Ano 87 - Nº 23.650
Conclusão: 00h20
Jornal do empreendedor
Tabelinha do governo 'erradica' pobreza
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Quem ganha R$ 441 por mês é classe média, diz a tabela da SAE. Veja na página 15 se você é muito rico e nem sabia.
São Paulo, quinta-feira, 21 de junho de 2012
INVERNO NA RIO + 20
te: i m d n a s. o o m i a i a K m n a Ba sperav ONU e Dilmara a e o-geral da Estado p 6ª-feira. na tári s de Secre ram chefe ento final, e receb do docum atura assin
stão 'Vocês e alvar a s aqui paraa pele?' própri em que deu
Para revista alemã, Rio+20 falhou antes de começar.
a a jov Question hões de crianças. bil voz a três
Jornal espanhol diz que foi pacto possível ante fracasso.
Lemb Holla ra do IOF só qu nde quer u ? ee m, Sobre transa cológic o. para s ções intern u
Periódico italiano julga inútil o documento.
ac stenta r fund ionais o.
Diário inglês prevê que terminará em lamentos.
Questiona política ambiental brasileira.
Marcos de Paula/AE
Thales Stadler/ABCDigipress/AE
Compaixão, a receita do verde Ahmadinejad. Presidente do Irã diz que a ordem internacional precisa ser redesenhada. Pág. 10
Zilberman
Cai acordo das sacolinhas Para o MP, o fim da distribuição gratuita de sacolinhas nos supermercados é lesivo aos consumidores. Pág. 17
Em dia de protestos (mais de 10 mil manifestantes foram às ruas no Rio), o ministro Gilberto Carvalho se viu cercado por 500 índios. Marcos Bezerra/Futura Press/AE
Sérgio Lima/Folhapress
A imagem é o que conta
Timão sonha mais alto
Marcos de Paula/AE
Erundina (PSB), acima, ex-vice de Fernando Haddad (PT), condenou a pose de Lula com Maluf (PP) na casa deste e deixou a chapa (Haddad corre atrás de novo vice). No Rio, Lula saiu ao lado de Dilma: "É uma foto ambientalmente correta", disse. A presidente emendou: "É uma foto simpática que estamos tirando para vocês". Págs. 5 a 7 E Russomano vira réu no STF, por falsidade ideológica.
Danilo (foto) faz o gol de empate. Corinthians elimina o Santos e parte para a decisão da Libertadores contra o argentino Boca ou Universidad de Chile. Pág. 14 ISSN 1679-2688
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9 771679 268008
HOJE Nublado com chuva Máxima 20º C. Mínima 15º C. AMANHÃ Sol com pancadas de chuva Máxima 22º C. Mínima 13º C.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quinta-feira, 21 de junho de 2012
A Idade da Pedra não acabou pela escassez de pedras, mas pelo progresso tecnológico.
pinião
Roberto Fendt
Meio ambiente e cavalos Reprodução
A
s discussões na Rio+20 centram-se em três temas princ i p a i s : o a q u e c imento global, a poluição nas cidades e a crescente escassez dos recursos naturais, com a universalização do desenvolvimento econômico. As origens do aquecimento global, observado no período mais recente a partir de 1979, motivam grande debate científico, contrapondo os que não encontram evidência científica suficiente para atribuir o fenômeno à ação humana àqueles que julgam detê-la. A poluição urbana decerto tem a ver com a ação humana. Ninguém quer poluir, mas o fato de produzirmos e de nos locomovermos com a tecnologia atual causa consequências danosas, mesmo não desejadas por nós. A universalização do desenvolvimento econômico, que retira da miséria bilhões de seres humanos e lhes proporciona uma vida mais digna, tem efeitos colaterais negativos sobre o meio ambiente. Um deles é a crescente "escassez" de recursos naturais. A exaustão desses recursos, que nada deixaria para as futuras gerações, provoca indignação em muitos bempensantes, para quem gerações inexistentes têm mais valor do que as gerações de miseráveis contemporâneos. O "pensamento único" dominante no ambientalismo descrê da capacidade dos seres humanos de encontrar soluções
Na virada do século 19, os cavalos eram o meio de transporte mais usado, gerando o temor de uma crise urbana.
para os problemas por eles mesmos criados – e então cerceia e substitui a inventividade e a liberdade de empreender pelo planejamento e pelo controle burocrático do Estado na solução desses problemas.
E
ssa arraigada crença baseia-se em uma premissa equivocada – a de que as tendências que observamos hoje se projetarão inevitavelmente no futuro, até o desastre irreversível. A hecatombe só será evitada se nos acomodarmos às prescrições dos pessimistas, que se arvoram o monopólio do conhecimento.
Contudo, as profecias apocalípticas simplesmente não se realizaram. Exemplo: em 1975 a revista Newsweek publicou matéria de capa mostrando que a evidência científica então disponível indicava uma tendência gradativa ao esfriamento da Terra, a partir de 1940, e que se imaginava se projetaria indefinidamente no futuro. O texto indicava que as consequências do esfriamento seriam dramáticas por causarem drástica queda na produção de alimentos, com sérias implicações políticas em muitos países. Nada disso ocorreu; e hoje se acredita que exista uma no-
va tendência ao aquecimento, iniciada em 1979. Outro exemplo: a grande "crise da bosta de cavalo" ocorrida na virada do século 19 em grandes cidades, como Londres e Nova Iorque, que dependiam de milhares desses animais para o transporte de mercadorias e pessoas. Essa tropa produzia um imenso volume de cocô – em média, entre 7 e 15 quilos diários por cavalo. Em Nova Iorque, os 100 mil cavalos da cidade produziam em 1900 mais de mil toneladas diárias de estrume, a serem recolhidas e eliminadas. Em 1894, um colunista do Ti-
vam o lucro, evitou a catástrofe. Esse sistema econômico baseava-se em preços livremente formados no mercado, que sinalizavam a um só tempo a escassez de recursos e as oportunidades de ganho privado com a introdução de novas tecnologias e produtos.
ROBERTO FENDT mes londrino previu (por certo com base nas tendências então observadas) que em 50 anos as ruas de Londres estariam sepultadas sob três metros de bosta. A esse custo para a sociedade adicionava-se o custo privado de estabular e alimentar a crescente tropa de cavalos, devido ao crescimento da população londrina. Nenhuma solução para o problema foi encontrada na primeira conferência internacional de planejamento urbano, realizada em Nova Iorque. Contudo, a civilização urbana não pereceu enterrada na bosta. Milhões de cavalos foram substituídos por veículos a motor, quando o custo do uso dos animais tornou insustentável seu emprego em meios de transporte. A combinação de um sistema econômico que privilegiava a inventividade e o empreendedorismo de indivíduos como Henry Ford, que busca-
A
Idade da Pedra não acabou pela escassez de pedras mas pelo progresso tecnológico – a metalurgia tornou a pedra obsoleta como instrumento de trabalho e de defesa. Não houve a grande crise da sílica, da mesma forma que a grande crise da bosta de cavalos jamais ocorreu. As pessoas eventualmente incorporarão a poluição nas grandes cidades ao custo de nela viverem– e demandarão meios de transporte mais limpos. Os incentivos de mercado acabarão por gerar, a preços competitivos, novas tecnologias. E novos recursos substituirão os que forem se tornando mais escassos – não porque tenhamos afeto por eles, mas porque sua crescente escassez os tornará mais caros em relação a recursos alternativos. Quanto ao aquecimento global, até que haja consenso entre os que realmente entendem do assunto, prefiro continuar pensando que atribuir aos humanos a origem do problema é uma soberba semelhante à de Ícaro, que pretendia voar até o sol com suas improvisadas asas. ROBERTO FENDT É ECONOMISTA
ESTUDO É SINAL DE ALERTA PARA O BRASIL R
ecentemente foi divulgado o Índice de Competitividade Mundial, realizado pelo International Institute for Management Development, e que avalia as condições de competitividade de 59 países. O Brasil caiu duas posições no ranking e ficou em 46º lugar, atrás da China (23º), Chile (28º), Índia (35º) e México (37º). Entre os motivos apontados estão o excesso de protecionismo, a falta de linhas de financiamento mais favoráveis e atrativas e uma cultura empreendedora que ainda não está focada no processo de globalização. Estes dados são um sinal de alerta; o Brasil precisa modernizar-se. E é vital um projeto de desenvolvimento cuja base sejam as micro e pequenas empresas. Afinal, são 6 milhões de empreendimentos de pequeno porte (98% do total de estabelecimentos), responsáveis por quase 25% do PIB e 70% do pessoal ocupado – e que ainda sofrem com o ambiente adverso ao fortalecimento da atividade empreendedora. Se continuarmos com as mesmas condições de "pressão e temperatura"
apontadas no estudo, dificilmente reduziremos as atuais taxas de mortalidade empresarial. De cada 100 empresas abertas hoje, 58 estarão inativas em 2017. Com elas, vão-se 350 mil postos de trabalho e cerca de R$ 20 bilhões deixarão de movimentar a economia por ano. Mas não basta que os formuladores e executores de políticas públicas façam sua parte. Os empresários também precisam investir na melhoria da gestão, da produção e, consequentemente, de sua competitividade.
M
inha experiência como empresário, somada à convivência com proprietários de micro e pequenas empresas, mostra que antes de tirar a ideia do papel e partir para a ação é preciso conhecer e estudar bem o cenário e as adversidades. Vejo três pontos essenciais como ponto de partida para o êxito do negócio. O primeiro passo é começar de forma planejada, focada numa gestão eficiente e numa visão sólida do que é empreender. E o planejamento não vale
ALENCAR BURTI apenas no momento da abertura. É preciso retroalimentar o plano de negócios sempre, incluindo os dados novos que surgem a cada dia.
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ara iniciar o plano, responda: a decisão de empreender advém de uma necessidade ou da vontade de realizar algo? Vários estudos revelam que o brasileiro é um empreendedor por natureza. Temos a maior taxa de atividade empreendedora – 17,8% – entre os países do G-20 e do bloco BRICs, segundo o estudo Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2010, realizado em 59 países. E a decisão de empreender por oportunidade (ou vontade) já é maior que por necessidade: para cada empreendedor inicial (com
3,5 anos no mercado) por necessidade há 2,2 por oportunidade. É um bom começo. Em tese, o candidato a empresário por oportunidade planeja mais, estuda mais o mercado e, por isso, sobrevive mais. Já os que investem em um negócio por falta de alternativa satisfatória de renda estão com a corda no pescoço e não investem seu tempo em planejar e desenvolver plenamente suas características empreendedoras. Dos desempregados que iniciam um negócio formal no estado de São Paulo, 32% encerram as atividades entre um e cinco anos no mercado. Outro ponto fundamental é conhecer o mercado em que vai atuar. Uma pesquisa feita por nós mostra que 45% dos empreendedores paulistas iniciam um
Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Claudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine
empreendimento sem saber o número de clientes que atenderão e seus hábitos de consumo; 30% não têm ideia do número de concorrentes que enfrentarão e 28% não sabem nem procuram levantar informações sobre potenciais fornecedores.
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domínio de informações atualizadas sobre o mercado consumidor e os concorrentes é determinante para estabelecer estratégias de vendas que refletirão nos resultados de lucro – positivos ou não – logo nos primeiros meses de vida. Não há mágica; ficam no mercado as que se mantêm em contato com o cliente e acompanham as estratégias dos concorrentes. Mais um ponto de atenção: é preciso inteirar-se das normas, leis e regulamentos que regem a atividade empresarial. O Brasil é um dos campeões de normas regulatórias, tornando os empresários reféns do excesso da burocracia. Já avançamos muito com a criação e regulamentação da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas. Em São Paulo, cerca de 80% das micro e pequenas empresas de 320
municípios se beneficiam do tratamento diferenciado promovido por esta lei, como desburocratização do processo de abertura, simplificação e redução da carga tributária, acesso à inovação e ao mercado de compras públicas. Mas ainda há pontos importantes a ser incorporados, como o aprimoramento da legislação trabalhista, cujos custos dificultam a competitividade, a melhoria do acesso das micro e pequenas empresas a soluções inovadoras em processos, produtos e serviços, e a expansão de linhas de financiamento mais baratas e acessíveis.
O
desafio é gigantesco, mas não impossível de ser superado. Bastam vontade, persistência e atuação conjunta para que esforços e conhecimentos sejam colocados à disposição do objetivo de garantir a liberdade de empreender, de sermos cidadãos plenos, éticos e focados na sustentabilidade que tanto sonhamos. ALENCAR BURTI É EMPRESÁRIO DO SETOR AUTOMOBILÍSTICO E PRESIDENTE DO CONSELHO
DELIBERATIVO DO SEBRAE-SP.
Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, João de Scantimburgo, Marcel Solimeo Diretor-Responsável João de Scantimburgo (jscantimburgo@acsp.com.br) Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Edi tor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br) Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br) Editores Seniores: Bob Jungmann (bob@dcomercio.com.br), Carlos de Oliveira (coliveira@dcomercio.com.br), chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), Estela Cangerana (ecangerana@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Luiz Antonio Maciel (maciel@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br) Editor de Fotografia: Alex Ribeiro Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Fernando Porto (fporto@dcomercio.com.br), Ricardo Ribas (rribas@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br) Subeditores: Marcus Lopes e Rejane Aguiar Redatores: Adriana David, Eliana Haberli e Evelyn Schulke, Ricardo Osman, Tsuli Narimatsu Repórter Especial: Kleber Gutierrez (kgutierrez@dcomercio.com.br), . Repórteres:André de Almeida, Fátima Lourenço, Ivan Ventura, Karina Lignelli, Kelly Ferreira, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Mário Tonocchi, Paula Cunha, , Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves, Sandra Manfredini, Sílvia Pimentel, Vera Gomes e Wladimir Miranda. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estado, Folhapress, Efe e Reuters Impressão OESP GRÁFICA S/A Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 21 de junho de 2012
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pinião
SIMPLICIDADE DE JOBS PERMEAVA TODA A CADEIA PRODUTIVA E A COMUNICAÇÃO DA APPLE.
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epito, pela enésima vez, o conselho de Georg Jellinek: no estudo da sociedade, da política e da História, a precaução número um é distinguir entre os processos que nascem de uma ação consciente e os que resultam da confluência impremeditada de fatores diversos. Ao longo da minha vida de estudos, fui colhendo, aqui e ali, alguns preceitos que, por sua evidência máxima e seu poder elucidativo, acabaram se incorporando definitivamente às minhas faculdades de percepção e continuam guiando os passos da minha vacilante inépcia entre as brumas e a fumaça da confusão contemporânea. Esse é um deles. O vício de tudo querer reduzir a "leis históricas", "estruturas", "causas" e outras forças anônimas, suprimindo do panorama os agentes conscientes e todo elemento de premeditação, só tem de científico a aparência enganosa que deslumbra e fascina multidões de estudantes devotados a alcançar, como supremo objetivo na vida, a perfeita macaqueação do discurso pedante sem o qual não se avança na carreira acadêmica. Isso é tão prejudicial à compreensão dos fatos quanto o velho mito carlyleano que fazia do universo histórico inteiro o cenário passivo da ação criadora de uns quantos indivíduos notáveis, heróis ou monstros sobre-humanos. Jellinek acertou na mosca quando transpôs ao cenário maior da história e da sociedade um dado do senso comum, que até os mais burros e inexperientes sabem aplicar na existência de todos os dias, e que mais tarde Ortega y Gasset resumiria na fórmula exemplar: "La vida es lo que hacemos... y lo que nos pasa." Nossa vida resulta da mistura entre aquilo que fazemos e aquilo que nos vem de fora sem qualquer iniciativa da nossa parte.
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A camuflagem da camuflagem OLAVO DE CARVALHO dente do tronco oficial do movimento comunista.
O O culto unilateral das causas impessoais resulta, em parte, de um preconceito positivista e marxista que aliás nem Comte nem Marx jamais subscreveriam, em parte de um instintivo desejo humano de pular fora de toda responsabilidade pessoal concreta (fazendo, por exemplo, dos criminosos as vítimas inermes e santas da má distribuição de renda). Mas resulta também, e com muita frequência, da astúcia dos próprios agentes históricos, que se escondem por trás de forças anônimas para não ser pegos de calças na mão em pleno ato de implementar algum plano que dependa, para o seu sucesso, da discrição e do segredo. Nada há de estranho em que esses agentes, com aquela expressão inconfundível de dignidade ofendida que só os mais rematados hipócritas
conseguem imitar com perfeição, recorram ao rótulo de "teoria da conspiração" sempre que alguém os acuse de fazer o que estão fazendo.
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ambém é compreensível que ninguém tenha feito apelo mais reiterado e constante a essa camuflagem do que aquele movimento que, desde suas origens, assumiu a clandestinidade como condição essencial do seu modo de ação e a duplicidade escorregadia da dialética como seu linguajar oficial. Refiro-me, é claro, ao movimento comunista. E mais compreensível ainda é que essa auto-ocultação sistemática tenha redobrado de eficácia desde o momento em que Antonio Gramsci ensinou a seus companheiros que a mentira e o fingimento não eram apenas um instrumento tático, por obrigatório e consa-
grado que fosse, mas sim a própria natureza íntima, a essência e a chave do processo revolucionário como um todo. Sim, a verdade é essa. Despido dos adornos humanitários que o embelezaram "ex post facto", e que comparados à truculência grossa e crua de seus antecessores soviéticos lhe dão mesmo uma aparência angélica, o gramscismo não é nada mais, nada menos, que a mais completa, abrangente e meticulosa sistematização do engodo como método essencial da ação política – e o é em escala ainda mais vasta e em sentido ainda mais radical do que o Príncipe de Maquiavel, que lhe serviu de inspiração remota e esboço primitivo. Como descrever, senão nesses termos, uma estratégia sutil planejada para que todas as pessoas vão se tornando socialistas pouco a pouco,
sem percebê-lo, e da noite para o dia acordem em plena ditadura socialista sem ter a menor ideia de como, quando e por que mãos se operou tão tremendo milagre? E ssa é, sem nenhuma imprecisão ou exagero, a definição e a fórmula da estratégia de Gramsci para a conquista do poder absoluto pelo movimento comunista. Mas toda camufagem que se preze é dupla: encobre primeiro o objeto que quer ocultar e depois se camufla a si mesma, para passar despercebida. Tão logo as obras de Antonio Gramsci começaram a ser publicadas em 1947, a intelligentzia esquerdista se apressou a classificá-las – e a elite conservadora a aceitálas sonsamente – como expressões de um "marxismo ocidental" original, não-dogmático, marginal e indepen-
que aconteceu foi que, após ter sido oficialmente impugnada até à morte de Stálin em 1955, a estratégia gramsciana foi adotada integral e entusiasticamente pela KGB e, desde o início dos anos 60, aplicada em todo o Ocidente com a pletora de recursos financeiros e instrumentos de ação acessíveis àquela que era, e é ainda sob outro nome, a maior e mais poderosa organização de qualquer tipo que já existiu no mundo. Na verdade, o próprio Stálin só rejeitou a parte do gramscismo que preconizava a independência dos partidos comunistas nacionais, mas não deixou de se utilizar de técnicas da "revolução cultural" desde a década de 30, especialmente nos EUA. Esses dois fatos poderiam ter sido antevistos em tempo, com um pouco de inteligência. No entanto, mesmo depois de bem comprovados pelos documentos dos Arquivos de Moscou, ainda há quem teime em ignorá-los. OLAVO DE CARVALHO É ENSAÍSTA, JORNALISTA E PROFESSOR DE FILOSOFIA
A DIFÍCIL ARTE DE SER SIMPLES Tony Avelar/AFP
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epois da morte de Steve Jobs, um dos fundadores da Apple, vários livros foram lançados para explicar sua personalidade e a influência dela no sucesso da empresa que ele criou ainda na garagem da casa de seus pais em Los Altos, Califórnia, e que hoje vale perto de US$ 600 bilhões. Trocando em euros, é cinco vezes aquilo que a comunidade europeia acaba de anunciar em disponibilidades de crédito para a Espanha. Quem está no mundo dos negócios costuma ter interesse em conhecer toda ou parte da receita que Steve Jobs usou para chegar a tanto sucesso. Mesmo sabendo que não é possível fazer tudo exatamente da mesma maneira (especialmente com pessoas diferentes), todos gostaríamos de trilhar um caminho semelhante. Ele saiu da Apple em 1985 demitido, abriu a fabricante de computadores Next e acabou voltando 12 anos depois para salvar a Apple, que estava em dificuldades. Pois justamente durante 12
anos, um de seus parceiros de trabalho foi o publicitário Ken Segall, responsável, entre outras sacadas, pela criação da marca "iMac", um sucesso cuja letra inicial migrou para outras invenções que venderam muito, como o iPod, o iPhone e o iPad. E agora, vem aí a iTV da Apple (sabese que sua produção já está começando na China e há boatos segundo os quais o produto pode ser anunciado na Worldwide Developer Conference, em São Francisco). Sabem como Jobs queria chamar o iMac? Segall conta que sua escolha era "MacMan".
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a convivência com Jobs, o autor guardou informações para explicar uma das facetas mais interessantes do fundador da Apple: sua busca pela simplicidade, relatada em Insanely Simple: The Obsession That Drives Apple's Success (em português, "Loucamente simples: a obsessão que impulsiona o sucesso da Apple", editora Portfolio Hardcover, 240 páginas). Jobs contratou Segall como diretor de criação para a Apple e para a NeXT Computer. O publicitário também foi diretor global de criação na Dell, IBM, Intel e na BMW. As observações de Ken Segall mostram que a simplicidade buscada por Jobs não estava só no produto: ela permeava toda a cadeia produtiva e a comunicação da Apple, alcançando temas como interfaces, design, manuais, propaganda,
PAULO BRITO
Steve Jobs: sempre em busca da simplicidade em todos os campos
embalagens, tudo. Para que o leitor tenha uma ideia bem clara do que isso significa, Segall faz comparações com os ambientes das empresas onde trabalhou, nas quais a complexidade das linhas de produto muitas vezes confundia o consumidor.
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ara muita gente o livro de Ken Segall pode ser confundido com um debate entre complexidade e simplicidade. Sabe-se que no mundo dos negócios a complexidade costuma predominar, porque muitas vezes o cliente confunde sofisticação com agregação de valor – e nem sempre isso é verdadeiro. Mas há um número incalculável de situações em que a simplicidade será a melhor das escolhas.
No início da internet, por exemplo, dezenas de mecanismos de busca disputavam a preferência dos internautas, oferecendo-lhes, além da busca, previsão do tempo, notícias e dezenas de outras informações. Estavam nessa competição nomes como Yahoo, Inktomi, Infossek, Alta Vista e tantos outros. Até que apareceu o Google, cuja home page era de uma simplicidade quase franciscana: havia apenas recursos de busca e nada mais. Hoje, todo mundo sabe qual foi o resultado. Em tecnologia, no entanto, a simplicidade vista pelo usuário significa que os engenheiros tiveram de resolver um enorme número de complexidades. Quem duvidar que tente
entender como funcionam os recursos que fazem do iPhone o smartphone mais desejado (e mais vendido) do mundo. Jobs procurava impor simplicidade em tudo, incluindo os grupos que formou e que decidiam os rumos da Apple.
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erta vez, conta Segall, ele entrou numa reunião e achou que havia alguma coisa errada. Era uma reunião quinzenal do marketing, da qual participavam algumas pessoas da agência, gente do marketing da Apple e uma mulher que Segall só vira nesse dia. Jobs já havia consumido alguns minutos contando como ia o desenvolvimento do Macintosh quando, de repente, parou e apontou para a mulher perguntando: "quem é você?" A moça explicou que fora convocada porque participava dos programas de marketing de alguns dos produtos que seriam abordados na reunião. Jobs ouviu, pensou e em seguida disse "Moça, acho que não precisamos de você nesta
reunião. Obrigado!" ... e continuou falando como se nada houvesse acontecido. Ela não teve outra saída senão juntar suas coisas, levantar e ir embora. É claro que isso não costuma acontecer com frequência no mundo corporativo, mas já participei de uma reunião de uma vice-presidente da Cisco que tinha hora para começar e para terminar. No último minuto do encontro, um dos presentes ainda falava quando foi interrompido por ela com a frase : "Lamento, mas a reunião terminou e os assuntos não tratados ficarão para a próxima". Simples assim. Jobs não chegou a ser mal-educado, mas preferiu manter seu grupo reduzido ao mínimo necessário (ou o mais simples possível), embora correndo o risco de ser eternamente considerado antipático pelos presentes.
A
parentemente, ele preferiu pagar esse preço do que correr o risco de que sua estratégia para alcançar resultados ficasse comprometida pela presença de uma pessoa que – como todos puderam constatar – não tinha absolutamente nada para acrescentar ao encontro. Aliás, de quantas reuniões com gente assim você já participou?
PAULO BRITO É JORNALISTA, GRADUADO EM
ECONOMIA E MESTRE EM COMUNICAÇÃO E SEMIÓTICA
DIÁRIO DO COMÉRCIO
4
GibaUm
3 Jornalista
e escritor, Zuenir Ventura, 80 anos, vai lançar o livro Sagrada Família na Flip: é recheado de memórias.
gibaum@gibaum.com.br
k No Brasil, as pessoas matam por R$ 50.
VALDIVIA // chileno, jogador do
Palmeiras, querendo deixar o país depois de um sequestro-relâmpago em São Paulo.
Fotos: Paula Lima
As vésperas de fechar o acordo com Paulo Maluf que garantirá à campanha de Fernando Haddad mais 1m43s na televisão, quando concordou em ir até a casa do ex-prefeito e deputado federal (447 mil votos em 2010), Lula, diante da posição contrária de todos seus principais homens, não recuou: imaginou que sua popularidade lhe permitiria sorrir e apertar a mão de Maluf. Os editoriais dos jornais são até calmos diante da fúria das redes sociais. E Lula achou também que Erundina seguraria o rojão: não segurou e subiu nas tamancas, lembrando que quando ela foi apresentada como vice de Haddad, o ex-presidente não deu as caras.
333
CALDEIRETE Há muitos anos, Abelardo Chacrinha Barbosa criou um apelido para as moças que ficavam dançando no palco de seu programa de auditório: chacretes (ganharam até recente documentário, quando muitas garantiram que faziam outro tipo de programa para viver). Na época, de carona, SilvioSantosemendoucomas silvetes. Mais recentemente, Sérgio Mallandro resolveu chamá-las de malandrinhas e asqueparticipamdo Pânicona TV viraram panicats – um achado, aliás. Agora, até as moças que aparecem no Caldeirão do Huck também foram batizadas. E nada de hucketes, não: elas são as caldeiretes. 333
Não esconde 333 O ministro Antonio Dias Toffoli, do Supremo, não esconde de ninguém – e não acha que isso pode interferir em sua condição de juiz da Alta Corte – que é amigo pessoal do senador Demóstenes Torres (sem partido). Vira e mexe, compartilhavam vinhos e trocavam confidencias. Em outros tempos, Toffoli chegou a se hospedar na casa de Demóstenes, em Goiânia. E também não vê problemas no mensalão, quando se lembra que foi advogado de Lula e sua mulher, Roberta Maria Rangel, também advogada, defendeu mensaleiros.
NOVO PAR 333 A apresentadora de TV, jornalista e atriz de vez em quando,MariliaGabriela,está circulando em São Paulo a tiracolocomnovonamorado,o executivo italiano Riccardo de Angelis, diretor da TIM. Depois de seu casamento com Reynaldo Gianecchini, ela teve affairs com o fotógrafo português Jordi Burch, 32 anos e com o artista plástico Alessandro Jordão, 37. Marilia foi casada, há anos, duas vezes (dosegundocasamento, nasceram seus filhos) e teve um grande romance com um poderosohomemdetelevisão.
Grupo de conhecidas figuras da televisão, movido a cachês que iam de R$ 5 mil a R$ 40 mil e alguns amigos do hair stylist Marcos Proença (na primeira foto à esquerda, com Flávia Alessandra e Deborah Secco, agora fazendo o gênero comportado), animaram a inauguração, em São Paulo, nos Jardins, da Barber Shop que ele vai comandar no interior da loja Noir, a primeira dedicada ao público masculino da rede Le Lis Blanc. Também lá, da segunda foto à esquerda para a direita, Nathalia Dill a Débora da Avenida Brasil; Gabriela Duarte (no teatro, em A Garota do Adeus, de Neil Simon); e Mariana Weickert, da GNT.
Barbearia na loja
333
333 No discurso da Rio+20, a presidente Dilma Rousseff invocou o Sobrenatural de Almeida , personagem de Nelson Rodrigues, para dizer que não é possível escapar da crise, que classificou de Inexorável da Silveira. A inspiração não nasceu de repente: a presidente está acompanhando o calendário de comemorações em torno do centenário de nascimento do jornalista, escritor e dramaturgo (escreveu 17 peças). Já assistiu alguns espetáculos e viu alguns filmes, de A Dama do Lotação a Toda Nudez Será Castigada. Dilma sempre lembra de personagens de Nelson Rodrigues e elege o famoso Palhares como o número um. Encarnava o canalha, que avançou na própria cunhada de 17 anos. Com o tempo, a expressão canalha foi ganhando força até na política. E é de Dilma o comentário: “O país está cheio de Palhares”.
País de Palhares
3 Mais: ele escreve, até hoje, seus livros à mão, em caderninhos infantis de escola com caneta Bic. Depois, alguém digita.
Defesa do supérfluo Val Machiori tem um blog chamado Hello! dentro do site Veja em São Paulo: agora, ela conta que foi convidada pelo PSL para sair candidata a deputada federal em 2014. Está pensando se vai se filiar ou não. E não entende que muita gente “ache um absurdo, no mesmo dia em que Lula e Maluf fazem um acordo”. Depois, lembra que perdeu dinheiro com “o confisco de Collor e Zélia Cardoso de Mello” e comenta que jogador europeu colocou propaganda na cueca. E sonha que um dia, à exemplo de Gabriela, ganhe uma novela: “Do interior pobre do Paraná para o mundo e a Gal Costa cantando a música de abertura”. No final, seu grito de guerra: “Que nunca nos falte o supérfluo”. 333
O QUE ELA QUER A cantora e atriz Jennifer Lopez inicia nesta sábado, em SãoPaulo,suaturnêdequatro shows no país: vem com os filhos gêmeos Emme e Max, de quatro anos e de grande entourage (seis só para cuidar dos filhos). Quer beber água mineral Penta, leite de amêndoa, sucos de maçã e laranja orgânicos, Gatorade e chás de marca Arizona Green Tee. Para comer, muito peixe, feijão preto ou vermelho, arroz integral, passas orgânicas, saladas, batata doce, frutas, cuscuz e – quem diria – muito espaguete à bolonhesa. 333
MISTURA FINA 333
A DEPUTADA federal Luiza Erundina, 77 anos, nasceu numa pequena cidade do nordeste chamada Uiraúna e fez questão de não virar as costas à sua origem. Uiraúna fica no sertão da Paraíba. 333
PALESTRANTE da Rio+20 no posto de embaixador da ONU para o biodiversidade, a ator americano Edward Norton fica no Brasil até sábado e aproveita para promover seu filme O Legado Bourne, de Tony Gilroy, o quarto da franquia, onde é o vilão.
Numa das muitas cartas que recebe na Globo, um fã se derretia: “Você é a empreguete dos sonhos de todos os brasileiros”. Taís Araujo, 32 anos, mãe e casada com Lázaro Ramos, é a Penha, empreguete de Cheias de Charme, de Izabel de Oliveira e Filipe Miguez – e está em alta. É capa de Nova, onde mostra seu lado intimo e sensual e acaba se transformando em Glamour, ficando quase irreconhecível, sem o cabelão. Aos 17 anos, ela queria ser dentista: só que acabou em Xica da Silva, onde esperou a semana dos 18 anos para fazer quatro cenas toda nua.nas páginas da L’Officiel Hommes.
Empreguete dos sonhos
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Esperando a vez 333 Luiz Antonio Pagot, ex-diretor do Dnit, que acusa tucanos, petistas e pessoal do PR de serem beneficiados com doações para campanhas extraídas de verbas de obras públicas (em São Paulo, supostamente do Rodoanel), desistiu, em cima da hora, do depoimento que daria a grupo coordenado pelo senador Pedro Simon (PMDB-RS) porque acha que, fora da CPI, qualquer coisa que fale perderá a legitimidade. Malgrado acordo de congressistas, para preservar Dilma Rousseff e José Serra, o requerimento pela convocação de Pagot ainda não foi votado.
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Todos contra
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Amarelo.
Verde.
De praia e Paris Para quem pretendia assumir a liderança nacional da oposição, o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) anda mais do que escondido com
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a cena nacional pegando fogo com os escândalos Carlinhos Cachoeira e Demóstenes Torres, mais governadores e empreiteira Delta. Só que teve grande atuação, nos bastidores, para que o governador Sérgio Cabral (PMDB) não fosse convocado para depor na CPI. São amigos de festas nos finais de semana no Rio, de praia e, claro, de Paris. Aécio acha que conquista o apoio de Cabral em 2014, caso se candidate ao Planalto – e contra Dilma. Aos chegados, o próprio Cabral brinca: “Sonhar é de graça”.
333 EM MEIO à Rio+20, Dilma Rousseff determinou um esforçoextra para tentar cobrar grandes quantias dos que praticaram crimes ambientais e que hoje estão na lista negra do governo com um pendurado que chega a R$ 4,7 bilhões. Para o governo, grandes devedores são os que devem R$ 30 milhões ou mais para os cofres da União.
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O PRESIDENTE da Câmara, Marco Maia (PT-RS) quer burlar o Decreto de Transparência adotado pelo Executivo e Judiciário. Vai mandar publicar salários de mais de 3,5 mil servidores – sem o nome. Quem quiser saber o nome do servidor, terá de fazer o pedido por escrito que, claro, pode ficar numa colossal fila ou eventualmente, se perder em alguma gaveta.
333 O JBS, que já ocupava a posição de maior do mundo em processamento de carne bovina, agora é maior de carnes como um todo. Com a Fragosul, o JBS superou a Tyson Foods e alcançou a primeiro lugar da produção de carne de frango, ao processar 9,3 milhões de aves por dia.
333 OS BANCOS Fator e BTG Pactual conversam com a TIM para tentar vender a Eletronet, empresa de transporte de dados, voz e imagem em longa distancia, que tem como sócios Eletrobrás e AES.
Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero
CHARGE DO DIA
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
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5 ERUNDINA CÁ Com seu gesto, ela disse que nem todos aceitam o vale-tudo.
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deputada federal Luiza Erundina (PSBSP) afirmou ontem, em Brasília, que o expresidente Luiz Inácio Lula da Silva já deve ter percebido o erro cometido ao patrocinar uma aliança do PT, em São Paulo, com o ex-prefeito e exgovernador Paulo Maluf (PP). Por não concordar com a composição, Erundina deixou a posição de vice na chapa de Fernando Haddad. "O Lula é sensível, é intuitivo, e ele, a essas alturas, já deve ter percebido o fora que deu", disse a deputada. "Não se trata de traição a mim, mas a princípios", completou. Intimidade – Erundina destacou que o fato de Lula ter ido até a residência do ex-prefeito pesou na sua decisão de abandonar a chapa. Ela afirmou que o acordo poderia ter sido fechado em algum ambiente institucional. "Você vai à casa da pessoa quando tem intimidade, tem respeito. Não acho que Lula tem respeito por Maluf, mas a conveniência o levou a isso", afirmou. A deputada também voltou a fazer ataques ao ex-prefeito. Enfatizou a atuação dele como prefeito e governador indicado durante o regime militar e disse que Maluf provoca contaminação a qualquer candidato. "A presença dele só atrapalha, desqualifica, afasta as pessoas, tira a credibilidade de quem está junto com ele, mesmo uma pessoa como o Haddad, que é o melhor candidato para São Paulo". Preço alto – Em sua opinião, nesta aliança do PT, o PP cobrou "um preço alto por uma coisa muito pequena". Além disso, para Erundina, o ex-presidente passou dos limites ao tirar uma foto com Maluf. "Pro-
LULA LÁ Aliados admitem que ele pagou caro por um retorno pequeno.
Andre Dusek/AE
A presença do Maluf só atrapalha, desqualifica, afasta as pessoas, tira a credibilidade de quem está junto com ele, mesmo uma pessoa como o Fernando Haddad, que é o melhor candidato para São Paulo. LUIZA ERUNDINA
Erundina solta uma gargalhada ao ver a sua charge em O Globo. De peito de fora, como as feministas que usam a nudez como protesto.
Erundina: aliviada e feliz. Para a ex-vice, o seu gesto é de resistência ao "vale-tudo" em política. O de Lula, foi um fora. vocou repulsa", explicou. Ela disse também que foi "bombardeada" nas redes sociais após o apoio de seu adversário histórico a Haddad . Mesmo assim, a deputada disse que vai continuar apoiando Haddad por entender que uma posição de neutralidade beneficiaria o principal rival de seu grupo político – José Serra, do PSDB. Ela destacou que os tucanos também já
tinham procurado o ex-prefeito atrás de aliança. "Eles só não tiveram o apoio do Maluf porque não pagaram o preço que ele queria". Para ela, o PT fez uma concessão de princípios e está "supervalorizando a mídia" ao se aliar a Maluf para ampliar o horário na tevê durante a campanha. Ela destacou que a propaganda não é suficiente se o projeto da candidatura não es-
tiver bem construído, mas reafirmou a crença na viabilidade eleitoral de Haddad. A surpresa – Erundina confirmou ainda que sabia das conversas entre o PT e o PP, mas que foi surpreendida com a presença de Lula na casa de Maluf. "Aquele gesto foi ruim", avaliou. Ela reafirmou também que "a mídia é importante, mas não determina o processo eleitoral se não vier so-
mado a outras condições". Ela garantiu ainda que se não tivesse sido pega de surpresa poderia ter negociado de outra forma o apoio do PP. "Sabia que estavam discutindo a aliança com o PP por conta do tempo na tevê. Isso sim, mas não me foi dito que era coisa certa, definitiva. Se soubesse, não teria deixado chegar ao ponto que chegou". Apesar de todo o episódio e
da reviravolta ocorrida, Erundina disse que não ficou magoada com Lula. Foi mais longe e disse que estava "feliz" por ter recusado permanecer na chapa de Haddad. "Quando a gente faz uma coisa que corresponde ao anseio da sociedade, a gente fica feliz". Ela ressaltou ainda que o seu gesto "é por não aceitar a lógica do vale-tudo na política". Os tucanos – Com bom humor, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) não quis se aprofundar sobre a aliança do PT com o PP de Paulo Maluf. "Estou aqui no Rio, não vi nada". Ele esteve ontem no espaço Humanidade 2012, que recebe discussões paralelas à Rio+20. O governador Geraldo Alckmin (PSDB-PT) também se esquivou de fazer comentários sobre aliança, nem mesmo se beneficiaria o ex-governador José Serra na disputa eleitoral. Segundo Alckmin, "esse é um assunto que cabe ao PT explicar", afirmou o governador paulista. "O Serra já tem uma aliança forte e com bom tempo de tevê". (Agências)
p Procura-se um vice, desesperadamente. DIÁRIO DO COMÉRCIO
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Esse mesmo Maluf apoia o governo Dilma, apoiou o governo Lula e apoia o governo de Alckmin. Vereador Antonio Donato, coordenador de campanha do PT
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O exemplo de Luiza Erundina estremece o partido. Pelo menos até agora, os consultados pelo PT não aceitaram o cargo de vice na chapa de Fernando Haddad. Lola Oliveira/Brazil Photo Press/AE - 01.06.12
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Netinho foi direto sobre a possibilidade de ser vice: "Não serei".
Coordenador do PT culpa sistema eleitoral pela aliança com o PP
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vereador Antônio Donato, coordenador da pré-campanha do petista Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo, admitiu ontem existir contradição na aliança entre o PT e o PP, mas culpou o sistema eleitoral. "Aparentemente é uma contradição, não vou negar isso, as histórias são diferentes. Mas isso já ocorreu em todos os estados e em todas as eleições, porque o sistema eleitoral brasileiro gerou esta multiplicidade, essa necessidade de construir maioria no Congresso e integrar os interesses desses partidos nos governos", justificou Donato. Coadjuvante – Ainda de acordo com o coordenador, embora o PP esteja na aliança, a participação do deputado federal Paulo Maluf, presidente do PP no Estado, será restrita. "Todos sabem que o Maluf não terá um papel protagonista nesta eleição". Também em sua avaliação não houve constrangimento do partido no encontro entre Haddad, o expresidente Luiz Inácio Lula da Silva e Maluf. Donato acredita que o episódio foi amplificado pela reação da deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP), que saiu da chapa de Haddad. "Isso foi potencializado pela atitude da Erundina. Sou testemunha de que ela foi informada e tratou isso com naturalidade". Segundo o coordenador da campanha de Haddad, apesar
de Maluf não estar pessoalmente na campanha, o PT avalia que seria contraditório o partido que apoia o governo Dilma Rousseff na esfera federal não poder se aliar com o PT na estadual. "Esse mesmo Maluf apoia o governo Dilma, apoiou o governo Lula e apoia o governo de Geraldo Alckmin. Esse é o nosso sistema político, o tal do presidencialismo de coalização que gera essa situação", afirmou Donato. Tempo na tevê – Para o coordenador, a saída de Erundina da chapa é um episódio que será superado com o tempo e não deve causar grandes prejuízos para a campanha. "É uma coisa momentânea. Evidentemente que cria um ruído na campanha, mas isso tende a ser superado". De acordo com ele, o objetivo do PT era tornar Haddad mais conhecido, o que a aliança com o PP proporcionará, com mais exposição do PT na tevê. Com o acordo, o partido terá 1m35s a mais. "Hoje temos o maior tempo de tevê, que é estratégico para a campanha", afirmou Donato. "O novo não é uma imagem nova, é uma proposta nova para a cidade, para apresentar essa proposta, precisa ter tempo de tevê", justificou. Ele disse ainda que o PT aguarda agora apenas uma posição do PCdoB para definir com os partidos da coligação quem será o substituto de Luiza Erundina. (AE)
epois que a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP) disse não, a fila dos que têm recusado convite para compor a chapa com o précandidato do PT, Fernando Haddad, à Prefeitura de São Paulo, só tem aumentado. O advogado Pedro Dallari, filiado ao PSB, foi consultado e não aceitou. Professor da Universidade de São Paulo (USP), ele era o preferido de Haddad para assumir o posto com a desistência de Erundina. Para dizer não, Dallari alegou que era próximo da deputada. Mas a família de Dallari também é próxima da família de Haddad. Pedro é filho do jurista Dalmo Dallari, apoiador histórico da campanha do PT. Nikkei – A recusa foi confirmada por fontes tanto do PT como do PSB. Agora, a mais cotada do partido para assumir o posto seria a deputada federal Keiko Ota (SP), a primeira mulher nikkei na história do Brasil a assumir mandato no Legislativo. Nikkei é a denominação em língua japonesa para os descendentes de japoneses nascidos fora do Japão ou para japoneses que vivem regularmente no exterior. Keiko e o marido Masataka Ota fundaram, em 1997, o Movimento da Paz e da Justiça Ives Ota, em homenagem ao filho sequestrado e morto aos 8 anos. Dentro de suas propostas como deputada federal, quer instituir o dia nacional do Perdão, o aumento da pena máxima para crime hediondo, de 30 para 100 anos, com trabalho agrícola, e um debate nacional sobre Código Penal, di-
reitos humanos e políticas de Sambista – Apesar do discursegurança pública no Brasil. so, o PCdoB já teria sugerido os Já o ex-presidente Luiz Iná- nomes de Nádia Campeão ou o cio Lula da Silva pretende con- da deputada estadual e samversar hoje, no Rio, com o pre- bista Leci Brandão, que ora tesidente do PCdoB, Renato Re- ria a torcida dos petistas a fabelo, para convidar o partido a vor, ora enfrentaria resistênfazer parte da aliança. Lula cias. Esses dois nomes, além t a m b é m d ed e J a m i l M uverá oferecer rad, estarão o posto de vino centro da ce ao partido. conversa enO mais cortetre Lula e RaNão dá para dizer jado pelos pebelo. que Maluf é um tistas é o veAlém disso, exemplo só do mal. r e a d o r N e t ipara diminuir nho de Paula, a pressão, Ele tem um também préHaddad colotrabalho em São candidato pecou que o PT Paulo, tem uma lo PCdoB à tem até um base de respeito. prefeitura de prazo maior São Paulo. para decidir GILBERTO CARVALHO Tô fora – Nequem será o tinho, porém, vice em sua foi mais rápido e ontem pela chapa. "Estão especulando manhã postava em seu perfil um nome para vice e, por enno Twitter que não seria vice quanto, só no plano da espeda chapa com o PT. "Não serei culação", afirmou, lembranvice do Haddad. Pronto, falei", do: "Temos até a semana que pontuou o vereador. vem para tomar uma decisão A reação do vereador foi di- a esse respeito". vulgada logo após Haddad ser Tempo e também cuidado, recebido por alguns integran- porque mesmo com todos os tes do PCdoB, entre eles o pró- Wilson Pedrosa/Ae - 03.06.12 prio Netinho, o ex-ministro do Esporte, Orlando Silva, a presidente estadual da sigla, Nádia Campeão, e o dirigente municipal do partido Wander Geraldo da Silva. O encontro ocorreu no gabinete do vereador Jamil Murad. Embora os dirigentes do partido defendam a candidatura de Netinho, o PCdoB não descartou a possibilidade de uma aliança com o PT ou com o PMDB. "Não fechamos a porta para a discussão com ninguém, nem para o PT nem para o PMDB", anunciou Wander.
esforços de Lula no Rio, a coligação não estaria fechada com o PT porque há obstáculos a serem transpostos. Um deles atende pelo nome de Gabriel Chalita, pré-candidato do PMDB. Eles tem conversado e o PCdoB aguarda a convenção do PMDB antes de dizer sim ao PT. Além disso, como Erundina, os comunistas também têm ressalvas quanto à participação de Maluf na campanha eleitoral. Explicações – Quem tentou justificar ontem a aliança do PT com Maluf foi o ministro da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho. Para ele, "não dá para dizer que Maluf é um exemplo só do mal. Ele tem um trabalho em São Paulo, tem uma base que tem ser respeitada". Não satisfeito, emendou: "Não estamos cometendo nenhuma heresia do ponto de vista da política". (Agências) Gilberto Carvalho: o ministro não vê nenhuma heresia na aliança do PT com seu inimigo histórico.
Marcos de Paula/AE
Tratamento de imagem: ao trocar Paulo Maluf por Dilma, ex-presidente Lula diz que essa foto é "ambientalmente correta".
Lula 'refaz' foto com Dilma
Simon Plestenjak/Folhapress
Depois da repercussão negativa da aparição com Maluf, Lula posa com a presidente e faz brincadeiras.
D Antônio Donato diz que o episódio com Erundina foi "um ruído" e que logo será esquecido. O que importa é mostrar o "novo" na tevê.
epois de posar ao lado de Paulo Maluf, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou ontem no Rio para recuperar a própria imagem. Ele se reuniu por 15 minutos com a presidente Dilma Rousseff em um hotel e fez questão de sair acompanhado da presidente "É uma foto ambientalmente correta", disse Lula, a um batalhão de profissionais da imprensa. Dilma não só repetiu a frase de Lula, como ainda acrescentou: "É uma foto simpática que nós estamos tirando para vocês". Hollande – Pela manhã,
Lula se encontrou com o novo presidente francês, François Hollande, em uma sala do hotel de hotel em Copacabana. O expresidente chegou por volta das 9h e entrou por um acesso exclusivo. Hollande chegou com uma hora de atraso e não falou com a imprensa, que estava concentrada na entrada principal. Na pauta da conversa, estavam temas como a crise econômica europeia e a política mundial. Após a reunião, Hollande seguiu para a Barra da Tijuca para se encontrar com a presidente Dilma
Rousseff. O presidente francês foi o primeiro líder estrangeiro recebido ontem por Dilma. Segundo o ministro da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, o primeiro encontro bilateral entre a presidente Dilma e o presidente Hollande, foi apenas uma atualização de agendas com boas perspectivas de cooperação tecnológicas. Crise – Os impactos da crise econômica internacional sobre a zona do euro também foram discutidos pelos dois presidentes. A União
Europeia é destino de um quarto das exportações brasileiras. Pimentel disse que o volume comercializado com o bloco "caiu bastante em relação ao volume registrado no ano passado", mas ele se mantém otimista. "Estamos recuperando. Acredito que vamos terminar o ano com saldo positivo. Em relação às exportações estamos mantendo nossa meta de crescimento de cerca de 3% em relação ao volume de exportações do ano passado. É um número compatível com o cenário de crise".(Agências)
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O PT e o PMDB foram privilegiados com valores expressivos quando a Delta passou a receber verbas do governo. Senador Álvaro Dias (PSDB-PR)
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Brito Júnior/Agência Câmara - 11.02.10
Russomano vira réu por falsidade ideológica Ele é acusado pelo Ministério Público Federal de simular contrato de imóvel para mudar domicílio eleitoral em 2000.
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ré-candidato do PRB à prefeitura de São Paulo, o jornalista Celso Russomano tornou-se réu por falsidade ideológica no Supremo Tribunal Federal (STF). Russomano é acusado pelo Ministério Público Federal de ter simulado um contrato de imóvel para mudar seu domicílio eleitoral de forma a concorrer ao cargo de prefeito de Santo André, em 2000. O processo foi distribuído na terça-feira, dia 19, ao ministro Luiz Fux, mas seguirá para a Justiça de primeira instância em razão de ele ter perdido o foro especial de deputado federal que tinha até 2010. Dois anos atrás, ele concorreu pelo PP ao governo de São Paulo, terminando a disputa em terceiro lugar. O caso chegou ao Supremo há praticamente dez anos. Em
2003, o ex-procurador-geral entre julho e agosto daquele da República, Geraldo Brin- ano, e apenas 12 KW/h em sedeiro, denunciou o então de- tembro. "Não é possível ninputado por ele ter, em junho guém morar num apartamende 1999, simulado um contra- to sem que haja consumo de to de aluguel de um aparta- energia elétrica, indispensámento em Santo André. Três vel para o banho, iluminação, meses depois, o f u n c i o na m e n t o parlamentar ped o s e l e t r o d odiu à Justiça Eleimésticos, etc.", toral sua transfeafirmou o juiz Não é possível rência de domicíeleitoral. morar num lio, de São Paulo Russomano apartamento sem terminou a dispara a cidade no ABC paulista, paputa de 2000 em energia elétrica, ra se candidatar. segundo lugar, indispensável Na ocasião, senuma eleição para o banho, gundo o Ministéque reelegeu o iluminação... rio Público, a Juspetista Celso Datiça Eleitoral niel – assassinaARGUMENTAÇÃO DO MPF comprovou que do dois anos deRussomano não chegou a mo- pois. Em junho de 2008, os mirar no imóvel. Para o MP, um nistros do Supremo foram "indício seguro" para atestar unânimes em seguir o voto do essa situação é o de que não então relator, Eros Grau. Eles houve consumo de energia rejeitaram pedido da defesa
para extinguir qualquer tentativa de puni-lo no caso sob o argumento da prescrição e decidiram que o então deputado vai responder a processo. O advogado Marcelo Leal de Oliveira Lima, que defende o ex-deputado, recorreu da decisão por duas vezes sem sucesso. Uma das alegações é a de que o caso já havia prescrito. O motivo: o contrato de aluguel firmado por Russomano seria entre particulares, o que, no caso, teria uma pena de falsidade ideológica menor e já não haveria como puni-lo. Ação penal – Após quatro anos de recursos, o caso virou uma ação penal no Supremo, mas será remetido para a primeira instância. Marcelo Leal disse que sustentará na defesa que o conceito de domicílio eleitoral é mais amplo do que o domicílio. (AE)
PMDB nega verba da Delta na campanha de mãe de senador Partido confirma repasse à deputada Nilda Gondim, mãe de Vital do Rêgo, mas diz que dinheiro veio da construtora.
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Em nota divulgada ontem, o presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), confirma que o diretório nacional do partido repassou R$ 50 mil para a campanha da deputada Nilda Gondim (PMDB-PB), mãe do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), presidente da CPI do Cachoeira. Raupp afirma que o valor "não tem qualquer relação" com a empresa Delta, mas confirma que o PMDB recebeu doações da construtora ao longo da campanha eleitoral de 2010. Na prestação de contas da deputada, segundo Raupp,
consta a doação do diretório nacional. "O repasse de R$ 50 mil foi feito pelo diretório nacional obedecendo os princípios que regem a legislação eleitoral. O PMDB e outros partidos receberam doações da empresa Delta Construções e de outras empresas, de forma legal conforme consta no Tribunal Superior Eleitoral", afirma Raupp. Segundo o "Painel" da Folha, a Delta também abasteceu por meio de doações ocultas a campanha do vicegovernador do DF, Tadeu Filipelli. O valor repassado foi
de R$ 350 mil em 2010. Além de Filipelli, a construtora repassou R$ 300 mil a Hélio Costa (PMDB), candidato ao governo de Minas; R$ 100 mil ao senador Waldemir Moka (PMDB-MS); e os R$ 50 mil para Nilda Gondim. O líder do PSDB, senador Alvaro Dias (SP), divulgou tabela que mostra o crescimento de doações da Delta aos diretórios nacionais do PT e PMDB em 2010. Os dois partidos teriam recebido, segundo dados do PSDB levantados no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), R$ 1,5 milhão cada um. Em 2008, o valor foi de apenas R$
100 mil para o PMDB. "Todos os partidos receberam doações da Delta. O PT e o PMDB foram privilegiados com valores expressivos na época em que a empresa passou a receber verbas do governo. Na medida em que os valores dos contratos da Delta cresceram, as doações aumentaram", disse. Segundo Dias, os dois partidos receberam mais de R$ 2 milhões cada um na campanha de 2010 da Delta. "Estamos nos referindo a doações legais da empresa, segundo consta no Tribunal Superior Eleitoral". (Folhapress)
Justiça comum: Celso Russomano perdeu foro especial em 2010.
Luciana Genro luta contra lei antinepotismo
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ex-deputada federal gaúcha Luciana Genro, uma das fundadoras do PSol, vai precisar mostrar à Justiça Eleitoral que tem distanciamento político do pai, o governador Tarso Genro (PT), para poder concorrer nas eleições de outubro. Luciana não se elegeu para o Congresso há dois anos em razão do baixo quociente eleitoral de sua sigla. Agora pretende tentar uma cadeira na Câmara Municipal de Porto Alegre. A Constituição Federal, porém, impede que os parentes em até segundo grau de prefeitos, governadores e do presidente concorram no território em que eles atuem se não estiverem dis-
putando reeleição. O PSol-RS já foi até foi recebido pelo ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Gilson Dipp para discutir o caso. O partido argumenta que Luciana, 41, tinha uma longa vida pública antes da posse do pai no governo gaúcho e que portanto o caso dela se assemelha a uma reeleição. Em 2010, ela teve 130 mil votos no Rio Grande do Sul. "Seria uma cassação dos meus direitos políticos não poder concorrer depois de ter 16 anos de mandato", diz a ex-deputada. Eleita pela primeira vez em 1994 à Assembleia gaúcha, Lucina foi expulsa do PT em 2003, já como congressista. (Folhapress)
p Tribunal escolhe novo juiz para o caso Cachoeira DIÁRIO DO COMÉRCIO
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Não me consta que Moreira Lima tenha aberto mão da segurança, apenas abriu mão da escolta ostensiva. Eliana Calmon, corregedora nacional de Justiça
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Ministra Eliana Calmon diz que Moreira Lima deixou o posto alegando "cansaço". Disse que teria recebido ameaça velada e temia pela família.
Magistrado saiu por 'cansaço' "Deixá-lo (Moreira Lima) à frente do processo seria um ato de desumanidade. Ele não sai por medo", diz corregedora.
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corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, disse ontem que o juiz Paulo Augusto Moreira Lima, que comandou as investigações sobre a atuação de Carlinhos Cachoeira em Goiás, deixou o posto a pedido, alegando que estava "cansado", que temia por sua família e que teria recebido inclusive uma ameaça velada. "No nosso entendimento, deixá-lo à frente do processo seria um ato de desumanidade. Ele não sai por medo", afirmou Calmon, após reunião no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Segundo ela, o juiz contou que recebeu todo o apoio,
Supremo pretende encerrar Mensalão em agosto
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É Alderico Rocha Santos, que em 2002 mandou prender o hoje senador Jader Barbalho (PMDB-PA) por fraudes contra a Sudam. Na época, foi criticado pelo desembargador Fernando Tourinho Neto, que mandou soltar Barbalho. Hoje, Tourinho é relator de todos os recursos sobre o caso Cachoeira.
Beto Barata/AE
ação penal contra o Neto, do TRF1, que mandou contraventor Carlos soltar Barbalho. Hoje, TouriAugusto de Almeida nho é relator de todos os recurRamos, o Carlinhos sos sobre o caso Cachoeira Cachoeira, e outros denuncia- que chegam ao tribunal. dos pela Operação Monte CarAcelerado – Alderico inforlo já tem novo magistrado res- mou ontem que vai acelerar a ponsável. O Tribunal Regional tramitação da ação penal duFederal da 1ª Região (TRF1) rante o mês de julho. anunciou ontem que o juiz fe"Este juiz, salvo no mês de deral Alderico Rocha Santos, julho, não poderá instruir o feiatual titular da 5ª Vara Fede- to nos meses subsequentes ral, conduzirá o caso, mas sem em razão do preenchimento deixar seu posto de origem. da pauta de audiências nos A medida foi tomada pelo processos de seus ofícios e de presidente do TRF1, desem- férias regulamentares", explibargador Mário César Ribeiro, cou Alderico Santos, em nota depois que o juiz substituto divulgada pela Justiça Federal P a u l o M o r e i r a L i m a p e d i u em Goiás, ontem. afastamento da 11ª Vara FeNa fase da instrução, o juiz deral em Goiás, onde corre o avalia as provas colhidas pela processo contra Cachoeira. polícia e ouve depoimentos de Moreira Lima alegou sofrer testemunhas para formar ameaças de convicção se pessoas ligaa denúncia do das ao bicheiMinistério Púro e também blico é proceO caminho da disse que fid e n t e . D eintimidação e da cou desmotipois, os réus e vado com a o Ministério violência (contra falta de apoio Público farão Paulo Moreira de colegas as consideraLima) não leva à sobre a valições finais, solução, mas a dade das profase seguida problemas maiores. pelo voto do vas colhidas no processo. juiz. ALDERICO ROCHA SANTOS. Com a saíAlderico da de Moreira Santos inforLima, o juiz titular da 11ª Vara, mou que a concentração de Leão Aparecido Alves, que de- esforços para concluir a insveria assumir o caso, decla- trução da ação penal ainda no rou-se suspeito e alegou foro mês de julho não implicará íntimo para não julgar a ação. perda de garantias a todos os Segundo o Conselho Nacio- direitos dos acusados, "já que nal de Justiça, Leão recebeu li- haverá tempo suficiente para gação de um dos suspeitos de o estudo do processo". integrar a quadrilha liderada O novo juiz ainda afirmou por Carlinhos Cachoeira. que vê com "muita preocupaAlderico Santos já atua na ção" a denúncia do juiz Paulo área criminal. Um de seus fei- Moreira Lima: "O caminho da tos mais lembrados é de 2002, intimidação e da violência não quando mandou prender o ho- leva à solução, mas a probleje senador Jader Barbalho mas maiores". (PMDB-PA) por fraudes contra "Tenho certeza de que tanto a Superintendência de Desen- os acusados como a sociedavolvimento da Amazônia (Su- de têm interesse no esclarecidam). Na época, o juiz perten- mento do caso mais breve cia à Justiça Federal em Tocan- possível, a fim de que sejam tins e foi criticado pelo desem- absolvidos os inocentes e conbargador Fernando Tourinho denados os culpados". (ABr)
presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Ayres Britto, afirmou ontem que acredita na conclusão do julgamento do processo do Mensalão ainda em agosto. O cronograma prevê o início do julgamento no dia 1º, desde que o revisor, ministro Ricardo Lewandowski, libere os documentos para votação.
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Ayres Britto afirmou que não teme qualquer tipo de atraso. "É possível que o julgamento termine no próprio mês de agosto, se tudo correr normalmente e dentro do cronograma que estabelecemos. Aquele calendário estabelecido já levou em consideração a complexidade do caso", disse Britto. Lewandowski pretende liberar o processo em junho.
Fellipe Sampaio/SCO/STF
Ayres Britto reafirma: julgamento não será pautado por pressão.
O planejamento do STF prevê sessões diárias, de 5 horas, entre 1 e 14 de agosto, para ouvir a acusação do Ministério Público Federal e as defesas dos 38 acusados de envolvimento no principal escândalo de corrupção do governo do ex-presidente Lula. A partir do dia 15, os ministros começam a revelar seus votos. Britto voltou a afirmar que o julgamento não será pautado por pressão. "Por mais intensa ou densa que seja a ambiência política de um processo, o julgamento só pode ser técnico, em cima da prova dos autos. Isto é um dever do juiz. Se não for assim, ele se deslegitima e trai a sua própria função". No início do mês, o ex-ministro José Dirceu convocou líderes estudantis e movimentos sociais a irem às ruas em defesa dos réus do Mensalão. Sobre as ameaças veladas que levaram o juiz Moreira Lima a deixar o caso Cachoeira, Britto afirmou que é absolutamente intolerável e inadmissível que se coloque sob ameaça de morte um magistrado. "Se já merece de nossa parte todo repúdio ameaçar qualquer ser humano, no caso do Judiciário colocamos mais ênfase, não porque seja mais digno que qualquer outra pessoa, mas pela função que desempenha porque todos os conflitos sociais mais agudos e insuscetíveis de solução amistosa desaguam no Poder Judiciário". (AE)
m a s a r g uSegundo mentou que Calmon, o pai "depois de 14 do magistraEle não sai por meses de indo teria sido vestigação tiabordado por medo, mas depois nha preocuum policial, e de 14 meses de pação com a o próprio juiz investigação tinha saúde e com a teria recebipreocupação família". do ligação de com a saúde e L i m a d e ium carcereixou o comanro de presídio com a família. do das invesde segurança ELIANA CALMON tigações da máxima, inoperação formando-o Monte Carlo, que apura o en- que seu nome era citado nas volvimento de Carlinhos Ca- conversa de presos. choeira na exploração de joO corregedor do Tribunal gos ilegais. Ele afirmou que so- Regional Federal da 1ª Região freu "ameaças veladas" no iní- (TRF1), desembargador Carcio deste mês. los Olavo, afirmou que o juiz ti-
nha o apoio de segurança solicitado e que ele abriu mão da escolta ostensiva da Polícia Federal entre março e abril. Lima será removido para a 12ª vara de justiça de Goiás e não tratará de matérias criminais, a seu pedido. Em ofício encaminhado ao TRF1 (13 de junho), ele argumentou que a família foi procurada por policiais goianos "em nítida violência velada" e que havia informações de "crimes de homicídio provavelmente praticados a mando por réus do processo pertinente à operação Monte Carlo". Será substituído pelo juiz federal Alderico Rocha Santos. (AE)
Calmon minimiza vazamento
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corregedora do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), ministra Eliana Calmon, minimizou ontem o vazamento de informações das investigações da Operação Monte Carlo antes de sua realização, no fim de fevereiro, entendo que mesmo que isso tenha ocorrido, não surtiu efeito. Calmon se reuniu ontem com o juiz Paulo Augusto Moreira Lima, após ele afirmar que recebeu recentemente "ameaças veladas". Ele foi responsável, quando atuava como magistrado substituto da 11ª Vara Federal da Seção de Goiás, pela investigação que acabou levando à prisão o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, acusado de chefiar um esquema criminoso com a participação de policiais, empresários e políticos. Também participaram do encontro o juiz titular da vara, Leão Aparecido Alves, o excorregedor do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), juiz Cândido Ribeiro, e o presidente da Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil). Chegou-se a afirmar que Leão, amigo
pessoal de um dos réus da Monte Carlo, poderia ter vazado informações sobre a investigação. Já Calmon disse que o assunto sobre o vazamento não foi explorado, pois a Operação Monte Carlo "foi um sucesso". Segundo ela, agora a questão principal é garantir a segurança de Moreira Lima, assim como a do magistrado que assumirá o caso – Alderico Rocha Santos. Não se divulgou qual será a estratégia de proteção a ser dada aos juízes em questão. Cândido Ribeiro, corregedor quando Moreira Lima fez o primeiro pedido para garantir sua segurança, afirmou que o próprio juiz afirmou, entre março e abril, que não precisaria mais contar com segurança do TRF-1, que havia disponibilizado carro blindado para ele, entre outras medidas de proteção. "Ele nos procurou, pois sentiu que não precisava mais da segurança", disse Ribeiro. A informação, no entanto, foi contestada por Calmon. "Não me consta que ele tenha aberto mão da segurança. Ele apenas abriu mão da escolta ostensiva". (Folhapress)
Fim de teto salarial para servidores?
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m meio ao recesso branco do Congresso, Comissão especial da Câmara aprovou, por unanimidade, proposta de emenda constitucional . O projeto acaba com o teto salarial dos servidores públicos da União, estados e municípios. E retira o poder da presidente da República de definir o maior salário público no País. Essa função, pela proposta, será exclusiva do Congresso, sem ter de passar pela sanção ou veto da
presidente. A proposta ainda vincula os salários dos parlamentares aos vencimentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal. O projeto aprovado precisa ser votado em dois turnos pelo plenário da Câmara antes de seguir para o Senado. A proposta, na prática, derruba as reformas administrativas realizadas nos governos dos presidentes Fernando Henrique e Lula. No mês passado, avançou na Câmara a proposta de reajuste salarial dos
ministros do STF e do procurador-geral da República dos atuais R$ 26.723,13 para R$ 30.675,48 – retroativo a 1º de janeiro de 2011. A proposta de salários iguais deve ser votada na Câmara e no Senado antes de os parlamentares aprovarem o reajuste para os ministros do Judiciário. Portanto, parlamentares, presidente e vice-presidente, ministros, procurador e defensor geral terão o mesmo aumento automaticamente. (AE)
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Antonio Lacerda/EFE
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riticada por comemorar a elaboração de um texto considerado pouco ambicioso, a presidente Dilma Rousseff usou seu discurso de abertura oficial da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, no Riocentro, ontem, para dizer que o documento final foi "fruto do consenso" e defender a ação de todos os países por conduzir o mundo para as mudanças necessárias a fim de atingir o desenvolvimento sustentável. "Sabemos que o custo da inação será maior que outras medidas necessárias, por mais que estas provoquem resistências e se revelem politicamente trabalhosas", disse a uma plateia de representantes de 193 países, reiterando ainda que todos precisam ser "ambiciosos e corajosos" para promover as mudanças. Diante do impasse nas negociações, o Brasil acabou assumindo a responsabilidade por produzir um consenso, deixando para trás os conflitos e adiando as resoluções para depois de 2015 – e foi a estas críticas que a presidente fez questão de responder. Dilma reconheceu que "várias conquistas de 1992 ainda permanecem no papel" e isso exige de todos os países responsabilidade de agir para mudar este quadro. "A crise financeira e as incertezas que pairam sobre o futuro da economia mundial dão uma significação especial à Rio+20." Mas voltou a condenar o modelo de condução da economia pelos países desenvolvidos e reiterou que "as políticas indutoras do crescimento e do emprego constituem a única via segura para a
Dilma e seu fruto: o consenso. Ela disse aos representantes de 193 países que não agir pelo meio ambiente terá custo maior que o desgaste político recuperação da economia". Em sua fala, a presidente lamentou que no processo final de negociação do documento "O Futuro que Queremos" não foi possível determinar novos recursos para isso. "A promessa de financiamento do mundo desenvolvido para o em desenvolvimento com vistas à adaptação e mitigação ainda não se materializou, apesar do esforço de algumas nações".
Sem ambição – O secretáriogeral das Nações Unidas, Ban Kin-moon, disse que também esperava um documento "mais ambicioso" da Rio+20, e fez um apelo aos líderes mundiais presentes no Rio que desempenhem seu papel como "cidadãos globais", indo além de "interesses internos e de grupos" para fazer as escolhas certas para o futuro. "São os líderes que podem tomar decisões políticas, que
Hollande quer taxar transações financeiras
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novo presidente da França, o socialista François Hollande, ressuscitou a proposta de um imposto sobre transações financeiras, dessa vez para destinar os recursos a projetos de desenvolvimento sustentável. A proposta de um imposto sobre transações financeiras internacionais foi feita pela primeira vez em 1972 pelo Prêmio Nobel de Economia James Tobin. Hollande, que mais cedo se reunira com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com a presidente Dilma Rousseff, defendeu também a transformação do Pnuma em uma agência, ideia à qual o Brasil se opõe. Hollande argumentou que, pelo fato de a sede do Pnuma estar em Nairóbi, Quênia, sua conversão em agência "reforçaria o papel da África no mundo". Hollande disse que "fez questão de vir pessoalmente", numa comparação tácita com a chanceler Angela Merkel, da Alemanha, e o primeiro-ministro britânico David Cameron, representados por seus ministros do Meio Ambiente e do Desenvolvimento. O presidente francês disse ainda que a crise econômica enfrentada pela Europa não deve servir de motivo para abandonar as preocupações com o meio ambiente: "Desenvolvimento sustentável não é um entrave, mas uma oportunidade." "Estou no começo do meu mandato", enfatizou Hollande, eleito em maio. "O meio ambiente e a luta contra a pobreza são grandes prioridades do meu governo." Os discursos de chefe de Estado e de governo prosseguem até sextafeira, quando os dignatários assinam o documento final da Rio+20. (Folhapress)
Ricardo Moraes/Reuters
Com Dilma, francês alfinetou potências europeias e disse: estou aqui. Sergio Moraes/Reuters
NA PELE – A estudande neozelandesa Brittany Trilford falou em nome das 3 bilhões de crianças do mundo, após vencer um concurso mundial de discursos. E disse: "Considerem por que estão aqui. È para salvar o mundo ou a própria pele? Vocês têm 72 horas para decidir nosso destino. O cronômetro está contando, tic, tac, tic, tac."
podem fazer uma escolha. Temos muitas agendas com as quais estamos preocupados, e, dependendo da prioridade política que eles escolham, as consequências serão completamente diferentes", disse Ban. "Por isso, contamos com esses líderes. Por isso, peço que eles atuem como cidadãos globais." Ele destacou que o processo de negociações do documento final que resultará da
Rio+20 foi um processo delicado, por tentar conciliar os interesses da cada país. "Alguns Estados membros esperavam um resultado mais ambicioso, eu também esperava um documento mais ambicioso, mas é preciso entender que as negociações foram difíceis e lentas, devido a ideias conflitantes", observou, destacando que a Rio+20 "não é o fim, mas o início" dos compromissos entre os países.
"O que importa é que as recomendações sejam implementadas sem atraso, porque a natureza não espera", disse. Ban ainda afirmou que os países devem se "inspirar" nos exemplos de sucesso do País. "O Brasil tem muito potencial, e grandes desafios. E todos os desafios que o Brasil enfrenta podem nos servir de lição." Ele enfatizou que as nações não terão êxito sem a participação da sociedade civil. (Agências)
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LÁ FORA
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repercussão internacional a respeito do texto costurado pelo governo brasileiro na Rio+20 não é das melhores. A Der Spiegel, tradicional revista alemã, disse que a conferência do Rio falhou antes mesmo de começar, que houve muita prosa e pouca substância. Os ingleses do The Guardian asseguraram que o maior encontro da ONU no século vai acabar em lamentos. O espanhol El País afirmou que os articuladores brasileiros se contentaram com o pacto possível para salvar a conferência de um certo fracasso. Os donos da bota europeia, do Corriere della Sera, foram taxativos ao manifestar que o documento alinhavado no Brasil é fraco, pouco corajoso e, basicamente, inútil. Já os norte-americanos do The New York Times, mais preocupados com o rumo interno da nação, sequer dedicaram um bom espaço ao tema. Ancorado em um artigo na área de opinião do NYT na internet, eles argumentam que o Brasil faz jogo de cena com a imagem de ambientalmente correto. Que o País ainda avança sobre a maior floresta do planeta, e das reservas indígenas, por sua fome de minerais e madeira. E que a impunidade corre ainda solta pelos campos do País.
O RIO DE ESGOTO
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ios, canais e a Lagoa de Jacarepaguá (foto) – que formam a área verde próxima ao Riocentro, onde acontece a alta cúpula da Rio+20 – estão degradados após 40 anos de acúmulo de degetos. Ontem, a imagem aérea captou as manchas deixadas pelos diversos pontos de escoamento de esgoto vindos dos condomínios da região. A limpeza das lagoas é um dos compromissos firmados pelo governo do Rio para a Olimpíada de 2016.
HACK IN RIO
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movimento ativista hacker Anonymous iniciou a operação "#OPHackInRio" ,ontem, assumindo ataques que descaracterizaram ou dificultaram o acesso a sites do governo, da ONU e da Rio+20. Os endereços invadidos foram substituídos por um vídeo do coletivo. Páginas de prefeituras, do Incra e da Rio+20 apresentaram dificuldades no acesso. O site da ONU no Brasil, segundo o grupo hacker no Twitter, foi atacado e ficou fora do ar.
Rascunho de Ahmadinejad
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presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, disse, ontem em discurso na Rio+20, que a ordem internacional precisa ser "redesenhada" e que é necessário "tomar medidas agora para reformar o mundo atual". A fala do presidente iraniano teve um tom bastante religioso. "A ordem internacional precisa ser redesenhada para servir tanto às necessidades materiais quanto espirituais dos seres humanos. No mundo futuro, a justiça e a compaixão devem ser institucionalizadas e tomar o lugar da inveja e do egoísmo", disse Ahmadinejad, no plenário principal da cúpula. Ele disse que "todos os governos democraticamente eleitos" precisam guiar o mundo "com base na compaixão". "Como líderes da nossa sociedade, precisamos nos comprometer a mobilizar os nossos recursos para construir uma sociedade global que seja dedicada à promoção das capacidades humanas. Precisamos fazer isso juntos, com sinergia para fazer prosperar os talentos dos seres humanos para realizarmos as nossas aspirações e objetivos comuns." Ahmadinejad pediu reformas no mundo atual. "Precisamos de uma abordagem holística para redefinir a humanidade no seu sentido real, por meio da participação, da cooperação e da compreensão." O iraniano, sem citar os Estados Unidos, criticou o "colonialismo" e a "escravidão" que existiu no mundo nos últimos séculos. Também criticou as guerras, como a da "Coreia, do Vietnã e do Iraque". Ao apontar uma "crise econômica e moral", Ahmadinejad pediu novas diretrizes mundiais, "com base em uma visão holística,
NO ESPAÇO
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ireto do espaço, os astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS) enviaram ontem uma mensagem à cúpula da Rio+20. "De onde nós estamos, olhando para a Terra do espaço, podemos admirar a beleza de nosso planeta e lar. Saudamos todos vocês que estão trabalhando juntos para criar um futuro mais sustentável para bilhões de pessoas", afirmou o americano Joseph Acaba, engenheiro da NASA. "Eu e meus companheiros gostaríamos de dar as boas vindas do espaço para todos vocês que estão no Rio de Janeiro", disse, por sua vez, o atual comandante da ISS, o russo Oleg Kononenko. (EFE)
Pelos bens comuns
Antonio Lacerda/EFE
Tasso Marcelo/AE
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"Marcha em Defesa dos Bens Comuns e Contra a Mercantilização da Vida" reuniu cerca de 10 mil pessoas ontem. Elas partiram da Candelária, no centro do Rio, para uma caminhada de cerca de 1,5 km em direção à Cinelândia. A marcha foi organizada por diversos movimentos sociais e fez parte do Dia de Mobilização Global, evento da programação da Cúpula dos Povos. Além de diversas ONGs ambientalistas, diferentes movimentos sindicais integraram a marcha. "A discussão sobre sustentabilidade é importante, mas também falta o respeito aos trabalhadores", disse Nilson Duarte, da União Geral dos Trabalhadores. Para o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique da Silva, o protesto serviu para "chamar a atenção do Brasil e do mundo para o modelo de desenvolvimento das indústrias, para uma mudança dos hábitos de consumo, e criticar as alterações que eram esperadas na Rio+20. (AE)
Iraniano pregou o fim da inveja e do egoísmo e que se baseiem em um Deus único". Os valores atuais estão muito centrados no materialismo, individualismo e consumismo, afirmou o político iraniano. O discurso não foi ouvido pela delegação de Israel, que deixou a sala da conferência. (Folhapress)
Luiz Gomes/Fo
lhapress
Marcos de Paula/AE
Mônica Bento/AE
A marcha reuniu uma fauna variada de manifestantes. E a presidente não escapou de ser representada como uma imperialista, 'Dilma Sam'. A criatividade correu solta nas caracterizações que pediram uma economia mais justa e solidária, com preservação ambiental.
Luiz Gomes/Folhapress
equipados com escudos, máscaras de gás, granadas e capacetes impediu que um grupo de 500 índios, armados com flechas, lanças e bordunas, invadisse a área de segurança do Riocentro, onde ocorria a cúpula de chefes de Estado da Rio+20. Por muito pouco não houve confronto. Os índios, parecendo intimidados com o aparato militar, preferiram sentar-se em frente à barreira. Chefiados pelo cacique Raoni, da etnia caiapó, eles desistiram da invasão, esboçada até mesmo à revelia dos movimentos sociais que apoiam o abandono da construção da usina de Belo Monte, no Pará. Coube ao secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, apaziguar os ânimos indígenas. (AE)
Luiz Gomes/Folhapress
GRITO DE GUERRA – Uma espécie de muralha humana formada por 120 militares e policiais
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BRADSEG PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ: 02.863.655/0001-19 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis da Bradseg Participações S.A., relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011. Informamos que as demonstrações completas e auditadas encontram-se à disposição de V.Sas. na sede da Companhia. Agradecemos todo apoio recebido. São Paulo, 18 de junho de 2012. Diretoria BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 (Em milhares de reais) ATIVO CIRCULANTE .................................................. Disponível ....................................................... Caixa e bancos................................................. Equivalentes de caixa....................................... Aplicações....................................................... Créditos das operações de seguros e resseguros............................................... Prêmios a receber ............................................ Operações com seguradoras ........................... Operações com resseguradoras ...................... Outros créditos operacionais............................ Ativos de Resseguros - provisões técnicas....................................................... Títulos e créditos a receber........................... Títulos e créditos a receber .............................. Créditos tributários e previdenciários ............... Outros créditos ................................................. Outros valores e bens.................................... Bens à venda.................................................... Outros valores .................................................. Despesas Antecipadas .................................. Custos de aquisição diferidos ...................... Seguros ............................................................ NÃO CIRCULANTE ......................................... Realizável a longo prazo................................ Aplicações....................................................... Ativos de Resseguros - provisões técnicas....................................................... Títulos e créditos a receber........................... Títulos e créditos a receber .............................. Créditos tributários e previdenciários ............... Depósitos judiciais e fiscais.............................. Outros créditos ................................................. Investimentos ................................................. Investimentos em controladas.......................... Propriedades para investimentos Imóveis.......................................................... Outros investimentos........................................ Imobilizado...................................................... Imóveis de uso próprio ..................................... Bens móveis ..................................................... Outras imobilizações ........................................ Intangível......................................................... Outros intangíveis............................................. TOTAL DO ATIVO ...........................................
2011 4.458.946 6 6 3.699.049
Controladora 2010 2009 1.389.506 1.593.478 29 21 29 21 1.356.254 1.276.431
2011 90.757.320 263.341 140.548 122.793 86.637.896
2010 75.290.930 166.608 100.325 66.283 71.865.078
Consolidado 2009 66.121.703 119.874 78.209 41.665 62.924.581
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1.874.385 1.604.602 25.035 33.970 210.778
1.496.502 1.334.572 25.929 29.402 106.599
1.301.050 1.214.771 22.082 27.569 36.628
759.891 733.490 26.401 12.897.355 105.493 -
33.223 25.237 7.986 14.086.519 74.222 -
317.026 307.326 9.700 11.813.245 73.903 -
594.954 712.316 253.528 329.639 129.149 44.208 43.480 728 72.512 557.708 557.708 36.670.376 33.541.617 30.000.328
530.469 719.964 363.626 282.607 73.731 37.202 36.841 361 57.678 417.429 417.429 33.251.207 30.949.166 28.006.748
583.907 770.873 483.127 258.764 28.982 37.065 30.587 6.478 44.141 340.212 340.212 27.752.598 25.636.054 23.017.321
105.493 102.842 2.651 12.791.862 12.791.862
74.222 73.789 433 14.012.297 14.012.297
73.903 73.491 412 11.739.342 11.739.342
66.222 3.475.067 4.294 1.394.202 2.062.010 14.561 2.205.491 1.679.441
78.103 2.864.315 12.371 1.012.638 1.828.123 11.183 1.584.232 1.394.550
84.164 2.534.569 16.230 962.647 1.547.692 8.000 1.434.595 1.314.979
17.356.301
15.476.025
513.033 184.085 13.017 5.597 152.435 139.186 47.725 46.640 61.208 66.957 43.502 25.589 770.833 578.623 770.833 578.623 13.406.723 127.427.696 108.542.137
114.020 5.596 113.190 49.621 43.423 20.146 568.759 568.759 93.874.301
Controladora 2011 2010 2009 2011 PASSIVO CIRCULANTE ............................................................. 1.349.016 1.467.353 1.017.197 16.159.712 Contas a Pagar .......................................................... 1.349.016 1.467.353 1.017.197 2.886.052 Obrigações a pagar. .................................................... 1.346.109 1.461.543 1.000.000 1.825.872 Impostos e encargos sociais a recolher ...................... 67 92 185.987 Encargos trabalhistas .................................................. 52.325 Impostos e contribuições............................................. 2.838 1.369 17.105 819.180 Outras contas a pagar ................................................. 2 4.441 2.688 Débitos de operações com seguros e 462.233 resseguros.............................................................. Prêmios a restituir........................................................ 6.643 Operações com seguradoras ...................................... 45.737 Operações com resseguradoras ................................. 106.402 Corretores de seguros e resseguros ........................... 183.538 Outros débitos operacionais........................................ 119.913 149.101 Depósitos de terceiros.............................................. - 7.123.149 Provisões técnicas - seguros................................... Danos .......................................................................... - 3.651.810 Pessoas....................................................................... - 1.089.394 Vida Individual ............................................................. 768.082 Saúde .......................................................................... - 1.527.277 Vida com cobertura de sobrevivência ......................... 86.586 Provisões técnicas - previdência 967.883 complementar ........................................................ Planos não bloqueados ............................................... 892.521 PGBL/PRGP................................................................ 75.362 - 4.571.294 Provisões técnicas - capitalização .......................... Provisões para resgates.............................................. - 4.321.150 Provisões para sorteios ............................................... 76.051 Outras provisões ......................................................... 174.093 2.607 1.959 1.485 94.619.936 PASSIVO NÃO CIRCULANTE ................................... - 1.592.037 Contas a Pagar .......................................................... Obrigações a pagar ..................................................... 617 Tributos diferidos ......................................................... - 1.557.647 Outras contas a pagar ................................................. 33.773 - 57.993.100 Provisões técnicas - seguros................................... Danos .......................................................................... 683.340 Pessoas....................................................................... - 1.015.946 Vida Individual ............................................................. 711.502 Saúde .......................................................................... - 2.493.186 Vida com cobertura de sobrevivência ......................... - 53.089.126 - 32.997.566 Provisões técnicas - previdência complementar................ Planos não bloqueados ............................................... - 15.728.326 PGBL/PRGP................................................................ - 17.269.240 2.607 1.959 1.485 2.037.233 Outros débitos ........................................................... Provisões judiciais ....................................................... 2.607 1.959 1.485 2.037.233 PATRIMÔNIO LÍQUIDO.............................................. 16.004.678 14.006.713 12.388.041 16.648.048 Aos acionistas da controladora ............................... 16.004.678 14.006.713 12.388.041 16.004.678 Capital social ............................................................... 7.869.558 7.456.226 7.456.226 7.869.558 Reserva de reavaliação............................................... 143 145 146 143 Reservas de lucros...................................................... 6.539.057 4.652.184 3.682.187 6.539.057 Ajuste com títulos e valores mobiliários ...................... 1.595.920 1.898.158 1.249.482 1.595.920 643.370 Participação dos acionistas minoritários ............... TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO..................17.356.301 15.476.025 13.406.723 127.427.696
Consolidado 2010 2009 13.800.069 13.195.871 3.004.247 2.555.217 2.124.726 1.896.336 178.663 194.046 50.342 35.189 646.075 429.646 4.441 273.854 3.243 26.010 68.346 157.281 18.974 226.518 5.956.946 3.249.028 899.121 503.106 1.241.307 64.384
299.319 8.935 28.075 112.135 117.796 32.378 107.869 6.433.366 3.334.628 1.042.989 832.113 1.181.580 42.056
614.830 537.900 76.930 3.723.674 3.532.802 47.481 143.391 80.241.828 1.624.489 2.992 1.600.746 20.751 46.940.950 599.391 962.474 443.320 2.270.444 42.665.321 29.940.669 15.166.856 14.773.813 1.735.720 1.735.720 14.500.240 14.006.713 7.456.226 145 4.652.184 1.898.158 493.527 108.542.137
776.440 730.385 46.055 3.023.660 2.884.429 31.345 107.886 67.691.936 1.165.850 1.100.094 65.756 38.113.785 166.335 798.721 281.538 2.027.080 34.840.111 26.877.879 13.900.953 12.976.926 1.534.422 1.534.422 12.986.494 12.388.041 7.456.226 146 3.682.187 1.249.482 598.453 93.874.301
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 (Em milhares de reais)
DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 (Em milhares de reais, exceto lucro líquido por ação) 2011 -
Controladora 2010 -
2011 16.803.243 1.088.065 (1.577.879) 16.313.429 167.899 (11.351.469) (1.720.317) (636.273) (74.799) 124.116 (198.915)
Prêmios emitidos líquidos ................................................................ Contribuição para cobertura de risco ............................................... Variação das provisões técnicas ..................................................... Prêmios ganhos ............................................................................. Receitas com emissão de apólices ................................................. Sinistros ocorridos ........................................................................... Custo de aquisição .......................................................................... Outras despesas operacionais ........................................................ Resultado com resseguro ............................................................. Receita com resseguro .................................................................. Despesa com resseguro ................................................................ OPERAÇÕES DE PREVIDÊNCIA Rendas de contribuições e prêmios ................................................ 16.697.159 Constituição da provisão de benefícios a conceder ........................ (16.654.227) Receitas de contribuição e prêmios VGBL ................................. 42.932 Rendas com taxas de gestão e outras taxas ................................. 1.086.078 Variação de outras provisões técnicas .......................................... 33.396 Custo de aquisição ........................................................................ (158.099) Outras receitas e despesas operacionais ...................................... (110.042) OPERAÇÕES DE CAPITALIZAÇÃO Taxa de carregamento ................................................................... 346.221 Custo de aquisição ........................................................................ (52.787) Outras receitas e despesas operacionais ...................................... 55.095 Despesas administrativas ................................................................ (1.203) (1.576) (2.113.210) Despesas tributárias ........................................................................ (658) (433) (474.359) Outras receitas operacionais ........................................................... 33 10 5.308 Resultado financeiro ........................................................................ 87.490 207.362 3.513.077 Resultado patrimonial ...................................................................... 3.133.370 2.784.367 326.669 Resultado não operacional .............................................................. 1.098 741 1.098 Resultado operacional .................................................................. 3.220.130 2.990.471 5.199.847 Ganhos e perdas com ativos não correntes .................................... (33.785) RESULTADO ANTES DOS IMPOSTOS ........................................... 3.220.130 2.990.471 5.166.062 Imposto de renda ............................................................................. (13.843) (43.164) (1.119.772) Contribuição social .......................................................................... (5.130) (15.768) (698.599) LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO ................................................... 3.201.157 2.931.539 3.347.691 Atribuível a: Acionistas da companhia ............................................................... 3.201.157 Participação de acionistas minoritários .......................................... 146.534 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
Consolidado 2010 13.824.909 932.169 (965.124) 13.791.954 139.233 (9.749.340) (1.477.552) (315.070) (69.179) 130.149 (199.328)
Controladora 2011 2010 Atividades operacionais Recebimento de prêmios de seguro, contribuições de previdência, títulos de capitalização e taxas de gestão e outras.............................................. Recuperações de sinistros e comissões .................................................... Outros recebimentos operacionais (salvados, ressarcimentos e outros).... 1.620 22.726 Pagamentos de sinistros, benefícios, resgates e comissões ..................... Repasses de prêmios por cessão de riscos................................................ Pagamentos de despesas com operações de seguros e resseguros, previdência e capitalização........................................................................ Pagamentos de despesas e obrigações .................................................... (1.093) (84) Pagamentos de indenizações e despesas em processos judiciais ............ Outros pagamentos operacionais................................................................ (2.782) (3.951) Recebimentos de juros e dividendos .......................................................... 4.152.306 1.073.177 Constituição de depósitos judiciais.............................................................. (2.100) Resgates de depósitos judiciais .................................................................. Pagamentos de participações nos resultados............................................. Caixa líquido gerado pelas operações .................................................... 4.147.951 1.091.868 (7.598) (26.815) Impostos e contribuições pagos ............................................................. Imposto de renda ........................................................................................ (3.553) (15.585) Contribuição social ...................................................................................... (3.843) (11.123) Pis e Cofins ................................................................................................. (202) (107) Outros.......................................................................................................... 435.233 Investimentos financeiros ........................................................................ (2.366.514) Aplicações................................................................................................ (3.144.483) (2.674.577) Vendas e resgates ................................................................................... 777.969 3.109.810 1.773.839 1.500.286 Caixa líquido gerado nas atividades operacionais ............................... Atividades de investimento (312.319) Pagamento pela compra de ativo permanente ........................................... Investimentos ............................................................................................. (312.319) Imobilizado e intangível .............................................................................. Recebimento pela venda de ativo permanente .......................................... Investimentos ............................................................................................. Imobilizado ................................................................................................. (312.319) Caixa líquido consumido nas atividades de investimento ................... Atividades de financiamento Aumento (redução) de capital .................................................................... Distribuição de dividendos .......................................................................... (1.461.543) (1.500.278) Outros ......................................................................................................... Caixa líquido consumido nas atividades de financiamento ................. (1.461.543) (1.500.278) Aumento/Redução líquido de caixa e equivalente de caixa ................. (23) 8 Caixa e equivalente de caixa no início do exercício ................................... 29 21 6 29 Caixa e equivalente de caixa no final do exercício ..................................... (23) 8 Aumento/Redução líquido de caixa e equivalente de caixa As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
13.431.146 (13.386.872) 44.274 980.171 114.648 (133.969) (8.330) 252.825 (36.444) (3.521) (1.900.791) (366.356) 545 3.296.088 221.803 741 4.781.730 (32.821) 4.748.909 (1.098.901) (648.693) 3.001.315 2.931.539 69.776
DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS ABRANGENTES EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 (Em milhares de reais) 2011 Lucro líquido do exercício (Nota 8 a) ......................................................................... 3.347.691 Realização da reserva de reavaliação ........................................................................... 2 Ajuste a valor justo dos ativos financeiros disponíveis para venda - Controladora................................................................................................................ (97.585) - Investidas .................................................................................................................... (396.411) - Efeitos dos impostos ................................................................................................... 33.180 158.578 - Eefeito dos impostos controladas ............................................................................... Total do resultado abrangente do exercício .............................................................. 3.045.455 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
2010 3.001.315 1 (53.602) 1.119.031 18.226 (434.979) 3.649.992
2011
Consolidado 2010
36.874.049 30.324.969 235.973 353.146 841.856 927.247 (22.638.126) (20.807.803) (309.941) (372.587) (674.695) (349.905) (2.171.689) (1.914.518) (178.205) (66.978) (309.670) (383.403) 111.700 118.402 (216.555) (236.151) 13.644 66.403 (139.040) (44.630) 11.439.301 7.614.192 (2.422.724) (2.008.132) (1.519.619) (1.061.205) (534.462) (635.377) (333.200) (285.584) (35.443) (25.966) 7.046.403) (3.677.047) (34.738.452) (32.524.083) 27.692.049 28.847.036 1.970.174 1.929.013 (458.518) (165.284) (293.234) 50.269 43.597 6.672 (408.249)
(311.205) (186.010) (125.195) 184.074 178.161 5.913 (127.131)
11.368 (1.472.638) (3.922) (1.465.192) 96.733 166.608 263.341 96.733
(252.283) (1.500.500) (2.365) (1.755.148) 46.734 119.874 166.608 46.734
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 (Em milhares de reais)
SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 .......................................... Reserva de reavaliação: - Realização ........................................................................................ - Outros ............................................................................................... Ajuste de avaliação patrimonial ............................................................. Transferência de reservas para dividendos: - Reserva estatutária 2006 ................................................................. - Reserva estatutária 2007 ................................................................. - Reserva estatutária 2008 ................................................................. Lucro líquido do exercício....................................................................... Constituição de reservas: - Reserva legal..................................................................................... - Reserva estatutária .......................................................................... Dividendos Antecipados ........................................................................ Dividendos propostos (R$ 0,17 por cota) ............................................. SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 .......................................... Aumento de Capital ............................................................................... Reserva de reavaliação: - Realização ........................................................................................ Combinação de negócios Odontoprev .................................................. Ajuste de avaliação patrimonial ............................................................. Lucro líquido do exercício ...................................................................... Constituição de reservas - Reserva legal .................................................................................... - Reserva estatutária .......................................................................... Dividendos propostos (R$ 0,17 por cota) ............................................. SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 ..........................................
Capital Social 7.456.226
Reserva reavaliação 146
Reservas de lucros Reserva estatutária Reserva legal 274.296 3.407.891
-
(1) -
-
-
-
-
7.456.226 413.332
145 -
145.895 420.191 -
1.486.257 4.231.993 -
-
-
160.058 580.249
1.726.815 5.958.808
7.869.558
(2) 143
-
Ajuste de avaliação patrimonial 1.249.482
Lucros acumulados -
648.676
1 -
-
(233.208) (395.887) (33.060) -
1.898.158 (302.238) 1.595.920
Participação de Total acionistas minoritários 12.388.041 598.453
Total do patrimônio líquido 12.986.494
648.676
(140.896) -
(140.896) 648.676
2.931.539
(233.208) (395.887) (33.060) 2.931.539
69.776
(233.208) (395.887) (33.060) 3.001.315
(145.895) (1.486.257) (1.299.388) -
(1.299.388) 14.006.713 413.332 31.823 (302.238) 3.201.157 (1.346.109) 16.004.678
(33.806) 493.527 41.333 (47) 146.534 (37.977) 643.370
(33.806) (1.299.388) 14.500.240 413.332 73.156 (302.285) 3.347.691 (1.384.086) 16.648.048
2 31.823 3.201.157 (160.058) (1.726.815) (1.346.109) -
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONSOLIDADAS (Em milhares de reais) 1.
Contexto operacional A Bradseg Participações S.A. é uma sociedade por ações de capital fechado regida por Estatuto Social e disposições legais que lhes forem aplicadas, sediada em Osasco, e pode, para consecução de seus fins e por critério da Diretoria, instalar ou suprir sucursais, filiais, escritórios e dependências de qualquer natureza no País e no Exterior. Constitui objeto exclusivo da Sociedade a participação no Capital Social do banco Bradesco S.A. e/ou de outras sociedades que detenham, direta ou indiretamente, parcelas do Capital Social daquela Instituição. A DIRETORIA
2.
APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas com base nas práticas contábeis adotadas no Brasil, que incluem as práticas contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações - Lei nº 6.404/1976, alteradas pela Lei nº 11.638/2007 e pela Lei nº 11.941/2009, bem como os pronunciamentos, orientações e instruções emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), deliberados pelo Concelho Federal de Contabilidade (CFC). As presentes demonstrações contábeis da Bradseg Participações S.A. foram aprovadas pela diretoria da Companhia em 29 de março de 2012. Alberto Barcellos Miranda - Contador - CRC - 1RJ094195/O-2 S SP
DIÁRIO DO COMÉRCIO
12
quinta-feira, 21 de junho de 2012
URUGUAI Projeto prevê que maconha seja vendida pelo Estado
nternacional Amir Cohen/Reuters
VENEZUELA Um ano após cirurgia, Chávez diz que se sente bem e trabalha até tarde.
Mohammed Salem/Reuters
Ataque aéreo israelense destrói veículos na Faixa de Gaza
Após bombas, trégua.
O Mulheres israelenses olham para fora da janela de casa atingida por foguete lançado por palestinos em Sa'ad, nos arredores de Gaza.
braço armado do grupo islâmico Hamas, as Brigadas Ezzedin al Qassam, anunciou ontem que aceitaria um cessar-fogo com Israel, mediado pelo Egito, após três dias de confrontos na Faixa de Gaza e ao redor do território palestino. Israel não fez comentários sobre o comunicado. Novas incursões aéreas israelenses causaram a morte de dois palestinos ontem em Gaza, elevando para oito o número de mortos em 72 horas de bombardeios. Nesse mesmo período, foram disparados mais de 70 projéteis a partir do território palestino contra o sul do Estado de Israel. Um deles feriu dois guardas de fronteira. (Agências)
Clima de suspense no Egito O Exército envia tanques para as ruas do Cairo, após autoridades adiarem a divulgação do vencedor das eleições presidenciais. Os egípcios continuam polarizados: a Irmandade Muçulmana insiste na vitória, mas o ex-premiê de Mubarak também. O mistério em torno do estado de saúde do ex-presidente contribui para a tensão. Asmaa Waguih/Reuters A única certeza é que o caminho para a democracia será longo.
Protestos continuam na praça Tahrir
A
palavra que mais se ouve nas ruas do Cairo, no Egito, para definir a angústia e a atmosfera de incerteza que dominam o país nos últimos dias é "fawda" – o termo em árabe que significa caos. O adiamento da divulgação do resultado oficial das eleições presidenciais e notícias desencontradas sobre a saúde do ex-presidente Hosni Mubarak intensificaram a instabilidade e os temores de uma implosão no país. Segundo a mídia egípcia, o Exército reforçou a segurança e tanques foram deslocados para a periferia do Cairo, na expectativa de novos protestos contra a Junta Militar que governa o país desde a renúncia do ex-governante, em fevereiro de 2011. Na noite de terça-feira, Mubarak, de 84 anos, havia sido declarado "clinicamente morto" pela agência de notícias oficial, ao ser transferido da cela em que cumpre prisão perpétua para um hospital. Ontem, a notícia foi negada por autoridades médicas e por seu advogado. Fontes médicas explicaram à agência Efe que o ex-presidente está em coma, pois os médicos não conseguiram eliminar um coágulo no cérebro do político. Seu advogado, Farid el Dib, disse à Efe que seu estado de saúde melhorou ontem como resposta ao tratamento aplicado, após sofrer uma trombose cerebral, seguida de um ataque cardíaco. Enquanto isso, uma fonte médica oficial, citada pelo jornal estatal Al Ahram, destacou ontem que as próximas 72 horas serão fundamentais e que Mubarak pode sobreviver, mas neste caso não recuperaria todas suas capacidades intelectuais e físicas.
Suhaib Salem/Reuters
Reuters
Assange recebe apoio de simpatizantes no Equador. Dizendo ser perseguido, ele pediu asilo ao país.
Beco sem saída para Assange Polícia de Londres ameaça prendê-lo se ele deixar a embaixada do Equador
Criança segura cartaz em apoio a Mursi, da Irmandade Muçulmana Eleições - Previsto para hoje, o anúncio dos resultados do pleito presidencial foi adiado sem data marcada pela comissão eleitoral, que alegou necessitar de mais tempo para apurar as denúncias de irregularidades. Os juízes afirmam que receberam cerca de 400 reclamações apresentadas pelos dois candidatos, Mohammed Mursi e Ahmed Shafiq. O adiamento aumenta a polarização política e o risco de confronto entre os militares e a Irmandade Muçulmana, cujo candidato, Mursi, diz ter vencido o pleito com 52% dos votos.
Indiferente à celebração dos islamitas, o ex-premiê de Mubarak, Shafiq, afirma que ganhou a eleição com 51,5% da votação. Em um prenúncio de mais instabilidade, os protestos continuam na praça Tahrir, no Cairo. Prevendo confrontos, o Exército prepara um plano de segurança para conter "uma grande onda de desordem e instabilidade incitada pela Irmandade Muçulmana depois que Shafiq for anunciado presidente", disse uma fonte do Exército citada pelo jornal estatal Al Ahram. (Agências)
O
fundador do WikiLeaks, Julian Assange, corre o risco de ser preso assim que deixar a embaixada do Equador em Londres por ter violado os termos da sua liberdade condicional na tentativa de evitar a extradição para a Suécia. Policiais, jornalistas e cerca de uma dúzia de simpatizantes se posicionaram diante da representação diplomática, no elegante bairro londrino de Knightsbridge, a poucos metros da famosa loja de departamentos Harrod's. O australiano está refugiado na missão diplomática desde terça-
feira à espera de uma resposta para seu pedido de asilo político. As convenções diplomáticas proíbem a polícia britânica de entrar na embaixada sem autorização do governo equatoriano. Mas, mesmo que Quito conceda asilo, ele não teria como viajar ao Equador sem passar por Londres e se expor à detenção. "Ele violou uma das condições da liberdade condicional, que era estar no seu endereço de prisão domiciliar entre 22h e 8h todos os dias", disse um porta-voz da polícia londrina. O presidente do Equador, Rafael Correa, disse ontem
no Rio de Janeiro que o seu país analisa o pedido feito por Assange. "O Equador é um país de liberdade, justiça e paz", assegurou o mandatário. O criador do WikiLeaks, que enfureceu os Estados Unidos em 2010 com a publicação de documentos diplomáticos secretos, pode ser extraditado à Suécia para responder por acusações de crimes sexuais. Assange nega as acusações e diz que o caso tem motivação política. Além disso, ele afirma que corre o risco de acabar sendo enviado da Suécia para os EUA, e que lá sua vida correria risco. (Agências)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 21 de junho de 2012
c
13 DECISÃO BENEFICIA CAMELÔS Camelôs com Termo de Permissão de Uso poderão trabalhar em seus bolsões, por força de decisão tomada ontem pelo Órgão Especial do TJ-SP.
idades Fotos de Chico Ferreira/Luz
Caixa eletrônico resistente à dinamite Modelo deve chegar ao mercado em outubro. Cédulas ficarão manchadas.
C
Evelson de Freitas/AE - 20/06/2012
om o aumento dos roubos de caixas eletrônicos, as empresas que fabricam esses terminais resolveram investir em um aparelho resistente à dinamite. A Diebold, fabricante desses caixas, e a TecBan, que administra a rede Banco24Horas, apresentaram ontem o ATM Seguro, projeto que vem sendo desenvolvido há 12 meses e que chega ao mercado em outubro. Por fora, o terminal eletrônico não tem nenhuma diferença em comparação a um tradicional. Mas houve mudanças internas e, mesmo com explosão de dinamites, a caixa onde fica o dinheiro não é destruída. Além disso, as notas vão ficar manchadas. "O objetivo é desencorajar os bandidos, já que eles não vão conseguir abrir a caixa com as notas e elas sempre vão ficar manchadas", disse o diretor de Marketing e Vendas da Diebold, Carlos Benedetto. A tinta que mancha as notas não sai nem com água nem com solventes. O projeto custou US$ 1 mi- Novos terminais eletrônicos serão mais resistentes aos bandidos lhão. O executivo conta que o desenvolvimento do terminal ondas são direcionadas para o tras técnicas usadas pelos levou em conta os conceitos topo do terminal. "Como não é bandidos, como maçaricos e da física, como a teoria da dis- possível impedir a onda de f u r a d e i r a s . O B r a s i l t e m sipação de energia produzida ataques a caixas eletrônicos, atualmente 180 mil caixas no momento da explosão. nosso foco foi criar uma forma eletrônicos. O produto foi Em um caixa tradicional, a de proteger o dinheiro", des- apresentado durante o Ciab, porta do terminal sempre é a tacou Matheus Marcondes o congresso de tecnologia primeira a explodir e os la- Neto, também da Diebold. bancária promovido pela Fedrões têm acesso ao cofre onO cofre onde fica o dinheiro deração Brasileira de Bancos de está o dinheiro. Agora, as também é resistente a ou- (Febraban). (AE)
Cris Faga/AE
Ó RBITA
PRÓ CAMELÔS
O
desembargador Grava Brazil, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo, suspendeu decisão liminar que autorizava a Prefeitura a revogar as licenças de camelôs e impedir seu trabalho na cidade. O magistrado atendeu ao pedido da Defensoria Pública para suspender os efeitos da decisão tomada pelo presidente do TJ-SP, Ivan Sartori, que autorizava a Prefeitura a remover os ambulantes de São Miguel Paulista. A nova decisão suspende a liminar até que o próprio Órgão Especial do TJ analise em definitivo um agravo regimental interposto pela Defensoria. A decisão restabelece, na prática, uma decisão de primeira instância da juíza Carmen Cristina Teijeiro e Oliveira, da 5ª Vara da Fazenda Pública, que havia determinado a suspensão de todos os atos administrativos de revogação e cassação de TPUs (Termos de Permissão de Uso) formalizados neste ano. Para Brazil, "pela natureza dos atos administrativos que os requerentes buscam inibir, há fundado risco de dano iminente, quiçá irreparável". Em 19 de maio, o prefeito Gilberto Kassab extinguiu bolsões de camelôs no Centro e suspendeu as licenças de ambulantes que trabalhavam nas áreas das subprefeituras da Sé, Lapa, Pinheiros, Vila Mariana e São Miguel Paulista. (Folhapress)
PASSEATA NO CENTRO – Pouco antes da decisão de ontem do TJ-SP (leia à esq.), 500 camelôs legalizados promoveram uma passeata na região da Sé, em protesto contra a cassação de seus TPUs. Muitos eram portadores de deficiência. Diogo Moreira/Frame/Folhapress
YOKI – Elize Matsunaga, ré no assassinato de seu marido, foi transferida ontem para o Complexo Penitenciário de Tremembé. Sua prisão foi transformada em preventiva e ela será vizinha de Suzane Richthofen e de Anna Carolina Jatobá. Hélio Torchi/AE
OUTRA VEZ – O bar The Joy, situado em frente ao Mackenzie e perto de duas bases da Polícia Militar, na Vila Buarque, região central da Capital, sofreu um arrastão à 1h30 de ontem. Foi o 25º caso registrado na Capital neste ano.
Bengalas, guarda-chuvas e celulares estão entre os objetos mais esquecidos nos trens do metrô de São Paulo.
Perdeu algo no Metrô? Achar é bem possível. Em cinco meses, mais de 30 mil objetos já estão no setor de achados e perdidos. Mariana Missiaggia
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lbum de fotos, aliança, extintor de incêndio, dentadura e até colchão estão entre os milhares de artigos deixados nos vagões do metrô paulistano e que se acumulam na sala de achados e perdidos do Metrô, que fica na estação da Sé, no Centro. O serviço que acaba de completar 37 anos já cadastrou 30 mil objetos/documentos perdidos só nos primeiros cinco meses de 2012. Todos os itens encontrados nas dependências de qualquer estação do metrô são separados por tipo e mês em que foram encontrados, cadastrados no banco de dados da companhia, encaminhados para a estação da Sé e arquivados em armários, onde eles podem ser encontrados pelos proprietários em até 60 dias. Após esse período, chaves viram sucata, os documentos são devolvidos para os órgãos emissores e os objetos são levados para o Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo. Apesar de ter certeza de ter perdido seu rádio de bolso num dos vagões, na última semana, o aposentado Edson Tavares Silveira, de 52 anos, não teve sorte. “Infelizmente, não estava aí. Era contar muito com a sorte. O jeito é comprar outro”, disse, na tarde de ontem, na central de achados e perdidos. A enfermeira Saluste Vilhegas, 49 anos, também não teve sucesso. “Fui fazer uma prova no último dia 13, e na volta para casa perdi o RG. Mas não o encontraram”, disse. Já com Sheoiti Hashimoto, 60 anos, comerciário, a situação foi diferente. “Esqueci minha carteira. Tinha cartão de banco, CPF e carteirinha do convênio”. Da carteira, nem sinal. Mas os documentos estavam intactos. A quantidade e a variedade de coisas estocadas em armários dentro de uma pequena sala surpreendem. São gavetas e mais gavetas com sapatos, talões de cheques, celulares, óculos e documentos. Mas o que realmente int r i g a é i m a g i n a r c o m o a lguém sai do metrô deixando para trás uma muleta, um trompete, um violão ou um crânio de animal. Dentre os 30 mil objetos que estavam no acervo do Metrô no início do ano, nove mil voltaram às mãos de seus verdadeiros donos. Ao longo dos anos, o serviço foi se aperfeiçoando e desde 2008 os usuários podem
Sheoiti Hashimoto, 60 anos: achou os documentos, mas a carteira, não.
Dentaduras são itens comuns encontrados nas composições do metrô
Sem sorte: Tavares, de 52 anos, não encontrou seu rádio de bolso. procurar documentos pela internet com o novo sistema de busca do serviço de achados e perdidos do Metrô de São Paulo. Mas a informatização só vale para documentos. Quem estiver à procura de um objeto deve ir pessoalmente até a central para descrever o item ou trazer algum comprovante, como, por exemplo, uma nota fiscal. Segundo o Metrô, telefone celular é o item que tem o maior índice de devolução: 70%. Para garantir a integridade do acervo e confiabilidade ao serviço, o Metrô afirma que todas as etapas da triagem e armazenamento das coisas encontradas são monitoradas por meio de câmeras, 24 horas por dia. O Metrô, que transporta cerca de 3,5 mi-
lhões de pessoas por dia, já traçou o ranking das 10 estações com maior número de itens perdidos. São elas: Sé, Palmeiras-Barra Funda, Corinthians-Itaquera, Jabaquara, República, Santana, Tatuapé, Tucuruvi, Largo Treze e Artur Alvim.
S ERVIÇO Achados e perdidos do Metrô. Local: estação Sé (ao lado das catracas). Site para consulta: http://www.metro.sp.gov.br/ servicos/achados/ achados.shtml Telefone: 0800.077.07722. Horário de atendimento: de segunda a sexta, das 7h às 20h. Exceto feriados.
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P RIVACIDADE
Uma moradora de Illinois iniciou um processo no valor de US$ 5 milhões contra o LinkedIn, dizendo que a rede social violou promessas a consumidores ao não ter uma melhor política de segurança quando mais de 6 milhões de senhas de clientes foram roubadas. O processo foi registrado em um tribunal federal em San Jose, California, em 15 de junho, menos de duas semanas após as senhas roubadas aparecerem em sites frequentados por hackers. O ataque ao LinkedIn, sediado em Mountain View, California, um site de empregos e de relacionamentos profissionais com mais de 160 milhões de membros, foi o mais recente vazamento de dados de grandes redes sociais.
Logo Logo www.dcomercio.com.br
Saudade do Fusca O VW Wire Project promoveu a construção de um Fusca 1989 apenas com fios e ferro. Mais no site.
L. Adolfo/AE
Usuária processa rede LinkedIn
http://bit.ly/Oyp36v
Resgatado após a morte da mãe Um filhote de tamanduábandeira foi encontrado nas proximidades da cidade de Sacramento (MG) e foi resgatado pela polícia. O animal estava preso ao corpo da mãe, que foi atropelada em uma rodovia local. Transferido para o Hospital Veterinário de Uberaba (HVU), o filhote, que tem cerca de quatro meses e pesa dois quilos, foi examinado e alimentado. Os filhotes da espécie ficam presos ao corpo da mãe até o fim da fase de amamentação. L IBERTADORES
R EDES SOCIAIS
Twitter abrirá escritório no Brasil Uma reportagem publicada ontem pelo jornal britânico Financial Times revelou que o Twitter tem planos de abrir um escritório no Brasil até o fim de 2012. A intenção da empresa é ampliar sua participação internacional e a América Latina é um dos alvos devido à grande receptividade ao serviço. A rede social de microblogs deve firmar parceria com a agência IMS, que atende empresas de tecnologia em toda a América Latina. Segundo o jornal, a rede de
microblogs quer aproveitar as oportunidades comerciais do próximo Jogos Olímpicos e da Copa do Mundo de futebol que acontecerão no Brasil nos próximos anos. Em 2011, a companhia abriu uma sede em Londres, que já tem 35 funcionários, e conquistou 140 anunciantes. A estratégia internacional da empresa inclui também a expansão dos negócios na Europa com a abertura de escritórios regionais na Alemanha, Espanha, França, Itália e Holanda.
E STILO Stefan Wermuth/Reuters
Danilo-relâmpago garante Timão Sérgio Neves/AE
O
Corinthians carimbou o passaporte para as finais da Libertadores da América ao empatar com o Santos por 1 a 1 – a equipe paulistana tinha vencido o primeiro jogo, na Vila, por 1 a 0. O fato, inédito, foi alcançado ontem à noite num Pacaembu tomado pela Fiel torcida (os 35 mil ingressos foram vendidos). O Timão conhecerá seu adversário hoje, quando o argentino Boca Juniors e Universidad de Chile definem a segunda vaga. O Timão pagou caro pela retranca e terminou o primeiro tempo derrotado por 1 a 0, com gol de Neymar aos 35 minutos – ele aproveitou o rebote de um chute de Borges. Danilo (à dir.) igualou o placar com um gol-relâmpago, aos 2 do segundo tempo. Ele teve tranquilidade para dominar bola levantada na área em cobrança de falta por Alex e tocar para o fundo do gol.(Agências) Justin Lane/AE
Belinda Strudwick, frequentadora das corridas de cavalos da Royal Ascot, no sudoeste de Londres, posa para fotos exibindo um chapéu com penas de pavão. Os chapéus exóticos são tradição das corridas inglesas.
C ENSURA
Cuba faz denúncia contra o Google Autoridades de Cuba acusaram ontem o Google de manipular o serviço de estatísticas Analytics. Cuba afirma que a empresa fechou o acesso da ilha ao serviço e classificou a medida como "escandalosa censura". Segundo o site Cubadebate, quando um usuário de Cuba tenta acessar o serviço, é redirecionado para uma página do Departamento do Tesouro norte-americano que vigia o cumprimento das sanções estabelecidas pelo
embargo dos EUA contra a ilha. A medida afeta tanto sites do governo como de blogueiros a favor ou contra a administração de Raúl Castro. "Como empresa norte-americana, nos conformamos com as sanções comerciais e os controles das exportações norte-americanas, o que nos impede de oferecer certos serviços em certos países", explicou o Google em email enviado à agência de notícias norte-americana AFP.
A LASCA Reuters
Nuvens vulcânicas A TÉ LOGO
Acesse www.dcomercio.com.br para ler a íntegra das notícias abaixo:
Londres pede homenagem a vítimas de massacre de Munique
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Especialistas acham anticorpo que 'sufoca' vírus da dengue
L
Corte holandesa determina que Apple deve indenizar Samsung
C A R T A Z
Núcleo de Dança Coletivo 22 exibe o espetáculo 'Através' na Funarte. Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos. R$ 10.
L OTERIAS Concurso 768 da LOTOFÁCIL 01
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Concurso 1255 da LOTOMANIA 01
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Concurso 1399 da MEGA-SENA 34
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Vulcão Cleveland, nas ilhas Aleutianas, Alasca, entrou em erupção e liberou ontem finas nuvens de cinzas. Segundo cientistas, as nuvens representam risco leve ao tráfego aéreo.
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DANÇA
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LÁ É VERÃO Centenas de pessoas se reuniram ontem na Times Square, em Nova York, para uma prática de yoga gratuita a fim de celebrar o solstício de verão no hemisfério norte. Durante todo o dia de ontem foram oferecidas três aulas gratuitas na praça mais famosa da cidade.
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Nesta semana não haverá sorteios da QUINA.
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
15 DÍVIDAS Procuradores terão a missão de buscar mais de R$ 28 bilhões que as grandes empresas devem a autarquias e fundações públicas.
conomia
Afinal, quem integra a classe média?
Nova divisão de classes sociais do governo levanta a polêmica sobre modelo adequado para estratificar população. Por ele, pobres podem acabar em poucos anos. Sílvia Pimentel
pulação brasileira conforme a sua capacidade de compra. Os pontos se traduzem em difeenquadramento da rentes faixas de renda e clasclasse social brasi- ses sociais. Na visão do profesleira virou de cabe- sor Mazzon, é um bom critério, ça para baixo. Lite- no entanto tem deficiências. ralmente. A população do Bra- Uma delas é o fato de os dados sil que cabia exatamente em serem coletados nas regiões uma pirâmide, passou a ocu- metropolitanas, captando par o espaço de um losango com mais precisão apenas o com a ascensão da chamada consumo das classes mais alclasse média e tende a ser re- tas. Para ele, o uso generalizapresentada por outras figuras do desse critério pode levar as geométricas a depender dos companhias a negligenciar diversos critérios para estrati- importantes segmentos dos ficar as camadas sociais e eco- mercados emergentes. nômicas. A partir de um estudo detaRecentemente, a Secreta- lhado sobre as transformaria de Assuntos Estratégicos ções econômicas e sociais (SAE) do governo divulgou no- ocorridas no Brasil na década vos parâmetros sobre o que passada, o professor Mazzon e entende por classe média, um outro especialista em markedesafio enfrentado por todo o ting, Wagner A. Kamamura, mundo. Pelo critério, um cida- que trabalha na Universidade dão se enquadra na classe mé- de Duke, nos Estados Unidos, dia se tiver renda per capita desenvolveram um novo momensal de R$ 441 a R$ 641. A delo de cálculo para a classificlasse pobre abarca aqueles cação socioeconômica, que com renda entre R$ 82 e 291. permite trabalhar com 14 a 36 Já a classe alta engloba brasi- variáveis para realizar essa leiros com renda a partir dos catalogação. É uma alternatiR$ 2,48 mil. va ao defasaNo total, são do, na opinião oito classifide muitos escações (veja p e ci a l i s ta s , O que explica o fato critério Bratodas as catede as pessoas g o r i a s a o l asil, desenvoldo). vido pela Asterem hábitos de A nova defisociação Bravida diferentes nição gerou sileira de Emnão é a renda, controvérsia. presas de mas os gastos. A classe méPesquisas d i a a u m e n(Abep). CELSO GRISI, tou de tama"O recente INSTITUTO FRACTAL nho e muitas cr esc imen to pessoas anda chamada tes catalogadas na parte de classe média nas economias baixo da pirâmide pularam pa- emergentes requer uma menra cima. E há quem diga que, suração mais precisa e válida no futuro, tomando como base das classes sociais", explica esse critério, sobrarão poucas Kamamura. Os dois professopessoas classificadas nas res utilizaram o índice Gini paclasses D e E. ra analisar o consumo de bens Prenúncio de uma nova dis- e serviços. tribuição geométrica da popuDe modo geral, o modelo balação? Ou seria o fim da pobre- seia-se na renda permanente za? "Se os valores forem corri- das famílias, o que inclui atigidos pela inflação e produtivi- vos reais e financeiros e em didade, ao longo de dois anos, a versos indicadores de riqueza base da pirâmide desaparece- e qualidade de vida. Outra rá", diz o professor José Afonso vantagem é que permite calMazzon, da Faculdade de Eco- cular o estrato socioeconôminomia, Administração e Con- co de um domicílio mesmo que tabilidade da Universidade de faltem algumas respostas ou São Paulo (FEA-USP). dados do entrevistado. "UsaEle afirma que o método não mos a renda per capita, mas é apropriado, principalmente ela explica só 24% da classifiporque adota a renda como fa- cação. O modelo está calcado tor principal. "Se o cidadão nos conceitos de padrão de viperder o emprego, cai imedia- da, o que inclui, além do grau tamente na classificação", ex- de instrução, tipo de moradia, plica o professor. água, esgoto", resume o espeMazzon lembra, porém, que cialista em marketing. o chamado critério Brasil é o Pelo modelo de renda permais comumente usado há manente, se o cidadão perde o décadas pelas agências de emprego, por exemplo, não propaganda, veículos de co- vai mudar necessariamente municação e institutos de pes- de classe. "Ele pode ter uma quisas para a classificação so- poupança robusta e manter o cioeconômica. Ele se baseia seu padrão de vida". na posse de oito tipos de bens O novo critério já foi apreduráveis. Trata-se de um sis- sentado para executivos da tema de pontos que, soma- Abep e a ideia é usá-lo em condos, servem para dividir a po- junto com o critério Brasil. "O
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novo modelo pode ser entendido como um subconjunto do critério Brasil e um instituto de pesquisa poderia realizar um cruzamento de dados para obter respostas mais precisas", conclui o professor. Valores – Na opinião do economista do Instituto Fractal, Celso Grisi, o critério Brasil divide a sociedade pela quantidade de bens e, a partir daí, depreende a renda média familiar. "É um critério econômico. Do ponto de vista social, é pobre porque não traz a descrição de comportamentos, valores", explica. Na opinião do economista, o
País ainda não possui um bom critério que explique a sociedade do ponto de vista social e econômico. Uma das falhas, na sua opinião, é que esses estudos não contemplam a estrutura de gastos. "O que explica o fato de as pessoas terem hábitos de vida diferentes não é a renda, mas os gastos", afirma Grisi, ao lembrar que esse "olhar para a sociedade para encontrar grupos internamente homogêneos e externamente diferentes entre si" sempre foi controverso no Brasil. O economista também opina sobre o critério desenvolvi-
do pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), que define a classe C com base em uma renda familiar entre R$ 1,2 mil e R$ 5,17 mil. "Essa classe ficou ampla demais por esse critério, que também deixa a desejar do ponto de vista social", afirma Grisi. Classe média – Um dos maiores estudiosos da distribuição de renda no Brasil, o economista Marcelo Neri, do Centro de Políticas Sociais da FGV, calcula em 105 milhões o número de brasileiros, ou 55% da população, que integram a nova classe média. D e a c o r d o c o m l e v a n t a-
mentos da FGV, entre 2003 e 2011, quase 40 milhões de pessoas migraram para essa classe social. "Equivale à população da Argentina", compara o economista. Para o ano de 2014, o autor do livro A nova Classe Média – O lado brilhante da base da pirâmide projeta o ingresso de mais 12 milhões de pessoas. E quem chegou à C vai continuar seu voo em direção à A/B, de acordo com ele. "No futuro, vamos falar muito da nova classe A, como ocorre atualmente com a C", conclui. Uma pirâmide em mutação, mais uma vez.
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 21 de junho de 2012
e Sacolas plásticas grátis podem voltar conomia
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O comprometimento da renda ainda impede maiores gastos por parte das famílias, inibindo um crescimento mais forte da intenção de consumo. Bruno Fernandes, economista da CNC
Ministério Público de São Paulo (MP-SP) considera que o fim da distribuição gratuita das sacolinhas pelos supermercados é lesivo aos consumidores.
A
s sacolinhas plásti- custo do fornecimento das sacas estão liberadas colas plásticas descartáveis nos supermercados ao consumidor, passando a d o e s t a d o d e S ã o cobrar pela compra de sacolas Paulo. O Termo de Ajustamen- reutilizáveis, sem deduzir do to de Conduta (TAC) do Minis- custo de seus produtos o valor tério Público que havia banido antes embutido referente ao a distribuição foi suspenso pe- fornecimento de sacolas pláslo Conselho Superior do pró- ticas gratuitas." prio MP, considerando que a Sem prejuízo – O Conselho do regra coloca o "consumidor MP reconhece a importância em desvantagem exagerada ambiental de retirar de circudiante do fornecedor". Na prá- lação as sacolas plásticas, tica, cabe agora aos super- mas pede que a Apas e supermercados decidir se farão a mercados encontrem uma distribuição. forma que O TAC estanão cause va em vigênprejuízo ao cia há três c on s u mi d or . A situação do meses, para O inquérito consumidor, após o s o b r e o a sdescontentamento de sunto contitermo do m u i t o s c o nnua aberto. compromisso (do sumidores. A P o r e nfim das sacolas), medida de quanto, as sofreu um prejuízo. g r a n d e s r eacabar com as sacolas d e s n ã o d eMARCO ANTÔNIO DE CAMPOS partiu da Asvem voltar a TEBET, PROCURADOR DO MP sociação Paudistribuir as l i s t a d e S usacolas. A permercados (Apas) e o acor- Apas informou em nota que do foi firmado com o MP, tendo avalia uma nova proposta a o apoio do Procon e da Secre- ser apresentada. A associataria do Estado de Meio Am- ção disse aguardar intimação biente. Mas o Conselho, que para se posicionar, mas critideveria homologar o docu- cou a posição do conselho. "A mento, decidiu não validá-lo. Apas lamenta que interesses O Conselho entendeu que o menores estejam na contraacordo provoca um "desequi- mão do respeito ao cidadão e líbrio" entre mercados e con- às gerações futuras ao defensumidor. Com o fim das saco- der a continuidade de políticas linhas, os mercados vendiam de desperdício, poluidoras e sacolas não descartáveis. insustentáveis." "A situação do consumidor, Para a análise do acordo, os após o termo do compromis- conselheiros do MP levaram so, sofreu um prejuízo", cita a em conta uma petição do Insdecisão, assinada pelo procu- tituto Socioambiental dos rador Marco Antônio de Cam- Plásticos (Plastivida), entidapos Tebet. "Já o fornecedor de que representa a cadeia deixou de ter que arcar com o produtiva do setor. (AE)
Luiz Carlos Murauskas/Folhapress
O fim do uso das sacolas não levou à redução dos preços praticados pelos supermercados, segundo o Ministério Público.
Confiança do consumidor sobe 3,4%
A
intenção de consumo das famílias cresceu 3,4% em junho de 2012, na comparação com o mesmo período de 2011, e recuou 0,7% em relação a maio, informou ontem a Confederação Nacional do Comércio (CNC). A análise da instituição é de que a continuidade do aumento da massa salarial e da baixa taxa de desemprego ainda sustenta a confiança das famílias em relação a 2011. A lenta recuperação da
demanda doméstica, porém, e o alto nível de endividamento pesam sobre a disposição ao consumo na análise mês a mês. "O comprometimento da renda ainda impede maiores gastos por parte das famílias, inibindo um crescimento mais forte da intenção de consumo", declarou o economista da confederação Bruno Fernandes. Por faixa de renda, a principal contribuição
negativa para o índice na comparação mensal partiu das famílias de baixa renda (até dez salários mínimos), com diminuição de 0,4%. Entre as regiões do Brasil, o destaque do levantamento foi a Centro-Oeste (com baixa de 6,4%). O item com maior variação negativa, para a mesma base de comparação, foi o relativo a compras a prazo, com retração de 1,8%. Na comparação anual, o único indicador a apresentar
sinal negativo foi o de emprego atual (um recuo de 0,2%) e a principal alta foi de perspectiva de consumo (6,6%). A Confederação do Comércio avalia que as expectativas de melhores condições econômicas domésticas, devido a medidas fiscais e monetárias, tendem a manter a intenção de consumo em um patamar mais elevado do que a do ano anterior. (AE)
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e Shoppings apostam em treinamento
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Os lojistas precisam aprender a se comunicar com consumidores da classe C. Renato Meirelles, diretor do instituto Data Popular
conomia
Newton Santos/Hype – 8/6/12
Liberado Habite-se do JK
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Alshop oferece cursos para equipes de vendas Karina Lignelli
currículos exclusivo para o varejo, que deve facilitar a contratação e a profissionalizarofissionalizar e inse- ção das equipes para 10,6 mil rir. Esses são os objeti- lojistas associados no País. Rotatividade – A carência de vos da Universidade Alshop, novo projeto profissionais qualificados pada Associação Brasileira dos ra o varejo e a grande rotativiLojistas de Shopping (Alshop) dade do setor, que chega a apresentado durante o 12º 100% até em grandes redes Brasilshop – Congresso Inter- (principalmente de jovens, que acreditam não nacional do Varejo, existir perspectiva realizado na segunde crescimento na da semana de junho área), motivaram a em São Paulo. iniciativa, que conPor meio da partribuirá com a mec e r i a c o m o s e ml h o r a n o f a t u r aQueremos preendimentos associados, a Univermostrar para mento de lojistas e de shoppings, afirsidade oferecerá o mercado mou o gestor de cursos semipresenque vale a projetos e parceciais de treinamenpena ter rias da Alshop, Alex to de equipes de Fuzinaga. v e n d a s e a t e n d ialguém com "Às vezes fica dimento ao cliente, capacitação. fícil para o lojista com 40 horas de duALEX FUZINAGA, mensurar, mas, em ração, ministrados DA ALSHOP geral, os contratadiretamente nos dos não ficam nem shoppings e em grupos de 30 alunos cada um. três meses no cargo: saem Os cursos serão customiza- quando começam a aprender. dos, e os primeiros treinamen- E fazer novos treinamentos tos serão voltados para equi- sempre significa mais cuspes de vendas de moda mas- tos", disse. A falta de profissionais habilitados poderá deixar culina e feminina. Em paralelo, a Alshop está mais difícil o desafio do varejo realizando parceria com a Ca- brasileiro de competir com as tho para formar um banco de grandes marcas internacio-
P
Universidade Alshop terá cursos de 40 horas, inicialmente para vendedores de moda masculina e feminina. nais que estão chegando ao País, lembrou o gestor. "E, lá fora, os treinamentos em varejo são muito fortes." Segundo Fuzinaga, dois grandes shoppings de São Paulo já iniciaram as conversações com a Alshop durante o evento para capacitar seus profissionais pela Universidade. A perspectiva é de que as
primeiras turmas iniciem treinamento já no mês de julho. "Queremos mostrar para o mercado que vale a pena ter alguém com capacitação", completou. Além dos cursos para equipes de base, a Universidade Alshop planeja oferecer no futuro pós-graduação e MBA em varejo, além de treinamento em inglês.
A Alshop já ofereceu no passado cursos de treinamento e capacitou 150 mil alunos em cinco anos. "Com cerca de 5 mil funcionários por shopping e a previsão de abertura de mais 100 empreendimentos no País até 2014, imagine quantos profissionais será possível formar", completou o executivo da entidade.
Prefeitura de São Paulo liberou ontem o Habitese do Shopping JK Iguatemi, na Vila Olímpia. A concessão deve ser publicada no Diário Oficial hoje. O Habite-se, no entanto, não é uma liberação para o funcionamento, mas um dos procedimentos de fiscalização. Ele informa que a obra segue as normas e está em condições de receber pessoas, segundo a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras. Segundo a assessoria de imprensa do JK, o empreendimento já foi informado sobre a concessão, mas aguarda a notificação oficial. (AE)
Estrangeiros de olho no setor Sílvia Pimentel
Patrícia Cruz/LUZ – 1/7/11
A
crise europeia prejudicou o setor de shoppings naquele continente. Apenas dois grandes empreendimentos estão em construção – um na Rússia e outro na Inglaterra – e não há perspectivas de novos investimentos no setor. Os negócios também têm ritmo lento nos Estados Unidos, onde alguns centros de compra foram fechados ou perderam lojas. Com a falta de oportunidades em seus países de origem, cresce o interesse de investidores estrangeiros pelo Brasil. Segundo o diretor do Ibope, Antônio Ruótolo, que participou de palestra no recente Brasilshop – Congresso Internacional do Varejo, os lojistas brasileiros devem estar preparados para enfrentar novos concorrentes globais. "A cultura brasileira é nossa maior vantagem competitiva. O caminho para competir é conhecer as raízes do País e dos consumidores", recomendou a uma plateia de empresários. Os números relativos à
Meirelles: a cada dez clientes de shoppings, oito são da classe C. rentabilidade comprovam o interesse de grupos estrangeiros no mercado nacional. Ruótolo disse que, enquanto nos EUA a taxa de retorno de investimento é de 7%, no Brasil, ela chega a 13%, em média. "Com uma taxa tão atraente, vivemos uma situação de abundância de dinheiro estrangeiro, o que tem levado a erros de decisão. Há centros de compras que foram construídos em lugares onde não deveriam estar ou estão com um conceito equivocado." Uso misto – O especialista também traçou o cenário do setor nos EUA, onde a rentabilidade para o
investidor vem se recuperando aos poucos. Com um mercado estagnado, os locais para a construção de novos shoppings passaram a ser mais selecionados e há uma forte tendência para o que ele classificou como uso misto. São centros de compras atrelados a empreendimentos como hotéis e condomínios residenciais, que abrigam grandes âncoras e apostam em áreas com mais lazer. O consumo nos shoppings norte-americanos, entretanto, segue o caminho inverso do que ocorre no Brasil. De acordo com Ruótolo, há uma
estagnação nas vendas das grandes lojas voltadas para a classe média. Pesquisas do instituto Data Popular mostram que a classe C, a chamada nova classe média brasileira, consumiu, no ano passado, R$ 1 trilhão. Presente à palestra, o sócio-diretor do instituto, Renato Meirelles, informou que, hoje, a cada dez consumidores que compram nos shoppings, oito são da classe C. "Os lojistas precisam aprender a se comunicar com esses consumidores, o que já se vê nos supermercados." Para o diretor de Relações Institucionais da Associação dos Lojistas de Shopping (Alshop), Luis Augusto Ildefonso da Silva, o setor está atento aos hábitos de compra da nova classe média. O executivo afirmou que, a partir do momento em que esses consumidores passaram a frequentar os shoppings para comprar, tanto as lojas como os empreendimentos se moldaram para atendê-los da melhor forma possível, mudando, por exemplo, o mix de produtos. "É um consumidor que gosta de comprar produtos de qualidade", concluiu.
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e Eletros pede prorrogação de IPI menor Não nos deram nenhuma pista se vão renovar. Lourival Kiçula, presidente da Eletros
conomia
Benefício vale até o final deste mês, já foi prorrogado por três meses, mas empresários do setor querem mais tempo. Governo pede estudo de mercado para decidir.
O
presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), Lourival Kiçula, pediu ontem ao Ministério da Fazenda que seja prorrogada a redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para itens da linha branca (fogões, geladeiras, máquinas de lavar e tanquinhos). A medida foi anunciada em dezembro do ano passado pelo governo federal como uma das ações de estímulo à economia. A redução do IPI terminaria no final de março, mas foi prorrogada por mais três meses. Por isso, o setor já se mobiliza para evitar uma elevação do tributo a partir do mês de julho. "Imagine como ficará o consumo se vier a seguinte notícia: IPI volta a aumentar", comentou Kiçula, depois de encontro com o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. O presidente da Eletros disse que foi o primeiro encontro com o governo para pedir a extensão do benefício. Barbosa, segundo ele, pediu à Eletros que apresente um estudo sobre o desempenho do setor. Uma nova reunião será marcada. "Nós seremos convocados", disse ele. No caso do fogão, a alíquota do tributo passou de 4% para zero. Para a aquisição de geladeiras, o tributo foi reduzido de 15% para 5% e, para as máquinas de lavar, passou de 20% para 10%. Para tanquinhos, o IPI recuou de 10% para zero. Os produtos beneficia-
dos são aqueles com selo "A" de qualidade energética. "Claro que gostaríamos que a redução do IPI fosse prorrogada", declarou. O presidente da Eletros informou que as vendas cresceram entre 5% e 10%, dependendo do produto, no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, mas voltaram a registrar queda em abril. Os dados de maio mostraram uma nova recuperação, com alta em torno de 5% em relação ao mesmo mês do ano passado. Kiçula disse que o governo está interessado no comportamento do mercado deste mês e que, por isso, o setor deve apresentar um balanço com a tendência das vendas na próxima semana. Ele relatou que, apesar da grande expectativa do setor sobre a continuidade do IPI reduzido, o governo não sinalizou se manterá ou não o benefício. "Não nos deram nenhuma pista se vão renovar", disse. Negociação – Nelson Barbosa teria perguntado sobre as contrapartidas dadas pelo setor à diminuição do imposto, como eficiência energética, estimulo às vendas e aumento dos investimentos, conforme relatou o dirigente da Eletros. Termina também no dia 30 deste mês a redução de IPI para luminárias, lustres, papéis de parede, laminados e revestimentos e móveis. Para as luminárias e lustres, a alíquota baixou de 15% para 5%, enquanto para pisos laminados, de 15% para zero; papel de parede, de 20% para 10%; e para móveis, de 5% para zero. (AE)
Masao Goto Filho- e-SIM - 15.01.08
IPI dos fogões passou de 4% para zero. Presidente da Eletros teme impacto no consumo assim que o benefício acabar para a linha branca.
TV por assinatura cresce 12% em 2012
O
número de domicílios que possuem TV por assinatura registrou um crescimento de 12% nos cinco primeiros meses de 2012, de acordo com dados publicados ontem pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) , chegando a 14,3 milhões de residências. Foram 1,5 milhão de novas
Anatel vai regulamentar o setor de radiodifusão
O
Ministério das Comunicações transferiu a responsabilidade da análise de todos os procedimentos técnicos do setor de radiodifusão para a a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que passará a ser responsável pelas concessões e fiscalizações do setor. O convênio que regulamenta a mudança foi assinado ontem pelo ministro Paulo Bernardo e pelo presidente da agência reguladora, João Rezende, durante o 26º Congresso Brasileiro de Radiodifusão. A medida deve desafogar o Ministério das Comunicações, que tem de 8 mil a 10 mil processos em análise. Decreto – De acordo com o ministro Paulo Bernardo, o Ministério das Comunica-
ções e a Anatel devem encaminhar, nos próximos meses, para consulta pública, uma proposta de decreto para modernizar o atual Regulamento de Serviços de Radiodifusão. O novo documento também pretende agilizar os trâmites burocráticos, simplificando, por exemplo, processos de outorga, acompanhamento, fiscalização e sanções. Agilidade – O documento ainda deve alterar o formato da tramitação, reduzindo o uso de papel e transferindo as etapas para o meio eletrônico, reduzindo o tempo dos trâmites. Segundo Bernado, os procedimentos de outorga e pós-outorga, que chegam a levar mais de um ano para receberem aprovação, se-
riam concluídos em até três meses. Rádio digital – Durante o evento, o ministro também falou sobre o plano de transição da TV analógica para TV digital. Segundo ele, até o fim do ano o ministério vai definir o padrão de rádio digital para o país, sem se pautar apenas pelas características técnicas. A discussão sobre o assunto deve ser aprofundada por um grupo de trabalho que será formado por técnicos do governo e empresas. Sobre o encontro de João Rezende, presidente da Anatel, com representantes da operadora Oi às vésperas do leilão da tecnologia 4G, Bernardo disse que a agenda do conselheiro é pública e estava divulgada na internet. (Folhapress)
Oi quer mais serviços de TI
A
operadora de telefonia Oi quer ampliar a participação dos serviços de Tecnologia da Informação (TI) no faturamento consolidado da empresa. A meta da companhia é de que, dentro do negócio corporativo, TI represente cerca de 10% da receita até 2015. "Para uma empresa de telecom é mais fácil ser um player de TI. Os dois serviços estão muito relacionados", disse ontem o diretor de marketing da Unidade de Negócios Corporativos da Oi, Ronaldo Motta, durante o Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras (Ciab 2012). Segundo Motta, a diretriz rumo ao TI, que já é
oferecido por meio de serviços como o de data center pela Oi, será acelerada este ano. Atualmente, o segmento corporativo representa cerca de 30% do faturamento consolidado da companhia. Evento – Ontem, no Ciab, a empresa apresentou a oferta de dois novos serviços relacionados a TI no mercado corporativo, que serão a base desta estratégia. Um deles é o Oi Gestão Mobilidade, que realiza o gerenciamento e monitoramento dos principais sistemas operacionais dos dispositivos móveis, como smartphones e tablets, dos funcionários das empresas em ambientes internos. "A tendência é de que as pessoas acessem cada vez
mais dados corporativos na rua ou em casa", afirmou Motta, acrescentando que isto requer, em contrapartida por parte das empresas, mais segurança. "A solução permite que os dispositivos sejam bloqueados, localizados ou tenham seus dados apagados remotamente", explicou ele. O outro nicho a ser explorado pela Oi se refere aos serviços de redes a serem oferecidas às empresas, na gestão de WAN (Wide Area Network). Neste caso, a operadora quer fazer o gerenciamento da infraestrutura de comunicação de dados dos clientes, incluindo a gestão da disponibilidade, capacidade e performance das aplicações. (AE)
assinaturas no período, com evolução de 2,41% em maio em relação ao mês anterior. Empresas – No ranking das operadoras, a NET continua líder, com 7,7 milhões de assinantes. Em seguida vêm Sky/Directv (4,3 milhões), Telefônica (673 mil), Oi (458 mil), GVT (192 mil), Algar (103 mil) e ViaCabo (101 mil),
A maior parte dos clientes, 57%, recebe o serviço via satélite, enquanto 40,9% recebe via cabo. O crescimento foi puxado pelas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que de maio de 2011 a maio de 2012 tiveram crescimento de 50,6%, 43,9% e 39,7%, respectivamente. Sul e Sudes-
te, com uma maior base de clientes, tiveram crescimento menor, de cerca de 27%. O serviço atingiu, em maio, uma média nacional de 24,1% dos domicílios. São Paulo (com 43%), Rio de Janeiro (38%), Amazonas (27%) e Rio Grande do Sul (25%) têm densidade acima da média. (Folhapress)
DIà RIO DO COMÉRCIO
20 -.ECONOMIA/LEGAIS
e
quinta-feira, 21 de junho de 2012
O cenårio para a indústria Ê de estagnação. Marcelo de à vila, economista da Confederação Nacional da Indústria
conomia
Avianca anuncia expansĂŁo 9.11
a/ DC - 28.0
Agliberto Lim
Enquanto companhias aÊreas como a Gol e a Tam suspendem voos, a Avianca anuncia a aquisição de oito aeronaves e se prepara para investir 8% a mais do que o previsto.
Taxa de ocupação da Avianca jå estå em 79,3% enquanto a mÊdia de mercado Ê 70%
A
companhia aĂŠrea Avianca Brasil anunciou ontem a aquisição de oito novos jatos Airbus que passam a voar ainda este ano. SĂŁo trĂŞs aeronaves a mais do que havia sido inicialmente previsto pela empresa nos planos de 2012. O investimento maior, de acordo com JosĂŠ Efromovich, presidente da Avianca, estĂĄ compatĂvel com o crescimento atual da companhia. Segundo ele, a taxa de ocupação mĂŠdia dos seus voos ĂŠ da ordem de 79,3%, resultado acima da mĂŠdia do mercado, que ĂŠ de 70%.
"Nossa taxa de ocupação jå torna necessårio que mais aviþes entrem em operação para que continuemos crescendo. Estamos perdendo passageiros", disse ele. No ano passado, a Avianca anunciou um plano de crescimento no Brasil para o qual se previa investimento de R$ 2,7 bilhþes atÊ 2016. Cerca de 11% desse montante jå foram aplicados, segundo Efromovich. Com as boas expectativas para 2012, a empresa jå prevê aumentar em 8% o valor total para investimento (cerca de R$ 216 milhþes).
A Avianca acredita que neste ano finalmente consiga equilibrar suas contas, que desde 2008 sĂŁo negativas. "Vamos chegar ao equilĂbrio caso nenhuma surpresa aconteça atĂŠ o final do ano", comentou Efromovich. O risco, segundo o executivo, ĂŠ o de uma nova escalada do dĂłlar, moeda que lastreia grande parte dos custos das empresas do setor aĂŠreo. “O maior problema vem sendo a elevação no preço do petrĂłleoâ€?, destacou. Das oito novas aeronaves previstas para entrar em ope-
Renato Carbonari Ibelli ração ainda neste ano, apenas uma irå para um novo destino, Maceió, que serå aberto em setembro. O plano de ação da Avianca prioriza o adensamento das rotas jå cobertas por ela, ampliando as frequências nessas localidades. A empresa atende hoje 22 cidades com 140 vôos diårios. Com as novas aeronaves, os vôos diårios devem subir para 200. Os novos jatos serão cinco A-318, um A-319 e dois A-320, estes com capacidade para 162 passageiros. A empresa ainda tem fechado com a Airbus a compra de outras cinco
aeronaves, todas A-318, previstas para serem entregues ao longo de 2013. Outros cinco A-318 jå foram entregues ao final de 2011. A frota atual da empresa Ê de 26 jatos. Fusþes – Efromovich tambÊm falou sobre as recentes movimentaçþes no mercado aÊreo, em especial sobre a fusão entre a Azul e a Trip e a entrada da Avianca Taca – que atua de maneira independente da Avianca Brasil – na Star Alliance. Com relação à fusão, e suas implicaçþes ao mercado da Avianca, disse não se sentir
ameaçado porque são poucas as frequências de voos que Azul e Trip têm em comum com sua empresa. Jå a entrada da Avianca Taca na Star Alliance deve sinalizar um ingresso natural da Avianca Brasil, embora o processo ainda demande um tempo de adaptação. "Precisamos implementar processos e treinar pessoal para ingressar em um programa global. Isso leva pelo menos um ano", disse. A Avianca Brasil Ê uma empresa nacional, que desde 2010 licencia a marca e integra o grupo Avianca Taca. Marcos de Pa
ula/AE
Mantega se irrita com Credit Suisse
O
ministro da Fazenda, Guido Mantega, criticou ontem o prognóstico do banco Credit Suisse de crescimento de 1,5% para o Brasil neste ano. "É uma piada, vai ser muito mais que isso", disse Mantega, contrariado, ao sair de um hotel na Barra da Tijuca, em direção à conferência Rio +20, na capital fluminense. Um relatório do Credit Suisse divulgado na terça-feira aponta revisão da estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em
2012 de 2% para 1,5%. Desde o ano passado, as previsþes da instituição se situam abaixo do consenso do mercado, que espera crescimento de 2,3%, segundo boletim Focus do Banco Central da última segunda-feira. Previsþes – O banco tambÊm diminuiu a projeção de expansão do PIB no segundo trimestre de 0,8% para 0,5%. Segundo anålise do banco, o crescimento deste trimestre tende a ser superior ao 0,2% do primeiro, "devido à menor contribuição negativa do PIB
agropecuĂĄrio e Ă manutenção da expansĂŁo dos serviços, concentrada em setores menos correlacionadas com a dinâmica da demanda domĂŠstica". Operação – O ministro da Fazenda tambĂŠm comentou a operação "Twist", realizada pelo Tesouro americano, para expandir a venda de tĂtulos de curto prazo para a compra de bĂ´nus de longo prazo pelo Federal Reserve. Segundo ele, a operação nada mais ĂŠ do que "mais do mesmo", e nĂŁo representa
medida para o crescimento dos Estados Unidos. "Essa operação jĂĄ tinha sido feita, estĂĄ apenas sendo refeita, e nĂŁo representa medida para crescimento econĂ´mico", afirmou. "É apenas um alĂvio temporĂĄrio e ao meu ver nĂŁo tem grande impacto, e nĂŁo ĂŠ um estĂmulo para a retomada do crescimento", acrescentou. (Folhapress) Ministro da Fazenda, Guido Mantega, diz que previsĂŁo "ĂŠ uma piada".
CPM BRAXIS S.A. CNPJ/MF 65.559.953/0001-63 – NIRE 35.300.178.815 Edital de Convocação de Assembleia Geral Extraordinåria São convocados os Srs. acionistas da Cia. a se reunirem em uma Assembleia Geral Extraordinåria a ser realizada aos 28/06/2012, às 9:30hs, na sede da Cia., situada na Cidade de Barueri, Estado de São Paulo, na Alameda Araguaia, nº 1.930, CEP 06455-000, para examinar, discutir e decidir acerca da seguinte. Ordem Do Dia: (a) a eleição de membros efetivos e suplentes do conselho de administração da Companhia; (b) a conversão de 12.505.486 açþes preferências classe A e 1.702.510 açþes preferências classe B em 14.207.996 açþes ordinårias da Companhia, todas nominativas e sem valor nominal; (c) a aprovação do aumento do capital social da Companhia em R$121.402.592,25 mediante a emissão de 24.038.200 novas açþes ordinårias, todas nominativas e sem valor nominal; (d) a alteração e consolidação do Estatuto Social da Companhia; e (e) outros assuntos de interesse dos acionistas. São Paulo 20 de junho de 2012. Navin Goel: Presidente do Conselho de Administração. 20,21,22/06/2012
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2ÂŞ Vara CĂvel da Comarca de Osasco-SP - 2Âş OfĂcio CĂvel da Comarca de Osasco-SP. Edital de Citação - Prazo 20 dias – Autos nÂş 405.01.2010.038047-5 (2272/2010). A Dra. Angela Moreno Pacheco de Rezende Lopes, MMÂŞ. JuĂza de Direito da 2ÂŞ Vara CĂvel da Comarca de Osasco-SP. Faz Saber a Ricardo Leal e LĂşcia Cristina Leal (CPF nÂş 853.912.398-34 - comum) que o CondomĂnio Vila das Castanheiras lhes ajuizou uma Ação de Cobrança (rito OrdinĂĄrio), objetivando o recebimento de R$ 55.008,20 (data base agosto/2010), decorrente do dĂŠbito de taxas condominiais vencidas de 01/04/2005 atĂŠ 01/08/2010, referente ao apartamento nÂş 1-B, do EdifĂcio Sibipiruna, ou T-5, parte integrante do Conjunto denominado CondomĂnio Vila das Castanheiras/Osasco/SP. Estando os suplicados em local incerto e nĂŁo sabido, expede-se edital de citação, para que no prazo de 15 dias, a fluir do prazo supra, contestem a ação, sob pena de revelia e de presumirem-se como verdadeiros os fatos alegados na inicial. SerĂĄ o presente afixado e publicado na forma da Lei.
18ÂŞ Vara CĂvel da Capital Citação. Prazo 20 dias. Proc. nÂş 583.00.2012.127699-7 (3466/2012). O Dr. Luiz Beethoven Giffoni Ferreira, Juiz de Direito da 18ÂŞ Vara CĂvel da Capital. Faz Saber a LĂşcia Maria Vasconcellos Irineu, RG. 13.124.342-0 e CPF. 755.627.667-87 que, EspĂłlio de Elvira Brandini Zanella lhe ajuizou uma ação de Despejo por Falta de Pagamento, do imĂłvel situado na Rua Estela, 67, apto. 92, EdifĂcio Stela, SĂŁo Paulo – SP, CEP: 04011-000, objetivando a rescisĂŁo do contrato de locação e o consequente decreto de despejo, caso nĂŁo seja purgada a mora, tendo em vista o dĂŠbito dos alugueres e encargos vencidos desde janeiro de 2012, que perfaz o montante de R$ 13.806,80 (março/2012), bem como das custas processuais, honorĂĄrios advocatĂcios e outras cominaçþes legais. Estando a rĂŠ em local ignorado, foi deferida sua citação por edital, para que em 15 dias, a fluir apĂłs os 20 dias supra, conteste o feito, sob pena de revelia. SerĂĄ o edital, afixado e publicado na forma da lei. SĂŁo Paulo, 13 de junho de 2012. %KVCnlQ 2TC\Q FKCU 2TQE PÂ? FG 1TFGO # &TC #FTKCPC 2QTVQ /GPFGU ,Ws\C FG &KTGKVQ FC œ 8CTC %sXGN FC %QOCTEC FG )WCTWNJQU GVE (C\ 5CDGT C 02% /hSWKPCU G 'SWKRCOGPVQU +PFWUVTKCKU .VFC /G PC RGUUQC FG UGW TGRTGU NGICN SWG 6CVKCPC %TKUVKPC 5GKZCU /G CLWK\QW #nlQ FG #PWNCnlQ G 5WDUVKVWKnlQ FG 6sVWNQU CQ 2QTVCFQT VGPFQ EQOQ EQTTo -53 (CEVQTKPI (QOGPVQ /GTECPVKN .VFC QDLGVKXCPFQ C RTQEGFqPEKC RCTC FGENCTCT C KPGZKIKDKNKFCFG FCU HCVWTCU PÂ?U # G $ VGPFQ C CWVQTC CLWK\CFQ #nlQ %CWVGNCT FG 5WUVCnlQ FG 2TQVGUVQ PÂ? EQPFGPCPFQ CU TGSWGTKFCU CQ RCICOGPVQ FG RGTFCU G FCPQU EWUVCU JQPQThTKQU G FGOCKU EQOKPCn|GU 'UVCPFQ C TGSWGTKFC GO NWICT KIPQTCFQ HQK FGHGTKFC C EKVCnlQ RQT GFKVCN RCTC SWG GO FKCU C HNWKT CRxU QU FKCU UWRTC EQPVGUVG UQD RGPC FG RTGUWOKTGO UG CEGKVQU QU HCVQU 5GTh Q GFKVCN CHKZCFQ G RWDNKECFQ PC HQTOC FC NGK )WCTWNJQU FG LWPJQ FG $ G
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Cai a confiança do empresårio na indústria
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Ăndice de confiança do empresĂĄrio industrial no mĂŞs de junho atingiu o menor nĂvel do ano, segundo dados do Ă?ndice de Confiança do EmpresĂĄrio Industrial (ICEI) divulgados ontem pela Confederação Nacional da IndĂşstria (CNI). O indicador caiu 1,8 ponto em comparação com maio e ficou em 56,1 pontos. Entretanto, segundo nota da CNI, "apesar da queda, os empresĂĄrios continuam confiantes, porque o ICEI varia de 0 a 100 pontos e valores acima de 50 pontos indicam otimismo". A queda, segundo o economista da CNI, Marcelo de Ă vila, pode ser atribuĂda Ă crise externa e retração da demanda interna. "O cenĂĄrio para a indĂşstria ĂŠ de estagnação. HĂĄ entre os empresĂĄrios um sentimento de frustração, de que as coisas nĂŁo estĂŁo melhorando", afirma Ă vila. O ICEI caiu em 21 dos 28 setores pesquisados. Na indĂşstria da construção, a confiança recuou de 60,2 pontos em maio para 58,5 pontos. A confiança sĂł aumentou na indĂşstria extrativa, e passou de 59,3 pontos em maio para
60,8 pontos em junho. Os dados apurados pela CNI reforçam desânimo apontado pela prĂŠvia do indicador de confiança da indĂşstria, divulgada ontem pela Fundação GetĂşlio Vargas (FGV). De acordo com a instituição, o Ă?ndice de Confiança da IndĂşstria (ICI) recuou 0,5% em junho na comparação com o mĂŞs anterior interrompendo uma sequĂŞncia de seis pequenos avanços registrados desde dezembro do ano passado. O Ăndice foi de 103,4 pontos para 102,9 pontos. A prĂŠvia de junho mostra que o Ă?ndice da Situação Atual (ISA) teria avançado 0,5%, subindo de 103,5 pontos em maio para 104,0 pontos em junho, o mesmo registrado em abril deste ano. JĂĄ o Ă?ndice de Expectativas (IE) caiu 1,6%, de 103,4 pontos em maio para 101,7 pontos em junho, o menor desde fevereiro (101,3 pontos). O NĂvel de Utilização da Capacidade Instalada da indĂşstria recuou de 84,0% em maio para 83,7% em junho. O resultado foi 0,1 ponto porcentual abaixo da mĂŠdia histĂłrica dos Ăşltimos cinco anos. (AE)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 21 de junho de 2012
e
21 Os produtos aparecem com selo reconhecido pela OMC. Hulda Oliveira Giesbrecht, analista de inovação e tecnologia do Sebrae
conomia
Divulgação
Produtos tipicamente brasileiros podem obter o selo de Indicação Geográfica. É o caso do Vale dos Vinhedos, no sul do Brasil. Região foi valorizada a partir do reconhecimento da enocultura como atividade econômica.
Raízes brasileiras garantem vendas Registros obtidos por produtores brasileiros têm credibilidade de qualidade, de procedência, e são reconhecidos pela Organização Mundial do Comércio (OMC). Karina Lignelli
D
o café do Cerrado de Minas Gerais à cachaça de Parati, no Rio de Janeiro, passando pelo vinho do Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul, até pelas panelas de barro de Goiabeiras, no Espírito Santo, cada vez mais produtos tradicionalmente brasileiros vêm conquistando o selo de Indicação Geográfica (IG). Para apresentar ao mercado externo esses produtos tipicamente brasileiros que são referência mundial, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi) lan-
çaram, no final de abril, o Catálogo de Indicações Geográficas Brasileiras. A publicação – disponível em português, inglês e espanhol – reúne 14 produtos tradicionais do País registrados desde 1996 (quando a Lei 9.279, que criou o mecanismo de Indicação Geográfica no País entrou em vigor), até 31 de dezembro de 2011. De janeiro de 2012 até agora, mais seis foram registrados. "A ideia é que o catálogo se renove nos próximos anos", explica a analista da unidade de acesso à inovação e tecnologia do Sebrae, Hulda Oliveira Giesbrecht. Concedido pelo Inpi, o registro é a garantia de que determinados itens são patrimônio
regional – o que os torna mais reito de exclusividade da marcompetitivos no mercado ex- ca e do produto, o selo asseguterno. ra que a produção obedeça a A p e s a r d e r e- Fotos: Gilmar Gomes/Divulgação parâmetros de cente, esse mecaqualidade e rasnismo caminha treamento. agora para uma Orientados penova etapa: a Delo Sebrae, produnominação de tores brasileiros Origem (DO), que podem solicitar o dá nome ao lugar registro no Inpi e onde se presta documentar os serviço ou a cacritérios de qualiracterísticas indade e sustentatrinsecamente libilidade na progadas a uma locadução da área delidade, como, por marcada para ter exemplo, a terradireito ao selo, roxa (que produz além de assumiuvas mais doces) ou os terre- rem o cumprimento de todas nos de altitude (que ajudam as exigências do processo. na produção de um café meSegundo o tecnologista do nos amargo). Além de dar di- Inpi , Raul Bittencourt, o selo
Pioneirismo no Vale dos Vinhedos
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e a união faz a força, o ve- de Produtores de Vinhos Finos rismo. De 45 mil visitantes em lho lema pode ser aplica- do Vale dos Vinhedos (Aprova- 2001, a região recebeu 228 do aos produtores de vi- le), revela que, dos seis produ- mil em 2011. O Vale dos Vinhenhos finos do Vale dos Vinhe- tores que se uniram para aten- dos, que emprega 1,2 mil pesdos, região que consoas, responde por templa as cidades 20% da produção nagaúchas de Bento cional de vinhos fiGonçalves, Garibaldi nos, e 25% dos espue Monte Belo do Sul. mantes, e produz 12 Unidos, os produtomilhões de garrafas res foram os primeipor ano. ros a conquistarem o "Sempre objetivaselo de Indicação mos elevar a qualidaGeográfica (ID), em de e agregar valor 2002, e, em breve, aos nossos produtos. devem ser os pioneiSomos uma região ros na Denominação formada por pequeBento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul se unem nas propriedades rude Origem (DO). Para exemplificar rais e, se não estivéscomo a conquista da IG pode der às exigências da IG, a re- semos trabalhado nisso, não transformar economicamen- gião tem hoje 31 vinícolas. Há teríamos como sobreviver", te uma região, Rogério Valdu- mais de 410 empreendimen- explicou Valduga. "É nosso orga, presidente da Associação tos turísticos ligados ao enotu- gulho", comemorou. (KL)
cria sobrevalor na cadeia produtiva, que se fortalece com os lucros maiores ou ganhos em volume de vendas. O produto é menos substituível, por ter um caráter exclusivo e diferenciado. Isso facilita a escolha do consumidor e ajuda a manter a fidelidade dos clientes. "E, para a localidade, permite a atração de novos investimentos que girem em torno daquela atividade econômica, como o enoturismo na região dos vinhos", explica. Mas, apesar do mecanismo ser previsto por lei desde 1996 – as solicitações pioneiras vieram dos produtores de vinhos do Vale dos Vinhedos gaúcho e do café do Cerrado mineiro. Só na última década é que mais produtores e empresas des-
pertaram para o benefício. Agora, cada vez mais regiões vinculadas a produtos se organizam para solicitar as IGs e valorizar sua atividade produtiva. "Além da tradição e do reconhecimento mundial, a IG favorece uma estratégia ainda mais ampla para disseminar essa influência", afirma o especialista em propriedade intelectual Renato Dolabella. Para Hulda, do Sebrae, o selo é resultado do desenvolvimento econômico e da globalização, que facilitou o acesso a mercados de outros países. "Como ganhos, os produtos aparecem de forma diferenciada e com selo de credibilidade reconhecido pela Organização Mundial do Comércio (OMC)", afirma.
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Eu pedirei ao novo governo que trabalhe duro, assim poderemos oferecer esperanças tangíveis ao nosso povo. Antonis Samaras, novo primeiro-ministro da Grécia
conomia
Samaras é o novo premiê da Grécia Oresti Panagiotou/EFE
Alemanha: política fiscal única.
O líder do partido Nova Democracia, Antonis Samaras, favorável aos acordos do país com a UE e o FMI, tomou posse ontem no cargo.
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líder do partido conservador Nova Democracia, Antonis Samaras, foi empossado ontem como primeiro-ministro da Grécia, após se reunir mais cedo com o presidente do país, Karolos Papoulias. Agora, o Nova Democracia (ND), o Partido Socialista (Pasok) e o Esquerda Democrática negociam quem vai ocupar quais cargos no novo governo. Juntos, os três partidos controlam 179 das 300 cadeiras do Parlamento. Segundo fontes, o ND deve nomear seus próprios parlamentares para cargos no gabinete de governo, enquanto os outros dois partidos da coalizão devem indicar tecnocratas. O presidente do National Bank of Greece (banco central do país), Vasilios Rapanos, deve ser nomeado ministro das Finanças. A Grécia realizou eleições no domingo, após o resultado do pleito de maio ficar em um impasse, já que um governo de coalizão não foi formado. Dessa vez, o Nova Democracia, que é a favor do segundo pacote de resgate à Grécia, triunfou e agora busca montar um governo forte. Promessas – Mas o novo governo da Grécia ainda tem desafios enormes pela frente: ele precisa manter as promessas dos seus predecessores para gerar superávit no orçamento, privatizar empresas estatais, vender propriedades do Estado, demitir cerca de 150 mil funcionários públicos nos próximos anos e abrir a competição em várias profissões e setores profissionais. Samaras, um economista de 61 anos que estudou nos Estados Unidos, foi congratulado pela chanceler da Alemanha, Angela Merkel, que desejou a ele "sorte e sucesso no difícil trabalho que está pela frente", disse o governo alemão em nota. O comunicado acrescenta que Merkel espera
Yannis Behrakis/Reuters
Antonis Samaras faz o juramento da posse diante do presidente Karolos Papoulias (ao fundo, na foto acima). Ao lado, fila para receber alimentos gratuitos em Atenas.
ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble, disse que está crescendo rapidamente o sentimento para se formar uma política fiscal comum na Europa. Ele afirmou, em uma entrevista ao jornal alemão Die Zeit, que, após conversas recentes sobre como estimular o crescimento econômico na Europa, incluindo uma união bancária europeia e regras para um sistema europeu de seguro de depósito, há a chance de que uma política fiscal comum na Europa possa surgir em breve. "Precisamos de um aprofundamento da união monetária, com uma política monetária comum e um Ministério das Finanças europeu de longo prazo. Isso não vai acontecer amanhã, é verdade, mas agora existe a chance de que tudo ande rápido", disse Schäuble, segundo o jornal. "Isso vai ocorrer mais rápido do que até pouco tempo atrás seria concebível." Integração – As declarações de Schäuble ecoaram as da chanceler da Alemanha, Angela Merkel, que exortou mais integração europeia na reunião do G20 em Los Cabos, no México. Ela disse também que era importante assegurar que os maiores bancos do mundo estejam suficientemente capitalizados para evitar que eles representem uma ameaça à economia global. Schäuble pediu também ao Parlamento alemão a ratificação do novo pacto fiscal da União Europeia. Em relação à Grécia, o ministro da Alemanha disse que as duras medidas de austeridade exigidas do país não estavam oprimindo a endividada nação. A solução dos problemas deles, afirmou Schäuble, está nas mãos deles. (AE)
uma "boa cooperação" com Samaras e seu governo e também convidou o premiê grego a visitar Berlim em breve. "Eu pedirei ao novo governo que trabalhe duro, assim poderemos oferecer esperanças tangíveis ao nosso povo", disse Samaras ontem, quando deixava a casa presidencial. "A formação de um governo levará embora parte da incerteza e, ao mesmo tempo, esperamos, retirará a Grécia das manchetes ao redor do mundo", disse o analista de mercado Theodore Krintas, diretor da corretora Attica Wealth Ma-
nagement em Atenas. Os três partidos apoiaram a manutenção do acordo firmado em março com a União Europeia (UE), Banco Central Europeu (BCE) e Fundo Monetário Internacional (FMI), que permitiu ao país receber os 130 bilhões de euros de resgate e escapar da bancarrota. Os três, contudo, desejam negociar alguns termos das medidas de austeridade que o governo grego se comprometeu a adotar para ser socorrido. A Grécia vive o quinto ano seguido de recessão e 22% da força de trabalho está desem-
SECRETARIA DA SAÚDE
Governo espanhol enfrenta protesto
ABERTURA SESSÃO PÚBLICA DE PREGÃO: PREGÃO 023/2012/CRSN Encontra-se aberto na CRS Norte, Pregão Presencial 023/2012/CRSN, processo administrativo 2012-0.081.879-9, objetivando a aquisição CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA EM PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE VIGILÂNCIA E SEGURANÇA PATRIMONIAL DESARMADA COM INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE MONITORAMENTO E ALARME PARA AS UNIDADES DAS SUPERVISÕES TÉCNICAS DE SAÚDE PERTENCENTES A COORDENADORIA REGIONAL DE SAÚDE NORTE. A sessão Pública do pregão ocorrerá às 13:30 horas do dia 12/07/2012. Os documentos referentes ao credenciamento, os envelopes contendo as propostas comerciais e os documentos de habilitação das empresas interessadas, deverão ser entregues diretamente ao pregoeiro da 1ª CJL, no momento da abertura da sessão pública de pregão, que será realizado na sala de reuniões da CRS Norte, localizada à Rua Paineira do Campo, 902 - Santana - S.Paulo-SP, CEP 02012-040. O edital do pregão poderá ser consultado e/ou obtido pelo sítio da PMSP, no endereço http://www.e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br, ou, no setor de compras/licitações da CRS Norte, mediante recolhimento de taxa referente aos custos de reprografia do edital, através do DAMSP, documento de arrecadação do Município de São Paulo.
SECRETARIA DA SAÚDE DIVISÃO TÉCNICA DE SUPRIMENTOS - SMS.3 ABERTURA DE LICITAÇÕES Encontram-se abertos no Gabinete, os seguintes pregões: PREGÃO ELETRÔNICO 194/2012-SMS.G, processo 2012-0.089.004-0, destinado ao registro de preço para o fornecimento de MEDICAMENTOS ESSENCIAIS II, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Grupo Técnico de Compras - GTC/Área Técnica de Medicamentos, do tipo menor preço. A abertura/ realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 09:00 horas do dia 04 de julho de 2012, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 4ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. RETIRADA DE EDITAIS Os editais dos pregões acima poderão ser consultados e/ou obtidos nos endereços: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br; www.comprasnet.gov.br, quando pregão eletrônico; ou, no gabinete da Secretaria Municipal da Saúde, na Rua General Jardim, 36 - 3º andar - Vila Buarque - São Paulo/SP CEP 01223-010, mediante o recolhimento de taxa referente aos custos de reprografia do edital, através do DAMSP, Documento de Arrecadação do Município de São Paulo. DOCUMENTAÇÃO - PREGÃO ELETRÔNICO Os documentos referentes às propostas comerciais e anexos, das empresas interessadas, deverão ser encaminhados a partir da disponibilização do sistema, www.comprasnet.gov.br, até a data de abertura, conforme especificado no edital.
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ezenas de milhares de espanhóis saíram às ruas de Madri ontem em protesto contra os cortes no financiamento de programas públicos e contra o multibilionário pacote de resgate aos bancos da Espanha em meio a temores de que o programa seja insuficiente. Um mar de bandeiras vermelhas e verdes tomou conta do Paseo del Prado, avenida situada na região central de Madri, enquanto a multidão realizava uma passeata ao som de tambores e buzinas até a Porta do Sol, praça onde ocorreram numerosos protestos recentes contra a crise. "Resgate aos bancos igual a roubo aos cidadãos", dizia uma faixa exibida por manifestantes enquanto trabalhadores do setor público denunciavam os cortes nos salários e no orçamento impostos para fazer frente à situação crítica nas contas públicas da Espanha. A UGT e a CCOO, entidades sindicais responsáveis pela convocação dos protestos, organizaram passeatas em
pregada. O segundo partido mais votado na eleição do dia 17, a Coalizão de Esquerda Radical (Syriza), elegeu 71 deputados e promete fazer oposição ao governo. Um porta-voz da Syriza disse que o governo é baseado em dois partidos – Pasok e Nova Democracia – responsáveis pelo programa de austeridade fechado em março com a chamada troica (UE, BCE e FMI). "Eu não estou convencido de que o governo seja capaz e preparado para lutar por uma efetiva renegociação do acordo do pacote e de aus-
teridade", disse o porta-voz da Syriza, Panos Skourletis. Bolsas – As bolsas europeias fecharam em alta ontem, com as notícias da Grécia, dos Estados Unidos e até da perspectiva de uma nova rodada de estímulo à economia no Reino Unido. Naturalmente que a definição de um governo na Grécia pesou consideravelmente. O índice Stoxx Europe 600 fechou a sessão em alta de 0,6%, aos 249,67 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX registrou ganho de 0,45%. Em Paris, o índice CAC-40 fechou em alta de 0,28%. (Agências)
Heino Kalis/Reuters
Funcionários públicos fazem manifestação contra o governo na cidade de Valencia: faixa pede que todos defendam seus direitos.
aproximadamente 60 cidades espanholas, como Valencia, no litoral. O mais recente ato de uma onda de protestos contra os bilhões de euros em medidas de austeridade impostos pelo governo ocorre depois de os parceiros da Espanha na União Europeia (UE) terem chegado a um acordo de emprestar até 100 bilhões de euros a Madri para salvar o setor bancário espanhol. Benefício – "Eu não acho que esse resgate trará algum benefício aos cidadãos",
disse Maria, uma professora de 37 anos de idade que não quis revelar seu sobrenome. Ela criticou o fato de as reformas do governo para o setor terem resultado no aumento do número de alunos por classe e na elevação das mensalidades. "Haverá mais desemprego, mais precariedade e mais pobreza", afirmou. Segundo ela, o primeiroministro da Espanha, Mariano Rajoy, "não está dizendo abertamente o que vai acontecer com esse resgate
aos bancos, que só vai ficar maior e maior, já que não será suficiente". "O resgate não melhora nada para nós, que somos servidores públicos, nem para os espanhóis em geral", disse Miguel Ángel Rodriguez, de 45 anos, um dos muitos servidores do poder judiciário que ontem, pela primeira vez, aderiram aos protestos. "Eles (os governantes) estão tirando proveito da situação econômica do país para cortar mais e mais." (AE)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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ECONOMIA/LEGAIS - 23
Companhia Metalúrgica Prada
conomia
CNPJ nº 56.993.900/0001-31 – NIRE: 35300048580
Pesquisa: zona do euro não terá mudanças. Economistas dizem que países continuarão no bloco Andrea Comas/Reuters
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas: Submetemos à V.Sas. as demonstrações financeiras, relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2011 e de 2010, da Companhia Metalúrgica Prada. A Administração BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E DE 2010 (Em milhares de reais) DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E DE 2010 Consolidado Controladora PASSIVO E Consolidado Controladora (Em milhares de reais, exceto o prejuízo líquido por ação) ATIVO 2011 2011 2010 PATRIMÔNIO LÍQUIDO 2011 2011 2010 Consolidado Controladora Circulante Circulante 2011 2011 2010 Caixa e equivalentes de caixa 20.164 15.368 27.818 Fornecedores 190.644 195.974 64.419 Receita líquida 1.000.693 929.925 886.446 Contas a receber 144.892 138.527 104.085 Obrigações sociais e Custo dos produtos Estoques 179.007 155.624 148.281 trabalhistas 12.803 8.707 8.572 vendidos e dos serviços Tributos a recuperar 16.501 13.167 11.614 Obrigações fiscais 4.925 4.251 8.240 prestados (896.376) (827.591) (803.107) Despesas antecipadas 116 116 35 Provisões trabalhistas e cíveis 13.701 13.701 10.053 Lucro bruto 104.317 102.334 83.339 Total do ativo circulante 360.680 322.802 291.833 Outras obrigações 39.613 8.155 8.859 Despesas e receitas Outras provisões 1.316 1.118 214 operacionais (325.102) (315.109) (101.560) Total do passivo circulante 263.002 231.906 100.357 Despesas com vendas (62.030) (59.416) (54.997) Não circulante Despesas gerais e Impostos diferidos 19.762 administrativas (28.760) (24.176) (51.965) Não circulante Provisão para perda de Resultado da equivalência Realizável a longo prazo investimento 49.927 21 patrimonial (32.361) (21) Tributos a recuperar 19.210 249 1.136 Outras obrigações 329.595 21.670 47.984 Outras (Despesas) receitas Impostos diferidos 16.799 16.799 28.540 Provisões fiscais, operacionais (234.312) (199.156) 5.423 Depósitos judiciais 32.949 28.626 27.990 previdenciárias, Resultado antes das receitas trabalhistas e cíveis 58.117 22.900 22.060 Outros ativos 724 468 468 (despesas) financeiras 69.682 46.142 58.134 Total do passivo não líquidas de impostos (220.785) (212.775) (18.221) circulante 407.474 94.497 70.065 Receitas financeiras 9.187 6.449 11.822 Patrimônio líquido Despesas financeiras (3.001) (1.410) (11.345) Capital social integralizado 685.409 685.409 604.408 Variação cambial líquida de Reserva de capital 24.367 24.367 24.367 instrumentos financeiros (26.030) (26) (656) Investimentos 55.063 55.063 103.884 Reserva de lucro 11 11 11 Resultado antes do imposto Imobilizado 270.410 153.806 155.280 Prejuízos acumulados (377.959) (377.959) (169.223) de renda e da contribuição Intangível 143.708 Outros resultados social (240.629) (207.762) (18.400) Total do ativo não circulante 538.863 255.011 317.298 abrangentes (80.418) (80.418) (20.854) Imposto de renda e Total do patrimônio líquido contribuição social 9.550 (974) (5.622) atribuível aos acionistas Resultado do exercício (231.079) (208.736) (24.022) controladores 251.410 251.410 438.709 Atribuído a sócios da empresa Participação de não controladora (208.736) (208.736) (24.022) controladores (22.343) Atribuído a sócios não Total do patrimônio líquido 229.067 251.410 438.709 controladores (22.343) TOTAL DO PASSIVO E Prejuízo por ação Básico (60,61) (60,61) (7,61) TOTAL DO ATIVO 899.543 577.813 609.131 PATRIMÔNIO LÍQUIDO 899.543 577.813 609.131 DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E DE 2010 (Em milhares de reais)
Saldos em 31 de dezembro de 2009 Outros resultados abrangentes Prejuízo do exercício Saldos em 31 de dezembro de 2010 Aumento de capital Outros resultados abrangentes Prejuízo do exercício Saldos em 31 de dezembro de 2011
Capital social 604.408
Reserva de capital 24.367
Reserva de lucro 11
Prejuízos acumulados (145.201)
604.408 81.001
24.367
11
(24.022) (169.223)
11
(208.736) (377.959)
(20.854)
685.409
Capital social 604.408 81.001
24.367
Reserva de capital 24.367
Reserva de lucro 11
Prejuízos acumulados (169.223)
Outros resultados abrangentes (20.854) (59.564)
(208.736) 685.409
24.367
11
(377.959)
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resultado das eleições na Grécia deu mais tempo para a zona do euro resolver a crise da dívida soberana, mas não há nada impedindo que anos de dificuldade econômica assombrem a Grécia, Portugal e Espanha, de acordo com pesquisa realizada junto a economistas internacionais pela agência Reuters. Mas a Espanha deve evitar um resgate soberano, apesar do estado crítico de seu setor bancário, opinaram eles. Os economistas entrevistados desde a eleição do último domingo deram amplo apoio à continuidade da adesão da Grécia à zona do euro. Apenas três dos 19 economistas pensam que a Grécia irá deixar a zona euro em algum momento. A percentagem dos economistas prevendo que a zona euro vai sobreviver na sua forma atual tem aumentado desde maio e agora está de volta na máxima de 84%, valor visto pela última vez na pesquisa em janeiro. "O resultado das eleições gregas deu tempo para a zona euro tentar implementar um novo programa para apoiar a Grécia em uma perspectiva de longo prazo", disse o economista do Natixis, em Paris, Jesus Castillo. "Portanto, mesmo se as pressões sobre os títulos do governo da Espanha continuarem elevadas, eles devem se beneficiar de um ligeiro abrandamento. Dito isso, a Espanha vai depender da vontade do Banco Central Europeu para apoiá-la no curto prazo." Embora os rendimentos dos títulos do governo espanhol tenham caído ligeiramente ontem, o papel de 10 anos ain-
da está perto da marca de 7%, o que os analistas dizem não ser sustentado por muito tempo sem que o governo busque ajuda externa. Em pesquisa da semana passada, apenas cinco dos 17 economistas disseram acreditar que a Espanha irá precisar de um resgate soberano até o final do ano. Atividade – A Grécia, como sugerido em pesquisas anteriores, não verá um retorno ao crescimento econômico em breve. Economistas esperam que a atividade do país irá contrair 5,8% neste ano, e depois 1,3% no próximo ano, de acordo com as medianas das projeções coletadas. Isso significa que as perspectivas de crescimento para a Grécia foram diminuídas em cinco pesquisas consecutivas. A taxa de desemprego – que atingiu o recorde de 22,6% no primeiro trimestre – deverá subir para 23,4% até o final do próximo ano. As pesquisas mostram ainda períodos sombrios à frente para a Espanha. A economia espanhola vai contrair cerca de 1,5% neste ano, segundo os entrevistados, e 0,7% no próximo ano – números muito mais pessimistas do que as previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) de abril, que sugeriram uma boa chance do país retornar ao crescimento no próximo ano. A taxa de desemprego da Espanha deve subir mais. Apenas dois de 14 analistas previram, nos levantamentos anteriores, que a taxa irá cair em 2013, com a mediana das expectativas sugerindo que ela possa ultrapassar 25%. Apenas a Irlanda terá algum tipo de melhora significativa, segundo a pesquisa. (Reuters)
SAX S.A. Crédito, Financiamento e Investimento
CNPJ/MF 07.747.410/0001-40 - NIRE 35.300.326.849 Extrato da Ata de Assembleia Geral Ordinária em 30.04.2012 Data, Hora, Local: 30.04.2012, 10hs, sede social, Al. Tocantins, 280, sl. 05, Alphaville Industrial, Barueri/SP. Presença: Totalidade do capital social. Convocação: Dispensadas (art. 124, § 4º, Lei 6.404/76). Mesa: Presidente: Marcio Luiz Goldfarb, Secretário: Paulo Sérgio Borsatto. Deliberações: Aprovadas por Unanimidade: i) Demonstrações Financeiras do exercício de 2011, publicados em 09.03.2012 no Diário do Comércio e DOESP; ii) Destinação do lucro líquido equivalente, em moeda corrente nacional, a R$ 11.492.220,47: (a) R$ 8.188.207,09 para Reservas Especiais de Lucros da Cia.; (b) R$ 574.611,02 para a Reserva Legal da Cia.; (c) distribuição de dividendos equivalentes, em moeda corrente nacional, a R$ 2.729.402,36 à acionista integral subsidiária da Cia., MAX Participações Ltda, valor correspondente a 25% do lucro líquido. Encerramento: Nada mais. MAX Participações Ltda. p/Marcio Luiz Goldfarb e Paulo Sergio Borsatto. Barueri, 30.04.2012. Marcio Luiz Goldfarb: Presidente p/Max Participações Ltda.; Paulo Sérgio Borsatto: Secretário p/Max Participações Ltda. JUCESP 247.078/12-8 em 12.06.2012. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
Solví Participações S.A. - CNPJ/MF nº 02.886.838/0001-50 - NIRE 35.300.158.903 Extrato da Ata da Assembléia Geral Extraordinária de 13/04/2012 Data, Hora e Local: 13/04/2012,às 14hs,na sede social,R.Bela Cintra, 967,10º and.,conjuntos 101 e 102,SP/SP.Presença: totalidade do capital social. Convocação: Dispensada. Mesa: Presidente - Carlos Leal Villa, Secretário - Celso Pedroso. Deliberação Aprovada por Unanimidade: As publicações dos atos societários e balanços passem a ser realizadas no Jornal “Diário do Comércio”. SP, 13/04/2012.Acionistas: p.p. Solvi Environnement - Carlos Leal Villa e Carlos Leal Villa. Extrato do original: Celso Pedroso - Secretário da Mesa. Carlos Leal Villa - Presidente da Mesa e Acionista, Solví Environnement p.p. Carlos Leal Villa - Acionista. JUCESP 222.376/12-0 em 28.05.12. Gisela Simiema Ceschin - Sec. Geral.
2011
Controladora 2010
(208.736)
(24.022)
26 9.611 863 126.651 4.268 974 32.361
5.218 (28.764) (17.905) (10.979) (2.491) 9.953 (594) 1.841 (62) (20.237)
Aumento (Redução) dos passivos: Fornecedores Partes relacionadas Salários e férias a pagar Tributos Tributos parcelados Refis Outras contas a pagar
Consolidado 2011
9.062
Caixa líquido proveniente das atividades operacionais (206) Fluxo de caixa das atividades de investimento 2.815 Caixa oriundo da aquisição de 478 controlada (6.422) Investimentos 21 Imobilizado Caixa líquido utilizado nas atividades de investimento 1.595 Fluxo de caixa das (16.679) atividades de financiamento Aporte de capital por acionista controlador (994) Caixa líquido utilizado nas 19.994 atividades de financiamento 1.360 Aumento (Redução) no caixa e equivalentes de caixa 9.125 Caixa e equivalentes de caixa (25.609) no início do exercício Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício (600) 3.276
2011
(4.256) 10.389 (894) 8.973 (44.354) (14.420) (44.562)
5.501 (312) 135 (4.161) (97) 352 1.418
(50.547)
(47.583)
Controladora 2010
(80.418)
Total do patrimônio líquido 438.709 81.001 (59.564) (208.736)
(80.418)
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA - MÉTODO INDIRETO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E DE 2010 (Em milhares de reais)
Cenário de incertezas: homem no interior da bolsa de Madri.
(20.854) (59.564)
Saldos em 31 de dezembro de 2010 Aumento de capital Outros resultados abrangentes Prejuízo do exercício Participação dos não controladores Saldos em 31 de dezembro de 2011
Consolidado Fluxo de caixa das 2011 atividades operacionais Prejuízo líquido do período (231.079) Ajustes para reconciliar o lucro líquido do período com os recursos provenientes das atividades operacionais: Variação monetária e cambial líquida 26.030 Depreciação e amortização 12.260 Custo residual de ativos permanentes baixados 4.302 Provisão para devedores duvidosos 126.651 Provisão para contingências 4.268 Impostos diferidos (9.550) Equivalência patrimonial Provisão para perda no valor recuperável 60.861 Combinação de negócios 30.419 Outros (216) 23.946 (Aumento) Redução dos ativos: Contas a receber (16.477) Estoques (3.611) Partes relacionadas 922 Impostos e contribuições a recuperar (5.916) Depósitos judiciais (1.294) Dividendos e juros sobre capital próprio recebidos 1.841 Outros Créditos (5.396) (29.931)
Controladora Total do patrimônio líquido 483.585 (20.854) (24.022) 438.709 81.001 (59.564) (208.736) 251.410 Consolidado Total do patrimônio líquido 438.709 81.001 (59.564) (208.736) (22.343) 229.067
Outros resultados abrangentes
251.410
(22.343) (22.343)
DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS ABRANGENTES EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E DE 2010 (Em milhares de reais)
(663) Prejuízo do exercício (3.966) Variação líquida no valor 377 justo de ativos financeiros 3.963 2.364 disponível para venda 13.143 15.218 1.815
Participação acionistas não controladores
Consolidado 2011 (231.079)
2011 (208.736)
Controladora 2010 (24.022)
(59.564)
(59.564)
(20.854)
(290.643)
(268.300)
(44.876)
(268.300)
(268.300)
(44.876)
Resultado abrangente do exercício
809 (12.916)
(11.686) (8.181)
(135.482) (7.866) Atribuível à:
(12.107)
(19.867)
(143.348) Participação dos acionistas controladores Participação de não controladores
(22.343)
55.000
55.000
40.000
55.000
55.000
40.000
(7.654)
(12.450)
(101.533)
27.818
27.818
129.351
CONTADOR
27.818 (101.533)
João Lauriano Bernardo
20.164 (7.654)
15.368 (12.450)
DIRETORIA DE CONTROLADORIA Rogério Leme Borges dos Santos CRC 1SP174860/O-2
CRC 1SP123598/O-0
As demonstrações financeiras foram auditadas pela KPMG Auditores Independentes e encontram-se à disposição dos acionistas na sede da Companhia.
AÇÃO COMUNITÁRIA DO BRASIL - SÃO PAULO CNPJ nº 61.750.246/0001-75 Demonstrações Financeiras
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 - (Em milhares de Reais) Ativo ............................................................................................. Nota 2011 2010 Passivo Caixa e equivalentes de caixa .................................................. 4 3.381 4.628 Fornecedores Outros investimentos ................................................................ 5 1.766 1.361 Férias e encargos Contas a receber ...................................................................... 6 1.153 1.170 Impostos a recolher Estoques ................................................................................... 496 333 Adiantamento para projetos sociais Outros créditos .......................................................................... 7 1.336 309 Outras contas a pagar Impostos a recuperar ................................................................ 8 255 255 Total do passivo circulante Despesas antecipadas .............................................................. 4 5 Provisão para contingências Total do ativo circulante............................................................. 8.391 8.061 Depósitos judiciais .................................................................... 72 14 Patrimônio líquido Imobilizado ................................................................................ 9 1.622 1.637 Patrimônio social Intangível................................................................................... 32 42 (Deficit) Superavit acumulado Total do ativo não circulante...................................................... 1.726 1.693 Total do patrimônio líquido Total do passivo e patrimônio líquido Total do ativo ............................................................................. 10.117 9.754
Nota 10 11 12
2011 570 291 3 1.766 54 2.684 62
2010 469 264 4 1.358 63 2.158 67
7.529 (158) 7.371 10.117
7.496 33 7.529 9.754
13
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO SOCIAL DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 - (Em milhares de Reais) PERÍODOS DE 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 - (Em milhares de Reais)
o
Saldo em 1 de janeiro de 2010 ........................ Superavit do exercício ......................................... Saldo em 31 de dezembro de 2010 .................. Transferência para patrimônio social ................... Deficit do exercício .............................................. Saldo em 31 de dezembro de 2011 ..................
Patrimônio social 7.496 – 7.496 33 – 7.529
(Deficit) Superavit acumulado – 33 33 (33) (158) (158)
2011 Total 7.496 33 7.529 – (158) 7.371
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÕES DE SUPERAVITS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 - (Em milhares de Reais) Nota Contribuições e doações Projetos incentivados Venda de produtos Custo dos produtos vendidos Resultado bruto Programas sociais Administrativas Despesas com mobilização de recursos Despesas com vendas de produtos Depreciação e amortização Outras receitas operacionais Deficit antes das receitas financeiras líquidas Receitas financeiras Despesas financeiras Receitas financeiras líquidas (Deficit) Superavit do exercício
18 17
15 19 20
2011 3.227 2.317 5.544 1.965 (1.174) 791 6.335 (5.024) (808) (533) (490) (119) 63 (576) 460 (42) 418 (158)
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
2010 2.760 2.175 4.935 2.703 (1.555) 1.148 6.083 (4.813) (748) (496) (589) (140) 342 (361) 436 (42) 394 33
Fluxo de caixa das atividades operacionais (Deficit) Superavit do exercício................................................................ Ajustes Depreciação e amortização ..................................................................... Provisão para contingência ..................................................................... Resultado na venda de ativo imobilizado ................................................ Variações nos ativos e passivos (Aumento) Redução bancos e aplicações financeiras............................. Redução (aumento) do contas a receber ................................................ (Aumento) dos estoques.......................................................................... (Aumento) dos outros créditos................................................................. (Aumento) dos impostos a recuperar ...................................................... Redução (aumento) das despesas antecipadas ..................................... (Aumento) redução dos depósitos judiciais e outras contas a receber não circulante ........................................................... (Redução) aumento em fornecedores ..................................................... Aumento (Redução) em salários, férias e encargos................................ (Redução) de adiantamento para projetos .............................................. (Redução) de impostos a recolher .......................................................... (Redução) de outras contas a pagar ....................................................... Caixa líquido utilizado nas atividades operacionais.......................... Fluxo de caixa das atividades de investimentos Aquisições de bens do ativo imobilizado e intangivel ................................. Caixa líquido utilizado nas atividades de investimentos ...................... Redução de caixa e equivalentes de caixa ................................................ Demonstração da redução do caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício .................................. Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício.................................... Redução de caixa e equivalentes de caixa ................................................
2010
(158)
33
119 (5) 2 (42)
140 (47) 30 156
(405) 17 (163) (1.027) – 1
65 (162) (29) (97) (154) (1)
(58) 101 27 408 (1) (9) (1.151)
31 69 (11) (76) (3) (43) (255)
(96) (96) (1.247)
(158) (158) (413)
4.628 3.381 (1.247)
5.042 4.628 (414)
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
A íntegra das Demonstrações Financeiras, as notas e o parecer dos auditores estão disponíveis no site: www.acomunitaria.org.br - “Quem somos” - “Gestão”.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
24 -.ECONOMIA/LEGAIS
e
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Em dia de estreia na bolsa, as ações da rede Burger King subiram 3,5% em relação ao preço da oferta pública inicial.
conomia
Jonathan Ernst/Reuters
Fed mantém juros em até 0,25%
O presidente do Fed afirmou que os riscos de baixa para a economia dos EUA diminuíram
Bernanke: economia dos EUA está no caminho certo.
O MERCEDES-BENZ ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA. CNPJ/MF 36.770.683/0001-03 - NIRE 35219225060 ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DO CONTRATO SOCIAL DA MERCEDES-BENZ ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA. Pelo presente instrumento particular, firmado em 12 de junho de 2012, as abaixo assinadas: (1) procuradores, em conjunto, constituídos na forma deste Contrato Social, em conformidade com os STAREXPORT TRADING S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Bernardo do Campo, poderes a eles outorgados. Artigo 9º. Observado o disposto no Parágrafo Único deste Artigo 9º e nos Estado de São Paulo, na Avenida Alfred Jurzykowski, 562, parte, Vila Paulicéia, CEP 09680-900, inscrita Artigos 10 e 11 deste Contrato Social, os Diretores têm amplos poderes de administração e gestão dos no CNPJ/MF o sob n.º 54.646.419/0001-44 com seu ato constitutivo registrado na Junta Comercial do negócios sociais, para a prática de todos os atos e realização de todas as operações que se relacionarem Estado de São Paulo sob o NIRE 35.300.108.311, neste ato representada por seus Diretores, os Srs. com o objeto da Sociedade, bem como para constituírem procuradores para agir em nome da Sociedade. Bernhard Mader, alemão, casado, administrador de empresas, portador da Cédula de Identidade de Parágrafo Único: A alienação ou a oneração de bens imóveis da Sociedade e de itens substanciais de Estrangeiro RNE nº V252509-U e inscrito no CPF/MF sob n° 218.799.998-03 e Luiz Carlos Gomes de seu ativo fixo, bem como a concessão de garantias a terceiros, estranhas aos negócios sociais, tais como Moraes, brasileiro casado, economista, portador da cédula de identidade RG n.º 7.901.193 SSP/SP e fianças, avais e outras garantias de favor, são operações e atos que dependem sempre, como condição inscrito no CPF/MF sob o n.º 003.613.688-36, ambos domiciliados na Cidade de São Bernardo do Campo, para sua validade, de prévia aprovação de sócia ou sócias que representam a maioria do capital social. Estado de São Paulo, na Avenida Alfred Jurzykowski, 562, Vila Paulicéia, CEP 09680-900; e (2) CIM - Artigo 10. Todas as procurações outorgadas pela Sociedade terão, exceto nos casos de procurações ad COMERCIAL E IMPORTADORA LTDA., sociedade limitada com sede na Cidade de São Paulo, Estado judicia para representação da Sociedade em processos administrativos e judiciais, prazo de validade de São Paulo, na Avenida do Café, 277, Torre A, 4º andar, conjuntos 401 e 402, Vila Guarani, CEP 04311- determinado, não podendo ser substabelecidas. Artigo 11 - Fica expressamente vedado ao Diretor, 900, inscrita no CNPJ sob n.º 63.106.363/0001-26, com registro na Junta Comercial do Estado de São empregados ou procuradores da Sociedade, empregar o nome da Sociedade em operações, atos ou Paulo sob NIRE 35.201.129.514, neste ato representada por seus Diretores, os Srs. Bernhard Mader e contratos, tendo por objeto, negócios estranhos ao objeto social. CAPÍTULO IV Reuniões das Sócias Luiz Carlos Gomes de Moraes, ambos devidamente qualificados acima, únicas sócias da sociedade Artigo 12 - As sócias reunir-se-ão sempre que os interesses da Sociedade assim exigirem. Entretanto, empresária limitada MERCEDES-BENZ ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA., com sede na qualquer deliberação poderá ser tida como legalmente válida, independentemente da realização da Cidade de São Bernardo do Campo, Estado de São Paulo, na Avenida Alfred Jurzykowski, 562, parte, Vila reunião formal, se expressa mediante instrumento escrito, firmado por sócias representando a totalidade Paulicéia, CEP: 09680-900, inscrita no CNPJ/MF sob o n.º 36.770.683/0001-03, com seu ato constitutivo do capital social. Parágrafo Primeiro - As reuniões das sócias serão convocadas pelo Diretor e, na sua arquivado na Junta Comercial do Estado de São Paulo sob o n.º 35.219.225.060, e última alteração do ausência, nos casos previstos em lei, pelas sócias, através de carta registrada, fax ou aviso entregue Contrato Social arquivada sob o n.º 380.296/11-1 em sessão de 21.09.11 (a “Sociedade”), resolvem, por pessoalmente, contra recibo, a todas as sócias, com a antecedência, mínima, de 8 (oito) dias. Considerarunanimidade, alterar e consolidar o Contrato Social de acordo com as seguintes cláusulas e condições: se-á dispensada a convocação quando todas as sócias comparecerem à reunião ou se declararem, por 1. REDUÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DA SOCIEDADE 1.1 Resolvem as sócias aprovar, por unanimidade escrito, cientes do local, data, hora e ordem do dia. Parágrafo Segundo - As reuniões das sócias serão de votos e sem reservas, a redução do capital social da Sociedade, por ser considerado excessivo com instaladas com a presença de titular(es) de quotas representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por relação ao seu objeto social, nos termos do Artigo 1.082, inciso II do Código Civil, dos atuais R$ cento) do capital social, e serão presididas e secretariadas por Presidente e Secretário escolhidos pela(s) 4.800.000,00 (quatro milhões e oitocentos mil reais) para R$ 1.800.000,00 (um milhão e oitocentos mil sócia(s) presente(s). Parágrafo Terceiro - Uma sócia poderá fazer-se representar nas reuniões das reais), uma redução, portanto, no valor total de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais). 1.2 Por força da sócias por outra sócia ou por advogado, mediante outorga de procuração, com especificação dos atos redução acima, o capital social, que está totalmente integralizado, fica alterado para R$ 1.800.000,00 (um autorizados, devendo a procuração ser levada a registro juntamente com a ata. CAPÍTULO V Exercício milhão e oitocentos mil reais), dividido em 4.800.000 (quatro milhões e oitocentas mil) quotas e o valor Social, Demonstrações Financeiras e Destinação de Lucro Artigo 13 - O exercício social iniciar-senominal da quota é diminuído na mesma proporção daquela redução, nos termos dos artigos 1082 e 1084 á no dia 1º de janeiro e terminará no dia 31 de dezembro de cada ano, data em que serão elaboradas as do Código Civil, passando cada quota a ter o valor nominal de R$ 0,3750, sem qualquer alteração na Demonstrações Financeiras previstas em lei, as quais serão submetidas à aprovação das sócias proporção da participação das Sócias no capital social, restituindo-se às Sócias a correspondente parte independentemente da realização de reunião das sócias. O lucro então verificado, por deliberação das do valor das suas quotas, na proporção de suas participações no capital social. 1.3 As Sócias também sócias, poderá ser: (a) distribuído entre as s6cias, na proporção da sua participação no capital social; (b) deliberam, por unanimidade de votos, tendo em vista que a redução do valor nominal de cada quota do retido, total ou parcialmente, na conta de lucros acumulados ou reservas da Sociedade; e/ou (c) capital social resultou em fração de centavos de real, reestruturar a composição do capital social da capitalizado. Parágrafo Primeiro - As Demonstrações Financeiras serão disponibilizadas às sócias Sociedade, atribuindo o valor nominal de R$ 1,00 (um real) para cada quota. Diante de tal reestruturação, dentro de 10 (dez) dias após terem sido concluídas, prazo esse que não excederá a 30 de abril do exercício o capital social de R$ 1.800.000,00 (um milhão e oitocentos mil reais), passa a ser dividido em 1.800.000 seguinte. A aprovação das sócias às Demonstrações Financeiras poderá ser manifestada por instrumento (um milhão e oitocentas mil) quotas no valor nominal de R$ 1,00 (um real) cada uma, distribuídas entre escrito em separado ou pela aposição das suas assinaturas nos livros próprios. Parágrafo Segundo - A as Sócias da seguinte forma: (a) STAREXPORT TRADING S.A. possui 1.799.999 (um milhão, setecentas Sociedade mensalmente levantará um balanço correspondente aos meses do exercício até então e noventa e nove mil, novecentas e noventa e nove) quotas, no valor total de R$ 1.799.999,00 (um milhão, decorridos e poderá declarar, por deliberação de sócia(s) representando a maioria do capital social, setecentos e noventa e nove mil, novecentos e noventa e nove reais); (b) CIM - COMERCIAL E dividendos à conta do lucro apurado nesse balanço. Parágrafo Terceiro - Ainda por deliberação de IMPORTADORA LTDA., possui 1 (uma) quota, no valor total de R$ 1,00 (um real). 1.4 Em virtude da sócia(s) representando a maioria do capital social poderão ser declarados dividendos intermediários à deliberação acima, as sócias resolvem alterar o Artigo 5º, o qual passa a ter a seguinte redação: “Artigo conta dos lucros acumulados ou de reservas de lucros existentes no último balanço anual ou balanço 5º - O capital social, totalmente integralizado em moeda corrente nacional, é de R$ 1.800.000,00 (um levantado conforme disposto no parágrafo segundo acima. CAPÍTULO VI Continuação da Sociedade milhão e oitocentos mil reais), dividido em 1.800.000 (um milhão e oitocentas mil) quotas, com valor Artigo 14 - A falência, a retirada, a extinção ou a recuperação judicial ou extrajudicial de qualquer sócia nominal de R$ 1,00 (um real) cada uma, assim distribuídas entre as sócias: (a) STAREXPORT TRADING não acarretará a dissolução da Sociedade, que continuará com a sócia remanescente, a qual terá S.A. possui 1.799.999 (um milhão setecentas e noventa e nove mil, novecentas e noventa e nove) quotas, preferência na aquisição das quotas da sócia falida, em recuperação ou que se retira, tendo-se como base no valor total de R$ 1.799.999,00 (um milhão, setecentos e noventa e nove mil, novecentos e noventa e para o cálculo do valor das quotas o último balanço da Sociedade. Em qualquer hipótese, a sócia nove reais); (b) CIM - COMERCIAL E IMPORTADORA LTDA., possui 1 (uma) quota, no valor total de remanescente deverá, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, recompor o quadro social. CAPÍTULO VII R$ 1,00 (um real). Parágrafo Único - A responsabilidade de cada sócia é, na forma da lei, restrita ao valor Exclusão de Sócia Artigo 15 - Por deliberação da sócia majoritária tomada em reunião especialmente de suas quotas, mas ambas respondem solidariamente pela integralização do capital social.” 2. Por fim, convocada para esse fim, a sócia minoritária poderá ser excluída da Sociedade, por justa causa. A sócia resolvem as sócias consolidar o Contrato Social para fazer nele constar a alteração acima deliberada, minoritária deverá ser notificada com antecedência de, no mínimo, 8 (oito) dias da data da realização da passando este a viger com a seguinte redação: “CONTRATO SOCIAL DA MERCEDES-BENZ reunião para permitir o seu comparecimento e o exercício do direito de defesa. Parágrafo Único - Uma ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA. CAPÍTULO I Denominação, Lei Aplicável, Sede, Foro, vez aprovada a exclusão da sócia minoritária, o capital social sofrerá a correspondente redução ou suas Objeto e Prazo de Duração Artigo 1º - A sociedade limitada opera sob a denominação de MERCEDES- quotas serão adquiridas pela Sociedade, se as condições de momento assim permitirem, ou pela sócia BENZ ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA. e rege-se pelo presente Contrato Social, pelas majoritária, pelo valor patrimonial de referidas quotas, constante do último Balanço Patrimonial levantado disposições legais aplicáveis às sociedades limitadas e, supletivamente, pela Lei das Sociedades por pela Sociedade. Eventual pagamento devido será efetuado em até 3 (três) parcelas, mensais e Ações. Artigo 2º - A Sociedade tem sede e foro jurídico na Avenida Alfred Jurzykowski, 562, parte, Vila consecutivas, corrigidas monetariamente até seu efetivo pagamento, de acordo com o índice então Paulicéia, CEP 09680-900, em São Bernardo do Campo, Estado de São Paulo. Parágrafo Único - Por estabelecido pelas autoridades governamentais para refletir a desvalorização da moeda nacional no deliberação dos Diretores poderão ser instaladas, transferidas e/ou extintas filiais, no Brasil ou no exterior. período. A sócia majoritária deverá recompor a Sociedade com terceiros dentro do prazo de 180 (cento Artigo 3º - A Sociedade tem como objeto social a administração de Consórcios. Artigo 4º - A Sociedade e oitenta) dias. CAPÍTULO VIII Liquidação Artigo 16 - Em caso de liquidação da Sociedade o tem prazo de duração indeterminado. CAPÍTULO II Capital Social Artigo 5º - O capital social, totalmente procedimento legal será o adotado e observado, com a nomeação, por sócia(s) representando a maioria integralizado em moeda corrente nacional, é de R$ 1.800.000,00 (um milhão e oitocentos mil reais), do capital social, de um ou mais liquidantes, para operar a Sociedade durante a liquidação. CAPÍTULO dividido em 1.800.000 (um milhão e oitocentas mil) quotas, com valor nominal de R$ 1,00 (um real) cada IX Alterações Artigo 17 - Este Contrato Social poderá ser alterado em qualquer de seus artigos e a uma, assim distribuídas entre as sócias: (a) STAREXPORT TRADING S.A. possui 1.799.999 (um milhão, qualquer momento, por deliberação de sócia(s) representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por setecentas e noventa e nove mil, novecentas e noventa e nove) quotas, no valor total de R$ 1.799.999,00 cento) do capital social. A aprovação de sócia(s) representando, no mínimo, 75% (setenta e cinco por (um milhão, setecentos e noventa e nove mil e novecentos e noventa e nove reais); (b) CIM - COMERCIAL cento) do capital social também será necessária para a deliberação sobre a incorporação, a fusão e a E IMPORTADORA LTDA., possui 1 (uma) quota, no valor total de R$ 1,00 (um real). Parágrafo Único dissolução da Sociedade, ou a cessação do seu estado de liquidação. CAPÍTULO X Ouvidoria Artigo - A responsabilidade de cada sócia é, na forma da lei, restrita ao valor de suas quotas, mas ambas 18 - Fica instituído na Sociedade componente organizacional de Ouvidoria, com a atribuição de assegurar respondem solidariamente pela integralização do capital social. Artigo 6º - As quotas são indivisíveis em a estrita observância da legislação e regulamentação relativas aos direitos do consumidor e de atuar como relação à Sociedade e cada uma delas dará direito a um voto nas deliberações das sócias. Parágrafo canal de comunicação entre a Sociedade e os consorciados, inclusive a mediação de eventuais conflitos. Único - Exceto se de outra forma exigido por lei ou disposto neste Contrato Social, as deliberações das Artigo 19 - Caberá à Ouvidoria: (a) receber, registrar, instruir, analisar e dar andamento formal adequado sócias serão tomadas por sócia(s) representando a maioria do capital social, inclusive a que dispuser às reclamações dos consorciados que não forem solucionadas pelo atendimento habitual realizado em sobre a transformação da Sociedade em outro tipo societário. Artigo 7º - A transferência ou oneração, total quaisquer pontos de atendimento; (b) prestar os esclarecimentos necessários e dar ciência aos ou parcial, de quotas do capital social a terceiros não será permitida sem a prévia anuência, por escrito, reclamantes acerca do andamento das suas demandas e das providência adotadas; (c) informar aos da outra sócia, a qual terá, em igualdade de preço e condições, direito de preferência para adquiri-las. reclamantes o prazo previsto para resposta final, o qual não pode ultrapassar quinze dias; (d) encaminhar CAPÍTULO III Administração Artigo 8º. A Sociedade é administrada pelos Srs. Bernhard Mader, resposta conclusiva para a demanda dos reclamantes até o prazo informado, o qual não poderá alemão, maior, casado, administrador de empresas, portador da cédula de identidade de estrangeiro RNE ultrapassar quinze dias; (e) propor à administração da Sociedade medidas corretivas e/ou de aprimoramento nº V252509-U e inscrito no CPF/MF sob o nº 218.799.998-03 e Luiz Carlos Gomes de Moraes, brasileiro, dos procedimentos e rotinas, em decorrência da análise das reclamações recebidas; (f) elaborar e casado, economista, portador da cédula de identidade RG n.º 7.901.193 SSP-SP e inscrito no CPF/MF encaminhar à administração, ao final de cada semestre, relatório quantitativo e qualitativo acerca da sob o n.º 003.613.688-36, ambos com domicílio na Cidade de São Bernardo do Campo, Estado de São atuação da Ouvidoria, contendo as medidas corretivas ou de aprimoramento de procedimentos e rotinas, Paulo, na Avenida Alfred Jurzykowski, 562, Vila Paulicéia, CEP: 09680-900, designados, individualmente, em decorrência da análise das reclamações recebidas, de acordo com a atribuição estabelecida na letra Diretor, e, em conjunto, Diretores, com mandato por prazo indeterminado, até que venham a ser “e” acima. Artigo 20 - Em virtude da instituição do componente organizacional de Ouvidoria, a Sociedade destituídos e/ou substituídos por deliberação das sócias representando, no mínimo, o quórum exigido por compromete-se a: (i) criar condições adequadas para o funcionamento da Ouvidoria, bem como para que lei. Parágrafo Primeiro: Os Diretores tomarão posse através de assinatura do instrumento de alteração sua atuação seja pautada pela transparência, independência imparcialidade e isenção; (ii) assegurar o contratual. Os Diretores terão amplos e gerais poderes para a administração e representação da acesso da Ouvidoria às informações necessárias para providenciar a adequada resposta às reclamações, Sociedade, bem como para o uso da denominação social, representando a Sociedade em todos os atos, com total apoio administrativo, podendo requisitar informações e documentos para exercício das suas ativa ou passivamente, em juízo ou fora dele, perante terceiros, quaisquer repartições públicas, atividades; (iii) dar divulgação sobre a existência da Ouvidoria; (iv) garantir o acesso dos consorciados ao autoridades municipais, estaduais e federais, inclusive perante a Receita Federal do Brasil, o Banco atendimento da Ouvidoria; bem como (v) disponibilizar o serviço prestado pela Ouvidoria, de forma Central do Brasil e a ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Ministério da Saúde, observado, gratuita, por meio de canais de comunicação adequados. Artigo 21 - A função do Ouvidor será porém, o disposto nos parágrafos abaixo. Parágrafo Segundo: Caberá a dois Diretores, agindo desempenhada por pessoa de reputação ilibada e reconhecida competência profissional, que será conjuntamente, e observados os Artigos 9º e 10 deste Contrato Social, a prática de todos os atos indicada pelo Diretor da Sociedade. O Ouvidor exercerá suas funções por prazo indeterminado, até que necessários ou convenientes à administração e representação da Sociedade, incluindo a assinatura de venha ser substituído, a qualquer tempo, por decisão do Diretor da Sociedade. Parágrafo Primeiro - Na cartas e documentos, mesmo que importem em responsabilidade ou obrigação da Sociedade, a assunção ocorrência de afastamento temporário, por qualquer motivo, um substituto interino do Ouvidor será de obrigações, assinatura de propostas ou contratos de abertura de contas bancárias, movimentação de indicado pelo Diretor da Sociedade, por período não superior a 45 (quarenta e cinco) dias. No caso de contas bancárias, retiradas mediante recibo, autorização de débitos, transferências e pagamentos por afastamento definitivo, um novo Ouvidor será indicado pelo Diretor da Sociedade. Parágrafo Segundo meio de cartas, emissão, aceite, saque ou endosso de cheques, notas promissórias, duplicatas, letras de - O Ouvidor, bem como os integrantes da Ouvidoria, deve possuir certificado emitido por entidade de câmbio ou quaisquer outros títulos de crédito em geral, assinatura de pedidos de licença de importação reconhecida capacitação técnica, de acordo com as regras estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, e exportação, de certificados de cobertura cambial e de contratos de compra e venda de moeda dirigidas às administradoras de consórcio. E, por estarem assim ajustadas e de pleno acordo, as partes estrangeira, e, ainda, a transferência de fundos entre contas correntes de titularidade da Sociedade e/ou assinam o presente instrumento em 3 (três) vias de igual teor e forma, na presença das duas testemunhas a realização de pagamentos para empresas do mesmo grupo econômico ao qual a Sociedade pertence, abaixo. São Bernardo do Campo, 12 de junho de 2012. STAREXPORT TRADING S.A. Bernhard Mader; sem qualquer limite de valor, observada a disposição do Parágrafo Único do Artigo 9º deste Contrato Luiz Carlos Gomes de Moraes. CIM - COMERCIAL E IMPORTADORA LTDA. Bernhard Mader; Luiz Social. Parágrafo Terceiro: A Sociedade poderá, ainda, ser representada pela assinatura conjunta de um Carlos Gomes de Moraes. Testemunhas: 1. Nome: Marta R. L. de Brito, RG: 16.113.841-x, CPF/MF: Diretor e de um procurador constituído na forma deste Contrato Social, ou pela assinatura de dois 061.076.708/90. 2. Nome: Fabio Henrique dos Santos, RG: 22.991.448-2, CPF/MF: 264.801.428/45.
COMPANHIA PAZO DE RIBAS Balanço Patrimonial Ativo Circulante Bancos conta movimento Não Circulante Transações com partes relacionadas Créditos realizáveis Investimentos Imobilizado Total realizável a longo prazo Total Ativo Passivo e Patrimônio Líquido Circulante Obrigações fiscais Não Circulante Exigível a Longo Prazo Empréstimos e financiamentos Partes relacionadas Outras obrigações Patrimônio Líquido Capital: Capital social Reservas: Reserva de lucros Total Passivo
2011 1.003 1.003 3.819.280 126.520 13.678.952 9.876.758 27.501.510 27.502.513 2011 – – 18.141.165 8.972.700 9.180.079 (11.614) 9.361.348 2.709.000 6.652.348 27.502.513
CNPJ nº 03.941.362/0001-75 Demonstrações Financeiras em 01 de Janeiro de 2010 a 31 de Dezembro de 2011 Demonstrações de Resultado dos Exercícios 2010 2011 2010 2011 2010 5 3.419.140 1.751.977 Total Despesas/Receitas Operacionais Resultado de equivalência patrimonial (20.661) – 5 3.419.140 1.751.977 (=) Resultado Líquido (=) Resultado Operacional 3.398.480 1.751.977 307.100 Despesas Operacionais Despesas financeiras (380.526) – – Gerais e administrativas (20.333) (91.501) 10.259.811 3.017.953 1.751.977 Despesas tributárias (409) – (=) Result. antes do IRPJ e da CSLL 9.876.758 81 – (=) Resultado Líquido do Exercício 3.017.953 1.751.977 20.443.669 Outras despesas/receitas líquidas 20.443.675 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido Capital Reserva de Lucros Lucros Acumulados Resultado do Exercício Total 2010 Histórico 2.709.000 6.961.741 – – 9.670.741 69 Saldo em 31/12/2009 – 1.660.477 – 1.660.476 3.320.953 69 Resultado do período Reserva de lucros – – – (1.660.476) (1.660.476) – (60.849) – – (60.849) 9.173.238 Ajuste de exercícios anteriores 8.960.000 Saldo em 31/12/2010 2.709.000 8.561.369 – – 11.270.369 212.150 Resultado do período – 3.017.953 – 3.017.953 6.035.907 1.088 Reserva de lucros – – – (3.017.953) (3.017.953) 11.270.368 Lucros distribuídos – (4.926.974) – – (4.926.974) 2.709.000 Saldo em 31/12/2011 2.709.000 6.652.348 – – 9.361.348 8.561.368 20.443.675 Belarmino Fernandez Iglesias Filho - CPF: 012.558.178-52 | Maria Aparecida Oliveira -
COMPANHIA PAZO DE RIBAS Balanço Patrimonial Ativo Circulante Bancos conta movimento Não Circulante Investimentos Imobilizado Total realizável a longo prazo Total Ativo Passivo e Patrimônio Líquido Circulante Obrigações fiscais Contas a pagar Não Circulante Exigível a Longo Prazo Partes relacionadas Patrimônio Líquido Capital: Capital social Reservas: Reserva de lucros Total Passivo
2008 38 38 7.810.293 1.300.000 9.110.293 9.110.331 2008 46 46 – 1.797.164 1.797.164 7.313.121 2.709.000 4.604.121 9.110.331
CNPJ nº 03.941.362/0001-75 Demonstrações Financeiras em 01 de Janeiro de 2008 a 31 de Dezembro de 2009 Demonstrações de Resultado dos Exercícios 2009 2008 2009 – Resultado de equivalência patrimonial 2.067.283 6.257.019 Total Despesas/Receitas Operacionais – (=) Resultado Líquido 2.067.283 6.257.019 (=) Resultado Operacional Despesas Operacionais 8.559.435 Gerais e administrativas 1.300.000 9.859.435 9.859.435 Histórico 2009 Saldo em 31/12/2008 1.145 Resultado do período 58 Reserva de lucros 1.087 Saldo em 31/12/2008 Resultado do período 187.549 Reserva de lucros 187.549 Lucros acumulados 9.670.741 Ajuste de exercícios anteriores 2.709.000 Saldo em 31/12/2009 6.961.741 9.859.435
(=) Resultado antes do IRPJ e da CSLL (4.986) (22.914) (=) Resultado Líquido do Exercício Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido Capital Reserva de Lucros Lucros Acumulados 2.709.000 2.541.823 – – – 2.062.297 – – – 2.709.000 2.541.823 2.062.297 – 6.234.105 – – – (2.062.297) – 2.062.297 – – (3.876.485) – 2.709.000 6.961.741 –
presidente do Federal Reserve (Fed, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, Ben Bernanke, afirmou ontem que o banco central norte-americano estava otimista demais com a recuperação da economia e que os dados econômicos mais recentes têm sido "um pouco decepcionantes". Em entrevista após o Fed anunciar a manutenção da taxa básica de juros entre zero e 0,25% e a prorrogação da Operação Twist até o fim deste ano, Bernanke defendeu o banco norte-americano de críticas de que a autoridade monetária não está fazendo o possível para ajudar a economia dos EUA. Para ele, o Fed está fornecendo estímulos consistentes para a economia e mantém uma postura altamente acomodatícia. "Nós podemos reduzir mais as taxas de juros com a extensão da Operação Twist", disse. Ele também afirmou que a decisão de prorrogar o programa, com um volume adicional de US$ 267 bilhões, é um passo "substancial". Para Bernanke, a Operação Twist não reduz apenas os juros das hipotecas, mas age por
outros canais, como, por exemplo, ao incentivar os investidores a mudarem para títulos alternativos, como bônus corporativos, ou levando um banco a fazer um empréstimo após vender títulos do Tesouro. Ele disse que a "política monetária tem alguma capacidade de fortalecer a economia, ao suavizar as condições financeiras", mas alertou que ela não é uma "panaceia". Bernanke também declarou que os indicadores econômicos recentes têm sido difíceis de interpretar. "Ainda há muito a ser discutido para que se possa fazer análises sobre para onde a economia está indo". Mas, para ele, os riscos de baixa para a economia tiveram leve queda recentemente. Bernanke comentou que todas as medidas de política monetária extraordinárias têm seus custos e riscos associados, como o funcionamento do mercado, e que o Fed não deve tomar decisões como essas "levianamente". O Fed reduziu suas estimativas para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos deste ano para a faixa de 1,9% a 2,4%. Em abril, a previsão era de expansão de 2,4% a 2,9%. (Agências)
Brendan McDermid/Reuters
NYSE fechou em queda, após anúncio do Fed sobre títulos do Tesouro.
Bolsas dos EUA recuam sutilmente
O
mercado norte-americano de ações fechou ontem com os principais índices muito próximos dos níveis de segunda-feira, em dia marcado pela volatilidade. Os investidores pesaram notícias positivas da Europa (a formação do novo governo da Grécia) contra a decisão do Federal Reserve (Fed, na sigla em inglês) de não adotar uma nova rodada de compras de títulos do Tesouro dos Estados Unidos. Na Grécia, o conservador Partido Nova Democracia assegurou apoio dos socialistas e da Esquerda Democrática para a formação de um novo governo, liderado pelo primeiro-ministro Antonis Samaras. Em Londres, a ata da última reunião de política monetária do Bank of England (BoE) mostrou que a instituição esteve muito próxima de adotar medidas de estímulo à economia britânica.
A Moody's elevou o rating da Turquia para Ba1, um degrau abaixo do grau de investimento, com perspectiva positiva. As ações da Adobe Systems foram negociadas com recuo de 2,74%, depois de a companhia rebaixar sua projeção de receita para o trimestre. Os papéis da Procter & Gamble, que também rebaixou projeções, recuaram de valor em 2,93%. Em seu dia de estreia, as ações da rede de lanchonetes Burger King subiram 3,5% em relação ao preço da oferta pública inicial. O índice Dow Jones encerrou o pregão em baixa de 12,94 pontos (0,1%), em 12.824 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 0,69 ponto (0,02%), em 2.930 pontos. O S&P-500 encerrou o dia em queda de 2,29 pontos (0,17%), em 1.355 pontos. O NYSE Composite fechou em variação negativa de 8,34 pontos (0,11%), em 7.757 pontos. (AE)
COMPANHIA PAZO DE RIBAS CNPJ nº 03.941.362/0001-75
2008 2009 (4.986) (22.914) 2.062.297 6.234.105 2.062.297 6.234.105 2.062.297 6.234.105 Resultado do Total Exercício – 5.250.823 2.062.297 4.124.595 (2.062.297) (2.062.297) – 7.313.121 (6.234.105) – 6.234.105 4.171.808 – 2.062.297 – (3.876.485) – 9.670.741
Ativo Circulante Bancos conta movimento Não Circulante Transações com partes relacionadas Investimentos Imobilizado Total realizável a longo prazo Total Ativo
Resultado de equivalência patrimonial (=) Resultado Líquido Despesas Operacionais Gerais e administrativas (=) Resultado Operacional (=) Resultado antes do IRPJ e da CSLL (=) Resultado Líquido do Exercício
2009 – –
Lucros Resultado 2010 do Reserva Acumula69 Histórico dos Exercício Capital de Lucros Total 69 Saldos em – 7.312.033 – 31/12/2008 2.709.000 2.540.736 2.062.297 Resultado do período – 6.234.105 – (6.234.105) – 187.549 9.173.238 Res. de lucro – – (2.062.297) 6.234.105 4.171.808 – 8.960.000 Lucro acum. – 2.062.297 – – 2.062.297 – (3.875.398) – – (3.875.398) 187.549 212.150 Aj. de ex. ant. – 1.088 Saldos em – – 9.670.741 31/12/2009 2.709.000 6.961.741 9.670.741 11.270.368 Resultado do 2.709.000 2.709.000 período – 1.660.477 – 1.660.476 3.320.953 6.961.741 8.561.368 Reserva de lucro – – – (1.660.476) (1.660.476) 9.859.435 20.443.675 Aj. de ex. Belarmino Fernandez Iglesias Filho - CPF: 012.558.178-52 anteriores – (60.849) – – (60.849) Maria Aparecida Oliveira Saldos em TC-CRC 1SP 202.989/O-4 - CPF : 039.346.108-46 31/12/2010 2.709.000 8.561.369 – – 11.270.369
2010 Passivo e Patrimônio Líquido 5 Circulante 5 Obrigações fiscais – 307.100 Contas a pagar 8.559.435 10.259.811 Não Circulante 1.300.000 9.876.758 Exigível a Longo Prazo 9.859.435 20.443.669 9.859.435 20.443.675 Empréstimos e financiamentos Partes relacionadas 2009 2010 Outras obrigações 6.257.019 1.751.977 Patrimônio Líquido 6.257.019 1.751.977 Capital: Capital social Reservas: Reserva de lucros (22.914) (91.501) Total Passivo 6.257.019 1.751.977 6.257.019 1.751.977 6.257.019 1.751.977
2009 1.145 58 1.087
quinta-feira, 21 de junho de 2012
DIà RIO DO COMÉRCIO
ECONOMIA/LEGAIS - 25
Fischer S.A. - ComĂŠrcio, IndĂşstria e Agricultura CNPJ 033.010.786/0001-87 RelatĂłrio da Administração - ExercĂcios Findos em 31 de Dezembro (Em Milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma) Senhores acionistas: Em cumprimento Ă s determinaçþes legais e estatutĂĄrias, submetemos Ă apreciação de V.Sas., o Balanço Patrimonial e as corDemonstraçþes do Resultados respondentes demonstraçþes do resultado, das mutaçþes do patrimĂ´nio lĂquido e do uxo de caixa das atividades operacionais do exercĂcio ďŹ ndo em 31 Receita bruta de vendas e serviços 2009 2008 de dezembro de 2009 e as respectivas Notas Explicativas de forma resumida, ďŹ cando a disposição para os esclarecimentos necessĂĄrios, inclusive para Vendas de produtos 1.253.783 1.184.817 apresentação das Demonstraçþes Financeiras e notas explicativas na Ăntegra, bem como o parecer dos auditores independentes. Serviços prestados 5.460 5.944 Balanços Patrimoniais (25.127) (27.338) Ded. e imp. s/as vendas e serviços prestados 1.234.115 1.163.423 2009 2008 Receita lĂquida das vendas e dos serviços 2009 2008 Custo dos produtos vendidos (1.193.373) (1.054.214) 627.890 986.344 Ativo/Circulante 794.104 1.354.633 Passivo e patrimĂ´nio lĂquido/Circulante (4.849) (5.128) Custo dos serviços prestados Fornecedores 61.415 114.986 Caixa e equivalentes de caixa 20.263 35.321 Financiamentos 515.565 730.405 Lucro bruto 35.893 104.081 TĂtulos e valores mobiliĂĄrios 32.609 218.820 SalĂĄrios e encargos sociais 21.665 21.560 Rec. (desp.) opers.: Com vendas (25.580) (25.559) Contas a receber 23.939 22.670 Tributos a recolher 5.970 7.483 Gerais e administrativas (108.816) (92.487) Estoques 642.399 1.049.963 Instrumentos financeiros derivativos – 91.636 (14.386) 51.937 Outras receitas operacionais, lĂquidas Tributos a recuperar 18.974 11.164 Partes relacionadas 21.710 16.099 Lucro (prej.) operac. antes das participaçþes Partes relacionadas 19.356 3.041 Demais contas a pagar 1.565 4.175 (112.889) 37.971 societĂĄrias e do resultado financeiro Instrumentos financeiros derivativos 20.201 – 819.473 1.075.177 Res. de part. soc.: EquivalĂŞncia patrimonial NĂŁo circulante 27.227 6.430 Demais contas a receber 16.363 13.654 Financiamentos 769.063 985.362 Amortização de ĂĄgio – (8.566) NĂŁo circulante 1.726.533 2.098.187 Instrumentos financeiros derivativos – 45.711 Resultado financeiro: Receitas ďŹ nanceiras 34.391 26.111 RealizĂĄvel a longo prazo 580.847 598.613 Tributos diferidos 23.508 15.754 Despesas ďŹ nanceiras (92.538) (116.534) Tributos diferidos 186.830 301.745 ProvisĂŁo para contingĂŞncias 26.902 27.967 Variação cambial lĂquida 201.046 (89.976) Tributos a recuperar 222.187 194.011 Demais contas a pagar – 383 (41.032) (30.204) Resultado com operaçþes de hedge Partes relacionadas 146.904 81.921 PatrimĂ´nio lĂquido 1.073.274 1.391.299 16.204 (174.768) DepĂłsitos judiciais 12.770 15.514 Capital social 1.531.416 1.531.416 Lucro (prej.) antes do IR e da contrib. social (82.238) 271.058 Imposto de renda e contribuição social diferido Instrumentos financeiros derivativos 6.156 – Reserva de capital 75 75 (66.034) 96.290 Demais contas a receber 6.000 5.422 Reservas de lucros 14.276 14.276 Lucro lĂquido (prejuĂzo) do exercĂcio Lucro lĂquido (prejuĂzo) por lote de mil açþes do Investimentos 252.080 306.037 Ajustes acumulados de conversĂŁo (423.088) (92.517) capital social no ďŹ m do exercĂcio - R$ (0,08) 0,12 Imobilizado 838.757 1.124.175 Ajustes de avaliação patrimonial 16.629 (61.951) IntangĂvel 54.849 69.362 PrejuĂzos acumulados (66.034) – patrimĂ´nio e incluĂdos na mensuração inicial do custo do ativo. Quando um 2.520.637 3.452.820 instrumento de “hedgeâ€? prescreve ou ĂŠ vendido, ou quando um “hedgeâ€? nĂŁo 2.520.637 3.452.820 atende mais aos critĂŠrios de contabilização de “hedgeâ€?, todo ganho ou toda Demonstraçþes das Mutaçþes do PatrimĂ´nio LĂquido perda cumulativa existente no patrimĂ´nio lĂquido naquele momento permaneReserva Reservas ce no patrimĂ´nio lĂquido e ĂŠ reconhecido quando a operação prevista ĂŠ ďŹ nalde capital de lucros Ajustes Ajustes de Lucros mente reconhecida na demonstração do resultado. Quando nĂŁo se espera Capital Subvenção para Lucros a acumulados avaliação acumulados social investimentos Legal realizar de conversĂŁo patrimonial Total mais que uma operação prevista ocorra, o ganho ou a perda cumulativa que Em 31 de dezembro de 2007 418.433 75 – – (44.180) 10.161 (82.014) 302.475 havia sido apresentado no patrimĂ´nio lĂquido ĂŠ imediatamente transferido p/a Ajustes acumulados de conversĂŁo – – – – (48.337) – – (48.337) demonstração do resultado em “resultado c/operaçþes de hedgeâ€?. (d) Contas Aumento de capital social 1.112.983 – – – – – – 1.112.983 a receber de clientes: As contas a receber de clientes sĂŁo avaliadas pelo Valor justo de operaçþes de hedge de uxo de caixa – – – – (72.112) – (72.112) montante original da venda deduzida a provisĂŁo p/crĂŠditos de liquidação duviLucro lĂquido do exercĂcio – – – – – – 96.290 96.290 dosa dessas contas a receber. A provisĂŁo p/crĂŠditos de liquidação duvidosa ĂŠ Destinação do lucro: Constituição de reservas – – 714 13.562 – – (14.276) – estabelecida quando existe uma evidĂŞncia objetiva de que a Cia. nĂŁo serĂĄ capaz de cobrar todos os valores devidos de acordo c/os prazos originais das Em 31 de dezembro de 2008 1.531.416 75 714 13.562 (92.517) (61.951) – 1.391.299 contas a receber. O valor da provisĂŁo ĂŠ a diferença entre o valor contĂĄbil e o Ajustes acumulados de conversĂŁo – – – – (330.571) – – (330.571) valor recuperĂĄvel. (e) Estoques: Os estoques sĂŁo demonstrados ao custo mĂŠValor justo de operaçþes de hedge de uxo de caixa – – – – – 78.580 – 78.580 dio das compras ou de produção, inferior aos custos de reposição ou aos valoPrejuĂzo do exercĂcio – – – – – – (66.034) (66.034) res de realização. O custo ĂŠ determinado usando-se o mĂŠtodo de custo mĂŠdio. Em 31 de dezembro de 2009 1.531.416 75 714 13.562 (423.088) 16.629 (66.034) 1.073.274 O custo dos produtos acabados e dos produtos em elaboração compreende matĂŠrias-primas, mĂŁo de obra direta, outros custos diretos e despesas gerais Notas Explicativas da Administração Ă s Demonstraçþes Financeiras 1. Contexto operacional: A Cia. tem como atividade preponderante a forma- de valor. (c) Instrumentos financeiros: (i) Classificação e mensuração: A de produção relacionadas, que incluem os gastos c/transporte dos produtos ção e exploração de lavouras de laranja e de maçã, produção de suco concen- Cia. classiďŹ ca seus ativos ďŹ nanceiros sob as seguintes categorias: mensura- acabados atĂŠ o local de armazenagem, bem como os gastos c/a armazenatrado de laranja e de maçã e nĂŁo concentrado de laranja, bem como seus dos ao valor justo por meio do resultado, emprĂŠstimos e recebĂveis, mantidos gem desses produtos. Os custos incorridos c/a manutenção das lavouras de subprodutos e tambĂŠm a participação em outras sociedades. As operaçþes da atĂŠ o vencimento e disponĂveis p/venda, se aplicĂĄvel. A classiďŹ cação depende laranja e maçã (tratos culturais) e manutenção das instalaçþes industriais e Cia. sĂŁo realizadas no contexto do Grupo Fischer, na qual parte substancial de da ďŹ nalidade p/a qual os ativos ďŹ nanceiros foram adquiridos. A administração agrĂcolas sĂŁo lançados aos estoques e apropriados ao custo da produção do seus produtos acabados ĂŠ armazenada nos “tank farmsâ€? da investida Citrosuco determina a classiďŹ cação de seus ativos ďŹ nanceiros no reconhecimento inicial. suco de laranja e de maçã por ocasiĂŁo da colheita e da produção de suco de Serviços PortuĂĄrios S.A., e as vendas sĂŁo substancialmente destinadas ao Ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado: Os laranja e de maçã. Os adiantamentos a fornecedores de matĂŠria-prima sĂŁo mercado externo e realizadas por intermĂŠdio da empresa ligada Citrosuco Tra- ativos ďŹ nanceiros mensurados ao valor justo por meio do resultado sĂŁo ativos demonstrados ao custo. Os estoques de bovinos p/corte sĂŁo valorizados ao ding N.V. 2. Apresentação das demonstr. financ. e principais prĂĄticas con- ďŹ nanceiros mantidos p/negociação ativa e frequente. Os derivativos tambĂŠm custo de formação. (f) IR diferido: O IR diferido ĂŠ calculado s/os prejuĂzos tĂĄbeis: 2.1 Apresentação das demonstr. financ.: As demonstr. ďŹ nanc. foram sĂŁo categorizados como mantidos p/negociação e, dessa forma, sĂŁo classiďŹ - ďŹ scais do imposto de renda, a base negativa de contribuição social e as elaboradas e estĂŁo sendo apresentadas de acordo c/as prĂĄticas contĂĄbeis cados nesta categoria, a menos que tenham sido designados como instrumen- correspondentes diferenças temporĂĄrias entre as bases de cĂĄlculo do imposto adotadas no Brasil e foram aprovadas pela administração da Cia. em tos de hedge (proteção). Os ativos dessa categoria sĂŁo classiďŹ cados como s/ativos e passivos e os valores contĂĄbeis das demonstr. ďŹ nanc. da Cia. 29/04/2010. As principais prĂĄticas contĂĄbeis adotadas na elaboração destas ativos circulantes. Os ganhos ou as perdas decorrentes de variaçþes no valor As alĂquotas desses impostos, deďŹ nidos atualmente p/determinação desses demonstr. ďŹ nanc. correspondem Ă s normas e orientaçþes que estĂŁo vigentes justo de ativos ďŹ nanceiros mensurados ao valor justo por meio do resultado crĂŠditos diferidos sĂŁo de 25% p/o IR e de 9% p/a contribuição social. Impostos p/as demonstr. ďŹ nanc. encerradas em 31/12/09, que serĂŁo diferentes daquelas sĂŁo apresentados na demonstração do resultado em “resultado c/operaçþes diferidos ativos sĂŁo reconhecidos na extensĂŁo em que seja provĂĄvel que o luque serĂŁo utilizadas p/elaboração das demonstr. ďŹ nanc. de 31/12/2010. Na de hedgeâ€? no perĂodo em que ocorrem. EmprĂŠstimos e recebĂveis: Incluem- cro futuro tributĂĄvel esteja disponĂvel p/ser usado na compensação das difeelaboração das demonstr. ďŹ nanc. ĂŠ necessĂĄrio utilizar estimativas p/contabili- -se nessa categoria os emprĂŠstimos concedidos e os recebĂveis que sĂŁo ati- renças temporĂĄrias, c/base em projeçþes de resultados futuros elaboradas e zar certos ativos, passivos e outras transaçþes. As demonstr. ďŹ nanc. incluem, vos ďŹ nanceiros nĂŁo derivativos c/pagamentos ďŹ xos ou determinĂĄveis, nĂŁo co- fundamentadas em premissas internas e em cenĂĄrios econĂ´micos futuros que portanto, estimativas referentes Ă seleção das vidas Ăşteis do ativo imobilizado, tados em um mercado ativo. SĂŁo incluĂdos como ativo circulante, exceto podem, portanto, sofrer alteraçþes. (g) DepĂłsitos judiciais: Existem situaĂ s provisĂľes necessĂĄrias p/reduzir os ativos ao valor de realização, p/passivos aqueles c/prazo de vencimento superior a 12 meses apĂłs a data do balanço çþes em que a Cia. questiona a legitimidade de determinados passivos ou contingentes e p/IR, dentre outras. Os resultados reais podem apresentar va- (estes sĂŁo classiďŹ cados como ativos nĂŁo circulantes). Os emprĂŠstimos e rece- açþes movidas contra si. Por conta desses questionamentos, por ordem judiriaçþes em relação Ă s estimativas. 2.2. Descrição das principais prĂĄticas bĂveis da Cia. compreendem emprĂŠstimos, contas a receber de clientes, de- cial ou por estratĂŠgia da prĂłpria administração, os valores em questĂŁo podem contĂĄbeis adotadas: (a) Moeda funcional e moeda de apresentação: Os mais contas a receber e caixa e equivalentes de caixa, exceto os investimen- ser depositados em juĂzo, sem que haja a caracterização da liquidação do itens incluĂdos nas demonstr. ďŹ nanc. da Cia. sĂŁo mensurados usando a moeda tos de curto prazo. Os emprĂŠstimos e recebĂveis sĂŁo contabilizados pelo custo passivo. (h) Investimentos: Em controladas - Os investimentos em sociedado principal ambiente econĂ´mico, no qual a empresa atua (“a moeda funcio- amortizado, usando o mĂŠtodo da taxa de juros efetiva. Valor justo: Os valores des controladas sĂŁo registrados e avaliados pelo mĂŠtodo de equivalĂŞncia panalâ€?). A Cia. utiliza o dĂłlar como moeda funcional, uma vez que ĂŠ a moeda que justos dos investimentos c/cotação pĂşblica sĂŁo baseados nos preços atuais de trimonial, reconhecido no resultado do exercĂcio como despesa (ou receita) melhor reete o ambiente econĂ´mico que inuencia suas operaçþes e como ĂŠ compra. P/os ativos ďŹ nanceiros sem mercado ativo ou cotação pĂşblica, a Cia. operacional. No caso de variação cambial de investimentos em controladas de fato administrada. Na determinação da moeda funcional da Cia. foram con- estabelece o valor justo atravĂŠs de tĂŠcnicas de avaliação. Essas tĂŠcnicas in- que utilizam moeda funcional diferente da moeda funcional da Cia., as variasiderados os seguintes principais itens: A receita de vendas da Cia. ĂŠ substan- cluem o uso de operaçþes recentes contratadas c/terceiros, a referĂŞncia a çþes no valor do investimento decorrentes exclusivamente de variação cambial cialmente denominada e liquidada em dĂłlares, uma vez que referem-se a ven- outros instrumentos que sĂŁo substancialmente similares, a anĂĄlise de uxos sĂŁo registradas na conta “Ajuste de avaliação patrimonialâ€?, no patrimĂ´nio lĂquida de suco de laranja, cujos preços de venda sĂŁo substancialmente deďŹ nidos de caixa descontados e os modelos de preciďŹ cação de opçþes que fazem o do da Cia., e somente sĂŁo registradas ao resultado do exercĂcio quando o inpelas condiçþes do mercado Norte Americano de suco de laranja. Apesar da maior uso possĂvel de informaçþes geradas pelo mercado e contam o mĂnimo vestimento for vendido ou baixado p/perda. Quando necessĂĄrio, as prĂĄticas produção de suco de laranja ser desenvolvida no Brasil, o preço da principal possĂvel c/informaçþes geradas pela administração da prĂłpria Cia. A Cia. ava- contĂĄbeis das controladas sĂŁo alteradas p/garantir consistĂŞncia c/as prĂĄticas matĂŠria-prima (laranja) ĂŠ substancialmente deďŹ nida e negociada em dĂłlares, lia, na data do balanço, se hĂĄ evidĂŞncia objetiva de que um ativo ďŹ nanceiro ou adotadas pela Cia. Incentivos fiscais: Investimentos em incentivos ďŹ scais onde o pagamento ĂŠ efetuado em R$ pela taxa de câmbio disponĂvel na data um grupo de ativos ďŹ nanceiros estĂĄ registrado por valor acima de seu valor sĂŁo avaliados pelo custo de aquisição, menos provisĂŁo p/perdas na realização. de pagamento. Despesas c/mĂŁo de obra e outros custos, exceto depreciação recuperĂĄvel (impairment). (ii) Instrumentos derivativos e atividades de hed- Na data de cada balanço, a Cia. avalia se hĂĄ indĂcios de perda permanente t Se existirem tais indĂcios, uma anĂĄlise ĂŠ realizada p/avaliar se e aluguel de extratoras de suco de laranja, que representam normalmente me- ge: Inicialmente, os derivativos sĂŁo reconhecidos pelo valor justo na data em (“impairmentâ€?). nos de 20% dos custos totais de fabricação, sĂŁo denominados e negociados que um contrato de derivativos ĂŠ celebrado e sĂŁo, subsequentemente, re- o valor contĂĄbil do ĂĄgio pode ser totalmente recuperado. Se o valor contĂĄbil em reais. Os ďŹ nanciamentos obtidos pela Cia. sĂŁo normalmente negociados -mensurados ao seu valor justo, c/as variaçþes do valor justo lançadas contra ultrapassar o valor recuperĂĄvel, o montante ĂŠ reduzido. (i) Imobilizado: Os em dĂłlares. Moeda de apresentação das demonstr. ďŹ nanc.: as demonstr. ďŹ - o resultado, exceto quando o derivativo for designado como um instrumento de bens do ativo imobilizado sĂŁo avaliados ao valor justo de aquisição, formação nanc. estĂŁo sendo apresentadas em reais, cujos critĂŠrios de conversĂŁo adota- hedge de uxo de caixa. (iii) “Hedgeâ€? de fluxo de caixa: A parcela efetiva das ou construção. Ganhos e perdas em alienaçþes sĂŁo determinados pela com - variaçþes no valor justo de derivativos designados e qualiďŹ cados como “hed- paração dos valores de alienação c/o valor contĂĄbil e sĂŁo incluĂdos no resulta geâ€? de uxo de caixa ĂŠ reconhecida no patrimĂ´nio lĂquido. O ganho ou perda do outras receitas (despesas) operacionais. Reparos e manutenção sĂŁo aproe despesas da demonstração do resultado sĂŁo convertidas pelas taxas de relacionado c/a parcela nĂŁo efetiva ĂŠ imediatamente reconhecido na demons- priados ao resultado durante o perĂodo em que sĂŁo incorridos. O custo das câmbio mĂŠdias (a menos que essa mĂŠdia nĂŁo seja uma aproximação razoĂĄvel tração do resultado como “resultado c/operaçþes de hedgeâ€?. Os valores acu- principais renovaçþes ĂŠ incluĂdo no valor contĂĄbil do ativo no momento em que do efeito cumulativo das taxas vigentes nas datas das operaçþes, e, nesse mulados no patrimĂ´nio lĂquido sĂŁo realizados na demonstração do resultado for provĂĄvel que os benefĂcios econĂ´micos futuros que ultrapassarem o padrĂŁo caso, as receitas e despesas sĂŁo convertidas pela taxa das datas das opera- nos perĂodos em que o item protegido por “hedgeâ€? afetar o resultado (por de desempenho inicialmente avaliado p/o ativo existente uirĂŁo p/a Cia., sendo exemplo, quando ocorrer a venda prevista que ĂŠ protegida por “hedgeâ€?). que as renovaçþes sĂŁo depreciadas ao longo da vida Ăştil restante do ativo recomponente separado no patrimĂ´nio lĂquido. (b) Caixa e equivalentes de cai- O ganho ou perda relacionado c/a parcela nĂŁo efetiva ĂŠ reconhecido na de- lacionado. (j) Ativos intangĂveis: Ă gio: O ĂĄgio ou desĂĄgio determinado na xa: Caixa e equivalentes de caixa incluem o caixa, os depĂłsitos bancĂĄrios, monstração do resultado em “resultado c/operaçþes de hedgeâ€?. Entretanto, aquisição de um investimento ĂŠ calculado como a diferença entre o valor de outros investimentos de curto prazo de alta liquidez c/vencimentos originais de quando a operação protegida por “hedgeâ€? prevista resultar no reconhecimento compra e o valor contĂĄbil do patrimĂ´nio lĂquido da empresa adquirida. O ĂĄgio trĂŞs meses ou menos, que sĂŁo prontamente conversĂveis em um montante de um ativo nĂŁo-ďŹ nanceiro (por exemplo, estoques ou ativos ďŹ xos), os ganhos estĂĄ fundamentado em rentabilidade futura, representada pela diferença entre conhecido de caixa e que estĂŁo sujeitos a um insigniďŹ cante risco de mudança e as perdas previamente diferidos no patrimĂ´nio lĂquido sĂŁo transferidos do o valor justo dos ativos e passivos e o valor de compra dos investimentos.
Fischer S.A. - ComĂŠrcio, IndĂşstria e Agricultura CNPJ nÂş 33.010.786/0001-87 - NIRE nÂş 35.300.040.724 Ata da ReuniĂŁo do Conselho de Administração Realizada em 11/05/2012 Dia, Hora e Local: 11/05/2012, Ă s 10:00 hs., na R: JoĂŁo Pessoa, 305, na cidade de MatĂŁo-SP. Presença: Presente a totalidade dos membros deste Conselho de Administração. Mesa Dirigente: Maria do RosĂĄrio Fischer - Presidenta e Julio Alvarez Boada - SecretĂĄrio. Deliberaçþes Tomadas,por Unanimidade dosVotos dos Conselheiros e sem Reservas: Nos termos do art.14 do Estatuto Social:(1) Aprovar a abertura das seguintes filiais no Estado de SĂŁo Paulo: (1.1) FĂĄbrica Catanduva: Rod. Comendador Pedro Monteleone, s/nÂş, km 206,5 - Zona Rural, Catanduva/SP, CEP 15804-500.Atividade principal: Fabricação de sucos concentrados de frutas, hortaliças e legumes; Atividade secundĂĄria: Fabricação de sucos de frutas, hortaliças e legumes, exceto concentrados; (1.2) FĂĄbrica Araras: Av. Otto Barreto, 2000, Distrito Industrial II, Araras/SP, CEP 16602-060. Atividade principal: Fabricação de sucos concentrados de frutas, hortaliças e legumes; Atividade secundĂĄria: Fabricação de sucos de frutas, hortaliças e legumes, exceto concentrados;(1.3)Terminal CTV Santos: Avenida Candido GraffĂŠ, s/nÂş,Terminal Porto de Santos entre armazĂŠm 27 e Margem Direita, Sala 1, Docas, Santos/SP, CEP 11013-240.Atividade principal:Operaçþes deTerminais; Atividades secundĂĄrias: Outras atividades de serviços prestados nĂŁo especificadas anteriormente; Administração da infraestrutura portuĂĄria; (1.4) FĂĄbrica CTV MatĂŁo: Rod.Carl Fischer, 6000, Conjunto B,Vila Maria, MatĂŁo/SP, CEP 15995-054.Atividade principal:Fabricação de sucos concentrados de frutas, hortaliças e legumes;Atividade secundĂĄria:Fabricação de sucos de frutas, hortaliças e legumes, exceto concentrados; (1.5) Sede Adm. Brooklin: Pça. Professor JosĂŠ Lannes, 40, 16Âş Andar, Conjunto 161, Cidade Monçþes, SĂŁo Paulo/SP, CEP: 04571-100. Atividade: EscritĂłrio administrativo; (1.6) Filial Itapetininga Monte Verde: End. Estrada Municipal, s/nÂş, km 1, 1Âş Andar, Sala 3, Vila Mazzei, Itapetininga/SP, CEP 18209-580. Atividade: EscritĂłrio administrativo; (1.7) DepĂłsito CTV MatĂŁo: Rod. Carl Fischer, 6000, Vila Maria, MatĂŁo/ SP, CEP 15995-054. Atividade principal: DepĂłsito de mercadorias prĂłprias (DepĂłsito Fechado); (1.8) Fazenda Emu: Estr. ReginĂłpolis/ Borborema, s/nÂş, km 13,5 - Faz.Emu, Zona Rural, ReginĂłpolis/SP, CEP 17190-000.Atividade:Cultivo de laranja;(1.9) Fazenda Santa MĂ´nica: Rod.Geraldo Pereira de Barros, s/nÂş, SP 191, km 164, Zona Rural, Anhembi/SP, CEP 18620-000.Atividade:Cultivo de laranja;(1.10) Fazenda Ventura: Estr.ReginĂłpolis a RioVerde, s/nÂş, km 16 - casa 03, CEP 17190-000, Zona Rural, ReginĂłpolis/SP, CEP 17190-000.Atividade:Cultivo de laranja;(1.11) Fazenda Ă gua Sumida: Rodovia Geraldo Pereira de Barros, s/nÂş, SP 191, km 154, Zona Rural, Botucatu/SP, CEP 18617-890. Atividade: Cultivo de laranja; (1.12) FazendaTubunas: Estr. Municipal Lençóis/Santa BĂĄrbara, s/nÂş, km 40, Zona Rural, Lençóis Paulista/SP, CEP 18682-970. Atividade: Cultivo de laranja; (1.13) Fazenda Graminha: Rodovia Geraldo Pereira de Barros, s/nÂş, SP 191, km 185, Zona Rural, SĂŁo Manuel/SP, CEP 18650-000. Atividade: Cultivo de laranja; (1.14) Fazenda Santa Terezinha: Rodovia Engenheiro JoĂŁo Batista Cabral Renno, s/nÂş, SP 225, Zona Rural, EspĂrito Santo doTurvo/SP, CEP 18935-000.Atividade:Cultivo de laranja;(1.15) Fazenda Palmeiras: Rod. Castelo Branco, s/nÂş, km 261, Zona Rural, Cerqueira Cesar/SP, CEP 18760-000. Atividade: Cultivo de laranja; (1.16) Fazenda Rancho Grande: Rua Bairro Rancho Grande, 744, Zona Rural, LucianĂłpolis/SP, CEP 17475-000. Atividade: Cultivo de laranja; (1.17) Fazenda Bandeirantes: Rodovia Feliciano Salles Cunha, km 592, s/nÂş, Zona Rural, Sud Mennuci/SP, CEP 15360-000. Atividade: Cultivo de laranja; e (1.18) Fazenda MonteVerde: Estr.Municipal, s/nÂş, km 1,Vila Mazzei, Itapetininga/SP, CEP 18209-580.Atividade:Cultivo de laranja;(2) Atribuir, para efeitos legais, o Capital de R$ 1.000,00 (um mil reais) para cada filial aberta no item acima; e (3) Autorizar a Diretoria a praticar todos os atos necessĂĄrios a fim de que sejam efetivadas as deliberaçþes acima aprovadas.Encerramento:Nada mais havendo a tratar e como nenhum dos membros do Conselho de Administração houvesse desejado fazer qualquer pronunciamento, foi lavrada a presente Ata, que lida e achada conforme, foi assinada por todos os presentes.(aa) Maria do RosĂĄrio Fischer - Presidenta e Julio Alvarez Boada - SecretĂĄrio;Maria do RosĂĄrio Fischer; Bianca Helena Fischer de Moraes; Ana Luisa Fischer Marcondes Ferraz; Alessandra Fischer de Souza Santos; e Renata Fischer Fernandes. Certificamos que a presente Ata ĂŠ cĂłpia fiel da original lavrada no livro competente. MatĂŁo-SP, 11 de maio de 2012. Maria do RosĂĄrio Fischer - Presidenta; Julio Alvarez Boada - SecretĂĄrio. JUCESP nÂş 246.459/12-8 em 12/06/2012. Gisela Simiema Ceschin SecretĂĄria Geral.
BOA VISTA SERVIÇOS S.A. CNPJ/MF 11.725.176/0001-27 - NIRE 35.300.377.605 Convocação - Assembleia Geral OrdinĂĄria e ExtraordinĂĄria Ficam os senhores acionistas da BOA VISTA SERVIÇOS S.A., convocados para se reunir em Assembleia Geral OrdinĂĄria e ExtraordinĂĄria, a qual serĂĄ realizada na sede social da Companhia, na Rua Boa Vista, n° 51, 5° andar, na Cidade de SĂŁo Paulo, Estado de SĂŁo Paulo, com inĂcio Ă s 10:00 horas do dia 29 de junho de 2012, para deliberar sobre a seguinte ordem do dia: Em Assembleia Geral OrdinĂĄria: (i) anĂĄlise e aprovação do RelatĂłrio da Administração da Companhia referente ao exercĂcio social findo em 31 de dezembro de 2011; (ii) anĂĄlise e aprovação das contas da Diretoria, Demonstraçþes Financeiras e Parecer dos Auditores Independentes da Companhia relativos ao exercĂcio social findo em 31 de dezembro de 2011; (iii) anĂĄlise e aprovação do orçamento de capital da Companhia para o exercĂcio fiscal de 2012 (“Orçamento de Capitalâ€?) e da destinação do resultado do exercĂcio social findo em 31 de dezembro de 2011; (iv) anĂĄlise e aprovação da proposta de remuneração global anual dos administradores para o ano de 2012; (v) eleição dos membros do Conselho de Administração, para um mandato de 3 (trĂŞs) anos; e (vi) eleição dos membros do Conselho Fiscal, para um mandato de 1 (um) ano. Em Assembleia Geral ExtraordinĂĄria: (i) eleição dos membros do ComitĂŞ Executivo, para um mandato de 3 (trĂŞs) anos; e (ii) anĂĄlise e aprovação da alteração de determinadas disposiçþes do Estatuto Social da Companhia, a saber (a) § Ăšnico do Artigo 2°, para alteração do ĂłrgĂŁo competente para a abertura, transferĂŞncia e encerramento de filiais da Companhia (do Conselho de Administração para o ComitĂŞ Executivo), (b) Artigo 3°, para inclusĂŁo de novas atividades de “cessĂŁo, desenvolvimento, licença, sublicença e distribuição de direito de uso de software, elaboração de programas de computador, suporte tĂŠcnico em informĂĄtica, incluindo a instalação, configuração e manutenção de programas de computação e banco de dados, processamento de dados, assessoria e consultoria em informĂĄticaâ€? no objeto social da Companhia; (c) § 1Âş do Artigo 10Âş, para adequação quanto Ă s deliberaçþes da Assembleia Geral nos termos do Primeiro Aditamento ao Acordo de Acionista da Companhia, (d) Artigo 12, para adequação de sua redação Ă ClĂĄusula 2.3 do Primeiro Aditamento ao Acordo de Acionistas da Companhia, (e) Artigo 23, para adequação de sua redação Ă ClĂĄusula 3.8 do Primeiro Aditamento ao Acordo de Acionistas da Companhia, e (f) § 1Âş do Artigo 33, para alteração da forma de representação da Companhia na outorga de procuraçþes. Os acionistas deverĂŁo apresentar seus respectivos documentos de identidade ou representação antes do inĂcio da assembleia, sendo certo que todas as deliberaçþes constantes da Ordem do Dia serĂŁo tomadas pelo menos por maioria de votos dos acionistas presentes, respeitado o disposto no Estatuto Social da Companhia e no Primeiro Aditamento ao Acordo de Acionistas da Companhia. SĂŁo Paulo, 21 de junho de 2012. BOA VISTA SERVIÇOS S.A. RogĂŠrio Pinto Coelho Amato - Presidente do Conselho de Administração.
Vanguarda Agro S.A. - Cia. Aberta - CNPJ/MF nÂş 05.799.312/0001-20 - NIRE 35.300.380.657 Edital de Convocação - Assembleia Geral ExtraordinĂĄria Ficam os Srs. Acionistas da Vanguarda Agro S.A. sociedade anĂ´nima de capital aberto, com sede na Cidade de SĂŁo Paulo/SP, na Av. Pres. Juscelino Kubitschek nÂş 1.726 - cj. 113, Vila Nova Conceição, CEP 04543-000 convidados para a Assembleia Geral ExtraordinĂĄria da Cia., que se realizarĂĄ em 1ÂŞ Convocação no dia 06/07/2012, Ă s 10h no AuditĂłrio localizado no Mezanino da Cidade de SĂŁo Paulo/SP, na Av. Pres. Juscelino Kubistchek nÂş 1726 da Cia., a fim de deliberarem sobre os seguintes assuntos: (a) reforma do Estatuto Social da Cia. especialmente nas disposiçþes contidas g 16 no (a) Artigo 11;(b) Artigo 12;(c) Artigo 13 caput, § Ăšnico e incisos;(d) Artigo 14, § 4Âş;(e) Artigo 15 caput e § 2Âş;(f)) Artigo caput, § 1Âş;(g) Artigo 17 §§ 1Âş e 3Âş;(h) Artigo 18, incisos e § 1Âş, alĂŠm de inclusĂŁo dos §§ 3Âş e 4Âş;(i) Artigo 19 caput e § Ăšnico; (j) ExclusĂŁo dos §§ 1Âş, 2Âş, 3Âş e 4Âş do Artigo 20; (k) incisos (iii) e (iv) do Artigo 21; (l) Artigo 23 caput, §§ 1Âş, 2Âş, 3Âş e 4Âş, alĂŠm da exclusĂŁo do § 5Âş; (m) Artigo 24, caput e exclusĂŁo do § 1Âş; (n) Artigo 27, caput e § 2Âş; (o) Artigo 32, inciso (iii); e (p) Artigo 36, caput e § 1Âş. Disposiçþes Gerais: (i) Os acionistas da Cia. deverĂŁo depositar, com 72hs de antecedĂŞncia, na sede da Cia., os seguintes documentos: (a) documento de identidade, (b) comprovante da respectiva posição acionĂĄria, expedido pela instituição depositĂĄria, e (c) na hipĂłtese de representação do acionista, o respectivo instrumento de procuração formalizado nos termos da lei; (ii) A Proposta da Administração, incluindo versĂŁo marcada do Estatuto Social com as possĂveis alteraçþes estĂĄ disponĂvel no site da Cia. (www.v-agro.com.br/ri), bem como no site da ComissĂŁo de Valores MobiliĂĄrios (www.cvm.gov.br); e (iii) A representação do acionista mencionada no item (ii) (c) acima, deverĂĄ ser precedida de depĂłsito do respectivo instrumento de procuração (cuja minuta encontra-se no Manual de Assembleia, disponĂvel no website da Cia., www.v-agro.com.br/ri), podendo, ainda, ser enviada por e-mail para ri@v-agro.com.br. Os originais dos documentos referidos, ou suas cĂłpias, dispensada a autenticação e o reconhecimento de firma, deverĂŁo ser exibidos Ă Cia.atĂŠ o momento da abertura dos trabalhos da respectiva Assembleia Geral ExtraordinĂĄria. SĂŁo Paulo, 20/06/2012 Salo Davi Seibel - Presidente do Conselho de Administração
FALĂŠNCIA, RECUPERAĂ‡ĂƒO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAĂ‡ĂƒO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição CĂvel do Tribunal de Justiça de SĂŁo Paulo, foram ajuizados no dia 20 de junho de 2012, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falĂŞncia, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: Pires do Rio Citep ComĂŠrcio e IndĂşstria de Ferro e Aço Ltda. Requerido: Felice Produtos SiderĂşrgicos Ltda. Avenida Vila Ema, 2.525 – Vila Ema - 1ÂŞ Vara de FalĂŞncias. Requerente: Marcam Factoring e Fomento Mercantil Ltda. Requerido: De Cavalcante Distrib. de Auto Peças Ltda. Rua JoĂŁo Tome, 30 – Vila Bueno Aires - 2ÂŞ Vara de FalĂŞncias. Requerente: FĂĄtima Ferro e Aço Ltda. Requerido: Aciva Produtos SiderĂşrgicos Ltda. Rua Jucarai, 261 – Parada XV de Novembro - 1ÂŞ Vara de FalĂŞncias. Requerente: M.N.M. Alimentação, ComĂŠrcio e Serviços Ltda. Requerido: Avanço Serviços e Edificaçþes Ltda. Rua Nestor Homem de Melo, 246 – Jardim Catanduva 2ÂŞ Vara de FalĂŞncias. Requerente: M.N.M. Alimentação, ComĂŠrcio e Serviços Ltda. Requerido: GF Gomes Tratamento de Fachadas Ltda. ME. Rua Caio Prado, 37 – Conjunto 303 – Consolação - 1ÂŞ Vara de FalĂŞncias. Requerente: M.N.M. Alimentação, ComĂŠrcio e Serviços Ltda. Requerido: WM ComĂŠrcio e Construçþes Ltda. Rua Tiradentes, 4 – Cidade Nova HeliĂłpolis - 2ÂŞ Vara de FalĂŞncias. Requerente: M.N.M. Alimentação, ComĂŠrcio e Serviços Ltda. Requerido: MD Serviços de Acabamento em Construção Civil Ltda. Rua Bojuru, 72 – Parque Panamericano - 1ÂŞ Vara de FalĂŞncias.
Demonstraçþes dos Fluxos de Caixa 2009 2008 Fluxos de caixa das atividades operacionais Lucro (prej.) antes do IR e da contrib. social 16.204 (174.768) Ajustes: Depreciação e amortização 78.279 89.023 Valor residual de ativo imobilizado baixado 19.699 13.115 Amortização de ĂĄgio 8.566 EquivalĂŞncia patrimonial (27.227) (6.430) ProvisĂŁo para contingĂŞncias (5.271) 5.007 Juros e variaçþes apropriados 47.163 40.422 Var. nos ativos e passivos: Cnts. a rec. de clientes (7.048) 7.233 Tributos a recuperar (88.293) (3.305) Outras contas a receber (138.677) 63.937 Estoques 139.884 27.766 Fornecedores (24.256) (186.991) Contas a pagar e provisĂľes (77.117) 134.433 Caixa proveniente das (aplicado nas) operaçþes (66.660) 18.008 Juros pagos (80.743) (55.118) Caixa lĂq. aplicado nas atividades operacionais (147.402) (37.110) Fluxos de caixa das ativ. de investimentos Recebimento por vendas de ativo imobilizado 8.564 2.747 Compras de imobilizado e software (113.418) (172.736) Caixa lĂq. aplicado nas ativ. de investimentos (104.854) (169.989) Fxo. de cxa. das ativ. de financ.: Ingr. de ďŹ nanc. 1.087.600 1.533.467 Pagamentos de ďŹ nanciamentos (933.420) (1.251.154) Caixa lĂq. prov. das ativ. de financiamentos 154.180 282.313 Aumento lĂq. (red.) de caixa e equiv. de caixa (98.076) 75.214 Efeitos de conversĂŁo p/moeda de apresentação (103.193) 163.218 Caixa e equiv. de caixa no inĂcio do exercĂcio 254.141 15.709 Caixa e equiv. de caixa no final do exercĂcio 52.872 254.141 Na data de cada balanço, a Cia. avalia se hĂĄ indĂcios de perda permanente (“impairmentâ€?). t Se existirem tais indĂcios, uma anĂĄlise ĂŠ realizada p/avaliar se o valor contĂĄbil do ĂĄgio pode ser totalmente recuperado. Se o valor contĂĄbil ultrapassar o valor recuperĂĄvel, o montante ĂŠ reduzido. A partir de 1Âş/01/2009, em decorrĂŞncia das alteraçþes introduzidas pela Lei nÂş 11.638/07, o ĂĄgio nĂŁo ĂŠ mais amortizado, mas sim avaliado pelo valor recuperĂĄvel (impairment). Programas de computador (softwares): Os gastos associados a manutenção de softwares sĂŁo reconhecidos como despesas na medida em que sĂŁo incorridos. Os gastos diretamente associados a softwares identiďŹ cĂĄveis e Ăşnicos, controlados pela Cia. e que, provavelmente, gerarĂŁo benefĂcios econĂ´micos maiores que os custos por mais de um ano, sĂŁo reconhecidos como ativos intangĂveis e sĂŁo amortizados usando-se o mĂŠtodo linear ao longo de suas vidas Ăşteis. Outros ativos intangĂveis: Os custos c/a aquisição de patentes, marcas comerciais e licenças sĂŁo capitalizados pelos valores originais. Os ativos intangĂveis nĂŁo sĂŁo reavaliados. (k) Arrendamento mercantil: Os arrendamentos mercantis de bens do ativo imobilizado nos quais parte signiďŹ cativa dos riscos e benefĂcios de propriedade ďŹ ca c/o arrendador sĂŁo classiďŹ cados como arrendamentos operacionais. Os pagamentos feitos p/os arrendamentos operacionais sĂŁo apropriados ao resultado pelo mĂŠtodo linear ao longo do perĂodo do arrendamento. Os arrendamentos mercantis nos quais a Cia. ďŹ ca substancialmente c/todos os riscos e benefĂcios de propriedade sĂŁo classiďŹ cados como arrendamento ďŹ nanceiro. Os arrendamentos ďŹ nanceiros sĂŁo registrados como se fosse uma compra ďŹ nanciada, reconhecendo, no seu inĂcio, um ativo imobilizado e um passivo de ďŹ nanciamentos. (l) Redução ao valor recuperĂĄvel de ativos: O imobilizado e outros ativos nĂŁo circulantes, inclusive o ĂĄgio e os ativos intangĂveis, sĂŁo revistos anualmente p/se identiďŹ car evidĂŞncias de perdas nĂŁo recuperĂĄveis, ou ainda, sempre que eventos ou alteraçþes nas circunstâncias indicarem que o valor contĂĄbil pode nĂŁo ser recuperĂĄvel. Quando este for o caso, o valor recuperĂĄvel ĂŠ calculado p/veriďŹ car se hĂĄ perda. Quando houver perda, ela ĂŠ reconhecida pelo montante em que o valor contĂĄbil do ativo ultrapassa seu valor recuperĂĄvel, que ĂŠ o maior entre o preço lĂquido de venda e o valor em uso de um ativo. P/ďŹ ns de avaliação, os ativos sĂŁo agrupados no menor grupo de ativos p/o qual existem uxos de caixa identiďŹ cĂĄveis separadamente. Os demais ativos sĂŁo apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicĂĄvel, os rendimentos, as variaçþes monetĂĄrias auferidos e provisĂľes p/perdas na realização desses ativos que sĂŁo constituĂdas c/base na anĂĄlise das expectativas de sua efetiva realização. (m) ProvisĂľes: As provisĂľes sĂŁo reconhecidas quando a Cia. tem uma obrigação presente legal ou implĂcita como resultado de eventos passados; ĂŠ provĂĄvel que uma saĂda de recursos seja necessĂĄria p/liquidar a obrigação e uma estimativa conďŹ ĂĄvel do valor possa ser feita. (n) Financiamentos: Os ďŹ nanciamentos tomados sĂŁo reconhecidos inicialmente no recebimento dos recursos, lĂquidos dos custos de transação. Em seguida, os ďŹ nanciamentos tomados sĂŁo apresentados pelo custo amortizado, isto ĂŠ, acrescidos de encargos e juros proporcionais ao perĂodo incorrido (“pro rata temporisâ€?). (o) Reconhecimento de receita: A receita compreende o valor faturado pela venda de mercadorias e serviços. A receita pela venda de mercadorias ĂŠ reconhecida quando os riscos signiďŹ cativos e os benefĂcios de propriedade das mercadorias sĂŁo transferidos p/o comprador. A Cia. adota como polĂtica de reconhecimento de receita, portanto, a data em que o produto ĂŠ entregue ao comprador. A receita pela prestação de serviços ĂŠ reconhecida quando sĂŁo efetivamente prestados. A receita de juros ĂŠ reconhecida em base proporcional ao tempo, levando em consideração o principal em aberto e a taxa efetiva ao longo do perĂodo atĂŠ o vencimento, quando se determina que essa receita serĂĄ apropriada a Companhia. Conselho de Administração Maria do RosĂĄrio Fischer - Presidenta Bianca Helena Fischer de Moraes - Conselheira Ana Luisa Fischer Macondes Ferraz - Conselheira Alessandra Fischer de Souza Santos - Conselheira Renata Fischer Fernandes - Conselheira Tales Lemos Cubero - Diretor-Presidente Guilherme de Souza Santos - Diretor JosĂŠ Lopes CelidĂ´nio - Diretor Ronaldo Marfori Sampaio - Diretor JoĂŁo Aparecido de Lucca - CRC nÂş 1SP191043/O-1
Serpartners Participaçþes e Administração S/A CNPJ/MF nÂş 07.865.305/0001-05 Demonstraçþes Financeiras referentes aos exercĂcios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2011 e 2010 (Valores em milhares de Reais) Balanço Patrimonial 2011 2010 Passivo 2011 2010 1.784 2.559 Passivo Circulante 454 401 – 1.855 Outras Obrigaçþes 454 401 – 1.855 Impostos e contribuiçþes sobre lucros 3 – 652 – Demais impostos e contribuiçþes a recolher 1 – 652 – ProvisĂľes para pagamentos a efetuar 3 – 1.132 704 Diversos 447 401 1.132 704 PatrimĂ´nio LĂquido 35.370 35.883 34.040 33.725 Capital: 76.388 76.377 34.040 33.725 De Domiciliados no paĂs 55.322 55.322 34.040 33.725 De Domiciliados no exterior 21.066 21.066 35.824 36.284 (Capital a realizar) – (11) Reservas de Capital 346 346 2011 2010 Lucros ou prejuĂzos acumulados (41.364) (40.840) 937 1.755 Total do Passivo e PatrimĂ´nio LĂquido 35.824 36.284 101 11 Demonstração das Mutaçþes do PatrimĂ´nio LĂquido 450 1.717 PerĂodo de 01/01/2011 a 31/12/2011 386 27 1.458 372 Capital Reser- Lucros 135 150 Reali- vas de ou Prej. Total 262 – zado Capital Acumul. 2011 2010 962 146 Saldos no inĂcio do perĂodo 76.377 346 (40.840) 35.883 33.471 53 – Mutaçþes do PerĂodo 11 – (524) (513) 2.412 46 76 Aumento de capital 11 – – 11 1.029 (521) 1.383 Lucro lĂq. (prej.) do exercĂcio (524) (524) 1.383 (3) – Saldos no Final do perĂodo 76.388 346 (41.364) 35.370 35.883 (2) – (1) – (ii) alteração de critĂŠrios para avaliação de certos ativos e passivos; e (iii) (524) 1.383 Mudança na classificação dos incentivos fiscais de reserva de capital para 16.290.411 16.290.411 o resultado do exercĂcio. 3. Principais PrĂĄticas ContĂĄbeis – 3.1. Apura(0,032) 0,085 ção do Resultado: As receitas e despesas foram apropriadas pelo regime de competĂŞncia. 3.2. Ativos e Passivos Circulantes e a Longo Prazo: Notas Explicativas Ă s Demonstraçþes ContĂĄbeis Demonstrados pelos valores de custo incluindo, quando aplicĂĄvel, os rendi1. Contexto Operacional – Em 13/12/2005 atravĂŠs da Ata da AssemblĂŠia mentos, encargos e as variaçþes monetĂĄrias incorridas, deduzidos das corGeral foi constituĂda a empresa “Serpartners Participaçþes e Administração respondentes rendas, despesas a apropriar e, quando aplicĂĄvel, provisĂľes S/Aâ€?, iniciando suas atividades em 09/02/2006, e tem por objeto a partici- para perdas. 3.3. Investimentos: As participaçþes societĂĄrias permanentes pação em outras sociedades, na qualidade de sĂłcia ou acionista, e a admi- em controladas e coligadas estĂŁo registradas pelo mĂŠtodo da equivalĂŞncia nistração de bens prĂłprios. Em 07/10/2010 houve a aprovação da cisĂŁo patrimonial. 3.4. ProvisĂŁo para IRPJ e Contribuição Social: O imposto de parcial da “Serpartnersâ€?, a parcela patrimonial vertida para outras socieda- renda da pessoa jurĂdica e a contribuição social sobre o lucro lĂquido sĂŁo des (Parcela Cindida) foi no valor contĂĄbil de R$23.924. 2. Elaboração e calculados com base no lucro tributĂĄvel, ajustado nos termos da legislação Apresentação das Demonstraçþes ContĂĄbeis – As demonstraçþes con- pertinente. 4. Investimentos 2011 2010 tĂĄbeis foram preparadas de acordo com as disposiçþes contidas na Lei das Softinvest Part. e Administração S/A 18.223 18.378 S.A.. Em 28/12/2007 foi promulgada a Lei nÂş 11.638, alterada pela Lei nÂş PatrimĂ´nio lĂquido 63.761.379 63.761.379 11.941 de 2009. Essa lei alterou, revogou e introduziu novos dispositivos Ă Quantidade de cotas 87,12% 87,12% Lei nÂş 6.404/76 (Lei das S.A.), ocorrendo mudanças nas prĂĄticas contĂĄbeis Participação (%) (134) 1.717 adotadas no Brasil. Dentre as principais alteraçþes introduzidas estĂŁo: (i) Rendas (Desp.) de participação em controladas 555 555 Obrigatoriedade da apresentação das demonstraçþes de fluxos de caixa; Ă gio na Aquisição
Ativo Ativo Circulante Disponibilidades Caixa e bancos TĂtulos e Valores MobiliĂĄrios TĂtulos de renda fixa Outros CrĂŠditos Diversos Ativo nĂŁo Circulante Investimentos Particip. Coligadas/Controladas: No PaĂs Total do Ativo Demonstração do Resultado do ExercĂcio Receitas Operacionais Rendas de tĂtulos e valores mobiliĂĄrios Rendas de particip. em coligadas/controladas Outras rendas operacionais Despesas Operacionais Despesas de participação em colig/controlada Despesas com obrigaçþes por emprĂŠstimos Outras despesas administrativas Despesas tributarias Outras despesas operacionais Resultado Antes IRPJ e Contr. Social Imposto de Renda e Contribuição Social Imposto de renda Contribuição social Lucro LĂquido (PrejuĂzo) do ExercĂcio NÂş de Açþes Lucro (prejuĂzo) por Ação:
Demonstração dos Fluxos de Caixa Atividades Operacionais Lucro lĂquido (prejuĂzo) do perĂodo Resultado equivalĂŞncia patrimonial Variação de Ativos e Obrigaçþes (Aumento) diminuição de tĂtulos e valores mobiliĂĄrios (Aumento) diminuição de outros crĂŠditos Aumento (diminuição) de outras obrigaçþes Caixa lĂq. (aplicado) consumido nas ativ. operacionais Atividades de Financiamento Integralização de capital Caixa lĂq. originado (aplicado) nas ativ. de financ. Aum. (Red.) do Caixa e Equivalentes de Caixa Modificaçþes na Posição Financeira Caixa e equivalentes de caixa: No inĂcio do exercĂcio No fim do do exercĂcio Aum. (Red.) do Caixa e Equivalentes de Caixa
2011 (839) (524) (315) (1.027) (652) (428) 53 (1.866) 11 11 11 (1.855)
2010 (184) 1.383 (1.567) (1.116) – (68) (1.048) (1.300) 1.029 1.029 1.029 (271)
1.855 – (1.855)
2.126 1.855 (271)
2011 2010 Valor do Investimento 16.010 16.010 Total do Investimento 16.431 16.565 CPM Braxis S/A 2011 2010 Ă gio na Aquisição 3.335 3.335 Rendas de participaçþes em controladas 321 – Total do Investimento 3.656 3.335 Braxis Tecnologia da Informação S/A 2011 2010 PatrimĂ´nio lĂquido 35.048 34.361 Quantidade de cotas na investida 97.797.769 97.797.769 Participação (%) 18,67% 18,67% Rendas de participação em controladas 128 150 Ă gio na Aquisição 7.409 7.409 Valor do Investimento 6.416 6.416 Total do Investimento 13.953 13.825 5. Capital Social – O capital social subscrito ĂŠ de R$ 76.388, estĂĄ dividido em 16.290.411 açþes, todas nominativas e sem valor nominal. Do resultado apurado em cada exercĂcio social, apĂłs a dedução dos prejuĂzos acumulados e da provisĂŁo para o imposto de renda, 5% serĂŁo aplicados na constituição da reserva legal, a qual nĂŁo excederĂĄ o montante de 20% do capital social, e 25% serĂŁo distribuĂdos como dividendo obrigatĂłrio aos acionistas. O saldo, se houver, terĂĄ a aplicação que lhe destinar a AssemblĂŠia Geral. 6. ContingĂŞncias – As declaraçþes de renda dos Ăşltimos cinco exercĂcios estĂŁo sujeitas Ă revisĂŁo e apuração pelas autoridades fiscais. Outros impostos e contribuiçþes permanecem sujeitos Ă revisĂŁo e aprovação pelos ĂłrgĂŁos competentes por perĂodos variĂĄveis de tempo. AndrĂŠ Jacintho Mesquita Diretor
Reinaldo Dantas Contador CRC 1SP 110330/O-6
Softinvest Participaçþes e Administração S/A CNPJ/MF nÂş 07.865.318/0001-84 Demonstraçþes Financeiras referentes aos exercĂcios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2011 e 2010 (Valores em milhares de Reais) Balanço Patrimonial Ativo 2011 2010 Passivo 2.011 2.010 Ativo Circulante 32 1.128 Passivo Circulante 1.555 2.129 Disponibilidades 18 227 Outras Obrigaçþes 1.555 2.129 Caixa e bancos 18 227 Impostos e contribuiçþes sobre lucros – 636 Outros CrĂŠditos 14 901 Demais impostos e contribuiçþes a recolher – 718 Diversos 14 901 Obrigs. por aquisição de bens e direitos 50 50 Ativo NĂŁo Circulante 19.746 19.379 Contrato de mĂştuo 1.505 725 Investimentos 19.746 19.379 PatrimĂ´nio LĂquido 18.223 18.378 Particip. Coligadas/Controladas: No PaĂs 19.746 19.379 Capital: 14.123 14.123 Total do Ativo 19.778 20.507 De Domiciliados no paĂs 12.324 12.324 De Domiciliados no exterior 1.799 1.799 Demonstração do Resultado do ExercĂcio 2011 2010 Reservas de Capital 1.123 1.123 Receitas Operacionais 376 4.483 Lucros acumulados 2.977 3.132 Rendas de tĂtulos e valores mobiliĂĄrios 6 2 Total do Passivo e PatrimĂ´nio LĂquido 19.778 20.507 Rendas de particip. em coligadas/controladas 367 995 Demonstração das Mutaçþes do PatrimĂ´nio LĂquido Outras rendas operacionais 3 3.486 PerĂodo de 01/01/2011 a 31/12/2011 Despesas Operacionais 531 715 Despesas com obrigaçþes por emprĂŠstimos – 2 Reser- Lucros Outras despesas administrativas 114 108 Capital vas de ou Prej. Total Despesas tributarias – 25 Eventos Realiz. Capital Acumul. 2011 2010 Outras despesas operacionais 417 580 Saldos no inĂcio do perĂodo 14.123 1.123 3.132 18.378 29.577 Resultado antes IRPJ e Contribuição Social (155) 3.768 Mutaçþes do PerĂodo – – (155) (155) (11.202) Imposto de Renda e Contribuição Social – (636) Aumento de capital – – – – (2) Imposto de renda – (461) Redução de capital – – – – (14.332) Contribuição social – (175) Lucro lĂq. (prej.) do exercĂcio – – (155) (155) 3.132 Lucro LĂquido (PrejuĂzo) do ExercĂcio (155) 3.132 Saldos no Final do perĂodo 14.123 1.123 2.977 18.223 18.375 NÂş de Açþes 63.761.379 63.761.379 e despesas foram apropriadas pelo regime de competĂŞncia. 3.2. Ativos e Lucro (prejuĂzo) por Ação: (0,002) 0,049 passivos circulantes e a longo prazo: Demonstrados pelos valores de Notas Explicativas Ă s Demonstraçþes ContĂĄbeis custo incluindo, quando aplicĂĄvel, os rendimentos, encargos e as variaçþes 1. Contexto Operacional – Em 13/12/2005 atravĂŠs da Ata da AssemblĂŠia monetĂĄrias incorridas, deduzidos das correspondentes rendas, despesas Geral foi constituĂda a empresa “Softinvest Participaçþes e Administração a apropriar e, quando aplicĂĄvel, provisĂľes para perdas. 3.3. InvestimenS/Aâ€?, iniciando suas atividades em 09/02/2006, e tem por objeto a partici- tos: As participaçþes societĂĄrias permanentes em controladas e coligadas pação em outras sociedades, na qualidade de sĂłcia ou acionista, e a admi- estĂŁo registradas pelo mĂŠtodo da equivalĂŞncia patrimonial. 3.4. ProvisĂŁo nistração de bens prĂłprios. 2. Elaboração e Apresentação das Demons- para IRPJ e Contribuição Social: O imposto de renda da pessoa jurĂdica e traçþes ContĂĄbeis – As demonstraçþes contĂĄbeis foram preparadas de a contribuição social sobre o lucro lĂquido sĂŁo calculados com base no lucro acordo com as disposiçþes contidas na Lei das S.A.. Em 28/12/2007 foi tributĂĄvel, ajustado nos termos da legislação pertinente. 4. Investimentos 2011 2010 promulgada a Lei nÂş 11.638, alterada pela Lei nÂş 11.941 de 2009. Essa lei Braxis Tecnologia da Informação S.A. 35.048 34.361 alterou, revogou e introduziu novos dispositivos Ă Lei nÂş 6.404/76 (Lei das PatrimĂ´nio lĂquido 97.797.769 97.797.769 S.A.), ocorrendo mudanças nas prĂĄticas contĂĄbeis adotadas no Brasil. Den- Quantidade de cotas 53,41% 53,41% tre as principais alteraçþes introduzidas estĂŁo: (i) Obrigatoriedade da apre- Participação (%) 367 995 sentação das demonstraçþes de fluxos de caixa; (ii) alteração de critĂŠrios Rendas de participação em controladas 1.028 1.028 para avaliação de certos ativos e passivos; e (iii) Mudança na classificação Ă gio na Aquisição dos incentivos fiscais de reserva de capital para o resultado do exercĂcio. 3. Valor do Investimento 18.351 18.351 Principais PrĂĄticas ContĂĄbeis – 3.1 Apuração do resultado: As receitas Total do Investimento 19.746 19.379
Demonstração dos Fluxos de Caixa Atividades Operacionais Lucro lĂquido (prejuĂzo) do perĂodo Resultado equivalĂŞncia patrimonial Variação de Ativos e Obrigaçþes (Aumento) diminuição de outros crĂŠditos Aumento (diminuição) de outras obrigaçþes Caixa lĂq. (aplic.) consumido nas atividades operacionais Atividades de Investimento Alienação de: Investimentos (InversĂľes) em: Investimentos Caixa lĂq. originado (aplic.) nas ativid. de investimento Atividades de Financiamento Integralização de capital Redução de capital Caixa lĂq. originado (aplic.) nas ativid. de financiamento Aumento (Red.) do Caixa e Equivalentes de Caixa Modificaçþes na Posição Financeira Caixa e equivalentes de caixa: No inĂcio do exercĂcio No fim do do exercĂcio Aumento (Red.) do Caixa e Equivalentes de Caixa
2011 (522) (155) (367) 313 887 (574) (209) – – – – – – – – – – (209) 227 18 (209)
2010 2.138 3.132 (994) (8.833) 157 (8.990) (6.695) 21.251 39.053 39.053 (17.802) (17.802) 21.251 (14.334) (2) (14.332) (14.334) 222 5 227 222
(*) Em outubro de 2010 foi efetuada a venda das açþes da CPM Braxis S.A., gerando um lucro na alienação do investimento no montante de R$3.344. 5. Capital Social – O capital social subscrito ĂŠ de R$14.123, estĂĄ dividido em 63.761.379 açþes ordinĂĄrias, todas nominativas e sem valor nominal. Em 07/10/2010, foi aprovada a redução de capital social de R$63.761 para R$14.123, mediante absorção dos prejuĂzos apurados no balanço de dezembro de 2009 no montante de R$35.307; e, com a restituição de parte do valor de suas açþes no montante de R$14.331. Do resultado apurado em cada exercĂcio social, apĂłs a dedução dos prejuĂzos acumulados e da provisĂŁo para o imposto de renda, 5% serĂŁo aplicados na constituição da reserva legal, a qual nĂŁo excederĂĄ o montante de 20% do capital social, e 25% serĂŁo distribuĂdos como dividendo obrigatĂłrio aos acionistas. O saldo, se houver, terĂĄ a aplicação que lhe destinar a AssemblĂŠia Geral. 6. ContingĂŞncias – As declaraçþes de renda dos Ăşltimos cinco exercĂcios estĂŁo sujeitas Ă revisĂŁo e apuração pelas autoridades fiscais. Outros impostos e contribuiçþes permanecem sujeitos Ă revisĂŁo e aprovação pelos ĂłrgĂŁos competentes por perĂodos variĂĄveis de tempo. AndrĂŠ Jacintho Mesquita Diretor
Reinaldo Dantas Contador CRC 1SP 110330/O-6
Fischer S.A. - AgroindĂşstria CNPJ nÂş 52.311.529/0001-20 - NIRE nÂş 35.300.021.703 Ata da ReuniĂŁo do Conselho de Administração Realizada em 21/05/2012 Dia,Hora e Local:21/05/2012, Ă s 09:00 hs., na sede social, na R:JoĂŁo Pessoa, 305, na cidade de MatĂŁo-SP.Presença:Presente a totalidade dos membros deste Conselho de Administração. Mesa Dirigente: Maria do RosĂĄrio Fischer - Presidenta e Julio Alvarez Boada - SecretĂĄrio. Deliberaçþes Tomadas, por Unanimidade dos Votos dos Conselheiros e sem Reservas: (i) Nos termos do Estatuto Social desta Sociedade autorizar a doação de uma ĂĄrea de 2.000m² a ser destacada da Faz.BoaVista de propriedade desta Sociedade, objeto da matrĂcula 5.466 do CartĂłrio de Registro de ImĂłveis de Fraiburgo/SC, em favor da Associação de Moradores do Bairro SĂŁo JosĂŠ, inscrita no CNPJ sob nÂş 12.740.689/0001-70, com sede em Monte Carlo/SC, em cumprimento ao Termo de Ajustamento de Conduta nÂş 0669-2009-049-12-00-9 firmado com o MinistĂŠrio PĂşblico do Trabalho - Procuradoria Regional do Trabalho da 12ÂŞ RegiĂŁo - PTM de Joaçaba; e (ii) Autorizar a Diretoria a praticar todos os atos necessĂĄrios a fim de que sejam efetivadas as deliberaçþes acima aprovadas. Encerramento: Nada mais havendo a tratar e como nenhum dos membros do Conselho de Administração houvesse desejado fazer qualquer pronunciamento, foi lavrada a presente Ata, que lida e achada conforme, foi assinada por todos os presentes. (aa) Maria do RosĂĄrio Fischer - Presidenta e Julio Alvarez Boada SecretĂĄrio; Maria do RosĂĄrio Fischer; Bianca Helena Fischer de Moraes; Ana Luisa Fischer Marcondes Ferraz; Alessandra Fischer de Souza Santos; e Renata Fischer Fernandes. Certificamos que a presente Ata ĂŠ cĂłpia fiel da original lavrada no livro competente. MatĂŁo-SP, 21/05/2012. Maria do RosĂĄrio Fischer - Presidenta; Julio Alvarez Boada - SecretĂĄrio. JUCESP nÂş 239.368/12-5 em 04/06/2012. Gisela Simiema Ceschin - SecretĂĄria Geral.
UniĂŁo Brasileira de Vidros S.A.
CNPJ/MF n°: 60.837.689/0001-35 - NIRE: 35.300.033.205 AssemblĂŠia Geral ExtraordinĂĄria - Edital de Convocação Ficam convocados os senhores acionistas desta companhia a se reunirem em Assembleia Geral ExtraordinĂĄria, a ser realizada no dia 28 de junho de 2012, Ă s 10:00 horas, na sede social da companhia, localizada na Avenida Senador TeotĂ´nio Vilela, S/N, Km 30, na Cidade de SĂŁo Paulo, Estado de SĂŁo Paulo, para deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: a) aprovação da venda do terreno situado no municĂpio de Santa Isabel. SĂŁo Paulo, 20 de junho de 2012. SĂŠrgio Minerbo - Diretor Presidente. (20,21,22)
Consórcio SPE Santa Cândida
CNPJ/MF nº 12.990.881/0001-14 NIRE 3550009787-8 Extrato de 1º Aditivo ao Instrumento Particular de Constituição Em 25/04/2012, foi realizado o 1º Aditivo ao instrumento de Constituição do Consórcio SPE Santa Cândida, o mesmo foi registrado na JUCESP sob nº 247.091/12-1 em 12/06/2012. Gisela S. Ceschin, Secretåria Geral.
ConsĂłrcio SPE Santa Cândida CNPJ/MF nÂş 12.990.881/0001-14 Extrato de Instrumento Particular de Constituição Foi constituĂdo o “ConsĂłrcio SPE Santa Cândidaâ€? em 13/01/2012, cujo Instrumento de Constituição foi registrado na Junta Comercial do Estado de SĂŁo Paulo sob o NIRE 3550009787-8 em 10/02/2012. Gisela S. Ceschin – SecretĂĄria Geral.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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e
quinta-feira, 21 de junho de 2012
A Alemanha sempre tratou a crise como um problema de descontrole de gastos dos países do euro. Por isso, insiste nas medidas de austeridade. Célio Hiratuka, professor do Instituto de Economia da Unicamp
conomia
Um continente de bolsos vazios Na Europa, países estão mergulhados em dívidas e suas economias perdem o vigor em meio à pior crise da região desde a Segunda Guerra Mundial. Andrea Comas/Reuters
Renato Carbonari Ibelli
A
economia na zona do euro segue aos trancos e barrancos. O Banco Central Europeu (BCE) projeta contração de 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB) da região para este ano. As dívidas crescentes e o elevado índice de desemprego, em especial nos países do sul da Europa, tornam difícil qualquer expectativa de solução rápida do problema. Pelo contrário. Alemanha e França, que encabeçam o bloco, propagam a necessidade de lentas e dolorosas medidas de austeridade, com redução de investimentos, salários e qualquer tipo de gasto público, na tentativa de reajustar as finanças dos países em dificuldade. A dívida púb l i c a d e a lguns dos países do euro já supera suas capacidades d e g e r a r r ipor cento é quanto queza (confideve contrair a ra no quadro acima). No caeconomia da zona do so de Portueuro neste ano, gal, a dívida acumulada segundo estimativa c h e g a a divulgada pelo Banco 108% do PIB Central Europeu. do país. No caso da Itália, o acumulado da dívida atinge o equivalente a 120% da riqueza gerada anualmente. No cômputo geral, somando as dívidas de todos os 17 países que usam como moeda o euro, o resultado é próximo dos 88% do PIB da região, sendo que o déficit anual é da ordem de 4,5% do PIB. Outro problema é o fato de as desordens pontuais contaminarem toda a região. Com a instabilidade de economias importantes, como a espanhola, os investidores não he-
0,1
Sinal de recessão: loja em Madri anuncia liquidação total porque vai fechar as portas. sitam em redirecionar seus recursos para locais mais estáveis, deixando ainda mais vulneráveis as instituições financeiras europeias. Em cerca de um ano, o equivalente a R$ 1 trilhão deixou os bancos da região. Vigilância – A nova proposta de França e Alemanha para acalmar os mercados e acertar a casa é ampliar a influência do BCE sobre o bloco. Angela Merkel, a chefe do governo alemão, comentou recentemente a importância que o Banco Central tem "na vigilância dos bancos europeus". Foi um posicionamento diferente dos anteriores, agora em consonância com a demanda francesa. O presidente Fran-
çois Hollande, da França, quer um BCE mais ativo, com autonomia para recapitalizar diretamente as instituições financeiras do bloco. O Banco Central faria a integração fiscal da zona do euro, algo que muitos críticos diziam necessário desde a implementação da moeda comum. "O caminho é esse. O Banco Central Europeu atuou basicamente emprestando dinheiro, quando ele, ou qualquer outra instituição, deveria ter papel mais ativo no controle fiscal da região. Precisaria atuar como a nossa Lei de Responsabilidade Fiscal", diz Evaldo Alves, professor de economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Para Célio Hiratuka, pro-
fessor do Instituto de Economia da Unicamp, a aposta em um maior controle fiscal não pode significar redução dos aportes financeiros aos países com problemas. "A Alemanha sempre tratou a crise como um problema de descontrole de gastos dos países do euro. Por isso, insiste nas medidas de austeridade. Mas somente o controle dos gastos, sem a injeção de recursos para estimular as economias quebradas, não adianta", afirma Hiratuka. A França, por exemplo, tem ajudado a manter coesa a União Europeia, inclusive com aportes de recursos por meio do BCE. Mas isso não significa que o país esteja bem.
Estima-se que a França tenha a necessidade de empréstimo de 180 bilhões de euros para cobrir suas despesas anuais. Desse montante, 45 bilhões de euros seriam usados somente para arcar com o juro de sua dívida, que já atinge 1,7 trilhão de euros, o equivalente a 86% de todo o PIB do país. A recuperação da zona do euro está longe de ser previsível. Após anunciar a expectativa de desempenho negativo para a região em 2012, o BCE já reavalia a previsão para 2013. Inicialmente era esperado crescimento de 1,1% do PIB da zona do euro, perspectiva que já foi reajustada para 1% de alta.