DE LINCOLN PARA O PT Marlene Bergamo/Folhapress
Conclusão: 23h45 Ano 87 - Nº 23.815
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Jornal do empreendedor
São Paulo, quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
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Ao elogiar o novo slogan tão visível na festa do PT, o seu presidente Rui Falcão não lhe deu o devido crédito: a frase é do 16° presidente dos EUA, Abraham Lincoln, e foi proferida há 150 anos. Original e cópia têm algo mais em comum: compra de votos. Os mensaleiros José Dirceu, Genoíno e Delúbio foram muito aplaudidos. E o ex-prefeito Kassab (PSD), muito vaiado, mesmo enaltecendo as "conquistas" dos governos Lula e Dilma. Pág. 6 LULA LANÇA DILMA
Os13 pecados do PT aos 33 anos, por Aécio Neves. O senador Aécio Neves comemorou o aniversário do PT como oposição e virtual adversário de Dilma em 2014. Faltam "autocrítica e humildade aos petistas", resumiu. Os detalhes estão na página 6. André Borges/Folhapress
Leão lança a malha fina sobre 4 milhões de empresas Ainda neste mês, Receita Federal passa a emitir, para contribuinte pessoa jurídica, informes diários sobre inconsistências e erros no pagamento de tributos. De lupa na mão, Leão está à caça de R$ 42 bilhões em impostos federais devidos em todo País. Pág. 37
Aonde vai no Brasil, Yoani reencontra Cuba ditatorial.
ISSN 1679-2688
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9 771679 268008
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Militantes pró-Cuba, até na Câmara, tentam silenciar a dissidente Yoani. Hoje ela estará em São Paulo. Pág. 5
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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Pobre país este nosso Brasil, em que o individualismo e o poder pelo poder prevalecem. Samir Keedi
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NOSSA POSIÇÃO
O DESAFIO DAS EXPORTAÇÕES
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a semana do Carnaval, em seu tradicional discurso sobre a União, o presidente dos Estados Unidos anunciou que irá iniciar discussões para a formação de uma "Parceria Transatlântica de Comércio e Investimentos com a União Europeia", afirmando que o "comércio livre e justo, através do Atlântico, daria sustentação a milhões de empregos americanos". Do lado europeu, o presidente da Comunidade, José Manuel Barroso, considerou que "o acordo será um verdadeiro motor para nossas economias" . Ainda é cedo para avaliar todas as implicações dessa possível parceria, mas não há dúvida de que, se e quando efetivada, terá um grande impacto sobre as correntes do comércio mundial, uma vez que as duas economias somadas envolvem 800 milhões de habitantes, um PIB da ordem de 32 trilhões de dólares e um fluxo de comércio de mais de meio trilhão de dólares. Não se sabe ainda se o setor de serviços será incluído no acordo, o que ampliaria muito o impacto para os demais países que não forem diretamente beneficiados pela formação dessa parceria.
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ara o Brasil essa notícia pode ser considerada bastante positiva, na medida em que ela sinaliza a possibilidade de um crescimento maior dessas economias, ampliando as-
sim seus mercados para os exportadores de Segundo estudo do Banco Mundial, divulgaoutros países. do pela Folha de São Paulo do dia 17 passado, Preocupa, no entanto, o fato de que diversas que analisou os dados de 45 países, a maioria nações emergentes estejam realizando acor- deles emergentes, o Brasil figura em último ludos com os Estados Unidos e, portanto, podem gar no tocante ao ingresso de novos exportadoser mais beneficiadas no futuro – enquanto o res. Entre 2006 a 2008, apenas 22% dos exporBrasil optou por buscar parcerias com os seus tadores eram estreantes nas vendas para o vizinhos do Mercosul (que agomercado externo, contra a ra inclui a distante Venezuela), média de 38% para o conjunto Causa preocupação um bloco que não conseguiu analisado pelo estudo. que várias nações se consolidar como um mercaemergentes estejam tendência declinante do comum (veja-se o proteciose manteve até 2012, nismo argentino) e cujas negofazendo acordos com de acordo com os daciações com a Comunidade os EUA e podem ser dos do Ministério de DesenvolEuropeia se arrastam por muimais beneficiadas no vimento, o que revela a perda to tempo. futuro, enquanto o de competitividade das emndependentemente desse Brasil buscou parcerias presas brasileiras no mercado desafio futuro, existem externo. Esta não decorre socom os vizinhos do muitas preocupações no mente da valorização do real, Mercosul, que não se presente com o desempenho mas também do baixo nível das exportações, especialdos investimentos e de proconsolidou como um mente de produtos manufatublemas específicos do setor mercado comum. rados, cujo valor vem dimiindustrial, bem como do "cusnuindo gradativamente nos to Brasil", representado pela últimos anos – o que é agravado pelo fato de burocracia e tributação excessivas e pelas deque o ingresso de novos exportadores vem se ficiências da infraestrutura do País. reduzindo, comprometendo as perspectivas Com relação à infraestrutura, o governo vem para o futuro. anunciando ou promovendo licitações nos seto-
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res rodoviário e ferroviário, cujas regras vêm sendo flexibilizadas para tornar mais atraentes a participação de investidores privados. Isto, se não chega a representar um alívio imediato das dificuldades para as empresas usuárias, sinaliza para perspectivas futuras mais favoráveis. Como o mercado sempre se antecipa aos fatos, essas perspectivas deverão propiciar o aumento de investimentos em outros segmentos.
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uanto aos portos – um dos fatores de estrangulamento, especialmente na época das safras agrícolas– foi editada a Medida Provisória 595, que altera as regras do setor, ampliando a participação da iniciativa privada, com o intuito de incentivar novos investimentos e maior eficiência, assim como estabelecer concorrência entre os operadores, para o que assegura liberdade para a contratação de mão de obra . Embora a MP 595 possa merecer aprimoramentos no Congresso Nacional, visando corrigir eventuais distorções com relação aos portos em operação, não se pode perder de vista o objetivo maior, que é aumentar a competitividade da economia brasileira, o que deverá contribuir para maior criação de empregos, geração de renda e progresso para o Brasil.
O BRASIL ESTÁ SENDO DESTRUÍDO H
á muitos anos vimos, insistentemente, apontando as mazelas brasileiras, deixando claro que o País não tem governo. Não tem política econômica e não tem ideia do que está fazendo. Estamos todos perdidos e poucos sabem o que fazer diante dessa situação. Menos, obviamente, quem está fazendo. O País está sendo destruído, passo a passo, e pouquíssimos percebem. Quanto mais falamos, pior ficam as coisas dia a dia. Serão nossos artigos os culpados da desgraça geral? Quanto mais rezamos, mais assombração aparece... Há pouco apontamos o que vem acontecendo, por exemplo, com a nossa empresa monopolista da energia automotiva. Uma empresa virtualmente quebrada, embora com todas as condições de ser a maior e melhor empresa de energia do mundo. Basta usar o cabedal de conhecimentos que já adquiriu, em conjunto com uma administração de fato, não política e interesseira. A empresa tem de ser privatizada já, sob pena de desaparecer.
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uso político de uma empresa desse porte e virtual capacidade – esta tolhida há muitos anos – é um crime inafiançável. Nem dizemos que ela vai quebrar, pois não se quebra o que está quebrado. Com tudo que se tira dela, poderia fazer tudo sozinha e ser a melhor. É preciso extirpar o uso político das coisas brasileiras. Há algum tempo, também, dissemos que o Brasil estará sem saída até 2020, num artigo intitulado "Brasil:
buraco 2020". E assim por diante em muitas ocasiões e artigos. Amigos e colegas já nos disseram que fomos otimistas em excesso. Que pelo andar da carruagem, a hecatombe será muito antes. Sabemos disso: 2020 era uma data para não causar terremotos, mas nunca achamos que iríamos tão longe. Temos visto o que se tem feito com o País, em todos os sentidos, e dá pena do povo ingênuo, que não faz ideia da situação, e que não há saída se continuar tudo igual. Se continuarmos todos morando em Marte, se continuarmos alheios ao que ocorre, se continuarmos achando que não é problema de cada um de nós, não será mais, mesmo. No futuro não haverá com o que se preocupar: todos sabem que só pode haver preocupação com o que existe. Já percebemos de há
o individualismo e o poder pelo poder prevalecem. E em que temos um Legislativo que não funciona. Ou melhor, funciona, sabemos como e para quem. Temos um Judiciário que nunca funcionou e parece, agora, querer entrar na rota certa. Será? Mas, até quando? Todos sabem que no Brasil não existem três Poderes. O que temos é apenas o Executivo, executando, legislando e "judiciando".
SAMIR KEEDI muito que metade do orçamento da nação está comprometido em ações sociais. É a hecatombe. Em poucos anos – estamos novamente sendo de um otimismo extremo – não haverá dinheiro para nada. Nem para as ações sociais, nem para as aposentadorias, nem para os juros da impagável dívida e seus juros, que crescem exponencialmente, etc. Pobre país este em que
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nquanto este grande acampamento –que talvez algum dia venha a ser um país, uma nação – continuar fazendo tudo igual, não haverá chance de resultado diferente. Enquanto o povo não compreender que tem o poder, que é ele que manda, continuaremos abismo abaixo. Mas, como perceber isso, com a atual política, com o atual povo, que olha
Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Claudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine
o instante e não o minuto seguinte? Um povo em que o interesse individual é muito maior do que o interesse coletivo? Que quer viver de bolsa-esmola em vez de fazer o país crescer, com trabalho e desenvolvimento, quando há tudo por fazer? Como se costuma dizer, só percebemos o valor das coisas quando a perdemos. E só perceberemos isso quando não tivermos mais país. Quando não pudermos mais honrar os compromissos. Quando não houver recursos para nada. Convém lembrar que o Brasil não tem mais como mudar nada com aumento da arrecadação. Já temos a mais alta carga tributária do mundo, 36% do PIB, oficialmente, e conforme dizemos a nossos alunos e leitores, em realidade por volta de 50%. Ou seja, o limite já foi ultrapassado há muito.
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consequência disso é que – juntamente com os maiores juros do planeta, a má administração dos recursos, a excessiva ingerência na economia, uma condução de pouca sabedoria – os investimentos são irrisórios, muito aquém do necessário. E, sem investimento não há crescimento. Assim, alguém ainda tem esperança desse país ser "alguém"? Ninguém tem, ou se ilude. Ou está ganhando com isso e não interessa que se mude. Pobre país, nascido rico, com um povo versátil, que tem tudo que os outros não tem, e no entanto, conseguimos ser o pior. Como é possível trabalhar com bons materiais e se produzir tanta porcaria? SAMIR KEEDI É BACHAREL EM ECONOMIA, CONSULTOR E PROFESSOR, AUTOR DE VÁRIOS LIVROS EM COMÉRCIO EXTERIOR. SAMIR@ADUANEIRAS.COM.BR
Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, João de Scantimburgo, Marcel Solimeo Diretor-Responsável João de Scantimburgo (jscantimburgo@acsp.com.br) Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: Bob Jungmann (bob@dcomercio.com.br), chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editor de Fotografia: Alex Ribeiro. Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Marcus Lopes, Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke e Tsuli Narimatsu. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Mário Tonocchi, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves, Sandra Manfredini, Sílvia Pimentel, Vera Gomes e Wladimir Miranda. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60
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OBAMA NÃO QUER DESARMAR POPULAÇÃO, MAS DESARMAR OS INIMIGOS E ARMAR OS AMIGOS.
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Homeland Security está distribuindo às escolas, igrejas, clubes e outras instituições um vídeo em que ensina como reagir a um invasor armado de pistola, rifle ou metralhadora. Receita número um: saia correndo. Número dois: esconda-se debaixo da mesa. Número três: ataque o sujeito com uma tesoura, um hidrante, um cortador de papéis, um grampeador ou algum outro instrumento mortífero em estoque no almoxarifado. E assim por diante . (Não é gozação minha. Veja e m h t t p : / / w w w . y o u t ube.co m/watch?v= 5VcSwejU2D0). A hipótese de manter um guarda armado ou de permitir que funcionários habilitados portem armas não é nem mesmo mencionada. É exorcizada. Há lugares, é claro, onde o exorcismo não funciona: a comissão de educadores da cidade de Newtown, aquela onde duas dezenas de crianças morreram assassinadas por um atirador alucinado, já declarou que vai seguir a sugestão da National Rifle Association e não as lições sapientíssimas do Homeland Security.
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ara sua própria proteção, é claro, o Homeland Security apela ao remédio exatamente inverso daquele que recomenda aos outros. Alegando, vejam só, "defesa pessoal", o departamento acaba de comprar sete mil fuzis AR-15 – aquele mesmo que o governo quer tomar dos cidadãos – e dois bilhões, sim, dois bilhões de balas holl ow point, daquelas que espalham estilhaços no corpo da vítima. Essa munição é proibida para uso militar pela Convenção de Genebra, só podendo ser usada, portanto, contra a população civil. O inferno não está cheio só de boas intenções. O Homeland Security é o monstro burocrático criado após o 11 de setembro, teoricamente com a finalidade de impedir o ingresso de inimigos no território. Hoje é a meninados-olhos do presidente Barack Hussein Obama, que conta com ele para desarmar a população e, de quebra, intimidar seus inimigos políticos. Uma de suas grandes realizações foi instalar nos aeroportos aquelas máquinas de
OLAVO DE CARVALHO
Armados e desarmados raios-x que revelam às autoridades o tamanho dos pênis e os modelos das calcinhas. Nenhum terrorista foi jamais descoberto por esse meio. Em compensação, milhões de velhinhas passaram mal, milhões de senhoras e senhoritas se sentiram bolinadas, milhões de empresários perderam encontros de negócios e milhões de maridos estão até hoje tentando explicar por que chegaram tarde em casa. Mas nem tudo é prejuízo: é possível que algum namoro tenha começado nas filas de espera.
empenha em facilitar o ingresso e assegurar a permanência dos invasores: sabendo que a massa dos ilegais não vem por via aérea, desarticula a vigilância nos postos de fronteira, franqueando a passagem dos indesejáveis, e faz corpo mole na hora de expulsar os que já entraram, alegando que são muitos e não há condições de pegar um por um. Não é preciso dizer que o presidente Barack Hussein
Obama enxerga nos ilegais um delicioso contingente de futuros eleitores do Partido Democrata, assim como vê na metade nacionalista, conservadora e armada da população americana um inimigo a ser destruído por todos os meios, a começar pela sua rotulação – por enquanto oficiosa – de radical e terrorista. Por isso mesmo, o departamento que acha impossível expulsar doze milhões de ile-
O departamento que acha impossível expulsar 12 milhões de ilegais não recua ante o projeto bem mais complexo de desarmar um volume 12 vezes maior de cidadãos americanos.
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ma das funções básicas do Homeland Security é, por definição, impedir o ingresso e a permanência de imigrantes ilegais nos EUA, mas, com o mesmo desvelo com que vasculha as partes íntimas dos viajantes nos aeroportos, o departamento se
AMENIDADES. (AH, SE FOSSEM...) A
lguém já me disse que deixaria de ler os jornais pela manhã para poder começar o dia de forma mais suave. O volume de notícias ruins é tão elevado que tira o bom humor matinal, para os que ainda conseguem tê-lo. Houve um ministro da Saúde que chegou a recomendar, certa vez, que se comesse jornal, diante de tantas informações sobre contaminação de alimentos na época. Na verdade o jornal, e os meios de comunicação em geral, servem como mensageiros dos fatos. Não é justo que pessoas capazes de discernir dirijam sua revolta pelos fatos negativos contra os mensageiros.
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s norte-americanos costumam dizer: "Don't shoot the messenger", ou seja, não atire no mensageiro. Então, ficar com raiva de imprensa por conta do que ela noticia nem sempre é justo. Especialmente no caso dos jornais, cujas palavras ficam expressas, registradas, publicadas, o peso é muito grande. O jornalismo, seja ele impresso ou eletrônico
também gera notícias, através da pauta que se elabora diariamente. Ainda assim, essa pauta é feita em cima de fatos, pessoas, notícias, acontecimentos que são, serão ou foram destaque em algum momento.
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abe também um peso enorme, falando de jornais impressos, nos editoriais, seção em que os veículos manifestam sua opinião sobre os fatos noticiados. Não se trata caro leitor, de pretensa aula de jornalismo. Apenas da constatação, comprovada uma vez mais, que quando um veículo ou um articulista do veículo emite uma opinião, ele é alvo do aplauso ou da crítica do leitor, ainda que se refira a fatos com os quais nada teve a ver em sua ocorrência. E revela, também, quais os assuntos que mexem de fato com a sensibilidade da população, ou, ao menos, dos leitores do veículo. Fiz isso na coluna anterior, quando escrevi sobre futebol – e sempre que escrevo sobre futebol , a reação dos leitores e amigos extrapola.
Critiquei a "malandragem", que entendo como uma âncora que segura o Brasil como um país ainda não desenvolvido, na cultura dos espertos que passam os "certinhos" para trás e se jactam disso. Dessa vez recebi uma avalanche de mensagens de apoio. Entre as mensagens vieram algumas contrárias, claro, atirando no mensageiro que ali emitia opinião própria. Mais uma âncora pátria: sem mencionar nomes, para não haver melindres desnecessários, observa-se que alguns apoiam a malandragem quando levam vantagem (no caso, seu time ganhou), ilustres cidadãos que não escondem seu discurso de necessitarmos um país mais sério, mais justo – desde que não encoste em seus (deles) interesses, claro.
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empre disse e repito: o futebol é uma síntese da vida e por isso provoca paixão. A vida política nacional que, deferentemente do futebol, interfere diretamente na vida de cada brasileiro, é legada ao quase descaso pela
maioria (outra âncora que mantém o País preso no lamaçal). Acredito que aqui está a razão porque um leitor sugeriu que eu passe a escrever sobre futebol, ou esportes em geral, sem abrir mão dos comentários políticos, pois na educada opinião dele, poucos escrevem o que escrevo, os fatos como eles são. Polêmica sempre há. Na política, parece que se fala de um outro país. E paguem impostos, recebam menos... e sofram nas filas, hospitais, transportes. Por falar,
gais não recua ante o projeto infinitamente mais ambicioso e complexo de desarmar uma quantidade doze vezes maior de cidadãos americanos; e aliás, como vimos, já se prepara para isso estocando armas e munições, o mais convincente argumento contra os obstinados e recalcitrantes.
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presidente tem boas razões para apostar todas as suas fichas no Homeland Security, já que o pessoal das polícias estaduais não está nem um pouco assanhado para desarmar os americanos e muito menos para atirar neles. Em vários Estados, as associações de xerifes já declararam que, se algum agente federal aparecer por lá para tomar as armas dos cidadãos, vão simplesmente prendê-lo. Se há uma realidade que se
torna mais óbvia a cada dia que passa, é esta: o governo Obama não quer desarmar a população – quer é desarmar os inimigos e armar os amigos, exatamente como fez Hitler nos anos 30. O próprio Obama, ainda enxugando aquela lagriminha forçadíssima e festejadíssima que dedicou às crianças mortas de Newtown, acha horrível colocar guardas armados nas escolas, mas envia suas filhas a uma onde há pelo menos onze deles; e ainda tem a cara de pau de espalhar uma foto onde aparece disparando um rifle de caça capaz de estourar os miolos de um elefante. Outro dia, o repórter Jason Mattera encostou na parede um dos mais fanáticos desarmamentistas, o prefeito novaiorquino Bloomberg, ao surpreendê-lo circulando pela cidade com cinco seguranças armados, mas não conseguiu obter dele uma resposta à pergunta: "Por que diabos você tem o direito de se proteger, e nós não?" Em vez de responder, o prefeito mandou um dos seguranças seguir o repórter para assustá-lo. São essas coisas, que constituem o arroz com feijão das conversações populares na América hoje em dia, que a grande mídia americana tenta esconder do seu público, ainda que não o consiga. Por que faz isso? É simples: noventa por cento dos leitores e telespectadores estão nas mãos de apenas seis empresas – GE, Newscorp, Disney, Viacom, Time-Warner e CBS –, das quais somente uma, a Newscorp, não está totalmente a serviço do esquema obamista, embora o esteja pela metade. OLAVO DE CARVALHO É ENSAÍSTA, JORNALISTA E PROFESSOR DE FILOSOFIA
PAULO SAAB o Rio de Janeiro, segurou os passageiros todos, entre eles o ex-ministro e ex-membro do STF, Nelson Jobim, para que o estilo petista de governar pudesse se exercitar. Enquanto não chegou uma van para que o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, embarcasse sozinho, na frente dos demais, as portas do ônibus não foram abertas. Na polêmica coluna da ultima segunda-feira eu disse que o Palmeiras ganhou de um time que aliás, em transportes, termina com "pato" (ainda não havia aprendido o nome) um parêntese, quando na verdade foi do Sport Cristal do Peru. antes de O Huachipato ganhou pedir em pleno novo estádio do desculpas aos torcedores Grêmio. Vamos comer palmeirenses. Um o jornal de café da manhã? desses ônibus que levam passageiros do terminal ao PAULO SAAB É JORNALISTA E ESCRITOR avião, num voo da TAM para
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GibaUm
3 Claudia Raia comprou os 3 MAIS: agora, surgiu uma direitos de Crazy for you, de 1930, com músicas de Gershwin. Quer montar com o namorado.
gibaum@gibaum.com.br
k “Quem sai com cinturão de ouro depois de oito anos não deve voltar para o ringue.”
JAQUES WAGNER // governador da Bahia (PT), rejeitando a candidatura de Lula em 2014.
Fotos: Paula Lima
Gilberto Carvalho, secretáriogeral da Presidência, andou espalhando que, dentro do PT, vinha aumentando o número de correligionários que queriam ver Eduardo Campos, governador de Pernambuco (PSB) como candidato a vice na chapa de Dilma Rousseff, ano que vem. Sempre obediente a Lula, Carvalho, quando aparece uma chance, gosta muito de ir na contramão de Dilma, que é contra essa idéia. Desta vez, contudo, foi ela quem mandou Gilbertinho telefonar a Temer, dizendo que não era nada disso, que foi mal interpretado e demais desculpas do gênero. 333
TIRO NO PÉ O festival de boas intenções a favor do assalariado acaba de receber nova contribuição da Justiça Trabalhista, que agora acha que gravidez no período de aviso prévio dá direito a estabilidade de até cinco meses depois do parto. E já se pode prever o que os brasileiros poderão fazer diante dessa nova jurisprudência. Só que essa decisão da Justiça Trabalhista acabará prejudicando (ainda mais) as suposta beneficiarias. Ou seja: mulheres jovens e recém-casadas deverão ser preteridas nos processos de seleção. 333
Só no cinema “Quem quiser me ver pelada que vá ao cinema”. A frase costuma ser repetida por Nanda Costa, do elenco de Salve Jorge, que recebeu novo convite para aparecer nua nas páginas de Playboy. Há quem afirme que a publicação teria oferecido até o maior cachê de sua história, nada menos do que R$ 1,5 milhão. Nanda Costa já apareceu seminua em Trip , Vip e num ensaio no Paparazzo . No cinema, coleciona cenas de nu frontal. A primeira vez foi em Sonhos Roubados (2010), de Sandra Werneck; outra, em Febre do Rato (2011), de Claudio Assis. 333
TUDO EM LEILÃO Anderson Birman, da Arezzo, arrebatou em leilão um helicóptero Eurocopter EC 145 dos três que foram leiloados e que faziam parte do patrimônio do Banco Cruzeiro do Sul, em fase de liquidação. Bens pessoais do exbanqueiro Luis Octávio Índio da Costa e de seu tio Luis Eduardo Índio da Costa, que mora no Rio, estão sendo leiloados. A Maserati de Luis Octavio também irá a leilão: custa R$ 750 mil e o lance mínimo será de R$ 350 mil. Em conversas com amigos, ele garante que a Maserati vai a leilão porque ele não consegue pagar mais o IPVA de R$ 30 mil.
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O shopping JK Iguatemi, em São Paulo, está apresentando a exposição Arte com Arte , que traz os famosos bonecos de Suzy Gheler em composição com os quadros de Gustavo Rosa (os dois na primeira foto à esquerda). Os bonecos foram criados a partir das obras de Gustavo. Para ela, a exposição mostra que um quadro pode ter uma dimensão diferente, ou seja, é como se figuras de Gustavo saíssem das telas e virassem bonecos. Na noite de inauguração, da segunda foto à esquerda para a direita, Maria Lucia Alckmin, primeira-dama de São Paulo, Rosana e Marcelo Cunha e Hortência Marcari.
De quadros e bonecos
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O ex-senador cassado Luis Estevão, que acaba de ser condenado a quatro anos de prisão por sonegação fiscal e que devolve, todos os meses, R$ 4 milhões por conta do escândalo do prédio do Tribunal da Justiça do Trabalho, em São Paulo (o total a ser devolvido é de R$ 468 milhões), recorre das sentenças, está solto e é considerado primário até a condenação definitiva. E, nem um pouco preocupado, abre amanhã as portas de sua casa em Brasília, para receber 2,5 mil convidados para a festa de 16º aniversário de sua filha Luiza. A decoração será escura (clima de balada) e o convite tem em anexo um cartão magnético. No ano passado, na festa dos 15 anos dela, Estevão gastou mais de R$ 600 mil. 333
Festa em Brasília
333 A modelo Erin Heatherton, também angel da Victoria’s Secret, ex-namorada de Leonardo DiCaprio, estará em São Paulo, em março, contratada pela Colcci, para participar da próxima SPFW. Ao lado das brasileiras Izabel Goulart e Thairine Garcia, mais o ator Paul Walker, de Velosos e Furiosos , posou para o fotografo Sebastian Kim no deserto de Mojave, na fronteira de México e Estados Unidos. Na passarela, estarão Erin, Izabel e Walker. Thairine fica na platéia: aos 16 anos, não pode subir na passarela.
Reforço no time
Nova proposta 333 A estatal venezuelana PDVSA, que nunca enfiou um centavo na Refinaria Abreu Lima, em Pernambuco, onde é sócia da Petrobras numa obra que custará US$ 20 bilhões, acaba de fazer nova oferta de pagamento de sua parte (inicialmente, deveria ser de 50%). Quer desembolsar o equivalente a US$ 4,2 bilhões, só que pagando em óleo, exportando para cá 70 mil barris/dia. Graça Foster até analisa a proposta, embora nesse momento de caixa baixo da Petrobras, queria mais era receber em dinheiro vivo.
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O livro de Luiza 333 Musa brasileira de diversas gerações, Luiza Brunet, 50 anos, que defende a idéia de que mulheres mais maduras devem ter seios menores e cabelos mais curtos, deverá lançar sua autobiografia no segundo semestre, escrita pela escritora e roteirista Laura Malin. Luiza nasceu em Itaporã, interior do Mato Grosso do Sul, foi doméstica (e para sua antiga patroa só tem palavras bonitas) e deverá contar, pela primeira vez, tempos difíceis que teve de enfrentar para sobreviver. Sua época na Dijon, com Humberto Saade, será relembrada e Luiza também contará todos os assédios que recebeu de empresários e políticos em sua vida (alguns, com nomes trocados). Entre eles, um ex-presidente.
complicação. A heroína do musical tem 20 anos de idade e Claudia já completou 46. No palco, não tem photoshop.
Contra a blogueira Ricardo Augusto Poppi Martins, que trabalha na Secretaria-Geral da Presidência e responde diretamente a Gilberto Carvalho, recebeu cerca de R$ 5 mil para diárias em Havana, sete dias depois de ter participado de reunião na embaixada cubana em Brasília, quando foi distribuído CD com conteúdo difamatório sobre a blogueira Yoani Sánchez. Martins trabalha na Secretaria desde maio de 2011 e ganha perto de R$ 6,8 mil brutos mensais para exercer o cargo de Coordenador de Novas Mídias e outras Linguagens de Participação. Na justificativa da viagem, está assinalado que ele foi participar de um seminário sobre redes sociais em Cuba.
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À PORTUGUESA Depois de uma temporada nos Estados Unidos, onde até trabalhou como garçonete, Gretchen, cujos filmes pornôs continuam a ser exibidos nos canais de TV especializados no gênero, aos 52 anos, tenta a vida em Portugal. Para defender o orçamento doméstico, faz shows em casa noturnas de diversas cidades. Ela agora vive uma temporada de solteira, depois de sua separação do 16º marido, o pecuarista Túlio Souto Maior, no ano passado.
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MISTURA FINA O PRESIDENTE do jornal La Nación, de Buenos Aires, Julio Saguier, vem ao Brasil em abril para falar, no Forum da Liberdade, da censura imposta pelo governo de Cristina Kirchner, na Argentina. Deverá debater liberdade de imprensa com a blogueira cubana Yoani Sánchez. 333
333 O EX-ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afastado debaixo de uma série de denúncias sobre irregularidades cometidas no ministério, é a grande estrela dos primeiros comerciais do PDT do ano. Ele é presidente nacional do partido e não deu o menor espaço nos programas para Brizola Neto, ministro do partido.
333 UMA das montagens mais aguardadas da nova temporada da Broadway será a versão do programa The X Factor em musical. O espetáculo será coproduzido pelo mesmo Simon Cowell, criador do programa na TV, que ganhará um personagem com seu nome. A história central será em torno de uma jovem negra e pobre, que consegue uma vaga no reality show .
333 A ATRIZ Cléo Pires, que muita gente apostava que reataria com seu marido João Vicente de Castro, do blog Porta dos Fundos, passou o carnaval inteiro, nos camarotes e fora deles, available . Até cruzou com supostos exnamorados, como Cássio Reis e Bruno de Lucca, mas ficou tudo na troca de sorrisos e mais nada.
333 ARNOLD Schwarzenegger vem ao Brasil em abril, para participar de uma competição de fisiculturismo no Rio de Janeiro, entre os dias 26 e 28. E já fez uma exigência básica: só circula de carro blindado. Conhece a fama das balas perdidas – e outras tantas disparadas – da cidade.
Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero
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DIÁRIO DO COMÉRCIO Ed Ferreira/Estadão Conteúdo
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5 COM O PÉ DIREITO A presidente Dilma, usando um Crocs (ela machucou o pé direto na folga de Carnaval), formalizou ontem a intenção de comprar sistemas de defesa antiaérea da Rússia durante a visita do primeiro-ministro Dmitri Medvedev .
Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
1,6 milhão de Renãos no Senado Seis senadores receberam os manifestantes com os pedidos de impeachment
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epresentantes de movimentos anticorrupção entregaram ontem ao Senado mais de 1,6 milhão de assinaturas pedindo o impeachment do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL). Com caixas de papelão vazias simbolizando as assinaturas recolhidas na petição eletrônica, os manifestantes foram recebidos por seis senadores que prometeram analisar o pedido. Mas eles foram impedidos de entrar com faixas contrárias ao peemedebista. A segurança argumentou que, pelas regras da Casa, é proibido qualquer material ofensivo a parlamentares. Parte do grupo ficou do lado de fora fazendo a manifestação no gramado em frente ao Congresso. A petição on-line que pede o impeachment está no site da ONG Avaaz, associação que já fez outras campanhas, como o veto ao Código Florestal. Ex-secretário Nacional Anti-
drogas no governo Dilma Rousseff, Pedro Abramovay é um dos organizadores da campanha. Ele disse que o movimento tem o objetivo de "mexer com as antigas lógicas de poder" que se perpetuaram no Legislativo. "Só 35 senadores admitem ter votado no Renan, mas ele teve 56 votos. A maioria se envergonha em dizer que votou nele." O fundador da ONG Rio de Paz, Antônio Carlos Costa, disse que o Senado precisa ouvir o apelo de mais de 1 milhão de brasileiros. "Se esse grito não ecoar, que tipo de manifestação o Congresso quer que ocorra?" Os senadores prometeram analisar o documento para definir qual deve ser o seu encaminhamento. Apesar de admitirem que não há amparo legal para dar início ao pedido de impeachment de Renan, os parlamentares afirmam que a Casa deve "ouvir o clamor das ruas". Para que o processo seja iniciado, é necessário que seja formalmente solicitado por um
parlamentar ou partido. "O Senado não tem o direito de virar as costas para isso. Podemos até dizer, amanhã, que o pedido não é legal. Mas não temos esse direito", disse o senador Cristovam Buarque (PDT-DF). Ele estava acompanhado dos senadores Pedro Taques (PDT-MT) – candidato derrotado na eleição para a Presidência do Senado –; Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP); Pedro Simon (PMDB-RS), João Capiberipe (PSB-AP), Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e do deputado Chico Alencar (PSOL-RJ). Aloysio Nunes responsabilizou o PT pela eleição de Renan. "Sem o apoio do PT e da presidente Dilma, o PMDB não estaria no comando do Senado". O grupo também deve entregar carta ao Supremo Tribunal Federal pedindo pressa na análise do processo contra o presidente do Senado em que é acusado de usar notas fiscais frias para comprovar a venda de gado.
Manifestante diante do Senado, onde foi entregue 1,6 milhão de assinaturas pelo impeachment de Renan.
Pedro Ladeira/Frame/Estadão Conteúdo
Yoani: pelo fim do embargo.
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blogueira cubana Yoani Sánchez defendeu ontem, na Câmara dos Deputados (à dir.), o fim do embargo econômico dos Estados Unidos a Cuba e a liberdade de expressão. Convidada por deputados de oposição para acompanhar a exibição do documentário Conexão Cuba-H onduras , do cineasta baiano Dado Galvão, ela ainda criticou a manutenção, pelos Estados Unidos, da prisão de Guantánamo, em Cuba. "Há cinco anos, quando abri na internet o Generacion Y, não pensei que minha vida fosse
mudar tanto. Em Cuba, vivemos uma grande censura, um monopólio informativo, com um único partido que não permite a ascensão de outras forças politicas", disse ela. Indagada sobre o embargo econômico imposto a Cuba há mais de 50 anos, Yoani respondeu que isso deveria terminar já: "Essa é minha posição de sempre". Sobre a prisão de Guantánamo,disse não concordar com ilegalidades em nenhum lugar do mundo. No fim da reunião, houve confusão. Autor do requerimento que pedia proteção po-
licial à blogueira, o deputado Mendonça Filho (DEM-PE) arrancou cartazes, bandeiras e reproduções de notas de dólares erguidas por manifetantes simpatizantes do regime dos irmãos Castro. Mendonça disse que tinha sido agredido. Os manisfestantes negaram. Manifestantes favoráveis e contráris a Yoani fizeram batalha de palavras de ordem. À noite, o requerimento de Mendonça foi a votação. Não houve quórum porque PT, PMDB, PSB, PCdoB, PDT e PSOL orientaram suas bancadas a obstruírem a votação.
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Criador lança criatura
O partido dos paradoxos
No embalo da festa que comemorou 10 anos de PT no poder federal, Lula lança candidatura Dilma 2014. Marlene Bérgamo/Folhapress
José Márcio Mendonça
N Lula aproveita a chance e responde a Aécio: "Podem se preparar, vamos dar como resposta a reeleição da Dilma em 2014".
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m meio ao evento do PT realizado ontem no Anhembi para festejar os 10 anos da legenda no comando do governo federal e os 33 anos do partido, o expresidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou a presidente Dilma Rousseff como candidata à reeleição. Lula afirmou que a nova eleição de Dilma, a ministra da Casa Civil tornada candidata por ele em 2010, será uma resposta às críticas do senador tucano Aécio Neves (leia abaixo). "A resposta que o PT pode dar a eles é dizer a eles que eles podem se preparar, podem se juntar com quem eles quiserem. Porque, se eles têm dúvida, nós vamos dar como resposta a reeleição da Dilma em 2014", disse Lula. Ele afirmou ainda que os senadores do PT nunca terão tanto prazer de ser quem são
quanto no momento em que debaterem com Aécio no Senado. "Peguei um discurso de um dos possíveis adversários nossos em 2014 tentando mostrar os 13 erros do PT... Agora eu acho que o Aécio vai proporcionar (aos senadores do PT) o prazer de ser senador." E Lula mostrou muita disposição para eleger sua candidata ao fazer uma menção indireta ao Mensalão, dizendo que o PT não deve temer o debate sobre a corrupção. Ainda se referindo a Aécio, afirmou: "Não temos medo de comparação, inclusive comparação e debate sobre a corrupção... Até nesse tema que eles (a oposição) pensam que é deles." Lula também criticou o expresidente Fernando Henrique Cardoso por ter dito que as comparações que o PT faz em
sua nova cartilha entre o governo tucano e o petista é "coisa de criança" e "parece picuinha". O petista chamou o tucano de "nervoso". Dilma, sem fim – Depois de Lula, foi a vez de Dilma. Ela fechou o evento com um longo discurso de 51 minutos defendendo a reforma política e expondo metas. Após citar programas lançados pelo governo federal, a redução da pobreza e a criação recorde de empregos durante os dez anos, cobrou novas respostas para o que ela chamou de "novo Brasil de classe média". "Os anseios se ampliam na próxima década; a mãe que tirou filho da miséria agora quer levá-lo à universidade", exemplificou. "Temos de aprofundar o governo de desenvolvimento, distribuição de renda, inclusão social e cidadania."
Por fim, a presidente, encerrou o discurso com um afago aos militantes petistas e à relação do partido com povo brasileiro. "É uma história de amor com o povo brasileiro que não precisa de final feliz, porque nós sabemos que não terá fim." O evento do PT contou com a presença de condenados no processo do Mensalão – o extodo-poderoso-ministro da Casa Civil e ex-deputado José Dirceu, os deputados José Genoino e João Paulo Cunha. Vaias para ele – O ex-prefeito e presidente do PSD, Gilberto Kassab, foi vaiado ao subir, ao discursar e ao descer do palanque. Ele enalteceu "conquistas" dos governos Lula e Dilma. "O povo vive hoje reconhecidamente muito melhor e com melhor qualidade de vida, graças à existência desse governo".
Aécio ataca PT e abre nova fase
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o dia do aniversário de 33 anos do PT, o senador Aécio Neves (PSDBMG) subiu à tribuna do Senado para criticar o que chamou de "13 fracassos" do partido da presidente Dilma Rousseff nos últimos anos. Para o tucano, falta "autocrítica e humildade" aos petistas.
Aécio antecipou o discurso que faria no dia 27 e aproveitou a data da festa de dez anos do PT no poder para marcar uma nova fase da oposição. No plenário do Senado, o candidato virtual do PSDB à Presidência fez ataques aos governos petistas e à cartilha do partido com comparações à gestão do
ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso. O discurso de Aécio marcou a largada pública do PSDB à disputa de 2014. As bancadas do partido na Câmara e no Senado, além do presidente, Sérgio Guerra (PSDB-PE), compareceram em peso ao plenário acompanhar o discurso infla-
Reunião Conselho de Economia - COE Informações, Debates e Busca de Soluções
TEMA: As Parcerias Público Privadas do Estado de São Paulo
PALESTRANTE:
GUILHERME AFIF DOMINGOS Vice-governador do Estado de São Paulo e Presidente do CGPPP - Conselho Gestor de Parcerias Público Privadas, do governo estadual
Dia: 4 de março de 2013, segunda-feira Horário: 10 horas Local: Rua Boa Vista, 51 - 9º andar - Centro - SP
mado do senador. Aécio afirmou que seu discurso é uma "colaboração crítica" à prática do PT de exaltar os governos de Dilma e do ex-presidente Lula e minimizar os feitos de FHC. Em um ataque aos petistas, ele afirmou que o partido que hoje também celebra 10 anos de governo precisa definir que tipo de comemoração vai realizar. "Qual o PT que celebra aniversário hoje? O que fez da ética sua principal bandeira eleitoral ou o que defende em praça pública os réus do Mensalão?" O tucano disse que o "Brasil não foi descoberto em 2003", quando Lula tomou posse, mas conseguiu muitos resultados positivos em sua gestão "graças às contribuições de governos anteriores". Aécio lembrou episódios no qual diz que o PT "errou" no passado, como não ter apoiado a Constituição de 1988, ter se colocado contra o Plano Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal. Em recado a Dilma, disse que a presidente chega à metade de seu mandato "longe de cumprir as promessas de 2010". "O Brasil parou. Os pilares da economia estão em deterioração." Fracassos – Aécio disse que teve "dificuldades" para listar "apenas 13 fracassos" do PT – PIB (Produto Interno Bruto) per capita abaixo do esperado, paralisia de obras, sucateamento das indústrias... Ele deixou para listar como último "fracasso" do PT o que chamou de "conivência com maus exemplos". "São práticas que afrontam a consciência ética do País. Os casos de corrupção se sucedem. Não falta quem defenda ilegalidades sob o tom de que os fins justificam os meios". (leia a íntegra do discurso de Aécio em www.dcomercio.com.br) O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), teve que suspender a sessão por alguns minutos para que Aécio recebesse cumprimentos de aliados.
o palco que marcou ontem o início das festividades comemorativas dos 33 anos de nascimento do PT e os dez anos do partido no poder federal, estavam soberanos, ligados, como no cartaz criado para marcar o evento, o expresidente Lula e a presidente Dilma Rousseff, as duas maiores estrelas em real atividade da legenda. Foi, oficiosamente, o lançamento da campanha por mais quatro anos de PT no Planalto. Seja Dilma, a preferida no momento, seja com Lula se as circunstâncias exigirem. O encontro dos dois tem muito mais simbolismo do que exibir a ponte entre o passado militante e cheio de rabugice do PT e o partido ultrapragmático em que ele se transformou na sua trajetória das lutas sindicais no ABC à ocupação de Brasília. É um retrato das contradições e dos paradoxos que marcaram a legenda em seu caminho da oposição ao governismo, da esquerda para o centro, de uma inovação no cenário político a um partido como outro qualquer. Lula é o símbolo, o Reprodução intocável, a essência do PT. Dilma veio depois e demorou a ser assimilada como a candidata a sucedê-lo. Foi tirada do bolso do colete por ele mesmo, depois que as apostas petistas para 2004, José Dirceu e Antonio Palocci, tropeçaram em suas estripulias. Mas para um PT que tem saudades de seus dogmas, Dilma é hoje muito mais PT do que Lula foi como presidente. Tanto que o documento oficial distribuído na festa exalta a política econômica de Dilma – em muita coisa diferente da de Lula em pelo menos quase toda a sua gestão. Durante a campanha eleitoral de 2010, em uma palestra que fez na Bahia, para petroleiros, já considerando no papo a eleição de Dilma, José Dirceu, já réu do Mensalão, mas muito antes de ser atingido pelos raios do STF, garantiu aos companheiros que, com Dilma, finalmente o PT chegaria inteiramente ao poder. Não era uma bravata. Por razões que a razão política mais que reconhece, com a Carta aos Brasileiros de 2002 o PT renegou sua política de renegar "tudo que está aí". E, uma vez no Planalto abraçou, praticamente sem nuances relevantes, a economia conduzida por Pedro Malan para Fernando Henrique Cardoso. Não foi sem grandes mágoas para o PT mais conservador politica e ideologicamente, que nunca mais engoliu Antonio Palocci, condutor do processo, nem a ação do tucano renunciado Henrique Meirelles no Banco Central. Não foram poucas as tentativas de boicotar os dois – no caso de Meirelles até mesmo de manda-lo exibir suas plumagens em outra freguesia. Lula, porém, com sua ascendência sobre o partido, aguentou firme. E ajudado pelos fundamentos
da economia mais ou menos ajustados que ele até aprofundou (caso do superávit primário), com as bênçãos de um quadro internacional inteiramente favorável, aperfeiçoou e aprofundou as políticas sociais ainda tímidas recebidas de antecessores e criou a grande e indelével marca do petismo no governo do Brasil até aqui. A crise econômica de 2008, já com Dilma na plataforma de lançamento para sucedê-lo e cada vez mais influente no governo, levou à guinada em direção a uma politica econômica mais conforme com o pensamento petista original, aprofundada por Dilma e que está agora em vigor. No momento, sofre ataques de uma inflação persistente em nível "desconfortável" e apresenta um PIB sem grande viço. Este é o paradoxo do PT: não conseguiu ser totalmente feliz com seu símbolo Lula no governo e está cada vez mais feliz com uma petista de segunda geração que, por temperamento e sabese lá o que mais, nem sempre dá bola para os figurões petistas, à exceção, obviamente, de Lula. Outro paradoxo do PT é o
seu discurso sempre afirmativo de transparência e de uma espécie de garantia da democracia (de esquerda) no Brasil e suas práticas. No governo, nem sempre o partido respeita as melhores práticas institucionais republicanas e democráticas, embora nunca tenha avançado nenhum limite perigoso. De todo modo, olha o Congresso, o Judiciário e a imprensa, para ficarmos nesses três muito citados nas vozes petistas, de esguelha, com desconfiança. É um certo vezo autoritário. Do ponto de vista da pureza de propósitos, o Mensalão foi o marco da conversão petista a tudo que está aí. Comportamento do qual o partido parece não conseguir – ou querer – se livrar e ao mesmo tempo parece sentir alguma vergonha. No ontem tão cheio de simbolismos, ficou também a imagem esmaecida dos condenados no Mensalão, figuras de projeção da vitoriosa trajetória política do PT e que agora não podem (ou não devem) ser mostrados em certas ocasiões. Mais um paradoxo neste partido cheio de contradições. A história, esta implacável perseguidora dos fatos como eles foram, escreverá o significado desta passagem do PT pelo poder na República. Passagem que tem boas chances de se prolongar mais um pouco antes de ser interrompida pelo andar natural dos sistemas políticos democráticos abertos. Mas o que se pode dizer agora, em resumo, é que ela teve altos e baixos e foi muito profícua para mostrar o amadurecimento democrático brasileiro.
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Banco Bradesco BBI S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 06.271.464/0001-19 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas,
No exercício de 2012, o Bradesco BBI assessorou mais de 170 transações em todos os produtos de Investment Banking, totalizando um volume de Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2012, do Banco Bradesco BBI S.A. aproximadamente R$ 155,399 bilhões. (Bradesco BBI), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. O Lucro Líquido registrado no exercício somou R$ 448,396 milhões, correspondente a R$ 94,85 por lote de mil ações, Patrimônio Líquido de R$ 7,526 Banco de Investimento da Organização, o Bradesco BBI é responsável pela originação e execução de fusões e aquisições, e pela originação, bilhões e Ativos Totais de R$ 7,858 bilhões. estruturação e distribuição de operações de renda fixa e renda variável. Agradecemos aos nossos clientes o apoio e confiança e aos nossos funcionários e colaboradores a dedicação ao trabalho. O Bradesco BBI assessora clientes em operações de fusão e aquisição, emissões de ações, estruturação e distribuição de instrumentos de dívidas, incluindo Debêntures, Notas Promissórias, Fundos Imobiliários, Fundos de Investimento em Direitos Creditórios - FIDCs, Certificados de Recebíveis Osasco, SP, 25 de janeiro de 2013. Imobiliários - CRIs e Bonds, no Brasil e Exterior, além de operações estruturadas de financiamentos de empresas e financiamento de projetos na modalidade de Project Finance. Diretoria
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ (Nota 5a) .................................................................... Aplicações no Mercado Aberto ..................................................................................................................... Aplicações em Depósitos Interfinanceiros..................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTR. FINANC. DERIVATIVOS (Nota 6a)................................... Carteira Própria ............................................................................................................................................. Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 6b) ........................................................................................... Vinculados à Prestação de Garantias ........................................................................................................... RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS ............................................................................................................... Créditos Vinculados....................................................................................................................................... RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS........................................................................................................... Transferências Internas de Recursos ............................................................................................................ OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Rendas a Receber (Nota 8a)......................................................................................................................... Negociação e Intermediação de Valores ....................................................................................................... Diversos (Nota 8b)......................................................................................................................................... OUTROS VALORES E BENS........................................................................................................................ Outros Valores e Bens................................................................................................................................... Provisões para Desvalorizações ................................................................................................................... Despesas Antecipadas.................................................................................................................................. REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTR. FINANC. DERIVATIVOS (Nota 6a)................................... Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 6b) ........................................................................................... OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 8b)......................................................................................................................................... PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS (Nota 9a) ......................................................................................................................... Participações em Coligadas e Controladas: - No País........................................................................................................................................................ Outros Investimentos (Nota 9b)..................................................................................................................... Provisões para Perdas .................................................................................................................................. IMOBILIZADO DE USO (Nota 10)................................................................................................................. Imóveis de Uso.............................................................................................................................................. Outras Imobilizações de Uso......................................................................................................................... Depreciações Acumuladas............................................................................................................................ DIFERIDO (Nota 11) ..................................................................................................................................... Ágio de Incorporação .................................................................................................................................... Amortização Acumulada ............................................................................................................................... INTANGÍVEL (Nota 12).................................................................................................................................. Ativos Intangíveis........................................................................................................................................... Amortização Acumulada ............................................................................................................................... TOTAL ...........................................................................................................................................................
2012 6.315.019 7 5.657.279 194.319 5.462.960 488.558 413.793 4.119 70.646 536 536 168.487 47.331 121.156 152 1.976 (1.976) 152 119.978 31.116 31.116 88.862 88.862 1.422.908 1.354.279
2011 5.899.312 2 5.162.989 134.598 5.028.391 607.296 469.553 35.286 102.457 4 4 128.888 14.827 22 114.039 133 2.675 (2.675) 133 122.546 20.158 20.158 102.388 102.388 1.407.828 1.241.067
1.128.599 225.986 (306) 2.959 991 4.759 (2.791) 65.540 491.548 (426.008) 130 243 (113) 7.857.905
1.015.387 225.986 (306) 2.767 991 4.030 (2.254) 163.849 491.548 (327.699) 145 212 (67) 7.429.686
PASSIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6b) ........................................................................ Instrumentos Financeiros Derivativos ........................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Sociais e Estatutárias .................................................................................................................................... Fiscais e Previdenciárias (Nota 14a)............................................................................................................. Diversas (Nota 14b).......................................................................................................................................
2012 287.696 5.281 5.281 282.415 4.499 184.142 93.774
2011 318.185 57.817 57.817 260.368 4.590 190.503 65.275
EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6b) ........................................................................ Instrumentos Financeiros Derivativos ........................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 14a)............................................................................................................. Diversas (Nota 14b).......................................................................................................................................
43.888 36.155 36.155 7.733 7.733 -
28.495 25.190 25.190 3.305 3.285 20
RESULTADOS DE EXERCÍCIOS FUTUROS ............................................................................................... Resultados de Exercícios Futuros.................................................................................................................
-
847 847
PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Nota 15) ................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País ............................................................................................................................. Reservas de Capital ...................................................................................................................................... Reservas de Lucros (Nota 15b)..................................................................................................................... Ajustes de Avaliação Patrimonial...................................................................................................................
7.526.321
7.082.159
4.537.929 561.662 2.426.631 99
4.537.929 561.662 1.982.495 73
TOTAL ...........................................................................................................................................................
7.857.905
7.429.686
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO - Em Reais mil 2º Semestre 2012 153.401 61 152.683 657 153.401 150.503 313.002 (79.625) (46.002) (38.805) 54.382 14.009 (66.458) 303.904 59 303.963 (106.031) 197.932 4.727.522.077 41,87
RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ..................................................................................................................................................................................................................................... Operações de Crédito ................................................................................................................................................................................................................................................................................ Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 6c)....................................................................................................................................................................................................... Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 6c)................................................................................................................................................................................................................ Resultado das Aplicações Compulsórias ................................................................................................................................................................................................................................................... RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA.................................................................................................................................................................................................................... OUTRAS RECEITAS/(DESPESAS) OPERACIONAIS.............................................................................................................................................................................................................................. Receitas de Prestação de Serviços (Nota 16) ........................................................................................................................................................................................................................................... Despesas de Pessoal (Nota 17) ................................................................................................................................................................................................................................................................. Outras Despesas Administrativas (Nota 18)............................................................................................................................................................................................................................................... Despesas Tributárias (Nota 19) .................................................................................................................................................................................................................................................................. Resultado de Participações em Coligadas e Controladas (Nota 9a) ......................................................................................................................................................................................................... Outras Receitas Operacionais (Nota 20).................................................................................................................................................................................................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 21).................................................................................................................................................................................................................................................. RESULTADO OPERACIONAL .................................................................................................................................................................................................................................................................. RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 22) ......................................................................................................................................................................................................................................... RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ................................................................................................................................................................................................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 25) ................................................................................................................................................................................................................ LUCRO LÍQUIDO....................................................................................................................................................................................................................................................................................... Número de ações (Nota 15a) ..................................................................................................................................................................................................................................................................... Lucro por lote de mil ações em R$.............................................................................................................................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011 400.824 568.746 271 1.462 400.713 578.210 (366) (10.926) 206 400.824 568.746 279.176 121.197 547.675 306.118 (129.025) (103.954) (76.810) (66.096) (72.178) (56.268) 114.698 127.608 23.468 22.962 (128.652) (109.173) 680.000 689.943 116 9.910 680.116 699.853 (231.720) (234.205) 448.396 465.648 4.727.522.077 4.727.522.077 94,85 98,50
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil Eventos Saldos em 30.6.2012.......................................................................... Ajustes de Avaliação Patrimonial ........................................................ Lucro Líquido....................................................................................... Destinações: - Reservas...................................................................... - Dividendos Propostos..................................................
Capital Social 4.537.929 -
Reservas de Capital 561.662 -
Reservas de Lucros Legal Estatutárias 118.995 2.111.584 9.896 186.156 -
Ajustes de Avaliação Patrimonial Próprias Controladas 91 316 (7) (301) -
Lucros Acumulados
Saldos em 31.12.2012........................................................................
4.537.929
561.662
128.891
2.297.740
84
15
Saldos em 31.12.2010........................................................................ Ajustes de Avaliação Patrimonial ........................................................ Lucro Líquido....................................................................................... Destinações: - Reservas...................................................................... - Dividendos Propostos.................................................. Saldos em 31.12.2011........................................................................
4.537.929 4.537.929
561.662 561.662
83.189 23.283 106.472
1.438.081 437.942 1.876.023
582 (492) 90
(65) 48 (17)
465.648 (461.225) (4.423) -
6.621.378 (444) 465.648 (4.423) 7.082.159
Ajustes de Avaliação Patrimonial ........................................................ Lucro Líquido....................................................................................... Destinações: - Reservas...................................................................... - Dividendos Propostos.................................................. Saldos em 31.12.2012........................................................................
4.537.929
561.662
22.419 128.891
421.717 2.297.740
(6) 84
32 15
448.396 (444.136) (4.260) -
26 448.396 (4.260) 7.526.321
Totais 7.330.577 (308) 197.932 (1.880)
197.932 (196.052) (1.880) -
7.526.321
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - Em Reais mil 2º Semestre 2012 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social ................................ Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos................................................................ Depreciações e Amortizações ............................................................................................ Amortização de Ágio........................................................................................................... Resultado de Participações em Coligadas e Controladas.................................................. Despesas/(Reversões) de Provisões Cíveis, Trabalhistas e Fiscais................................... Perda/(Ganho) na Alienação de Bens Não de Uso e Permanente..................................... Outros ................................................................................................................................. Lucro Líquido Ajustado antes dos Impostos .................................................................... (Aumento)/Redução em Aplicações Interfinanceiras de Liquidez ........................................ (Aumento)/Redução em Títulos para Negociação e Instrumentos Financeiros Derivativos. (Aumento)/Redução em Relações Interfinanceiras e Interdependências............................. (Aumento)/Redução em Outros Créditos e Outros Valores e Bens...................................... Aumento/(Redução) em Outras Obrigações ........................................................................ Aumento/(Redução) em Resultado de Exercícios Futuros................................................... Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos .................................................................. Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais .............................. Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: (Aumento)/Redução em Títulos Disponíveis para Venda ..................................................... Alienação de Investimentos .................................................................................................. Alienação de Bens Não de Uso Próprio ............................................................................... Alienação de Imobilizado de Uso ......................................................................................... Aplicação Bens Intangíveis................................................................................................... Aquisição de Bens Não de Uso Próprio ............................................................................... Aquisição de Investimentos .................................................................................................. Aquisição de Imobilizado de Uso.......................................................................................... Dividendos e Juros s/ Capital Próprio Recebidos................................................................. Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Investimentos........................ Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos: Dividendos Pagos................................................................................................................. Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Financiamentos .................... Aumento/(Redução) Líquida, de Caixa e Equivalentes de Caixa ..................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período ................................................................ Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período ................................................................... Aumento/(Redução) Líquida, de Caixa e Equivalentes de Caixa .....................................
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - Em Reais mil Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 2011
303.963 548 328 49.216 (54.382) 5.396 728 (738) 304.511 (179.482) 38.622 1.136 (23.228) 43.581 (32.878) 152.262
680.116 (11.324) 650 98.736 (114.698) 4.005 683 (700) 668.792 (434.570) 66.183 (532) (36.804) 24.610 (847) (224.798) 62.034
699.853 (38.702) 546 99.041 (127.608) (749) (10.077) 145 661.151 (736.819) 282.300 (23) 1.013 22.178 847 (180.375) 50.272
20 78 (39) (24) (6) (325) 2.834 2.538
18 88 (38) (31) (6) (822) 2.834 2.043
(378) 10.484 1 3 (54) (73) (1) (728) 9.904 19.158
(4.351) (4.351) 59.726 134.600 194.326 59.726
(8.208) (8.208) 61.222 73.378 134.600 61.222
154.800 39.526 194.326 154.800
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
Descrição 1 - RECEITAS ......................................................... 1.1) Intermediação Financeira......................... 1.2) Prestação de Serviços.............................. 1.3) Outras ........................................................ 2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ....... Materiais, Água, Energia e Gás ......................... Serviços de Terceiros......................................... Comunicação ..................................................... Serviços do Sistema Financeiro ........................ Propaganda, Promoções e Publicidade............. Transporte .......................................................... Manutenção e Conservação de Bens ................ Serviços Técnicos Especializados ..................... Contribuições Filantrópicas................................ Viagens .............................................................. Outras ................................................................ 3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) ................. 4 - DEPRECIAÇÕES E AMORTIZAÇÕES ............. 5 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (3-4) .................................... 6 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA ........................................... Resultado de Participações em Coligadas e Controladas ................................................... 7 - VALOR ADICIONADO A DISTRIBUIR (5+6)..... 8 - DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO...... 8.1) Pessoal ...................................................... Proventos .................................................... Benefícios ................................................... FGTS .......................................................... Outros Encargos ......................................... 8.2) Impostos, Taxas e Contribuições ............ Federais ...................................................... Municipais ................................................... 8.3) Remuneração de Capitais de Terceiros .. Aluguéis ...................................................... 8.4) Remuneração de Capitais Próprios ....... Dividendos .................................................. Lucros Retidos ............................................
2º Semestre 2012 % 463.229 109,1 153.401 36,1 313.002 73,7 (3.174) (0,7) (43.508) (10,2) (183) (33.016) (7,8) (1.500) (0,4) (91) (1.273) (0,3) (428) (0,1) (196) (1.333) (0,3) (2.014) (0,5) (2.931) (0,7) (543) (0,1) 419.721 98,9 (49.544) (11,7)
Exercícios findos em 31 de dezembro 2012 % 2011 942.167 106,4 897.604 400.824 45,3 568.746 547.675 61,8 306.118 (6.332) (0,7) 22.740 (71.758) (8,0) (61.727) (368) (540) (55.538) (6,3) (47.035) (3.015) (0,3) (2.501) (201) (97) (1.680) (0,2) (1.559) (790) (0,1) (713) (323) (355) (1.973) (0,2) (1.369) (2.014) (0,2) (2.870) (4.912) (0,6) (3.758) (944) (0,1) (930) 870.409 98,4 835.877 (99.386) (11,2) (99.587)
% 103,8 65,8 35,4 2,6 (7,0) (0,1) (5,3) (0,3) (0,2) (0,1) (0,2) (0,3) (0,4) (0,1) 96,8 (11,5)
370.177
87,2
771.023
87,2
736.290
85,3
54.382
12,8
114.698
12,8
127.608
14,7
54.382 424.559 424.559 74.367 19.761 13.632 1.217 39.757 150.094 134.519 15.575 2.166 2.166 197.932 1.880 196.052
12,8 100,0 100,0 17,6 4,7 3,2 0,3 9,4 35,4 31,7 3,7 0,5 0,5 46,5 0,4 46,1
114.698 885.721 885.721 119.585 35.227 22.873 2.375 59.110 313.338 286.255 27.083 4.402 4.402 448.396 4.260 444.136
12,8 100,0 100,0 13,6 4,0 2,6 0,3 6,7 35,4 32,3 3,1 0,5 0,5 50,5 0,5 50,0
127.608 863.898 863.898 92.348 43.961 19.163 2.659 26.565 302.079 286.889 15.190 3.823 3.823 465.648 4.423 461.225
14,7 100,0 100,0 10,8 5,1 2,2 0,3 3,2 35,0 33,2 1,8 0,4 0,4 53,8 0,5 53,3
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL O Banco Bradesco BBI S.A. (BBI ou Instituição) é uma Instituição Financeira, que tem por objetivo a prática de operações ativas, passivas e acessórias inerentes às carteiras autorizadas (comercial, de investimento, de crédito, financiamento e investimento, e de crédito imobiliário), inclusive câmbio e administração de valores mobiliários, de acordo com as disposições legais e regulamentares em vigor. O BBI é parte integrante da Organização Bradesco, sendo suas operações conduzidas de forma integrada a um conjunto de empresas que atuam nos mercados financeiros e de capitais, utilizando-se de seus recursos administrativos e tecnológicos e na gestão de riscos, e suas demonstrações contábeis devem ser entendidas neste contexto. 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nos 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com alterações introduzidas pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem, estimativas e premissas, tais como: estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas; perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de títulos e valores mobiliários classificados na categoria títulos disponíveis para venda e ativos não financeiros; e outras provisões. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 25 de janeiro de 2013. 3) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) Moeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério pro rata dia e calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relacionadas a operações no exterior, que são calculadas com base no método linear. As operações com taxas pósfixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda, aplicações no mercado aberto e aplicações em depósitos interfinanceiros, cujo vencimento das operações, na data da efetiva aplicação, seja igual ou inferior a 90 dias e apresentem risco insignificante de mudança de valor justo, que são utilizados pelo Banco para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. d) Aplicações interfinanceiras de liquidez As operações compromissadas realizadas com acordo de livre movimentação são ajustadas pelo valor de mercado. As demais aplicações são registradas ao custo de aquisição, acrescidas dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidas de provisão para desvalorização, quando aplicável. e) Títulos e valores mobiliários - Classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários, os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período.
Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. f) Instrumentos financeiros derivativos (ativos e passivos) São classificados de acordo com a intenção da Administração, na data da contratação da operação, levando-se em conta se sua finalidade é para proteção contra risco (hedge) ou não. As operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos destinam-se a atender as necessidades próprias para administrar a exposição global da Instituição, no sentido de administrar suas posições. As valorizações ou desvalorizações são registradas em contas de receitas ou despesas dos respectivos instrumentos financeiros. Os instrumentos financeiros derivativos utilizados para mitigar os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercado dos ativos e passivos financeiros são considerados como instrumentos de proteção (hedge) e são classificados de acordo com sua natureza em: • Hedge de risco de mercado: os instrumentos financeiros classificados nesta categoria, bem como seus ativos e passivos financeiros relacionados, objeto de hedge, têm seus ganhos e perdas, realizados ou não realizados, registrados em conta de resultado; e • Hedge de fluxo de caixa: os instrumentos financeiros classificados nesta categoria, têm parcela efetiva das valorizações ou desvalorizações registrada, líquidas dos efeitos tributários, em conta destacada no Patrimônio Líquido. A parcela não efetiva do respectivo hedge é reconhecida diretamente em conta de resultado. g) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros créditos - Diversos” e; as provisões para as obrigações fiscais diferidas sobre ajustes a valor de mercado dos títulos, valores mobiliários e atualização monetária sobre depósitos judiciais são registradas na rubrica “Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias”. Os créditos tributários sobre as adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente baseados nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro é calculada considerando a alíquota de 15% para empresas do segmento financeiro. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos Artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção das mencionadas Leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. h) Despesas antecipadas São representadas pelas aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos direitos de benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros, sendo registrados no resultado de acordo com o princípio da competência. Os custos incorridos que estão relacionados com ativos correspondentes, que gerarão receitas em períodos subsequentes, são apropriados ao resultado de acordo com os prazos e montantes dos benefícios esperados e baixados diretamente no resultado, quando os bens e direitos correspondentes já não fizerem parte dos ativos da Instituição ou os benefícios futuros esperados não puderem ser realizados. continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
8 -.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
...continuação
Banco Bradesco BBI S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 06.271.464/0001-19 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS i) Investimentos Os investimentos em empresas controladas e coligadas com influência significativa ou participação de 20% ou mais no capital votante são avaliados pelo método de equivalência patrimonial. Os incentivos fiscais e outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas/redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. j) Imobilizado Corresponde aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram os riscos, benefícios e controles dos bens para a entidade. É demonstrado ao custo de aquisição, líquido das respectivas depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: imóveis de uso - 4% ao ano e móveis e utensílios e máquinas e equipamentos - 10% ao ano e ajustados por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. k) Diferido Contempla ágio de incorporação, líquido da devida amortização fundamentada em rentabilidade futura da carteira de clientes. A partir de 8 de dezembro de 2008 as novas operações passaram a ser registradas no ativo intangível de acordo com a Carta Circular nº 3.357/08 do BACEN. l)) Intangíveis É composto por softwares, que estão registrados ao custo, deduzido da amortização pelo método linear durante a vida útil estimada (20% ao ano), a partir da data da sua disponibilidade para uso e ajustados por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. Gastos com o desenvolvimento interno de softwares são reconhecidos como ativo quando é possível demonstrar a intenção e a capacidade de concluir tal desenvolvimento, bem como mensurar com segurança os custos diretamente atribuíveis ao mesmo, que serão amortizados durante sua vida útil estimada, considerando os benefícios econômicos futuros gerados. m) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) Os títulos e valores mobiliários classificados na categoria títulos disponíveis para venda e ativos não financeiros, exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente, para determinar se há alguma indicação de perda por redução ao valor recuperável (impairment), e caso seja detectada uma perda, esta é reconhecida no resultado do período quando o valor contábil do ativo exceder o seu valor recuperável apurado pelo: (i) potencial valor de venda, ou valor de realização deduzido das respectivas despesas ou (ii) valor em uso calculado pela unidade geradora de caixa, dos dois o maior. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos. n) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas (Nota 13a); • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos Contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas (Nota 13b e 13c); e • Obrigações Legais - Provisão para Riscos Fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis (Nota 13b).
o) Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos (em base pro rata dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias incorridos (em base pro rata dia). p) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente que requer ajustes ou divulgações para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2012. 4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 2 2 134.598 134.600
2012 Disponibilidades em moeda nacional ...................................................................................................... Total de disponibilidades (caixa) ......................................................................................................... Aplicações interfinanceiras de liquidez (1) .............................................................................................. Total caixa e equivalentes de caixa .....................................................................................................
7 7 194.319 194.326
(1) Refere-se a operações cujo vencimento, na data da efetiva aplicação, foi igual ou inferior a 90 dias e apresentem risco insignificante de mudança de valor justo. 5) APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ a) Vencimentos 1 a 30 dias
Em 31 de dezembro - R$ mil Total 2012 2011
31 a 180 dias
Aplicações no mercado aberto: Posição bancada ............................................................................ 194.319 194.319 134.598 Letras do tesouro nacional ............................................................... 134.598 Notas do tesouro nacional................................................................ 194.319 194.319 Aplicações em depósitos interfinanceiros .................................. 5.462.960 5.462.960 5.028.391 Total em 2012 .................................................................................. 194.319 5.462.960 5.657.279 Total em 2011 .................................................................................. 134.598 5.028.391 5.162.989 b) Receitas de aplicações interfinanceiras de liquidez Classificadas na demonstração de resultado como resultado de operações com títulos e valores mobiliários. Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Rendas de aplicações em operações compromissadas: Posição bancada ..................................................................................................................................... 8.286 13.204 Subtotal .................................................................................................................................................. 8.286 13.204 Rendas de aplicações em depósitos interfinanceiros ............................................................................. 422.028 487.357 Total (Nota 6c)........................................................................................................................................ 430.314 500.561
6) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Classificação por categorias e prazos
1 a 30 dias 251.273 251.238 35 140 140 251.413 307.505
Títulos (1) Títulos para negociação (3) .............................................................. Letras financeiras do tesouro .............................................................. Cotas de fundos .................................................................................. Debêntures .......................................................................................... Instrumentos financeiros derivativos ................................................... Títulos disponíveis para venda (4)................................................... Ações................................................................................................... Debêntures .......................................................................................... Total em 2012 ..................................................................................... Total em 2011 .....................................................................................
31 a 180 dias 1.679 165 1.514 1.679 2.885
181 a 360 dias 89.806 87.164 72 2.570 89.806 28.848
Acima de 360 dias 176.776 60.989 84.671 31.116 176.776 288.216
Valor de mercado/ contábil (2) 519.534 148.153 251.238 84.908 35.235 140 140 519.674
2012 Valor de custo atualizado 506.392 148.141 251.238 85.162 21.851 506.392
Em 31 de dezembro - R$ mil 2011 Marcação a mercado 13.142 12 (254) 13.384 140 140 13.282
Valor de mercado/ contábil (2) 627.290 136.538 303.309 131.999 55.444 164 146 18
Marcação a mercado 9.034 12 (693) 9.715 150 146 4
627.454
9.184
(1) As aplicações em cotas de fundos de investimento administrados pelo Conglomerado Bradesco, foram distribuídas de acordo com os papéis que compõem suas carteiras, preservando a classificação da categoria dos fundos. Na distribuição dos prazos, foram considerados os vencimentos dos papéis, independentemente de sua classificação contábil; (2) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificação, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimento, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; (3) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante, exceto os instrumentos financeiros derivativos; e (4) Em 2012 não houve perdas não temporárias para os títulos classificados na categoria de disponíveis para venda. b) Instrumentos financeiros derivativos O BBI participa de operações envolvendo instrumentos financeiros derivativos, registrados em contas patrimoniais e de compensação, que se destinam a atender necessidades próprias. Essas operações envolvem uma variedade de derivativos, inclusive swaps de taxas de juros, swaps de moeda, futuros e opções. A política de gestão de riscos da Organização é fundamentada na utilização de instrumentos financeiros derivativos com o objetivo, predominantemente, de mitigar os riscos decorrentes das operações efetuadas pelo Bradesco e empresas controladas. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo, geralmente, baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo pode exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. Para instrumentos financeiros derivativos, cotações de preço de mercado são usadas para determinar o valor justo destes instrumentos. O valor justo dos swaps é determinado utilizando técnicas de modelagem de fluxo de caixa descontado que usam curvas de rendimento, refletindo os fatores de risco adequados. As informações para construir as curvas de rendimento são obtidas, principalmente, na Bolsa de Mercadorias e Futuros - BM&FBOVESPA (BMF&BOVESPA) e no mercado secundário doméstico e internacional. Estas curvas de rendimento são utilizadas para determinar o valor justo dos swaps de moeda, de taxa de juros e swaps com outros fatores de risco. O valor justo dos contratos a termo e de futuros também é determinado com base em cotações de preços de mercado para derivativos negociados em bolsa ou utilizando metodologias similares àquelas descritas para swaps. O valor justo das opções é determinado com base em modelos matemáticos, tais como Black & Scholes, usando curvas de rendimento, volatilidades implícitas e o valor justo do ativo correspondente. Os preços atuais de mercado são usados para precificar as volatilidades. Os instrumentos financeiros derivativos no Brasil referem-se, substancialmente, a operações de swap e futuros, sendo registradas na Câmara de Custódia e Liquidação - CETIP (CETIP) e na BM&FBovespa. As operações envolvendo contratos futuros de índices e moedas são efetuadas pela Administração, no sentido de proteção das exposições globais da Instituição. I - Valor dos instrumentos registrados em contas patrimoniais e de compensação Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Valor global Valor líquido Valor global Valor líquido Contratos futuros Compromissos de venda:.............................................................. 217 178 - Mercado interfinanceiro.................................................................. 217 217 178 178 Contratos de opções Compromissos de compra: ........................................................... 35.180 - Mercado interfinanceiro.................................................................. 35.180 Compromissos de venda:.............................................................. 871.500 - Mercado interfinanceiro.................................................................. 871.500 836.320 Contratos de swap Posição ativa:.................................................................................. 409.837 1.132.315 - Mercado interfinanceiro.................................................................. 165.987 624.493 68.791 - Prefixados ...................................................................................... 272 16.034 148 - Moeda estrangeira ......................................................................... 40.118 132 76.879 - IGP-M ............................................................................................. 3.835 21 121.286 - Outros............................................................................................. 199.625 36.307 293.623 Posição passiva:............................................................................. 416.038 1.159.878 - Mercado interfinanceiro.................................................................. 208.615 42.628 555.702 - Prefixados ...................................................................................... 305 33 15.886 - Moeda estrangeira ......................................................................... 39.986 84.529 7.650 - IGP-M ............................................................................................. 3.814 121.399 113 - Outros............................................................................................. 163.318 382.362 88.739 Nos derivativos estão incluídas as operações vencíveis em D+1. II - Composição dos instrumentos financeiros derivativos (ativos e passivos), demonstrada pelo seu valor de custo atualizado e valor de mercado Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Ajuste a Ajuste a Custo valor de Valor de Custo valor de Valor de atualizado mercado mercado atualizado mercado mercado Ajuste a receber - swap ........................................... 21.851 13.384 35.235 45.534 9.910 55.444 Prêmios de opções a exercer .................................. 195 (195) Total do Ativo em 2012.......................................... 21.851 13.384 35.235 Total do Ativo em 2011.......................................... 45.729 9.715 55.444 Ajuste a pagar - swap .............................................. (27.346) (14.090) (41.436) (70.460) (12.547) (83.007) Prêmios de opções lançadas .................................. (5.560) 5.560 Total do Passivo em 2012 ..................................... (27.346) (14.090) (41.436) Total do Passivo em 2011 ..................................... (76.020) (6.987) (83.007) III - Contratos futuros e de swap 1 a 90 dias Contratos futuros ..................................................... Contratos de opções ............................................... Contratos de swap................................................... Total em 2012 ......................................................... Total em 2011 .........................................................
247 247 1.017.590
91 a 180 dias
181 a 360 dias
16.764 16.764 25.470
16.305 16.305 565.889
Acima de 360 dias 217 341.286 341.503 374.780
Em 31 de dezembro - R$ mil Total 2012 2011 217 178 906.680 374.602 1.076.871 374.819 1.983.729
IV - Tipos de margem oferecida em garantia para instrumentos financeiros derivativos Em 31 de dezembro - R$ mil 2011
2012 Títulos públicos Letras financeiras do tesouro .................................................................................................................. Total ........................................................................................................................................................
7.975 7.975
33.133 33.133
V - Valores das receitas e das despesas líquidas
Contratos de swap................................................................................................................................... Contratos de opções ............................................................................................................................... Contratos futuros ..................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 (343) (10.968) 49 (23) (7) (366) (10.926)
VI - Valores globais dos instrumentos financeiros derivativos, separados por local de negociação
CETIP (balcão) ........................................................................................................................................ BM&F (bolsa)........................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ c) Resultado de títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos
Receita de aplicações interfinanceiras de liquidez (Nota 5b).................................................................. Títulos de renda fixa ................................................................................................................................ Títulos de renda variável ......................................................................................................................... Fundos de investimentos (1) ................................................................................................................... Subtotal .................................................................................................................................................. Rendas de operações com derivativos.................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 374.602 1.076.871 217 906.858 374.819 1.983.729 Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 430.314 500.561 21.842 67.048 57 3.822 (51.500) 6.779 400.713 578.210 (366) (10.926) 400.347 567.284
(1) Em 2012, desvalorização com Títulos e Valores Mobiliários. 7) RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS - CRÉDITOS VINCULADOS a) Créditos vinculados Recolhimento recursos crédito rural (1) .................................................................................................. Total ........................................................................................................................................................
Remuneração Não remunerado
R$ mil 536 536
(1) Conforme Circular nº 3.460/09 do BACEN, a partir de agosto de 2010, os Bancos ficaram obrigados a recolher os recursos do crédito rural (sobre recursos à vista) que não foram emprestados, com devolução em agosto de 2013. b) Resultado das aplicações compulsórias No exercício correspondem a R$ 206 mil, inseridos no item Resultado das Aplicações Compulsórias da “Demonstração do Resultado”. 8) OUTROS CRÉDITOS a) Rendas a Receber
Tarifa sobre prestação de serviços.......................................................................................................... Dividendos............................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ b) Diversos
Créditos tributários (Nota 25c)................................................................................................................. Impostos e contribuições a compensar ................................................................................................... Depósitos em garantia de recursos fiscais.............................................................................................. Depósitos em garantia de recursos trabalhistas ..................................................................................... Pagamentos a ressarcir........................................................................................................................... Depósitos em garantia de outros recursos.............................................................................................. Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 44.810 8.312 2.521 6.515 47.331 14.827 Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 129.633 138.556 49.220 44.617 12.329 12.934 9.483 11.619 6.295 5.946 2.546 2.519 512 258 210.018 216.449
9) INVESTIMENTOS a) Os ajustes decorrentes da avaliação pelo método de equivalência patrimonial dos investimentos foram registrados em contas de resultado, sob a rubrica de “Resultado de Participações em Coligadas e Controladas”
Empresas BEM - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. ................. Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários ................... BRAM Bradesco Asset Management S.A. DTVM ............................... STVD Holdings S.A. ............................................................................ Ágora CTVM S.A. ................................................................................ Total ....................................................................................................
Capital Social 8.700 234.000 117.000 912.000 149.000
Patrimônio Líquido ajustado 21.992 530.721 254.059 1.426.960 317.923
Quantidade de ações/cotas possuídas (em milhares) Ações Cotas 4.650 485.275 9.322 25.862 10.465 -
Participação no Capital Social % 99,999 100,000 100,000 0,274 100,000
Lucro Líquido ajustado 5.699 64.687 21.946 76.928 22.155
Valor contábil 2012 2011 21.992 16.347 530.721 466.721 254.059 232.322 3.904 3.696 317.923 296.301 1.128.599 1.015.387
Em 31 de dezembro - R$ mil Ajuste decorrente de avaliação (1) 2012 2011 5.699 10.062 64.687 66.759 21.946 22.870 211 267 22.155 27.650 114.698 127.608
(1) Ajuste decorrente de avaliação, considera os resultados apurados, periodicamente, pelas companhias e inclui variações patrimoniais das investidas não decorrentes de resultados, quando aplicáveis. b) Composição de outros investimentos
Investimentos em outras companhias ..................................................................................................... Títulos patrimoniais ................................................................................................................................. Investimentos por incentivos fiscais ........................................................................................................ Ações (1) ................................................................................................................................................. Obras de arte .......................................................................................................................................... Subtotal .................................................................................................................................................. Provisão para perdas .............................................................................................................................. Total ........................................................................................................................................................
Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 23 23 401 401 272 272 225.279 225.279 11 11 225.986 225.986 (306) (306) 225.680 225.680
(1) Refere-se, substancialmente, a ações da BM&FBovespa. 10) IMOBILIZADO DE USO
Taxa Imóveis de uso: - Edificações ........................................................................................... - Terrenos................................................................................................ Instalações, móveis e equipamentos...................................................... Sistema de processamento de dados, comunicação e segurança ........ Total em 2012 ........................................................................................ Total em 2011 ........................................................................................
4% 10% 20%
Custo 961 30 3.081 1.678 5.750 5.021
Depreciação (750) (1.168) (873) (2.791) (2.254)
Em 31 de dezembro - R$ mil Custo Líquido de Depreciação 2012 2011 211 30 1.913 805 2.959
249 30 1.775 713
II - Obrigações Legais - Provisão para riscos fiscais A Instituição vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, os quais estão totalmente provisionados não obstante as boas chances de êxito a médio e longo prazo, de acordo com a opinião dos assessores jurídicos. III - Movimentação das Provisões Constituídas Em 31 de dezembro - R$ mil Fiscais e Cíveis Previdenciárias (1) No início do exercício............................................................................................................................ 9.265 8.264 Atualização Monetária ............................................................................................................................. 142 20 Constituições líquidas de Reversões....................................................................................................... 3.843 Pagamentos............................................................................................................................................. (463) (1.955) No final do exercício (Nota 14) ............................................................................................................. 8.944 10.172 (1) Compreende, substancialmente, obrigações legais. c) Passivos Contingentes classificados como perdas possíveis A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a Instituição figura como “autora” ou “ré” e, amparada na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas análises sobre as tendências jurisprudenciais e efetivada, se necessária, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto os processos contingentes avaliados como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. O principal processo com essa classificação é a Autuação de IRPJ e CSLL, relativos aos anos-bases de 2007 e 2008, lançados sobre glosa de amortização de ágio na aquisição de investimentos, no valor de R$ 115.053 mil. 14) OUTRAS OBRIGAÇÕES a) Fiscais e previdenciárias
2.767
11) DIFERIDO Provisão para riscos fiscais (Nota 13b) ................................................................................................... Representado pelo ágio apurado na aquisição de investimento da Ágora Corretora, correspondentes a rentabilidade futura da carteira de clientes, sendo Impostos e contribuições sobre lucros a pagar ....................................................................................... amortizado em até cinco anos. No exercício foram amortizados ágios no montante de R$ 98.309 mil (2011 - R$ 98.309 mil). Provisão para impostos e contribuições diferidos (Nota 25c).................................................................. Impostos e contribuições a recolher........................................................................................................ 12) INTANGÍVEL Corresponde a Gastos em Desenvolvimento de Software. O valor do custo líquido de amortização corresponde a R$ 130 mil (2011 - R$ 145 mil) e Total ........................................................................................................................................................ b) Diversas amortização acumulada de R$ 113 mil (2011 - R$ 67 mil). 13) PROVISÕES, ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS a) Ativos Contingentes Não são reconhecidos contabilmente ativos contingentes. b) Provisões classificadas como perdas prováveis e Obrigações Legais - Fiscais e Previdenciárias A Instituição é parte em processos judiciais, de natureza cível e fiscal, decorrentes do curso normal de suas atividades. Na constituição das provisões a Administração leva em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. A Administração da Instituição entende que a provisão constituída é suficiente para atender as perdas decorrentes dos respectivos processos. O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o desfecho da ação, representado por decisões judiciais, sobre as quais não caiba mais recursos, ou a sua prescrição. I - Processos cíveis São pleitos de indenização por dano moral e patrimonial. Essas ações são controladas individualmente e provisionadas sempre que a perda for avaliada como provável, considerando a opinião de assessores jurídicos, natureza das ações, similaridade com processos anteriores, complexidade e posicionamento de Tribunais. Não existem, em curso, processos administrativos significativos por descumprimento de normas do Sistema Financeiro Nacional ou de pagamento de multas que possam causar impactos representativos no resultado financeiro da Instituição.
Provisão para pagamentos a efetuar (1) ................................................................................................. Provisão cíveis (Nota 13b)....................................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 10.172 8.264 167.021 170.944 3.284 3.914 11.398 10.666 191.875 193.788 Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 82.318 55.216 8.944 9.265 2.512 814 93.774 65.295
(1) Inclui Participações nos Lucros e Resultados de empregados nos montantes de R$ 56.028 mil (2011 - R$ 33.869 mil). 15) PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital social O capital social no montante de R$ 4.537.929 mil, totalmente subscrito e integralizado é dividido em 4.727.522.077 ações ordinárias, nominativas escriturais, sem valor nominal. b) Reservas de Capital A reserva de capital refere-se a ágio pago na subscrição de ações. É utilizada para: (i) absorção de prejuízos que ultrapassarem os lucros acumulados e as reservas de lucros; (ii) resgate, reembolso ou compra de ações; (iii) resgate de partes beneficiárias; e (iv) incorporação ao capital social. continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
9
...continuação
Banco Bradesco BBI S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 06.271.464/0001-19 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS c) Reservas de Lucros Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 2.426.631 1.982.495 128.891 106.472 2.297.740 1.876.023
Reservas de Lucros .............................................................................................................................. - Reserva Legal (1).................................................................................................................................. - Reserva Estatutária (2) .........................................................................................................................
(1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos; e (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Sociedade, pode ser constituída em 100% do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado. d) Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Aos acionistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente semestrais e mensais, utilizando-se das contas de lucros Acumulados ou de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. O cálculo dos dividendos relativos aos exercícios findos em 31 de dezembro está demonstrado a seguir: R$ mil 2012 2011 Lucro Líquido......................................................................................................................................... 448.396 465.648 (-) Reserva Legal - 5% sobre o lucro....................................................................................................... (22.419) (23.283) Base de cálculo ....................................................................................................................................... 425.977 442.365 Dividendos propostos .............................................................................................................................. 4.260 4.423 Percentual em relação ao lucro líquido ajustado..................................................................................... 1,0% 1,0% Valor em Reais por lote de mil ações ...................................................................................................... 0,90 0,94 16) RECEITAS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
Colocação underwriting ........................................................................................................................... Análise técnica underwriting.................................................................................................................... Análise financeira .................................................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 284.911 199.538 115.052 55.721 103.254 42.280 44.458 8.579 547.675 306.118
17) DESPESAS DE PESSOAL
Proventos................................................................................................................................................. Participação dos empregados nos lucros................................................................................................ Benefícios................................................................................................................................................ Encargos sociais ..................................................................................................................................... Treinamentos ........................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 35.227 43.961 58.783 26.210 22.873 19.163 11.815 14.265 327 355 129.025 103.954
18) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS
Serviços de terceiros............................................................................................................................... Aluguel..................................................................................................................................................... Viagens.................................................................................................................................................... Contribuições filantrópicas ...................................................................................................................... Comunicações......................................................................................................................................... Propaganda, promoções e publicidade ................................................................................................... Serviços técnicos especializados............................................................................................................ Transportes.............................................................................................................................................. Depreciação e amortização..................................................................................................................... Materiais, energias e outros .................................................................................................................... Manutenção e conservação de bens....................................................................................................... Serviços do sistema financeiro................................................................................................................ Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 55.538 47.035 4.402 3.823 4.912 3.758 2.014 2.870 3.015 2.501 1.680 1.559 1.973 1.369 790 713 650 546 368 540 323 355 201 97 944 930 76.810 66.096
19) DESPESAS TRIBUTÁRIAS
Contribuição à COFINS........................................................................................................................... Impostos sobre serviços - ISS................................................................................................................. Contribuição ao PIS................................................................................................................................. Impostos e taxas ..................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 38.657 35.159 27.083 15.190 6.282 5.713 156 206 72.178 56.268
20) OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS
Dividendos/Juros sobre capital próprio recebidos................................................................................... Juros Selic sobre impostos a compensar................................................................................................ Comissões............................................................................................................................................... Reversão de provisão operacional .......................................................................................................... Atualização monetária sobre depósitos vinculados................................................................................. Recuperação de encargos e despesas ................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 8.769 10.469 2.439 6.773 8.518 3.208 2.000 1.149 724 1.095 293 260 725 8 23.468 22.962
21) OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS
Amortização de ágio................................................................................................................................ Variações monetárias e cambiais............................................................................................................ Comissão de Intermediação de Operação .............................................................................................. Indenizações pagas................................................................................................................................. Provisão para contingências cíveis ......................................................................................................... Provisão para contingências ................................................................................................................... Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 98.736 99.041 2.951 2.661 17.064 443 142 193 5.391 4.368 6.835 128.652 109.173
22) RESULTADO NÃO OPERACIONAL
Ganho na venda de Investimentos .......................................................................................................... Rendas de aluguéis................................................................................................................................. Resultado na alienação de valores e bens.............................................................................................. Reversão/(provisão) para desvalorização de bens.................................................................................. Total ........................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 10.077 98 92 (682) (187) (72) 700 116 9.910
23) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com o controlador, controladas e coligadas estão assim representadas: 2012 Ativos (passivos) Aplicações em depósitos interfinanceiros: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... Aplicações no mercado aberto: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... Instrumentos financeiros derivativos: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... Prestação de serviços: Bradesco S.A. CTVM........................................................................ Dividendos: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... BRAM Bradesco Asset Management S.A. DTVM ........................... Bradesco S.A. CTVM........................................................................ Miramar Holdings S.A. ..................................................................... Ágora CTVM S.A. ............................................................................ BEM DTVM S.A. .............................................................................. STVD Holdings S.A. ........................................................................ Aluguel: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... Outros serviços: Banco Bradesco S.A. .......................................................................
Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Receitas Receitas (despesas) (despesas)
2011 Ativos (passivos)
5.462.960
5.028.391
422.028
487.357
194.319
134.598
8.286
13.204
(3.392)
(49.771)
(9)
(9)
-
-
98
48
26.425 (4.190) 208 615 1.432 210 54 2
(2.209) (4.351) 218 634 3.052 263 96 3
-
-
-
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(17.064)
b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Assembleia Geral Ordinária é fixado: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, a ser paga aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores da Instituição. Para 2012, foi determinado o valor máximo de R$ 16.000 mil (2011 - R$ 23.000 mil) para remuneração dos Administradores e de R$ 9.700 mil (2011 R$ 7.000 mil) para custear planos de previdência complementar de contribuição definida. Benefícios de Curto Prazo a Administradores Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Proventos................................................................................................................................................. 13.730 20.044 Contribuição ao INSS .............................................................................................................................. 3.089 4.510 Total ........................................................................................................................................................ 16.819 24.554 Benefícios pós-emprego Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Planos de previdência complementar de contribuição definida............................................................... 6.531 6.530 Total ........................................................................................................................................................ 6.531 6.530 A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração em instrumento baseado em ações, nos termos do CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações, aprovado pela Resolução CMN nº 3.989/11, para seu pessoal-chave da Administração. Outras informações Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos Conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares. 24) BENEFÍCIOS A EMPREGADOS O Bradesco BBI (atual denominação do Banco BEM S.A.) patrocina planos de aposentadoria complementar de benefício definido e de contribuição definida, por meio da Caixa de Assistência e Aposentadoria dos Funcionários do Banco do Estado do Maranhão - Capof. As obrigações atuariais dos planos de contribuição definida e benefício definido estão integralmente cobertas pelos patrimônios dos planos. Os recursos garantidores dos planos de previdência são investidos de acordo com a legislação pertinente (títulos públicos e privados, ações de companhias abertas e imóveis). 25) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social
Resultado antes do imposto de renda e contribuição social ................................................................... Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente .. Efeito no cálculo dos tributos: Participações em coligadas e controladas .............................................................................................. Despesas indedutíveis líquidas de receitas não tributáveis .................................................................... Outros valores ......................................................................................................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 680.116 699.853 (272.047) (279.941) 45.879 (7.152) 1.600 (231.720)
51.043 (7.283) 1.976 (234.205)
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2012 2011 Impostos correntes Imposto de renda e contribuição social devidos...................................................................................... Impostos diferidos Realização no exercício, sobre adições temporárias .............................................................................. Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos
(222.797)
(221.345)
(8.923) (231.720)
(12.860) (234.205)
R$ mil Saldo em Saldo em 31.12.2011 Constituição Realização 31.12.2012 Provisão para créditos de liquidação duvidosa ........................................ 15.705 15.705 Provisão para riscos - cíveis..................................................................... 3.534 57 185 3.406 Provisão para riscos - fiscais.................................................................... 3.478 1.485 1.431 3.532 Provisão para desvalorização de bens não de uso.................................. 894 29 309 614 Provisão para desvalorização de títulos e investimentos ......................... 153 153 Ágio amortizado ....................................................................................... 69.201 20.882 48.319 Ajuste a valor de mercado dos títulos para negociação........................... 391 391 Outros....................................................................................................... 19.178 30.674 18.752 31.100 Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias............. 112.143 32.636 41.559 103.220 Contribuição social MP nº 2.158-35 de 24.8.2001 ................................... 26.413 26.413 Total dos créditos tributários (Nota 7b)................................................ 138.556 32.636 41.559 129.633 Obrigações fiscais diferidas (Nota 14a).................................................... 3.914 289 919 3.284 Crédito tributário líquido das obrigações fiscais diferidas ................ 134.642 32.347 40.640 126.349 d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias, prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social e crédito tributário de contribuição social MP nº 2.158-35 Em 31 de dezembro de 2012 - R$ mil Diferenças temporárias Crédito tributário de Imposto Contribuição contribuição social de renda social MP nº 2.158-35 Total 2013.................................................................... 26.005 13.762 22.439 62.206 2014.................................................................... 26.083 13.643 3.974 43.700 2015.................................................................... 12.733 5.809 18.542 2016.................................................................... 3.234 1.951 5.185 Total ................................................................... 68.055 35.165 26.413 129.633 A projeção de realização de crédito tributário é uma estimativa e não está diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, somam R$ 125.051 mil (2011 R$ 130.800 mil) sendo R$ 99.127 mil (2011 - R$ 104.976 mil) de diferenças temporárias e R$ 25.924 mil (2011 - R$ 25.824 mil) de crédito tributário de contribuição social MP nº 2.158-35. e) Obrigações fiscais diferidas A sociedade possui obrigações fiscais diferidas de imposto de renda e contribuição social no montante de R$ 3.284 mil (2011 - R$ 3.914 mil) relativas a: Ajuste a valor de mercado dos títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos - R$ 56 mil (2011 - R$ 975 mil) e atualização monetária de depósitos judiciais de R$ 3.228 mil (2011 - R$ 2.939 mil). 26) OUTRAS INFORMAÇÕES a) Gerenciamento de riscos A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos negócios da Organização Bradesco, motivo de constante aprimoramento desta atividade na busca das melhores práticas. A Organização Bradesco exerce o controle corporativo dos riscos de modo integrado e independente, preservando e valorizando o ambiente de decisões colegiadas, desenvolvendo e implementando metodologias, modelos, ferramentas de mensuração e controle. Promove ainda a atualização dos colaboradores em todos os níveis hierárquicos, desde as áreas de negócios até o Conselho de Administração. O processo de gerenciamento permite que os riscos sejam proativamente identificados, mensurados, mitigados, acompanhados e reportados, o que se faz necessário em face da complexidade dos produtos financeiros e do perfil da atividade da Organização Bradesco. O BBI como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, de mercado, de liquidez e operacional. b) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, o Comitê de pronunciamentos Contábeis (CPC) emitiu alguns procedimentos contábeis, suas orientações e interpretações, os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovadas pelo CMN. Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); • Resolução nº 3.973/11 - Evento subsequente (CPC 24); • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento baseado em Ações (CPC 10); • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23); e • Resolução nº 4.144/12 - Pronunciamento Conceitual Básico (R1). Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será de maneira prospectiva ou retrospectiva.
A DIRETORIA Daniel José Liberati – Contador – CRC 1SP178435/O-6
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RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Aos Administradores do Banco Bradesco BBI S.A. Osasco - SP
Examinamos as demonstrações contábeis do Banco Bradesco BBI S.A. (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 Opinião e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício e semestre, findos naquela data, Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. e financeira do Banco Bradesco BBI S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício e semestre, findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis do Brasil. A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou Outros assuntos como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Demonstrações do valor adicionado Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o Responsabilidade dos auditores independentes exercício e semestre, findos em 31 de dezembro de 2012, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Osasco, 14 de fevereiro de 2013 Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos KPMG Auditores Independentes José Claudio Costa relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são CRC 2SP014428/O-6 Contador CRC 1SP167720/O-1
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olítica
Hoje: eleição para parlamento italiano. No Brasil. Dois candidatos ao Senado disputam votos aqui para cadeiras na Itália. Mário Tonocchi
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ermina hoje, às 16h, o prazo para os cidadãos italianos residentes no exterior e os ítalo-brasileiros escolherem representantes brasileiros ao Parlamento Italiano. Eles devem entregar seus votos nos consulados. Os dois concorrentes ao Senado são Andrea Ruggeri do Italiani per La Libertá e Edoardo Pollastri, do Unione Sudamerica na Emigrati Italiani.
Eleito senador ou não, esse ano Ruggeri quer começar a construção do hospital italiano em SP. Também pretende montar um banco de dados para que os descendentes enc ont rem s ua s origens por meio de certidões de nascimento ou de batismo de seus ascendentes na Itália. Pollastri tenta a reeleição. Para ele, o principal, hoje, é enfrentar a fila de pretendentes à cidadania italiana na América do Sul: "Em 2006 conseguimos fazer o governo italiano
contratar 150 pessoas a mais nos consulados do mundo todo para acelerar o processo de cidadania, mas temos que atuar mais nessa questão". Desde 2006, italianos e descendentes que vivem no exterior podem eleger 12 deputados e 6 senadores do Parlamento. As cadeiras são divididas por continentes. Na América Latina, serão eleitos 4 deputados e 2 senadores. Na Itália, as eleições se darão no próximo domingo, 24, e na segunda-feira, 25.
Andrea Ruggeri quer começar a construção do hospital italiano em SP. Divulgação
Divulgação
Edoardo Pollastri pretende agilizar a naturalização.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
ACIDENTES Pesquisa da Secretaria da Saúde revela que subiu o número de mortos e internações em acidentes envolvendo motociclistas no Estado de São Paulo.
idades Nelson Antoine/Estadão Conteúdo
SP: dispara número de mortes em acidentes de motos. Em dois anos, índice de motociclistas que morreram subiu 18%.
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evantamento feito pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo revela que, em dois anos, o número de motociclistas mortos em acidentes de trânsito aumentou 18%. Os gastos com internações por esse tipo de acidente na rede estadual de saúde de São Paulo quase dobrou nesse período, entre 2009 e 2011. Os dados apontam que, em 2009, morreram em todo o Estado 1.479 motociclistas. Em 2011, o número subiu para 1.721, uma média de quase 5 óbitos por dia. O estudo mostra ainda que, somente em 2011, foram internados cerca de 55 motociclistas por dia no Estado. Em 2011, também foram gastos no Estado cerca de R$ 27,2 milhões com internações de motociclistas, valor 76% superior aos R$ 15,4 milhões gastos em 2008. "Esse aumento nos gastos se deve à maior complexidade dos casos ao longo dos anos. Os
1.721 motociclistas morreram no Estado de São Paulo, em 2011. No mesmo período, foram gastos R$ 27,2 milhões com internações. acidentes estão cada vez mais violentos, provavelmente por causa da imprudência e excesso de velocidade", afirma Julia Greve, médica do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Ranking – Em um comparativo regional, quem lidera o ranking de internações de motociclistas é a região de Araçatuba, onde a taxa de internação foi cinco vezes maior em dois
anos. Em 2008 foi registrada uma taxa de 1,13 internações por 10 mil habitantes. Em 2011, esse índice subiu para 6,06 internações por 10 mil habitantes. A única região do Estado a apresentar queda no número de internações foi Barretos, no norte paulista onde a taxa foi de 3,21 internações por 10 mil habitantes em 2008 e 2,94 internações por 10 mil habitantes em 2011. Na Grande São Paulo foram internados 7.299 motociclistas em 2008 e 10.674 em 2011. Apesar de ser um número bem superior ao de outras regiões, a taxa de internação não é a mais alta, visto que a população da região também é maior. Em 2008, a taxa de internação de motociclistas na região foi 3,72 e, em 2011, 5,38 – um aumento de 44,72%. Até setembro de 2012 foram internados na região 7.647 motociclistas vítimas de acidentes de trânsito. (Folhapress)
Ajuda americana em Santa Maria
O
americano Patrick Lynch, que foi procuradorgeral de Justiça do Estado de Rhode Island, chegou na terça ao Rio Grande do Sul para colaborar com as investigações sobre o incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, que matou 239 pessoas. Lynch foi responsável pela acusação criminal que resultou em condenações no caso da boate The Station, onde morreram cem pessoas em
um incêndio, em 2003, em Rhode Island (EUA). A tragédia completou dez anos ontem. Ele se reuniu com o procurador-geral do Ministério Público gaúcho, Eduardo de Lima Veiga, em Porto Alegre, ontem, antes de seguir para Santa Maria. O incêndio na casa noturna americana gerou um processo que levou à prisão proprietários do local. Centenas de milhões de dólares foram pagos em indenizações às vítimas.
Assim como no caso da Kiss, o fogo também começou durante um show pirotécnico. A tragédia causou uma reformulação em normas de prevenção a incêndios nos EUA. Lynch deve visitar a boate no interior gaúcho e trocar impressões com policiais responsáveis pela investigação. A Promotoria gaúcha tem um grupo para acompanhar o inquérito que apura as responsabilidades pela tragédia. (Folhapress)
Crânio é encontrado em vaso no Centro de São Paulo
U
m crânio humano foi encontrado numa rua particular entre dois prédios, na altura da avenida São Luis, na República, centro de São Paulo. A cabeça estava embrulhada em papel de presente rosa, amarrada com barbantes. A polícia foi chamada ao local depois que um curioso abriu o pacote e fez uma denúncia anônima. O homem contou aos policiais que pensou, inicialmente, que fosse de brinquedo. O crânio estava dentro de um vaso decorativo e atraiu um grupo de curiosos. Antonio Luis Tuckumantel, delegado titular do 3º DP (Campos Elíseos), que investiga o caso, informou que um inquérito já foi instaurado. (Folhapress)
Motociclistas fazem fila para desviar do trânsito de São Paulo: gastos com internações também subiram.
Campinas: polícia recupera parte dos tablets e celulares roubados. Marco Ambrósio/Estadão Conteúdo
P
oliciais do Grupo de Operações Especiais recuperaram parte da carga de eletroeletrônicos roubada no domingo passado de uma empresa de logística de Campinas (a 93 km de São Paulo). A suspeita é que ao menos 30 ladrões em 18 veículos tenham participado do megarroubo. Dois suspeitos foram presos entre a noite de anteontem e a madrugada de ontem. Na terça, os policiais receberam a informação de que parte dos tablets e celulares levados da multinacional espanhola Celestics estariam em um imóvel no centro de Vargem Grande Paulista, na Grande São Paulo. Ao chegarem no local, acharam uma casa monitorada por câmeras onde estavam uma camionete Toyota Hilux usada no roubo, dezenas de caixas com parte dos equipamentos levados e um computador com arquivos de um circuito interno de TV que registrou a ação dos criminosos. Também
Veículo encontrado ontem por agentes da Polícia Civil: R$ 15 milhões. havia um equipamento bloqueador de sinais de rastreadores que estavam na carga. Na casa, havia três suspeitos. Dois fugiram. O terceiro, que foi preso, deu pistas sobre a outra parte da carga. Depois da prisão, os policiais se dividiram. Um grupo seguiu para o bairro do Rio Pequeno, na zona oeste da capital. Lá, encontraram um caminhão com centenas de caixas com tablets.
O outro grupo foi para a rodovia Raposo Tavares, em Cotia, onde acharam uma van e outro caminhão com mais produtos. O delegado Fábio Baena Martin, responsável pela investigação, estima que a carga recuperada custe cerca de R$ 15 milhões. Conforme policiais, o material recuperado é menos de um quarto de tudo que foi levado domingo. (Folhapress)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Já na Globo o espetáculo será apresentado pela jornalista MARIA BELTRÃO com comentários do ator JOSÉ WILKER. Na lista dos indicados ao prêmio de melhor filme estão Argo, Lincoln, Amor, O Lado Bom da Vida, A Hora Mais Escura, Os Miseráveis, As Aventuras de Pi, Indomável Sonhadora e Django (representado pela ilustração de Max).
Acontece no próximo DOMINGO (24), em Los Angeles, a 85ª cerimônia de entrega do OSCAR. Na edição deste ano, o eleito para apresentar a maior festa do cinema mundial é o comediante americano SETH MACFARLANE. No Brasil, o canal pago TNT e a TV GLOBO farão a transmissão, a partir das 20h30. Na TNT, o apresentador RUBENS EWALD Filho comandará a cerimônia.
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cultura
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Fotos: Divulgação
Inês Correa
Ópera-rock sem deprê
Proezas no reino de Oz Sérgio Roveri
A
o ser convidado pelos diretores Claudio Botelho e Charles Möeller para viver o Mágico no musical O Mágico de Oz, o cantor e apresentador Luiz Carlos Miéle elegantemente recusou, alegando se tratar de um personagem muito pequeno, nada além de uma participação. Alguns dias depois, Botelho e Möeller voltaram a procurar Miéle, desta vez para dizer que tinham incluído na trilha do espetáculo uma canção inédita, escrita especialmente para ele. A resposta, então, foi um sim. O dado ilustra o grau de liberdade de que a dupla de diretores desfrutou durante a adaptação deste clássico para os palcos nacionais. Inspirada no célebre filme de 1939, que lançou para o estrelado mundial, no papel da garota Dorothy, uma encantadora Judy Garland, então com 16 anos, a versão brasileira do musical entra em cartaz nesta sexta (22), no Teatro Alfa, com a promessa de efeitos especiais que pouco ficam a dever ao cinema. Möeller e Botelho afirmam que procuraram revestir o musical, que traz no elenco de 35 atores nomes conhecidos como os de Heloísa Perissé e Lucio Mauro Filho, de uma narrativa mais adulta, com influência nos filmes de Tim Burton e Fritz Lang.
A escolhida para viver Dorothy Gale, a garota que é arrastada por um furacão de sua Kansas natal para o reino de Oz, foi a jovem atriz Malu Rodrigues, de 18 anos, que já havia atuado em A Noviça Rebelde , Um Violinista no Telhado e O Despertar da Primavera. Quatro cãezinhos irão se revezar no papel de Totó, o animal de estimação da garota. Esta é a primeira vez, ao longo dos 31 musicais já produzidos por Charles Möeller e Cláudio Botelho, que um animal entra em cena. Catorze trocas de cenários, projeções, explosões, fogos, fumaça e mais de 300 peças de figurino respondem pelo requinte visual do espetáculo, principalmente nas sequências mais famosas da história, como as cenas do tornado, o aparecimento das bruxas, o voo de balão feito por Dorothy e o passeio pela famosa estrada dos tijolos amarelos - em que a garota tem como companhia o Espantalho, o Homem de Lata e o Leão Covarde.
O Mágico de Oz. Sexta (22). Teatro Alfa. Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722. Tel.: 5693-4000. Sexta, 21h30. Sábado, 16h e 20h. Domingo, 15h e 19h. R$ 40 a R$ 180. Livre.
Quase Normal: temas delicados.
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empre que se investe no novo, há riscos". São justificados e procedentes, portanto, os riscos que o diretor Tadeu Aguiar, autor da frase, assume ao colocar em cena um musical que leva ao palco um conjunto de assuntos pouco comuns ao gênero, como a bipolaridade, perda de filho, depressão e tratamento à base de eletrochoque. Mas foram estes assuntos, e principalmente a abordagem que se fez deles, os responsáveis pelo êxito, primeiro nos EUA e depois em vários países do mundo, de Quase Normal, ópera-rock que estreia nesta sexta(22) no Teatro Faap. O título faz referência ao principal anseio de uma família americana de classe média, a de ser quase normal, apesar da bipolaridade da mãe, Diana (papel da atriz Vanessa Gerbelli Ceroni), da rebeldia e da alienação da filha adolescente Natalie e dos esforços sobre-humanos e repetitivos do pai, Dan, de encontrar algum sentido para o seu clã. "Mesmo quem não gosta de musical, vai gostar desta peça", diz Aguiar. "Ela fala do homem, do amor e da amizade". Diário do Comércio - O musical Quase Normal aborda temas como bipolaridade, perdas familiares e eletrochoque. De que maneira encarar estes assuntos de forma equilibrada? Tadeu Aguiar - Basta olhar para tudo isso com compaixão, com amor e caridade. A peça não aposta no gratuito. Tudo nela é de uma seriedade ímpar, e, isso faz dela algo excepcional. Os autores levaram anos para finalizá-la e a pesquisa que fizeram está viva e emocionante em cena. Qual o grande diferencial de Quase Normal em relação à grande maioria dos musicais? - Quando estive em Nova York, em 2010, esse musical foi minha última escolha. Não imaginava ver um musical que falasse de depressão. Ao fim do primeiro ato eu já estava tomado de emoção. Na mesma hora pensei: isso é que é "teatro". É nisso que acredito, é isso que eu quero fazer. Adoro musicais. Qualquer um. Para assistir mas acho que para produzir, eu só acredito naquele em que o espectador saia modificado. A tradução das letras para o português, em função da contemporaneidade do tema, apresentou alguma dificuldade especial? - Muita. Fiz umas 60 versões do texto. É uma obra da qual não se pode fazer uma simples versão. Você tem temas que precisam ser colocados como são. Psiquiatria não dá para inventar, ela é o que é. O mesmo se dá com os remédios, sentimentos e doenças que precisam ser traduzidos. Encontrar equivalentes com rimas e com a métrica correta foi muito difícil. (Sérgio Roveri)
Quase Normal. Estreia sexta (22). Teatro Faap. Rua Alagoas, 903. Tel.: 3662-7233. Quinta e sexta, 21h. Sábado, 18h e 21h30, Domingo, 18h. R$ 80 a R$ 100. Censura: 14 anos.
Estudo coreográfico Rita Alves
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Kasulo Espaço de Cultura e Arte sedia entre hoje (21) e domingo (24) o evento Investigações Dramatúrgicas. O projeto apresenta o estudo coreográfico inédito Sem Título, criado por Vanessa Macedo, bailarina e diretora da Cia. Fragmento de Dança, grupo que desenvolve pesquisa e criação em dança contemporânea desde 2002. Para interpretar o estudo coreográfico, Vanessa convidou três artistas: Angela Nolf, Lavinia Bizzotto e Roberto de Alencar. "Procurei pessoas bem diferentes, com histórias e experiências artísticas diferentes para poder criar um espetáculo bem autoral", explica. Depois de elaborar uma coreografia de 15 minutos, Vanessa a entregou para o trio de convidados. A partir daí eles se apropriaram desse material e compuseram uma encenação própria. "Eu criei a partitura inteira e toda a composição de movimento é a mesma para os três." Segundo Vanessa, a proposta é uma investigação sobre dramaturgia a partir do elemento coreografia. "Tratase de um projeto que tem caráter de estudo e a ideia é discutir dramaturgia em dança tendo, de um lado, uma coreografia em comum, de outro, artistas intérpretes,
com trajetórias diversas e exclusivamente específicas." Além de assistir ao espetáculo, o público também pode participar de debates depois de cada apresentação com os convidados Nirvana Marinho, Rosa Hércules, Bérgson Queiroz e Silvia Geraldi. "Esse momento é bem importante", destaca Vanessa. "A gente tem feito entre a gente sempre um batepapo para discutir o que está acontecendo. Agora a gente vai abrir para escutar as impressões do público sobre essa pesquisa." A opinião do público sobre a proposta artística vai contar também como material de investigação para a companhia de dança. "É importante tanto a provocação dos pesquisadores convidados como esse olhar do público. O convidado vai fazer essa interlocução entre os artistas e a plateia."
Kasulo Espaço de Cultura e Arte. Rua Sousa Lima, 300 (sobreloja), Barra Funda. Tel.: 3666-7238. Grátis. Censura: 14 anos. Debatedores: Nirvana Marinho (21/02), Rosa Hércules (22/02), Bérgson Queiroz (23/02) e Silvia Geraldi (24/02).
Um truque saboroso para abrir o apetite A
berto há um mês, o restaurante Mimo ganhou esse nome já na concepção. Para ter seu diferencial em meio à forte concorrência paulistana no setor de alimentação, oferece gratuitamente a todos os clientes um presentinho na forma de amuse bouche – ou seja, uma porção diminuta que serve para despertar o paladar a refeição a ser servida em seguida. Pode ser um bolinho de bacalhau, uma coxinha ou uma saladinha de polvo, entre outras. Não consta do cardápio e muda diariamente. "A cada dia é um cozinheiro diferente que prepara o mimo. Isso ajuda a quebrar a rotina e há sempre uma surpresa. Nem eu mesma sei qual será o amuse do dia seguinte", diz a proprietária, Fernanda Duarte. O Mimo fica à rua Caconde, travessa tranquila do Jardim Paulista, porém entre duas ruas agitadas, Pamplona e Brigadeiro Luís Antônio. Com 62
lugares e a cor branca predominante em mesas, cadeiras e paredes, a decoração é minimalista e discreta. Pequenos vasos com flores do campo dão o colorido. O cardápio é enxuto, mas bem pensado. Foi criado pela consultora Ana Soares (Mesa Três) e pelo chef Volney Miguel Ferreira, que tem passagem pelos restaurantes La Calandre e Scrigno Del Duomo, Itália, e Martin Berasategui, Espanha. Aparecem apenas indicados os ingredientes que compõem os pratos. Perguntas ao garçom são necessárias para saber como cada um é preparado. Para entrada, entre as boas opções estão Craker. Cogumelos. Mascarpone. Avelã. Parmesão (R$ 19) ou Lagosta. Burrata. Erva Doce. Mimosa (R$ 31), e, ainda, a suculenta Mandioquinha. Purê. Pato. Foie Gras. Cogumelos (R$ 28). Nesta última, os cogumelos e pedaços de pato recheiam um purê de
mandioquinha gratinado com parmesão. Um pedacinho de foie gras (fígado de ganso) aparece no meio de tudo. No prato principal, em dia de verão talvez vá bem Bacalhau. Couscous Israelense. Legumes. Brotos. Azeite. Limão (R$ 56) ou Mariscos. Camarão. Polvo. Risoni. Coentro. Coco (R$ 48). Se preferir algo mais elaborado, peça Pato. Humita. Palmito. Alho. Tamarindo. Laranja (R$ 49). O pato confitado chega à mesa com a pele crocante, como deve ser. Acompanhado de palmito e alho assados, além de humita, que é uma espécie de pamonha salgada. No próximo mês entrará no menu o peixe azul com salada de abacate, que surgiu como mimo e fez tanto sucesso que o chef resolveu lançar como prato. Fazem sucesso as sobremesas com textura alcoólica, como trio de sorvete de cerveja (R$ 19) e chocolate
Tadeu Brunelli/Divulgação
Lúcia Helena de Camargo
Peixe do dia com purê de ervilha: combinados para surpreender. em texturas e uísque (R$ 23). A carta de vinhos dispõe de 40 rótulos, entre tintos, brancos, espumantes e rosê. O Mimo abre de segunda a
sexta no almoço e de terça a sábado para o jantar. Entre os objetivos futuros está passar a abrir aos domingos. "Por enquanto não temos condições
logísticas", explica Fernanda. Mimo Restaurante. Rua Caconde, 118, Jardim Paulista. Tel.: 3052-2517. www.mimorestaurante.com.br
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Inspiração O site Inspiration Feed fez uma seleção das 40 fotos super criativas. Confira. http://bit.ly/VI8X2d
Seleção reúne imagens artísticas e publicitárias.
Logo Logo
Tampinha de garrafa
www.dcomercio.com.br
O escultor El Anatsui, de Gana, transforma tampinhas de garrafas em paineis que parecem tecidos. Suas criações estão expostas no Brooklyn Museum, em Nova York. http://bit.ly/NQToAj
C ELEBRIDADES H ISTÓRIA
'Indiana Jones', perdido na Tijuca.
O Memórias dos tempos de guerra
ator norteamericano Harrison Ford, 70, que passa férias com a família no Rio de Janeiro, foi personagem de uma operação de "resgate" na terça-feira. O intérprete de Indiana Jones na telona quis fazer com a esposa, a atriz Calista Flockhart, uma trilha na floresta da Tijuca, zona norte do Rio, mas acabou se perdendo.
Ford e Calista Flockhart – conhecida por seus papéis nas séries Ally McBeal: Minha Vida de Solteira e Brothers & Sisters –, acompanhados de seu filho Liam, almoçaram no restaurante Os Esquilos, que fica no parque nacional. Por volta das 14h, depois de apreciar o menu brasileiríssimo – arroz, feijão e frango –, o casal decidiu fazer sozinho a trilha Caminho da Saudade, cujo
percurso dura cerca de meia hora. Eles combinaram que se encontrariam com o segurança que fazia sua escolta no fim da trilha. Cerca de uma hora depois de Ford e Calista entrarem na trilha, o segurança pediu ajuda para encontrá-los, pois eles não teriam aparecido. Ele foi guiado pelo ajudante de cozinha Paulo Humberto Silva, que há 25 anos trabalha no restaurante do parque, até
o ponto exato da trilha onde o casal foi encontrado são e salvo. Segundo Silva, não há possibilidade de alguém se perder no Caminho da Saudade, desde que siga a trilha corretamente. Só se perde quem sai da rota e entra na floresta. Para Silva, o segurança ficou apavorado com a pequena demora do casal e se precipitou em buscar ajuda.
Baz Ratner/Reuters
Um lote de 282 isqueiros Zippo que pertenceram a soldados norte-americanos que combateram na Guerra do Vietnã (1955-1975), todos com inscrições, foram reunidos pelo artista Bradford Edwards nos anos 1990. A coleção foi vendida por US$ 35,3 mil no ano passado, mas pode ser conhecida no site abaixo. http://bit.ly/WaudIC
R ELIGIÃO Kham/Reuters
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Vencendo o fogo Cidadão vietnamita da etnia minoritária Pa Then pula uma fogueira durante um ritual em Hanói. O grupo, que tem cerca de 5 mil pessoas, vive em áreas montanhosas na fronteira do Vietnã com a China e celebra
o fim da época da colheita com uma fogueira. Eles acreditam que, ao pular a fogueira sem nenhuma proteção, receberão mais energia divina para enfrentar as dificuldades da vida e combater o mal.
F UTEBOL
Fotos: Tony Gentile/Reuters
Neymar: 15 jogos fora de campo? A procuradoria do Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo denunciou Neymar por agredir o lateral Artur, da Ponte Preta, com chutes, no jogo de domingo, conforme relato do árbitro. O craque, se condenado, pode pegar até 15 jogos de suspensão no Campeonato Paulista. O julgamento acontecerá na próxima segunda-feira.
TRADIÇÃO - Meninos fantasiados para o feriado judaico do Purim em Mea Shearim, Jerusalém. O Purim, que será celebrado na semana que vem, marca a salvação dos judeus da antiga Pérsia de um plano genocida. O episódio é narrado no Livro de Esther.
60 horas de luz Design inovador para quem quer uma vela realmente de longa duração: esta espiral de vela dura 60 horas e tem um suporte que mantém a ponta acesa em pé, como deve ser para que a cera não escorra e faça aquela sujeira. Único defeito: o posicionamento do suporte é manual e deve ser ajustado a cada hora.
L OTERIAS Concurso 870 da LOTOFÁCIL 01
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Concurso 1325 da LOTOMANIA
Inverno leve e amplo Os modelos apresentados ontem pela grife Mila Schoen, no primeiro dia da semana de moda Outono/Inverno 20132014, em Milão, surpreenderam por apostar em um conceito de roupas femininas mais amplas e fluidas. Criada por um time de estilistas, a coleção traz peças com silhuetas esvoaçantes, trajes longos em calças e saias em formato de sino, casacos de pele e lã mais leves. As cores laranja, preto e marrom dominam a proposta da grife.
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Concurso 3124 da QUINA 28
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
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BANCO VOTORANTIM S.A. CNPJ 59.588.111/0001-03 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 18º andar - Vila Gertrudes - CEP 04794-000 - São Paulo - SP Tel. (11) 5171-1000 Fax (11) 5171-1900 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 2012 Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, apresentamos o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis individuais e consolidadas do Banco Votorantim S.A. (Banco Votorantim) relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011, acompanhadas das respectivas notas explicativas e do relatório dos auditores independentes. 1. Ambiente Econômico e Setor Bancário O ano de 2012 foi caracterizado pela quebra de expectativas com relação à expansão da economia. Embora as projeções de crescimento do PIB brasileiro do início de 2012 considerassem crescimento anual superior a 3%, os resultados obtidos ficaram aquém do esperado e a expansão deverá ficar próxima a 1%. O conturbado contexto internacional teve grande relevância nesse comportamento. Importantes questões não resolvidas ao longo do ano contribuíram para manter elevado o nível de incertezas do cenário macroeconômico, o que afetou a confiança dos agentes econômicos, com efeitos sobre o consumo e os investimentos. A crise das dívidas soberanas europeias suscitou dúvidas sobre a continuidade da Zona do Euro com todos os seus 17 países membros. A desaceleração da economia chinesa ainda produz dúvidas sobre sua intensidade e amplitude. Nos EUA, as dificuldades de um acordo político em torno do chamado “abismo fiscal” deixaram em aberto o tamanho do aperto fiscal que recairia sobre aquele país. No Brasil, apesar do desemprego continuar próximo das mínimas históricas e a renda real ter aumentado seguindo os fortes reajustes do salário mínimo - houve aumento do comprometimento da renda mensal das famílias. Nesse contexto, os níveis de inadimplência, tanto de pessoas jurídicas quanto de físicas, cujas expectativas iniciais apontavam retração mais acentuada no segundo semestre, condicionada à recuperação mais intensa da economia, seguem em patamares elevados. A inadimplência total de pessoas jurídicas, que em Dez.11 estava em 3,9%, subiu para 4,0% em Dez.12. A inadimplência total dos indivíduos, por sua vez, subiu de 7,4% em Dez.11 para 7,9% em Dez.12. Importante destacar que a inadimplência no segmento de financiamento de veículos, que atingiu sua máxima histórica de 6,1% em Mai.12, já iniciou movimento de redução nos últimos meses tendo encerrado 2012 em 5,3%. Para 2013, os estímulos fiscais, monetários e creditícios já lançados pelo governo para reanimar a economia, somados à nova ordem de incentivos aos investimentos e à competitividade do produto nacional e à uma nova tendência de crescimento das economias chinesa e americana, permitem estimar que o Brasil crescerá por volta de 3,3%. Isto dará respaldo a melhores condições de financiamento, de forma que os níveis de inadimplência concretizem a expectativa de redução ao longo do ano. 2. Principais Informações - Posição Consolidada 2011 2012 Variação RESULTADOS (R$ Milhões) Margem financeira bruta (a) 4.981 4.766 -4,3% Provisão para créditos de liquidação duvidosa - PDD (b) (3.343) (5.423) 62,2% Resultado bruto da intermediação financeira (a - b) 1.638 (657) -140,1% Receita de prestação de serviços 1.247 1.035 -17,0% Despesas administrativas e de pessoal (2.404) (2.550) 6,1% Resultado operacional (317) (3.101) – Lucro líquido (Prejuízo) (187) (1.988) – INDICADORES GERENCIAIS (%) Retorno sobre Patrimônio Líquido Médio1 (ROAE) (2,2) (23,8) -21,6 p.p. (0,2) (1,7) -1,6 p.p. Retorno sobre Ativo Total Médio2 (ROAA) Índice de Eficiência (IE) - acumulado 12 meses3 39,5 48,1 8,6 p.p. Índice de Basileia 14,1 14,3 0,2 p.p. BALANÇO PATRIMONIAL (R$ Milhões) Total de ativos 111.851 121.037 8,2% Carteira de crédito 58.726 56.955 -3,0% Segmento Atacado 20.916 19.531 -6,6% Segmento Varejo 37.810 37.424 -1,0% Avais e fianças 11.859 12.903 8,8% 4 Ativos cedidos com coobrigação 15.360 10.923 -28,9% Ativos cedidos para FIDCs5 5.182 3.490 -32,7% Recursos captados 85.828 77.232 -10,0% Patrimônio líquido 7.824 8.210 4,9% Patrimônio de Referência 12.054 12.111 0,5% OUTRAS INFORMAÇÕES Recursos geridos (R$ Millhões) 42.985 47.315 10,1%
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1. Quociente entre o lucro líquido do período e o patrimônio líquido médio do período. O indicador está anualizado. 2. Quociente entre o lucro líquido do período e os ativos totais médios do período. O indicador está anualizado. 3. IE = despesas administrativas e de pessoal/(margem financeira bruta + receita de prestação de serviços + outras receitas operacionais + outras despesas operacionais + ajuste de hedge fiscal). 4. Inclui saldo de ativos on balance e off balance. 5. Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios nos quais o Banco Votorantim e a BV Financeira detém 100% das cotas subordinadas - inclui saldo de ativos on balance e off balance. Desempenho dos Negócios As operações do Banco Votorantim são conduzidas por meio de um conjunto de instituições controladas que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos. Entre essas empresas controladas estão a BV Financeira, BV Leasing, Votorantim Asset Management (VAM) e Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários. O Banco Votorantim conta com uma base robusta e comprometida de acionistas (Grupo Votorantim e Banco do Brasil - “BB”) e um portfólio diversificado de negócios de banco de atacado, financiamento ao consumo e gestão de patrimônio. Esses fatores, aliados à parceria estratégica com o BB, posicionam o Banco Votorantim de forma privilegiada para ocupar o espaço criado pela consolidação bancária e capturar oportunidades de negócios associadas à expansão da classe média, ampliação de investimentos em infraestrutura e o desenvolvimento do mercado local de capitais. A indústria financeira enfrentou em 2012 um ambiente de importantes mudanças regulatórias, desaceleração da atividade econômica e elevada inadimplência - especialmente no segmento de financiamento de veículos - além da queda na taxa de juros, spreads e tarifas. Mesmo neste cenário desafiador, o Banco Votorantim obteve avanços em seus negócios, conforme previamente sinalizado ao mercado. O Atacado manteve o bom desempenho ao longo de 2012, com resultados expressivos especialmente nas operações de Corporate & Investment Banking (CIB) e Tesouraria, tendo participado de importantes transações no mercado de capitais brasileiro, com destaque para a primeira grande emissão de debêntures de infraestrutura de longo prazo. O CIB encerrou 2012 com uma carteira de crédito ampliada (incluindo avais, fianças e TVM privado) de R$ 31,8 bilhões, aumento de 5% nos últimos 12 meses. O CIB é um dos líderes de mercado em crédito para empresas com faturamento anual acima de R$ 400 milhões, possuindo elevada penetração de mercado. Já o BV Empresas enfrentou um mercado de middle market desfavorável, reflexo do menor crescimento da economia, mas apesar disso, atingiu carteira ampliada de R$ 9,5 bilhões, obtendo crescimento de 5% frente a 2011 e mantendo a inadimplência sob controle. O BV Empresas serve clientes com faturamento anual entre R$ 20 milhões e R$ 400 milhões e, desde o segundo semestre de 2012, passou a focar sua atuação em clientes com faturamento entre R$ 50 milhões e R$ 400 milhões, que possuem menor nível de inadimplência e perfil mais adequado à proposta de valor do Banco Votorantim. A Votorantim Wealth Management & Services, por sua vez, manteve sua trajetória de crescimento com rentabilidade, desenvolvendo produtos inovadores e explorando sinergias com o acionista BB. Cabe destacar o recente “BB Progressivo II”, fundo de R$ 1,6 bilhão estruturado pela VAM em parceria com a BB DTVM, cuja demanda superou R$ 20 bilhões. A VAM ampliou em 10% o volume de recursos geridos nos últimos 12 meses e encerrou Dez.12 na posição de 9ª maior gestora de recursos pelo ranking de gestores da Anbima. No Varejo, o aprimoramento das políticas, processos e modelos de crédito resultou na originação de financiamentos de veículos com recorde de qualidade ao longo de 2012. Diante da excelente qualidade das novas safras, o Banco Votorantim aumentou gradualmente o volume de produção - dentro de rígidos critérios de concessão de crédito - e encerrou 2012 na liderança do mercado de financiamento de veículos usados, com cerca de 20% de participação de mercado. A carteira gerenciada do Varejo totalizou R$ 48,9 bilhões no encerramento de 2012, redução de 16,3% em relação a 2011. Em 2012 o Banco Votorantim também avançou em sua Agenda de Mudanças, que reúne as principais iniciativas estratégicas do seu processo de ajuste - iniciado no 4º trimestre de 2011 e que conta com total apoio dos acionistas. A Agenda de Mudanças possui três frentes principais: 1. Nova produção: as melhorias nos processos e modelos de crédito contribuíram para reduzir a inadimplência (operações vencidas há mais de 90 dias) em veículos leves no quarto trimestre de 2012 (Set.12: 9,1%, Dez.12: 7,7%); 2. Tratamento do estoque originado entre Jul.10 e Set.11: o Banco Votorantim continuou aperfeiçoando seus processos de cobrança com ações diferenciadas por perfil de clientes. Adicionalmente, o índice de cobertura das operações de crédito do Varejo, que corresponde ao percentual das operações vencidas há mais de 90 dias cobertas por provisões para devedores duvidosos, foi elevado gradualmente (Dez.11: 70%; Dez.12: 90%); e
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Eficiência e Governança: além de atrair profissionais experientes de mercado e adequar as estruturas organizacionais ao novo patamar de produção do Varejo, o Banco Votorantim continuou atuando no aperfeiçoamento de controles internos e na implantação de melhorias operacionais no Varejo. Os avanços na Agenda de Mudanças criam as condições para que o Banco Votorantim possa retomar o crescimento com rentabilidade. Entretanto, conforme previamente sinalizado ao mercado, os resultados de 2012 foram impactados pelos seguintes fatores: • Inadimplência das carteiras de veículos originadas entre Jul.10 e Set.11, que possuem qualidade inferior a média histórica e que ainda representam 48% da carteira de veículos (62% em Dez.11); • Entrada em vigor da Resolução 3.533/Bacen, que alterou as regras no mercado de cessões de crédito, impactando as receitas dos bancos que nele atuam. Importante destacar que o Banco Votorantim segue responsável pelas despesas com liquidação antecipada e provisão de crédito referentes às carteiras cedidas com coobrigação até Dez.11; • Redução de 45% no volume originado pelo Varejo em 2012 (vs. 2011) para assegurar a qualidade e rentabilidade das novas safras. Esta redução foi acompanhada de um processo de reestruturação que gerou despesas pontuais com contingências; e • Elevação gradual do índice de cobertura da carteira gerenciada do Varejo. Em 2012, o Banco Votorantim registrou resultado negativo de R$ 1.988 milhões (R$-187 milhões em 2011). Importante ressaltar que mesmo diante dos fatores adversos mencionados, o resultado consolidado vem apresentando melhoras consistentes a cada trimestre, com destaque para o 4º trimestre (4T12) que apresentou redução de 27% nas despesas com provisões de crédito (PDD) do Varejo em relação ao trimestre anterior (R$ 880 milhões no 4T12 e R$ 1.207 milhões no 3T12) - terceira redução trimestral consecutiva. Essa expressiva redução nas despesas com PDD contribuiu para que o Banco Votorantim pudesse voltar a reportar resultado bruto da intermediação financeira positivo no 4T12 (R$ 207 milhões). Ainda cabe ressaltar que nos últimos meses foram implantadas diversas iniciativas de redução de custos e busca de maior eficiência operacional por toda a organização, que deverão se traduzir na redução da base de despesas em 2013. Nesse contexto de resultados, o Banco Votorantim continuou fortalecendo a qualidade do seu risco de crédito: • Liquidez: manutenção do caixa livre em nível conservador - acima do patamar histórico. Adicionalmente, o Banco Votorantim possui uma linha de crédito de aproximadamente R$ 7 bilhões junto ao Banco do Brasil (BB), a qual nunca foi utilizada; • Funding: manutenção do descasamento de prazos entre ativos e passivos em níveis conservadores e historicamente baixos. Além disso, o maior foco em rentabilidade sobre o capital vs. crescimento diminuiu substancialmente a necessidade de funding adicional, permitindo o foco na redução do custo de captação; • Índice de cobertura (IC) de operações de crédito: manutenção do IC do Atacado em patamar conservador (185% em Dez.12) e elevação do IC da carteira gerenciada do Varejo para 90% em Dez. 2012 (Set.12: 84%); e • Capital: índice de Basileia encerrou Dez.12 em 14,3% (14,1% em Dez.11). Os acionistas Banco do Brasil e Votorantim Finanças estão comprometidos com a manutenção da capitalização do Banco Votorantim em níveis adequados, conforme previsto no Acordo de Acionistas. Em 2013, o Banco Votorantim continuará a avançar em todas as frentes de sua Agenda de Mudanças para concluir o processo de ajuste e voltar a crescer com rentabilidade e de forma sustentável. No curto prazo, conforme previamente divulgado ao mercado, os resultados continuarão impactados pelos mesmos fatores que afetaram 2012. Porém, o sucesso já demonstrado na implantação da Agenda de Mudanças em 2012 indica que 2013 será um ano de resultados substancialmente melhores. Para informações adicionais sobre o desempenho econômico-financeiro consolidado do Banco Votorantim, veja o “Relatório Gerencial de Resultados 4T12” no site de Relações com Investidores (www.bancovotorantim.com.br/ri). Avanços na Parceria Estratégica com o Banco do Brasil Desde setembro de 2009 está em vigor a parceria estratégica entre Banco do Brasil (BB) e Votorantim Finanças no Banco Votorantim, por meio da qual o BB passou a deter 50% do capital total do Banco Votorantim. Esta parceria possui forte racional estratégico e visão de longo prazo, tendo permitido a exploração de oportunidades de negócios em diversos segmentos, dentre os quais se destacam: • Desenvolvimento do modelo de originação de ativos de crédito (“BV Originadora - BVO”): o Banco Votorantim e o BB avançaram na estruturação de um modelo de originação direta de ativos de crédito ao BB, o BVO, o qual terá foco em concessionárias (veículos novos) e clientes do BB. Com base nesse novo modelo, que será implantado em 2013, o Banco Votorantim será responsável pela força de vendas nas concessionárias, enquanto o BB será responsável pelo portal web de entrada de propostas, política e análise de crédito, funding e precificação, assim como atividades de pós-venda e cobrança; • Projeto “Mais BB”: no segmento de financiamento ao consumo, a BV Financeira tem atuado como gestora de uma rede de promotoras de vendas para oferecer empréstimos consignados junto às agências do BB. Os créditos originados são registrados diretamente no balanço do BB e o Banco Votorantim recebe comissão pela originação; • Oferta de produtos de investimento: a BB DTVM e a VWM&S têm atuado conjuntamente no desenvolvimento, administração, gestão e distribuição de fundos de investimento inovadores e customizados de Direitos Creditórios (FIDCs), Imobiliários (FIIs), de Investimentos em Participações (FIPs) e Crédito Privado. Ao final de 2012, o volume total dos fundos relativos a essa parceria somava R$ 3,3 bilhões, sendo que a gestão dos mesmos é realizada pela VAM. O destaque no quarto trimestre foi o “BB Progressivo II”, fundo de Investimento Imobiliário, composto por 64 imóveis - agências e prédios comerciais locados para o BB pelo prazo de 10 anos. A oferta pública de R$ 1,6 bilhão alcançou demanda superior a R$ 20 bilhões e contou com a participação de aproximadamente 48 mil investidores; • Ampliação dos negócios do CIB: aprofundamento da parceria com BB nos negócios do segmento CIB, com foco em originação de crédito, produtos estruturados, derivativos (hedge), mandatos de emissões de ações e bonds no mercado internacional; e • Ampliação dos negócios da Votorantim Corretora: participação da Votorantim Corretora na distribuição de operações de mercado de capitais estruturadas pelo BB. Adicionalmente, o BB utiliza a Votorantim Corretora para realizar transações de posições proprietárias, dos fundos de investimentos e do seu segmento varejo (via home broker do BB). Agências de Rating O Banco Votorantim possui grau de investimento pelas três principais agências internacionais de rating, em reconhecimento à sua capacidade de honrar compromissos. AGÊNCIAS DE RATING Nacional Internacional BBB-/F3 IDR Moeda Estrangeira (LP/CP) – IDR Moeda Local (LP/CP) – BBB-/F3 Fitch Ratings Escala Nacional (LP/CP) AA+(bra)/F1+(bra) – – Baa2/P-2 Senior Unsecured MTN - ME (LP/CP) Moody’s Depósitos - Moeda Estrangeira (LP/CP) – Baa2/P-2 Depósitos - Moeda Local (LP/CP) Aaa.br/BR-1 Baa2/P-2 – BBB-/A-3 Moeda Estrangeira (LP/CP) Standard & Poor’s Moeda Local (LP/CP) – BBB-/A-3 Escala Nacional (LP/CP) brAAA/brA-1 –
6.
Nota: LP = Longo Prazo; CP = Curto Prazo Prêmios e Reconhecimentos Seguem os principais prêmios e reconhecimentos recebidos pelo Banco Votorantim e suas controladas em 2012: • “Guia Exame de Investimentos Pessoais 2012” (Fundação Getúlio Vargas): elegeu a VAM como vencedora nas categorias melhores gestores do ano em “Fundos de Atacado” (grandes investidores) e de “Fundos Multimercados Ativo” (ações, juros, moedas e derivativos); • “Star Ranking” (Standard & Poor’s/Revista Valor Investe): concedeu à VAM premiações 4 e 5 estrelas para 11 fundos na edição de Set.12 e para 13 fundos na edição de Dez.12. Na edição de Abr.12 o destaque foi a conquista do “Top Gestão” em Renda Fixa; • “Fundos Excelentes” (Luz Engenharia/Revista Investidor Institucional): o ranking “Os Melhores Fundos para Institucionais” destacou a VAM por duas vezes consecutivas, sendo a primeira na edição de Abr.12 com 08 Fundos Excelentes e na edição de Set.12 com 11 Fundos Excelentes; • “Os Melhores Fundos 2012” (Revista Brasil Econômico/Austin Ratings): nota máxima à VAM em 16 fundos de investimento na edição de Nov.12 da publicação “Relatório de Fundos de Investimento 2012”; • “Top Asset” (Revista Investidor Institucional): a VAM foi classificada entre as 10 maiores gestoras para investidores institucionais nas edições de Mar.12 e Set.12; • “20 Empresas Mais Admiradas pelos RHs”, “RHs Mais Admirados do Brasil” (Mai.12) e “10 Melhores Empresas em IDHO - Indicador de Desenvolvimento Humano Organizacional” (Mar.12), premiações concedidas ao Banco Votorantim pela Gestão & RH Editora; • “10 Melhores Empresas em Cidadania Corporativa 2012” (Gestão & RH Editora): concedido à BV Financeira em Jun.12;
•
“A Maior por Ativo Total” na categoria Financeira (Revista Brasil Econômico), concedido à BV Financeira em Out.12; e “Empresa que mais Respeita o Consumidor no Brasil 2012” (Grupo Padrão - Revista Consumidor Moderno): concedido à BV Financeira na categoria Financeira em Dez.12. A seguir as certificações obtidas e/ou reafirmadas ao longo de 2012: • ISO 9001:08 (VAM): abrangendo todas as atividades relacionadas à Gestão, Administração e Distribuição de Fundos, a VAM obteve a certificação ISO 9001:08 do Bureau Veritas Certification em Ago.11, certificação essa reafirmada em Jun.12; • Rating AMP-1 da S&P (VAM): obtenção da classificação máxima (AMP-1 - Muito forte) que uma asset pode receber, em nível internacional, quanto às práticas de gestão de recursos de terceiros concedido pela agência Standard & Poor’s e reafirmado em Nov.12; • ISO 9001:2008 (Private Bank): em Abr.12, o Private Bank foi contemplado com a certificação de qualidade ISO 9001:2008 para atividades de Relacionamento, Gestão Patrimonial e Advisory para Clientes Private Brasil; e • Programa de Qualificação Operacional - PQO (Votorantim Corretora): em 2012, a Votorantim Corretora manteve as certificações do PQO para o segmento Bovespa e o segmento BM&F. Os oito selos recebidos demonstram a expertise para operar no mercado de derivativos e no mercado de ações. 7. Governança Corporativa A governança do Banco Votorantim é compartilhada entre os dois acionistas, com um modelo em contínuo aperfeiçoamento para alcançar mais robustez e transparência, assegurando agilidade nos processos decisórios - forte característica do Banco Votorantim. A governança está organizada em dois níveis complementares de alçada: o primeiro é composto pelo Conselho de Administração (CA) e seus Comitês de Assessoramento (Finanças, Produtos e Marketing, Remuneração e Recursos Humanos), e envolve os acionistas; o segundo é composto pelo Comitê Executivo e seus Comitês Operacionais e envolve as lideranças executivas do Banco Votorantim. Adicionalmente o Banco conta com um Conselho Fiscal, órgão independente que tem a função de fiscalizar os atos de gestão administrativa, e com um Comitê de Auditoria, órgão de assessoramento ao CA. Como parte de sua Agenda de Mudanças, ao longo de 2012 o Banco Votorantim avançou na integração das áreas corporativas - Jurídico, Riscos, Finanças, RH, Operações e Tecnologia, que atuavam no passado de forma segregada. Com essas mudanças, o Banco Votorantim passou a operar de forma integrada, com duas unidades de negócios (Atacado e Varejo) sendo atendidas por áreas corporativas, resultando em ganhos de eficiência e governança. Ainda em 2012, o Banco Votorantim deu continuidade ao processo de aprimoramento de sua governança com a instituição do comitê de “Remuneração e Recursos Humanos” para assessoramento ao CA. Esse comitê conta com representantes de ambos os acionistas, além do Presidente do Banco e um membro independente, que se reúnem trimestralmente para acompanhar e deliberar a respeito de questões relacionadas à Política de Remuneração de Administradores e práticas de RH de competência do CA. Ainda em 2012, o Banco Votorantim agregou ao seu quadro de executivos diversos profissionais experientes de mercado em áreas como Negócios Varejo, Crédito e Cobrança Varejo, Auditoria Interna, entre outras. 8. Gestão de Pessoas No Banco Votorantim os profissionais são orientados e motivados por uma gestão comprometida com a sustentabilidade do negócio. A liderança exerce papel fundamental na disseminação das estratégias e práticas de gestão de pessoas. O modelo de atuação de recursos humanos é sustentado por políticas e práticas integradas que norteiam a gestão de pessoas alinhadas às diretrizes organizacionais. Essa estratégia garantiu ao Banco Votorantim o reconhecimento através dos prêmios recebidos pela Gestão e RH Editora: “20 Empresas Mais Admiradas pelos RHs”, “10 Melhores Empresas em IDHO - Indicador de Desenvolvimento Humano Organizacional” e “10 Melhores Empresas em Cidadania Corporativa 2012”. As principais frentes de atuação da área de Recursos Humanos contemplam as seguintes iniciativas: • Captação de Talentos: buscar e incentivar a retenção de profissionais alinhados aos valores e a cultura organizacional, bem como valorizar o capital humano e o desenvolvimento profissional dos colaboradores, além de também investir na contratação de jovens talentos e na diversidade, oferecendo oportunidades para jovens aprendizes e pessoas com necessidades especiais; • Gestão de Desempenho: assegurar maior sinergia com a estratégia da organização por meio do novo modelo de Gestão de Desempenho desenvolvido em 2012. Construído a partir do Contrato de Metas e Avaliação das Competências - Foco no Cliente, Orientação para resultados, Espírito de Equipe, Eficácia e Gestão de Pessoas (gestores), esse novo modelo possibilita alavancar resultados, além de promover o desenvolvimento profissional e o reconhecimento dos funcionários; • Remuneração: garantir a equidade interna e as especificidades de cada área e unidade de negócio, bem como a competitividade externa, buscando as melhores práticas de mercado aderentes à realidade e estratégia da empresa, por meio de uma nova política de remuneração global estabelecida em 2012. A remuneração total é composta por remuneração fixa, incentivos de curto prazo e incentivos de longo prazo. Para os incentivos de curto e longo prazo são considerados os indicadores de resultado da empresa, o resultado das áreas e o desempenho individual do colaborador. As metas são definidas de forma objetiva e alinhadas com a estratégia de negócio. O modelo tem como finalidade alinhar os interesses dos acionistas com o dos profissionais, estimulando a busca de resultado e cultura de alto desempenho; e • Gestão de Talentos: mapear o perfil dos executivos, possibilitando ações diferenciadas aos talentos para investimento em desenvolvimento e retenção por meio de programa que apoia a elaboração do plano de sucessão para as posições-chave da organização. Os profissionais em posição de gestão são elegíveis ao “Programa Coaching”, com o propósito de potencializar e desenvolver suas performances através das sessões individuais, ampliando o escopo de atuação. Em 2012 o programa possibilitou a participação de 120 profissionais. Educação Corporativa Em 2012, o Banco Votorantim promoveu 62.255 horas de capacitação e 31.752 participações, sendo 5.366 presenciais e 26.386 em cursos à distância, com o total de 245 temas divididos em quatro áreas: • Escola BV: dissemina a cultura, valores da empresa e desenvolve as competências essenciais para o aumento do desempenho individual e da excelência organizacional, tendo como foco ações institucionais; • Banking School: promove ações de desenvolvimento técnico alinhadas às práticas e expertises de cada área de negócio; • Escola Mercado, Estratégia e Clientes: apoia o desenvolvimento comportamental e a capacidade de visão estratégica, criando um ambiente de aprendizagem específica para ações relacionadas à gestão de clientes e mercados; e • Escola Liderança, Pessoas e Resultados: desenvolve a excelência na gestão de pessoas e dos negócios, qualificando os líderes para um ambiente altamente competitivo. Gestão de Clima e Comunicação Com a preocupação genuína de monitorar e manter um ambiente de trabalho agradável, o Banco Votorantim disponibiliza a todos os colaboradores os canais de comunicação “RH com Você” (ouvidoria interna) e “Central RH” (consultoria de processos e atendimento RH). A Consultoria Interna também atua de forma estratégica na gestão e monitoramento do clima. O Banco Votorantim acredita na força do seu capital humano e, por esta razão, investir em pessoas é uma estratégia para vencer os desafios, garantir a perenidade e a certeza de trilhar um caminho rumo ao sucesso sustentável. 9. Sustentabilidade O conceito de Sustentabilidade está intrinsecamente ligado às práticas de negócios da instituição e ao cotidiano de suas operações. O Banco Votorantim visa estabelecer, em todas as suas áreas de atuação, relações éticas, transparentes e perenes respeitando os aspectos econômicos, sociais, ambientais e humanos em seus processos. O Comitê de Sustentabilidade, constituído em 2011, definiu as diretrizes para a inserção da Sustentabilidade em toda a organização, de acordo com a Política Corporativa de Sustentabilidade em vigor. Para que o Banco Votorantim atinja essas metas, a atuação da área de Sustentabilidade está pautada em três principais focos: Sustentabilidade nos Negócios, Consumo Consciente e Investimento Social. Sustentabilidade nos Negócios A sustentabilidade e a sua incorporação à estratégia de negócios é um movimento mundial que está se tornando cada vez mais relevante no mercado brasileiro. Com relação à inclusão da Sustentabilidade nos Negócios, foram priorizadas algumas ações, dentre elas se destacam: • Implementação de ferramenta para a análise de risco socioambiental para concessão de crédito; • Implementação do PRI - Principles for Responsible Investment nos negócios da VAM e Votorantim Corretora; • Ações internas visando disponibilizar aos colaboradores acesso a informações e conceitos de Sustentabilidade e de Educação Financeira, através de e-learning específico. Consumo Consciente Visando ampliar a adesão dos colaboradores e adaptar as atividades da empresa aos princípios estabelecidos pelo Protocolo Verde, ações relacionadas ao consumo consciente, destinação correta e coleta seletiva de resíduos são permanentemente promovidas na organização, além da disseminação de conceitos e orientações a respeito do Protocolo, do qual o Banco Votorantim é signatário desde 2009. Investimento Social De acordo com sua Política de Investimento Social, o Banco Votorantim destina recursos incentivados para projetos culturais, esportivos e sociais desenvolvidos por reconhecidas instituições do terceiro setor, priorizando projetos com cunho de democratização do acesso à cultura, esportes e atendimento de demandas de crianças e adolescentes. Na área cultural, foram destinados recursos para projetos que contemplam a difusão cultural e a democratização do acesso, valorizando as manifestações populares e a extensão do impacto social do projeto. Na área social, foram destinados recursos para Fundos Municipais da Criança e do Adolescente em municípios onde o Banco Votorantim atua e que apresentam demandas na área da infância e adolescência alinhadas às diretrizes do ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente. Na área de esportes, foram destinados recursos incentivados para projetos esportivos voltados ao atendimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. 10. Agradecimentos A Administração do Banco Votorantim agradece aos clientes e acionistas pela confiança depositada e aos colaboradores pelo contínuo empenho e dedicação. São Paulo, 07 de fevereiro de 2013 A Diretoria •
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) Ativo Circulante Disponibilidades Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações no mercado aberto Aplicações em depósitos interfinanceiros Aplicações em moeda estrangeira Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Carteira própria Vinculados a compromissos de recompra Instrumentos financeiros derivativos Vinculados à prestação de garantias Relações interfinanceiras Depósitos no Banco Central Repasses interfinanceiros Correspondentes Operações de crédito Setor público Setor privado Operações de crédito vinculadas a cessão Provisão para operações de créditos de liquidação duvidosa Operações de arrendamento mercantil Arrendamento a receber - Setor privado Rendas a apropriar de arrendamento mercantil Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa Outros créditos Créditos por avais e fianças honrados Carteira de câmbio Rendas a receber Negociação e intermediação de valores Diversos Provisão para outros créditos de liquidação duvidosa Outros valores e bens Outros valores e bens Despesas antecipadas Realizável a longo prazo Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações em depósitos interfinanceiros Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Carteira própria Vinculados a compromissos de recompra Instrumentos financeiros derivativos Vinculados à prestação de garantias Operações de crédito Setor público Setor privado Operações de crédito vinculadas a cessão Provisão para operações de créditos de liquidação duvidosa Operações de arrendamento mercantil Arrendamento a receber - Setor privado Rendas a apropriar de arrendamento mercantil Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa Outros créditos Rendas a receber Negociação e intermediação de valores Diversos Provisão para outros créditos de liquidação duvidosa Outros valores e bens Outros valores e bens Despesas antecipadas Permanente Investimentos Participações em controladas no País Participações em controladas no Exterior Outros investimentos Provisão para perdas Imobilizado de uso Outras imobilizações de uso Depreciações acumuladas Intangível Ativos intangíveis Amortização acumulada Diferido Gastos de organização e expansão Amortização acumulada Total do ativo
Banco 2012 2011 97.603.425 85.887.685 30.535 92.828 47.430.899 38.977.931 14.372.959 13.665.117 32.636.980 25.067.861 420.960 244.953 35.720.526 30.242.921 8.307.547 4.753.118 24.092.124 23.095.311 1.076.480 1.228.717 2.244.375 1.165.775 1.309.766 6.032.915 1.177.120 5.846.931 98.733 157.524 33.913 28.460 8.647.173 9.024.397 26.253 28.087 8.995.065 9.212.743 – – (374.145) (216.433) – – – – – – – – 4.378.921 1.396.104 94 – 3.787.088 885.166 39.845 29.572 135.446 102.446 478.531 427.619 (62.083) (48.699) 85.605 120.589 21.689 – 63.916 120.589 27.803.811 38.646.356 6.058.957 17.090.710 6.058.957 17.090.710 11.526.471 10.138.050 4.039.944 4.674.307 4.469.084 3.374.859 1.876.860 946.390 1.140.583 1.142.494 9.002.662 10.367.952 – 25.330 9.416.173 10.730.082 – – (413.511) (387.460) – – – – – – – – 1.077.956 900.318 942 – 6.243 10.105 1.075.575 890.213 (4.804) – 137.765 149.326 293 5.007 137.472 144.319 5.174.268 2.292.093 5.086.758 2.204.435 4.992.066 2.120.508 69.171 59.276 37.312 35.685 (11.791) (11.034) 31.322 37.947 82.615 81.602 (51.293) (43.655) 29.160 20.050 29.278 20.050 (118) – 27.028 29.661 35.141 35.138 (8.113) (5.477) 130.581.504 126.826.134
Consolidado 2012 2011 Passivo 64.118.731 63.347.926 Circulante 155.070 187.543 Depósitos 16.562.582 15.949.051 Depósitos à vista 14.372.959 13.665.117 Depósitos interfinanceiros 1.755.858 2.027.314 Depósitos a prazo 433.765 256.620 Captações no mercado aberto 14.095.649 12.399.533 Carteira própria 6.946.726 7.204.930 Carteira de terceiros 4.191.533 2.952.471 Carteira de livre movimentação 667.120 1.031.826 2.290.270 1.210.306 Recursos de aceites e emissão de títulos 1.309.766 6.032.915 Recursos de letras imobiliárias, hipotecárias, de crédito e similares 1.177.120 5.846.931 Recursos de debêntures 98.733 157.524 Obrigações por títulos e valores mobiliários no exterior 33.913 28.460 Relações interdependências 23.670.237 23.016.660 Recursos em trânsito de terceiros 26.253 28.087 Transferências internas de recursos 25.672.489 24.705.130 Obrigações por empréstimos e repasses 259.157 – Empréstimos no País - Outras instituições (2.287.662) (1.716.557) Empréstimos no Exterior 1.578.073 2.736.989 2.604.107 4.070.754 Repasses do País - Instituições oficiais (938.669) (1.224.782) Tesouro nacional (87.365) (108.983) BNDES 6.476.296 2.680.612 FINAME 94 – Instrumentos financeiros derivativos 3.787.088 885.166 Instrumentos financeiros derivativos 58.463 48.669 Outras obrigações 195.890 129.844 Cobrança e arrecadação de tributos e assemelhados 2.496.844 1.665.632 Carteira de câmbio (62.083) (48.699) 271.058 344.623 Sociais e estatutárias 152.567 97.210 Fiscais e previdenciárias 118.491 247.413 Negociação e intermediação de valores 56.502.235 48.258.491 Dívidas subordinadas 198.660 357.521 Diversas 198.660 357.521 Exigível a longo prazo 23.068.002 14.333.078 Depósitos 9.817.525 7.705.774 Depósitos interfinanceiros 9.812.796 3.374.859 Depósitos a prazo 1.218.578 610.651 Captações no mercado aberto 2.219.103 2.641.794 26.492.910 28.687.876 Carteira própria – 25.330 Carteira de livre movimentação 25.414.922 29.872.377 Recursos de aceites e emissão de títulos 2.723.466 – Recursos de letras imobiliárias, hipotecárias, de crédito e similares (1.645.478) (1.209.831) Recursos de debêntures 233.907 378.558 Obrigações por títulos e valores mobiliários no exterior 1.031.638 2.004.711 Obrigações por empréstimos e repasses (731.154) (1.503.896) Empréstimos no País - Outras instituições (66.577) (122.257) Empréstimos no Exterior 5.600.400 3.577.085 Repasses do País - Instituições oficiais 8.344 – 6.243 10.105 Tesouro nacional 5.590.617 3.566.980 BNDES (4.804) – FINAME 908.356 924.373 Instrumentos financeiros derivativos 293 5.007 Instrumentos financeiros derivativos 908.063 919.366 Outras obrigações 416.264 244.168 Fiscais e previdenciárias 247.475 62.910 Negociação e intermediação de valores 180.266 281 Dívidas subordinadas – – Diversas 111.413 105.070 (44.204) (42.441) Resultados de exercícios futuros 90.469 110.436 Participações de acionistas não controladores 197.257 197.215 Patrimônio líquido (106.788) (86.779) Capital 51.143 40.250 De domiciliados no País 63.687 47.483 Reservas de capital (12.544) (7.233) Reservas de lucros 27.177 30.572 Ajustes de avaliação patrimonial 43.167 43.166 Prejuízos acumulados (15.990) (12.594) Total do passivo 121.037.230 111.850.585 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
Banco 2012 74.058.845 12.468.664 277.658 1.284.445 10.906.561 36.093.008 24.671.946 10.927.785 493.277 7.756.328 5.782.103 – 1.974.225 38.528 38.528 – 7.190.590 3.853 5.099.219 2.087.518 154.708 1.346.608 586.202 5.943.772 5.943.772 4.567.955 7.272 2.897.332 128.309 1.063.842 76.495 216.490 178.215 48.277.859 3.365.005 1.432.769 1.932.236 3.747.053 3.747.053 – 13.568.132 7.530.903 – 6.037.229 3.030.460 7.561 – 3.022.899 4.574 1.610.670 1.407.655 17.792.314 17.792.314 6.774.895 – 2 6.774.721 172 34.364 – 8.210.436 7.026.841 585.104 299.612 298.879 – 130.581.504
2011 79.958.950 19.814.202 357.207 1.858.218 17.598.777 29.141.096 22.814.362 6.326.734 – 3.536.547 3.322.194 – 214.353 122.735 122.735 – 5.304.683 3.938 2.547.796 2.752.949 121.474 1.580.875 1.050.600 20.477.273 20.477.273 1.562.414 10.573 71.323 44.121 147.199 7.855 1.136.579 144.764 39.001.334 6.074.340 1.315.423 4.758.917 4.384.455 4.375.990 8.465 11.198.949 5.481.082 – 5.717.867 6.149.588 11.341 2.600.322 3.537.925 33.615 1.920.068 1.584.242 4.323.763 4.323.763 6.870.239 609.508 – 6.260.731 – 41.866 – 7.823.984
5.026.841 585.104 2.504.820 (75.346) (217.435) 126.826.134
Consolidado 2012 2011 76.798.697 65.736.458 12.169.893 19.633.655 281.583 431.764 993.423 1.624.132 10.894.887 17.577.759 38.571.924 29.141.169 30.340.751 22.814.435 7.737.896 6.326.734 493.277 – 7.756.328 5.156.343 5.782.103 3.322.194 – 1.619.796 1.974.225 214.353 39.038 122.953 38.528 122.735 510 218 7.192.009 5.307.008 3.853 3.938 5.099.219 2.547.796 2.088.937 2.755.274 154.708 121.474 1.346.608 1.580.875 587.621 1.052.925 1.511.890 2.882.998 1.511.890 2.882.998 9.557.615 3.492.332 14.665 21.919 2.897.332 71.323 213.367 99.555 2.295.644 508.737 164.542 63.760 216.490 1.136.579 3.755.575 1.590.459 35.993.732 38.248.267 3.284.440 5.990.988 1.363.387 1.232.071 1.921.053 4.758.917 3.747.053 4.393.826 3.747.053 4.385.361 – 8.465 15.064.190 12.710.301 7.530.903 5.481.082 1.496.058 1.511.352 6.037.229 5.717.867 3.043.917 6.171.354 7.561 11.341 – 2.600.322 3.036.356 3.559.691 4.574 33.615 1.610.670 1.920.068 1.421.112 1.606.008 1.183.176 520.386 1.183.176 520.386 9.670.956 8.461.412 791.279 2.110.158 2 – 6.774.721 6.260.731 2.104.954 90.523 34.364 41.866 1 10 8.210.436 7.823.984 7.026.841 585.104 299.612 298.879 – 121.037.230
5.026.841 585.104 2.504.820 (75.346) (217.435) 111.850.585
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
BANCO VOTORANTIM S.A. CNPJ 59.588.111/0001-03 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 18º andar - Vila Gertrudes - CEP 04794-000 - São Paulo - SP Tel. (11) 5171-1000 Fax (11) 5171-1900 DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 E SEMESTRE FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de Reais, exceto o Prejuízo do período por lote de mil ações) Banco 2º Semestre Exercícios 2012 2012 2011 Receitas da intermediação financeira 4.673.598 10.417.869 11.877.695 Operações de crédito 1.045.502 2.332.103 2.635.277 Resultado de operações de arrendamento mercantil – – – Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 4.075.575 9.121.917 11.332.563 Resultado com instrumentos financeiros derivativos (568.983) (1.429.675) (2.859.368) Resultado de operações de câmbio 55.438 142.463 106.646 Resultado das aplicações compulsórias 66.066 251.061 662.577 Operação de venda ou transferência de ativo financeiro – – – (4.265.818) (9.542.498) (11.111.306) Despesas da intermediação financeira Operações de captação no mercado (3.637.050) (8.174.975) (9.786.813) Operações de empréstimos, cessões e repasses (317.945) (806.472) (904.073) Operação de venda ou transferência de ativo financeiro – – – Provisão para créditos de liquidação duvidosa (310.823) (561.051) (420.420) Resultado bruto da intermediação financeira 407.780 875.371 766.389 Outras receitas/(despesas) operacionais (1.157.272) (2.673.147) (1.005.661) Receitas de prestação de serviços 168.144 307.470 269.533 Rendas de tarifas bancárias 1.486 2.961 10.036 Despesas de pessoal (175.955) (357.770) (326.503) Outras despesas administrativas (139.114) (260.068) (288.963) Despesas tributárias (74.373) (132.784) (178.737) Resultado de participações em controladas (1.019.016) (2.362.112) (589.734) Outras receitas operacionais 116.195 174.668 160.377 Outras despesas operacionais (34.639) (45.512) (61.670) Resultado operacional (749.492) (1.797.776) (239.272) (479) 1.052 995 Resultado não operacional Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações (749.971) (1.796.724) (238.277) (14.710) 5.410 172.125 Imposto de Renda e Contribuição Social Provisão para Imposto de Renda (269.862) (272.434) 10.384 Provisão para Contribuição Social (155.116) (155.078) 333 Ativo fiscal diferido 410.268 432.922 161.408 (121.814) (196.459) (121.294) Participações nos lucros e resultados Prejuízo antes da participação de acionistas não controladores (886.495) (1.987.773) (187.446) Participação de acionistas não controladores – – – (886.495) (1.987.773) (187.446) Prejuízo do período Prejuízo por lote de mil ações - R$ (8,53) (19,12) (2,47) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
Consolidado Exercícios 2012 2011 13.895.240 16.015.882 9.180.757 11.092.364 381.614 494.468 4.939.559 4.857.541 (1.108.434) (1.197.651) 142.439 106.583 251.061 662.577 108.244 – (14.552.574) (14.377.719) (8.252.099) (10.129.156) (807.774) (905.686) (69.786) – (5.422.915) (3.342.877) (657.334) 1.638.163 (2.443.746) (1.955.193) 513.402 480.788 521.802 765.986 (978.136) (858.637) (1.571.545) (1.544.999) (477.518) (622.804) 70.381 (321) 251.378 262.528 (773.510) (437.734) (3.101.080) (317.030) (139.489) (75.703) (3.240.569) (392.733) 1.615.635 560.661 (626.171) (34.339) (369.298) (165.915) 2.611.104 760.915 (362.839) (355.373) (1.987.773) (187.445) – (1) (1.987.773) (187.446)
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 E SEMESTRE FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de Reais) 2º Semestre
Banco 2012
2011
Fluxos de caixa provenientes das operações Prejuízo do período (886.495) (1.987.773) (187.446) Ajustes ao prejuízo: 1.538.025 3.161.969 1.066.845 Depreciações e amortizações 5.436 10.974 10.267 Resultado de equivalência patrimonial 1.019.016 2.362.112 589.734 Provisão para crédito de liquidação duvidosa 310.823 561.051 420.420 Provisão para perdas com investimentos 757 757 736 Provisão para passivos contingentes/obrig. legais 203.028 229.049 46.076 Resultado não operacional (1.035) (1.974) (388) Variações patrimoniais Aplicações interfinanceiras de liquidez 2.441.538 (1.779.751) (3.682.621) Títulos para negociação e instrumentos financeiros derivativos (1.954.472) (8.634.310) 5.737.527 Relações interfinanceiras e interdependências 1.612.120 4.638.942 368.203 Operações de crédito/arrendamento 624.668 1.206.827 (996.534) Outros créditos (2.614.504) (3.185.018) 63.773 Outros valores e bens (203.324) (170.890) (246.399) Depósitos (7.460.109) (10.054.873) 2.029.483 Captações no mercado aberto 1.906.364 6.314.510 (2.150.006) Recursos de aceites e emissão de títulos 2.731.196 6.588.964 7.450.932 Obrigações por empréstimos e repasses (776.349) (1.233.221) 228.255 Outras obrigações 2.716.344 3.086.793 (1.772.252) Resultados de exercícios futuros 8.605 (7.502) 106 (316.393) (2.055.333) 7.909.866 Caixa gerado/(utilizado) pelas operações Fluxos de caixa provenientes das atividades de financiamento Aumento de capital – 2.000.000 – Dividendos pagos – – (256.691) Participações de acionistas não controladores – – – Dívidas subordinadas (834.806) (406.099) 1.944.123 (834.806) 1.593.901 1.687.432 Caixa gerado/(utilizado) pelas atividades de financiamento Fluxos de caixa provenientes das atividades de investimento Títulos disponíveis para venda 2.059.292 1.152.954 (5.020.443) Alienação de imobilizado de uso e de arrendamento 2.511 5.075 23 Alienação de diferido 214 443 3 Alienação no intangível 349 1.802 6.642 Aquisição de investimentos (1.765.358) (5.109.604) (3.160) Aquisição de imobilizado de uso (4.640) (6.700) (3.724) Aplicações no intangível (4.318) (11.217) (19.657) Aplicações no diferido – (229) (4) Dividendos recebidos – 8.079 70.311 Caixa gerado/(utilizado) pelas atividades de investimento 288.050 (3.959.397) (4.970.009) Variação líquida de caixa e equivalentes de caixa (863.149) (4.420.829) 4.627.289 Caixa e equivalentes de caixa no início do período 1.886.571 5.444.251 816.962 1.023.422 1.023.422 5.444.251 Caixa e equivalentes de caixa no fim do período Aumento/(Redução) no caixa e equivalentes de caixa (863.149) (4.420.829) 4.627.289 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
Consolidado 2012
2011
(1.987.773) 6.408.608 29.443 (70.381) 5.422.915 1.763 1.034.385 (9.517)
(187.446) 3.694.049 37.195 321 3.342.877 2.385 342.981 (31.710)
(4.838.744) (5.128.764) 4.639.234 (2.541.487) (5.846.330) 86.378 (10.170.310) 8.783.982 4.953.874 (1.242.436) 6.643.779 (7.502) (247.491)
3.346.245 6.675.138 368.418 (2.979.477) (1.170.973) (834.194) 2.026.187 (844.925) 7.568.513 223.882 (2.157.286) 106 15.728.237
2.000.000 – (9) (406.099) 1.593.892
– (256.691) (49) 493.048 236.308
(5.636.369) 12.306 214 4.373 (109.605) (13.648) (20.219) – – (5.762.948) (4.416.547) 5.594.048 1.177.501 (4.416.547)
(11.280.343) 3.124 591 7.226 (602) (46.240) (30.777) (6) 70.311 (11.276.716) 4.687.829 906.219 5.594.048 4.687.829
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 E SEMESTRE FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de Reais) Saldos iniciais ajustados em 31 de dezembro de 2010 Aumento de Capital Ajustes de avaliação patrimonial Prejuízo do período Reversão da Reserva para expansão Destinações do lucro líquido: Reserva legal Dividendos e juros sobre capital próprio Saldos em 31 de dezembro de 2011 Aumento de Capital Ajustes de avaliação patrimonial Prejuízo do período Reversão de reservas Saldos em 31 de dezembro de 2012 Saldos iniciais ajustados em 30 de junho de 2012 Prejuízo do período Ajustes de avaliação patrimonial Reversão de reservas Saldos em 31 de dezembro de 2012
Capital Social Capital realizado Aumento de capital 3.994.896 31.945 31.945 968.055 – – – – – –
– – – – – – 4.026.841 1.000.000 585.104 3.000.000 (1.000.000) – – – – – – – – – – 7.026.841 – 585.104 7.026.841 – 585.104 – – – – – – – – – 7.026.841 – 585.104 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
DEMONSTRAÇÕES DOS VALORES ADICIONADOS - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) Banco 2012 2011 Receitas 10.297.457 11.836.546 Receitas da intermediação financeira 10.417.869 11.877.695 Receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias 310.431 279.569 Provisão para créditos de liquidação duvidosa (561.051) (420.420) Outras receitas/(despesas) 129.156 98.707 Resultado não operacional 1.052 995 Despesas da intermediação financeira (8.981.447) (10.690.886) Insumos adquiridos de terceiros (209.450) (237.844) Materiais, energia e outros (2.790) (2.965) Serviços de terceiros (4.010) (3.770) Outras (202.650) (231.109) Comunicações (9.341) (13.440) Manutenção e conservação de bens (4.556) (5.160) Processamento de dados (52.304) (64.929) Promoções e relações públicas (3.287) (9.971) Publicações (588) (794) Propaganda e publicidade (286) (1.315) Serviços do sistema financeiro (36.024) (38.710) Serviços técnicos especializados (68.412) (66.686) Transportes (4.460) (5.271) Outras (23.392) (24.833) Valor adicionado bruto 1.106.560 907.816 Despesas de amortização/depreciação (10.974) (10.267) Valor adicionado líquido produzido pela Entidade 1.095.586 897.549 Valor adicionado recebido em transferência (2.362.112) (589.734) Resultado de participações em coligadas e controladas (2.362.112) (589.734) Valor adicionado a distribuir (1.266.526) 307.815 Valor adicionado distribuído (1.266.526) 307.815 Pessoal 500.376 394.361 Salários e honorários 233.219 204.732 Participações nos lucros e resultados 196.459 121.294 Benefícios e treinamentos 50.804 49.698 FGTS 19.884 18.493 Outros 10 144 Impostos, taxas e contribuições 181.227 60.048 INSS sobre salários 53.853 53.436 Despesas tributárias (exceto IR e CS) 132.784 178.737 Imposto de Renda/Contribuição Social (5.410) (172.125) Remuneração de capitais de terceiros 39.644 40.852 Aluguéis 39.644 40.852 Remuneração de capitais próprios (1.987.773) (187.446) Dividendos – 128.390 Prejuízo (1.987.773) (315.836) Participações minoritárias no lucro retido – – As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
Consolidado 2012 2011 8.845.908 13.668.870 13.895.240 16.015.882 1.035.204 1.246.774 (5.422.915) (3.342.877) (522.132) (175.206) (139.489) (75.703) (9.129.659) (11.034.842) (1.406.570) (1.374.198) (7.514) (9.836) (13.360) (17.273) (1.385.696) (1.347.089) (80.454) (101.453) (14.201) (17.183) (169.130) (152.249) (5.610) (16.221) (1.174) (960) (3.211) (10.211) (189.724) (167.918) (491.776) (485.924) (15.963) (24.156) (414.453) (370.814) (1.690.321) 1.259.830 (29.443) (37.195) (1.719.764) 1.222.635 70.381 (321) 70.381 (321) (1.649.383) 1.222.314 (1.649.383) 1.222.314 1.210.914 1.079.993 640.481 529.839 362.839 355.373 152.122 144.376 55.261 50.162 211 243 (1.008.056) 196.160 130.061 134.017 477.518 622.804 (1.615.635) (560.661) 135.532 133.606 135.532 133.606 (1.987.773) (187.445) – 128.390 (1.987.773) (315.836) – 1
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 1
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Reservas de capital 585.104 – – – –
Contexto operacional O Banco Votorantim S.A. é uma Companhia de Capital fechado que, operando na forma de Banco Múltiplo, desenvolve atividades bancárias em modalidades autorizadas, por meio de suas carteiras comercial, de financiamento e de operações de câmbio. Por intermédio de suas controladas, a Companhia atua também em diversas outras modalidades, com destaque para as atividades de crédito ao consumidor, de arrendamento mercantil, de administração de fundos de investimento e de cartões de crédito. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos, e certas operações tem a coparticipação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro. Os benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e administrativa são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos em conjunto ou individualmente. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações e normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN). Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei n° 11.638/07, complementada pela Lei n° 11.941/09, as quais alteraram a Lei das Sociedades por Ações quanto às práticas contábeis adotadas no Brasil. Embora a referida lei já tenha entrado em vigor, algumas alterações por ela introduzidas dependem de normatização por parte do CMN. As alterações aprovadas pelo CMN foram: • os procedimentos observados no Pronunciamento Conceitual para elaboração e divulgação de relatório contábil-financeiro aprovado pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), naquilo que não conflitar com normas emitidas pelo CMN ou pelo Banco Central do Brasil; • os procedimentos de mensuração do valor recuperável de ativos; • a elaboração do fluxo de caixa em substituição da demonstração das origens e aplicações de recursos; • a divulgação em notas explicativas às demonstrações contábeis de informações sobre partes relacionadas; • pagamento baseado em ações; • definição de critérios para a seleção, alteração e divulgação de políticas contábeis, para as alterações nas estimativas contábeis e para as retificações de erros; • eventos subsequentes; e • os procedimentos de reconhecimento, mensuração e divulgações de provisões, passivos e ativos contingentes. Foi aplicado ainda o seguinte pronunciamento que não é conflitante com as normas do Banco Central do Brasil, conforme determina regulamentação vigente: • Demonstração do valor adicionado. As demonstrações contábeis consolidadas compreendem o Banco Votorantim e as controladas diretas, no País e no exterior, a seguir relacionadas: Percentual de participação 31/12/2012 31/12/2011 Controladas diretas no país Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mob. Ltda. 99,99% 99,98% Votorantim Asset Management Distrib. de TVM Ltda. 99,99% 99,99% BV Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento 100% 100% BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. 99,99% 99,99% Controladas diretas no exterior Votorantim Bank Limited 100% 100% Banco Votorantim Securities Inc. 100% 100% Banco Votorantim Securities (UK) Limited 100% 100% As participações em Sociedades Anônimas demonstradas no quadro acima são compostas somente por ações ordinárias. As demonstrações contábeis consolidadas foram elaboradas em conformidade com as normas de consolidação e instruções do CMN, aplicáveis ao Consolidado Financeiro. Os principais procedimentos adotados no processo de consolidação das demonstrações contábeis do Conglomerado Financeiro são: Eliminação dos saldos das contas de ativos, passivos, receitas e despesas entre controladora e controladas; • eliminação das participações no Capital, reservas e lucros acumulados das empresas controladas; • apresentação das operações de arrendamento mercantil pelo método financeiro, reclassificando o imobilizado de arrendamento para a rubrica de operações de arrendamento mercantil, reduzido do valor residual recebido antecipadamente, bem como os respectivos efeitos no resultado; • os saldos contábeis das controladas diretas no exterior, que são preparados de acordo com as normas internacionais de contabilidade, foram convertidos para reais, utilizando-se a cotação do dólar norte-americano na data do encerramento do período, e foram ajustados conforme práticas contábeis descritas na nota explicativa nº 4; • a variação cambial das operações da agência e das empresas controladas no exterior foi distribuída nas linhas da demonstração de resultado, de acordo com os respectivos ativos e passivos que lhes deram origem; e • o processo de consolidação não inclui a consolidação dos fundos de investimentos exclusivos e dos fundos de investimentos em direitos creditórios, de acordo com as normas de consolidação estabelecidas pelo CMN. a. Reclassificações Foram efetuadas reclassificações nos saldos de 31 de dezembro de 2011 da demonstração de resultado, visando permitir a comparabilidade das demonstrações contábeis, em decorrência da alteração da política interna de aglutinação de contas de receitas e despesas, tendo como objetivo principal proporcionar ao usuário das demonstrações contábeis o melhor entendimento do resultado da Companhia. As principais reclassificações foram: i. Saldos anteriormente apresentados na rubrica de “Outras despesas administrativas”, no montante de R$ 27.397, substancialmente reclassificados para a rubrica “Resultado de instrumentos financeiros derivativos”. Banco Divulgação anterior Reclassificação Saldo reclassificado Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 11.336.910 (4.347) 11.332.563 Resultado de instrumentos financeiros derivativos (2.836.318) (23.050) (2.859.368) Outras despesas administrativas (316.360) 27.397 (288.963) Saldos anteriormente apresentados na rubrica de “Outras despesas administrativas”, no montante de R$ 27.588, substancialmente reclassificados para as rubricas “Resultado de operações com títulos e valores mobiliários” no montante de R$ 4.540 e “Resultado de instrumentos financeiros derivativos” no montante de R$ 23.048. Consolidado Divulgação anterior Reclassificação Saldo reclassificado Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 4.862.081 (4.540) 4.857.541 Resultado de instrumentos financeiros derivativos (1.174.603) (23.048) (1.197.651) Receitas de prestação de serviços 480.787 1 480.788 Despesa de pessoal (858.650) 13 (858.637) Outras despesas administrativas (1.572.587) 27.588 (1.544.999) Resultado não operacional (75.689) (14) (75.703)
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Reservas de lucros Legal Expansão 394.583 3.439.705 – (1.000.000) – – – – – (356.497) 27.029 – 421.612 – – – (122.000) 299.612 421.612 – – (122.000) 299.612
– – 2.083.208 – – – (2.083.208) – 2.083.208 – – (2.083.208) –
Ajustes de valor patrimonial (57.356) – (17.990) – –
Lucros/(Prejuízos) acumulados (231.067) – – (187.446) 356.497
Total 8.157.810 – (17.990) (187.446) –
– – (75.346) – 374.225 – – 298.879 319.208 – (20.329) – 298.879
(27.029) (128.390) (217.435) – – (1.987.773) 2.205.208 – (1.318.713) (886.495) – 2.205.208 –
– (128.390) 7.823.984 2.000.000 374.225 (1.987.773) – 8.210.436 9.117.260 (886.495) (20.329) – 8.210.436
ii. Foram efetuadas reclassificações nos saldos de 31 de dezembro de 2011 no Balanço Patrimonial, visando permitir a comparabilidade das demonstrações contábeis. O Conglomerado passou a registrar os valores dos créditos tributários decorrentes de diferenças temporárias pelo valor líquido de suas obrigações fiscais diferidas. As principais reclassificações foram: Banco Divulgação anterior Reclassificação Saldo reclassificado Outros Créditos - Diversos - Crédito tributário de impostos e contribuições 670.447 (79.784) 590.663 Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias - Provisões para impostos e contribuições diferidos 79.784 (79.784) – Consolidado Divulgação anterior Reclassificação Saldo reclassificado Outros Créditos - Diversos - Crédito tributário de impostos e contribuições 2.887.586 (376.683) 2.510.903 Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias - Provisões para impostos e contribuições diferidos 1.036.732 (376.683) 660.049 b. Mudança na política contábil No segundo semestre de 2012, a controlada BV Financeira, baseado no pressuposto do regime de competência e no confronto das despesas com as respectivas receitas apuradas com bases individuais dos contratos de crédito, foi necessário alterar o critério contábil aplicado para os custos associados com a produção de empréstimos e financiamentos, incorridos após a originação da operação, passando a registrá-los em despesa no momento em que são pagos. A mudança na política contábil afetou os Balanços Patrimoniais da Companhia, bem como as Demonstrações de Resultados, as Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido, as Demonstrações dos Fluxos de Caixa e Demonstrações de Valor Adicionado referentes aos períodos apresentados. Com vistas a manter a comparabilidade das demonstrações financeiras e em atendimento ao CPC 23 (Resolução 4.007/11 do CMN) estamos apresentando, nesse momento, as demonstrações contábeis de 2011 com os ajustes abaixo: Divulgação anterior Ajustes Saldo ajustado Banco Em 31 de dezembro de 2011 Ativo Investimento Participação em controladas no País 2.337.943 (217.435) 2.120.508 Patrimônio líquido Prejuízos acumulados – (217.435) (217.435) Efeito no patrimônio líquido 8.041.419 (217.435) 7.823.984 Resultado Resultado de participações em controladas (603.366) 13.632 (589.734) Efeito no resultado (201.078) 13.632 (187.446) Consolidado Em 31 de dezembro de 2011 Ativo Outros créditos - Diversos - Impostos e contribuições a compensar 542.137 157.782 699.919 Outros créditos - Diversos - Outros 173.025 (135.100) 37.925 Outros valores e bens - Despesas antecipadas 1.406.896 (240.117) 1.166.779 Patrimônio líquido Prejuízos acumulados – (217.435) (217.435) Efeito no patrimônio líquido 8.041.419 (217.435) 7.823.984 Resultado Outras receitas operacionais 246.385 16.143 262.528 Outras despesas operacionais (444.086) 6.352 (437.734) Provisão para imposto de renda (28.850) (5.489) (34.339) Provisão para contribuição social (162.541) (3.374) (165.915) Efeito no resultado (201.078) 13.632 (187.446) A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 07 de fevereiro de 2013. Gerenciamento de riscos A gestão de riscos tem suas políticas em linha às melhores práticas de mercado e está aderente com as diretrizes definidas pelo CMN. Sua abrangência é no âmbito das instituições que compõem o Conglomerado Financeiro Votorantim (“Conglomerado”). Foram implementadas políticas, procedimentos e sistemas de gestão capazes de gerir, avaliar e mitigar os riscos inerentes aos seus negócios, proporcionando à Administração uma visão de todos os riscos. Risco de mercado Risco de mercado é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas. A gestão é feita de forma centralizada por uma área que mantém independência em relação à mesa de operações. Os procedimentos básicos adotados para o gerenciamento deste risco são: (a) integridade na precificação de ativos e derivativos; (b) avaliação do risco pela metodologia Value at Risk e pela simulação de cenários; e (c) acompanhamento de resultados diários com testes de aderência da metodologia back-test. O Conglomerado realiza operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos, atuando em mercados organizados e de balcão, com o objetivo de possibilitar uma gestão de risco de mercado adequada à sua política. Estes instrumentos são utilizados para hedge de posições, para atender demanda de contrapartes e como meio de reversão de posições em momentos de grandes oscilações. Risco operacional Risco operacional é definido como o risco de perda resultante de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas ou de eventos externos à Instituição - inclui o risco legal, porém exclui o risco estratégico e o risco de imagem. Os princípios básicos observados pela Instituição na gestão e controle do risco operacional estão em conformidade com a regulamentação vigente do Banco Central do Brasil e com as melhores práticas de mercado: • envolvimento da alta Administração na supervisão global da tomada de riscos através dos comitês e comissões estabelecidos; • mapeamento dos processos operacionais e sistêmicos, mapeamento de controles existentes e análise dos riscos inerentes e residuais; • avaliação do efeito financeiro potencial e da possibilidade de ocorrência dos riscos mapeados; • a partir dessa avaliação, define-se a exposição ao risco operacional, de acordo com a matriz de risco padronizada para toda Instituição; • captura de perdas operacionais e manutenção de base de dados estruturada com informações referentes aos eventos; • análise, comunicação e implantação de planos de ação para melhoria de processos e controles para mitigação dos riscos incorridos; e • cálculo de Capital alocado para risco operacional a partir de metodologias estruturadas, baseadas nas melhores práticas de mercado e adequadas em relação às exigências regulatórias. Risco de crédito Risco de crédito consiste na possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Como parte do processo de gestão do risco de crédito, são realizados acompanhamentos das políticas, normas, processos, limites estabelecidos, além da análise dos riscos e submissão às alçadas e aos comitês aprovadores. A política de crédito é formulada com base em análise de indicadores internos da carteira e dos processos de precificação e avaliação de empresas, e em fatores externos, relacionados à situação financeira das empresas e à conjuntura econômica do País e do exterior. O Conglomerado realiza avaliações de risco de crédito das operações, determinadas através de modelos julgamentais e estatísticos. Ressalta-se que na identificação de deterioração da qualidade da carteira de crédito, são tomadas ações de mitigação de riscos, tais como reavaliação do perfil de risco dos clientes e análises setoriais que influenciam na gestão de limites até a gestão e controle de garantias. Gestão de ativos e passivos O Comitê Operacional de ALM, Riscos e Capital, é responsável pela gestão dos riscos estruturais de taxas de juros, taxas de câmbio e de liquidez, bem como a gestão do Capital que busca otimizar a relação risco versus retorno e a maior eficiência na composição dos fatores que impactam no Índice de Solvabilidade (Basileia). 31/12/2012 31/12/2011 Índice de Basileia Patrimônio de Referência Total (PR) 12.110.639 12.054.180 Patrimônio de Referência Nível I 7.874.507 8.086.351 Patrimônio líquido 8.210.437 8.041.429 Ativo permanente diferido (37.051) (30.424) Ajustes ao valor de mercado (298.879) 75.346 Patrimônio de Referência Nível II 4.236.132 3.967.829 Ajustes ao valor de mercado 298.879 (75.346) Dívidas subordinadas elegíveis a Capital 4.070.748 4.109.087 (–) Excesso de ações preferenciais emitidas com cláusula de resgate com prazo original de vencimento inferior a 10 anos e intrumentos de dívida subordinada (133.495) (65.912) Patrimônio de Referência Exigido (PRE) 9.310.466 9.385.719 Risco de crédito 8.720.742 8.923.692 Risco de mercado 294.179 193.114 Risco operacional 295.545 268.913 Excesso de Patrimônio de Referência 2.800.173 2.668.461 Índice (PR x 100)/(PRE/0,11) 14,3% 14,1% Limite de imobilização 31/12/2012 31/12/2011 Limite para imobilização 6.055.319 6.027.089 Valor da situação para o limite de imobilização 379.211 213.741 Valor da margem ou insuficiência 5.676.108 5.813.348 Em atendimento à Circular nº 3.477/09 do Bacen, o Banco Votorantim mantém informações adicionais de seu processo de gestão de riscos disponibilizadas no website: www.bancovotorantim.com.br/ri. Principais práticas contábeis a. Apuração do resultado As receitas e despesas são registradas de acordo com o regime de competência e são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia, calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relacionadas a operações com o exterior, as quais são calculadas com base no método linear. b. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades, aplicações em depósitos interfinanceiros, aplicações em moedas estrangeiras com alta liquidez e risco insignificante de mudança de valor e aplicações em operações compromissadas - posição bancada cujo vencimento das operações, na data da aplicação, seja de até 90 dias. c. Aplicações interfinanceiras de liquidez As aplicações interfinanceiras são registradas pelo valor de aplicação, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço, calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e nas taxas de juros pactuados.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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BANCO VOTORANTIM S.A. CNPJ 59.588.111/0001-03 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 18º andar - Vila Gertrudes - CEP 04794-000 - São Paulo - SP Tel. (11) 5171-1000 Fax (11) 5171-1900 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) d.
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Títulos e valores mobiliários Os títulos e valores mobiliários são registrados pelo valor efetivamente pago e classificados em função da intenção da Administração em três categorias distintas: i. Títulos para negociação - Títulos adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; ii. Títulos disponíveis para venda - Títulos que não se enquadrem para negociação nem como mantidos até o vencimento. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários; e iii. Títulos mantidos até o vencimento - Títulos adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Nesta categoria, os títulos não são ajustados ao seu valor de mercado. A metodologia de avaliação a mercado foi estabelecida com observância de critérios consistentes e verificáveis, que levam em consideração o preço médio de negociação no dia da apuração, ou na falta deste, o valor de ajuste diário das operações de mercado futuro divulgados por fontes externas ou o valor líquido provável de realização obtido com a utilização de curvas de valores futuros de taxas de juros, taxas de câmbio, índices de preços e moedas, além de eventuais ajustes nos preços de títulos de baixa liquidez. Os rendimentos auferidos com os títulos e valores mobiliários, independentemente da categoria em que estão classificados, são calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e nas taxas de juros pactuados, pelo método exponencial ou linear, até a data do vencimento ou da venda definitiva do título, sendo reconhecidos diretamente no resultado do período. e. Instrumentos financeiros derivativos Os instrumentos financeiros derivativos são avaliados pelo seu valor de mercado, com critérios consistentes e verificáveis, considerando o preço médio de negociação no dia da apuração, ou na falta deste, metodologias convencionais e consagradas. Os instrumentos financeiros derivativos são classificados de acordo com a intenção da Administração, levando-se em consideração a sua finalidade. Os instrumentos financeiros utilizados para compensar, no todo ou em parte, os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercado de ativos ou passivos são considerados instrumentos de proteção (hedge) e são classificados de acordo com a sua natureza em: i. Hedge de risco de mercado - Os instrumentos financeiros derivativos classificados nessa categoria, bem como o item objeto de hedge, tem seus ajustes a valor de mercado registrados em contrapartida ao resultado do período; e ii. Hedge de fluxo de caixa - Os instrumentos financeiros derivativos classificados nesta categoria tem seus ajustes a valor de mercado registrados em conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários. Os instrumentos financeiros derivativos que não atendam aos critérios de hedge tem seus ajustes a valor de mercado registrados diretamente no resultado do período. Para os instrumentos financeiros derivativos negociados em associação com operações de captação, tanto o derivativo como a captação estão contabilizados pelas condições intrínsecas contratadas, não sendo ajustados pelo valor de mercado. f. Hedge contábil O Conglomerado mantém instrumentos derivativos de hedge financeiro para proteger suas exposições de risco de variação de moeda estrangeira e de taxas de juros. No momento da designação inicial do hedge, a Administração formalmente documenta o relacionamento entre os instrumentos e os itens objeto de hedge, incluindo os objetivos de gerenciamento de riscos e a estratégia na condução da transação, juntamente com os métodos que serão utilizados para avaliar a efetividade do relacionamento de hedge, considerando métodos de cálculo convencionais e consagrados. A Administração faz uma avaliação, tanto no início do relacionamento, como continuamente, para verificar se existe uma expectativa que os instrumentos sejam altamente eficazes na compensação de variações no valor justo dos respectivos itens objeto de hedge durante o período para o qual é designado, e se os resultados reais estão dentro da faixa de 80-125 por cento, conforme previsto na regulamentação vigente. Para os itens objeto que deixaram de compor o programa de hedge e permanecem registrados no Balanço, o ajuste de marcação a mercado é incorporado ao custo, sendo contabilizados prospectivamente pelo custo amortizado, usando o método da taxa de juros efetiva. g. Operações de crédito, de arrendamento mercantil, adiantamentos sobre contratos de câmbio, outros créditos com características de concessão de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa As operações de crédito, de arrendamento mercantil, adiantamentos sobre contratos de câmbio e outros créditos com características de concessão de crédito são classificadas de acordo com o julgamento da Administração quanto ao nível de risco, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiencia passada e os riscos específicos em relação à operação, aos devedores e garantidores, períodos de atraso, grupo econômico observando os parâmetros estabelecidos pelo CMN, que requer a análise da carteira e sua classificação em nove níveis, sendo AA (risco mínimo) e H (risco máximo). Com relação ao período de atraso verificado nas operações de varejo com prazo a decorrer superior a 36 (trinta e seis) meses, admite-se a contagem em dobro sobre os intervalos de atraso definidos para os nove níveis. Nos casos em que há ações recursais/revisionais em andamento, admite-se classificação inferior ao risco observado através da inadimplência da operação, uma vez que comprovado em extrato o recebimento de valor necessário à quitação de todo ou parte do débito, em conta discriminada a favor do Conglomerado. As rendas das operações de crédito vencidas há mais de 60 (sessenta) dias, independentemente de seu nível de risco, somente são reconhecidas como receita quando efetivamente recebidas. As operações classificadas como nível H permanecem nessa classificação por 180 (cento e oitenta) dias, quando então são baixadas contra a provisão existente e controladas em contas de compensação. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas, observado as regras da Resolução nº 2.682/CMN. As renegociações de operações de crédito que já haviam sido baixadas contra a provisão e que estavam em contas de compensação são classificadas como H, e os eventuais ganhos provenientes da renegociação são reconhecidos como receita quando efetivamente recebidos. As operações de crédito e arrendamento mercantil, que são objetos de hedge de instrumentos financeiros derivativos, são avaliadas pelo seu valor de mercado utilizando critério consistente e verificável. Os ajustes de avaliação a valor de mercado dessas operações são registrados, quando positivos, em Outros créditos - Diversos, e, quando negativos, em Outras obrigações - Diversas, em contrapartida de Resultado com instrumentos financeiros derivativos e Receitas de arrendamento mercantil. O resultado das cessões de operações de crédito realizadas até 31 de dezembro de 2011, foi apurado na data da cessão, sendo reconhecidos integralmente, mediante baixa dos ativos correspondentes, independente da retenção ou não do risco. Para a carteira de operações de crédito cedida com coobrigação, a Administração constitui provisão para perdas, registrada em Outras obrigações - Diversas. A partir de 01 de janeiro de 2012, os ativos financeiros cedidos consideram o grau de transferência dos riscos e benefícios dos ativos transferidos para uma outra entidade: • quando são transferidos ativos financeiros para uma outra entidade, mas não há transferência substancialmente dos riscos e benefícios relacionados aos ativos transferidos, os ativos permanecem reconhecidos no balanço da companhia; e • quando são transferidos substancialmente todos os riscos e benefícios relacionados aos ativos transferidos para uma entidade, os ativos são baixados do balanço da companhia. h. Despesas antecipadas São contabilizadas as aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros. As despesas antecipadas são registradas ao custo e amortizadas à medida que forem sendo realizadas. As operações de “Direito de usufruto de ações” foram registradas com base nos recursos pagos referente a constituição de usufruto oneroso e temporário de Ações Preferenciais de outras empresas em favor do Banco Votorantim S.A., as quais conferem, dentre outros direitos e vantagens, o direito de receber dividendos, na forma prevista nos Estatutos Sociais de cada uma das empresas. Os recursos pagos são diferidos em contrapartida ao resultado conforme prazo de vigência de cada operação de usufruto, enquanto os valores oriundos dos direitos de recebimento dos dividendos, são reconhecidos como receita quando da comprovação do direito. i. Estimativas contábeis A elaboração de demonstrações contábeis requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem avaliação de ativos e passivos financeiros e instrumentos financeiros derivativos pelo seu valor justo, análise de risco de crédito para determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa, assim como da análise sobre passivos contingentes. A Administração revisa as estimativas e premissas regularmente. Os principais valores reconhecidos nas demonstrações contábeis por meio das estimativas estão incluídos nas seguintes notas explicativas: nº 8 - Títulos e valores mobiliários; nº 9 - Instrumentos financeiros derivativos; nº 12 - Operações de crédito; e nº 49 - Ativos e passivos contingentes e obrigações legais. j. Ativo permanente i. Os investimentos em participações societárias são avaliados pelo método da equivalência patrimonial. Os demais investimentos permanentes são demonstrados pelo seu custo de aquisição e deduzidos de provisão para perda, quando aplicável; ii. O imobilizado é demonstrado pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação. A depreciação é calculada pelo método linear, com base nas seguintes taxas anuais, de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: • instalações, móveis e equipamentos de uso - 10%; • sistema de comunicação, segurança e transporte - 10%; e • sistemas de processamento de dados - 20%. iii. O ativo diferido é demonstrado pelo custo de aquisição ou formação, deduzido da respectiva amortização, composto, basicamente, por gastos em imóveis de terceiros até 30 de setembro de 2008. A amortização é calculada pelo método linear, com base no prazo que o benefício é gerado. Durante o período, não houve aquisições em decorrência da regulamentação vigente. As perdas em arrendamentos são amortizadas pelo prazo remanescente de vida útil dos bens objeto dos contratos de arrendamento e de acordo com a regulamentação vigente; e iv. O ativo intangível inclui os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da Companhia ou exercidos com essa finalidade. A amortização é calculada pelo método linear, com base no prazo que o benefício é gerado. Os intangíveis são deduzidos de provisão para perda, quando aplicável. Os ativos não financeiros estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. k. Tributos O imposto de renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido do adicional de 10% e a contribuição social foi apurada com base na alíquota de 15%, ambos aplicáveis sobre o lucro tributável. Na controlada BV Leasing, é reconhecido o imposto de renda diferido, calculado à alíquota de 25%, sobre o ajuste da superveniência de depreciação da carteira de arrendamento mercantil. A constituição do crédito tributário do imposto de renda e da contribuição social está fundamentada em estudo técnico comprobatório da capacidade de sua realização preparado pela Administração. O PIS (Programa de Integração Social) foi apurado com base na alíquota de 0,65% e a COFINS (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) foi apurada com base na alíquota de 4%, ambos aplicáveis sobre as receitas auferidas pela Companhia, reduzida das exclusões e deduções permitidas pela legislação em vigor. O ISS (Imposto Sobre Serviços) foi apurado considerando alíquota de 2% até 5% (alíquota varia de acordo com cada município) sobre as receitas de serviços prestados pela Companhia. l. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos contingentes, contingências passivas e obrigações legais são efetuados de acordo com os seguintes critérios: i. Ativos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis somente quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo; ii. Passivos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como remotos não requerem provisão e divulgação; e iii. Obrigações legais - São processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade, que independentemente da probabilidade de sucesso dos processos judiciais em andamento, tem os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. m. Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e a provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). Composição de caixa e equivalentes de caixa Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Disponibilidades 30.535 92.828 155.070 187.543 Aplicações interfinanceiras de liquidez 992.887 5.351.423 1.022.431 5.406.505 Oper. comprom. - Posição bancada 462.765 4.062.555 462.765 4.062.555 Aplic. em depósitos interfinanceiros 109.162 1.043.915 125.901 1.087.330 420.960 244.953 433.765 256.620 Aplicações em moedas estrangeiras 1.023.422 5.444.251 1.177.501 5.594.048 Total Disponibilidades Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Caixa 396 372 426 420 Depósitos bancários 157 28 107.641 80.554 29.982 92.428 47.003 106.569 Disponibilidades em moeda estrangeira 30.535 92.828 155.070 187.543 Total Aplicações interfinanceiras de liquidez Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 2.965.812 7.352.276 2.965.812 7.352.276 Oper. comprom. - Posição bancada Letras Financeiras do Tesouro – 1.340.294 – 1.340.294 Letras do Tesouro Nacional 1.239.714 2.435.576 1.239.714 2.435.576 Notas do Tesouro Nacional 1.701.607 3.576.406 1.701.607 3.576.406 Outras 24.491 – 24.491 – 10.922.487 6.312.841 10.922.487 6.312.841 Oper. comprom. - Posição financiada Letras Financeiras do Tesouro 541.791 2.465.337 541.791 2.465.337 Letras do Tesouro Nacional 8.544.636 3.649.107 8.544.636 3.649.107 Notas do Tesouro Nacional 1.836.060 198.397 1.836.060 198.397 484.660 – 484.660 – Oper. comprom. - Posição vendida Letras do Tesouro Nacional 231.130 – 231.130 – Notas do Tesouro Nacional 253.530 – 253.530 – 38.695.937 42.158.571 1.954.518 2.384.835 Aplic. depósitos interfinanceiros 420.960 244.953 433.765 256.620 Aplic. em moeda estrangeira 53.489.856 56.068.641 16.761.242 16.306.572 Total Estratégias de hedge contábil Banco e Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 Valor Valor de Ganho/(Perda) Valor Valor de Ganho/(Perda) de custo mercado não realizado de custo mercado não realizado 4.077.909 4.078.678 769 – – – Operações compromissadas 4.077.909 4.078.678 769 – – – Total Para proteger os riscos da taxa pré-fixada das operações compromissadas, o Conglomerado negociou contratos no mercado futuro de DI junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o vencimento das operações compromissadas. O valor de mercado desses derivativos totalizam R$4.081.605. A efetividade verificada na carteira de hedge encontrava-se em conformidade com o estabelecido na regulamentação vigente. Títulos e valores mobiliários Composição por categoria, no País e no exterior Banco 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Valor de mercado Ganho/(Perda) Valor de Valor de mercado Ganho/(Perda) custo (contábil) não realizado custo (contábil) não realizado Títulos para negociação 30.932.039 30.948.013 15.974 24.308.953 24.357.130 48.177 No País Letras Financeiras do Tesouro 948.067 947.695 (372) 223.366 223.387 21 Letras do Tesouro Nacional 3.069.239 3.068.593 (646) 515.304 515.161 (143) Notas do Tesouro Nacional 3.389.737 3.404.504 14.767 2.726.964 2.761.264 34.300 Debêntures 23.138.459 23.137.947 (512) 20.301.435 20.301.449 14 Títulos da Dívida Agrária – – – 18.591 19.563 972 Cédulas de Produto Rural 353.617 359.941 6.324 401.986 416.603 14.617 Notas Promissórias – – – 101.507 101.507 – Ações de Cias. Abertas 32.920 29.333 (3.587) 19.800 18.196 (1.604) 448.553 450.200 1.647 173.065 174.561 1.496 No Exterior Governos estrangeiros 112.390 112.392 2 – – – Tesouro Nacional 161.037 160.129 (908) 104.069 106.299 2.230 175.126 177.679 2.553 68.996 68.262 (734) Outros 31.380.592 31.398.213 17.621 24.482.018 24.531.691 49.673 Total
31/12/2012 31/12/2011 Valor de Valor de mercado Ganho/(Perda) Valor de Valor de mercado Ganho/(Perda) custo (contábil) não realizado custo (contábil) não realizado 11.259.744 11.512.417 252.673 11.524.377 11.542.158 17.781 1.659.472 1.657.602 (1.870) 1.104.175 1.099.334 (4.841) 3.421.086 3.621.050 199.964 5.462.539 5.506.373 43.834 42.195 43.462 1.267 28.401 29.247 846 2.372.776 2.421.359 48.583 1.644.087 1.640.955 (3.132) 29.848 31.821 1.973 12.877 13.556 679 430.981 430.987 6 261.144 261.126 (18) 353.396 353.396 – 318.006 318.006 – 936.312 936.312 – 930.782 930.782 – 348.086 348.294 208 – – – 69.521 54.514 (15.007) 62.326 54.343 (7.983) 1.463.794 1.480.681 16.887 1.700.040 1.688.436 (11.604) 132.277 132.939 662 – – – 1.365.159 1.383.027 17.868 2.158.611 2.132.015 (26.596) 474.604 481.843 7.239 1.325.956 1.332.558 6.602 890.555 901.184 10.629 832.655 799.457 (33.198) 12.624.903 12.895.444 270.541 13.682.988 13.674.173 (8.815) 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Valor de mercado Ganho/(Perda) Valor de Valor de mercado Ganho/(Perda) Títulos para negociação custo (contábil) não realizado custo (contábil) não realizado 8.313.839 8.333.215 19.376 4.339.289 4.394.296 55.007 No País Letras Financeiras do Tesouro 1.330.269 1.329.923 (346) 457.144 457.191 47 Letras do Tesouro Nacional 3.069.239 3.068.593 (646) 515.304 515.161 (143) Notas do Tesouro Nacional 3.424.658 3.442.799 18.141 2.778.912 2.820.015 41.103 Debêntures 95.532 95.022 (510) 2.428 2.443 15 Títulos da Dívida Agrária – – – 18.591 19.563 972 Cédulas de Produto Rural 353.617 359.941 6.324 401.986 416.603 14.617 Notas Promissórias – – – 101.507 101.507 – Cotas de Fundos de Invest. 7.604 7.604 – 43.617 43.617 – Ações de Cias. Abertas 32.920 29.333 (3.587) 19.800 18.196 (1.604) 468.988 470.633 1.645 233.071 232.327 (744) No Exterior Governos estrangeiros 132.825 132.826 1 50.815 50.834 19 Tesouro Nacional 161.037 160.129 (908) 104.069 106.299 2.230 175.126 177.678 2.552 78.187 75.194 (2.993) Outros títulos 8.782.827 8.803.848 21.021 4.572.360 4.626.623 54.263 Total Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Valor de mercado Ganho/(Perda) Valor de Valor de mercado Ganho/(Perda) custo (contábil) não realizado custo (contábil) não realizado Títulos disponíveis para venda 24.618.092 25.091.078 472.986 18.330.133 18.331.496 1.363 No País Letras do Tesouro Nacional 11.905.662 12.062.470 156.808 5.145.765 5.125.335 (20.430) Notas do Tesouro Nacional 4.685.729 4.947.328 261.599 5.968.134 6.011.139 43.005 Certif. de Receb. Imobiliários 42.195 43.461 1.266 28.401 29.247 846 Debêntures 2.372.776 2.421.359 48.583 1.644.087 1.640.955 (3.132) Títulos da Dívida Agrária 29.848 31.822 1.974 12.877 13.556 679 Notas Promissórias 430.981 430.988 7 261.144 261.126 (18) Cédula de Produto Rural 348.086 348.294 208 – – – Cotas de Fundos de Invest. 1.817.349 1.817.349 – 1.836.959 1.836.959 – Cotas de Fundos de Curto Prazo – – – 3.712 3.712 – Cotas de FIDC 383.562 383.562 – 735.906 735.906 – Cotas de FIP 936.312 936.312 – 930.782 930.782 – Ações de Cias. Abertas 69.521 54.514 (15.007) 62.326 54.343 (7.983) Ações de Cias. Fechadas 1.463.794 1.480.681 16.887 1.700.040 1.688.436 (11.604) Outros títulos 132.277 132.938 661 – – – 1.365.159 1.383.027 17.868 2.158.611 2.132.015 (26.596) No Exterior Governos estrangeiros 474.604 481.843 7.239 1.325.956 1.332.558 6.602 Outros títulos 890.555 901.184 10.629 832.655 799.457 (33.198) Total 25.983.251 26.474.105 490.854 20.488.744 20.463.511 (25.233) Em 31 de dezembro de 2012 não houve reclassificação de títulos e valores mobiliários. Em 31 de dezembro de 2012 não existem títulos classificados na categoria “mantidos até o vencimento”. Estratégias de hedge contábil Banco e Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Valor de Ganho/(Perda) Valor de Valor de Ganho/(Perda) custo mercado não realizado custo mercado não realizado Debêntures - com variação cambial 218.931 268.514 49.583 – – – Total 218.931 268.514 49.583 – – – Para proteger os riscos da variação cambial das debêntures, o Conglomerado negociou contratos no mercado futuro de DDI junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o vencimento das debêntures. O valor de mercado desses derivativos totalizou R$ 290.269. A efetividade verificada na carteira de hedge encontrava-se em conformidade com o estabelecido na regulamentação vigente. Instrumentos financeiros derivativos a. Composição em contas patrimoniais Banco Consolidado Ativo 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Diferencial a receber de swap 2.643.847 1.469.230 1.576.205 936.600 Contratos de termo de moeda 41.095 1.561 41.095 1.561 Compra de opções de compra - Ações 4.838 548 4.838 548 Compra de opções de venda - Ações 11.779 796 11.779 796 Compra de opções de compra - Ativo fin./merc. 65.247 448.504 65.247 448.504 Compra de opções de venda - Ativo fin./merc. 38.783 32.821 38.783 32.821 Derivativos de crédito 13.966 45.216 13.966 45.216 Non Deliverable Forward - NDF 133.785 176.431 133.785 176.431 Total 2.953.340 2.175.107 1.885.698 1.642.477 Passivo Diferencial a pagar de swap 1.502.661 931.721 1.355.584 851.590 Contratos de termo de moeda 41.740 935 41.740 935 Venda de opções de compra - Ações 13.713 1.170 13.713 1.170 Venda de opções de venda - Ações 9.502 339 9.502 339 Venda de opções de compra - Ativo fin./merc. 126.695 379.642 126.695 379.642 Venda de opções de venda - Ativo fin./merc. 42.654 157.677 42.654 157.677 Box de opção - Estratégia de renda fixa 21.928.151 23.246.286 1.034.208 1.928.765 Derivativos de crédito 8.606 36.146 8.606 36.146 Non Deliverable Forward - NDF 62.364 47.120 62.364 47.120 Total 23.736.086 24.801.036 2.695.066 3.403.384 b. Composição dos contratos de swap por indexador Banco 31/12/2012 31/12/2011 Valor original Valor de custo Valor de mercado Valor original Valor de custo Valor de mercado Posição ativa 53.601.145 59.191.065 61.471.983 52.606.253 58.880.185 60.544.234 DI 14.012.646 15.199.366 16.099.709 14.011.399 14.873.324 15.922.252 Dólar 4.383.060 5.192.727 5.423.209 4.684.884 5.272.414 5.362.487 Euro 480.933 557.716 563.780 479.815 504.654 506.797 IGPM 789.103 1.121.666 1.224.316 1.172.403 1.509.120 1.536.882 IPCA 5.063.530 5.539.828 5.917.304 3.774.454 4.153.412 4.179.558 Pré-fixado 26.711.747 29.240.476 29.889.532 26.191.026 30.229.950 30.734.199 Libor 1.398.882 1.458.013 1.462.938 1.566.664 1.534.893 1.517.827 Commodities 13.672 13.605 13.603 3.192 19.720 2.999 Franco Suíço 441.047 561.143 573.672 441.047 501.328 511.258 Outros 306.525 306.525 303.920 281.369 281.370 269.975 Posição passiva 53.601.145 58.223.946 60.330.797 52.606.253 58.471.599 60.006.725 DI 32.910.602 35.624.893 35.664.572 31.772.131 36.246.896 36.261.877 Dólar 2.619.191 2.944.889 3.015.634 2.220.743 2.442.167 2.475.333 Euro 53.648 53.238 53.095 88.792 89.228 89.073 IGPM 533.300 852.668 929.154 837.270 1.203.870 1.229.837 IPCA 6.745.472 8.103.821 8.730.500 5.411.638 6.870.856 7.054.138 Pré-fixado 9.581.383 9.468.558 10.744.470 11.665.996 11.008.884 12.319.341 Libor 617.466 610.782 625.654 345.964 331.402 303.892 TJLP 514.392 530.698 532.382 247.121 255.276 249.476 Commodities 13.398 13.270 13.135 4.270 4.150 3.950 Outros 12.293 21.129 22.201 12.328 18.870 19.808 Diferencial líquido – 967.119 1.141.186 – 408.586 537.509 Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 Valor original Valor de custo Valor de mercado Valor original Valor de custo Valor de mercado Posição ativa 28.068.124 30.883.132 32.568.336 26.413.149 28.598.238 29.802.418 DI 11.786.096 12.583.995 13.484.337 11.788.416 12.212.857 13.261.785 Dólar 4.348.667 5.148.742 5.378.711 4.561.641 5.129.083 5.219.953 Euro 480.933 557.716 563.780 479.815 504.654 506.797 IGPM 789.103 1.121.666 1.224.316 1.172.403 1.509.120 1.536.882 IPCA 5.063.530 5.539.828 5.917.304 3.774.454 4.153.412 4.179.558 Pré-fixado 3.439.669 3.591.899 3.645.754 2.344.148 2.751.801 2.795.384 Libor 1.398.882 1.458.013 1.462.938 1.566.664 1.534.893 1.517.827 Commodities 13.672 13.605 13.603 3.192 19.720 2.999 Franco Suíço 441.047 561.143 573.672 441.047 501.328 511.258 Outros 306.525 306.525 303.921 281.369 281.370 269.975 Posição passiva 28.068.124 30.297.208 32.347.715 26.413.149 28.216.829 29.717.408 DI 9.604.131 10.404.027 10.443.642 7.802.011 8.695.648 8.710.616 Dólar 2.614.191 2.938.682 3.009.399 2.144.944 2.357.482 2.391.096 Euro 53.648 53.238 53.095 88.792 89.228 89.073 IGPM 533.300 852.668 929.154 837.270 1.203.870 1.229.837 IPCA 6.745.472 8.103.821 8.730.500 5.411.638 6.870.856 7.054.138 Pré-fixado 7.359.833 6.768.893 7.988.553 9.518.811 8.390.047 9.665.522 Libor 617.466 610.782 625.654 345.964 331.402 303.892 TJLP 514.392 530.698 532.382 247.121 255.276 249.476 Commodities 13.398 13.270 13.135 4.270 4.150 3.950 Outros 12.293 21.129 22.201 12.328 18.870 19.808 Diferencial líquido – 585.924 220.621 – 381.409 85.010 c. Composição dos contratos de termo por indexador 31/12/2012 31/12/2011 Banco e Consolidado Valor original Valor de custo Valor de mercado Valor original Valor de custo Valor de mercado Posição ativa Termo de moeda 40.894 40.894 41.095 24.853 1.561 1.561 Total 40.894 40.894 41.095 24.853 1.561 1.561 Posição passiva Termo de moeda 40.894 40.894 41.740 24.853 935 935 Total 40.894 40.894 41.740 24.853 935 935 d. Composição dos contratos de opções por indexador 31/12/2012 31/12/2011 Banco e Consolidado Valor Valor de mercado Valor Valor de mercado Posição comprada contratado (contábil) contratado (contábil) Dólar 7.901.119 37.600 5.689.314 360.527 Índice 14.674.731 49.520 248.537.933 28.114 DI – – 37 1.101 Ações 826.500 16.617 177.824 1.344 Commodities 486 7 770 2 Flexíveis 446.646 16.903 1.662.055 91.581 Total 23.849.482 120.647 256.067.933 482.669 Posição vendida Dólar 10.027.200 60.307 9.990.840 348.182 Índice 14.643.331 16.562 200.640.079 86.048 DI – – 688 54.257 Ações 1.026.600 23.215 122.726 1.509 Commodities 1.105 52 19.769 1.648 Flexíveis 1.091.763 92.428 2.085.477 47.184 Total 26.789.999 192.564 212.859.579 538.828 e. Composição dos contratos de futuros por indexador Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Compromisso de compra 27.055.636 75.672.583 27.063.268 75.672.583 DDI 14.169.766 12.615.757 14.169.766 12.615.757 Dólar 2.225.922 285.048 2.225.922 285.048 DI 10.167.834 61.717.665 10.167.834 61.717.665 Cupom Cambial – 414.948 7.632 414.948 Commodities 29.864 8.886 29.864 8.886 Índice 258.056 52.577 258.056 52.577 SCC 204.194 577.702 204.194 577.702 Compromisso de venda 32.304.742 41.718.879 75.899.787 79.210.346 DDI 13.745.585 12.527.641 13.745.585 12.527.641 Dólar 3.313.492 635.806 3.313.492 635.806 DI 14.642.020 27.559.973 58.236.640 65.051.440 Cupom Cambial – 397 425 397 Commodities 42.679 33.911 42.679 33.911 T-Note 344.484 330.588 344.484 330.588 Índice 12.513 35.993 12.513 35.993 Euro 509 17.814 509 17.814 BGI – 96 – 96 SCC 203.460 576.660 203.460 576.660 Total (5.249.106) 33.953.704 (48.836.519) (3.537.763) Banco
Títulos disponíveis para venda No País Letras do Tesouro Nacional Notas do Tesouro Nacional Certif. de Receb. Imobiliários Debêntures Títulos da Dívida Agrária Notas Promissórias Cotas de FIDC Cotas de FIP Cédula de Produto Rural Ações de Cias. Abertas Ações de Cias. Fechadas Outros títulos No exterior Governos estrangeiros Outros títulos Total Consolidado
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
BANCO VOTORANTIM S.A. CNPJ 59.588.111/0001-03 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 18º andar - Vila Gertrudes - CEP 04794-000 - São Paulo - SP Tel. (11) 5171-1000 Fax (11) 5171-1900 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) f.
g.
h.
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Composição dos contratos de NDF por indexador Banco e Consolidado Ativo Dólar Euro Outros Subtotal Passivo Dólar Euro Outros Subtotal Total Derivativos de crédito Banco e Consolidado Risco recebido Swaps de crédito Total Risco transferido Swaps de crédito Total Derivativos de crédito por indexador Banco e Consolidado
31/12/2012 Valor Valor de mercado contratado (contábil) 4.243.701 4.090 287.709 4.535.500
74.950 169 58.666 133.785
2.303.510 3.445 263.367 2.570.322
99.912 313 76.206 176.431
1.124.021 38.887 372.260 1.535.168 3.000.332
58.823 1.319 2.222 62.364 71.421
934.598 10.290 370.470 1.315.358 1.254.964
36.632 11 10.477 47.120 129.311
31/12/2012 Valor de referência Valor de mercado
Consolidado
31/12/2011 Valor Valor de mercado contratado (contábil)
31/12/2011 Valor de referência Valor de mercado
2.963.075 2.963.075
10.704 10.704
3.132.586 3.132.586
(20.798) (20.798)
872.596 872.596
5.344 5.344
946.491 946.491
(29.868) (29.868)
31/12/2012 31/12/2011 Valor original Valor de custo Valor de mercado Valor original Valor de custo Valor de mercado Posição ativa Pré-fixado 3.126.556 8.060 13.966 3.722.675 34.236 45.216 3.126.556 8.060 13.966 3.722.675 34.236 45.216 Total Posição passiva Pré-fixado 709.115 837 8.606 356.402 565 36.146 709.115 837 8.606 356.402 565 36.146 Total i. Composição dos contratos de Box de opção - Estratégia de renda fixa 31/12/2012 31/12/2011 Banco Valor Valor de mercado/ Valor Valor de mercado/ contratado exposição a risco contratado exposição a risco Risco pré-fixado Posição passiva Venda de Call com limite de alta 6.703.301 7.483.232 7.036.669 7.698.813 13.613.545 14.444.919 13.101.749 15.547.473 Venda de Put com limite de baixa 20.316.846 21.928.151 20.138.418 23.246.286 Total Risco dólar Posição ativa Venda de Put com limite de baixa – 16.461.075 – 19.078.949 – 16.461.075 – 19.078.949 Subtotal Posição passiva Venda de Call com limite de alta – 16.461.075 – 19.078.949 – 16.461.075 – 19.078.949 Subtotal – – – – Total Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 Valor Valor de mercado/ Valor Valor de mercado/ contratado exposição a risco contratado exposição a risco Risco pré-fixado Posição passiva Venda de Call com limite de alta 286.180 306.669 609.708 654.618 699.895 727.539 1.121.764 1.274.147 Venda de Put com limite de baixa Total 986.075 1.034.208 1.731.472 1.928.765 Risco dólar Posição ativa Venda de Put com limite de baixa – 716.647 – 1.680.296 – 716.647 – 1.680.296 Subtotal Posição passiva Venda de Call com limite de alta – 716.647 – 1.680.296 – 716.647 – 1.680.296 Subtotal – – – – Total j. Títulos dados em garantia Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 573.404 492.303 1.670.125 2.015.730 Operações em Bolsa Notas do Tesouro Nacional 464.851 232.662 513.913 256.790 Letras Financeiras do Tesouro 38.601 21.920 38.601 21.920 Letras do Tesouro Nacional 69.952 237.721 1.117.611 1.737.020 128.373 61.463 128.373 61.463 Operações Câmara Comp. Notas do Tesouro Nacional 110.615 6.652 110.615 6.652 Letras Financeiras do Tesouro 17.758 54.811 17.758 54.811 2.683.181 1.754.503 2.710.875 1.774.907 Outros Notas do Tesouro Nacional 1.019.542 410.859 1.019.542 410.859 Letras Financeiras do Tesouro 3.253 1.416 30.947 21.820 Letras do Tesouro Nacional 690.745 – 690.745 – Outros 969.641 1.342.228 969.641 1.342.228 (a) 3.384.958 2.308.269 4.509.373 3.852.100 Total (a) Em 2012, referem-se, basicamente, a títulos de governos estrangeiros, no montante de R$ 594.235 (R$ 1.332.557 em 2011), e outros títulos no exterior no montante de R$ 375.406 (R$ 9.671 em 2011). k. Instrumentos financeiros derivativos segregados por local de negociação e contraparte Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Posição ativa Operações em bolsa 120.647 482.669 120.647 482.669 Balcão 2.832.693 1.692.438 1.765.051 1.159.808 Instituições financeiras 2.550.147 1.442.103 1.482.505 909.473 282.546 250.335 282.546 250.335 Clientes 2.953.340 2.175.107 1.885.698 1.642.477 Total Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Posição passiva Operações em bolsa 192.564 538.828 192.564 538.828 Balcão 23.543.522 24.262.208 2.502.502 2.864.556 Instituições financeiras 23.439.651 24.191.017 2.398.631 2.793.365 103.871 71.191 103.871 71.191 Clientes 23.736.086 24.801.036 2.695.066 3.403.384 Total l. Composição de instrumentos financeiros derivativos utilizados em estratégias de hedge Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Instrumentos de hedge Hedge de risco de mercado Ativo 10.552.061 21.056.052 12.630.615 20.829.281 Futuros 9.702.416 13.983.520 11.780.970 13.983.520 Swap 849.645 3.640.741 849.645 3.413.970 Opções – 3.431.791 – 3.431.791 Passivo 10.266.408 18.180.744 50.784.482 53.161.487 Futuros 10.266.408 13.696.175 50.784.482 48.903.688 Swap – 2.617.866 – 2.391.096 Opções – 1.866.703 – 1.866.703 Hedge de risco de fluxo de caixa – 477.771 – 477.771 Ativo Swap – 477.771 – 477.771 Itens objeto de hedge 9.750.820 4.016.013 50.250.030 44.737.304 Ativo Operações de crédito 5.403.628 1.711.456 44.047.056 38.719.115 Títulos e valores mobiliários 4.347.192 389.656 4.347.192 448.407 Operações de arrendamento mercantil – – 1.855.782 3.654.881 Investimentos externos – 720.041 – 720.041 Outros ativos – 1.194.860 – 1.194.860 Passivo 9.255.247 7.376.627 9.255.247 7.376.627 Outros passivos 9.255.247 7.376.627 9.255.247 7.376.627 Relações interfinanceiras Banco e Consolidado Ativo 31/12/2012 31/12/2011 Reservas compulsórias BACEN 1.177.120 5.846.931 Compulsório sobre depósito a vista 128.476 125.136 Compulsório sobre recursos a prazo 709.353 3.241.943 Compulsório sobre exigibilidade adicional 333.588 2.474.000 Compulsório sobre op. de microfinanças 5.703 5.852 Repasses interfinanceiros 98.733 157.524 Relações com correspondentes 33.913 28.460 1.309.766 6.032.915 Total Relações interdependências Banco 31/12/2012 31/12/2011 Passivo Recursos em trânsito - Sociedades ligadas 2.800 4.648 Recebimentos em trânsito - Terceiros 718 – 35.010 118.087 Ordens de pagamento em moeda estrangeira 38.528 122.735 Total Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 Passivo Recursos em trânsito - Sociedades ligadas 2.800 4.648 Recebimentos em trânsito - Terceiros 718 – Ordens de pagamento em moeda estrangeira 35.010 118.087 510 218 Transferência interna de recursos 39.038 122.953 Total Operações de crédito, de arrendamento mercantil, adiantamentos sobre contratos de câmbio, outros créditos com características de concessão de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa a. Composição das operações por modalidade e parcelas vencidas e vincendas Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Adiantamentos a depositantes 384 895 384 895 Empréstimos 9.232.165 9.824.960 16.638.010 16.230.625 Títulos descontados 85.025 61.127 85.025 61.127 Financiamentos 4.204.442 5.155.137 29.474.770 33.384.154 Financiamentos a exportação 3.306.622 3.291.980 3.306.622 3.291.980 Financiamentos em moeda estrangeira 629.733 550.594 629.733 550.594 Financiamentos rurais 342.088 877.329 342.088 877.329 Financiamentos imobiliários 606.365 234.220 606.365 234.220 Financiamentos de infra-estr. e desenvolvimento 30.667 – 30.667 – – – 2.982.623 – Operações de crédito vinculadas a cessões 18.437.491 19.996.242 54.096.287 54.630.924 Subtotal Adiant. sobre contratos de câmbio 890.239 748.484 890.239 748.484 Operações de arrendamento mercantil – – 1.965.922 3.346.787 Créditos por avais e fianças honrados 94 – 94 – 2.099 – 2.099 – Outros 19.329.923 20.744.726 56.954.641 58.726.195 Total de operações de crédito Parcelas vencidas (a partir de 15 dias) 229.015 177.457 1.845.942 1.793.585 19.100.908 20.567.269 55.108.699 56.932.610 Parcelas vincendas 19.329.923 20.744.726 56.954.641 58.726.195 Total de parcelas b. Concentração das operações Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Dez maiores devedores 2.876.111 2.957.994 2.960.084 3.018.213 Cinquenta seguintes maiores devedores 3.924.805 4.173.687 4.018.461 4.266.170 Cem seguintes maiores devedores 2.999.484 3.393.053 3.056.467 3.458.730 9.529.523 10.219.992 46.919.629 47.983.082 Demais clientes 19.329.923 20.744.726 56.954.641 58.726.195 Total c. Composição das operações por setor de atividade econômica Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Pessoas jurídicas 19.009.067 20.093.935 20.613.713 21.971.937 Setor público estadual Serviços – 53.417 – 53.417 Setor público municipal Serviços 26.253 – 26.253 – Setor privado Indústria 9.852.975 10.369.579 9.999.478 10.535.227 Comércio 3.128.829 3.195.815 3.738.451 3.995.092 Rural 342.349 877.330 342.349 877.330 Serviços 5.658.661 5.597.794 6.507.182 6.510.871 320.856 650.791 36.340.928 36.754.258 Pessoas físicas 19.329.923 20.744.726 56.954.641 58.726.195 Total d. Composição das operações nos correspondentes níveis de risco 31/12/2012 31/12/2011 Banco Nível de risco Curso Operações Total das Curso Operações Total das normal vencidas operações normal vencidas operações AA 7.484.383 – 7.484.383 10.514.377 – 10.514.377 A 5.598.522 – 5.598.522 5.387.024 – 5.387.024 B 3.431.584 128.801 3.560.385 2.517.083 87.095 2.604.178 C 1.076.212 27.749 1.103.961 1.032.830 34.399 1.067.229 D 474.980 70.068 545.048 275.782 34.470 310.252 E 432.133 52.406 484.539 366.528 38.389 404.917 F 47.413 11.710 59.123 21.343 12.282 33.625 G 32.073 7.820 39.893 120.187 67.718 187.905 43.365 410.704 454.069 4.690 230.529 235.219 H 18.620.665 709.258 19.329.923 20.239.844 504.882 20.744.726 Total
13
14
15
16
17
31/12/2012 31/12/2011 Curso Operações Total das Curso Operações Total das normal vencidas operações normal vencidas operações Nível de risco AA 8.038.782 – 8.038.782 10.646.664 – 10.646.664 A 30.077.851 – 30.077.851 35.383.885 – 35.383.885 B 6.335.131 1.625.328 7.960.459 2.633.744 1.972.370 4.606.114 C 3.395.775 1.403.219 4.798.994 1.098.346 1.712.701 2.811.047 D 551.784 820.070 1.371.854 306.618 1.002.445 1.309.063 E 483.998 530.765 1.014.763 379.455 690.183 1.069.638 F 79.112 399.184 478.296 30.379 548.272 578.651 G 87.660 448.355 536.015 126.527 522.712 649.239 H 124.290 2.553.337 2.677.627 45.035 1.626.859 1.671.894 Total 49.174.383 7.780.258 56.954.641 50.650.653 8.075.542 58.726.195 e. Composição da provisão para créditos de liquidação duvidosa por nível de risco e tipo de carteira Banco Consolidado Nível de risco % Provisão mínima requerida 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 A 0,5 27.992 26.935 150.389 176.919 B 1 35.604 26.042 79.605 46.061 C 3 33.119 32.017 143.969 84.332 D 10 67.713 31.025 150.393 130.906 E 30 178.559 153.007 337.627 352.423 F 50 29.562 16.813 239.148 289.325 G 70 27.925 131.534 375.211 454.467 H 100 454.069 235.219 2.677.627 1.671.894 Total 854.543 652.592 4.153.969 3.206.327 Percentual sobre carteira 4,42% 3,15% 7,29% 5,46% Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Provisão para empréstimos e títulos descontados 617.426 387.186 1.258.747 737.464 Provisão para financiamentos 153.499 209.205 2.631.852 2.181.422 Provisão para financiamentos rurais e agroindustriais 3.474 7.072 3.474 7.072 Provisão para financiamento imobiliário 13.104 430 13.104 430 Provisão para financiamento, infraestrutura e desenvolvimento 153 – 153 – Provisão para operações de crédito cedidas – – 25.810 – Provisão para arrendamentos financeiros – – 153.942 231.240 Provisão para outros créditos 66.887 48.699 66.887 48.699 Total 854.543 652.592 4.153.969 3.206.327 f. Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa no período Banco Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Saldo inicial 652.592 285.684 3.206.327 1.153.336 Constituições / (Reversões) 561.051 420.420 5.422.915 3.342.877 Baixas para prejuízo (359.100) (53.512) (4.475.273) (1.289.886) Saldo final 854.543 652.592 4.153.969 3.206.327 g. Informações sobre cessões de crédito realizadas até 31 de dezembro de 2011 31/12/2011 Valor de transferência dos ativos cedidos no período 17.926.398 Valor contábil dos ativos cedidos no período (15.682.441) Resultado bruto das cessões 2.243.957 Despesas de liquidação antecipada de contratos cedidos (726.200) Provisão para perdas com contratos cedidos (174.656) Resultado das cessões antes dos custos e tributos 1.343.101 Aceleração do reconhecimento em resultado dos custos associados ao ativo cedido (497.889) Resultado das cessões antes dos tributos 845.212 Efeitos tributários (366.539) Resultado líquido das cessões 478.673 No exercício findo em 31 de dezembro de 2012, o Banco apurou despesas de liquidação antecipada reconhecidas integralmente em contas de resultado de R$ 393.835, e receita com a reversão de provisão para perdas de R$ 60.704, referente às cessões realizadas até 31 de dezembro de 2011. 31/12/2012 31/12/2011 Saldo das coobrigações com cessões de crédito Instituições Financeiras - partes relacionadas 9.852.888 16.891.967 Outras Instituições Financeiras 329.760 877.204 Total 10.182.648 17.769.171 O Banco Votorantim e a sua controlada BV Financeira detêm indiretamente, através do Fundo Invest. Nióbio I Renda fixa, 100% das cotas subordinadas dos fundos de investimento em direitos creditórios descritos a seguir: 31/12/2012 31/12/2011 BV Financeira FIDC I 130.504 262.546 BV Financeira FIDC II 133.886 227.339 BV Financeira FIDC III 106.306 169.496 BV Financeira FIDC IV 443.524 400.743 BV Financeira FIDC V 345.981 308.668 BV Financeira FIDC VI 925.168 710.234 Total das aplicações em cotas 2.085.369 2.079.026 h. Informações sobre cessões de crédito realizadas a partir de 01 de janeiro de 2012 No exercício findo 31 de dezembro de 2012, foram realizadas transferências de ativos financeiros (operações de crédito), com retenção substancial dos riscos e benefícios, para partes relacionadas e fundos de investimento em direitos creditórios, dos quais a BV Financeira, através de aplicações em cotas de fundos de investimento multimercado, detém 100% das cotas subordinadas, demonstrados abaixo: Ativo financeiro objeto da venda Passivo referente à obrigação assumida BV Financeira FIDC II 126.160 136.952 BV Financeira FIDC III 54.333 56.365 BV Financeira FIDC IV 7.376 7.505 BV Financeira FIDC V 7.968 8.339 BV Financeira FIDC VI 917.944 1.043.269 Instituições Financeiras - Partes Relacionadas 1.868.842 2.257.015 Total 2.982.623 3.509.445 No exercício findo em 31 de dezembro de 2012, as receitas do ativo objeto de venda ou transferência totalizaram R$ 108.244 e as despesas com obrigação por operações de venda ou de transferência de ativos financeiros totalizaram R$ 69.786. No exercício findo em 31 de dezembro de 2012, foram realizadas transferências de ativos financeiros (operações de crédito) no valor de R$ 97.944, sem retenção substancial dos riscos e benefícios, apurando-se resultado bruto de R$ 8.686. Em 2012, o Banco não adotou a opção prevista na Resolução 4.036/11 sobre o tratamento das perdas de liquidações antecipadas, reconhecendo as perdas integralmente no momento em que elas ocorrem. i. Estratégias de hedge contábil Foi procedida a avaliação a valor de mercado da carteira de crédito, conforme determina a Circular nº 3.082/02 do BACEN. A referida avaliação considera o respectivo hedge em instrumentos financeiros derivativos, refletindo os efeitos da variação das taxas de juros na carteira de crédito, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas, em contrapartida aos ajustes ocorridos no referido mercado de derivativos. Banco 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Valor de Ganho/(Perda) Valor de Valor de Ganho/(Perda) custo mercado não realizado custo mercado não realizado Operações de crédito 5.085.170 5.403.627 318.457 – – – Total 5.085.170 5.403.627 318.457 – – – Em 31 de dezembro de 2012, a avaliação desses ativos gerou ajuste positivo não realizado no montante de R$ 318.457, registrados em Outros créditos Diversos. Para proteger os riscos de taxas de juros pré-fixada dos empréstimos e cessões, o Banco negociou contratos no mercado futuro de DI junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas. O valor de mercado desses derivativos totalizou R$ 3.224.863 em 31 de dezembro de 2012. Para proteger os riscos da variação cambial (Dólar) dos financiamentos a exportação, o Banco negociou contratos no mercado futuro de DDI junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas. O valor de mercado desses derivativos totalizou R$ 2.669.671 em 31 de dezembro de 2012. Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Valor de Ganho/(Perda) Valor de Valor de Ganho/(Perda) custo mercado não realizado custo mercado não realizado Operações de crédito e arrend. mercantil 44.195.894 45.902.837 1.706.943 43.448.825 44.418.406 969.581 Total 44.195.894 45.902.837 1.706.943 43.448.825 44.418.406 969.581 Em 31 de dezembro de 2012, a avaliação desses ativos gerou ajuste positivo não realizado no montante de R$ 1.706.943 (R$ 969.581 em 2011), registrados em Outros créditos - Diversos. Para proteger os riscos de taxas de juros pré-fixada dos empréstimos, financiamentos e operações de arrendamento mercantil, o Conglomerado negociou contratos no mercado futuro de DI junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas. O valor de mercado desses derivativos totalizou R$ 45.821.491. Para proteger os riscos da variação cambial (Dólar) dos financiamentos a exportação, o Conglomerado negociou contratos no mercado futuro de DDI junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas. O valor de mercado desses derivativos totalizou R$ 2.669.671. A efetividade verificada na carteira de hedge encontrava-se em conformidade com o estabelecido na regulamentação vigente. j. Informações complementares Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Montante de créditos aditados/renegociados no período 5.756.901 9.565.565 6.224.322 9.981.306 Montante de créditos recuperados, baixados como prejuízo 17.406 4.276 252.707 175.718 Garantias prestadas 12.946.828 11.858.993 12.946.828 11.858.993 Carteira de câmbio Banco e Consolidado Outros créditos 31/12/2012 31/12/2011 Câmbio comprado a liquidar 2.277.885 856.544 Direitos sobre vendas de câmbio 1.500.282 9.625 Adiantamentos em moeda nacional recebidos (18.412) (4.504) Rendas a receber de adiantamentos concedidos 27.333 23.501 Total 3.787.088 885.166 Outras obrigações Câmbio vendido a liquidar 1.500.474 9.642 Obrigações por compras de câmbio 2.259.753 786.635 Adiantamentos sobre contrato de câmbio (862.906) (724.983) Valores em moedas estrangeiras a pagar 11 29 Total 2.897.332 71.323 Posição líquida de câmbio 889.756 813.843 Negociação e intermediação de valores Banco Consolidado Outros créditos 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Caixa de registro e liquidação – 15.791 – 15.791 Devedores conta liquidação pendentes 90 9.374 54.863 36.295 Oper. com ativos financeiros e merc. a liquidar 88.704 28.152 93.853 28.152 Outros créditos 52.895 59.234 53.417 59.711 Total 141.689 112.551 202.133 139.949 Banco Consolidado Outras obrigações 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Caixa de registro e liquidação 1.601 6 8.780 11.524 Comissões e corretagens a pagar 479 620 523 980 Credores conta liquidação pendentes – 211 80.824 39.703 Credores por empréstimos de ações 27 4.169 27 4.169 Operações com ativos financ. e merc. a liquidar 74.390 2.849 74.390 7.384 Total 76.497 7.855 164.544 63.760 Outros créditos - Diversos Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Adiantamentos e antecipações salariais 1.120 1.204 2.791 2.980 Adiantamentos a fornecedores 885 1.847 1.342 2.245 Crédito tributário de impostos e contribuições 892.837 590.663 4.673.715 2.510.903 Devedores por depósitos em garantia 186.885 160.401 625.788 495.789 Impostos e contribuições a compensar 141.315 170.672 557.742 699.919 Impostos e contribuições a recuperar – – 5 6 Transações de cartão de crédito – – 369.402 281.823 Ajuste ao mercado op. de crédito e arrendamento mercantil 318.457 149.185 1.706.943 969.581 Liquidações de títulos no exterior 4.663 233.741 4.663 231.441 Outros 7.944 10.119 145.070 37.925 Total 1.554.106 1.317.832 8.087.461 5.232.612 Outros valores e bens Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Despesas de seguros 472 897 3.133 7.360 Despesas de processamento de dados 5.763 3.586 7.451 4.828 Comissões por intermediação de operações(a) – – 786.856 795.535 Despesas de emissão de títulos – 978 – 17.285 Despesas de serviços do sistema financeiro 3.436 4.170 33.746 58.702 Despesas de serviços técnicos especializados 2.829 5.615 4.420 14.599 Bens não de uso próprio - Imóveis 10.505 4.326 10.505 4.326 Bens não de uso próprio - Veículos e afins 11.183 290 153.489 105.735 Provisão para desvalorização de outros valores e bens – – (11.438) (8.234) Direito de usufruto de ações 185.965 241.006 185.965 241.006 Outros 3.217 9.047 5.287 27.854 Total 223.370 269.915 1.179.414 1.268.996 (a) Referem-se ao diferimento dos custos associados às operações de crédito concedidos na BV Financeira incorridos na sua originação. Investimentos a. Participação em controladas diretas no País e no exterior Saldo em Dividendos/ Aumento de Capital/ Resultado de Ajuste de avaliação Saldo em 31/12/2011 Outros eventos Aquisição de invest. equivalência patrimonial 31/12/2012 No País 2.120.508 209.356 5.109.604 (2.372.008) (75.395) 4.992.065 Votorantim CTVM Ltda. 257.116 (1.807) – 2.131 – 257.440 Votorantim Asset DTVM Ltda. 83.869 (6.272) – 20.248 – 97.845 BV Financeira S.A. 483.395 217.435 5.000.000 (2.498.822) (75.321) 3.126.687 BV Leasing Arrend. Merc. S.A. 1.295.847 – – 34.054 (74) 1.329.827 BVIP - BV Inv. e Partic. S.A. 109 – – (72) – 37 BVIA - BV Inv. Alt. Gestão S.A. 172 – – (60) – 112 Votorantim Corretora de Seguros S.A. (a) – – 109.604 70.515 – 180.117 No exterior 59.276 – – 9.896 – 69.172 Votorantim Bank Limited 36.590 – – 3.774 – 40.364 Banco Votorantim Securities 11.019 – – 4.970 – 15.989 Votorantim Securities (UK) Limited 11.667 – – 1.152 – 12.819 Total 2.179.784 209.356 5.109.604 (2.362.112) (75.395) 5.061.237 (a) Em 31 de janeiro de 2012, o Banco Votorantim adquiriu da BV Participações S.A. a totalidade de 200.000 ações ordinárias da Votorantim Corretora de Seguros S.A. pelo valor de R$109.604. A participação está registrada em Investimentos em controladas no país e avaliada pelo método de equivalência patrimonial.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
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BANCO VOTORANTIM S.A. CNPJ 59.588.111/0001-03 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 18º andar - Vila Gertrudes - CEP 04794-000 - São Paulo - SP Tel. (11) 5171-1000 Fax (11) 5171-1900 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais)
b.
18
No País Votorantim CTVM Ltda. Votorantim Asset DTVM Ltda. BV Financeira S.A. BV Leasing Arrend. Merc. S.A. BVIP - BV Inv. e Partic. S.A. BVIA - BV Inv. Alt. Gestão S.A. Votorantim Corretora de Seguros S.A. No exterior Votorantim Bank Limited Banco Votorantim Securities Votorantim Securities (UK) Limited Outros investimentos
Imobilizado em curso Instalações Móveis e equipamentos de uso Sistema de comunicação Sistema de processamento de dados Sistema de segurança Sistema de transporte Total
Saldo inicial Aquisições Alienações Depreciação Saldo final 19
Patrimônio líquido
169.280 46.536 5.845.718 998.800 301 301 54.802
255.534 78.611 3.321.741 1.329.826 229 112 62.168
2.131 20.248 (2.498.822) 34.047 (72) (60) 70.513
16.928.021.130 4.653.477.324 1.641.109 510.404 301.000 301.000 200.000
84.377 24.522 13.212
40.364 15.989 12.819
508 3.969 (390)
6.002.120 4.000.000 4.000.000
Banco 31/12/2012 31/12/2011 37.032 35.405 175 175 6 6 99 99 (11.791) (11.034) 25.521 24.651
Investimentos por incentivos fiscais Títulos patrimoniais Ações e cotas Outros Provisão para perdas de invest. por incentivos fiscais Total Imobilizado de uso Banco Imobilizado em Curso Móveis e Equipamentos de Uso Sistema de Comunicação Sistema de Processamento de Dados Sistema de Segurança Sistema de Transporte Total Consolidado
31/12/2012 Lucro Líquido/ Nº de ações ordinárias/quotas de (Prejuízo) propriedade do Banco em unidades
Capital social
31/12/2012 Depreciação Acumulada – (13.756) (5.148) (30.889) (899) (601) (51.293) 31/12/2012 Depreciação Acumulada – (11.526) (23.775) (8.062) (61.544) (916) (965) (106.788)
Valor de Custo – 33.193 7.407 39.125 2.289 601 82.615 Valor de Custo – 48.439 55.456 12.062 77.848 2.337 1.115 197.257
Banco 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 37.947 41.979 6.700 3.724 (5.075) (23) (8.250) (7.733) 31.322 37.947
Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 111.101 104.759 176 176 6 6 130 129 (44.204) (42.441) 67.209 62.629 Saldo Líquido – 19.437 2.259 8.236 1.390 – 31.322 Saldo Líquido – 36.913 31.681 4.000 16.304 1.421 150 90.469
31/12/2011 Saldo Líquido 111 21.936 2.746 11.647 1.507 – 37.947 31/12/2011 Saldo Líquido 111 43.755 36.579 4.897 23.312 1.590 192 110.436
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27
28
Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 110.436 87.786 13.648 46.240 (12.306) (3.124) (21.309) (20.466) 90.469 110.436
Intangível Valor de custo 1.122 28.156 29.278
31/12/2012 Amortização acumulada – (118) (118)
Saldo líquido 1.122 28.038 29.160
31/12/2011 Saldo líquido – 20.050 20.050
Valor de custo 2.970 24.269 5.000 31.448 63.687
31/12/2012 Amortização acumulada (977) (9.534) (1.915) (118) (12.544)
Saldo líquido 1.993 14.735 3.085 31.330 51.143
31/12/2011 Saldo líquido 983 11.888 3.834 23.545 40.250
Banco Software Projetos corporativos Total
29 Consolidado Software Licenças Acordos de direitos de comercialização Projetos corporativos Total
Banco 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Saldo inicial 20.050 7.035 Aquisições 11.217 19.657 Baixas (1.802) (6.642) Amortização (305) – Saldo final 29.160 20.050 Estimativa de amortização de software, licenças e acordos de direitos de comercialização
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Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 40.250 20.691 20.219 30.777 (4.373) (7.226) (4.953) (3.992) 51.143 40.250 31/12/2012 Banco Consolidado 573 6.537 573 6.691 573 6.318 573 1.314 26.868 30.283 29.160 51.143
Em 2013 Em 2014 Em 2015 Em 2016 Acima de 5 anos Total Diferido Banco Gastos em imóveis de terceiros Total Consolidado Gastos em imóveis de terceiros Gastos aquis. desenv. de logiciais Total
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Saldo inicial Baixas Variação cambial Amortização Saldo final Depósitos
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Depósitos à vista Pessoas físicas Pessoas jurídicas Instituições financeiras Outros Depósitos interfinanceiros Depósitos a prazo Pessoas físicas Pessoas jurídicas Total Captações no mercado aberto
Valor de custo 35.141 35.141
31/12/2012 Amortização acumulada (8.113) (8.113) 31/12/2012 Amortização acumulada (14.455) (1.535) (15.990)
Valor de custo 41.558 1.609 43.167 Banco 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 29.661 32.194 (214) (3) – 4 (2.419) (2.534) 27.028 29.661
Saldo líquido 27.028 27.028
31/12/2011 Saldo líquido 29.661 29.661 31/12/2011 Saldo líquido 30.335 237 30.572
Saldo líquido 27.103 74 27.177 Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 30.572 43.894 (214) (591) – 6 (3.181) (12.737) 27.177 30.572
Banco 31/12/2012 277.658 26.208 251.377 45 28 2.717.214 12.838.797 615.838 12.222.959 15.833.669
31/12/2011 357.207 26.083 331.092 4 28 3.173.641 22.357.694 814.362 21.543.332 25.888.542
Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 281.583 431.764 26.482 26.581 255.030 405.152 43 3 28 28 2.356.810 2.856.203 12.815.940 22.336.676 615.838 814.362 12.200.102 21.522.314 15.454.333 25.624.643
Banco 31/12/2012 28.418.999 159.652 2.964.843 4.377.384 20.176.364 740.756 10.927.785 541.791 8.543.575 1.842.419 493.277 236.438 256.839 – 39.840.061
31/12/2011 27.190.352 6.537 1.275.690 4.249.810 20.664.413 993.902 6.326.734 2.465.628 3.662.673 198.433 8.465 – – 8.465 33.525.551
Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 34.087.804 27.199.796 159.652 6.537 8.630.826 1.275.690 4.377.384 4.249.810 20.176.364 20.664.413 743.578 1.003.346 7.737.896 6.326.734 492.914 2.465.628 5.402.563 3.662.673 1.842.419 198.433 493.277 8.465 236.438 – 256.839 – – 8.465 42.318.977 33.534.995
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Carteira própria Letras Financeiras do Tesouro Letras do Tesouro Nacional Notas do Tesouro Nacional Debêntures de emissão própria Outros Carteira de terceiros Letras Financeiras do Tesouro Letras do Tesouro Nacional Notas do Tesouro Nacional Carteira livre movimentação Letras do Tesouro Nacional Notas do Tesouro Nacional Outros Total Recursos de aceites e emissão de títulos
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Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Debêntures Pós-fixado (a) – – 1.496.058 3.131.148 Recursos de Letras de Crédito Imobiliário Pós-fixado (b) 132.530 6.980 132.530 6.980 Recursos de Letras de Crédito Agronegócio Pós-fixado (c) 2.208.220 1.635.424 2.208.220 1.635.424 Pré-fixado (d) 5.167 16.535 5.167 16.535 Letras Financeiras Pré-fixado (e) 180.537 56.886 180.537 56.886 Pós-fixado (f) 10.786.552 7.087.451 10.786.552 7.087.451 Obrigações por TVM no Exterior Pré-fixado (g) 1.499.300 – 1.499.300 – Com variação cambial (h) 6.512.154 5.932.220 6.512.154 5.932.220 Total 21.324.460 14.735.496 22.820.518 17.866.644 (a) Taxa de atualização em 2012: de 100% a 111% do DI. (b) Taxa de atualização em 2012: de 93,00% a 97,36% do DI. (c) Taxa de atualização em 2012: de 80,00% a 97,50% do DI. (d) Taxa de atualização em 2012: de 8,48% a 12,35% a.a. (e) Taxa de atualização em 2012: de 8,27% a 14,00% a.a. (f) Taxa de atualização em 2012: de 100% a 112,02% do DI/de 108% a 109,3% da Selic/de 3,42% a 7,81% a.a. + IPCA/de 4,95% a 5,99% a.a. + IGPM. (g) Taxa de atualização em 2012: de 3,57% a.a. a 19,77% a.a. ou de 62,35% a 102,37% do DI. (h) Taxa de atualização em 2012: de 0,70% a.a. a 9,00% a.a. + variação cambial. Estratégias de hedge contábil Banco e Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Valor de Ganho/(Perda) Valor de Valor de Ganho/(Perda) custo mercado não realizado custo mercado não realizado Obrigações por TVM no exterior 7.014.503 6.800.796 (213.707) 2.837.870 2.888.897 51.027 Total 7.014.503 6.800.796 (213.707) 2.837.870 2.888.897 51.027 Para proteger os riscos da variação cambial de parte das obrigações por TVM no exterior, o Conglomerado negociou contratos no mercado futuro de DDI e swap junto a BM&FBOVESPA. O valor de mercado desses derivativos totalizam R$ 6.399.570 e R$ 573.403. A efetividade verificada na carteira de hedge encontrava-se em conformidade com o estabelecido na regulamentação vigente. Obrigações por empréstimos e repasses
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Banco 31/12/2012 31/12/2011 Empréstimos no país Com variação cambial (a) 11.414 15.279 Empréstimos no exterior Com variação cambial (b) 5.099.219 5.148.118 Repasses no País - Tesouro Nacional Pré-fixado (c) 126.555 155.089 Pós-fixado (d) 32.727 – Repasses no País - BNDES Pré-fixado (e) 979.359 1.138.657 Pós-fixado (f) 1.864.653 2.265.248 Com variação cambial (g) 113.266 97.038 Repasses no País - FINAME Pré-fixado (h) 1.605.545 2.105.548 Pós-fixado (i) 388.312 529.294 Total 10.221.050 11.454.271 (a) Taxa de atualização em 2012: CDI + 0,40% a.a. + variação cambial. (b) Taxa de atualização em 2012: de 0,50% a.a. a 5,95% a.a. + variação cambial/0,80% a.a. a 8,45% a.a. + Libor. (c) Taxa de atualização em 2012: de 5,50% a.a. a 6,75% a.a. (d) Taxa de atualização em 2012: Selic. (e) Taxa de atualização em 2012: de 1,50% a.a. a 9,00% a.a. (f) Taxa de atualização em 2012: de 8,14% a.a. a 9,91% a.a. + IPCA/de 0,50% a.a. a 4,50% a.a. + TJLP. (g) Taxa de atualização em 2012: de 0,90% a.a. a 6,27% a.a. + variação cambial. (h) Taxa de atualização em 2012: de 0,30% a.a. a 9,80% a.a. (i) Taxa de atualização em 2012: de 0,50% a.a. a 5,50% a.a. + TJLP. Outras obrigações - Sociais e estatutárias Banco 31/12/2012 31/12/2011 Provisão para participação nos lucros 128.309 44.121 Total 128.309 44.121
Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 11.414
15.279
5.099.219
5.148.118
126.555 32.727
155.089 –
979.359 1.864.653 113.266
1.138.657 2.265.248 97.038
1.620.421 388.312 10.235.926
2.129.639 529.294 11.478.362
Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 213.367 99.555 213.367 99.555
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Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar 208.301 107.923 371.404 353.691 Impostos e contribuições sobre serviços de terceiros 557 739 4.045 5.880 Impostos e contribuições sobre salários 4.659 4.377 8.464 7.886 Impostos e contribuições sobre aplicações financeiras 22.137 29.780 22.230 31.348 PIS 3.224 3.231 7.458 7.987 COFINS 12.299 – 35.695 21.545 ISS 2.014 2.228 5.323 5.335 Provisão para riscos fiscais (a) 810.648 608.425 2.088.589 1.525.170 Provisão para impostos e contribuições diferidos – – 543.701 660.049 Outros impostos e contribuições 3 4 14 4 Total 1.063.842 756.707 3.086.923 2.618.895 (a) Em 31 de dezembro de 2012, as empresas do Conglomerado Financeiro possuem Mandado de Segurança no qual discutem a ocasião da dedutibilidade da COFINS no Lucro Real e na Base de Cálculo da CSLL. Para fins de adequação das demonstrações contábeis, no exercício, foi constituída a provisão referente ao passivo em discussão. Outras obrigações - Dívidas subordinadas Banco e Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 Certificado de Depósito Bancário Pós-fixado (a) 2.162.572 3.088.122 Nota Subordinada Com variação cambial (b) 2.692.109 2.199.747 Letras Financeiras Subordinadas Pós-fixado (c) 2.136.530 2.109.441 Total 6.991.211 7.397.310 (a) Taxa de atualização em 2012: de 1,64% a.a. a 1,67% a.a. + CDI/de 7,86% a.a. a 8,00% a.a. + IPCA. (b) Taxa de atualização em 2012: 7,38% a.a. + PTAX. (c) Taxa de atualização em 2012: de 1,30% a.a. a 1,94% a.a. + CDI/de 115% a 119% do CDI/de 6,71% a.a. a 7,70% a.a. + IGPM/de 7,00% a.a. a 8,02% a.a. + IPCA. Estratégias de hedge contábil 31/12/2012 31/12/2011 Banco e Consolidado Valor de Valor de mercado Ganho/(Perda) Valor Valor de mercado Ganho/(Perda) custo (contábil) não realizado de custo (contábil) não realizado Nota Subordinada 2.947.426 2.692.109 (255.317) 2.236.638 2.199.747 (36.891) Letras Financeiras Subordinadas 226.581 237.659 11.078 – – – Total 3.174.007 2.929.768 (244.239) 2.236.638 2.199.747 (36.891) Para proteger os riscos da variação cambial (Dólar) de parte das Dívidas subordinadas, o Conglomerado negociou contratos no mercado futuro de DDI e swap junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas. O valor de mercado destes derivativos totalizam R$ 3.302.846 e R$ 276.242. A efetividade verificada na carteira de hedge encontrava-se em conformidade com o estabelecido na regulamentação vigente. Outras obrigações - Diversas Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Provisão para despesas de pessoal 57.256 33.460 195.099 96.732 Provisão para despesas administrativas 15.139 6.388 96.979 53.904 Provisão para passivos contingentes 38.862 12.036 802.816 331.850 Comissões por intermediação de operações – – 5.791 33.057 Valores a repassar aos cessionários – – 157.824 350.040 Provisão para perdas com créditos cedidos 9.394 – 314.808 254.746 Transações de cartão de crédito – – 381.209 287.103 Liquidações de títulos no exterior 3.184 1.642 3.428 2.111 Operações de crédito e arrendamentos a liberar – 4.575 36.370 35.939 Obrigações de operações vinculadas a cessões (a) – – 3.509.446 – Outras (b) 54.552 86.663 356.759 235.500 178.387 144.764 5.860.529 1.680.982 Total (a) Refere-se às obrigações por operações de venda ou de transferência de ativos financeiros com retenção substancial de riscos e benefícios. (b) Refere-se, basicamente, aos valores a processar oriundos do fluxo operacional da carteira de operações de crédito e de arrendamento mercantil. Patrimônio líquido a. Capital Social O Capital Social é representado por 103.949.376.612 ações, sendo 85.049.489.946 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal e 18.899.886.666 ações preferenciais nominativas e sem valor nominal. Conforme Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 27 de junho de 2012, foi deliberado e aprovado o aumento do Capital Social no montante de R$ 2.000.000, mediante a emissão de 22.410.553.662 novas ações, totalmente subscritas e integralizadas. O aumento de Capital foi homologado pelo BACEN em 29 de junho de 2012. b. Reserva de lucros Reserva legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do Capital Social. A Reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante das Reservas de Capital exceder 30% do Capital Social. A Reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de Capital ou para compensar prejuízos. Reserva para expansão Para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária e regras do BACEN, no encerramento do exercício, a Administração propõe que a parcela do lucro não distribuído, caso exista, seja destinado para “Reserva para expansão”. O saldo de reserva está à disposição dos acionistas para deliberação futura em Assembleia Geral. c. Ajustes de valor patrimonial reconhecidos no patrimônio líquido no período Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Saldo inicial (75.346) (57.356) 448.464 (5.240) Títulos disponíveis para venda Banco Votorantim S.A. 270.545 19.366 Controladas 177.919 (24.606) 5.004 (5.004) Hedge de fluxo de caixa Banco Votorantim S.A. 5.004 (5.004) (79.243) (7.746) Efeitos tributários 298.879 (75.346) Saldo final Balanço Patrimonial por faixas de vencimento A demonstração do “Balanço Patrimonial por faixas de vencimento” de 31 de dezembro de 2012 foi elaborada considerando o prazo de vencimento dos ativos e passivos, independente da categoria em que estão classificados. Dos ativos e passivos de prazo indeterminado, classificam-se as operações ativas no realizável a longo prazo e as operações passivas no passivo circulante. O ativo permanente e o patrimônio líquido estão sendo apresentados como “acima de 5 anos”. Na demonstração “Balanço Patrimonial”, os títulos e valores mobiliários classificados na categoria “títulos para negociação” são apresentados como ativo circulante, independentemente dos prazos de vencimento. As operações de arrendamento mercantil estão apresentadas pelo método financeiro, que consiste na reclassificação do imobilizado de arrendamento para a rubrica de operações de arrendamento mercantil, reduzido do valor residual recebido antecipadamente. Banco a. Ativo Até De 91 a De 1 a De 3 a Acima de Total 90 dias 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Disponibilidades 30.535 – – – – 30.535 Aplicações interf. de liquidez 12.368.829 35.062.070 6.039.123 19.834 – 53.489.856 Operações comprom. - Pos. bancada 2.012.366 953.446 – – – 2.965.812 Operações comprom. - Pos. financiada 7.983.732 2.938.755 – – – 10.922.487 Operações comprom. - Livre movim. 284.743 199.917 – – – 484.660 Aplicações em dep. interfinanceiros 1.667.028 30.969.952 6.039.123 19.834 – 38.695.937 Aplicações em moeda estrangeira 420.960 – – – – 420.960 Títulos e valores mobiliários 2.996.144 3.160.038 3.313.125 8.458.750 26.365.600 44.293.657 Títulos para negociação 945.296 1.965.053 1.924.340 3.371.038 23.192.486 31.398.213 Títulos disponíveis para venda 2.050.848 1.194.985 1.388.785 5.087.712 3.173.114 12.895.444 Instrumentos financeiros derivativos 380.933 695.547 974.181 599.878 302.801 2.953.340 Diferencial de swap 217.794 610.307 918.041 594.904 302.801 2.643.847 Contratos de termo de moeda 9.417 31.264 414 – – 41.095 Compra de opções - Ações 5.349 11.268 – – – 16.617 Compra de opções - Ativo fin./merc. 92.275 11.444 311 – – 104.030 Derivativos de crédito 12.086 1.880 – – – 13.966 Non Deliverable Forward 44.012 29.384 55.415 4.974 – 133.785 Relações interfinanceiras/interdep. 1.309.766 – – – – 1.309.766 Operações de crédito 3.427.428 5.593.890 5.805.481 1.864.673 1.746.019 18.437.491 Provisão créditos de liq. duvidosa (214.162) (159.983) (270.610) (124.998) (17.903) (787.656) Outros créditos 3.681.325 697.596 505.754 235.820 336.382 5.456.877 Créditos por avais e fianças honrados 94 – – – – 94 Carteira de câmbio 3.287.773 499.315 – – – 3.787.088 Rendas a receber 39.450 395 906 19 17 40.787 Negociação e intermediação de valores 129.190 6.256 5.914 329 – 141.689 Diversos 278.508 200.023 503.738 235.472 336.365 1.554.106 Provisão créditos de liq. duvidosa (53.690) (8.393) (4.804) – – (66.887) Outros valores e bens 39.315 46.290 97.389 35.777 4.599 223.370 – – – – 5.174.268 5.174.268 Permanente 24.020.113 45.095.448 16.464.443 11.089.734 33.911.766 130.581.504 Total b. Passivo Até De 91 a De 1 a De 3 a Acima de Total 90 dias 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Depósitos 4.717.947 7.750.717 2.516.666 105.492 742.847 15.833.669 Depósitos à vista 277.658 – – – – 277.658 Depósitos interfinanceiros 1.142.943 141.502 686.897 7.446 738.426 2.717.214 Depósitos a prazo 3.297.346 7.609.215 1.829.769 98.046 4.421 12.838.797 Captações no mercado aberto 20.569.122 15.523.886 3.539.713 96.025 111.315 39.840.061 Carteira própria 11.698.819 12.973.127 3.539.713 96.025 111.315 28.418.999 Carteira de terceiros 8.597.918 2.329.867 – – – 10.927.785 Carteira livre movimentação 272.385 220.892 – – – 493.277 Recursos de aceites emissão de títulos 3.152.287 4.604.041 8.368.301 5.149.710 50.121 21.324.460 Relações interfinanceiras/interdep. 38.528 – – – – 38.528 Obrigações por emprést. e repasses 1.751.392 5.439.198 1.771.753 596.998 661.709 10.221.050 Instrumentos financeiros derivativos 853.380 5.090.392 17.173.176 226.100 393.038 23.736.086 Diferencial de swap 67.275 196.480 619.768 226.100 393.038 1.502.661 Contratos de termo de moeda 9.858 31.483 399 – – 41.740 Compra de opções - Ações 1.737 21.478 – – – 23.215 Compra de opções - Ativo fin./merc. 75.783 51.086 42.480 – – 169.349 Box de opção 671.850 4.749.236 16.507.065 – – 21.928.151 Derivativos de crédito 7.481 1.125 – – – 8.606 Non Deliverable Forward 19.396 39.504 3.464 – – 62.364 Outras obrigações 4.542.185 25.770 1.946.256 2.108.452 2.720.187 11.342.850 Cobrança arrecad. trib. e assemelhados 7.272 – – – – 7.272 Carteira de câmbio 2.874.903 22.429 – – – 2.897.332 Sociais e estatutárias 128.309 – – – – 128.309 Fiscais e previdenciárias 1.063.172 670 – – – 1.063.842 Negociação e intermediação de valores 76.483 12 2 – – 76.497 Dívidas subordinadas 216.490 – 1.946.082 2.108.452 2.720.187 6.991.211 Diversas 175.556 2.659 172 – – 178.387 Resultados de exercícios futuros 3.264 7.658 16.227 5.451 1.764 34.364 – – – – 8.210.436 8.210.436 Patrimônio líquido 35.628.105 38.441.662 35.332.092 8.288.228 12.891.417 130.581.504 Total Consolidado a. Ativo Até De 91 a De 1 a De 3 a Acima de Total 90 dias 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Disponibilidades 155.070 – – – – 155.070 Aplicações interf. de liquidez 11.628.906 4.933.676 194.824 3.836 – 16.761.242 Operações comprom. - Pos. bancada 2.012.366 953.446 – – – 2.965.812 Operações comprom. - Pos. financiada 7.983.732 2.938.755 – – – 10.922.487 Operações comprom. - Livre movim. 284.743 199.917 – – – 484.660 Aplicações em dep. interfinanceiros 914.300 841.558 194.824 3.836 – 1.954.518 Aplicações em moeda estrangeira 433.765 – – – – 433.765 Títulos e valores mobiliários 4.024.677 3.564.942 9.019.444 10.985.023 7.683.867 35.277.953 Títulos para negociação 984.172 1.980.766 1.965.647 1.789.954 2.083.309 8.803.848 Títulos disponíveis para venda 3.040.505 1.584.176 7.053.797 9.195.069 5.600.558 26.474.105 Instrumentos financeiros derivativos 278.575 388.545 331.421 585.045 302.112 1.885.698 Diferencial de swap 115.435 303.306 275.281 580.071 302.112 1.576.205 Contratos de termo de moeda 9.418 31.263 414 – – 41.095 Compra de opções - Ações 5.349 11.268 – – – 16.617 Compra de opções - Ativo fin./merc. 92.275 11.444 311 – – 104.030 Derivativos de crédito 12.086 1.880 – – – 13.966 Non Deliverable Forward 44.012 29.384 55.415 4.974 – 133.785 Relações interfinanceiras/interdep. 1.309.766 – – – – 1.309.766 Operações de crédito 9.502.230 16.455.669 22.268.605 4.115.809 1.753.974 54.096.287 Operações de arrend. mercantil 1.403.862 261.576 296.804 3.628 52 1.965.922 Provisão créditos de liq. duvidosa (1.448.231) (926.796) (1.419.685) (273.932) (18.438) (4.087.082) Outros créditos 4.422.287 2.054.009 3.856.748 963.672 779.980 12.076.696 Créditos por avais e fianças honrados 94 – – – – 94 Carteira de câmbio 3.287.773 499.315 – – – 3.787.088 Rendas a receber 55.000 3.463 8.308 19 17 66.807 Negociação e intermediação de valores 189.634 6.256 5.914 329 – 202.133 Diversos 943.476 1.553.368 3.847.330 963.324 779.963 8.087.461 Provisão créditos de liq. duvidosa (53.690) (8.393) (4.804) – – (66.887) Outros valores e bens 215.715 55.343 867.930 35.804 4.622 1.179.414 – – – – 416.264 416.264 Permanente 31.492.857 26.786.964 35.416.091 16.418.885 10.922.433 121.037.230 Total
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
BANCO VOTORANTIM S.A. CNPJ 59.588.111/0001-03 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 18º andar - Vila Gertrudes - CEP 04794-000 - São Paulo - SP Tel. (11) 5171-1000 Fax (11) 5171-1900 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) b.
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Passivo
Depósitos Depósitos à vista Depósitos interfinanceiros Depósitos a prazo Captações no mercado aberto Carteira própria Carteira de terceiros Carteira livre movimentação Recursos de aceites emissão de títulos Relações interfinanceiras/interdep. Obrigações por emprést. e repasses Instrumentos financeiros derivativos Diferencial de swap Contratos de termo de moeda Compra de opções - Ações Compra de opções - Ativo fin./merc. Box de opção Derivativos de crédito Non Deliverable Forward Outras obrigações Cobrança arrecad. trib. e assemelhados Carteira de câmbio Sociais e estatutárias Fiscais e previdenciárias Negociação e intermediação de valores Dívidas subordinadas Diversas Resultados de exercícios futuros Participações de acionistas não controladores Patrimônio líquido Total Receitas de operações de crédito
43 Até 90 dias 4.504.464 281.583 925.535 3.297.346 24.191.013 17.366.423 6.552.205 272.385 3.152.287 39.038 1.751.657 252.828 34.589 9.857 1.737 75.783 103.985 7.481 19.396 8.147.999 14.665 2.874.903 213.367 2.241.063 164.530 216.490 2.422.981 3.264 – – 42.042.550
De 91 a 360 dias 7.665.429 – 67.888 7.597.541 14.380.911 12.974.328 1.185.691 220.892 4.604.041 – 5.440.352 1.259.062 184.162 31.484 21.478 51.086 930.223 1.125 39.504 1.409.616 – 22.429 – 54.581 12 – 1.332.594 7.658 – – 34.767.069
De 1 a 3 anos 2.436.101 – 617.515 1.818.586 3.539.713 3.539.713 – – 9.873.820 – 1.781.639 570.597 524.254 399 – 42.480 – – 3.464 4.820.315 – – – 769.322 2 1.946.082 2.104.909 16.227 – – 23.038.412
De 3 a 5 anos 105.492 – 7.446 98.046 96.025 96.025 – – 5.149.451 – 600.569 219.541 219.541 – – – – – – 2.108.495 – – – – – 2.108.452 43 5.451 – – 8.285.024
Acima de 5 anos 742.847 – 738.426 4.421 111.315 111.315 – – 40.919 – 661.709 393.038 393.038 – – – – – – 2.742.146 – – – 21.957 – 2.720.187 2 1.764 1 8.210.436 12.904.175
Total 15.454.333 281.583 2.356.810 12.815.940 42.318.977 34.087.804 7.737.896 493.277 22.820.518 39.038 10.235.926 2.695.066 1.355.584 41.740 23.215 169.349 1.034.208 8.606 62.364 19.228.571 14.665 2.897.332 213.367 3.086.923 164.544 6.991.211 5.860.529 34.364 1 8.210.436 121.037.230
Banco Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Adiantamentos a depositantes 95 126 95 126 Empréstimos 1.330.388 1.402.475 3.267.760 2.837.248 Títulos descontados 11.694 10.272 11.694 10.272 Financiamentos 363.700 472.210 6.047.226 6.826.997 Rendas de financ. e empreend. imobiliários 47.679 22.670 47.679 22.670 Rendas de financ. infraestrutura e desenvolvimento 668 – 668 – Financiamentos à exportação 450.003 551.134 450.003 551.134 Financiamentos em moeda estrangeira 30.154 24.562 30.154 24.562 Financiamentos rurais 49.266 108.500 49.266 108.500 Resultado de cessões de crédito - Cessão período (2.622) 6.651 (2.256) 2.243.944 Resultado de cessões de crédito - Liquidação antecipada – – (393.835) (726.201) Recuperação de créditos baixados 17.189 4.073 241.320 166.919 Rendas de direitos por empréstimos de ações – 5.849 – 5.849 Outras (a) 33.889 26.755 (569.017) (979.656) Total 2.332.103 2.635.277 9.180.757 11.092.364 (a) No consolidado, referem-se, basicamente, às receitas e custos associados à produção de operações de crédito. Resultado de operações de arrendamento mercantil Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Receitas de arrendamento mercantil 2.060.690 2.094.331 Arrendamento financeiro 843.404 1.292.070 Resultado na alienação de bens arrendados 979.084 790.694 Recuperação de créditos baixados 11.170 8.595 Outras 227.032 2.972 Despesas de arrendamento mercantil (1.679.076) (1.599.863) Arrendamento financeiro (1.679.076) (1.599.863) Total 381.614 494.468 Resultado de operações com títulos e valores mobiliários Banco Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Aplicações em operações compromissadas 1.247.657 1.724.898 1.196.876 1.724.898 Aplicações em depósitos interfinanceiros 3.696.627 4.832.665 133.199 111.303 Títulos de renda fixa 3.918.221 4.287.421 3.025.942 2.261.980 Títulos no exterior (201.508) 319.532 (201.497) 319.548 Títulos de renda variável 197.890 441.734 197.890 439.523 Aplicações em fundos de investimento 77.683 75.076 406.141 353.959 Ajustes ao valor de mercado 429.233 (323.711) 425.135 (328.434) Outros (243.886) (25.052) (244.127) (25.236) Total 9.121.917 11.332.563 4.939.559 4.857.541 Resultado com instrumentos financeiros derivativos Banco Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Contratos de swap 588.165 412.075 (93.644) (222.123) Contratos a termo (1.281) 2.520 (1.281) 2.520 Contratos de futuros 16.127 (451.967) (1.774.417) (1.408.274) Contratos de opções de ações (6.635) 1.198 (6.635) 1.198 Contrato de opções - Ativo fin./merc. 76.201 87.129 76.201 87.129 Derivativos de crédito 37.150 41.287 37.150 41.287 Box de opções (2.313.868) (2.996.988) (145.152) (336.285) Non Deliverable Forward 19.078 18.556 19.078 18.556 Ajustes ao valor de mercado 169.272 52.254 794.158 643.773 Outros (13.884) (25.432) (13.892) (25.432) Total (1.429.675) (2.859.368) (1.108.434) (1.197.651) Resultado de operações de câmbio Banco Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Resultado de exportação 53.676 42.726 53.676 42.726 Resultado de importação 3.640 7.932 3.640 7.932 Resultado financeiro (456) (242) (456) (242) Variações e diferenças de taxas 73.135 26.147 73.135 26.147 Disponib. em moedas estrangeiras 12.251 29.881 12.227 29.818 Recuperação de créditos baixados 217 202 217 202 Total 142.463 106.646 142.439 106.583 Despesas de operações de captação no mercado Banco Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Operações de TVM no exterior (1.637.282) (1.302.953) (1.637.282) (1.302.953) Depósitos interfinanceiros (304.614) (215.082) (276.208) (183.357) Depósitos a prazo (1.807.787) (2.842.603) (1.805.948) (2.841.376) Operações compromissadas (3.178.143) (4.462.606) (3.079.508) (4.300.471) Letras de Crédito do Agronegócio (152.024) (165.136) (152.024) (165.136) Letras de Crédito Imobiliário (5.552) (370) (5.552) (370) Letras Financeiras (1.064.056) (765.578) (1.064.056) (765.578) Debêntures – – (206.004) (537.430) Outras (25.517) (32.485) (25.517) (32.485) Total (8.174.975) (9.786.813) (8.252.099) (10.129.156) Despesas de operações de empréstimos, cessões e repasses Banco Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Empréstimos no país (1.321) (952) (1.321) (952) Empréstimos no exterior (600.874) (610.706) (600.874) (610.701) Repasses Tesouro Nacional (7.615) (6.522) (7.615) (6.522) Repasses BNDES (214.682) (259.623) (214.682) (259.623) Repasses FINAME (106.579) (151.134) (107.881) (152.752) Obrigações com banqueiros no exterior (123.895) (117.877) (123.895) (117.877) Ajustes ao valor de mercado (38.181) 14.601 (38.181) 14.601 Variação cambial 286.675 228.140 286.675 228.140 Total (806.472) (904.073) (807.774) (905.686) Receitas de prestação de serviços Banco Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Administração de fundos de investimento – – 138.676 125.475 Rendas de cobrança 12.748 11.189 12.748 11.189 Comissões sobre colocação de títulos 81.880 67.651 80.157 62.032 Corretagens de operações em Bolsa – – 22.206 26.392 Rendas de serviços de custódia 53 46 621 533 Rendas de garantias prestadas 170.635 140.829 170.635 140.829 Transações de cartão de crédito – – 26.074 19.275 Comissão de corretagem de seguros 1.705 497 17.260 26.250 Assessoria financeira 32.222 41.244 33.087 41.982 Rendas com serviços bancários – – 412 14.098 Outras 8.227 8.077 11.526 12.733 Total 307.470 269.533 513.402 480.788 Receitas de tarifas bancárias Banco Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Pessoa física 7 – 510.983 740.370 Confecção de cadastro – – 307.069 484.331 Transferências – – 2 2 Aditamentos contratuais – – 9.833 10.753 Avaliação de bens 7 – 146.310 211.617 Cartões de crédito – – 40.323 24.593 Outras – – 7.446 9.074 Pessoa jurídica 2.954 10.036 10.819 25.616 Confecção de cadastro – – 5.961 12.380 Transferências 1.382 9.065 1.393 9.074 Avaliação de bens – – 1.894 3.191 Outras 1.572 971 1.571 971 Total 2.961 10.036 521.802 765.986 Despesas de pessoal Banco Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Honorários (11.072) (13.745) (18.592) (26.662) Benefícios (46.841) (46.005) (146.657) (139.447) Encargos sociais (73.747) (72.073) (185.533) (184.422) Proventos (222.147) (190.987) (621.889) (503.178) Treinamento (3.963) (3.693) (5.465) (4.928) Total (357.770) (326.503) (978.136) (858.637) Outras despesas administrativas Banco Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Água, energia e gás (2.165) (1.802) (5.105) (5.204) Aluguéis (39.644) (40.852) (135.532) (133.606) Comunicações (9.341) (13.440) (80.454) (101.453) Manutenção e conservação de bens (4.556) (5.160) (14.201) (17.183) Material (625) (1.163) (2.409) (4.632) Processamento de dados (52.304) (64.929) (169.130) (152.249) Promoções e relações públicas (3.287) (9.971) (5.610) (16.221) Propaganda e publicidade (286) (1.315) (3.211) (10.211) Publicações (588) (794) (1.174) (960) Seguros (1.424) (1.647) (13.354) (12.159) Serviços do sistema financeiro (36.024) (38.710) (189.724) (167.918) Serviços de terceiros (4.010) (3.770) (13.360) (17.273) Vigilância e segurança (1.035) (1.284) (3.553) (5.603) Serviços técnicos especializados (68.412) (66.686) (491.776) (485.924) Transportes (4.460) (5.271) (15.963) (24.156) Viagens (5.183) (6.110) (10.467) (34.821) Emolumentos judiciais e cartorários (7.616) (8.976) (263.394) (206.106) Amortização (2.724) (2.534) (8.134) (16.729) Depreciação (8.250) (7.733) (21.309) (20.466) Outras (8.134) (6.816) (123.685) (112.125) Total (260.068) (288.963) (1.571.545) (1.544.999) Despesas tributárias Banco Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 ISS (15.087) (13.551) (48.361) (65.963) PIS (11.610) (14.481) (45.029) (58.582) COFINS (71.445) (89.115) (277.101) (341.280) Tributos federais (202) (4.967) (4.778) (10.836) Tributos estaduais (29) (60) (34) (60) Tributos municipais (1.965) (1.539) (5.233) (4.479) Tributos no exterior (40) (70) (421) (237) Atualização de passivos fiscais (32.290) (42.047) (92.598) (119.779) Outras (116) (12.907) (3.963) (21.588) Total (132.784) (178.737) (477.518) (622.804)
44
45
46
Outras receitas operacionais
Recuperação de encargos e despesas Variação cambial de invest. no exterior Reversão de provisão de passivos contingentes Correção monetária de depósito judicial Variação monetária ativa Ressarcimento de custos associados Outras Total Outras despesas operacionais
Custos associados a produção Provisão para passivos contingentes Variação cambial de invest. no exterior Indenizações cíveis Recuperação de encargos e despesas Depósitos judiciais Outras Total Resultado não operacional
Alienação de valores e bens Alienação de ações e cotas Investimentos por incentivos fiscais Perdas em incentivos fiscais Resultado de bens não de uso Outros Total Imposto de Renda e Contribuição Social a. Encargos devidos sobre as operações
b.
c.
d.
e.
Banco 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 – – 59.656 126.956 141 3.757 10.529 20.175 12.550 6.230 – – 91.792 3.259 174.668 160.377
Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 426 699 65.471 136.885 9.430 5.983 30.675 48.120 33.310 11.634 20.135 36.670 91.931 22.537 251.378 262.528
Banco 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 (3.444) (2.278) (26.913) (7.786) – (43.512) – – 10 1 (708) – (14.457) (8.095) (45.512) (61.670)
Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 (3.444) (2.279) (482.878) (229.280) – (46.462) (217.373) (84.664) 10 1 (5.521) – (64.304) (75.050) (773.510) (437.734)
Banco 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 (165) (393) – – 1.626 2.118 (758) (736) – – 349 6 1.052 995
Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 (147.245) (158.024) – 84 6.342 10.253 (1.763) (2.385) – 52.289 3.177 22.080 (139.489) (75.703)
Banco 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011
Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011
Prejuízo antes do Imposto de Renda, (1.796.724) (238.277) (3.240.569) (392.733) da Contribuição Social e das participações 718.690 95.311 1.296.228 157.093 Encargos à alíquota nominal vigente (1.094.696) (205.045) (2.133.688) (490.772) Exclusões/(Adições) Prejuízo fiscal de IR 56.792 28.723 110.930 (22.680) Base negativa de CS 33.164 18.412 33.760 19.113 Ajuste a mercado de TVM (176.141) (74.474) (177.512) (76.363) Ajuste a mercado de derivativos 46.880 (102.356) (257.622) (253.240) Ajuste a mercado de operação de crédito 52.700 22.862 275.540 254.772 Ajuste a mercado de arrendamento mercantil – – 4.396 4.697 Participações no resultado 27.260 48.518 67.787 141.447 Provisão para créditos de liq. duvidosa (152.679) (113.727) (1.466.078) (714.535) Provisão para contingências (10.731) (3.053) (188.145) (91.043) Derivativos - Regime de caixa (182) (9.125) (182) (7.525) Provisão para perdas c/crédito cedido (3.758) – (24.025) (69.862) Provisão para obrigações fiscais (170.073) – (468.426) – Superveniência/Insuficiência de depreciação – – (221.412) 102.204 Compensação superveniência/Insuficiência de depreciação – – 51.095 – Resultado de dependências no exterior – (43.945) – (43.945) Adições e exclusões permanentes e incentivos fiscais (791.863) 22.843 174.273 261.986 (6.065) 5.277 (48.067) 4.202 Outras (376.006) (104.734) (837.460) (333.679) Imposto de Renda e Contribuição Social corrente (51.506) 115.451 (158.009) 142.288 Imposto de Renda e Contribuição Social diferido (427.512) 10.717 (995.469) (191.391) Imposto de Renda e Contribuição Social total Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos com efeito sobre o resultado no período Banco Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Crédito tributário Adições/(Exclusões) Prejuízo fiscal de IR (56.792) (28.723) (110.930) 22.680 Base negativa de CS (33.164) (18.412) (33.760) (19.113) Ajuste a mercado de TVM 172.354 – 172.354 – Ajuste a mercado de derivativos (44.105) 47.642 260.257 103.016 Participações no resultado 51.323 – 77.347 – Provisão para créditos de liq. duvidosa 152.679 113.727 1.466.078 714.535 Provisão para contingências 10.731 3.053 188.145 91.043 Derivativos - Regime de caixa – – – (1.600) Provisão para perdas c/crédito cedido 3.758 – 24.025 69.862 Provisão para obrigação fiscal 170.073 – 468.426 – Superveniência/Insuficiência de depreciação – – 51.095 (268.250) Resultado de dependências no exterior – 43.945 – 43.945 6.065 176 48.067 4.797 Outras 432.922 161.408 2.611.104 760.915 Total Banco Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Obrigações fiscais diferidas Adições/(Exclusões) Ajuste a mercado de TVM 3.787 74.474 5.158 76.363 Ajuste a mercado de derivativos (2.775) 54.714 (2.635) 150.224 Ajuste a mercado de operação de crédito e arrend. mercantil (52.700) (22.862) (279.936) (259.469) Derivativos - Regime de caixa 182 9.125 182 9.125 Superveniência/Insuficiência de depreciação – – 170.317 166.046 – – (51.095) (1) Outros (51.506) 115.451 (158.009) 142.288 Total Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos com efeito sobre contas patrimoniais no período Banco Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Ativo (Outros créditos - Diversos) Saldo inicial 590.663 509.039 2.510.903 2.120.104 Prejuízo fiscal de IR (56.792) (28.723) (110.930) 22.680 Base negativa de CS (33.164) (18.412) (33.760) (19.113) Ajuste a mercado de TVM 81.456 47.642 74.924 6.567 Ajuste a mercado de derivativos (46.878) – 257.483 103.016 Participações no resultado 51.323 – 77.347 – Provisão para créditos de liq. duvidosa 152.679 113.727 1.466.078 714.535 Provisão para contingências 10.731 3.053 188.145 91.043 Derivativos - Regime de caixa – – – (1.600) Provisão para perdas c/créditos cedidos 3.758 – 24.025 69.862 Provisão para obrigação fiscal 170.073 – 468.426 – Resultado de dependências no exterior – 43.945 – 43.945 Superveniência/Insuficiência de depreciação – – – (268.250) Compensação superveniência/Insuficiência de depreciação – – 51.095 – Compensação de ativos fiscais diferidos (37.077) (79.784) (348.088) (376.683) 6.065 176 48.067 4.797 Outros 892.837 590.663 4.673.715 2.510.903 Saldo final Banco Consolidado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Passivo (Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias) Saldo inicial – 180.922 660.049 1.164.706 Ajuste a mercado de TVM (15.441) (60.161) 71.350 (62.049) Ajuste a mercado de derivativos – (54.714) (142) (150.224) Ajuste a mercado de operação de crédito 52.700 22.862 279.936 259.469 Derivativos - Regime de caixa (182) (9.125) (182) (9.125) Superveniência/Insuficiência de depreciação – – (170.317) (166.046) Compensação superveniência/Insuficiência de depreciação – – 51.095 – Compensação de ativos fiscais diferidos (37.077) (79.784) (348.088) (376.683) – – – 1 Outros – – 543.701 660.049 Saldo final Composição do crédito tributário e obrigações fiscais diferidas Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Imposto de Renda e Contribuição Social diferido ativo Prejuízo fiscal de IR 18.986 75.778 745.578 856.508 Base negativa de CS 3.589 36.754 3.914 37.674 Ajuste a mercado de TVM 81.456 – 81.493 6.567 Ajuste a mercado de derivativos 765 47.642 363.215 105.734 Participações no resultado 51.323 – 77.347 – Provisão para créditos de liq. duvidosa 437.085 284.406 3.007.270 1.541.192 Provisão para contingências 16.110 5.381 322.665 134.519 Provisão para perdas c/créditos cedidos 3.758 – 125.923 101.898 Provisão para obrigação fiscal (a) 251.951 81.877 691.429 223.003 Resultado de dependências no exterior 138.433 138.433 138.433 138.433 Compensação superveniência/Insuficiência de depreciação – – (217.155) (268.250) Compensação de passivos fiscais diferidos (b) (116.861) (79.784) (724.771) (376.683) 6.242 176 58.374 10.308 Outros Total dos créditos tributários ativos 892.837 590.663 4.673.715 2.510.903 Imposto de Renda e Contribuição Social diferido passivo Ajuste a mercado de TVM – 15.442 89.523 18.173 Ajuste a mercado de derivativos – – – 141 Ajuste a mercado de operação de crédito 114.335 61.634 669.728 389.792 Derivativos - Regime de caixa 2.526 2.708 2.526 2.708 Superveniência/Insuficiência de depreciação – – 723.850 625.918 Compensação superveniência/Insuficiência de depreciação – – (217.155) – (116.861) (79.784) (724.771) (376.683) Compensação de passivos fiscais diferidos (b) – – 543.701 660.049 Total dos passivos tributários diferidos 892.837 590.663 4.310.014 1.850.854 Créditos tributários líquido do passivo fiscal diferido (a) As empresas do Conglomerado Financeiro possuem Mandado de Segurança no qual discutem a ocasião da dedutibilidade da COFINS no Lucro real e na Base de Cálculo CSLL. Para fins de adequação das demonstrações contábeis, no exercício, foi constituído crédito tributário correspondente, de acordo com as características/argumentações da referida discussão judicial no montante de R$ 468.426 em 2012 (R$ 384.589 em 2011). (b) O Conglomerado Financeiro passou a registrar em seus livros contábeis os valores dos créditos tributários decorrentes de diferenças temporárias pelo valor líquido de suas obrigações fiscais diferidas, em consonância com o disposto no art. 1º, inc. II, par. 2º da Resolução nº 3.059/2002 do Conselho Monetário Nacional, o qual dispõe que o registro de créditos tributários deve ser acompanhado pelo registro de obrigações fiscais diferidas e, quando há compatibilidade de prazos na previsão de realização e de exigibilidade, os valores ativos e passivos referentes a créditos e obrigações tributárias devem ser compensados. Para fins de comparabilidade, os saldos de 2011 foram reclassificados para refletir essa compensação. Demonstrativo dos valores compensados de ativos e passivos fiscais diferidos: 2012 2011 Individual Ativo Passivo Ativo Passivo Valor total antes da compensação dos créditos tributários 1.009.698 116.861 670.447 79.784 (116.861) (116.861) (79.784) (79.784) Compensação dos créditos tributários passivo contra ativo (a) Valor líquido após a compensação dos créditos tributários 892.837 – 590.663 – Consolidado 2012 2011 Ativo Passivo Ativo Passivo Valor total antes da compensação dos créditos tributários 5.398.486 1.268.472 2.887.586 1.036.732 (724.771) (724.771) (376.683) (376.683) Compensação dos créditos tributários passivo contra ativo (a) Valor líquido após a compensação dos créditos tributários 4.673.715 543.701 2.510.903 660.049 Expectativa de realização do crédito tributário Banco Consolidado Valor nominal Valor presente Valor nominal Valor presente Em 2013 240.710 224.607 995.512 928.913 Em 2014 51.796 44.620 614.116 529.040 Em 2015 95.136 75.125 473.975 374.276 Em 2016 101.027 73.056 590.595 427.078 404.168 221.826 1.635.816 1.103.004 A partir de 2017 892.837 639.234 4.310.014 3.362.311 Total No exercício findo em 31 de dezembro de 2012 observou-se a realização de créditos tributários no montante de R$ 153.869, correspondente a 530% da respectiva projeção da utilização que constava no estudo técnico de 31 de dezembro de 2011. Não existem créditos tributários não ativados.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
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BANCO VOTORANTIM S.A. CNPJ 59.588.111/0001-03 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A, 18º andar - Vila Gertrudes - CEP 04794-000 - São Paulo - SP Tel. (11) 5171-1000 Fax (11) 5171-1900 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 47
Partes relacionadas a. Sumário das transações com partes relacionadas As operações com partes relacionadas compreendem as empresas que compõem o Conglomerado Financeiro Banco do Brasil, e o Conglomerado Industrial Votorantim, sendo as principais Votorantim Finanças S.A. e Votorantim Industrial S.A. 31/12/2012 31/12/2011 Ativo/(Passivo) Disponibilidades Banco do Brasil S.A. e controladas 34.691 23.847 Aplicações interfinanceiras de liquidez Banco do Brasil S.A. e controladas – 830.340 BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento 36.758.158 39.817.150 Títulos e valores mobiliários BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. 23.042.927 20.299.006 Instrumentos financeiros derivativos Banco do Brasil S.A. e controladas 3.015 481.643 Votorantim Finanças S.A. e controladas 6.264 9.656 BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. 1.063.919 523.458 Votorantim C.T.V.M. Ltda. 3.723 9.172 Operações de crédito Banco do Brasil S.A. e controladas 1.868.842 – Carteira de câmbio - Posição ativa Banco do Brasil S.A. e controladas 919.305 – Outros créditos BV Participações S.A. e controladas 118 – Depósitos Banco do Brasil S.A. e controladas (25.635) (267.408) Votorantim Finanças S.A. e controladas (310.587) (229.404) BV Participações S.A. e controladas (113.063) (222.850) BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento (7.303) (3.179) BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. (244) (148) Votorantim C.T.V.M. Ltda. (265.890) (246.395) Votorantim Asset Management D.T.V.M Ltda. (112.699) (83.524) Votorantim Bank Limited (1) (1) Votorantim Corretora de Seguros Ltda. (189.753) – Captações no mercado aberto Votorantim Finanças S.A. e controladas (6.347) – Carteira de câmbio - Posição passiva Votorantim Finanças S.A. e controladas (608) 9.384 Obrigações por operações compromissadas Banco do Brasil S.A. e controladas 74.997 (72.131) Votorantim Finanças S.A. e controladas (359.707) (307.281) BV Participações S.A. e controladas (55.383) – BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. (3.189.889) – Obrigações por empréstimos e repasses Banco do Brasil S.A. e controladas – (1.547.155) Instrumentos financeiros derivativos Banco do Brasil S.A. e controladas 154.247 (1.064.760) Votorantim Finanças S.A. e controladas (947.902) (1.755.141) BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. (21.040.941) (21.397.652) Votorantim C.T.V.M. Ltda. (79) – Outros valores a receber / (pagar) Banco do Brasil S.A. e controladas (1.627.114) – BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento 5.425 168 BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. (8.443) (508) Votorantim C.T.V.M. Ltda. (1.086) 211 Banco Votorantim Securities Inc. 236 – Votorantim Bank Limited 146 – Votorantim Finanças S.A. e controladas 6 – BV Participações S.A. e controladas (29.958) (14.072) 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Receita / (Despesa) Operações de crédito Banco do Brasil S.A. e controladas 234.318 2.151.044 Resultado com títulos e valores mobiliários Banco do Brasil S.A. e controladas 8.016 262.514 BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento 3.618.281 162.537 BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. 1.759.193 – Votorantim C.T.V.M. Ltda. – 24.430 Votorantim Asset Management D.T.V.M Ltda. – 8.515 Votorantim Finanças S.A. e controladas – (39) Votorantim Corretora de Seguros Ltda. 12.479 – Resultado com instrumentos financeiros derivativos Banco do Brasil S.A. e controladas (313.435) 5.197 Votorantim Finanças S.A. e controladas 885 (4.938) Votorantim C.T.V.M. Ltda. 1.853 (5.865) BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. (1.488.761) 6.663.072 Resultado com operações de câmbio Banco do Brasil S.A. e controladas (223.018) 59.692 Votorantim Finanças S.A. e controladas (474) 2.811 Operações de captações no mercado Banco do Brasil S.A. e controladas (32.821) (158.235) Votorantim Finanças S.A. e controladas (11.100) (91.201) BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento – (4.721.383) BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. (298.554) (2.065.063) Votorantim C.T.V.M. Ltda. (21.872) – Votorantim Asset Management D.T.V.M. Ltda. (8.069) – Votorantim Bank Limited (1) BV Participações S.A. e controladas (11.571) (17.858) Obrigações por empréstimos, cessões e repasses Banco do Brasil S.A. e controladas (895) (21.263) Receitas / (Despesas) de prestação de serviços Banco do Brasil S.A. e controladas 129 – BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento 4.972 – BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. 185 12 BV Participações S.A. e controladas – 69.176 Banco Votorantim Securities Inc. (10.063) – Outras despesas administrativas Banco do Brasil S.A. e controladas 6.663 – BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento – (11.114) BV Participações S.A. e controladas (128.740) (468) Outras receitas/(despesas) Votorantim Finanças S.A. e controladas 8 –
b.
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Remuneração de pessoal-chave da Administração Em 31 de dezembro de 2012, o Banco Votorantim despendeu o montante de R$ 153.018 como remuneração às pessoas-chave da Administração. Consolidado Honorários 18.592 Gratificações 98.663 Encargos sociais 35.763 Total 153.018 c. Benefícios a empregados Não existem benefícios pós-emprego, tais como pensões, outros benefícios de aposentadoria, seguro de vida e assistência médica pós-emprego, outros benefícios de longo prazo a empregados, incluindo licença por anos de serviço ou outras licenças, jubileu ou outros benefícios por anos de serviço, remuneração baseada em ações e benefícios de rescisão de contrato de trabalho, com exceção dos previstos em acordo coletivo da categoria. Operações ativas vinculadas O Banco opera com operações ativas vinculadas, realizadas nos termos da Resolução nº 2.921/02 do CMN. Em 31 de dezembro de 2012 os saldos das operações ativas vinculadas e dos recursos captados para aplicação, bem como respectivos resultados apurados eram compostos dos seguintes valores: 01/01 a 31/12/2012 Ativo/(Passivo) Receita/(Despesa) Operações ativas vinculadas Operações de crédito 68.763 5.846 Obrigações por operações ativas vinculadas Letras Financeiras (67.916) (5.271) Resultado líquido das operações vinculadas 575 Em 31 de dezembro de 2012 e 2011 não existiam operações ativas vinculadas inadimplentes, bem como questionamento judicial sobre as operações ativas ou sobre os recursos captados para a aplicação nessas operações. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais a. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Contingências fiscais (a) 171.562 1.680 476.454 5.309 Contingências cíveis (b) 312 157 274.758 192.217 Contingências trabalhistas (c) 38.550 11.879 528.058 139.633 Obrigação legal (d) 639.086 606.745 1.612.135 1.519.861 Total 849.510 620.461 2.891.405 1.857.020 (a) As empresas do Conglomerado Financeiro possuem Mandado de Segurança no qual discutem a ocasião da dedutibilidade da COFINS no Lucro real e na Base de Cálculo CSLL. Para fins de adequação das demonstrações contábeis, no exercício, foi constituída a provisão referente ao passivo em discussão (apresentada na rubrica de Outras obrigações - Fiscais e Previdenciárias); e crédito tributário correspondente, de acordo com as características/argumentações da referida discussão judicial (apresentado na rubrica de Outros créditos - Diversos). (b) No Consolidado referem-se, basicamente, a ações indenizatórias cuja natureza são: contestação do custo efetivo total dos contratos pactuados; revisão das condições e encargos contratuais; e tarifas, sendo apresentadas na rubrica Outras obrigações - Diversas. (c) No Consolidado referem-se a processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros; sendo apresentadas na rubrica Outras obrigações - Diversas. (d) No Consolidado referem-se, basicamente, ao pleito pelo não pagamento da COFINS com base nas receitas não derivadas do faturamento mensal (ampliação da base de cálculo introduzida pela Lei nº 9.718/98). b. Movimentação dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável Demandas fiscais Demandas cíveis Demandas trabalhistas Obrigação legal 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Banco Saldo inicial 1.680 3.741 157 4 11.879 5.815 606.745 564.825 Constituições 169.813 1.402 155 153 26.671 6.064 – – Reversões – (3.589) – – – – – – Atualizações 69 126 – – – – 32.341 41.920 Saldo final 171.562 1.680 312 157 38.550 11.879 639.086 606.745 Demandas fiscais Demandas cíveis Demandas trabalhistas Obrigação legal 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Consolidado Saldo inicial 5.309 6.413 192.217 23.290 139.633 83.988 1.519.861 1.400.348 Constituições 470.730 3.092 86.860 168.927 390.254 55.645 – – Reversões – (4.841) – – – – – (94) Atualizações 415 645 – – – – 92.274 119.607 Baixas – – (4.319) – (1.829) – – – Saldo final 476.454 5.309 274.758 192.217 528.058 139.633 1.612.135 1.519.861 c. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco possível Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Contingências fiscais (a) 348.901 467.055 666.473 953.304 Contingências cíveis (b) – 4.364 16.842 16.018 Contingências trabalhistas (c) 1.602 3.868 56.662 61.330 Total 350.503 475.287 739.977 1.030.652 (a) No Consolidado referem-se, basicamente: a) IRPJ/CS Equival. Patrim. de Invest. no Ext.: 191.406; b) IRPJ/CS Compensação indevida - gratificações a diretores estatutários: 23.718; c) IRPJ - Excesso de destinação ao FINOR (2006/2007): 10.145; d) INSS - PLR BRANCH: 43.520; e) ISS: 94.454; f) INSS: 141.611; g) PIS/COFINS sobre desmutualização 31.290. (b) No Consolidado referem-se, basicamente, as ações de cobrança. (c) No Consolidado referem-se a processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros. d. Depósitos judiciais apresentados em Outros créditos - Diversos Banco Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Contingências fiscais 182.875 155.608 484.601 398.412 Contingências cíveis – – 90.323 56.960 Contingências trabalhistas 3.980 4.762 50.709 40.272 Outros 30 31 155 145 Total 186.885 160.401 625.788 495.789 e. Ações cívis públicas A Instituição possui contingências passivas envolvendo ações cívis públicas em que, baseado na opinião de assessores jurídicos e no julgamento da Administração, o risco de perda é considerado possível. Em função do estágio em que se encontram, a mensuração dos montantes envolvidos dessas ações não pode ser determinado com suficiente segurança. f. Ativos contingentes Não existe ativo contingente contabilizado. g. Outros compromissos O Banco protocolou junto à Secretaria da Receita Federal sua adesão ao Programa de Parcelamento Especial - PAES, instituído pela Lei nº 10.684/03, do Governo Federal. A adesão ao programa possibilitou o parcelamento do PIS, referente ao período de janeiro de 2000 a janeiro de 2003. O montante incluso no programa é de R$ 1.658 (R$ 4.487 em 2011).
Marcelo Rosas Betine Contador - 1PR044644/“O” - 6 “S” SP
A DIRETORIA RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Ao Conselho de Administração e aos Acionistas do Banco Votorantim S.A. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas do Banco Votorantim S.A. (“Instituição”) identificadas como “Banco” e “Consolidado”, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de
expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos do Banco. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas Em nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Votorantim S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionado Examinamos também a demonstração individual e consolidada do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da administração da Instituição, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, cuja apresentação está sendo efetuada de forma espontânea pela Instituição. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. São Paulo, 07 de fevereiro de 2013
KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
ELEIÇÃO NA ITÁLIA Em campanha, Berlusconi promete restituir impostos pagos em 2012.
nternacional
Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0
EQUADOR Rafael Correa diz ter formado maioria absoluta no Congresso
Samantha Zucchi/EFE
A última palavra é do papa Bento XVI pode mudar regras do Vaticano para antecipar conclave
O
papa Bento XVI avalia publicar um decreto, chamado "Motu Propio", que poderá antecipar o conclave que escolherá o próximo líder da Igreja Católica a uma data mais próxima de sua renúncia, prevista para 28 de fevereiro. O reverendo Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, disse que o pontífice estava estudando a possibilidade de
fazer alterações em duas leis estabelecidas por seu antecessor João Paulo II. Na condição de líder máximo da Igreja Católica, cabe a Bento XVI poderes do Legislativo, Executivo e Judiciário. Uma das normas em estudo rege o período enquanto o papado está vago, conhecido como "Sé Vacante", e outra é mais específico sobre o funcionamento do conclave de-
Vista do monastério que será a residência de Bento XVI após a renúncia (à dir., a Basílica de São Pedro). pois que ele começa. As regras atuais determinam que, para iniciar um conclave, os cardeais precisam esperar que o cargo esteja vago há 15 dias. O prazo existe para permi-
tir que todos os cardeais com direito a voto cheguem a Roma a tempo. Como Bento XVI anunciou que deixará de ser papa em 28 de fevereiro, o dia 15 de março tem sido visto como a
data da reunião. O prazo de 15 dias também presume a morte e os funerais de um papa. No caso da renúncia de Bento XVI, os cardeais já sabem a data que ele deixará o
posto e têm condições de chegar a Roma antes de iniciar o conclave. Pedofilia - Cerca de 117 cardeais com menos de 80 anos de idade terão o direito de votar na escolha do próximo papa. Cardeais de todo o mundo já começaram consultas por telefone e e-mail para a construção de um perfil do homem que eles acham que seria mais adequado para liderar a Igreja. A polêmica já se instalou antes mesmo da votação. Movimentos populares estão aumentando nos Estados Unidos e na Itália para evitar que o cardeal Roger Mahony, da Califórnia, participe do conclave. Segundo ativistas, Mahony está envolvido em um esquema para acobertar padres acusados de abusos sexuais. No entanto, um historiador do Vaticano afirmou que não há precedentes para exclusão de um cardeal por causa de escândalos pessoais. (Agências)
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
BV FINANCEIRA S.A. - CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO CNPJ nº 01.149.953/0001-89 Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 8º andar, conj. 82, Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo - SP
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 2012 Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, apresentamos as demonstrações contábeis da BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento (“BV Financeira”) relativos aos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2012 e 2011, acompanhadas das notas explicativas e do relatório dos auditores independentes. A BV Financeira, focada nas modalidades de financiamento de veículos e crédito consignado, está bem posicionada para capturar oportunidades de mercado, por meio de sua ampla rede de distribuição própria e terceirizada em todo o território nacional e da parceria estratégica com o Banco do Brasil (BB), atuando como extensão do BB para realização de financiamentos de veículos fora do ambiente de agências. A partir de 2011, mudanças econômico-regulatórias e o agravamento da crise internacional alteraram significativamente o cenário bancário brasileiro, impondo desafios principalmente às instituições mais voltadas ao crédito ao consumo, como a BV Financeira. Esse novo contexto econômico-regulatório foi acompanhado pela elevação sistêmica dos níveis de inadimplência de pessoas físicas, notadamente no segmento de financiamento de veículos, que representa cerca de 80% da carteira de crédito da BV Financeira. Diante do novo contexto econômico-regulatório, a BV Financeira tem priorizado a produção em revendas (veículos usados) para a carteira própria, no qual possui reconhecida expertise, e em 2012 avançou na estruturação de um modelo de originação direta de ativos de crédito ao BB, com foco em concessionárias (veículos novos). Esse novo modelo, denominado internamente de “BV Originadora - BVO”, a ser integralmente operacionalizado em 2013, combinará a capacidade de originação de ativos da BV Financeira com o amplo funding do BB.
No encerramento de 2012, a BV Financeira registrou uma carteira de crédito de R$ 35,7 bilhões, que corresponde a um aumento de 3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse desempenho está associado à postura mais conservadora da instituição diante do novo contexto econômico-regulatório e da elevação sistêmica da inadimplência de pessoas físicas, particularmente no segmento de financiamento de veículos. Dados do Bacen mostram que a inadimplência no financiamento de veículos, principal segmento de atuação da BV Financeira, subiu de 5,0% em Dez.11 para 6,1% em Mai.12, recorde da série histórica do Bacen. Esta, contudo, já iniciou movimento de redução nos últimos meses, retraindo para 5,3% em Dez.12. O aprimoramento das políticas, processos e modelos de crédito da BV Financeira, resultou na originação de financiamentos de veículos com recorde de qualidade ao longo de 2012. Diante da excelente qualidade das novas safras, a BV Financeira aumentou gradualmente o volume de produção - dentro de rígidos critérios de concessão de crédito - e encerrou 2012 na liderança do mercado de financiamento de veículos usados, com cerca de 20% de participação de mercado. Em 2012, a BV Financeira registrou resultado negativo de R$ 2,5 bilhões (R$-610,6 milhões em 2011) impactado pelos seguintes fatores: i) inadimplência das carteiras de veículos originadas entre Jul.10 e Set.11, que possuem qualidade inferior a média histórica e que ainda representam 48% da carteira de veículos (62% em Dez.11); ii) entrada em vigor da Resolução 3.533/Bacen, que alterou as regras no mercado de cessões de crédito, impactando as receitas dos bancos que nele atuam; iii) despesas com liquidação antecipada e provisão de crédito referentes às carteiras cedidas com coobrigação até Dez.11; iv) redução de cerca de 45% no volume originado em 2012 em relação a 2011, de forma a assegurar a qualidade e rentabilidade das
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 31/12/2012 31/12/2011 Passivo Ativo Circulante 18.141.480 17.273.137 Circulante Disponibilidades 103.482 76.816 Depósitos Aplicações interfinanceiras de liquidez 5.000 – Depósitos interfinanceiros Aplicações no mercado aberto 5.000 – Captações no mercado aberto Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos 1.010.710 1.860.952 Carteira própria Carteira própria 594.031 1.840.548 Relações interdependências Vinculados a compromissos de recompra 389.165 – Transferências internas de recursos Vinculados à prestação de garantias 27.514 20.404 Outras obrigações Operações de crédito 15.023.063 13.992.264 Cobrança e arrecadação de tributos e assemelhados Setor privado 16.677.423 15.492.388 Sociais e estatutárias Operações de crédito vinculadas a cessão 259.157 – Fiscais e previdenciárias Provisão para operações de créditos de liquidação duvidosa (1.913.517) (1.500.124) Negociação e intermediação de valores Outros créditos 1.824.615 1.137.624 Diversas Rendas a receber 3.068 1.578 Exigível a longo prazo Diversos 1.821.547 1.136.046 Depósitos Outros valores e bens 174.610 205.481 Depósitos interfinanceiros Outros valores e bens 125.722 89.394 Outras obrigações Despesas antecipadas 48.888 116.087 Fiscais e previdenciárias Realizável a longo prazo 34.305.838 25.608.161 Diversas Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos 12.169.648 4.530.767 Patrimônio líquido Carteira própria 5.747.416 3.031.467 Capital Vinculados a compromissos de recompra 5.343.712 – De domiciliados no País Vinculados à prestação de garantias 1.078.520 1.499.300 Ajustes de avaliação patrimonial Operações de crédito 17.490.249 18.319.924 Prejuízos acumulados Setor privado 15.998.750 19.142.295 Operações de crédito vinculadas a cessão 2.723.466 – Provisão para operações de créditos de liquidação duvidosa (1.231.967) (822.371) Outros créditos 3.883.771 2.005.414 Rendas a receber 7.401 – Diversos 3.876.370 2.005.414 Outros valores e bens 762.170 752.056 Despesas antecipadas 762.170 752.056 Permanente 104.726 112.410 Investimentos 30.586 27.172 Outros investimentos 59.259 55.005 Provisão para perdas (28.673) (27.833) Imobilizado de uso 56.765 69.336 Outras imobilizações de uso 106.602 107.791 Depreciações acumuladas (49.837) (38.455) Intangível 17.227 14.992 Ativos intangíveis 27.845 20.936 Amortização acumulada (10.618) (5.944) Diferido 148 910 Gastos de organização e expansão 8.025 8.028 Amortização acumulada (7.877) (7.118) Total do ativo 52.552.044 42.993.708 Total do passivo As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
31/12/2012 41.433.462 31.167.835 31.167.835 5.665.983 5.665.983 510 510 4.599.134 7.386 65.057 1.004.127 1.175 3.521.389 7.991.894 5.590.323 5.590.323 2.401.571 296.661 2.104.910 3.126.688
31/12/2011 24.792.943 23.083.961 23.083.961 – – 218 218 1.708.764 11.247 41.124 228.274 11.293 1.416.826 17.717.370 16.733.189 16.733.189 984.181 897.392 86.789 483.395
5.845.718 132.264 (2.851.294)
845.718 (9.851) (352.472)
Ajuste de avaliação patrimonial – – – – (9.851) – – – (9.851) – 142.115 – 132.264 148.639 – 148.639 – (16.375) – 132.264
52.552.044 42.993.708
Lucros/(Prejuízos) acumulados – (231.067) (231.067) – – (610.550) 93.780 395.365 (352.472) – – (2.498.822) (2.851.294) (1.578.132) (186.551) (1.764.683) – – (1.086.611) (2.851.294)
Total 1.334.863 (231.067) 1.103.796 – (9.851) (610.550) – – 483.395 5.000.000 142.115 (2.498.822) 3.126.688 2.416.225 (186.551) 2.229.674 2.000.000 (16.375) (1.086.611) 3.126.688
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 1
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3 Contexto operacional A BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento é uma Companhia de Capital fechado que opera na forma de financeira, principalmente na realização de operações de financiamento de veículos e créditos consignados. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos, e certas operações têm a coparticipação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro. Os benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e administrativa são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos em conjunto ou individualmente. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações e normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN). Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei n°11.638/07, complementada pela Lei n°11.941/09, as quais alteraram a Lei das Sociedades por Ações quanto às práticas contábeis adotadas no Brasil. Embora a referida Lei já tenha entrado em vigor, algumas alterações por ela introduzidas dependem de normatização por parte do CMN. As alterações aprovadas pelo CMN foram: • os procedimentos observados no Pronunciamento Conceitual para elaboração e divulgação do relatório contábil-financeiro aprovado pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) naquilo que não conflitar com as normas emitidas pelo CMN ou pelo Banco Central do Brasil; • os procedimentos de mensuração do valor recuperável de ativos; • a elaboração do fluxo de caixa em substituição da demonstração das origens e aplicações de recursos; • a divulgação em notas explicativas às demonstrações contábeis de informações sobre partes relacionadas; • pagamento baseado em ações; • definição de critérios para a seleção, alteração e divulgação de políticas contábeis, para as alterações nas estimativas contábeis e para as retificações de erros; • eventos subsequentes; e • os procedimentos de reconhecimento, mensuração e divulgações de provisões, passivos e ativos contingentes. Foi aplicado ainda, o seguinte pronunciamento que não é conflitante com as normas do Banco Central do Brasil, conforme determina regulamentação vigente: • Demonstração do valor adicionado. a. Reclassificações Foram efetuadas reclassificações nos saldos de 31 de dezembro de 2011 no Balanço Patrimonial, visando permitir a comparabilidade das demonstrações contábeis. A BV Financeira passou a registrar os valores dos créditos tributários decorrentes de diferenças temporárias pelo valor líquido de suas obrigações fiscais diferidas. As principais reclassificações foram: Divulgação Saldo anterior Reclassificação reclassificado Outros créditos - Diversos - Crédito tributário de impostos e contribuições 1.573.566 (296.900) 1.276.666 Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias Provisões para impostos e contribuições diferidos 296.900 (296.900) – b. Mudança na política contábil No segundo semestre de 2012, baseado no pressuposto do regime de competência e no confronto das despesas com as respectivas receitas apuradas com bases individuais dos contratos de crédito, foi necessário alterar o critério contábil aplicado para os custos associados com a produção de empréstimos e financiamentos, incorridos após a originação da operação, passando a registrá-los em despesa no momento em que são pagos. A mudança na política contábil afetou os Balanços Patrimoniais da Companhia, bem como as Demonstrações de Resultados, as Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido, as Demonstrações dos Fluxos de Caixa e Demonstrações de Valor Adicionado referentes aos períodos apresentados. Com vistas a manter a comparabilidade das demontrações financeiras e em atendimento ao CPC 23 (Resolução nº 4.007/11 do CMN) estamos apresentando, nesse momento, as demonstrações contábeis de 2011 com os ajustes abaixo apresentados: Saldo publicado Saldo anteriormente Ajustes ajustado Em 30 de junho de 2012 Ativo 4 Outros créditos - Diversos - Impostos e contribuições a compensar 143.892 143.939 287.831 Outros créditos - Diversos - Custos associados à produção de operações de crédito 104.101 (104.101) – Outros valores e bens - Despesas antecipadas - Comissões por intermediação de operações 1.072.540 (226.389) 846.151 Patrimônio Líquido Prejuízos acumulados (1.578.132) (186.551) (1.764.683) Efeito no patrimônio líquido 2.416.225 (186.551) 2.229.674 Em 31 de dezembro de 2011 Ativo Outros créditos - Diversos - Impostos e contribuições a compensar 333.910 157.782 491.692 Outros créditos - Diversos - Custos associados à produção de operações de crédito 135.100 (135.100) – Outros valores e bens - Despesas antecipadas - Comissões por intermediação de operações 1.018.686 (240.117) 778.569 Patrimônio Líquido Prejuízos acumulados (135.037) (217.435) (352.472) Efeito no patrimônio líquido 700.830 (217.435) 483.395 Resultado Outras receitas operacionais 48.444 16.143 64.587 Outras despesas operacionais (362.192) 6.352 (355.840) Provisão para Imposto de Renda (194.578) (5.489) (200.067) Provisão para Contribuição Social (126.479) (3.374) (129.853) Efeito no resultado (624.182) 13.632 (610.550) Em 01 de janeiro de 2011 Ativo Outros créditos - Diversos - Impostos e contribuições a compensar 408.394 150.502 558.896 Outros créditos - Diversos - Custos associados à produção de operações de crédito 174.979 (174.979) – Outros valores e bens - Despesas antecipadas - Comissões por intermediação de operações 506.555 (206.590) 299.965 Patrimônio Líquido Prejuízos acumulados – (231.067) (231.067) Efeito no patrimônio líquido 1.334.863 (231.067) 1.103.796 Resultado Outras receitas operacionais 45.656 4.269 49.925 Outras despesas operacionais (109.164) (381.569) (490.733) Provisão para Imposto de Renda (237.317) 89.638 (147.679) Provisão para Contribuição Social (141.152) 56.595 (84.557) Efeito no resultado 507.599 (231.067) 276.532 A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 07 de fevereiro de 2013.
São Paulo, 07 de fevereiro de 2013 A Diretoria
DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 E SEMESTRE FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de Reais, exceto prejuízo do período por ação) 2º Semestre Exercícios 2012 2012 2011 Receitas da intermediação financeira 3.370.206 6.915.741 8.348.789 Operações de crédito 3.315.327 6.848.657 8.463.316 Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 701.510 1.135.487 266.578 Resultado com instrumentos financeiros derivativos (753.808) (1.176.648) (381.105) Operações de venda ou transf. ativos financeiros 107.177 108.245 – Despesas da intermediação financeira (3.809.673) (8.583.804) (7.502.490) Operações de captação no mercado (1.712.771) (3.817.198) (4.721.383) Operações de venda ou transferência de ativos financeiros (69.786) (69.786) – Provisão para créditos de liquidação duvidosa (2.027.116) (4.696.820) (2.781.107) Resultado bruto da intermediação financeira (439.467) (1.668.063) 846.299 Outras receitas/(despesas) operacionais (1.274.689) (2.193.390) (1.529.809) Receitas de prestação de serviços 23.299 44.450 61.667 Rendas de tarifas bancárias 269.175 511.212 739.767 Despesas de pessoal (281.606) (539.158) (451.266) Outras despesas administrativas (665.055) (1.243.941) (1.184.090) Despesas tributárias (163.170) (304.846) (404.634) Outras receitas operacionais 19.109 42.822 64.587 Outras despesas operacionais (476.441) (703.929) (355.840) Resultado operacional (1.714.156) (3.861.453) (683.510) Resultado não operacional (71.332) (156.750) (128.251) Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações (1.785.488) (4.018.203) (811.761) Imposto de Renda e Contribuição Social 714.806 1.653.287 405.768 Provisão para Imposto de Renda (103.863) (333.048) (200.067) Provisão para Contribuição Social (60.969) (198.480) (129.853) Ativo fiscal diferido 879.638 2.184.815 735.688 Participações nos lucros e resultados (15.929) (133.906) (204.557) Prejuízo do período (1.086.611) (2.498.822) (610.550) Prejuízo por lote de mil ações - R$ (361,54) (833,08) (4.831,79) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 E SEMESTRE FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de Reais)
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 E SEMESTRE FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de Reais) Capital Social Reservas de lucros Capital Aumento realizado de Capital Legal Expansão Saldos iniciais conforme publicado anteriormente em 31 de dezembro de 2010 472.000 373.718 93.780 395.365 Mudança de política contábil – – – – Saldos iniciais ajustados em 01 de janeiro de 2011 472.000 373.718 93.780 395.365 Aumento de Capital 373.718 (373.718) – – Ajustes de avaliação patrimonial – – – – Prejuízo do período – – – – Reversão de reserva legal – – (93.780) – Reversão de reserva para expansão – – – (395.365) Saldos em 31 de dezembro de 2011 845.718 – – – Aumento de Capital 5.000.000 – – – Ajustes de avaliação patrimonial – – – – Prejuízo do período – – – – Saldos em 31 de dezembro de 2012 5.845.718 – – – Saldos iniciais conforme publicado anteriormente em 30 de junho de 2012 3.845.718 – – – Mudança de política contábil – – – – Saldos iniciais ajustados em 01 de julho de 2012 3.845.718 – – – Aumento de Capital 2.000.000 – – – Ajustes de avaliação patrimonial – – – – Prejuízo do período – – – – Saldos em 31 de dezembro de 2012 5.845.718 – – – As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
novas safras; v) elevação gradual do índice de cobertura da carteira gerenciada; e vi) despesas pontuais com contingências decorrentes do processo de reestruturação em curso. Mesmo neste contexto de resultados, as despesas com provisão de crédito da BV Financeira apresentaram melhora significativa no último trimestre de 2012, explicada pelos fatores principais: (i) menor impacto das carteiras originadas entre Jul.10 e Set.11, que possuem registro de inadimplência acima da média histórica; (ii) melhor qualidade das safras originadas a partir de Set.11; e (iii) melhoria nos processos de cobrança, com aplicação de novas políticas e incentivos. No ano de 2012, a BV Financeira se manteve como referência de mercado em gestão de pessoas classificada entre as “10 Melhores Empresas em Cidadania Corporativa 2012”, prêmio concedido pela Gestão & RH Editora. Além disso, também foi reconhecida por outras premiações referentes à atuação em seu segmento, como: “A Maior por Ativo Total”, na categoria Financeira (Revista Brasil Econômico), e “Empresa que mais Respeita o Consumidor no Brasil 2012”, categoria Financeira (Grupo Padrão - Revista Consumidor Moderno). A administração da BV Financeira agradece aos acionistas, clientes e parceiros pela confiança depositada e aos colaboradores pelo contínuo empenho e dedicação.
Gerenciamento de riscos A gestão de riscos tem suas políticas em linha às melhores práticas de mercado e está aderente com as diretrizes definidas pelo CMN. Sua abrangência é no âmbito das instituições que compõem o Conglomerado Financeiro Votorantim (“Conglomerado”). Foram implementadas políticas, procedimentos e sistemas de gestão capazes de gerir, avaliar e mitigar os riscos inerentes aos seus negócios, proporcionando à Administração uma visão de todos os riscos. Risco de mercado Risco de mercado é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas. A gestão é feita de forma centralizada por uma área que mantém independência em relação à mesa de operações. Os procedimentos básicos adotados para o gerenciamento deste risco são: (a) integridade na precificação de ativos e derivativos; (b) avaliação do risco pela metodologia Value at Risk e pela simulação de cenários; e (c) acompanhamento de resultados diários com testes de aderência da metodologia back-test. O Conglomerado realiza operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos, atuando em mercados organizados e de balcão, com o objetivo de possibilitar uma gestão de risco de mercado adequada à sua política. Estes instrumentos são utilizados para hedge de posições, para atender demanda de contrapartes e como meio de reversão de posições em momentos de grandes oscilações. Risco operacional Risco operacional é definido como o risco de perda resultante de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas ou de eventos externos à Instituição - inclui o risco legal, porém exclui o risco estratégico e o risco de imagem. Os princípios básicos observados pela Instituição na gestão e controle do risco operacional estão em conformidade com a regulamentação vigente do Banco Central do Brasil e com as melhores práticas de mercado: • envolvimento da alta Administração na supervisão global da tomada de riscos através dos comitês e comissões estabelecidos; • mapeamento dos processos operacionais e sistêmicos, mapeamento de controles existentes e análise dos riscos inerentes e residuais; • avaliação do efeito financeiro potencial e da possibilidade de ocorrência dos riscos mapeados; • a partir dessa avaliação, define-se a exposição ao risco operacional, de acordo com a matriz de risco padronizada para toda Instituição; • captura de perdas operacionais e manutenção de base de dados estruturada com informações referentes aos eventos; • análise, comunicação e implantação de planos de ação para melhoria de processos e controles para mitigação dos riscos incorridos; e • cálculo de Capital alocado para risco operacional a partir de metodologias estruturadas, baseadas nas melhores práticas de mercado e adequadas em relação às exigências regulatórias. Risco de crédito Risco de crédito consiste na possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, a vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Como parte do processo de gestão do risco de crédito, são realizados acompanhamentos das políticas, normas, processos, limites estabelecidos, além da análise dos riscos e submissão às alçadas e aos comitês aprovadores. A política de crédito é formulada com base em análise de indicadores internos da carteira e dos processos de precificação e avaliação de empresas, e em fatores externos, relacionados à situação financeira das empresas e à conjuntura econômica do País e do exterior. O Conglomerado realiza avaliações de risco de crédito das operações, determinadas através de modelos julgamentais e estatísticos. Ressalta-se que na identificação de deterioração da qualidade da carteira de crédito, são tomadas ações de mitigação de riscos, tais como reavaliação do perfil de risco dos clientes e análises setoriais que influenciam na gestão de limites até a gestão e controle de garantias. Gestão de ativos e passivos O Comitê Operacional de ALM, Riscos e Capital, é responsável pela gestão dos riscos estruturais de taxas de juros, taxas de câmbio e de liquidez, bem como a gestão do Capital que busca otimizar a relação risco versus retorno e maior eficiência na composição dos fatores que impactam no Índice de Solvabilidade (Basileia). Em 31 de dezembro de 2012, o Índice de Solvabilidade (Basileia) do Conglomerado Financeiro Votorantim é de 14,3% (14,1% em 2011). Em atendimento à Circular nº 3.477/09 do Bacen, o Conglomerado Financeiro Votorantim mantém informações adicionais de seu processo de gestão de riscos disponibilizadas no website: www.bancovotorantim.com.br/ri Principais práticas contábeis a. Apuração do resultado As receitas e despesas são registradas de acordo com o regime de competência e são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia, calculadas com base no método exponencial. b. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades, aplicações em depósitos interfinanceiros, aplicações em moedas estrangeiras com alta liquidez e risco insignificante de mudança de valor e aplicações em operações compromissadas - posição bancada, cujo vencimento das operações, na data da aplicação, seja de até 90 dias. c. Aplicações interfinanceiras de liquidez As aplicações interfinanceiras são registradas pelo valor de aplicação, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço, calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e nas taxas de juros pactuados. d. Títulos e valores mobiliários Os títulos e valores mobiliários são registrados pelo valor efetivamente pago e classificados em função da intenção da Administração em três categorias distintas: i. Títulos para negociação - Títulos adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; ii. Títulos disponíveis para venda - Títulos que não se enquadrem para negociação nem como mantidos até o vencimento. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários; e iii. Títulos mantidos até o vencimento - Títulos adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Nesta categoria, os títulos não são ajustados ao seu valor de mercado. A metodologia de avaliação a mercado foi estabelecida com observância de critérios consistentes e verificáveis, que levam em consideração o preço médio de negociação no dia da apuração, ou na falta deste, o valor de ajuste diário das operações de mercado futuro divulgados por fontes externas ou o valor líquido provável de realização obtido com a utilização de curvas de valores futuros de taxas de juros, taxas de câmbio, índices de preços e moedas, além de eventuais ajustes nos preços de títulos de baixa liquidez. Os rendimentos auferidos com os títulos e valores mobiliários, independentemente da categoria em que estão classificados, são calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e nas taxas de juros pactuados, pelo método exponencial ou linear até a data do vencimento ou da venda definitiva do título, sendo reconhecidos diretamente no resultado do período. e. Instrumentos financeiros derivativos Os instrumentos financeiros derivativos são avaliados pelo seu valor de mercado, com critérios consistentes e verificáveis, considerando o preço médio de negociação no dia da apuração, ou na falta deste, metodologias convencionais e consagradas. Os instrumentos financeiros derivativos são classificados de acordo com a intenção da Administração, levando-se em consideração a sua finalidade. Os instrumentos financeiros utilizados para compensar, no todo ou em parte, os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercado de ativos ou passivos são considerados instrumentos de proteção (hedge) e são classificados de acordo com a sua natureza em:
2º Semestre Exercícios 2012 2012 2011 Fluxos de caixa provenientes das operações Prejuízo do período (1.086.611) (2.498.822) (610.550) Ajustes ao Prejuízo: 2.638.132 5.511.627 3.094.678 Depreciações e amortizações 7.948 17.123 25.617 Provisão para perda com investimento 840 840 1.488 Provisão para créditos de liquidação duvidosa 2.027.116 4.696.820 2.781.107 Provisão para passivos contingentes/obrig. legais 604.634 800.000 286.466 Resultado não operacional (2.406) (3.156) – Variações patrimoniais Aplicações interfinanceiras de liquidez – – 534.102 Títulos para negociação e instrumentos financeiros derivativos (3.696) (9.557) (5.635.623) Relações interfinanceiras e interdependências 486 292 215 Operações de crédito (2.083.080) (4.897.944) (2.971.299) Outros créditos (179.197) (2.557.706) (1.241.864) Outros valores e bens 103.218 18.220 (592.308) Depósitos (717.570) (3.058.992) 7.028.864 Captações no mercado aberto 1.063.392 5.665.983 – Outras obrigações 3.005.461 3.505.811 (228.353) Caixa utilizado pelas operações 2.740.535 1.678.912 (622.138) Fluxos de caixa provenientes das atividades de financiamento Aumento de Capital 2.000.000 5.000.000 – Dividendos pagos – – (64.586) Caixa gerado/(utilizado) pelas atividades de financiamento 2.000.000 5.000.000 (64.586) Fluxos de caixa provenientes das atividades de investimento Títulos disponíveis para venda (4.691.164) (6.636.967) (9.851) Alienação de imobilizado de uso 8.117 8.137 2.964 Alienação do intangível 436 436 – Aquisição de imobilizado de uso (3.083) (7.680) (41.413) Aquisição de investimentos – (4.254) (7.697) Aplicações no diferido – – 581 Aplicações no intangível (2.984) (6.918) (7.034) Caixa utilizado pelas atividades de investimento (4.688.678) (6.647.246) (62.450) Variação líquida de caixa e equivalentes de caixa 51.857 31.666 (749.174) Caixa e equivalentes de caixa no início do período 56.625 76.816 825.990 Caixa e equivalentes de caixa no fim do período 108.482 108.482 76.816 Aumento/(Redução) no caixa e equivalentes de caixa 51.857 31.666 (749.174) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
DEMONSTRAÇÕES DOS VALORES ADICIONADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 2012 Receitas 1.956.726 Receitas da intermediação financeira 6.915.741 Receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias 555.662 Provisão para créditos de liquidação duvidosa (4.696.820) Outras receitas/(despesas) (661.107) Resultado não operacional (156.750) Despesas da intermediação financeira (3.886.984) Insumos adquiridos de terceiros (1.137.343) Materiais, energia e outros (4.286) Serviços de terceiros (8.691) Outras (1.124.366) Comunicações (69.617) Manutenção e conservação de bens (9.322) Processamento de dados (100.454) Promoções e relações públicas (1.095) Publicações (157) Propaganda e publicidade (2.756) Serviços do sistema financeiro (148.753) Serviços técnicos especializados (410.032) Transportes (11.184) Outras (370.996) Valor adicionado bruto (3.067.601) Despesas de amortização/depreciação (17.123) Valor adicionado líquido produzido pela entidade (3.084.724) Valor adicionado a distribuir (3.084.724) Valor adicionado distribuído (3.084.724) Pessoal 606.422 Salários e honorários 347.676 Participações nos lucros e resultados 133.906 Benefícios e treinamentos 93.086 FGTS 31.754 Impostos, taxas e contribuições (1.281.799) INSS sobre salários 66.642 Despesas tributárias (exceto IR e CS) 304.846 Imposto de Renda/Contribuição Social (1.653.287) Remuneração de capitais de terceiros 89.475 Aluguéis 89.475 Remuneração de capitais próprios (2.498.822) Prejuízo retido (2.498.822) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
2011 5.949.612 8.348.789 801.434 (2.781.107) (291.253) (128.251) (4.721.383) (1.072.398) (6.469) (12.937) (1.052.992) (85.861) (11.752) (72.993) (4.216) – (8.274) (119.292) (409.046) (18.486) (323.072) 155.831 (25.617) 130.214 130.214 130.214 588.850 269.788 204.557 87.480 27.025 65.839 66.973 404.634 (405.768) 86.075 86.075 (610.550) (610.550)
i. Hedge de risco de mercado - Os instrumentos financeiros derivativos classificados nessa categoria, bem como o item objeto de hedge, tem seus ajustes a valor de mercado registrados em contrapartida ao resultado do período; e ii. Hedge de fluxo de caixa - Os instrumentos financeiros derivativos classificados nesta categoria tem seus ajustes a valor de mercado registrados em conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários. Os instrumentos financeiros derivativos que não atendam aos critérios de hedge têm seus ajustes a valor de mercado registrados diretamente no resultado do período. Para os instrumentos financeiros derivativos negociados em associação com operações de captação, tanto o derivativo como a captação estão contabilizados pelas condições intrínsecas contratadas, não sendo ajustados pelo valor de mercado. f. Hedge contábil O Conglomerado mantém instrumentos derivativos de hedge financeiro para proteger suas exposições de risco de variação de moeda estrangeira e taxas de juros. No momento da designação inicial do hedge, a Administração formalmente documenta o relacionamento entre os instrumentos e os itens objeto de hedge, incluindo os objetivos de gerenciamento de riscos e a estratégia na condução da transação, juntamente com os métodos que serão utilizados para avaliar a efetividade do relacionamento de hedge, considerando métodos de cálculo convencionais e consagrados. A Administração faz uma avaliação, tanto no início do relacionamento, como continuamente, para verificar se existe uma expectativa que os instrumentos sejam altamente eficazes na compensação de variações no valor justo dos respectivos itens objeto de hedge durante o período para o qual é designado, e se os resultados reais estão dentro da faixa de 80-125 por cento, conforme previsto na regulamentação vigente. Para os itens objeto que deixaram de compor o programa de hedge e permanecem registrados no Balanço Patrimonial, o ajuste de marcação a mercado é incorporado ao custo, sendo contabilizados prospectivamente pelo custo amortizado, usando o método da taxa de juros efetiva. g. Operações de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa As operações de crédito são classificadas de acordo com o julgamento da Administração quanto ao nível de risco, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos em relação à operação, aos devedores e garantidores, período de atraso, grupo econômico observando os parâmetros estabelecidos pelo CMN, que requer a análise da carteira e sua classificação em nove níveis, sendo AA (risco mínimo) e H (risco máximo). Com relação ao período de atraso verificado nas operações de varejo com prazo a decorrer superior a 36 (trinta e seis) meses, admite-se a contagem em dobro sobre os intervalos de atraso definidos para os nove níveis. Nos casos em que há ações revisionais em andamento, admite-se classificação inferior ao risco observado através da inadimplência da operação, uma vez que comprovado em extrato o recebimento de valor necessário à quitação de todo ou parte do débito, em conta discriminada a favor da BV Financeira. As rendas das operações de crédito vencidas há mais de 60 (sessenta) dias, independentemente de seu nível de risco, somente são reconhecidas como receita quando efetivamente recebidas. As operações classificadas como nível H permanecem nessa classificação por 180 (cento e oitenta) dias, quando então são baixadas contra a provisão existente e controladas em contas de compensação. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas, observado as regras da Resolução nº 2.682/CMN. As renegociações de operações de crédito que já haviam sido baixadas contra a provisão e que estavam em contas de compensação são classificadas como H, e os eventuais ganhos provenientes da renegociação são reconhecidos como receita quando efetivamente recebidos. As operações de crédito que são objetos de hedge de instrumentos financeiros derivativos, são avaliadas pelo seu valor de mercado utilizando critério consistente e verificável. Os ajustes de avaliação a valor de mercado dessas operações são registrados, quando positivos, em Outros créditos - Diversos, e, quando negativos, em Outras obrigações - Diversas, em contrapartida de Resultado com instrumentos financeiros derivativos. O resultado das cessões de operações de crédito realizadas até 31 de dezembro de 2011, foi apurado na data da cessão, tendo seus resultados reconhecidos integralmente, mediante baixa dos ativos correspondentes, independente da retenção ou não do risco. Para a carteira de operações de crédito cedida com coobrigação, a Administração constitui provisão para perdas, registrada em Outras obrigações - Diversas. A partir de 01 de janeiro de 2012, os ativos financeiros cedidos, consideram o grau de transferência dos riscos e benefícios dos ativos transferidos para uma outra entidade: • quando são transferidos ativos financeiros para uma outra entidade, mas não há transferência substancial dos riscos e benefícios relacionados aos ativos transferidos, os ativos permanecem reconhecidos no balanço da Companhia; e • quando são transferidos substancialmente todos os riscos e benefícios relacionados aos ativos transferidos para uma entidade, os ativos são baixados do balanço da Companhia. continua
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
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BV FINANCEIRA S.A. - CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO CNPJ nº 01.149.953/0001-89 Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 8º andar, conj. 82, Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo - SP
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais)
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h. Despesas antecipadas São contabilizadas as aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros. As despesas antecipadas são registradas ao custo e amortizadas à medida que forem sendo realizadas. i. Estimativas contábeis A elaboração das demonstrações contábeis requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem avaliação de ativos e passivos financeiros e instrumentos financeiros derivativos pelo seu valor justo, análise de risco de crédito para determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa, assim como da análise sobre passivos contingentes. A Administração revisa as estimativas e premissas regularmente. Os principais valores reconhecidos nas demonstrações contábeis por meio das estimativas estão incluídos nas seguintes notas explicativas: nº 8 - Títulos e valores mobiliários; nº 9 - Instrumentos financeiros derivativos; nº 10 - Operações de crédito; e nº 40 - Ativos e passivos contingentes e obrigações legais. j. Ativo permanente i. Os investimentos permanentes são demonstrados pelo seu custo de aquisição e deduzidos de provisão para perda, quando aplicável; ii. O imobilizado é demonstrado pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação. A depreciação é calculada pelo método linear, com base nas seguintes taxas anuais, de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: • instalações, móveis e equipamentos de uso - 10%; • sistema de comunicação, segurança e transporte - 10%; e • sistemas de processamento de dados - 20%. iii. O ativo diferido é demonstrado pelo custo de aquisição ou formação, deduzido da respectiva amortização, composto, basicamente, por gastos em imóveis de terceiros até 30 de setembro de 2008. A amortização é calculada pelo método linear, com base no prazo que o benefício é gerado. Durante o período, não houve aquisições em decorrência da regulamentação vigente; e iv. O ativo intangível inclui os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da Companhia ou exercidos com essa finalidade. A amortização é calculada pelo método linear, com base no prazo que o benefício é gerado. Os ativos não financeiros estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. k. Tributos O Imposto de Renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido do adicional de 10% e a Contribuição Social foi apurada com base na alíquota de 15%, ambos, aplicáveis sobre o lucro tributável. A constituição do crédito tributário do Imposto de Renda e da Contribuição Social está fundamentado em estudo técnico comprobatório da capacidade de sua realização preparado pela Administração. O PIS (Programa Integração Social) foi apurado com base na alíquota de 0,65% e a COFINS (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) foi apurada com base na alíquota de 4%, ambos aplicáveis sobre as receitas auferidas pela Companhia, reduzida das exclusões e deduções permitidas pela legislação em vigor. O ISS (Imposto Sobre Serviços) foi apurado considerando alíquota de 2% até 5% (alíquota varia de acordo com cada Município) sobre as receitas de serviços prestados pela Companhia. l. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos contingentes, contingências passivas e obrigações legais são efetuados de acordo com os seguintes critérios: i. Ativos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis somente quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo; ii. Passivos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como remotos não requerem provisão e divulgação; e iii. Obrigações legais - São processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da probabilidade de sucesso dos processos judiciais em andamento, tem os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. m. Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). Composição de caixa e equivalentes de caixa 31/12/2012 31/12/2011 Disponibilidades 103.482 76.816 Aplicações interfinanceiras de liquidez 5.000 – Oper. comprom. - Posição bancada 5.000 – Total 108.482 76.816 Disponibilidades 31/12/2012 31/12/2011 Caixa 31 46 Depósitos bancários 102.782 76.061 Disponibilidades em moeda estrangeira 669 709 Total 103.482 76.816 Aplicações interfinanceiras de liquidez 31/12/2012 31/12/2011 Oper. comprom. - Posição bancada Aplicações em depósitos interfinanceiros - CDI Pré 5.000 – Total 5.000 – Títulos e valores mobiliários Composição por categoria 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Ganho/ Valor de Ganho/ mercado (Perda) não Valor de mercado (Perda) não Valor de Títulos para realizado realizado custo (contábil) custo (contábil) negociação Letras Financeiras do Tesouro 30.234 30.227 (7) 20.669 20.670 1 Total 30.234 30.227 (7) 20.669 20.670 1 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Ganho/ Valor de Ganho/ mercado (Perda) não Valor de mercado (Perda) não Valor de Títulos disponíveis realizado realizado custo (contábil) custo (contábil) para a venda Letras do Tesouro Nacional 10.006.235 10.165.000 158.765 4.041.590 4.026.001 (15.589) Notas do Tesouro Nacional 1.107.371 1.169.044 61.673 505.595 504.766 (829) Cotas de Fundos de Invest. (a) 1.816.087 1.816.087 – 1.840.282 1.840.282 – Total 12.929.693 13.150.131 220.438 6.387.467 6.371.049 (16.418) (a) A BV Financeira detém 100% das cotas do Fundo de Investimento Nióbio I Renda Fixa - Crédito Privado, o qual possui em sua carteira as cotas dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios apresentados na nota explicativa 10g. Em 31 de dezembro de 2012 não houve reclassificação de títulos e valores mobiliários. Em 31 de dezembro de 2012 não existem títulos classificados na categoria “mantidos até o vencimento”. Instrumentos financeiros derivativos a. Composição dos contratos de futuros por indexador Compromisso de venda 31/12/2012 31/12/2011 DI 43.594.620 37.491.467 Total 43.594.620 37.491.467 b. Títulos dados em garantia Outros 31/12/2012 31/12/2011 Letras do Tesouro Nacional 1.047.660 1.499.300 Letras Financeiras do Tesouro 27.514 20.404 Notas do Tesouro Nacional 30.860 – Total 1.106.034 1.519.704 c. Composição de instrumentos financeiros derivativos utilizados em estratégias de hedge Instrumentos de hedge 31/12/2012 31/12/2011 Passivo 36.402.935 38.999.201 Futuros 36.402.935 38.999.201 Itens objeto de hedge Ativo 38.643.428 40.949.035 Operações de crédito 38.643.428 40.949.035 Operações de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa a. Composição das operações por modalidade e parcelas vencidas e vincendas 31/12/2012 31/12/2011 Empréstimos 7.405.844 6.405.666 Financiamentos 25.270.329 28.229.017 Operações de crédito vinculadas a cessões 2.982.623 – Total de operações de crédito 35.658.796 34.634.683 Parcelas vencidas (a partir de 15 dias) 1.530.037 1.511.503 Parcelas vincendas 34.128.759 33.123.180 Total de parcelas 35.658.796 34.634.683 b. Concentração das operações 31/12/2012 31/12/2011 Dez maiores devedores 4.416 6.251 Cinquenta seguintes maiores devedores 14.175 19.443 Cem seguintes maiores devedores 22.072 27.618 Demais clientes 35.618.133 34.581.371 Total 35.658.796 34.634.683 c. Composição das operações por setor de atividade econômica Pessoas jurídicas 31/12/2012 31/12/2011 Setor privado Indústria 146.483 165.588 Comércio 609.560 798.998 Serviços 601.179 650.398 Pessoas físicas 34.301.574 33.019.699 Total 35.658.796 34.634.683 d. Composição das operações nos correspondentes níveis de risco 31/12/2012 31/12/2011 Curso Operações Total das Curso Operações Total das normal vencidas operações normal vencidas operações Níveis de risco AA 554.399 – 554.399 132.288 – 132.288 A 22.910.167 – 22.910.167 27.242.567 – 27.242.567 B 2.903.546 1.402.455 4.306.001 116.661 1.738.528 1.855.189 C 2.319.563 1.287.036 3.606.599 65.518 1.550.550 1.616.068 D 76.804 705.058 781.862 30.835 906.910 937.745 E 51.866 454.556 506.422 12.927 614.519 627.446 F 31.700 368.395 400.095 9.037 504.778 513.815 G 55.587 423.533 479.120 6.339 424.442 430.781 H 80.924 2.033.207 2.114.131 40.142 1.238.642 1.278.784 Total 28.984.556 6.674.240 35.658.796 27.656.314 6.978.369 34.634.683 e. Composição da provisão para créditos de liquidação duvidosa por níveis de risco e tipo de carteira Níveis de risco % Provisão 31/12/2012 31/12/2011 A 0,5 114.551 136.213 B 1 43.060 18.552 C 3 108.198 48.482 D 10 78.186 93.774 E 30 151.927 188.235 F 50 200.047 256.908 G 70 335.384 301.547 H 100 2.114.131 1.278.784 Total 3.145.484 2.322.495 Percentual sobre a carteira 8,82% 6,71% 31/12/2012 31/12/2011 Provisão para empréstimos 641.321 350.278 Provisão para financiamentos 2.478.353 1.972.217 Provisão para operações de créditos cedidas após 01 de janeiro de 2012 25.810 – Total 3.145.484 2.322.495 f. Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa no período 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Saldo inicial 2.322.495 767.469 Constituições/(Reversões) 4.696.820 2.781.107 Baixas para prejuízo (3.873.831) (1.226.081) Saldo final 3.145.484 2.322.495 g. Informações sobre cessões de crédito realizadas até 31 de dezembro de 2011 31/12/2011 Valor de transferência dos ativos cedidos no exercício 17.533.697 Valor contábil dos ativos cedidos no exercício (15.296.403) Resultado bruto das cessões 2.237.294 Despesas de liquidação antecipada de contratos cedidos (726.200) Provisão para perdas com contratos cedidos (174.656) Resultado das cessões antes dos custos e tributos 1.336.438 Aceleração do reconhecimento em resultado dos custos associados ao ativo cedido (497.889) Resultado das cessões antes dos tributos 838.549 Efeitos tributários (363.687) Resultado líquido das cessões 474.862 No exercício findo em 31 de dezembro de 2012, a BV Financeira apurou despesas de liquidação antecipada reconhecidas integralmente em contas de resultado de R$ 393.835 (R$726.200 em 2011), e receita com a reversão de provisão para perdas de R$ 50.668 (despesa de R$174.656 em 2011), referente às cessões realizadas até 31 de dezembro de 2011.
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31/12/2012 31/12/2011 Saldo das coobrigações com cessões de crédito Instituições Financeiras - Partes relacionadas 9.850.434 16.858.112 Outras Instituições Financeiras 329.760 877.203 Total 10.180.194 17.735.315 A BV Financeira detêm indiretamente, através do Fundo Invest. Nióbio I Renda Fixa, 100% das cotas subordinadas dos fundos de investimento em direitos creditórios descritos a seguir: 31/12/2012 31/12/2011 BV Financeira FIDC I 130.504 262.546 BV Financeira FIDC II 133.886 227.339 BV Financeira FIDC III 106.306 169.496 BV Financeira FIDC IV 443.524 400.743 BV Financeira FIDC VI 925.168 710.234 Total das aplicações em cotas 1.739.388 1.770.358 h. Informações sobre cessões de crédito realizadas a partir de 01 de janeiro de 2012 No exercício findo em 31 de dezembro de 2012, foram realizadas transferências de ativos financeiros (operações de crédito), com retenção substancial dos riscos e benefícios, para partes relacionadas e fundos de investimento em direitos creditórios, dos quais a BV Financeira detêm indiretamente, através do Fundo Invest. Nióbio I Renda Fixa, 100% das cotas subordinadas dos fundos de investimento em direitos creditórios, demonstrados abaixo: Ativo financeiro Passivo referente à objeto da venda obrigação assumida BV Financeira FIDC II 126.160 136.952 BV Financeira FIDC III 54.333 56.365 BV Financeira FIDC IV 7.376 7.505 BV Financeira FIDC V 7.968 8.339 BV Financeira FIDC VI 917.944 1.043.269 Instituições financeiras - Partes relacionadas 1.868.842 2.257.016 Total 2.982.623 3.509.446 No exercício findo em 31 de dezembro de 2012, as receitas do ativo objeto de venda ou transferência totalizaram R$ 108.245 e as despesas com obrigação por operações de venda ou de transferência de ativos financeiros totalizaram R$ 69.786. No exercício findo em 31 de dezembro de 2012, foram realizadas transferências de ativos financeiros (operações de crédito) no valor de R$ 97.944, sem retenção substancial dos riscos e benefícios, apurando-se resultado bruto de R$ 8.686. Em 2012, a Companhia não adotou a opção prevista na Resolução nº 4.036/11 sobre o tratamento das perdas de liquidações antecipadas, reconhecendo as perdas integralmente no momento em que elas ocorrem. i. Estratégias de hedge contábil Foi procedida a avaliação a valor de mercado da carteira de crédito, conforme determina a Circular nº 3.082/02 do BACEN. A referida avaliação considera o respectivo hedge em instrumentos financeiros derivativos, refletindo os efeitos da variação das taxas de juros na carteira de crédito, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas, em contrapartida aos ajustes ocorridos no referido mercado de derivativos. 31/12/2012 31/12/2011 Ganho/ Ganho/ Valor de Valor de (Perda) não Valor de Valor de (Perda) não realizado realizado custo mercado custo mercado Operações de crédito 35.658.796 36.958.144 1.299.348 34.634.683 35.376.930 742.247 Total 35.658.796 36.958.144 1.299.348 34.634.683 35.376.930 742.247 Em 31 de dezembro de 2012, a avaliação desses ativos gerou ajuste positivo não realizado no montante de R$ 1.299.348 (R$ 742.247 em 2011), registrados em Outros créditos - Diversos. Para proteger os riscos de taxas de juros pré-fixada dos empréstimos, a BV Financeira negociou contratos no mercado futuro de DI junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas. O valor de mercado desses derivativos totalizou R$ 43.594.620. A efetividade verificada na carteira de hedge encontrava-se em conformidade com o estabelecido na regulamentação vigente. j. Informações complementares 31/12/2012 31/12/2011 Montante de créditos aditados/renegociados no período 464.609 250.519 Montante de créditos recuperados, baixados como prejuízo 224.131 162.846 Outros créditos - Diversos 31/12/2012 31/12/2011 Adiantamentos e antecipações salariais 1.435 1.626 Adiantamentos a fornecedores 253 200 Crédito tributário de impostos e contribuições 3.143.903 1.276.666 Devedores por depósitos em garantia 427.153 325.020 Impostos e contribuições a compensar 317.315 491.692 Ajuste a mercado op. de crédito 1.299.348 742.247 Transações de cartão de crédito 369.402 281.823 Outros 139.108 22.186 Total 5.697.917 3.141.460 Outros valores e bens 31/12/2012 31/12/2011 Despesas de seguros 2.661 6.463 Despesas de processamentos de dados 1.308 994 Comissões por intermediação de operações (a) 775.295 778.569 Despesas de serviços do sistema financeiro 30.252 54.477 Despesas de serviços técnicos especializados 1.542 14.047 Bens não de uso próprio - Veículos e afins 125.711 89.394 Outros 11 13.593 Total 936.780 957.537 (a) Referem-se ao diferimento dos custos associados às operações de crédito incorridos na sua originação. Investimentos Outros investimentos 31/12/2012 31/12/2011 Investimentos por incentivos fiscais 59.259 55.005 Provisão para perdas de invest. por incentivos fiscais (28.673) (27.833) Total 30.586 27.172 Imobilizado de uso 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Depreciação Saldo Saldo custo acumulada líquido líquido Instalações 48.439 (11.526) 36.913 43.755 Móveis e equipamentos de uso 19.565 (8.393) 11.172 13.260 Sistema de comunicação 3.160 (1.955) 1.205 1.494 Sistemas de processamento de dados 35.031 (27.666) 7.365 10.640 Sistema de segurança 18 (6) 12 14 Sistema de transporte 389 (291) 98 173 Total 106.602 (49.837) 56.765 69.336 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Saldo inicial 69.336 42.647 Aquisições 7.680 41.413 Alienações (8.137) (2.964) Depreciação (12.114) (11.760) Saldo final 56.765 69.336 Intangível 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Amortização Saldo Saldo custo acumulada líquido líquido Licenças 22.845 (8.703) 14.142 11.158 Acordos por direitos de comercialização 5.000 (1.915) 3.085 3.834 Total 27.845 (10.618) 17.227 14.992 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Saldo inicial 14.992 11.606 Aquisições 6.918 7.034 Baixas (436) – Amortização (4.247) (3.648) Saldo final 17.227 14.992 Estimativa de amortização de licenças e acordos por direitos de comercialização 31/12/2012 Em 2013 5.310 Em 2014 5.310 Em 2015 5.745 Em 2016 741 Acima de 5 anos 121 Total 17.227 Diferido 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Amortização Saldo Saldo custo acumulada líquido líquido Gastos em imóveis de terceiros 6.416 (6.342) 74 674 Gastos aquis. desenv. de logiciais 1.609 (1.535) 74 236 Total 8.025 (7.877) 148 910 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Saldo inicial 910 11.700 Baixas – (581) Amortização (762) (10.209) Saldo final 148 910 Depósitos 31/12/2012 31/12/2011 Depósitos interfinanceiros 36.758.158 39.817.150 Total 36.758.158 39.817.150 Captações no mercado aberto 31/12/2012 31/12/2011 Carteira própria 5.665.983 – Letras do Tesouro Nacional 5.665.983 – Total 5.665.983 – Outras obrigações - Sociais e estatutárias 31/12/2012 31/12/2011 Provisão para participação nos resultados 65.057 41.124 Total 65.057 41.124 Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias 31/12/2012 31/12/2011 Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar 14.423 195.018 Impostos e contribuições sobre serviços de terceiros 3.332 4.699 Impostos e contribuições sobre salários 3.026 2.697 PIS 3.753 3.954 COFINS 21.148 18.691 ISS 2.526 2.226 Provisão para riscos fiscais (a) 1.252.576 898.379 Outros 4 2 Total 1.300.788 1.125.666 (a) Em 31 de dezembro de 2012, a BV Financeira possui Mandado de Segurança no qual discute a ocasião da dedutibilidade da COFINS no Lucro Real e na Base de Cálculo da CSLL. Para fins de adequação das demonstrações contábeis, no exercício, foi constituída a provisão referente ao passivo em discussão. Negociação e intermediação de valores 31/12/2012 31/12/2011 Credores por conta liquidação pendentes 1.175 11.293 Total 1.175 11.293 Outras obrigações - Diversas 31/12/2012 31/12/2011 Provisão para despesas de pessoal 114.844 57.480 Provisão para despesas administrativas 79.284 45.915 Provisão para passivos contingentes 753.472 307.669 Valores a repassar aos cessionários 212.975 350.040 Provisão para perdas com créditos cedidos até 31 de dezembro de 2011 305.414 254.746 Transações de cartão de crédito 381.209 287.103 Acordo comercial 4.425 8.135 Obrigações por operações vinculadas a cessões (a) 3.509.446 – Operações de crédito a liberar 36.370 31.364 Valores a pagar - Ligadas 4.250 9.631 Obrigações por aquisição - Bens e direitos 1.536 204 Outras (b) 223.074 151.328 Total 5.626.299 1.503.615 (a) Refere-se a obrigações por operações de venda ou de transferência de ativos financeiros com retenção substancial de riscos e benefícios, realizadas a partir de 01 de janeiro de 2012. (b) Refere-se, basicamente, aos valores a processar oriundos do fluxo operacional da carteira de operações de crédito. Patrimônio líquido a. Capital Social O Capital Social é representado por 2.999.516 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. Conforme Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 26 de março de 2012, foi deliberado e aprovado o aumento de Capital Social no montante de R$ 3.000.000, mediante a emissão de 1.514.748 novas ações ordinárias, sem valor nominal. O aumento de Capital foi aprovado e homologado pelo BACEN em 28 de março de 2012. Conforme Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 23 de julho de 2012, foi deliberado e aprovado o aumento de Capital Social no montante de R$ 2.000.000, mediante a emissão de 1.358.407 novas ações ordinárias, sem valor nominal. O aumento de Capital foi aprovado e homologado pelo BACEN em 24 de julho de 2012. b. Reserva de lucros Reserva legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do Capital Social. A Reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante das Reservas de Capital exceder 30% do Capital Social. A Reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de Capital ou para compensar prejuízos.
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Reserva para expansão Para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária e regras do BACEN, no encerramento do exercício, a Administração propõe que a parcela do lucro não distribuído, caso exista, seja destinado para “Reserva para expansão”. O saldo de reserva está à disposição dos acionistas para deliberação futura em Assembleia Geral. c. Ajustes de valor patrimonial reconhecidos no patrimônio líquido no período 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Saldo inicial (9.851) – Títulos disponíveis para venda 236.857 (16.418) Efeitos tributários (94.742) 6.567 Saldo final 132.264 (9.851) Balanço patrimonial por faixas de vencimento A demonstração do “Balanço patrimonial por faixas de vencimento” de 31 de dezembro de 2012 foi elaborada considerando o prazo de vencimento dos ativos e passivos, independente da categoria em que estão classificados. Dos ativos e passivos de prazo indeterminado, classificam-se as operações ativas no realizável a longo prazo e as operações passivas no passivo circulante. O ativo permanente e o patrimônio líquido estão sendo apresentados como “acima de 5 anos”. Na demonstração “Balanço patrimonial”, os títulos e valores mobiliários classificados na categoria “títulos para negociação” são apresentados como ativo circulante, independentemente dos prazos de vencimento. a. Ativo Até De 91 a De 1 a De 3 a Acima de 90 dias 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Total Disponibilidades 103.482 – – – – 103.482 Aplicações interf. de liquidez 5.000 – – – – 5.000 Aplicações em dep. interfinanceiros 5.000 – – – – 5.000 Títulos e valores mobiliários 601.562 404.905 5.668.021 4.077.191 2.428.679 13.180.358 Títulos para negociação 10.271 15.713 3.012 – 1.231 30.227 Títulos disponíveis para venda 591.291 389.192 5.665.009 4.077.191 2.427.448 13.150.131 Operações de crédito 6.074.802 10.861.778 16.463.124 2.251.136 7.956 35.658.796 Provisão créditos de liq. duvidosa (1.182.836) (730.681) (1.083.313) (148.130) (524) (3.145.484) Outros créditos 595.448 1.229.167 2.729.215 719.456 435.100 5.708.386 Rendas a receber – 3.068 7.401 – – 10.469 Diversos 595.448 1.226.099 2.721.814 719.456 435.100 5.697.917 Outros valores e bens 168.538 6.072 762.170 – – 936.780 Permanente – – – – 104.726 104.726 Total 6.365.996 11.771.241 24.539.217 6.899.653 2.975.937 52.552.044 Até De 91 a De 1 a De 3 a Acima de b. Passivo 90 dias 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Total Depósitos 769.467 30.398.368 5.590.323 – – 36.758.158 Depósitos interfinanceiros 769.467 30.398.368 5.590.323 – – 36.758.158 Captações no mercado aberto 5.665.983 – – – – 5.665.983 Carteira própria 5.665.983 – – – – 5.665.983 Relações interfinanceiras / interdep. 510 – – – – 510 Outras obrigações 3.271.611 1.327.523 2.401.571 – – 7.000.705 Cobrança arrecad. trib. e assemelhados 7.386 – – – – 7.386 Sociais e estatutárias 65.057 – – – – 65.057 Fiscais e previdenciárias 1.003.969 158 296.661 – – 1.300.788 Negociação e intermediação de valores 1.175 – – – – 1.175 Diversas 2.194.024 1.327.365 2.104.910 – – 5.626.299 Patrimônio líquido – – – – 3.126.688 3.126.688 Total 9.707.571 31.725.891 7.991.894 – 3.126.688 52.552.044 Receitas de operações de crédito 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Empréstimos 1.937.371 1.434.772 Financiamentos 5.683.526 6.354.787 Resultado de cessões de crédito - Cessão do período 365 2.237.294 Resultado de cessões de crédito - Liquidação antecipada (393.835) (726.200) Recuperação de créditos baixados 224.131 162.846 Outras (a) (602.901) (1.000.183) Total 6.848.657 8.463.316 (a) Referem-se, basicamente, às receitas e custos associados à produção de operações de crédito. Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Aplicações em operações compromissadas – 162.537 Aplicações em depósitos interfinanceiros 3 – Títulos de renda fixa 826.029 14.267 Aplicações em fundos de investimento 309.463 89.773 Ajustes ao valor de mercado (8) 1 Total 1.135.487 266.578 Resultado com instrumentos financeiros derivativos 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Contratos de futuro (1.790.544) (960.883) Ajustes ao valor de mercado 613.896 579.778 Total (1.176.648) (381.105) Despesas de operações de captação no mercado 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Depósitos interfinanceiros (3.562.970) (4.721.383) Operações compromissadas (254.228) – Total (3.817.198) (4.721.383) Despesas de provisão para créditos de liquidação duvidosa 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Empréstimos e títulos descontados (669.635) (541.660) Financiamentos (4.016.776) (2.239.447) Operações de crédito cedidas após 01 de janeiro de 2012 (10.409) – Total (4.696.820) (2.781.107) Receitas de prestação de serviços 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Transações de cartão de crédito 26.074 19.275 Comissão de corretagem de seguros 15.475 25.525 Rendas com serviços bancários 412 14.098 Outras 2.489 2.769 Total 44.450 61.667 Receitas de tarifas bancárias 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Pessoa física 503.359 724.460 Confecção de cadastro 307.065 478.280 Aditamentos contratuais 9.415 10.033 Avaliação de bens 146.301 210.895 Cartões de crédito 40.323 24.593 Outras 255 659 Pessoa jurídica 7.853 15.307 Confecção de cadastro 5.959 12.132 Avaliação de bens 1.894 3.175 Total 511.212 739.767 Despesas de pessoal 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Honorários (4.464) (8.474) Benefícios (91.737) (86.566) Encargos sociais (98.396) (93.998) Proventos (343.212) (261.314) Treinamentos (1.349) (914) Total (539.158) (451.266) Outras despesas administrativas 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Água, energia e gás (2.535) (3.116) Aluguéis (89.475) (86.075) Comunicações (69.617) (85.861) Manutenção e conservação de bens (9.322) (11.752) Material (1.751) (3.353) Processamento de dados (100.454) (72.993) Promoções e relações públicas (1.095) (4.216) Propaganda e publicidade (2.756) (8.274) Publicações (157) – Seguros (11.870) (10.423) Serviços do sistema financeiro (148.753) (119.292) Serviços de terceiros (8.691) (12.937) Vigilância e segurança (2.333) (4.094) Serviços técnicos especializados (410.032) (409.046) Transportes (11.184) (18.486) Viagens (3.698) (26.737) Emolumentos judiciais e cartorários (249.772) (189.008) Amortização (5.009) (13.857) Depreciação (12.114) (11.760) Outras (103.323) (92.810) Total (1.243.941) (1.184.090) Despesas tributárias 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 ISS (26.561) (45.037) PIS (29.084) (40.041) COFINS (178.981) (227.186) Tributos federais (4.391) (4.937) Tributos municipais (2.899) (2.681) Atualização passivos fiscais (59.340) (76.463) Outras (3.590) (8.289) Total (304.846) (404.634) Outras receitas operacionais 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Correção monetária de depósito judicial 19.700 27.314 Variação monetária ativa 20.625 21.135 Reversão de provisão de passivos contingentes 2.097 522 Ressarcimento de custos associados 400 14.116 Outras – 1.500 Total 42.822 64.587 Outras despesas operacionais 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Provisão para passivos contingentes (448.489) (210.524) Indenizações cíveis (202.464) (81.350) Depósitos judiciais (4.807) – Outras (48.169) (63.966) Total (703.929) (355.840) Resultado não operacional 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Resultado de bens não de uso (163.320) (152.981) Investimentos por incentivos fiscais 4.254 7.697 Outros 2.316 17.033 Total (156.750) (128.251) Imposto de Renda e Contribuição Social a. Encargos devidos sobre as operações 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Prejuízo antes do Imposto de Renda, da Contribuição Social e das participações (4.018.203) (811.761) Encargos à alíquota nominal vigente 1.607.281 324.704 Exclusões/(Adições) (1.915.971) (512.356) Ajuste a mercado de TVM (2) – Ajuste a mercado de derivativos (285.916) (119.294) Ajuste a mercado de operação de crédito 222.840 231.911 Provisão para perdas c/créditos cedidos (20.267) (69.862) Participações nos resultados 27.541 81.823 Provisão para créditos de liq. duvidosa (1.342.049) (547.585) Provisão para contingências (177.748) (84.011) Provisão para obrigações fiscais (294.268) – Adições e exclusões permanentes e incentivos fiscais (7.558) (4.444) Outras (38.544) (894) Imposto de Renda e Contribuição Social corrente (308.690) (187.652) Imposto de Renda e Contribuição Social diferido (222.838) (142.268) Imposto de Renda e Contribuição Social total (531.528) (329.920) continua
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
BV FINANCEIRA S.A. - CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO CNPJ nº 01.149.953/0001-89 Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 8º andar, conj. 82, Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo - SP
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) b. Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos com efeito sobre o resultado no período 01/01 a 01/01 a Crédito tributário 31/12/2012 31/12/2011 Adições/(Exclusões) Ajuste a mercado de derivativos 285.916 29.651 Provisão para créditos de liq. duvidosa 1.342.049 547.585 Provisão para perdas c/créditos cedidos 20.267 69.862 Participações nos resultados 26.023 – Provisão para contingências 177.748 84.011 Provisão para obrigações fiscais 294.268 – 38.544 4.579 Outras 2.184.815 735.688 Total 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Obrigações fiscais diferidas Adições/(Exclusões) Ajuste a mercado de derivativos – 89.643 Ajuste a mercado de TVM 2 – (222.840) (231.911) Ajuste a mercado de operação de crédito (222.838) (142.268) Total c. Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos com efeito sobre contas patrimoniais no período 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Ativo (Outros créditos - Diversos) Saldo inicial 1.276.667 831.311 Ajuste a mercado de TVM (6.567) 6.567 Ajuste a mercado de derivativos 285.916 29.651 Provisão para créditos de liq. duvidosa 1.342.049 547.585 Provisão para perdas c/créditos cedidos 20.267 69.862 39 Participações nos resultados 26.023 – Provisão para contingências 177.748 84.011 Provisão para obrigações fiscais 294.268 – Compensação de ativos fiscais diferidos (311.012) (296.899) 38.544 4.578 Outros 3.143.903 1.276.666 Saldo final 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Passivo (Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias) Saldo inicial – 154.631 Ajuste a mercado de derivativos – (89.643) Ajuste a mercado de TVM 88.172 – Ajuste a mercado de operação de crédito 222.840 231.911 (311.012) (296.899) Compensação de passivos fiscais diferidos – – Saldo final d. Composição do crédito tributário e obrigações fiscais diferidas 31/12/2012 31/12/2011 Imposto de Renda e Contribuição Social diferido ativo Ajuste a mercado de TVM – 6.567 Ajuste a mercado de derivativos 315.568 29.651 Provisão para créditos de liq. duvidosa 2.505.181 1.163.133 Provisão para perdas c/créditos cedidos 122.165 101.898 Participações nos resultados 26.023 – Provisão para contingências 301.483 123.734 Provisão para obrigações fiscais (a) 432.762 138.494 Compensação de passivos fiscais diferidos (b) (607.911) (296.899) 48.632 10.089 Outros 3.143.903 1.276.667 Total dos créditos tributários ativos Imposto de Renda e Contribuição Social diferido passivo Ajuste a mercado de TVM 88.172 – Ajuste a mercado de operação de crédito 519.739 296.899 (607.911) (296.899) Compensação de passivos fiscais diferidos (b) – – Total dos passivos tributários diferidos 3.143.903 1.276.667 Créditos tributários líquido do passivo fiscal diferido (a) A BV Financeira possui Mandado de Segurança no qual discute a ocasião da dedutibilidade da COFINS no Lucro real e na Base de Cálculo CSLL. Para fins de adequação das demonstrações contábeis, no exercício, foi constituído crédito tributário correspondente, de acordo com as características/argumentações da referida discussão judicial no montante de R$ 294.268 em 2012 (R$ 236.535 em 2011).
(b) A BV Financeira passou a registrar em seus livros contábeis os valores dos créditos tributários decorrentes de diferenças temporárias pelo valor líquido de suas obrigações fiscais diferidas, em consonância com o disposto no art. 1º, inc. II, par. 2º da Resolução nº 3.059/2002 do Conselho Monetário Nacional, o qual dispõe que o registro de créditos tributários deve ser acompanhado pelo registro de obrigações fiscais diferidas e, quando há compatibilidade de prazos na previsão de realização e de exigibilidade, os valores ativos e passivos referentes a créditos e obrigações tributárias devem ser compensados. Para fins 40 de comparabilidade, os saldos de 2011 foram reclassificados para refletir essa compensação. Demonstrativo dos valores compensados de ativos e passivos fiscais diferidos: 2012 2011 Ativo Passivo Ativo Passivo Valor total antes da compensação dos créditos tributários 3.751.814 607.911 1.573.566 296.899 Compensação dos créditos tributários passivo (607.911) (607.911) (296.899) (296.899) contra ativo Valor líquido após a compensação 3.143.903 – 1.276.667 – dos créditos tributários e. Expectativa de realização do crédito tributário Valor nominal Valor presente Em 2013 696.323 649.740 Em 2014 512.809 441.767 Em 2015 357.554 282.344 Em 2016 475.018 343.500 1.102.199 674.181 A partir de 2017 3.143.903 2.391.532 Total No exercício findo em 31 de dezembro de 2012 observou-se a realização de créditos tributários no montante de R$ 526.732 correspondente a 170% da respectiva projeção de utilização para 2012, que constava no estudo técnico elaborado em 31 de dezembro de 2011. Em 31 de dezembro de 2012 não existem créditos tributários não ativados. Partes relacionadas a. Sumário das transações com partes relacionadas As operações com partes relacionadas compreendem as empresas que compõem o Conglomerado Financeiro Banco do Brasil, e o Conglomerado Industrial Votorantim, sendo as principais Votorantim Finanças S.A. e Votorantim Industrial S.A.. Ativo/(Passivo) 31/12/2012 31/12/2011 Disponibilidades Banco Votorantim S.A. 2.303 3.179 Banco do Brasil S.A. e controladas 34.567 23.792 Aplicações interfinanceiras de liquidez Banco Votorantim S.A. 5.000 – Operações de crédito Banco do Brasil S.A. e controladas 1.868.842 – Despesas antecipadas BV Participações S.A. e controladas 29.958 56.863 Banco Votorantim S.A. – 4.972 Depósitos Banco Votorantim S.A. (36.758.158) (39.817.150) Outras obrigações Banco Votorantim S.A. (4.250) (5.140) BV Participações S.A. e controladas – (4.491) Banco do Brasil S.A. e controladas (2.407.823) (338.693) Votorantim C.T.V.M. Ltda. (1.175) (11.293) Receitas com títulos e valores mobiliários Banco Votorantim S.A. – 162.537 Resultado com cessões de crédito Banco do Brasil S.A. e controladas (312.155) 2.237.292 Receitas de prestação de serviços BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. 15 11.783 Despesas com captação no mercado Banco Votorantim S.A. (3.618.281) (4.721.383) Outras despesas administrativas BV Participações S.A. e controladas (99.367) (45.650) Banco Votorantim S.A. (4.972) (11.115) b. Remuneração de pessoal-chave da Administração Em 31 de dezembro de 2012, a BV Financeira despendeu o montante de R$ 42.259 como remuneração às pessoas-chave da Administração. Honorários (4.464) Gratificações (27.918) (9.877) Encargos sociais Total (42.259)
c. Benefícios a empregados Não existem benefícios pós-emprego, tais como pensões, outros benefícios de aposentadoria, seguro de vida e assistência médica pós-emprego, outros benefícios de longo prazo a empregados, incluindo licença por anos de serviço ou outras licenças, jubileu ou outros benefícios por anos de serviço, remuneração baseada em ações e benefícios de rescisão de contrato de trabalho, com exceção dos previstos em acordo coletivo da categoria. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais a. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável 31/12/2012 31/12/2011 Contingências fiscais (a) 296.971 1.739 Contingências cíveis (b) 264.568 181.466 Contingências trabalhistas (c) 488.904 126.203 Obrigações legais (d) 955.605 896.640 Total 2.006.048 1.206.048 (a) A BV Financeira possui Mandado de Segurança no qual discutem a ocasião da dedutibilidade da COFINS no Lucro real e na Base de Cálculo CSLL. Para fins de adequação das demonstrações contábeis, no exercício, foi constituída a provisão referente ao passivo em discussão (apresentada na rubrica de Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias); e crédito tributário correspondente, de acordo com as características/argumentações da referida discussão judicial (apresentado na rubrica de Outros créditos - Diversos). (b) Referem-se, basicamente, a ações indenizatórias cuja natureza são: contestação do custo efetivo total dos contratos pactuados; revisão das condições e encargos contratuais; e tarifas; sendo apresentados na rubrica de Outras obrigações - Diversas. (c) Processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros; sendo apresentados na rubrica de Outras obrigações - Diversas. (d) Referem-se, basicamente, ao pleito pelo não pagamento da COFINS com base nas receitas não derivadas do faturamento mensal (ampliação da base de cálculo introduzida pela Lei nº 9.718/98); sendo apresentados na rubrica de Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias. b. Movimentação dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável Demandas fiscais Demandas cíveis 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Saldo inicial 1.739 610 181.466 22.164 Constituições 295.198 1.620 83.102 159.302 Reversões – (522) – – Atualizações 34 31 – – Saldo final 296.971 1.739 264.568 181.466 Demandas trabalhistas Obrigações legais 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Saldo inicial 126.203 76.601 896.640 820.207 Constituições 362.701 49.602 – – Atualizações – – 58.965 76.433 Saldo final 488.904 126.203 955.605 896.640 c. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco possível 31/12/2012 31/12/2011 Contingências fiscais (a) 198.804 408.012 Contingências cíveis (b) 13.047 12.543 Contingências trabalhistas (c) 54.821 56.767 Total 266.672 477.322 (a) Os principais processos contingentes avaliados como risco de perda possível são relacionados à questões tributárias: IPVA (Terceiros) - R$ 11.647; IRPJ (FINOR) - R$ 21.816; ISS - R$ 4.368. (b) Referem-se, basicamente, as ações de cobrança. (c) Processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros. d. Depósitos judiciais apresentados em Outros créditos - Diversos 31/12/2012 31/12/2011 Contingências fiscais 295.060 237.277 Contingências cíveis 85.412 52.267 Contingências trabalhistas 46.681 35.476 Total 427.153 325.020 e. Ações cívis públicas A Instituição possui contingências passivas envolvendo ações cívis públicas em que, baseado na opinião de assessores jurídicos e no julgamento da Administração, o risco de perda é considerado possível. Em função do estágio em que se encontram a mensuração dos montantes envolvidos dessas ações não pode ser determinado com suficiente segurança. f. Ativos contingentes Não existe nenhum ativo contingente contabilizado.
Marcelo Rosas Betine Contador - 1PR044644/“O” - 6 “S” SP
A DIRETORIA
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Diretores e aos Acionistas da BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis da BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento (“Instituição”) que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
Outros assuntos - Demonstração do valor adicionado Examinamos também a demonstração do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da administração da Instituição, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, cuja apresentação está sendo efetuada de forma espontânea pela Instituição. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Ênfase Conforme Nota Explicativa nº 2b às demonstrações contábeis, que descreve o julgamento da Instituição na alteração de critério contábil aplicado para os custos associados com a produção de empréstimos e financiamentos, incorridos após a originação da operação, os saldos das demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2011 estão sendo reapresentados considerando a aplicação desta alteração para fins de comparabilidade. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto. São Paulo, 07 de fevereiro de 2013
KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0
Enviar diplomatas hoje é muito mais barato que enviar tropas no futuro. John Kerry, secretário de Estado dos EUA. nternacional
PRODUTO CHINÊS? SÓ ORIGINAL.
A
Casa Branca vai lidar com o roubo de segredos comerciais dos Estados Unidos com uma nova estratégia para proteger as empresas norte-americanas de perder centenas de bilhões de dólares em uma área de preocupação crescente nas relações com a China. O plano para "combater o roubo de segredos comerciais" por parte de atores estrangeiros foi divulgado pelo procurador-geral norte-americano, Eric Holder, um dia depois de uma empresa de segurança afirmar que uma unidade militar secreta chinesa estava por trás de uma série de ataques de hackers contra o país. A China negou as acusações feitas pela empresa, Mandiant, chamando-as de "não profissionais". O Ministério da Defesa do país disse que os ataques de hackers são um problema global e que a China é uma das maiores vítimas de ataques cibernéticos. Holder assegurou que há países e entidades estrangeiras "que querem aproveitarse dos altos níveis de inovação e investimento" dos EUA e lembrou que através da internet "um hacker na China pode roubar segredos na Virgínia" no valor de milhões de dólares "sem sair de sua mesa". O procurador também lembrou que a espionagem cibernética não só põe em risco valiosos segredos comerciais, que impactam a competitividade de empresas, empregos e a toda a economia norteamericana, como enfraquece
a segurança nacional em setores estratégicos. Na semana passada, Dutch Ruppersberger, o principal democrata no Comitê de Inteligência da Câmara, disse que as empresas norte-americanas sofreram perdas estimadas em 2012 de mais de US$ 300 bilhões, devido ao roubo de segredos comerciais, muitos deles por espionagem cibernética chinesa. Reforço - A nova estratégia reforçará a cooperação internacional e de agências federais para prevenir as tentativas de roubo de segredos comerciais e considera também dificultar a entrada de bens e serviços originados desse tipo de furto. O plano apresentado ontem consta de cinco pontos: ação pela via diplomática; cooperação internacional para perseguir ações ilegais; melhora da troca de informação entre agências federais e de inteligência; fortalecimento do marco legal e revisão da aplicação de leis a cada determinado período de tempo. Segundo o vice-secretário de Crescimento Econômico do Departamento de Estado, Robert Hormats, este plano fortalecerá a ação diplomática para "dar sinais claros" a outras nações que evitar o roubo de segredos é a "prioridade" dos EUA. A apresentação da estratégia ocorreu pouco depois do anúncio de ataques atribuídos à China a empresas como Facebook, Apple e Twitter com a tentativa de espionar dentro de equipes dessas companhias. (Agências)
Desmond Boylan/Reuters
Para conter ação de hackers, Estados Unidos lançam plano contra ataques cibernéticos e espionagem industrial.
RARIDADE EM CUBA – O senador norte-americano Patrick Leahy, acompanhado da esposa Marcelle, observa carros antigos nas ruas de Havana. O democrata liderou uma delegação de sete membros do Congresso dos EUA que visitou Cuba para discutir "assuntos de interesse para ambos os países". Na viagem, o grupo reuniu-se com o presidente Raúl Castro e visitou Alan Gross, cidadão norte-americano preso em Cuba por ter instalado redes de internet sob um programa secreto dos EUA que Havana considera subversivo. Reuters - 03/11/04
Diplomacia contra a guerra
O
novo secretário de Estado norte-americano, John Kerry, defendeu ontem uma política externa de cooperação que permita criar laços diplomáticos sólidos para impedir enfrentamentos armados no futuro.
"Não me cansarei de dizer que enviar diplomatas hoje é muito mais barato que enviar tropas no futuro", disse Kerry em um discurso na Universidade da Virgínia, seu primeiro no posto, antes ocupado por Hillary Clinton. Em 24 de fevereiro, Kerry iniciará sua primeira viagem internacional, para a Europa e o Oriente Médio. O secretário disse que em um mundo globalizado a política externa já não é algo
Kerry: o substituto de Hillary.
alheio aos cidadãos, já que "as decisões que tomamos também têm um impacto aqui nos Estados Unidos". "Perdemos o luxo de olhar só em direção ao interior", disse. Kerry ressaltou a importância da ajuda externa para que os países desenvolvam seu próprio potencial e se transformem em parceiros econômicos dos EUA, pois "por cada US$ 1 bilhão que exportamos, criamos mais de 5 mil postos de trabalho". (EFE)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
23
BV LEASING - ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A. CNPJ 01.858.774/0001-10 Alameda Rio Negro, 161 - 12º andar, sala A - Condomínio West Point, Alphaville Industrial - Cep: 06454-000 - Barueri - SP
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 2012 Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, apresentamos as demonstrações contábeis da BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. (“BV Leasing”) relativas aos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2012 e 2011, acompanhadas das respectivas notas explicativas e do relatório dos auditores independentes. Dentro de uma estratégia de diversificação de produtos, a BV Leasing tem por objeto social, principalmente, a realização de operações de arrendamento mercantil de veículos. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos.
A BV Leasing encerrou o exercício de 2012 com carteira de crédito de R$ 2,0 bilhões, ante R$ 3,3 bilhões em 2011. Essa redução está em consonância com a retração na carteira de Leasing - pessoa física do mercado, que reduziu cerca de 49% nos últimos doze meses, conforme dados do Banco Central. No encerramento de 2012, a BV Leasing registrou lucro líquido de R$ 34,0 milhões (R$ -15,1 milhões em 2011) e patrimônio líquido de R$ 1,3 bilhão (R$ 1,3 bilhão em 2011). Aos acionistas da BV Leasing é assegurado um dividendo mínimo obrigatório correspondente a 25% do lucro de cada exercício, deduzido da reserva legal. Desta forma, em decorrência do encerramento de 2012, a Administração propõe a distribuição de dividendos sobre o lucro do período no montante de R$ 8,1 milhões, o que está refletido nas demonstrações contábeis.
Adicionalmente, no exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012, não foram prestados pelos auditores independentes quaisquer serviços que não aqueles relacionados à auditoria externa. A administração da BV Leasing, agradece aos acionistas, clientes e parceiros pela confiança depositada e aos colaboradores pelo contínuo empenho e dedicação. São Paulo, 07 de fevereiro de 2013 A Diretoria
DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 E SEMESTRE FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de Reais, exceto o lucro líquido por ação)
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) Ativo 2012 2011 Passivo Circulante 8.581.885 18.407.460 Circulante Disponibilidades Recursos de aceites e emissão de títulos 6.779 7.732 Aplicações interfinanceiras de liquidez Recursos de debêntures 3.189.889 – Obrigações por empréstimos e repasses Aplicações no mercado aberto 3.189.889 – Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Repasses do País - Instituições oficiais 5.182.168 18.269.316 FINAME Carteira própria 750.185 675.041 Instrumentos financeiros derivativos Instrumentos financeiros derivativos 4.431.803 17.594.275 Vinculados à prestação de garantias 180 – Instrumentos financeiros derivativos Operações de arrendamento mercantil Outras obrigações 5.866 21.601 Arrendamento a receber - Setor privado 1.030.859 1.377.976 Sociais e estatutárias Rendas a apropriar de arrendamento mercantil (938.669) (1.255.336) Fiscais e previdenciárias Adiantamentos a fornecedores 1.041 7.944 Credores por antecipação de valor residual Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa (87.365) (108.983) Diversas Outros créditos 186.762 87.199 Exigível a longo prazo Diversos 186.762 87.199 Recursos de aceites e emissão de títulos Outros valores e bens Recursos de debêntures 10.421 21.612 Obrigações por empréstimos e repasses Bens não de uso próprio 5.156 7.816 Despesas antecipadas 5.265 13.796 Repasses do País - Instituições oficiais Realizável a longo prazo FINAME 17.274.829 4.516.097 Instrumentos financeiros derivativos Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos 16.639.303 3.803.377 Carteira própria 30.165 – Instrumentos financeiros derivativos Instrumentos financeiros derivativos 16.609.138 3.803.377 Outras obrigações Operações de arrendamento mercantil Fiscais e previdenciárias 5.323 30.501 Credores por antecipação de valor residual Arrendamento a receber - Setor privado 803.054 1.694.729 Diversas Rendas a apropriar de arrendamento mercantil (731.154) (1.541.971) Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa (66.577) (122.257) Patrimônio líquido Outros créditos Capital 622.330 659.806 De domiciliados no País Diversos 622.330 659.806 Reservas de lucros Outros valores e bens 7.873 22.413 Ajuste de avaliação patrimonial Despesas antecipadas 7.873 22.413 Permanente 4.175.792 6.002.201 Investimentos 2.371 2.424 Outros investimentos 3.639 3.639 Provisão para perdas (1.268) (1.215) Imobilizado de uso – – Outras imobilizações de uso 186 186 Depreciações acumuladas (186) (186) Imobilizado de arrendamento 4.163.546 5.993.669 Bens arrendados 4.421.749 5.956.490 Superveniência de depreciação 2.895.401 3.576.671 Depreciações acumuladas (3.153.604) (3.539.492) Diferido 9.875 6.108 Gastos de organização e expansão 19.135 10.770 Amortização acumulada (9.260) (4.662) Total do ativo 30.032.506 28.925.758 Total do passivo As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
2012 1.991.537 – – 1.417
2011 3.252.967 1.619.796 1.619.796 2.325
1.417 406.959 406.959 1.583.161 8.086 202.694 1.332.393 39.988 26.719.228 24.538.628 24.538.628 13.459
2.325 189.493 189.493 1.441.353 – 106.916 1.305.081 29.356 24.376.936 21.810.358 21.810.358 21.766
13.459 656.960 656.960 1.510.181 470.985 1.039.196 – 1.321.741
21.766 333.965 333.965 2.210.847 583.806 1.623.308 3.733 1.295.855
998.800 323.016 (75)
998.800 297.055 –
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 E SEMESTRE FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de Reais) 2º Semestre 2012
30.032.506
28.925.758
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais)
Saldos em 31 de dezembro de 2010 Integralização de Capital Prejuízo do período Destinações: Reserva legal Reserva para expansão Saldos em 31 de dezembro de 2011 Ajustes de avaliação patrimonial Lucro líquido Destinações do lucro líquido: Reserva legal Dividendos Reserva para expansão Saldos em 31 de dezembro de 2012 Saldos em 30 de junho de 2012 Ajustes de avaliação patrimonial Lucro líquido Destinações do lucro líquido: Reserva legal Dividendos Reserva para expansão Saldos em 31 de dezembro de 2012
Capital Social Capital Aumento realizado de Capital 996.200 2.600 2.600 (2.600) – –
Reservas de lucros Legal 25.053 – –
Expansão 287.143 – –
Ajustes de avaliação patrimonial – – –
Lucros acumulados – – (15.141)
Total 1.310.996 – (15.141)
– – 998.800 – –
– – – – –
101 – 25.154 – –
– (15.242) 271.901 – –
– – – (75) –
(101) 15.242 – – 34.047
– – 1.295.855 (75) 34.047
– – – 998.800 998.800 – –
– – – – – – –
1.704 – – 26.858 26.098 – –
– – 24.257 296.158 271.901 – –
– – – (75) – (75) –
(1.704) (8.086) (24.257) – 17.934 – 15.169
– (8.086) – 1.321.741 1.314.733 (75) 15.169
– – – (75)
(760) (8.086) (24.257) –
– (8.086) – 1.321.741
– – 760 – – – – – – – – 24.257 998.800 – 26.858 296.158 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
2º Semestre Exercício 2012 2012 2011 Receitas da intermediação financeira 1.997.262 3.917.631 4.340.091 Operações de arrendamento mercantil 1.174.283 2.065.967 2.095.773 Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 168.687 351.915 200.210 Resultado com instrumentos financeiros derivativos 654.292 1.499.749 2.044.108 Despesas da intermediação financeira (1.939.046) (3.816.083) (4.348.110) Operações de captação no mercado (874.374) (1.965.383) (2.602.497) Operações de empréstimos, cessões e repasses (553) (1.302) (1.617) Operações de arrendamento mercantil (1.004.187) (1.684.353) (1.602.646) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (59.932) (165.045) (141.350) Resultado bruto da intermediação financeira 58.216 101.548 (8.019) Outras receitas/(despesas) operacionais (38.807) (61.776) (65.703) Receitas de prestação de serviços 43 80 228 Rendas de tarifas bancárias 152 425 7.756 Despesas de pessoal (5.719) (8.847) (10.101) Outras despesas administrativas (19.770) (34.612) (46.081) Despesas tributárias (10.114) (23.110) (21.652) Outras receitas operacionais 8.873 25.213 23.603 Outras despesas operacionais (12.272) (20.925) (19.456) Resultado operacional 19.409 39.772 (73.722) Resultado não operacional 5.627 17.560 50.891 Resultado antes da tributação sobre o lucro 25.036 57.332 (22.831) Imposto de Renda e Contribuição Social (9.867) (23.285) 7.690 Provisão para Imposto de Renda 11.489 (5.510) 166.858 Provisão para Contribuição Social 5.221 (6.251) (28.772) Ativo fiscal diferido (26.577) (11.524) (130.396) Lucro líquido/(Prejuízo) 15.169 34.047 (15.141) Lucro líquido/(Prejuízo) por ação - R$ 29,74 66,76 -29,69 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
2011 Fluxos de caixa provenientes das operações 15.169 34.047 (15.141) Lucro líquido/(Prejuízo) Ajustes ao Lucro líquido 878.231 1.734.663 1.278.528 Depreciações e amortizações 374.098 888.870 1.534.894 Provisão para perdas com investimento 53 53 Superveniência/ (Insuficiência) de depreciação 440.144 681.270 (408.822) Provisão para crédito de liquidação duvidosa 59.932 165.045 141.350 Provisão para passivos contingentes/ obrig. legais 3.359 41 11.106 Resultado não operacional 645 (616) – Variações patrimoniais Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos (2.823.413) 781.441 (3.097.607) Operações de arrendamento mercantil (48.063) (124.132) (35.296) Outros créditos 13.309 (62.087) 216.477 Outros valores e bens 6.525 26.347 (32.022) Outras obrigações (336.443) (566.984) (1.609.699) Recursos de aceites e emissão de títulos 113.700 1.108.474 3.533.454 Obrigações por empréstimos e repasses (4.270) (9.215) (4.372) Caixa gerado/(utilizado) pelas operações (2.185.255) 2.922.554 234.322 Fluxos de caixa provenientes das atividades de financiamento Dividendos pagos – – (2.091) Caixa gerado/(utilizado) pelas atividades de financiamento – – (2.091) Fluxos de caixa provenientes das atividades de investimento Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos (394.802) 10.166 – Alienação de imobilizado de uso e de arrendamento 297.137 509.567 502.677 Alienação de investimentos – – 9 Alienações no diferido 4.433 8.624 4.159 Aquisição de imobilizado de uso e de arrendamento (170.198) (243.238) (731.305) Aplicações no diferido (10.718) (18.737) (8.608) Caixa gerado/(utilizado) pelas atividades de investimento (274.148) 266.382 (233.068) Variação líquida de caixa e equivalentes de caixa (2.459.403) 3.188.936 (837) Caixa e equivalentes de caixa no início do período 5.656.071 7.732 8.569 Caixa e equivalentes de caixa no fim do período 3.196.668 3.196.668 7.732 Aumento/(Redução) no caixa e equivalentes de caixa (2.459.403) 3.188.936 (837) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (Em milhares de Reais) 1
2
3
4
Contexto operacional A BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. é uma Companhia de capital fechado que tem por objetivo social, principalmente, a realização de operações de arrendamento mercantil de veículos. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos, e certas operações têm a coparticipação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro. Os benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e administrativa são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos em conjunto ou individualmente. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações e normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei n° 11.638/07, complementada pela Lei n° 11.941/09, as quais alteraram a Lei das Sociedades por Ações quanto às práticas contábeis adotadas no Brasil. Embora a referida Lei já tenha entrado em vigor, algumas alterações por ela introduzidas dependem de normatização por parte do CMN. As alterações aprovadas pelo CMN foram: • os procedimentos observados no Pronunciamento Conceitual para elaboração e divulgação de relatório contábil-finaceiro aprovado pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), naquilo que não conflitar com normas obtidas pelo CMN ou pelo Banco Central do Brasil ; • os procedimentos de mensuração do valor recuperável de ativos; • a elaboração do fluxo de caixa em substituição da demonstração das origens e aplicações de recursos; • a divulgação em notas explicativas às demonstrações contábeis das informações sobre partes relacionadas; • pagamento baseado em ações; • definição de critérios para a seleção, alteração e divulgação de políticas contábeis, para as alterações nas estimativas contábeis e para as retificações de erros; • eventos subsequentes; e • os procedimentos de reconhecimento, mensuração e divulgações de provisões, passivos e ativos contingentes. Foi aplicado ainda, o seguinte pronunciamento que não é conflitante com as normas do Banco Central do Brasil, conforme determina regulamentação vigente: • Demonstração do valor adicionado. A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 07 de fevereiro de 2013. Gerenciamento de riscos A gestão de riscos tem suas políticas aderentes às melhores práticas de mercado e está em linha com as diretrizes definidas pelo CMN. Sua abrangência é no âmbito das instituições que compõem o Conglomerado Financeiro Votorantim (“Conglomerado”). Foram implementadas políticas, procedimentos e sistemas de gestão capazes de gerir, avaliar e mitigar os riscos inerentes aos seus negócios, proporcionando à Administração uma visão de todos os riscos. Risco de mercado Risco de mercado é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas. A gestão é feita de forma centralizada por uma área que mantém independência em relação à mesa de operações. Os procedimentos básicos adotados para o gerenciamento deste risco são: (a) integridade na precificação de ativos e derivativos; (b) avaliação do risco pela metodologia Value at Risk e pela simulação de cenários; e (c) acompanhamento de resultados diários com testes de aderência da metodologia back-test. O Conglomerado realiza operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos, atuando em mercados organizados e de balcão, com o objetivo de possibilitar uma gestão de risco de mercado adequada à sua política. Estes instrumentos são utilizados para hedge de posições, para atender demanda de contrapartes e como meio de reversão de posições em momentos de grandes oscilações. Risco operacional Risco operacional é definido como o risco de perda resultante de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas ou de eventos externos à Instituição - inclui o risco legal, porém exclui o risco estratégico e o risco de imagem. Os princípios básicos observados pela Instituição na gestão e controle do risco operacional estão em conformidade com a regulamentação vigente do Banco Central do Brasil e com as melhores práticas de mercado: • envolvimento da alta Administração na supervisão global da tomada de riscos através dos comitês e comissões estabelecidos; • mapeamento dos processos operacionais e sistêmicos, mapeamento de controles existentes e análise dos riscos inerentes e residuais; • avaliação do impacto financeiro potencial e da possibilidade de ocorrência dos riscos mapeados; • a partir dessa avaliação, define-se a exposição ao risco operacional, de acordo com a matriz de risco padronizada para toda Instituição; • captura de perdas operacionais e manutenção de base de dados estruturada com informações referentes aos eventos; • análise, comunicação e implantação de planos de ação para melhoria de processos e controles para mitigação dos riscos incorridos; e • cálculo de Capital alocado para risco operacional a partir de metodologias estruturadas, baseadas nas melhores práticas de mercado e adequadas em relação às exigências regulatórias. Risco de crédito Risco de crédito consiste na possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, a vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Como parte do processo de gestão do risco de crédito, são realizados acompanhamentos das políticas, normas, processos, limites estabelecidos, além da análise dos riscos e submissão às alçadas e aos comitês aprovadores. A política de crédito é formulada com base em análise de indicadores internos da carteira e dos processos de precificação e avaliação de empresas, e em fatores externos, relacionados à situação financeira das empresas e à conjuntura econômica do País e do exterior. O Conglomerado realiza avaliações de risco de crédito das operações, determinadas através de modelos julgamentais e estatísticos. Ressalta-se que na identificação de deterioração da qualidade da carteira de crédito, são tomadas ações de mitigação de riscos, tais como, reavaliação do perfil de risco dos clientes e análises setoriais que influenciam na gestão de limites até a gestão e controle de garantias. Gestão de ativos e passivos O Comitê Operacional de Riscos e Capital, é responsável pela gestão dos riscos estruturais de taxas de juros, taxas de câmbio e de liquidez, bem como a gestão do Capital que busca otimizar a relação risco versus retorno e maior eficiência na composição dos fatores que impactam no Índice de Solvabilidade (Basileia). Em 31 de dezembro de 2012, o índice de Solvabilidade (Basileia) do Conglomerado Financeiro Votorantim é de 14,3% (14,1 % em 2011). Em atendimento à Circular nº 3.477/09 do BACEN, o Conglomerado Financeiro Votorantim mantém informações adicionais de seu processo de gestão de riscos disponibilizadas no website: www.bancovotorantim.com.br/ri. Principais práticas contábeis a. Apuração do resultado As receitas e despesas são registradas de acordo com o regime de competência e são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia, calculadas com base no método exponencial. b. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades, aplicações em depósitos interfinanceiros e aplicações em operações compromissadas - posição bancada, cujo vencimento das operações, na data da aplicação, seja de até 90 dias.
c.
d.
e.
f.
g.
h.
i.
Aplicações interfinanceiras de liquidez As aplicações interfinanceiras são registradas pelo valor da aplicação, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço, calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e nas taxas de juros pactuados. Títulos e valores mobiliários Os títulos e valores mobiliários são registrados pelo valor efetivamente pago e classificados em função da intenção da Administração em três categorias distintas: i. Títulos para negociação - Títulos adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; ii. Títulos disponíveis para venda - Títulos que não se enquadrem para negociação nem como mantidos até o vencimento. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários; e iii. Títulos mantidos até o vencimento - Títulos adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Nesta categoria, os títulos não são ajustados ao seu valor de mercado. A metodologia de avaliação a mercado foi estabelecida com observância de critérios consistentes e verificáveis, que levam em consideração o preço médio de negociação no dia da apuração, ou na falta deste, o valor de ajuste diário das operações de mercado futuro divulgados por fontes externas ou o valor líquido provável de realização obtido com a utilização de curvas de valores futuros de taxas de juros, taxas de câmbio, índices de preços e moedas, além de eventuais ajustes nos preços de títulos de baixa liquidez. Os rendimentos auferidos com os títulos e valores m obiliários, independentemente da categoria em que estão classificados, são calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e nas taxas de juros pactuados, pelo método exponencial ou linear, até a data do vencimento ou da venda definitiva do título, sendo reconhecidos diretamente no resultado do período. Instrumentos financeiros derivativos Os instrumentos financeiros derivativos são avaliados pelo seu valor de mercado, com critérios consistentes e verificáveis, considerando o preço médio de negociação no dia da apuração, ou na falta deste, metodologias convencionais e consagradas. Os instrumentos financeiros derivativos são classificados de acordo com a intenção da Administração, levando-se em consideração a sua finalidade. Os instrumentos financeiros utilizados para compensar, no todo ou em parte, os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercado de ativos ou passivos são considerados instrumentos de proteção hedge e são classificados de acordo com a sua natureza em: i. Hedge de risco de mercado - Os instrumentos financeiros derivativos classificados nessa categoria, bem como o item objeto de hedge, tem seus ajustes a valor de mercado registrados em contrapartida ao resultado do período; e ii. Hedge de fluxo de caixa - Os instrumentos financeiros derivativos classificados nesta categoria, tem seus ajustes a valor de mercado registrados em conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários. Os instrumentos financeiros derivativos que não atendam aos critérios de hedge tem seus ajustes a valor de mercado registrados diretamente no resultado do período. Para os instrumentos financeiros derivativos negociados em associação com operações de captação, tanto o derivativo como a captação estão contabilizados pelas condições intrínsecas contratadas, não sendo ajustados pelo valor de mercado. Hedge contábil O Conglomerado mantém instrumentos derivativos de hedge financeiro para proteger suas exposições de risco de variação de moeda estrangeira e taxas de juros. No momento da designação inicial do hedge, a Administração formalmente documenta o relacionamento entre os instrumentos e os itens objeto de hedge, incluindo os objetivos de gerenciamento de riscos e a estratégia na condução da transação, juntamente com os métodos que serão utilizados para avaliar a efetividade do relacionamento de hedge, considerando métodos de cálculo convencionais e consagrados. A Administração faz uma avaliação, tanto no início do relacionamento, como continuamente, para verificar se existe uma expectativa que os instrumentos sejam altamente eficazes na compensação de variações no valor justo dos respectivos itens objeto de hedge durante o período para o qual é designado, e se os resultados reais estão dentro da faixa de 80-125 por cento, conforme previsto na regulamentação vigente. Operações de arrendamento mercantil e provisão para créditos de liquidação duvidosa As operações de arrendamento mercantil são registradas na forma da Portaria MF nº 140/84 e ajustadas por provisão para superveniência ou insuficiência de depreciação, calculadas com base no valor presente da carteira de arrendamento mercantil. As operações de arrendamento mercantil e outros créditos com características de concessão de crédito são classificadas de acordo com o julgamento da Administração quanto ao nível de risco, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos em relação à operação, aos devedores e garantidores, períodos de atraso, grupo econômico observando os parâmetros estabelecidos pelo CMN, que requer a análise da carteira e sua classificação em nove níveis, sendo AA (risco mínimo) e H (risco máximo). Com relação ao período de atraso verificado nas operações de varejo com prazo a decorrer superior a 36 (trinta e seis) meses, admite-se a contagem em dobro sobre os intervalos de atraso definidos para os nove níveis. As rendas das operações de arrendamento mercantil vencidas há mais de 60 (sessenta) dias, independentemente de seu nível de risco, somente são reconhecidas como receita quando efetivamente recebidas. As operações classificadas como nível H permanecem nessa classificação por 180 (cento e oitenta) dias, quando então são baixadas contra a provisão existente e controladas em contas de compensação. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas, observando as regras da Resolução nº 2.682/CMN. As renegociações de operações de arrendamento mercantil que já haviam sido baixadas contra a provisão e que estavam em contas de compensação são classificadas como H, e os eventuais ganhos provenientes da renegociação são reconhecidos como receita quando efetivamente recebidos. As operações de arrendamento mercantil, que são objetos de hedge de instrumentos financeiros derivativos, são avaliadas pelo seu valor de mercado utilizando critério consistente e verificável. Os ajustes de avaliação ao valor de mercado dessas operações são registrados, quando positivos, em Outros créditos - Diversos, e, quando negativos, em Outras obrigações - Diversas, em contrapartida de Receitas de arrendamento mercantil. Despesas antecipadas São contabilizadas as aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros. As despesas antecipadas são registradas ao custo e amortizadas à medida que forem sendo realizadas. Estimativas contábeis A elaboração de demonstrações contábeis requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem avaliação de ativos e passivos financeiros e instrumentos financeiros derivativos pelo seu valor justo, análise de risco de crédito para determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa, assim como da análise sobre passivos contingentes. A Administração revisa as estimativas e premissas regularmente. Os principais valores reconhecidos nas demonstrações contábeis por meio das estimativas estão incluídos nas seguintes notas explicativas: nº 8 - Títulos e valores mobiliários; nº 9 - Instrumentos financeiros derivativos; nº 10 - Operações de arrendamento mercantil; e nº 40 - Ativos e passivos contingentes e obrigações legais.
Exercício 2012
DEMONSTRAÇÕES DOS VALORES ADICIONADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 2012 2011 3.774.939 4.261.763 Receitas Receita da intermediação financeira 3.917.631 4.340.091 Receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias 505 7.984 Provisão para créditos de liquidação duvidosa (165.045) (141.350) Outras receitas/ (despesas) 4.288 4.147 Resultado não operacional 17.560 50.891 (2.762.168) (2.671.866) Despesas da intermediação financeira (34.607) (46.081) Insumos adquiridos de terceiros Materiais, energia e outros (12) (13) Serviços de terceiros (21) (12) (34.574) (46.056) Outras Processamento de dados (5.600) (4.777) Publicações (184) (1) Propaganda e publicidade (36) (287) Serviços do sistema financeiro (2.690) (7.487) Serviços técnicos especializados (9.075) (7.040) (16.989) (26.464) Outras 978.164 1.543.816 Valor adicionado bruto Despesas de amortização/ depreciação (888.870) (1.534.894) 89.294 8.922 Valor adicionado líquido produzido pela Entidade 89.294 8.922 Valor adicionado a distribuir 89.294 8.922 Valor adicionado distribuído 8.448 8.404 Pessoal Salários e honorários 8.302 7.783 Benefícios e treinamentos 5 19 FGTS 141 602 46.794 15.659 Impostos, taxas e contribuições INSS sobre salários 399 1.697 Despesas tributárias (exceto IR e CS) 23.110 21.652 Imposto de Renda/ Contribuição Social 23.285 (7.690) 5 – Remuneração de capitais de terceiros Aluguéis 5 – 34.047 (15.141) Remuneração de capitais próprios Dividendos 8.086 – Lucro/ (Prejuízo) retido 25.961 (15.141) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. j.
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Ativo permanente i. Os investimentos são demonstrados pelo seu custo de aquisição e deduzidos de provisão para perda, quando aplicável; ii. O imobilizado é demonstrado pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação. A depreciação é calculada pelo método linear, com base nas seguintes taxas anuais, de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: • instalações, móveis e equipamentos de uso - 10%; • sistema de comunicação, segurança e transporte - 10%; e • sistemas de processamento de dados - 20%. iii. O imobilizado de arrendamento é demonstrado pelo custo de aquisição, deduzido pela respectiva depreciação calculada pelo método linear e de forma acelerada nos casos previstos na regulamentação vigente; e iv. O ativo diferido é demonstrado pelo custo de aquisição ou formação, deduzido da respectiva amortização. As perdas em arrendamentos são amortizadas pelo prazo remanescente de vida útil dos bens objeto dos contratos de arrendamento e de acordo com a regulamentação vigente. Os ativos não financeiros estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. k. Tributos O Imposto de Renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido do adicional de 10% e a Contribuição Social foi apurada com base na alíquota de 15%, ambos aplicáveis sobre o Lucro tributável. É reconhecido o Imposto de Renda diferido, calculado à alíquota de 25%, sobre o ajuste da superveniência de depreciação da carteira de arrendamento mercantil. A constituição do crédito tributário do Imposto de Renda e da Contribuição Social está fundamentado em estudo técnico comprobatório da capacidade de sua realização preparado pela Administração. O PIS (Programa de Integração Social) foi apurado com base na alíquota de 0,65% e a COFINS (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) foi apurada com base na alíquota de 4%, ambos aplicáveis sobre as receitas auferidas pela Companhia, reduzidas das exclusões e deduções permitidas pela legislação em vigor. O ISS (Imposto Sobre Serviços) foi apurado considerando alíquota de 2% até 5% (alíquota varia de acordo com cada Município) sobre as receitas de serviços prestados pela Companhia. l. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos contingentes, contingências passivas e obrigações legais são efetuados de acordo com os seguintes critérios: i. Ativos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis somente quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo; ii. Passivos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como remotos não requerem provisão e divulgação; e iii. Obrigações legais - São processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da probabilidade de sucesso dos processos judiciais em andamento, tem os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. m. Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). Composição de caixa e equivalentes de caixa 31/12/2012 31/12/2011 Disponibilidades 6.779 7.732 Aplicações interfinanceiras de liquidez Oper. comprom. - Posição bancada 3.189.889 – Total 3.196.668 7.732 Disponibilidades 31/12/2012 31/12/2011 Depósitos bancários 6.779 7.732 Total 6.779 7.732 Aplicações interfinanceiras de liquidez 31/12/2012 31/12/2011 Oper. comprom. - Posição bancada Letras Financeiras do Tesouro 48.878 – Letras do Tesouro Nacional 3.141.011 – Total 3.189.889 –
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
BV LEASING - ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A. CNPJ 01.858.774/0001-10 Alameda Rio Negro, 161 - 12º andar, sala A - Condomínio West Point, Alphaville Industrial - Cep: 06454-000 - Barueri - SP
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (Em milhares de reais) 8
Títulos e valores mobiliários Composição por categoria
31/12/2012 31/12/2011 Valor de Ganho / Valor de Ganho / Valor de mercado (Perda) não Valor de mercado (Perda) não Títulos para negociação custo (contábil) custo (contábil) realizado realizado 351.968 352.000 32 256.726 256.751 25 Letras Financeiras do Tesouro 351.968 352.000 32 213.109 213.134 25 – – – 43.617 43.617 – Cotas de Fundos de Invest. 351.968 352.000 32 256.726 256.751 25 Total 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Ganho / Valor de Ganho / Títulos disponíveis Valor de mercado (Perda) não Valor de mercado (Perda) não para venda custo (contábil) custo (contábil) realizado realizado 428.653 428.530 (123) 418.290 418.290 – Letras do Tesouro Nacional 239.955 239.869 (86) – – – Notas do Tesouro Nacional 157.272 157.235 (37) – – – Cotas de Fundos de Invest. 1.261 1.261 – 390 390 – 30.165 30.165 – 417.900 417.900 – Cotas de FIDC 428.653 428.530 (123) 418.290 418.290 – Total Em 31 de dezembro de 2012 não existem títulos classificados na categoria “mantidos até o vencimento”. 9 Instrumentos financeiros derivativos a. Composição em contas patrimoniais 31/12/2012 31/12/2011 Ativo Diferencial a receber de swap 146.997 80.131 20.893.944 21.317.521 Box de opção - Estratégia de renda fixa 21.040.941 21.397.652 Total Passivo 1.063.919 523.458 Diferencial a pagar de swap 1.063.919 523.458 Total b. Composição dos contratos de swap por indexador 31/12/2012 31/12/2011 Valor Valor de Valor de Valor Valor de Valor de original custo mercado original custo mercado 25.493.628 27.879.656 27.935.972 25.994.063 30.034.183 30.069.178 Posição ativa DI 23.272.078 25.179.991 25.180.055 23.846.878 27.415.346 27.415.359 Pré-fixado 2.221.550 2.699.665 2.755.917 2.147.185 2.618.837 2.653.819 Posição passiva 25.493.628 28.257.691 28.852.894 25.994.063 30.051.839 30.512.505 DI 2.221.550 2.609.115 2.609.116 2.147.185 2.573.690 2.573.690 23.272.078 25.648.576 26.243.778 23.846.878 27.478.149 27.938.815 Pré-fixado Diferencial líquido – (378.035) (916.922) – (17.656) (443.327) c. Composição dos contratos de Box de opção - Estratégia de renda fixa 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Valor de mercado/ mercado/ Valor exposição Valor exposição contratado a risco contratado a risco Risco pré-fixado Posição ativa Compra de Call com limite de alta 6.417.121 7.176.564 6.426.961 7.044.194 12.913.650 13.717.380 11.979.986 14.273.327 Compra de Put com limite de baixa Total 19.330.771 20.893.944 18.406.947 21.317.521 Risco Dólar Posição ativa Compra de Call com limite de alta 16.461.075 17.398.654 16.461.075 17.398.654 Subtotal Posição passiva Compra de Put com limite de baixa 16.461.075 17.398.654 16.461.075 17.398.654 Subtotal – – Total d. Instrumentos financeiros derivativos segregados por local de negociação 31/12/2012 31/12/2011 Posição ativa 21.040.941 21.397.652 Balcão 21.040.941 21.397.652 Instituições financeiras 21.040.941 21.397.652 Total Posição passiva Balcão 1.063.919 523.458 1.063.919 523.458 Instituições financeiras 1.063.919 523.458 Total 10. Operações de arrendamento mercantil e provisão para créditos de liquidação duvidosa a. Composição das operações por modalidade e parcelas vencidas e vincendas 31/12/2012 31/12/2011 Arrendamentos a receber 1.833.913 3.072.705 Rendas a apropriar de arrendamento mercantil (1.669.823) (2.797.307) Imobilizado de arrendamento 1.268.145 2.416.998 Superveniência de depreciação 2.895.401 3.576.671 Diferido de arrendamento 9.875 6.108 (2.371.589) (2.928.389) Credores por antecipação de valor residual 1.965.922 3.346.786 Valor presente dos contratos com valor residual Parcelas vencidas (a partir de 15 dias) 86.890 104.625 1.879.032 3.242.161 Parcelas vincendas 1.965.922 3.346.786 Total de parcelas No período, a Instituição registrou resultado com insuficiência de depreciação no montante de R$ 681.270 (resultado com superveniência de depreciação no montante de R$ 408.822 em 2011), classificada na demonstração do resultado em “Despesas de operações de arrendamento mercantil e Receitas de operações de arrendamento mercantil”, respectivamente. b. Concentração das operações 31/12/2012 31/12/2011 Dez maiores devedores 79.558 53.968 Cinquenta seguintes maiores devedores 79.481 73.040 Cem seguintes maiores devedores 34.911 38.059 1.771.972 3.181.719 Demais clientes 1.965.922 3.346.786 Total c. Composição das operações por setor de atividade econômica 31/12/2012 31/12/2011 Pessoas jurídicas Setor privado 247.424 263.017 Indústria 20 60 Comércio 62 279 Serviços 247.342 262.678 1.718.498 3.083.769 Pessoas físicas 1.965.922 3.346.786 Total d. Composição das operações nos correspondentes níveis de risco 31/12/2012 31/12/2011 Curso Operações Total das Curso Operações Total das Nível de risco normal vencidas operações normal vencidas operações A 1.569.163 – 1.569.163 2.754.293 - 2.754.293 B – 94.071 94.071 – 146.747 146.747 C – 88.433 88.433 – 127.753 127.753 D – 44.945 44.945 – 61.066 61.066 E – 23.802 23.802 – 37.276 37.276 F – 19.079 19.079 – 31.212 31.212 G – 17.002 17.002 – 30.552 30.552 – 109.427 109.427 201 157.686 157.887 H 1.569.163 396.759 1.965.922 2.754.494 592.292 3.346.786 Total e. Constituição da provisão para créditos de liquidação duvidosa por nível de risco e tipo de carteira Nível de risco % Provisão 31/12/2012 31/12/2011 A 0,5 7.846 13.771 B 1 941 1.467 C 3 2.653 3.833 D 10 4.494 6.107 E 30 7.141 11.183 F 50 9.539 15.606 G 70 11.901 21.386 109.427 157.887 H 100 153.942 231.240 Total 7,83% 6,91% Percentual sobre carteira f. Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa no período 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Saldo inicial 231.240 100.183 Constituições/(Reversões) 165.045 141.350 (242.343) (10.293) Baixas para prejuízo 153.942 231.240 Saldo final g. Estratégias de hedge contábil Foi procedida a avaliação ao valor de mercado da carteira de arrendamentos, conforme determina a Resolução nº 3.082/02 do BACEN. A referida avaliação considera o respectivo hedge em instrumentos financeiros derivativos, refletindo os efeitos da variação das taxas de juros na carteira de arrendamento, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas, em contrapartida aos ajustes ocorridos no referido mercado de derivativos. 31/12/2012 31/12/2011 Ganho / Ganho / Valor de Valor de (Perda) não Valor de Valor de (Perda) não custo mercado custo mercado realizado realizado Operações de 89.138 3.346.786 3.424.935 78.149 arrend. mercantil 1.766.644 1.855.782 1.766.644 1.855.782 89.138 3.346.786 3.424.935 78.149 Total Em 31 de dezembro de 2012, a avaliação desses ativos gerou ajuste positivo não realizado no montante de R$ 89.138 (R$ 78.149 em 2011 de ajuste positivo não realizado), registrados em Outros créditos - Diversos. Para proteger os riscos de taxas de juros pré-fixada dos empréstimos, financiamentos e operações de arrendamento mercantil, o Conglomerado negociou contratos de swap de DI junto a BM&FBOVESPA, de acordo com o fluxo de vencimento das parcelas. O valor de mercado desses derivativos totalizou R$ 2.036.585. A efetividade verificada na carteira de hedge encontra-se em conformidade com o estabelecido na regulamentação vigente. h. Informações complementares 31/12/2012 31/12/2011 Montante de créditos renegociados no período 2.812 1.939 Montante de créditos recuperados, baixados como prejuízo 11.170 8.595 11 Outros créditos - Diversos 31/12/2012 31/12/2011 Cheques a receber 24 – Crédito tributário de impostos e contribuições 624.117 635.604 Devedores por depósitos em garantia 6.186 5.634 Impostos e contribuições a compensar 88.534 27.302 Impostos e contribuições a recuperar 5 6 Ajuste a mercado op. de arrendamento mercantil 89.138 78.149 1.088 310 Outros 809.092 747.005 Total 12 Outros valores e bens 31/12/2012 31/12/2011 Comissões por intermediação de operações 11.561 16.966 Despesas de emissão de títulos – 16.307 Despesas de serviços do sistema financeiro 8 8 Despesas de serviços técnicos especializados 6 – Bens não de uso próprio - Veículos 5.156 7.816 1.563 2.928 Outras despesas administrativas 18.294 44.025 Total 13 Investimentos 31/12/2012 31/12/2011 Investimentos por incentivos fiscais 3.639 3.639 (1.268) (1.215) Provisão para perdas com incentivos fiscais 2.371 2.424 Total
14
Veículos Aeronaves Instalações Máquinas e equipamentos Sistema de processamento de dados Móveis Outros Bens arrendados Superveniência de depreciação Total
15
27
Imobilizado de arrendamento Valor de custo 4.233.713 4.861 1.768 143.929 35.169 2.309 – 4.421.749
Saldo inicial Aquisições Alienações Depreciação Insuficiência / Superveniência de depreciação Saldo final Diferido
Perdas em arrendamentos a amortizar Total
31/12/2012 Depreciação Saldo acumulada líquido (3.101.116) 1.132.597 (1.215) 3.646 (584) 1.184 (37.030) 106.899 (13.327) 21.842 (332) 1.977 – – (3.153.604) 1.268.145 2.895.401 4.163.546
17
18
Repasses do País - FINAME Pré-fixado Total (a) Taxa de atualização em 2012: de 0,30% a.a. a 9,80% a.a. Outras obrigações - Sociais e estatutárias
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Dividendos a pagar Total Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias
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Provisão para impostos e contribuições diferidos Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar Impostos e contribuições sobre serviços de terceiros Impostos e contribuições sobre salários PIS COFINS ISS Provisão para riscos fiscais Total Outras obrigações - Diversas
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31/12/2012 Amortização acumulada (9.260) (9.260)
01/01 a 31/12/2012 6.108 18.737 (8.624) (6.346) 9.875
Debêntures Pós-fixado Pós-fixado Total (a) Taxa de atualização em 2012: de 100% a 111% do DI. (b) Taxa de atualização em 2011: DI + 0,35% a.a. Obrigações por empréstimos e repasses
23
29
30 Valor de custo 19.135 19.135
16
22
28
01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 5.993.669 6.888.272 243.238 813.532 (509.567) (584.904) (882.524) (1.532.053) (681.270) 408.822 4.163.546 5.993.669
Saldo inicial Aquisições Alienações Amortização Saldo final Recursos de aceites e emissão de títulos
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31/12/2011 Saldo líquido 2.301.298 4.340 1.282 89.121 19.974 961 22 2.416.998 3.576.671 5.993.669
(a) (b)
(a)
Saldo líquido 9.875 9.875
31/12/2011 Saldo líquido 6.108 6.108
01/01 a 31/12/2011 4.500 8.608 (4.159) (2.841) 6.108
31/12/2012
31/12/2011
24.538.628 – 24.538.628
21.810.358 1.619.796 23.430.154
31/12/2012
31/12/2011
14.876 14.876
24.091 24.091
31/12/2012 8.086 8.086
31/12/2011 – –
31/12/2012 542.351 126.585 64 13 201 1.241 140 3.084 673.679
31/12/2011 657.187 29.260 313 38 269 1.654 174 1.827 690.722
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31/12/2012 31/12/2011 Provisão para despesas de pessoal 6.804 304 Provisão para despesas administrativas 845 786 35 Provisão para passivos contingentes 9.379 10.595 Comissões por intermediação de operações – 6 Acordo comercial 3.733 9.333 Valores a pagar sociedades ligadas – 6.997 19.227 5.068 Outras (a) 39.988 33.089 Total (a) Refere-se, basicamente, aos valores a processar oriundos do fluxo operacional da carteira de 36 arrendamento mercantil. Patrimônio líquido a. Capital Social O Capital Social, subscrito e integralizado, é representado por 510.404 ações ordinárias, sem valor nominal. b. Dividendos Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo obrigatório, correspondente a 25% do lucro de cada período, deduzido da reserva legal. A Administração propõe a distribuição de dividendos sobre o lucro do exercício, como demonstrado abaixo: 31/12/2012 Lucro líquido 34.047 1.704 Reserva legal Base de cálculo 32.343 8.086 Dividendos Valor proposto 8.086 25% % sobre a base de cálculo c. Reserva de lucros Reserva legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do Lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do Capital Social. A Reserva Legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante das Reservas de Capital exceder 30% do Capital Social. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos. Reserva para expansão Para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária e regras do BACEN, no encerramento do período, a Administração propõe que a parcela do Lucro não distribuído, caso exista, seja destinado para “Reserva para expansão”. O saldo de reserva está à disposição dos acionistas para deliberação futura em Assembleia Geral. d. Ajustes de valor patrimonial reconhecidos no patrimônio líquido no período 01/01 a 31/12/2012 Saldo inicial – (124) Títulos disponíveis para venda BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. (124) 49 Efeitos tributários Saldo final (75) Balanço Patrimonial por faixas de vencimento A demonstração do “Balanço Patrimonial por faixas de vencimento” de 31 de dezembro de 2012 foi elaborada considerando o prazo de vencimento dos ativos e passivos, independente da categoria em que estão classificados. Dos ativos e passivos de prazo indeterminado, classificam-se as operações ativas no realizável a longo prazo e as operações passivas no passivo circulante. O ativo permanente e o patrimônio líquido estão sendo apresentados como “acima de 5 anos”. Na demonstração “Balanço Patrimonial”, os títulos e valores mobiliários classificados na categoria “títulos para negociação” são apresentados como ativo circulante, independentemente dos prazos de vencimento. As operações de arrendamento mercantil estão apresentadas pelo método financeiro, que consiste na reclassificação do imobilizado de arrendamento para a rubrica de operações de arrendamento mercantil, reduzido do valor residual recebido antecipadamente. a. Ativo Até De 91 a De 1 a De 3 a Acima de Total 90 dias 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Disponibilidades 6.779 – – – – 6.779 Aplicações interf. de liquidez 2.045.713 1.144.176 – – – 3.189.889 Operações comprom. - Pós-bancada 2.045.713 1.144.176 – – – 3.189.889 Títulos e valores mobiliários 398.931 – – 30.165 351.434 780.530 Títulos para negociação 566 – – – 351.434 352.000 Títulos disponíveis para venda 398.365 – – 30.165 – 428.530 Instrumentos financeiros derivativos 600.552 3.831.251 16.602.579 6.559 – 21.040.941 Diferencial de swap 32.687 12.238 95.513 6.559 – 146.997 Box de opção 567.865 3.819.013 16.507.066 – – 20.893.944 Operações de arrend. mercantil 1.403.862 261.575 296.804 3.628 53 1.965.922 Provisão créditos de liq. duvidosa (51.233) (36.132) (65.761) (804) (12) (153.942) Outros créditos 121.414 66.389 614.392 6.694 1.244 810.133 Diversos 121.414 66.389 614.392 6.694 1.244 810.133 Outros valores e bens 7.662 2.759 7.873 – – 18.294 Permanente – – – – 2.371 2.371 4.533.680 5.270.018 17.455.887 46.242 355.090 27.660.917 Total b. Passivo Até 90 De 91 a De 1 a De 3 a Acima de dias 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Total Recursos de aceites e emissão de títulos – – 1.505.519 1.580.825 21.452.284 24.538.628 Obrigações por emprést. e repasses 265 1.152 9.888 3.571 – 14.876 Instrumentos financeiros derivativos 102.151 304.808 641.440 14.831 689 1.063.919 Diferencial de swap 102.151 304.808 641.440 14.831 689 1.063.919 37 Outras obrigações 194.504 56.264 470.985 – – 721.753 Sociais e estatutárias 8.086 – – – – 8.086 Fiscais e previdenciárias 149.000 53.694 470.985 – – 673.679 Diversas 37.418 2.570 – – – 39.988 – – – – 1.321.741 1.321.741 Patrimônio líquido 296.920 362.224 2.627.832 1.599.227 22.774.714 27.660.917 Total Receitas de operações de arrendamento mercantil 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Rendas com contraprestação 752.118 814.083 Lucro na alienação de bens arrendados 984.361 792.136 Rendas com superveniência de depreciação – 408.822 Recuperação de créditos baixados para prejuízo 11.170 8.595 318.318 72.137 Outras Total 2.065.967 2.095.773 Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Aplicações em operações compromissadas 302.768 – Aplicações em depósitos interfinanceiros 300 – Títulos de renda fixa 30.576 11.076 Aplicações em fundos de investimento 18.264 189.108 7 26 Ajuste ao valor de mercado Total 351.915 200.210 Resultado com instrumentos financeiros derivativos 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Contratos de swap (679.956) (628.337) Box de opções 2.168.716 2.660.704 Ajuste ao valor de mercado (35.240) (34.361) 46.229 46.102 Outros 1.499.749 2.044.108 Total Despesas de operações de captação no mercado 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Depósitos interfinanceiros (476) – (1.964.907) (2.602.497) Debêntures Total (1.965.383) (2.602.497)
Despesas de operações de empréstimos, cessões e repasses 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 (1.302) (1.617) Repasses FINAME (1.302) (1.617) Total Despesas de operações de arrendamento mercantil 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Depreciação de bens arrendados (882.524) (1.532.053) Amortização de bens arrendados (6.346) (2.841) Prejuízo na alienação bens arrendados (5.278) (1.442) Despesas com insuficiência de depreciação (681.270) – (108.935) (66.310) Outras (1.684.353) (1.602.646) Total Receitas de tarifas bancárias 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 423 7.492 Pessoa física Confecção de cadastro 3 6.051 Aditamentos contratuais 418 719 Avaliação de bens 2 722 2 264 Pessoa jurídica Confecção de cadastro 2 248 – 16 Avaliação de bens 425 7.756 Total Despesas de pessoal 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Honorários (1.074) (2.381) Benefícios – (19) Encargos sociais (540) (2.299) Proventos (7.228) (5.402) (5) – Treinamento (8.847) (10.101) Total Outras despesas administrativas 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Água, energia e gás (12) (13) Aluguel (5) Processamento de dados (5.600) (4.777) Propaganda e publicidade (36) (287) Publicações (184) (1) Serviços do sistema financeiro (2.690) (7.487) Serviços de terceiros (21) (12) Serviços técnicos especializados (9.075) (7.040) Emolumentos judiciais e cartorários (5.735) (7.917) Impostos e multas de bens arrendados (8.437) (11.535) (2.817) (7.012) Outras Total (34.612) (46.081) Despesas tributárias 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 ISS (1.861) (2.240) PIS (2.968) (2.709) COFINS (18.265) (16.668) Tributos federais (10) (14) Tributos estaduais (4) – Atualização passivos fiscais – (12) (2) (9) Outras (23.110) (21.652) Total Outras receitas operacionais 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Ressarcimento de custos associados 19.735 22.554 Correção monetária de depósitos judiciais 76 200 Variação monetária ativa 39 119 5.363 730 Reversão de provisão para passivos contingentes 25.213 23.603 Total Outras despesas operacionais 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Custos associados a produção (5) (4.889) Provisão para passivos contingentes (5.403) (10.015) Indenizações cíveis (14.909) (3.314) (608) (1.238) Outras (20.925) (19.456) Total Resultado não operacional 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Alienação de valores e bens 18.229 (4.198) Perdas por incentivos fiscais (53) (9) Resultado de bens não de uso – 52.289 (616) 2.809 Outros 17.560 50.891 Total Imposto de Renda e Contribuição Social a. Encargos devidos sobre as operações 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Lucro/(Prejuízo) antes do Imposto de Renda, 57.332 (22.831) da Contribuição Social e das participações (22.933) 9.132 Encargos à alíquota nominal vigente (103.652) (38.391) Exclusões/(Adições) Prejuízo fiscal de IR 53.448 (52.166) Ajuste a mercado de TVM 2 10 Ajuste a mercado de derivativos (18.253) (34.448) Ajuste a mercado de arrendamento mercantil 4.396 4.697 Provisão para créditos de liq. duvidosa 28.649 (53.222) Provisão para contingências 155 (3.988) Superveniência/Insuficiência de depreciação (170.317) 102.204 Adições permanentes e incentivos fiscais (352) (1.440) Outras (1.380) (38) Imposto de Renda e Contribuição Social corrente (126.585) (29.259) Imposto de Renda e Contribuição Social diferido 114.824 167.345 (11.761) 138.086 Imposto de Renda e Contribuição Social total b. Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos com efeito sobre o resultado no período Crédito tributário 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Adições/(Exclusões) Prejuízo fiscal de IR (53.448) 52.166 Ajuste a mercado de derivativos 18.253 28.440 Provisão para créditos de liq. duvidosa (28.649) 53.222 Provisão para contingências (155) 3.988 Superveniência/Insuficiência de depreciação 51.095 (268.250) 1.380 38 Outras (11.524) (130.396) Total Obrigação fiscal diferida Adições/(Exclusões) Ajuste a mercado de derivativos – 6.008 Ajuste a mercado de TVM (2) (10) Ajuste a mercado de arrendamento mercantil (4.396) (4.697) Superveniência/Insuficiência de depreciação 119.222 166.046 – (2) Outras 114.824 167.345 Total c. Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos com efeito sobre contas patrimoniais no período Ativo (Outros créditos - Diversos) 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Saldo inicial 635.604 766.000 Prejuízo fiscal de IR (53.448) 52.166 Superveniência/Insuficiência de depreciação 51.095 (268.250) Ajuste a mercado de TVM 37 – Ajuste a mercado de derivativos 18.253 28.440 Provisão para créditos de liq. duvidosa (28.649) 53.222 Provisão para contingências (155) 3.988 1.380 38 Outros 624.117 635.604 Saldo final Passivo (Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias) Saldo inicial 657.187 824.534 Superveniência/Insuficiência de depreciação (119.222) (166.046) Ajuste a mercado de TVM (10) 10 Ajuste a mercado de derivativos – (6.008) 4.396 4.697 Ajuste a mercado de arrendamento mercantil 542.351 657.187 Saldo final d. Composição do crédito tributário 31/12/2012 31/12/2011 Prejuízo fiscal de IR 723.492 776.940 Ajuste a mercado de TVM 37 – Ajuste a mercado de derivativos 46.692 28.440 Provisão para créditos de liq. duvidosa 65.005 93.654 Provisão para contingências 4.629 4.782 Superveniência/Insuficiência de depreciação (217.155) (268.250) 1.417 38 Outros 624.117 635.604 Total Expectativa de realização do crédito tributário Valor nominal Valor presente Em 2013 55.455 51.745 Em 2014 48.571 41.842 Em 2015 20.533 16.214 Em 2016 13.803 9.981 485.755 202.868 A partir de 2017 624.117 322.650 Total No exercício findo em 31 de dezembro de 2012 observou-se a realização de créditos tributários no montante de R$ 102.440 correspondente a 418% da respectiva projeção de utilização para 2012, que constava no estudo técnico elaborado em 31 de dezembro de 2011. Em 31 de dezembro de 2012 não existem créditos tributários não ativados. e. Composição de obrigações fiscais diferidas 31/12/2012 31/12/2011 Ajuste a mercado de TVM – 10 Ajuste a mercado de arrendamento mercantil 35.656 31.259 506.695 625.918 Superveniência/Insuficiência de depreciação 542.351 657.187 Total Partes relacionadas a. Sumário das transações com partes relacionadas As operações com partes relacionadas compreendem as empresas que compõem o Conglomerado Financeiro Banco do Brasil e o Conglomerado Industrial Votorantim, sendo as principais Votorantim Finanças S.A. e Votorantim Industrial S.A. 31/12/2012 31/12/2011 Ativo/(Passivo) Disponibilidades Banco Votorantim S.A. 244 148 Banco do Brasil S.A. 16 – Aplicações interfinanceiras de liquidez Banco Votorantim S.A. 3.189.889 – Instrumentos financeiros derivativos - Ativo Banco Votorantim S.A. 21.040.941 20.874.194 Outros valores e bens Banco Votorantim S.A. – 508 Outras obrigações Banco Votorantim S.A. 8.086 – Recursos de aceites e emissão de títulos Banco Votorantim S.A. (23.042.570) (20.299.006) Instrumentos financeiros derivativos - Passivo Banco Votorantim S.A. (1.063.919) – Outras despesas operacionais BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento (5) (4.888) 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Receita/(Despesa) Resultado com títulos e valores mobiliários Banco Votorantim S.A. 298.554 – Resultado com instrumentos financeiros derivativos Banco Votorantim S.A. 1.488.761 2.044.108 Operações de captações no mercado Banco Votorantim S.A. (1.759.378) (2.065.063) Outras despesas administrativas Banco Votorantim S.A. – (12) BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento (10) (6.895) e Investimento Outras despesas operacionais BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento (5) (4.888)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
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BV LEASING - ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A. CNPJ 01.858.774/0001-10 Alameda Rio Negro, 161 - 12º andar, sala A - Condomínio West Point, Alphaville Industrial - Cep: 06454-000 - Barueri - SP
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (Em milhares de reais)
38
39
Remuneração de pessoal-chave da Administração Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia despendeu o montante de R$ 2.312 como remuneração às pessoas-chave da Administração. Honorários (1.074) Gratificações (698) Encargos sociais (540) Total (2.312) c. Benefícios a empregados Não existe benefícios pós-emprego, tais como pensões, outros benefícios de aposentadoria, seguro de vida e assistência médica pós-emprego, outros benefícios de longo prazo a empregados e administradores, incluindo licença por anos de serviço ou outras licenças, jubileu ou outros benefícios por anos de serviço, remuneração baseada em ações e benefícios de rescisão de contrato de trabalho, com exceção dos previstos em acordo coletivo da categoria. Valor de mercado O valor contábil e de mercado dos principais instrumentos financeiros são: 31/12/2012 31/12/2011 Valor Valor de Valor Valor de contábil mercado contábil mercado Ativo Circulante e realizável a longo prazo Aplicações interfinanceiras de liquidez 3.189.889 3.189.889 – – Títulos e valores mobiliários 780.530 780.530 675.041 675.041 Instrumentos financeiros derivativos 21.040.941 21.040.941 21.397.652 21.397.652 Operações de arrendamento mercantil 1.766.644 1.855.782 3.346.786 3.346.935 Passivo Circulante e exigível a longo prazo Recursos de aceites e emissão de títulos 24.538.628 24.538.628 23.430.154 23.430.154 Obrigações por empréstimos e repasses 14.876 14.876 24.091 24.091 Instrumentos financeiros derivativos 1.063.919 1.063.919 523.458 523.458 Análise de sensibilidade A BV Leasing gerencia seus instrumentos financeiros derivativos buscando limitar oscilações de mercado decorrentes dos principais fatores de risco a que sua carteira de ativos e passivos está sujeita, tais como, exposições a taxas de juros prefixadas em reais, moedas estrangeiras e seus respectivos cupons. Na gestão de oscilações dos fatores de riscos de mercado da carteira de arrendamento mercantil, a BV Leasing utiliza instrumentos financeiros derivativos contratados com terceiros. A análise de sensibilidade envolveu todas as operações com instrumentos financeiros e mercadorias, inclusive os derivativos, com intenção de Negociação (Trading) e Não Negociação (Banking). Nos quadros a seguir, encontram-se sintetizados os resultados para a Carteira de Negociação (Trading), composta por títulos públicos e privados e instrumentos financeiros derivativos, apresentando os valores observados em 31 de dezembro de 2012: Cenário I Variação de Taxas Fator de Risco Conceito Resultado Taxa Prefixada Risco de variação das taxas prefixadas de juros Manutenção (7.886.008) Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Manutenção – Variação cambial Risco de variação das taxas de câmbio Manutenção – Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Manutenção – TR/TBF Risco de variação de cupom de TR e TBF Manutenção – Outros Risco de variação dos demais cupons Manutenção –
Cenário II
b.
Fator de Risco Taxa Prefixada Cupons de moedas estrangeiras Variação cambial Índices de preços TR/TBF Outros
Conceito Risco de variação das taxas prefixadas de juros
A análise de sensibilidade foi efetuada a partir dos seguintes cenários:
Variação de Taxas Manutenção
Resultado (28.519.514)
Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção
– – – – –
Cenário Provável Juros Pré Juros para o final de 2013 de 6,50% (projeção do Banco).
Risco de variação de cupom cambial Risco de variação das taxas de câmbio Risco de variação de cupons de índices de preços Risco de variação de cupom de TR e TBF Risco de variação dos demais cupons Cenário III
Cenário Deterioração 25% Juros Pré -25% Cenário Deterioração 50% Juros Pré -50% 40
Variação de Taxas Manutenção
Fator de Risco Conceito Resultado Taxa Prefixada Risco de variação das taxas prefixadas de juros (50.083.104) Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Manutenção – Variação cambial Risco de variação das taxas de câmbio Manutenção – Risco de variação de cupons de índices de preços Manutenção – Índices de preços TR/TBF Risco de variação de cupom de TR e TBF Manutenção – Outros Risco de variação dos demais cupons Manutenção – Nos quadros a seguir, encontram-se sintetizados os resultados para a Carteira de Negociação (Trading) e Não Negociação (Banking), apresentando os valores observados em 31 de dezembro de 2012: Cenário I Variação Fator de Risco Conceito Resultado de Taxas Taxa Prefixada Risco de variação das taxas prefixadas de juros Redução (10.265.846) Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Manutenção – Variação cambial (1) Risco de variação das taxas de câmbio Manutenção – TJLP Risco de variação de cupom de TJLP Manutenção – TR/TBF Risco de variação de cupom de TR e TBF Manutenção – Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Manutenção – (1) Valores líquidos de efeitos fiscais. Cenário II Variação Fator de Risco Conceito Resultado de Taxas Taxa Prefixada Risco de variação das taxas prefixadas de juros Redução (36.539.348) Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Manutenção – Variação cambial (1) Risco de variação das taxas de câmbio Manutenção – TJLP Risco de variação de cupons de TJLP Manutenção – TR/TBF Risco de variação de cupom de TR e TBF Manutenção – Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Manutenção – (1) Valores líquidos de efeitos fiscais. Cenário III Variação Fator de Risco Conceito Resultado de Taxas Taxa Prefixada Risco de variação das taxas prefixadas de juros Redução (63.132.810) Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Manutenção – Variação cambial (1) Risco de variação das taxas de câmbio Manutenção – TJLP Risco de variação de cupons de TJLP Manutenção – TR/TBF Risco de variação de cupom de TR e TBF Manutenção – Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Manutenção – (1) Valores líquidos de efeitos fiscais.
Ativos e passivos contingentes e obrigações legais a.
Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável Contingências fiscais Contingências cíveis Total
(a) (b)
31/12/2012 3.084 9.379
31/12/2011 1.827 10.595
12.463
12.422
(a) Referem-se, basicamente, a questões tributárias sobre tributos de terceiros e ISS; sendo apresentadas na rubrica Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias. (b) Referem-se, basicamente, a ações indenizatórias, apresentadas em Outras obrigações - Diversas. b.
Movimentação dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável Demandas fiscais Demandas cíveis 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 1.827 2.003 10.595 1.122 2.301 70 3.103 12.637 (1.044) (730) (4.319) (554) – – – (2.610)
Saldo inicial Constituições Reversões Baixas Atualizações
– 3.084
Saldo final c.
484 1.827
– 9.379
– 10.595
Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco possível Contingências fiscais Contingências cíveis Total
(a) (b)
31/12/2012 89.086 110 89.196
31/12/2011 45.979 266 46.245
(a) Os principais processos contingentes avaliados como risco de perda possível são relacionados a questões tributárias: ISS - R$ 87.202. (b) Referem-se, basicamente a ações indenizatórias cuja natureza são: contestação do custo efetivo total dos contratos pactuados; revisão das condições e encargos contratuais; e tarifas. d.
Depósitos judiciais apresentados em Outros créditos - Diversos Contingências fiscais Contingências cíveis Total
e.
31/12/2012 1.276 4.910
31/12/2011 941 4.693
6.186
5.634
Ativos contingentes Não existe ativo contingente contabilizado.
Marcelo Rosas Betine
A DIRETORIA
Contador - 1PR044644/“O” - 6 “S” SP
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Ao Conselho de Administração e aos Acionistas da BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. Barueri - SP Examinamos as demonstrações contábeis da BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. (“Sociedade”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Sociedade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis A Sociedade registra as suas operações e elabora as suas demonstrações contábeis com a observância das diretrizes contábeis estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, que requerem o ajuste ao valor presente da carteira de arrendamento mercantil como provisão para superveniência ou insuficiência de depreciação, classificada no ativo permanente, conforme mencionado nas Notas Explicativas às demonstrações contábeis nº 4g e 10. Essas diretrizes não requerem a reclassificação das operações, que permanecem registradas de acordo com as disposições da Lei nº 6.099/74, para as rubricas do ativo circulante e realizável a longo prazo, e rendas e despesas de arrendamento, mas resultam na apresentação do resultado do semestre e exercício e do patrimônio líquido findos em 31 de dezembro de 2012, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
Opinião com ressalva Em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito no parágrafo Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BV Leasing - Arrendamento Mercantil S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros assuntos - Demonstração do valor adicionado Examinamos também a demonstração do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da administração da Sociedade, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.
São Paulo, 07 de fevereiro de 2013
KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0
Eles estão muito animados. Mas às vezes doenças são difíceis de combater. Evo Morales, presidente boliviano, sobre Chávez. nternacional Fotos: Carlos Garcia Rawlins/Reuters
Na Venezuela, o ataque é a melhor defesa. Aliados de Chávez criticam os EUA e a oposição, mas mantêm silêncio sobre a saúde do líder.
O
governo da Venezuela acusou ontem os Estados Unidos de "ingerência" por um comentário de uma portavoz do Departamento de Estado sobre a Constituição venezuelana, dizendo que deveriam ser convocadas eleições presidenciais caso o presidente Hugo Chávez não possa seguir no cargo. Enquanto ataca Washington e a oposição venezuelana, o governo mantém silêncio sobre o estado de saúde do governante desde seu retorno ao país na segunda-feira. "A Venezuela rejeita de maneira mais contundente as declarações emitidas pela portavoz do Departamento de Estado dos EUA, Victoria Nuland, que são uma nova grosseira ingerência do governo de Washington nos assuntos internos da Venezuela", disse a chancelaria em comunicado. Victoria disse na terça-feira que, caso a doença de Chávez o impeça de exercer o poder, a Constituição venezuelana exige que sejam convocadas
novas eleições no país. Chávez, de 58 anos, retornou à Venezuela na segundafeira após passar mais de dois meses em Cuba, onde foi submetido a uma cirurgia para tratar um câncer situado na zona pélvica. A chancelaria venezuelana disse ontem que "no marco da revolução democrática que o poder popular constrói há 14 anos, a única transição é em direção ao socialismo bolivariano, sob liderança do governo revolucionário do comandante Hugo Chávez". Oposição - Além disso, o governo acusou Victoria de estar "em perfeito sintonia com o discurso da desestabilizadora e corrupta direita venezuelana, o que coloca em evidência, mais uma vez, os nexos de subordinação desta burguesia crioula aos interesses imperiais". A oposição venezuelana exige desde o retorno do presidente "transparência" na divulgação de informações sobre sua saúde e o cumprimento da Constituição.
Simpatizante faz vigília diante de hospital onde Chávez foi internado na segunda-feira. Líder não aparece em público desde 11 de dezembro.
FORA DO AR Emissora crítica a Chávez é excluída de TV digital
A
Chavistas alteraram a tranquilidade no hospital de Caracas Fortaleza - O Hospital Militar Dr. Carlos Arvelo de Caracas, onde Chávez está internado, apresenta a mesma aparência desde a sua chegada: simpatizantes na porta, jornalistas aguardando por novida-
des e policiais nos arredores. O presidente da Bolívia, Evo Morales, reconheceu ontem em Nova York que nem ele conseguiu ver o amigo durante a escala que fez em Caracas na terça-feira. (Agências)
emissora privada venezuelana Globovisión denunciou que o governo do presidente Hugo Chávez a sentenciou "à morte" ao não incluí-la entre os canais que participam do programa de Televisão Digital Aberta, lançado ontem. Além do sinal analógico, as principais cidades venezuelanas começaram a receber gratuitamente ontem a transmissão de 11 canais em formato digital, incluindo todos os meios de comunicação estatais e os canais privados Venevisión, Televen e Meridian, informou a agência EFE. O advogado da Globovisión,
Ricardo Antela, disse à EFE que "o fim" da emissora pode ocorrer quando o governo decretar a extinção do sinal analógico. Apesar de o governo ter anunciado que "o apagão analógico" ocorrerá em 2018, Antela teme que a medida seja antecipada para "2014 ou 2015". Crítica ao governo, a Globovisión foi condenada pela Justiça de apologia ao delito ao cobrir um motim em uma prisão venezuelana, informou a EFE. A Venezuela escolheu o padrão japonês para TV digital e seus decodificadores são montados com tecnologia brasileira e argentina. (Agências)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
VOTORANTIM CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. CNPJ/MF nº 01.170.892/0001-31 Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 14º andar - Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo - SP
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 2012 Senhores Quotistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, apresentamos as demonstrações contábeis da Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“Votorantim Corretora”) relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011, acompanhadas das notas explicativas e do relatório dos auditores independentes. A Votorantim Corretora é uma companhia de capital fechado tem por objeto social, principalmente, operar em bolsas de valores, negociar e distribuir títulos e valores mobiliários por conta própria ou de terceiros. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos. Ao longo de 2012,
a Votorantim Corretora manteve as certificações do Programa de Qualificação Operacional (PQO) para o segmento Bovespa e o segmento BM&F. Os oito selos recebidos demonstram a expertise da Votorantim Corretora para operar no mercado de derivativos e no mercado de ações, além de posicioná-la entre as outras duas corretoras do mercado que possuem os oito selos do PQO. Adicionalmente, a Votorantim Corretora fortaleceu sua equipe de research, que passou a cobrir 11 setores econômicos e 79 empresas no encerramento de 2012, reforçando assim o seu posicionamento como full-broker. No encerramento de 2012, a Votorantim Corretora registrou patrimônio líquido de R$ 255,5 milhões (R$ 255,3 milhões em 2011) e lucro líquido de R$ 2,1 milhões (R$ 7,6 milhões em 2011). O total das receitas de prestação de serviços e de tarifas
bancárias em 2012 foi de R$ 34,2 milhões (R$36,3 milhões em 2011), redução explicada pela menor exposição dos clientes nos mercados de ações, juros e moedas. A administração da Votorantim Corretora agradece aos quotistas, clientes, parceiros pela confiança depositada e aos colaboradores pelo contínuo empenho e dedicação. São Paulo, 07 de fevereiro de 2013 A Diretoria
DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 E SEMESTRE FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de Reais, exceto o lucro líquido do período por lote de mil quotas)
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) Ativo Circulante Disponibilidades Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações em depósitos interfinanceiros Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Carteira própria Vinculados a compromissos de recompra Instrumentos financeiros derivativos Vinculados à prestação de garantias Outros créditos Rendas a receber Negociação e intermediação de valores Diversos Outros valores e bens Despesas antecipadas Realizável a longo prazo Outros créditos Diversos Outros valores e bens Despesas antecipadas Permanente Investimentos Outros investimentos Provisão para perdas Imobilizado de uso Outras imobilizações de uso Depreciações acumuladas Intangível Ativos intangíveis Provisão para perdas Total do ativo
2012 370.637 341 242.825 242.825
2011 348.898 164 225.267 225.267
Passivo Circulante Captações no mercado aberto Carteira própria Instrumentos financeiros derivativos Instrumentos financeiros derivativos Outras obrigações Cobrança arrec. tributos assemelhados Sociais e estatutárias Fiscais e previdenciárias Negociação e intermediação de valores Diversas Exigível a longo prazo Captações no mercado aberto Carteira própria Instrumentos financeiros derivativos Instrumentos financeiros derivativos Outras obrigações Fiscais e previdenciárias Diversas Patrimônio líquido Capital De domiciliados no País Reservas de lucros
61.232 79.768 39.422 44.425 3.530 11.216 79 – 18.201 24.127 65.878 43.458 35 131 61.193 38.425 4.650 4.902 361 241 361 241 16.014 11.382 15.964 11.382 15.964 11.382 50 – 50 – 6.963 7.225 6.408 6.417 7.500 7.443 (1.092) (1.026) 555 808 1.926 1.926 (1.371) (1.118) – – 200 200 (200) (200) 393.614 367.505 Total do passivo As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
2012 113.406 2.823 2.823 2.401 2.401 108.182 8 7.936 3.958 88.144 8.136 24.674 – – 1.322 1.322 23.352 23.307 45 255.534
2011 81.601 73 73 7.398 7.398 74.130 99 8.095 5.868 56.117 3.951 30.597 9.372 9.372 1.774 1.774 19.451 19.451 – 255.307
169.280 86.254
169.280 86.027
393.614
367.505
2º Semestre 2012 11.416 11.578 (162) (235) (235) 11.181 (8.638) 13.810 3.096 (11.686) (11.414) (2.835) 1.835 (1.444) 2.543 (66)
Receitas da intermediação financeira Resultado de operações com títulos e valores mobiliários Resultado com instrumentos financeiros derivativos Despesas da intermediação financeira Operações de captação no mercado Resultado bruto da intermediação financeira Outras receitas/(despesas) operacionais Receitas de prestação de serviços Receitas de tarifas bancárias Despesas de pessoal Outras despesas administrativas Despesas tributárias Outras receitas operacionais Outras despesas operacionais Resultado operacional Resultado não operacional Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações 2.477 11.308 Imposto de Renda e Contribuição Social 483 (1.737) Provisão para Imposto de Renda (2.490) (3.133) Provisão para Contribuição Social (1.675) (2.344) Ativo fiscal diferido 4.648 3.740 Participações nos lucros e resultados (5.363) (7.440) (2.403) 2.131 Lucro líquido/(Prejuízo) do período Lucro líquido/(Prejuízo) por lote de mil quotas - R$ (0,14) 0,13 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 E SEMESTRE FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de Reais) Saldos em 31 de dezembro de 2010 Lucro líquido Integralização de Capital Destinações do lucro líquido: Reserva legal Dividendos Reserva para expansão Saldos em 31 de dezembro de 2011 Integralização de Capital Lucro líquido Destinações do lucro líquido: Reserva legal Dividendos Saldos em 31 de dezembro de 2012 Saldos em 30 de junho de 2012 Prejuízo do período Destinações do lucro líquido: Dividendos Saldos em 31 de dezembro de 2012
Capital Social Capital realizado Aumento de Capital 115.868 23.412 – – 23.412 6.588
Reservas de lucros Legal Expansão 11.764 98.460 – – – (30.000)
Lucros / (Prejuízos) acumulados – 7.610 –
Total 249.504 7.610 –
– – – 30.000 (30.000) –
380 – – 12.144 – –
– – 5.423 73.883 – –
(380) (1.807) (5.423) – – 2.131
– (1.807) – 255.307 – 2.131
– – 169.280 169.280 –
– – – – –
227 – 12.371 12.371 –
– 73.883 73.883 –
(227) (1.904) – 4.307 (2.403)
– (1.904) 255.534 259.841 (2.403)
– 73.883
(1.904) –
(1.904) 255.534
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 1
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Contexto operacional A Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. é uma Companhia de Capital fechado que tem por objeto social, principalmente, operar em bolsas de valores, negociar e distribuir títulos e valores mobiliários por conta própria ou de terceiros. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos, e certas operações tem a coparticipação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro. Os benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e administrativa são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos em conjunto ou individualmente. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações e normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN). Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei n°11.638/07, complementada pela Lei nº 11.941/09, as quais alteraram a Lei das Sociedades por Ações quanto às práticas contábeis adotadas no Brasil. Embora a referida lei já tenha entrado em vigor, algumas alterações por ela introduzidas dependem de normatização por parte do CMN. As alterações aprovadas pelo CMN foram: • os procedimentos observados no Pronunciamento Conceitual para elaboração e divulgação de relatórios contábil-financeiro aprovado pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, naquilo que não conflitar com as normas emitidas pelo Banco Central do Brasil; • os procedimentos de mensuração do valor recuperável de ativos; • a elaboração do fluxo de caixa em substituição da demonstração das origens e aplicações de recursos; • a divulgação em notas explicativas às demonstrações contábeis, de informações sobre partes relacionadas; • pagamento baseado em ações; • definição de critérios para a seleção, alteração e divulgação de políticas contábeis, para as alterações nas estimativas contábeis e para as retificações de erros; • eventos subsequentes; e • os procedimentos de reconhecimento, mensuração e divulgações de provisões, passivos e ativos contingentes. Foi aplicado ainda, o seguinte pronunciamento que não é conflitante com as normas do Banco Central do Brasil, conforme determina regulamentação vigente: • Demonstração do valor adicionado. Foram efetuadas reclassificações nos saldos de 31 de dezembro de 2011 da demonstração de resultado, visando permitir a comparabilidade das demonstrações contábeis, em decorrência da alteração da política interna de aglutinação de contas de receitas e despesas, tendo como objetivo principal proporcionar ao usuário das demonstrações contábeis o melhor entendimento do resultado da Companhia. As principais reclassificações foram: Divulgação anterior Reclassificação Saldo reclassificado Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 33.964 (150) 33.814 Outras despesas administrativas (20.489) 150 (20.339) A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 07 de fevereiro de 2013. Gerenciamento de riscos A gestão de riscos tem suas políticas aderentes às melhores práticas de mercado e está em linha com as diretrizes definidas pelo CMN. Sua abrangência é no âmbito das instituições que compõem o Conglomerado Financeiro Votorantim (“Conglomerado”). Foram implementadas políticas, procedimentos e sistemas de gestão capazes de gerir, avaliar e mitigar os riscos inerentes aos seus negócios, proporcionando à Administração uma visão de todos os riscos. Risco de mercado Risco de mercado é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas. A gestão é feita de forma centralizada por uma área que mantém independência em relação à mesa de operações. Os procedimentos básicos adotados para o gerenciamento deste risco são: (a) integridade na precificação de ativos e derivativos; (b) avaliação do risco pela metodologia value at risk e pela simulação de cenários; e (c) acompanhamento de resultados diários com testes de aderência da metodologia back-test. O Conglomerado realiza operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos, atuando em mercados organizados e de balcão, com o objetivo de possibilitar uma gestão de risco de mercado adequada à sua política. Estes instrumentos são utilizados para hedge de posições, para atender demanda de contrapartes e como meio de reversão de posições em momentos de grandes oscilações. Risco operacional Risco operacional é definido como o risco de perda resultante de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas ou de eventos externos à Instituição - inclui o risco legal, porém exclui o risco estratégico e o risco de imagem. Os princípios básicos observados pela Instituição na gestão e controle do risco operacional estão em conformidade com a regulamentação vigente do Banco Central do Brasil e com as melhores práticas de mercado: • envolvimento da alta Administração na supervisão global da tomada de riscos através dos comitês e comissões estabelecidos; • mapeamento dos processos operacionais e sistêmicos, mapeamento de controles existentes e análise dos riscos inerentes e residuais; • avaliação do impacto financeiro potencial e da possibilidade de ocorrência dos riscos mapeados; • a partir dessa avaliação, define-se a exposição ao risco operacional, de acordo com a matriz de risco padronizada para toda Instituição; • captura de perdas operacionais e manutenção de base de dados estruturada com informações referentes aos eventos; • análise, comunicação e implantação de planos de ação para melhoria de processos e controles para mitigação dos riscos incorridos; e • cálculo de Capital alocado para risco operacional a partir de metodologias estruturadas, baseadas nas melhores práticas de mercado e adequadas em relação às exigências regulatórias. Risco de crédito Risco de crédito consiste na possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, a vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Como parte do processo de gestão do risco de crédito, são realizados acompanhamentos das políticas, normas, processos, limites estabelecidos, além da análise dos riscos e submissão às alçadas e aos comitês aprovadores. A política de crédito é formulada com base em análise de indicadores internos da carteira e dos processos de precificação e avaliação de empresas, e em fatores externos, relacionados à situação financeira das empresas e à conjuntura econômica do País e do exterior. O Conglomerado realiza avaliações de risco de crédito das operações, determinadas através de modelos julgamentais e estatísticos. Ressalta-se que na identificação de deterioração da qualidade da carteira de crédito, são tomadas ações de mitigação de riscos, tais como, reavaliação do perfil de risco dos clientes e análises setoriais que influenciam na gestão de limites até a gestão e controle de garantias. Gestão de ativos e passivos O Comitê Operacional ALM, Riscos e Capital é responsável pela gestão dos riscos estruturais de taxas de juros, taxas de câmbio e de liquidez, bem como a gestão do Capital que busca otimizar a relação risco versus retorno e maior eficiência na composição dos fatores que impactam no Índice de Solvabilidade (Basileia). Em 31 de dezembro de 2012, o Índice de Solvabilidade (Basileia) do Conglomerado Financeiro Votorantim foi de 14,3% (14,1% em 2011). Em atendimento à Circular nº 3.477/09 do Bacen, o Conglomerado Financeiro Votorantim mantém informações adicionais de seu processo de gestão de riscos disponibilizadas no website: www.bancovotorantim.com.br/ri Principais práticas contábeis a. Apuração do resultado As receitas e despesas são registradas de acordo com o regime de competência e são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia, calculadas com base no método exponencial. b. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades, aplicações em depósitos 5 interfinanceiros, aplicações em moedas estrangeiras e aplicações em operações compromissadas posição bancada, cujo vencimento das operações, na data da aplicação, seja de até 90 dias. c. Aplicações interfinanceiras de liquidez As aplicações interfinanceiras são registradas pelo valor de aplicação, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço, calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e nas 6 taxas de juros pactuados. d. Títulos e valores mobiliários Os títulos e valores mobiliários são registrados pelo valor efetivamente pago e classificados em função da intenção da Administração em três categorias distintas: 7 i. Títulos para negociação - Títulos adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida ao resultado do período;
ii.
22.637 (7.144) (427) (976) (5.741) (7.883) 7.610 0,36
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 E SEMESTRE FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de Reais)
– – – 139.280 30.000 –
– – – 169.280 – 12.371 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
Exercícios 2012 2011 26.435 32.525 28.294 33.814 (1.859) (1.289) (701) (401) (701) (401) 25.734 32.124 (14.418) (9.696) 27.057 27.877 7.192 8.416 (20.955) (18.704) (22.539) (20.339) (5.916) (6.582) 2.840 1.413 (2.097) (1.777) 11.316 22.428 (8) 209
Títulos disponíveis para venda - Títulos que não se enquadrem para negociação nem como mantidos até o vencimento. São ajustados pelo seu valor de mercado em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários; e iii. Títulos mantidos até o vencimento - Títulos adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Nesta categoria, os títulos não são ajustados ao seu valor de mercado. A metodologia de avaliação a mercado foi estabelecida com observância de critérios consistentes e verificáveis, que levam em consideração o preço médio de negociação no dia da apuração ou na falta deste, o valor de ajuste diário das operações de mercado futuro divulgados por fontes externas ou o valor líquido provável de realização obtido com a utilização de curvas de valores futuros de taxas de juros, taxas de câmbio, índices de preços e moedas, além de eventuais ajustes nos preços de títulos de baixa liquidez. Os rendimentos auferidos com os títulos e valores mobiliários, independentemente da categoria em que estão classificados, são calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e nas taxas de juros pactuados, pelo método exponencial ou linear, até a data do vencimento ou da venda definitiva do título, sendo reconhecidos diretamente no resultado do período. e. Instrumentos financeiros derivativos Os instrumentos financeiros derivativos são avaliados pelo seu valor de mercado, com critérios consistentes e verificáveis, considerando o preço médio de negociação no dia da apuração, ou na falta deste, metodologias convencionais e consagradas. Os instrumentos financeiros derivativos são classificados de acordo com a intenção da Administração, levando-se em consideração a sua finalidade. Os instrumentos financeiros utilizados para compensar, no todo ou em parte, os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercado de ativos ou passivos são considerados instrumentos de proteção hedge e são classificados de acordo com a sua natureza em: i. Hedge de risco de mercado - Os instrumentos financeiros derivativos classificados nessa categoria, bem como o item objeto de hedge, tem seus ajustes a valor de mercado registrados em contrapartida ao resultado do período; e ii. Hedge de fluxo de caixa - Os instrumentos financeiros derivativos, classificados nesta categoria, tem seus ajustes a valor de mercado registrados no patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários. Os instrumentos financeiros derivativos que não atendam aos critérios de hedge tem seus ajustes a valor de mercado registrados diretamente no resultado do período. Para os instrumentos financeiros derivativos negociados em associação com operações de captação, tanto o derivativo como a captação estão contabilizados pelas condições intrínsecas contratadas, não sendo ajustados pelo valor de mercado. f. Hedge contábil O Conglomerado mantém instrumentos derivativos de hedge financeiro para proteger suas exposições de risco de variação de moeda estrangeira e taxas de juros. No momento da designação inicial do hedge, o Conglomerado formalmente documenta o relacionamento entre os instrumentos e os itens objeto de hedge, incluindo os objetivos de gerenciamento de riscos e a estratégia na condução da transação, juntamente com os métodos que serão utilizados para avaliar a efetividade do relacionamento de hedge, considerando métodos de cálculo convencionais e consagrados. O Conglomerado faz uma avaliação, tanto no início do relacionamento, como continuamente, para verificar se existe uma expectativa que os instrumentos sejam altamente eficazes na compensação de variações no valor justo dos respectivos itens objeto de hedge durante o período para o qual é designado, e se os resultados reais estão dentro da faixa de 80-125 por cento, conforme previsto na regulamentação vigente. g. Despesas antecipadas São contabilizadas as aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros. As despesas antecipadas são registradas ao custo e amortizadas à medida que forem sendo realizadas. h. Estimativas contábeis A elaboração de demonstrações contábeis requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem avaliação de ativos e passivos financeiros e instrumentos financeiros derivativos pelo seu valor justo, análise de risco de crédito para determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa, assim como da análise sobre passivos contingentes. A Administração revisa as estimativas e premissas regularmente. Os principais valores reconhecidos nas demonstrações contábeis por meio das estimativas estão incluídos nas seguintes notas explicativas: nº 8 - Títulos e valores mobiliários; nº 9 - Instrumentos financeiros derivativos; e nº 35 - Ativos e passivos contingentes e obrigações legais. i. Ativo permanente i. Os investimentos são demonstrados pelo seu custo de aquisição e deduzidos de provisão para perda, quando aplicável; ii. O imobilizado é demonstrado pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação. A depreciação é calculada pelo método linear, com base nas seguintes taxas anuais, de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: • instalações, móveis e equipamentos de uso - 10%; • sistema de comunicação, segurança e transporte - 10%; e • sistemas de processamento de dados - 20%. iii. O ativo intangível inclui os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da Companhia ou exercidos com essa finalidade. A amortização é calculada pelo método linear, com base no prazo que o benefício é gerado. Os ativos não financeiros estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. j. Tributos O Imposto de Renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido do adicional de 10% e a Contribuição Social foi apurada com base na alíquota de 15%, ambos, aplicáveis sobre o lucro tributável. A constituição do crédito tributário do Imposto de Renda e da Contribuição Social está fundamentada em estudo técnico comprobatório da capacidade de sua realização preparado pela Administração. O PIS (Programa de Integração Social) foi apurado com base na alíquota de 0,65% e a COFINS (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) foi apurada com base na alíquota de 4%, ambos aplicáveis sobre as receitas auferidas pela Companhia, reduzida das exclusões e deduções permitidas pela legislação em vigor. O ISS (Imposto Sobre Serviços) foi apurado considerando alíquota de 2% até 5% (alíquota varia de acordo com cada Município) sobre as receitas de serviços prestados pela Companhia. k. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos contingentes, contingências passivas e obrigações legais são efetuados de acordo com os seguintes critérios: i. Ativos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis somente quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo; ii. Passivos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como remotos não requerem provisão e divulgação; e iii. Obrigações legais - São processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da probabilidade de sucesso dos processos judiciais em andamento, tem os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. l. Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia). Os passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). Composição de caixa e equivalentes de caixa 31/12/2012 31/12/2011 Disponibilidades 341 164 Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplic. em depósitos interfinanceiros 40.321 41.954 Total 40.662 42.118 Disponibilidades 31/12/2012 31/12/2011 Depósitos bancários 341 164 Total 341 164 Aplicações interfinanceiras de liquidez 31/12/2012 31/12/2011 Aplic. depósitos interfinanceiros 242.825 225.267 Total 242.825 225.267
2º Semestre Exercícios 2012 2012 2011 Fluxos de caixa provenientes das operações Lucro líquido/(Prejuízo) (2.403) 2.131 7.610 Ajustes ao lucro líquido/(prejuízo): 4.415 4.873 521 Depreciações 121 253 270 Provisão para perdas com investimentos 66 66 292 Provisão para passivos contingentes/obrig. legais 4.228 4.554 (41) Variações patrimoniais Aplicações interfinanceiras de liquidez (10.240) (19.191) (42.653) Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos 9.561 13.087 19.669 Outros créditos 110.227 (27.002) 10.738 Outros valores e bens (31) (170) – Outras obrigações (99.200) 31.495 (481) Caixa gerado/(utilizado) pelas operações 12.329 5.223 (4.596) Fluxos de caixa provenientes das atividades de financiamento Captações no mercado aberto (5.016) (6.622) 8.284 Dividendos pagos – – (1.063) Caixa gerado/(utilizado) pelas atividades de financiamento (5.016) (6.622) 7.221 Fluxos de caixa provenientes das atividades de investimento Alienação de investimentos 2 – – Aquisição de imobilizado de uso – – (15) Aquisição de investimentos – (57) – Caixa gerado/(utilizado) pelas atividades de investimento 2 (57) (15) Variação líquida de caixa e equivalentes de caixa 7.315 (1.456) 2.610 Caixa e equivalentes de caixa no início do período 33.347 42.118 39.508 Caixa e equivalentes de caixa no fim do período 40.662 40.662 42.118 Aumento/(Redução) no caixa e equivalentes de caixa 7.315 (1.456) 2.610 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 2012 Receitas 61.419 Receitas da intermediação financeira 26.435 Receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias 34.249 Outras receitas/(despesas) 743 Resultado não operacional (8) Despesas da intermediação financeira (701) Insumos adquiridos de terceiros (19.825) Materiais, energia e outros (150) Serviços de terceiros (217) Outras (19.458) Comunicações (1.110) Manutenção e conservação de bens (144) Processamento de dados (6.771) Promoções e relações públicas (403) Publicações (133) Propaganda e publicidade (21) Serviços do sistema financeiro (586) Serviços técnicos especializados (9.116) Transportes (65) Outras (1.109) Valor adicionado bruto 40.893 Despesas de depreciação (253) Valor adicionado líquido produzido pela Entidade 40.640 Valor adicionado a distribuir 40.640 Valor adicionado distribuído 40.640 Pessoal 25.802 Salários e honorários 15.395 Participação nos lucros e resultados 7.440 Benefícios e treinamentos 1.860 FGTS 1.107 Impostos, taxas e contribuições 10.246 INSS sobre salários 2.593 Despesas tributárias (exceto IR e CS) 5.916 Imposto de Renda/Contribuição Social 1.737 Remuneração de capitais de terceiros 2.461 Aluguéis 2.461 Remuneração de capitais próprios 2.131 Dividendos 1.904 Lucro retido 227 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 8
9
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12
2011 68.663 32.525 36.293 (364) 209 (401) (17.816) (118) (194) (17.504) (1.084) (34) (6.310) (1.003) (90) (201) (455) (7.097) (88) (1.142) 50.446 (270) 50.176 50.176 50.176 23.297 12.458 7.883 1.748 1.208 17.016 3.290 6.582 7.144 2.253 2.253 7.610 1.807 5.803
Títulos e valores mobiliários Composição por categoria 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Ganho / Valor de Ganho / Valor de mercado (Perda) não Valor de mercado (Perda) não realizado realizado custo (contábil) custo (contábil) Títulos para negociação 57.778 61.153 3.375 72.966 79.768 6.802 Notas do Tesouro Nacional 34.921 38.296 3.375 51.949 58.751 6.802 Certif. de Depósito Bancário 22.857 22.857 – 21.017 21.017 – Total 57.778 61.153 3.375 72.966 79.768 6.802 Para proteger os riscos da variação cambial dos títulos e valores mobiliários, a Companhia negociou operações de swap de acordo com o fluxo de vencimentos das parcelas. Em 31 de dezembro de 2012 não houve reclassificação de títulos e valores mobiliários. Em 31 de dezembro de 2012 não existem títulos classificados na categoria “mantidos até o vencimento”. Instrumentos financeiros derivativos a. Composição em contas patrimoniais Ativo 31/12/2012 31/12/2011 Diferencial a receber de swap 79 – Total 79 – 31/12/2012 31/12/2011 Passivo Diferencial a pagar de swap 3.723 9.172 Total 3.723 9.172 b. Composição dos contratos de swap por indexador 31/12/2012 31/12/2011 Valor Valor de Valor de Valor Valor de Valor de original custo mercado original custo mercado Posição ativa 39.393 47.082 47.109 199.042 220.585 220.138 DI 34.393 40.875 40.875 123.242 135.902 135.902 Dólar 5.000 6.207 6.234 75.800 84.683 84.236 Posição passiva 39.393 50.242 50.753 199.042 230.107 229.310 DI 5.000 6.256 6.256 75.800 86.777 86.777 Dólar 34.393 43.986 44.497 123.242 143.330 142.533 Diferencial líquido – (3.160) (3.644) – (9.522) (9.172) c. Títulos dados em garantia 31/12/2012 31/12/2011 Operações em Bolsa Notas do Tesouro Nacional 18.201 24.127 Total 18.201 24.127 d. Instrumentos financeiros derivativos segregados por local de negociação 31/12/2012 31/12/2011 Posição ativa Operações em Bolsa Balcão Instituições financeiras 79 – Total 79 – 31/12/2012 31/12/2011 Posição passiva Operações em Bolsa Balcão Instituições financeiras 3.723 9.172 Total 3.723 9.172 Outros créditos - Negociação e intermediação de valores Outros créditos 31/12/2012 31/12/2011 Devedores conta liquidação pendentes 56.045 38.425 Oper. ativos financeiros e merc. a liquidar 5.148 – Total 61.193 38.425 31/12/2012 31/12/2011 Outras obrigações Caixa de registro e liquidação 7.179 11.519 Comissões e corretagens a pagar 44 360 Credores conta liquidação pendentes 80.920 39.703 Operações com ativos financ. e merc. a liquidar 1 4.535 Total 88.144 56.117 Outros créditos - Diversos 31/12/2012 31/12/2011 Adiantamentos e antecipações salariais 66 49 Adiantamentos a fornecedores 136 164 Crédito tributário de impostos e contribuições 11.665 7.925 Devedores por depósitos em garantia 5.415 4.608 Impostos e contribuições a compensar 3.320 3.515 Outros 12 23 Total 20.614 16.284 Outros valores e bens 31/12/2012 31/12/2011 Despesas de processamento de dados 325 188 Despesas de serviços do sistema financeiro 50 47 Despesas de serviços técnicos especializados 36 6 Total 411 241
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
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VOTORANTIM CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. CNPJ/MF nº 01.170.892/0001-31 Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 14º andar - Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo - SP
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 13
Investimentos
14
Investimentos por incentivos fiscais Títulos patrimoniais Provisão para perdas por incentivos fiscais Total Imobilizado de uso
Móveis e equipamentos de uso Sistema de comunicação Sistemas de processamento de dados Total
15
Saldo inicial Aquisições Depreciação Saldo final Intangível
31/12/2012 7.499 1 (1.092) 6.408
31/12/2012 31/12/2011 Valor de Depreciação Saldo Saldo custo acumulada líquido líquido 360 (187) 173 208 520 (455) 65 85 1.046 (729) 317 515 1.926 (1.371) 555 808 26 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 808 1.063 – 15 (253) (270) 27 555 808 Valor de custo 200 200
17
SISBEX BM&FBOVESPA Total Captações no mercado aberto Carteira própria Obrigações por operações compromissadas Total Outras obrigações - Sociais e estatutárias
18
Dividendos a pagar Provisão para participação nos lucros e resultados Total Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias
16
19
20
21
22
23
24 31/12/2011 7.442 1 (1.026) 25 6.417
31/12/2012 Provisão para perda (200) (200)
Saldo líquido – –
31/12/2011 Saldo líquido – –
31/12/2012 2.823 2.823
31/12/2011 9.445 9.445
31/12/2012 1.904 6.032 7.936
31/12/2011 1.807 6.288 8.095
31/12/2012 31/12/2011 Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar 2.903 3.285 Impostos e contribuições sobre serviços de terceiros 48 70 Impostos e contribuições sobre salários 208 187 Impostos e contribuições sobre aplicações financeiras 92 1.568 PIS 164 381 COFINS 288 261 ISS 254 166 Provisão para riscos fiscais (a) 21.957 16.540 Provisão para impostos e contribuições diferidos 1.351 2.861 Total 27.265 25.319 (a) Em 31 de dezembro de 2012, a Corretora possui Mandado de Segurança no qual discute a ocasião da dedutibilidade da COFINS no Lucro Real e na Base de Cálculo da CSLL. Para fins de adequação das demonstrações contábeis, no exercício, foi constituída a provisão referente ao passivo em discussão. Outras obrigações - Diversas 31/12/2012 31/12/2011 Provisão para despesas de pessoal 6.137 1.471 Provisão para despesas administrativas 1.172 225 Provisão para passivos contingentes 593 1.456 Prestação de serviços técnicos - BV Sistemas – 698 Outras 279 101 Total 8.181 3.951 Patrimônio líquido a. Capital Social O Capital Social é representado por 16.928.021.132 quotas subscritas e integralizadas. b. Dividendos Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo obrigatório, correspondente a 25% do lucro de cada período, deduzido da reserva legal. A Administração propõe a distribuição sobre o lucro do período no montante de R$ 476 (R$1.807 em 2011) e dividendos adicionais no montante de R$ 1.428. 2012 2011 Lucro líquido 2.131 7.610 Reserva legal (227) (380) 1.904 7.230 Base de cálculo Dividendos 476 1.807 Valor proposto 476 1.807 % sobre a base de cálculo 25% 25% c. Reserva de lucros Reserva Legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do Capital Social. A Reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante das Reservas de Capital exceder 30% do Capital Social. A Reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de Capital ou para compensar prejuízos. Reserva para Expansão Para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária e regras do BACEN, no encerramento do exercício, a Administração propõe que, a parcela do lucro não distribuído seja destinado para “Reserva para expansão”. O saldo de reserva está à disposição dos quotistas para deliberação futura em Reunião de Quotistas. Balanço Patrimonial por faixas de vencimento A demonstração do “Balanço Patrimonial por faixas de vencimento” de 31 de dezembro de 2012 foi elaborada considerando o prazo de vencimento dos ativos e passivos, independente da categoria em que estão classificados. Dos ativos e passivos de prazo indeterminado, classificam-se as operações ativas no realizável a longo prazo e as operações passivas no passivo circulante. O ativo permanente e o patrimônio líquido estão sendo apresentados como “acima de 5 anos”. Na demonstração “Balanço Patrimonial”, os títulos e valores mobiliários classificados na categoria “títulos para negociação” são apresentados como ativo circulante, independentemente dos prazos de vencimento dos títulos. a. Ativo Até De 91 a De 1 a De 3 a Acima de 90 dias 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Total Disponibilidades 341 – – – – 341 Aplicações interf. de liquidez 212.408 30.417 – – – 242.825 Aplicações em dep. interfinanceiros 212.408 30.417 – – – 242.825 Títulos e valores mobiliários – 11.674 49.479 – – 61.153 Títulos para negociação – 11.674 49.479 – – 61.153 Instrumentos financeiros derivativos – 79 – – – 79 Diferencial de swap – 79 – – – 79 Outros créditos 64.635 1.243 7.015 1.699 7.250 81.842 Rendas a receber 35 – – – – 35 Negociação e intermediação de valores 61.193 – – – – 61.193 Diversos 3.407 1.243 7.015 1.699 7.250 20.614 Outros valores e bens 146 215 – 27 23 411 Permanente – – – – 6.963 6.963 277.530 43.628 56.494 1.726 14.236 393.614 Total b. Passivo Até De 91 a De 1 a De 3 a Acima de 90 dias 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Total Captações no mercado aberto 1.621 1.202 – – – 2.823 Carteira própria 1.621 1.202 – – – 2.823 Instrumentos financeiros derivativos – 2.401 1.322 – – 3.723 Diferencial de swap – 2.401 1.322 – – 3.723 Outras obrigações 108.123 59 1.350 43 21.959 131.534 Cobrança arrecad. trib. e assemelhados 8 – – – – 8 Sociais e estatuárias 7.936 – – – – 7.936 Fiscais e previdenciárias 3.899 59 1.350 – 21.957 27.265 Negociação e intermediação de valores 88.144 – – – – 88.144 Diversos 8.136 – – 43 2 8.181 Patrimônio líquido – – – – 255.534 255.534 Total 109.744 3.662 2.672 43 277.493 393.614 Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Aplicações em operações compromissadas 14 – Aplicações em depósitos interfinanceiros 20.034 23.203 Títulos de renda fixa 11.672 15.508 Ajustes ao valor de mercado (3.427) (4.747) Outros 1 (150) Total 28.294 33.814 Resultado com instrumentos financeiros derivativos 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Contratos de swap (1.852) (5.864) Contratos de futuros – 4.575 Outros (7) – Total (1.859) (1.289)
28
29
30
31
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33
Despesas de operações de captação no mercado
d. 01/01 a 31/12/2012 (701) (701)
Composição do crédito tributário
01/01 a 31/12/2011 (401) (401)
31/12/2012 31/12/2011 Prejuízo fiscal de IR 3.100 3.790 Base negativa de CS 325 921 Ajuste a mercado de derivativos 194 – 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Provisão para contingências 237 583 Assessoria financeira 441 368 Provisão para obrigação legal (a) 6.717 2.631 Administração de fundos de investimento – 1 1.092 – Outros Comissões sobre colocação de títulos 3.211 60 11.665 7.925 Total Corretagens de operações em Bolsa 22.085 26.352 (a) A Corretora possui Mandado de Segurança no qual discute a ocasião da dedutibilidade da Serviços de custódia 525 424 COFINS no Lucro Real e na Base de Cálculo CSLL. Para fins de adequação das demonstrações Outras 795 672 contábeis, no exercício, foi constituído crédito tributário correspondente, de acordo com as 27.057 27.877 Total características/argumentações da referida discussão judicial no montante de R$ 4.085 em Receitas de tarifas bancárias 2012 (R$ 3.374 em 2011). 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Pessoas físicas - Outras 7.192 8.416 e. Expectativa de realização do crédito tributário 7.192 8.416 Total Valor nominal Valor presente Despesas de pessoal Em 2013 2.053 1.916 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Em 2014 872 751 Honorários (206) (478) Em 2015 632 499 Benefícios (1.830) (1.710) Em 2016 712 515 Encargos sociais (3.700) (4.498) 7.396 3.680 A partir de 2017 Proventos (15.189) (11.980) 11.665 7.361 Total (30) (38) Treinamentos No exercício findo em 31 de dezembro de 2012 observou-se a realização de créditos tributários no (20.955) (18.704) Total montante de R$ 1.846, correspondente a 160% da respectiva projeção de utilização que constava Outras despesas administrativas no estudo técnico. 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Não existem créditos tributários não ativados. Água, energia e gás (148) (92) f. Composição de obrigações fiscais diferidas Aluguéis (2.461) (2.253) 31/12/2012 31/12/2011 Comunicações (1.110) (1.084) Ajuste a mercado de TVM 1.351 2.721 Manutenção e conservação de bens (144) (34) – 140 Ajuste a mercado de derivativos Processamento de dados (6.771) (6.310) 1.351 2.861 Total Promoções e relações públicas (403) (1.003) Propaganda e publicidade (21) (201) 34. Partes relacionadas Publicações (133) (90) a. Sumário das transações com partes relacionadas Serviços do sistema financeiro (586) (455) As operações com partes relacionadas compreendem as empresas que compõem o Conglomerado Serviços de terceiros (217) (194) Financeiro Banco do Brasil e o Conglomerado Industrial Votorantim, sendo as principais Votorantim Vigilância e segurança (89) (105) Finanças S.A. e Votorantim Industrial S.A.. Serviços técnicos especializados (9.116) (7.097) 31/12/2012 31/12/2011 Transportes (65) (88) Ativo/(Passivo) Viagens (845) (799) Disponibilidades Depreciação (253) (270) Banco Votorantim S.A. 209 111 Emolumentos judiciais e cartorários (6) (35) Banco do Brasil S.A. e controladas 108 45 Material (2) (26) Aplicações interfinanceiras de liquidez Seguros (3) (10) Banco Votorantim S.A. 242.825 225.267 (166) (193) Outras Títulos e valores mobiliários Total (22.539) (20.339) Banco Votorantim S.A. 22.857 21.017 Despesas tributárias Instrumentos financeiros derivativos - Ativo 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 ISS (1.696) (1.807) Banco Votorantim S.A. 79 (9.172) PIS (421) (455) Outros créditos COFINS (2.592) (2.802) Banco Votorantim S.A. (89) 211 Tributos federais (75) (115) BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento 1.175 11.293 Tributos municipais (151) (112) Instrumentos financeiros derivativos - Passivo Atualização passivos fiscais (968) (1.257) Banco Votorantim S.A. (3.723) – (13) (34) Outras 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Total (5.916) (6.582) Receita/(Despesa) Outras receitas operacionais Resultado com títulos e valores mobiliários 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Banco Votorantim S.A. 21.872 24.430 Atualização sobre liquidação pendente Resultado com instrumentos - BM&FBOVESPA – 589 financeiros derivativos Correção monetária - Depósito judicial 371 430 Banco Votorantim S.A. (1.853) (5.864) Variação monetária ativa 94 212 Reversão de provisão de passivos contingentes 1.830 182 Outras despesas administrativas Recuperação de encargos e despesas 426 – BV Participações S.A. (7.149) – Outras 119 – b. Remuneração de pessoal-chave da Administração 2.840 1.413 Total Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia despendeu o montante de R$ 390 como remuneração Outras despesas operacionais às pessoas-chave da Administração. 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 01/01 a 31/12/2012 Depósitos judiciais (5) – Honorários (206) Provisão para passivos contingentes (1.330) (284) Gratificações (93) Outras (762) (1.493) (91) Encargos sociais (2.097) (1.777) Total (390) Total Resultado não operacional c. Benefícios a empregados 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Não existem benefícios pós-emprego, tais como pensões, outros benefícios de aposentadoria, Alienação de valores e bens – 200 seguro de vida e assistência médica pós-emprego, outros benefícios de longo prazo a empregados, Investimentos por incentivos fiscais 58 – incluindo licença por anos de serviço ou outras licenças, jubileu ou outros benefícios por anos de Provisão para perdas por incentivos fiscais (66) 92 serviço, remuneração baseada em ações e benefícios de rescisão de contrato de trabalho, – (501) Outros com exceção dos previstos em acordo coletivo da categoria. (8) 209 Total 35. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais Imposto de Renda e Contribuição Social a. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável a. Encargos devidos sobre as operações 31/12/2012 31/12/2011 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Contingências fiscais (a) 4.513 62 Lucro antes do Imposto de Renda, 11.308 22.637 da Contribuição Social e das participações Contingências cíveis 500 – (4.523) (9.055) Encargos à alíquota nominal vigente Contingências trabalhistas (b) 93 1.456 Adições/(Exclusões) (2.464) 5.893 17.444 16.478 Obrigações legais (c) Prejuízo fiscal de IR 690 763 Total 22.550 17.996 Base negativa de CS 596 701 (a) A Corretora possui Mandado de Segurança no qual discute a ocasião da dedutibilidade da Ajuste a mercado de TVM (1.371) (1.899) COFINS no Lucro Real e na Base de Cálculo CSLL. Para fins de adequação das demonstrações Ajuste a mercado de derivativos (333) 2.859 contábeis, no exercício, foi constituída a provisão referente ao passivo em discussão Participações nos lucros e resultados 2.976 3.153 (apresentada na rubrica de Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias); e crédito tributário Provisão para contingências 345 (41) correspondente, de acordo com as características/argumentações da referida discussão judicial Provisão para obrigações legais (4.085) – (apresentado na rubrica de Outros créditos - Diversos). Derivativos - Regime de caixa – 1.600 (b) Processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações Adições permanentes e incentivos fiscais (190) (1.242) envolve indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de Outras (1.092) (1) função e representação e outros; sendo apresentadas na rubrica Outras obrigações - Diversas. (6.987) (3.162) Imposto de Renda e Contribuição Social corrente Imposto de Renda e Contribuição Social diferido 1.510 1.759 (c) Referem-se, basicamente, ao pleito pelo não pagamento da COFINS com base nas receitas não (5.477) (1.403) Imposto de Renda e Contribuição Social total derivadas do faturamento mensal (ampliação da base de cálculo introduzida pela Lei nº 9.718/98), sendo apresentadas na rubrica Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias. b. Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos com efeito sobre o resultado no período b. Movimentação dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Demandas fiscais Demandas trabalhistas Crédito tributário Adições/(Exclusões) 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a Prejuízo fiscal de IR (690) (763) 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Base negativa de CS (596) (701) Saldo inicial 62 60 1.456 1.355 Ajuste a mercado de derivativos 194 (2.719) Constituições 4.449 – 465 283 Provisão para contingências (345) 41 Reversões – – (1.828) (182) Derivativos - Regime de caixa – (1.600) 2 2 – – Atualizações Provisão para obrigação legal 4.085 – 4.513 62 93 1.456 Saldo final 1.092 1 Outras Demandas cíveis Obrigações legais Total 3.740 (5.741) 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Obrigação fiscal diferida Saldo inicial – – 16.478 15.317 Adições/(Exclusões) Constituições 500 – – – Ajuste a mercado de TVM 1.371 1.899 Reversões – – – (94) Ajuste a mercado de derivativos 139 (140) – – 966 1.255 Atualizações Total 1.510 1.759 500 – 17.444 16.478 Saldo final c. Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos com efeito sobre contas patrimoniais c. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco possível no período 31/12/2012 31/12/2011 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Contingências fiscais (a) 25.709 28.110 Ativo (Outros créditos - Diversos) Contingências trabalhistas (b) 26 36 Saldo inicial 7.925 13.666 Prejuízo fiscal de IR (690) (763) 501 – Contingências cíveis Base negativa de CS (596) (701) 26.236 28.146 Total Ajuste a mercado de derivativos 194 (2.719) (a) Os principais processos contingentes avaliados como risco de perda possível são relacionados a Provisão para contingências (345) 41 questões tributárias sobre desmutualização: IR/CSLL R$ 7.164 e PIS/COFINS R$ 8.545. Derivativos - Regime de caixa – (1.600) (b) Referem-se a processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das Provisão para obrigação legal 4.085 – reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, 1.092 1 Outros adicional de função e representação e outros. 11.665 7.925 Saldo final d. Depósitos judiciais apresentados em Outros créditos - Diversos 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Passivo (Outras obrigações Contingências fiscais 5.390 4.586 - Fiscais e previdenciárias) 25 22 Contingências trabalhistas Saldo inicial 2.861 4.620 5.415 4.608 Total Ajuste a mercado de TVM (1.371) (1.899) e. Ativos contingentes (139) 140 Ajuste a mercado de derivativos Não existe nenhum ativo contingente contabilizado. 1.351 2.861 Saldo final Operações compromissadas Total Receitas de prestação de serviços
Marcelo Rosas Betine Contador - 1PR044644/”O” - 6 “S” SP
DIRETORIA
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores e aos Quotistas da Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“Instituição”) que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja
planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
Outros assuntos - Demonstração do valor adicionado Examinamos também a demonstração do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da administração da Instituição, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, cuja apresentação está sendo efetuada de forma espontânea pela Instituição. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.
São Paulo, 07 de fevereiro de 2013
KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0
Uma solução militar para o conflito sírio é um beco sem saída. Serguei Lavrov, chanceler russo e aliado de Damasco. nternacional Mohammed Abdullah/Reuters
MARCAÇÃO CERRADA NO ATACANTE
D
Ó RBITA
uas bombas atingiram ontem um hotel que abrigava um time de futebol no bairro de Tishrin, em Damasco, na Síria. O bombardeio matou o atacante do Al Wathba e feriu outros membros do time da primeira divisão do futebol sírio. Segundo a agência Sana, o jogador morto era Yousseff Suleiman, de 19 anos. Colegas de clube disseram que ele era pai de um bebê de 6 meses.
Suleiman foi atingido no pescoço pelos estilhaços de uma das bombas enquanto se arrumava para o jogo contra o Al Nawair, de Hama. Outros quatro jogadores foram atingidos, um deles em estado grave. O ataque, atribuído aos rebeldes, foi o primeiro confirmado perto do palácio presidencial e outro sinal de que a guerra se infiltrou na capital, antes considerada segura. (Agências)
O FIM DE 'TRANQUILANDIA'
O
Rebelde sírio dispara morteiro em direção ao palácio presidencial em Damasco
governo colombiano recuperou ontem um total de 130 mil hectares de terras que supostamente foram usurpadas pelo ex-líder militar das Forças Armadas Revolucionária da Colômbia (Farc) conhecido como "Mono Jojoy". A guerrilha negou que tenha praticado roubo. "O governo colombiano se parece com Pinóquio, cada vez lhe cresce mais o nariz", disse Jesús Santrich, negociador das Farc. Entre as terras recuperadas está o sítio "Tranquilandia", que servia de residência de Jojoy e de base militar das Farc. (Agências)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
VOTORANTIM ASSET MANAGEMENT DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. CNPJ/MF nº 03.384.738/0001-98 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A - 7º andar, Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo-SP
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 2012 Senhores Quotistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, apresentamos as demonstrações contábeis da Votorantim Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda., também denominada Votorantim Wealth Management & Services (“VWM&S”), relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011, acompanhadas das respectivas notas explicativas e do relatório dos auditores independentes.
Investimento em Direitos Creditórios elaborados pela Anbima, com participação de mercado de 13,8% e 9,8%, respectivamente. Este ano teve como um dos principais destaques o Fundo de Investimento Imobiliário Securities que, com uma estratégia de pulverização dos CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) em sua carteira de ativos somada ao benefício fiscal que os produtos imobiliários propiciam aos investidores pessoas físicas, obteve crescimento de 30,5% no seu patrimônio líquido. Adicionalmente, no 1º semestre de 2012, os fundos FIP IE BB Votorantim Energia Sustentável I, II e III firmaram a compra de participação de 60% do complexo eólico Faísa LTDA, composto por cinco parques, localizado no estado do Ceará e com capacidade total de 136,5 MW, por R$ 480 milhões.
A VWM&S, estrutura organizacional consolidadora das atividades de Asset Management (VAM) e Private Bank, encerrou 2012 com volume total de recursos geridos de R$ 47,3 bilhões, aumento de cerca de 10% em relação ao mesmo período do ano anterior. O patrimônio líquido em 31 de dezembro de 2012 Ainda, a BB DTVM (Banco do Brasil) e a VWM&S por meio da VAM têm atuado conjuntamente no foi de R$ 78,6 milhões e lucro líquido de R$ 20,2 milhões (R$ 77,6 milhões e R$ 26,4 milhões desenvolvimento, administração, gestão e distribuição de fundos de investimento inovadores e customizados em 2011, respectivamente). de Direitos Creditórios (FIDCs), Imobiliários (FIIs), de Investimentos em Participações (FIPs) e Crédito Privado. Focada no crescimento sólido e de longo prazo, a VAM em conformidade com sua missão, visão e valores - Ao final de 2012, o volume total dos fundos relativos a essa parceria somava R$ 3,3 bilhões, sendo que a teve sua certificação ISO 9001:08 reafirmada em junho de 2012 pelo Bureau Veritas Certification, e manteve gestão dos mesmos é realizada pela VAM. O destaque de 2012 foi o “BB Progressivo II”, fundo de em novembro de 2012 a classificação máxima (AMP-1 - Muito forte) pela Standard & Poor’s quanto às suas Investimento Imobiliário, composto por 64 imóveis - agências e prédios comerciais locados para o Banco do Brasil pelo prazo de 10 anos. A oferta pública de R$ 1,6 bilhão superou demanda de R$ 20 bilhões e contou práticas de gestão de recursos de terceiros. com a participação de aproximadamente 48 mil investidores. A VAM encerrou 2012 na posição de 9ª maior gestora de recursos pelo ranking de gestores da Anbima, Com o compromisso de melhor servir aos seus clientes, em 2012 a VAM lançou uma série de sites modernos com 1,9% de participação de mercado. e exclusivos de seus Fundos Estruturados que visam levar informação ao investidor de forma transparente e No segmento de produtos estruturados, que encerrou 2012 com volume administrado de R$ 12,0 bilhões, eficiente. Nos sites dos Fundos Imobiliário BB Votorantim JHSF Cidade Jardim Continental Tower, a VAM ocupa a 3ª posição nos Rankings de Gestores de Fundos Imobiliários e de Gestores de Fundos de FIP IE BB Votorantim Energia Renovável I, II e III e Fundo BB Renda Corporativa, o investidor pode acompanhar
o desempenho do Fundo; os rendimentos pagos e também detalhes sobre os ativos do fundo; informações sobre o ativo na Bolsa de Valores; as demonstrações financeiras; os estudos e avaliações de empresas especializadas no mercado imobiliário e de infraestrutura; bem como os comunicados do Administrador, entre outros assuntos de interesse do Fundo e dos Quotistas. Por fim, como reconhecimento de sua excelência e consistência no desempenho, em 2012, a VAM recebeu destaque em importantes rankings elaborados por renomadas instituições. Cabe ressaltar a premiação do “Guia Exame de Investimentos Pessoais 2012” nas categorias melhores gestores do ano em “Fundos de Atacado” e de “Fundos Multimercados Ativo”, além de diversos fundos premiados com 4 e 5 estrelas no Star Ranking, elaborado pela Standard & Poor´s, divulgado pela revista Valor Investe. No encerramento de 2012, o Private Bank alcançou crescimento de 10,7% no volume de ativos sob gestão nos últimos 12 meses, com foco na gestão patrimonial por meio de soluções customizadas. Aderente ao seu compromisso com a qualidade, em abril de 2012, o Private Bank recebeu do Bureau Veritas Certification a certificação ISO 9001:08 para as atividades que envolvem o relacionamento, gestão patrimonial e advisory para clientes Private no Brasil. A administração da VWM&S agradece aos quotistas, clientes, parceiros pela confiança depositada e aos colaboradores pelo contínuo empenho e dedicação. São Paulo, 07 de fevereiro de 2013 A Diretoria
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) Ativo Circulante Disponibilidades Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações em depósitos interfinanceiros Outros créditos Rendas a receber Diversos Outros valores e bens Despesas antecipadas Realizável a longo prazo Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações em depósitos interfinanceiros Outros créditos Diversos Outros valores e bens Despesas antecipadas Permanente Investimentos Outros investimentos Provisão para perdas de investimento Imobilizado de uso Outras imobilizações de uso Depreciações acumuladas Intangível Ativos intangíveis Total do ativo
2012 2011 Passivo 67.763 26.078 Circulante 457 178 Outras obrigações 43.198 – Sociais e estatutárias 43.198 – Fiscais e previdenciárias 23.913 24.125 Diversas 15.448 17.219 Exigível a longo prazo 8.465 6.906 Outras obrigações 195 1.775 Fiscais e previdenciárias 195 1.775 70.136 83.981 Patrimônio líquido Capital 69.381 83.353 De domiciliados no País 69.381 83.353 Reservas de lucros 257 51 257 51 498 577 498 577 7.053 7.230 2.323 1.965 3.703 3.298 (1.380) (1.333) 1.438 1.770 4.737 4.622 (3.299) (2.852) 3.292 3.495 3.292 3.495 144.952 117.289 Total do passivo As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
2012 66.017 66.017 33.203 21.023 11.791 327 327 327 78.608
2011 39.693 39.693 14.294 20.481 4.918 – – – 77.596
46.536 32.072
46.536 31.060
144.952
117.289
DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 E SEMESTRE FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de Reais, exceto o lucro líquido do período por lote de mil quotas) 2º Semestre Exercícios 2012 2012 2011 3.813 8.070 8.515 Receitas da intermediação financeira Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 3.813 8.070 8.515 3.813 8.070 8.515 Resultado bruto da intermediação financeira 29.317 56.881 55.099 Outras receitas / (despesas) operacionais Receitas de prestação de serviços 66.651 137.414 128.506 Despesas de pessoal (22.218) (47.191) (43.396) Outras despesas administrativas (9.831) (22.024) (20.651) Despesas tributárias (4.899) (10.482) (11.031) Outras receitas operacionais – 8 2.600 Outras despesas operacionais (386) (844) (929) 33.130 64.951 63.614 Resultado operacional (1.150) (1.631) 454 Resultado não operacional Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações 31.980 63.320 64.068 (9.212) (18.042) (17.779) Imposto de Renda e Contribuição Social Provisão para Imposto de Renda (6.047) (12.048) (11.087) Provisão para Contribuição Social (3.954) (7.146) (6.648) Ativo fiscal diferido 789 1.152 (44) (12.750) (25.030) (19.882) Participações nos lucros e resultados 10.018 20.248 26.407 Lucro líquido do período 2,15 4,35 5,67 Lucro líquido por lote de mil quotas - R$ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 E SEMESTRE FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de Reais)
Saldos em 31 de dezembro de 2010 Aumento de Capital Lucro líquido do período Destinações do lucro líquido: Reserva legal Dividendos Reserva para expansão Saldos em 31 de dezembro de 2011 Lucro líquido do período Destinações do lucro líquido: Reserva legal Dividendos Saldos em 31 de dezembro de 2012 Saldos em 30 de junho de 2012 Lucro líquido do período Destinações do lucro líquido: Reserva legal Dividendos Saldos em 31 de dezembro de 2012
Capital Social Capital Aumento realizado de Capital 19.000 17.536 27.536 (17.536) – –
DEMONSTRAÇÕES DO FLUXO DE CAIXA EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 E SEMESTRE FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Em milhares de Reais)
Reservas de lucros Legal 2.989 – –
Expansão 17.936 (10.000) –
Lucros acumulados – – 26.407
Total 57.461 – 26.407
– – – 46.536 –
– – – – –
1.320 – – 4.309 –
– – 18.815 26.751 –
(1.320) (6.272) (18.815) – 20.248
– (6.272) – 77.596 20.248
– – 46.536 46.536 –
– – – – –
1.012 – 5.321 4.821 –
– – 26.751 26.751 –
(1.012) (19.236) – 9.718 10.018
– (19.236) 78.608 87.826 10.018
– – 500 – – – 46.536 – 5.321 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
– – 26.751
(500) (19.236) –
– (19.236) 78.608
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 1
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Contexto operacional A Votorantim Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. é uma Companhia de Capital fechado que tem como objetivo social, principalmente, intermediar, comprar e vender títulos e valores mobiliários por conta própria ou de terceiros; instituir, organizar e administrar fundos e clubes de investimentos. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos, e certas operações tem a coparticipação ou a intermediação de instituições associadas, integrantes do sistema financeiro. Os benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e administrativa são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos em conjunto ou individualmente. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações e normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN). Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei n° 11.638/07, complementada pela Lei n° 11.941/09, as quais alteraram a Lei das Sociedades por Ações quanto às práticas contábeis adotadas no Brasil. Embora a referida Lei já tenha entrado em vigor, algumas alterações por ela introduzidas dependem de normatização por parte do CMN. As alterações aprovadas pelo CMN foram: • os procedimentos observados no Pronunciamento Conceitual para elaboração e divulgação de relatórios contábil-financeiro aprovado pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, naquilo que não conflitar com as normas emitidas pelo Banco Central do Brasil; • os procedimentos de mensuração do valor recuperável de ativos; • a elaboração do fluxo de caixa em substituição da demonstração das origens e aplicações de recursos; • a divulgação em notas explicativas às demonstrações contábeis de informações sobre partes relacionadas; • pagamento baseado em ações; • definição de critérios para a seleção, alteração e divulgação de políticas contábeis, para as alterações nas estimativas contábeis e para as retificações de erros; • eventos subsequentes; e • os procedimentos de reconhecimento, mensuração e divulgações de provisões, passivos e ativos contingentes. Foi aplicado ainda o seguinte pronunciamento que não é conflitante com as normas do Banco Central do Brasil, conforme determina regulamentação vigente: • Demonstração do valor adicionado. A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 07 de fevereiro de 2013. Gerenciamento de riscos A gestão de riscos tem suas políticas aderentes às melhores práticas de mercado e está em linha com as diretrizes definidas pelo CMN. Sua abrangência é no âmbito das instituições que compõem o Conglomerado Financeiro Votorantim (“Conglomerado”). Foram implementadas políticas, procedimentos e sistemas de gestão capazes de gerir, avaliar e mitigar os riscos inerentes aos seus negócios, proporcionando à Administração uma visão de todos os riscos. Risco de mercado Risco de mercado é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas. A gestão é feita de forma centralizada por uma área que mantém independência em relação à mesa de operações. Os procedimentos básicos adotados para o gerenciamento deste risco são: (a) integridade na precificação de ativos e derivativos; (b) avaliação do risco pela metodologia Value at Risk e pela simulação de cenários; e (c) acompanhamento de resultados diários com testes de aderência da metodologia back-test. O Conglomerado realiza operações que envolvem instrumentos financeiros derivativos, atuando em mercados organizados e de balcão, com o objetivo de possibilitar uma gestão de risco de mercado adequada à sua política. Estes instrumentos são utilizados para hedge de posições, para atender demanda de contrapartes e como meio de reversão de posições em momentos de grandes oscilações. Risco operacional Risco operacional é definido como o risco de perda resultante de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas ou de eventos externos à Instituição - inclui o risco legal, porém exclui o risco estratégico e o risco de imagem. Os princípios básicos observados pela Instituição na gestão e controle do risco operacional estão em conformidade com a regulamentação vigente do Banco Central do Brasil e com as melhores práticas de mercado: • envolvimento da alta Administração na supervisão global da tomada de riscos através dos comitês e comissões estabelecidos; • mapeamento dos processos operacionais e sistêmicos, mapeamento de controles existentes e análise dos riscos inerentes e residuais; • avaliação do impacto financeiro potencial e da possibilidade de ocorrência dos riscos mapeados; • a partir dessa avaliação, define-se a exposição ao risco operacional, de acordo com a matriz de risco padronizada para toda Instituição; • captura de perdas operacionais e manutenção de base de dados estruturada com informações referentes aos eventos; • análise, comunicação e implantação de planos de ação para melhoria de processos e controles para mitigação dos riscos incorridos; e • cálculo de Capital alocado para risco operacional a partir de metodologias estruturadas, baseadas nas melhores práticas de mercado e adequadas em relação às exigências regulatórias. Risco de crédito Risco de crédito consiste na possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, à vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Como parte do processo de gestão do risco de crédito, são realizados acompanhamentos das políticas, normas, processos, limites estabelecidos, além da análise dos riscos e submissão às alçadas e aos comitês aprovadores. A política de crédito é formulada com base em análise de indicadores internos da carteira e dos processos de precificação e avaliação de empresas, e em fatores externos, relacionados à situação financeira das empresas e à conjuntura econômica do País e do exterior. O Conglomerado realiza avaliações de risco de crédito das operações, determinadas através de modelos julgamentais e estatísticos. Ressalta-se que na identificação de deterioração da qualidade da carteira de crédito, são tomadas ações de mitigação de riscos, tais como, reavaliação do perfil de risco dos clientes e análises setoriais que influenciam na gestão de limites até a gestão e controle de garantias. Gestão de ativos e passivos O Comitê Operacional ALM, Riscos e Capital é responsável pela gestão dos riscos estruturais de taxas de juros, taxas de câmbio e de liquidez, bem como a gestão do Capital que busca otimizar a relação risco versus retorno e maior eficiência na composição dos fatores que impactam no Índice de Solvabilidade (Basileia). Em 31 de dezembro de 2012, o Índice de Solvabilidade (Basileia) do Conglomerado Financeiro Votorantim foi de 14,3% (14,1% em 2011). Em atendimento à Circular nº 3.477/09 do Bacen, o Conglomerado Financeiro Votorantim mantém informações adicionais de seu processo de gestão de riscos disponibilizadas no website: www.bancovotorantim.com.br/ri. Principais práticas contábeis a. Apuração do resultado As receitas e despesas são registradas de acordo com o regime de competência e são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia, calculadas com base no método exponencial. b. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades, aplicações em depósitos interfinanceiros e aplicações em operações compromissadas - posição bancada, cujo vencimento das operações, na data da aplicação, seja de até 90 dias. c. Aplicações interfinanceiras de liquidez As aplicações interfinanceiras são registradas pelo valor de aplicação, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço, calculados “pro rata” dia com base na variação do indexador e nas taxas de juros pactuados. d. Despesas antecipadas São contabilizadas as aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros. As despesas antecipadas são registradas ao custo e amortizadas à medida que forem sendo realizadas. e. Estimativas contábeis A elaboração das demonstrações contábeis requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem avaliação de ativos e passivos financeiros e instrumentos financeiros derivativos pelo seu valor justo, análise de risco de crédito para determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa, assim como da análise sobre passivos contingentes. A Administração revisa as estimativas e premissas regularmente. Os principais valores reconhecidos nas demonstrações contábeis por meio das estimativas estão incluídos na seguinte nota explicativa nº 29 - Ativos e passivos contingentes e obrigações legais.
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f. Ativo permanente i. Os investimentos são demonstrados pelo seu custo de aquisição e deduzidos de provisão para perda, quando aplicável; ii. O imobilizado é demonstrado pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação. A depreciação é calculada pelo método linear, com base nas seguintes taxas anuais, de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: • instalações, móveis e equipamentos de uso - 10%; • sistema de comunicação, segurança e transporte - 10%; e • sistemas de processamento de dados - 20%. iii. O ativo intangível inclui os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da Companhia ou exercidos com essa finalidade. A amortização é calculada pelo método linear, com base no prazo que o benefício é gerado. Os ativos não financeiros estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. g. Tributos O Imposto de Renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido do adicional de 10% e a Contribuição Social foi apurada com base na alíquota de 15%, ambos, aplicáveis sobre o lucro tributável. A constituição do crédito tributário do Imposto de Renda e da Contribuição Social está fundamentada em estudo técnico comprobatório da capacidade de sua realização preparado pela Administração. O PIS (Programa de Integração Social) foi apurado com base na alíquota de 0,65% e a COFINS (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) foi apurada com base na alíquota de 4%, ambos aplicáveis sobre as receitas auferidas pela Companhia, reduzida das exclusões e deduções permitidas pela legislação em vigor. O ISS (Imposto Sobre Serviços) foi apurado considerando alíquota de 2% até 5% (alíquota varia de acordo com cada Município) sobre as receitas de serviços prestados pela Companhia. h. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos contingentes, contingências passivas e obrigações legais são efetuados de acordo com os seguintes critérios: i. Ativos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis somente quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo; ii. Passivos contingentes - São reconhecidos nas demonstrações contábeis quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como remotos não requerem provisão e divulgação; e iii. Obrigações legais - São processos judiciais relacionados a obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da probabilidade de sucesso dos processos judiciais em andamento, tem os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. i. Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). Composição de caixa e equivalentes de caixa 31/12/2012 31/12/2011 Disponibilidades 457 178 Total 457 178
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Disponibilidades
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Depósitos bancários Total Aplicações interfinanceiras de liquidez
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11
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13
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31/12/2012 457 457
31/12/2011 178 178
31/12/2012 31/12/2011 Aplicações em depósitos interfinanceiros 112.579 83.353 Total 112.579 83.353 Outros créditos - Rendas a receber Rendas a receber referem-se, basicamente, aos valores a receber pela cobrança de taxas de administração e de performance dos fundos de investimento administrados, sendo a sua contrapartida registrada na conta de receitas de prestação de serviços. Outros créditos - Diversos 31/12/2012 31/12/2011 Adiantamentos e antecipações salariais 170 101 Adiantamentos a fornecedores 76 42 Crédito tributário de impostos e contribuições 1.195 43 Devedores por depósito em garantia 23 13 Impostos e contribuições a compensar 7.258 6.738 Outros – 20 Total 8.722 6.957 Outros valores e bens - Despesas antecipadas 31/12/2012 31/12/2011 Despesas de manutenção e conservação 498 557 Despesas de processamento de dados 55 61 Despesas de serviços técnicos especializados 140 5 Benefício pós-desligamento – 1.729 Total 693 2.352 Investimentos 31/12/2012 31/12/2011 Outros investimentos Investimentos por incentivos fiscais 3.673 3.268 Provisão para perdas de invest. por incentivos fiscais (1.380) (1.333) Outros 30 30 Total 2.323 1.965 Imobilizado de uso 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Depreciação Saldo Saldo custo acumulada líquido líquido Móveis e equipamentos de uso 1.654 (1.066) 588 779 Sistema de comunicação 814 (368) 446 526 Sistemas de processamento de dados 2.239 (1.854) 385 449 Sistema de segurança 30 (11) 19 16 Total 4.737 (3.299) 1.438 1.770 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Saldo inicial 1.770 1.544 Aquisições 189 720 Alienações (73) (10) Depreciação (448) (484) Saldo final 1.438 1.770 Intangível 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Amortização Saldo Saldo custo acumulada líquido líquido Software 2.243 – 2.243 3.279 Projetos corporativos 1.049 – 1.049 216 Total 3.292 – 3.292 3.495 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Saldo inicial 3.495 – Aquisições 1.824 3.750 Alienações (2.027) (255) Saldo final 3.292 3.495 Outras obrigações - Sociais e estatutárias 31/12/2012 31/12/2011 Dividendos e bonificações a pagar 19.236 6.272 Provisão para participações nos lucros 13.967 8.022 Total 33.203 14.294
2º Semestre Exercícios 2012 2012 2011 Fluxos de caixa provenientes das operações Lucro líquido 10.018 20.248 26.407 Ajustes ao lucro líquido: 557 1.238 421 Depreciações 196 448 484 Provisão para perdas com investimentos 47 47 59 Provisão para passivos contingentes 314 743 (122) Variações patrimoniais Aplicações interfinanceiras de liquidez (29.995) (29.226) (17.298) Outros créditos (832) 6 (866) Outros valores e bens (69) 1.659 (27) Outras obrigações 20.014 6.672 (4.132) Caixa gerado / (utilizado) pelas operações (307) 597 4.505 Fluxos de caixa provenientes das atividades de investimento Alienação de imobilizado de uso 22 73 10 Alienação no intangível 1.105 2.027 – Aquisição de imobilizado de uso (44) (189) (720) Aquisição de investimentos – (405) (439) Aplicações no intangível (869) (1.824) (3.495) Caixa gerado / (utilizado) pelas atividades de investimento 214 (318) (4.644) Variação líquida de caixa e equivalentes de caixa (93) 279 (139) Caixa e equivalentes de caixa no início do período 550 178 317 Caixa e equivalentes de caixa no fim do período 457 457 178 Aumento / (Redução) no caixa e equivalentes de caixa (93) 279 (139) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 2012 Receitas 143.017 Receitas da intermediação financeira 8.070 Receitas de prestação de serviços 137.414 Outras receitas / (despesas) (836) Resultado não operacional (1.631) Insumos adquiridos de terceiros (18.059) Materiais, energia e outros (230) Serviços de terceiros (420) Outros (17.409) Comunicações (77) Manutenção e conservação de bens (131) Processamento de dados (3.695) Promoções e relações públicas (804) Publicações (112) Propaganda e publicidade (110) Serviços do sistema financeiro (1.582) Serviços técnicos especializados (8.941) Transportes (255) Outros (1.702) Valor adicionado bruto 124.958 Despesas de depreciação (448) Valor adicionado líquido produzido pela entidade 124.510 Valor adicionado a distribuir 124.510 Valor adicionado distribuído 124.510 Pessoal 65.648 Salários e honorários 32.338 Participações nos lucros e resultados 25.030 Benefícios e treinamentos 5.907 FGTS 2.373 Impostos, taxas e contribuições 35.097 INSS sobre salários 6.573 Despesas tributárias (exceto IR e CS) 10.482 Imposto de Renda / Contribuição Social 18.042 Remuneração de capitais de terceiros 3.517 Aluguéis 3.517 Remuneração de capitais próprios 20.248 Dividendos 19.236 Lucro retido 1.012 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 15
Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias
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Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar Impostos e contribuições sobre serviços de terceiros Impostos e contribuições sobre salários PIS COFINS ISS Provisão para riscos fiscais Outros impostos e contribuições Total Outras obrigações - Diversas
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31/12/2012 19.192 44 558 117 718 390 327 4 21.350
2011 139.146 8.515 128.506 1.671 454 (16.869) (198) (360) (16.311) (93) (227) (4.027) (969) (75) (53) (1.574) (7.595) (311) (1.387) 122.277 (484) 121.793 121.793 121.793 55.189 28.317 19.882 4.354 2.636 36.899 8.089 11.031 17.779 3.298 3.298 26.407 6.272 20.135
31/12/2011 18.205 58 587 153 939 539 – – 20.481
31/12/2012 31/12/2011 Provisão para despesas de pessoal 10.057 4.018 Provisão para despesas administrativas 282 307 Provisão para passivos contingentes 511 95 Outras 941 498 Total 11.791 4.918 Patrimônio líquido a. Capital Social O Capital Social, é representado por 4.653.570.201 quotas. b. Dividendos Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo obrigatório, correspondente a 25% do lucro de cada período, deduzido da Reserva legal. A Administração propõe a distribuição sobre o lucro do período no montante de R$ 4.809 (R$ 6.272 em 2011), e dividendos adicionais no montante de R$ 14.427. 31/12/2012 Lucro líquido 20.248 Reserva legal (1.012) Base de cálculo 19.236 Dividendos 4.809 Valor proposto 4.809 % sobre a base de cálculo 25% c. Reserva de lucros Reserva legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do Capital Social. A Reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante das Reservas de Capital exceder 30% do Capital Social. A Reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de Capital ou para compensar prejuízos. Reserva para expansão Para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária e regras do BACEN, no encerramento do período, a Administração propõe que a parcela do lucro não distribuído, caso exista, seja destinado para “Reserva para expansão”. O saldo de reserva está à disposição dos sócios para deliberação futura em Reunião de Quotistas. Balanço patrimonial por faixas de vencimento A demonstração do “Balanço patrimonial por faixas de vencimento” de 31 de dezembro de 2012 foi elaborada considerando o prazo de vencimento dos ativos e passivos, independente da categoria em que estão classificados. Dos ativos e passivos de prazo indeterminado, classificam-se as operações ativas no realizável a longo prazo e as operações passivas no passivo circulante. O ativo permanente e o patrimônio líquido estão apresentados como “acima de 5 anos”. a. Ativo Até De 91 a De 1 a De 3 a Acima de 90 dias 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Total Disponibilidades 457 – – – – 457 Aplicações interf. de liquidez – 43.198 69.381 – – 112.579 Aplicações em dep. interfinanceiros – 43.198 69.381 – – 112.579 Outros créditos 22.975 938 257 – – 24.170 Rendas a receber 15.448 – – – – 15.448 Diversos 7.527 938 257 – – 8.722 Outros valores e bens 188 7 498 – – 693 Permanente – – – – 7.053 7.053 Total 23.620 44.143 70.136 – 7.053 144.952 b. Passivo
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Até De 91 a De 1 a De 3 a Acima de 90 dias 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Total Outras obrigações 66.014 – 327 – – 66.341 Sociais e estatutárias 33.203 – – – – 33.203 Fiscais e previdenciárias 21.023 – 327 – – 21.350 Diversas 11.788 – – – – 11.788 Patrimônio líquido – – – – 78.611 78.611 Total 66.014 – 327 – 78.611 144.952 Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Aplicações em depósitos interfinanceiros 8.069 8.515 Títulos de renda fixa 1 – Total 8.070 8.515
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
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VOTORANTIM ASSET MANAGEMENT DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. CNPJ/MF nº 03.384.738/0001-98 Avenida das Nações Unidas, 14.171, Torre A - 7º andar, Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo-SP
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 20
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Receitas de prestação de serviços Administração de fundos de investimento Comissões sobre colocação de títulos Total Despesas de pessoal
22
Honorários Benefícios Encargos sociais Proventos Treinamento Total Outras despesas administrativas
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Água, energia e gás Aluguéis Comunicações Manutenção e conservação de bens Material Processamento de dados Promoções e relações públicas Propaganda e publicidade Publicações Seguros Serviços do sistema financeiro Serviços de terceiros Vigilância e segurança Serviços técnicos especializados Transportes Viagens Emolumentos judiciais e cartorários Depreciação Outras Total Despesas tributárias
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ISS PIS COFINS Tributos federais Tributos estaduais Tributos municipais Outras Total Outras receitas operacionais
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Recuperação de encargos e despesas Reversão de provisão de passivos contigentes Variação monetária ativa Outras Total Outras despesas operacionais Provisão para passivos contingentes Outras Total
26 01/01 a 31/12/2012 137.233 181 137.414
01/01 a 31/12/2011 123.173 5.333 128.506
01/01 a 31/12/2012 (1.746) (5.866) (8.946) (30.592) (41) (47.191)
01/01 a 31/12/2011 (1.585) (4.093) (10.725) (26.732) (261) (43.396)
01/01 a 31/12/2012 (221) (3.517) (77) (131) (9) (3.695) (804) (110) (112) (3) (1.582) (420) (97) (8.941) (255) (637) (264) (448) (701) (22.024)
01/01 a 31/12/2011 (161) (3.298) (93) (227) (37) (4.027) (969) (53) (75) (12) (1.574) (360) (120) (7.595) (311) (572) (168) (484) (515) (20.651)
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Alienação de investimentos Investimentos por incentivos fiscais Provisão para perdas de invest. por incentivos fiscais Alienação de valores e bens Total Imposto de Renda e Contribuição Social a. Encargos devidos sobre as operações
01/01 a 31/12/2011 699 792 82 1.027 2.600
01/01 a 01/01 a 28 31/12/2012 31/12/2011 (743) (670) (101) (259) (844) (929)
Ativo / (Passivo) Disponibilidades Banco Votorantim S.A. Aplicações interfinanceiras de liquidez Banco Votorantim S.A. Outros valores a receber / (pagar) BV Participações S.A. e controladas
01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 – 49 405 438 (47) (59) (1.989) 26 (1.631) 454 01/01 a 31/12/2012
01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 (3.156) (3.328) (946) (895) (5.819) (5.509) (100) (804) (1) (1) (217) (146) (243) (348) (10.482) (11.031) 01/01 a 31/12/2012 – – 2 6 8
31/12/2012
Resultado não operacional
01/01 a 31/12/2011
Lucro antes do Imposto de Renda, da Contribuição Social e das participações 63.320 64.068 Encargos à alíquota nominal vigente (25.328) (25.627) Exclusões / (Adições) 6.134 7.892 Participações no lucro 10.012 7.953 Provisão para contingências (166) 49 Provisão para gratificação (986) (5) Adições e exclusões permanentes e incentivos fiscais (2.726) (105) Imposto de Renda e Contribuição Social corrente (19.194) (17.735) Imposto de Renda e Contribuição Social total (19.194) (17.735) b. Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos com efeito sobre o resultado no período 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Crédito tributário Adições / (Exclusões) Provisão para contingências 166 (49) Provisão para gratificação 986 5 29 Total 1.152 (44) c. Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos com efeito sobre contas patrimoniais no período 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Ativo (Outros créditos - Diversos) Saldo inicial 43 87 Provisão para contingências 166 (49) Provisão para gratificação 986 5 Saldo final 1.195 43 d. Composição do crédito tributário 31/12/2012 31/12/2011 Provisão para contingências 209 38 Provisão para gratificação 986 5 Total 1.195 43 e. Expectativa de realização do crédito tributário Valor nominal Valor presente Em 2013 971 906 Em 2014 68 59 Em 2015 68 54 Em 2016 34 25 Em 2017 54 22 Total 1.195 1.066 No exercício findo em 31 de dezembro de 2012 observou-se a realização de créditos tributários no montante de R$ 4 correspondente a 100% da respectiva projeção da utilização que constava no estudo técnico. Não existem créditos tributários não ativados. Partes relacionadas a. Sumário das transações com partes relacionadas As operações com partes relacionadas compreendem as empresas que compõem o Conglomerado Financeiro Banco do Brasil, e o Conglomerado Industrial Votorantim, sendo as principais Votorantim Finanças S.A. e Votorantim Industrial S.A.
31/12/2011
120
171
112.579
83.353
– 01/01 a 31/12/2012
(460) 01/01 a 31/12/2011
Receitas / (Despesas) Receitas / (Despesas) de operações com títulos e valores mobiliários Banco Votorantim S.A. 8.070 8.515 Outras despesas administrativas BV Participações S.A. e controladas (7.541) (5.866) b. Remuneração de pessoal-chave da Administração Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia despendeu o montante de R$ 6.543 como remuneração às pessoas-chave da Administração. 01/01 a 31/12/2012 Honorários (1.746) Gratificações (3.268) Encargos sociais (1.529) Total (6.543) c. Benefícios a empregados Não existem benefícios pós-emprego, tais como pensões, outros benefícios de aposentadoria, seguro de vida e assistência médica pós-emprego, outros benefícios de longo prazo a empregados, incluindo licença por anos de serviço ou outras licenças, jubileu ou outros benefícios por anos de serviço, remuneração baseada em ações e benefícios de rescisão de contrato de trabalho com exceção dos previstos em acordo coletivo da categoria. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais a. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável 31/12/2012 31/12/2011 Contingências trabalhistas (a) 511 95 Contingências fiscais (b) 327 – Total 838 95 (a) Referem-se a processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros, sendo apresentado na rubrica Outras obrigações – Diversas. (b) Referem-se a processos administrativos de destinação de IRPJ para o incentivo fiscal FINOR. b. Movimentação dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável Demandas trabalhistas Demandas fiscais 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Saldo inicial 95 217 – – Constituições 416 670 327 – Reversões – (792) – – Saldo final 511 95 327 – c. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco possível 31/12/2012 31/12/2011 Contingências fiscais (a) 3.972 4.148 Contingências trabalhistas (b) 214 659 Total 4.186 4.807 (a) O principal processo contingente avaliado como risco de perda possível está relacionado à IRPJ/CS sobre JCP R$ 3.972. (b) Referem-se a vários pedidos reclamados, como indenizações, horas extras, adicional de função e representação e outros. d. Depósitos judiciais apresentados em Outros créditos - Diversos 31/12/2012 31/12/2011 Contingências trabalhistas 23 13 Total 23 13 e. Ativos contingentes Não existe ativo contingente contabilizado.
Marcelo Rosas Betine Contador - 1PR044644/”O” - 6 ”S” SP
A DIRETORIA
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores e aos Quotistas da Votorantim Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Votorantim Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“Instituição”) que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada
com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Votorantim Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
e
Outros assuntos - Demonstração do valor adicionado Examinamos também a demonstração do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da administração da Instituição, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, cuja apresentação está sendo efetuada de forma espontânea pela Instituição. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.
São Paulo, 07 de fevereiro de 2013
KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0
CANAL RURAL A J&F Investimentos, controladora do frigorífico JBS, fechou a compra do canal de televisão Canal Rural.
conomia
ESTADOS UNIDOS Ata do Fed fala em fim das compras de ativos e derruba as bolsas.
PIB deve vir melhor do que o esperado O crescimento do País em 2012 pode ser de 1,35%, segundo o IBC-BR de dezembro divulgado ontem. Índice está acima das previsões do mercado,
A
atividade econômica do Brasil registrou em dezembro a terceira alta mensal seguida, mas perdeu força em relação ao nível apurado em novembro. O IBC-BR – indicador do Banco Central que serve como prévia para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do País – avançou 0,26% em dezembro na comparação com novembro, na série livre de efeitos sazonais. No ano, o crescimento deve ficar em 1,35%, de acordo com dados livres de ajustes sazonais divulgados pelo BC. Sem os ajustes, a alta estimada é de 1,64%. O resultado do indicador sugere um cenário para o ano levemente melhor do que o esperado pelo mercado, que prevê um avanço próximo a 1%. Trata-se, contudo, de um desempenho bem inferior aos anos anteriores e melhor apenas do que 2009, quando a economia vivia os reflexos da crise econômica mundial. Retração da indústria, alto endividamento das famílias e problemas na balança comercial estão entre os fatores apontados pelo baixo crescimento no ano passado.
A sensação de piora da economia ficou para trás. Já deixamos o fundo do poço. Estamos voltando a crescer de modo lento e gradual. THAÍS ZARA, ECONOMISTA.
Marcelo Justo/Folhapress
Importados – Em 2012, o setor produtivo viveu seu pior ano desde a crise de 2009, com queda de 2,7%. O desempenho se deve em boa parte à concorrência dos importados no mercado interno e a maior dificuldades para exportar à Argentina e a mercados em crise. Pelo lado do consumo, os dados do varejo divulgados nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) frustraram as expectativas dos economistas para o final de ano. Com retração de 0,5% em dezembro, o comércio fechou 2012 com avanço de 8,4% puxado sobretudo pelo baixo desemprego e o avanço da renda. Os dados de comércio exterior reforçam o cenário de desaceleração. Diante de uma queda de 5,3% nas exportações, o Brasil teve em 2012 o pior superavit na balança comercial desde 2012. Retomada – A perspectiva para este ano é de recuperação da economia, com projeção de retomada de investimentos, da produção industrial e bons resultados nas áreas de agronegócio e serviços. Embora as expectativas ainda estejam em ajuste devido a incertezas quanto à intensidade da recuperação, as projeções sugerem crescimento acima de 3%. O índice do BC é um indicador de abrangência nacional que busca refletir mensalmente, de modo sintético, a atividade econômica em determinado período. Já o PIB, calculado e divulgado pelo IBGE, não mede simplesmente a produção da economia, mas sim o valor adicionado pelos setores. Avaliação – A economista-chefe da Rosenberg & Associados, Thaís Zara, disse que o Índice
Locomotivas a todo vapor: novas máquinas da MRS Logística chegam ao distrito de Paranapiacaba. Governo aposta no setor. IBC-Br divulgado ontem mostra que "a sensação de piora da economia ficou para trás". "Já deixamos o fundo do poço. Estamos voltando a crescer de modo lento e gradual", afirmou. Ela prevê alta de 2,5% para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2013. A economista não alterou sua previsão para o PIB do quarto trimestre de 2012 (0,8%) e de todo o ano passado (0,9%). Thaís disse que o IBC-Br veio "razoavelmente" dentro do esperado. Ela comentou que, em dezembro, houve uma certa desaceleração. "O comércio varejista teve a primeira queda de-
pois de seis meses de alta consecutiva", afirmou, classificando o recuo como natural. "Depois de muitos meses de alta, é natural um mês de fôlego. O setor deve continuar crescendo no começo de 2013." A economista prevê que a indústria volte a registrar avanços e projeta alta de 2,7% para o setor. Locomotivas – O presidente da Empresa de Planejamento Logístico (EPL), Bernardo Figueiredo, disse ontem que o custo do transporte ferroviário será reduzido em 30% no País após a conclusão de todo o programa de investimento lançado pelo governo no
ano passado. Num plano inédito, o governo anunciou a construção e a concessão de 10 mil km de ferrovias no País. O presidente da EPL esteve em solenidade de recebimento das novas locomotivas da MRS Logística no distrito de Paranapiacaba, município de Santo André (SP). O governo decidiu mudar o modelo de exploração ferroviária. A partir das novas licitações, que devem começar até meados deste ano, o leilão será feito para construção da via. Após construída, a estrutura será disponibilizada ao mercado para operadores independentes. (Agências)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
VOTORANTIM CORRETORA DE SEGUROS S.A. CNPJ/MF nº 09.023.931/0001-80 Alameda Rio Negro, 161 - 12º andar, sala B - Condomínio West Point, Alphaville Industrial - Cep: 06454-000 - Barueri - SP
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 2012 Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, apresentamos as demonstrações financeiras da Votorantim Corretora de Seguros S.A. (“Votorantim Corretora de Seguros”), relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011, acompanhadas das notas explicativas e do relatório dos auditores independentes. A Votorantim Corretora de Seguros é uma companhia de capital fechado que opera na forma de corretora de seguros, principalmente na realização de corretagem, intermediação, administração, consultoria e angariação
na área de seguros e na área de serviços de assistência caracterizados como serviços complementares às atividades de seguros. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos. No encerramento de 2012, a Votorantim Corretora de Seguros registrou resultado positivo de R$ 70,5 milhões (R$ 76,8 milhões em 2011) e patrimônio líquido de R$ 62,2 milhões (R$ 109,6 milhões em 2011). Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo obrigatório, correspondente a 25% do lucro de cada período,
deduzido da reserva legal. Por ocasião do encerramento do exercício de 2012, a Administração propõe a distribuição sobre o lucro do período no montante de R$ 16,7 milhões e dividendos adicionais de R$ 50,2 milhões. A administração da Votorantim Corretora de Seguros agradece aos acionistas, clientes e parceiros pela confiança depositada e aos colaboradores pelo contínuo empenho e dedicação. São Paulo, 07 de fevereiro de 2013 A Diretoria
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Ativos financeiros Ativos tributários correntes Outros ativos
Total do ativo
2012 216.312 120 189.730 15.752 10.710
2011 171.916 61 147.438 14.426 9.991
2012 154.144 36.094 117.950 100 62.168 54.802 7.366 216.312
Passivo Circulante Passivos tributários correntes Dividendos a pagar Outros passivos Patrimônio líquido Capital social Reservas de lucros 216.312 171.916 Total do passivo As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
2011 62.311 40.043 22.013 255 109.605 54.802 54.803 171.916
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais)
Saldos em 31 de dezembro de 2010 Aumento de capital Lucro líquido Destinações do lucro líquido: Reserva legal Dividendos Reserva para expansão Saldos em 31 de dezembro de 2011 Dividendos de exercícios anteriores Lucro líquido Destinações do lucro líquido: Reserva legal Dividendos Saldos em 31 de dezembro de 2012
Capital social 40.317 14.485 – – – – 54.802 – –
Reservas de lucros Legal Expansão 2.808 11.677 (2.808) (11.677) – –
Lucros acumulados – – 76.816
3.841 – – 3.841 – –
– – 50.962 50.962 (50.962) –
(3.841) (22.013) (50.962) – – 70.513
– 3.525 – – 54.802 7.366 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
– – –
(3.525) (66.988) –
Total 54.802 – 76.816
DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais, exceto o lucro líquido do período por ações) 2012 Receitas de serviços e comissões 103.571 Impostos sobre serviços (1.682) 101.889 Receita líquida de impostos Receitas / (Despesas) financeiras 12.479 114.368 Lucro bruto Despesas de pessoal (663) Outras despesas administrativas (1.739) Despesas tributárias (5.360) Outras receitas operacionais 28 Outras despesas operacionais (2) 106.632 Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações (35.362) Impostos e contribuições Impostos e contribuições sobre as rendas correntes (35.362) (757) Participações nos lucros e resultados 70.513 Lucro líquido do exercício 352,57 Lucro líquido por ações - R$ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
– DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS ABRANGENTES (22.013) EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 – (Em milhares de Reais) 109.605 (50.962) 2012 70.513 Lucro líquido do exercício 70.513 70.513 Resultado abrangente total – Atribuível aos (66.988) Acionistas controladores 70.513 62.168 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 1
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Contexto operacional A Votorantim Corretora de Seguros S.A. é uma Companhia de Capital fechado que, opera na forma de corretora de seguros, principalmente, na realização de corretagem, intermediação, administração, consultoria e angariação na área de seguros e na área de serviços de assistência caracterizados como serviços complementares às atividades de seguros. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos. Os benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e administrativa são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos em conjunto ou individualmente. Apresentação das demonstrações financeiras As demonstrações financeiras foram elaboradas conforme as disposições previstas na legislação societária vigente, tendo a sua base de preparação as práticas contábeis adotadas no Brasil. Essas demonstrações financeiras são apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Companhia. Foram efetuadas reclassificações nos saldos de 31 de dezembro de 2011 da demonstração de resultado, visando permitir a comparabilidade das demonstrações contábeis, em decorrência da alteração da política interna de aglutinação de contas de receitas e despesas, tendo como objetivo principal proporcionar aos usuários das demonstrações o melhor entendimento do resultado da Companhia. Divulgação anterior Reclassificação Saldo reclassificado Despesas de pessoal (1.611) 15 (1.596) Outras receitas operacionais 187 (15) 172 A emissão das demonstrações financeiras foi autorizada pela Diretoria em 07 de fevereiro de 2013. Base de preparação das demonstrações financeiras Estimativas contábeis e julgamento A elaboração das demonstrações financeiras requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Administração revisa as estimativas e premissas regularmente. Principais práticas contábeis a. Apuração do resultado As receitas de comissões de corretagem de seguros são reconhecidas quando é provável que os benefícios econômicos futuros fluirão para a entidade. As receitas compreendem as contraprestações recebidas ou a receber pela prestação do serviço. As receitas e despesas financeiras são registradas de acordo com o regime de competência e são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia, calculadas com base no método exponencial. b. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por caixa e depósitos bancários. c. Ativos financeiros Os ativos financeiros são registrados pelo valor efetivamente pago e classificados em função da intenção da Administração em três categorias distintas: i. Ativos financeiros mantidos para negociação - Ativos adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São ajustados pelo seu valor justo em contrapartida ao resultado do período; ii. Ativos financeiros disponíveis para venda - Ativos que não se enquadrem para negociação nem como mantidos até o vencimento. São ajustados pelo seu valor justo em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários; e iii. Ativos financeiros mantidos até o vencimento - Ativos adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Nesta categoria, os títulos não são ajustados ao seu valor justo. A metodologia de avaliação ao valor justo foi estabelecida com observância de critérios consistentes e verificáveis, que levam em consideração o preço médio de negociação no dia da apuração ou na falta desse, o valor de ajuste diário das operações de mercado futuro divulgados por fontes externas ou o valor líquido provável de realização obtido com a utilização de curvas de valores futuros de taxas de juros, taxas de câmbio, índices de preços e moedas, além de eventuais ajustes nos preços de títulos de baixa liquidez. Os rendimentos auferidos com os ativos financeiros, independentemente da categoria em que estão classificados, são calculados “pro rata” dia, com base na variação do indexador e na taxa efetiva de juros, pelo método exponencial ou linear, até a data do vencimento ou da venda definitiva do título, sendo reconhecidos diretamente no resultado do período. d. Passivos tributários O Imposto de Renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido de adicional de 10% e a Contribuição Social foi apurada com base na alíquota de 9%, ambas, aplicáveis ao lucro tributável. A constituição do crédito tributário do Imposto de Renda e da Contribuição Social está fundamentado em estudo técnico comprobatório da capacidade de sua realização preparado pela Administração. O PIS (Programa Integração Social) foi apurado com base nas alíquotas de 0,65% (regime cumulativo) e 1,65% (regime não-cumulativo), ambos aplicáveis sobre as receitas auferidas pela Companhia, reduzida das exclusões e deduções permitidas pela legislação em vigor. A COFINS (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) foi apurada com base na alíquota de 4% (regime cumulativo) e 7,6% (regime cumulativo e não-cumulativo), ambos aplicáveis sobre as receitas auferidas pela Companhia, reduzida das exclusões e deduções permitidas pela legislação em vigor. O ISS (Imposto Sobre Serviços) foi apurado considerando alíquota de 2% até 5% (alíquota varia de acordo com cada Município) sobre as receitas de serviços prestados pela Companhia. e. Outros ativos e outros passivos Outros ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Outros passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). Composição de caixa e equivalentes de caixa 31/12/2012 31/12/2011 Disponibilidades 120 61 Depósitos bancários 120 61 Total
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Ativos financeiros Composição por categoria 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Ganho / Valor de Ganho / Mantidos para Valor de mercado (Perda) não Valor de mercado (Perda) não negociação custo (contábil) custo (contábil) realizado realizado No País 189.730 189.730 – 147.438 147.438 – Certif. de Dep. Bancário 189.730 189.730 – 147.438 147.438 – 17 Total Os ativos financeiros classificados na categoria “mantidos para negociação” são apresentados no balanço como ativo circulante, independente dos prazos de vencimento dos respectivos títulos.
7
Ativos tributários correntes
8
Imposto de renda a compensar Outros Total Outros ativos
9
Comissão de corretagem de seguros Outros Total Passivos tributários correntes Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar PIS COFINS ISS Outros impostos e contribuições Total
31/12/2012 15.598 154 15.752
31/12/2011 14.122 304 14.426
31/12/2012 10.706 4 10.710
31/12/2011 9.987 4 9.991
31/12/2012 35.362 76 467 183 6 36.094
31/12/2011 38.789 126 778 336 14 40.043
18
19
2011 76.816 76.816 76.816
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais)
Outros passivos 31/12/2012 31/12/2011 Provisão para participação nos lucros 12 – Provisão para despesas de pessoal 46 74 Provisão para despesas administrativas 2 180 40 1 Outros 100 255 Total Patrimônio líquido a. Capital Social O Capital Social é representado por 200.000 ações, subscritas e inteiramente integralizadas, ordinárias nominativas sem valor nominal. b. Reservas de lucros Reserva legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do Capital Social. A Reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante das Reservas de Capital exceder 30% do Capital Social. A Reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de Capital ou para compensar prejuízos. Reserva para expansão No encerramento do exercício, a Administração propõe a destinação do lucro não distribuído para “Reserva para expansão”, constituída após as destinações para Reserva legal e pagamentos de dividendos, se houver. O saldo de reserva está à disposição dos acionistas para deliberação futura em Assembleia Geral. c. Dividendos Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo obrigatório, correspondente a 25% do lucro de cada período, deduzido da Reserva legal. A Administração propõe a distribuição sobre o lucro do período no montante de R$ 16.747 (R$ 22.013 em 2011), e dividendos adicionais de R$ 50.241. 31/12/2012 Lucro líquido 70.513 (3.525) Reserva legal 66.988 Base de cálculo 16.747 Dividendo mínimo obrigatório 16.747 Valor proposto 25% % sobre a base de cálculo Balanço patrimonial por faixas de vencimento A demonstração do “Balanço patrimonial por faixas de vencimento” de 31 de dezembro de 2012 foi elaborada considerando o prazo de vencimento dos ativos e passivos, independente da categoria em que estão classificados. Dos ativos e passivos de prazo indeterminado, classificam-se as operações ativas no não circulante e as operações passivas no passivo circulante. O ativo permanente e o patrimônio líquido estão sendo apresentados como “acima de 5 anos”. Na demonstração “Balanço patrimonial”, os ativos financeiros classificados na categoria “mantidos para negociação” são apresentados como Ativo Circulante, independentemente dos prazos de vencimento dos títulos. a. Ativo Sem Até 360 De 1 a De 3 a Acima de Total Vencto. dias 3 anos 5 anos 5 anos Caixa e equivalentes de caixa 120 – – – – 120 Ativos financeiros – 189.730 – – – 189.730 Ativos tributários correntes – 15.752 – – – 15.752 – 10.710 – – – 10.710 Outros ativos 120 216.192 – – – 216.312 Total b. Passivo Sem Até 360 De 1 a De 3 a Acima de Total Vencto. dias 3 anos 5 anos 5 anos Passivos tributários correntes – 36.094 – – – 36.094 Dividendos a pagar – 117.950 – – – 117.950 Outros passivos – 100 – – – 100 – – – – 62.168 62.168 Patrimônio líquido – 154.144 – – 62.168 216.312 Total Receitas de comissões 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 103.571 118.786 Comissão de corretagem de seguros 103.571 118.786 Total Receitas / (Despesas) financeiras 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Receitas com ativos financeiros 12.479 10.075 Títulos de renda fixa 12.479 10.075 Total Despesas de pessoal 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Honorários (126) (197) Benefícios (70) (94) Encargos sociais (166) (391) Proventos (281) (902) (20) (12) Treinamentos (663) (1.596) Total Outras despesas administrativas 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Água, energia e gás (15) (11) Aluguéis (29) (163) Contribuições filantrópicas (923) (841) Manutenção e conservação de bens – (23) Material – (2) Processamento de dados (73) (57) Promoções e relações públicas (101) (594) Propaganda e publicidade (140) (1.142) Publicações (57) – Serviços do sistema financeiro (2) (2) Serviços de terceiros (26) (74) Serviços técnicos especializados (318) (467) Transportes (12) (79) Viagens – (54) (43) (41) Outras (1.739) (3.550) Total Despesas tributárias 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 PIS (673) (772) COFINS (4.143) (4.751) (544) (63) Outras (5.360) (5.586) Total Outras receitas operacionais 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Variação monetária ativa 28 – – 172 Ganho de capital 28 172 Total Imposto de renda e contribuição social a. Impostos e contribuições sobre as rendas correntes 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Lucro antes do imposto de renda, 106.632 116.289 da contribuição social e das participações (36.255) (39.538) Encargos à alíquota nominal vigente 893 696 Adições / (Exclusões) Participações nos lucros 257 214 636 482 Adições permanentes e incentivos fiscais Impostos e contribuições (35.362) (38.842) sobre as rendas correntes
2011 118.786 (2.012) 116.774 10.075 126.849 (1.596) (3.550) (5.586) 172 – 116.289 (38.842) (38.842) (631) 76.816 384,08
2012 Fluxos de caixa provenientes das operações 70.513 Lucro líquido 2 Ajustes ao lucro líquido: 2 Outras despesas administrativas (48.443) Variações patrimoniais Ativos financeiros (42.292) Ativos tributários correntes (1.326) Outros ativos (719) Passivos tributários correntes (3.949) (157) Outros passivos 22.072 Caixa gerado / (utilizado) pelas operações Fluxos de caixa provenientes das atividades de financiamento (22.013) Dividendos pagos (22.013) Caixa gerado / (utilizado) pelas atividades de financiamento 59 Variação líquida de caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 61 120 Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício 59 Aumento / (Redução) no caixa e equivalentes de caixa As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
2011 76.816 – – (68.131) (81.285) (14.209) (9.480) 37.295 (452) 8.685 (8.706) (8.706) (21) 82 61 (21)
DEMONSTRAÇÕES DOS VALORES ADICIONADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 2012 116.076 Receitas Receitas de serviços e comissões 103.571 Receitas / (Despesas) financeiras 12.479 Outras receitas / (despesas) operacionais 26 (1.710) Insumos adquiridos de terceiros Materiais, energia e outros (15) Serviços de terceiros (26) (1.669) Outras Manutenção e conservação de bens – Processamento de dados (73) Promoções e relações públicas (101) Publicações (57) Propaganda e publicidade (140) Serviços do sistema financeiro (2) Serviços técnicos especializados (318) Transportes (12) Outras (966) 114.366 Valor adicionado bruto 114.366 Valor adicionado líquido 114.366 Valor adicionado a distribuir 114.366 Valor adicionado distribuído 1.323 Pessoal Salários e honorários 407 Participações nos lucros e resultados 757 Benefícios e treinamentos 90 FGTS 69 42.501 Impostos, Taxas e Contribuições INSS sobre salários 97 Impostos sobre serviços 1.682 Despesas tributárias (exceto IR e CS) 5.360 Imposto de renda / Contribuição social 35.362 29 Remuneração de Capitais de Terceiros Aluguéis 29 70.513 Remuneração de Capitais Próprios Dividendos 66.988 Lucro retido 3.525 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 20
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2011 129.033 118.786 10.075 172 (3.387) (13) (74) (3.300) (23) (57) (594) – (1.142) (2) (467) (79) (936) 125.646 125.646 125.646 125.646 1.931 1.099 631 106 95 46.736 296 2.012 5.586 38.842 163 163 76.816 22.013 54.803
Instrumentos financeiros Os valores justos dos ativos e passivos financeiros, juntamente com os valores contábeis apresentados no Balanço Patrimonial, são os seguintes: 31/12/2012 31/12/2011 Ganho / Ganho / (Perda) (Perda) não Valor de Valor de não Valor de Valor de custo mercado realizado custo mercado realizado Ativos Caixa e equivalentes de caixa 120 120 – 61 61 – Ativos financeiros 189.730 189.730 – 147.438 147.438 – Outros ativos 10.710 10.710 – 9.991 9.991 – Passivos Outros passivos 100 100 – 255 255 – Partes relacionadas a. Sumário das transações com partes relacionadas As operações com partes relacionadas compreendem as empresas que compõem o Conglomerado Financeiro Banco do Brasil e o Conglomerado Industrial Votorantim, sendo as principais Votorantim Finanças S.A. e Votorantim Industrial S.A. 31/12/2012 31/12/2011 Ativo / (Passivo) Caixa e equivalentes de caixa Banco do Brasil S.A. e controladas 72 8 Banco Votorantim S.A. 23 36 Ativos financeiros Banco Votorantim S.A. 189.730 147.438 Dividendos a pagar BV Participações S.A. e controladas – (22.013) Banco Votorantim S.A. (66.988) – 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Receitas / (Despesas) Receitas / (Despesas) financeiras Banco Votorantim S.A. 12.479 10.075 b. Remuneração de pessoal-chave da Administração Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia despendeu o montante de R$ 164 como remuneração às pessoas-chave da Administração. 01/01 a 31/12/2012 Honorários (126) Encargos sociais (38) (164) Total Outras informações a. Benefícios a empregados Não existe benefícios pós-emprego, tais como pensões, outros benefícios de aposentadoria, seguro de vida e assistência médica pós-emprego, outros benefícios de longo prazo a empregados e administradores, incluindo licença por anos de serviço ou outras licenças, jubileu ou outros benefícios por anos de serviço, remuneração baseada em ações e benefícios de rescisão de contrato de trabalho com exceção dos previstos em acordo coletivo da categoria. b. Passivos contingentes A Companhia não é parte em processos judiciais, decorrentes do curso normal das operações, envolvendo questões tributárias, cíveis e trabalhistas.
Marcelo Rosas Betine Contador - 1PR044644/“O” - 6 “S” SP
A DIRETORIA
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Diretores e aos Acionistas da Votorantim Corretora de Seguros S.A. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras da Votorantim Corretora de Seguros S.A. (“Companhia”) que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o
objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Votorantim Corretora de Seguros S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.
Outros assuntos - Demonstração do valor adicionado Examinamos, também, a demonstração do valor adicionado da Votorantim Corretora de Seguros S.A., para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, cuja apresentação está sendo efetuada de forma espontânea pela Companhia. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.
São Paulo, 07 de fevereiro de 2013
KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
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BV PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ/MF nº 10.890.415/0001-31 Alameda Tocantins, nº 75, 13º andar, sala 1310, Edifício West Gate, Alphaville Centro Industrial e Empresarial, CEP 06455-020 - Barueri - SP
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 2012 Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, apresentamos as demonstrações financeiras da BV Participações S.A. (“BV Participações”), relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011, acompanhadas das notas explicativas e do relatório dos auditores independentes. A BV Participações é uma companhia de capital fechado que, operando na forma de holding tem por objetivo
social a participação em outras sociedades na qualidade de acionista, quotista ou associada. As operações são A administração da BV Participações agradece aos acionistas, clientes e parceiros pela confiança depositada e conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, aos colaboradores pelo contínuo empenho e dedicação. inclusive em relação ao gerenciamento de riscos. Em 2012, a BV registrou resultado negativo de R$ 76,5 milhões (R$ 89,9 milhões de resultado positivo em São Paulo, 07 de fevereiro de 2013 2011) e patrimônio líquido de R$ 104,4 milhões (R$ 180,8 milhões em 2011). A Diretoria
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Ativos financeiros Ativos tributários correntes Ativos tributários diferidos Dividendos a receber Outros ativos Não Circulante Ativos financeiros com compromisso de revenda Ativos tributários diferidos Outros ativos Investimentos Ativos tangíveis Ativos intangíveis Total do ativo
Individual Consolidado 2012 2011 2012 2011 Passivo 21.943 31.531 185.417 272.760 Circulante 11 70 571 851 Passivos tributários correntes 19.595 6.142 112.695 222.850 Provisões 2.337 254 15.916 27.992 Dividendos a pagar – – 52.143 3.315 Outros passivos – 25.061 – – – 4 4.092 17.752 84.198 178.808 82.095 38.137 – – 55.383 – Patrimônio líquido – – 552 7.367 Capital social – – 6.924 3.861 Reservas de lucros 84.198 178.808 – – – – 16.662 24.096 – – 2.574 2.813 106.141 210.339 267.512 310.897 Total do passivo As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais)
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Capital Reservas de lucros Lucros social Legal Expansão acumulados Total 60.423 3.929 55.989 – 120.341 30.000 – (30.000) – – – – – 89.898 89.898
Saldos em 31 de dezembro de 2010 Aumento de Capital Lucro líquido Destinações do lucro líquido: Reserva legal – 4.495 – (4.495) Dividendos (R$ 0,49 - p/ ação) – – – (29.393) Reserva para expansão – – 56.010 (56.010) Saldos em 31 de dezembro de 2011 90.423 8.424 81.999 – Prejuízo do exercício – – – (76.473) Reversão de reservas – – (76.473) 76.473 Saldos em 31 de dezembro de 2012 90.423 8.424 5.526 – As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
– (29.393) 9 – 180.846 (76.473) – 104.373
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 1
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Contexto operacional A BV Participações S.A. é uma Companhia de Capital fechado que, operando na forma de holding tem por objetivo social a participação em outras sociedades na qualidade de acionista, quotista ou associada. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos. Os benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e administrativa são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos em conjunto ou individualmente. Apresentação das demonstrações financeiras As demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram elaboradas conforme as disposições previstas na legislação societária vigente, tendo a sua base de preparação as práticas contábeis adotadas no Brasil. Essas demonstrações financeiras são apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Companhia. As demonstrações financeiras consolidadas compreendem a BV Participações S.A. e suas controladas, a seguir relacionadas: Percentual de participação 31/12/2012 31/12/2011 Controladas diretas no País CP Promotora de Vendas S.A. 100,00 100,00 BV Sistemas de Tecnologia da Informação S.A. 100,00 100,00 Votorantim Corretora de Seguros S.A. – 100,00 Em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 30 de dezembro de 2011, os acionistas por unanimidade de votos, aprovaram a alienação, pela BV Participações S.A. ao Banco Votorantim S.A., da totalidade das ações de emissão de sua subsidiária integral, Votorantim Corretora de Seguros S.A.. Posição patrimonial das controladas em 31 de dezembro de 2012 CP Promotora BV Sistemas Ativo circulante 137.852 42.919 Ativo não circulante 78.540 25.798 Total do ativo 216.392 68.717 Passivo circulante 137.706 48.502 Patrimônio líquido 78.686 20.215 Total do passivo 216.392 68.717 Foram efetuadas reclassificações nos saldos de 31 de dezembro de 2011 da demonstração de resultado, visando permitir a comparabilidade das demonstrações financeiras, em decorrência da alteração da política interna de aglutinação de contas de receitas e despesas, tendo como objetivo principal proporcionar o melhor entendimento do resultado da Companhia. Na BV Participações (Consolidado) as principais reclassificações estão destacadas abaixo: Consolidado Divulgação anterior Reclassificação Saldo reclassificado Despesas de pessoal (117.272) 17 (117.255) Outras receitas operacionais 874 (17) 857 A emissão das demonstrações financeiras foi autorizada pela Diretoria em 07 de fevereiro de 2013. Base de preparação das demonstrações financeiras Estimativas contábeis e julgamento A elaboração das demonstrações financeiras requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Administração revisa as estimativas e premissas regularmente. Os principais valores reconhecidos nas demonstrações financeiras por meio das estimativas estão incluídos na nota explicativa nº 14 - Provisões. Principais práticas contábeis a. Apuração do resultado As receitas de prestação de serviços são reconhecidas quando é provável que os benefícios econômicos futuros fluirão para a entidade. As receitas compreendem as contraprestações recebidas ou a receber pela prestação do serviço. As receitas e despesas financeiras são registradas de acordo com o regime de competência e são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia, calculadas com base no método exponencial. b. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por caixa e depósitos bancários. c. Ativos financeiros com compromisso de revenda Títulos adquiridos com acordo de revenda em uma data futura específica, o montante pago, incluindo juros apropriados, são registrados no balanço patrimonial como ativos financeiros com acordo de revenda, refletindo assim a substância econômica da transação. A diferença entre o preço de compra e revenda é registrada em “Receitas de juros” e são apropriadas durante o prazo do contrato utilizando as taxas de juros efetivas. d. Ativos financeiros Os ativos financeiros são registrados pelo valor efetivamente pago e classificados em função da intenção da Administração em três categorias distintas: i. Ativos financeiros mantidos para negociação - Ativos adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São ajustados pelo seu valor justo em contrapartida ao resultado do período; ii. Ativos financeiros disponíveis para venda - Ativos que não se enquadrem para negociação nem como mantidos até o vencimento. São ajustados pelo seu valor justo em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários; iii. Ativos financeiros mantidos até o vencimento - Ativos adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Nesta categoria, os títulos não são ajustados ao seu valor justo. A metodologia de avaliação ao valor justo foi estabelecida com observância de critérios consistentes e verificáveis, que levam em consideração o preço médio de negociação no dia da apuração ou na falta desse, o valor de ajuste diário das operações de mercado futuro divulgados por fontes externas ou o valor líquido provável de realização obtido com a utilização de curvas de valores futuros de taxas de juros, taxas de câmbio, índices de preços e moedas, além de eventuais ajustes nos preços de títulos de baixa liquidez. Os rendimentos auferidos com os ativos financeiros, independentemente da categoria em que estão classificados, são calculados “pro rata” dia, com base na variação do indexador e na taxa efetiva de juros, pelo método exponencial ou linear, até a data do vencimento ou da venda definitiva do título, sendo reconhecidos diretamente no resultado do período. e. Investimentos As participações em controladas são avaliadas pelo método da equivalência patrimonial. f. Ativos tangíveis Os ativos tangíveis são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzidos da respectiva conta de depreciação/amortização. A depreciação/amortização é calculada pelo método linear, com base nas seguintes taxas anuais/prazos, de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: • instalações, móveis e equipamentos de uso - 10% • sistema de comunicação, segurança e transporte - 10% • sistemas de processamento de dados - 20% • benfeitorias em propriedades de terceiros - prazo do contrato de aluguel g. Ativos intangíveis Os ativos intangíveis incluem os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da Companhia ou exercidos com essa finalidade. A amortização é calculada pelo método linear, com base nos seguintes prazos: • licenças - prazo do contrato de uso • fundo de comércio - prazo do contrato de aluguel Os ativos estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. h. Ativos e passivos tributários O Imposto de Renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido do adicional de 10% e a Contribuição Social foi apurada com base na alíquota de 9%, ambos, aplicáveis sobre o lucro tributável. A constituição do crédito tributário do Imposto de Renda e da Contribuição Social está fundamentado em estudo técnico comprobatório da capacidade de sua realização preparado pela Administração. O PIS (Programa Integração Social) foi apurado com base nas alíquotas de 0,65% (regime cumulativo) e 1,65% (regime não-cumulativo), ambos aplicáveis sobre as receitas auferidas pela Companhia, reduzida das exclusões e deduções permitidas pela legislação em vigor. A COFINS (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) foi apurada com base na alíquota de 4% (regime cumulativo) e 7,6% (regime cumulativo e não-cumulativo), ambos aplicáveis sobre as receitas auferidas pela Companhia, reduzida das exclusões e deduções permitidas pela legislação em vigor. O ISS (Imposto Sobre Serviços) foi apurado considerando alíquota de 2% até 5% (alíquota varia de acordo com cada Município) sobre as receitas de serviços prestados pela Companhia. i. Provisões Os passivos contingentes são reconhecidos nas demonstrações financeiras quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como remotos não requerem provisão e divulgação. j. Outros ativos e outros passivos Outros ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Outros passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). Composição de caixa e equivalentes de caixa Individual Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Disponibilidades Caixa – – 40 50 Depósitos bancários 11 70 531 801 Total 11 70 571 851 Ativos financeiros com compromisso de revenda Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Valor justo Valor de Valor justo custo (contábil) custo (contábil) Oper. comprom. - Posição bancada 55.383 55.383 – – Debêntures 55.383 55.383 – – Total 55.383 55.383 – – Ativos financeiros Composição por categoria Individual 31/12/2012 31/12/2011 Valor Ganho / Valor Ganho / justo (Perda) não Valor de justo (Perda) não Valor de realizado realizado custo (contábil) custo (contábil) Mantidos para negociação No País Certif. de Dep. Bancário 19.595 19.595 – 6.142 6.142 – Total 19.595 19.595 – 6.142 6.142 – Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 Valor Ganho / Valor Ganho / justo (Perda) não Valor de justo (Perda) não Valor de realizado realizado custo (contábil) custo (contábil) Mantidos para negociação No País Certif. de Dep. Bancário 112.695 112.695 – 222.850 222.850 – Total 112.695 112.695 – 222.850 222.850 –
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Individual Consolidado 2012 2011 2012 2011 1.768 29.493 163.139 130.051 1.767 99 6.776 52.792 – – 129.000 21.672 – 29.393 – 29.393 1 1 27.363 26.194
DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais, exceto o lucro líquido do período por ações)
Individual Consolidado 2012 2011 2012 2011 Receitas de serviços e comissões – – 260.002 438.604 Impostos sobre serviços – – (7.913) (12.301) – – 252.089 426.303 Receita líquida de impostos Receitas / (Despesas) financeiras 5.622 678 11.553 19.022 5.622 678 263.642 445.325 Lucro bruto Despesas de pessoal (64) (60) (77.446) (117.255) Outras despesas administrativas (266) (279) (43.002) (78.794) Depreciação e amortização – – (8.182) (10.634) 104.373 180.846 104.373 180.846 Despesas tributárias – – (17.083) (30.742) 90.423 90.423 90.423 90.423 Resultado de participações em controladas (80.005) 89.649 – – 13.950 90.423 13.950 90.423 Outras receitas operacionais 8 9 720 857 Outras despesas operacionais – – (194.759) (24.731) Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações (74.705) 89.997 (76.110) 184.026 (1.768) (99) 37.942 (44.902) 106.141 210.339 267.512 310.897 Impostos e contribuições Impostos e contribuições sobre as rendas correntes (1.768) (99) (4.071) (48.145) Impostos e contribuições sobre as rendas diferidas – – 42.013 3.243 – – (38.305) (49.226) Os ativos financeiros classificados na categoria “mantidos para negociação” são apresentados no Participações nos lucros e resultados Lucro líquido / (Prejuízo) do exercício (76.473) 89.898 (76.473) 89.898 balanço como ativo circulante, independente dos prazos de vencimento dos respectivos títulos. Lucro líquido / (Prejuízo) por ações - R$ (1,27) 1,49 Ativos tributários correntes As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. Individual Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS ABRANGENTES Imposto de renda a compensar 1.869 222 11.823 20.988 Contribuição social a compensar 468 29 3.147 6.317 EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 PIS a compensar – – 168 122 (Em milhares de Reais) COFINS a compensar – – 778 562 Individual Consolidado Outros – 3 – 3 2012 2011 2012 2011 Total 2.337 254 15.916 27.992 Lucro líquido / (Prejuízo) do exercício (76.473) 89.898 (76.473) 89.898 Ativos tributários diferidos Resultado abrangente total (76.473) 89.898 (76.473) 89.898 a. Composição dos ativos tributários diferidos Atribuível aos Consolidado Acionistas controladores (76.473) 89.898 (76.473) 89.898 31/12/2012 31/12/2011 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. Prejuízo fiscal de IR 5.449 468 Base negativa de CS 1.954 170 DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA Provisão para passivos contingentes 44.636 7.366 EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 Provisão para gratificações 397 2.381 (Em milhares de Reais) Provisão para perdas com serviços prestados 259 297 Total 52.695 10.682 Individual Consolidado b. Movimentação dos ativos tributários diferidos no período 2012 2011 2012 2011 Fluxos de caixa provenientes das operações Consolidado (76.473) 89.898 (76.473) 89.898 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Lucro líquido / (prejuízo) 80.005 (89.649) 115.510 21.957 Saldo inicial 10.682 7.438 Ajustes ao lucro líquido / (prejuízo): Depreciação e amortização – – 8.182 10.634 Prejuízo fiscal de IR 4.981 (2.413) Resultado de participações em controladas 80.005 (89.649) – – Base negativa de CS 1.785 (869) Provisões – – 107.328 11.323 Provisão para passivos contingentes 37.269 3.847 Provisão para gratificações (1.984) 2.381 Variações patrimoniais Ativos financeiros (13.453) (98) 54.772 (63.513) Provisão para perdas com serviços prestados (38) 298 Ativos tributários correntes (2.083) (119) 12.076 (13.661) Saldo final 52.695 10.682 Ativos tributários diferidos – – (42.013) (3.244) c. Expectativa de realização dos ativos tributários diferidos Outros ativos 4 (2) 10.597 (14.618) Consolidado Passivos tributários correntes 1.668 52 (46.016) 35.010 Valor nominal Valor presente Outros passivos – (5) 1.169 (34.803) Em 2013 11.258 10.505 (10.332) 77 29.622 17.026 Em 2017 34.386 27.018 Caixa gerado / (utilizado) pelas operações Acima de 5 anos 7.051 2.653 Fluxos de caixa provenientes das atividades de financiamento (29.393) (13.940) (29.393) (13.940) Dividendos pagos (29.393) (13.940) (29.393) (13.940) Total 52.695 40.176 Caixa gerado / (utilizado) pelas atividades de financiamento (29.393) (13.940) (29.393) (13.940) Outros ativos Fluxos de caixa provenientes das atividades de investimento Consolidado Alienação de ativos tangíveis – – 1.212 70 31/12/2012 31/12/2011 Alienação de ativos intangíveis – – 2.000 – Serviços de publicidade - Não ligadas 1.704 947 Aquisição de ativos tangíveis – – (1.721) (3.420) Provisão para perdas com serviços prestados (762) (689) Aquisição de ativos intangíveis – – (2.000) – Assessoria financeira - Ligadas – 926 Aquisição de investimento (95.000) – – – Comissão de corretagem de seguros 2.921 10.502 Alienação de investimento 109.605 – – – Serviços técnicos especializados - Ligadas – 5.526 Dividendos recebidos 25.061 13.907 – – Adiantamentos e antecipações salariais 173 460 39.666 13.907 (509) (3.350) Adiantamentos a fornecedores 16 13 Caixa gerado / (utilizado) pelas atividades de investimento (59) 44 (280) (264) Devedores por depósitos em garantia 6.924 3.883 Variação líquida de caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 70 26 851 1.115 Outros 40 45 Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício 11 70 571 851 Total 11.016 21.613 Aumento / (Redução) no caixa e equivalentes de caixa (59) 44 (280) (264) Investimentos As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. Saldos em Resultado de Aumento Saldos em 31/12/2011 equivalência de Capital Alienação 31/12/2012 DEMONSTRAÇÕES DOS VALORES ADICIONADOS No País EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 CP Promotora de Vendas S.A. 48.981 (79.998) 95.000 – 63.983 (Em milhares de Reais) BV Sistemas Tecn. Informação S.A. 20.222 (7) – – 20.215 Votorantim Corret. de Seguros S.A. (a) 109.605 – – (109.605) – Individual Consolidado Total 178.808 (80.005) 95.000 (109.605) 84.198 2012 2011 2012 2011 (a) A BV Participações alienou ao Banco Votorantim S.A. a totalidade de 200.000 ações ordinárias da Receitas 5.630 687 77.516 433.769 Votorantim Corretora de Seguros S.A. pelo valor de R$ 109.605. Receitas de serviços e comissões – – 260.002 438.604 O resultado de equivalência patrimonial do ano de 2012 foi ajustado pelo resultado não realizado Receitas / (despesas) financeiras 5.622 678 11.553 19.022 Outras receitas / (despesas) operacionais 8 9 (194.039) (23.857) apurado na alienação de ativo intangível entre as controladas CP Promotora de Vendas S.A. e Insumos adquiridos de terceiros (253) (277) (28.968) (61.385) BV Sistemas Tecn. Inform. S.A.. – – (1.231) (1.728) Resultado de equivalência patrimonial antes do ajuste (65.295) Materiais, energia e outros – – (16) (245) Resultado não realizado (22.277) Serviços de terceiros Outras (253) (277) (27.721) (59.412) Efeitos tributários 7.574 Comunicações – – (3.067) (3.840) Resultado de equivalência patrimonial após ajuste (79.998) Manutenção e conservação de bens – – (3.516) (6.717) Capital Patrimônio Nº de ações / quotas de Processamento de dados – – (5.209) (9.506) social líquido Prejuízo propriedade da BV Particip. Promoções e relações públicas – – (347) (771) No País Publicações (110) (174) (272) (384) CP Promotora de Vendas S.A. 125.492 78.686 (65.295) 7.000.000 Propaganda e publicidade – – (5.409) (7.625) BV Sistemas Tecn. Informação S.A. 13.610 20.215 (7) 500.000 Serviços do sistema financeiro – – (245) (12.031) Ativos tangíveis Serviços técnicos especializados (42) (55) (6.955) (11.144) 31/12/2012 31/12/2011 Transportes – – (134) (357) Valor de Depreciação / Saldo Saldo Outras (101) (48) (2.567) (7.037) custo amortização líquido líquido Consolidado 5.377 410 48.548 372.384 Instalações 17.345 (9.318) 8.027 9.874 Valor adicionado bruto Depreciação e amortização – – (8.182) (10.634) Móveis e equipamentos de uso 9.282 (3.673) 5.609 6.647 5.377 410 40.366 361.750 Sistema de comunicação 734 (373) 361 435 Valor adicionado líquido produzido pela entidade (80.005) 89.649 – – Sistemas de processamento de dados 5.203 (3.897) 1.306 1.741 Valor adicionado recebido em transferência Resultado de participações em controladas (80.005) 89.649 – – Sistemas de segurança 86 (47) 39 50 (74.628) 90.059 40.366 361.750 Bens arrendados 414 (235) 179 262 Valor adicionado a distribuir (74.628) 90.059 40.366 361.750 Benfeitorias em prop. terceiros 25.923 (24.782) 1.141 5.087 Valor adicionado distribuído 53 54 109.423 151.436 Total 58.987 (42.325) 16.662 24.096 Pessoal Salários e honorários 53 54 49.135 71.300 Consolidado Participação nos lucros e resultados – – 38.305 49.226 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Benefícios e treinamentos – – 16.681 25.140 Saldo inicial 24.096 31.062 FGTS – – 5.302 5.770 Aquisições 1.721 3.420 Impostos, Taxas e Contribuições 1.779 105 (6.618) 103.007 Alienações (1.212) (70) INSS sobre salários 11 6 6.328 15.062 Depreciação / amortização (7.943) (10.316) Impostos sobre serviços – – 7.913 12.301 Saldo final 16.662 24.096 Despesas tributárias (exceto IR e CS) – – 17.083 30.742 Ativos intangíveis Imposto de renda / contribuição social 1.768 99 (37.942) 44.902 31/12/2012 31/12/2011 Remuneração de Capitais de Terceiros 13 2 14.034 17.409 Valor de Depreciação / Saldo Saldo Aluguéis 13 2 14.034 17.409 custo amortização líquido líquido Consolidado (76.473) 89.898 (76.473) 89.898 Licenças 663 (571) 92 182 Remuneração de Capitais Próprios Dividendos – 29.393 – 29.393 Fundo de comércio 1.596 (1.114) 482 631 Lucro / (Prejuízo) retido (76.473) 60.505 (76.473) 60.505 Marcas e patentes 2.000 – 2.000 2.000 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. Total 4.259 (1.685) 2.574 2.813 c. Dividendos Consolidado Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo obrigatório, correspondente a 25% do lucro de 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 cada período, deduzido da Reserva legal. Em 2011, a Diretoria propôs a distribuição de 34,4% de Saldo inicial 2.813 3.131 Aquisições 2.000 – dividendos sobre a base de cálculo (dividendos mínimo obrigatório e adicionais). Alienações (2.000) – 31/12/2011 Amortização (239) (318) Lucro líquido 89.898 Saldo final 2.574 2.813 Reserva legal (4.495) Passivos tributários correntes Base de cálculo 85.403 Individual Consolidado Dividendos 29.393 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Valor proposto 29.393 Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar 1.767 99 4.071 48.269 % sobre a base de cálculo 34,4% Impostos e contribuições sobre serviços Montante por ação 0,487 de terceiros – – 351 344 Impostos e contribuições sobre salários – – 850 900 18 Balanço patrimonial por faixas de vencimento A demonstração do “Balanço patrimonial por faixas de vencimento” de 31 de dezembro de 2012 foi PIS – – 128 338 elaborada considerando o prazo de vencimento dos ativos e passivos, independente da categoria em COFINS – – 589 1.755 ISS – – 670 1.027 que estão classificados. Outros impostos e contribuições – – 117 159 Dos ativos e passivos de prazo indeterminado, classificam-se as operações ativas no não circulante e as Total 1.767 99 6.776 52.792 operações passivas no passivo circulante. O ativo permanente e o patrimônio líquido estão sendo Provisões apresentados como “acima de 5 anos”. a. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável Na demonstração “Balanço patrimonial”, os ativos financeiros classificados na categoria “mantidos Consolidado para negociação” são apresentados como Ativo Circulante, independentemente dos prazos de 31/12/2012 31/12/2011 vencimento dos títulos. Contingências fiscais (a) 103 4 Individual Contingências trabalhistas (b) 128.897 21.668 a. Ativo 129.000 21.672 Total Sem Até De 1 a De 3 a Acima de (a) Referem-se, basicamente, a questionamentos referentes a ISS. Vencto. 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Total (b) Processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações Caixa e equivalentes de caixa 11 – – – – 11 envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de Ativos financeiros – 19.595 – – – 19.595 função e representação e outros. Ativos tributários correntes – 2.337 – – – 2.337 b. Movimentação dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável Investimentos – – – – 84.198 84.198 Consolidado Total 11 21.932 – – 84.198 106.141 Demandas fiscais Demandas trabalhistas b. Passivo 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a Sem Até De 1 a De 3 a Acima de 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Vencto. 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Total Saldo inicial 4 – 21.668 10.349 Constituições 94 3 107.229 11.319 Passivos tributários correntes – 1.767 – – – 1.767 Atualizações 5 1 – – Outros passivos – 1 – – – 1 Saldo final 103 4 128.897 21.668 Patrimônio líquido – – – – 104.373 104.373 Total – 1.768 – – 104.373 106.141 c. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco possível 31/12/2012 31/12/2011 Consolidado Contingências cíveis 3 – a. Ativo Contingências trabalhistas (a) 2.359 11.771 Sem Até De 1 a De 3 a Acima de Total 2.362 11.771 Vencto. 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Total (a) Processos movidos por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, Caixa e equivalentes de caixa 571 – – – – 571 horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e Ativos financeiros – 112.695 55.383 – – 168.078 outros. Ativos tributários correntes – 15.916 – – – 15.916 d. Depósitos judiciais Ativos tributários diferidos – 52.143 552 – – 52.695 Consolidado Outros ativos – 4.092 6.924 – – 11.016 31/12/2012 31/12/2011 Ativos tangíveis – – – – 16.662 16.662 Contingências trabalhistas 6.924 3.883 Ativos intangíveis – – – – 2.574 2.574 Total 6.924 3.883 Total 571 184.846 62.859 – 19.236 267.512 Outros passivos b. Passivo Individual Consolidado Sem Até De 1 a De 3 a Acima de Vencto. 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Total 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Passivos tributários correntes – 6.776 – – – 6.776 Provisão para participação nos lucros – – 9.529 8.096 Provisões – 129.000 – – – 129.000 Provisão para despesas de pessoal 1 1 9.224 15.043 Outros passivos – 27.363 – – – 27.363 Provisão para despesas administrativas – – 5.679 2.887 Patrimônio líquido – – – – 104.373 104.373 Outros – – 2.931 168 Total – 163.139 – – 104.373 267.512 Total 1 1 27.363 26.194 Patrimônio líquido 19 Receitas de serviços e comissões a. Capital Social Consolidado O Capital Social é representado por 60.422.788 ações, subscritas e inteiramente integralizadas, 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 sendo 30.211.394 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal e 30.211.394 ações Serviços de publicidade Ligadas – 4.941 preferenciais nominativas e sem valor nominal. Serviços de publicidade - Não ligadas 13.352 14.317 Conforme Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 30 de dezembro de 2011, foi deliberado e Serviços de correspondente - Ligadas 43.116 97.094 aprovado o aumento de Capital Social no montante de R$ 30.000, mediante aproveitamento de Comissão de corretagem de seguros 7.145 126.869 parte da “Reserva para expansão” sem emissão de novas ações. Serviços técnicos espec. - Ligadas 196.218 193.822 b. Reservas de lucros Outras 171 1.561 Reserva legal Total 260.002 438.604 Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% 20 Receitas / (Despesas) financeiras do Capital Social. A Reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante Individual Consolidado das Reservas de capital exceder 30% do Capital Social. A Reserva legal somente poderá ser utilizada 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a para aumento de Capital ou para compensar prejuízos. 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Reserva para expansão No encerramento do exercício, a Administração propõe a destinação do lucro não distribuído para Receitas com ativos financeiros “Reserva para expansão”. O saldo de Reserva está à disposição dos acionistas para deliberação Títulos de renda fixa 5.622 678 11.553 19.022 Total 5.622 678 11.553 19.022 futura em Assembleia Geral.
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BV PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ/MF nº 10.890.415/0001-31 Alameda Tocantins, nº 75, 13º andar, sala 1310, Edifício West Gate, Alphaville Centro Industrial e Empresarial, CEP 06455-020 - Barueri - SP
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 21
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Despesas de pessoal
Honorários Benefícios Encargos sociais Proventos Treinamentos Total Outras despesas administrativas
Água, energia e gás Aluguéis Comunicações Contribuições filantrópicas Manutenção e conservação de bens Material Processamento de dados Promoções e relações públicas Propaganda e publicidade Publicações Seguros Serviços do sistema financeiro Serviços de terceiros Vigilância e segurança Serviços técnicos especializados Transportes Viagens Emolumentos judiciais e cartor. Outras Total Despesas de depreciação e amortização
Amortização Depreciação Total Despesas tributárias
PIS COFINS Tributos federais Tributos municipais Outras Total Outras receitas operacionais
Individual Consolidado 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 (53) (54) (569) (1.005) – – (16.587) (24.925) (11) (6) (11.630) (20.832) – – (48.566) (70.278) – – (94) (215) (64) (60) (77.446) (117.255) Individual Consolidado 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 – – (859) (1.304) (13) (2) (14.034) (17.409) – – (3.067) (3.840) (71) (15) (129) (978) – – (3.516) (6.717) – – (372) (424) – – (5.209) (9.506) – – (347) (771) – – (5.409) (7.625) (110) (174) (272) (384) – – (4) (22) – – (245) (12.031) – – (16) (245) – – (635) (2.313) (42) (55) (6.955) (11.144) – – (134) (357) – – (1.192) (2.794) – (4) (168) (211) (30) (29) (439) (719) (266) (279) (43.002) (78.794)
Individual Consolidado 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Atualização monetária de ativos 8 9 136 685 Ganho de capital – – 571 172 Reversão de provisão para passivos contingentes – – 9 – Outras – – 4 – 8 9 720 857 Total
Consolidado Consolidado 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 (107.327) (11.318) (84.223) (12.314) (94) (45) (3.115) (1.054) (194.759) (24.731)
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Consolidado 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 (4.185) (5.664) (3.997) (4.970) (8.182) (10.634) Consolidado 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 (1.939) (4.856) (8.937) (23.566) (2.034) (258) (3.687) (960) (486) (1.102) (17.083) (30.742)
Outras despesas operacionais
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31/12/2012 Valor de custo
Provisões para passivos contingentes Comissões com subestabelecidas Descontos concedidos - Serviços publicidade Outras Total Despesas de impostos e contribuições sobre a renda a. Impostos e contribuições sobre as rendas correntes Individual Consolidado 29 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Lucro / (Prejuízo) antes do imposto de renda, da contribuição social e das participações (74.705) 89.997 (76.110) 184.026 25.400 (30.599) 25.877 (62.569) Encargos à alíquota nominal vigente (27.168) 30.500 (29.948) 14.424 Exclusões / (Adições) Prejuízo fiscal de IR – – (4.981) 2.414 Base negativa de CS – – (1.785) 869 Participações no lucro – – 13.024 16.736 Provisão para perdas com serviços prestados – – 38 (297) Provisão para passivos contingentes – – (37.269) (3.848) Provisão para gratificações – – 1.984 (2.381) Equivalência patrimonial (27.202) 30.481 – – Adições permanentes de incentivos fiscais 34 19 (959) 931 Impostos e contribuições sobre as rendas correntes (1.768) (99) (4.071) (48.145) b. Impostos e contribuições sobre as rendas diferidas Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 Ativos tributários Adições / (Exclusões) Prejuízo fiscal de IR 4.981 (2.414) Base negativa de CS 1.785 (869) Provisão para perdas com serviços prestados (38) 297 Provisão para gratificações (1.984) 2.381 Provisão para passivos contingentes 37.269 3.848 Total 42.013 3.243 Instrumentos financeiros Os valores justos dos ativos e passivos financeiros, juntamente com os valores contábeis apresentados no Balanço patrimonial, são os seguintes: 31/12/2012 31/12/2011 Individual Ganho / Ganho / Valor de Valor (Perda) não Valor de Valor (Perda) não 30 custo justo custo justo realizado realizado Ativos Caixa e equivalentes de caixa 11 11 – 70 70 – Ativos financeiros 19.595 19.595 – 6.142 6.142 – Outros ativos – – – 4 4 – Passivos Outros passivos 1 1 – 1 1 –
31/12/2011
Ganho / Valor (Perda) não Valor de realizado justo custo
Ganho / Valor (Perda) não realizado justo
Ativos Caixa e equivalentes de caixa 571 571 – 851 851 – Ativos financeiros 112.695 112.695 – 222.850 222.850 – Ativos financeiros com acordo de revenda 55.383 55.383 – – – – Outros ativos 11.016 11.016 – 21.613 21.613 – Passivos Outros passivos 27.363 27.363 – 26.194 26.194 – Partes relacionadas a. Sumário das transações com partes relacionadas As operações com partes relacionadas compreendem as empresas que compõem o Conglomerado Financeiro Banco do Brasil e o Conglomerado Industrial Votorantim, sendo as principais Votorantim Finanças S.A. e Votorantim Industrial S.A.. Ativo / (Passivo) 31/12/2012 31/12/2011 Caixa e equivalentes de caixa Banco Votorantim S.A. e controladas 368 609 Banco do Brasil S.A. e controladas 28 23 Ativos financeiros Banco Votorantim S.A. e controladas 112.695 222.850 Ativos financeiros com acordo de revenda Banco Votorantim S.A. e controladas 55.383 – Outros ativos Banco Votorantim S.A. e controladas – 6.909 Dividendos a pagar Votorantim Finanças S.A. e controladas – (14.696) Banco do Brasil S.A. e controladas – (14.696) Outros passivos Banco Votorantim S.A. e controladas (118) – 01/01 a 01/01 a Receitas / (Despesas) 31/12/2012 31/12/2011 Receitas / (Despesas) financeiras Banco Votorantim S.A. e controladas 11.571 19.097 Receitas de serviços e comissões Banco Votorantim S.A. e controladas 239.505 278.381 Banco do Brasil S.A. e controladas 110.594 19.037 Outras despesas administrativas Banco Votorantim S.A. e controladas – (468) b. Remuneração de pessoal-chave da Administração Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia despendeu o montante de R$ 6.743 como remuneração às pessoas-chave da Administração. Consolidado Honorários (569) Gratificações (4.598) Encargos sociais (1.576) Total (6.743) Outras informações a. Benefícios a empregados Não existe benefícios pós emprego, tais como pensões, outros benefícios de aposentadoria, seguro de vida e assistência médica pós emprego, outros benefícios de longo prazo a empregados e administradores, incluindo licença por anos de serviço ou outras licenças, jubileu ou outros benefícios por anos de serviço, remuneração baseada em ações e benefícios de rescisão de contrato de trabalho com exceção dos previstos em acordo coletivo da categoria. b. Ativos contingentes Não existe ativo contingente contabilizado.
Marcelo Rosas Betine Contador - 1PR044644/“O” - 6 “S” SP
A DIRETORIA
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Ao Conselho de Administração e aos Acionistas da BV Participações S.A. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da BV Participações S.A. identificadas como “Individual” e “Consolidado”, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em
nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BV Participações S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado da BV Participações S.A., para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, cuja apresentação está sendo efetuada de forma espontânea pela Companhia. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. São Paulo, 07 de fevereiro de 2013 KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0
e Abilio diz que não deixa o Pão de Açúcar É muito frequente na prática empresarial a participação de investidores e executivos no conselho de administração de diferentes companhias. Abilio Diniz, empresário
conomia
Grupo Casino afirma que há "conflito de interesses" no projeto do empresário brasileiro de assumir o conselho da BRF e pede sua renúncia
O
empresário Abilio Diniz, presidente do conselho de administração do Grupo Pão de Açúcar (GPA), reagiu ontem ao pedido do controlador da companhia, o Casino, que pediu sua saída da empresa por "conflito de interesse". Abilio é cotado para integrar o conselho de administração da BRF, fornecedor do GPA. "A BRF não é concorrente da CBD (Companhia Brasileira de Distribuição), mas uma de suas fornecedoras. Não existe entre as companhias relação de dependência, nem qualquer delas tem capacidade de exercer influência relevante sobre o comportamento da outra", afirmou Abilio durante teleconferência com analistas de mercado para apresentar o resultado da companhia. Segundo ele, não se encontra na lei brasileira ou no acordo de acionistas celebrado com o Casino restrições à eventual participação dele no conselho de administração das duas companhias. "É, aliás, muito frequente na prática empresarial a participação de investidores e executivos no conselho de administração de diferentes companhias. Na própria CBD, tal situação já se verifica", disse Abílio. Ele se refere ao caso do conselheiro Cândido Bracher, que, segundo Abilio, atua como "administrador no grupo Itaú, que tem relações financeiras estratégicas com a CBD há muito anos". "Estaria Cândido Bracher, por esse motivo, impedido de exercer o cargo de conselheiro de administração da CBD? Ora, é claro que não existe o impedimento. Pelo contrário, a experiência de Cândido Bracher no Itaú tem sido altamente benéfica para a CBD", afirmou Abilio. O empresário disse que o voto de conselheiros que pedi-
Filipe Araújo/Estadão Conteúdo
ram sua saída não apontam "qualquer elemento concreto, de natureza econômica ou jurídica, para justificar tal conflito, tratando-o como se fora algo abstrato e puramente teórico", ressaltou ao se referir aos votos de Arnaud Strasser e de Marcelo Trindade, advogado do Casino. "A iniciativa dos conselheiros indicados pelo acionista Casino é insensata e desprovida de qualquer fundamento", disse o empresário. "O argumento sobre um suposto conflito de interesses, que me impediria de exercer ambos os cargos, é vazio. Nada mais do que um pretexto para mal-dissimular sua real intenção, antes bem delineada". Abilio ressaltou que "não existe nada de concreto, neste momento, a respeito de minha eventual eleição para o conselho de administração da BRF". Acrescentou dizendo que não foi indicado para o cargo, "nem sequer foi convocada assembleia geral de acionistas da BRF para a eleição dos membros do conselho de administração". Estratégia – Ao questionar o pedido do Casino, o empresário ressaltou que ele se baseia em uma "percepção" sobre o conflito de interesses e não em fatos reais, como uma regra ou regulamento que aponte essa situação. Também afirmou que os conselheiros que defendem sua renúncia estão "a interesse do Casino" e não da companhia. "Ser administrador de outra sociedade não pode, por si só, caracterizar um interesse conflitante", reforçou. Abilio também questionou a atitude do Casino e a forma como tem divulgado informações: "Se a alegação dos conselheiros indicados pelo Casino é destituída de qualquer respaldo jurídico, contrariando, ademais, a prá-
O empresário Abilio Diniz enfrenta mais um round na briga com os franceses do Casino e fala em "artimanha" contra sua presença tica empresarial brasileira e mundial, o que justificaria a forma agressiva e insistente como vêm abordando o tema, inclusive, com declarações ir-
responsáveis, divulgadas pela mídia?". Ele afirmou que a medida faz parte de estratégia de Casino para retirá-lo da companhia. "No cenário dos li-
tígios que me opõem ao Casino, ele pretende usar a hipótese de minha eventual eleição para o conselho da BRF como um pretexto, uma artimanha,
para tentar afastar-me da presidência do conselho de administração da CBD, o que configuraria violação ao Acordo de Acionistas". (Folhapress)
Grupo quer abrir 150 lojas
O
Grupo Pão de Açúcar, maior empresa varejista do País, vai se concentrar em sua expansão e na continuidade de redução de despesas em 2013, em um ambiente de forte competição e de desgaste entre seus acionistas. A intenção da companhia é abrir pelo menos 150 lojas
em 2013, com a adição de 160 mil metros quadrados e prioridade para as regiões Nordeste e Centro-Oeste, segundo afirmou o presidente-executivo, Enéas Pestana, em teleconferência com analistas ontem. "O ano de 2013 vai ser o ano em que a gente vai avançar e consolidar as nossas operações",
disse Pestana. A expansão deve ser concentrada nas lojas Minimercado Extra, com 100 novas lojas neste formato, segundo anunciou a empresa no final de 2012. . O diretor de relações corporativas do grupo, Vitor Fagá, não quis detalhar as projeções para as demais 50 lo-
jas, limitando-se a citar marcas como Pão de Açúcar, Assai, Casas Bahia. "Toda essa expansão acelerada deve trazer uma contribuição adicional à melhora de resultados que a gente espera", disse. O Pão de Açúcar encerrou o quarto trimestre com lucro líquido de R$ 539 milhões, alta de 36,4%. (Reuters)
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CP PROMOTORA DE VENDAS S.A. CNPJ/MF nº 06.864.377/0001-75 Alameda Rio Negro, 161 - 12º andar, Condomínio West Point, Alphaville Industrial - CEP: 06454-000 - Barueri - SP
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 2012 Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, apresentamos as demonstrações financeiras da CP Promotora de Vendas S.A. (“CP Promotora”), relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011, acompanhadas das notas explicativas e do relatório dos auditores independentes. A CP Promotora é uma companhia de capital fechado que opera na forma de prestadora de serviços de assessoria técnica e administrativa a pessoas físicas e jurídicas, nas áreas financeiras e mercadológicas e de serviços de recepção e
encaminhamento de pedidos de empréstimos e de financiamentos; compra e venda, bem como administração período de 2012, representando crescimento de 61%. A administração da CP Promotora agradece de direitos creditórios de pessoas jurídicas e execução de quaisquer outras atividades pertinentes. As aos acionistas, clientes e parceiros pela confiança depositada e aos colaboradores pelo contínuo empenho operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no e dedicação. mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos. No encerramento de 2012, a CP São Paulo, 07 de fevereiro de 2013 Promotora registrou resultado negativo de R$ 65,3 milhões (R$ 9,0 milhões de resultado positivo em 2011). O patrimônio líquido evoluiu de R$ 49,0 milhões no encerramento de 2011 para R$ 78,7 milhões no mesmo A Diretoria
DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais, exceto o lucro líquido do exercício por ações)
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Ativos financeiros Ativos tributários correntes Ativos tributários diferidos Outros ativos Não circulante Ativos financeiros com acordo de revenda Ativos tributários diferidos Outros ativos Ativos tangíveis Ativos intangíveis Total do ativo
(Em milhares de Reais) 2012 2011 Passivo 137.852 64.713 Circulante Passivos tributários correntes 381 556 Provisões 55.613 49.284 Dividendos a pagar 8.967 9.690 Outros passivos 44.730 3.314 28.161 1.869 Patrimônio líquido Capital social 78.540 37.103 Reservas de lucros 55.383 – Prejuízos acumulados – 7.272 6.889 3.861 15.695 23.168 573 2.802 216.392 101.816 Total do passivo As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
2012 137.706 1.799 127.375 – 8.532 78.686 125.492 – (46.806)
2011 52.835 9.144 21.393 2.129 20.169 48.981 30.492 18.489 –
216.392
101.816
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais)
Saldos em 31 de dezembro de 2010 Aumento de Capital Lucro líquido Destinações do lucro líquido: Reserva legal Dividendos (R$ 0,30 - p/ ação) Reserva para expansão Saldos em 31 de dezembro de 2011 Aumento de Capital Prejuízo do período Reversão de reservas Saldos em 31 de dezembro de 2012
Capital Social 25.492 5.000 –
Reservas de lucros Legal Expansão 1.149 15.505 – (5.000) – –
– 448 – – – – 30.492 1.597 95.000 – – – – (1.597) 125.492 – As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
– – 6.387 16.892 – – (16.892) –
Lucros / (Prejuízos) – – 8.964
Total 42.146 – 8.964
(448) (2.129) (6.387) – – (65.295) 18.489 (46.806)
– (2.129) – 48.981 95.000 (65.295) – 78.686
2012 Receitas de serviços e comissões 183.343 Impostos sobre serviços (7.457) Receita líquida de impostos 175.886 Receitas / (Despesas) financeiras 3.589 Lucro bruto 179.475 Despesas de pessoal (27.629) Outras despesas administrativas (38.719) Depreciação e amortização (8.035) Despesas tributárias (9.012) Outras receitas operacionais 22.920 Outras despesas operacionais (193.414) Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações (74.414) Impostos e contribuições 33.585 Impostos e contribuições sobre a renda correntes (559) Impostos e contribuições sobre a renda diferidos 34.144 Participações no lucro e resultados (24.466) Lucro líquido / (Prejuízo) do exercício (65.295) Lucro líquido / (Prejuízo) por ações - R$ (0,64) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS ABRANGENTES EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 2012 Lucro líquido / (Prejuízo) do exercício (65.295) (65.295) Resultado abrangente total Atribuível aos Acionistas controladores (65.295) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
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Contexto operacional A CP Promotora de Vendas S.A. é uma companhia de capital fechado que, opera na forma de prestadora de serviços de assessoria técnica e administrativa a pessoas físicas e jurídicas nas áreas financeiras e mercadológicas e de serviços de recepção e encaminhamento de pedidos de empréstimos e de financiamentos; compra e venda, bem como administração de direitos creditórios de pessoas jurídicas e execução de quaisquer outras atividades pertinentes, não conflitantes com os objetivos sociais, sempre que necessário ou conveniente à execução dos aludidos objetivos. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos. Os benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e administrativa são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos em conjunto ou individualmente. Apresentação das demonstrações financeiras As demonstrações financeiras foram elaboradas conforme as disposições previstas na legislação societária vigente, tendo a sua base de preparação as práticas contábeis adotadas no Brasil. Essas demonstrações financeiras são apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Companhia. A emissão das demonstrações financeiras foi autorizada pela Diretoria em 07 de fevereiro de 2013. Base de preparação das demonstrações financeiras Estimativas contábeis e julgamento A elaboração de demonstrações financeiras requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Administração revisa as estimativas e premissas regularmente. Os principais valores reconhecidos nas demonstrações financeiras por meio das estimativas estão incluídos na nota explicativa nº 14 - Provisões. Principais práticas contábeis a. Apuração do resultado As receitas de prestação de serviços são reconhecidas quando é provável que os benefícios econômicos futuros fluirão para a entidade. As receitas compreendem as contraprestações recebidas ou a receber pela prestação do serviço. As receitas e despesas financeiras são registradas de acordo com o regime de competência e são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia, calculadas com base no método exponencial. b. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por caixa e depósitos bancários. c. Ativos financeiros com acordo de revenda Títulos adquiridos com acordo de revenda em uma data futura específica, o montante pago, incluindo juros apropriados, é registrado no balanço patrimonial como ativos financeiros com acordo de revenda, refletindo assim a substância econômica da transação. A diferença entre o preço de compra e revenda é registrada em ‘receita de juros’ e é apropriada durante o prazo do contrato utilizando a taxa de juros efetiva. d. Ativos financeiros Os ativos financeiros são registrados pelo valor efetivamente pago e classificados em função da intenção da Administração em três categorias distintas: i. Ativos financeiros mantidos para negociação - Ativos adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São ajustados pelo seu valor justo em contrapartida ao resultado do período; ii. Ativos financeiros disponíveis para venda - Ativos que não se enquadrem para negociação nem como mantidos até o vencimento. São ajustados pelo seu valor justo em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários; iii. Ativos financeiros mantidos até o vencimento - Ativos adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Nesta categoria, os títulos não são ajustados ao seu valor justo. A metodologia de avaliação ao valor justo foi estabelecida com observância de critérios consistentes e verificáveis, que levam em consideração o preço médio de negociação no dia da apuração ou na falta desse, o valor de ajuste diário das operações de mercado futuro divulgados por fontes externas ou o valor líquido provável de realização obtido com a utilização de curvas de valores futuros de taxas de juros, taxas de câmbio, índice de preços e moedas, além de eventuais ajustes nos preços de títulos de baixa liquidez. Os rendimentos auferidos com os ativos financeiros, independentemente da categoria em que estão classificados, são calculados “pro rata” dia, com base na variação do indexador e na taxa efetiva de juros, pelo método exponencial ou linear, até a data do vencimento ou da venda definitiva do título, sendo reconhecidos diretamente no resultado do período. e. Ativos tangíveis Os ativos tangíveis são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação/amortização. A depreciação/amortização é calculada pelo método linear, com base nas seguintes taxas anuais/prazos, de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: • instalações, móveis e equipamentos de uso - 10% • sistema de comunicação, segurança e transporte - 10% • sistemas de processamento de dados - 20% • benfeitorias em propriedades de terceiros - prazo do contrato de aluguel Os ativos estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. f. Ativos intangíveis Os ativos intangíveis incluem os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da Companhia ou exercidos com essa finalidade. A amortização é calculada pelo método linear, com base nos seguintes prazos: • licenças - prazo do contrato de uso • fundo de comércio - prazo do contrato de aluguel Os ativos estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. g. Ativos e Passivos tributários O Imposto de Renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido do adicional de 10% e a Contribuição Social foi apurada com base na alíquota de 9%, ambos, aplicáveis sobre o lucro tributável. A constituição do crédito tributário do Imposto de Renda e da Contribuição Social está fundamentado em estudo técnico comprobatório da capacidade de sua realização preparado pela Administração. O PIS (Programa Integração Social) foi apurado com base nas alíquotas de 0,65% (regime cumulativo) e 1,65% (regime não-cumulativo), ambos aplicáveis sobre as receitas auferidas pela Companhia, reduzida das exclusões e deduções permitidas pela legislação em vigor. A COFINS (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) foi apurada com base na alíquota de 4% (regime cumulativo) e 7,6% (regime cumulativo e não-cumulativo), ambos aplicáveis sobre as receitas auferidas pela Companhia, reduzida das exclusões e deduções permitidas pela legislação em vigor. O ISS (Imposto Sobre Serviços) foi apurado considerando alíquota de 2% até 5% (alíquota varia de acordo com cada Município) sobre as receitas de serviços prestados pela Companhia. h. Provisões Os passivos contingentes são reconhecidos nas demonstrações financeiras quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como remotos não requerem provisão e divulgação. i. Outros ativos e outros passivos Outros ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Outros passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). Composição de caixa e equivalentes de caixa 31/12/2012 31/12/2011 Disponibilidades Caixa 40 50 Depósitos bancários 341 506 Total 381 556 Ativos financeiros com acordo de revenda 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Valor justo Valor de Valor justo custo (contábil) custo (contábil) Oper. comprom. - Posição bancada 55.383 55.383 – – Debêntures 55.383 55.383 – – 55.383 55.383 – – Total Ativos financeiros a. Composição por categoria 31/12/2012 31/12/2011 Valor Ganho / Valor Ganho / Valor de justo (Perda) não Valor de justo (Perda) não custo (contábil) custo (contábil) Mantidos para negociação realizado realizado No País 55.613 55.613 – 49.284 49.284 – Certif. de Dep. Bancário Total 55.613 55.613 – 49.284 49.284 – Os ativos financeiros classificados na categoria “mantidos para negociação” são apresentados no Balanço Patrimonial como ativo circulante, independente dos prazos de vencimento dos respectivos títulos. Ativos tributários correntes 31/12/2012 31/12/2011 Imposto de Renda a compensar 6.705 7.581 Contribuição Social a compensar 1.529 1.647 PIS a compensar 130 82 COFINS a compensar 603 380 Total 8.967 9.690
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Ativos tributários diferidos a. Composição dos ativos tributários diferidos 31/12/2012 31/12/2011 Prejuízo fiscal de IR 284 468 Base negativa de CS 103 169 Provisão para perdas com serviços prestados 259 297 Provisão para passivos contingentes 44.084 7.272 Provisão para gratificações – 2.380 Total 44.730 10.586 b. Movimentação dos ativos tributários diferidos no período com efeitos em contas de resultado 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 Saldo inicial 10.586 7.424 Prejuízo fiscal de IR (184) (2.414) Base negativa de CS (66) (869) Provisão para perdas com serviços prestados (38) 297 Provisão para passivos contingentes 36.812 3.768 Provisão para gratificações (2.380) 2.380 Saldo final 44.730 10.586 c. Expectativa de realização dos ativos tributários diferidos Valor nominal Valor presente Em 2013 10.806 10.083 Em 2014 10.786 9.292 Em 2015 10.786 8.517 Em 2016 10.786 7.800 Acima de 5 anos 1.566 1.026 Total 44.730 36.718 Outros ativos 31/12/2012 31/12/2011 Serviços de publicidade - Não ligadas 1.704 947 Provisão para perdas com serviços prestados (762) (689) Serviços de correspondente - Ligadas 3 1 Assessoria financeira - Ligadas – 926 Comissão de corretagem de seguros 2.921 516 Adiantamentos e antecipações salariais – 135 Devedores por depósitos em garantia 6.888 3.860 Valores a receber de sociedades ligadas (a) 24.277 – Outros 19 34 Total 35.050 5.730 (a) Refere-se a venda a prazo de ativo intangível para a coligada BV Sistemas de Tecnologia da Informação S.A. Ativos tangíveis 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Depreciação/ Saldo custo amortização líquido Saldo líquido Instalações 17.341 (9.316) 8.025 9.875 Móveis e equipamentos de uso 8.509 (3.242) 5.267 6.245 Sistema de comunicação 729 (369) 360 433 Sistema de processamento de dados 3.734 (3.028) 706 1.240 Sistema de segurança 48 (32) 16 26 Bens arrendados 414 (235) 179 262 Benfeitorias em prop. terceiros 25.924 (24.782) 1.142 5.087 Total 56.699 (41.004) 15.695 23.168 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Saldo inicial 23.168 29.999 Aquisições 1.539 3.346 Alienações (1.206) (69) Depreciação/amortização (7.806) (10.108) Saldo final 15.695 23.168 Ativos intangíveis 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Saldo custo Amortização líquido Saldo líquido Licenças 404 (313) 91 171 Fundo de comércio 1.596 (1.114) 482 631 Marcas e patentes – – – 2.000 Total 2.000 (1.427) 573 2.802
Saldo inicial Alienação Amortização Saldo final Passivos tributários correntes
01/01 a 31/12/2012 2.802 (2.000) (229) 573
2011 8.964 8.964 8.964
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais)
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 1
2011 250.433 (7.425) 243.008 5.356 248.364 (65.142) (69.391) (10.401) (21.676) 663 (24.486) 57.931 (4.100) (7.262) 3.162 (44.867) 8.964 1,28
2012 Fluxos de caixa provenientes das operações (65.295) Lucro líquido / (Prejuízo) 114.017 Ajustes ao lucro líquido / (Prejuízo): Depreciação e amortização 8.035 105.982 Provisões Variações patrimoniais Ativos financeiros (6.329) Ativos financeiros com acordo de revenda (55.383) Ativos tributários correntes 723 Ativos tributários diferidos (34.144) Outros ativos (27.320) Passivos tributários correntes (7.345) (11.637) Outros passivos (92.713) Caixa gerado/(utilizado) pelas operações Fluxos de caixa provenientes das atividades de financiamento Aumento de capital 95.000 (2.129) Dividendos pagos 92.871 Caixa gerado/(utilizado) pelas atividades de financiamento Fluxos de caixa provenientes das atividades de investimento Alienação de ativos tangíveis 1.206 Aquisição de ativos tangíveis (1.539) 2.000 Alienação de ativos intangíveis 1.667 Caixa gerado/(utilizado) pelas atividades de investimento (175) Variação líquida de caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 556 381 Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício (175) Aumento / (Redução) no caixa e equivalentes de caixa As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
2011 8.964 21.486 10.401 11.085 9.163 – (181) (3.162) 497 (134) (30.320) 6.313 – (3.164) (3.164) 69 (3.346) – (3.277) (128) 684 556 (128)
DEMONSTRAÇÕES DOS VALORES ADICIONADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais)
2012 2011 16.438 231.966 Receitas Receitas de serviços e comissões 183.343 250.433 Receitas / (Despesas) financeiras 3.589 5.356 Outras receitas / (despesas) operacionais (170.494) (23.823) (27.668) (55.575) Insumos adquiridos de terceiros Materiais, energia e outros (1.164) (1.538) Serviços de terceiros (16) (161) (26.488) (53.876) Outras Comunicações (3.058) (3.783) Manutenção e conservação de bens (3.456) (6.581) Processamento de dados (4.891) (9.246) Promoções e relações públicas (344) (147) Publicações (83) (111) Propaganda e publicidade (5.409) (6.482) Serviços do sistema financeiro (237) (12.019) Serviços técnicos especializados (6.650) (9.556) Transportes (38) (59) Outras (2.322) (5.892) (11.230) 176.391 Valor adicionado bruto Depreciação e amortização (8.035) (10.401) Valor adicionado líquido produzido pela entidade (19.265) 165.990 (19.265) 165.990 Valor adicionado a distribuir (19.265) 165.990 Valor adicionado distribuído 47.902 102.233 Pessoal Salários e honorários 11.844 36.103 Participação no lucro 24.466 44.867 Benefícios e treinamentos 9.045 18.219 FGTS 2.547 3.044 (12.923) 40.977 Impostos, taxas e contribuições INSS sobre salários 4.193 7.776 Imposto sobre serviços 7.457 7.425 Despesas tributárias (exceto IR e CS) 9.012 21.676 Imposto de Renda / Contribuição Social (33.585) 4.100 11.051 13.816 Remuneração de capitais de terceiros 01/01 a 31/12/2011 Aluguéis 11.051 13.816 3.095 Remuneração de capitais próprios (65.295) 8.964 – Dividendos – 2.129 (293) Lucro / (Prejuízo) retido (65.295) 6.835 2.802 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
31/12/2012 31/12/2011 Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar 560 7.345 Impostos e contribuições sobre serviços de terceiros 350 336 Impostos e contribuições sobre salários 16 119 PIS 88 171 COFINS 407 787 ISS 378 386 Total 1.799 9.144 Provisões a. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável 31/12/2012 31/12/2011 Contingências fiscais (a) 103 4 Contingências trabalhistas (b) 127.272 21.389 Total 127.375 21.393 (a) Referem-se, basicamente, a questionamentos referente à ISS. (b) Processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função 17 e representação e outros. b. Movimentação dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável Demandas fiscais Demandas trabalhistas 01/01 a 01/01 a 01/01 a 01/01 a 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Saldo inicial 4 – 21.389 10.308 Constituições 98 3 105.883 11.081 Reversões (8) – – – Atualizações 9 1 – – Saldo final 103 4 127.272 21.389 c. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco possível 31/12/2012 31/12/2011 Contingências cíveis 3 – Contingências trabalhistas (a) 1.510 10.914 Total 1.513 10.914 (a) Processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros. d. Depósitos judiciais 31/12/2012 31/12/2011 Contingências trabalhistas 6.888 3.860 Total 6.888 3.860 Outros passivos 31/12/2012 31/12/2011 Provisão para participação nos lucros – 6.247 Provisão para despesas de pessoal 4 11.223 Provisão para despesas administrativas 5.599 2.537 Valores a pagar - Ligadas 118 – Outros 2.811 162 18 Total 8.532 20.169 Patrimônio líquido a. Capital Social O Capital Social é representado por 102.000.000 ações, subscritas e inteiramente integralizadas, sendo todas ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. Conforme Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 31 de agosto de 2012, foi deliberado e aprovado para cumprimento das exigências estabelecidas na legislação societária, o aumento de Capital Social no montante de R$ 95.000, mediante a emissão de 95.000.000 novas ações ordiná- 19 rias, sem valor nominal. b. Reservas de lucros Reserva legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do Capital Social. A Reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante
das Reservas de Capital exceder 30% do Capital Social. A Reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de Capital ou para compensar prejuízos. Reserva para expansão No encerramento do exercício, a Administração propõe a destinação do lucro não distribuído para “Reserva para expansão”. c. Dividendos Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo obrigatório, correspondente a 25% do lucro de cada período, deduzido da reserva legal. Em 2011, a Administração propôs a distribuição de dividendos sobre o lucro do exercício. 31/12/2011 Lucro líquido 8.964 Reserva legal (448) Base de cálculo 8.516 Dividendos 2.129 Valor proposto 2.129 % sobre a base de cálculo 25% Montante por ação 0,30 Balanço Patrimonial por faixas de vencimento A demonstração do “Balanço Patrimonial por faixas de vencimento” de 31 de dezembro de 2012 foi elaborada considerando o prazo de vencimento dos ativos e passivos, independente da categoria em que estão classificados. Dos ativos e passivos de prazo indeterminado, classificam-se as operações ativas no realizável a longo prazo e as operações passivas no passivo circulante. O ativo permanente e o patrimônio líquido estão sendo apresentados como “acima de 5 anos”. Na demonstração “Balanço Patrimonial”, os ativos financeiros classificados na categoria “mantidos para negociação” são apresentados como Ativo Circulante, independentemente dos prazos de vencimento dos títulos. a. Ativo Sem Até De 1 a De 3 a Acima de Total Vecto. 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Caixa e equivalentes de caixa 381 – – – – 381 Ativos financeiros com acordo de revenda – – 55.383 – – 55.383 Ativos financeiros – 55.613 – – – 55.613 Ativos tributários correntes – 8.967 – – – 8.967 Ativos tributários diferidos – 44.730 – – – 44.730 Outros ativos – 28.161 6.889 – – 35.050 Ativos tangíveis – – – – 15.695 15.695 – – – – 573 573 Ativos intangíveis Total 381 137.471 62.272 – 16.268 216.392 b. Passivo Sem Até De 1 a De 3 a Acima de Total Vecto. 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Passivos tributários correntes – 1.799 – – – 1.799 Provisões – 127.375 – – – 127.375 Outros passivos – 8.532 – – – 8.532 Patrimônio líquido – – – – 78.686 78.686 Total – 137.706 – – 78.686 216.392 Receitas de serviços e comissões 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Serviços de publicidade - Ligadas – 4.940 Serviços de publicidade - Não ligadas 13.352 14.317 Serviços de correspondente - Ligadas 153.710 116.131 Comissão de corretagem de seguros 7.145 8.082 Serviços técnicos espec. - Ligadas 9.136 106.963 Total 183.343 250.433 Receitas / (Despesas) financeiras 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Títulos de renda fixa 1.834 5.356 Ativos financeiros com acordo de revenda 1.765 – (10) – Outras Total 3.589 5.356
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
CP PROMOTORA DE VENDAS S.A. CNPJ/MF nº 06.864.377/0001-75 Alameda Rio Negro, 161 - 12º andar, Condomínio West Point, Alphaville Industrial - CEP: 06454-000 - Barueri - SP
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 20
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Despesas de pessoal Honorários Benefícios Encargos sociais Proventos Treinamento Total Outras despesas administrativas
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Água, energia e gás Aluguéis Comunicações Contribuições filantrópicas Manutenção e conservação de bens Material Processamento de dados Promoções e relações públicas Propaganda e publicidade Publicações Seguros Serviços do sistema financeiro Serviços de terceiros Vigilância e segurança Serviços técnicos especializados Transportes Viagens Emolumentos judiciais e cartor. Outras Total Despesas de depreciação e amortização
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Amortização Depreciação Total Despesas tributárias
Outras receitas operacionais
01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 (859) (1.217) (11.051) (13.816) (3.058) (3.783) – (68) 26 (3.456) (6.581) (305) (321) (4.891) (9.246) (344) (147) (5.409) (6.482) (83) (111) (1) (13) (237) (12.019) (16) (161) (634) (2.313) (6.650) (9.556) (38) (59) (1.154) (2.692) (163) (190) (370) (616) 27 (38.719) (69.391)
Provisões para passivos contingentes Comissões com subestabelecidos Descontos concedidos - Serviços de publicidade Outras Total Despesas de impostos e contribuições sobre a renda a. Impostos e contribuições sobre a renda correntes
01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 (4.176) (5.638) (3.859) (4.763) (8.035) (10.401) 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 (1.425) (3.614) (6.565) (16.643) (228) (100) (308) (303) (486) (1.016) (9.012) (21.676)
PIS COFINS Tributos federais Tributos municipais Outras Total
28
24 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 (307) (475) (8.984) (18.099) (6.740) (10.820) (11.537) (35.628) (61) (120) 25 (27.629) (65.142)
01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 68 660 22.277 – 566 1 9 2 22.920 663
Atualização monetária de ativos Lucro na alienação de intangíveis Ganho de Capital Outras Total Outras despesas operacionais
Caixa e equivalentes de caixa Banco Votorantim S.A. Banco do Brasil S.A. e controladas
01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 (105.981) (11.081) (84.223) (12.314) (167) (918) (3.043) (173) (193.414) (24.486)
Valor de custo Ativos Caixa e equivalentes de caixa Ativos financeiros com acordo de revenda Ativos financeiros Outros ativos Passivos Outros passivos
Ganho / Valor (Perda) não justo realizado 29
381
381
–
55.383 55.383 55.613 55.613 35.050 35.050 8.532
8.532
556
556
–
– – –
– – 49.284 49.284 5.730 5.730
– – –
–
20.169 20.169
–
361 15
Ativos financeiros com acordo de revenda Banco Votorantim S.A.
55.383
–
Ativos financeiros Banco Votorantim S.A.
55.613
49.284
Outros ativos BV Sistemas de Tecnologia da Informação S.A. BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento
24.277 –
– 1.383
–
(2.129)
(118)
–
Outros passivos BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento
31/12/2011
Ganho / Valor (Perda) não Valor de justo custo realizado
203 21
Dividendos a pagar BV Participações S.A.
01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Lucro antes do Imposto de Renda, da Contribuição Social e das participações (74.414) 57.931 Encargos à alíquota nominal vigente 25.301 (19.697) Exclusões/(Adições) (25.860) 12.435 Prejuízo fiscal de IR 184 2.414 Base negativa de CS 66 869 Participações no lucro 8.318 15.255 Provisão para perdas com serviços prestados 38 (297) Provisão para passivos contingentes (36.812) (3.768) Provisão para gratificação 2.380 (2.380) Adições permanentes e incentivos fiscais (34) – Outras – 342 Impostos e contribuições sobre a renda correntes (559) (7.262) Instrumentos financeiros Os valores justos dos ativos e passivos financeiros, juntamente com os valores contábeis apresentados no Balanço Patrimonial, são os seguintes: 31/12/2012
Partes relacionadas a. Sumário das transações com partes relacionadas As operações com partes relacionadas compreendem as empresas que compõem o Conglomerado Financeiro Banco do Brasil e o Conglomerado Industrial Votorantim, sendo as principais Votorantim Finanças S.A. e Votorantim Industrial S.A. Ativos/(Passivos) 31/12/2012 31/12/2011
01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Receitas/(Despesas) Receitas de serviços e comissões BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento 52.252 207.644 BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. – 1.353 Banco do Brasil S.A. e controladas 110.594 19.037 Receitas/(Despesas) financeiras Banco Votorantim S.A. 3.602 5.355 Outras receitas operacionais BV Sistemas de Tecnologia da Informação S.A. 22.277 – Outras despesas administrativas BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento (468) e Investimento – b. Remuneração de pessoal-chave da Administração Em 31 dezembro de 2012, a Companhia despendeu o montante de R$ 401 como remuneração às pessoas-chave da Administração. Honorários 307 Encargos sociais 94 Total 401 Outras informações a. Benefícios a empregados Não existe benefícios pós-emprego, tais como pensões, outros benefícios de aposentadoria, seguro de vida e assistência médica pós-emprego, outros benefícios de longo prazo a empregados e administradores, incluindo licença por anos de serviço ou outras licenças, jubileu ou outros benefícios por anos de serviço, remuneração baseada em ações e benefícios de rescisão de contrato de trabalho com exceção dos previstos em acordo coletivo da categoria. b. Ativos contingentes Não existe ativo contingente contabilizado. Marcelo Rosas Betine Contador - 1PR044644/”O” - 6 “S” SP
A DIRETORIA
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Diretores e aos Acionistas da CP Promotora de Vendas S.A. Barueri - SP Examinamos as demonstrações financeiras da CP Promotora de Vendas S.A. (“Companhia”) que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas
requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os
aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da CP Promotora de Vendas S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Outros assuntos - Demonstração do valor adicionado Examinamos, também, a demonstração do valor adicionado da CP Promotora de Vendas S.A., para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, cuja apresentação está sendo efetuada de forma espontânea pela Companhia. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. São Paulo, 07 de fevereiro de 2013
KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0
e Telefônicas antecipam R$ 18 bilhões As multas saem toda semana, não tem nada de mais nisso. Não há aumento. João Rezende, diretor-geral da Anatel
conomia
Em troca de desonerações tributárias, as empresas de telefonia vão antecipar os investimentos que fariam nos próximos cinco anos.
A
s empresas de telefonia devem antecipar entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões em investimentos durante os próximos cinco anos com o projeto de desoneração do setor, disse ontem o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Segundo ele, esses valores são referentes a antecipações e não consideram investimentos já programados. A renúncia fiscal do governo deverá ser de R$ 6 bilhões durante o mesmo período. Na última segunda-feira, o ministério publicou no "Diário Oficial'' o decreto que prevê a desoneração de investimentos em infraestrutura e redes de banda larga em todo País. A fiscalização dos investimentos, disse Bernardo, será feita pela Receita Federal. "A Receita vai verificar se a empresa comprou o equipamento, onde foi instalado. Se na fiscalização perceber que houve problema, vai cobrar e fará todos os procedimentos fiscais''. Uma instrução normativa com os procedimentos será publicada pelo Fisco. Após re-
Fabio Motta/EC
ceber a autorização do ministério, a empresa fará o investimento e não precisará recolher o imposto. Haverá a verificação de que o investimento foi feito nos termos acordados com o ministério. "Se a empresa disser que vai fazer um investimento no Tocantins e fizer no Acre, isso não será reconhecido'', disse. Como será – A proposta permite que as empresas que queiram ampliar o serviço de 3G e 4G fiquem isentas do pagamento de PIS (Programa de Integração Social), Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) e IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Elas devem fazer o protocolo dos projetos até 30 de junho, e posteriormente receberão a anuência para fazer o investimento com a isenção. As companhias que apresentarem planos que preveem o compartilhamento da infraestrutura com outra empresa do setor terão prioridade na análise do ministério. Os projetos terão prazo máximo para finalização –31 de dezembro de 2016 –, e o go-
Presidente da Oi deve ser escolhido em cinco meses
TIM tem até sexta para provar que não derrubava ligações
O processo de contratação de um novo presidente-executivo no mercado é de quatro a cinco meses, afirmou o presidente da Andrade Gutierrez, Otavio Azevedo, quando questionado sobre a contratação de um novo CEO para a Oi. A Andrade Gutierrez é uma das principais acionistas da Oi. .Em 22 de janeiro, a Oi anunciou a saída de Francisco Valim . (Reuters)
A TIM precisa apresentar para a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) na sexta-feira uma nova manifestação para se defender da acusação de que derrubava, de propósito, as ligações dos clientes para aumentar a arrecadação. A agência monitorou todas as ligações entre março e maio, em todo o Brasil, e comparou as quedas das ligações de usuários Infinity e "não Infinity". (Folhapress)
Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, diz que a renúncia fiscal do governo ficará em R$ 6 bilhões. verno pretende que cada análise leve, em média, 15 dias. Segundo estimativas do Ministério das Comunicações, as empresas podem conseguir um abatimento de quase 30% caso tenham seus projetos aprovados pelo modelo esti-
pulado pelo governo com a desoneração de impostos. Internet para todos – "Não podemos falar que a internet é cara, lenta e que não é para todos, mas também não podemos dizer o contrário: que é barata, rápida e para todos",
disse ontem o secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez. O programa de banda larga popular possui hoje 1,8 milhão de assinaturas. Para atingir um número maior de clientes e ampliar a quantidade de in-
vestimentos e a possibilidade de firmar novos compromissos para melhorar a qualidade dos serviços, é preciso preciso superar atuais gargalos. "A cobertura e o acesso não são as mesmas dentro de uma cidade conurbada. Para resolver isso ainda depende de investimento, de uma articulação entre o setor público e o privado, para enfrentar essa discrepância", afirmou Cezar. Um estudo da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) indica em quais pontos há hoje maior concentração de mercado. "Existe hoje competição entre as empresas, os combos (pacotes que oferecem preços mais baixos), mas quanto isso representa? Será que alcança 20% de uma cidade, 40% da renda? Temos que ampliar isso", defendeu. Para Alvarez, o legado da Copa do Mundo e da Copa das Confederações servirá para melhorar essa realidade, uma vez que as cidades-sede receberão um legado permanente para nivelar a oferta dos serviços. (Folhapress)
Anatel: multas a operadoras são normais. O
diretor-geral da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, disse ontem que "não há nada de mais" nas recentes multas milionárias que a reguladora vem aplicando contra as teles nos últimos dias. Na semana passada, a Oi recebeu uma multa por baixa qualidade na prestação dos serviços. Foi condenada a pagar R$ 34,2 milhões. O problema havia sido verificado em dezembro de 2010. E ontem, a Oi recebeu sua quinta punição consecutiva, de R$ 4,6 milhões, por não cumprir metas mínimas de atendimento aos consumidores. Este processo começou a tramitar na agência em 2002.
Também ontem a Telefonica, cujo nome recentemente foi alterado para Vivo, foi multada em R$ 3,9 milhões, por não reparar problemas dentro do prazo estipulado. Problema ocorrido em 2011. Entre as normas infringidas, estão as que exigem que o atendimento seja feito em até 24 horas no caso de reparos residenciais ou mudanças de endereço. "As multas saem toda semana, não tem nada de mais nisso. Não há aumento nos valores, no rigor, nada. O que ocorre é que a Anatel está agilizando os processos de julgamento", disse Rezende. Segundo ele, esse trabalho mais ágil vem sendo exigido do conselho e não há casos ex-
Não há aumento no rigor. O que ocorre é que a Anatel está agilizando os processos de julgamento. JOÃO REZENDE, DIRETOR-GERAL DA ANATEL tremamente antigos contra as operadoras que sigam pendentes. "Em geral o trâmite leva um ano e meio. Não há muita multa antiga pendente [para ser aplicada]. Nosso índice de prescrição é praticamente nulo", defendeu o presidente.
Acordo – Desde maio do ano passado a agência vem aplicando descontos de até 90% sobre as multas para empresas que aceitam fazer o pagamento e que reconheçam o problema logo que é feita a fiscalização. Desde então foram aplicadas 90 multas, que deveriam resultar em uma arrecadação de R$ 12 milhões. No lugar disso, foram firmados acordos e o valor a ser pago foi reduzido para R$ 9 milhões. O resultado é visto como vantajoso pela agência, que, em geral, demora a receber os pagamentos das empresas reguladas, que costumam recorrer até a última instância judicial antes de cumprir a pena. (Folhapress)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
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BV SISTEMAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO S.A. CNPJ/MF nº 04.499.812/0001-84 Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 11º andar - Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo - SP Tel.: (011) 5171-100 Fax: (011) 5171-1900 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 2012 Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, apresentamos as demonstrações financeiras da BV Sistemas de Tecnologia da Informação S.A. (“BV Sistemas”), relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011, acompanhadas das notas explicativas e do relatório dos auditores independentes. A BV Sistemas é uma companhia de capital fechado que tem por objetivo social, principalmente, a prestação
de serviços de desenvolvimento e manutenção de sistemas e serviços de informática. As operações são con- A administração da BV Sistemas agradece aos acionistas, clientes e parceiros pela confiança depositada e aos duzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclu- colaboradores pelo contínuo empenho e dedicação. sive em relação ao gerenciamento de riscos. São Paulo, 07 de fevereiro de 2013 No encerramento de 2012, a BV Sistemas registrou resultado negativo de R$ 7,0 mil (R$ 3,9 milhões de resultado positivo em 2011) e patrimônio líquido de R$ 20,2 milhões (R$ 20,2 milhões em 2011). A Diretoria
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Ativos financeiros Ativos tributários correntes Ativos tributários diferidos Outros ativos Não circulante Ativos tributários diferidos Outros ativos Ativos tangíveis Ativos intangíveis Total do ativo
2012 2011 Passivo 42.883 29.660 Circulante 178 165 Passivos tributários correntes 37.487 19.986 4.613 3.620 Provisões 397 1 Dividendos a pagar 208 5.888 Outros passivos 25.834 1.035 553 95 Patrimônio líquido 36 – Capital social 966 929 Reservas de lucros 24.279 11 68.717 30.695 Total do passivo As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
2012
2011
48.502
10.473
3.768
3.505
1.624
279
–
919
43.110
5.770
20.215
20.222
13.610
13.610
6.605
6.612
68.717
30.695
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais)
Saldos em 31 de dezembro de 2010 Aumento de Capital Lucro líquido Destinações do lucro líquido: Reserva legal Dividendos e juros sobre capital próprio (R$ 4,07 - p/ação) Reserva para expansão Saldos em 31 de dezembro de 2011 Prejuízo do período Reversão de reservas Saldos em 31 de dezembro de 2012
Capital Social 11.610 2.000 –
Reservas de lucros Legal Expansão 510 5.152 – (2.000) – –
Lucros/ (Prejuízos) acumulados – – 3.869
Total 17.272 – 3.869
(193) (919) (2.757) – (7) 7 –
– (919) – 20.222 (7) – 20.215
– 193 – – – – – – 2.757 13.610 703 5.909 – – – – – (7) 13.610 703 5.902 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 1
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3
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Contexto operacional A Sociedade é uma Companhia de Capital fechado que tem por objetivo social, principalmente, a prestação de serviços de desenvolvimento e manutenção de sistemas e serviços de informática. As operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro, inclusive em relação ao gerenciamento de riscos. Os benefícios dos serviços prestados entre essas instituições e os custos da estrutura operacional e administrativa são absorvidos segundo a praticabilidade e a razoabilidade de lhes serem atribuídos em conjunto ou individualmente. Apresentação das demonstrações financeiras As demonstrações financeiras foram elaboradas conforme as disposições previstas na legislação societária vigente, tendo a sua base de preparação as práticas contábeis adotadas no Brasil. Essas demonstrações financeiras são apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Companhia. A emissão das demonstrações financeiras foi autorizada pela Diretoria em 07 de fevereiro de 2013. Base de preparação das demonstrações financeiras Estimativas contábeis e julgamento A elaboração de demonstrações financeiras requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Administração revisa as estimativas e premissas regularmente. Os principais valores reconhecidos nas demonstrações financeiras por meio das estimativas estão incluídos na nota explicativa nº 13 - Provisões. Principais práticas contábeis a. Apuração do resultado As receitas de prestação de serviços são reconhecidas quando é provável que os benefícios econômicos futuros fluirão para a entidade. As receitas compreendem as contraprestações recebidas ou a receber pela prestação do serviço. As receitas e despesas financeiras são registradas de acordo com o regime de competência e são contabilizadas pelo critério “pro rata” dia, calculadas com base no método exponencial. b. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por caixa e depósitos bancários. c. Ativos financeiros Os ativos financeiros são registrados pelo valor efetivamente pago e classificados em função da intenção da Administração em três categorias distintas: i. Ativos financeiros mantidos para negociação - ativos adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São ajustados pelo seu valor justo em contrapartida ao resultado do período; ii. Ativos financeiros disponíveis para venda - ativos que não se enquadrem para negociação nem como mantidos até o vencimento. São ajustados pelo seu valor justo em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários; iii. Ativos financeiros mantidos até o vencimento - ativos adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Nesta categoria, os títulos não são ajustados ao seu valor justo. A metodologia de avaliação ao valor justo foi estabelecida com observância de critérios consistentes e verificáveis, que levam em consideração o preço médio de negociação no dia da apuração ou na falta desse, o valor de ajuste diário das operações de mercado futuro divulgados por fontes externas ou o valor líquido provável de realização obtido com a utilização de curvas de valores futuros de taxas de juros, taxas de câmbio, índice de preços e moedas, além de eventuais ajustes nos preços de títulos de baixa liquidez. Os rendimentos auferidos com os ativos financeiros, independentemente da categoria em que estão classificados, são calculados “pro rata” dia, com base na variação do indexador e na taxa efetiva de juros, pelo método exponencial ou linear, até a data do vencimento ou da venda definitiva do título, sendo reconhecidos diretamente no resultado do período. d. Ativos tangíveis Os ativos tangíveis são reconhecidos pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação/amortização. A depreciação/amortização é calculada pelo método linear, com base nas seguintes taxas anuais/prazos: • instalações, móveis e equipamentos de uso - 10% • sistema de comunicação, segurança e transporte - 10% • sistemas de processamento de dados - 20% • benfeitorias em propriedades de terceiros - prazo do contrato de aluguel Os ativos estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. e. Ativos intangíveis Os ativos intangíveis incluem os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da Companhia ou exercidos com essa finalidade. A amortização é calculada pelo método linear, com base nos seguintes prazos: • licenças - prazo do contrato de uso • fundo de comércio - prazo do contrato de aluguel Os ativos estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. f. Ativos e passivos tributários O Imposto de Renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido do adicional de 10% e a Contribuição Social foi apurada com base na alíquota de 9%, ambos, aplicáveis ao lucro tributável. A constituição do crédito tributário do Imposto de Renda e da Contribuição Social está fundamentado em estudo técnico comprobatório da capacidade de sua realização preparado pela Administração. O PIS (Programa Integração Social) foi apurado com base nas alíquotas de 0,65% (regime cumulativo) e 1,65% (regime não cumulativo), ambos aplicáveis sobre as receitas auferidas pela Companhia, reduzida das exclusões e deduções permitidas pela legislação em vigor. A COFINS (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) foi apurada com base na alíquota de 4% (regime cumulativo) e 7,6% (regime cumulativo e não cumulativo), ambos aplicáveis sobre as receitas auferidas pela Companhia, reduzida das exclusões e deduções permitidas pela legislação em vigor. O ISS (Imposto Sobre Serviços) foi apurado considerando alíquota de 2% até 5% (alíquota varia de acordo com cada Município) sobre as receitas de serviços prestados pela Companhia. g. Provisões Os passivos contingentes são reconhecidos nas demonstrações financeiras quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como remotos não requerem provisão e divulgação. h. Outros ativos e outros passivos Outros ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Outros passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). Composição de caixa e equivalentes de caixa 31/12/2012 31/12/2011 Disponibilidades Depósitos bancários 178 165 Total 178 165 Ativos financeiros Composição por categoria 31/12/2012 31/12/2011 Valor de Ganho / Valor de Ganho / Valor de mercado (Perda) não Valor de mercado (Perda) não realizado realizado custo (contábil) custo (contábil) Mantidos para negociação No País Certif. de Dep. Bancário 37.487 37.487 – 19.986 19.986 – Total 37.487 37.487 – 19.986 19.986 – Os ativos financeiros classificados na categoria “mantidos para negociação” são apresentados no Balanço Patrimonial como ativo circulante, independente dos prazos de vencimentos dos respectivos títulos. Ativos tributários correntes 31/12/2012 31/12/2011 Imposto de Renda a compensar 3.016 2.012 Contribuição Social a compensar 1.149 973 PIS a compensar 38 40 COFINS a compensar 175 183 IRPJ pago a maior – 30 Outros 235 382 Total 4.613 3.620 Ativos tributários diferidos a. Composição dos ativos tributários diferidos 31/12/2012 31/12/2011 Participações para gratificações 397 1 Provisão para passivos contingentes 553 95 Total 950 96 b. Movimentação dos ativos tributários diferidos no período com efeitos em contas de resultado 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Saldo inicial 96 14 Provisão para gratificações 397 1 Provisão para passivos contingentes 457 81 Saldo final 950 96 c. Expectativa de realização dos ativos tributários diferidos Valor nominal Valor presente Em 2013 452 422 Em 2014 166 143 Em 2015 221 175 Em 2016 111 79 Total 950 819
9
Outros ativos
10
Serviços técnicos espec. - Ligadas Adiantamentos e antecipações salariais Adiantamentos a fornecedores Devedores por depósitos em garantia Outros Total Ativos tangíveis
Instalações Móveis e equipamentos de uso Sistema de comunicação Sistema de processamento de dados Sistema de segurança Total
11
Saldo inicial Aquisições Depreciação Saldo final Ativos intangíveis
Licenças Marcas e patentes Total
12
13
14
15
16
17
18
31/12/2012 – 173 16 36 19 244
Valor de custo 3 774 5 1.469 38 2.289
31/12/2012 Depreciação/ Saldo amortização líquido (3) – (431) 343 (4) 1 (870) 599 (15) 23 (1.323) 966
31/12/2011 5.526 325 12 23 2 5.888 31/12/2011 Saldo líquido – 403 1 501 24 929
01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 929 1.063 174 74 (137) (208) 966 929
Valor de custo
31/12/2012 Depreciação/ amortização
Saldo líquido
31/12/2011 Saldo líquido
259 24.277 24.536
(257) – (257)
2 24.277 24.279
11 – 11
01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Saldo inicial 11 36 Aquisições (a) 24.277 – (9) (25) Amortização Saldo final 24.279 11 (a) Refere-se a compra a prazo de ativo intangível da coligada CP Promotora de Vendas. Passivos tributários correntes 31/12/2012 31/12/2011 Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar 2.304 2.036 Impostos e contribuições sobre serviços de terceiros 1 3 Impostos e contribuições sobre salários 834 773 PIS 39 41 COFINS 181 189 ISS 292 305 Outros impostos e contribuições 117 158 Total 3.768 3.505 Provisões a. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável 31/12/2012 31/12/2011 Contingências trabalhistas 1.624 279 1.624 279 Total Processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros. b. Movimentação dos passivos contingentes classificados na categoria de risco provável Demandas trabalhistas 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Saldo inicial 279 41 1.345 238 Constituições Saldo final 1.624 279 c. Composição dos passivos contingentes classificados na categoria de risco possível 31/12/2012 31/12/2011 Contingências trabalhistas 848 857 848 857 Total Processos movidos, na grande maioria, por ex-empregados, cuja natureza das reclamações envolvem indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros. d. Depósitos judiciais apresentados em Outros ativos 31/12/2012 31/12/2011 Contingências trabalhistas 36 23 Total 36 23 Outros passivos 31/12/2012 31/12/2011 Provisão para participação nos lucros 9.530 1.849 Provisão para despesas de pessoal 9.219 3.733 Provisão para gratificações – 12 Provisão para despesas administrativas 82 169 Valores a pagar - Sociedades ligadas (a) 24.277 – 2 7 Outros Total 43.110 5.770 (a) Refere-se a compra a prazo de ativo intangível da coligada CP Promotora de Vendas. Patrimônio líquido a. Capital Social O Capital Social é representado por 500.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. b. Reservas de lucros Reserva legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do Capital Social. A Reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante das Reservas de Capital exceder 30% do Capital Social. A Reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de Capital ou para compensar prejuízos. Reserva para expansão No encerramento do exercício, a Administração propõe a destinação do lucro não distribuído para “Reserva para expansão”. O saldo de reserva está à disposição dos acionistas para deliberação futura em Assembleia Geral. c. Dividendos Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo obrigatório, correspondente a 25% do lucro de cada período, deduzido da Reserva legal. Em 2011, a Administração propôs a distribuição de dividendos sobre o lucro do período. 31/12/2011 Lucro líquido 3.869 Reserva legal (193) Base de cálculo 3.676 Dividendos 919 919 Valor proposto % sobre a base de cálculo 25% Montante por ação 1,84 Balanço Patrimonial por faixas de vencimento A demonstração do “Balanço Patrimonial por faixas de vencimento” em 31 de dezembro de 2012 foi elaborada considerando o prazo de vencimento dos ativos e passivos, independente da categoria em que estão classificados. Dos ativos e passivos de prazo indeterminado, classificam-se as operações ativas no não circulante e as operações passivas no passivo circulante. O ativo permanente e o patrimônio líquido estão sendo apresentados como “acima de 5 anos”. Na demonstração “Balanço Patrimonial”, os ativos financeiros classificados na categoria “mantidos para negociação” são apresentados como Ativo Circulante, independentemente dos prazos de vencimento dos títulos. a. Ativo Sem Até De 1 a De 3 a Acima de Vecto. 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Total Caixa e equivalentes de caixa 178 – – – – 178 Ativos financeiros – 37.487 – – – 37.487 Ativos tributários correntes – 4.613 – – – 4.613 Ativos tributários diferidos – 397 553 – – 950 Outros ativos – 208 36 – – 244 Ativos tangíveis – – – – 966 966 – – – – 24.279 24.279 Ativos intangíveis Total 178 42.705 589 – 25.245 68.717 b. Passivo Sem Até De 1 a De 3 a Acima de Vecto. 360 dias 3 anos 5 anos 5 anos Total Passivos tributários correntes – 3.768 – – – 3.768 Provisões – 1.624 – – – 1.624 Outros passivos – 43.110 – – – 43.110 – – – – 20.215 20.215 Patrimônio Líquido Total – 48.502 – – 20.215 68.717 Receitas de serviços 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 76.659 69.384 Serviços técnicos espec. - Ligadas Total 76.659 69.384 Receitas/(Despesas) financeiras 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Títulos de renda fixa 2.347 2.988 Outras (6) (42) 2.341 2.946 Total
DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais, exceto o lucro líquido do exercício por ações) 2012 Receitas de serviços e comissões 76.659 Impostos sobre serviços (3.833) Receita líquida de impostos 72.826 Receitas/(Despesas) financeiras 2.341 Resultado operacional 75.167 Despesas de pessoal (49.752) Outras despesas administrativas (4.017) Depreciação e amortização (146) Despesas tributárias (4.693) Outras receitas operacionais 70 Outras despesas operacionais (1.347) Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações 15.282 (1.450) Impostos e contribuições Impostos e contribuições sobre a renda correntes (2.304) Impostos e contribuições sobre a renda diferidos 854 (13.839) Participações no lucro e resultados Lucro líquido/(Prejuízo) do exercício (7) Lucro líquido/(Prejuízo) por ações - R$ -0,01 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
2011 69.384 (3.469) 65.915 2.946 68.861 (50.459) (5.575) (233) (2.874) 16 (280) 9.456 (1.860) (1.942) 82 (3.727) 3.869 7,74
DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS ABRANGENTES EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais, exceto o lucro líquido do exercício por ações) 2012 Lucro líquido/(Prejuízo) do exercício (7) Resultado abrangente total (7) Atribuível aos Acionistas controladores (7) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
2011 3.869 3.869 3.869
DEMONSTRAÇÕES DO FLUXO DE CAIXA EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 2012 Fluxos de caixa provenientes das operações (7) Lucro líquido/(Prejuízo) 1.485 Ajustes ao lucro líquido/(Prejuízo): Depreciação e amortização 146 Provisões 1.345 (6) Outras receitas operacionais Variações patrimoniais Ativos financeiros (17.501) Ativos tributários correntes (993) Ativos tributários diferidos (854) Outros ativos 5.650 Passivos tributários correntes 263 37.340 Outros passivos 25.383 Caixa gerado/(utilizado) pelas operações (919) Caixa gerado/(utilizado) pelas atividades de financiamento Dividendos pagos (919) Fluxos de caixa provenientes das atividades de investimento Aquisição de ativos tangíveis (174) (24.277) Aquisição de ativos intangíveis (24.451) Caixa gerado/(utilizado) pelas atividades de investimento 13 Variação líquida de caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 165 178 Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício 13 Aumento/(Redução) no caixa e equivalentes de caixa As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
2011 3.869 471 233 238 – 8.707 851 (82) (5.634) (2.204) (4.025) 1.953 (2.037) (2.037) (74) – (74) (158) 323 165 (158)
DEMONSTRAÇÕES DOS VALORES ADICIONADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 2012 77.723 Receitas Receitas de serviços e comissões 76.659 Receitas/(Despesas) financeiras 2.341 Outras receitas/(despesas) operacionais (1.277) (1.047) Insumos adquiridos de terceiros Materiais, energia e outros (67) Serviços de terceiros – (980) Outras Comunicações (11) Manutenção e conservação de bens (60) Processamento de dados (318) Promoções e relações públicas (3) Publicações (79) Serviços do sistema financeiro (9) Serviços técnicos especializados (263) Transportes (97) (140) Outras 76.676 Valor adicionado bruto Depreciação e amortização (146) 76.530 Valor adicionado líquido produzido pela entidade 76.530 Valor adicionado a distribuir 76.530 Valor adicionado distribuído 61.466 Pessoal Salários e honorários 37.238 Participação no lucro 13.839 Benefícios e treinamentos 7.634 FGTS 2.755 12.101 Impostos, taxas e contribuições INSS sobre salários 2.125 Impostos sobre serviços 3.833 Despesas tributárias (exceto IR e CS) 4.693 Imposto de Renda/Contribuição Social 1.450 2.970 Remuneração de capitais de terceiros Aluguéis 2.970 (7) Remuneração de capitais próprios Dividendos/juros sobre capital próprio – Lucro/(Prejuízo) retido (7) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 19
Despesas de pessoal
20
Honorários Benefícios Encargos sociais Proventos Treinamento Total Outras despesas administrativas
21
Água, energia e gás Aluguéis Comunicações Manutenção e conservação de bens Material Processamento de dados Promoções e relações públicas Publicações Seguros Serviços do sistema financeiro Serviços de terceiros Serviços técnicos especializados Transportes Viagens Outras Total Despesas de depreciação e amortização
22
Amortização Depreciação Total Despesas tributárias
23
PIS COFINS Contribuição Social Outras Total Outras receitas operacionais
24
Atualização monetária de ativos Outras Total Outras despesas operacionais
25
26
2011 72.066 69.384 2.946 (264) (2.147) (176) (11) (1.960) (57) (114) (204) (29) (99) (9) (1.067) (218) (163) 69.919 (233) 69.686 69.686 69.686 47.203 34.030 3.727 6.815 2.631 15.186 6.983 3.469 2.874 1.860 3.428 3.428 3.869 919 2.950
01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 (209) (280) (7.603) (6.732) (4.880) (9.614) (37.029) (33.750) (31) (83) (49.752) (50.459) 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 – (75) (2.970) (3.428) (11) (57) (60) (114) (67) (101) (318) (204) (3) (29) (79) (99) (3) (9) (9) (9) – (11) (263) (1.067) (97) (218) (38) (48) (99) (106) (4.017) (5.575) 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 (9) (25) (137) (208) (146) (233) 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 (513) (470) (2.371) (2.171) (1.806) (158) (3) (75) (4.693) (2.874) 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 60 16 10 – 70 16
01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Provisão para passivos contingentes (1.345) (238) (2) (42) Outras (1.347) (280) Total Despesas de impostos e contribuições sobre a renda a. Impostos e contribuições sobre as rendas correntes 01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Lucro antes do Imposto de Renda, 15.282 9.456 da Contribuição Social e das participações (5.196) (3.215) Encargos à alíquota nominal vigente 2.892 1.273 Exclusões/(Adições) Participações no lucro 4.705 1.267 Provisão para passivos contingentes (457) (81) Adições permanentes e incentivos fiscais (959) 86 (397) 1 Provisão para gratificações Impostos e contribuições sobre as rendas correntes (2.304) (1.942) Instrumentos financeiros Os valores justos dos ativos e passivos financeiros, juntamente com os valores contábeis apresentados no Balanço Patrimonial, são os seguintes: 31/12/2012 31/12/2011 Ganho / Ganho / Valor de Valor de (Perda) não Valor de Valor de (Perda) não custo mercado custo mercado realizado realizado Ativos Caixa e equivalentes de caixa 178 178 – 165 165 – Ativos financeiros 37.487 37.487 – 19.986 19.986 – Outros ativos 244 244 – 5.888 5.888 – Passivos Outros passivos 43.110 43.110 – 5.770 5.770 –
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
BV SISTEMAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO S.A. CNPJ/MF nº 04.499.812/0001-84 Avenida das Nações Unidas, nº 14.171, Torre A, 11º andar - Vila Gertrudes - CEP: 04794-000 - São Paulo - SP Tel.: (011) 5171-100 Fax: (011) 5171-1900 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 27
Partes relacionadas a. Sumário das transações com partes relacionadas As operações com partes relacionadas compreendem as empresas que compõem o Conglomerado Financeiro Banco do Brasil e o Conglomerado Industrial Votorantim, sendo as principais Votorantim Finanças S.A. e Votorantim Industrial S.A.. 31/12/2012 31/12/2011 Ativo/(Passivo) Caixa e equivalentes de caixa Banco Votorantim S.A. 153 142 Ativos financeiros Banco Votorantim S.A. 37.487 19.986 Dividendos a pagar BV Participações S.A. – (919) Outros passivos CP Promotora de Vendas S.A. (24.277) –
01/01 a 31/12/2012 01/01 a 31/12/2011 Receitas/(Despesas) Receitas/(Despesas) de serviços Votorantim Finanças S.A. e controladas 171 – BV Leasing S.A. – 12 Votorantim CTVM Ltda. 7.149 6.026 28 Votorantim Asset Management Ltda. 7.541 5.867 Banco Votorantim S.A. 14.683 11.602 BV Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento 47.115 45.877 Receitas/(Despesas) operacionais Banco Votorantim S.A. 2.347 2.988 b. Remuneração de pessoal-chave da Administração Em 31 dezembro de 2012, a Companhia despendeu o montante de R$ 6.273 como remuneração às pessoas-chave da Administração.
Honorários (209) Gratificações (4.598) (1.466) Encargos sociais (6.273) Total Outras informações a. Benefícios a empregados Não existe benefícios pós-emprego, tais como pensões, outros benefícios de aposentadoria, seguro de vida e assistência médica pós-emprego, outros benefícios de longo prazo a empregados e administradores, incluindo licença por anos de serviço ou outras licenças, jubileu ou outros benefícios por anos de serviço, remuneração baseada em ações e benefícios de rescisão de contrato de trabalho com exceção dos previstos em acordo coletivo da categoria. b. Ativos contingentes Não existe nenhum ativo contingente contabilizado.
Marcelo Rosas Betine Contador - 1PR044644/“O” - 6 “S” SP
A DIRETORIA
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Diretores e aos Acionistas da BV Sistemas de Tecnologia da Informação S.A. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras da BV Sistemas de Tecnologia da Informação S.A. (“Companhia”) que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas
requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os
aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BV Sistemas de Tecnologia da Informação S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Outros assuntos - Demonstração do valor adicionado Examinamos, também, a demonstração do valor adicionado da BV Sistemas de Tecnologia da Informação S.A., para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, cuja apresentação está sendo efetuada de forma espontânea pela Companhia. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. São Paulo, 07 de fevereiro de 2013
KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
e
Alberto Spilborghs Neto Contador CRC 1SP167455/O-0
Projeto institui o Dia Nacional dos Comerciários, que será comemorado em 30 de outubro.
conomia
Russos visitarão frigoríficos do País Técnicos russos vão fazer inspeção em empresas de três estados do País que, segundo eles, têm deficiências técnicas para exportar.
R
Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo
epresentantes da Rússia iniciarão a partir da próxima semana inspeções em unidades produtoras dos três Estados brasileiros que ainda enfrentam restrições para exportação de carnes ao mercado russo, disse ontem uma fonte do governo que participou de reunião no Itamaraty. O Ministério da Agricultura do Brasil anunciou no final de novembro a suspensão do embargo aos Estados de Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Paraná, mas Moscou ainda manteve algumas restrições. Representantes do setor argumentam que, na prática, o embargo não foi suspenso, uma vez que Moscou ainda não habilitou novas plantas nesses Estados para exportar carnes ao mercado russo desde então. A Rússia é o principal destino das exportações brasileiras de carne, principalmente de carne suína. Segundo a fonte, que pediu para não ser identificada, representantes dos dois países devem voltar a discutir o assunto carnes em nova reunião marcada para hoje. Plantas industriais – A indústria de carne suína foi a mais afetada pelas restrições russas, mas o setor viu as vendas melhorarem a partir do segundo semestre de 2012, com a
Bom apetite: a Rússia abocanhou em janeiro deste ano fatia de 29% das vendas de carne suína do Brasil, com 11.940 toneladas. Isso representa salto nas compras de 454% ante janeiro de 2012.
habilitação de novas plantas industriais em outros Estados não embargados. Em janeiro, a Rússia alcançou uma fatia de 29% das vendas totais de carne suína do Brasil, com 11.940 toneladas. Isso representa um crescimento de 454% nas compras
ante janeiro de 2012. "O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, teve seguidas reuniões (nesta semana) com as autoridades dessa área com resultados extremamente favoráveis", disse o vice-presidente da República, Michel Temer, a jornalistas
após a assinatura ontem em Brasília de acordos com representantes russos. Serviço sanitário – O ministro da agricultura da Rússia, Nikolai Fyodorov, afirmou, em entrevista que o serviço sanitário russo nunca impôs embargo às importações de carnes
Queda no preço do açúcar não preocupa Edson Silva/Folhapress
A
queda dos preços do açúcar tende a persistir nos próximos meses, mas não necessariamente significará dificuldades para o setor sucroalcooleiro no mundo. De acordo com o diretor da consultoria inglesa LMC International, Martin Todd, a redução dos custos de produção tende a acompanhar essa desvalorização da commodity na Bolsa de Nova York. "Você tem de olhar para as duas coisas juntas: os preços do açúcar caem, mas os de fertilizantes, gasolina, maquinários também estão caindo", disse ele, que participou ontem do evento Agri & Food Day, promovido pelo Itaú BBA, em São Paulo. Com relação ao etanol brasileiro, Todd afirmou que o aumento das exportações para os Estados Unidos vai depender da política energética elaborada pela Agência de Proteção Ambiental norteamericana (EPA). Segundo ele, a demanda pelo biocombustível nos EUA tende a crescer em razão da política de Padrão de Combustíveis Renováveis (RFS), que prevê o aumento do uso de biocombustíveis no país ao longo dos próximos
Colheita de cana de açúcar: etanol deve ser direcionado para mercado interno. anos. No entanto, essa procura pode ser preenchida por biodiesel ou etanol de milho, a depender das exigências da EPA, avaliou. Na última segunda-feira, a consultoria FCStone projetou que o Brasil poderá exportar até 2,6 bilhões de litros de etanol para os EUA em 2013. O número representa apenas 0,686 bilhões de galões dos 2,75 bilhões de galões dos chamados combustíveis avançados que o governo norte-america-
no pede para serem consumidos neste ano. Na avaliação de Alexandre Figliolino, diretor do Itaú BBA, o Brasil deveria se voltar para o mercado interno quando o assunto é etanol. Ele comentou que o produto perdeu competitividade nos últimos anos ante a gasolina e que exportações para os EUA, o principal importador, são reguladas pela EPA. "O etanol mais competitivo ajuda o consumo interno, reduzin-
do o excedente de oferta, seja pelo aumento de área plantada com cana, seja pelo aumento da produtividade", afirmou. Figliolino disse que o setor está inseguro com as mudanças de regras estabelecidas pelo governo e que o Brasil deveria seguir a lógica de mercado. "As margens estão próximas a zero, ninguém consegue investir. O setor precisa de uma taxa de retorno." Segundo ele, as recentes alterações na política energética brasileira (reajuste de combustíveis e aumento da mistura de etanol na gasolina) até favorecem a demanda pelo biocombustível, mas ainda não estimulam o setor. Ele diz que a capacidade instalada da indústria deixará de ser ociosa a partir da safra 2014/15. Assim, se não houver investimento, a produção não crescerá. Levantamento feito pelo Itaú BBA mostra que 36% das usinas do Centro-Sul estão com pleno acesso a capital e que 29% apresentam endividamento adequado. Contudo, 16% precisam passar por algum tipo de recuperação e 18%, por processos de fusão ou aquisição. (Agências)
do Brasil. Apenas restringiu, segundo ele, compras de frigoríficos localizados em três Estados (Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso), "que têm deficiências técnicas para comprovar a rastreabilidade dos animais abatidos". (Agências)
Regras para os comerciários
O
Senado aprovou ontem o projeto de lei que trata da regulamentação da profissão de comerciários. A proposta será agora encaminhada para sanção da presidente da República, Dilma Rousseff. A proposta é de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) e determina o respeito a oito horas diárias de trabalho para os comerciários, sendo que a jornada semanal permitida pela lei será de 44 horas. As alterações neste regime estabelecido pela proposta aprovada pelo Senado só poderão ser feitas por meio de convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho. Segundo Paim, o projeto visa "evitar abusos" por parte dos empregadores, já que não havia regulamentação da jornada diária dos trabalhadores. "O que havia eram jornadas de 12 horas, 13 horas diárias que os empregadores alegavam ser horas extras", disse o senador. "Essa é a categoria mais antiga só mundo." A proposta permite ainda que o comerciário realize uma jornada de seis horas para casos de trabalho realizados em turnos de revezamento. O projeto institui o Dia Nacional dos Comerciários, que será comemorado em 30 de outubro. (Agências)
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e Malha fina das empresas vira realidade Em 2013, a Receita Federal implementará ações especiais para a cobrança de R$ 6,8 bilhões em tributos atrasados de 184 grandes companhias.
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Fisco federal irá informar diariamente companhias sobre inconsistências no recolhimento de tributos. Cerca de R$ 41 bilhões de impostos estão em atraso.
Quando inconsistências forem detectadas, a malha fina emitirá e enviará automaticamente um extrato ao contribuinte, alertando-o do ocorrido, em uma ação que representa um controle sistemático em relação ao pagamento dos tributos. Occaso informou que esse sistema estava em fase de funcionamento experimental em São Paulo e que até o fim deste mês passará a ter abrangência nacional. Tributos atrasados – Balanço apresentado ontem pela Receita Federal mostrou que, no ano passado, o órgão cobrou R$ 143,3 bilhões em impostos atrasados, mas conseguiu recuperar efetivamente R$ 45 bilhões, 11,5% maior que o montante apurado em 2011. Do total recuperado pelo fisco, R$ 41,2 bilhões foram pagamentos feitos por empresas e o restante por contribuintes pessoa física. Para 2013, a estratégia de cobrança da Receita terá, além do reforço da malha fina de empresas, uma ação de cobrança direcionada a grandes contribuintes. O órgão selecionou 184 grandes companhias de diversos setores que devem R$ 6,8 bilhões em tributos atrasados e que serão objeto de ações especiais por meio da intensificação da cobrança. A Receita tem tentado aumentar a recuperação de impostos atrasados como forma de compensar parcialmente o resultado fraco da arrecadação corrente. No ano passado, a Receita teve crescimento na arrecadação real de apenas 0,7%. (Reuters)
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Receita Federal do Brasil (RFB) coloca em prática ainda neste mês o sistema de malha fina para o contribuinte pessoa jurídica, por meio do qual as cerca de 4 milhões de empresas em atividade no País serão informadas diariamente sobre inconsistências no pagamento de tributos federais. A medida representará um reforço adicional para a cobrança de R$ 41,9 bilhões em débitos de grandes devedores. Para a Receita, a nova malha fina dará ao contribuinte uma percepção maior da capacidade de controle do fisco. "Com a percepção de que a Receita tem rigor na conferência dos tributos declarados, nós podemos aumentar a arrecadação espontânea... E uma malha fina vai influenciar o procedimento futuro do contribuinte", disse o subsecretário de Arrecadação do órgão, Carlos Roberto Occaso. O sistema de malha fina de empresas fará uma análise diária dos documentos obrigatórios de arrecadação de impostos das companhias com o objetivo de detectar tributos que foram declarados e não foram pagos.
Câmara aprova ampliação do teto para o lucro presumido
Cerco se fecha com o Sped Newton Santos/Hype
Sílvia Pimentel
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poderoso banco de dados criado pela Receita Federal com a exigência de um conjunto de declarações setoriais explica o início do sistema de malha fina para as empresas. De acordo com o vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), José Maria Chapina Alcazar, o cerco se fecha com a entrada em vigor do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). Na prática, há muito tempo, as informações vem sendo armazenadas. "É um arsenal eletrônico composto por informações comerciais, financeiras, fiscais, tributárias e previdenciárias", explica o dirigente. A partir de março, a EFD - Contribuições, que após muitas mudanças nos prazos da entrega e adequações ao seu processamento, entra com força total neste ano, contemplando o grupo de empresas do Lucro Presumido. Nela, a Receita Federal, pela primeira vez, terá acesso ao detalhamento do controle de crédito e débitos do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). As novas declarações geradas com a contribuição sobre o faturamento de alguns setores econômicos, que deixaram de recolher 20% sobre a folha a título de INSS, também devem aumentar o poderio da Receita em cruzar dados das pessoas jurídicas. "Vai auxiliar, sem dúvida. Mas a EFD é a
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Chapina: detalhamento do PIS e da Cofins do lucro presumido. grande responsável pelo fechamento do cerco, pois o PIS e a Cofins são dois dos tributos recolhidos pela totalidade das empresas", explica Chapina. O contador Sebastião Luiz Gonçalves dos Santos, do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRC-SP), também atribui ao Sped o aprimoramento da Receita no controle da arrecadação. "(O Sped) É a alma das pessoas jurídicas nas mãos do
fisco. A base principal para o cruzamento de dados", resume. Com a novidade da malha fina da pessoa jurídica, o contador recomenda aos contribuintes e profissionais da contabilidade a redobrar os cuidados para enviar corretamente as informações solicitadas. "Os dados das várias declarações devem estar sincronizados para evitar que a empresa caia na malha fina da Receita", conclui Santos.
Câmara dos Deputados aprovou ontem o aumento do teto para empresas recolherem imposto pelo regime do lucro presumido. Se sancionada pela presidente, a medida pode provocar uma perda de arrecadação de aproximadamente R$ 1 bilhão para o governo federal. O projeto, do deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), praticamente dobra o limite atual de enquadramento de empresas, de R$ 48 milhões para R$ 72 milhões em faturamento por ano. Castro argumenta que apenas atualizou o valor do teto, congelado desde 2002. E que seu objetivo é "simplificar a vida das empresas". Com a ampliação do limite, é possível que mais empresas paguem imposto pelo lucro presumido. De acordo com o tributarista Cássio Zocolotti, da consultoria FBM, isso significa que elas poderiam recolher menos Programa de Integração Social/Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins), por exemplo. "A maior parte das empresas que estão no regime de lucro presumido recolhe 3% de Cofins e 0,65% de PIS. No lucro real (válido para empresas com faturamento superior a R$ 48 milhões ano), a alíquota dos dois tributos é mais alta: 7,6% e de 1,65%", disse o advogado.
Desoneração – A ampliação do teto foi incluída, pelo deputado, no texto da Medida Provisória 582, que ampliou para 40 os setores beneficiados pela desoneração da folha de pagamentos. Em troca, esses setores passaram a recolher uma contribuição de 1% sobre a receita bruta. Os setores contemplados já estão com a folha desonerada desde janeiro, mas a MP carecia de aprovação no Congresso, sob pena de o benefício expirar no fim deste mês. Segundo Zocolotti, se não for aprovada pelo Senado até o fim de fevereiro, a MP fica sem efeitos e as empresas perdem o benefício. "Isso cria insegurança entre as empresas. Muitas já repassaram para os seus preços os be
nefícios tributários que obtiveram", disse. No texto aprovado, Marcelo Castro ampliou o número de setores beneficiados. Foram incluídos, por exemplo, os setores de fertilizantes, fabricantes de armamentos, produtores de castanha de caju, melão e melancia, táxi aéreo e comunicação. Outros, segundo Castro, pediram para sair da lista de beneficiados, pois verificaram que não haveria vantagem com a troca para a contribuição sobre o faturamento. São eles as cooperativas e os cegonheiros. Após apreciação no Senado, o texto segue para avaliação da presidente Dilma Rousseff, que pode aprová-lo ou vetá-lo parcialmente. (Folhapress)
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FATO RELEVANTE ATA SUMÁRIA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO, REALIZADA EM 19 DE FEVEREIRO DE 2013 DATA, HORA E LOCAL: Em 19 de fevereiro de 2013, às 17:00 horas, na Av. Paulista, 1938, 5º andar, em São Paulo (SP). MESA: Salo Davi Seibel - Presidente; e Carlos Roberto Zanelato Secretário. QUORUM: A totalidade dos membros eleitos com manifestação por email. DELIBERAÇÕES TOMADAS POR UNANIMIDADE: O Conselho de Administração, deliberou, com fundamento nos subitens 29.2 e 30.4 do Estatuto Social: 1. declarar juros sobre o capital próprio complementares, imputados ao valor do dividendo obrigatório de 2012, no valor de R$ 0,01178241448 por ação, que serão pagos no dia 28.02.2013, com base na posição acionária final do dia 19.02.2013 e com retenção de 15% de imposto de renda na fonte, resultando em juros líquidos de R$ 0,01001505231 por ação, excetuados dessa retenção os acionistas pessoas jurídicas que comprovarem a sua condição de imune ou que estejam desobrigados da retenção por disposição legal; o crédito contábil individualizado desses juros será efetuado em 28.02.2013, por conta do resultado de 2012 e da Reserva de Equalização de Dividendos (lucro de 2010); 2. pagar, também no dia 28.02.2013, os juros sobre o capital próprio declarados pelo Conselho de Administração em reunião de 30.11.2012, no valor de R$ 0,1639 por ação, com retenção de 15% de imposto de renda na fonte, resultando em juros líquidos de R$ 0,139315 por ação, excetuados dessa retenção os acionistas pessoas jurídicas comprovadamente imunes ou desobrigados da retenção por disposição legal; o crédito contábil individualizado desses juros foi efetuado em 28.12.2012, com base na posição acionária de 30.11.2012, conforme anteriormente divulgado; e 3. registrar que os proventos declarados/pagos aos acionistas, por conta dos resultados do exercício de 2012, representam um crescimento de aproximadamente 23% em relação ao exercício de 2011, conforme segue: Exercício 2012 Competência 1º Semestre ...................................... 2º Semestre ...................................... Complementar ............................... Total Declarado.............................
Data de Declaração 26.07.2012 30.11.2012 19.02.2013
JCP’s (*) R$ por ação 0,096189 0,139315 (**) 0,010015 (**) 0,245519
Exercício 2011 Data de Declaração 29.07.2011 09.12.2011 16.02.2012
JCP’s (*) R$ por ação 0,092390 0,100300 0,007052 0,199742
(*) juros sobre o capital próprio, após a retenção de 15% de imposto de renda na fonte; (**) valores a serem pagos em 28.02.2013. ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a tratar e ninguém desejando manifestar-se, encerraram-se os trabalhos, lavrando-se esta ata que, lida e aprovada, foi por todos assinada. São Paulo (SP), 19 de fevereiro de 2013. (aa) Salo Davi Seibel - Presidente; Carlos Roberto Zanelato - Secretário; Alfredo Egydio Arruda Villela Filho e Ricardo Egydio Setubal - Vice-Presidentes; Alcides Lopes Tápias, Álvaro Antonio Cardoso de Souza, Fábio Schvartsman, Helio Seibel, Olavo Egydio Setubal Júnior e Rodolfo Villela Marino - Conselheiros. Flavio Marassi Donatelli - Diretor de Relações com Investidores
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e Twitter aposta na publicidade das PMEs Queremos que os anunciantes continuem a conversação através dos tuítes e dos trends. Guilherme Ribenboim, diretor-geral no Twitter Brasil
conomia
O microblog mais famoso do mundo pretende engordar o caixa com anúncios de todos os tipos, em especial, os de pequenas e médias empresas brasileiras. Fotos: Divulgação
Karina Lignelli
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Twitter Brasil anunciou ontem que está oficialmente em busca de anunciantes no País, a terceira operação do microblog fora dos EUA (as outras são no Japão e na Inglaterra). Mas, além do foco nas grandes companhias e agências de publicidade, a empresa quer atrair o middle mark et, ou seja, o segmento das pequenas e médias empresas (PMEs), que respondem pela grande maioria dos 4,5 milhões de marcas com contas no Twitter em todo o mundo, segundo o diretor de vendas para médias empresas, John Ploumitsakos. Desse total, 36% são varejistas, 34% restaurantes e 29% empresas de entretenimento, que usam o microblog para viralizar seus produtos e serviços para os usuários, em tempo real. "Essa presença local (do Twitter no País) é fundamental para esse segmento, para que possamos entender suas demandas e os setores mais ativos da internet", explicou o executivo, que citou como exemplo a conta do restaurante paulistano de comida japonesa Nakombi, que usa o espaço para informar promoções, descontos e dicas aos followers (seguidores). Essa capacidade de os anunciantes atingirem o público em tempo real, engajando os clientes na conversação relativa às marcas e obtendo retorno em tempo real através dos retuítes, é uma das facilidades que deve atrair as empresas, afirmou o diretor-ge-
O Twitter está em uma fase de educar as PMEs sobre a importância de investir nessa conversação. John Ploumitsakos, diretor de vendas para médias empresas ral no Twitter Brasil, Guilherme Ribenboim. "Queremos que os anunciantes continuem essa conversação através dos tuítes e dos trends (tópicos mais comentados) para aumentar o alcance da marca", destaca. No Brasil, segundo John Ploumitsakos, o Twitter está em uma fase de "educar as PMEs sobre a importância de investir nessa conversação com o cliente pelo microblog". A empresa cogita até criar futuramente, de acordo com o executivo, uma plataforma de
Executivos do Twitter explicaram ontem em coletiva à imprensa suas estratégias para movimentar a publicidade dos pequenos negócios advertising (propaganda) escalonável voltada às pequenas e médias empresas, para que possam desenvolver em sua conta não só ações promocionais, mas incluir até compras/vendas e o pagamento com cartões. "Dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostram que há uma quantidade imensa de empreendedores, que representam 15% ou mais da força de trabalho no País", explica. "Por outro lado, há uma quantidade pequena dos que
Um amplificador da comunicação Divulgação
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randes oportunidades a médio e longo prazo no Brasil. É o que visualiza Guilherme Ribenboim, diretor-geral do Twitter Brasil. Em entrevista ao Diário do Comércio, o executivo, que teve longa passagem pelo Yahoo Brasil e assumiu as operações do microblog no País em novembro, explica como a empresa trabalha para atrair anunciantes. "Vemos uma oportunidade única. O Twitter é diferente por amplificar a comunicação entre os anunciantes, fazendo com que seja mais poderosa", afirma.
Como as pequenas e médias empresas podem usar o modelo de negócio do Twitter de forma eficiente? Guilherme Ribenboim – A primeira coisa é que a plataforma é muito fácil: qualquer empreendedor pode abrir uma conta no Twitter gratuitamente, e de forma orgânica pode começar a tuitar nessa conta, para fazer promoções locais, colocando produtos para buscar seguidores. Esses anunciantes naturalmente vão começar a ter sucesso, e a partir daí começarão a entender que é preciso investir mais tempo nisso e construir, como sugestão, uma espécie de calendário de comunicação com essa base de seguidores (como o "Tweet Calendar", demonstrado pelos executivos, que usa cada dia da semana para mostrar promoções, novidades ou conversar com os seguidores). Qual o potencial dessas empresas na internet? GB –É o potencial do Brasil como ele é hoje: à medida que esse middle market se torna cada vez mais saudável em termos de crescimento, naturalmente as empresas vão buscar uma nova oportunidade de se comunicar. E nós somos uma ferramenta de comunicação. Acreditamos que essa ferramenta é muito efi-
Guilherme Ribenboim, diretor-geral ciente para esse grupo, pois eles podem criar targets para que possam endereçar seus tuítes, sejam eles geográficos, de gênero das pessoas que querem atingir, de interesses e muitos outros. Faz dois meses que o Twitter abriu um escritório no Brasil. Fale sobre o foco desta operação. GB – São dois focos. O primeiro é atender ao mercado publicitário, seja através das agências e de grandes anunciantes, passando pelos mé-
dios e chegando aos pequenos . O segundo é trabalhar para aumentar o número de usuários no Brasil através do desenvolvimento de negócios. Aí existem dois verticais: desenvolvimento de conteúdo – onde há oportunidade de se aproximar das empresas para incentivá-las a usar o Twitter – e das personalidades que também são grandes produtoras desse conteúdo. O segundo é o da distribuição, de trabalhar com o produto entre fabricantes, principalmente de mobile, para facilitar o acesso ao microblog. Quais as perspectivas do Twitter para o País? GB – A América Latina representa 16% do total de usuários (200 milhões em 2012). A maioria está no Brasil. Vemos uma oportunidade única, devido ao número de usuários e ao tamanho do mercado publicitário. O Twitter é diferente por amplificar a comunicação entre os anunciantes, fazendo com que seja mais poderosa. Acreditamos em cada vez mais oportunidades a médio e longo prazo aqui. (KL)
têm site para expor produtos e serviços. A conta no Twitter facilita a presença online por não ser estática (como um site), e por falar com o cliente de uma forma que não era possível há bem pouco tempo", destaca ele. R e to r n o – Outros números apresentados pelo Twitter para comprovar aos anunciantes que a ferramenta é eficiente dizem respeito ao comportamento dos consumidores: aproximadamente 50% dos usuários seguem mais de seis marcas na rede social. Com-
parado aos anúncios-padrão da internet, as compras online crescem 1,4 vez após o anúncio de produtos no Twitter, e houve 68% de aumento na procura pelo produto em lojas físicas. "O segredo é a proximidade com o público-alvo", afirmou John Ploumitsakos. Em busca – No acompanhamento das atualizações de determinada empresa, esses consumidores buscam promoções e descontos (68%), conteúdo exclusivo (52%) e novidades sobre produtos (48%). A cada mês, segundo
os executivos, são realizadas 4,5 milhões de menções a marcas no microblog. O Twitter gera receita toda vez que um usuário clica ou repassa uma mensagem "patrocinada", paga por um anunciante. A partir de agora abre sua plataforma para softwares de terceiros direcionados ao gerenciamento da publicidade. Em 2013, as receitas de publicidade do Twitter no mundo devem crescer quase 90%, para US$ 545 milhões, de acordo com a eMarketer.
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As varejistas que quiserem se instalar no Panamá devem estabelecer sociedade com um empresário do País que atue no ramo. Aida Maduro, presidente da Federação das Indústrias Panamenhas
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Passageiro Vip
A briga pelos slots de Congonhas Márcio Fernandes/AE
sentos de 7,2% com 1,3% de redução na demanda (poderia ser maior, não fosse mês de férias). Houve, dessa maneira, uma melhoria no aproveitamento das aeronaves, que alcançou 4,7%. Com base na lei da oferta e procura, seria o caso de aumentar os preços? Não, pois o risco é afugentar o público. E s t u d o s e c o n ô m i c o s d emonstram que atualmente basta acrescentar 10% ao valor do ticket para afastar 14% dos passageiros. A solução, então, passa
por incremento da produtividade, o que implica em ampliar o número de voos com aeronaves maiores. No entanto, é preciso infraestrutura para isto. Tome-se o atribulado Aeroporto de Congonhas, no município de São Paulo. No final dos anos 1990, quando 10 milhões de passageiros transitavam por ali, um trabalho técnico concluiu que o local seria capaz de comportar 54 pousos e decolagens por hora. Desde então, devido a acidentes, esse número foi reduzido em
2001 para 48 e, em 2007, para 34, apesar dos passageiros terem quase duplicado para 18 milhões. O que fizeram as autoridades? Em vez de buscar soluções tecnológicas e investimentos para otimizar o uso do aeroporto, preferiram investir na discórdia entre as companhias aéreas, na busca por mais lugar ao sol, ou em linguajar técnico, redistribuir os slots disponíveis. Não basta apenas reagrupar o que já existe. Por trás de uma complexa operação aérea, há planos de negócios que são afetados radicalmente com a mudança do regulamento. "Falta um estudo para avaliar melhor a capacidade de operação do aeroporto, com bases técnicas e mercadológicas, evitando assim prejudicar a malha aérea e os investimentos feitos", diz Sanovicz. É como se em uma festa o anfitrião, diante de maior número de convidados, em vez de providenciar mais comida, decide dividir o bolo em fatias menores para mais gente comer. Só que no final, todo mundo acaba voltando para casa com fome.
Mauro Schwartzmann
Divulgação
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uando se trata de definir diretrizes para a malha aérea brasileira, as autoridades governamentais lembram um artista sem script. Surpreendidas por ver a cena roubada por um novo ator em ascensão, o passageiro, correm atrás do prejuízo não só para mostrar serviço, mas para justificar a sua existência. As companhias aéreas foram mais rápidas. De inimigas entre si tornaram-se concorrentes para lutar pelo interesse comum. Deram um tiro certeiro ao criar a ABEAR – associação que congrega as cinco principais companhias aéreas do País – a dupla sênior TAM e Gol e os juniores Azul, Trip e Avianca que com sua expansão no mercado ganharam o direito de se sentar à mesa com os adultos. A estratégia da ABEAR, à frente o competente Eduardo Sanovicz e um time técnico de veteranos da aviação para ninguém botar defeito, faz sentido. Quer se aproximar do público, sem intermediários e de forma gradativa, que em 2012 foi responsável pela venda de 100 milhões de bilhetes. Só tem um problema: o novo consumidor de avião, a maior parte vinda de classes econômicas inferiores, é arisco a variações dos preços nas passagens. Na busca pela complicada equação da rentabilidade, a comparação de janeiro deste ano com o anterior revela uma queda da oferta de as-
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aulistano de nascimento, mas desde um ano "campineiro da gema", Mauro Schwartzmann, o fundador da Costa Brava Turismo é filho do fabricante dos famosos pianos Schwartzmann. Teve um início de vida profissional diversificado. Economista, atuou em banco, indústria e construção civil, antes de chegar ao turismo. Mauro é dessas pessoas em que a vida profissional e a familiar se mesclam na direção do sucesso. Casado com Juliana, que já trabalhava na área de turismo, tiveram três filhos. Um dia, compraram
uma agência de viagens, sob os cuidados da esposa. Em 1987 ela se afastou para ter o terceiro filho e Mauro a substituiu em meio expedientes. Foi surpreendido pelo alto astral da agência. Nunca mais saiu de lá. Ao transferir o foco de atuação de turismo de lazer para corporativo, houve uma explosão dos negócios. A seguir, nasceu a Costa Brava, que com 25 anos é referência de mercado. Agora, sob o comando dos filhos Rubens como CEO, e Carlos no marketing. Mauro acompanha tudo de perto. "Diferentemente do que fiz até hoje, só viajo a lazer", completa, feliz.
Contatos com o autor pelo e-mail: fabio@steinberg.com.br
Panamá quer estreitar relações com Brasil
Instalada comissão da MP dos Portos
Panamenhos têm interesse em produtos de tecnologia, equipamentos médicos e hospitalares. Chico Ferreira/LUZ
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Paula Cunha
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om o objetivo de aproveitar o bom momento econômico pelo qual passa o Panamá, representantes do país da América Central vieram à Associação Comercial de São Paulo (ACSP) ontem tentar intensificar as relações comerciais entre os dois países, em especial com as pequenas empresas brasileiras. O interesse dos panamenhos recai principalmente no know-how de indústrias do setor de tecnologia. O Panamá pretende adquirir equipamentos médicos e hospitalares do Brasil. Em troca, o país oferece incentivos fiscais e impostos de importação mais baixos que os praticados nos países das Américas do Sul e Central. A presidente da Federação das Indústrias Panamenhas, Aida Maduro, que integrou a comitiva que visitou a Associação Comercial, afirmou que outro atrativo em estreitar as relações comerciais entre os dois países seria o fato de o Panamá ter criado áreas com incubadoras para que empresas possam desenvolver produtos e comercializálos tanto em seu território co-
Presidente da Federação das Indústrias Panamenhas, Aida Maduro: há um grande território a ser explorado.
mo exportá-los. "As indústrias que quiserem se instalar em nosso país não necessitam de um sócio panamenho nem há exigência de valor mínimo de investimento inicial", informou. "Já as empresas varejistas que desejarem fazê-lo devem estabelecer, necessariamente, sociedade com um empresário do Panamá que atue no ramo", completou. "Nossa entidade ainda não tem acordos estabelecidos com o Brasil. Acreditamos que há um grande território a ser explorado", disse Aida. A delegação panamenha foi recebida por Sidnei Docal, gerente
executivo da São Paulo Chamber of Commerce (órgão de comércio exterior da entidade), e por seu diretor, Farid Murad. O Panamá já estabeleceu acordos comerciais com os Estados Unidos, América Central, Chile e Peru e está em estágio avançado para fechar tratados com o Canadá e a União Europeia. O Panamá atravessa por um período de expansão industrial e comercial. O segmento de turismo do país da América Central também tem registrado desenvolvimento expressivo, o que acabou por impulsio-
nar outros segmentos de sua economia. Com esse crescimento, o governo flexibilizou a legislação trabalhista para possibilitar a entrada de indústrias estrangeiras. Uma das beneficiadas foi a construtora Odebrecht, um dos poucos empreendimentos brasileiros no Panamá. O país centro-americano conta com uma legislação, aplicada pelo Ministério do Comércio panamenho, que avalia os possíveis parceiros estrangeiros e determina em qual das 14 zonas francas elas serão instaladas.
governo conseguiu instalar a comissão mista especial para analisar a Medida Provisória (MP) 595/2012, a MP dos Portos, que muda as regras de operação dos terminais portuários no Brasil. Embora um grupo de deputados tenha se retirado na tentativa de adiar os trabalhos, a comissão foi instalada e elegeu como presidente o deputado e líder do PT na Câmara, José Guimarães (PT-CE), e como vice-presidente o senador e líder do governo no Congresso, José Pimentel (PT-CE). O relator indicado é o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM). A indicação de três líderes para comandar a comissão demonstra a intenção do governo de ter controle do relatório que será votado pelo Congresso. Na tarde de ontem, o relator Eduardo Braga se reuniu com os parlamentares contrários à MP e dirigentes sindicais que acompanharam a instalação da comissão. Braga se comprometeu a apresentar dia 26 o calendário de audiências públicas para debater a MP. Em protesto, os
trabalhadores de portos marcaram uma paralisação de advertência para os dias 22 e 26. "Esse é só o começo da brincadeira", disse o presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP). Paulinho será um dos participantes da reunião no Palácio do Planalto da sextafeira, convocada pelo governo para discutir a MP com os sindicalistas. Os trabalhadores argumentam que as novas regras criadas pela MP provocarão perdas de direitos e desemprego no setor. O presidente da comissão, José Guimarães afirmou que pretende conduzir a comissão em três vertentes: dialogando com o governo que, segundo ele, deve explicar claramente o modelo que está instituindo; debatendo com o Congresso, principalmente para superar as resistências da base; e conversando com os segmentos empresariais e de trabalhadores do setor. "Não podemos fazer de conta que não existem interesses na Medida Provisória. É legítimo e vamos dialogar com todos os setores", declarou. (Estadão Conteúdo)
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Agropecuária Monte Cristo Ltda. – CNPJ/MF nº 01.202.925/0001-88 – NIRE JUCESP nº 35.224.937.994 Ata de Reunião de Sócios realizada em 27 de dezembro de 2012 1) Data, hora, local, presenças e mesa: Às 10 hs., do dia 27/12/2012; na sede da sociedade localizada à R. Casa do Ator, 1.117, 2º and., Conj. 24, Parte D, São Paulo-SP; reuniram-se extraordinariamente em reunião todos os sócios representando a totalidade do quadro social da Agropecuária Monte Cristo Ltda., inscrita no CNPJ nº 01.202.925/0001-88, e NIRE-JUCESP nº 35.224.937.994, os Srs. Miguel Ferreira de Aguiar, portador do RG nº 524.583 SSP-MG e do CPF/MF nº 006.357.239-72; Wilson Piovezan, portador do RG nº 712.721 SSP-PR e do CPF/MF nº 027.236.389-87; e João Villar Garcia, portador do RG nº 5.030.478 SSP-SP e do CPF/MF nº 796.994.728-04; conforme se verifica das assinaturas apostas ao final desta ata, dispensando-se assim a convocação de sócios nos termos do Art. 1072, § 2º, c/c Art. 1152, § 3º, da Lei 10.406 de 10/01/2002 – Código Civil. Por aclamação dos presentes, à unanimidade, foi escolhido para a Presidência desta reunião o sócio representante João Villar Garcia, que convidou a mim, Miguel Ferreira de Aguiar como secretário, para secretariar os trabalhos da presente reunião de sócios: 2) Ordem do Dia: Compõe a presente ordem do dia: a) Deliberar e aprovar a Redução do Capital Social da entidade, em função de ter se tornado excessivo, bem como, para fins de absorção de prejuízos acumulados, nos termos do art. 1.082, incisos I e II, do Código Civil; b) Deliberar e aprovar sobre ajuste no percentual de participação societária; c) Alterar e consolidar o Contrato Social. 3) Deliberações: Assumindo os trabalhos e enfocando a primeira ordem do dia, o Sr. Presidente colocou à consideração da reunião de sócios a proposição de Redução do Capital da entidade, em função do mesmo ter se tornado excessivo ao objeto da sociedade e, para fins de absorção de prejuízos acumulados, contabilizados no Patrimônio, fazendo-o nos termos do art. 1.082, incisos I e II, do Código Civil em vigor. A parcela restituível aos sócios será devolvida, proporcionalmente, ao valor das quotas, segundo o disposto no art. 1.084, da legislação em referência. Para tanto, se faz necessário observar o procedimento previsto no art. 1.084 do Código Civil vigente, ou seja, após a publicação desta Ata, deve-se aguardar o decurso do prazo de 90 dias para seu devido arquivamento perante a JUCESP, juntamente com as certidões negativas exigíveis, as quais se encontram em ordem. Considerou mais, que a redução de capital será realizada mediante a restituição do valor devido aos sócios, no importe de R$ 10.508.471,48. No tocante a parcela do capital a ser reduzida por meio da absorção de prejuízos acumulados, esta totalizou a quantia de R$ 4.535.343,80. Finalizando as deliberações, os sócios aprovaram, de comum acordo, alterações em seus percentuais de participação societária, cuja posição ajustada será demonstratada, a seguir. Por fim, colocada a matéria em votação, esta foi aprovada sem reservas e por unanimidade pelos sócios, para todos os fins legais, deliberando-se pela aprovação da redução do Capital Social da Sociedade, passando dos atuais: R$ 15.043.884,87, para R$ 69,19, considerando: i) restituição da parcela do capital em excesso aos sócios observados as respectivas proporções e valores, bem como; ii) absorção dos prejuízos acumulados registrados no Patrimônio Líquido; iii) alteração nos percentuais de participação societária entre os quotistas. Diante do exposto, a importância a ser restituída aos sócios, bem como, a posição dos respectivos percentuais de participação no Capital, ficou em: Quotista % Particip. (Antes) % Particip. (Depois) Valor a ser Restituído aos Sócios Miguel Ferreira de Aguiar 33,34 33,54 3.524.383,86 Wilson Piovezan 33,32 33,30 3.498.971,22 João Villar Garcia 33,34 33,16 3.485.116,40 Total 100 100 10.508.471,48 Ato contínuo, considerando, também, os prejuízos acumulados que foram absorvidos para fins da Redução ora em questão, estes resultaram num Capital e Patrimônio Líquido ajustado de R$ 69,19, assim demonstrados: Descrição Valores (em R$) (+) Capital (antes do processo de Redução de Capital) 15.043.884,47 (-) Parcela Restituída aos Sócios (via Redução de Capital) (10.508.471,48) (-) Absorção de Prejuízos Acumulados (via Redução de Capital) (4.535.343,80) Capital e Patrimônio Líquido – Ajustado 69,19 Em consequência da deliberação e aprovação supra, fica alterada a cláusula 4ª do Contrato Social, que passa a ter a seguinte redação: “Cláusula 4ª – O Capital social totalmente subscrito e integraliz. em moeda corrente nacional é de R$ 69,19, no valor de R$ 1,00, cada quota, fica doravante assim distribuído entre os sócios quotistas”: Quotista % Participação Valor Ajustado da Participação após Redução de Capital Miguel Ferreira de Aguiar 33,54% 23,21 Wilson Piovezan 33,30% 23,04 João Villar Garcia 33,16% 22,94 Total 100% 69,19 Assim deliberado, o Contrato Social doravante terá vigência conforme a seguinte redação: Contrato Social – Agropecuária Monte Cristo Ltda.: Pelo presente instrumento de alteração e consolidação de contrato social, Miguel Ferreira de Aguiar,
ECONOMIA/LEGAIS - 41 portador do RG nº 524.583 SSP-MG e do CPF/MF nº 006.357.239-72; Wilson Piovezan, portador do RG nº 712.721 SSP-PR e do CPF/MF nº 027.236.389-87; e João Villar Garcia, portador do RG nº 5.030.478 SSP-SP e do CPF/MF nº 796.994.728-04, Únicos sócios quotistas componentes da sociedade limitada supramencionada, nesta e melhor forma de Direito, consolidam o Contrato Social que terá a seguinte redação: Cláusula 1ª – A sociedade girará sob o nome empresarial Agropecuária Monte Cristo Ltda. Cláusula 2ª – A sociedade terá sede à Rua Casa do Ator, 1.117, 2º and., conj. 24, Parte D, São Paulo-SP. Cláusula 3ª – A sociedade terá por Objeto Social a exploração da atividade agrícola – pastoril, a industrialização e o comércio dos respectivos produtos e subprodutos, extensivos aos fins; a sociedade poderá participar do capital de outras empresas. Cláusula 4ª – O Capital social totalmente subscrito e integralizado em moeda corrente nacional é de R$ 69,19, no valor de R$ 1,00, cada quota, fica doravante assim distribuído entre os sócios quotistas: Quotista Miguel Ferreira de Aguiar Wilson Piovezan João Villar Garcia Total
% Participação Valor da Participação Societária no Capital 33,54% 23,21 33,30% 23,04 33,16% 22,94 100% 69,19 Cláusula 5ª – A responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas respectivas quotas, mas todos respondem, solidariamente, pela integralização do capital social. Cláusula 6ª – As quotas são indivisíveis e não poderão ser cedidas ou transferidas a terceiros sem o consentimento dos outros sócios, aos quais fica assegurado, em igualdade de condições e preço, o direito de preferência para a sua aquisição se postas à venda, formalizando, se realizada a cessão delas, a alteração contratual pertinente. Cláusula 7ª – A sociedade iniciou suas atividades em 29/03/1996 e o prazo de duração da sociedade será por tempo indeterminado. Cláusula 8ª – A administração da sociedade caberá aos sócios: João Villar Garcia, Miguel Ferreira de Aguiar e Wilson Piovezan, na forma individual e isoladamente, com os poderes e atribuições de assinar todos os documentos necessários ao giro da empresa, sendo autorizado o uso do nome empresarial, vedado, no entanto, em atividades estranhas ao interesse social ou assumir obrigações seja em favor de qualquer dos quotistas ou de terceiros, bem como onerar ou alienar bens imóveis da sociedade, sem autorização expressa dos outros sócios. Cláusula 9ª – Ao término da cada exercício social, em 31 de dezembro, o administrador prestará contas justificadas de sua administração, procedendo à elaboração do inventário, do balanço patrimonial e do balanço de resultado econômico, cabendo aos sócios, na proporção de suas quotas, os lucros ou perdas apurados. Cláusula 10ª – Nos quatro meses seguintes ao término do exercício social, os sócios deliberarão sobre as contas e designarão administradores quando for o caso. Cláusula 11ª – A sociedade poderá a qualquer tempo, abrir ou fechar filial ou outra dependência, em qualquer localidade que seja de interesse, mediante alteração contratual assinada por todos os sócios. Cláusula 12ª – Os sócios poderão, de comum acordo, fixar uma retirada mensal, a título de “pro-labore”, observadas as disposições regulamentares pertinentes. Cláusula 13ª – Falecendo ou interditado qualquer sócio, a sociedade continuará suas atividades com os herdeiros, sucessores e o incapaz. Os herdeiros, sucessores e o incapaz deverão manifestar seu interesse em continuar na sociedade até 90 dias após a data de falecimento ou interdição do respectivo sócio, não havendo pronunciamento formal no prazo acima, tal fato caracterizara o desinteresse dos herdeiros, sucessores e o incapaz na respectiva continuidade na sociedade e desde que sendo possível ou inexistindo interesse dos sócios remanescentes, o valor de seus haveres será apurado e liquidado com base na situação patrimonial da sociedade, à data da resolução, verificada em balanço especialmente levantado. § único – O mesmo procedimento será adotado em outros casos em que a sociedade se resolva em relação a seu sócio. Cláusula 14ª – Os administradores declaram, sob as penas da lei, de que não estão impedidos de exercer a administração da sociedade, por lei especial, ou em virtude de condenação criminal, ou por se encontrarem sob os efeitos dela, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos; ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra normas de defesa da concorrência, contra as relações de consumo, fé pública ou a propriedade. Cláusula 15ª – Fica eleito o foro Central da Comarca de São Paulo, Estado de São Paulo, para o exercício e o cumprimento dos direitos e obrigações resultantes deste contrato. E por estarem assim justos e contratados assinam o presente instrumento em 04 vias de igual teor para que surta os devidos fins e efeitos jurídicos. 4) Encerramento: Finalmente, como nada mais houvesse a ser tratado nesta reunião de sócios, ou quem mais quisesse fazer uso da palavra, deu-se a mesma por encerrada, declarando o Presidente João Villar Garcia que iria suspender a sessão apenas pelo tempo necessário à lavratura da presente ata, a qual, concluída, foi lida por mim Secretário Miguel Ferreira de Aguiar, depois de reiniciada a sessão, sendo nesta oportunidade aprovada e firmada por todos os presentes, dela extraindo-se cópia, firmada pelo Sr. Presidente e pelo Secretário, para os fins legais e de arquivamento no registro de comércio, feito o que o Sr. Presidente declarou encerrados os trabalhos desta assembleia. Assinam: Srs. Miguel Ferreira de Aguiar portador do RG nº 524.583 SSP-MG e do CPF/MF nº 006.357.239-72; Wilson Piovezan, portador do RG nº 712.721 SSP-PR e do CPF/MF nº 027.236.389-87; e João Villar Garcia, portador do RG nº 5.030.478 SSP-SP e do CPF/MF nº 796.994.728-04. A presente é via fiel e original da ata da presente reunião de sócios, arquivada na sede da Sociedade, sob a Presidência de João Villar Garcia, e secretário, Miguel Ferreira de Aguiar, os quais igualmente assinam esta ata para os fins e efeitos de Direito, autorizando-se os registros cabíveis. São Paulo, 27/12/2012. João Villar Garcia – Presidente, Miguel Ferreira de Aguiar – Secretário, Miguel Ferreira de Aguiar, Wilson Piovezan, João Villar Garcia. Vistos: João Guizzo – Advogado – OAB/SP nº 47.750.
BLACKPOOL PARTICIPAÇÕES LTDA. SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: TOMADAS DE PREÇOS A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para execução de Obras: TOMADA DE PREÇOS Nº - OBJETO - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ÁREA (se houver) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÍNIMO P/ PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAÇÃO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 69/00204/13/02 - Reforma de Prédio Escolar - EE Profª Lea Rosa Melo Andreghetti - Rua Portugal, 221 - Cep: 19804-440 - Vila M. Izabel - Assis/SP - 150 - R$ 41.211,00 - R$ 4.121,00 - 14:00 - 11/03/2013. 69/00256/13/02 - Reforma de Prédio Escolar - EE Mal Humberto de Alencar Castelo Branco - Rua Dona Darci Moreira César (Ant. Prol. R. Maria Graziela), s/nº - Cep: 11533-150 - Jd. Casqueiro - Cubatão/SP - 180 - R$ 39.245,00 - R$ 3.924,00 14:30 - 11/03/2013. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 22/02/2013, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 40,00 (quarenta reais). Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada à Supervisão de Licitações da FDE, conforme valor indicado acima. Os invólucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. HERMAN JACOBUS CORNELIS VOORWALD Respondendo pela Presidência Decreto s/nº de 03/10/2012
HZAM Participações Ltda. CNPJ/MF nº 15.596.934/0001-05 – NIRE 35.226.526.525 Ata de Reunião Extraordinária de Sócios 1. Data, Hora e Local: 7/2/13, 10hs, na sede. 2. Mesa: Pres.: Hagop Chabab. Secr.: Zareh Chabab. 3.Convocação: Dispensada. 4. Presentes: Totalidade: (a) Hagop Chabab, RG 18.288.150-7 e CPF/MF 288.834.908-60, neste ato representado por seu procurador Zareh Chabab, abaixo qualificado; e (b) Zareh Chabab, RG 2.359.869 e CPF/MF 046.625.208-00. 5. Deliberações: 5.1. Por considerarem que o capital social é excessivo ao objeto da sociedade, os sócios aprovaram, por votação unânime, a redução do capital social, de R$ 10.888.767,00 para R$ 9.038.767,00, sendo a redução de R$ 1.850.000,00 realizada mediante a redução do valor nominal das quotas sociais, atualmente de R$ 1,00 p/ R$ 0,83010014 por quota. 5.2. A redução do capital será efetivada mediante a devolução de capital em dinheiro, no valor total de R$ 1.850.000,00, p/ o sócio Hagop Chabab, titular de quotas representativas de 99,99% do capital da sociedade. O sócio Zareh Chabab declara sua expressa concordância com a devolução de capital ora aprovada, sendo certo que não receberá qualquer pagamento em decorrência de sua participação no capital ser de 0,01%. 5.3. Em seguida, os sócios aprovaram o grupamento das 10.888.767 quotas da sociedade, no valor nominal de R$ 0,83010014 cada uma, à razão p 1,20467393, de forma qque o capital p da sociedade ppasse a ser dividido em 9.038.767 qquotas, do valor nominal de 1 para de R$ 1,00 cada uma, distribuídas entre os sócios na proporção que detêm no capital social. Tendo em vista que, após o grupamento, a participação do sócio Zareh Chabab passará a ser inferior a uma quota, o sócio Hagop Chabab doa a fração de quota necessária para que o Zareh Chabab seja titular de uma quota. 5.4. Nos termos do Art. 1.084, §§ 1º e 2º da Lei 10.406/02, a redução do capital da sociedade somente será efetivada mediante o registro, na JUCESP, do Instrumento Particular de 3ª Alteração do Contrato Social, que é assinado pelos sócios nesta data e que se dará após o prazo de 90 dias contados da publicação desta ata. 6. Encerramento: Nada mais. SP, 7/2/13. Assinaturas: Hagop Chabab-Pres.. Zareh Chabab-Secr.. Sócios: Hagop Chabab e Zareh Chabab. Zareh Chabab - Secr..
AVISO DE LICITAÇÃO. MODALIDADE: Concorrência Pública 01/2013, PROCESSO: 115/2013, OBJETO RESUMIDO: Outorga remunerada e exclusiva da prestação de serviços de processamento e pagamento da folha de pagamento, DATA E HORA DA LICITAÇÃO: 25/03/2013, às 09h00, LOCAL DA LICITAÇÃO: Sala de Licitações do Paço Municipal, na Praça Cel. Brasílio Fonseca, 35, Centro, Guararema – SP. O Edital poderá ser lido e obtido na íntegra no Paço Municipal de Guararema, no período das 08h30min às 16h00. Os interessados poderão obter o Edital por e-mail, enviando mensagem eletrônica para o endereço licitacao@guararema.sp.gov.br, informando os dados da empresa, a modalidade e o número da licitação. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 4693-8016. MARCIO LUIZ ALVINO DE SOUZA, Prefeito Municipal. POLI CARGO LTDA., sociedade empresária, com filial na Rua Di Cavalcanti, nº 153, Colinas Anhanguera, CEP. 06500-000, Santana de Parnaíba/SP, inscrita no CNPJ/MF sob nº 02.241.324.0002-28 e CCM sob nº 14.934, incorporada pela empresa GAFOR S/A, devidamente inscrita no CNPJ/MF 61.288.940/ 0001-12, com sede à Avenida das Nações Unidas, nº 10.989, conjunto 31, 3ª andar, Vila Olímpia, São Paulo/SP, CEP. 04578-000, declara, para os devidos fins de direito, o extravio das notas fiscais de serviços sob o nºs 000.001 a 000.100, 000101 a 000.250, 000.251 a 000.400, 000.401 a 000.600 e 000.601 a 000.850, as AIDFs referentes às respectivas notas, livros fiscais modelo 51, bem como guias de recolhimento de ISS referentes ao período de funcionamento da empresa.
COMUNICADO (1) - Comunicamos os extravios dos seguintes documentos fiscais da Loja (Guarulhos) ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0022-16 - I.E: 336.837.311.110. Referentes NOTAS FISCAIS DE FORNECEDORES E CLIENTES E NOTAS FISCAIS DE TRANSFERÊNCIAS, BEM COMO OS TALONÁRIOS DE NFS EM BRANCO E EM USO DOS PERÍODOS DE (2008/2009/2010/2011 e 2012). Motivados pelo Incêndio ocasionado em 07/01/2013 no estabelecimento da Loja (Mooca), identificado como: ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0014-06 - I.E: 113.336.021.114. COMUNICADO (2) - Comunicamos os extravios dos seguintes documentos fiscais da Loja (Matriz) ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0001-91 - I.E: 109.667.825.118. Referentes NOTAS FISCAIS DE FORNECEDORES E CLIENTES E NOTAS FISCAIS DE TRANSFERÊNCIAS, BEM COMO OS TALONÁRIOS DE NFS EM BRANCO E EM USO DOS PERÍODOS DE (2006/2007/2008/2009/2010/2011 e 2012). Motivados pelo Incêndio ocasionado em 07/01/2013 no estabelecimento da Loja (Mooca), identificado como: ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0014-06 - I.E: 113.336.021.114 COMUNICADO (3) - Comunicamos os extravios dos seguintes documentos fiscais da Loja (Filial 03) ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0002-72 - I.E: 110.024.250.113. Referentes NOTAS FISCAIS DE FORNECEDORES E CLIENTES E NOTAS FISCAIS DE TRANSFERÊNCIAS, BEM COMO OS TALONÁRIOS DE NFS EM BRANCO E EM USO DOS PERÍODOS DE (2006/2007/2008/2009/2010/2011 e 2012). Motivados pelo Incêndio ocasionado em 07/01/2013 no estabelecimento da Loja (Mooca), identificado como: ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0014-06 - I.E: 113.336.021.114 COMUNICADO (4) - Comunicamos os extravios dos seguintes documentos fiscais da Loja (CD Trilhos) ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0007-87 - I.E: 111.121.932.118. Referentes NOTAS FISCAIS DE FORNECEDORES E CLIENTES E NOTAS FISCAIS DE TRANSFERÊNCIAS, BEM COMO OS TALONÁRIOS DE NFS EM BRANCO E EM USO DOS PERÍODOS DE (2006/2007/2008/2009/2010/2011 e 2012). Motivados pelo Incêndio ocasionado em 07/01/2013 no estabelecimento da Loja (Mooca), identificado como: ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0014-06 - I.E: 113.336.021.114 55 Companhia Securitizadora
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ITAPECERICA DA SERRA “AVISO DE LICITAÇÃO” PREGÃO PRESENCIAL Nº 007/2013-EDITAL Nº 008/2013 Objeto: Aquisição de Troféus e Medalhas Encerramento: 06 (seis) de março de 2013 às 09hs. Custo do Edital: Gratuito
PREGÃO PRESENCIAL Nº 008/2013-EDITAL Nº 009/2013 Objeto: Registro de Preços para Aquisição de Material Esportivo Encerramento: 06 (seis) de março de 2013 às 10hs. Custo do Edital: Gratuito Informações: A Cópia completa do Edital poderá ser adquirida no Departamento de Suprimentos, sito à Av. Eduardo Roberto Daher, 1.135 – Centro – Itapecerica da Serra, no horário das 08:30 às 16:30 horas, nos dias úteis, ou mediante solicitação através do endereço eletrônico licitacoes@itapecerica.sp.gov.br, contendo os dados cadastrais do interessado. Demais informações poderão ser obtidas pelo telefone 4668.9000 ramal 9111, com código de acesso (DDD) 0XX11. Itapecerica da Serra, 20 de fevereiro de 2.013. IVO MARTELLO FILHO- Pregoeiro
CNPJ/MF 14.013.910/0001-13 - NIRE 353.003.946-66 Ata da 2ª Assembleia Geral Extraordinária Data/Hora/Local: 01/12/2011, às 14h00, à Rua Pinto Gonçalves, 102, conj. 03, S. Paulo/SP. Convocação: Dispensada nos termos do § 4º, do Art. 124, da Lei 6.404/76. Presença: Totalidade do capital social. Mesa: Mario Cezar Zutin; Secretária - Silvana Aparecida Noronha Sant’Anna Violin. Ordem do Dia: I - Autorizar a celebração, com o Banco Fibra S.A., de Contrato de Cessão de Créditos, no valor até R$ 5.000.000,00 tendo por objeto a compra de créditos, vencidos ou a vencer, de responsabilidade da empresa EIT Empresa Industrial Técnica S/A - Em Recuperação Judicial, tudo conforme determina o art. 11º., § 1º, alínea “d”, do Estatuto Social da Cia; II - Outros assuntos de interesse da sociedade. Deliberação: “Aprovada por unanimidade” à proposta da diretoria para a celebração com o Banco Fibra S.A., de Contrato de Cessão de Créditos, no valor até R$5.000.000,00 tendo por objeto a compra de créditos, vencidos ou a vencer, de responsabilidade da empresa EIT Empresa Industrial Técnica S/A - Em Recuperação Judicial. Encerramento: Formalidades legais foram devidamente arquivadas e registradas na JUCESP nº 505.627/11-5 em 21/12/11.
FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL NOS TERMOS DO PROVIMENTO CSM CXC/84, INFORMAMOS QUE NO DIA 20 DE FEVEREIRO DE 2013 NÃO HOUVE PEDIDO DE FALÊNCIA NA COMARCA DA CAPITAL.
COOPERATIVA DOS TRABALHADORES PRESTADORES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE PÚBLICO, ESCOLAR, FRETAMENTO E CARGAS CNPJ nº 09.436.624/0001-20 EDITAL DE CONVOCAÇÃO Convoca-se todos os Cooperados em dia com suas obrigações estatutárias, para Assembleia Geral Extraordinária (AGE), a realizar-se no dia 02 de março de 2013, na Rua Joaquim Marra, nº 1.783 - conjunto 03 - Vila Matilde - São Paulo/SP, a 1ª convocação dar-se-á às 14h00min, restando as demais, se necessárias, a cada hora subsequente, com as seguintes Ordens do Dia: 1) Adaptação do Estatuto Social. São Paulo, 21 de fevereiro de 2013. Wilson Roberto Ribeiro - Presidente.
COMUNICADO (5) - Comunicamos os extravios dos seguintes documentos fiscais da Loja (Tatuapé) ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0009-49 - I.E: 111.160.770.110. Referentes NOTAS FISCAIS DE FORNECEDORES E CLIENTES E NOTAS FISCAIS DE TRANSFERÊNCIAS, BEM COMO OS TALONÁRIOS DE NFS EM BRANCO E EM USO DOS PERÍODOS DE (2006/2007/2008/2009/2010/2011 e 2012). Motivados pelo Incêndio ocasionado em 07/01/2013 no estabelecimento da Loja (Mooca), identificado como: ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0014-06 - I.E: 113.336.021.114 COMUNICADO (6) - Comunicamos os extravios dos seguintes documentos fiscais da Loja (Filial 02) ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0010-82 - I.E: 111.294.109.114. Referentes NOTAS FISCAIS DE FORNECEDORES E CLIENTES E NOTAS FISCAIS DE TRANSFERÊNCIAS, BEM COMO OS TALONÁRIOS DE NFS EM BRANCO E EM USO DOS PERÍODOS DE (2006/2007/2008/2009/2010/2011 e 2012). Motivados pelo Incêndio ocasionado em 07/01/2013 no estabelecimento da Loja (Mooca), identificado como: ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0014-06 - I.E: 113.336.021.114 COMUNICADO (7) - Comunicamos os extravios dos seguintes documentos fiscais da Loja (Depósito 25) ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0011-63 - I.E: 112.621.752.116. Referentes NOTAS FISCAIS DE FORNECEDORES E CLIENTES E NOTAS FISCAIS DE TRANSFERÊNCIAS, BEM COMO OS TALONÁRIOS DE NFS EM BRANCO E EM USO DOS PERÍODOS DE (2006/2007/2008/2009/2010/2011 e 2012). Motivados pelo Incêndio ocasionado em 07/01/2013 no estabelecimento da Loja (Mooca), identificado como: ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0014-06 - I.E: 113.336.021.114 COMUNICADO (8) - Comunicamos os extravios dos seguintes documentos fiscais da Loja (Mooca) ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0014-06 - I.E: 113.336.021.114. Referentes NOTAS FISCAIS DE FORNECEDORES E CLIENTES E NOTAS FISCAIS DE TRANSFERÊNCIAS, BEM COMO OS TALONÁRIOS DE NFS EM BRANCO E EM USO DOS PERÍODOS DE (2006/2007/2008/2009/2010/2011 e 2012). Motivados pelo Incêndio ocasionado em 07/01/2013 no estabelecimento da Loja (Mooca), identificado como: ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0014-06 - I.E: 113.336.021.114 COMUNICADO (9) - Comunicamos os extravios dos seguintes documentos fiscais da Loja (Brás) ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0015-97 - I.E: 116.124.489.113. Referentes NOTAS FISCAIS DE FORNECEDORES E CLIENTES E NOTAS FISCAIS DE TRANSFERÊNCIAS, BEM COMO OS TALONÁRIOS DE NFS EM BRANCO E EM USO DOS PERÍODOS DE (2006/2007/2008/2009/2010/2011 e 2012). Motivados pelo Incêndio ocasionado em 07/01/2013 no estabelecimento da Loja (Mooca), identificado como: ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0014-06 - I.E: 113.336.021.114 COMUNICADO (10) - Comunicamos os extravios dos seguintes documentos fiscais da Loja (Filial 08) ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0016-78 - I.E: 116.923.994.116. Referentes NOTAS FISCAIS DE FORNECEDORES E CLIENTES E NOTAS FISCAIS DE TRANSFERÊNCIAS, BEM COMO OS TALONÁRIOS DE NFS EM BRANCO E EM USO DOS PERÍODOS DE (2006/2007/2008/2009/2010/2011 e 2012). Motivados pelo Incêndio ocasionado em 07/01/2013 no estabelecimento da Loja (Mooca), identificado como: ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0014-06 - I.E: 113.336.021.114 COMUNICADO (11) - Comunicamos os extravios dos seguintes documentos fiscais da Loja (SBC) ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0017-59 - I.E: 635.516.018.112. Referentes NOTAS FISCAIS DE FORNECEDORES E CLIENTES E NOTAS FISCAIS DE TRANSFERÊNCIAS, BEM COMO OS TALONÁRIOS DE NFS EM BRANCO E EM USO DOS PERÍODOS DE (2006/2007/2008/2009/2010/2011 e 2012). Motivados pelo Incêndio ocasionado em 07/01/2013 no estabelecimento da Loja (Mooca), identificado como: ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0014-06 - I.E: 113.336.021.114 QUIMESP QUÍMICA LTDA. torna público que recebeu da CETESB a Renovação da Licença de Operação n° 15006220, válida até 20/02/2015, para Produtos químicos não especificados ou não classificados, fabricação de, à Rua Murilo, 48, Vila Nova Cumbica, Guarulhos.
CNPJ/MF nº 09.382.827/0001-81 - NIRE 35.222.036.043 ATA DA REUNIÃO DE SÓCIOS REALIZADA EM 03 DE DEZEMBRO DE 2012. 1. Data, hora e local: No dia 03 de dezembro de 2012, às 09h00, na sede da Blackpool Participações Ltda. (“Sociedade”), localizada na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Amauri nº 299, 4º andar, Itaim Bibi, CEP 01448 901. 2. Convocação e Presenças: Dispensadas as formalidades de Convocação na forma da lei e nos termos da Cláusula Quinze de seu Contrato Social, estando presente a única sócia da Sociedade, a saber: Telemar Internet Ltda., sociedade limitada com sede na Avenida Afonso Pena, nº 4001 - 10º andar - sala A1, Serra - Belo Horizonte/MG, com seus atos constitutivos arquivados na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais sob o NIRE 3120726030-9 e inscrita no CNPJ/MF sob o nº 03.986.348/0001-98, neste ato representada na forma de seu Contrato Social, por seus Diretores, os Srs. ALEX WALDEMAR ZORNIG, brasileiro, casado, contador, portador da carteira de identidade nº 9415053, expedida pela SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob o nº 919.584.158-04; e TARSO REBELLO DIAS, brasileiro, casado, economista, portador da carteira de identidade nº 08.401.392-9 IFP/RJ, inscrito no CPF/MF sob o nº 021.455.577-17, ambos com endereço comercial na Cidade e Estado do Rio de Janeiro, na Rua Humberto de Campos 425, 8º andar - Leblon. 3. Mesa: Tarso Rebello Dias - Presidente; e Sofia Lemos Antunes Maciel - Secretária. 4. Ordem do Dia: (i) Aprovar o balanço da Sociedade, levantado em 31 de outubro de 2012; (ii) Ratificar a nomeação e contratação da empresa especializada Apsis Consultoria e Avaliações Ltda., com sede na Rua da Assembleia, 35 - 12º andar, na Cidade e Estado do Rio de Janeiro, inscrita no CNPJ sob o nº 08.681.365/0001-30 (“Apsis”), como empresa responsável pela elaboração do Laudo de Avaliação, a valor contábil, do patrimônio líquido da Sociedade, a ser incorporado ao patrimônio da Telemar Internet Ltda. (“Telemar Internet”) acima qualificada; (iii) Examinar, discutir e deliberar sobre o Laudo de Avaliação preparado pela Apsis; (iv) Examinar, discutir e deliberar sobre o “Protocolo e Justificação de Incorporação da Blackpool Participações Ltda. pela Telemar Internet Ltda.”, o qual estabelece os termos e condições da incorporação da Sociedade, acompanhado dos documentos pertinentes; (v) Deliberar sobre a proposta de incorporação da Sociedade pela Telemar Internet, na forma dos artigos 1.117 e 1.118 da Lei nº 10.406/2002 e dos artigos 224 e 225 da Lei nº 6.404/1976; e (vi) Autorizar os Diretores da Sociedade a praticar todos os atos necessários à efetivação e formalização da incorporação da Sociedade pela Telemar Internet. 5. Deliberações: Iniciada a reunião, a sócia-quotista decidiu eleger a Sra. Sofia Lemos Antunes Maciel para secretariar os trabalhos. Após examinadas as matérias da Ordem do Dia e os documentos apresentados pela Administração, pela única sócia da Sociedade foram tomadas as seguintes deliberações: (i) Aprovar, após examinado e discutido, o balanço da Companhia levantado em 31 de outubro de 2012; (ii) Referendar e aprovar a nomeação da Apsis como empresa responsável pela elaboração do Laudo de Avaliação, a valor contábil, do patrimônio líquido da Sociedade, a ser incorporado ao patrimônio da Telemar Internet. (iii) Aprovar o Laudo de Avaliação, a valor contábil, do patrimônio líquido da Sociedade a ser incorporado ao patrimônio da Telemar Internet, laudo esse que foi previamente elaborado pela Apsis, com base nas demonstrações financeiras da Sociedade levantadas em 31 de outubro de 2012, o qual foi arquivado na sede da Sociedade e cuja cópia, após rubricada pela Secretária, fica fazendo parte integrante da presente ata. (iv) Aprovar os termos e condições do “Protocolo e Justificação de Incorporação da Blackpool Participações Ltda. pela Telemar Internet Ltda.” (“Protocolo e Justificação”), bem como seus anexos e documentos pertinentes, firmado pelas administrações da Sociedade e da Telemar Internet em 30 de novembro de 2012. O Protocolo e Justificação ora aprovado ficará arquivado na sede da Sociedade. A cópia, após rubricada pela Secretária, fica fazendo parte da presente ata. (v) Aprovar a incorporação da Sociedade pela Telemar Internet, com a extinção da Sociedade, que será sucedida a título universal pela Telemar Internet, na forma do disposto no artigo 1.118 da Lei nº 10.406/2002, nos termos do Protocolo e Justificação aprovado no item (iv), supra. (vi) Autorizar os Diretores da Sociedade a praticar todos os atos necessários à efetivação e formalização da incorporação ora aprovada, inclusive, mas não apenas, o arquivamento e publicação dos atos societários pertinentes e as averbações necessárias junto aos registros públicos competentes. 6. Lavratura e leitura da ata: Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a Reunião de Sócios, tendo sido lavrada a presente ata, que, depois de lida e achada conforme, foi assinada por todos os presentes. (Ass.) Tarso Rebello Dias - Presidente; Sofia Lemos Antunes Maciel - Secretária. Sócia: TELEMAR INTERNET LTDA. p/Alex Waldemar Zornig e Tarso Rebello Dias. Certifico que a presente é cópia fiel da ata lavrada em livro próprio. São Paulo/SP, 03 de dezembro de 2012. Sofia Lemos Antunes Maciel - Secretária. JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO - JUCESP. Certifico o registro sob o nº 16.457/13-4 e data de 04/01/2013. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral. Votorantim Corretora de Seguros S.A. CNPJ/MF Nº 09.023.931/0001-80 - NIRE 35.300.369.041 ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA, REALIZADA EM 15 DE JANEIRO DE 2013 1. Data, Horário e Local: Dia 15 de janeiro de 2013, às 14:00 horas, na sede social, na Al. Rio Negro, nº 161, 12º andar, Sala B, Condomínio West Point, Alphaville Industrial, na Cidade de Barueri, Estado de São Paulo. 2. Convocação e Presença: Dispensada a convocação, em virtude da presença dos Acionistas representando a totalidade do capital social. 3. Mesa Dirigente: João Roberto Gonçalves Teixeira, Presidente; Marta Cibella Knecht, Secretária. 4. Ordem do Dia: Aprovar (i) a alteração do endereço da sede da Sociedade; e (ii) a alteração do Artigo 2º do Estatuto Social da Sociedade. 5. Deliberações: Por unanimidade de votos, foram aprovadas as seguintes matérias: (i) A alteração do endereço da sede da Sociedade, de “Cidade de Barueri, Estado de São Paulo, na Alameda Rio Negro, 161, 12º andar, sala B, Condomínio West Point, Alphaville Industrial, CEP 06454-000” para “Cidade de Barueri, Estado de São Paulo, na Alameda Tocantins, nº 75, Conjunto 902, Edifício West Gate, Alphaville, CEP 06455-020; (ii) Em virtude da deliberação (i) acima, fica alterado o Artigo 2º do Estatuto Social da Sociedade, que passa a ter a seguinte e nova redação: “Artigo 2º A Companhia tem sede e foro na Cidade de Barueri, Estado de São Paulo, na Alameda Tocantins, nº 75, Conjunto 902, Edifício West Gate, Alphaville, CEP 06455-020, podendo manter filiais e escritórios de representação em qualquer localidade do país ou do exterior, mediante a deliberação da Diretoria.”(iii) Permanecem em vigor e inalterados os demais artigos do Estatuto Social da Sociedade não alterados por este instrumento.6.Observações Finais: O Sr.Presidente franqueou o uso da palavra, não havendo, todavia, nenhuma manifestação. Os trabalhos foram suspensos para a lavratura da presente ata, que tendo sido lida e achada conforme, vai assinada pelo Presidente, Secretária e demais acionistas presentes. (aa) João Roberto Gonçalves Teixeira, Presidente; Marta Cibella Knecht, Secretária; p. Banco Votorantim S.A., João Roberto Gonçalves Teixeira e Marcos Lima Monteiro. A presente transcrição é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo, 15 de janeiro de 2013. Marta Cibella Knecht - Secretária. Arquivo na JUCESP em 13.02.13, sob nº 70.803/13-4. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.
COMUNICADO (12) - Comunicamos os extravios dos seguintes documentos fiscais da Loja (São Miguel) ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0018-30 - I.E: 117.068.086.116. Referentes NOTAS FISCAIS DE FORNECEDORES E CLIENTES E NOTAS FISCAIS DE TRANSFERÊNCIAS, BEM COMO OS TALONÁRIOS DE NFS EM BRANCO E EM USO DOS PERÍODOS DE (2006/2007/2008/2009/2010/2011 e 2012). Motivados pelo Incêndio ocasionado em 07/01/2013 no estabelecimento da Loja (Mooca), identificado como: ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0014-06 - I.E: 113.336.021.114 COMUNICADO (13) - Comunicamos os extravios dos seguintes documentos fiscais da Loja (Filial 09) ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0019-10 - I.E: 117.057.206.117. Referentes NOTAS FISCAIS DE FORNECEDORES E CLIENTES E NOTAS FISCAIS DE TRANSFERÊNCIAS, BEM COMO OS TALONÁRIOS DE NFS EM BRANCO E EM USO DOS PERÍODOS DE (2006/2007/2008/2009/2010/2011 e 2012). Motivados pelo Incêndio ocasionado em 07/01/2013 no estabelecimento da Loja (Mooca), identificado como: ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0014-06 - I.E: 113.336.021.114 COMUNICADO (14) - Comunicamos os extravios dos seguintes documentos fiscais da Loja (Santo André) ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0020-54 - I.E: 626.735.519.115. Referentes NOTAS FISCAIS DE FORNECEDORES E CLIENTES E NOTAS FISCAIS DE TRANSFERÊNCIAS, BEM COMO OS TALONÁRIOS DE NFS EM BRANCO E EM USO DOS PERÍODOS DE (2007/2008/2009/2010/2011 e 2012). Motivados pelo Incêndio ocasionado em 07/01/2013 no estabelecimento da Loja (Mooca), identificado como: ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0014-06 - I.E: 113.336.021.114 COMUNICADO (15) - Comunicamos os extravios dos seguintes documentos fiscais da Loja (Lapa) ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0021-35 - I.E: 149.982.164.119. Referentes NOTAS FISCAIS DE FORNECEDORES E CLIENTES E NOTAS FISCAIS DE TRANSFERÊNCIAS, BEM COMO OS TALONÁRIOS DE NFS EM BRANCO E EM USO DOS PERÍODOS DE (2008/2009/2010/2011 e 2012). Motivados pelo Incêndio ocasionado em 07/01/2013 no estabelecimento da Loja (Mooca), identificado como: ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0014-06 - I.E: 113.336.021.114 COMUNICADO (16) - Comunicamos os extravios dos seguintes documentos fiscais da Loja (Ipiranga) ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0023-05 - I.E: 147.046.337.111. Referentes NOTAS FISCAIS DE FORNECEDORES E CLIENTES E NOTAS FISCAIS DE TRANSFERÊNCIAS, BEM COMO OS TALONÁRIOS DE NFS EM BRANCO E EM USO DOS PERÍODOS DE (2010/2011 e 2012). Motivados pelo Incêndio ocasionado em 07/01/2013 no estabelecimento da Loja (Mooca), identificado como: ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0014-06 - I.E: 113.336.021.114 COMUNICADO (17) - Comunicamos os extravios dos seguintes documentos fiscais da Loja (CD Mooca Clark) - ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0024-88 - I.E: 147.106.739.110. Referentes NOTAS FISCAIS DE FORNECEDORES E CLIENTES E NOTAS FISCAIS DE TRANSFERÊNCIAS, BEM COMO OS TALONÁRIOS DE NFS EM BRANCO E EM USO DOS PERÍODOS DE (2010/2011 e 2012), Motivados pelo Incêndio ocasionado em 07/01/2013 no estabelecimento da Loja (Mooca), identificado como: ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0014-06 - I.E: 113.336.021.114 COMUNICADO (18) - Comunicamos os extravios dos seguintes documentos fiscais da Loja (Santo Amaro) ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0025-69 - I.E: 147.480.082.113. Referentes NOTAS FISCAIS DE FORNECEDORES E CLIENTES E NOTAS FISCAIS DE TRANSFERÊNCIAS, BEM COMO OS TALONÁRIOS DE NFS EM BRANCO E EM USO DOS PERÍODOS DE (2010/2011 e 2012). Motivados pelo Incêndio ocasionado em 07/01/2013 no estabelecimento da Loja (Mooca), identificado como: ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0014-06 - I.E: 113.336.021.114 COMUNICADO (19) - Comunicamos os extravios dos seguintes documentos fiscais da Loja (Osasco) ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0026-40 - I.E: 492.608.166.115. Referentes NOTAS FISCAIS DE FORNECEDORES E CLIENTES E NOTAS FISCAIS DE TRANSFERÊNCIAS, BEM COMO OS TALONÁRIOS DE NFS EM BRANCO E EM USO DOS PERÍODOS DE (03/ 2012 a 12/2012), Motivados pelo Incêndio ocasionado em 07/01/2013 no estabelecimento da Loja (Mooca), identificado como: ARMARINHOS FERNANDO LTDA, CNPJ: 48.076.228/0014-06 - I.E: 113.336.021.114
DIÁRIO DO COMÉRCIO
42 -.ECONOMIA/LEGAIS
e Governo quer licitar áreas de mineração
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
O código está em fase final de elaboração. Edison Lobão, ministro de Minas e Energia
conomia
Edson Silva/ Folhapress
Hoje, quem solicita primeiro a outorga de uma mina consegue a licença. Agora o governo pretende fazer licitações como as do petróleo.
Novo marco regulatório do setor pode aumentar royalties e está sendo discutido com governadores
O
governo tem realizado reuniões com representantes de Estados produtores de minerais para apresentar e discutir o texto do novo marco regulatório para a mineração, disse ontem o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Segundo fontes com conhecimento do assunto, o governo estuda implementar royalties mais elevados em regiões
com maior nível de produção, como, por exemplo, em Carajás, no Pará, onde a Vale explora uma das maiores jazidas de minério de ferro do mundo. O modelo seria semelhante ao que já ocorre no setor de petróleo, com a cobrança de participações especiais sobre os campos de altíssima produtividade. Também está em discussão a possibilidade de royalties flexíveis sobre a exploração
mineral, de maneira que, quando os preços de um determinado mineral ou metal subirem expressivamente, a alíquota de royalty também aumente. Lobão disse que se encontrou ontem com a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, para tratar do tema, e reiterou que as novas regras do setor deverão ser encaminhadas em breve ao Congresso Nacional. "O código está em fase fi-
nal de elaboração", afirmou. Além dos Estados produtores, o governo tem se reunido com representantes da iniciativa privada para a finalização do novo marco da mineração. Mudanças – Um dos objetivos do governo brasileiro com a nova legislação é mudar o critério de aquisição de concessões minerárias, com a criação de leilões para áreas consideradas estratégicas. Até então, quem solicitava a
outorga primeiro conseguia a licença, provocando filas nos escritórios do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) espalhados pelo País. Outras medidas que podem constar do texto a ser enviado ao Congresso Nacional são a fixação de prazos exploratórios para as minas e a criação de uma agência reguladora para o setor, tal como já existe no setor de petróleo. (Reuters)
Abeiva prevê dias difíceis para os importados
A
Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) manteve a estimativa de vendas de 150 mil veículos pelas empresas associadas em 2013, alta de 17% sobre as 129 mil unidades de 2012, mas prevê demissões e fechamento de concessionárias este ano. Segundo estimativas da entidade, cerca de 2 mil postos de trabalho devem ser fechados, baixando o número para 23 mil empregados, e o número de concessionárias deve ser reduzido de 737 para 690. "A geração de impostos dos importados deve recuar de R$ 3,6 bilhões para R$ 3,2 bilhões entre 2012 e 2013", dis-
Leandro Moraes/ LUZ
De acordo com a associação de importa-dores, estão previstas demissões e fechamento de concessionárias.
se Marcel Visconde, vice-presidente da Abeiva. Segundo ele, as demissões e o fechamento de concessionárias ainda são resquícios da crise enfrentada em 2012, quando houve o aumento da alíquota do IPI para os veículos importados e ainda o aumento
do dólar. "O pior já ocorreu no ano passado e as previsões de agora são um ajuste", avaliou Visconde. Apesar da queda de 24,2% nas vendas de veículos importados das empresas ligadas à Abeiva, em janeiro sobre igual mês de 2012, algumas marcas
de luxo, como Porsche e Jaguar, tiveram uma disparada nas vendas. Com 106 unidades no Brasil em janeiro, a Porsche viu suas vendas subirem 265,5% entre os períodos. As da Jaguar subiram 566,7%, de 3 para 20 carros. Para Visconde, que preside a Porsche no Brasil, a redução nos preços dos veículos das empresas que já se adequaram ao Inovar-Auto e os lançamentos de modelos no final do ano passado explicam a alta nas vendas: "Muitos negócios feitos no Salão do Automóvel foram concretizados em janeiro. Além disso, o consumidor de alto nível é sensível ao preço, sim, e escolheu o melhor momento para comprar".
EDITAL DE LEILÃO – Lei nº 9.514/97 HELIO JOSE ABDOU, leiloeiro oficial Jucesp nº 603, devidamente autorizado pela CLL CONSTRUTORA LAMELAS LTDA, pessoa jurídica de direito privado, devidamente inscrita no CNPJ/MF sob o nº 51.707.214/0001-33 na qualidade e única titular da propriedade em decorrência de créditos em Alienação Fiduciária com o fiduciante: ADILSON ALVES DA COSTA, brasileiro, viúvo, engenheiro, RG: 7.890.982 e CPF/MF sob o nº 636.038.378-00, nos termos do artigo 27 e parágrafos da Lei 9.514 de 20 de novembro de 1997 e regulamentação complementar do Sistema de Financiamento Imobiliário, que institui alienação fiduciária de bem imóvel, fará realizar a VENDA em Leilão Público Extrajudicial, ficando desde já designado o 1º PÚBLICO LEILÃO no dia 27 de fevereiro de 2013 às 09:00 hs, à Rua Guajurus 170, Jardim São Paulo, São Paulo/SP, com lance mínimo de R$ 539.941,55 (quinhentos e trinta e nove mil novecentos e quarenta e um reais e cinquenta e cinco centavos) correspondente ao valor da avaliação, o imóvel abaixo descrito com a propriedade fiduciária consolidada em nome do credor fiduciário constituído pela unidade de matricula 133.217 do 3º Oficio de Registro de imóveis descrito como o apartamento 162, localizado no 16º andar do EDIFICIO VIA APPIA – BLOCO I”, parte integrante do “CONDOMÍNIO SPAZIO DI ROMA”, situado a Rua Conselheiro Moreira de Barros, nº 1555, 8º Subdistrito de Santana, contendo área privativa coberta de 116,200 metros quadrados, área comum coberta de 80,227 metros quadrados, área total coberta de 196,427 metros quadrados, área comum descoberta de 32,145 metros quadrados, área total descoberta de 228,572 metros quadrados, coeficiente de proporcionalidade de 1,3524%, fração ideal de 1,3524%, cabendo-lhe o direito de estacionar 03 veículos de passeio ou utilitário, em 03 vagas de garagem, localizadas no 1º, 2º e 3º subsolos do conjunto. Matricula 133.217 do 3º Oficio de Registro de imóveis. Avaliação: R$ 539.941,55 (quinhentos e trinta e nove mil novecentos e quarenta e um reais e cinquenta e cinco centavos). A venda será à vista sendo que o valor do lance no primeiro público leilão será o da avaliação. Caso não haja licitante em 1º Leilão, fica desde já designado o dia 01 de março 2013, as 09:00 hs, no mesmo local para a realização do 2º PÚBLICO LEILÃO quando será aceito o maior lance oferecido ao bem imóvel, desde que igual ou superior ao valor da dívida, das despesas, dos prêmios de seguro, dos encargos legais, inclusive tributos, das contribuições condominiais, despesas de editais, honorários advocatícios, que será disponibilizado pela credora fiduciária e atualizados até a data do leilão, tudo na forma do disposto nos, incisos I e II do § 3 do artigo 27, da Lei 9514/97. Correrão por conta do comprador todas as despesas relativas a aquisição do imóvel no leilão, como: pagamento de comissão do Leiloeiro de 5% (cinco por cento) sobre o valor de arrematação, que será realizado no ato da arrematação, despesas com Escritura Pública, Imposto de Transmissão, Foro, taxas, alvarás, certidões, emolumentos cartorários, registrários etc. O imóvel se encontra ocupado, e será vendido no estado em que se encontra não podendo o arrematante alegar desconhecimento das condições, características e estado de conservação. A desocupação do imóvel deverá ser providenciada pelo comprador, que assume o risco da ação, bem como todas custas e despesas, inclusive honorários advocatícios, mediante propositura da competente reintegração na posse, na forma do artigo nº 30, da Lei nº 9.514/97. As demais condições obedecerão ao que regula o Decreto n° 21.981 de 19 de outubro de 1.932, com as alterações introduzidas pelo Decreto n° 22.427 de 1° de fevereiro de 1.933, que regula a profissão de Leiloeiro Oficial. - Informações (011) 97334-6595 – att: Dr. Robson.
Citação. Prazo 20 dias. Proc. 2012.000311-0 (112/12). O Dr. Gustavo Dall’Olio, MM. Juiz de Direito da 8ª Vara Cível do Foro da Comarca de São Bernardo do Campo-SP, na forma da lei, etc. Faz saber a Artes Gráficas Dupla Cor Ltda, CNPJ 01.686.919/0001-43, na pessoa de seu representante legal e a Gilmar Bernardo, RG 8.127.906-1 SSP/SP, CPF 657.900.818-00 e Lucia Vieira Bernardo, RG 36.623.293-9 SSP/SP, CPF 426.177.829-72 que, Banco do Brasil S/A, lhes ajuizou ação Monitória, objetivando a cobrança de R$ 10.883,74 (30/01/12), referente Contrato de Abertura de Crédito BB Giro Empresa Flex nº 156.102.341 de 09/01/09. Estando os réus em local ignorado, foi expedido o presente edital, para que em 15 dias, a fluir após os 20 dias supra, paguem o "quantum" reclamado ou ofereçam embargos, sob pena de não o fazendo, constituir-se em título executivo judicial a inicial pretendida. Será o edital, afixado e publicado na forma da lei. SBCampo, 15 de fevereiro de 2013.
Inovar-auto – A Abeiva informou que 69% de suas associadas, ou 11 empresas, já foram habilitadas pelo governo federal para o novo regime automotivo, o Inovar-Auto, e terão uma alíquota de IPI menor que os 55% atuais, até uma cota de 4,8 mil unidades ano por empresa. No entanto, a maior importadora do País, a Kia Motors, e outras marcas famosas, como Ferrari, Lamborghini e Rolls Royce, ainda estão em processo de credenciamento. Os maiores problemas enfrentados pelas pleiteantes são a documentação solicitada e a exigência do governo de que, em 2017, os carros reduzam o consumo de combustíveis em até 14%. (EC)
Petrobras descobre o poço Florim
A
Petrobras informou na manhã de ontem que, na perfuração do sexto poço após a assinatura do contrato de cessão onerosa, descobriu petróleo na área denominada Florim, no pré-sal da Bacia de Santos. Batizado informalmente como Florim, o poço 1-BRSA1116-RJS (1-RJS-704) localizase em profundidade d'água de 2.009 metros, a uma distância de 206 km da costa do Estado do Rio de Janeiro. Segundo o comunicado, foi comprovada a existência de petróleo de boa qualidade (29º API) em reservatórios carbonáticos de excelente qualidade situados logo abaixo da camada de sal. Ainda conforme o comunicado, o poço ainda está sendo perfurado, tendo chegado, até agora, à profundidade de 5.498 metros. A perfuração prosseguirá até o nível previsto no contrato de cessão onerosa, que é de aproximadamente 6.100 metros. Concluída a perfuração, será feito um teste de formação para avaliar a produtividade dos reservatórios, de acordo com as atividades e investimentos previstos no Programa Exploratório Obrigatório (PEO) do contrato de cessão onerosa. Pelo contrato, a fase exploratória deverá terminar até setembro de 2014, quando poderá ser declarada a comercialidade da área. Ontem, o ex-presidente da Petrobras e secretário do Planejamento da Bahia, José Sergio Gabrielli, afirmou que a estatal do petróleo enfrenta um problema de curto prazo e que as críticas feitas à gestão da companhia "são muito mais espuma do que realidade". (Estadão Conteúdo)
EDITAL DE CITAÇÃO - PRAZO DE 20 DIAS - PROCESSO nº 0025202-53.2012.8.26.0100 - Pedido de Falência. O Doutor Caio Marcelo Mendes de Oliveira, MM. Juiz de Direito da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, do Foro Central Cível, da Comarca de São Paulo, do Estado de São Paulo, na forma da Lei, etc. FAZ SABER a Kriativa Grafica e Editora Ltda., CNPJ/MF nº 54.298.047/ 0001-2, que New Progress Factoring de Fomento Mercantil Ltda. ajuizou um Pedido de Falência por ser credora da quantia de R$ 389.687,60, representada pelo Instrumento de Confissão de Dívida, devidamente protestado. Estando a ré em lugar ignorado, foi deferida a citação por edital, para que em 10 dias, a fluir após os 20 dias supra, apresente defesa, podendo, nos termos do art. 98, parágrafo único da Lei 11.101/2005, depositar a quantia correspondente ao total do crédito reclamado, acrescida de juros, correção monetária, custas, despesas processuais e honorários advocatícios fixados em vinte mil reais sob pena de decretação da falência. Será o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei, sendo este Fórum localizado na Praça João Mendes s/nº, 16º andar - salas 1618/1624, Centro - CEP 01501-900, Fone: 2171-6506. São Paulo, 30 de janeiro de 2013.