1% 1% Ajuste a valor de mercado de títulos disponíveis para venda .......... 13 13 Valor em Reais por lote de mil ações .................................................................................................. 10,34 7,26 Total dos créditos tributários (Nota 8b)........................................ 605.601 233.139 1.331 837.409 Obrigações fiscais diferidas (Nota 15a)............................................ 475 223 698 18) RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E RENDAS DE TARIFAS BANCÁRIAS Créditos tributários líquidos das obrigações fiscais diferidas .. 605.126 232.916 1.331 836.711 Semestres findos em 30 de junho - R$ mil d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias 2012 2011 Em 30 de junho de 2012 - R$ mil Rendas de tarifas bancárias - pessoa física............................................................................................ 428.261 287.842 Diferenças temporárias Comissão sobre compras com cartões ................................................................................................... 400.995 366.285 Imposto de renda Contribuição social Total Taxa de administração............................................................................................................................. 51.079 69.991 2012........................................................................................................... 140.658 83.843 224.501 Outros...................................................................................................................................................... 100 128 2013........................................................................................................... 165.759 99.087 264.846 Total ........................................................................................................................................................ 880.435 724.246 2014........................................................................................................... 166.146 99.033 265.179 19) DESPESAS DE PESSOAL 2015........................................................................................................... 36.929 22.218 59.147 Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2016........................................................................................................... 13.998 8.460 22.458 2012 2011 2017 (1º sem.) ........................................................................................... 791 474 1.265 Total .......................................................................................................... 524.281 313.115 837.396 Proventos................................................................................................................................................. 27.646 23.892 A projeção de realização de crédito tributário trata-se de estimativa e não é diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. Benefícios................................................................................................................................................ 12.386 8.716 O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, monta a R$ 803.570 mil Encargos sociais ..................................................................................................................................... 10.391 8.539 (2011 - R$ 518.991 mil) de diferenças temporárias. Participação dos empregados nos lucros................................................................................................ 6.492 6.330 Treinamentos ........................................................................................................................................... 583 648 e) Obrigações Fiscais Diferidas Provisão para processos trabalhistas...................................................................................................... 565 450 A sociedade possui obrigações fiscais diferidas de imposto de renda e contribuição social no montante de R$ 698 mil relativas a ajuste a valor de mercado Total ........................................................................................................................................................ 58.063 48.575 dos títulos e valores mobiliários R$ 15 mil e atualização monetária de depósitos judiciais de R$ 683 mil. continua...
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...continuação
Banco Bradesco Cartões S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 59.438.325/0001-01 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 26) OUTRAS INFORMAÇÕES a) Gerenciamento de riscos A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos negócios da Organização, motivo pelo qual está constantemente sendo aprimorada em seus processos. As decisões da Organização são pautadas em fatores que combinam o retorno sobre o risco previamente identificado, mensurado e avaliado, viabilizando o alcance de objetivos estratégicos e zelando pelo fortalecimento da Instituição. A Organização exerce o controle dos riscos de modo integrado e independente, proporcionando unicidade às políticas, processos, critérios e metodologias de controles de riscos por meio de um órgão estatutário, o Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital. O Bradesco Cartões como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, de mercado, de liquidez e operacional. b) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, alguns procedimentos contábeis, suas interpretações e orientações, foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), os quais serão aplicáveis as instituições financeiras somente quando aprovadas pelo CMN.
Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); • Resolução nº 3.973/11 - Evento subsequente (CPC 24); • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento baseado em Ações (CPC 10); e • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23). Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será de maneira prospectiva ou retrospectiva.
A DIRETORIA Silvio José Alves – Contador – CRC 1SP202567/O-5
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores do
também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Banco Bradesco Cartões S.A. Osasco - SP
Examinamos as demonstrações contábeis do Banco Bradesco Cartões S.A. (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2012 Opinião e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Bradesco Cartões S.A. em 30 de junho de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas Outros assuntos contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou Demonstrações do valor adicionado como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre findo em 30 de junho de 2012, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essas demonstrações foram Responsabilidade dos auditores independentes submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Osasco, 13 de agosto de 2012 Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são KPMG Auditores Independentes Cláudio Rogélio Sertório Andre Dala Pola Contador CRC 1SP212059/O-0 Contador CRC 1SP214007/O-2 apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, CRC 2SP014428/O-6
nternacional
A maior defesa de Assange é a distração Reprodução da internet
EUA negam perseguição e dizem que ativista quer desviar a atenção das acusações de crime sexual
O
s Estados Unidos acusaram ontem o fundador do WikiL e a k s , J u l i a n A ssange, de fazer "declarações absurdas" para tentar "desviar a atenção" das acusações de crime sexual feitas contra ele na Suécia. "Está fazendo todo tipo de acusações disparatadas sobre nós quando, na realidade, seu problema com o governo do Reino Unido tem a ver com se vai a enfrentar a Justiça na Suécia por algo que não tem nada a ver com WikiLeaks, mas com acusações sexuais", disse a porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Victoria Nuland. Assange, na Embaixada do Equador em Londres há dois meses, acusou no domingo o governo de Barack Obama de promover "caça às bruxas" contra o site, que vazou papéis secretos dos EUA. "Ele não está sendo perseguido aqui", garantiu a portavoz, que se recusou a comentar se a Justiça norte-americana prepara ação contra Assange. Os defensores do ativista, que recebeu asilo diplomático do Equador no dia 16, dizem
ENCAIXOTADO Uma 'caixa diplomática' de artista desconhecido é mais uma solução criativa encontrada para que Assange deixe o Reino Unido.
que seu traslado à Suécia seria só um passo para enviá-lo aos EUA, onde teme por sua vida. Diálogo - Ontem, o chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, disse que voltará a negociar o caso Assange com o Reino Unido se o país retirar "oficialmente" a ameaça de que poderia invadir a Embaixada do Equador em Londres. Mais cedo, o governo britânico reiterou que não dará salvo-conduto para que Assange viaje ao Equador, mas disse
buscar "solução diplomática" para o problema. "De acordo com nossas leis, ao se esgotarem todas as opções de apelação, somos obrigados a extraditá-lo à Suécia. É nossa intenção cumprir essa obrigação", disse o porta-voz do primeiro-ministro britânico, David Cameron, em nota. Na semana passada, Londres advertiu o Equador de que poderia revogar o status diplomático de sua embaixada usando uma lei britânica.
na nossa", disse o embaixador Antonio Simões, subsecretário-geral para as Américas do Sul e Central e Caribe, e representante do Brasil na reunião da Unasul. A porta-voz do governo norte-americano criticou a decisão da OEA de convocar os chanceleres do continente na sextafeira em Washington para que estudem o caso, e em particular as supostas ameaças do Reino Unido de entrar à força na missão equatoriana em Londres. "Não vemos nenhum papel para a OEA em uma situação hipotética que não parece imi-
Depois, o governo disse que a intenção só era elucidar aspectos "dos quais o Equador deveria estar ciente". Apoio - A ameaça provocou respaldo da União das Nações Sul-Americanas (Unasul) ao Equador, que busca o mesmo na Organização dos Estados Americanos (OEA). "O Equador decidiu de maneira soberana, sem consultar ninguém, e está no direito deles. Está previsto na Constituição equatoriana, como está
BEMsite.com
Maquete mostra como será o mausoléu em homenagem a Bolívar
Chávez revela retrato de herói venezuelano dizem os livros de história. Os exames, porém, provaram ser inconclusivos. Agora, os restos mortais de Bolívar devem ser colocados em um sarcófago de mogno coberto com pedras preciosas no centro do monumento. Chávez passou os 13 anos que está no poder tentando projetar a imagem de homem que supera as dificuldades, descrevendo cada um de suas revezes como vitórias e
Reuters - 24/07/12
A
s homenagens do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ao herói da independência do país, Simon Bolívar, não têm limites. Desta vez, um mausoléu de 50 metros de altura, no centro de Caracas, divide opiniões no país. Críticos afirmam que o interesse de Chávez pelo monumento também é pessoal. Nenhuma economia foi feita para homenagear o pai da pátria venezuelana. Em forma de um triângulo curvilíneo, a obra é revestida de telhas cerâmicas brancas, enquanto o interior é coberto de mármore preto. O projeto já custou aproximadamente US$ 140 milhões. Chávez, que se considera herdeiro do legado de Bolívar, ordenou a exumação dos restos mortais do herói nacional para confirmar a teoria de que ele foi envenenado por inimigos, e não por tuberculose, como
Miguel Gutierrez/EFE
CHÁVEZ ALÉM DA VIDA
nente, de qualquer maneira", declarou ela. Estados Unidos, Canadá e Trinidad e Tobago foram os únicos países que votaram contra em uma sessão extraordinária na OEA que na sexta-feira passada decidiu por maioria absoluta convocar os ministros de Relações Exteriores do continente. "Trabalhamos assuntos muito importantes na OEA, que têm a ver com a força e a saúde da democracia na região. E isso, francamente, é um espetáculo secundário", criticou a porta-voz. (Agências)
VENEZUELA – Parentes de prisioneiros buscam por informações depois que pelo menos 25 pessoas morreram e 45 ficaram feridas em um confronto entre gangues rivais no presídio Yare I, ao sul de Caracas, ontem. É um dos mais graves episódios de violência na série de conflitos carcerários que se intensificou desde o ano passado. fazendo de suas conquistas, marcos da história que reivindica como continuação das aspirações do libertador Simon Bolívar. Oposição - O candidato da oposição nas eleições presidenciais de outubro, Henrique Capriles, afirma que o dinheiro gasto como o mausoléu poderia ter sido utilizado para solucionar os problemas sociais do país, como a falta de moradia. Alguns críticos, que
chegaram a comparar o monumento a uma rampa de skate, afirmam que a obsessão de Chávez com Bolívar está relacionado à sua própria batalha contra o câncer. Embora o presidente afirma estar curado, a falta de informação sobre o seu estado de saúde alimenta os rumores, levando críticos a afirmarem que o mausoléu possa abrigar um dia os restos mortais de outras figuras da história venezuelana. (Agências)
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BEC - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 07.299.480/0001-82 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Cotistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do semestre findo em 30 de junho de 2012, da BEC - Distribuidora de Títulos
No semestre, a BEC DTVM registrou Lucro Líquido de R$ 982 mil, Patrimônio Líquido de R$ 38,552 milhões e Ativos Totais de R$ 39,278 milhões. Osasco, SP, 13 de agosto de 2012.
e Valores Mobiliários Ltda. (BEC DTVM), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo
Diretoria
Banco Central do Brasil.
BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTR. FINANC. DERIVATIVOS (Nota 5)..................................... Carteira Própria ............................................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Rendas a Receber......................................................................................................................................... Diversos (Nota 6)........................................................................................................................................... REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 6)........................................................................................................................................... PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS ......................................................................................................................................... Outros Investimentos..................................................................................................................................... Provisões para Perdas .................................................................................................................................. TOTAL ...........................................................................................................................................................
2012 39.250 7 39.230 39.230 13 13 27 27 27 1 1 2 (1) 39.278
2011 30.944 3 30.882 30.882 59 46 13 31 31 31 1 1 2 (1) 30.976
PASSIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Sociais e Estatutárias (Nota 9d) .................................................................................................................... Fiscais e Previdenciárias (Nota 8a)............................................................................................................... Diversas (Nota 8b).........................................................................................................................................
2012
2011 726 726 88 554 84
646 646 24 526 96
PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País (Nota 9a) ............................................................................................................. Reservas de Lucros (Nota 9b).......................................................................................................................
38.552
30.330
20.000 18.552
16.500 13.830
TOTAL ...........................................................................................................................................................
39.278
30.976
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................................................ Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 5b) ......................................................... RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................................................... OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS................................................................................. Outras Despesas Administrativas (Nota 10).................................................................................................. Despesas Tributárias (Nota 11) ..................................................................................................................... Outras Receitas Operacionais (Nota 12)....................................................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 12)..................................................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ..................................................................................................................... RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 14) ................................................................... LUCRO LÍQUIDO.......................................................................................................................................... Número de cotas (Nota 9a) ........................................................................................................................... Lucro por lote de mil cotas em R$.................................................................................................................
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil
2012
2011
1.830 1.830 1.830 (213) (120) (102) 28 (19) 1.617 1.617 (635) 982 20.000.000 49,10
1.656 1.656 1.656 (150) (125) (86) 76 (15) 1.506 1.506 (583) 923 16.500.000 55,94
Eventos
Capital
Reservas de Lucros
Social
Legal
Lucros
Estatutárias
Saldos em 31.12.2010..................................................................... Aumento de Capital com Reservas .................................................. Lucro Líquido.................................................................................... Destinações: - Reservas................................................................... - Dividendos Propostos...............................................
15.000 1.500 -
1.293 46 -
13.123 (1.500) 868 -
Saldos em 30.6.2011.......................................................................
16.500
1.339
12.491
Saldos em 31.12.2011..................................................................... Aumento de Capital com Reservas .................................................. Lucro Líquido.................................................................................... Destinações: - Reservas................................................................... - Dividendos Propostos...............................................
16.500 3.500 -
1.706 49 -
19.373 (3.500) 924 -
Saldos em 30.6.2012.......................................................................
20.000
1.755
16.797
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
Acumulados 923 (914) (9) 982 (973) (9) -
Totais 29.416 923 (9) 30.330 37.579 982 (9) 38.552
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil 2012 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social ....................................................... Lucro Líquido Ajustado antes dos Impostos.......................................................................................... (Aumento)/Redução em Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos ................ (Aumento)/Redução em Outros Créditos................................................................................................... Aumento/(Redução) em Outras Obrigações.............................................................................................. Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos........................................................................................ Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais ..................................................... Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: Dividendos Recebidos ................................................................................................................................. Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades de Investimentos............................................... Redução Líquida de Caixa e Equivalentes de Caixa................................................................................
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO - Em Reais mil 2011
1.617 1.617 (423) 7 (21) (1.182) (2)
1.506 1.506 (571) (95) 6 (914) (68)
(2)
64 64 (4)
9 7 (2)
7 3 (4)
Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período ....................................................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período .......................................................................................... Aumento/(Redução) Líquida de Caixa e Equivalentes de Caixa .............................................................
Descrição 1 - RECEITAS .................................................................................. 1.1) Intermediação Financeira.................................................. 1.2) Outras ................................................................................. 2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ................................ Serviços do sistema financeiro ................................................... Publicidade.................................................................................. Contribuição sindical patronal ..................................................... Serviços técnicos especializados ............................................... 3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) .......................................... 4 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE 5 - VALOR ADICIONADO A DISTRIBUIR ....................................... 6 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO............................... 6.1) Impostos, Taxas e Contribuições ..................................... Federal ................................................................................. 6.2) Remuneração de Capitais Próprios ................................. Dividendos Propostos .......................................................... Lucros Retidos .....................................................................
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
2012 1.839 1.830 9 (120) (6) (84) (14) (16) 1.719 1.719 1.719 1.719 737 737 982 9 973
%
2011 1.717 1.656 61 (125) (6) (89) (12) (18) 1.592 1.592 1.592 1.592 669 669 923 9 914
107,0 106,5 0,5 (7,0) (0,4) (4,9) (0,8) (0,9) 100,0 100,0 100,0 100,0 42,9 42,9 57,1 0,5 56,6
% 107,9 104,0 3,9 (7,9) (0,4) (5,6) (0,8) (1,1) 100,0 100,0 100,0 100,0 42,0 42,0 58,0 0,6 57,4
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL b) Resultado de títulos e valores mobiliários Semestres findos em 30 de junho - R$ mil A BEC - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (BEC DTVM) é uma instituição financeira que tem por objetivo efetuar operações de intermediação no mercado aberto, além de gerir e administrar recursos de terceiros. É parte integrante da Organização Bradesco, utilizando-se de seus recursos 2012 2011 administrativos e tecnológicos, e suas Demonstrações Contábeis devem ser entendidas neste contexto. 1.830 1.656 Fundos de investimento.................................................................................................................. 1.830 1.656 Total ............................................................................................................................................... 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As Demonstrações Contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nos 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) c) A BEC DTVM não possuía operações com instrumentos financeiros derivativos em 30 de junho de 2012 e de 2011. e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com alterações introduzidas pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem, estimativas e premissas, tais como: estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas; perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de títulos disponíveis para venda, mantidos até o vencimento e ativos não financeiros; e outras provisões. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. As Demonstrações Contábeis foram aprovadas pela Administração em 13 de agosto de 2012.
6) OUTROS CRÉDITOS - DIVERSOS
3) PRINCIPAIS DIRETRIZES CONTÁBEIS a) Moeda funcional e de apresentação As Demonstrações Contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia e calculadas com base no método exponencial. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda nacional, aplicações no mercado aberto e aplicações em depósitos interfinanceiros, cujo vencimento das operações, na data da efetiva aplicação, seja igual ou inferior a 90 dias e apresentem risco insignificante de mudança de valor justo, que são utilizados pela Instituição para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. d) Títulos e valores mobiliários - Classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período, e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao patrimônio líquido, deduzido dos efeitos tributários, os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetivas realização; e • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. e) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros Créditos - Diversos”. Os créditos tributários sobre adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente baseados nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro é calculada considerando a alíquota de 15% para empresas do segmento financeiro. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção das mencionadas Leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. f) Investimentos Os incentivos fiscais e outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas/ redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. g) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias títulos disponíveis para venda e títulos mantidos até o vencimento e ativos não financeiros, exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente, para determinar se há alguma indicação de perda por redução ao valor recuperável (impairment), e caso seja detectada uma perda, esta é reconhecida no resultado do período quando o valor contábil do ativo exceder o seu valor recuperável (apurado pelo: (i) potencial valor de venda, ou valor de realização deduzido das respectivas despesas ou (ii) valor em uso calculado pela unidade geradora de caixa, dos dois o maior). Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos. h) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas (Nota 7a); • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas (Nota 7b); e • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis (Nota 7b). i) Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias incorridos (em base “pro rata” dia). j) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das Demonstrações Contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das Demonstrações Contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente para as Demonstrações Contábeis encerradas em 30 de junho de 2012.
7) PROVISÕES, ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS a) Ativos Contingentes Não são reconhecidos contabilmente ativos contingentes. b) Passivos Contingentes classificados como perdas possíveis A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a instituição figura como “autora” ou “ré” e, amparada na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas análises sobre as tendências jurisprudenciais e efetivadas, se necessária, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto, os processos contingentes avaliados como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. c) Em 30 de junho de 2012 e de 2011, não há processos contingentes avaliados como de perda possível de natureza relevante.
2012 34 6 40
Créditos tributários ......................................................................................................................... Impostos e contribuições a compensar .......................................................................................... Total ...............................................................................................................................................
8) OUTRAS OBRIGAÇÕES a) Fiscais e previdenciárias 2012 Impostos e contribuições sobre lucros a pagar .............................................................................. Impostos e contribuições a recolher............................................................................................... Total ............................................................................................................................................... b) Diversas Refere-se à provisão para pagamentos a efetuar, no montante de R$ 84 mil (2011 - R$ 96 mil).
542 12 554
Em 30 de junho - R$ mil 2011 3 3 3
2012 7 7 7
5) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Classificação por categorias e prazos 2012
Títulos (1) Títulos para negociação: (3) Certificados de depósitos bancários ... Debêntures .......................................... Letras do tesouro nacional .................. Letras financeiras do tesouro .............. Notas do tesouro nacional................... Notas promissórias.............................. Operações Compromissadas .............. Outros.................................................. Total em 2012 ..................................... Total em 2011 .....................................
1 a 30 dias 5.506 4.444 9.950 11.206
31 a 180 dias
181 a 360 dias
Acima de 360 dias
5.506 4.444 9.950 11.206
314 2 4.367 4.683 1.430
1.839 264 921 17.463 80 20.567 17.325
Valor de mercado/ Valor de contábil custo (2) atualizado 3.057 513 6.427 24.167 4.444 542 80 39.230
3.057 513 6.427 24.167 4.444 542 80 39.230
Em 30 de junho - R$ mil 2011 Valor de Marcação mercado/ Marcação a contábil a mercado (2) mercado -
261 266 421 16.744 11.258 1.932
-
30.882
-
(1) As aplicações em cotas de fundos de investimento exclusivos administrados pelo Conglomerado Bradesco, foram distribuídas de acordo com os papéis que compõem suas carteiras, preservando a classificação da categoria dos fundos. Na distribuição dos prazos, foram considerados os vencimentos dos papéis, independentemente de sua classificação contábil; (2) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificações, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimento, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; e (3) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante.
Em 30 de junho - R$ mil 2011 510 16 526
9) PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital Social O capital social no montante de R$ 20.000 mil (2011 - R$ 16.500 mil) totalmente subscrito e integralizado, é composto por 20.000.000 (2011 - 16.500.000) cotas, com valor nominal de R$ 1,00 cada. b) Movimentação do Capital Social Quantidade de Cotas R$ mil Em 31 de dezembro de 2011........................................................................................................ 16.500.000 16.500 Aumento de Capital (1)................................................................................................................... 3.500.000 3.500 Em 30 de junho de 2012............................................................................................................... 20.000.000 20.000 (1) Em 10 de maio de 2012 o BACEN homologou o Instrumento Particular de Alteração do Contrato Social de 9 de abril de 2012, que deliberou o aumento do capital social em R$ 3.500 mil, elevando-o de R$ 16.500 mil para R$ 20.000 mil, mediante a capitalização de parte do saldo da conta “Reservas de Lucros - Estatutária”, com a criação de 3.500.000 cotas, de valor nominal de R$ 1,00 cada, atribuindo-as à Sócia-Cotista Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A., com a concordância do Sócio-Cotista Banco Bradesco S.A. c) Reservas de Lucros Em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Reservas de Lucros ..................................................................................................................... 18.552 13.830 - Reserva Legal (1)......................................................................................................................... 1.755 1.339 - Reserva Estatutária (2) ................................................................................................................ 16.797 12.491 (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos; e (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Sociedade, pode ser constituída em 100% do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 80% do Capital Social Integralizado. d) Dividendos e Juros sobre Capital Próprio Aos Sócios-Cotistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente semestrais e mensais, utilizando-se das contas de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. O cálculo dos dividendos relativos aos semestres findos em 30 de junho, está demonstrado a seguir: R$ mil 2012 2011 982 923 Lucro Líquido.................................................................................................................................. (46) (-) Reserva Legal - 5% sobre o lucro.............................................................................................. (49) 933 877 Base de cálculo ............................................................................................................................ 9 9 Dividendos propostos ..................................................................................................................... Percentual em relação ao lucro líquido ajustado ...................................................................... 1,0% 1,0% Valor em Reais por lote de mil cotas .......................................................................................... 0,45 0,55 10) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 6 6 14 12 84 89 16 18 120 125
Serviços do sistema financeiro....................................................................................................... Obrigações sociais - contribuição sindical...................................................................................... Publicidade ..................................................................................................................................... Serviços técnicos especializados................................................................................................... Total ............................................................................................................................................... 11) DESPESAS TRIBUTÁRIAS
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 73 68 12 11 17 7 102 86
Contribuição à COFINS.................................................................................................................. Contribuição ao PIS........................................................................................................................ Despesas com impostos e taxas.................................................................................................... Total ............................................................................................................................................... 12) OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 (19) (15) 28 11 65 9 61
4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA
Disponibilidades em moeda nacional ............................................................................................. Total de disponibilidades (caixa) ................................................................................................ Total caixa e equivalentes de caixa ............................................................................................
Em 30 de junho - R$ mil 2011 39 5 44
Atualizações de impostos e contribuições...................................................................................... Reversões de provisões ................................................................................................................. Dividendos e JCP recebidos .......................................................................................................... Total ............................................................................................................................................... 13) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com o controlador e empresas ligadas estão assim representadas: 2012 Ativos (passivos)
2011 Ativos (passivos)
Em 30 de junho - R$ mil 2012 2011 Receitas Receitas (despesas) (despesas)
Disponibilidades: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 7 3 Dividendos: Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. ...... (88) (24) b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Assembleia Geral Ordinária é fixado: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores da Instituição. A Instituição é parte integrante da Organização Bradesco e seus administradores são remunerados pelos cargos que ocupam no Banco Bradesco S.A., controlador da Companhia. A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração baseada em ações para seu pessoal-chave da Administração. Outras informações Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos Conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares. continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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...continuação
BEC - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 07.299.480/0001-82 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 14) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social
A BEC DTVM como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, de mercado, de liquidez e operacional.
Semestres findos em 30 de junho - R$ mil
b) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, alguns procedimentos contábeis, suas interpretações e orientações, foram emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando Resultado antes do imposto de renda e contribuição social .......................................................... 1.617 1.506 aprovado pelo CMN. Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15%, Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: respectivamente ........................................................................................................................... (647) (602) • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); Despesas indedutíveis líquidas das receitas não tributáveis ......................................................... 7 • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); Outros valores ................................................................................................................................ 12 12 • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); Imposto de renda e contribuição social do semestre............................................................... (635) (583) • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); • Resolução nº 3.973/11 - Evento subsequente (CPC 24); 15) OUTRAS INFORMAÇÕES • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento baseado em Ações (CPC 10); e a) Gerenciamento de riscos A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23). Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será negócios da Organização, motivo pelo qual está constantemente sendo aprimorada em seus processos. As decisões da Organização são pautadas em fatores que combinam o retorno sobre o risco previamente identificado, mensurado e avaliado, viabilizando o de maneira prospectiva ou retrospectiva. alcance de objetivos estratégicos e zelando pelo fortalecimento da Instituição. A DIRETORIA A Organização exerce o controle dos riscos de modo integrado e independente, proporcionando unicidade às políticas, processos, critérios e metodologias Célio Magalhães – Contador – CRC 1SP199295/O-5 de controles de riscos por meio de um órgão estatutário, o Comitê de Gestão Integrada de Riscos e Alocação de Capital. 2012
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RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Aos Administradores da BEC - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Osasco - SP
Examinamos as demonstrações contábeis da BEC - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“Instituição”), que compreendem o balanço Opinião patrimonial em 30 de junho de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BEC - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. em 30 de junho de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis Banco Central do Brasil. A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas Outros assuntos contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Demonstração do valor adicionado Examinamos também, a demonstração do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre findo Responsabilidade dos auditores independentes em 30 de junho de 2012, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Osasco, 13 de agosto de 2012 Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são KPMG Auditores Independentes apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, CRC 2SP014428/O-6
Zenko Nakassato Contador CRC 1SP160769/O-0
José Cláudio Costa Contador CRC 1SP167720/O-1
Não podemos ter uma situação na qual armas químicas caiam nas mãos de pessoas erradas. Barack Obama, presidente dos EUA. nternacional
A 'linha vermelha' de Obama: armas químicas.
Sabine Siebold/Reuters
O presidente dos EUA considera uma ação militar na Síria se regime de Bashar al-Assad usar armas de destruição em massa Khaled al-Hariri/Reuters
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presidente norteamericano, Barack Obama, subiu o tom ontem sobre a Síria ao advertir o regime de Bashar al-Assad de que o uso de armas químicas é uma "linha vermelha" e que os Estados Unidos têm planos de contingência para o caso de ela ser cruzada. Embora sem afirmação explícita, a declaração indica, pela primeira vez, que os EUA consideram uma ação militar. "Fomos claros com o regime de Assad e os demais envolvidos que a linha vermelha, para nós, é começarmos a ver um monte de armas químicas sendo levadas de lá para cá ou sendo usadas – isso mudaria meu cálculo", afirmou Obama. "Estamos monitorando a situação cuidadosamente, e desenhamos uma série de planos de contingência", disse. A declaração – um tom acima de outra no último dia 23, quando afirmara que o regime de Assad teria de "prestar contas" caso use armas químicas – veio após o presidente ser indagado sobre o conflito em uma entrevista coletiva na Casa Branca, na qual focou temas eleitorais. Seu governo tem sido criticado pela ala mais à direita por não intervir no conflito que se arrasta há um ano e meio e deixou cerca de 17 mil mortos, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Já o Conse-
CONFIANÇA – Para se aproximar da população afegã – em especial, as mulheres – a missão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) no Afeganistão decidiu treinar mulheres soldados para participar de patrulhas junto com seus colegas homens. As militares tentam criar laços e conquistar o apoio das mulheres afegãs, que são proibidas de se relacionar com homens que não sejam parentes. Prontos para deixar a Síria, monitores da ONU observam lista com datas de partida em hotel de Damasco. lho Nacional Sírio (CNS), o maior grupo opositor no exílio, denunciou a morte de 22.587 pessoas nos confrontos. Israel - Obama evocou Israel e outros aliados ao dizer que o conflito civil não concerne apenas à Síria, e admitiu o risco de grupos hostis se apoderarem das armas. "Não podemos ter uma situação em que armas químicas ou biológicas caiam nas mãos erradas", alertou. A afirmação de Obama vem depois que um porta-voz da Chancelaria síria disse, em rede de TV, que o regime usaria ar-
mas químicas "apenas no caso de intervenção estrangeira". Confrontos - A violência voltou a se agravar ontem, após um dia de calma no domingo, quando muçulmanos comemoravam o começo do Eid al-Fitr, feriado de três dias que marca o fim do Ramadã. Segundo ativistas, mais de cem pessoas morreram ontem. Caças do governo sírio bombardearam Alepo e Damasco, enquanto tanques dispararam contra Deraa, no sul do país. Uma das mais recentes vítimas da violência foi uma jornalista japonesa. A repórter, cuja
identidade não foi divulgada, foi morta ontem enquanto cobria os confrontos em Alepo, disse a ONG Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH). ONU - Impotentes à escalada do conflito, observadores da ONU deixaram Damasco, ontem, após quatro meses de missão no país. Os monitores, desarmados, haviam suspendido suas operações em junho, depois de serem alvejados. "Nossa missão fracassou porque os dois lados não cumpriram seus compromissos", disse um monitor, em anonimato, à Reuters. (Agências)
IMPRENSA (QUASE) LIVRE
A
censura que pesava sobre os meios de comunicação de Mianmar havia meio século, o que fazia do país um dos piores do mundo em relação à liberdade de imprensa, foi abolida ontem. Mesmo assim, os jornalistas ainda enfrentam outras restrições, incluindo uma cultura generalizada de auto-censura. Com as novas regras, os jornalistas não serão mais obrigados a remeter seu trabalho para os censores do Estado antes da publicação. O Departamento de Gravação e Vigilância da Imprensa (PSRD), do Ministério da Informação, "autorizou os jornais da categoria política e religião a publicar sem enviar previamente seus rascunhos", afirmou uma nota divulgada no site do ministério. Antes, todas as músicas, li-
vros, quadrinhos e reportagens tinham de ser aprovados pelos censores, que eliminavam mensagens políticas ou críticas ao governo. A medida foi avaliada como etapa chave nas reformas políticas iniciadas há 18 meses em Mianmar.
As leis de censura foram instituídas após o golpe militar de 1962. O governo reformista do presidente Thein Sein vêm relaxando o controle sob a mídia desde o ano passado, permitindo a circulação de material proibido anteriormente, como fotos da líder de oposição
Aung San Suu Kyi. No entanto, a mídia continua suscetível a sofrer represálias a posteriori em caso de informações "que atentam contra a estabilidade do Estado". "Nós temos que ser bastante cautelosos, pois o conselho de censores vai continuar nos monitorando", disse a editora do jornal Seven Day News, Nyein Nyein Naing. As rádios e televisões se submetem à autocensura. "Não teremos liberdade de imprensa completa até que a lei de imprensa, aceita por todo os jornalistas, desapareça", insistiu Naing. O Parlamento do país já prepara um projeto de lei. O texto não foi publicado, mas alguns jornais foram consultados sobre seu conteúdo, que vai expor os direitos e deveres dos jornalistas. (Agências)
Ó RBITA
ESTADOS UNIDOS
O
folclore político dos EUA ganhou seu "estupra, mas não mata", quando o candidato republicano ao Senado no Estado do Missouri disse na TV na segunda-feira que "estupros legítimos raramente levam à gravidez". Ontem, Todd Akin foi obrigado a pedir desculpas, após disparar reações negativas que culminaram com a condenação pelo candidato republicano à Presidência, Mitt Romney. A declaração ocorre no momento em que democratas acusam republicanos de solapar os direitos à saúde feminina. (Folhapress)
REINO UNIDO
D
irigir um confortável RollsRoyce, sempre escoltado por batedores, com um salário inicial de 23.000 libras (R$ 72.800) e a chance de escutar segredos da realeza britânica entre um trajeto e outro. Parece interessante? Pois a vaga para chofer da rainha Elizabeth II está aberta e não exige muito dos candidatos: apenas uma carteira de habilitação britânica "limpa" de infrações. Para os interessados, as inscrições vão até 31 de agosto. E só para lembrar, a acomodação está incluída. Bem próxima à monarquia. (Folhapress) CCTV/Reuters
CHINA – Gu Kailai, esposa de Bo Xilai, um ex-dirigente comunista que caiu em desgraça, foi condenada à morte pelo assassinato do britânico Neil Heywood. A aplicação da pena foi suspensa, o que indica que Gu deve passar o resto da vida presa. Após o julgamento, considerado o maior no país em 30 anos, Gu disse que sua condenação foi "justa".
DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 21 de agosto de 2012
c
15 PROPOSTA EM DEBATE A Rua Teodoro Sampaio é uma das principais do bairro de Pinheiros. Bulevar é missão para o próximo prefeito.
idades
Fotos de Newton Santos/Hype
Reprodução
Projeto foi elaborado pelo Conselho de Política Urbana (CPU) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e recebe o apoio do comércio de Pinheiros. Além de aterramento da rede elétrica, lojistas do bairro defendem a instalação de bancos e outros equipamentos que transformem essa rua de Pinheiros em uma área de convivência e não apenas de passagem. Lojistas da Teodoro querem que a rede elétrica seja aterrada, a exemplo da rua João Cachoeira. No destaque à dir., imagem de como seria o bulevar.
Comércio reivindica o bulevar Teodoro Ivan Ventura
N
os últimos meses, o projeto de revitalização da Rua Teodoro Sampaio, umas das principais portas do bairro de Pinheiros, voltou à pauta de discussão e virou assunto recorrente entre os comerciantes e autoridades da Prefeitura. Desenvolvida pelo Conselho de Política Urbana (CPU) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) no ano passado, a proposta propõe a troca da iluminação do bairro, a substituição do piso das calçadas por um novo material permeável (reduzindo a incidência de quedas de pedestres), a colocação de bancos e outros mobiliários urbanos, a instalação de câmeras de vigilância e o plantio de mais árvores, entre outras medidas. Ampliação - Num primeiro momento, a proposta do bulevar Teodoro contemplaria os espaços públicos e o comércio localizado entre as ruas Oscar Freire e Capote Valente. Mas o comércio já pensa em ir além. Os lojistas querem a revitalização de toda a extensão da rua, incluindo a Praça Benedito Calixto. No trecho inicial do projeto, o s m a i s d e 2 0 e s t a b e l e c imentos são diversificados e vendem os mais variados tipos de produtos. Há um sebo, cafés, lojas de decoração e de roupas, locadoras de vídeo, entre outras lojas. Entre esses lojistas, a proposta do CPU da ACSP é defendida como modelo ideal de revitalização para toda a Teodoro Sampaio. Em maio, por exemplo, os comerciantes pediram o apoio da subprefeitura de Pinheiros para a implantação do projeto no bairro como um todo, missão que certamente ficará para o próximo prefeito.
As lojistas Flor Bertollo e Irene Dantas: para elas, as calçadas da Teodoro Sampaio deveriam ser transformadas em um espaço de convivência e não apenas de passagem.
Árvores - Mesmo assim, o comércio já lista os problemas a serem enfrentados. "Queremos orientação da subprefeitura em relação à poda ou plantio de novas árvores. Há espécimes que cresceram e cujos galhos avançam sobre a rua. Pior: há quem tente atravessar a Teodoro fora da faixa de segurança e próximo a uma dessas árvores, o que é um risco, pois nesses pontos a visão dos motoristas está prejudicada, explicou a proprietária da locadora Local Vídeos, Silvia Regina Antunes Ogusuka. Hélvio Romero/AE-17/08/2012
INDENIZAÇÃO – A Comgás disse que vai ressarcir os prejuízos que bares e restaurantes tenham tido por causa do vazamento de gás no Centro da cidade, ocorrido na tarde da última quinta-feira.
Vera Lúcia: "quando chove, a Teodoro se transforma em um rio".
Silvia ainda destaca um outro problema na Teodoro, que se transformou no campeão de críticas entre os comerciantes consultados ontem pelo Diário do Comércio entre as Ruas Oscar Freire e Capote Valente: as calçadas. Calçadas - Há dois anos, elas foram trocadas e, desde então, vêm sendo alvo de críticas. O projeto do CPU da ACSP prevê a troca do piso atual por outro mais permeável. "Quando chove, a Teodoro se transforma em uma espécie de rio. Além da água levar parte do piso, são
frequentes e inevitáveis os tombos. Eu mesmo já caí", disse a gerente da Vanidá, Vera Lúcia da Silva Munhoz. Após a troca da calçada, o comércio sugere a instalação de bancos, uma nova iluminação e o aterramento de toda a rede elétrica da rua - algo semelhante ao que foi feito na Rua João Cachoeira, considerada um modelo de rua comercial na cidade. A implantação de Zona Azul e de mais estacionamentos são outras demandas do bairro. Convivência - Os bancos são Renato Cerqueira/AE
INTERDIÇÃO – A CET interditou duas faixas da Avenida Ibirapuera, sentido Centro, entre a avenida Jamaris e a Praça Nossa Senhora Aparecida, para obras da Linha 5 - Lilás do Metrô.
um pedido das amigas Irene Dantas e Flor Bertollo, responsáveis pela loja de móveis Tutti di Casa. Além dos bancos, Flor defende a colocação de mais lixeiras, cinzeiros e outros equipamentos que transformariam a calçada da Teodoro em um espaço de convivência e não apenas de passagem. "Nesse projeto, é importante a Prefeitura observar a colocação de bancos, plantar novos jardins e até instalar cinzeiros. A Teodoro Sampaio é uma rua tradicional da cidade e merece atenção do poder público", disse Flor. Segurança - Outro ponto destacado pelo comércio e que complementa a revitalização da Teodoro é a segurança. A Operação Delegada (uma parceria da Prefeitura com a PM) já
existe, mas há lojistas que defendem sua ampliação no bairro, aumentado assim a sensação de segurança. Há algum tempo o comércio da rua foi alvo daquela tal gangue da marcha à ré (criminosos que usavam carros roubados para invadir as vitrines das lojas). O comércio investiu em câmeras, contratou seguranças e a PM aumentou o policiamento no bairro. Mesmo assim, argumentam os comerciantes, ainda ocorrem alguns crimes. No último assalto, levaram R$ 200 mil de uma loja da rua. "Queremos que todas as demandas do projeto sejam contempladas, mas sem esquecer da segurança", disse o dono do restaurante e café Quero Quilo, André Luis Pacheco da Silva. Nelson Antoine/AE
QUEDA – Três homens ficaram feridos, ontem, após a queda de um elevador de carga de uma loja de bolsas da Rua Tiers, no Pari, na região central. Uma das vítimas teve de ser socorrida de helicóptero.
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www.dcomercio.com.br
Cerveja quadradinha Cubo para cervejas é uma proposta da Petit Romain para a marca Heineken. A ideia é criar um envase de fácil estocagem e que garanta economia de combustível no transporte. http://bit.ly/ovCm3l
Móveis esculturais Peter Rolfe cria móveis a partir de esculturas do corpo humano em madeira. As peças vão de simples caixas para joias a gaveteiros completos. Mais no site. http://bit.ly/NUP2X
M ARTE D ESIGN
H ISTÓRIA
Destruindo rochas O Nasa/Reuters
jipe Curiosity desintegrou no domingo sua primeira rocha na superfície de Marte, a Coronation [em close, ao lado]usando uma pistola a laser com o objetivo de estudar sua composição mineral. A rocha foi destruída com 30 pulsos de laser, durante um período de dez segundos, disse a Nasa ontem, em nota. Cada pulso gera mais de 1 megawatt, durante cerca de 5 bilionésimos de segundo. Isso faz com que um minúsculo pedaço de pedra seja vaporizado, gerando uma fagulha que é analisada por um telescópio instalado no Curiosity. O aparelho usado, chamado
Seres humanos passaram por aqui O designer Felix PharandDeschenes mostra em uma série de imagens como intervenções humanas como rodovias, aviões, cabos de internet - criam padrões curiosos. Na foto, o tráfego aéreo entre Europa e Ásia.
ChemCam (dos termos "química" e "câmera" em inglês) discerne mais de 6 mil comprimentos de onda, em ultravioleta, infravermelho e no espectro de luz visível. Os cientistas esperam realizar 14 mil
medições com o Curiosity. A técnica usada pelo ChemCam já é usada para analisar materiais em ambientes extremos aqui na Terra, como reatores nucleares ou o leito marinho. (Reuters)
Zhong Min/EFE
No rastro de Amelia Earhart A missão que buscava localizar o avião da pioneira da aviação Amelia Earhart, desaparecida no Pacífico há 75 anos quando tentava dar a volta ao mundo, detectou sob a água "restos de objetos manufaturados" que podem ser do aparelho a oeste da ilha Nikumaroro, no arquipélago de Kiribati, no meio do Oceano Pacífico. Segundo o Grupo Internacional para a Recuperação de Aviões Históricos, a principal evidência de que os restos seriam da aeronave de Amelia são "pedaços do trem de pouso". E M
C A R T A Z
MASP
http://bit.ly/ScjWf9
T ECNOLOGIA
Carros na mira dos vírus
'Caravaggio e seus seguidores' traz obras do pintor e de artistas que ele influenciou. MASP. Av. Paulista, 1578. R$ 15.
M EIO AMBIENTE
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Hackers estão trabalhando para a Intel na costa oeste dos EUA em busca de vulnerabilidades eletrônicas que podem expor carros a vírus de computador. A divisão McAfee da Intel busca proteger computadores e sistemas de comunicação eletrônica que fazem parte dos automóveis modernos. Especialistas afirmam que as montadoras não vêm protegendo seus sistemas, o que deixa os carros vulneráveis a ataques por hackers interessados em roubar carros, ouvir conversas ou até prejudicar ocupantes causando colisões.
MAR MORTO - Centenas de banhistas esperando a onda artificial da piscina de água salgada de Sichuan, na China. Mais de um milhão de pessoas deve visitar o complexo de natação que é chamado 'Mar Morto da China' neste verão.
F OTOGRAFIA
U RBANISMO J. Duran Machfee/AE
Sem violência A série “Arma Atada”, criada por Carl F. Reutersward, traz a São Paulo uma exposição de réplicas de armas customizada por artistas, designers e celebridades brasileiras.
A exposição, denominada 'Futebol pela Paz' pode ser vista de amanhã a 31 de agosto na prefeitura de São Paulo.
Medida de todas as coisas
Cosmonautas russos concluem com sucesso missão em módulo da ISS
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Cineasta Tony Scott tinha tumor cerebral inoperável, afirma rede de TV
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http://bit.ly/7164T
O gelo no oceano Ártico deve chegar na semana que vem à menor extensão já registrada, e vai continuar encolhendo, disse ontem Ted Scambos, do Centro Nacional de Dados Climáticos dos EUA. "Um novo recorde diário (...) é provável até o final de agosto", disse . "Há chances de que ultrapasse o recorde anterior quando ainda estamos na (época do ano da) redução do gelo marinho." O Ártico costuma ser apontado como o "arcondicionado do planeta", por causa da sua influência sobre o clima global. A extensão de gelo no Ártico neste verão boreal pode chegar a menos de 4 milhões de quilômetros quadrados. L OTERIAS Concurso 794 da LOTOFÁCIL 01
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Acesse www.dcomercio.com.br para ler a íntegra das notícias abaixo:
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A frase em que o filósofo Protágoras (séc. V a.C.) diz que o homem é a medida de todas as coisas inspira os móveis de David Blázquez.
A TÉ LOGO
Gelo do Ártico: redução recorde.
Cantor Scott McKenzie, a voz de "San Francisco", morre aos 73 anos
Concurso 2974 da QUINA 08
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e
17 MILHO Recorde na colheita da segunda safra faz preço do grão cair 2,1%
conomia
COMGÁS Companhia aprova empréstimo de R$ 1,135 bilhão junto ao BNDES
Apesar de leve recuperação, PIB de 2012 está perdido. Avanço do Produto Interno Bruto do País é estimado entre 1,5% e 2% neste ano. Um fiasco perto dos 4% previstos. Renato Carbonari Ibelli
MA X
O
Inflação pode fechar ano em 5,15%
A
s novas previsões do mercado financeiro para a economia brasileira mostram menos crescimento e mais inflação em 2012. Na pesquisa Focus do Banco Central (BC) com economistas divulgada ontem, a estimativa para o crescimento do País caiu para 1,75%, quase metade da previsão oficial do Ministério da Fazenda, que espera um resultado de 3%. Já a projeção para o indicador oficial de inflação, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu pela sexta semana seguida e está em 5,15%. Apesar da divulgação de indicadores que mostram retomada da atividade em junho e julho, analistas ainda seguem revisando para baixo suas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) e esperam novos cortes na taxa básica de juros – que está em 8% ao ano – nos próximos meses.
As apostas continuam sendo de que a taxa Selic vai cair para 7,5% na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC na quarta-feira da próxima semana e para 7,25% no encontro marcado para o início de outubro. Inflação – Parte dos economistas também passou a avaliar que o BC vai elevar menos os juros no próximo ano, apesar da expectativa de crescimento mais forte da economia e de mais inflação neste período. Desde o início de junho, as apostas eram que os juros voltariam a 8,5% até o fim de 2013. Agora, o mercado está dividido entre esse valor e uma taxa de 8,25%. A consultoria LCA, por exemplo, está entre aquelas que esperam uma queda menor dos juros neste ano, com um último corte de 0,5 ponto percentual em agosto, com o PIB fechando com expansão de
1,7%. Também projeta alta menor que a mediana do mercado para a taxa Selic em 2013, para 8%. Otimismo – Para o economista Sidnei Nehme, da corretora NGO, apesar dos resultados positivos da geração de emprego em julho e do indicador de atividade do BC em junho, que apontaram recuperação, é necessário que se mantenha otimismo moderado, pois esses fatores podem ser pontuais e não sustentáveis. Por isso, avalia que a nova projeção do PIB para 2012 está mais alinhada com a realidade. Na semana passada, o presidente do BC, Alexandre Tombini, afirmou que o País está em um novo ambiente de taxas de juros mais baixas e destacou que o governo espera aceleração do crescimento econômico nos próximos trimestres.
Papai Noel salva as vendas Comércio deve registrar aumento de 4,1% no faturamento em relação a 2011
A
s vendas no Natal – a data mais importante para o comércio varejista do País, animada por Papai Noel – devem ser 4,1% maiores do que as da festividade de 2011, de acordo com projeção realizada pela Tendências Consul-
toria e divulgada ontem. Apesar do aumento previsto no faturamento do comércio, o número é menor do que o registrado nos dois últimos anos: no ano passado, as vendas do varejo em dezembro foram 6,7% maiores do que as
Newton Santos/Hype
Natal anima o varejo do País: previsões otimistas.
de igual mês do ano anterior, e em 2010 o crescimento das vendas foi de 10,2% ante o faturamento registrado em 2009. Automóveis – A Tendências Consultoria considerou em sua projeção a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no índice restrito, que exclui do cálculo os automóveis e os materiais de construção. Ao realizar sua projeção, a Tendências Consultoria prevê que os próximos meses serão de acomodação na economia brasileira para as variáveis de mercado de trabalho, renda real do trabalhador e emprego, e desvalorização do real – a subida do dólar deverá provocar alta de preços, em especial nos setores que contam com grande participação de importados. (AE)
Aluguéis – Outro dado que vem se destacando a cada pesquisa é a elevação nas previsões de inflação para os índices de preços que servem de base para o reajuste de aluguéis e tarifas públicas, os IGPs (Índice Geral de Preços). Essas projeções seguem em alta há cerca de dois meses e já estão em torno de 8% para este ano. Esses indicadores de inflação estão sendo puxados, principalmente, pela alta no preço dos produtos agrícolas, devido a problemas climáticos que afetaram a safra de grãos em outros países e a produção de alimentos in natura no Brasil. O BC considera, no entanto, que ainda é preciso aguardar novos dados para avaliar a intensidade e a duração desse choque nos preços. A pesquisa mostra ainda que a previsão para o dólar foi mantida em R$ 2,00 para o final de 2012 e de 2013. (AE)
mercado voltou a reduzir a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) do País em 2012, como apontou o relatório Focus, do Banco Central (BC). A queda, segundo o relatório, foi influenciada pelo desempenho negativo da indústria nacional, que sofre os impactos da crise global. Consequentemente, a salvação para a economia brasileira volta a depender do desempenho do mercado doméstico, que, longe de ter força para salvar o PIB deste ano, ao menos oferece indícios de que pode conter sua desaceleração. Alguns dados dos últimos meses dão a impressão de que a economia doméstica ganhou fôlego novo. Como exemplo, as vendas no varejo no mês de junho, medidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cresceram 1,5% na comparação com o mês anterior, resultado que surpreendeu o mercado, visto que entre janeiro e maio as vendas medidas pelo instituto acumularam alta de apenas 2,3%. Na comparação com junho de 2011, a alta foi de 9,5%. Os dados de venda medidos pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) também captaram a variação fora do padrão para este ano no mês de junho. A média das vendas à vista e a prazo no mês apresentou alta de 5,4% na comparação com junho do ano passado. O resultado do mês ficou acima da média do primeiro semestre. Consumo – Reflexos do aquecimento do consumo interno em junho aparecem no IBC-Br, índice do Banco Central considerado uma prévia mensal do PIB. Em junho, o IBC-Br apontou crescimento de 0,75% na comparação com maio, a maior alta desde março de 2011. É também uma elevação parecida com a acumulada entre janeiro e junho deste ano, que foi de 0,87%. Para Emilio Alfieri, economista da ACSP, o IBCBr de junho ajudou a puxar para cima o índice no segundo trimestre, período no qual acumulou 0,68% de crescimento. De acordo com o economista, se o índice, como é esperado, antecipar o PIB oficial de junho e do segundo trimestre, haverá indícios mais concretos de que o ritmo de desaceleração da economia está reduzindo. "O ano está perdido. Não repetiremos o resultado de 2011, quando a alta do PIB foi de 2,7%. Mas há sinais que apontam redução da queda da economia a partir de junho", disse Alfieri. Caso o PIB do segundo trimestre se mantenha em 0,68%, ele ainda será 0,12 ponto percentual inferior ao PIB do primeiro trimestre, que ficou em 0,8%. Mas a queda seria bem menor do que as observadas nos trimestres anteriores. Por exemplo, comparado ao quarto trimestre de 2011, o primeiro trimestre de 2012 registrou queda de 0,6 ponto percentual. O segundo trimestre de 2011, quando comparado ao primeiro semestre daquele ano, registra queda de 0,9 ponto percentual. Segundo Alfieri, a melhora do mercado interno observada nos últimos meses, entre outros fatores, é efeito dos incentivos fiscais, como a desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre alguns bens, como linha branca e automóveis. "Os dados ficam mais fortes em junho porque aquele mês seria o último em que a desoneração valeria. Então, os consumidores correram para aproveitar o benefício. Com a prorrogação da desoneração, podemos esperar resultados semelhantes", disse Alfieri, que projeta para 2012 um PIB entre 1,5% e 2%.
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19 A desoneração de componentes para móveis demorou demais. José Luiz Fernandes, presidente da Abima
conomia Antonio Cruz/ABr
Um impulso de R$ 500 mi para a TI no Brasil Governo Federal anuncia investimentos de R$ 486 milhões para incentivar a indústria de tecnologia, a formação de startups e o crescimento do mercado de software no Brasil.
C
hamado "TI Maior", o plano desenvolvido pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) terá R$ 486 milhões de investimentos nos próximos quatro anos. O objetivo é dobrar a receita anual do mercado de TI do Brasil, hoje em cerca de US$ 100 bilhões, até o ano de 2022. Com isso, as exportações, atualmente, na casa dos US$ 2,4 bilhões, devem saltar para cerca de US$ 20 bilhões. Hoje, o Brasil é o sétimo maior mercado de Tecnologia da Informação (TI). A meta do plano é saltar para quinto. Os investimentos vão ser divididos em 15 áreas: aeroespacial, supercomputação, mobilidade, defesa cibernética, computação em nuvem, petróleo e gás, saúde, educação, energia, agricultura, finanças, mineração, eventos esportivos e software livre. Startups – Serão investidos no total de R$ 40 milhões em
startups de software e serviços, sendo 25% de startups internacionais localizados no Brasil. O objetivo é acelerar o desenvolvimento de 150 jovens empresas de tecnologia até 2014. Dessa forma, jovens empreendedores poderão recorrer ao investimento público para financiar suas ideias. Para otimizar o desenvolvimento das startups, o governo vai criar aceleradoras, com técnicos que darão assistência às startups nas áreas jurídicas, administrativa e de marketing, além de promover o contato com outros investidores e com pesquisadores. “Sem software, não há inovação. O programa visa valorizar essa ferramenta que tem uma virtude universal”, disse o ministro de Ciência e Tecnologia, Marco Antonio Raupp. Certificação – Outro ponto do plano é o Certics (Certificação de Tecnologia Nacional de Software e Serviços). Por meio
Sem software, não há inovação. O programa visa valorizar essa ferramenta que tem virtude universal. MARCO ANTONIO RAUPP, MINISTRO DE TECNOLOGIA
dele, empresas certificadas terão preferência de compra em produtos e serviços junto ao governo. Para serem certificadas, as empresas terão de atender requisitos de implantação tecnológica, inovação e capacidade de atendimento. E para promover a exportação dos serviços, o governo pretende criar pontos de presença internacionais em mercados-chaves, como Estados Unidos, China, Ásia e África. Os postos serão responsáveis
por estabelecer conexões de networking, suporte, inteligência de mercado, promoção comercial etc. Áreas – Além disso, serão estabelecidos diferentes planos de investimentos, que variam entre R$ 12 milhões e R$ 55 milhões para 12 ecossistemas considerados estratégicos: educação, defesa e segurança cibernéticas, saúde, petróleo e gás, energia, aeroespacial, grandes eventos esportivos, agricultura e meio ambiente, finanças, telecomunicações, mineração e tecnologias estratégicas. O governo irá destinar também R$ 15 milhões para a instalação de quatro centros internacionais de pesquisa e desenvolvimento na área de software e TI. O objetivo é atrair para o País as atividades-chave e intensivas em tecnologia dos processos de desenvolvimento de software e serviços de TI, tidos como de "classe mundial".
Mercado – Em 2011, o faturamento do setor de TI, exceto Telecomunicações, cresceu 11,3% em relação a 2010 e atingiu a marca de US$ 100 bilhões, respondendo por 4,4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Para 2020, estima-se um mercado global de TI na ordem de US$ 3 trilhões, dos quais US$ 900 bilhões serão dessas tecnologias, sendo o Brasil um candidato competitivo a produzi-las. Para o mercado brasileiro, estima-se um montante de US$ 200 bilhões, com 10% desse valor relativo às exportações. O governo planeja que o setor empregue 900 mil pessoas até 2015. Há atualmente 8.520 empresas dedicadas ao desenvolvimento, produção e distribuição de software e à prestação de serviços. Cerca de 94% delas trabalham com desenvolvimento e produção de software e são de micro e pequeno porte. (ABr)
Ministro Marco Antonio Raupp: 94% das empresas dedicadas a desenvolver, produzir e distribuir softwares são micro e pequenas.
Nacho Doce/ Reuters
Consórcios crescem 5,8%
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Consumidor não deve encontrar preços mais baixos nas lojas porque o prazo de validade do decreto é curto
IPI zero para fabricantes de móveis
O
governo reduziu a zero as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incidentes sobre painéis de madeira, laminados de alta resistência e PVC para a produção de móveis. A medida beneficiando o setor moveleiro vale até 30 de setembro de 2012 e o decreto foi publicado no Diário Oficial da União de ontem. Alguns produtos tinham alíquota de 15% e outros de 5% na cadeia moveleira.
A Receita Federal informou que os itens foram incluídos no benefício a pedido dos próprios fabricantes. A última prorrogação de benefícios fiscais para o setor ocorreu em 29 de junho passado. Mas esses produtos não tinham sido contemplados. A renúncia de receita com o decreto é estimada em R$ 116,12 milhões. O presidente da Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário (Abima), José Luiz Fernandes, lembra que o
governo incluiu essas desonerações no decreto, mas manteve o mesmo prazo dado às desonerações anteriores. "A medida demorou demais e a data de validade não foi alterada. A desoneração privilegia apenas alguns componentes de produção de guardaroupas, sofás, cozinhas, entre outros produtos, mas não todos. Por esta razão, acho difícil que o consumidor encontre preços mais baixos nas lojas. (Agências)
volume de negócios do sistema de consórcio entre janeiro e junho deste ano superou os R$ 38,1 bilhões. O valor é 5,8% maior que os R$ 36 bilhões do primeiro semestre de 2011, segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac). O número de participantes ativos também aumentou para 4,99 milhões em julho de 4,93 milhões em maio. As novas adesões subiram 1,5% em relação ao primeiro semestre de 2011: de 1,216 milhão para 1,234 milhão no primeiro semestre deste ano. As contemplações foram de 600,9 mil de janeiro a junho deste ano, 14,2% a mais que as 526,1 mil do mesmo período de 2011. Veículos – A quantidade de participantes de consórcios de veículos automotores cresceu 13,9% em junho deste ano para 4,25 milhões se comparada aos 3,73 milhões de igual mês do ano passado. No primeiro semestre, as contemplações foram de 551,1 mil, 16,3% a mais que em igual período do ano passado, quando foram 473,8 mil. Já a venda de novas cotas para consórcios de imóveis teve retração de 3,5% no primeiro semestre deste ano, para 97,9 mil em relação a igual período do ano passado. O nú-
mero de participantes nessa categoria de consórcios aumentou 9,5% em junho deste ano, chegando a 657 mil, ante 600 mil em junho de 2011. Já o tíquete médio (valor médio da cota no mês) teve retração de 2,2%. Em junho foi de R$ 101,5 mil e no mesmo mês de 2011 foi de R$ 103,8 mil. No setor de eletrônicos foi verificada uma retração de 22,7% na quantidade de participantes . Em junho deste ano foram 63,5 mil consorciados
comparados aos 82,2 mil de igual mês do ano passado. O tíquete médio cresceu de R$ 4,1 mil em junho de 2011 para R$ 5 mil em junho deste ano, um aumento de 22%. A Abac informou ainda que a procura por consórcios na categoria de serviços, o que inclui plásticas e planos estéticos, cresceu 26,9% no primeiro semestre deste ano. Foram 6.425 novas cotas vendidas, frente a 5.064 em igual período do ano passado. (AE)
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O mercado construiu essa crise que vivemos por falta de regulação José Lopez Feijó, assessor especial da Presidência da República
conomia
Entraves para o Brasil crescer FecomercioSP organiza o Fórum "Competitividade – O Calcanhar de Aquiles do Brasil: Fragilidade e Superação", com empresários, economistas e juristas. Fátima Lourenço
A
produtividade no Brasil não caminha e, quando isso acontece, as empresas são obrigadas a tender pelo lucro. Ou não investem e aí comprometem o futuro. A afirmação, foi feita pelo presidente do Conselho de Emprego e Relações do Trabalho (CERT) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), José Pastore. As soluções para ter mais produtividade, segundo ele, passam por questões como a desoneração da folha de pagamento, a redução de impostos e a relação empresa-escola. Os efeitos, no entanto, demorariam cerca de 20 anos para aparecer se estas questões fossem resolvidas hoje. O CERT discutiu, na manhã de ontem, durante o Fórum "Competitividade – O Calcanhar de Aquiles do Brasil: Fragilidade e Superação", realizado na sede da FecomercioSP, na capital paulista, os principais "constrangimentos" institucionais, econômicos e educacionais que se enfrentam atualmente no País. "Não cabe ao poder Judiciário ser poder Legislativo. Isso traz insegurança jurídica muito grande", comentou o jurista e um dos expositores, Ives Gandra da Silva Martins. "Hoje, os próprios juízes de primeira instância tendem a ter uma visão anti-empresarial", afirmou Gandra também mencionou o que considera a "exclusão dos incluídos", ao se referir ao projeto de lei que isentaria do vestibular os alunos que estudaram em escolas públicas. Ele criticou a "falta de sanção" para greves do setor público e um Estado "todo poderoso". Contrapontos – "O mercado construiu essa crise que vivemos por falta de regulação", contrapôs o assessor especial
do Ministro Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, José Lopez Feijó. O O País, argumentou, prima pela desigualdade social. "As políticas de inclusão são absolutamente bem-vindas", disse. A inclusão social, acrescentou Feijó, criou um mercado de mais de 40 milhões de pessoas, em que todos se beneficiam. Ele defendeu, no entanto, ser favorável a uma reforma política e disse que para haver mudanças (nos modelos de negociação entre patrões e empregados), os dois lados devem estar dispostos a aceitar mudanças. Pastore informou que o CERT elabora um estudo específico sobre "negociar com mais liberdade". Ele revelou, entretanto, que há dúvidas sobre se o Judiciário respeitará o
No momento a massa salarial continua vigorosa. A demanda interna garante um bom quadro de emprego até o final do ano. JOSÉ PASTORE, ECONOMISTA que as partes negociarem fora da lei, temendo pelo passivo trabalhista que pode advir desses possíveis acordos. Desindustrialização – O professor da PUC-SP e conselheiro do CERT, Antonio Corrêa de Lacerda, vê um risco grave de desindustrialização. Ele mostrou números indicando que a competitividade da indústria
titativa. Temos que suprir a demanda adequada. Talvez não seja só um problema de educação, mas um problema de articulação da União, estados e municípios", opinou. "O Brasil criou o SUS (Sistema Único de Saúde), mas não o SUE (o equivalente na educação). O problema é termos uma escola de pobres para pobres", provocou Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Dieese, no painel sobre edução. Há, comentou, jovens que nunca são chamados para uma seleção de emprego, pela desvalorização do diploma que possuem. "A sociedade deveria construir um acordo para melhorar a educação", sintetizou. Conclusão – "É um longo debate", concluiu Pastore. Segundo sua análise, no horizon-
local de transformação, de 14,6% (em relação ao Produto Interno Bruto – PIB) está em posição inferior à dos concorrentes Índia, Coreia do Sul e China – respectivamente de 15,6%; 27,9%, e 33,9%. "Há problemas no ambiente de negócio, como custo Brasil, carga tributária; na infraestrutura, "gargalos que também são oportunidade em momentos de crise"; na educação, mão de obra, por exemplo, e inovação. "O desafio enorme é expandir o investimento", afirmou. Lacerda mencionou o mapeamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) sobre a intenção de investir das empresas, da ordem de 30% a mais nos próximos três anos, na comparação com 2009/10. Mário Bernardini, do Conselho Superior de Economia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp),
Há problemas em infraestrutura, educação e inovação. O desafio enorme é expandir o investimento. ANTONIO CORRÊA DE LACERDA, ECONOMISTA
lembrou desvantagens que fazem os produtos brasileiros de 50% a 70% mais caros que similares vendidos em países
desenvolvidos e 12,5% vezes mais caros que os da China (fabricados com igual tecnologia e projeto). "Aí, qualquer crescimento de consumo será igual a importação", disse. Ele destacou como essencial a compensação da defasagem cambial e do custo Brasil. Educação – "Se conseguistes definir o que tem de educação em um produto, poderias sensibilizar a sociedade. Há uma dificuldade em medir isso", comentou Paulo Delgado, consultor legislativo da FecomercioSP. No Japão, mencionou, a discussão está mais avançada, já está em pauta a perda da criatividade da criança japonesa. "Em tecnologia da informação há carência de mão de obra da ordem de 30 mil profissionais", informou Edmundo de Oliveira, diretor de Relações Institucionais da Brasscom e também conselheiro do CERT . "Não é só uma demanda quan-
Não cabe ao poder Judiciário ser poder Legislativo. Isso traz uma insegurança jurídica grande. IVES GANDRA MARTINS, JURISTA te mais imediato, a reversão da capacidade de a indústria investir poderia desencadear problemas de emprego em meados de 2013. No momento, ponderou, a massa salarial continua vigorosa, com nível de emprego alto. "A demanda interna garante um bom quadro de emprego até o final do ano".
Confiança da indústria sobe 1,5% em agosto Depois de duas quedas seguidas, o resultado ficou no maior patamar desde julho de 2011, segundo FGV.
O
Newton Santos/ Hype
Índice de Confiança bens duráveis, especialda Indústria (ICI) apumente o de automóveis, mas rado na prévia da não reflete uma melhora de Sondagem da Indústria de ânimo disseminada. agosto apontou um aumento De acordo com o superinde 1,5% ante julho, atingindo tendente adjunto de Ciclos 104,2 pontos. Os dados foEconômicos da Fundação ram divulgados ontem pela Getúlio Vargas (FGV), Aloisio Fundação Getúlio Vargas Campelo, a melhora nesse (FGV). Depois de duas quesetor é resultado dos estímudas seguidas, o resultado filos dados ao consumo pelo cou no maior patamar desde governo. julho de 2011, embora ainda "É o setor automotivo, continue inferior à média reprincipalmente, que está na cente, de 105,5 pontos. raiz disso. Os bens duráveis A prévia de agosto mostra estão com influência grande que o Índice da Situação (no resultado) . Com a colocaAlta do otimismo foi puxada pelo segmento de bens duráveis (carros) Atual (ISA) avançou 3,1%, ção dos estoques no mercaatingindo 105,8 pontos, o do esse segmento já tem Nuci – O Nível de Utilização da Capacimaior nível desde julho de 2011. Já o Ínuma perspectiva de voltar a produzir dade Instalada (Nuci) atingiu 84% em dice de Expectativas (IE) ficou praticamais aceleradamente", avalia. Segundo agosto, ante 83,7% registrados em jumente estável, ao recuar 0,2%, para ele, também houve melhora no setor de lho, de acordo com a prévia da Sonda102,6 pontos. eletroeletrônicos, porém um pouco megem da Indústria nos expressiva. de agosto. O resulO avanço da confiança se concentrou tado supera a méfortemente na dia dos últimos avaliação socinco anos, de bre a situação 83,7%. atual. A prévia dos rePara Campesultados da Sonlo, depois de por cento foi o dagem da Indúsum segundo tria de agosto trimestre de pico do Nível abrange a consulprojeções de de Utilização ta a 801 empresas retomada da da Capacidade entre os dias 2 e 15 demanda frusdeste mês. O retradas, os emInstalada da sultado final da presários agoindústria. pesquisa para ra estão mais agosto é previsto cautelosos em para ser divulgado suas expectativas . Segundo ele, a prévia no próximo dia 27. de agosto traz sinais de recuperação em Automóveis – A bens de capital, apoiada no segmento de alta do otimismo ônibus e caminhões. Campelo ressalta, apontada na préporém, que a situação ainda é ruim para via da Sondagem esse setor. "Isso se dá muito mais por esda Indústria de se segmento, composto por bens de caagosto foi puxada pital não da indústria, mas do setor de pelo segmento de serviços de transporte", afirmou. (AE)
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ECONOMIA/LEGAIS - 21 As operações de crédito e repasse da BNDES cresceram 14,4% no primeiro semestre, somando R$ 4 bilhões.
conomia
Lucro do BNDES O cai 48% no semestre, para R$ 2,7 bilhões.
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fechou o primeiro semestre com um lucro de R$ 2,7 bilhões. A cifra é 48% inferior à registrada em igual período do ano passado, quando a instituição lucrou R$ 5,3 bilhões. A queda no resultado teve como pano de fundo a crise financeira internacional, que afetou o desempenho das companhias e, por tabela, ge-
rou instabilidade no mercado acionário. No primeiro semestre, o segmento de renda variável registrou uma retração de 67,5% frente ao primeiro semestre do ano passado, totalizando R$ 2,5 bilhões. "O desempenho do mercado acionário fez com que o segmento de renda variável obtivesse um resultado inferior ao dos últimos anos", avaliou o diretor da Área de Mercado de Capitais do BNDES, Julio
INDUSTRIAL BATTERY HOLDINGS S/A
Notas
Controladora 2012 2010
Consolidado 2012 2010
3 4 5 6
98.130 – – 2.093 – 100.223
45.563 – – 1.130 – 46.693
688.406 14.708.364 13.374.902 5.988.349 8.177 34.768.197
1.022.739 12.515.953 5.826.783 2.677.420 734.229 22.777.124
7
107.124 – – 16.882.049 – 5.059 16.994.232
127.946 – – 5.145.211 – 6.264 5.279.421
– 1.052.597 – – 3.837.682 97.306 4.987.585
63.242 324.424 128.958 – 3.503.830 6.264 4.026.718
8 9 9
PASSIVO e PATRIMÔNIO LÍQUIDO Notas Passivo Circulante Fornecedores Empréstimos e financiamentos Obrigações fiscais e trabalhistas Adiantamentos de clientes Provisões Outras obrigações Total do Passivo Circulante Passivo Não Circulante Empréstimos e financiamentos Impostos diferidos Provisões Total do passivo não circulante Patrimônio Líquido Capital social Reserva Prejuízos acumulados Ajuste de Avaliação Patrimonial
10 11
12
nho com equivalência patrimonial diminuiu 126,1% no mesmo período. Já o segmento de renda fixa contribuiu positivamente para o resultado. As operações de crédito e repasse cresceram 14,4% no primeiro sem e s t r e , s o m a n d o R $ 4 b ilhões. Em nota, o banco ressalta que o resultado foi positivo apesar de a queda de taxas promovida nas linhas de financiamento do BNDES. (AE)
DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE MARÇO DE 2012 E 31 DE DEZEMBRO DE 2010 – (Em Reais)
CNPJ nº 05.467.215/0001-30 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS BALANÇO PATRIMONIAL DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE MARÇO DE 2012 E 31 DE DEZEMBRO DE 2010 – (Em Reais) ATIVO Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Contas a Receber Estoques Impostos a recuperar Outros créditos Total do ativo circulante Ativo não circulante Realizável a Longo Prazo Partes Relacionadas Impostos Diferidos Outros Créditos Investimentos Imobilizado Intangível Total do ativo não circulante
Raimundo. O executivo, porém, acredita que o fato de o banco ter uma carteira robusta irá proporcionar melhores resultados para o BNDES no longo prazo. "Nossa perspectiva é que esses resultados continuem positivos", disse. O balanço mostrou que o resultado com a venda das participações societárias caiu 51% em relação ao apurado no primeiro semestre de 2011, enquanto o desempe-
Controladora 2012 2010 – – 28 – – 3.946 3.974
– – 49 – – 3.946 3.995
– – – –
– – – –
Consolidado 2012 2010 8.968.653 6.823.238 8.144.419 10.654.604 1.714.745 1.639.390 110.910 895.858 719.054 662.453 66.181 19.209 19.723.961 20.694.752 459.678 147.944 1.600.580 2.208.202
567.833 215.192 – 783.025
Controladora 2012 2010 Receita líquida de vendas e serviços – – Custo dos produtos vendidos – – Lucro Bruto – – Receitas/(despesas) Operacionais: Despesas gerais e administrativas (60.755) (27.807) Equivalência Patrimonial (3.089.969) (2.433.911) Res. antes das des. e receitas financeiras (3.150.725) (2.461.718) Despesas financeiras (35.586) (245) Receitas Financeiras 5.229 3.450 Resultado antes das provisões tributárias (3.181.082) (2.458.513) IR e contribuição social diferidos – – IR e contribuição social correntes – – Res. líq. antes da partic. de não controladores (3.181.082) (2.458.513) Participação de não controladores – – Prejuízo líquido do exercício (3.181.082) (2.458.513) Prejuízo por ação (2,54) (4,95)
(19.115.149) – (1.159.501) (7.217.601) 3.929.621 (4.447.481) – (801.014) (5.248.495) 2.067.413 (3.181.082) (2,54)
(9.916.578) – (1.271.953) (2.970.774) 1.681.357 (2.561.370) 226.399 (124.435) (2.459.406) 893 (2.458.513) (4,95)
25.076.480 9.934.460 25.076.480 9.934.460 DEMONSTRAÇÕES DO FLUXO DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS 287.164 417.728 287.164 417.728 FINDOS EM 31 DE MARÇO DE 2012 E 31 DE DEZEMBRO DE 2010 - (Em Reais) (6.716.721) (3.666.209) (6.716.721) (3.666.209) Controladora Consolidado (1.556.443) (1.363.860) (1.556.443) (1.363.860) 2012 2010 2012 17.090.480 5.322.119 17.090.480 5.322.119 Participação de não controladores – – 733.138 3.946 Das Atividades Operacionais (3.181.082) (2.458.513) (3.181.082) Total do Patrimônio Líquido 17.090.480 5.322.119 17.823.618 5.326.065 Lucro líquido do exercício Total do Ativo 17.094.455 5.326.114 39.755.782 26.803.842 Total do Passivo 17.094.455 5.326.114 39.755.782 26.803.842 Ajustes ao Lucro Líquido Depreciações e amortizações 1.205 963 214.939 DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE MARÇO DE 2012 E 31 DE DEZEMBRO DE 2010 – (Em Reais) Equivalencia patrimonial/Ajuste avaliação patrimonial 2.897.386 2.433.911 – Recebimento de lucros e dividendos de subsidiárias – 59.989 – Adto p/aumento Reserva de capital – Lucros Ajuste Avaliação Participação de Reconhecimento de AAP 20.821 – – Capital social capital reavaliação acumulados patrimonial não controladores Total Saldos em 31 de Dezembro de 2009 9.934.460 1 522.100 (1.313.914) (1.041.478) – 8.101.169 Decréscimo (acréscimo) em ativos Contas a Receber – – (2.192.411) Ajuste de exercícios anteriores – – – 1.845 – – 1.845 Estoques – – (7.548.119) Saldos em 01 de Dezembro de 2010 9.934.460 1 522.100 (1.312.069) (1.041.478) – 8.103.014 Impostos a recuperar (963) (350) (3.310.929) Constituição de participações de minoritários – – – – – 3.946 3.946 Outros créditos – – 726.688 Reavaliação de reservas de reavaliação – – (104.373) 104.373 – – – (Decréscimo) acréscimo em passivos Ajuste de avaliação patrimonial – – – – (322.382) – (322.382) Fornecedores – – 2.145.415 Prejuízo líquido do exercício – – – (2.458.513) – – (2.458.513) Obrigações fiscais e trabalhistas 49 – 75.355 Saldos em 31 de Dezembro de 2010 9.934.460 1 417.727 (3.666.209) (1.363.860) 3.946 5.326.065 Adiantamentos de clientes – – (784.948) Provisões – 3.970 1.657.181 Integralização de Capital 15.142.020 7 – – – – 15.142.027 Outras obrigações – – 46.972 Participação de minoritários em controladas – – – – – 729.192 729.192 Impostos Diferidos – – (67.248) Reavaliação de reservas de reavaliação – – (130.571) 130.571 – – – (262.582) 39.969 (12.218.187) Ajuste de avaliação patrimonial – – – – (192.583) – (192.583) Disponibilidades Líq. Geradas pela Atividade Operacional Prejuízo líquido do exercício – – – (3.181.082) – – (3.181.082) Das Atividades de Investimento Acréscimo do imobilizado e Intangível – – (639.833) Saldos em 31 de Março de 2012 25.076.480 8 287.156 (6.716.721) (1.556.443) 733.138 17.823.618 Acréscimo de investimentos (14.826.878) (76.131) – Disponibilidades Líq. Geradas pela Ativ. de Investimento (14.826.878) (76.131) (639.833) NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS EM 31 DE MARÇO DE 2012 E 31 DE DEZEMBRO DE 2010 – (Em Reais) Das Atividades de Financiamento 1. Contexto Operacional: A Industrial Battery Holdings S/A. (“Companhia”) foi constituída em financiamentos, assim como contas a pagar e outras dívidas. Os instrumentos financeiros que Com terceiros 02 de dezembro de 2002 e tem como objeto social às seguintes atividades: (i) a produção, im- não sejam reconhecidos pelo valor justo por meio de resultado, são acrescidos de quaisquer Captação (pagamento) de empréstimos e financiamentos – – (2.618.341) por tação e expor tação de baterias industriais em geral; (ii) assessoria comercial e custos e transação diretamente atribuíveis. Posteriormente ao reconhecimento inicial, os instru- Com acionistas administrativa; (iii) administração, comercialização e licenciamento de direitos de propriedade mentos financeiros são mensurados conforme descrito a seguir: (i) Instrumentos financeiros Integralização de capital 15.142.027 – 15.142.027 intelectual de terceiros, incluindo, mas não se limitando a, tecnologia (know-how), patentes, ao valor justo por meio do resultado - Um instrumento é classificado pelo valor justo por meio Contas a receber de partes relacionadas – 71.785 – marcas, direitos autorais e programas de computador (software); (iv) intermediação comercial de resultado se for mantido para negociação, ou seja, designado como tal quando do reconhe- Disponibilidades Líq. Geradas pela Ativ. de Financiamento 15.142.027 71.785 12.523.687 por conta própria ou de terceiros; e participação em outras sociedades como quotista ou acio- cimento inicial. Os instrumentos financeiros são designados pelo valor justo por meio de Variação Líquida das Disponibilidades 52.567 35.623 (334.333) nista. 1.1. Estruturação societária: Em 30 de outubro de 2009, os sócios quotistas decidem resultado se a Companhia gerencia esses investimentos e toma decisões de compra e venda Disponibilidades transformar a Companhia de sociedade empresária limitada para sociedade anônima fechada, com base em seu valor justo de acordo com a estratégia de investimento e gerenciamento de No início do exercício 45.563 9.940 1.022.739 onde passa a girar sob a denominação social de Industrial Battery Holdings S/A. 2. Apresenta- risco documentado pela Companhia. Após reconhecimento inicial, custos de transação atribuíveis No fim do exercício 98.130 45.563 688.406 ção das demonstrações contábeis e principais práticas contábeis: 2.1. Base de são reconhecidos nos resultados quando incorridos. Instrumentos financeiros ao valor justo por Aumento das disponibilidades 52.567 35.623 (334.333) apresentação: As presentes demonstrações financeiras foram aprovadas pela administração da meio do resultado são medidos pelo valor justo e suas flutuações são reconhecidas no resultaCompanhia em 11 de Junho de 2012. As demonstrações financeiras para o exercício de 31 de do. (ii) Empréstimos e recebíveis - Os empréstimos e recebíveis são mensurados pelo custo 5. Estoques: março de 2012 foram elaboradas e são apresentadas de acordo com as orientações contidas na amortizado por meio de utilização do método da taxa efetiva de juros, reduzidos por eventuais Representados por: Resolução CFC n° 1.319/10 (NBC TG , que permitiu, para o exercício de implementação da nova reduções no valor recuperável. 2.2.15. Resultado abrangente: A Companhia não possui resul- Descrição Consolidado forma contábil findo em 31 de dezembro de 2010, a não elaboração e divulgação dos ajustes tados abrangentes, razão pela qual não está apresentada a demonstração relativa a este 2012 2010 resultado. 2.2.16. Lucro/Prejuízo por ação: O lucro/prejuízo por ação é calculado considerandoretrospectivos requeridos pela NBC TG 1.000. Dessa forma, os valores em 31 de dezembro de Produtos acabados 7.871.800 2.822.079 2009 permaneceram com os valores conforme as normas contábeis anteriores à vigência da -se o número de ações integralizadas nas datas de encerramento do exercício. 2.2.17. Matéria-prima 2.520.921 2.212.545 NBC TG 1.000 – Contabilidade para pequenas e medias empresas, levando à não apresentação Conversão da moeda estrangeira: O critério para conversão dos saldos ativos e passivos das Produtos em processo 1.524.383 459.899 da Demonstração de Fluxo de Caixa Consolidado referente a 31 de dezembro de 2010. Assim, operações em moeda estrangeira, exceto investimentos, consiste na conversão para moeda Mercadorias para revenda 21.191 15.453 a Administração da Companhia declara, de forma explícita e sem reservas, a conformidade à nacional (R$) à taxa de câmbio vigente na data da transação e os encerramentos das demons- Importação em Andamento 1.453.392 556.875 NBC TG 1.000 – Contabilidade para pequenas e médias empresas, ressalvada a Demonstração trações financeiras. Os ganhos e perdas resultantes da atualização desses ativos e passivos (-) Provisão p/ perdas e obsolescência (29.925) (56.105) de Fluxo de Caixa Consolidado comparativo. A moeda funcional da Companhia é o real, mesma verificados entre a taxa de câmbio vigente na data da transação e os encerramentos dos perío- Outros 13.140 (183.963) moeda de preparação e apresentação das demonstrações financeiras. 2.2. Sumário das prin- dos são reconhecidos como receitas ou despesas financeiras no resultado. a) Moeda Funcional Total 13.374.902 5.826.783 cipais práticas contábeis: 2.2.1. Apuração do resultado – Reconhecimento de receitas – O – As demonstrações financeiras consolidadas são apresentadas em Reais (R$), que é a moeda 6. Impostos a recuperar: resultado das operações é apurado de acordo com o princípio da competência de exercícios. A funcional da controladora e da sua controlada localizada no Brasil. A moeda funcional da con- Representados por: receita da venda de produtos é reconhecida no resultado quando seu valor pode ser mensurado trolada no exterior é determinada com base no ambiente econômico principal em que ela opera, Controladora Consolidado de forma confiável, todos os riscos e benefícios inerentes ao produto são transferidos ao com- sendo que quando a moeda for diferente da moeda funcional de apresentação das demonstrações Descrição 2012 2010 2012 prador, a Companhia não detém mais controle ou responsabilidade sobre mercadoria vendida e financeiras, essas são convertidas para Real (R$) na data do fechamento. b) Transações e ICMS a compensar – – 3.426.119 é provável que os benefícios econômicos sejam gerados em favor da Companhia. Uma receita saldos – As transações em moeda estrangeira são inicialmente registradas à taxa de câmbio da PIS e COFINS a recuperar – – 441.429 não é reconhecida se há uma incerteza significativa da sua realização. Reconhecimento de moeda funcional em vigor na data de transação. Os ativos e passivos monetários denominados Impostos sobre Valor Agregado (AR) – – 1.234.083 custos e despesas. Os custos e as despesas são apurados e reconhecidos em conformidade em moeda estrangeira são convertidos à taxa de câmbio da moeda funcional em vigor na data Imposto sobre ingressos brutos (AR) – – 432.917 com o regime contábil de competência dos exercícios, ou seja, quando incorridos. 2.2.2. Julga- do balanço. Todas as diferenças são registradas na demonstração do resultado. Itens não mo- Outros 2.093 1.130 453.802 mentos, estimativas e premissas contábeis significativas – Julgamentos – A preparação netários mensurados com base no custo histórico em moeda estrangeira são convertidos Total 2.093 1.130 5.988.349 das demonstrações financeiras da Companhia requer que a Administração faça julgamentos e utilizando a taxa de câmbio em vigor nas datas das transações iniciais. Itens não monetários Referem-se principalmente a impostos recuperáveis sobre as compras de produtos, mercadorias e estimativas e adote premissas que afetam os valores apresentados de receitas, despesas, ativos mensurados ao valor justo em moeda estrangeira são convertidos utilizando as taxas de câmbio ativo imobilizado, passíveis de recuperação por meio de compensação. 7. Partes relacionadas: Foram e passivos, bem como as divulgações de passivos contingentes, na data-base das demonstrações em vigor na data em que o valor justo foi determinado. c) Conversão de balanços – Os ativos realizados empréstimos e adiantamento a partes relacionadas, os quais não possuem vencimento financeiras. Contudo, a incerteza relativa a estas premissas e estimativas poderia levar a resul- e passivos da controlada no exterior são convertidos para Reais pela taxa de câmbio na data do pré-definido. O débito com a controlada Industrial Battery Holding S/A está sujeito a encargos equitados que requeiram um ajuste significativo ao valor contábil do ativo ou passivo afetado em balanço, e as correspondentes demonstrações do resultado são convertidas pela taxa de câmbio valentes à remuneração das cadernetas de poupança. Os demais saldos com partes relacionadas períodos futuros. Estimativas e premissas – As principais premissas relativas a fontes de in- da data das transações. As diferenças cambiais resultantes da referida conversão são contabi- não estão sujeitos à atualização. Os saldos nas demonstrações contábeis são assim apresentados: certeza nas estimativas futuras e outras importantes fontes de incerteza em estimativas na data lizadas separadamente no patrimônio líquido. No momento da venda de uma controlada no Controladora Consolidado do balanço, envolvendo risco significativo de causar um ajuste significativo no valor contábil dos exterior, o valor diferido acumulado reconhecido no patrimônio líquido, referente a essa contro- Descrição 2012 2010 2012 ativos e passivos no próximo exercício financeiro são discutidos a seguir: Contingências – A lada na exterior, é reconhecido na demonstração do resultado. 2.2.18. Base de consolidação: EnerSystem Argentina S/a 107.124 127.946 – Companhia está sujeita, no curso normal dos nossos negócios, a investigações, auditorias, As demonstrações financeiras consolidadas são compostas pelas demonstrações financeiras da 8. Investimentos: 8.1. Composição dos Investimentos (controladora) processos judiciais e procedimentos administrativos em matéria cível, tributária, trabalhista, Companhia e suas controladas em 31 de março de 2012, apresentadas a seguir: Descrição 2012 2010 Patrimônio líquido (-) ambiental, societária e direito do consumidor, entre outras. A Companhia reconhece provisão Enersystem do Brasil Ltda (a) 8.413.377 1.420.604 Resultado do Resultado do Enersystem Argentina S/A (b) para causas cíveis e trabalhistas tendo por base a avaliação da probabilidade de perda para 8.468.672 3.724.607 Participação (%) exercício - R$ exercício - R$ Total cada caso, que inclui a avaliação das evidências disponíveis, a hierarquia das leis, as jurispru- Razão Social 16.882.049 5.145.211 dências disponíveis, as decisões mais recentes nos tribunais e sua relevância no ordenamento EnerSystem do Brasil Ltda. 99,99% 12.720.771 (4.306.553) a) A empresa controlada EnerSystem do Brasil Ltda. Foi constituída em 19 de julho de 2002 e jurídico, bem como a avaliação dos advogados externos. As provisões são revisadas e ajustadas EnerSystem Argentina S/A 74,30% 10.050.480 1.364.300 tem como principal atividade a importação, exportação, industrialização, distribuição e comerciapara levar em conta alterações nas circunstâncias como prazo de prescrição aplicável, conclusões Total 22.771.251 (2.942.253) lização de baterias industriais e seus componentes e acessórios. Em 28 de dezembro de 2009, de inspeções fiscais ou exposições adicionais identificadas como base em novos assuntos ou As demonstrações financeiras das controladas são elaboradas para o mesmo período de divulgação que adquiriu 100 quotas no valor total nominal de R$ 100,00 proveniente da saída do sócio Katsumasa decisões de tribunais. Dependendo do objeto das investigações, processos judiciais ou procedi- o da Companhia, utilizando políticas contábeis consistentes. Todos os saldos intragrupo, receitas e despe- Yonamine da investida EnerSystem do Brasil Ltda., elevando sua participação de 99,98% para mentos administrativos que seja movido contra a Companhia, poderemos ser adversamente sas e ganhos e perdas não realizados, oriundos de transações intragrupo, são eliminados por completo. 99,99% do capital. b) A EnerSystem Argentina S/A foi constituída em 06 de outubro de 1998 afetados, independente do respectivo resultado final. A Companhia é periodicamente fiscalizada 3. Caixa e equivalentes de caixa: e tem como atividade principal a produção e comercialização de baterias para uso industrial e por diferentes autoridades, incluindo fiscais, trabalhistas e previdenciárias. Não é possível gaControladora Consolidado seus componentes e acessórios. rantir que estas autoridades não autuarão a Companhias, nem que estas infrações não se Descrição 2012 2010 2012 2010 8.2. Investimentos na Enersystem do Brasil Ltda. converterão em processos administrativos e, posteriormente, em processos judiciais, tampouco Caixa e Bancos 11.695 176 601.970 977.352 2012 2010 o resultado final tanto dos eventuais processos administrativos ou judiciais. Valor depreciado Aplicações financeiras (i) 86.435 45.387 86.435 45.387 % - Participação 99,99 99,99 do Ativo Imobilizado – O ativo imobilizado vem sendo depreciado, às taxas definidas pela Total 98.130 45.563 688.405 1.022.739 Patrimônio líquido (-) Resultado ex. 12.720.771 1.420.746 Administração da Companhia com base na vida útil estimada dos ativos. Provisão para garan- (i) Estão representadas por aplicações em Certificados de Depósitos Bancários (CDBs), com remu- Resultado líquido do exercício (4.306.553) (2.548.834) tias – São fornecidas garantias limitadas pelo período de até dez anos cobrindo defeitos de neração equivalente a 98% do Certificado de Depósitos Interbancários (CDI) e realizadas junto a Investimentos (a) 11.300.000 1.420.604 fabricação, componentes e de mão de obras dos produtos comercializados. Uma provisão é instituições financeiras de primeira linha. Essas aplicações podem ser resgatadas a qualquer tempo Equivalência (4.306.122) (2.548.279) reconhecida para registrar as obrigações referentes aos pedidos que se espera receber para sem prejuízo da sua remuneração até a data do resgate. 4. Contas a receber: A composição do (a) Em 10 de janeiro de 2012, foi formalizada a 16° (décima sexta) alteração contratual alterando o conserto/troca de produtos em garantia vendidos. As premissas utilizadas para calcular a provi- contas a receber de clientes proveniente da consolidação em 31/03/2012 e 31/12/2010 pode ser capital social da empresa de R$ 1.000.000 (um milhão de reais) para R$ 12.300.000 (doze milhões são para garantias foram baseadas nos atuais níveis de vendas e informações disponíveis sobre assim apresentada: e trezentos mil reais) tendo a IBH uma participação total de R$ 12.299.900 (doze milhões duzentos e as devoluções ocorridas no período de garantia, de dois anos para todos os produtos vendidos. Descrição 2012 2010 noventa e nove e novecentos). 2.2.3. Caixa e equivalentes de caixa: Representadas por valores de liquidez imediata e com Mercado Interno 10.298.285 10.086.296 8.3. Investimentos na Enersystem Argentina S/A vencimento original de até 90 dias, apresentadas ao custo de aquisição, mais rendimentos in- Mercado Externo 4.707.169 2.573.560 2012 2010 corridos até as datas dos balanços, e ajustadas, quando aplicável, ao seu equivalente valor de Provisão para devedores duvidosos (PDD) (256.675) (117.516) % Participação 74,30 55,89 mercado, se inferior ao saldo contábil. 2.2.4. Contas a Receber: São representadas aos valo- Venda entrega futura (40.415) (26.387) Patrimônio líquido 10.050.480 6.664.174 res presente e de realização, sendo que as contas a receber de clientes no mercado externo são Total 1.364.300 204.631 14.708.364 12.515.953 Resultado líquido do exercício atualizadas com base nas taxas de câmbio vigentes na data das demonstrações financeiras. É A movimentação da provisão para devedores duvidosos proveniente da consolidação em 2012 e 2010 Investimentos (a) 3.728.800 3.724.607 constituída provisão em montante considerado suficiente pela Administração para os créditos está assim apresentada: Equivalência 1.217.258 114.368 cuja recuperação é considerada duvidosa. 2.2.5. Estoques: São registrados pelo custo médio Descrição 2012 2010 (a) Mediante ata de Assembleia dos Acionistas com data de 15 de dezembro de 2011 houve o aumento de de aquisição ou produção, ajustados, caso superior aos custos de reposição ou valor de merca- Saldo Inicial (117.516) (58.758) capital no valor de 8.550.000 (oito milhões quinhentos e cinquenta) pesos convertidos na data da contabilização do. São calculadas e registradas provisões para garantia de acordo com as estatísticas de Constituição da Provisão (139.159) (58.758) (taxa histórica) em R$ 3.728.800 (três milhões setecentos e vinte e oito mil e oitocentos reais). As demonssubstituições de baterias e placas controladas pela Administração. 2.2.6. Investimentos: a) Reversão da Provisão – – trações contábeis da controlada EnerSystem Argentina S/A (sediada na República Argentina), expressas Investimentos em Empresas nacionais – As participações permanentes em controladas são Saldo Final (256.675) (117.516) em pesos, foram convertidas para Reais pelo método da taxa corrente, sendo utilizada a taxa de câmbio em avaliadas pelo método de equivalência patrimonial. b) Investimentos em Sociedades residenvigor em 31 de março de 2012 – R$ 0,4164. Os valores apurados em março de 2012 de variação cambial tes no exterior – Apresentação das demonstrações contábeis: Enersystem Argentina S.A.: provenientes do saldo do patrimônio da investida foram registrado no patrimônio líquido da Companhia, em trata-se de uma controlada sediada na Argentina e que possui corpo gerencial próprio, bem como rubrica específica, totalizando o montante de perda cambial de R$ 219.185. (Em 31/12/2010, o ajuste de independência administrativa, financeira e operacional. Portanto, seus ativos, passivos e resul- 9. Imobilizado líquido variação cambial representava perda de R$ 1.363.860). tados são convertidos pelo seguinte método: (i) ativos e passivos convertidos pela taxa de Consolidado 2012 Consolidado 2010 fechamento; (ii) patrimônio líquido convertido pela taxa em vigor nas datas das transações; (iii) % Taxa depreciação Custos corrigidos Depreciação Residual Custos corrigidos Depreciação Residual receitas e despesas convertidas pela taxa média, desde que não tenham ocorrido flutuações Ferramentas 10 122.757 (95.385) 27.372 37.268 (31.149) 6.119 significativas do câmbio. Os efeitos de variação cambial são registrados na conta de ajuste de Máquinas e equipamentos 10 5.726.630 (2.981.047) 2.745.583 3.636.375 (739.812) 2.896.563 avaliação patrimonial no patrimônio líquido. Enersystem Chile Ltda.: trata-se de uma controla- (-) Redução ao valor recuperável – (30.229) – (30.229) (43.843) – (43.843) da sediada no Chile e que possui corpo gerencial próprio, bem como independência Móveis e utensílios 10 270.490 (194.341) 76.149 130.014 (70.255) 59.759 administrativa, financeira e operacional. Portanto, seus ativos, passivos e resultados são con- Instalações 10 213.258 (86.358) 126.900 166.822 (18.745) 148.077 vertidos pelo seguinte método: (i) ativos e passivos convertidos pela taxa de fechamento; (ii) Benfeitorias em imóveis de terceiros 4 217.949 (52.602) 165.346 171.179 (9.754) 161.077 patrimônio líquido convertido pela taxa em vigor nas datas das transações; (iii) receitas e des- Equipamentos de Informática 20 543.674 (182.960) 360.714 104.050 (59.426) 44.624 pesas convertidas pela taxa média, desde que não tenham ocorrido flutuações significativas de Veículos 20 – – – 120.755 (53.924) 66.831 câmbio. Os efeitos da variação cambial são registrados na conta de ajuste de avaliação patri- Outras Imobilizações Diversas 731.824 (365.978) 365.846 229.147 (64.872) 164.275 monial no patrimônio líquido. As informações supracitadas são consolidadas no balanço da Total 7.796.353 (3.958.672) 3.837.681 4.551.767 (1.047.937) 3.503.830 Enersystem Argentina S/A, que detém 99% de participação sobre investida. 2.2.7. Imobilizado: São registrados pelo custo de aquisição, ajustadas pelas depreciações. A depreciação é apura- a) Revisão da vida útil estimada em 2010 – Conforme estabelecido pelo CPC 27 – a Administração da Companhia revisou a vida útil estimada e o valor residual dos ativos no transcorrer de 2010, e conclui da pelo método linear, as taxas que levam em consideração a vida útil-econômica dos bens, que as taxas de depreciação e amortização utilizadas estão adequadas. Em 31 de março de 2012, a Empresa revisou novamente a vida útil estimada e concluiu que as taxas de depreciação e amortização mencionadas na Nota n° 9. O valor residual e vida útil dos ativos e os métodos de depreciação utilizadas estão adequadas. 757.101 ações ordinárias, nominativas com valor nominal de R$ 20,00 cada. b) Distribuição de dividendos são revistos no encerramento de cada exercício, e ajustados de forma prospectiva, quando for – Os acionistas terão direito a receber um dividendo mínimo obrigatório anual correspondente a 1% de lucro o caso. 2.2.8. Arrendamento mercantil: Os contratos de arrendamento mercantil financeiro são 10. Fornecedores líquido do exercício, deduzidas as reservas, legal e de contingências. Valor superior ao dividendo mínimo reconhecidos no ativo imobilizado e no passivo de empréstimos e financiamentos, pelo valor Representados por: obrigatório somente é provisionado na data em que é aprovado pela Assembléia de Acionistas ou pago, o justo do ativo, acrescidos, quando aplicável, dos custos iniciais incorridos na transação. São Consolidado Consolidado que ocorrer primeiro. O valor que estiver dentro da parcela equivalente ao dividendo mínimo obrigatório é depreciados pelo prazo de vida útil-econômica estimada dos bens. Os contratos de arrendamen- Fornecedores 2012 2010 registrado como passivo na rubrica “Dividendos e juros sobre capital próprio a pagar” por ser considerada to mercantil operacional são reconhecidos como despesa em uma base sistemática que Fornecedores Nacionais 3.550.531 3.539.020 como uma obrigação legal e prevista no Estatuto Social da Companhia, entretanto, a parcela dos dividendos represente o período em que o benefício sobre o ativo arrendado é obtido, mesmo que tais pa- Fornecedores Estrangeiros 4.402.762 2.504.496 superior ao dividendo mínimo obrigatório, declarada pela Administração após o período contábil a que se gamentos não sejam feitos nessa base. 2.2.9 Intangível: Ativos intangíveis adquiridos Importações em andamento 1.015.360 779.722 referem as demonstrações financeiras, mas antes da data de autorização para sua emissão, é registrada na separadamente são mensurados no reconhecimento inicial ao custo de aquisição e, posterior- Total 8.968.653 6.823.238 rubrica “Dividendo adicional proposto” no patrimônio líquido. c) Ajuste de avaliação patrimonial – Registra mente, deduzidos da amortização acumulada e perdas do valor recuperável, quando aplicável. 11. Empréstimos e Financiamentos o montante de variação cambial incorrida em 2011 e 2012 sobre investimento na controlada EnerSystem 2.2.10. Avaliação do valor recuperável de ativos (“impairment”): A Administração revisa Representado por: Argentina S.A., sediada na Argentina. 14. Instrumentos Financeiros: Os instrumentos financeiros correnanualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças Empréstimos e Financiamentos 2012 temente utilizados pela Companhia restringem-se às contas a receber e fornecedores, créditos e débitos nas circunstâncias econômicas operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração Curto Prazo 8.144.419 com partes relacionadas, empréstimos e financiamentos, todos em condições normais de mercado, cujos ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. 2.2.11. Imposto de renda e contribuição Longo Prazo 459.678 valores estimados de mercado são similares aos seus respectivos valores contábeis. Estes instrumentos social: São calculados com base nas alíquotas vigentes de imposto de renda (15% acrescida Total 8.604.096 são administrados por meio de estratégias operacionais, visando à liquidez, a rentabilidade e a minimização de adicional de 10%) e contribuição social sobre lucro líquido (9%) e consideram a compensação Os empréstimos para capital de giro estão sujeitos a juros que variam de 1,40% a 1,64% fixos ao mês, a de riscos. A Companhia não efetuou aplicações de caráter especulativo, em derivativos ou quaisquer outros de prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, para fins de determinação de exigi- serem pagos em 2012, garantidos por aval dos acionistas das empresas controladas. Os financiamentos, ativos de riscos. Instrumentos financeiros que potencialmente sujeitam a Companhia à concentração de risco bilidade. Portanto, as inclusões ao lucro contábil de despesas, temporariamente não dedutíveis, sujeitos a juros que variam de 1,26% a 1,55% fixos ao mês, foram obtidos principalmente para aquisição de crédito consistem, principalmente, em saldos de bancos, contas a receber e contratos de empréstimos ou exclusões de receitas, temporariamente não tributáveis, consideradas para apuração do lucro de máquinas e equipamentos das empresas controladas, a serem pagos até 2014 e são garantidos pelo e financiamentos. A Companhia não possui instrumentos financeiros não registrados contabilmente em 31 tributável corrente geram créditos ou débitos tributários diferidos. 2.2.12. Demais ativos e pas- próprio bem (leasing). 12. Contingências: Com base na análise individual de processos em andamento, de março de 2012, bem como não possui instrumentos derivativos nestas datas. Risco de crédito – O risco sivos circulantes e não circulantes: São apresentados pelo valo líquido de realização e são e tendo como suporte a opinião dos advogados da Empresa, existem os seguintes processos com perdas de crédito é o risco de a contraparte de um negócio não cumprir uma obrigação prevista em um instrumento demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos cor- prováveis ou possíveis: financeiro ou contrato de cliente, o que levaria ao prejuízo financeiro. A Companhia está exposta ao risco de respondentes encargos e das variações monetárias incorridas até a data do balanço, a) Reclamante: Américo Póvoa crédito em suas atividades operacionais (principalmente com relação a contas a receber) e de empréstimos, respectivamente. Os ativos e passivos são classificados como circulantes quando sua realização • Objeto: reconhecimento de vínculo empregatício, danos materiais e morais; incluindo depósitos em bancos. O risco de crédito do cliente é administrado por cliente, estando sujeito aos ou liquidação é provável que ocorra nos próximos 12 meses. Caso contrário, são demonstrados • Valor da causa: R$256.954; procedimentos, controles e política estabelecida pela Companhia em relação a este risco. Esse risco de como não circulantes. 2.2.13. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais: As práticas • Valor estimado de perda: R$128.477. crédito é reduzido pelo fato de seus maiores clientes serem qualificados. A Companhia está diversificando contábeis para registro e divulgação de ativos e passivos contingentes e obrigações legais são b) Reclamante: Arlindo dos Santos sua carteira de clientes em diferentes setores da economia, buscando minimizar o risco de crédito. Risco as seguintes: (i) ativos contingentes são reconhecidos somente quando há garantias reais ou • Objeto: reconhecimento de vínculo empregatício, danos materiais e morais; de liquidez – A Companhia acompanha o risco de escassez de recursos por meio de uma ferramenta de decisões judiciais favoráveis, transitadas em julgado. Os ativos contingentes com êxitos prováveis • Valor da causa: R$2.944.207; planejamento de liquidez recorrente. O objetivo da Companhia é manter o saldo entre a continuidade dos são apenas divulgados em nota explicativa; (ii) Passivos contingentes são provisionados quan- • Valor estimado de perda: R$1.472.103; recursos e a flexibilidade por meio de contas garantidas e empréstimos bancários. Risco de câmbio – O do as perdas forem avaliadas como prováveis e os montantes envolvidos forem mensuráveis com • Valor da provisão para demandas judiciais e administrativas: R$1.600.580. risco de câmbio é o risco de que o valor justo dos fluxos de caixa futuros de um instrumento financeiro flutue suficiente segurança. Os passivos contingentes avaliados como de perdas possíveis são apenas Não existem outros processos com valores significativos em curso. devido a variações nas taxas de câmbio. A exposição da Companhia ao risco de variações nas taxas de divulgados em notas explicativas e os passivos contingentes avaliados como de perdas remotas As declarações de rendimentos da Empresa estão sujeitas à revisão e aceitação final pelas autoridades câmbio refere-se exclusivamente às atividades operacionais (quando receitas ou despesas são denominadas não são provisionados e nem divulgados; e (iii) Obrigações legais são registradas como exigíveis, fiscais, por período prescricional de cinco anos. Outros encargos tributários e previdenciários, referentes em uma moeda diferente da moeda funcional da Companhia). Pelo fato de operar principalmente com parte independente da avaliação sobra as probabilidades de êxito, de eventuais processos em que a a períodos variáveis de tempo, também estão sujeitos a exame e aprovação pelas autoridades fiscais. 13. relacionada, a Companhia gerencia seu risco de câmbio por meio de gestão do fluxo de caixa consolidado. Companhia questionou a inconstitucionalidade de tributos. 2.2.14. Instrumentos Financeiros: Patrimônio Líquido: a) Capital social – O capital social totalmente integralizado em 31 de março de 2012 15. Seguros: A Companhia adota política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por Os instrumentos financeiros somente são reconhecidos a partir da data em que a Companhia é de R$ 25.076.480 (R$ 9.934.460 em 2010), representado por 1.253.824 ações ordinárias e nominativas montantes considerados pela Administração como suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a se torna parte das disposições contratuais dos instrumentos financeiros e incluem aplicações no valor de R$ 20,00 cada. De acordo com a ata de Assembléia Geral Extraordinária datada de 9 de janeiro natureza de sua atividade. As premissas de risco adotadas, dada sua natureza, não fazem parte do escopo financeiras, contas a receber e outros recebíveis, caixa e equivalentes de caixa, empréstimos e de 2012 há um aumento do capital social da empresa no valor de R$ 15.142.020 mediante a emissão de de auditoria e, consequentemente, não foram examinadas pelos auditores da Companhia. ANTONIO CARLOS ROLIM - Diretor - CPF 053.833.638-23
13
Consolidado 2012 2010 95.700.984 45.748.548 (77.745.336) (37.103.923) 17.955.648 8.644.625
ADEMIR HERNANDES - Contador - CRC 1SP134198/07 - CPF 036.680.998-98
DIÁRIO DO COMÉRCIO
22 -.ECONOMIA/LEGAIS
terça-feira, 21 de agosto de 2012
e Apple: a mais valiosa empresa do mundo. Muitos analistas preveem o lançamento do iPhone 5 em setembro
conomia
A cotação das ações da empresa fundada por Steve Jobs subiu novamente ontem e garantiu o recorde em termos de mercado. O título pertencia à Microsoft.
A
Apple tornou-se a empresa mais valiosa de todos os tempos em capitalização de mercado na manhã de ontem. As ações da companhia de tecnologia subiram novamente, mantendo o ritmo das últimas semanas que levaram os papéis para suas maiores altas já registradas. O papel da Apple, fundada por Steve Jobs, fechou em alta de 2,6%, a US$ 665,15. Com isso, o valor de mercado da companhia chegou a exatos US$ 623,515 bilhões. O recorde histórico anterior para capitalização de mercado pertencia à Microsoft, de Bill Gates, cujo valor de mercado chegou a US$ 620,58 bilhões em 30 dezembro de 1999, segundo levantamento da agência Standard and Poor's (S&P). Agora, a Apple detém o título de companhia mais valiosa por capitalização de mercado, superior em mais de US$ 200 bilhões à da Exxon Mobil, a segunda maior, com US$ 405 bilhões. Microsoft, Wal-Mart e IBM compõem o restante do ranking das cinco maiores empresas em valor de mercado. A Apple já detinha o primeiro
Michaela Rehle/Reuters
Bolsas em boa fase
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O símbolo da Apple é conhecido em todo o mundo, assim como seus produtos o iPhone e o iPad. lugar no ranking das empresas mais valiosas desde o final do ano passado. Os rumores sobre os novos iPhone e iPad ajudaram a elevar os preços das ações da empresa. Muitos analistas preveem o lançamento do iPhone 5 em setembro. As ações da empresa de tecnologia têm subido à me-
dida que investidores se antecipam para o lancamento dessa quinta geração do smartphone iPhone, e possivelmente de uma versão menor de seu tablet iPad. Há também fortes rumores sobre os planos da companhia para uma Apple TV, segundo analistas da Bernstein Research. (Agências)
623 bilhões de dólares é o valor de mercado atingido ontem pela empresa dos EUA
s bolsas de Nova York deram uma pausa ontem diante da boa notícia da Apple, mas na ausência de dados macroeconômicos de peso e com o final das férias no hemisfério norte. O índice Dow Jones caiu 3,56 pontos, ou menos de 0,1%, fechando a 13.271,64, após ter registrado na sexta-feira o nível mais elevado desde abril. E o Nasdaq caiu 0,38 pontos, ou menos de 0,1%, para 3.076,21 na sequência da sexta semana consecutiva de ganhos de Nova York. No final da sexta-feira, teve a maior sequência de alta desde janeiro do ano passado. Já o S&P encerrou o dia em queda de 0,03 pontos, ou menos de 0,1%. "Os mercados podem estar um pouco cansados e após as maiores altas em quatro anos para o S&P e a Dow na sexta-feira, eles tiraram uma folga", afirmou o estrategista Ryan Larson, do RBC Global Asset Management.
Os mercados de ações na Europa também fecharam em queda ontem, após o Banco Central Europeu (BCE) ter desmentido a reportagem na qual o jornal Der Sp ie gel que afirmou que o banco estava se preparando para intervir nos mercados de dívida soberana. No noticiário corporativo, as ações do Facebook conseguiram reverter a tendência de queda apresentada no começo da sessão em Nova York, depois de os papéis terem sido prejudicados nas últimas semanas pelos fracos resultados no segundo trimestre deste ano e pelo vencimento de regras que impediam investidores de venderem suas ações para o mercado. Com o declínio do início do dia, os papéis da rede social ficaram oficialmente abaixo da metade do valor da oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) de ações, de US$ 38 cada. As ações fecharam em alta de 5,04%, a US$ 20,02. (AE)
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
terça-feira, 21 de agosto de 2012
ECONOMIA/LEGAIS - 23
e Setembro, mês decisivo para a Grécia. Nosso objetivo é chegar a um acordo com nossos parceiros até 14 de setembro. Autoridade do Ministério das Finanças da Grécia
conomia
Representantes do Banco Central Europeu e do FMI desembarcam em Atenas no próximo mês para nova rodada de negociações.
A
Alessandro Bianchi/Reuters
Grécia espera obter a aprovação de seus credores para uma nova onda de medidas de austeridade no valor de 11,5 bilhões de euros até a meados do mês que vem, afirmou uma fonte do Ministério das Finanças ontem. Ganhar a aprovação dos cortes para 2013 e 2014 é essencial para uma revisão positiva da troika – grupo formado por representantes da União Europeia (UE), Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Central Europeu (BCE) –, esperada em Atenas no mês que vem para dar o veredicto se manterão os fluxos de fundos para o país. "Nosso objetivo é chegar a um acordo com nossos parceiros até 14 de setembro", afirmou uma autoridade sênior do Ministério das Finanças. Uma reunião informal entre ministros das Finanças do Eurogroup em Nicósia, no Chipre, também foi agendada para o mesmo dia. Os chefes da missão da troika, que completou uma visita preliminar a Atenas no começo deste mês, devem voltar ao país em 5 de setembro, afirmou a autoridade. O governo grego conseguiu, até o momento, um esboço de medidas no valor de 10,8 bilhões de euros, afirmou à Reuters outra autoridade sênior do Ministério na semana passada. Serv idores – Negociações entre ministros para identificar os 700 milhões de euros restantes continuaram ontem e a Grécia planeja fechar o pla-
Clima seco acelera colheita nos EUA
O
tempo seco vai acelerar a colheita precoce de milho e soja da próxima semana a 10 dias na parte sul do Meio-Oeste dos Estados Unidos, disseram meteorologistas agrícolas ontem. Don Keeney, meteorologista da MDA EarthSat Weather, disse que um clima mais frio e em grande parte seco era esperado nesta semana no cinturão produtor do Meio-Oeste. "Um clima benigno parece provável nesta semana, e na próxima parece semelhante", disse a previsão de Keeney. Clima úmido – Uma mudança para um clima mais úmido agora faria pouco para reavivar o milho ou a soja afetados pela seca, disse Keeney, e iria desacelerar o ritmo da colheita precoce. Cada safra estava maturando mais cedo que o normal, devido ao excesso de estresse do calor e da seca no verão, e do ritmo histórico de semeadura
precoce. Keeney disse que chuvas leves eram prováveis na quinta-feira e na sextafeira a noroeste da região Meio-Oeste, porém o clima seco é esperado durante a semana no sul e leste do Meio-Oeste. As temperaturas ficaram moderadas ante a onda de extremo calor no verão no hemisfério norte, com máximas agora vistas entre os 21 graus Celsius e os 27 graus, disse Keeney. O Commodity Weather Group (CWG) estimou uma tendência de clima mais seco nos próximos 10 dias, particularmente no sul da região MeioOeste, bem como no Delta. Além disso, prevê chuvas de final de semana em grande parte do Delta e no sudeste, desacelerando a colheita de milho, de acordo com o CWG. O clima seco, que afetou duramente a safra de grãos nos Estados Unidos neste ano, fez subir os preços do milho e da soja no Brasil, principalmente depois de julho. (Reuters)
Na Alemanha, frango mais caro. Tempos difíceis: a crise econômica alterou a paisagem urbana de Roma, que ganhou cartazes anunciando a compra de ouro, prata e diamantes. no "o quanto antes", disse a fonte. As medidas irão incluir cortes em aposentadorias, salários do setor público, benefícios de assistência social e despesas em saúde. O governo da Grécia também está trabalhando em um
plano para dispensar 40 mil servidores públicos durante os próximos anos. Na Itália, a crise mudou a paisagem urbana, onde surgiram cartazes anunciando a compra de ouro, prata e diamante em Roma. (Reuters)
O
aumento dos preços dos grãos neste verão no hemisfério norte significa que alguns produtores de aves da Alemanha estão enfrentando falência e que os preços para a carne de frango precisam subir, disse ontem a associação ZDG da indústria de aves do país. "Os aumentos dramáticos nos preços de ração animal nos últimos meses está levando o setor avícola alemão a ter grandes dificuldades", disse a ZDG. "À medida que a ração compõe grande
parte dos custos para criar as aves, esse aumento exorbitante do preço está levando os produtores alemães à beira da ruína." Os preços do milho e da soja atingiram máximas recordes neste verão no hemisfério norte, à medida que a pior seca em 56 anos devastou safras no Meio-Oeste dos EUA e uma onda de calor reduziu a colheita de grãos da Rússia. O aumento gerou preocupações de que o mundo esteja enfrentando um forte aumento dos preços dos alimentos. (Reuters)
LIVRARIA CULTURA S/A. SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: TOMADAS DE PREÇOS A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para execução de Obras: TOMADA DE PREÇOS Nº - OBJETO - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ÁREA (se houver) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÍNIMO P/ PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAÇÃO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 69/01345/12/02 - Construção de Cobertura de Quadra em Estrutura Mista - EE/EMEIEF B. Paes/Anisio Silva de Oliveira - Rua José Calirio Paes, s/nº - Cep: 18310-000 - Paes - Guapiara/SP - 150 - R$ 45.083,00 - R$ 4.508,00 - 09:30 - 06/09/2012. 72/00149/12/02 - Construção de Cobertura de Quadra em Estrutura Mista e Reforma de Prédios Escolares - EE Humberto Dantas - Rua Serra do Mar, 50 - Cep: 08410-160 - Vila Princesa Isabel - São Paulo/SP; EE Roque Theophilo - Rua Cavaleiro de Jorge, 280 - Cep: 08474-210 - Chb. Castro Alves - São Paulo/SP; EE Dep. Fernando Mauro Pires da Rocha - Rua José Pinto, 10 - Cep: 08471-520 - Cid. Tiradentes - São Paulo/SP - 150 - R$ 129.746,00 - R$ 12.974,00 - 10:00 - 06/09/2012. 73/00137/12/02 - Construção de Cobertura de Quadra em Estrutura Mista e Reforma de Prédios Escolares - EE Prof. João Maria Pires de Aguiar - Rua dos Marapes, 17 - Cep: 04330-070 - Vila Campestre - São Paulo/SP; EE Profª Yolanda Bernardini Robert - Rua Francisco Alvarenga, s/nº - Cep: 04417-260 - Jd. Miriam - São Paulo/SP; EE Prof Arthur Wolff Netto - Rua Azor Silva, 153 - Cep: 04326-010 - Americanópolis - São Paulo/SP - 150 - R$ 41.618,00 - R$ 4.161,00 - 10:30 - 04/09/2012. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 21/08/2012, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 40,00 (quarenta reais). Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada à Supervisão de Licitações da FDE, conforme valor indicado acima. Os invólucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente
CNPJ nº 62.410.352/0001-72 - NIRE nº 35.3.00312953 www.livrariacultura.com.br Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2011 e 2010 (Em milhares de Reais) Balanços Patrimoniais em 31 de Dezembro de 2011 e 2010 Demonstrações de Resultado 2011 2010 Ativo 2011 2010 Passivo 2011 2010 (reclassificado) (reclassificado) Receita 318.844 278.319 Circulante 89.049 72.007 Circulante 70.594 59.249 Custos dos produtos vendidos (180.776) (163.753) Caixa e equivalentes de caixa 11.659 7.319 Fornecedores 48.940 36.974 138.068 114.566 Contas a receber 36.903 28.641 Empréstimos e financiamentos 4.012 6.086 Lucro bruto Estoques 35.427 30.507 Debêntures 1.010 943 (Despesas) outras receitas operacionais Ativos fiscais 218 45 Encargos sociais e férias a pagar 6.331 5.846 Vendas (31.476) (28.540) I.R. e contribuição social a recuperar 2.230 2.889 Passivos fiscais 231 352 Despesa com pessoal (60.272) (53.002) Outras contas a receber 2.612 2.606 I.R. e contribuição social a pagar 217 268 Despesas gerais e administrativas (35.915) (27.444) Não circulante 47.087 45.791 Aluguéis a pagar 1.910 1.581 Outras receitas operacionais 2.205 1.064 Contas a receber 2.922 Dividendos 868 1.801 12.610 6.644 Depósitos judiciais 155 906 Programa cartão fidelidade 1.261 1.076 Result. antes das (desp.) e receitas financeiras Despesas financeiras (11.228) (7.623) Imobilizado 43.253 37.422 Arrendamento mercantil 695 509 Intangíveis 107 23 Receitas financeiras 3.473 4.310 Outras contas a pagar 5.119 3.813 Diferido 3.572 4.518 Não circulante 56.348 49.162 (Despesas) financeiras líquidas (7.755) (3.313) 136.136 117.798 Empréstimos e financiamentos 16.963 12.259 Result. antes do I.R. e da contribuição social 4.855 3.331 Demonstrações dos Fluxos de Caixa - Método Indireto Debêntures 35.420 33.225 Imposto de renda e contribuição social Fluxos de caixa das atividades operacionais 2011 2010 I.R. e contribuição social diferidos 2.141 835 Result. do exercício antes do I.R. e contrib. social 4.855 3.331 Corrente (537) (555) Provisão para contingências 523 650 Ajustes por: Diferido (1.306) (595) Arrendamento mercantil 625 553 Depreciação e amortização 5.702 3.592 Resultado do exercício 3.012 2.181 Outras contas a pagar 676 1.640 Reversão de provisão para devedores duvidosos (16) Demonstrações de Resultados Abrangentes Patrimônio líquido 9.194 9.387 (Reversão) provisão para contingências (127) 232 2011 2010 Capital social 5.153 5.153 Provisão programa fidelidade 185 (309) 3.012 2.181 Reservas de capital 720 720 Resultado do exercício Variação cambial não realizada (697) Reserva de lucros 3.321 5.153 Outros resultados abrangentes Valor residual do ativo permanente baixado 32 Instrumentos financeiros derivativos - hedge (1.639) Ajustes de avaliação patrimonial (1.639) Ganhos (perdas) com instrumentos derivativos-hedge 2.138 (442) 136.136 117.798 Resultado abrangente total 3.012 542 Juros sobre empréstimos e financiamentos 1.012 663 Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido Juros com arrendamento mercantil 121 101 Capital Reservas Reserva de lucros Ajuste de avaliação Lucros Juros sobre debêntures 4.583 4.215 18.453 10.718 social de capital legal expansão patrimonial acumulados Total Variações nos ativos e passivos Saldos em 1º de janeiro de 2010 5.153 720 870 3.903 (1.197) - 9.449 (Aumento) em contas a receber (5.324) (5.074) Outros resultados abrangentes: (Aumento) em estoques (4.920) (7.167) Instrumentos financeiros derivativos - hedge (442) (442) (Aum.) em outras contas a receber e dep. judiciais 572 (4.800) Lucro líquido do exercício 2.181 2.181 Aumento em fornecedores 11.966 9.729 Destinações: Aumento em encargos sociais e férias a pagar 485 854 Reserva legal 109 (109) Aumento em aluguéis a pagar 329 739 Reserva expansão 271 (271) Aumento em outras contas a pagar e passivos fiscais 221 2.649 Dividendos (1.801) (1.801) Imposto de renda e contribuição social pagos (171) (648) 5.153 720 979 4.174 (1.639) - 9.387 Fluxo de caixa decorrente das ativ. operacionais 21.611 7.000 Saldos em 31 de dezembro de 2010 Fluxos de caixa das atividades de investimentos Outros resultados abrangentes: Aquisição de ativo imobilizado e intangível (9.990) (21.475) Reversão de instrumentos financeiros derivativos-hedge 1.639 - 1.639 Fluxo de caixa decorrente das ativ. de invest. (9.990) (21.475) Lucro líquido do exercício 3.012 3.012 Fluxos de caixa das atividades de financiamentos Destinações: Empréstimos e financiamentos tomados 8.262 10.156 Reserva legal (Nota explicativa 16) 51 (51) Empréstimos e financiamentos (pagos) (6.644) (4.287) Destinação de parte da reserva de lucros (3.196) 3.196 Debêntures (2.321) (2.181) Distribuição de dividendos (4.844) (4.844) Pagamento de arrendamento mercantil (802) (566) Reserva para expansão (Nota explicativa 16) 1.313 (1.313) Pagamento de dividendos (5.777) (4.000) 5.153 720 1.030 2.291 - 9.194 Caixa usado em de atividades de financiamento (7.282) (878) Saldos em 31 de dezembro de 2011 Aum. (redução) do caixa e equivalentes de caixa 4.340 (15.352) As Demonstrações Financeiras completas, acompanhadas das Notas Explicativas e do Relatório dos Auditores Independentes Demonstr. do aum. (red. ) do caixa e equiv.de caixa estão à disposição dos Srs. Acionistas na sede da Companhia. No início do exercício 7.319 22.671 Pedro Herz Fabio Herz Sérgio Herz Gilberto José de Carvalho No fim do exercício 11.659 7.319 Diretor-Presidente Diretor Diretor Contador CRC 1SP124500/O-0 4.340 (15.352)
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
PREFEITURA DA ESTÂNCIA BALNEÁRIA DE MONGAGUÁ/SP AVISO DE EDITAL PREGÃO PRESENCIAL Nº 045/2012 Acha-se aberto, na Prefeitura da Estância Balneária de Mongaguá, o Pregão Presencial nº 045/2012. Objeto: Aquisição de 01 Veículo 1.0, 04 portas, flex, na cor branca, 0km, conforme descrição no Anexo I. Termo de Referência. O Início da sessão de lances dar-se-á às 14h00min do dia 03 de setembro de 2012. O edital na íntegra encontra-se à disposição dos interessados, no endereço eletrônico www.mongagua.sp.gov.br, através do aplicativo Licitações Pregão Presencial. Para qualquer esclarecimento, entrar em contato pelo telefone (13) 3445-3067 - 3445-3082, e pelo e-mail licitação@mongagua.sp.gov.br - Salim Issa Salomão - Autoridade Competente. Empresa: W.R Produções Audiovisuais Ltda., CNPJ(MF) nº 07.903.090/0001-70, IE: 149.279.125.114, Av. Paulista nº 2.073 - Horsa 1 - 7º andar - cj. 709, comunica a perda/extravio dos Documentos: Livro nº 06 - Ocorrências; Talões de Notas Fiscais mod. D1- nº 101 a 150 / 251 a 300 / 351 a 500 = Preenchidos.
Posto de Serviços Vila Carmozina Ltda, torna público que requereu da Cetesb a Licença Prévia e de Instalação para comercio varejista de combustiveis e lubrificantes, sito à Rua Jacatiba, 01 - Vila Carmozina - São Paulo-SP
FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 20 de agosto de 2012, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: Itema Indústria e Comércio de Aviamentos de Malhas Ltda. Requerido: Diógenes Gonçalves Tavares ME. Rua Joli, 74 - Brás - 2ª Vara de Falências. Requerente: Fátima Ferro e Aço Ltda. Requerido: Felice Produtos Siderúrgicos Ltda. Avenida Vila Ema, 2.525 – Vila Ema - 1ª Vara de Falências.
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: Pregão Eletrônico de Registro de Preços nº 36/00239/12/05 OBJETO : AQUISIÇÃO DE KIT DE VIDRARIA PARA LABORATÓRIO - LOTE 1. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para : AQUISIÇÃO DE KIT DE VIDRARIA PARA LABORATÓRIO - LOTE 1. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 21/08/2012, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 06/09/2012, às 09:30 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 21/08/2012, até o momento anterior ao início da sessão pública. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente BERKAU S/A - Empreendimentos e Participações CNPJ/MF nº 14.171.599/0001 30 - NIRE nº 35300175883 Ata de Assembléia Geral Ordinária realizada em 30 de abril de 2012 Aos 30 dias do mês de abril de 2012, às 9 horas, na sede social, à Rua Conde Moreira Lima, 464, Jardim Jabaquara, São Paulo-SP, reuniram-se acionistas com direito a voto, convocados através de anúncios publicados no Diário do Comércio e no Diário Oficial Empresarial nos dias 30.03.2012, 31.03.2012 e 03.04.2012, para a Assembléia Geral Ordinária, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: a) Aprovação das demonstrações financeiras pertinentes ao exercício findo em 31/12/2011; b) O que ocorrer. Assumiu a presidência dos trabalhos a Presidente, Sra. Marilia Ataíde Kaufmann Moreira que escolheu para Secretária a mim, Sra. Maria de Lourdes Latalissa Kaufmann. A presidente verificando a presença dos acionistas declarou instalada a Assembléia Geral Ordinária da empresa Berkau S/A - Empreendimentos e Participações, em consequência da ordem do dia as referidas demonstrações financeiras foram aprovadas, deixando de votar, no que for pertinente, os legalmente impedidos. Deliberou-se o seguinte: em relação a publicação das demonstrações financeiras em foco nesta Assembléia Geral, não só no Diário Oficial ou em Jornal Local, ressalvou-se que não foram publicadas, tendo em vista o patrimônio líquido da Companhia estar negativo, portanto fugindo à exigência legal no caso. A seguir foi oferecida a palavra a quem dela quisesse fazer uso, ninguém se manifestou. Na seqüência foram suspensos os trabalhos para a lavratura da presente Ata. Reaberto os trabalhos, a Ata foi lida, conferida, aprovada e assinada por todos os acionistas presentes. Mesa: Marilia Ataíde Kaufmann Moreira - Presidente e Maria de Lourdes Latalissa Kaufmann - Secretária. Presentes os Acionistas: Marilia Ataíde Kaufmann Moreira e Maria de Lourdes Latalissa Kaufmann. Confere com o original lavrado em livro próprio. São Paulo, 30 de abril de 2012. Marilia Ataíde Kaufmann Moreira. Maria de Lourdes Latalissa Kaufmann.
São Bernardo do Campo, 30 de junho de 2012. À Ford Motor Company Brasil Ltda. Av. do Taboão, 899 – Rudge Ramos São Bernardo do Campo, SP Prezados Senhores, Sirvo-me da presente para manifestar minha renúncia, a partir desta data, ao cargo de Diretor Presidente, para o qual fui eleito por meio do Instrumento Particular de 56ª Alteração do Contrato Social da Ford Motor Company Brasil Ltda., datado de 08 de janeiro de 2007, devidamente registrado na Junta Comercial do Estado de São Paulo sob o nº 32.796/07-9 em sessão de 21.02.2007. Atenciosamente, MARCOS SÉRGIO DE OLIVEIRA.
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEREIRA BARRETO/SP PREGÃO Nº 38758/2012 - PROCESSO Nº 020/2012 RESUMO DE EDITAL ARNALDO SHIGUEYUKI ENOMOTO, Prefeito de Pereira Barreto, Estado de São Paulo, Faz saber que se acha aberta nesta Prefeitura de Pereira Barreto, até às 14h30min do dia 03/09/2012, a licitação na modalidade PREGÃO PRESENCIAL nº 020/2012, do tipo menor preço por item, objetivando o Registro de Preços para Aquisição de Material Asfáltico, para uso em serviços de recapeamento em diversas ruas deste município, conforme relacionado no Anexo I – Termo de Referência, de acordo com a Lei Federal 10.520/2002. Para maiores informações ou obter o edital completo, os interessados poderão procurar o Departamento de Licitações desta Prefeitura Municipal, pelo telefone/fax (18)3704-8505, no horário de expediente normal ou acessar o site www.pereirabarreto.sp.gov.br, ou ainda pelo e-mail licitacao@pereirabarreto.sp.gov.br. Pereira Barreto, 20 de agosto de 2012. Arnaldo Shigueyuki Enomoto - Prefeito AMBEV BRASIL BEBIDAS S.A.
Companhia Fechada CNPJ/MF nº 73.082.158/0001-21 - NIRE 35.300.391.713 Ata da Reunião da Diretoria da Ambev Brasil Bebidas S.A. (“Companhia”), Realizada no Dia 25 de Junho de 2012, Lavrada em Forma de Sumário 1. Data, Hora e Local: Aos 25 dias do mês de junho de 2012, às 9 horas, na sede da Companhia, localizada na cidade de Jaguariúna, Estado de São Paulo, na Avenida Antarctica, nº 1.891 (parte), Fazenda Santa Úrsula. 2. Presença: Sr. João Mauricio Giffoni de Castro Neves, Diretor Geral, e os diretores Srs. Nelson José Jamel e Pedro de Abreu Mariani. 3. Mesa: Presidente: João Mauricio Giffoni de Castro Neves; Secretário: Pedro de Abreu Mariani. 4. Deliberações: Foi deliberado, por unanimidade de votos dos presentes e sem quaisquer reservas: 4.1. Homologação do Aumento de Capital: Verificada a subscrição e a integralização total, pelos acionistas da Companhia, de 464.957.554 novas ações ordinárias emitidas conforme deliberação da Assembleia Geral Extraordinária realizada em 30 de abril de 2012, homologar o aumento do capital social no valor de R$ 2.055.700.168,12, passando o capital social da Companhia a ser de R$ 2.683.540.777,21, dividido em 710.415.791 ações ordinárias, sem valor nominal. As novas ações participarão, em igualdade de condições com as demais ações, de todos os benefícios e vantagens que vierem a ser declarados a partir da presente data. 5. Encerramento: Nada mais havendo a ser tratado, lavrou-se a ata que se refere a esta reunião que, depois de lida e aprovada, foi por todos os presentes assinada. Jaguariúna, 25 de junho de 2012. João Mauricio Giffoni de Castro Neves; Nelson José Jamel; Pedro de Abreu Mariani. JUCESP nº 347.049/12-6 em 08/08/2012. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
Glock do Brasil S.A.
CNPJ/MF nº 06.275.981/0001-66 – NIRE 35.300.321.022 Assembléia Geral Extraordinária Edital de Convocação Ficam convocados os Acionistas da Cia. a se reunirem em AGE, em 31/08/12, 10h, na sede, Av. Cidade Jd, 400, s/ 23, 7°, Edifício Dacon, em SP, Capital, p/ deliberarem acerca da seguinte ordem do dia: (i) alteração do art. 2º do Estatuto Social (mudança do endereço da sede social da Cia.); (ii) ratificação de todas as deliberações tomadas na AGE realizada em 06/09/11; (iii) outros assuntos de interesse. SP, 21/08/12. Cons. de Adm. - Luiz Antonio Martins de Freitas Horta 21,22,23/08/2012
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A marca de R$ 1 trilhão em impostos arrecadados desde o início deste ano deverá ser alcançada no próximo dia 29
conomia Lucas Lacaz Ruiz/A13
A Praça São Benedito foi o local escolhido para a parada do Caminhão do Impostômetro e o Feirão do Imposto em São José dos Campos ontem
Caminhão do Impostômetro estaciona em São José dos Campos para mostrar à população o quanto ela paga em tributos e traz a reflexão sobre o que é recebido em troca deles. Mostra a arrecadação em tempo real e o peso em mercadorias de uso frequente como arroz, feijão e água mineral. Sílvia Pimentel
O
aposentado João Batista do Nascimento, morador de São José dos Campos (SP), desconhecia até ontem a quantidade de impostos cobrada no Brasil. "A água mineral, que vem do solo, é taxada em 44%. É um absurdo", disse o aposentado indignado ao visitar o Caminhão com o Impostômetro, que ficou estacionado por duas horas no Largo São Benedito, em São José dos Campos. A água mineral é um dos itens expostos no Feirão do Imposto, que acontece no interior do veículo e despertou a atenção da população, curiosa em saber quanto os impostos representam no preço de produtos usados no dia a dia. Pelo Impostômetro, os moradores do município recolheram R$ 1,2 bilhão em tributos municipais, estaduais e federais desde o início do ano. O caminhão traz uma réplica do famoso painel eletrônico que mede a arrecadação tributária, instalado desde 2005 na fachada da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Ontem, ao meio-dia, o Impostômetro marcava o valor de R$ 966.761.618.159,74, que os moradores de São José dos Campos puderam conferir em tempo real. "O governo cobra muito imposto. As pessoas devem se conscientizar e pres-
Felipe Cury, presidente da ACI, elogiou a campanha Hora de Agir. sionar os deputados e senadores para dar um jeito nessa situação", afirmou João Batista. Antes de parar no Largo São Benedito, o caminhão passou por ruas a avenidas de grande circulação na cidade, a oitava visitada pelo caminhão, que hoje chega a Mogi das Cruzes. Amanhã, passará por Santos e, na quinta-feira, pela Capital paulista. Neste ano, a marca
A água mineral, que vem do solo, é taxada em 44%. É um absurdo. JOÃO BATISTA DO NASCIMENTO, APOSENTADO
de R$ 1 trilhão em impostos arrecadados desde o início do ano deverá ser alcançada no próximo dia 29. Com uma nota fiscal na mão e um pacote com pães, o balconista Reginaldo dos Santos acabara de sair de um supermercado. Ele queria saber o quanto havia desembolsado de tributos, depois de conferir os produtos expostos no Feirão do Imposto. Mas o Brasil não tem legislação que obrigue a colocar nas notas fiscais a carga tributária. "O arroz e o feijão que comemos quase todos os dias têm uma tributação alta que eu desconhecia", disse. No Feirão do Imposto, meio quilo de arroz custa R$ 2,15 com os tributos. Sem impostos, o produto custaria R$ 1,80, ou 17% menos. No caso do feijão, um pacote de meio quilo custa R$ 4,85 com os tributos, ou R$ 4,02, sem. Já o aposentado Ailton de Andrade reclam o u d a c obrança de taxas destinadas a o D e p a r t am e n t o E s t adual de Trânsito (Detran). "Pagamos impostos e taxas
lhorias e cobrar das autoridades competentes a melhor utilização desse dinheiro", defendeu. O presidente da Associação Comercial e Industrial
O arroz e o feijão que comemos quase todos os dias têm uma tributação alta que eu desconhecia. REGINALDO DOS SANTOS, BALCONISTA
de São José dos Campos (ACI), Felipe Cury, elogiou a campanha. "O grande mérito do movimento Hora de Agir é a tomada de consciência da população sobre a exagero de tributos cobrados no Brasil", disse. Pelo hotsite w w w. h o ra d e agir.com.br,, as pessoas podem manifestar suas opiniões por meio de comentários e vídeos. Também podem pressionar os deputados federais por meio de envio de mensagens ao Congresso para aprovarem o Projeto de Lei nº 1472/2007, que determina que o percentual dos impostos seja informado nas notas fiscais.
Banco do Povo: R$ 1 bilhão de empréstimos para pequenos.
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AE
Aula de cidadania no Vale do Paraíba
e não observamos melhorias nas estradas", questionou, ao mostrar recibos de serviços com despesas que ele teve para transferir para o seu nome um veículo adquirido em um leilão. "Por que devo pagar taxa de transferência se o carro já está licenciado", indagou. O presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Rogério Amato, disse apostar na ação como uma alavanca para a conscientização das pessoas em relação ao excesso de impostos pagos no Brasil. "Acredito que levar o Impostômetro até as cidades e mostrar fisicamente o quanto todos pagam de impostos cause um impacto impressionante nas pessoas. Muitas vezes o cidadão desconhece que os tributos que ele paga é que mantêm os serviços públicos. Por essa razão, deve exigir me-
ntem, o Palácio dos Bandeirantes foi palco de um evento em comemoração ao volume de R$ 1 bilhão em empréstimos oferecidos pelo Banco do Povo Paulista (BPP). Em seus 14 anos de operação, o BPP já beneficiou 282 mil microempreendedores em cerca de 289 mil operações. O governador Geraldo Alckmin participou da cerimônia e ressaltou a importância da instituição. "Esta- Alckmin e Afif anunciam volume recorde em empréstimos mos oferecendo crédito a 0,5% para renda, para as pessoas monta- nas áreas de quilombo e para assentados. O rem seus negócios e terem capital de giro. Is- governo projeta que os empréstimos alcanso estimula o empreendedorismo. Grandes cem os R$ 2 bilhões nos próximos quatro negócios do mundo nasceram na garagem, anos. Durante o evento, foi destacado o baientão, nós estimulamos a atividade empre- xo nível de inadimplência (que não alcança endedora", disse Alckmin ao lado do vice- os 2%), a queda da informalidade entre os governador, Guilherme Afif Domingos. microempreendedores (52,1% hoje, ante "O Banco do Povo Paulista alcança o pe- 79,5% em 2008) e o aumento no número de queno empresário, e é capaz de gerar em- adesões ao Microempreendedor Individual prego, renda e qualidade de vida à socieda- (MEI), o direcionamento entre o comércio e de paulista", disse o secretário do Emprego serviços (48% e 44%, respectivamente) ene Relações do Trabalho, Carlos Ortiz. tre os empreendedores, e a paridade entre Emprego e renda – Atualmente, o Banco do os gêneros contemplados (50,7% masculiPovo visa ampliar o volume de empréstimos no e 49,3% feminino). Os empréstimos conrealizados. Para isso, vai começar a atuar cedidos variam de R$ 200 a R$ 15 mil, com em áreas rurais, realizando empréstimos pagamento em até 36 meses. (Agências)
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terça-feira, 21 de agosto de 2012
25 A GUERRA DOS TABLETS Com o lançamento do Galaxy Note 10.1, rival do iPad, o plano da Samsung é ambicioso. "Nosso objetivo é redefinir a experiência de tablet", disse Tim Baxter, presidente da empresa nos EUA.
nformática Fotos: Paulo Pampolin/Hype
Navegando na web... dentro do carro.
Lucas Jackson/Reuters
Um tablet mais funcional para combater o iPad
Depois de tantas inovações, era inevitável surgir um dispositivo de acesso à internet Fernando Porto
E
m uma década dominada pela tecnologia móvel, é inevitável que nossa rotina diária dependa de equipamentos que nos mantenham conectados à internet. O setor automotivo também acompanhou a evolução, para levar mais facilidades aos motoristas. Uma das empresas com essa proposta é a DSW Automotive, que está equipando os carros das principais montadoras com centrais de acesso à web. O DC Informática foi conferir o funcionamento de uma delas. O menu inicial lembra muito os dos GPS tradicionais, que não são lá tão sensíveis ao toque como num smartphone de ponta e, por essa razão, o equipamento vem com uma caneta para facilitar a digitação. Para acessar a internet, o fabricante oferece um modem no qual o cliente conecta o chip 3G de sua operadora de preferência. No teste em um Citroen C3, o técnico de desenvolvimento de projetos da DSW, Rodrigo Aragão, utilizou um chip da Vivo. "Só conseguimos testar com sucesso em chips da vivo e da TIM. Não obtivemos êxito ainda com chips da Claro", explica. Ao clicar no ícone de web, a entrada na internet demora alguns segundos para carregar, mas é algo semelhante à espera de navegação 3G por um smartphone. Uma das limitações é o uso do sistema Windows CE. "Mas já estamos
trabalhando para equipar as máquinas em breve com um sistema mais veloz, possivelmente o Android, porque tem a vantagem do código aberto", justificou Aragão. Por causa dessa limitação , não é possível ainda ter programas que facilitam a leitura de e-mails ou dão acesso direto a uma rede social. É como acessar em um PC, sem programas instalados: tudo via navegador. Com o carro em movimento, a internet manteve-se sem oscilação, mas esse funcionamento vai depender do sinal 3G na região. Um recurso que faltou, e que é bem necessário em épocas de distração perigosa no trânsito, é um comando de voz para ditar mensagens. Bem, para isso, pode-se usar um iPhone em Bluetooth com o app Voz Ativa – certo, mas assim não é necessário o recurso de internet dessa central! A máquina oferece também ótimos recursos, como leitor de DVD e CD, função Picture in Picture, TV digital, GPS, câmera de ré, entre outros. A pergunta: vale a pena pagar R$ 3.500 (preço médio)? Se a pessoa ainda não tem um smartphone e um som Bluetooth no carro, é válido, principalmente para viagens com a família. Para quem já tem esses gadgets, não é compensador. De qualquer forma, mostra a tendência irreversível de conexão à web em qualquer canto e a qualquer hora. Site: www.dswautomotive.com
Galaxy Note 10.1: a Samsung priorizou o quesito "funcionalidade".
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a guerra dos gigantes da tecnologia, a Samsung contraatacou a Apple, lançando no mercado norte-americano, na semana passada, um rival para o Novo Ipad: o Galaxy Note 10.1. Priorizando muito mais a funcionalidade do que o simples entretenimento, o tablet se destaca pelo uso da caneta S Pen sobre a tela touch de 10.1" para os trabalhos de escritório, principalmente para uso dos bons programas oferecidos. Um deles é o Photoshop Touch, que permite edições rápidas de fotos. "Nosso objetivo com o Galaxy Note 10,1 é simples – redefinir a experiência de tablet", disse Tim Baxter, presidente da Samsung Electronics America. "A Pen S oferece tanto criação de conteúdo ativo como consumo de conteúdo passivo, enquanto a capacidade multitelas permite finalmente uma verdadeira ação multitarefas. Para o usuário, a experiência resultante é completamente nova e inesperada", acrescentou. O recurso multitarefas citado pelo executivo é o que permite que os usuários possam realmente operar dois aplicativos diferentes
O site do DC foi acessado sem problemas (acima). Para funcionar, conecta-se um chip (abaixo).
lado a lado, simultaneamente, na mesma tela. Em resumo: o usuário pode abrir outros aplicativos enquanto escreve ou desenha ideias com a Pen S na outra metade da tela – não é necessário alternar para trás e para frente entre apps como antes. E pode até capturar e recortar imagens de um aplicativo de um lado, e arrastá-las para o aplicativo do lado. Para realizar essa tarefas sem travamentos, o dispositivo vem equipado com um processador quadcore 1.4GHz e 2 GB de RAM. O Galaxy Note 10.1 também oferece a funcionalidade Reprodução Pop up, lançada pela primeira vez no smartphone Galaxy S III. Com ela, os usuários podem reproduzir vídeos em uma janela flutuante que pode ser movida para qualquer lugar na tela, proporcionando uma experiência "picture in picture". A novidade desse recurso no Note 10,1 é a capacidade para ajustar o tamanho da janela de vídeo. O dispositivo estará disponível em cor branca ou cinza escura. O preços nos Estados Unidos são: US$ 499,99 (versão de 16 GB) e US$ 549,99 (32 GB).
n CÂMERAS
Máquinas poderosas
A
Panasonic lançou uma série de câmeras fotográficas mirrorless (que não possuem espelho) e, por isso, são mais compactas. O destaque fica por conta do modelo Lumix G5, que possui corpo mais robusto e tem 16 megapixels de resolução, sensor MOS de alta sensibilidade, sistema de autofoco ultrarrápido, que permite capturar seis fotos por segundo, tela LCD touchscreen de 3" articulada, gravação em Full HD no formato AVCHD progressivo. Preço a partir de R$ 3.999.
APLICATIVOS
INOVAÇÃO
Angry Birds invadem as tevês da linha smart
A
Samsung anunciou o aplicativo Angry Birds em sua plataforma global de conteúdos de Smart TV. Desenvolvido pela Rovio Entertainment, é um dos aplicativos mais baixados ao redor do mundo. Com a tecnologia Samsung Motion Control, os consumidores poderão jogar somente com o agito das mãos.
Seu substituto na videoconferência
É
engraçado, mas genial. Assim é o robô que vai substituir as pessoas nas reuniões corporativas. Criado pela Double Robotics, o bizarro equipamento tem um iPad na ponta de uma barra metálica, para transmitir o rosto e a voz da pessoa. Na na outra ponta, possui rodas para a locomoção. O usuário controla seu avatar pela tela sensível ao toque do tablet. A máquina, que será lançada em 2013, já tem pré-venda por US$ 1.999 pelo site oficial: www.doublerobotics.com
CÂMERAS GAMES
o retorno da revelação instantânea
A
Fujifilm investiu na volta da tecnologia de auto revelação instantânea com o lançamento da Instax Mini 7S. Tem obturador eletrônico com quatro opções para níveis diferentes de luz e filmes fotográficos de sensibilidade ISO 800. A partir de R$ 349, com caixa de 20 chapas. Site: www.fujifilm.com.br
Para esquecer o vexame olímpico
A
pré-venda do game FIFA 13 já teve início. O jogo está disponível para encomenda nas principais lojas online nas plataformas PS3, XBOX 360, PC e PS2. Vem totalmente localizado em português com narração de Tiago Leifert e comentários do exjogador Caio Ribeiro. O game traz um novo recurso, Inteligência de Ataque, que permite que ajuste e até mesmo alteração de lances a fim de aproveitar melhor as oportunidades na partida. Disponível para venda em lojas físicas a partir de 4 de outubro.
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terça-feira, 21 de agosto de 2012
Não podemos continuar permitindo o uso de discursos ignorantes e odiosos Tom Cannon, cofundador do maior torneio de games de luta, o EVO nformática Sandy Huffaker/New York Times
Assédio sexual e muitas ofensas mancham o mundo dos games online.Para os "trolls", a linguagem ofensiva é uma arma que pode se adaptar de acordo com o alvo. Amy O'Leary, do New York Times
Q
uando Miranda Pakozdi entrou no torneio de videogame "Cross Assault", este ano, sabia que tinha poucas chances de ganhar o prêmio de US$ 25 mil. Mas ela estava pronta para competir, e prometeu aos fãs que a viam online que treinaria tanto quanto qualquer outro – ou até mais. No sexto dia, porém, o treinador de sua equipe, Aris Bakhtanians, a interrogou ao vivo sobre seu tamanho de sutiã, disse "tire a camiseta" e focou a webcam da equipe em seu peito, pés e pernas. Então ele se aproximou por cima de seu ombro e a cheirou. Pakozdi, uma "gamer" experiente de 25 anos, disse sempre ter esperado por certa quantidade de piadinhas. Mas como a única menina do time, isso era demais – especialmente de seu próprio treinador. E foi só depois de ouvir Bakhtanians defender o assédio sexual como parte da "comunidade de jogos de luta" que ela abandonou o jogo. Machismo, racismo, homofobia e xingamentos gerais são fatos persistentes da vida em certos recantos dos videogames online. E uma revolta – no Twitter, em vídeos, em blogs e até mesmo numa tira de quadrinhos online – levou o assunto para além dos intermináveis debates entre gamers, gerando um pedido de mudança mais público. Os executivos da indústria em questão – de mais de US$ 25
bilhões anuais – estão tomando nota. Em fevereiro, logo após o torneio "Cross Assault", a LevelUp, emissora online de eventos de games, barrou dois comentaristas que falavam do assédio sexual ao vivo e divulgou um pedido formal de desculpas, incluindo declarações dos comentaristas. Mesmo assim, Tom Cannon, cofundador do maior torneio de games de luta, chamado EVO, retirou seu patrocínio da série semanal da LevelUp, dizendo que " n ã o p o d emos continuar permitindo o uso de discursos ignorantes e odiosos". Ba khta nian s, cujas ações durante o torneio "Cross Assault" foram gravadas em vídeo, divulgou posteriormente uma declaração – onde se desculpava caso houvesse ofendido alguém. Mas as questões levantadas pelo episódio conquistaram mais atenção com a campanha de Anita Sarkeesian, em maio, para arrecadar US$ 6 mil no Kickstarter para documentar como as mulheres são retratadas em videogames. Suas páginas do Facebook e YouTube foram instantaneamente inundadas por comentários repletos de ódio. Pessoas tentaram invadir suas
s a d a g o J e s a suj s a t s i h c ma contas online. Sarkeesian respondeu documentando os ataques, publicando online as imagens pornográficas de si mesma que seus detratores haviam criado. Apoiadores de seus esforços, horrorizados, doaram mais de US$ 150 mil. "A indústria dos games está num processo de mudança", explicou Sarkeesian. "Mas acho que um
pequeno grupo de gamers homens acha que os games pertencem a eles, e morre de medo dessa mudança." Muitas mulheres gamers estão documentando suas experiências em blogs como "Fat, Ugly or Slutty" (cujo nome vem dos insultos mais comuns para mulheres em games online). Stephen Toulouse, que foi chefe de fiscalização do Xbox Live até fevereiro passado, policiava os comportamentos mais chocantes na rede. Mas
Kendra Ednacot joga game durante a última Comic-Con, em San Diego. No mundo dos jogos online, mulheres são alvos de ofensas dos "trolls".
policiar os 3 milhões de jogadores que estão ativos na Xbox Live não é fácil. Assim como na web, existem aqueles que adoram despertar raiva em outras pessoas, o chamado "trolling". Para os "trolls", a linguagem ofensiva é uma arma que pode se adaptar de acordo com o alvo. James Portnow, um designer de games que trabalhou em títulos como "Call of Duty" e "Farmville", escreveu um episódio sobre o assédio para sua série online animada "Extra Credits". No final do vídeo, os espectadores são encorajados a enviar um e-mail à equipe da Xbox Live, pedindo mudanças nas ferramentas de comunicação e melhorias no sistema de notificação.
Depois desses contatos com gamers, a Microsoft ligou para Portnow e ele se reuniu com um grupo de executivos, discutindo como a empresa vinha desenvolvendo algoritmos melhores para coisas como bloquear automaticamente infratores reincidentes. "Pela maior parte do tempo, as pessoas viram os games como um passatempo infantil", afirmou Portnow, que será palestrante de uma convenção de games chamada "Ending Harassment in Gaming" (acabando com o assédio nos games). "Mas isso já não é mais verdade", acrescentou ele. "Temos de dar um passo além dessa ideia de que nada que fizéssemos jamais poderia ser negativo, ou ferir pessoas."