Conclusão: 23h50
Oposição tenta extrair a verdade dos petrodólares perdidos
Ano 90 - Nº 24.086
www.dcomercio.com.br
Jornal do empreendedor
Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
R$ 1,40
São Paulo, quinta-feira, 20 de março de 2014
A presidente Dilma inflamou a oposição ao admitir que deu seu aval à compra da refinaria de Pasadena, no Texas, em que US$1,18 bilhão foi gasto à toa. A culpa é de um resumo "falho" e "omisso", ela explicou. O presidenciável Aécio Neves quer ir ao fundo do poço. Seu PSDB clama por uma CPI. O PT elogiou a "honestidade intelectual" de Dilma ao assumir a responsabilidade pelo negócio bilionário misterioso. Pág. 5. Leia também a análise de Fernão Mesquita, na pág. 6 Wilton Junior/Estadão Conteúdo-03/06/11
UCRANIANOS BATEM EM RETIRADA
Fotos: Vasily Fedosenko/Reuters
Com bases militares atacadas, a Ucrânia decidiu retirar suas tropas da Crimeia. Ontem, homens armados invadiram a base de Novoozernoye e ativistas pró-Rússia entraram no quartel-general da Marinha ucraniana, em Sebastopol. Acima, soldados ucranianos deixando o quartel, já com roupas civis. À dir., um oficial é conduzido para fora. Pág. 8 Nilton Cardin/Estadão Conteúdo
Samsul Said/Reuters
João Caldas/Divulgação
O chamado pop do rock Na Cidade, um clássico dos anos 70: Jesus Cristo Superstar. Pág. 13
FBI (e orações) na busca do avião sumido A polícia federal dos EUA foi chamada para colaborar nas investigações na Malásia. Págs. 2 e 8
Na guerra da água, uma batalha pelo rio Paraíba. Cidades como São José (foto) não querem que água saia dali para o Cantareira. Pág. 12
ISSN 1679-2688
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9 771679 268008
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
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A reação ocidental, ao ameaçar impor sanções à Rússia, é de eficácia duvidosa. Roberto Fendt
NOSSA POSIÇÃO
Olhar para o futuro egundo o jornal Valor Econômico, o relatório de um seminário promovido pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) com a participação de governos, acadêmicos e parceiros sociais, apresentou conclusões bastante inquietantes no tocante às tendências desestabilizadoras nas relações de trabalho, em consequência de mudanças profundas que devem ocorrer nas economias no rastro do desenvolvimento tecnológico, da globalização, da liberalização comercial, da maior concorrência e das políticas de austeridade. Uma das mais preocupan-
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tes é que "o contrato de trabalho clássico, com duração indeterminada, parece ter os dias contados" e que o contexto social e econômico do trabalho "mudou irremediavelmente" e que as novas modalidades respondem às diversas necessidades tanto das empresas como dos trabalhadores . O relatório destaca a necessidade de "um quadro regulamentar e institucional que garanta a proteção e a segurança, sem que seja forçosamente vinculado a um contrato de trabalho clássico". professor José Pastore tem publicado uma série de artigos a respei-
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to da rápida evolução da tec- serem disruptivas, exigem nologia e seu impacto sobre o habilidades que muitas vemercado de trabalho. Ele cha- zes não estão disponíveis, ma a atenção para novas tec- ainda, no mercado. As conclusões do seminário nologias que começam a ser utilizadas pelas empresas, da OIT indicam a clara necessidade de se adaptar como os "compua legislação trabatadores que penTentativas de lhista brasileira à sam", as máquimodernização das nova realidade, o nas de tradução e leis trabalhistas que exigiria muinterpretação sid ança bastante multâneas, robôs enfrentam uma profunda da CLT – cada vez mais soforte reação. que não atende sefisticados, os "droquer ao momento nes" e várias outras inovações que afetam o atual e, muito menos, ao cenário futuro previsto pelos espemercado de trabalho. O impacto dessas tecnolo- cialistas da área. O que se asgias para o trabalhador é du- siste no País, no entanto, são plo. De um lado, economizam propostas que tornam mais rímão de obra. De outro, por gidas as normas, interven-
ções do governo e da Justiça do Trabalho que burocratizam ainda mais a legislação, bem como a ausência de discussões com visão de futuro. entativas tímidas de modernização, como a regulamentação da terceirização, enfrentam forte reação – que não visa, em verdade, à defesa dos trabalhadores, mas à garantia de privilégios. Até o TST ( Tribunal Superior do Trabalho) apresentou uma posição contrária à flexibilização das relações trabalhistas, quando condenou a terceirização das "atividades fins", conceito cada vez mais superado pelos modernos mé-
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todos de produção. O professor Pastore chama a atenção para a necessidade da formação de mão de obra para a nova realidade, o que exigiria não só a melhora da qualidade da educação, como uma reformulação profunda dos conteúdos, com maior ênfase ao ensino de linguagem, matemática e ciências, além de uma língua estrangeira. O que se fez, contudo, foi introduzir filosofia e sociologia, nos currículos do ensino médio. Parece que o Brasil, como diria Roberto Campos, continua sendo dirigido com olhos voltados para o espelho retrovisor, em vez de se preparar para o futuro. SXC
AINDA A UCRÂNIA screvi no último dia 5 sobre os acontecimentos que se desenrolavam na Ucrânia e apontei que a forte reação re tórica inicial foi dando lugar a uma postura mais moderada, à medida que os interesses econômicos dos europeus ocidentais suplantaram seus interesses políticos imediatos. Volto ao tema porque as análises, aqui e em outros países do Ocidente, estão deixando de fora elementos importantes para a real compreensão do que ocorre na fronteira sudoeste da República Russa. Parte da explicação poderia ser antecipado simplesmente observando a etimologia do nome do país. "Ucrânia" significa fronteira – situação em que o determinismo geográfico a situará sempre no lado ocidental da Rússia. Outra parte decorre da história de separação e agregação do território, ora à Rússia, ora a outras potências europeias.
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Kiev, atual capital do país, foi nos séculos 10 e 11 a sede do estado Rus Kievana. Em 1648, após a rebelião cossaca contra o rei polonês João II Casimiro, a Ucrânia foi dividida entre a Polônia e a Rússia. No século 18, após a partilha da Polônia, o território correspondente à parte ocidental da Ucrânia foi incorporado ao Império Austro-Húngaro e a parte oriental, a Crimeia, ao Império Russo. om o fim da primeira guerra mundial e o fim dos impérios austro-húngaro e russo, a parte ocidental do país voltou a fazer parte da Polônia e a parte maior do país foi incorporada à nascente União Soviética. Em 1939, pelo Pacto Molotov-Ribbentrop, a parte ocidental da Ucrânia foi incorporada à Rússia. Terminada a guerra, todo o território ucraniano passou para a União Soviética. Foi só em 1954 que a
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Crimeia passou a fazer parte da Ucrânia. Portanto, estamos falando de uma Crimeia não-russa por apenas 60 anos. Desde o século 14 a Crimeia sempre foi parte da Rússia. Pelo menos 60% de sua população é russa. Na parte ocidental a maioria é católica; na Crimeia, grego ortodoxa. Na parte ocidental fala-se ucraniano, na parte oriental, russo. Historicamente, portanto, o país tem um passado de conflitos e de dualidade religiosa, linguística e política e extrema dificuldade de convivência entre suas duas partes. Tentativas de impor os valores de uma das partes sobre a outra só podem produzir uma guerra civil ou um desmembramento do país – o que acaba de ocorrer. o ponto de vista da Rússia, a tentativa do Ocidente em buscar a adesão da Ucrânia ao mercado comum e, eventualmente,
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sua entrada na OTAN, reacendeu temores antigos e criou alguns novos. Os antigos resultam da história russa. O país foi invadido por Carlos XII da Suécia e após diversos reveses, Pedro, o Grande, o derrotou na batalha de Poltava em 1708 – significativamente localizada na parte oriental da Ucrânia. Napoleão e Hitler, como se sabe, também invadiram o país. ssim, para os russos uma aproximação da Ucrânia com o Ocidente poderia eventualmente colocar a OTAN em sua própria fronteira. É claro que não ocorreria a ninguém invadir a Rússia a partir de um país vizinho, dado o poderia nuclear russo. Mas ainda é lembrado que o país foi invadido a partir da Polônia ocupada pelos nazistas e por seus aliados em outros países fronteiriços. Tudo isso levou à estratégia russa de ter em
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suas fronteiras bolsões de países independentes. A situação ainda não está clara o suficiente para saber o que vai ocorrer de agora em diante. É do interesse da Rússia que a Ucrânia, sem a Crimeia, permaneça neutra entre seu vizinho a leste e o Ocidente, como o é a Finlândia. Não interessaria à Rússia invadir o que restou da Ucrânia porque, em caso de sucesso, criaria o problema que tentou evitar: ter uma fronteira ocidental com os países europeus. reação ocidental, ao ameaçar sanções, é de eficácia duvidosa. A Rússia é a oitava economia do mundo e o supridor de energia da Alemanha e boa parte da Europa. Uma reação dura, em especial da Alemanha, pode resultar no corte do suprimento de gás russo, com consequências imediatas e catastróficas. Uma inação ocidental criaria a suspeição nos países do
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ROBERTO FENDT
Leste Europeu de que ficariam expostos a eventos similares ao ocorrido na Crimeia. O que pode ser dito no momento é que a estratégia americana, desde 1939, tem sido propiciar o máximo de ajuda militar e econômica e o mínimo de envolvimento militar. Tratando-se da possibilidade de um início de guerra fria entre duas superpotências, resta torcer para que a estratégia americana continue a privilegiar o mínimo envolvimento militar. ROBERTO FENDT É ECONOMISTA
Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cesário Ramalho da Silva Edy Luiz Kogut João Bico de Souza José Maria Chapina Alcazar Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Miguel Antonio de Moura Giacummo Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Renato Abucham Roberto Mateus Ordine Roberto Penteado de Camargo Ticoulat Sérgio Belleza Filho Walter Shindi Ilhoshi
Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, Marcel Solimeo Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Marcus Lopes (mlopes@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), Tsuli Narimatsu (tnarimatsu@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke, Jaime Matos e Sandra Manfredini. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli e Sílvia Pimentel. Editor de Fotografia: Agliberto Lima. Arte e Diagramação: José dos Santos Coelho (Editor), André Max, Evana Clicia Lisbôa Sutilo, Gerônimo Luna Junior, Hedilberto Monserrat Junior, Lino Fernandes, Paulo Zilberman e Sidnei Dourado. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60
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Ascensão do anticapitalismo JEREMY RIFKINS stamos começando a testemunhar um paradoxo no coração do capitalismo, paradoxo esse que o impulsionou à grandeza e que agora ameaça o seu futuro: o dinamismo inerente aos mercados competitivos está baixando os custos de tal forma que muitos produtos e serviços estão ficando praticamente de graça, abundantes, e não mais sujeitos às forças do mercado. Embora os economistas sempre tenham recebido com prazer uma redução no custo marginal, nunca anteciparam a possibilidade de uma revolução tecnológica que pudesse reduzir esses custos para quase zero. O primeiro indício do paradoxo surgiu em 1999 quando o Napster, o serviço de música, desenvolveu uma rede que possibilitava a milhões de pessoas o compartilhamento de músicas sem pagar os produtores e artistas, causando estrago na indústria fonográfica. Fenômenos similares atrapalharam severamente o setor jornalístico e o mercado editorial. Os consumidores começaram a compartilhar informações e entretenimento por meio de vídeos, áudio e textos quase de graça, contornando os mercados tradicionais. A enorme redução do custo marginal abalou essas indústrias e agora está começando a transformar a energia, a indústria e a educação. Embora os custos fixos da tecnologia solar e da eólica sejam elevados, o custo de captação de cada unidade de energia para além disso é baixo.
Em nenhum lugar o fenômeno do custo marginal zero está tendo mais impacto do que no mercado de trabalho, onde as fábricas e escritórios sem funcionários, e o varejo, logística e as redes de transportes online estão se tornando mais prevalentes. Naturalmente, as novas oportunidades de emprego estão no bem comum – em campos que tendem a ser beneficentes e que fortalecem a infraestrutura social, como o ensino, os cuidados médicos, o auxílio aos pobres, a recuperação ambiental, a assistência à infância e aos idosos, e a promoção das artes e da recreação. Nos Estados Unidos, o número de ONGs cresceu aproximadamente 25% entre 2001 e 2011, de um 1,3 milhão para um ,6 milhão de ONGs, comparado aos empreendimentos comerciais, que cresceram meramente 0,5%. Nos Estados Unidos, no Canadá e na Grã-Bretanha, os empregos no terceiro setor já excedem os 10% da força de trabalho.
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sse fenômeno invadiu até o setor industrial. Milhares de hobistas estão criando seus próprios produtos utilizando impressoras 3-D, softwares de fonte aberta e plástico reciclado como matéria-prima, com custo marginal de quase zero. Enquanto isso, mais de seis milhões de alunos estão matriculados em massa em cursos online gratuitos e conteúdo distribuído também a um custo marginal de quase zero. Os observadores da indústria reconhecem a realidade crescente de uma economia de custo marginal zero, mas argumentam que os produtos e serviços gratuitos seduzirão um número suficiente de consumidores para comprar produtos mais sofisticados e serviços especializados, garantindo margens de lucro grandes o bastante suficientes para que o mercado capitalis-
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ta continue crescendo. Só que o número de pessoas dispostas a pagar por bens e serviços adicionais é limitado. Agora, o fenômeno está prestes a impactar a economia como um todo. Uma nova infraestrutura colossal – a internet das coisas – está surgindo com o potencial de reduzir a maioria das atividades econômicas para o custo marginal de quase zero no decorrer das próximas duas décadas. Essa nova plataforma de tecnologia está começando a conectar tudo e todos à internet. Atualmente, mais de 11 bilhões de sensores estão conectados aos recursos naturais, às linhas de produção, à rede elétrica, às redes de logística e aos fluxos de reciclagem, e implantados nos lares, escritórios, lojas e veículos, alimentando grandes volumes de dados na internet das coisas. Por volta de 2020, há a projeção de que pelo menos 50 bilhões de sensores estejam ligados à internet. s pessoas podem se conectar à rede e usar o grande volume de dados, a análise e os algoritmos para aumentar a eficiência e reduzir os custos marginais de produção e de compartilhamento de uma ampla variedade de produtos e serviços a custo quase zero, simplesmente como já fazem com os produtos de informação.
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Por exemplo, 37 milhões de edifícios nos Estados Unidos foram equipados com medidores e sensores ligados à internet das coisas, fornecendo informações do consumo em tempo real,e alterando o preço da eletricidade na rede de transmissão. Isso, finalmente, permitirá que as casas e comércios que geram e armazenam eletricidade limpa " in situ", através das suas instalações solares e eólicas, programem o software para separálos da rede elétrica quando houver a alta dos preços. Desse modo, eles poderão alimentar os seus aparelhos com a eletricidade limpa própria e compartilhar o excedente com os vizinhos a um custo marginal de quase zero. Cisco prevê que por volta de 2022 os lucros da produtividade do setor privado, provocado pela internet das coisas, ultrapassarão 14 trilhões de dólares. Um estudo da GE estima que os
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avanços na produtividade da internet das coisas poderiam afetar metade da economia mundial até 2025. questão não resolvida é como essa economia do futuro funcionará quando milhões de pessoas puderem fabricar e compartilhar bens e serviços quase de graça. A resposta está na sociedade civil, que é composta por ONGs que cuidam daquilo que fazemos e compartilhamos na vida como uma comunidade. Em termos financeiros, o mundo do terceiro setor é uma força poderosa. As receitas do setor cresceram a uma taxa robusta de 41% – descontando -se a inflação – de 2000 a 2010, mais do que dobrando o crescimento do PIB, que subiu 16,4% durante o mesmo período. Em 2012, o terceiro setor foi responsável, nos Estados Unidos, por 5,5% do PIB. O que torna o bem comum mais relevante hoje é que estamos construindo a infraes-
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Milhões de pessoas estão usando sites das redes sociais, aluguéis e cooperativas para compartilhar carros, casas, roupas, ferramentas e outros itens a um custo marginal de quase zero.
trutura da internet das coisas, que aperfeiçoa a colaboração, o acesso universal e a inclusão, que são partes essenciais para a criação do capital social e para a recepção de uma comunidade de partilha. A internet das coisas é uma plataforma inovadora que possibilita o florescimento do emergente bem comum, lado a lado do mercado capitalista. ssa abordagem colaborativa, em vez de capitalista, tem a ver com o acesso compartilhado em lugar da propriedade privada. Por exemplo, um milhão e setecentas mil pessoas, mundialmente, fazem parte dos serviços de compartilhamento de veículos. Uma pesquisa recente revelou que o número de proprietários de veículos – daqueles que participam dos serviços de compartilhamento de veículos – diminuiu pela metade após a adesão ao serviço, com o s m e m b ro s p re f e r i n d o o acesso à propriedade. Milhões de pessoas estão usando os sites das redes sociais, redes de redistribuição, aluguéis e cooperativas para compartilhar não apenas carros, mas também casas, roupas, ferramentas, brinquedos e outros itens a um custo marginal de quase zero. A economia de partilha havia projetado receitas de 3,5 bilhões de dólares em 2013.
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pesar desse crescimento impressionante, muitos economistas argumentam que o terceiro setor não é uma força econômica autossuficiente e sim um parasita dependente da verba do governo e da filantropia privada. Mas muito pelo contrário, um estudo recente revelou que aproximadamente 50% da renda agregada das organizações sem fins lucrativos de 34 países são oriundos de taxas, enquanto os subsídios do governo são responsáveis por 36% das receitas e a filantropia privada é responsável apenas por 14%. Quanto ao sistema capitalista, é provável que ele permaneça conosco por muito tempo, embora com um papel mais enxuto, basicamente como agregador de serviços de rede e de soluções, permitindo que ele prospere como um ator de nicho poderoso na era vindoura. Entretanto, estamos, si, entrando em um mundo parcialmente para além dos mercados, e onde estamos aprendendo a conviver com o bem comum cada vez mais interdependente, colaborativo e mundial.
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JEREMY RIFKIN É AUTOR DO LIVRO "THE ZERO MARGINAL
COST SOCIETY" ("A SOCIEDADE DO CUSTO MARGINAL ZERO", EM TRADUÇÃO LIVRE, AINDA SEM TÍTULO NO BRASIL). THE NEW YORK TIMES NEWS SERVICE/SYNDICATE S.
SE EU FOSSE PRESIDENTE-FINAL
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Presidência da República e sabatinados e aprovados pelo legislativo. Eles têm de ser eleitos pela totalidade dos juízes do País, de todas as instâncias. E os juízes das instâncias inferiores, pelos advogados militantes. Ou seja, o próprio meio os elege. A polícia precisa ser polícia e ter o apoio da sociedade. Bandidos não podem ter mais direitos do que a gente honesta. Precisamos recolocar os valores em seus devidos lugares. Todos sabem que temos excesso
Brasil precisa voltar a dar atenção à educação, base de tudo que precisamos para uma vida melhor. Nenhum país no mundo chegou a algum lugar sem educação. Quando nosso ensino era mais sério tínhamos escolas públicas boas.Hoje, nem mesmo as escolas particulares, na média, podem ser reputadas como boas ou excelentes, sejam do ensino básico ou superior. Atualmente, a educação é mais negócio que educação
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propriamente dita. A Coreia, que nos anos 60-70 era pior do que o Brasi,l percebeu que a única solução era a educação. E investiu montanhas de recursos nela. O resultado é conhecido. A Coreia deu um salto extraordinário e hoje é uma das principais economias do mundo, muito à frente do Brasil. Pena que não se enxergue isso como se deve. É comum se comparar os países por PIB absoluto, caso em que o Brasil é a 7ª economia do mundo. Isso nada vale. Para termos um PIB de 2,2 trilhões de dólares precisamos de 200 milhões de brasileiros produzindo. A Coréia, para ter 1,1 trilhão de dólares norteamericanos, tem 40
milhões produzindo. Assim, o Brasil tem renda per capita de 11 mil dólares. A Coreia, de 28 mil dólares. É fácil saber quem está à frente e é mais rico. Brasil, no quesito que realmente conta, a renda per capita, está para lá da posição 50. Muita coisa ainda poderia ser dita e sugerida. Mas por hora ficamos aqui. Esperamos que os demais colegas e sociedade apontem suas agruras e desejos para a melhoria do nosso País.
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SAMIR KEEDI É PROFESSOR E AUTOR DE VÁRIOS LIVROS EM COMÉRCIO EXTERIOR SAMIR@MULTIE DITORAS. ção
ambém é preciso proibir pára-quedistas em postos políticos. Há que fazer carreira, começando pelo legislativo, depois prefeito, governador, e só então presidente. Assim, em estando em postos executivos, já saberá, por experiência, como funciona o legislativo. . Falando em poderes, eles têm de ser independentes, mas o Judiciário não pode ser independente se juízes do STF são nomeados pela
SAMIR KEEDI
de defensores de bandidos e nunca se vê defensores fervorosos da polícia ou das pessoas comuns. Precisamos de tolerância zero nesse campo. A polícia precisa agir, mas e devidamente preparada. Precisa de recursos, treinamento, bom-senso, pessoal suficiente, etc.
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e terá que prestar contas a seu eleitorado. Se não trabalhar de acordo, será "exterminado". Hoje, se ele nada fizer, corre para outra região, onde ninguém o conhece e pode fazer suas mirabolantes novas promessas e se reeleger. Se mudar de partido, deve ter perda automática de mandato.
Div
stamos novamente aqui, "querendo ser presidente". Para completar nossa série, entendemos que precisamos, urgentemente, acabar com a corrupção que grassa no Brasil, principalmente nos poderes executivo e legislativo. Não que sejam os únicos. O País está todo impregnado pela prática. E quando a sociedade corrompe e é corrompida, nada se pode exigir dos poderes da República. Afinal, no governo estão personagens pinçados do povo e lá colocados por este mesmo povo. Precisamos implementar o voto distrital. Cada político precisa e deve saber que é controlado pela sua região, não pelo estado ou país. Se um deputado estadual se elege pela região de Campinas, tem de se reeleger pela mesma região
COM.BR
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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gibaum@gibaum.com.br
Cabeleireiro de Marta Suplicy e Dilma Rousseff, Celso Kamura enxerga especiais diferenças entre paulistas e cariocas.
2 “Vocês sabem que o meu problema com o Congresso tem nome e sobrenome.”
DILMA ROUSSEFF // a dirigentes do PMDB, numa alusão a Eduardo Cunha.
Fotos: Paula Lima
Duas pesquisas O PSB acaba de receber pesquisa revelando que apenas 20% dos entrevistados sabem que a ex-ministra Marina Silva será a candidata a vice-presidência ao lado de Eduardo Campos. Os socialistas apostam que, na medida em que for anunciada oficialmente na chapa, as intenções de voto de Campos disparam. O PSB quer anunciar logo a chapa, acreditando que terá mais chances de alianças e mesmo de captação de financiamento para a campanha. Já o PSDB tem outra pesquisa que sinaliza que a entrada de Marina para valer na chapa e na campanha de Campos não será um fator básico para aumento de intenções de votos.
DESFALCADO Em São Paulo, além das dificuldades para eleger Alexandre Padilha governador do Estado (nas pesquisas, ele mantém 4%), o PT terá outras: de cara, não vai poder contar na eleição de deputados federais, com nomes bons de voto como em 2010, entre eles, João Paulo Cunha, mensaleiro preso, Jilmar Tatto, que manda na área dos transportes na prefeitura da cidade, José De Filipi Junior, também no secretariado de Fernando Haddad e Rui Falcão, presidente nacional do PT.
Comemorando 50 anos de existência da Corello e o lançamento da nova campanha estrelada por Isabeli Fontana (primeira foto à esquerda), o Chez Oscar, em São Paulo, foi palco de grande festa, esta semana, regada à presença de conhecidas famosas do showbiz. Entre tantas, da segunda foto à esquerda para direita, Luciana Gimenez, a sempre bonita Cássia Avila, Sophie Charlotte e Sophia Abrão. Hoje, qualquer evento, especialmente no mundo da moda e mesmo de jóias, deve contar com a presença de stars e starlets : algumas ganham cachês; outras, produtos.
Festa de 50 anos
O governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) se orgulha de fazer parcerias com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT) e é correspondido. Agora, em evento da Sociedade Rural Brasileira, encontra, sorri e abraça o candidato Alexandre Padilha, igualmente petista, com o qual disputará as eleições deste ano. E também é correspondido, enquanto a cúpula do PT não suporta os salamaleques de seus homens, os dois escolhidos por decisão pessoal de Lula. Do lado tucano, é um tipo de estratégia traçada por João Carlos Meirelles, 78 anos, guru de Alckmin. Essa fraternidade poderá impedir maiores ataques dos petistas na campanha, especialmente porque a bancada federal do PSDB acha que será Paulo Skaf (PMDB) o grande adversário de Alckmin.
Inimigos cordiais
As blogueiras de moda multiplicam-se em todo o país: são mais de 500 espalhadas por vários estados e nos conteúdos, há uma repetição dos assuntos, tendências e mesmo opiniões, fora reproduções de textos de outros blogs. Desse total, não mais do que 50 são levadas a sério, respeitadas e que conseguem cobrar por foto e por texto até, colocando em discussão a seriedade da informação. Agora – quem diria – as mais conhecidas estão cobrando até R$ 60 mil para aparecer em algum evento, bem mais do que algumas atrizes da TV.
Hugh Laurie, ator e músico, o Dr. House da famosa série de TV, está no Brasil para uma série de espetáculos. No Rio, hospedado no Copacabana Palace, tomou banho de sol na piscina, tirou fotos com hospedes, foi mais do que cordial e só se assustou com os preços. No Twitter, desabafou: “Os preços daqui são muito caros. De cerveja, passando por biquíni e água de coco, tudo no Rio custa uma fortuna”. Formado em Antropologia e Arqueologia, Laurie é adepto da culinária macrobiótica.
MANOBRA A cada dia, a famosa Lei nº 8666 que regula as licitações perde espaço para o RDC – Regime Diferenciado de Contratações, que permite escapar da rigidez da legislação vigente, embora nos editais sempre exista espaço para manobras a favor de determinado concorrente ou consórcio. Primeiro, houve a mudança para as obras da Copa (por conta, o Mané Garrincha chegou a R$ 1,7 bilhão, segundo o TCU), depois para as do PAC e agora, será usado nas penitenciárias.
MISTURA FINA SÃO DIAS difíceis para o deputado estadual Marcelo Freixo (PSol) do Rio de Janeiro: depois de ter seu nome envolvido na manifestação que culminou com a morte do cinegrafista Santiago Andrade, vê seu casamento com a jornalista Renata Stuart chegar ao fim, sem completar quatro anos de união. Ela própria tratou de avisar aos amigos no Facebook.
SÃO, realmente, novos tempos: antes, dólar na cueca; agora, euro na calcinha. O CANDIDATO do PMDB ao governo de São Paulo, Paulo Skaf, que está proibido pelo TRE de aparecer em comerciais da Fiesp, da qual ainda é presidente, anda mais do que orgulhoso com seu implante de cabelos. Agora, usa até uma onda num dos lados da fronte. Ninguém sabe se é natural ou resultado de babyliss.
Cantora e compositora, designer de moda e, de vez em quando, até atriz, a canadense Avril Lavigne está chegando, de novo, ao Brasil, para algumas apresentações, começando em São Paulo dias 29 e 30 de abril. Depois, Rio, Belo Horizonte e Brasília. Aos 29 anos, Avril mantém um faturamento de US$ 12 milhões por ano, segundo a Forbes e uma de suas músicas mais conhecidas é Complicated. Também lançou um perfume, Black Star e uma linha de roupas, Abbey Dawn e estrelou histórico ensaio na Maxim (destaque).
Avril de volta
Leilõesnarede Um dos mais conhecidos e respeitados promotores de leilões de arte em São Paulo, Renato Magalhães Gouvêa que, durante décadas liderou o setor (hoje, comanda um escritório de arte), volta à cena na internet. Está lançando leilões online, com garantia total de anonimato nos lances e, claro, sem a necessidade de comparecer aos salões onde, tradicionalmente, se realizam esses eventos. Para conhecer as preciosidades, é só acessar www.rmgouvealeiloes.com.br.
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Camisetas nerd.
A NOVELA Em Família, de Manoel Carlos, vem obtendo anêmicos índices de audiência. O alto comando da Globo já cogita encurtá-la e fazer estrear Falso Brilhante, de Aguinaldo Silva.
TRÊS vezes indicado para assumir um ministério e três vezes recusado por Dilma Rousseff, o que obrigou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) a indicar o alagoano Vinicius Lages para o Turismo, o senador Vital do Rego (PMDB-PB) acha que teve sua imagem prejudicada na Paraíba e promete grande vendetta – e não esconde sua intenção – contra a presidente.
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EM ALTA
Very expensive
Camisetas também Os produtos genéricos, ou seja, piratas , vendidos em todo o país e muitos chegam quase à perfeição, com pequenas modificações para escapar de apreensões (é o caso das novas camisas da Seleção Brasileira e mesmo da nova bola do Copa do Mundo), atingem todos os setores. Agora, nas lojas especializadas e nos camelôs, estão em alta camisas da Dudalina, com as mesmas combinações de cores e estampas das originais. O tecido, claro, é inferior e cada uma não sai por mais de R$ 15. Detalhe: também vendem camisetas da marca, sem que a Dudalina jamais tenha fabricado uma delas.
MAIS: para ele, "a carioca tem cabelo castigado, é muito sol, praia, muito bofe puxando a cabeleira delas e parece que elas gostam."
OUT
Camisetas hard.
Umadas10 Nesses dias em que se recorda o Comício da Central, pouco antes do golpe militar, há 50 anos, vira e mexe, surgem fotos de Jango tendo ao lado a primeira-dama Maria Thereza Goulart que, agora, aos 73 anos e depois do marido ter sido considerado “perseguido político”, reclama de indenização prometida pela União. Na época, foi eleita pela revista Time uma das dez mulheres mais bonitas do mundo. O rosto da ex-primeira-dama, nos nossos dias, já foi objeto de estudo até em congresso de cirurgia plástica, no Rio de Janeiro.
O PRESIDENTE da Venezuela, Nicolás Maduro, acaba de anunciar aumento no preço da gasolina no país, congelado desde 1996 em R$ 0,03 o litro. Maduro, contudo, escolheu a palavra “adaptação” no lugar de majoração. Há quem aposte que teria se inspirado em recurso usado, quando da explosão do mensalão, por Delúbio Soares que rotulou caixa dois como “recursos não contabilizados”.
Colaboração:
Paula Rodrigues / Alexandre Favero
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BOM MOÇO O vice Michel Temer (PMDB-SP) disse ontem ser contra a abertura de CPI do Congresso para investigar irregularidades envolvendo operações da Petrobras. Para ele, Dilma "mostrou coerência" ao reconhecer a existência do problema na compra da refinaria de Pasadena, no Texas.
Dilma 'lava as mãos' no caso Pasadena
Divulgação Petrobras
Ela justifica decisão de compra da refinaria em parecer "falho" e "omisso" oposição na Câmara dos Deputados vai pedir acesso ao parecer que embasou o voto favorável da presidente Dilma Rousseff à compra de 50% da polêmica refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), pela Petrobras. Com discursos inflamados da tribuna da Casa, os deputados defenderam a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar o negócio que acabou custando US$ 1,18 bilhão à estatal e está sob investigação. "Mais do que nunca precisamos de uma CPI", defendeu o líder do PPS, Rubens Bueno (PR). Em nota, Dilma admitiu que baseou sua decisão em um resumo que ela classifica de "técnica e juridicamente falho" , além de "omisso". Na ocasião, a presidente era ministra da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobras. Conforme revelação do jornal O Estado de S.Paulo, a aqui-
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sição da refinaria já é investigada pela Polícia Federal, Tribunal de Contas da União, Ministério Público e o Congresso por suspeita de superfaturamento e evasão de divisas. "Está cheirando mal, muito mal esse negócio", declarou Bueno, acusando o governo de "esconder" a informação. Os tucanos defendem que a Comissão Externa criada para acompanhar as investigações sobre suposto pagamento de propina a funcionários da Petrobras pela empresa holandesa SBM O f f s h o re a p u re também a compra da refinaria de Pasadena. "Um escândalo desse porte cabe em qualquer investigação", afirmou o líder do PSDB, Antonio Imbassahy (BA). Para o líder tucano, denúncias de corrupção e malversação de recursos
públicos devem ser objeto de apuração. O líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), rebateu o discurso da oposição, que acusou a presidente Dilma de participar de "negociata". O petista elogiou a "honestidade intelectual" da presidente no caso e desafiou os deputados que farão parte da Comissão Externa a irem além do que as autoridades brasileiras já estão investigando. Ontem Dilma almoçou no restaurante do Resort Vila Galé, em Fo r t a l e z a , e j á partiu rumo a Sobral, no interior do Ceará. Tirou fotos com hóspedes e ao ser questionada se apoia a investigação sobre a Petrobras, se irritou: "Você não vai me entrevistar agora, né? Aqui, não." (Estadão Conteúdo)
Nestor Cerveró viaja para a Europa Ex-diretor da área Internacional da Petrobras está de férias, longe da imprensa. m meio à polêmica sobre a compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), o ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró viajou ontem para a Europa de férias, segundo uma pessoa próxima ao atual diretor financeiro da BR Distribuidora. O "resumo executivo" sobre o negócio foi elaborado em 2006 pela diretoria que ele comandava. Ontem, a presidente Dilma Rousseff disse que só apoiou em 2006 a compra de 50% da refinaria de Pasadena porque rece-
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beu "informações incompletas" de um parecer "técnica e juridicamente falho". Cerveró se comprometeu em 2007 com a aquisição de 50% da refinaria por US$ 785 milhões, sendo US$ 85 milhões referentes a uma "alocação especial" não discriminada. A Petrobras comprou a primeira metade da refinaria em 2006 por US$ 360 milhões. Funcionário da Petrobras desde 1975 e com formação em engenharia química, Cerveró assumiu o posto de diretor internacional da compa-
nhia no início de 2003. Ele foi indicado pelo senador Delcídio Amaral (PT) e por José Dirc e u . Ta m b é m n o i n í c i o d e 2003, José Sérgio Gabrielli foi nomeado diretor financeiro e de relações com investidores. Em 2005, Gabrielli assumiu a presidência da empresa, função que ocupou até 2012. Atual secretário de Planejamento da Bahia, o ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli informou, por meio de sua assessoria, que não faria mais comentários sobre a compra da refinaria. (EC)
Refinaria em Pasadena, no Texas, considerada obsoleta, mas que custou US$ 1,18 bilhão.
Aécio define episódio como 'grave' Petrobras perdeu mais da metade do seu valor patrimonial nos últimos anos provável candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves, afirmou ontem que as explicações dadas pela presidente Dilma Rousseff para a operação de compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), em 2006, "são pouco convincentes" e que é preciso "investigar a fundo". Reportagem do jornal O Estado de S Paulo reve lou que Dilma votou a favor da transação com base em um resumo feito pelo ex-diretor internacional da Petrobras Nestor Cerveró. A refinaria foi comprada em duas etapas. Já era considerada obsoleta quando o conselho presidido por Dilma avalizou a compra, há oito anos. Mais tarde, após uma disputa judicial, a Petrobras se viu "obrigada" a comprar a outra metade da refinaria, o que custou ao final US$ 1,18 bilhão.
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Em nota, Dilma justificou Ele disse que a questão é que baseou sua decisão em "ainda mais grave" por enum resumo que ela classifi- volver a presidente Dilma. ca de "falho" e "omisso". Na O líder do PT no Senado, ocasião, a presidente era Humberto Costa (PE), defenministra da Casa Civil e pre- deu Dilma. "Não há uma considente do Conselho de Ad- clusão de que tenha sido um ministração da Petrobras. ato lesivo à Petrobras. Não "As explicações são pou- há nenhum tipo de comproco convincentes e é preciso vação de que tenha algum tique essa questão seja in- po de irregularidade". (EC) vestigada a Dida Sampaio/Estadão Conteúdo fundo". Ele classificou o caso de "ext re ma me nt e grave". Para Aécio, a revelação mostra a "irresponsabilidade" das decisões da Petrobras, que "perdeu mais da metade do seu v a l o r p a t r imonial nos últimos anos". Aécio: "Irresponsabilidade nas ações".
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GOLPE COM ANESTESIA FERNÃO MESQUITA, ESPECIAL PARA O DIÁRIO DO COMÉRCIO Fábio Motta/Estadão Conteúdo - 21/04/2006
m 11 de julho de 2012 O Estado de S. Paulo publicou a primeira e quase única matéria que saiu na "grande" imprensa brasileira até ontem sobre o verdadeiro assalto praticado contra a "nossa" Petrobras envolvendo uma refinaria obsoleta em Pasadena, Texas, que nos foi empurrada goela abaixo daquela forma risonha e franca habitual entre os que têm a certeza da impunidade. Naquela ocasião, já lá vão 20 meses, o destaque dado à matéria foi inteiramente desproporcional ao escândalo que ela relatava e que envolvia diretamente ninguém menos que a atual presidente da Republica, Dilma Roussef, presidente do Conselho de Administração da Petrobras quando a falcatrua foi aprovada. Veja bem, o resumo do caso é o seguinte: Em 2005 a família Frére, da Bélgica, compra a refinaria de Pasadena por US$ 42,5 milhões. Era uma refinaria pequena que estava desativada e que não tinha condições técnicas de processar o petróleo pesado produzido no Brasil. Em 2006, ela vende à Petrobras 50% do que comprou por US$ 360 milhões, ou seja, 8,47 vezes mais do que pagou pela refinaria inteira ou 17 vezes mais que o que pagou por 100% de suas ações. O agente direto dessa transação, Alberto Feilhaber, é um desses patriotas que pululam neste governo. Tinha 20 anos de Petrobras em seu currículo mas, àquela altura estava empregado da Astra, a empresa dos tais belgas.
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Mas essa primeira mordida não foi bastante. Segundo informou ontem O Estado de S. Paulo com 20 meses de atraso em relação à sua primeira matéria, a Petrobras se comprometeu por contrato a comprar o restante das ações ao fim de um certo prazo acrescidas de um lucro anual de 6,9%. Em 2012, ao fim de uma batalha judicial, a Petrobras paga aos felizardos belgas mais US$ 820,5 milhões pelos 50% restantes, perfazendo US$ 1,180 bilhão pelo "mico" inteiro, o equivalente a 277,64 vezes o que eles tinham pago pela empresa, o que obviamente não quer dizer que eles embolsaram sozinhos toda essa multiplicação. No meio do caminho, desde 2008 quando entrou em litígio nos EUA contra seus sócios belgas, a Petrobras contrata um escritório de advocacia ligado aos próprios signatários da falcatrua para defendê-los naquele país pela bagatela US$ 7,9 milhões… E quem foi o arquiteto de toda essa operação transcorrida em pleno ano eleitoral? m certo senhor Nestor Cerveró, nomeado Diretor Internacional da Petrobras por ninguém menos que José Dirceu, o mais VIP entre os hóspedes da ala VIP da Prisão Federal da Papuda que ele divide com metade da diretoria do Partido dos Trabalhadores que ainda nos governa, depois que ele já tinha sido apeado da Casa Civil da Presidência da República de Lula por causa do Mensalão. Este senhor Cerveró conti-
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nua até hoje na Petrobras como Diretor Financeiro da BRDistribuidora, imaginem vocês que festa! As demais figuras de proa envolvidas na operação não estão mais lá. Dilma Rousseff a presidente do Conselho de Administração que assinou o negócio proposto pelo preposto de Dirceu, virou presidente da República e ontem publica nota oficial no E s ta d o para dizer, candidamente, que "foi mal informada sobre a operação" que aprovou (e certamente continua sendo, posto que o "mentiroso" mestre continua onde es-
tava). Vale a pena ler aqui esta ode à cara-de-pau. Sérgio Gabrielli, então diretor da Petrobras, é hoje Secretário de Planejamento do governo da Bahia chefiado por Jacques Wagner, que pretende suceder no governo daquele Estado, e que na época também fazia parte do Conselho da Petrobras e também assinou o esbulho. Andam juntos desde sempre, esses dois. Outro figurão cuja assinatura consta desse contrato-confissão é o hoje "consultor de empresas" e então ministro da Fazenda e membro do Conselho da Petrobras, Antônio Palocci. Apesar de todos esses elementos já estarem presentes desde a primeira matéria, ela saiu, como disse, perdida numa das páginas internas do jornal. Dez dias depois, a 21 de julho, o mesmo jornal publica uma matéria assinada pelos mesmos repórteres que assinavam a primeira para, sem mencionar o caso Pasadena uma única vez, contar ao distinto público que dona Graça Foster, que substituiu Gabrielli na presidência da Petrobras, estava "passando um pente fino" em todos os contratos da estatal, além de afastar quatro diretores ligados ao ex-presidente, com quem, entretanto, seguia mantendo as melhores relações: "A gente é amigo… A diferença é que você é menino e eu sou menina". Não é um amor? Sobre Pasadena, porém, ela nada mais disse nem lhe foi perguntado. O resto da grande imprensa brasileira, com exceção da Veja, praticamente ignorou o assunto. eguiu publicando, aqui e ali, os dossiês regulamentares a que figuras nunca nomeadas lhe "dão acesso", tais como, entre outros o caso Alstom, velho de 31 anos e envolvendo, entre outras figuras menores do partido, um grande número de membros já falecidos do PSDB, que nesse meio tempo mereceu dúzias das manchetes que todos negaram ao caso da multiplicação por 277 vezes do preço de um bem que não nos serve para nada numa transação aprovada pela atual presidente da República candidata à reeleição em pessoa. Nesse meio tempo, ainda, a Petrobras, por essas razões e por outras ainda piores, teve seu valor de mercado reduzido em 43% (desde 2010), algo equivalente a R$ 165 bilhões de prejuízo para seus acionistas ao redor do mundo, os mesmos de cujo dinheiro depende a reforma da infraestrutura brasileira que, nestes 12 anos à frente do destino da Naç ã o , o P T p e rm i t i u q u e s e transformasse em sucata de-
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Janeiro de 2006, Bacia de Campos: presidente Lula junto com o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli de Azevedo e, à direita, a então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.
pois de dissipar na compra de votos e na contratação de "companheiros" o dinheiro que poderia tê-la resgatado e modernizado minimamente. Na semana passada mesmo ficamos sabendo de outra. Trata-se, agora de suborno diretamente pago por alugadores de plataformas "para o pré-sal" a diretores da empresa também da época em que seu órgão máximo de direção era presidido pela atual presidente da Republica candidata à reeleição. Coisa de US$ 130 milhões até onde conseguiram saber as autoridades holandesas que investigam o caso há anos. mais um fato que não move as chefias de redações brasileiras a qualquer reação proporcional à importância dos personagens envolvidos nesta véspera de uma eleição que tem tudo para ser a última como, por exemplo, mandar "enviados especiais" à Holanda para tirar essa história a limpo, o que seria uma providência nada mais que comezinha. Nada! A imprensa nacional envia seus atentos farejadores para chover no molhado dos conflitos mais minuciosamente cobertos do mundo, como o da Criméia e o da Venezuela, e há até quem mande "enviados" à caça de "features" frios lá no Vale do Silício, como que para nos confirmar que não é de contenção de despesas que se trata. Mas ninguém mostra curiosidade em saber nada do que descobriu a polícia holandesa – e a norte-americana e a inglesa também têm o que nos dizer sobre isso – a respeito das falcatruas da diretoria que a atual presidente da República instalou na maior empresa do País, hoje à beira da falência, flagradas e confirmadas com vasta documentação. Foi – ora vejam! – o PMDB quem denunciou o caso na abertura da sua tradicional temporada de "caça ao filé" de toda véspera de eleição. E a julgar pelas providências tomadas até agora, ele poderia "furá-los" mais uma vez chegando com seus "investigadores" à Holanda antes de qualquer jornalista. Não será o caso apenas e tão somente porque, pelos mesmos métodos que constam das denúncias inves-
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tigadas na Holanda, o governo acusado já "tomou o controle" da Comissão Externa montada pela Câmara para este fim, pelo que fica desde já garantido que por essa via não saberemos de mais novidades. Sendo este o ambiente geral da Nação onde, desde o advento do PT no poder tornouse gradativamente consensual que denunciar a corrupção alheia em campanhas eleitorais "é baixaria", os candidatos da moribunda oposição continuam sem um discurso que possa abalar a recandidatura de dona Dilma de Pasadena. É por essas e outras que o Brasil encontra-se hoje na inédita situação do País que sofreu um golpe de Estado mas ainda não se apercebeu disso. Distraídos em catar a chuva de trocadinhos que lhes vêm sendo ardilosamente atirada sobre as cabeças ao som do foguetório da imprensa contra alvos especialmente criados para desviar-lhes a atenção daquilo que interessa, os brasileiros foram sendo gentilmente despidos de suas calças, tangidos para as janelas escancaradas das suas antigas defesas institucionais e tendo os seus traseiros desnudos convenientemente pendurados dos parapeitos com o "alvo" devidamente engraxado à espera do que der e vier. E desde a posse do STF "de ocasião" que desmanchou as condenações do Mensalão, já não resta rigorosamente nenhuma instituição em pé a que um eventual violentado possa recorrer em sua defesa. que está faltando, por enquanto, é apenas o apetite do PT para completar o ato para o qual nos preparou a todos, saciadíssima que está a sua libido que se vem regalando à farta sem que ninguém o incomode nesse bacanal. Esse apetite voltar-se-á para a grande "refeição" adrede preparada quando, passada a eleição, esgotarem-se os anabolizantes que ainda vêm sendo instilados nas veias da economia real e a verdade que já se pode palpar na Petrobras e na Eletrobrás aflorar inteira às ruas e às prateleiras dos supermercados. Nesse momento, como aconteceu na Venezuela, como aconteceu na Argentina, aquilo que até hoje foi apoio popular vai se transformar na reação irada à traição em que tudo isto de fato se constitui. Só então o Brasil saberá o que, realmente, é o PT.
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Eu falo o que eu quiser. O que a presidente fez no setor elétrico, e a senhora participou como ministra, foi uma pauta bomba que o destroçou. Aloysio Nunes Ferreira, senador (PSDB-SP)
Ninguém se entende sobre o Marco Civil na web
Ed Ferreira /Estadão Conteúdo
Peemedebistas rachados versus governo. E não há consenso sobre Marco Civil. pesar dos apelos do Palácio do Planalto, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), defendeu ontem que a votação do Marco Civil da Internet ocorra na próxima semana. Segundo ele, apesar de líderes indicarem que há entendimento em torno da proposta depois que o governo anunciou recuos sobre pontos da matéria, existe ainda forte resistência por parte dos deputados. Alves disse que a resistência à proposta não é exclusividade do PMDB: "Como tenho informações que eu acho que o governo não tem, de que poderá haver forte obstrução de vários partidos e parlamentares da base aliada, eu aconselharia não tentar forçar hoje uma votação. Acho melhor um bom acordo do que uma luta incerta e muito arriscada e trazendo de novo uma radicalização". "Embora alguns líderes aliados possam conduzir numa direção, muitos parlamentares dos seus partidos vão numa outra direção", completou. O presidente da Câmara se reuniu na manhã de ontem com os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e líderes da Câmara para discutir a votação. O governo quer acelerar a votação para evitar que sur-
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Como tenho informações que eu acho que o governo não tem, melhor um bom acordo do que uma luta incerta com radicalização. HENRIQUE ALVES
jam novas demandas dos parlamentares ao projeto e também nas negociações em relação ao espaço no governo. Para esvaziar o "blocão" o governo negociou cargos com PR e PTB que ainda fazem parte do grupo criado para discutir a relação com o Executivo, capitaneado pelo PMDB. Anteontem, para evitar uma derrota na votação, o Planalto fez dois acenos aos aliados: vai retirar a exigência de nacionalização dos centros de dados dos usuários e acertou ainda um ajuste no ponto principal do projeto, a neutralidade da rede – jargão que define o acesso a todos os sites e produtos dentro da mesma velocidade de conexão. Agora, aceita que exceções sejam fixadas após consulta à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e ao Comitê Gestor da Internet.
MARCO CIVIL O marco é considerado uma espécie de Constituição da rede, estabelecendo princípios, garantias, direitos e deveres no uso da internet. O relatório do deputado Alessandro Molon (PT-RJ) determinava que decreto do Executivo regulamentaria a obrigação de empresas como Google e Facebook manterem no País estrutura de armazenamento de dados de usuários. Para isso, elas teriam de replicar estrutura semelhante à mantida em outros países, como os EUA. Segundo o governo, a medida daria maior proteção aos dados do País após as denúncias de espionagem. Há meses, empresas de tecnologia patrocinam lobby nos gabinetes do Congresso para derrubar a exigência, sob argumento de que representaria custos exorbitantes. O texto alternativo retira a obrigação, mas determina que as informações respeitem a legislação. "Isso é inegociável", disse a ministra Salvatti. RACHA Mesmo com o aceno do Planalto, a bancada do PMDB na Câmara ainda está rachada. Em reunião ontem, os peemedebistas não chegaram a um consenso sobre o texto. Uma ala defendeu a derruba-
Reunião entre o presidente da Câmara, Henrique Alves, ministros e lideres para tratar do Marco Civil. da total do projeto e outra falou em discutir as divergências pontualmente no plenário. O texto deve ser votado na próxima terça-feira. Segundo o líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), a bancada ainda vai consultar outros integrantes do "blocão" – como PR, PTB e PSC – para fechar posição. Cunha só assegurou que não haverá liberação da bancada: "A bancada está muito dividida". Segundo deputados, a alteração do governo visa engessar a regulamentação, que fará referência à Constituição, tirando do projeto do marco a expressão decreto presidencial. Na prática, a medida será feita pelo governo, mas terá que seguir o que determina a lei, sem conseguir inovar na regulamentação. "Uma coisa é um decreto autônomo que possa regulamentar qualquer coisa e outra coisa é seguir fielmente o que determina a lei. A nossa preocupação maior é o decreto fazer coisas que não estão previstas na lei", disse Cunha. (Agências)
' Soldada' Gleisi mira a oposição Aloysio Nunes Ferreira declara em comissão do Senado: "A senhora não está aqui pata me policiar". onhecida como "soldada" do governo federal no Senado, a ex-ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT-PR) bateu-boca ontem com o líder do PSDB, Aloysio Nunes Ferreira (PSDBSP), durante votação de uma
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matéria na Comissão de Constituição e (CCJ). Após o tucano acusar o governo Dilma Rousseff de ter "destroçado" o setor elétrico, a ex-ministra reagiu classificando a afirmação do senador de "leviana".
Com o dedo em riste, Nunes disse que Gleisi não exerce mandato para "policiar" seus discursos ou críticas: "A senhora, por favor, não queira me policiar. A senhora não tem nenhum tipo de autoridade para me policiar. Eu falo o que eu quiser. O que a presidente fez no setor elétrico, e a senhora participou como ministra, foi uma pauta bomba que o destroçou". O tucano disse ainda que a ex-ministra não é "superior" a nenhum outro senador para "ditar normas" sobre os seus pronunciamentos. "A senhora não está aqui para me policiar, para me ditar normas. Eu posso falar o que eu quiser." Gleisi reagiu dizendo que não reivindica "nenhuma superioridade" e pediu mais educação ao colega. "A educação faz parte do nosso debate. Tenho todo o direito de questionar declaração que considero leviana, que não tem base na realidade. Não tem números que comprovem que a presidente desestruturou o setor elétrico. Nós pegamos um setor desestruturado", rebateu. No fim do bate-boca, o líder tucano ironizou a ex-ministra afirmando que retirava suas declarações sobre o setor elétrico porque está "tudo uma maravilha e ninguém vai pagar a mais por energia no ano que vem".
Não foi a primeira vez que os dois senadores trocaram farpas na CCJ. Gleisi tem como hábito, desde que reassumiu seu mandato no Senado, em fevereiro, rebater todos os discursos de oposicionistas contrários ao governo federal. O bate-boca não teve relação com o tema do projeto discutido pela comissão, que autoriza a transferência de posse de bancas de jornais para os herdeiros dos donos. Com discursos atacando a oposição e postura mais aguerrida que a adotada por outros governistas, Gleisi é chamada de "soldado do Planalto" por congressistas que criticam a defesa enfática do modelo Dilma de governar. A senadora tem como prática rebater discursos da oposição contra o governo, nas comissões ou no plenário da Casa. Na prática, Gleisi passou a adotar postura de líder do governo no Senado posto oficialmente ocupado pelo senador Eduardo Braga (PMDBAM). Uma ala de senadores peemedebistas considera que ela "esvaziou" os poderes do líder, aumentando a insatisfação do aliado com o PT. Na Casa Civil, principal ministério político do Executivo, Gleisi foi substituída por Aloizio Mercadante. A ex-ministra deixou o cargo para se dedicar à sua campanha ao governo do Paraná. (Folhapress)
Chioro responde sobre médicos cubanos ministro da Saúde, Arthur Chioro, afirmou ontem, em audiência pública na Câmara dos Deputados, que o índice de desistência de cubanos no Programa Mais Médicos foi até agora de 0,09%. Dos 7.371 profissionais recrutados por convênio firmado com a Organização PanAmericana de Saúde, sete foram desligados. Entre os brasileiros, o índice de desistência é de 10,3%. Dos 1.231 profissionais formados no aqui, 79 já foram formalmente afastados e outros 48 estão em processo de desligamento. Chioro foi convidado pelos deputados para falar sobre o Mais Médicos e sobre contratos de alimentação e transporte firmados pela Secretaria Especial de Saúde Indígena, alvo agora de investigação por suspeita de irregularidades. Ele também divulgou os dados parciais sobre a operação pente-fino, aberta em fevereiro para verificar o cumprimento das obrigações das prefeituras dentro do Mais Médicos.
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O ministro informou também que não vai devolver recursos usados para financiar a viagem de sua mulher para três capitais do País durante as festas do carnaval. Afirmou ainda que a companhia teve como objetivo evitar situações constrangedoras. "Sou casado há 26 anos e sei como é o ambiente do carnaval". Ele classificou a rotina, ao longo de quatro dias, como "absurdamente estafante." No período, ele esteve em São Paulo, Recife, Bahia e Rio para reforçar ações de prevenção de DST-Aids , inaugurar serviços e conceder entrevistas. "Dormimos pouquíssimo", contou. Segundo ele, o espaço obtido na mídia com informações passadas para prevenção, se pagos, custariam aos cofres públicos o equivalente a R$ 6 milhões. Disse também que não vai pagar a viagem a São Paulo, em avião da FAB, pois a viagem foi feita ainda na condição de ministro. "Fiz tudo dentro do rigor da lei". (Estadão Conteúdo)
Cidade de Deus - Companhia Comercial de Participações CNPJ no 61.529.343/0001-32 - NIRE 35.300.053.800 Assembleia Geral Extraordinária Edital de Convocação Convidamos os senhores acionistas da Sociedade a se reunirem em Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no dia 31 de março de 2014, às 11h, na sede social, Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP, Salão Nobre do 5 o andar, Prédio Vermelho, a fim de: a) homologar o aumento do Capital Social deliberado na Assembleia Geral Extraordinária realizada em 6.1.2014, no valor de R$611.900.000,00, elevando-o de R$11.600.000.000,00 para R$12.211.900.000,00, mediante a subscrição de 185.987.842 novas ações ordinárias, nominativas-escriturais, sem valor nominal; b) alterar o “caput” do Artigo 5o do Estatuto Social, em decorrência do aumento do Capital Social. Cidade de Deus, Osasco, SP, 17 de março de 2014. Lázaro de Mello Brandão - Presidente do Conselho de Administração. 18,19 e 20.3.14
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O PREÇO DA LIBERDADE A iraniana Sakineh Ashtiani, condenada à morte por apedrejamento por adultério, teria sido libertada da prisão após tentar se suicidar duas vezes, disse uma ONG europeia de direitos humanos. Na terça-feira, o Irã alegou que ela saiu por "bom comportamento." Baz Ratner/Reuters
AQUELE ABRAÇO Homens mascarados protegem entrada da sede naval em Sebastopol após a invasão de forças pró-Rússia.
Ucrânia e Estados Unidos se rendem
esperada visita do papa Francisco à Terra Santa será somente no final de maio, mas os responsáveis das comunidades católicas em Israel, Palestina, Jordânia e Chipre já apresentaram o logotipo (acima) e o lema para a peregrinação: "Ut unum sint" (Que todos sejam um).
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O lema, dizem, "refere-se àquilo que o papa considera ser o coração da sua viagem, ou seja, o encontro com o patriarca ecumênico Bartolomeu e os responsáveis das Igrejas em Jerusalém". Já o logotipo propõe o abraço entre os dois apóstolos Pedro e André, dentro do barco que representa a Igreja universal. Edgar Su/Reuters
Após a tomada de bases militares por tropas pró-Rússia, Kiev anuncia a retirada de seus soldados da Crimeia. Obama também descarta uma ação militar na península, que foi anexada à Rússia na terça-feira. governo da Ucrânia anunciou ontem que fará um plano de retirada de soldados e de seus parentes da Crimeia, anexada na terça-feira pela Rússia, em mais um capítulo da crise militar entre os países. A decisão de remover os cerca de 15 mil militares e seus familiares, para a qual não foi dado prazo, equivaleria à desistência ucraniana de lutar pela região. Poucas horas depois, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, descartou qualquer ação militar norte-americana e apostou mais uma vez na diplomacia como solução. "Não vamos fazer uma incursão militar na Ucrânia... Acho que mesmo os ucranianos reconheceriam que se envolver militarmente com a Rússia não seria apropriado e não seria bom nem para a Ucrânia", disse Obama à rede NBC em San Diego. As declarações foram feitas após a tomada de duas bases militares ucranianas por tropas pró-Rússia. Em uma delas, em Sebastopol, cerca de 300 militares invadiram a base e forçaram os ucranianos a sair. Não houve violência, ao contrário do ocorrido na terçafeira, quando um soldado ucraniano morreu na capital da Crimeia, Simferopol. Imagens mostraram a bandeira da Rússia sendo hasteada no lugar da ucraniana, na base. Os soldados se renderam, mas o chefe da Marinha ucraniana, Sergei Gaiduk, acabou detido, o que levou Kiev a dar um ultimato por sua liberação - segundo a Crimeia, a detenção seria para "esclarecimentos". Além do quartel em Sebastopol, tropas russas tomaram ainda uma base de Novoozernoye, situada no oeste da península. Mais tarde, o primeiro-ministro ucraniano, Arseniy Yatsenyuk, pró-Ocidente, ordenou que o ministro da Defesa, Ihor Tenyukh, e seu primeiro vice-premiê, Vitaly Yarema, voassem para a Crimeia para "resolver a situação".
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Painel no aeroporto de Kuala Lumpur homenageia passageiros e tripulantes do Boeing desaparecido
Malásia pede ajuda ao FBI Polícia dos EUA analisa dados do simulador de voo de piloto do avião desaparecido polícia federal dos Estados Unidos (FBI) colabora para tentar recuperar dados que foram apagados do simulador de voo do piloto do Boeing 777 da Malaysia Airlines, desaparecido desde o último dia 8 de março, segundo autoridades do órgão. Desde que foi confirmado que os sistemas de comunicação do avião foram cortados e a aeronave mudou de rota deliberadamente, o piloto e o copiloto se tornaram os principais suspeitos.
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Vasily Fedosenko/Reuters
O ministro da Defesa da Malásia, Hishammuddin Hussein, disse que investigadores tentam restaurar arquivos deletados do simulador que o piloto Zaharie Ahmad Shah usava em casa. Os registros foram apagados no dia 3 de fevereiro, mais de um mês antes de o avião, com 239 pessoas a bordo, desaparecer em um voo de Kuala Lumpur a Pequim. A revolta de parentes de passageiros chineses - que eram maioria - por causa da falta de informação provocou
cenas caóticas ontem. Uma entrevista coletiva em Kuala Lumpur foi interrompida pela mãe de um passageiro que, aos gritos, foi retirada da sala. "Eu não me importo com o que seu governo faz", disse, se referindo à Malásia. "Eu só quero meu filho de volta." A Malásia informou que as buscas se concentram no sul do Oceano Índico, uma vez que nenhum vestígio do avião foi encontrado na parte norte da área de procura. (Agências)
Para Israel, é olho por olho. Após atentado, aviões atacam postos militares na Síria. Um soldado morre. Desarmado, marinheiro ucraniano deixa base em Sebastopol. Mas o novo primeiro-ministro da Crimeia, Sergey Askyonov, declarou que Yarema e Tenyukh não seriam autorizados a aterrissar na região. O secretário de Segurança Nacional ucraniano, Andriy Parubiy, disse que pedirá à Organização das Nações Unidas (ONU) para transformar a Crimeia em zona desmilitarizada. É só uma reação simbólica, no entanto, porque a Rússia tem o poder de vetar essa medida. Em retaliação, o governo ucraniano informou que deixará a Comunidade de Estados Independentes, formada por ex-repúblicas soviéticas, e quer obrigar russos a pedirem vistos de entrada no país. A Crimeia, onde a maioria
da população é de etnia russa, foi anexada após referendo no domingo, em que 97% dos votos foram pela separação da Ucrânia, que controlava a região desde 1954. A Ucrânia e o Ocidente rejeitaram o referendo, que qualificaram de "farsa" e dizem que as ações do presidente russo, Vladimir Putin, são injustificáveis. Já Putin diz que Kiev é controlada por fascistas dispostos a perseguir a população russa. Em resposta às sanções do Ocidente, Moscou disse que poderá rever a sua posição nas negociações com o Irã. Até agora, a Rússia cooperou no diálogo que já garantiu um acordo temporário, sob o qual o Irã reduziu a atividade nuclear. (Agências)
viões de guerra israelenses realizaram ontem uma série de ataques aéreos a postos militares na Síria, matando um soldado e ferindo sete. Os ataques ocorreram em retaliação a um atentado a bomba na beira de uma estrada um dia antes nas Colinas de Golã, que feriu quatro soldados israelenses que patrulhavam a fronteira com a Síria. Não se sabe qual dos grupos que luta na Síria pode ter plantado a bomba de terça-feira. Embora o Exército sírio tenha presença no Golã, algumas áreas são controladas por rebeldes que lutam contra o governo, inclusive militantes inspirados pela Al-Qaeda e também hostis ao Estado judeu. Mas Israel disse que respon-
A
sabiliza o presidente Bashar al- Assad por qualquer ataque planejado no país e acusou as forças de segurança da Síria de permitir a agressão. "Nossa política é clara. Prejudicamos quem nos prejudica", afirmou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. "Elementos sírios não só permitiram como também cooperaram nos ataques contra as nossas forças", disse ele, acrescentando que, ao adotar uma ação militar agora, Israel quer restaurar a calma na sua fronteira norte. As Forças Armadas israelenses informaram que seus aviões de guerra atingiram uma instalação de treinamento,um quartel do Exército sírio e baterias de artilharia. Israel também promoveu
ataques de artilharia contra alvos militares sírios logo após o ataque de terça-feira. Segundo as Forças Armadas sírias, os ataques israelenses tinham como alvo três postos do Exército próximos à cidade de Quneitra, no limite da parte ocupada por Israel em Golã. Os militares confirmaram a morte de um soldado e relataram que outros sete ficaram feridos. O Exército sírio denunciou os ataques como uma tentativa "desesperada" de Israel de "intensificar e piorar a situação" e de desviar a atenção dos avanços do governo no fronte de batalha, especialmente a captura por parte dos militares na semana passada de um reduto rebelde importante perto da fronteira com o Líbano. (Agências)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 20 de março de 2014
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Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 74.552.142/0001-06 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2013, da Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. (Alvorada Cartões), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
No exercício, a Alvorada Cartões registrou Lucro Líquido de R$ 105,8 milhões, correspondente a R$ 21,11 por lote de mil ações, Patrimônio Líquido de R$ 2 bilhões e Ativos Totais de R$ 2,1 bilhões. Osasco, SP, 29 de janeiro de 2014. Diretoria
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Reais mil ATIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ (Nota 5) ...................................................................... Aplicações em Depósitos Interfinanceiros..................................................................................................... p ç p TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6) ......... Carteira Própria ............................................................................................................................................. Vinculados à Prestação de Garantias ........................................................................................................... RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS........................................................................................................... Transferências Internas de Recursos ............................................................................................................ OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Rendas a Receber (Nota 7a)......................................................................................................................... Diversos (Nota 7b)......................................................................................................................................... OUTROS VALORES E BENS........................................................................................................................ Outros Valores e Bens................................................................................................................................... Provisões para Desvalorizações ................................................................................................................... REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6) ......... Moeda de Privatização .................................................................................................................................. OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Rendas a Receber (Nota 7a)......................................................................................................................... Diversos (Nota 7b)......................................................................................................................................... PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS (Nota 8) ........................................................................................................................... Participações em Coligadas e Controladas: - No País........................................................................................................................................................ Outros Investimentos..................................................................................................................................... Provisões para Perdas .................................................................................................................................. IMOBILIZADO DE USO (Nota 9)................................................................................................................... Imóveis de Uso.............................................................................................................................................. Depreciações Acumuladas............................................................................................................................ TOTAL ...........................................................................................................................................................
2013 1.434.219 154 1.320.505 1.320.505 84.133 37.687 46.446 1 1 29.419 18.360 11.059 7 55 (48) 357.053 53.435 53.435 303.618 303.618 340.946 270.713
2012 1.448.783 100 1.267.006 1.267.006 110.219 86.574 23.645 20 20 71.401 18.623 52.778 37 85 (48) 398.570 57.409 57.409 341.161 1.896 339.265 332.055 260.120
PASSIVO CIRCULANTE ............................................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Sociais e Estatutárias .................................................................................................................................... Fiscais e Previdenciárias (Nota 11a)............................................................................................................. Diversas (Nota 11b).......................................................................................................................................
2013 25.587 25.587 1.004 19.974 4.609
2012 102.283 102.283 95.321 6.962
EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 11a)............................................................................................................. Diversas (Nota 11b).......................................................................................................................................
67.380 67.380 42.299 25.081
133.745 133.745 111.812 21.933
PATRIMÔNIO LÍQUIDO ................................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País (Nota 12a) ........................................................................................................... Reservas de Lucros (Nota 12c)..................................................................................................................... Ajustes de Avaliação Patrimonial...................................................................................................................
2.039.251
1.943.380
1.707.000 325.699 6.552
1.707.000 220.951 15.429
2.132.218
2.179.408
270.379 259.786 3.174 3.174 (2.840) (2.840) 70.233 71.935 119.873 119.873 (49.640) (47.938) 2.132.218 2.179.408 TOTAL ........................................................................................................................................................... As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO - Em Reais mil
RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................ Operações de Crédito ................................................................................................... Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 6b) .........................
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil
2º Semestre 2013 64.373 506 63.867
Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012 113.443 303.965 933 1.682 112.510 302.283
RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA.......................................
64.373
OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS ................................................... Despesas de Pessoal (Nota 13) .................................................................................... Outras Despesas Administrativas (Nota 14).................................................................. Despesas Tributárias (Nota 15) ..................................................................................... Resultado de Participações em Coligadas e Controladas (Nota 8a) ............................ Outras Receitas Operacionais (Nota 16)....................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 17).....................................................................
21.704 (1.447) (3.860) (3.458) 11.041 23.658 (4.230)
RESULTADO OPERACIONAL .....................................................................................
86.077
141.771
RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 18) ............................................................
6.636
12.911
40.972
RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ......................................
92.713
154.682
384.880
IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 21) ...................................
(27.107)
(48.930)
(134.129)
LUCRO LÍQUIDO.......................................................................................................... Número de ações (Nota 12a) ........................................................................................ Lucro por lote de mil ações em R$................................................................................
113.443 28.328 (1.987) (6.651) (6.061) 19.886 29.625 (6.484)
65.606 5.009.948.649 13,10
105.752 5.009.948.649 21,11
303.965 39.943 (64) (4.610) (14.962) 50.288 16.054 (6.763) 343.908
250.751 5.009.948.649 50,05
Reservas de Lucros Eventos Saldos em 30.6.2013.......................... Ajustes de Avaliação Patrimonial......... Lucro Líquido....................................... Destinações: - Reservas...................... - Dividendos Propostos.. Saldos em 31.12.2013........................ Saldos em 31.12.2011........................ Redução de Capital ............................. Ajustes de Avaliação Patrimonial......... Lucro Líquido....................................... Destinações: - Reservas...................... - Dividendos Intermediários Pagos .. Saldos em 31.12.2012........................ Ajustes de Avaliação Patrimonial......... Lucro Líquido....................................... Destinações: - Reservas...................... - Dividendos Propostos.. Saldos em 31.12.2013........................
Capital Social 1.707.000 1.707.000 3.044.000 (1.337.000) 1.707.000 1.707.000
Legal 122.026 3.280 125.306 107.482 12.537
Estatutárias 138.690 61.703 200.393 1.625.884 100.932
120.019 5.287 125.306
Ajustes de Avaliação Patrimonial Coligadas e Próprias Controladas 6.966 625 (274) (765) 6.692 (140) 7.761 (1.184) (539) 9.391 -
(1.625.884) 100.932 99.461 200.393
7.222 (530) 6.692
8.207 (8.347) (140)
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - Em Reais mil
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - Em Reais mil
2º Semestre 2013 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social ....................... Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos....................................................... Depreciações ............................................................................................................. Resultado de Participações em Coligadas e Controladas......................................... (Reversão)/Despesas com Provisões Cíveis, Trabalhistas e Fiscais......................... (Ganho)/Perda na Venda de Bens Não de Uso Próprio............................................. Outras Provisões ....................................................................................................... Lucro Líquido Ajustado antes do Imposto de Renda e Contribuição Social......... Redução em Aplicações Interfinanceiras de Liquidez ................................................. Redução em Títulos para Negociação e Instrumentos Financeiros Derivativos.......... Redução/(Aumento) em Relações Interdependências ................................................ Redução/(Aumento) em Outros Créditos e Outros Valores e Bens............................. Redução em Outras Obrigações ................................................................................. Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos ......................................................... Caixa Líquido Proveniente das Atividades Operacionais ....................................... Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: Redução em Títulos Disponíveis para Venda .............................................................. Alienação de Bens Não de Uso Próprio ...................................................................... Redução de Capital de Investida ................................................................................. Aquisição de Bens Não de Uso Próprio ...................................................................... Aquisição de Investimentos ......................................................................................... Dividendos Recebidos de Coligadas e Controladas.................................................... Caixa Líquido Proveniente das Atividades de Investimentos................................. Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos: Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio Pagos ..................................................... Redução de Capital ..................................................................................................... Caixa Líquido Utilizado nas Atividades de Financiamentos ................................... Aumento de Caixa e Equivalentes de Caixa ............................................................. Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período ....................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período .......................................................... Aumento de Caixa e Equivalentes de Caixa .............................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012
92.713 (21.945) 851 (11.041) (11.679) (76) 70.768 1.263.991 20.225 89 39.290 (70.288) (6.544) 1.317.531 1.663 113 56 (7) 1.153 2.978 1.320.509 150 1.320.659 1.320.509
154.682 (27.323) 1.702 (19.886) (9.063) (76) 127.359 1.267.006 26.086 19 61.636 (109.867) (56.439) 1.315.800 3.444 113 56 (7) 1.153 4.759 1.320.559 100 1.320.659 1.320.559
384.880 (68.440) 1.702 (50.288) 9.660 102 (29.616) 316.440 2.814.675 55.011 (3) (52.911) (39.717) 3.093.495 3.354 12 (9) (6) 3.410 6.761 (1.763.166) (1.337.000) (3.100.166) 90 10 100 90
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
Descrição 1 - RECEITAS ......................................................... 1.1) Intermediação Financeira......................... 1.2) Outras ........................................................
2º Semestre 2013 % 90.437 92,6 64.373 65,9 26.064 26,7
2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS ....... Serviços de Terceiros......................................... Serviços do Sistema Financeiro ........................ Propaganda, Promoções e Publicidade............. Manutenção e Conservação de Bens ................ Serviços Técnicos Especializados ..................... Contribuições Filantrópicas................................ Outras ................................................................
(2.934) (15) (130) (79) (671) (1.874) (150) (15)
(3,0) (0,1) (0,1) (0,7) (1,9) (0,2) -
3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) .................
87.503
89,6
4 - DEPRECIAÇÕES...............................................
(851)
(0,9)
Lucros Acumulados 65.606 (64.983) (623) 250.751 (113.469)
Totais 1.975.307 (1.039) 65.606 (623) 2.039.251 4.783.943 (1.337.000) 8.852 250.751 -
(137.282) 105.752 (104.748) (1.004) -
(1.763.166) 1.943.380 (8.877) 105.752 (1.004) 2.039.251
Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 % 2012 149.495 91,8 354.228 113.443 69,7 303.965 36.052 22,1 50.263 (4.840) (72) (260) (232) (671) (3.284) (150) (171) 144.655
(3,0) (0,2) (0,2) (0,4) (2,0) (0,1) (0,1) 88,8
(1.702)
(1,0)
(2.908) (135) (246) (211) (2.253) (63) 351.320 (1.702)
% 88,5 76,0 12,5 (0,7) (0,1) (0,6) 87,8 (0,4)
5 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (3-4) .............
86.652
6 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA ........................................... Resultado de Participações em Coligadas e Controladas .................................................
11.041
11,3
19.886
12,2
50.288
12,6
11.041
11,3
19.886
12,2
50.288
12,6
7 - VALOR ADICIONADO A DISTRIBUIR (5+6).....
97.693
100,0
162.839
100,0
399.906
100,0
8 - DISTRIBUIR VALOR ADICIONADO.................. 97.693 100,0 162.839 100,0 8.1) Pessoal ...................................................... 1.447 1,5 1.987 1,2 Outros Encargos ......................................... 1.447 1,5 1.987 1,2 8.2) Impostos, Taxas e Contribuições ............ 30.565 31,3 54.991 33,8 Federais ...................................................... 30.565 31,3 54.991 33,8 Municipais ................................................... 8.3) Remuneração de Capitais de Terceiros .. 75 0,1 109 0,1 Aluguéis ...................................................... 75 0,1 109 0,1 8.4) Remuneração de Capitais Próprios....... 65.606 67,1 105.752 64,9 Dividendos .................................................. 623 0,6 1.004 0,6 Lucros Retidos ............................................ 64.983 66,5 104.748 64,3 As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.
399.906 64 64 149.091 149.061 30 250.751 137.282 113.469
100,0 37,3 37,3 62,7 34,3 28,4
88,7
142.953
87,8
349.618
87,4
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL A Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. (Alvorada Cartões ou Instituição), tem como objetivo as operações de concessão de créditos e financiamentos de bens e serviços, financiamentos de capital de giro e administração de recursos de terceiros, bem como a emissão, a administração de cartões de crédito, próprios e/ou de terceiros, a cobrança de faturas e o financiamento aos clientes, podendo ainda participar no capital social de outras empresas. A Alvorada Cartões é parte integrante da Organização Bradesco, utilizando-se de seus recursos administrativos e tecnológicos, e suas demonstrações contábeis devem ser entendidas neste contexto.
• Obrigações legais - provisão para riscos fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. Detalhamento dos processos judiciais, bem como a segregação e movimentação dos valores registrados, por natureza, estão apresentados na Nota 10. k) Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos (em base pro rata dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias incorridos (em base pro rata dia). l) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis.
2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nos 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com as alterações introduzidas pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às Normas e Instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem estimativas e premissas, tais como: estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas; perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de títulos e valores mobiliários classificados na categoria de títulos disponíveis para venda e ativos não financeiros. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. 4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Em Assembleia Geral Extraordinária de 8 de outubro de 2012 deliberou-se a redução do capital social em conformidade com o disposto no Artigo 173 Em 31 de dezembro - R$ mil da Lei nº 6.404/76, sem o cancelamento de ações, a fim de ajustar o valor do capital próprio da Sociedade que se mostrava excessivo às suas efetivas 2013 2012 necessidades operacionais (Nota 12b). Disponibilidades em moeda nacional ...................................................................................................... 154 100 As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 29 de janeiro de 2014. Total de disponibilidades (caixa) ......................................................................................................... 154 100 3) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS Aplicações interfinanceiras de liquidez (1) .............................................................................................. 1.320.505 Total caixa e equivalentes de caixa ..................................................................................................... 1.320.659 100 a) Moeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. (1) Referem-se a operações cujo vencimento na data da efetiva aplicação foi igual ou inferior a 90 dias e que apresentem risco insignificante de mudança b) Apuração do resultado de valor justo. O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas 5) APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos a) Vencimentos Correspondem a aplicações em depósitos interfinanceiros no valor de R$ 1.320.505 mil, com vencimentos até 90 dias (2012 - R$ 1.267.006 mil com ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério pro rata dia e calculadas com base no método exponencial. vencimento até 180 dias). As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. b) Receitas de aplicações interfinanceiras de liquidez c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda e aplicações em depósitos interfinanceiros, cujo vencimento das operações, Classificadas na demonstração de resultado como resultado de operações com títulos e valores mobiliários. Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil na data da efetiva aplicação, são iguais ou inferiores a 90 dias e apresentam risco insignificante de mudança de valor justo, que são utilizados pela Instituição 2013 2012 para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. Rendas de aplicações em depósitos interfinanceiros ............................................................................. 98.682 286.596 d) Aplicações interfinanceiras de liquidez Total (Nota 6b)........................................................................................................................................ 98.682 286.596 As operações compromissadas realizadas com acordo de livre movimentação são ajustadas pelo valor de mercado. As demais aplicações são registradas ao custo de aquisição, acrescidas dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidas de provisão para desvalorização, quando aplicável. e) Títulos e valores mobiliários - classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários, os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração. f) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros Créditos - Diversos”, e a provisão para as obrigações fiscais diferidas sobre ajustes a valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é registrada na rubrica “Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias”. Os créditos tributários sobre as adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente com base nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro é calculada considerando a alíquota de 15% para empresas do segmento financeiro. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção das mencionadas Leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. A composição dos valores de imposto de renda e contribuição social, a demonstração dos seus cálculos, bem como a origem e previsão de realização dos créditos tributários, estão apresentados na Nota 21. g) Investimentos Os investimentos em empresas controladas e coligadas, com influência significativa ou participação de 20% ou mais no capital votante são avaliados pelo método de equivalência patrimonial. Os incentivos fiscais e outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas/redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. h) Imobilizado Corresponde aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram os riscos, benefícios e controles dos bens para a entidade. É demonstrado ao custo de aquisição, líquido das respectivas depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: imóveis de uso - edificações - 4% ao ano e ajustados por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. i) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) Os ativos financeiros e não financeiros são avaliados para verificar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido uma perda em relação ao seu valor contábil. A evidência objetiva de que os ativos financeiros perderam valor pode incluir o não pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, indicações de processo de falência ou mesmo, um declínio significativo ou prolongado do valor do ativo. Uma perda por redução ao valor recuperável (impairment) de um ativo financeiro ou não financeiro é reconhecida no resultado do período se o valor contábil do ativo ou unidade geradora de caixa exceder o seu valor recuperável. j) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas; • Provisões: são constituídas levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas; e
6) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Classificação por categorias e prazos
Títulos (1) Títulos para negociação (3) ................ Letras financeiras do tesouro ................ Certificados de depósito bancário ......... Letras do tesouro nacional .................... Debêntures ............................................ Notas do tesouro nacional..................... Outros.................................................... Operações compromissadas................. Títulos disponíveis para venda........ Ações..................................................... Certificados de privatização .................. Total em 2013 ....................................... Total em 2012 .......................................
1 a 30 dias 3.876 837 3.039 2 2 3.878 16.390
31 a 180 dias 2.076 327 678 18 1.053 2.076 6.541
181 a 360 dias 8.900 4.250 24 97 4.529 8.900 6.312
Acima Valor de de mercado/ 360 dias contábil (2) 69.279 84.131 63.606 68.183 1.539 1.223 1.223 2.197 2.312 2.253 7.835 3.039 53.435 53.437 2 53.435 53.435 122.714 137.568 138.385
Em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 Valor de MarcaValor de Marcacusto ção a mercado/ ção a atualizado mercado contábil (2) mercado 84.131 110.216 (1) 68.183 78.239 (1) 1.539 2.963 1.223 12.084 2.312 2.711 5.738 7.835 8.481 3.039 42.284 11.153 57.412 12.036 2 3 3 42.284 11.151 57.409 12.033 126.415 11.153 167.628 12.035
(1) As aplicações em cotas de fundos exclusivos de investimento foram distribuídas de acordo com os papéis que compõem suas carteiras e, no caso de operações compromissadas, pelos respectivos papéis que estão lastreando as operações, preservando a classificação da categoria dos fundos. No encerramento do exercício, os fundos de investimento exclusivos administrados pelo Conglomerado Bradesco somavam R$ 31.469 mil (2012 - R$ 57.629 mil). Na distribuição dos prazos, foram considerados os vencimentos dos papéis, independentemente de sua classificação contábil; (2) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificação, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimento, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; e (3) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante. b) Resultado de títulos e valores mobiliários Classificadas na demonstração de resultado como resultado de operações com títulos e valores mobiliários. Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 Rendas de aplicações interfinanceiras de liquidez (Nota 5b).................................................................. 98.682 286.596 Títulos de renda fixa ................................................................................................................................ 9.869 9.993 Fundos de investimento........................................................................................................................... 3.959 5.667 Títulos de renda variável ......................................................................................................................... 27 Total ........................................................................................................................................................ 112.510 302.283 c) A Alvorada Cartões não possuía operações com instrumentos financeiros derivativos em 31 de dezembro de 2013 e de 2012. 7) OUTROS CRÉDITOS a) Rendas a receber
Dividendos e juros sobre o capital próprio .............................................................................................. Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ b) Diversos
Depósitos em garantia de recursos fiscais.............................................................................................. Impostos a recuperar (1) ......................................................................................................................... Créditos tributários e impostos e contribuições (Nota 21c) ..................................................................... Impostos e contribuições a compensar ................................................................................................... Depósitos em garantia - outros ............................................................................................................... Depósitos em garantia de recursos trabalhistas ..................................................................................... Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 18.360 18.623 1.896 18.360 20.519 Em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 139.435 163.804 113.763 112.055 40.543 58.169 13.744 50.701 3.775 3.740 1.546 2.145 1.871 1.429 314.677 392.043
(1) Referem-se a PIS, COFINS, IRPJ e CSLL. continua...
DIÁRIO DO COMÉRCIO
10
quinta-feira, 20 de março de 2014
...continuação
Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. Empresa da Organização Bradesco CNPJ 74.552.142/0001-06 Sede: Cidade de Deus - Prédio Prata - 4º Andar - Vila Yara - Osasco - SP
NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 8) INVESTIMENTOS a) Os ajustes decorrentes da avaliação pelo método de equivalência patrimonial dos investimentos foram registrados em contas de resultado, sob a rubrica de “Resultado de participações em coligadas e controladas”. Em 31 de dezembro - R$ mil Quantidade de ações/ ParticipaLucro/ Patrimônio cotas possuídas ção no (prejuízo) Ajuste decorrente Capital líquido (em milhares) capital líquido Valor contábil de avaliação (2) Empresas social ajustado Ações Cotas social (%) ajustado 2013 2012 2013 2012 BEC - DTVM Ltda. ........... 22.500 41.050 22.499 99,999 1.753 41.050 39.314 1.753 1.751 Serel Participações S.A.... 212.000 501.732 1.640 11,357 87.230 174.675 164.862 9.907 41.032 Tapajós Holdings Ltda. ............................... 413.333 634.951 24.836 6,007 112.734 38.144 39.709 6.772 6.286 Caetê Holdings Ltda. ........ 108.700 299.031 304 0,756 184.084 2.260 1.713 1.391 1.187 Marselha Holdings Ltda. .. 185.300 449.399 101 0,055 114.401 246 184 63 32 Tecnologia Bancária S.A. (1) 14.004 14.004 Total Geral ....................... 270.379 259.786 19.886 50.288 (1) Investimento na Tecnologia Bancária S.A. - TECBAN - não avaliado pelo método de equivalência patrimonial em decorrência das alterações estabelecidas pela Resolução nº 3.619/08 do CMN; e (2) Ajuste decorrente de avaliação considera os resultados apurados, periodicamente, pelas Companhias e inclui variações patrimoniais das investidas não decorrentes de resultado, quando aplicáveis. b) Composição de outros investimentos Em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 Aplicações por incentivos fiscais ............................................................................................................. 3.120 3.120 Outros investimentos ............................................................................................................................... 46 46 Títulos patrimoniais ................................................................................................................................. 8 8 Subtotal .................................................................................................................................................. 3.174 3.174 Provisão para perdas em aplicações por incentivos fiscais .................................................................... (2.829) (2.829) Provisão para perdas em outros investimentos....................................................................................... (11) (11) Subtotal .................................................................................................................................................. (2.840) (2.840) Total ........................................................................................................................................................ 334 334 9) ATIVO IMOBILIZADO
Taxa Imóveis de uso - Terrenos.......................................................................................... - Edificações ..................................................................................... Total em 2013 .................................................................................. Total em 2012 ..................................................................................
Custo 4%
Depreciação
64.138 55.735 119.873 119.873
(49.640) (49.640) (47.938)
Em 31 de dezembro - R$ mil Custo líquido de depreciação 2013 2012 64.138 6.095 70.233
64.138 7.797
15) DESPESAS TRIBUTÁRIAS
Contribuição à COFINS........................................................................................................................... Contribuição ao PIS................................................................................................................................. Impostos e taxas ..................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 5.034 12.672 818 2.060 209 230 6.061 14.962
16) OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS
Atualização de depósitos judiciais........................................................................................................... Créditos fiscais ........................................................................................................................................ Reversão de provisões operacionais....................................................................................................... Juros sobre o capital próprio/dividendos recebidos ................................................................................ Outras (1) ................................................................................................................................................ Total ........................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 10.974 9.027 2.047 4.702 1.088 2.309 12 16 15.504 29.625 16.054
(1) Inclui o valor de R$ 15.439 mil referente ao total líquido resultante da adesão ao programa de parcelamento e pagamento à vista de débitos tributários (Nota 10b lll). 17) OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS
Variação monetária sobre tributos........................................................................................................... Patrocínio cultural .................................................................................................................................... Indenizações cíveis ................................................................................................................................. Outras...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 5.180 4.335 940 1.825 124 557 240 46 6.484 6.763
18) RESULTADO NÃO OPERACIONAL
Receitas de aluguéis ............................................................................................................................... Resultado na alienação de investimento e valores e bens...................................................................... Reversão de provisões não operacionais................................................................................................ Provisão para desvalorização de bens não de uso................................................................................. Total ........................................................................................................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 12.835 11.457 76 (102) 29.603 14 12.911 40.972
19) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com controlador e empresas coligadas e controladas são efetuadas em condições e taxas compatíveis com as médias praticadas com terceiros, quando aplicável, vigentes nas datas das operações e estão assim representadas:
71.935
10) ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS a) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente os ativos contingentes. b) Provisões classificadas como perdas prováveis e obrigações legais - fiscais e previdenciárias A Instituição é parte em processos judiciais, de natureza trabalhista, cível e fiscal, decorrentes do curso normal de suas atividades. Na constituição das provisões a Administração leva em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. A Administração entende que a provisão constituída é suficiente para atender às perdas decorrentes dos respectivos processos. O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o desfecho da ação, representado por decisões judiciais, sobre as quais não caiba mais recursos, ou a sua prescrição. I - Processos trabalhistas São ações ajuizadas por ex-empregados, visando obter indenizações, em especial o pagamento de “horas extras” em razão de interpretação do artigo 224 da Consolidação das Leis do Trabalho. Nos processos em que é exigido depósito judicial para garantia de execução, o valor das provisões trabalhistas é constituído considerando a efetiva perspectiva de perda destes depósitos. Para os demais processos, a provisão é constituída com base no valor médio apurado dos pagamentos efetuados de processos encerrados nos últimos 12 meses. II - Processos cíveis São pleitos de indenização por dano moral e patrimonial. Essas ações são controladas individualmente por meio de sistema informatizado e provisionadas sempre que a perda for avaliada como provável, considerando a opinião de assessores jurídicos, natureza das ações, similaridade com processos anteriores, complexidade e posicionamento de Tribunais. Não existem em curso processos administrativos significativos por descumprimento das normas do Sistema Financeiro Nacional ou de pagamento de multas que possam causar impactos representativos no resultado financeiro da Instituição. III - Obrigações legais - provisão para riscos fiscais A Instituição vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, os quais estão totalmente provisionados não obstante as boas chances de êxito a médio e longo prazo, de acordo com a opinião dos nossos assessores jurídicos. Essas obrigações legais e as provisões avaliadas como de risco provável, tem acompanhamento regular de suas evoluções nos trâmites do Judiciário, e no decorrer ou no encerramento de cada processo, poderão resultar em condições favoráveis à Instituição, com a reversão das respectivas provisões. Em novembro de 2013, a Alvorada Cartões aderiu ao programa de parcelamento e pagamento à vista de débitos tributários, com anistia para liquidação de débitos administrados pela Receita Federal do Brasil (RFB) e pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), instituído pela Lei nº 12.865/13, relativos à contribuição para o Programa de Integração Social (PIS) e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), de que trata o Capítulo I da Lei nº 9.718, de 27 de novembro de 1998, devidos por instituições financeiras e Companhias seguradoras. A Alvorada Cartões também utilizou da prerrogativa do artigo 17 da Lei nº 12.865/13, que reabriu, até 31 de dezembro 2013, o prazo para adesão ao programa previsto na Lei nº 11.941/09. Na Alvorada Cartões, os principais processos incluídos nesses programas referem-se aos questionamentos: (i) Calcular e recolher a Cofins, a partir de outubro de 2005, sobre o efetivo faturamento, cujo conceito consta do artigo 2º da Lei Complementar no 70/91, afastando-se assim a inconstitucional ampliação da base de cálculo pretendida pelo parágrafo 1º do artigo 3º da Lei nº 9.718/98 e (ii) CSLL - Dedutibilidade na base de cálculo do IRPJ, que pleiteava calcular e recolher o imposto de renda devido, relativo ao ano-base de 1998 e subsequentes, sem efetuar a adição da CSLL na base de cálculo respectiva, determinada pelo artigo 1º, da Lei nº 9.316/96, uma vez que essa contribuição representa uma despesa efetiva, necessária e obrigatória à empresa. Considerando as determinações específicas dos referidos programas, os efeitos contábeis das ações judiciais incluídas na modalidade pagamento à vista foram reconhecidos no momento da adesão. O total líquido resultante da adesão aos programas foi, substancialmente, registrado na rubrica de “Outras Receitas Operacionais”. A Alvorada Cartões não se utilizou de prejuízo fiscal ou base negativa de Contribuição Social na liquidação de juros dos débitos inseridos no programa que facultava a Lei nº 12.865/13. IV - Movimentação das provisões constituídas Em 31 de dezembro - R$ mil Fiscais e Trabalhistas Cíveis previdenciárias (1) Saldo no início do exercício de 2013 ............................................................................. 1.146 23.777 96.728 Atualização monetária ....................................................................................................... 148 458 5.020 Constituições líquidas de reversões e baixas.................................................................... 751 (15.440) Baixas por pagamento (2) ................................................................................................. (701) (68) (19.888) Transferências (2) .............................................................................................................. (38.889) Saldo no final do exercício de 2013 (Notas 11a e 11b) ................................................ 1.344 24.167 27.531 (1) Compreende, substancialmente, obrigações legais. (2) Na rubrica “Fiscais e Previdenciárias” inclui baixas de processos que foram objeto de adesão ao programa de parcelamento e pagamentos à vista de débitos tributários, Lei nº 12.865/13. c) Passivos contingentes classificados como perdas possíveis A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a Instituição figura como “autora” ou “ré” e, amparada na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas análises sobre as tendências jurisprudenciais e efetivada, se necessária, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto, os processos contingentes avaliados como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. Os principais processos com essa classificação são: a) Autuação de IRPJ e CSLL, relativos aos anos-bases de 2007 e 2008, lançados sobre glosa de despesa de amortização de ágio na aquisição de investimentos, no valor de R$ 85.770 mil; e b) Autuação relativo à IRPJ e CSLL do ano calendário de 2008 referente a amortização do ágio, dedução das perdas no recebimento de créditos e ganho em operação de desmutualização de títulos da CETIP, no valor de R$ 153.193 mil.
2013 Ativos (passivos)
2012 Ativos (passivos)
Em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 Receitas Receitas (despesas) (despesas)
Disponibilidades: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 154 100 Aplicações em depósitos interfinanceiros: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 1.320.505 1.267.006 98.682 286.596 Dividendos/juros sobre o capital próprio: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (1.004) Serel Participações S.A. .................................................................. 18.265 18.263 Caetê Holdings Ltda. ........................................................................ 13 278 Outras controladas e coligadas ........................................................ 82 82 Aluguel: BRAM - Bradesco Asset Management S.A. DTVM .......................... 510 522 Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 9.125 9.863 b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Assembleia Geral Ordinária é fixado: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, a ser paga aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores da Instituição. A Instituição é parte integrante da organização Bradesco e seus administradores são remunerados pelos cargos que ocupam no Banco Bradesco S.A., controlador da Companhia. A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração em instrumento baseado em ações, nos termos do CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações, aprovado pela Resolução CMN nº 3.989/11, para seu pessoal-chave da Administração. Outras informações Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2º grau; b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem, com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau. Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares. 20) BENEFÍCIOS A EMPREGADOS A Alvorada Cartões (incorporadora do Banco BEC S.A.) patrocina plano de benefício definido por meio da Caixa de Previdência Privada do Banco do Estado do Ceará - CABEC. As obrigações atuariais dos planos de contribuição definida e benefício definido estão integralmente cobertas pelos patrimônios dos planos. Os recursos garantidores dos planos de previdência são investidos de acordo com a legislação pertinente (títulos públicos e privados, ações de Companhias abertas e imóveis). 21) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social
Resultado antes do imposto de renda e contribuição social ................................................................... Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15%, respectivamente Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Participações em coligadas e controladas .............................................................................................. Despesas indedutíveis líquidas de receitas não tributáveis (1)............................................................... Outros valores ......................................................................................................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................
Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 154.682 384.880 (61.873) (153.952) 7.954 5.198 (209) (48.930)
20.115 (833) 541 (134.129)
(1) Contempla o efeito fiscal resultante da adesão ao programa de parcelamento de débitos tributários, com anistia para liquidação de débitos administrados pela Receita Federal do Brasil (RFB) e pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), instituído pela Lei nº 12.865/13. b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 Impostos correntes Imposto de renda e contribuição social, devidos..................................................................................... (31.304) (121.647) Impostos diferidos Constituição/realização, no exercício, sobre adições temporárias .......................................................... (17.626) (12.482) Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ (48.930) (134.129) c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos Em R$ mil 11) OUTRAS OBRIGAÇÕES Saldo em Saldo em a) Fiscais e previdenciárias 31.12.2012 Constituição Realização 31.12.2013 Em 31 de dezembro - R$ mil Provisão para créditos de liquidação duvidosa ...................................... 2.002 2.002 2013 2012 Provisões cíveis...................................................................................... 9.510 183 28 9.665 Provisões fiscais (Nota 10b).................................................................................................................... 27.531 96.728 Provisões fiscais..................................................................................... 28.083 2.008 18.460 11.631 Impostos e contribuições sobre lucros a pagar ....................................................................................... 19.355 94.920 Provisões trabalhistas ............................................................................ 458 538 458 538 Provisão para impostos e contribuições diferidos (Nota 21c e 21f)......................................................... 14.769 14.720 Provisão para perda de títulos e investimentos...................................... 7.484 7.484 Impostos e contribuições a recolher........................................................................................................ 618 765 Provisão para desvalorização de bens imóveis...................................... 172 172 Total ........................................................................................................................................................ 62.273 207.133 Ajuste a valor de mercado dos títulos para negociação......................... 9.264 6 657 8.613 b) Diversas Outros..................................................................................................... 1.196 118 876 438 Em 31 de dezembro - R$ mil Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias (Nota 7b).. 58.169 2.853 20.479 40.543 2013 2012 Obrigações fiscais diferidas (Nota 11a) ............................................. 14.720 3.935 3.886 14.769 Provisões cíveis (Nota 10b)..................................................................................................................... 24.167 23.777 Créditos tributários líquidos das obrigações fiscais diferidas ........ 43.449 (1.082) 16.593 25.774 Provisão para pagamentos a efetuar....................................................................................................... 3.921 3.898 d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias Provisões trabalhistas (Nota 10b) ........................................................................................................... 1.344 1.146 Em 31 de dezembro de 2013 - R$ mil Outros...................................................................................................................................................... 258 74 Diferenças temporárias Total ........................................................................................................................................................ 29.690 28.895 Imposto Contribuição 12) PATRIMÔNIO LÍQUIDO de renda social Total a) Capital social 2014............................................................................................................................... 5.694 3.267 8.961 O capital social no montante de R$ 1.707.000 mil (2012 - R$ 1.707.000 mil), totalmente subscrito e integralizado, é representado por 5.009.948.649 ações 2015............................................................................................................................... 12.006 6.977 18.983 ordinárias, nominativas escriturais, sem valor nominal. 2016............................................................................................................................... 8.068 4.458 12.526 2017............................................................................................................................... 46 27 73 b) Movimentação do capital social Total (Nota 7b).............................................................................................................. 25.814 14.729 40.543 Ações R$ mil Em 1º de janeiro de 2012....................................................................................................................... 5.009.948.649 3.044.000 A projeção de realização de crédito tributário é uma estimativa e não está diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. Redução de capital - AGE de 8.10.2012 (1)............................................................................................ (1.337.000) e) O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, corresponde ao montante de Em 31 de dezembro de 2013................................................................................................................. 5.009.948.649 1.707.000 R$ 38.254 mil (2012 - R$ 55.396 mil) de diferenças temporárias. (1) Redução de Capital Social mediante a restituição em dinheiro ao único acionista da Sociedade (Banco Bradesco S.A.). Processo homologado pelo f) Obrigações fiscais diferidas BACEN em 10 de outubro de 2012. A sociedade possui obrigações fiscais diferidas de imposto de renda e contribuição social no montante de R$ 14.769 mil (2012 - R$ 14.720 mil) relativas c) Reservas de lucros a: (i) ajuste a valor de mercado dos títulos e valores mobiliários - R$ 4.461 mil (2012 - R$ 4.814 mil); e (ii) atualização monetária de depósitos judiciais de Em 31 de dezembro - R$ mil R$ 10.308 mil (2012 - R$ 9.906 mil). 2013 2012 22) OUTRAS INFORMAÇÕES Reservas de lucros................................................................................................................................ 325.699 220.951 a) Gerenciamento de riscos - Reserva legal (1) ................................................................................................................................... 125.306 120.019 A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos - Reserva estatutária (2).......................................................................................................................... 200.393 100.932 negócios da Organização Bradesco, motivo de constante aprimoramento desta atividade na busca das melhores práticas. (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido A Organização Bradesco exerce o controle corporativo dos riscos de modo integrado e independente, preservando e valorizando o ambiente de decisões das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital colegiadas, desenvolvendo e implementando metodologias, modelos, ferramentas de mensuração e controle. Promove ainda a atualização dos colaboradores ou para compensar prejuízos; e em todos os níveis hierárquicos, desde as áreas de negócios até o Conselho de Administração. (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Sociedade, pode ser constituída em 100% O processo de gerenciamento permite que os riscos sejam proativamente identificados, mensurados, mitigados, acompanhados e reportados, o que se faz do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado. necessário em face da complexidade dos produtos financeiros e do perfil da atividade da Organização Bradesco. d) Dividendos e juros sobre o capital próprio A Alvorada CCFI, como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de Aos acionistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a crédito, de mercado, de liquidez e operacional. 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente b) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis emitiu vários pronunciamentos semestrais e mensais, utilizando-se das contas de Lucros Acumulados ou de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de contábeis, bem como suas interpretações e orientações, os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovados pelo CMN. lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. Os pronunciamentos contábeis já aprovados pelo CMN foram: Demonstrativo dos dividendos relativos aos exercícios findos em 31 de dezembro: • Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); R$ mil • Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); 2013 2012 • Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); Lucro líquido.......................................................................................................................................... 105.752 250.751 • Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); (-) Reserva legal - 5% sobre o lucro........................................................................................................ (5.287) (12.537) • Resolução nº 3.973/11 - Evento Subsequente (CPC 24); Base de cálculo ..................................................................................................................................... 100.465 238.214 • Resolução nº 3.989/11 - Pagamento Baseado em Ações (CPC 10); Dividendos propostos/pagos (1).............................................................................................................. 1.004 1.763.166 • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23); e Percentual em relação à base de cálculo............................................................................................ 1,0% • Resolução nº 4.144/12 - Pronunciamento Conceitual Básico (R1). Dividendos por lote de mil ações - em Reais ..................................................................................... 0,20 Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será (1) Em 2012, no dividendo pago em 6 de setembro foi utilizado parte da Reserva Estatutária, conforme Ata da Reunião da Diretoria de 31 de agosto de 2012. de maneira prospectiva ou retrospectiva. c) Em 11 de novembro de 2013, foi publicada a Medida Provisória nº 627 (MP 627/13) que altera a Legislação Tributária Federal sobre IR, CS, PIS e Cofins. 13) DESPESAS DE PESSOAL A MP 627/13 dispõe sobre: Refere-se a processos trabalhistas no montante de R$ 1.987 mil (2012 - R$ 64 mil). • A revogação do Regime Tributário de Transição (RTT), disciplinando os ajustes decorrentes dos novos métodos e critérios contábeis introduzidos em razão 14) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS da convergência das normas contábeis brasileiras aos padrões internacionais; Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil • A tributação da pessoa jurídica domiciliada no Brasil, com relação ao acréscimo patrimonial decorrente de participação em lucros auferidos no exterior 2013 2012 por controladas e coligadas; e Serviços técnicos especializados............................................................................................................ 3.284 2.253 • O parcelamento especial de contribuição para o PIS/Pasep e à Contribuição para o Financiamento da seguridade Social - Cofins. Depreciações........................................................................................................................................... 1.702 1.702 A Instituição aguardará a conversão em Lei da MP 627/13 para uma análise mais profunda e conclusiva. Em uma avaliação preliminar, não haverá impactos Conservação e manutenção.................................................................................................................... 671 relevantes. Serviços do sistema financeiro................................................................................................................ 260 246 d) Não houve qualquer evento subsequente que requer ajustes ou divulgações para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2013. Propaganda e publicidade....................................................................................................................... 232 211 Serviços de terceiros............................................................................................................................... 72 135 A DIRETORIA Outras...................................................................................................................................................... 430 63 Total ........................................................................................................................................................ 6.651 4.610 Jorge Andrade Costa – Contador – CRC 1SP159543/O-0
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores da Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. Osasco - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.
também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Alvorada Cartões, Crédito, Financiamento e Investimento S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas Outros assuntos contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Demonstrações do valor adicionado Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre Responsabilidade dos auditores independentes e exercício findos em 31 de dezembro de 2013, que estão sendo apresentadas como informações suplementares. Essas demonstrações foram submetidas Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Osasco, 24 de fevereiro de 2014 Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são KPMG Auditores Independentes Cláudio Rogélio Sertório apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, CRC 2SP028567/O-1 F SP Contador CRC 1SP212059/O-0
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Alckmin pode começar a 'guerra da água' Governador paulista anunciou ontem obras de transposição das águas da bacia do Rio Paraíba do Sul. Proposta sofre resistência do Vale do Paraíba e do Rio de Janeiro. Nilson Cardim/Estadão Conteúdo
presentada pelo governo estadual como nova alternativa para a grave crise no abastecimento de água da Grande São Paulo, a transposição do Rio Paraíba do Sul, na região do Vale do Paraíba, é tão polêmica quanto a atual disputa por água entre a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e o consórcio da Bacia dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), que abastece as cidades de região de Campinas, no interior. O projeto é um dos arranjos previstos pelo governo estadual no Plano Diretor de Aproveitamento de Recursos Hídricos para a Macrometrópole Paulista, que começou a ser produzido em 2008 para analisar alternativas de novos mananciais para o suprimento de água até o ano de 2035. A proposta é retirar água de um dos braços da represa do Jaguari, na cidade de Igaratá, por meio de uma estação elevatória e levá-la ao reservatório Atibainha, no Sistema Cantareira, por um canal com 15 quilômetros de extensão. O Cantareira, atualmente, opera com o nível mais baixo de sua história, com menos de 15% de capacidade. Tão logo a proposta veio à público, as cidades do Vale do Paraíba e do Rio de Janeiro, que também são abastecidas pelas águas do Rio Paraíba, fizeram duras críticas ao projeto. O Ministério Público Federal em Campos (RJ), por exemplo, recomendou em 2011 que o projeto não fosse realizado sem a discussão com todas as regiões afetadas pela medida. A transposição pode levar entre 4,7 mil e 5,13 mil litros de água por segundo para o Sistema Cantareira, com custo entre R$ 400 e R$ 600 milhões. Como o Rio Paraíba do Sul é federal - banha os Estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro -, qualquer projeto
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de transposição precisa da aprovação do governo federal, no caso, da Agência Nacional de Águas (ANA). A obra de transposição foi autorizada ontem pelo governador Geraldo Alckmin. Segundo o governador, serão também providenciadas a outorga (autorização de transferência), o licenciamento ambiental e as liberações da ANA e da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Após esse processo, a obra será executada em 14 meses. “A integração é uma medida inteligente para garantir o fornecimento de água na macrometrópole paulista, formada pelas regiões metropolitanas de São Paulo, Campinas, Baixada Santista e Vale do Paraíba e pela região de Sorocaba”, disse o governador. Discussão – A medida anunciada ontem será discutida por prefeitos da região amanhã, em Campos do Jordão. A transposição sofre resistência de moradores e divide a opinião dos prefeitos, que têm suas cidades abastecidas pelo Paraíba do Sul. O prefeito de Pindamonhangaba e presidente do Consórcio de Desenvolvimento Integrado do Vale Do Paraíba, Serra da Mantiqueira e Litoral Norte (Codivap), Vito Ardito Lerário, disse que será necessário um estudo para saber qual a quantidade de água a ser direcionada ao Sistema Cantareira, para que os municípios não tenham o abastecimento prejudicado. O governo do Rio de Janeiro também não gostou da novidade. "A segurança hídrica do Estado do Rio de Janeiro é fortemente dependente da bacia do rio Paraíba do Sul, responsável pelo abastecimento de mais de 11 milhões de habitantes e pela sustentação de parcela expressiva da atividade econômica do Estado", diz texto emitido ontem pela Secretaria de Ambiente do Rio. (Agências)
Rio Paraíba do Sul, no Vale do Paraíba: proposta de transposição para o Sistema Cantareira provoca resistência no interior paulista e no Rio.
Metrô: mais dois presos por assédio sexual. Alice Vergueiro/Estadão Conteúdo
ois homens foram presos ontem de manhã por práticas de atos obscenos contra mulheres na Estação Sé do Metrô. Segundo a Polícia Civil, um deles filmava com a câmera de um celular as partes íntimas de mulheres e o outro se aproximava por trás e pressionava a genitália nas vítimas. De acordo com o delegado Osvaldo Nico Gonçalves, um dos dois acusados é o técnico em informática Bruno Perroni, de 24 anos. Segundo a polícia, seria ele quem filmava, por baixo, as mulheres no Metrô. O outro suspeito é o enge-
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nheiro Eduardo Nascimento, de 26 anos, que se insinuaria sobre as vítimas. Os dois foram enquadrados por importunação ofensiva ao pudor. Não é o primeiro caso envolvendo assédio sexual no sistema metroviário paulistano nesta semana. Na segunda-feira, o universitário Adilton Aquino dos Santos, de 24 anos, foi enquadrado por estupro depois de molestar uma passageira que viajava em um trem da Linha 7-Rubi da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Com o caso de ontem, che-
Ao lado, imagens dos acusados de assédio detidos ontem: cresce o número de abusos.
ga a 17 o número de ocorrências semelhantes registrados neste ano pela Delegacia de Polícia do Metropolitano (Delpom). O episódio envol-
vendo Adilton Aquino foi o único registrado como estupro - os demais aparecem como importunação ofensiva. (Estadão Conteúdo)
URBANISMO
Especialista quer fim da Zona Azul Divulgação
Mariana Missiaggia ono de ideias ousadas para melhorar a cidade de São Paulo, Philip Yang, fundador do Instituto de Urbanismo e de Estudos para a Metrópole (Urbem), defende a redução de veículos e a proibição de estacionamento nas ruas para modificar os padrões atuais de mobilidade urbana e desafogar o trânsito caótico. Na manhã de ontem, as ideias de Yang foram ouvidas pelo Núcleo de Estudos Urbanos (NEU) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Durante sua apresentação, ele defendeu a redução do tráfego de veículos, melhoria da infraestrutura urbana, supressão total das vagas de estacionamento das ruas (Zona Azul) e sua substituição por edifícios-garagem. O espaço seria destinado à construção de calçadas largas, espaços públicos de convivência e circulação de pedestres.
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Philip Yang: é necessário reduzir o número de carros na cidade. “São Paulo tem cerca de 40 mil vagas de Zona Azul. Se eliminássemos todas, teríamos que construir 100 estacionamentos verticais com 400 vagas. Além disso, poderíamos explorar as áreas térreas desses prédios e alguns andares seriam ocupados com empreendimentos. Essa medida aliviaria o fluxo da Capital em até cinco anos”, explicou. Outra alternativa citada por Yang seria a eliminação de
vias, a exemplo do que foi feito no trecho da Broadway, em Nova Iorque (EUA), em 2009, que aliviou o fluxo de trânsito em toda a região. O economista e coordenador do NEU, Josef Barat, acolheu as considerações de Yang e citou a cidade de Marselha, na França, como exemplo de revitalização urbana bem sucedida. “São Paulo tem o mesmo potencial que Marselha para se tornar mais bonita e
agradável para, finalmente, ser ocupada pela população”, observou. Para Valter Caldana, diretor da Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie e membro do NEU, São Paulo está atrasada de uma maneira suicida e precisa tirar seus projetos do papel. “Não temos um futuro planejado, simplesmente porque São Paulo quase não produz bons projetos. E, quando faz, engaveta”. Antonio Carlos Pela, vice-presidente da ACSP e coordenador-geral do Conselho de Política Urbana, acredita que a proposta das garagens verticais deve ser estudada sob a ótica dos comerciantes, que poderiam sair perdendo com a adoção da medida. “O constante descarte de projetos para a cidade de São Paulo é inaceitável porque nada se consolida. Quanto aos estacionamentos verticais, é fundamental consultar como isso afetaria a vida do comerciante, diferente do que foi feito com as faixas exclusivas para ônibus”, afirmou Pela.
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Pipas iluminadas no Memorial Sábado (22), o Memorial da América Latina sediará um campeonato de pipas ilumidas, com direirto a oficina gratuita. Ás 16h haverá uma homenagem a Carlitos, personagem criado por Charles Chaplin.
TEATRO Um Cristo movido a fé e rock Sérgio Roveri João Caldas/Divulgação
emanas antes de sua estreia no Complexo Ohtake Cultural, o musical Jesus Cristo Superstar foi objeto de algumas reportagens publicadas nos cadernos culturais dos jornais de São Paulo não exatamente por conta das qualidades artísticas da obra. Incomodados com o material de divulgação que mostrava o ator Igor Rickli sem camisa e vestindo calças jeans no papel de Jesus, alguns grupos religiosos lançaram uma campanha de boicote ao espetáculo e ainda instaram o poder público a proibir a produção de captar recursos por meio das leis de incentivo. Ao grupo, que chegou a realizar protestos na porta do teatro, Jorge Takla, diretor do musical, responde: “Sou católico, cristão e praticante. Esta peça não fere em nada a minha fé. Ao contrário, a obra despertou uma série de questionamentos que mantém minha fé mais forte do que nunca. Como toda boa obra de arte, é uma peça transgressora, sim. Amigos que já tinham enterrado suas questões religiosas mudaram seus conceitos de fé depois que viram o musical”. Escrito pela dupla Andrew Lloyd Webber e Tim Rice ainda sob os ecos das
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revoltas de Maio de 68 em Paris, Jesus Cristo Superstar foi sucesso mundial no início dos anos 70 ao apostar numa combinação até então insólita entre Jesus Cristo, rock e movimento hippie. Foi exatamente este último ingrediente que Takla decidiu limar da atual montagem. “Eu procurei me afastar de uma concepção hippie porque o espetáculo é uma obra sólida e atemporal que não pode ficar presa à estética dos anos 70”, diz. Antes de dar início aos ensaios, o diretor passou oito meses envolvido em pesquisas e estudos sobre textos religiosos de diversas origens. “Eu li a Bíblia, as leis judaicas, pesquisei todas as versões possíveis e confrontei várias fontes para chegar mais perto do que Jesus teria realmente dito e feito. Mergulhei num universo fascinante. Posso afirmar com convicção que tudo que aparece em cena está descrito na Bíblia”. O musical transcorre durante a última semana de vida de Jesus (Igor Rickli), de sua chegada a Jerusalém até o momento da crucificação, sempre pela ótica de Judas Iscariotes (Alírio Netto, que em algumas cenas usa roupas de couro e pilota uma moto) e ainda recupera a figura de Maria Madalena (Negra Li), normalmente colocada em segundo plano
pela igreja católica. Juntos, o trio de protagonistas discorre com paixão e fúria sobre temas políticos, pessoais e religiosos. A cronologia dos eventos é respeitada no espetáculo, já a história é apresentada de maneira um pouco mais romantizada que na Bíblia. A começar pela figura do próprio Cristo, retratada com um perfil mais humano, um homem cheio de medos, dúvidas e culpas. “Toda esta liberdade não elimina a divindade de Jesus. Ele é o filho de Deus, portanto tem uma essência divina, mas também era humano e tinha suas dúvidas e contradições”. Takla acredita que a figura de Cristo não costuma ser normalmente associada à de um líder revolucionário porque, nos últimos séculos, líderes revolucionários se tornaram sinônimo de violência e inversão de valores. “Mas Cristo foi um revolucionário no sentido mais fiel da palavra. Ele acreditava na paz, no amor e era seguido por jovens em sua luta contra a opressão do império romano”, diz. “Ele é revolucionário porque mudou o rumo da história. Era um líder que incomodava o poder. E um líder, seja ele político ou religioso, sempre incomoda”. O rock, por
razões mais que óbvias, foi o gênero que melhor se prestou na tradução deste personagem. Não se pode classificar o envolvimento de Takla com Jesus Cristo Superstar como um caso de amor à primeira vista. Quando assistiu ao musical pela primeira vez, nos anos 70, o diretor saiu do teatro indiferente. Há dois anos, durante viagem a Nova York, viu que a produção havia regressado a Broadway, mas não se animou a assistir. Mudou de ideia ao ver uma chamada do espetáculo na televisão. Foi ao teatro e, desta vez, saiu arrebatado. “Eu venho de uma parte do mundo (Takla é de origem libanesa) em que a questão religiosa é delicada demais. Tem muita gente que não gosta de religião e, se gosta de religião, não gosta de rock”, diz. “Eu não tinha certeza se queria mexer com este assunto até assistir ao musical na Broadway, que me fez ver que Cristo tinha este lado de questionamento histórico. Ele é o pop star mais duradouro e polêmico do mundo”. Jesus Cristo Superstar, em cartaz no Teatro do Complexo Ohtake Cultural, Rua dos Coropés, 88. Tel.: 3718-4930. Quintas e sextas, às 21h; sábados, às 17h e 21h; domingos, às 18h. R$ 50 a R$ 230 Paris Filmes/Divulgação
A Primeira Vista. Grátis. Divulgação
ábado (22) e domingo (23), a peça A Primeira Vista, com Drica Moraes e Mariana Lima, terá sessão gratuita. O espetáculo dirigido por Enrique Dias aborda a temática da libido, não ´só a sexual, mas a que usamos para realizar ou não as coisas.
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A Primeira Vista. Itaú Cultural. Avenida Paulista, 149. Entrada franca.
RÁDIO Encontro de batutas. Online. Ana Barella a contramão das rádios tradicionais, segue a Rádio Batuta. Projeto do Instituto Moreira Salles (IMS), ela se diferencia por duas razões. Primeiramente, por não estar "no ar", pois é uma rádio online (www.radiobatuta.com.br). Em segundo lugar, por tocar só música brasileira, rara e de primeiríssima qualidade, além de produzir conteúdo inteligente e reflexivo e, ainda, disponibilizá-lo para quem perdeu a programação no site. Parte do material que toca na Rádio Batuta vem das músicas já digitalizadas do
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vasto acervo do Instituto Moreira Salles, que conta com mais de 100 mil títulos. Esta seleção é formada basicamente por discos de 78 RPM, na maioria de uma época pré-bossa-nova, até os anos 1950. O nome da rádio é inspirado numa homenagem ao conjunto Os Oito Batutas, de 1919, formado por Pixinguinha na flauta, Donga e
Raul Palmieri no violão, entre outros músicos. Na programação, quadros como o semanal Como e porque nascem as canções, liderado por João Máximo, autor de Noel Rosa - Uma biografia e um dos principais estudiosos da da música brasileira. O nome já explica o conteúdo do programa,que aborda como surgiram e se popularizaram importantes canções. Além de quadros periódicos, a rádio também tem alguns especiais, como a sessão de documentários sonoros. Exemplo o doc A história do rock brasileiro, que relembra desde a préJovem Guarda até o rock dos anos 80.
CINEMA
No rastro da Al Qaeda Lúcia Helena de Camargo
Mark Wahlberg, que andava sumido de filmes de destaque, volta à cena como protagonista de O Grande Herói (Lone Survivor, 2013, EUA, 122 minutos), estreia desta quinta (20) nas salas brasileiras. Como o próprio título em inglês denuncia, ele termina como o único sobrevivente da operação Red Wings, que levou militares americanos às montanhas do Afeganistão com a missão de encontrar um homem de confiança de Osama Bin Laden. Baseado em um episódio real ocorrido nos anos de 1990, o filme dirigido por Peter Berg tem sequências ultrarrealistas de tiros, sangue, ferimentos. Wahlberg vive Marcus Luttrell, que escreveria o livro a partir do qual nasceu o longa-metragem. Antes da movimentação rumo ao objetivo são mostradas cenas
DANÇA
SHOW
Começa hoje, e vai até o dia 28, a temporada da dança Xapiri Xapiripë, na Tenda Cultural Ortega y Gasset, da USP. A entrada é franca.
O cantor Alceu Valença faz show acústico no Teatro Bradesco no domingo (23), às 21h. Os preços são variados: de R$40 a R$150.
do treinamento recebido pelos seals (membros da marinha americana designados para operações especiais), grupo ao qual pertencem os homens envolvidos na operação. Enquanto são submetidos a frio, fome e testes de resistência, os soldados ouvem frases como “vocês podem provar ao seu corpo, através da mente, que são capazes de ir além do que imaginam possível”. Eles são fortes e bem instruídos. Porém, em meio à busca nas montanhas, são obrigados a lidar com uma situação inusitada: encontram pastores de cabras (um idoso e três crianças) que podem – ou não – ser ligados à Al Qaeda. O rádio não funciona e eles não conseguem comunicação com o comando na base. O que fazer? Analisam as opções e decidem poupar as vidas dos
MAGNANI Documentário sobre Anna Magnani, diva de filmes de Rossellini e Pasolini. TV Cultura. Hoje, 22h, livre.
aparentemente pacatos afegãos. A decisão vai determinar tudo o que se segue. Em alguns momentos, o filme lembra A Hora Mais Escura (2012), de Kathryn Bigelow, cuja trama central era eliminar Bin Laden. As cenas são fechadas, escuras, com pouca definição e a comunicação entre os combatentes é precária. Os planos são longos, com todos os pequenos diálogos e silêncios, para assim construir a tensão. E em O Grande Herói o espectador é colocado dentro da ação, com a câmera focando a mira das armas dos americanos. Sente-se o impacto de cada tiro dado ou recebido.
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Fantasias nos olhos Inspirada em obras literárias e ilustrações, a artista Scarlet Moon da Tal Peleg Make Up criou uma série de maquiagens para os olhos. As criações transformam as pálpebras em verdadeiras telas de pintura miniaturizadas, que são ocupadas por pequenas histórias contadas em uma única imagem. O recurso é abusar das cores fortes e dos contrastes, que revelam as obras de arte literalmente num piscar de olhos. http://goo.gl/LvFzOW
.O..LIMPÍADAS 2016
.P..ALEONTOLOGIA Bob Walters/Reuters
País terá novo laboratório antidoping O Brasil voltará a ter um laboratório internacionalmente credenciado para exames antidoping nos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro, informou ontem o comitê organizador. O acerto para a construção do laboratório, na Ilha do Fundão, zona norte do Rio, foi finalizado numa reunião do comitê organizador dos Jogos com integrantes do Comitê Olímpico Internacional (COI), que es-
mentos deve acontecer até o fim de 2014, e a expectativa do comitê é de que o laboratório seja credenciado no segundo semestre do ano que vem. O Brasil não tem um laboratório para exames de dopagem desde o descredenciamento do Ladetec, ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pela Agência Mundial Antidoping (Wada) devido ao não cumprimento de normas internacionais.
Os exames hoje são feitos no exterior e durante a Copa do Mundo deste ano as análises vão acontecer em Lausanne, na Suíça. De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD), Marco Aurélio Klein, o novo laboratório será de última geração. No mundo apenas 33 laboratórios desse tipo credenciados, a maioria no hemisfério norte. (Reuters)
.H..ISTÓRIA
Galinha do inferno Uma nova espécie de dinossauro revelada ontem já figura entre mais estranhas registradas. Não por acaso, ela foi apelidado de "galinha do inferno" pelo grupo de cientistas que a descobriu. A aparência do bicho e o local de seu descobrimento, a formação Hell Creek (riacho do inferno, em inglês), em Dakota do Norte e Dakota do Sul,
tão na cidade para acompanhar os preparativos para a competição. A construção e os equipamentos serão bancados pelo governo federal e pelo comitê organizador. Os valores do novo laboratório, que deve se chamar LBCD (laboratório Brasileiro de Controle de Dopagem), não foram revelados. As obras já estão em curso e devem ser concluídas em meados deste ano. A instalação de equipa-
O anel inteligente do século XVII
inspiraram o apelido. O dinossauro fazia parte dos chamados oviráptores ("ladrões de ovos"), que são bem documentados em sítios da Ásia, mas até agora não haviam sido identificados de forma tão detalhada na América do Norte. O animal, que viveu aproximadamente de 66 milhões de anos atrás, tinha um jeitão de galinha gigante e cerca de três metros de comprimento.
Tecnologia para vestir é um tema muito popular na atualidade, mas o conceito existe há séculos. O ábaco da foto, o menor entre os conhecidos, é do século XVII, tem 1,2 cm de largura e foi usado na China da dinastia Qing. Para movê-lo era preciso usar um alfinete. http://goo.gl/eHHelR Fotos: Koen Van Weel/EFE
.C..ELEBRIDADES
.F..UTEBOL
Autópsia de L'Wren confirma suicído
Garoto-propaganda da Amazônia
A estilista L'Wren Scott, namorada do vocalista dos Rolling Stones, Mick Jagger, cometeu suicídio se enforcando, apontou o relatório da autópsia realizada pelo Escritório Legista de Nova York, divulgado ontem. Ela namorava Jagger desde 2001 e foi encontrada morta em sua residência em Manhattan na segunda-feira.
À espera do dono Avião da Fifa levou o troféu do Mundial para ser exposto em Amsterdã, antes de vir para o Brasil.
.E..XPOSIÇÃO
.P..OMAR PASCAL
Manaus já foi considerada pela Inglaterra uma cidade inadequada para um jogo da Copa, por causa do calor e da distância das outras sedes, mas o ex-capitão da seleção inglesa, David Beckham, vai mostrar o contrário. Por duas semanas, ele fez uma expedição na floresta para um documentário da BBC sobre o Brasil. Beckham cozinhou, acampou e pescou na viagem. A intenção é mostrar belezas naturais da região num filme de 90 minutos que será exibido na TV britânica em junho, na época do Mundial.
.Á..USTRIA Heinz-Peter Bader/Reuters
EFE
Páscoa com luxo Ovos criados pelo russo Carl Fabergé avaliados em US$ 33 milhões estão em exposição na casa Wartski, de Londres.
.L..OTERIAS Concurso 1436 da LOTOMANIA
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Árvore de ovos O alemão Volker Kraft decora uma macieira com 10 mil ovos pintados a mão para celebrar a Páscoa em Saalfeld, na Alemanha.
Fotos: Fabrizio Bensch/Reuters
Biscoitinhos sabor ouro Biscoitos e chocolates decorados com folhas de ouro, usadas em restaurações artísticas, são iguarias vendidas em Schwechat, Áustria.
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Todo mundo viajando! Mais de um terço dos turistas brasileiros viaja pela CVC, paga em dez vezes e muda suas exigências: agora quer conhecer o interior e ficar mais dias em cada lugar. Rejane Tamoto
om crise ou sem crise econômica, com Copa ou sem Copa, com o aumento do IOF encarecendo o dólar e o euro, os brasileiros não param de viajar. E o setor de viagens não para de festejar. Tome-se o exemplo dos números que estão sendo anunciados pela maior empresa de turismo do País, a CVC – que, com suas 805 lojas exclusivas e 6,5 mil agências independentes, sem contar o site na internet, é responsável por cerca de um terço das viagens feitas pelos brasileiros. Primeira empresa do setor a entrar na bolsa de valores, em dezembro do ano passado, a CVC começou 2014 com crescimento de dois dígitos. Em fevereiro, o faturamento da empresa foi de R$ 339,71 milhões, um crescimento de 35,5% sobre o mesmo mês do ano passado. Nos primeiros dois meses acumulados do ano, a elevação nas vendas foi de 26,3%, em relação a 2013. De acordo com a empresa, os resultados do começo de 2014 representam o melhor período de vendas da história de 42 anos da companhia. Para manter um crescimento de dois dígitos ao ano, a CVC pretende apoiar-se principalmente em sua já conhecida estratégia de vendas parceladas em dez vezes ou mais, agora em cartões próprios (leia quadro). Luiz Eduardo Falco, presidente da empresa, lembra que a indústria do turismo cresce sempre mais do que o Produto Interno Bruto (PIB). "Quando o PIB é positivo, crescemos dois dígitos. Quando tivemos um PIB negativo, em 2009, o crescimento foi menor, de 6%. O fato é que a viagem de férias está entre os três itens de desejo do consumidor de todas as classes s o c i a i s " , l e m b r o u Fa l c o d u r a n t e o 2 0 º Workshop & Trade Show CVC, feira de exposições que reúne todos os elos da cadeia produtiva do turismo. Férias duplas de inverno – Segundo Falco, a Copa do Mundo atrairá 350 mil estrangeiros, que se somarão à já grande demanda de turistas brasileiros. Embora a maioria deles seja um público com interesse específico em estádios neste período, o executivo lembrou que o Mundial de futebol vai gerar dois períodos de férias, um em junho e outro em julho. "Como teremos feriados, junho terá apenas 12 dias úteis. Por isso, preparamos programas para aproveitar essas oportunidades." Para o executivo, a relação entre a procura de 60% por destinos no Brasile 40% no exterior, se manteve, apesar do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para os gastos de brasileiros no exterior. "O que aconteceu é que o cliente trocou um hotel de quatro estrelas por um de três estrelas fora do País. Mas ele não deixou de ir. Ele faz a parcela caber no bolso", disse Falco. Valter Patriani, vice-presidente de vendas, produtos e marketing da CVC, ressaltou que os preços no período de férias de meio de ano não estão mais subindo como se prenunciava, por causa da Copa. "As companhias aéreas colocaram mais de mil voos extras e os preços agora estão bons. Não vai ter tumulto. Quem for viajar em julho pode ir até para o Nordeste, porque os jogos da Copa nesta região vão ocorrer só em junho", disse Patriani.
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Como este mercado é movido pelo desejo de novas experiências, a CVC está ampliando o portfolio de destinos no Brasil e no exterior. Hoje, a operadora tem mais de mil roteiros no mundo. Atendendo aos desejos dos clientes, a empresa está montando roteiros com até três dias em cada destino, notadamente no exterior. "Isso acaba com a ideia de que o pacote é uma correria e que a pessoa passa mais tempo dentro do ônibus de turismo do que nas cidades", diz Patriani. Assim, para a Europa, os pacotes devem ser de, em média, duas semanas, a um valor de US$ 160 por dia. Outra novidade no exterior é o circuito pela Flórida, voltado para quem quer passear sem ter de alugar um carro. "Será um circuito de dez dias, com guia que fala português, durante o ano todo e não só em julho. O preço, com entrada em sete parques e bons hotéis, deve ser de US$ 170 por dia", disse Patriani. O executivo lembrou que um diferencial da empresa é o fato de o guia turístico ser brasileiro, o que resulta não só na facilidade de comu-
nicação com os brasileiros como também em um atendimento mais caloroso. A operadora quer aumentar a experiência ao viajante não só no exterior, mas também nos destinos nacionais. Aqui, a novidade é que, nos próximos dois anos, serão integradas aos pacotes da CVC 40 cidades do interior, além das capitais. São lugares de muito apelo turístico mas de pouco acesso. "São exemplos Morro de São Paulo e Península de Maraú" diz Patriani, "Vamos oferecer ao turista ônibus que partirão de Salvador, e o visitante pode escolher no pacote se quer passar mais tempo nas pequenas cidades do que nas capitais". Além da integração na Bahia, o projeto será semelhante no Ceará, fazendo a conexão entre Fortaleza e Jericoacoara. "Notamos que o cliente quer uma experiência em meio à natureza e dias preguiçosos. As grandes capitais não oferecem mais esses atrativos. Por isso, tivemos a ideia de oferecer capitais junto com a natureza das pequenas cidades do Nordeste", conclui Patriani.
André Hanni/Folhapress
Patriani, o diretor de marketing, e Falco, presidente da CVC: agora, um cartão de crédito próprio.
A líder que domina 37% do mercado m um mercado que faturou R$ 12 bilhões com as vendas de pacotes turísticos no ano passado – e que cresceu 12% sobre 2012, segundo dados da Associação Brasileira de Agências de Viagem (ABAV) –, a CVC quer continuar sendo a líder. Os números da associação mostram o resultado de suas 3,6 mil associadas, que concentram 80% da movimentação de negócios no segmento de viagem.
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Se consideramos os R$ 12 bilhões, a CVC ficou com 37% da participação de mercado nas vendas. No ano passado, o faturamento da CVC com as vendas de pacotes de viagens para o Brasil e no exterior, as chamadas reservas confirmadas, foi de R$ 4,45 bilhões, um crescimento de 13,5% sobre 2012 e consistente com o ritmo de crescimento de 14% que a operadora registrou de 2008 a 2012. Segundo Luiz Eduardo
Falco, presidente da CVC, o setor corresponde a 4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro "O setor de telecomunicações representa 6% do PIB brasileiro e todas as operadoras têm capital aberto na bolsa. No turismo, somos a maior operadora e fomos a primeira a abrir capital. E isso é positivo para o setor", diz. Em dezembro do ano passado, a CVC captou R$ 621 milhões em sua estreia na bolsa. (RT)
Operadora começa a financiar com cartão próprio este mês a CVC lança um cartão de crédito próprio, com as bandeiras Visa e Mastercard, o que deve consolidar o seu programa de fidelidade Viaje!, no qual é possível trocar pontos por viagens. O cartão de crédito, que pode ser usado em qualquer estabelecimento que aceite a bandeira, permitirá ao cliente da CVC parcelar as viagens em até 12 vezes sem juros. Hoje, a operadora oferece a opção de parcelamento em dez vezes no cartão, cheque ou boleto bancário. "Hoje, 85% das vendas da CVC são financiadas na modalidade sem juros" diz Luiz Fernando Fogaça, vice-presidente de administração e finanças da CVC. "O apelo é muito forte. Baseado em outros segmentos do varejo que têm um cartão próprio, a penetração nas vendas totais pode chegar a 20%". O plástico será emitido pelo banco Bradesco inicialmente em 200 agências exclusivas da operadora em São Paulo, de um total de 805 no Brasil. O diferencial é que o cliente não precisará acumular um montante grande de pontos para trocar por um pacote de viagem, pois terá a opção de usar parte dos pontos e pagar o saldo restante em dinheiro. O executivo explica que a conversão dos gastos no cartão em pontos será de R$ 1 por um ponto no cartão internacional e de R$ 1 por dois pontos no cartão Gold. As anuidades serão de R$ 35 e de R$ 59, respectivamente, e poderão ser parceladas em 12 vezes. Fogaça disse que a empresa manterá uma outra condição que também agrada o consumidor, que é o dólar congelado em compras de pacotes internacionais. "Há nove meses colocamos em prática e está funcionando bem, ajudando o consumidor a se planejar diante da volatilidade no preço do dólar. Atualmente, congelamos em R$ 2,16", afirma. A empresa diz que o congelamento é o repasse dos descontos que consegue com seus fornecedores. (RT)
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Empresas reduzem investimentos FGV diz que este será um ano de aportes baixos em capital fixo. Incertezas relacionadas com a economia doméstica têm influenciado as decisões dos empresários. Marcos Santos/USP Imagens
porcentual de empresas industriais que ampliaram seus investim entos em capital fixo nos 12 meses até fevereiro de 2014 caiu para 37%, contra 41% um ano antes. Em contrapartida, a parcela das que reduziram esse tipo de gasto recuou para 18%, contra 22% um ano antes. Os dados foram apontados pela Sondagem de Investimentos do bimestre janeiro/fevereiro, divulgada ontem pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Para os próximos 12 meses, 34% das empresas planejam ampliar seus programas de investimento, segundo a sondagem. Um ano antes, essa fatia era de 43%. Por outro lado, a parcela das companhias que pretendem reduzir os investimentos nos próximos 12 meses aumentou para 16%, de 13% um ano antes. No triênio 2014-2016, a taxa média de expansão da capacidade produtiva está estimada em 19,6%, o menor nível desde 2002 (19,5%), justamente quando a pesquisa foi iniciada. No triênio 2013-2015, essa projeção apontava taxa média de expansão em 23,4%. A Sondagem de Investimentos é um levantamento estatístico trimestral que fornece sinalizações sobre o rumo dos investimentos produtivos no setor industrial. A coleta de dados para a sondagem divulgada hoje foi feita entre 15 de janeiro e 28 fevereiro. Foram ouvidas 722 empresas, cujo faturamento anual, somado, é de R$ 535 bilhões. Ambiente ruim – Na avaliação das empresas, o ambiente macroeconômico interno do País em 2014 é o que mais influencia negativamente os investimentos produtivos. A sondagem da FGV mostrou que no
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Nos próximos 12 meses, 34% das empresas querem ampliar investimentos. Fatia era de 43% em 2013. primeiro bimestre, 40% das 722 companhias ouvidas na pesquisa disseram que esse fator teria impacto negativo sobre os investimentos, enquanto 27% disseram que a influência seria positiva. "Esta é a primeira vez que as avaliações negativas superam as positivas na série deste fator, inicia-
da em 2011", ressaltou a FGV. Um ano antes, esses porcentuais eram de 25% (influência negativa) e 48% (influência positiva), respectivamente. Ano fraco – Tudo aponta para um ano de baixo investimento produtivo do setor privado na indústria da transformação. "Não é um quadro de ruptura,
mas sim de desaceleração", afirmou Aloisio Campelo, superintendente adjunto de Ciclos Econômicos da FGV. Segundo ele, a taxa de juros mais elevada, a previsão de desembolso menor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a crise na Argentina (que preocu-
pa pelo lado da exportação) podem estar comprometendo as perspectivas das empresas para o investimento. "Não é só uma deterioração no sentido de que há piora nos fundamentos da economia. A situação fiscal está pior, a inflação se mostra resistente, mas há também componentes de incerteza, que se somam justamente por essa piora e por novos ingredientes, como as manifestações, a discussão sobre o risco de racionamento e a crise na Argentina", disse Campelo. Para a economista Silvia Matos, coordenadora técnica do Boletim Macro Ibre, da FGV, houve uma desaceleração muito forte na previsão de investimentos no período de apenas um ano. Ela notou ainda que o movimento é mais intenso até do que o ocorrido entre 2008 e 2009, período crítico da crise financeira mundial. A incerteza e o pessimismo são outros fatores que podem estar influenciando as previsões. Campelo observou que, quanto mais alto o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci), maior o número de empresas que
"Se tivesse dinheiro, aplicaria na Petrobras." om base em dados enviados na terça-feira, 18, à noite pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, o ex-Secretário de Política Econômica, Luiz Gonzaga Belluzzo, destacou ontem que os investimentos registraram um crescimento médio de 5,7% de 2003 a 2012. No mesmo período, segundo ele, o PIB apresentou um incremento médio de 3,6% ao ano, enquanto o consumo exibiu uma alta média de 8,6% "Nesse horizonte de tempo, ocorreu um aumento de 28% da renda per capita no País", ponderou. Na avaliação de Belluzzo, o potencial de
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expansão do País em médio e longo prazos indica que os preços de ações de grandes empresas no Brasil estão baixos e são atraentes. "Se eu tivesse dinheiro, compraria títulos na bolsa da Petrobras e da Vale", destacou. Segundo ele, a queda do valor de mercado destas duas empresas nos últimos anos precisa ser avaliada com mais profundidade, pois é preciso ponderar que tais companhias possuem um cenário muito favorável anos adiante. "A produção de barris de petróleo da Petrobras deve chegar a 4,2 milhões por dia em 2020. Isso é bastante. Está certo
que a empresa precisaria ter um pouco mais de sangue (nas veias) para poder investir", comentou. Em entrevista recente ao Broadcast, serviço de informações da Agência Estado, Belluzzo defendeu que é necessário uma correção da política de preços da Petrobras por parte do governo, pois isso está prejudicando o caixa da estatal e sua capacidade de atender seu programa plurianual de investimentos. Ele fez os comentários durante palestra em evento promovido pela revista Carta Capital. (AE)
dizem pretender ampliar os investimentos ao longo do tempo. "Neste ano, o Nuci praticamente não caiu, mas a previsão de investimentos recuou muito", disse. Segundo o superintendente, é possível que tenha havido antecipação dos investimentos ao longo de 2013, em função de taxas de juros mais baixas, do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e do desembolso recorde do BNDES. Na comparação interanual, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) ainda mostra certo vigor, em razão de investimentos já encomendados, mas a tendência é de redução do ritmo. A previsão de taxa média de expansão da capacidade de produção dos bens de capital no triênio 2014-2016 caiu a 18,3%, de 25,9% no triênio 2013-2015, segundo a sondagem. Para Campelo, esse movimento se deve à volatilidade dessa categoria de uso. "Há um ímpeto muito grande quando a economia começa a crescer, e, quando inverte, há uma correção muito forte para baixo", disse. (AE) Renato S. Cerqueira/ EC
Belluzzo: ações têm bons preços.
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Quando estou num ano hidrológico bom, estou com sinal verde. Quando estou em um ano hidrológico não bom, o sinal é amarelo. Márcio Zimmermann, secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia
Térmicas não são mais quebra-galhos Secretário do Ministério de Minas e Energia diz que as hidrelétricas não dão mais conta do abastecimento de energia e que as usinas a carvão e gás vieram para ficar Divulgação
secretário -executi- erradamente tratado como vo do Ministério de subsídio. Não demos subsídio, M i n a s e E n e rg i a , pelo contrário. Tiramos subsíM á r c i o Z i m m e r- dios", afirmou. mann, disse ontem que o sisZimmermann disse que a tema elétrico conta atual- conta de energia elétrica no mente com usinas térmicas País era uma das mais caras em sua base de forma perma- do mundo porque ela continente. Segundo ele, isso é ne- nha encargos que subsidiacessário porque não é mais vam programas sociais, como possível contar apenas com o Luz para Todos. usinas hidrelétricas para o "Várias políticas importanparque brasileiro. tes são responsabilidade da "Não é só hidrelétrico por- sociedade como um todo, e que não tivemos licença para estavam sendo pagas pelo todas. Os requisitos socioam- consumidor de energia. E esbientais da sociedade au- ses encargos foram tirados da mentaram e tivemos de ex- conta", afirmou. "O preço da pandir o sistema com eólicas energia tinha chegado a valoe térmicas a carvão e gás. As res absurdos por causa dos entérmicas vieram para partici- cargos." Segundo o secretápar desse mercado", afirmou, rio, os R$ 9 bilhões reservados durante audiência pública na do Orçamento da União para a Comissão de Minas e Energia Conta de Desenvolvimento na Câmara dos Deputados. "A Energético (CDE) servirão patérmica participa no Brasil de ra pagar essas despesas. forma estrutural. Não é queConcessões vencidas bra-galho." O s c e r c a d e 5 m i l m eZimmermann negou que o governo tenha a intenção de gawatts (MW) médios de usimudar a forma de cálculo do nas com concessões vencidas preço da energia no mercado a partir do ano que vem vão de curto prazo. Segundo ele, gerar uma economia anual de essa ideia não foi estudada "em nen h u m m om e n t o " . O preço da energia "Conversei tinha chegado a com o ministro de Minas e valores absurdos Energia, Edipor causa dos son Lobão, e encargos. ele me disse MÁRCIO ZIMMERMANN, q u e e m n eSECRETÁRIO-EXECUTIVO DO n h u m m oMINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA mento isso foi conversad o c o m n i nguém do setor", afirmou. R$ 4 bilhões a R$ 5 bilhões paO secretário afirmou que o ra o sistema elétrico, acresgoverno optou por uma solu- centou na audiência pública ção de mercado para resolver de ontem o secretário-execuo problema da exposição invo- tivo de Minas e Energia, Márcio luntária das distribuidoras. Zimmermann. "Não vamos quebrar contraUsinas geradoras de enertos", acrescentou. gia que não aderiram em 2012 O secretário-executivo do ao plano do governo de renoMinistério de Minas e Energia vação antecipada e condiciotambém reiterou que o gover- nada de suas concessões pasno não subsidia as tarifas de sarão, após o vencimento dos energia elétrica. "Está sendo contratos, a vender eletricida-
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Antonio Cruz/ ABr
Hidrelétrica de Itaipu: produção alta de energia, mas, segundo o governo, o modelo enfrenta requisitos socioambientais mais rigorosos.
de em cotas para as distribuidoras a preços reduzidos. Os valores serão suficientes apenas para remunerar sua operação e manutenção. Segundo Zimmermann, a tendência é que essa energia mais barata ajude a neutralizar o impacto, em 2015, do repasse de 8 bilhões de reais às tarifas de eletricidade. Esses recursos serão buscados pela Câmara de Comercia-
lização de Energia Elétrica (CCEE) no mercado financeiro para cobrir os gastos deste ano das distribuidoras com a compra de energia mais cara no mercado de curto prazo, conforme plano anunciado pelo governo no final da semana passada. Na entrevista a jornalistas após a audiência, Zimmermann disse que saem nesta semana as diretrizes do leilão de energia existente A-0 marcado para abril, no qual serão negociados contratos para entrega a partir de maio. Esse leilão tem como objetivo cobrir a descontratação de cerca de 3,3 mil megawatts médios das distribuidoras, que as obriga a comprar energia mais cara no mercado de curto prazo. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) precisa que o Ministério anuncie quais são as diretrizes para preparar
a minuta do edital e dar início ao processo de licitação. As diretrizes devem definir, por exemplo, o prazo dos contratos. O governo tem sinalizado que dará um prazo maior, de cinco a oito anos, aos contratos, para tornar o leilão mais atrativo para os geradores, mas nenhuma decisão foi anunciada ainda. Zimmermann disse ainda que neste primeiro semestre o governo deverá realizar um leilão de energia de reserva voltado para a energia solar. Segundo ele, o leilão com essa fonte de energia já está mais "maduro", mas, se o processo evoluir, é possível realizar também um leilão de energia de reserva com usinas que geram energia a partir do lixo. Sinal amarelo Zimmermann admitiu que a situação do abastecimento no setor elétrico está com "sinal
amarelo" o que demandaria atenção ao andamento das chuvas e à recomposição dos reservatórios das hidrelétricas. Porém, ele voltou a dizer que o Brasil vive uma situação de "equilíbrio estrutural" entre a oferta e a demanda de energia elétrica. "Quando estou num ano hidrológico bom, estou com sinal verde. Quando estou em um ano hidrológico não bom, o sinal é amarelo", disse a ele após a audiência. "Com o sinal amarelo, estou acompanhando essa estação chuvosa e todo mundo sabe que tivemos um janeiro e fevereiro de baixíssima afluência nos nossos reservatórios", disse o secretário. Segundo ele, o Brasil vive um momento conjunturalmente ruim, mas tem suficiente capacidade instalada de geração de energia. (Agências)
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A X5 é a segunda maior varejista da Rússia e faz parte do Alfa Group, do bilionário Mikhail Fridman.
Mais uma vez, o Federal Reserve age com cautela
Larry Downing/Reuters
Yellen: "Horizonte relevante" de seis meses, antes de mudar os juros.
Banco Central americano mantém o gradualismo ao decidir reduzir o programa de recompra de ativos. Federal Reserve Fed), banco central dos Estados Unidos, decidiu ontem promover mais um corte parcial no programa de recompra de títulos. Afirmou também que pode manter as taxas de juros inusualmente baixas mesmo depois de o mercado de trabalho operar com força total e a inflação avançar até a meta. Ao anunciar a sua visão sobre os juros no futuro após dois dias de reunião, o Fed afirmou que a política altamente expansionista é apropriada no "horizonte relevante" após o programa de compra de ativos acabar. A chair do Fed, Janet Yellen, disse em entrevista coletiva que o "horizonte relevante" é provavelmente algo em torno de seis meses.
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"A linguagem que utilizamos no comunicado é 'horizonte relevante'... Esse é um termo difícil de definir, mas... provavelmente significa algo em torno de seis meses ou algo do tipo." Além disso, o Fed retirou diversas diretrizes que vinham sendo usadas para ajudar o público a antecipar quando irá finalmente elevar os custos de financiamento overnight que estão em zero. Mas Yellen ressaltou que abandonar a promessa de manter os juros baixos até "bem depois" de a taxa de desemprego cair abaixo de 6,5% não indica qualquer mudança nas suas intenções. Ao invés de contar com o desemprego e a inflação como diretrizes para guiar as expectativas, o BC disse
que vai analisar diversos indicadores econômicos ao tomar a decisão. Mas o que se destacou no comunicado do Fed foi o comentário sobre a manutenção de política expansionista mesmo depois de atingir o objetivo de pleno emprego e 2% de inflação. "As condições econômicas podem, por algum tempo, justificar a manutenção da taxa de juros abaixo dos níveis que o comitê vê como normais no longo prazo", informou o Fed após reunião de dois dias, a primeira presidida por Janet Yellen, que assumiu o banco central em 1º de fevereiro. Recompra de títulos - O banco central também deu continuidade às reduções do imenso programa de compra de títulos, anunciando
Reuters
graduais" desde que as condições do mercado de trabalho continuem melhorando e a inflação mostre sinais de voltar para a meta de 2% do Federal Reserve. Das 16 autoridades do Fed, apenas uma acredita que será apropriado elevar a taxa de juros neste ano; 13 esperam uma elevação no ano que vem e 2 veem a primeira alta no juros em 2016, de acordo com as novas projeções publicadas ontem. Mas assim que a taxa de juros começar a subir, as autoridades do Fed imaginam agora elevações mais acentuadas do que viam em dezembro, com as taxas encer-
rando 2015 a 1% e encerrando 2016 em 2,25%, de acordo com a mediana das previsões. Em dezembro, as autoridades do Fed esperavam que a taxa de juros de curto prazo apenas atingiria 1,75% no fim de 2016. As novas previsões também mostram que as autoridades do Fed veem o desemprego caindo de maneira mais rápida, para entre 5,6% e 5,9% ao fim de 2015. Em d e z e m b ro , a s p re v i s õ e s eram de desemprego caindo para entre 5,8% a 6,1% no quarto trimestre de 2015. (Reuters) Texto com cap4
Varejista russa escapa da Ucrânia
A NOVA MOEDA DE UMA LIBRA – A Grã Breta-
nha pretende trocar as tradicionais moedas de uma libra, anunciou o ministro George Osborne. Ao lado, a nova versão, que chega num momento de recuperação da economia.
que vai diminuir as aquisições mensais de Treasuries e títulos lastreados em hipotecas para US$ 55 bilhões, ante US#$ 65 bilhões. O presidente do Fed de Minneapolis, Narayana Kocherlakota, foi dissidente. Ele afirmou que desistir da referência pode até afetar a credibilidade do compromisso do Fed em retornar a inflação de 2%. A decisão de continuar a reduzir o estímulo mantém o Fe d n o c a m i n h o g r a d u a l apresentado pelo antecessor de Yellen, Ben Bernanke. O Fed repetiu que planeja continuar reduzindo as compras de ativos em "passos
A empresa chama-se X-5 e é a primeira companhia russa a deixar o país em meio à crise política. varejista russa de alimentos X5 Retail Group está vendendo suas lojas na Ucrânia para a rival local de supermercados Varus, afirmou a varejista ucraniana. Esta é a primeira companhia russa a deixar o país em meio à crise política. A X5 é a segunda maior varejista da Rússia e faz parte do Alfa Group, do bilionário Mikhail Fridman.
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A Ucrânia é um dos destinos favoritos para negócios russos, mas a anexação da região do sul da Crimeia por Moscou tem dividido os vizinhos. Alguns políticos ucranianos chegaram a pregar o boicote dos produtos russos. A porta-voz da empresa ucraniana não deu detalhes da transação, mas o jornal ucraniano Capital noticiou
anteriormente que o negócio poderia valer de US$ 5 a 10 milhões. A venda estava em andamento desde outubro, mas a crise na Crimeia pode ter acelerado o ritmo das conversações. A X5 não quis comentar o assunto. Mas a contribuição de sua unidade de negócios na Ucrânia para os resultados financeiros é insignifi-
cante. Segundo relatório financeiro de 2013, a X5 tem 12 lojas na Ucrânia de um total de 4.544, sendo a maior parte delas na Rússia. A Varus está comprando os direitos de arrendamento de supermercados da bandeira Perekryostok em Kiev, bem como instalações nas lojas e estoque, disse o jornal Capital. (Reuters)
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Toyota aceita pagar US$ 1,2 bi
Kevin Lamarque/Reuters
Akio Toyoda, presidente, e Yoshimi Inaba, diretor nos EUA: acordo encerra processo do Departamento de Justiça americano.
GM também enfrenta problemas com recall nos EUA Toyota pagará US$ 1,2 bilhão para encerrar uma investigação criminal sobre como lidou com reclamações de consumidores por problemas de segurança, informou ontem o Departamento de Justiça dos Estados Unidos. A Toyota admitiu que iludiu consumidores norte-americanos
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omitindo e fazendo declarações enganosas sobre dois problemas, sendo que cada um deles causava um tipo de aceleração involuntária. O acordo encerra uma investigação de quatro anos. A Toyota enfrenta centenas de processos sobre problemas de aceleração que ganharam notoriedade pública, como as
mortes de um patrulheiro rodoviário da Califórnia e sua família, que segundo relatos foram causadas pela aceleração involuntária de seu Lexus, fabricado pela Toyota. O defeito na aceleração fez com que a Toyota fizesse o re-
call de milhões de veículos a partir de 2009. "A Toyota tem cooperado com a Procuradoria dos Estados Unidos nesta questão por mais de quatro anos", disse ontem Carly Schaffner, porta-voz da Toyota. "Realizamos mudanças fundamentais
para nos tornarmos uma organização mais sensível e focada em consumidores". General Motors Uma revisão interna provocada por um grande recall fez com que a General Motors
anunciasse mais três chamados paralelos para diferentes modelos. As medidas vão trazer custo de US$ 300 milhões. No mês passado, a montadora realizou um recall de 1,6 milhão de automóveis fabricados entre 2003 a 2007 para substituir a ignição com defeito, que poderia causar o desligamento do motor e dos airbags. Agora, o novo recall afeta 1,18 milhão de unidades do Buick Enclave e do GMC Arcadis feitos de 2008 a 2013, modelos de 2009 a 2013 do Chevrolet Traverse e os Saturn Outlook fabricados entre 2008 e 2010. Ele envolve também 303 mil unidades do Chevrolet Express e do GMC Savana fabricados entre 2009 e 2014, por conta de problemas no painel do passageiro. Além disso, 639 mil sedãs Cadillac XTS de 2013 e 2014 serão recolhidos por defeitos no freio. (Folhapress)
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Charles Platiau/Reuters
Cargill renova aposta no milho Empresa vai investir US$ 140 milhões em produtos mais elaborados divisão brasileira da gigante do agronegócio Cargill investirá pelo menos US$ 140 milhões nos próximos dois anos na unidade de amidos e adoçantes, que processa anualmente 1 milhão de toneladas de milho, para aumentar o portfólio de produtos mais elaborados. "A indústria tem necessidade de produtos com características diferentes. E isso demanda tecnologia", disse o diretor de Amidos e Adoçantes, Laerte Moraes. A Cargill aponta os segmentos de alimentação infantil, sorvetes e bebidas esportivas como os mais promissores. Pais que exigem alimentos cada vez mais seguros e nutritivos, consumidores em busca de sabores mais sofisticados e um maior número de praticantes de esportes devem favorecer os negócios no setor de amidos e adoçantes de alto valor agregado. Cerca de US$ 40 milhões serão dirigidos à unidade de Uberlândia (MG) para a expansão de 40% da produção de maltodextrina, derivado do milho usado, por exemplo, em alimentos infantis e isotôni-
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cos. Outros U$ 75 milhões serão aplicados na mesma fábrica para elevar a produção de ácido cítrico, amidos modificados e ração animal. Uma outra fábrica, em Castro (PR), ficará com cerca de US$ 25 milhões, para criar nova linha de amido modificado industrial, vendido à indústria de papel. Apesar das ampliações, o consumo de milho da divisão de negócios não deve crescer após a conclusão das novas instalações, já que o foco está na agregação de valor, disse Moraes. Incerteza na safra Responsável por comprar o equivalente a quase de 2% de todo o milho consumido internamente no Brasil, Laerte Moraes passa o dia monitorando os preços do produto e cuida pessoalmente das estratégias de compra da unidade. A preocupação dele, para os próximos meses, é com o clima para a segunda safra de milho, cujo plantio está terminando em estados como Paraná e Mato Grosso. "A gente não sabe o que vai acontecer. A safra pode ser 40 ou 45 milhões de toneladas, como pode ser 20 mi-
lhões, ou 15 milhões", diz ele. Após uma colheita de 31,4 milhões de toneladas na safra de verão, o Brasil deverá colher 43,8 milhões na chamada "safrinha", segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). No entanto, mesmo com os riscos climáticos, Moraes comemora o advento da segunda safra no Brasil na última década. "É o único país do mundo que colhe milho 365 dias no ano. Quando não havia safrinha grande, era obrigado a comprar tudo no primeiro semestre." Para os próximos meses, o executivo aposta em uma boa oferta doméstica, com preços contidos, após uma disparada nas cotações em 2013 que estimulou exportações recordes pelo Brasil, na esteira de uma quebra de safra nos EUA ao final de 2012. "Este ano você tem uma safra americana grande, uma safra na Europa grande, algum desaquecimento na demanda mundial. Não está esta maravilha para exportar. Vai exportar de acordo com o excedente que a gente tiver." (Reuters)
BRIGA POR ESPAÇO NO LUXO – A Casa Dior instalou gigantesco cartaz anunciando um perfume seu na Place Vendôme, em Paris, em mais um capítulo na guerra européia por bons pontos comerciais em áreas sofisticadas. A gigante do mercado de luxo LVMH (Louis Vuitton) faz intensa campanha para afastar da praça parisiense seus concorrentes menores.
Minerva Foods expande capacidade no Urugiai Minerva Foods, terceira maior processadora de carne bovina do País, informou a compra do frigorífico uruguaio Carrasco por US$ 37 milhões. Com receita de cerca de US$ 140 milhões em 2013, o frigorífico possui em Montevidéu uma planta de processamento e abate de bovinoscom capacidade para 900 cabeças por dia, informou a Minerva em comunicado.
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Segundo a companhia, a compra aumentará sua capacidade de abate para cerca de 2.400 cabeças por dia no Uruguai e farár sua participação em exportações atingir aproximadamente 18%. Citando dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, a Minerva afirmou que o Uruguai é hoje o 15º maior produtor e 6º maior exportador de carne bovina do
mundo, vendendo produtos "para países que o Brasil hoje não atinge, como Estados Unidos e Canadá". A empresa assinalou que a aquisição é mais um passo do plano de investimentos que prevê o aumento da capacidade produtiva na América do Sul, e disse acreditar na obtenção de ganhos de sinergia com sua unidade uruguaia atual Pul. (Reuters)
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No ano passado a expectativa de crescimento era similar, depois superada, pois chegamos perto dos 10%. Sussumu Honda, da Abras.
Páscoa já anima supermercados
Fotos: Newton Santos/Hype
O setor prevê crescimento de 7,2% nas vendas de produtos da data em comparação com o mesmo período do ano passado. Paula Cunha onsiderada a segunda melhor data para os supermercados depois do Natal, a Páscoa, que neste ano será comemorada na terceira semana de abril, promete bons resultados. A expectativa do setor é de um crescimento de 7,2% nas vendas de produtos da data em comparação com o mesmo período do ano passado, revela a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). A maioria, ou 64%, dos supermercadistas aguarda desempenho melhor que o de 2013; 8% acreditam que farão movimento igual ao do ano passado; "No ano passado, nesta mesma época, a expectativa era similar, de crescimento de 7,1%, depois superada, pois chegamos perto dos 10%", afirma Sussumu Honda, presidente do Conselho Consultivo da Abras. “Esperamos que este ano os resultados também nos surpreendam positivamente. A data é uma grande oportunidade para vender, além dos produtos típicos – ovos de chocolate e colombas – mais frutas, peixes, especialmente bacalhau, bebidas, como vinhos, por exemplo". De acordo com levantamento da Abras, todos os produtos pesquisados tiveram aumento de encomenda por parte dos supermercados junto aos fornecedores ante a data do ano passado. Em 2014, os desta-
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Segunda melhor data para o setor, a Páscoa é oportunidade para vender, além de artigos típicos, mais frutas, peixes e bebidas, especialmente vinhos.
ques são os peixes em geral (8,2%), cervejas (7,8%), refrigerantes (5,6%) e chocolates (5,6%). O mesmo acontece com os importados em geral (5,5%): bacalhau (4,7%), ovos de Páscoa (4,6%), azeites (4,5%), vinhos importados (4%), vinhos nacionais (1,6%) e colomba pascal (0,3%). A pesquisa também compara os preços deste ano com os do ano passado. Todos os produtos avaliados aumentaram 5,5% em média. O preço dos ovos de Páscoa cresceu 7,9%; chocolates em geral, 5,4%;
Cielo desenvolve solução para o turista estrangeiro pagar compras com o cartão
cervejas, 4,6%; refrigerantes, 4,6%; peixes em geral, 4,2%; colomba pascal, 4,1% e vinhos nacionais, 3,7%. No caso dos produtos importados, a média geral de aumentos nos preços foi de 9,2%. Os destaques ficaram com o bacalhau (6,7%), vinhos importados (5,2%) e azeites (4,9%). PÃO DE AÇÚCAR O Grupo Pão de Açúcar, controlador das redes Extra e Pão de Açúcar, também apresentou sua previsão de crescimento de vendas para a Páscoa deste ano. É superior ao da Abras: 10% em comparação com o desempenho do ano passado. As lojas de todo o País já estão sendo abastecidas com os artigos de época. Os destaques deste ano nas lojas da rede serão os ovos de chocolate destinados ao público infantil. Os fabricantes apostaram em personagens licenciados de desenhos animados para atrair as crianças. A Arcor criou uma linha da Disney, enquanto a Kraft apresentará itens de diversos ta-
manhos com Barbie e Hello Ki- apresentará aos consumidoty para as meninas e Spider- res o espaço M&M Store, com man para os garotos. A Nestlé diversos produtos da marca. utilizará as imagens de Aviões Neste ano, o Extra sorteará e Moranguinho na coleção um aparelho de TV diariamendeste ano e a Garoto explora a te entre os dias 21 de março e imagem dos personagens da 20 de abril. Batizada "PromoTurma da Mônica e Jolie. A Fer- ção TV 70"", a iniciativa concerero apresenta itens com Polly e Kinder Futebol. Para os adultos há pacotes que podem ser oferecidos como presente para amigos e familiares como a l i n h a P r esente, da FerNo Pão de açúcar, além dos nomes tradicionais, rero e da Lacmarcas próprias, como a Qualitá. ta, como os ovos para comer com a colher. derá um número da sorte aos A proximidade da Copa do consumidores que adquirirem Mundo inspirou a Garoto, com R$ 100 em ovos de Páscoa em ovos na forma de troféu e bola. qualquer unidade da rede. Os A rede também oferecerá ovos interessados devem cadase bombons de suas marcas t r a r o s n ú m e r o s n o s i t e próprias Pão de Açúcar e Qua- w w w. e x t r a . c o m . b r / p a slitá. A loja Extra, da avenida Ri- coa2014 ou enviar um SMS pacardo Jafet, na capital paulista, ra 49210.
Magazine Luiza comemora um bom início de ano Na avaliação da empresária, inadimplência, "muito baixa", não preocupa. Renato S. Cerqueira/Futura Press
Cielo lançará no mês que vem uma solução que permite que estrangeiros em visita ao Brasil paguem suas contas com cartão de crédito na moeda de seu país de origem. Mais de 200 mil estabelecimentos das cidades-sede da Copa contarão com o serviço, cujo projeto piloto está em execução, com a participação de alguns varejistas. Essas empresas são, em geral, hotéis, companhias aéreas, locadoras de veículos, restaurantes e também negócios instalados em locais de atrações turísticas. Foram selecionados, segundo a Cielo, por receberem regularmente pagamentos de turistas estrangeiros. O serviço, batizado de Dynamic Currency Conversion (DCC), vem sendo desenvolvido há dois anos, em parceria com a Planet Payment, empresa especializada em processar pagamentos com conversão de moeda. Todos os
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estabelecimentos interessados em oferecê-lo, mesmo não estando entre aqueles 200 mil já escolhidos, poderão solicitá-lo, conforme a companhia. "O cliente poderá fazer o pagamento nas máquinas da Cielo em mais de 100 moedas enquanto o varejista receberá em reais", explica Rômulo de Mello Dias, presidente da Cielo. Segundo ele, o DCC estará disponível para pagamento de compras no crédito à vista nas bandeiras MasterCard e Visa. Feriados Dias não está feliz com a possibilidade de que os dias de jogos da Copa do Mundo sejam feriados. Isso pode fazer com que o mês de junho seja um "desastre" do ponto de vista de vendas, segundo ele. "Podemos ter sete, oito feriados só por causa dos jogos. Os feriados atrapalham a nossa vida. As vendas são muito menores porque as lojas fecham", explicou.
Ele dá o exemplo do mês de fevereiro, que este ano foi melhor por não ter Carnaval. Segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) as receitas nominal e real (descontada a inflação) de vendas cresceram 17,4% e 11,4% respectivamente em fevereiro sobre o mesmo mês do ano passado. Em janeiro, o ICVA avançou 15,9% na mesma comparação. Apesar dos feriados previstos para 2014, o presidente da Cielo disse que o varejo não está tão ruim quanto parece. "O humor está muito ruim e excessivamente negativo em relação ao Brasil. O mercado de consumo não está tão ruim quanto parece estar. Acho que estão exagerando", avaliou. A perspectiva é "muito boa: a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) estima para este ano crescimento nominal de 17,1% para o negócio de cartões. (Estadão Conteúdo)
presidente do Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano, afirmou ontem que a rede teve um bom começo de ano. "Janeiro foi espetacular (em vendas); fevereiro, porque não teve carnaval, foi como nunca tivemos; e estamos tendo um março muito bom", disse ela, no seminário “Diálogos Capitais”, patrocinado pela revista Carta Capital, em São Paulo. Ela acrescentou não acreditar que exista uma bolha de consumo, mas enxerga uma demanda firme diante da perspectiva de entrega de moradias através do programa do governo Minha Casa, Minha Vida, de habitação popular. Na avaliação de Luiza, a inadimplência dos consumidores não preocupa, pois está em nível "muito baixo", após uma fase de aumento gerada pelas condições facilitadas na venda de carros no País. "Lá atrás, o
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Luiza: Janeiro "espetacular"; fevereiro, "como nunca tivemos"; março "muito bom". automóvel gerou uma inadimplência quando foi vendido em 60 meses sem entrada. Querer vender desta forma é querer ter prejuízo", afirmou. Em 2013, a receita líquida do o Magazine Luiza foi de R$ 8,1 bilhões, 14,5% sobre o resultado do ano anterior, com um crescimento de 10,5 por cento nas vendas nas mesmas lojas físicas, base que contempla os
pontos abertos há pelo menos um ano. No fim de fevereiro, o diretor superintendente da empresa, Marcelo Silva, afirmou que a companhia prevê vendas acima da média do mercado no primeiro semestre deste ano, acrescentando que, para todo 2014, a expectativa é de um crescimento de dois dígitos nas lojas físicas. (Reuters)
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EMPRESA METROPOLITANA DE TRANSPORTES URBANOS DE SÃO PAULO S/A. - EMTU/SP CNPJ nº 58.518.069/0001-91
A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo S. A. - EMTU/SP, vinculada à Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos (STM), é uma sociedade anônima de economia mista e capital fechado, controlada pelo Governo do Estado de São Paulo. Entre suas atribuições estão o planejamento, contratação e execução de obras, além do gerenciamento e fiscalização do transporte de baixa e média capacidade nas Regiões Metropolitanas do Estado de São Paulo (Decreto nº 24.675/86) Nas regiões de São Paulo (RMSP), Baixada Santista (RMBS) Campinas (RMC) e Vale do Paraíba/Litoral Norte (RMVPLN), são 106 municípios, com população de 26 milhões. A empresa gerencia e fiscaliza em torno de 880 linhas metropolitanas. Passageiros transportados em 2013 Região Metropolitana Passageiros/milhões RMSP 575,5 RMBS 66,7 RMC 53,5 RMVP/LN 17,6 Total Geral 713,4 1) O mês de dezembro foi estimado com base na sazonalidade do ano anterior. 2) Os passageiros da RMVPLN foram estimados para 2013 utilizando como referência os dados fornecidos pelas operadoras no período de agosto/13 a novembro/13 Serviços gerenciados Além das linhas do Serviço Regular Comum e Especial, a EMTU/SP é responsável pelo gerenciamento de outros sistemas: Corredores Metropolitanos ABD (São Mateus – Jabaquara) e sua extensão Diadema - São Paulo (Morumbi), na RMSP, e Vereador Biléo Soares (Noroeste), na RMC. Também é responsável pelos seguintes serviços: • ORCA/RTO (Operador Regional Coletivo Autônomo/Reserva Técnica Operacional): serviço especial de característica complementar, que opera na RMSP e RMC com veículos de baixa capacidade (até vinte passageiros). • Ponte ORCA Zoo - transporte especial operado por micro-ônibus, que parte do Terminal Jabaquara, para facilitar o acesso da população à Fundação Parque Zoológico de São Paulo. • SEC – Serviço Especial Conveniado – LIGADO - operado pelos ORCA/RTO da RMSP e da RMC, que transporta pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida severa, por meio de convênios ou contratos firmados entre a EMTU/SP e entidades assistenciais ou órgãos Federais, Estaduais e Municipais. • Fretamento – ônibus rodoviários e micro-ônibus cadastrados para o transporte de pessoas em viagens eventuais ou contínuas para grupos fechados de passageiros. • Transporte Escolar – ônibus e micro-ônibus cadastrados para o transporte de estudantes em ligações intermunicipais. • Airport Bus Service – ônibus rodoviários de alto padrão de conforto para atender aos usuários que embarcam e desembarcam nos Aeroportos de Congonhas e Internacional de Guarulhos, na RMSP. Gerência Regional do Vale do Paraíba/Litoral Norte No processo de estruturação da GRV foram contratados, por meio de concurso público 31 empregados (agentes fiscais e administrativos); inspecionados 318 ônibus distribuídos em 10 garagens das empresas permissionárias; regularizadas 179 empresas de fretamento e fretamento escolar, no total de 1.261 veículos; realizadas pesquisas de embarque e desembarque nas 73 linhas; cadastrados os pontos de parada para fiscalização eletrônica em tempo real. As permissionárias substituíram 37 ônibus antigos por ônibus zero quilômetro; da frota regular comum 54% veículos estão com identidade visual no padrão metropolitano; 52% são veículos acessíveis; O Centro de Atendimento ao Passageiro Especial foi instalado em São José dos Campos para a concessão da gratuidade aos usuários com deficiência. O município de Lorena assinou o convênio de cooperação técnica com a EMTU/SP para a implantação dos programas de melhoria do transporte metropolitano (Pró-Polos e Sivim). Renovação e acessibilidade da Frota Em 2013 as concessionárias e permissionárias adquiriram veículos novos, refletindo na idade média da frota em operação e melhorando a acessibilidade às pessoas com deficiência, conforme determina o Decreto Federal nº 5.296/2004. INCLUSÃO DE REGIÃO RMSP RMBS RMC RMVP/LN TOTAL
VEÍCULOS COM NOVOS ÔNIBUS 2013 488 28 19 37 572
TOTAL ACESSIBILIDADE 3.174 465 318 87 4.044
DA FROTA 4.917 520 579 318 6.334
Nota: nas RMSP e RMC estão incluídos os veículos dos serviços SEC Ligado e ORCA/RTO Fiscalização e Inspeção Operacional A EMTU/SP é responsável pelo cadastramento e inspeção de 6.334 ônibus do Sistema Regular (Comum e Seletivo), dos 239 veículos do Serviço SEC Ligado e dos 343 do ORCA/RTO, além de 17,7 mil veículos, aproximadamente, dos Sistemas de Fretamento e Transporte Escolar. Em 2013, nas quatro Regiões Metropolitanas do Estado de São Paulo foram feitas cerca de 50 mil fiscalizações para controle da operação dos serviços Comum, Seletivo, Fretamento e Transporte Escolar e em torno de 50 mil inspeções veiculares, nas quais FORAM verificados aproximadamente 500 itens ligados à segurança e manutenção dos veículos. Centro de Gestão e Supervisão Em 2013 foi concluída a implantação do Centro de Gestão e Supervisão – CGS, na unidade de São Bernardo do Campo, onde a frota de ônibus e micro-ônibus que operam as linhas intermunicipais das quatro Regiões Metropolitanas é monitorada em tempo real, por meio de software e equipamentos instalados nos veículos, permitindo ações imediatas para a normalização da operação do sistema, além de fornecer dados precisos para o planejamento do transporte metropolitano. PLANEJAMENTO DO SISTEMA METROPOLITANO Mudanças operacionais Ações foram adotadas para facilitar a mobilidade da população, com as integrações entre linhas metropolitanas, por meio do Cartão BOM, nas ligações entre Carapicuíba, Osasco e Guarulhos com São Paulo, além da interligação entre Cubatão e Santos na RMBS. Serviço Corujão Em setembro foi criado o Serviço Corujão composto de cinco linhas que nos finais de semana atendem a zona Oeste da capital, área de grande concentração de casas noturnas. Mais 10 linhas que partem das estações do Metrô também funcionam neste período até a chegada do último trem para garantir o transporte à população. Outras ações nas quatro Regiões Metropolitanas - Criadas nove linhas e serviços complementares. - 1.720 intervenções para ajustes de tabelas horárias, itinerários, frotas, etc. - Elaboração de 475 Estudos Técnicos e 210 Informações Técnicas enviadas à Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM). GESTÃO DO TRANSPORTE METROPOLITANO A EMTU/SP tem como diretriz realizar a concessão do Sistema de Transporte Metropolitano por Ônibus nas Regiões Metropolitanas, o que possibilita a definição mais clara dos direitos e obrigações dos operadores. Na RMSP quatro áreas já operam em regime de concessão desde 2006. São elas: CONCESSIONÁRIA PRINCIPAIS MUNICÍPIOS INTERVIAS – ÁREA1 Cotia, Embu das Artes, Taboão da Serra, Itapecerica da Serra ANHANGUERA – ÁREA 2 Osasco, Barueri, Santana do Parnaíba INTERNORTE – ÁREA 3 Guarulhos, Mairiporã, Arujá UNILESTE – ÁREA 4 Mogi das Cruzes, Suzano, Poá, Ferraz de Vasconcelos Área 5 – municípios do ABC Foram elaborados os estudos para a licitação de nova permissão nos termos da legislação vigente. Em setembro a minuta do edital foi disponibilizada no site da EMTU/SP e sua publicação aguarda decisão sobre processo de reabilitação judicial proposto por algumas das empresas que atuam na região. O novo contrato terá vigência até 2016, quando vencem também os contratos das outras quatro áreas de operação, e levará em conta os projetos de mobilidade urbana para a área. RMBS Na RMBS está em implantação o SIM/VLT - Sistema Integrado Metropolitano/VLT para reestruturar o transporte público na região. O modelo de operação é uma Parceria Público-Privada (PPP) precedida de obra pública. O Governo do Estado investe em obras civis, desapropriações e material rodante (VLT) e o parceiro privado deverá operar o SIM/VLT, incluindo as linhas de ônibus metropolitanos, além da responsabilidade de expandir o VLT. Em 2013 foi aprovada a modelagem final pelo Conselho Gestor de PPP, realizadas Audiências Públicas em Santos e em São Paulo e, a partir de dezembro, ficou disponível a minuta do edital para consulta pública. O edital será publicado no primeiro trimestre de 2014. RMC A licitação para a concessão do transporte metropolitano na RMC foi reaberta em março de 2013, após avaliação do Conselho Diretor do Programa Estadual de Desestatização, que aprovou a proposta de flexibilizar a forma de contratação da futura concessionária (Empresa isolada, consórcio de empresas ou Sociedade de Propósito Específico). Foram apresentados pedidos de esclarecimentos (março/abril) e impugnações (abril/maio) ao Edital, sendo a licitação adiada “SINE DIE”. A EMTU/SP fez novos ajustes no edital, os quais foram deliberados pela STM no mês de dezembro. O novo edital foi publicado em janeiro de 2014. Outras ferramentas de Gestão do Sistema - Bilhetagem Eletrônica A Bilhetagem Eletrônica facilita o planejamento do sistema de transporte para o dimensionamento preciso da rede e favorece a adoção de políticas tarifárias, propiciando mais mobilidade com a integração entre os modos de transporte. No Corredor Metropolitano ABD, em 2013, os bilhetes magnéticos do tipo Vale Transporte, Escolar e Integração com ônibus Intermunicipais foram retirados do sistema, sendo substituídos pelo Cartão BOM. BOM nos Trilhos – em continuidade ao programa, 138 estações do Metrô e da CPTM passaram aceitar o cartão para o pagamento da tarifa. Todas as estações da CPTM aceitam o BOM, assim como as das linhas 1 Azul, 3 Vermelha e 5 Lilás do Metrô. - Índice de Qualidade do Transporte O IQT é uma ferramenta de avaliação da qualidade dos serviços de transporte, baseada em indicadores de desempenho que refletem o padrão dos serviços prestados pelas permissionárias e consórcios. O índice geral é composto por índices parciais: frota, operação, desempenho econômico-financeiro e satisfação do cliente. Em 2013 foram feitas 24 mil entrevistas com os usuários das Regiões Metropolitanas de São Paulo, Baixada Santista e Campinas. - Sistema Viário de Interesse Metropolitano - SIVIM O Programa SIVIM tem o objetivo de estabelecer, em conjunto com as prefeituras, padrões, procedimentos e parâmetros para os projetos, operação e manutenção das vias que integram o sistema de transporte metropolitano. Em 2013 os estudos foram apresentados em diversos municípios das Regiões Metropolitanas de São Paulo, Baixada Santista e Vale do Paraíba/Litoral Norte para avaliação das ações propositivas e aspectos conceituais contidos no “Sumário SIVIM 2012”. Também serviu de base para o “Plano Metropolitano de Desenvolvimento Estratégico da Baixada”, em finalização pela Secretaria de Desenvolvimento de Ciência e Tecnologia, e como subsídio para o PAC da Mobilidade da Baixada Santista. APRIMORAMENTO DOS CORREDORES METROPOLITANOS Corredor Metropolitano ABD (São Mateus-Jabaquara) e Extensão Diadema - São Paulo (Morumbi) Liga São Mateus, zona Leste da capital paulista, ao Jabaquara, na zona Sul, atravessando quatro municípios do ABC: Mauá, Santo André, São Bernardo do Campo e Diadema. Possui 33 km de extensão, totalmente exclusivos para ônibus, nove terminais de integração, além da extensão de 12 km que liga Diadema a São Paulo (Morumbi). Acessibilidade - as obras para facilitar os deslocamentos das pessoas com deficiência (elevador, reforma de banheiros, portões automáticos, pisos táteis, corrimãos, rampas,
RELATÓRIO DA DIRETORIA 2013 etc) nos Terminais Metropolitanos Ferrazópolis, Santo André e Diadema estão praticamente concluídas. Estão em andamento as intervenções nos Terminais Piraporinha e São Mateus. Modernização da rede de trólebus – foram concluídos os testes da nova rede aérea instalada no trecho entre Diadema (Piraporinha) e São Paulo (Jabaquara), além da repotencialização da rede existente entre Diadema (Piraporinha) e São Paulo (São Mateus) com a instalação de 14 novas subestações mais a reforma das 14 existentes. Corredor Metropolitano Vereador Biléo Soares (Noroeste) Com 13,9 Km de extensão e 6,7 Km de faixas exclusivas para ônibus, o corredor liga Campinas aos municípios de Hortolândia, Sumaré, Monte Mor e Americana e conta com dois terminais de integração, duas estações de transferência, estações de embarque e desembarque e duas paradas equipadas com itens de acessibilidade, inclusive elevador. Extensão Nova Odessa – Americana - Santa Bárbara D´Oeste (24,3 km) – Implantação de 13,6 km de faixas exclusivas e adequações e melhoramentos em 10,7km no viário; construção de dois terminais (Americana e Santa Bárbara D’Oeste); de três estações de transferência (São Paulo, Amizade e Nova Odessa); reforma do Terminal de Nova Odessa; construção do Complexo Viário Jean Nicolini (Nova Odessa); transposição do Córrego Mollon e seu afluente (Santa Bárbara D´Oeste); e ciclovia ao longo da Av. Ampélio Gazeta (Nova Odessa). Realizadas audiências públicas em Nova Odessa e Santa Bárbara D´Oeste em março. Os projetos foram consolidados em março e em junho foi publicado DUP, a Licença Prévia foi obtida em agosto e a Licença de Instalação em dezembro. Em junho foram homologados os consórcios e empresas pré-qualificadas para participação da licitação de obras. A publicação do edital de obras ocorreu em agosto e as obras começaram em dezembro com previsão de término em dezembro de 2014. Valor do empreendimento é de R$ 145 milhões. - Trecho Campinas - Sumaré (3,7 km) – Extensão do corredor da Av. Olívio Franceschini (Hortolândia), construção de três Estações de Transferência (uma em Sumaré – Km 110 da Rod. Anhanguera, e duas em Hortolândia (Pinheiros e Perón), de dois Terminais de Integração (Sumaré e Rosolém - Hortolândia) e da Parada III da Av. Lix da Cunha (Campinas). A contratação da elaboração dos projetos foi em agosto e a previsão de término é em março de 2014. Em junho ocorreu a homologação dos consórcios e empresas pré-qualificadas para participação da licitação de obras. Variante Sumaré-Hortolândia (7,4 km) - Ligação das Avenidas Rebouças (Sumaré) e Olívio Franceschini (Hortolândia); construção de sete pontes e do viaduto estaiado sobre a linha férrea e Ribeirão Quilombo. Os projetos foram contratados em agosto com previsão de término em agosto de 2014. PLANO DE ESTRUTURAÇÃO DO TRANSPORTE METROPOLITANO POR ÔNIBUS Sistema Integrado Metropolitano/Veículo Leve sobre Trilhos O SIM da Baixada Santista é uma rede de transporte metropolitano estruturada, por meio de uma linha principal (troncal), de média capacidade de transporte, que será operada por VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). Será integrado às linhas de ônibus metropolitanos e municipais. Na primeira etapa o sistema envolve a ligação por VLT entre Barreiros, em São Vicente, e o Porto de Santos, com uma extensão de 11,2 km, mais uma extensão de cerca de 5,6 km de Conselheiros Nébias - Porto - Valongo, em Santos, totalizando 16,8 km. O investimento total previsto é de R$ 1 bilhão (projetos, gerenciamento, desapropriações, obras, materiais rodantes e sistemas). TRECHO SÃO VICENTE (BARREIROS) – PORTO DE SANTOS - EM OBRAS Nesse trecho de 11,2 km estão sendo construídos em São Vicente um Terminal de Integração e uma Estação de Transferência, seis estações de embarque e desembarque; em Santos são um Terminal de Integração, uma Estação de Transferência, cinco estações de embarque e desembarque e pátio de manobra. A prospecção arqueológica foi realizada entre fevereiro e março e a Licença de Instalação foi obtida em maio. Neste mesmo mês o Consórcio Expresso VLT iniciou as obras desse trecho, com previsão de término em junho de 2014. O valor do contrato é de R$ 313,5 milhões e foi aditado para R$ 383,3 milhões em função, principalmente, da inclusão do trecho de 1,5 km da Av. Conselheiro Nébias ao Pátio do Porto (antes previsto no Lote 2 de obras), para assegurar local adequado de estacionamento dos primeiros veículos. TRECHO CONSELHEIRO NÉBIAS – PORTO – VALONGO EM SANTOS - ESTUDOS E LICENÇAS AMBIENTAIS Trecho em Santos, de 5,6 km, inclui a construção de um Terminal, uma Estação de Transferência e 10 estações de embarque e desembarque. O projeto executivo foi contratado e está em desenvolvimento. Foi elaborado e entregue o Relatório Ambiental Preliminar (RAP) à Cetesb. Foi publicado em janeiro de 2014 o edital para contratação dos Estudos de Impacto Ambiental (EIA-RIMA). Em março teve início a elaboração do projeto básico do trecho Conselheiro Nébias – Valongo, concluído em outubro. Em junho foram homologados os consórcios e empresas pré-qualificados para participar da licitação de contratação de obras. MATERIAL RODANTE – iniciada em janeiro a construção dos 22 VLT´s pelo CONSÓRCIO TREMVIA SANTOS. O primeiro VLT está programado para ser entregue em maio de 2014 e todos os veículos até maio de 2015. Investimento de R$ 209 milhões. SISTEMAS E SINALIZAÇÃO – em janeiro foi assinado o contrato com o CONSÓRCIO VLT RMBS vencedor da licitação pública para fornecimento de sistemas de energia, sinalização, telecomunicações, controle de arrecadação e de passageiros. Investimento de R$ 123 milhões. OUTROS TRECHOS - Os estudos para os demais trechos estão em elaboração. São eles: projeto básico dos trechos Barreiros/Samaritá - 7,4km e Cons. Nébias/Ponta da Praia - 4,4km e desenvolvimento do projeto funcional do sistema BRT que ligará Praia Grande (Vila Caiçara) a São Vicente (futura Estação Mascarenhas de Moraes do VLT). Corredor Guarulhos - São Paulo (Tucuruvi) O Corredor Guarulhos – São Paulo (Tucuruvi) foi concebido para reestruturar o transporte metropolitano na região com faixas exclusivas para ônibus, redistribuição das paradas e readequação dos semáforos ao longo do traçado. O projeto foi dividido em três trechos e visa integrar fisicamente as linhas metropolitanas e municipais para maior mobilidade dos usuários. Trecho Taboão – Cecap (3,7 km) - Em julho foi entregue o primeiro trecho do corredor que possui três faixas por sentido, sendo uma delas exclusiva para a ônibus, por onde circulam cinco linhas metropolitanas, com uso compartilhado com linhas municipais. Em média são transportados 15 mil usuários por dia. O investimento nesse trecho foi de R$ 39,7 milhões, incluindo os terminais de integração. Trecho Cecap – Vila Galvão (12,3 km) – essa ligação envolve a construção do Terminal Vila Galvão, duas Estações de Transferência (Vila Endres e Emilio Ribas) e 20 estações de embarque e desembarque. Serão três faixas por sentido, sendo uma exclusiva para ônibus. Nesse trecho a estimativa é de que sejam transportados 60 mil passageiros por dia. Em fevereiro foi assinado o contrato de execução das obras com o Consórcio Ferreira Guedes – Araguaia. Em julho, concluída a prospecção arqueológica do trecho e em agosto iniciadas as obras com finalização prevista para dezembro de 2014. Está em andamento a licitação para a contratação de empresa de apoio, fiscalização da execução das obras e gestão ambiental. O valor do investimento é de R$ 78,7 milhões. Trecho Vila Endres/Tiquatira/Penha (4,08km) – ligará o futuro Terminal Metropolitano Vila Endres, em Guarulhos, à futura Estação Tiquatira da CPTM, no bairro da Penha, em São Paulo. Serão construídas oito estações de embarque e desembarque, e duplicação da Ponte Imigrante Nordestino e criação de outra passagem inferior (ao lado da existente) da linha da CPTM. A previsão é de que 40.800 passageiros sejam transportados nesse trecho. Serão duas faixas por sentido com pavimento rígido nas paradas. Estão em desenvolvimento os projetos da passagem inferior e obras complementares da CPTM. Em março foi publicado o DUP para área do Terminal Vila Endres. Em junho foram homologadas as empresas e consórcios pré-qualificados para participar da licitação de obras. A publicação do edital para contratação de obras para o Terminal Vila Endres, viário (2,85Km) e a duplicação da Ponte está prevista o segundo trimestre de 2014. O investimento estimado é de R$ 90 milhões. Corredor Metropolitano Itapevi – São Paulo (Butantã) O traçado do Corredor Metropolitano Itapevi - São Paulo, de 23,6 km, começa junto à Estação Itapevi, da CPTM, passando por Jandira, Barueri, Carapicuíba, Osasco e São Paulo, onde futuramente será integrado com os ônibus municipais de São Paulo no Terminal Amador Bueno (Vila Yara). O projeto foi dividido nos seguintes trechos: Trecho Itapevi – Jandira (5 km) – inclui a construção do Terminal Itapevi, três Estações de Transferência, 10 estações de embarque e desembarque, viaduto sobre a Rua Ameríndia e passarela sobre a via férrea. Em fevereiro as obras foram interrompidas em virtude da rescisão do contrato com o Consórcio responsável devido ao descumprimento de prazos. Em março foi publicado novo edital. Houve questionamentos com nova publicação em junho. A execução das obras remanescentes foi iniciada pela empresa EMPARSANCO S/A em novembro de 2013 com conclusão prevista para novembro de 2014. A estimativa é de que sejam transportados 10 mil passageiros por dia e o investimento é de R$ 57,7 milhões. Trecho Jandira – Terminal Carapicuíba (8,8 km) – construção do Terminal Carapicuíba, Estação de Transferência de Barueri e 10 estações de embarque e desembarque. Em julho foi publicado o DUP para a construção do terminal. Licença Prévia (ambiental) obtida em junho e Licença de Instalação prevista para março de 2014. Em junho foram homologadas as empresas e consórcios pré-qualificados para participar da licitação de obras. Em agosto foi publicado o edital de obras e republicado em dezembro em função de questionamentos. As obras estão previstas para começar no primeiro trimestre de 2014 e o investimento estimado é de R$ 110 milhões. Trecho Terminal Carapicuíba – Osasco km 21 (2,2 km) – construção do Terminal Osasco km21, duas estações de embarque e desembarque, viaduto Carapicuíba e alças de acesso. Licença Prévia (ambiental) obtida em junho de 2013 e Licença de Instalação (ambiental) prevista para março de 2014. Plano de Prospecção Arqueológica protocolado no IPHAN em novembro. Em junho empresas e Consórcios foram pré-qualificados para participação da licitação de obras. Edital para contratação de obras com previsão de publicação para março 2014 e previsão de início das obras no segundo trimestre de 2014. O investimento previsto é de R$ 100,5 milhões. A estimativa é que sejam transportados nesses dois trechos 33 mil passageiros por dia. Trecho Km21 Osasco – Terminal Vila Yara (Osasco) – Remodelação do Terminal Amador Bueno (Vila Yara), construção de 11 estações de embarque e desembarque e a estimativa de transportar 90 mil passageiros por dia. Em Fevereiro de 2014 começou a elaboração dos projetos básicos, executivo, estudos ambientais e de desapropriação. A conclusão está prevista para o segundo semestre de 2014 e o investimento estimado é de R$ 106 milhões. BRT Metropolitano Perimetral Leste - Jacu Pêssego Terá 14,4 km (trecho 2) de extensão ao longo da Av. Jacu-Pêssego que interligará os Corredores Metropolitanos Guarulhos – São Paulo (em construção) e o ABD (São Mateus - Jabaquara). Contará com faixas exclusivas para ônibus com ultrapassagem nas estações. Farão parte do sistema os Terminais Metropolitanos CECAP, em Guarulhos, e o intermodal São Mateus, 13 estações de embarque e desembarque, nove passarelas e Estação de Transferência Dom Bosco que permitirá integração com os trens da CPTM. A demanda estimada é 175 mil passageiros/dia e o investimento para o trecho prioritário previsto é de R$ 137,5 milhões. Foram contratados em novembro o projeto básico, estudos para licenciamentos ambientais e desapropriações. O corredor inicialmente contava com 26,7 km de extensão, porém com o estudo funcional e a compatibilização com os projetos da SPTrans (São Paulo) e da Secretaria Trânsito e Transporte de (Guarulhos) foram excluídos do contrato o Trecho 1 de ligação em Guarulhos (exceto ampliação do Terminal CECAP) e trecho 3 na Av. Ragueb Choffi. Em junho foram homologados consórcios e empresas pré-qualificados para participar da licitação de obra do Trecho 2. Para a remodelação do Terminal São Mateus foi contratada a elaboração do Projeto Funcional do Complexo Intermodal, que inclui ainda um estudo de micro simulação da circulação e a requalificação urbana na região de São Mateus. BRT Metropolitano Alphaville – Cajamar Ligará os municípios de Barueri, Santana de Parnaíba e Cajamar. Atenderá áreas de perfil industrial, comercial e residencial e será integrado com a CPTM no Terminal Antonio João, em Barueri. Terá 28,9 km de extensão, onde serão construídos dois Terminais de Integração, 33 estações de embarque e desembarque, implantação de 11,3 km de ciclovia. O investimento estimado é de R$ 433,2 milhões. Está em avaliação pelo Conselho Gestor do Programa de Parcerias Público-Privadas do Estado de São Paulo uma Manifestação de Interesse da Iniciativa Privada (MIP) pelas empresas Promon Engenharia Ltda., Ballard Power Systems, Linde Gases Ltda. e CAIO Induscar Indústria e Comércio para estudos de Implantação de Corredor de Ônibus a Hidrogênio no Trecho Antônio
João – Alphaville – Santana de Parnaíba. Em abril foram realizadas Audiências Públicas em Cajamar, Barueri e Santana de Parnaíba. Em agosto foi publicado o edital para a contratação dos Projetos Básico e Executivo, licenciamentos ambientais e desapropriações (em fase final de licitação). BRT Metropolitano Perimetral Alto Tietê (Arujá – Ferraz de Vasconcelos) Atenderá o eixo Nordeste/Leste da RMSP, facilitando a transposição das Rodovias Dutra e Ayrton Senna, além de propiciar integração com as Linhas 12 Safira e 11 Coral da CPTM. O primeiro trecho entre Arujá e Itaquaquecetuba terá 13,5 km de faixa exclusiva para ônibus, dois Terminais de Integração, duas Estações de Transferência e 18 estações de embarque e desembarque, 13,2 km de ciclovia e duas passarelas. O segundo trecho entre Itaquaquecetuba, Poá e Ferraz de Vasconcelos terá mais 7,4 km e a construção de um Terminal em Ferraz de Vasconcelos e reforma/adequação do Terminal Cidade Kemel. Em abril foi publicado o edital de contratação dos projetos básico e executivo nos diversos trechos do sistema, licenciamento ambiental e desapropriações. Nesse mesmo mês foi realizada Audiência Pública sobre o projeto. Em dezembro foi homologado o Consórcio Projeto BRT Arujá para o desenvolvimento dos estudos (contrato em 15/01/2014). O investimento previsto é de R$ 336,8 milhões (valor referente ao primeiro trecho) BRT Metropolitano Itapevi – Cotia Terá 9,4 km de extensão, propiciará ligação perimetral entre os dois municípios que, por meio do Terminal Metropolitano de Cotia, já existente, será conectado com o futuro Corredor Metropolitano Itapevi – São Paulo, em Itapevi. Serão construídos um terminal de integração, 17 estações de transferência e 7,7 km de ciclovia, além da modernização/ adequação do Terminal Cotia. Haverá integração com o sistema ferroviário nas Estações Itapevi e Eng. Cardoso da CPTM. Em abril foi realizada Audiência Pública sobre o projeto. Em setembro foi publicado o edital para a contratação dos projetos básico e executivo das obras e de ITS (Sistema Inteligente de Transporte), licenciamentos ambientais e desapropriações, ainda em processo de licitação. Esse corredor transportará em torno de 68.700 passageiros e o investimento previsto é de R$ 127, 4 milhões. OUTROS PROJETOS Programa de Revitalização dos Pólos de Articulação Metropolitana – Pró-Polos O programa Pró-Polos foi criado com base nas premissas do SIVIM – Sistema Viário de Interesse Metropolitano e tem o objetivo de revitalizar os principais núcleos urbanos dos municípios para garantir as condições adequadas de circulação e segurança aos cidadãos com a adequação do viário, sinalização, implantação de estações de embarque e desembarque e mini-terminais acessíveis, tratamento paisagístico, adequação de passeios públicos, etc. Ao longo de 2013 foram elaborados os projetos executivos de sete Pro-Pólos: Lapa (São Paulo), Centro (Embu-Guaçu), Cipó (Embu-Guaçu), Caucaia do Alto (Cotia), Monte Belo (Itaquaquecetuba), Itapecerica da Serra e Franco da Rocha para futura contratação das obras. Também foram concluídos os projetos funcionais de três Pro-Pólos – Humaitá (São Vicente), Pirapora do Bom Jesus e Carapicuíba. O investimento é da ordem de R$ 1,1milhão. Estação de Transferência Munhoz Junior Em junho de 2013 foram concluídas as obras da Estação de Transferência Munhoz Junior, no limite entre os municípios de Osasco e Barueri, na RMSP, com o objetivo de reorganizar o fluxo das linhas de ônibus na Av. Diretriz, área situada próxima ao Rodoanel Mario Covas e da Rodovia Presidente Castelo Branco. Construído no canteiro central, com extensão 130 metros, possui pista em pavimento rígido, plataforma elevada, itens de acessibilidade para pessoas com deficiência, banheiros, cobertura metálica e sala de acompanhamento operacional. A região foi reurbanizada com tratamento paisagístico. O investimento total foi de R$ 1,3 milhão. RESPONSABILIDADE SOCIAL E AMBIENTAL E Bus – Ônibus Elétrico a Baterias - A EMTU/SP, em parceria com Mitsubishi Heavy Industries (MHI), a Mitsubishi Corporation (MC), ambas do Japão, a Concessionária Metra e a Eletra Tecnologia de Tração Elétrica, iniciou os testes com o primeiro ônibus articulado do mundo movido a baterias e, portanto, totalmente limpo. O veículo circulará em operação comercial no trecho Diadema – São Paulo (Morumbi) do Corredor Metropolitano ABD, durante o primeiro semestre de 2014, para avaliar a viabilidade técnica e econômico-financeira dessa nova tecnologia. Projeto “Ônibus a Célula a Combustível Hidrogênio para Transporte Urbano no Brasil” A EMTU/SP, em conjunto com o Ministério de Minas e Energia (MME) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com apoio do Global Environment Facility - GEF e da Financiadora de Estudos e Projetos - FINEP, desenvolve o projeto e acompanha o desempenho do ônibus protótipo no Corredor Metropolitano ABD. O veículo é totalmente limpo e libera vapor de água na atmosfera. A Estação de Produção e Abastecimento de Hidrogênio está em fase final de instalação, com previsão de início de operação no primeiro trimestre de 2014. Mais três ônibus estão em construção. O primeiro será entregue no primeiro semestre de 2014 e os demais no segundo semestre do mesmo ano. Gerenciamento Ambiental Continua a participação da EMTU/SP no Programa Internacional STAQ – Transporte Sustentável e Qualidade do Ar, que por intermédio de cooperação técnica com a ANTP - Associação Nacional de Transportes Públicos - e de doação de US$ 1,3 milhão pelo Banco Mundial, desenvolve estudos, metodologias e sistemas informatizados para implantação do gerenciamento ambiental e a inserção de tecnologias ambientais no sistema de transporte. A ANTP já contratou dois estudos: I - Inventário de emissões de poluentes no sistema metropolitano e II - Comparação de tecnologias veiculares de tração. Mais dois trabalhos deverão ser contratados no âmbito do programa. Cabe à EMTU/SP a supervisão técnica dos projetos que serão recebidos sob a forma de doação. A previsão de conclusão de todos os trabalhos é para o final de 2014. Programa Conscientizar O Programa ConscientizAR visa diminuir a emissão de poluentes dos ônibus metropolitanos com a conscientização das empresas operadoras sobre a necessidade de manter os motores regulados. A emissão da fumaça preta é medida pelo opacímetro e em caso de reprovação do veículo, a operadora é notificada e na reincidência multada. Em 2013, na RMSP foram inspecionados 4.476 veículos, dos quais 83,4% foram aprovados; na RMBS passaram pela inspeção 930 ônibus e 94% foram aprovados; e na RMC a aprovação foi de 84% de um total de 1.980 veículos. Passageiro Especial - Serviço Especial Conveniado - Ligado Em 2013, o número de usuários deste serviço criado para transportar pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida severa, passou de 1.404 para 1.972 usuários, entre estudantes e acompanhantes. A frota em operação também cresceu de 160 para 240 veículos adaptados, todos monitorados via satélite, sendo 52 na RMC e os demais na RMSP. Com base no convênio firmado com a Secretaria Estadual de Educação, os alunos transportados fazem parte da Rede Regular de Ensino, da Associação de Amigos do Autista - AMA e da Associação de Assistência a Criança Deficiente – AACD. Campanhas Diversas campanhas sociais foram promovidas nos terminais metropolitanos, com destaque para as sete edições da Campanha de DST/AIDS, em parceria com a prefeitura de São Paulo, com teste rápido de HIV e distribuição de preservativos masculinos e femininos; de prevenção contra a hepatite C, em parceria com a Roche, realizada 18 vezes em diversos terminais do Corredor Metropolitano ABD, com testes gratuitos para detecção do vírus causador da doença; além de outros temas como o “Dia da Visibilidade Trans”, contra a homofobia, “Espalhe Respeito”, e “Use Fones de Ouvido” que incluiu também a afixação de cartazes nos 5 mil ônibus das Regiões Metropolitanas de São Paulo, Baixada Santista e Campinas. Cultura - Arte nos Terminais Em 2013 o programa Arte Nos Terminais promoveu mais de 20 atrações musicais, com destaque para as apresentações do rapper Rodrigo Ogi e da banda Zoom Beatles, além de duas apresentações teatrais. RELACIONAMENTO COM USUÁRIOS E COMUNIDADES Em 2013, a Ouvidoria e a Central de Atendimento ao Cliente, entre ligações telefônicas e outras formas de comunicação (cartas, internet, fax, etc), realizaram 222.969 atendimentos. Desse total somente 8,73% se referem a reclamações, conforme tabela abaixo: Item
Descrição
Quantidade Participação em % no total de atendimento Itinerário das linhas intermunicipais 68.787 30,85 Valores de tarifas 24.970 11,20 Informações Telefones úteis 14.864 6,67 Serviços disponibilizados 21.859 9,80 Outras* 71.241 31,95 Subtotal 90,47 Demandas Sugestões e Elogios 1.778 0,80 Reclamações e/ou Denúncias 19.470 8,73 Subtotal 9,53 TOTAL 222.969 100 *(Cart.Pass.Especial, endereço, greve, horário, integração, isenção tarifária, passe desempregado, passe escolar, passe idoso e vale transporte). EMTU/SP na Comunidade Por meio do Programa EMTU na Comunidade, foram realizados levantamentos sócio-econômicos, entrevistas, atendimento por meio de 0800, atendimentos presencias nos empreendimentos da empresa, distribuição de materiais informativos e orientação geral sobre interdição de vias, desapropriações e desocupações, entre outras atividades, a fim de minimizar os impactos sociais das intervenções feitas para obras, reformas e implantação de serviços diversos pela empresa. Também foram realizadas reuniões com grupos específicos, além de audiências públicas nas Regiões Metropolitanas, para informar à sociedade sobre os principais projetos da EMTU/SP. VLT da Baixada Santista – para este projeto várias ações foram promovidas como encontros com a população em Santos e São Vicente, com a presença da direção e técnicos empresa; workshops com os professores de escolas da região para esclarecimentos sobre os trabalhos de prospecção arqueológica; concurso cultural “VLT na sua Onda” para a pintura do primeiro VLT; parceria com grafiteiros, skatistas e artistas plásticos da RMBS com a disponibilidade de espaços para manifestação artísticas nas futuras estações; e montagem da estação cenográfica com protótipo do VLT, em São Vicente, a fim de divulgar e prestar esclarecimentos sobre o novo sistema, por meio de atendimento de monitores e distribuição de material informativo. Redes Sociais, Internet e Imprensa As redes sociais como Facebook, Twitter e Flicker têm sido ferramentas importantes para estreitar o relacionamento com os clientes, por meio de respostas a sugestões, dúvidas, reclamações e divulgação de programas e ações da EMTU/SP. Internet - o site www.emtu.sp.gov.br é outro canal que disponibiliza aos clientes uma fonte completa de informações sobre os projetos, serviços e opções de deslocamentos no sistema (consulta de itinerários). Aplicativo para celular - Em 2013 começaram os testes com o aplicativo desenvolvido para consulta das linhas, permitindo ao usuário a programação da viagem de modo fácil e prático, além da obtenção dos serviços que atendem a área onde é feito o acesso e conhecimento sobre o tempo em que o ônibus chegará no ponto de embarque. Imprensa - A política de transparência adotada pela empresa no relacionamento com a imprensa das quatro Regiões Metropolitanas também facilitou a relação com os usuários, com a ampla divulgação de assuntos pertinentes à sua área de atuação. Comunicação com Usuários Para garantir a compreensão dos usuários sobre mudanças operacionais, criação de linhas, entre outras providências, a EMTU/SP disponibilizou folhetos, banners, totens, livretos, equipes de monitoramento nos terminais, além da publicação de anúncios informativos em jornais e rádios nas Regiões Metropolitanas do Estado. Eventos técnicos A direção da empresa participou de diversos eventos técnicos como InfraBrasil Expo&Summit – 2013, em São Paulo, no debate sobre iniciativas e modernização tecnológica em combustíveis alternativos; do 2º Seminário sobre Trólebus e do Seminário “Corredores de Ônibus para as Cidades do Futuro, ambos realizados no Instituto de Engenharia de São Paulo. Técnicos da empresa também participaram de congressos e eventos internacionais como o 60º Congresso Mundial de Transporte Público, em Genebra, 19º Seminário do Grupo Internacional de Trólebus da UITP - União Internacional de Transportes Públicos, em Moscou, 9º Salão Latino Americano de Veículos Elétricos, em São Paulo, 12º Reatech – Feira Internacional de Tecnologias de Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade, em São Paulo, e ainda do 1º Fórum continua
quinta-feira, 20 de março de 2014
ECONOMIA - 39
DIÁRIO DO COMÉRCIO
...continuação
EMPRESA METROPOLITANA DE TRANSPORTES URBANOS DE SÃO PAULO S/A. - EMTU/SP CNPJ nº 58.518.069/0001-91 RELATÓRIO DA DIRETORIA 2013 R$ 247,84. Os treinamentos tiveram enfoque administrativo, operacional e capacitação na área de informática, destacando-se o significativo número de colaboradores treinados em software de gerenciamento de projetos, destinado aos novos colaboradores. DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO No encerramento do exercício de 2013, ficou evidenciada a realização de uma gestão financeira equilibrada no uso dos recursos de forma a manter a EMTU/SP como empresa não dependente, sem a necessidade de subvenção do Governo do Estado. Porém a gestão econômica registrou prejuízo contábil no montante de R$ 23,788 milhões. Este fato não refletiu nos Índices de Liquidez, Grau de Endividamento e Margem Bruta. A apuração de resultado do exercício de 2013 e os lançamentos de ajustes das contas patrimoniais estão devidamente detalhados como notas explicativas dos diversos relatórios que compõem o encerramento do Balanço de 2013 da EMTU/SP. REALIZAÇÃO ORÇAMENTÁRIA 2013. A execução orçamentária do exercício de 2013 ocorreu de forma satisfatória, equilibrada e dentro dos parâmetros estabelecidos no Orçamento Empresarial para o período. As Receitas Próprias de Gerenciamento alcançaram um nível de realização da ordem de 102,68% em relação ao projetado para o período. As Despesas de Custeio alcançaram um nível de realização da ordem de 95,69% em relação ao total projetado de despesas para o período.
Para o programa de investimentos em infraestrutura de Transporte nas Regiões Metropolitanas do Estado São Paulo, O Tesouro do Estado disponibilizou dotação de recursos orçamentários na Fonte 1 e Fonte 7(Operações de Crédito), para EMTU/SP, em R$ 506,4 milhões, que somados os recursos próprios da Empresa, no valor de R$ 3,4 milhões, totalizam R$ 509,8 milhões para exercício de 2013. Desse montante foram repassados e realizados os seguintes valores pela EMTU/SP: R$ 124,3 milhões oriundos de Restos a Pagar 2011/2012, R$ 29,3 milhões disponibilizados pela LOA nº 14.925/12, R$ 129,9 milhões de recursos originários da Fonte 7- Operações de Créditos – Financiamento BBI, que somados ao valor de investimentos com recursos próprios no montante de R$ 2,1 milhões, totalizou R$ 285,6 milhões, equivalentes a 56,04% do montante de dotação disponibilizado para o exercício de 2013. A Lei Orçamentária Anual nº 15.265/13 destinou recursos orçamentários à EMTU/SP, para o exercício de 2014, no montante de R$ 452,5 milhões, originários do Tesouro do Estado, composto por recursos GESP – Fonte 1 e Fonte 7, destinados a dar continuidade às obras dos Projetos da Empresa em andamento, que compõem o Plano de Investimentos da STM e que, somados ao montante inscrito em Restos a Pagar de 2013 (R$ 317,5 milhões), totalizam recursos orçamentários da ordem de R$ 770,0 milhões que tem previsão de serem realizados durante o exercício de 2014.
BALANÇO PATRIMONIAL - (Expresso em R$ mil) 31.12.2013 31.12.2012 PASSIVO 31.12.2013 31.12.2012 CIRCULANTE 7.229 1.436 Fornecedores 10.799 6.259 53.285 54.158 Obrigações Fiscais e Trabalhistas 6.108 3.149 15.490 12.296 Provisão para Férias e Encargos 5.815 4.924 2.782 3.195 Contas a Pagar 3.243 2.894 886 833 Passivo Contingente (Cível e Trabalhista) 16.865 16.511 392 303 Provisão Processo Idort 180 374 325 Recebimentos Antecipados (VTs/Bilhetes) 32.381 21.766 80.438 72.546 Total 75.211 55.684 NÃO CIRCULANTE NÃO CIRCULANTE Fornecedores 5.803 5.701 REALIZÁVEL A LONGO PRAZO Depósitos Judiciais 1.277 1.277 Contas a Receber Retenções Contratuais 232 239 Depósitos Judiciais 3.816 2.017 Total 7.312 7.217 Ônibus Célula a Hidrogênio 3.100 3.100 PATRIMÔNIO LÍQUIDO Total 6.916 5.117 Capital Autorizado 859.483 579.323 Capital a Subscrever (281.228) (85.274) Imobilizado 606.910 325.596 Capital Integralizado 578.255 494.049 Intangível 85.973 89.887 Reserva de Incentivos Fiscais 64 64 Total 699.799 420.600 Capital Atualizado 578.319 494.113 Prejuízos Acumulados (106.724) (83.374) Adiantamento para Aumento de Capital 226.119 19.506 Total 697.714 430.245 TOTAL DO ATIVO 780.237 493.146 TOTAL DO PASSIVO 780.237 493.146 As notas explicativas são parte integrante desta demonstração. As notas explicativas são parte integrante desta demonstração.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 - (Expressa em R$ mil) 31.12.2013 31.12.2012 RECEITA OPERACIONAL BRUTA Venda de Serviços 112.537 102.489 Impostos Incidentes s/ Vendas (10.410) (9.478) Receita Operacional Líquida 102.127 93.011 Custo dos Serviços Prestados (69.073) (56.297) Resultado Bruto 33.054 36.714 Receitas (Despesas) Operacionais Gerais e Administrativas (62.903) (51.008) Receitas Financeiras 5.554 5.435 Despesas Financeiras (640) (602) Variação Tarifária - Bilhetes/VT (284) (955) Ônibus Célula a Hidrogênio 3.100 Outras Receitas (Despesas) Operacionais 2.378 2.974 Variações Monetárias Passivas (941) (283) (56.836) (41.338) Resultado Operacional (23.782) (4.624) Resultado Não Operacional (6) (12) Lucro (Prejuízo) Antes da Contribuição Social e do Imposto de Renda (23.788) (4.636) Imposto de Renda Contribuição Social sobre o Lucro Lucro (Prejuízo) Líquido do Exercício (23.788) (4.636) Lucro (Prejuízo) por Lote de Mil Ações As notas explicativas são parte integrante desta demonstração.
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - (Expressa em R$ mil) Capital Atualizado Correção Capital Monetária Reserva de Adiantamentos para Descrição Autorizado A Integralizar do Capital Total Incentivos Fiscais Aumento de Capital SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 579.323 (150.458) - 428.865 64 31.300 Ajuste de Exercícios Anteriores Integralização de Capital (65.184) Capital Integralizado 65.184 65.184 Adiantamento para Aumento de Capital 53.390 Prejuízo Líquido do Exercício SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 579.323 (85.274) - 494.049 64 19.506 Ajuste de Exercícios Anteriores Integralização de Capital 280.160 (280.160) (84.206) Capital Integralizado 84.206 84.206 Adiantamento para Aumento de Capital 290.819 Prejuízo Líquido do Exercício SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 859.483 (281.228) - 578.255 64 226.119 As notas explicativas são parte integrante desta demonstração.
DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 - (Expressa em R$ mil) 31.12.2013 31.12.2012 55.594 73.719 SALDO INICIAL DO DISPONÍVEL FLUXO DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Resultado do Exercício (23.788) (4.636) Ajuste por Itens que não afetam o Caixa Depreciação e Amortização 9.287 7.634 Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa 569 59 Total (13.932) 3.057 VARIAÇÕES DO ATIVO Contas a Receber (3.764) 2.197 Créditos Fiscais a Recuperar 413 6 Estoque (53) 12 Créditos Diversos (89) 93 Despesas Pagas Antecipadamente (49) 805 Total (3.542) 3.113 VARIAÇÕES DO PASSIVO Fornecedores 4.359 (1.218) Obrigações Fiscais e Trabalhistas 2.959 362 Provisão de Férias 891 367 Contas a Pagar 349 1.008 Passivo Contingênte (Cível e Trabalhista) 354 209 Recebimento Antecipado (VTs/Bilhetes) 10.614 (9.658) Total 19.526 (8.930) Total das Atividades Operacionais 2.052 (2.760) FLUXO DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Ônibus, Célula a Hidrogênio 0 (3.100) Depósitos Judiciais (1.798) 995 Imobilizado (285.478) (32.502) Intangível (1.209) (33.628) Total das Atividades de Investimento (288.485) (68.235) FLUXO DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Fornecedores 102 (502) Depósitos Judiciais 172 Retenção Contratual (6) (190) Capital Autorizado 280.160 Capital a Subscrever (195.954) 65.184 Ajuste de Exercícios Anteriores 438 Adiantamento para Aumento de Capital 206.613 (11.794) Total das Atividades de Financiamento 291.353 52.870 SALDO FINAL DO DISPONÍVEL 60.514 55.594 As notas explicativas são parte integrante desta demonstração.
sobre Infraestrutura Urbana, no Rio de Janeiro e o 19º Congresso da Associação Nacional de Transportes Públicos – ANTP. Visita - Técnicos equatorianos conheceram, em dezembro, o modelo de gestão e os projetos voltados para tecnologias limpas da empresa, além e acompanhar a operação do Corredor Metropolitano ABD. RECURSOS HUMANOS Jovem Cidadão - A EMTU/SP é parceira da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho, no programa Jovem Cidadão – Meu Primeiro Trabalho que tem por objetivo oferecer ao estudante de ensino médio a vivência das relações de mercado. Em dezembro de 2013, a empresa registrou em seu quadro 58 estagiários. Educação no Trabalho - em dezembro de 2013 constavam no quadro da empresa 133 estagiários de nível superior, contratados por meio de processo seletivo público organizado pela Fundação do Desenvolvimento Administrativo – FUNDAP e pelo Centro de Desenvolvimento Profissional – CEDEP. Contratações - Em 2013, foi realizado novo Concurso Público com a contratação de 90 empregados. No decorrer de 2013, foram efetuadas oito contratações de empregados classificados no Concurso realizado em 2010. Treinamento - Em 2013, a EMTU/SP propiciou aos colaboradores o total de 6.283 horas de treinamento, apresentando a média de 10,76 homens/hora. O investimento no aprimoramento dos profissionais da EMTU/SP foi de R$ 144.736,26, representando uma média per capita de ATIVO CIRCULANTE Caixa e Bancos Aplicações Financeiras Contas a Receber Créditos Fiscais a Recuperar Estoques Créditos Diversos Despesas Pagas Antecipadamente Total
Lucros/ (Prejízos) Acumulados (78.738) (4.636) (83.374) 438 (23.788) (106.724)
Total 381.491 (65.184) 65.184 53.390 (4.636) 430.245 438 (84.206) 84.206 290.819 (23.788) 697.714
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 - (Valores expressos em R$ mil) 1) CONTEXTO OPERACIONAL 6) IMOBILIZADO a) A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo S.A. - EMTU/SP, so2013 2012 ciedade anônima de economia mista e capital fechado, constituída pela Lei nº 1.492, Taxa de Custo Depreciação de 13 de dezembro de 1977, foi incorporada à Empresa Metropolitana de PlanejaDepreciação Corrigido Acumulada Líquido Líquido mento da Grande São Paulo - EMPLASA em 1980, através do Decreto nº 15.319, de Móveis e Utensílios 10% 1.189 831 358 323 07 de julho de 1980 e reconstituída mediante cisão parcial dessa Empresa, conforme Construção Terminais Decreto nº 27.411, de 24 de setembro de 1987, tendo seus atos de reconstituição Metropolitanos 4% 52.493 10.167 42.326 44.425 arquivados na Junta Comercial do Estado de São Paulo em 04 de janeiro de 1988. Edificações 4% 329 125 204 218 b) A EMTU/SP tem por objeto promover a operação e a expansão dos serviços me- Benfeitoria em Imóveis tropolitanos de transportes de passageiros sobre pneus, bem como de conexões de Terceiros 20% 4.349 3.498 851 1.148 intermodais de transportes de passageiros, competindo-lhe ainda outras atividades Sistema Equipamentos Auxiliar e Manutenção 6,67% 4.503 4.503 que lhe forem delegadas pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos. c) A Empresa tem como acionista majoritário a Fazenda do Estado de São Paulo, atuan- Equipamentos de Processamento de Dados 20% 3.264 1.785 1.479 1.122 do, em conseqüência, conforme as diretrizes estabelecidas pelo Governo do Estado, desenvolvendo atividades de interesse social. Sua gestão e posição econômico-fi- Máquinas, Aparelhos e Equipamentos 10% 2.808 2.261 547 464 nanceira devem ser entendidas, também, dentro desse contexto. 2 ) BASE DE PREPARAÇÃO E APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Sistemas de Controle, Telecomunicações e As demonstrações contábeis foram elaboradas e estão sendo apresentadas em milhares Alimentação Elétrica 4% 39.057 26.642 12.415 13.977 de reais de forma comparativa de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, 0% 548.369 - 548.369 263.482 com base nas disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações, pronunciamentos Imobilizações em Andamento 10% 1.434 1.073 361 437 técnicos emitidos pelo IBRACON – Instituto Brasileiro dos Auditores Independentes e Instalações Veículos Auxiliares 20% 23 23 resoluções do Conselho Federal de Contabilidade – CFC. 657.818 50.908 606.910 325.596 Com a promulgação das Leis no. 11.638/2007 foram alterados, revogados e introduzidos TOTAIS dispositivos na Lei das Sociedades por Ações, notadamente em relação ao capítulo XV Obs. As taxas de depreciação apresentadas no quadro acima estão em conformidade da Lei no. 6.404/76 sobre matéria contábil, com vigência a partir das Demonstrações con- com a legislação tributária. tábeis referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2008 e aplicáveis a todas as 7) INTANGÍVEL 2013 2012 empresas constituídas na forma de sociedades anônimas, incluindo empresas de capital Taxa de Custo Depreciação aberto e sociedades de grande porte. Depreciação Corrigido Acumulada Líquido Líquido 3) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS Sistemas de a) Resultado Processamento de Dados 20% 4.904 3.086 1.818 1.171 O resultado é apurado pelo regime de competência das receitas e despesas. Marcas e Patentes 9 9 8 b) Estoques Os estoques estão demonstrados ao custo médio de aquisição, que não excedem o Projetos e Desenvolvimento Sist. Trólebus 5% 17.067 14.556 2.511 3.364 valor de mercado. Projeto de sistema de c) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Processamento 20% 464 464 464 A provisão para créditos de liquidação duvidosa foi constituída em montante consideCusto dos Projetos rado suficiente para cobrir as possíveis perdas na realização das contas a receber. Subregião de São Paulo 4% 2.050 435 1.615 1.615 d) Imobilizado 5% 93.461 13.905 79.556 83.265 Demonstrado pelo custo de aquisição, custos com implantação do Corredor ABD e Corredores Metropolitanos do Corredor Metropolitano Noroeste – RMC. As depreciações e amortizações são TOTAIS 117.955 31.982 85.973 89.887 calculadas pelo método linear, às taxas descritas na nota 6. Obs. As taxas de depreciação apresentadas no quadro acima estão em conformidade e) Intangível com a legislação tributária. Demonstrado pelo custo de aquisição, custos de projetos de terminais e corredores ADOÇÃO DOS PRONUNCIAMENTOS TÉCNICOS E CONVERGÊNCIA ÀS NORMAS pré-estruturais. As depreciações são calculadas pelo método linear, às taxas descri- INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE – IFRS tas na nota 7. A empresa elegeu como data de transição o dia 1º de janeiro de 2014, portanto as informaf) Passivos Contingentes ções comparativas relativas ao exercício a ser encerrado em 31 de dezembro de 2014 serão A constituição da provisão para contingências está amparada na opinião dos asses- reapresentadas de acordo com as novas práticas contábeis e as legislações vigentes. sores jurídicos da empresa para as causas cíveis, trabalhistas e tributárias, conforme Teste de redução ao valor recuperável de ativos – Impairment expectativa de perda, no total de R$ 16,865 mil. De acordo com as Normas de Contabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contag) Aplicações Financeiras bilidade – CFC em vigor, a “Redução ao Valor Recuperável de Ativos”, dos itens do ativo São registradas a valores de custo acrescidos dos rendimentos auferidos até a data imobilizado que apresentem sinais de seus custos registrados são superiores aos seus do Balanço. valores de recuperação devem ser revisados detalhadamente para determinar a necessiEm 19 de setembro de 2006, por meio do Termo de Compromisso de Compensação Am- dade de provisão para redução do saldo contábil a seu valor de realização. biental, firmado com a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, a EMTU/SP A Empresa não identificou mudanças de circunstâncias ou sinais de obsolescência tecnoconstituiu 02 (duas) contas poupança, no valor de R$ 375.000,00 cada, vinculadas e com lógica, bem como evidências de que seus ativos corpóreos utilizados em suas operações disponibilidade comprometida para os órgãos: Parque Estadual de Assessoria da Reforma não são recuperáveis perante seu desempenho operacional e financeiro, e concluiu que, Agrária – ARA e Estação Ecológica de Valinhos, para garantir a compensação ambiental nas em 31 de dezembro de 2013 e de 2012, não existia necessidade de registrar qualquer obras do Corredor Metropolitano Noroeste da Região Metropolitana de Campinas. provisão para perda em seus ativos imobilizados. A Câmara de Compensação Ambiental – CCA deliberou aprovar a transferência de va- Vida útil econômica dos bens e Valor Residual lores referentes aos recursos de compensação ambiental do Proc. SMA nº 13.720/2003, A empresa procedeu à avaliação da Vida Útil Econômica do Ativo Imobilizado de acordo com a referentes ao empreendimento do Corredor Metropolitano Noroeste de Campinas de- Lei nº 11.638/07 e Lei nº 11.941/09, atendendo a aprovação do Pronunciamento Técnico CPC 27, positado em conta poupança do empreendedor (EMTU/SP), para o Fundo Especial de o qual aborda o assunto do ativo imobilizado e sua vida útil. Para fins dessa análise, a empresa Despesa para Preservação da Biodiversidade e dos Recursos Naturais – FPBRN. constituiu uma comissão interna assessorada por consultores externos para a realização do Após aprovação em Reunião de Diretoria da EMTU/SP a transferência foi concre- estudo da expectativa de utilização dos bens, e a estimativa de vida útil dos ativos, bem como, tizada em 12 de março de 2013, onde os saldos foram comprovados por meio de a estimativa do seu valor residual, concomitantemente apurou o valor justo desses ativos. extratos demonstrativos no período entre o depósito inicial dos recursos e a data da O valor justo apurado não difere significativamente do valor justo que o imobilizado possui transferência no valor atualizado de R$ 1.062.457,56. em 31 de dezembro de 2013. 4) CONTAS A RECEBER E OUTROS CRÉDITOS Na atribuição do valor justo ao ativo imobilizado, alguns itens indicaram perda na capa2013 2012 t pelo seu valor justo de cidade de recuperação do valor contábil do ativo (“impairment”), Não Não mercado e desta forma foram considerados o seu valor contábil líquido. Circulante Circulante Circulante Circulante As vidas úteis estimadas para os períodos subseqüentes são as seguintes: Remuneração por Serviços A partir de Janeiro de 2014 Até Dezembro de 2014 de Gerenciamento 5.036 1.443 4.247 1.443 01.03.02.01.00 Veículos 05 - 10 anos 10 anos (-) Créditos Vencidos e não Recebidos 01.03.02.01.05 Sistema de Alimentação Elétrica 10 - 30 anos 30 anos - Remuneração por Serviços 01.03.02.02.00 Imóveis 25 - 50 anos 50 anos de Gerenciamento (580) (1443) (165) (1443) 01.03.02.02.05 Sistema de Controle 25 - 50 anos 50 anos Fretamento das Regiões Metropolitanas 2.797 2.364 01.03.02.03.00 Máquinas Aparelhos e Equipamentos 05 - 10 anos 10 anos Metra – Sistema Metropolitano 01.03.02.03.05 Sistema de Telecomunicações 10 - 25 anos 25 anos de Transporte Ltda. 238 409 01.03.02.04.00 Móveis e Utensílios 05 - 10 anos 10 anos Ônibus a Célula a Combustível Hidrogênio 01.03.02.04.05 Sistema de Equipamentos Auxiliar 05 - 10 anos 10 anos para Transporte Urbano no Brasil 3.100 3.100 01.03.02.05.00 Equipamentos de Proc. De Dados 02 - 05 anos 05 anos Outras 7.999 280 5.441 280 01.03.02.05.05 Sistema de Equipamentos de Manutenção 05 - 10 anos 10 anos (-) Créditos Vencidos e não Recebidos - Outras (280) (280) 01.03.02.06.00 Instalações 05 - 10 anos 10 anos TOTAIS 15.490 3.100 12.296 3.100 Metodologia utilizada para determinar o novo cálculo da depreciação O contrato de concessão nº 20/97, firmado em maio/97 com a METRA - Sistema Metropo- A base adotada para determinar o novo cálculo da depreciação foi a política da empresa litano de Transportes Ltda., deu inicio a operação do Corredor Metropolitano de Trolebus que demonstra as novas vidas úteis e os percentuais de residual para cada item do ativo São Mateus/Jabaquara; a partir de maio/98, assumiu por força do contrato, a responsabili- imobilizado das unidades avaliadas. Para cada família de itens a empresa estabeleceu uma dade da manutenção e conservação da infra-estrutura do sistema viário e a comercialização nova vida útil conforme as premissas, critérios e elementos de comparação citados abaixo. dos bilhetes magnéticos; em setembro/01 por meio do T.A. 004/01 de 15/08/01, a execução • Política de renovação dos ativos; de serviços correspondentes as funções de administração, operação, conservação, manu- • Inspeção “in loco” das unidades avaliadas; tenção e vigilância patrimonial para preservação das instalações dos terminais, incluindo a • Experiência da empresa com ativos semelhantes; responsabilidade por investimentos na recuperação do pavimento rígido do viário. • Experiência da empresa com vendas de ativos semelhantes; A EMTU/SP em conjunto com o Ministério de Minas e Energia (MME), do Programa das • Inventários físicos das unidades avaliadas; Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e parceiros, desenvolve o projeto “Ôni- • Informações contábeis e controle patrimonial; bus a Célula a Combustível Hidrogênio para Transporte Urbano no Brasil”. • Especificações técnicas; Em 2012 foi transferida a titularidade de um ônibus protótipo para a EMTU/SP por meio do do- • Conservação dos bens; cumento “Termo de Transferência de Titularidade de Bens” emitido pelo PNUD em conjunto com • Política de Manutenção – Visando salvaguardar os ativos; o MME, estando tal transferência de acordo com as disposições do respectivo Documento de Na determinação da política de estimativa da vida útil, os critérios utilizados pelos técProjeto firmado entre o Governo da República Federativa do Brasil e o PNUD. nicos foram o estado de conservação dos bens, evolução tecnológica, a política de 5) DEPÓSITOS JUDICIAIS renovação dos ativos, e a experiência da empresa com seus ativos. 2013 2012 Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais serão revistos a cada Não Circulante Não Circulante encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes serão reconhecidos como muDepósitos Judiciais – Justiça do Trabalho. 2.455 1.194 dança de estimativas contábeis. Depósitos Judiciais – Cíveis e Fiscais. 1.361 823 As marcas registradas e as licenças adquiridas, bem como, Projetos são demonstradas pelo TOTAIS 3.816 2.017 custo histórico e por serem considerados, ativos com vida útil indefinida, não serão amortizados.
DEMONSTRATIVO DO VALOR ADICIONADO PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 - (Expresso em R$ mil) 31.12.2013 % 31.12.2012 % 111.962 102.418 RECEITAS Vendas de Serviços 112.537 102.489 Provisão para Créditos Duvidosos (569) (59) Receitas/Despesas não Operacionais (6) (12) INSUMOS CONSUMIDOS DE TERCEIROS (45.345) (34.847) Custo dos Serviços Prestados (34.940) (26.641) Materiais,energia, serviços de Terceiros e outros (10.405) (8.206) RETENÇÕES (9.406) (7.634) Depreciação,Amortização e exaustão (9.406) (7.634) VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE 57.211 59.937 VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA 8.801 11.881 Receitas Financeiras 8.801 11.881 VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR 66.012 71.818 DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO 66.012 71.818 Pessoal e Encargos 58.562 88,71 49.158 68,45 Impostos, Taxas e Contribuições 21.321 32,30 19.149 26,66 Juros e Aluguéis 9.918 15,02 8.147 11,34 Lucros retidos/Prejuízo do Exercício (23.788) (36,03) (4.636) (6,45) As notas explicativas são parte integrante desta demonstração. 8) FORNECEDORES 2013
2012 Não Não Circulante Circulante Circulante Circulante Secretaria da Receita Federal - Refis 595 5.438 502 5.400 METRA – Sistema Metropolitano de Transportes Ltda. 60 59 Benner 27 43 Contexto 458 Porto Seguro 2.023 1.028 Prodesp 8 19 Prodata 45 Ina Representação 499 Casa da Moeda 66 94 Sodexho 308 30 Fundap 380 Works 540 507 Ticket 5 BBL 94 Noxxon 375 198 Protege 56 Ame 238 Brain 419 Lenc 207 Logit 256 Polux 477 Sisten 207 RR Donnelley Moore 366 Prosegur 38 93 Pullin 232 87 Ral-Max 87 Logit 91 Alpha 67 64 Outros 3.832 365 2.272 301 TOTAIS 10.799 5.803 6.259 5.701 9) RECEBIMENTOS ANTECIPADOS 2013 2012 Recebimentos Antecipados (VTs/Bilhetes) 32.381 21.766 O valor de R$ 32.381 refere-se a recebimentos relativos à comercialização pela EMTU/SP de VTs magnéticos e faciais ao preço da tarifa vigente, conforme Lei Federal nº 7.418/85 que criou o Vale-Transporte e mediante a Resolução STM nº 083/07, da Secretaria dos Transportes Metropolitanos, que incumbiu por delegação a EMTU/SP de administrar, operacionalizar e emitir os VT’s, também do contrato de concessão nº 020/97 firmado com a METRA Sistema Metropolitano de Transportes Ltda., e de convênios com a Secretaria de Estado da Educação - SEE e Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP, entre outros. Esta importância será repassada as operadoras do sistema durante o exercício de 2.014. 10) CAPITAL SOCIAL O capital subscrito e integralizado é representado por 57.825.451.789 ações ordinárias de classe única, nominativas. 11) AJUSTE DE EXERCÍCIOS ANTERIORES Os ajustes de exercícios anteriores contabilizados pela empresa na rubrica “Lucros/ (Prejuízos) Acumulados” no exercício de 2013 no montante de R$ 438.230,02 referem-se: a) Não atualização do Índice do FAP – Fator Acidenciário de Prevenção dos exercícios de 2011 e 2012 no valor de R$ 584.059,06, que foram indevidamente registrados contabilmente, acarretando também o recolhimento a maior do INSS; b) Serviços de monitoramento em tempo real do contrato 24/12 da Noxxon Sat Telecomunicações Ltda., dos meses de novembro e dezembro de 2012, no valor de R$ 145.829,04. continua...
40 -.ECONOMIA
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 20 de março de 2014
...continuação
EMPRESA METROPOLITANA DE TRANSPORTES URBANOS DE SÃO PAULO S/A. - EMTU/SP CNPJ nº 58.518.069/0001-91
A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo S.A. – EMTU/SP publica seu balanço anual, reunindo as principais informações sobre os projetos, ações sociais e benefícios aos seus funcionários e à comunidade. As atividades desenvolvidas buscam, ainda, demonstrar a preocupação da empresa com o seu planejamento estratégico e sua responsabilidade social corporativa. Os investimentos sociais da EMTU/SP em projetos sociais, ambientais e culturais visam à melhoria da qualidade de vida e reforçam os vínculos entre a empresa, a sociedade e o meio ambiente, agregando valores à imagem da EMTU/SP. O Balanço Social demonstra o desempenho da política social da EMTU/SP, onde tem destaque a Demonstração do Valor Adicionado, conjunto de informações de natureza econômica, compondo um relatório contábil que demonstra o valor da riqueza gerada pela EMTU/SP e a distribuição dos elementos que contribuíram para sua geração. A Demonstração do Valor Adicionado espelha qual a parcela da EMTU/SP na criação da riqueza global da nação, definindo qual a sua contribuição na formação do Produto Interno Bruto – PIB do país. Estreitamente relacionada com o conceito de responsabilidade social, a Demonstração do Valor Adicionado atende às necessidades de informações sobre o valor da riqueza criada pela EMTU/SP e a sua utilização, demonstrativo este publicado juntamente com o Balanço Patrimonial. COMPROMISSO COM A GESTÃO DE PESSOAS Demonstra os investimentos da EMTU/SP nas políticas de Gestão de Pessoal e a repercussão no processo produtivo da empresa. INDIC. DETREINAMENTO 31.12.20123 31.12.2012 PROG./EVENTOS/CURSOS PARTICIP. HOMEM/Hora PARTIC. HOMEM/Hora Desenvolvimento Gerencial Integração 240 1,40 242 1,52 Aperfeiçoamento Profissional 13 16,23 9 16,03 Especialização e Atualização 110 19,04 119 12,71 Capacitação e Reciclagem 160 15,40 119 23,83 Eventos 301 5,03 217 4,42 TOTAL – INDICADORES DE TREINAMENTO 824 57,10 706 58,51 INDIC. DE TREINAMENTO 31.12.2012 31.12.2011 Número de Cursos 50 62 Empregados Treinados 824 706 Homens / Horas 57,10 58,51 INVESTIMENTOSTOTAIS (R$ mil) 145 181 Observações: INDICADORES SOCIAIS 31.12.2013 31.12.2012 NÃO NÃO NATUREZA DE ATEND. EMPREG. EMPREG. EMPREG. EMPREG. SAÚDE E MEDICINA DO TRABALHO 712 269 987 363 Exame Admissional 104 201 36 206 Exame Demissional 37 33 Exame Periódico 481 462 Atendimento Ambulatorial 90 68 456 157 SERVIÇO SOCIAL 101 16 115 15 Licença Maternidade 4 3 Licença Paternidade 11 4 Visita Social / Assistencial 16 2 27 7 Auxílio Doença 12 19 Retorno ao Trabalho 9 8 Nascimentos 15 7 Falecimentos 3 9 3 5 Apoio - atendimento interno e externo 29 5 43 3 Dependência Química/outros 2 1 QUALIDADE DE VIDA 217 93 270 Vacinação anti-gripal 217 93 270 Palestra/Saúde/Qvt SEGURANÇA DO TRABALHO 688 214 576 131 Número de Acidente de Trabalho 12 7 Treinamento de Ergonomia sessões (1) Participantes Treinamento de Primeiros Socorros 108 76 41 22 Treinamento de Combate a Incêndio 70 42 41 22 SIPAT 482 87 468 80 CIPA 16 9 19 7 TOTAL – INDICADORES SOCIAIS 1.718 592 1.948 509 COMPROMISSO COM A SOCIEDADE A EMTU/SP busca de forma ética desenvolver ações socialmente responsáveis que levem ao bem comum e à inclusão social. MODELO IBASE DE BALANÇO SOCIAL A EMTU/SP adota, para a apresentação das informações de seu Balanço Social, a formatação sugerida pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas – IBASE. De forma simples e eficiente, a empresa procura demonstrar à sociedade como suas ativida-
BALANÇO SOCIAL 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 des produtivas estão voltadas à oferta de um serviço de transporte público intermunicipal ágil, acessível e seguro. Mais do que apenas buscar a eficiência empresarial, a EMTU/ SP engaja-se e estimulam iniciativas que visam à promoção humana, a responsabilidade social e o respeito ao meio ambiente. 1. BASE DE CÁLCULO 31.12.2013 (R$ mil) 31.12.2012 (R$ mil) Receita Líquida (RL) 102.127 93.011 Resultado Operacional (RO) (23.782) (4.624) Folha de Pagamento Bruta (FPB) 57.283 49.158 2. INDICADORES SOCIAIS INTERNOS Valor % sobre % sobre Valor % sobre % sobre (R$ mil) FPB RL (R$ mil) FPB RL Alimentação 4.825 8,42 4,72 3.880 7,89 4,17 Encargos Sociais Compulsórios 12.961 22,63 12,69 11.134 22.65 11,97 Saúde 7.099 12,39 6,95 5.058 10,29 5,44 Capacitação e Desenvolvimento Profissional 389 0,68 0,38 335 0,68 0,36 Auxílio Creche 148 0,21 0,14 121 0,25 0,13 Programa empresa Cidadã-Maternidade 33 0,06 0,03 36 0,07 0,04 Outros 502 0,88 0,49 345 0,70 0,37 TOTAL – INDICADORES SOCIAIS INTERNOS 25.957 20.909 3. INDICADORES SOCIAIS EXTERNOS Valor % sobre % sobre Valor % sobre % sobre (R$mil) RO RL (R$mil) RO RL Cultura Investimentos em Pesquisa de Imagem 29 (0,63) 0,03 Investimentos em Pesquisa de Origem e Destino Serv. Especial Ligado – SEE 340 (1,43) 0,33 187 (4,04) 0,20 Outros 2.759 (11,60) 2,70 2.012 (43,51) 2,16 Total das contribuições para a sociedade 3.099 - 2.228 Tributos (excluídos encargos sociais) 11.044 (46,44) 10,81 10.459 (226,19) 11,24 TOTAL – INDICADORES SOCIAIS EXTERNOS 14.143 - 12.687 COMPROMISSO COM O MEIO AMBIENTE A EMTU/SP procura dar a sua contribuição para uma sociedade ambientalmente equilibrada, adotando práticas relativas à preservação do meio ambiente e coordenando e/ou gerenciando projetos que levem a redução da emissão dos gases nocivos à atmosfera. 4. INDICADORES AMBIENTAIS Valor % sobre % sobre Valor %sobre %sobre (R$ mil) RO RL (R$ mil) RO RL Investimentos em programas e/ou projetos externos 865 (12,01) 1,04 864 (18,64) 0,93 5. INDICADORES DO CORPO FUNCIONAL 31.12.2013 31.12.2012 Nº de empregados ao final do período 573 503 Nº de admissões durante o período 104 36 Nº de demissões durante o período 37 33 3 3 Nº de diretores (1) Nº de empregados terceirizados requisitados 18 16 408 350 Nº de empregados terceirizados contratados (empresa) (2) Nº de estagiários 133 137 Nº de jovem cidadão 58 61 Nº de empregados acima de 45 anos 304 281 Nº de diretores e requisitados acima de 45 anos 17 16 491 422 Efetivos por sexo: Homens (3) Mulheres 294 262 7anos 7 anos Efetivos por tempo de serviço – média/ano (3) 40 40 Efetivos por faixa etária – média/ano (3) 14,29% 10,87% % de cargos de chefias ocupados por mulheres (4) 206 156 Nº de negros/pardos que trabalham na empresa (3) 8,16% 8,70% % de cargos de chefia ocupados por negros/pardos (4) Número de Ações Trabalhistas movidas pelos empregados 6 3 Número de portadores de deficiência / necessidades especiais 4 4 Relação entre a maior e menor remuneração na empresa 11,0 12,0 Observações: (1) Número de diretores nomeados. (2) Empregados de empresas terceirizadas contratadas pela EMTU/SP.
Ao Conselho de Administração e Acionistas da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo S.A. – EMTU/SP. São Bernardo do Campo – SP 1 - Auditamos, com base nas normas de auditoria aplicáveis no Brasil, as demonstrações contábeis da EMPRESA METROPOLITANA DE TRANSPORTES URBANOS DE SÃO PAULO S.A. - EMTU, relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2013, não incluídas no presente relatório. Nossa auditoria foi efetuada com o objetivo de emitirmos uma opinião sobre as demonstrações contábeis tomadas em conjunto e, como resultado emitimos parecer de auditoria sem modificação em 07 de fevereiro de 2014. As informações constantes do Balanço Social estão sendo apresentadas para propiciar informações adicionais sobre a Companhia, apesar de não serem requeridas como parte das demonstrações contábeis. Essas informações, conforme detalhado no parágrafo 2º a seguir, foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria aplicados em nossa auditoria das demonstrações contábeis e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas em todos os aspectos relevantes em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. 2 - As informações constantes no Balanço Social foram submetidas aos procedimentos de revisão, detalhados a seguir, conforme requerido pela Resolução do Conselho Federal de Contabilidade nº. 1003 de 19 de agosto de 2004 que aprovou a Norma Brasileira de
RELATÓRIO SOBRE O BALANÇO SOCIAL 2013 Contabilidade - NBC T 15 - Informações de Natureza Social e Ambiental. Esta revisão consistiu em um escopo substancialmente menor do que uma auditoria efetuada de acordo com as normas de auditoria aplicáveis no Brasil. O objetivo é emitir uma opinião sobre o Balanço Social. Os procedimentos de revisão consistiram basicamente de: (a) leitura completa do texto do Balanço Social para verificar a coerência com as informações financeiras e não-financeiras divulgadas; (b) entrevistas junto a profissionais da Companhia para entendimento dos principais critérios e premissas utilizados na preparação do Balanço Social; (c) análises de informações em arquivos eletrônicos extraídos dos sistemas de dados da Companhia e confronto, em base de amostragem, dessas informações com as informações contidas no Balanço Social; (d) confirmação com fontes de informações externas, em base de amostragem, sobre dados contidos no Balanço Social; (e) revisão, em base de amostragem, de contratos, acordos e outros documentos comprobatórios e confronto com as informações contidas no Balanço Social; e (f) análise dos principais processos e fluxos de informações que geraram as informações incluídas no Balanço Social. 3 - Baseados na revisão acima mencionada, não temos conhecimento de qualquer modi-
Os Membros do Conselho Fiscal da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo S.A. - EMTU/SP, infra-assinados, no cumprimento de suas atribuições estabelecidas em lei, procederam ao exame do Balanço Patrimonial da Empresa, levantado em 31 de dezembro de 2013, e das respectivas Demonstrações do Resultado, das Mutações do Patrimônio Líquido, do Fluxo de Caixa e do Valor Adicionado,
PARECER DO CONSELHO FISCAL correspondentes ao exercício findo naquela data, das Notas Explicativas às De- que as contas e demonstrações contábeis estão em condições de serem submetidas monstrações Contábeis que acompanham esses documentos e do Balanço Social. à final apreciação e aprovação da Assembléia Geral dos Senhores Acionistas, conBaseados nesse exame, nas informações obtidas junto à Administração da Empresa vocados para tal fim. e em análises procedidas periodicamente nos balancetes e, ainda, no pronunciamento favorável dos Auditores Independentes, os Conselheiros Fiscais são de opinião São Paulo, 25 de fevereiro de 2014.
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Jurandir Fernando Ribeiro Fernandes Cláudia Polto da Cunha Joaquim Lopes da Silva Júnior Mário Manuel S. Rodrigues Bandeira Rubens Emil Cury Luiz Antonio Carvalho Pacheco Ilmos. Srs. Diretores e Acionistas da EMPRESA METROPOLITANA DE TRANSPORTES URBANOS DE SÃO PAULO S.A. EMTU/SP São Bernardo do Campo – SP Examinamos as demonstrações contábeis da EMPRESA METROPOLITANA DE TRANSPORTES URBANOS DE SÃO PAULO S.A. - EMTU/SP, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado do exercício, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorções relevantes, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável
Chromecast amplia mercado Onze novos países receberam o aparelho de streaming do Google. Brasil esta fora da lista.
CONSELHO FISCAL Fernando Janotti Moreira Simião Gonçalves Eliana Guarnieri
ATENDIMENTO DA OUVIDORIA Região Metropolitana de São Paulo Total de Ligação Recebida Informação Reclamação Sugestão Elogios Região Metropolitana da Baixada Santista Total de Ligação Recebida Informação Reclamação Sugestão Elogios Região Metropolitana de Campinas Total de Ligação Recebida Informação Reclamação Sugestão Elogios Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte Total de Ligação Recebida Informação Reclamação Sugestão Elogios VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR Distribuição do Valor Adicionado (DVA)
Nº 204.940 187.886 15.606 1.228 220
31.12.2013 % 100 91,68 7,61 0,60 0,11
Nº 8.633 6.634 1.815 146 38 Nº 9.126 6.989 1.991 130 16
% 100 76,84 21,02 1,69 0,44 % 100 76,58 21,82 1,42 0,18
Nº 8.336 6.559 1.585 148 44 Nº 12.966 10.237 2.597 121 11
% 100 78,68 19,01 1,78 0,53 % 100 78,95 20,03 0,93 0,08
Nº 270 212 58 -
% 100 78,52 21,48 -
Nº -
% 100 -
Observação: (1) PLR prevê a participação de todos os empregados nos resultados da empresa. ficação relevante que deva ser feita no Balanço Social da EMPRESA METROPOLITANA DE TRANSPORTES URBANOS DE SÃO PAULO S.A. - EMTU, relativo ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, para que o mesmo esteja de acordo com os registros e arquivos que serviram de base para a sua preparação. 4 - Determinadas informações contidas no Balanço Social não foram submetidas a procedimentos de auditoria ou revisão em razão de não se correlacionarem com as Demonstrações Contábeis. 5 - O Balanço Social encerrado em 31/12/2012, apresentado para efeitos comparativos foram anteriormente por nos auditados de acordo com as normas de auditoria vigentes, por ocasião da emissão do relatório em 01 de fevereiro de 2013, que não conteve nenhuma modificação. Curitiba, 07 de fevereiro de 2014. AUDIPLAN AUDITORES INDEPENDENTES CRC-PR Nº 4.400/O-3 Sócios Contador, PAULO ROBERTO DÓRO Contador, JOÃO ANDRÉ DE AVILA CRC-PR Nº 12.673/O-8 CRC-PR Nº 50.061/O-0
Contadora Vera Aparecida Piffer CT-CRC-SP 1SP 145.904/O-2
Outros assuntos Informação suplementar - Demonstração do valor adicionado Examinamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA), referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anterior Os valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012 apresentados para fins de comparação foram anteriormente por nos auditados de acordo com as normas de auditoria vigentes, por ocasião da emissão do relatório em 01 de fevereiro de 2013, o qual não conteve nenhuma modificação. Curitiba, 07 de fevereiro de 2014. AUDIPLAN AUDITORES INDEPENDENTES CRC-PR Nº 4.400/O-3 Sócios Contador, PAULO ROBERTO DÓRO Contador, JOÃO ANDRÉ DE AVILA CRC-PR Nº 12.673/O-8 CRC-PR Nº 50.061/O-0
O
"pendrive" que conecta TVs comuns à internet e permite controlá-las pelo smartphones com Android,
31.12.2012 Nº % 227.917 100 210.475 92,35 15.976 7,01 1.169 0,51 297 0,13
31.12.2013 31.12.2012 32,30% governo 26,66% governo (36,03)% acionistas (6,45) % acionistas 88,71% colaboradores 68,45% colaboradores 15,02% terceiros 11.34% terceiros
DIRETORIA Joaquim Lopes da Silva Júnior Diretor Presidente: Diretor de Gestão Operacional: Evandro Luiz Losacco Diretor Administrativo e Financeiro: Fábio Bernacchi Maia
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES de que as demonstrações contábeis estão livres de distorções relevantes. A auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstancias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da companhia. A auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as Demonstrações Contábeis acima referidas representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da EMPRESA METROPOLITANA DE TRANSPORTES URBANOS DE SÃO PAULO S.A. - EMTU/SP, em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.
Google anunciou ontem a expansão das vendas de seu aparelho de streaming Chromecast para mais 11 países além dos Estados Unidos. Mas o Brasil não está na lista. Os países que recebem o Chromecast são Alemanha, Canadá, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Itália, Noruega, Reino Unido e Suécia. Segundo o Google, o aparelho já está disponível nesses países. O Chromecast é um tipo de
Áreas 2013 2012 Locação de veículos auxiliares: 97 78 Manutenção Predial: 25 17 Jardinagem: 3 5 Portaria: 51 43 Limpeza: 60 40 Copeiragem: 4 4 Vigilância / Segurança: 89 90 Centros de Atendimento ao Passageiro Especial - CAPEs 53 43 Carteira de Passe Escolar Metropolitano (AVAPE/AME): 4 8 Gerenciamento de Obras 18 18 Malote e Mov. Correspondências: 4 4 Total 408 350 (3) Efetivo: incluem diretores, empregados, requisitados, estagiários e jovens cidadãos. (4) Cargos de Chefia: incluem diretores, gerentes, chefes de departamento e afins. 6. INFORMAÇÕES RELEVANTES 31.12.2013 31.12.2012 Os projetos sociais e ambientais desenv. (x) diretores (x) diretores e pela empresaforam definidos por: e gerentes gerentes Os padrões de Segurança e salubridade no (x) diretores (x) diretores e ambiente de trabalho foram definidos por: e gerentes gerentes Quanto a liberdade sindical, ao direito de negoc. coletiva e à representação interna (x) não se (x) não se dos trabalhadores a empresa: envolve envolve A participação dos lucros ou resultados (x) todos os (x) todos os contempla: (1) empregados empregados Na seleção dos fornec., os mesmos padrões éticos e de responsabilidade social e (x) são (x) são ambiental adotados pela empresa: exigidos exigidos Quanto à particip. de empregados em (x) organiza (x) organiza prog. de trabalho voluntário a empresa: e incentiva e incentiva Na empresa: Na empresa: Número total de reclamações e críticas de 19.470 20.158 consumidores: No Procon: 07 No Procon: 04 Na justiça: 43 Na justiça: 28 Na empresa: 100% Na empresa: 100% % de reclamações e críticas atendidas: No Procon: 100% No Procon: 100% Na justiça: Na justiça: em andamento. em andamento.
iOS ou Windows Phone. Com ele, é possível, pro exemplo, acessar serviços como o Netflix sem a necessidade de
usar aparelhos para capatar o sinal wi-fi. O Chromecast foi lançado em julho do ano passado e é vendido nos EUA por US$ 35 (cerca de R$ 80). Em fevereiro, o Google liberou o Chromecast para desenvolvedores em uma tentativa de aumentar a quantidade de aplicativos disponíveis para o aparelho. Ainda não há previsão de lançamento ou de preço do dispositivo no Brasil. Mas um dispositivo comprado no exterior não requer nenhum tipo de adaptação para funcionar aqui.(Folhapress)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 20 de março de 2014
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A sagrada 'siesta' espanhola ameaçada Os estrangeiros já sabem: entre 12h e 15h, tudo fecha na Espanha. É a hora da 'siesta'. Mas já há quem queira acabar com esse costume dos tempos de Franco. Jim Yardley* o lado de um balde cheio de cerveja Mahou, Jorge Rodríguez e amigos se acocoravam certa noite de quarta-feira para ver uma partida de futebol no Mesón Viña, um bar de Madrid. Sentado a uma mesa ao lado, um casal trocava carícias, alheio a todos, enquanto uma garçonete trazia tortilha de batatas e outros pedidos para o jantar. Então, o jogo começou às 10h. O que não é incomum. Enquanto as pessoas de alguns países estão se preparando para dormir, a noite espanhola costuma começar às 10h, com o jantar muitas vezes sendo servido e marcando o início do horário nobre da televisão (sem acabar antes da 1h). Pesquisas mostram que quase um quarto da população espanhola assiste televisão entre meia-noite e uma da manhã. "É da identidade espanhola comer em outro horário, dormir em outro horário", disse Rodríguez, 36 anos, que tinha de levantar na manhã seguinte para trabalhar no banco. A Espanha ainda opera segundo seu próprio relógio e ritmo. Porém, agora que tenta se recuperar de uma crise econômica devastadora – na ausência de soluções fáceis –, um movimento em prol da eficiência afirma que o país pode ser tornar mais produtivo, mais em sincronia com o resto da Europa, se adotar um horário mais regular. Contudo, o que pode parecer lógico a muitos não espanhóis representaria uma mudança fundamental na vida espanhola. Durante décadas, muitos espanhóis têm feito uma longa pausa ao meio-dia para almoçar e tirar uma soneca. Sob o novo horário, isso ficaria limitado a uma hora ou menos. Os programas de televisão começariam mais cedo.
A
Laura Leon/NYT
a esse horário", afirmou Javier Díaz-Giménez, economista. "No fim das contas, os relógios venceram." Nas primeiras décadas de govern o , Fr a n c o o rd enou às estações de rádio a transmissão de noticiário e propaganda duas vezes ao dia para coincidir com os horários das refeições ao redor das 2h30 e às 10h da noite. A televisão chegou na década de 1950 e seguiu a mesma ordem, com a programação diária no único canal público terminando à meianoite com o hino nacional e um retrato de Franco. "Então, todos iam para cama e procriavam", disse Ricardo Vaca, diretor-presidente da Barlovento Communications, consultoria de mídia Já é tradição: no meio do dia, trabalhadores como o sevilhano Manuel de Soto vão para casa almoçar e, antes de voltarem ao trabalho, tiram uma soneca. madrilena. Na década de 1990, com a E o elástico dia de trabalho es- Espanha tem de romper com pelo tradicional pausa de fim o ditador espanhol Francisco panhol seria substituído por os maus hábitos que acumu- da manhã e, novamente, pe- Franco adiantou os relógios transição da Espanha pósalgo mais parecido com um lou ao longo dos últimos 40 ou lo almoço ao meio-dia. Se os uma hora para se alinhar à Ale- Franco rumo à democracia, a horário das 9h às 5h da tarde. 50 anos." trabalhadores voltarem aos manha nazista, como tam- televisão também começou Servindo de apoio às muO governo espanhol está escritórios às 4h (o almoço bém se deu com o vizinho Por- a evoluir. Vaca disse que as danças propostas, está a reco- tratando a campanha a sério. começa às 2h), muita gente tugal. Depois da derrota de Hi- novas redes privadas, ávidas mendação de mudar a hora Em setembro, uma comissão diz que termina trabalhando tler, Portugal voltou a usar o por lucrar com programas em si atrasando os relógios parlamentar recomendou que noite adentro, principalmen- Tempo Médio de Greenwich, populares, fizeram programas mais longos e trouxeram em uma hora, o que tiraria a o governo atrasasse os reló- te se o chefe tira uma sesta mas a Espanha, não. Espanha do fuso horário que gios uma hora e introduzisse longa e depois trabalha até À época, a Espanha era em o horário nobre para as priinclui França, Alemanha e Itá- uma jornada de trabalho regu- tarde. grande medida uma nação meiras horas matinais. Agolia. Assim, a Espanha se junta- lar de oito horas. Todavia, o go"Esse horário de trabalho agrária, e muitos produtores ra, segundo ele, pesquisas ria a seu local geográfico natu- verno ainda não implantou o não é bom para as famílias", rurais marcavam a jornada se- mostram que 12 milhões de ral com Portugal e Grã-Breta- novo sistema. disse Paula Del Pino, 37 anos, gundo o sol, não pelo relógio. pessoas ainda assistem telenha no Tempo Universal CoorUma jornada de trabalho advogada e mãe de duas crian- Eles almoçam e jantam como visão à 1h na Espanha. Alterar o horário nobre é denado, o sucessor moderno abreviada por sestas é um cli- ças, para quem uma jornada antes, ainda que os relógios do Tempo Médio de Greenwi- chê da Espanha, embora não das 8h às 5h aliviaria a pressão. afirmem ser uma hora mais uma das recomendações emch. esteja necessariamente liga- "A sociedade espanhola ainda tarde. Entretanto, conforme a butidas por Buqueras, presi"Queremos ver uma cultura da à realidade. Na verdade, é antiquada. Quem manda é Espanha se industrializou e se dente da Associação para a mais eficiente", afirmou Igna- muitos espanhóis urbanos antiquado e, aqui, eles gostam urbanizou, o horário gradual- Racionalização da Jornada de cio Buqueras, defensor com reclamam de uma jornada de desse jeito." mente afastou a nação da nor- Trabalho Espanhola. menos papas na língua da mu- trabalho sem-fim que comeO horário nacional está liga- ma europeia. dança do horário espanhol. "A ça de manhã e é interrompida do à II Guerra Mundial, quando "As pessoas ficaram presas
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALUMÍNIO/SP
PREGÃO Nº 05/2014 - PROCESSO Nº 06/2014 OBJETO: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA MINISTRAR CURSOS DE ARTESANATO EM GERAL, CAPACITAÇÃO PARA DESENVOLVIMENTO PESSOAL E OFICINAS CULTURAIS PARA ATENDIMENTO AO CRAS. Tipo: menor preço por item Encerramento: 04/04/2014, às 9h30. O edital encontra-se disponível no site: www.aluminio.sp.gov.br ou no Paço Municipal, à Av. Antônio de Castro Figueirôa, 100, Alumínio/SP sob custas de R$ 28,00. Informações (11) 4715-5500ramal 5314. Kátia Alves Leal- Pregoeira.
Sistema Fácil, Incorporadora Imobiliária – Cuiabá II – SPE Ltda CNPJ Nº 09.203.987/0003-88 - NIRE 35.221.820.000 19ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE CONTRATO SOCIAL Data 16.01.2014. Local S.J.Rio Preto. A totalidade dos sócios da SISTEMA FÁCIL, INCORPORADORA IMOBILIÁRIA – CUIABÁ II - SPE LTDA, sede em São José do Rio Preto-SP, na Av. Francisco das Chagas de Oliveira, nº 2500, sala 01B, Higienópolis, CEP 15.085-485, DELIBERAM, reduzir o capital social, conf. art. 1082, II do CC, de R$2.684.707,00 para R$4.707,00, representando uma redução de R$2.680.000,00, que serão devolvidos até 31.01.2014, em moeda corrente nacional, à sócia Marans Holdings S/A. Sócios: Marans Holdings S/A e Carlos Bianconi.
PREFEITURA MUNICIPAL DE TAUBATÉ/SP
Sistema Fácil, Incorporadora Imobiliária – Marília II – SPE Ltda CNPJ Nº 08.832.655/0002-19 - NIRE 35.221.419.119 14ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE CONTRATO SOCIAL Data 16.01.2014. Local S.J.Rio Preto. A totalidade dos sócios da SISTEMA FÁCIL, INCORPORADORA IMOBILIÁRIA – MARÍLIA II - SPE LTDA, sede em São José do Rio Preto-SP, na Av. Francisco das Chagas de Oliveira, nº 2500, sala 02C, Higienópolis, CEP 15.085-485, DELIBERAM, reduzir o capital social, conf. art. 1082, II do CC, de R$6.969.651,00 para R$1.651,00, representando uma redução de R$6.968.000,00, que serão devolvidos até 31.01.2014, em moeda corrente nacional, à sócia Marans Holdings S/A. Sócios: Marans Holdings S/A e Carlos Bianconi.
Sistema Fácil, Incorporadora Imobiliária – Cascavel III – SPE Ltda CNPJ Nº 08.832.609/0002-10 - NIRE 35.221.419.071 18ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE CONTRATO SOCIAL Data 16.01.2014. Local S.J.Rio Preto. A totalidade dos sócios da SISTEMA FÁCIL, INCORPORADORA IMOBILIÁRIA – CASCAVEL III - SPE LTDA, sede em São José do Rio Preto-SP, na Av. Francisco das Chagas de Oliveira, nº 2500, sala 35A, Higienópolis, CEP 15.085-485, DELIBERAM, reduzir o capital social, conf. artigo 1082, II do CC, de R$12.651.473,00 para R$581.473,00, representando uma redução de R$12.070.000,00, que serão devolvidos até 31.01.2014, em moeda corrente nacional, à sócia Marans Holdings S/A. Sócios: Marans Holdings S/A e Carlos Bianconi.
CONCORRÊNCIA PÚBLICA Nº 07/14 A PREFEITURA MUNICIPAL DE TAUBATÉ, pela Presidência da Comissão Permanente de Licitações e com base na Lei Federal nº 8.666/93 e suas alterações, torna público aos interessados, que se acha aberta: Concorrência Pública nº 07/14 – Construção do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU e um posto do Corpo de Bombeiros no bairro Piracangaguá, com vencimento às 08h30 do dia 22.04.14. O Edital completo encontra-se disponível no Departamento de Compras, no horário das 08h às 12h e das 14h às 18h, podendo ser adquirido mediante recibo original de depósito do Banco Santander, Agência 0056, Conta-corrente nº 45000273-2, no valor de R$ 52,00 (Cinquenta e Dois Reais) cada edital ou gratuitamente no site desta Prefeitura www.taubate.sp.gov.br. Taubaté, 19 de março de 2014. Márcia Ferreira dos Santos – Presidente C.P.L.
CLAREX S.A. - CNPJ/MF Nº 01.741.399/0001-24 Ata da Assembléia Geral Extraordinária em 30 de Abril de 2012 Data e Local: Em 30.04.12, às 14hs, na sede social da Cia., R. Barão do Rio Branco, 395, em Guarulhos/SP. Presença: Acionistas representando a totalidade do capital; todos os diretores. Mesa: Franz Josef Kron, Presidente; e Solange de Castro Figueiredo Mantovani, Secretário. Convocação: Dispensada a convocação prévia, mediante publicação por reunir a totalidade dos acionistas, nos termos do § 4º, art. 124, Lei 6.404/76. Ordem do dia: Alteração da composição da Diretoria da Sociedade. Deliberação: Neste ato, o acionista Franz Josef Kron, retirando-se definitivamente da sociedade, sem que mantenha em relação a ela qualquer poder de administração e controle, cede e transfere sua única ação a Marcos Rogerio Lucchese, brasileiro, casado, engenheiro, RG 8.317.904-5, CPFMF 004.913.098-64, residente e domiciliado na R. Gonçalves Dias, 1727, Cep 13465-000, em Americana/SP; Os acionistas consignam neste instrumento, a alteração da composição da Diretoria da Sociedade, a partir de 01.05.2012, a qual passará a ser composta pelos senhores Marcos Rogerio Lucchese, brasileiro, casado, engenheiro, RG 8.317.904-5, CPFMF 004.913.098-64, residente e domiciliado na R. Gonçalves Dias, 1727, Cep 13465000, em Americana/SP, que exercerá o cargo de Diretor Presidente e Ulf Carsten Bertil Gerleman, sueco, casado, economista, RNE W154283-J, DICRE/DIREX/DPF, CPF/MF 037.542.158-09, residente e domiciliado na R. Ministro Godoy, 255, apto.108, CEP 05015-000, em SP/SP, que ocupa o cargo de Diretor Administrativo e Financeiro da Sociedade, com expressa anuência da acionista Umicore Brasil Ltda., que renuncia o direito de preferência. Os acionistas e o diretor administrativo e financeiro manifestaram expressamente seus agradecimentos ao Sr. Franz Josef Kron pela profícua gestão realizada durante o desempenho de suas funções no cargo de Diretor Presidente. Declaração de Desimpedimento: O acionista, Marcos Rogerio Lucchese, ora indicado como Diretor Presidente, assumirá efetivamente as suas funções a partir de 01.05.2012, e declara sob as penas da lei, que não está impedido por lei ou condenação por nenhum crime cuja pena vede o exercício de suas funções na Sociedade. Encerramento: nada mais a tratar, foi encerrada a reunião, da qual se lavrou esta ata, em forma de sumário, nos termos do § 1º, art. 130 da Lei 6.404/76, a qual foi lida, achada conforme, aprovada e assinada pelos presentes. Guarulhos, SP, 30.04.12. a) Presidente: Franz Josef Kron; Secretária: Solange de Castro Figueiredo Mantovani. Os acionistas: Umicore Brasil Ltda.; Franz Josef Kron.A presente é cópia fiel da original lavrada no livro próprio. Solange de Castro Figueiredo Mantovani - Secretária. JUCESP 246.044/12-3 em 11.06.2012. Gisela Simiema Ceschin - Sec. Geral.
FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 19 de março de 2014, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: RECUPERAÇÃO JUDICIAL Requerente: Formapel Indústria e Comércio de Artefatos de Papéis. Requerido: Formapel Indústria e Comércio de Artefatos de Papéis. Rua Angelo Santesso, 80 - 2ª Vara de Falências.
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO AVISO DE LICITAÇÃO Pregão nº 004/2014 - Processo nº 167/2014 DG/MP Acha-se aberto, no Ministério Público do Estado de São Paulo, o Pregão Presencial nº 004/2014 Processo nº 167/2014, que tem por objeto a aquisição de materiais e suprimentos para escritório. O Edital da presente licitação encontra-se à disposição dos interessados, gratuitamente, na Comissão Julgadora de Licitações, situada na Rua Riachuelo nº 115, 5º andar, sala 506, de 2ª a 6ª feira, das 09:30 às 18:30 horas, ou através da Internet nos Sites www.mpsp.mp.br e www.e-negociospublicos.com.br. Os envelopes serão recebidos na sessão pública de processamento do Pregão, na Rua Riachuelo nº 115, 5º andar, sala 504, no dia 03/04/2014, e sua abertura dar-se-á às 11h30min, no mesmo dia e local. Comissão Julgadora de Licitações, em 18 de março de 2014.
CLAREX S.A. - CNPJ/MF Nº 01.741.399/0001-24 - NIRE 35.300.149.556 Ata da Assembléia Geral Ordinária Realizada em 5.04.2013 Data e Local: Aos 05.04.2013, às 11hs, na sede social da Cia., na R. Barão do Rio Branco, 395, na cidade de Guarulhos/SP. Presença: Acionistas representando a totalidade do capital; todos os diretores. Mesa: Marcos Rogerio Lucchese, Presidente. Solange de Castro Figueiredo Mantovani, Secretária. Convocação: Dispensada a convocação prévia, nos termos do § 4º do art. 124, da Lei nº 6.404/76. Publicações: demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31.12.2012 as quais serão publicadas, ainda no transcorrer deste mês de abril, no DOESP e em outro Periódico de grande circulação na cidade de Guarulhos ou na cidade de São Paulo. Ordem do dia: a) discussão e votação do Relatório da Diretoria e das Demonstrações Financeiras; b) reeleição do Diretor Presidente e do Diretor Financeiro, cujos atuais mandatos terminam no dia 30.04.2013, para novos mandatos de dois anos, com término em 30.04.2015. Deliberações: Por unanimidade foram tomadas as seguintes deliberações: (i) aprovação, sem ressalvas e por unanimidade de votos, das contas da Diretoria relativas ao exercício social encerrado em 31.12.2012 respectivas ao Balanço Patrimonial e ao Balanço de Resultado Econômico da Sociedade encerrados nesta mesma data em que foram apurados: lucro líquido do exercício no valor de R$ 13.971.183,67; lucro acumulado (após dedução da parcela 5% a título de reserva legal) no valor de R$ 13.139.898,25; ativo no valor de R$ 91.774.387,16; passivo no valor de 12.883.091,52 e patrimônio líquido no valor de R$ 78.891.295,64. (ii) reeleição do Diretor Presidente e do Diretor Financeiro, cujos atuais mandatos terminam em 30.04.2013, para novos mandatos de dois anos, com término em 30.04.2015. Documentação: Ficam arquivados na sede da Cia., rubricados pela Mesa, os documentos citados. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a reunião, da qual se lavrou esta ata, em forma de sumário, nos termos do § 1º do art. 130 da Lei 6.404/76, a qual foi lida, achada conforme, aprovada e assinada pelos presentes. Guarulhos, SP, 5.04.2013. aa) Presidente - Marcos Rogerio Lucchese; Secretária Solange de Castro Figueiredo Mantovani. Os acionistas: Umicore Brasil Ltda.; Marcos Rogerio Lucchese. A presente é cópia fiel da original lavrada no livro próprio. Solange de Castro Figueiredo Mantovani - Secretária. JUCESP 191.266/13-9 em 22.05.2013. Gisela Simiema Ceschin - Sec. Geral.
SÃO PAULO TRANSPORTE S.A. CNPJ nº 60.498.417/0001-58 AVISO AOS ACIONISTAS Acham-se à disposição dos Senhores Acionistas desta Sociedade, na Superintendência Financeira da Diretoria de Administração e Finanças, na Rua 3 de Dezembro, 34 – 1º and., os documentos a que faz referência o art. 133 da Lei 6.404, de 15/12/1976, relativos ao exercício findo em 31/12/2013. São Paulo, 17 de março de 2014. JILMAR TATTO - Diretor Presidente.
Sistema Fácil, Incorporadora Imobiliária – Cascavel IV – SPE Ltda CNPJ Nº 08.832.675/0002-90 - NIRE 35.221.419.097 18ª ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE CONTRATO SOCIAL Data 16.01.2014. Local S.J.Rio Preto. A totalidade dos sócios da SISTEMA FÁCIL, INCORPORADORA IMOBILIÁRIA – CASCAVEL IV - SPE LTDA, sede em São José do Rio Preto-SP, na Av. Francisco das Chagas de Oliveira, nº 2500, sala 36A, Higienópolis, CEP 15.085-485, DELIBERAM, reduzir o capital social, conf. art. 1082, II do CC, de R$9.784.856,00 para R$5.524.856,00, representando uma redução de R$4.260.000,00, que serão devolvidos até 31.01.2014, em moeda corrente nacional, à sócia Marans Holdings S/A. Sócios: Marans Holdings S/A e Carlos Bianconi.
42 -.ECONOMIA/LEGAIS
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 20 de março de 2014
Descanso atrapalha produtividade? Não há uma resposta conclusiva para essa pergunta. Quem é contra a 'siesta' diz que sim, mas há estatísticas europeias que comprovariam exatamente o contrário. Laura Leon/NYT
uqueras argumenta que a alteração do horário espanhol seria uma dádiva para as mães que trabalham, dando às famílias mais tempo livre e ajudaria na recuperação econômica espanhola. "Se a Espanha tivesse um horário racional, o país seria mais produtivo", ele disse. Ainda gera debate se um horário mais matutino e controlado se traduziria em maior produtividade. Para o grupo de Buqueras, os trabalhadores espanhóis ficam mais tempo no trabalho do que os colegas alemães, mas completam somente 59% de suas tarefas diárias. Medir produtividade é uma ciência imprecisa e, embora muitos especialistas afirmem que a produção espanhola seja muito baixa, a Espanha na verdade supera muitos países europeus em alguns cálculos, segundo o Gabinete de Estatísticas da União Europeia. "Essas sestas de três horas não existem", afirmou Carlos Angulo Martín, que supervisiona análise social no Ins-
B
tituto Nacional de Estatísticas, em Madri. Segundo ele, os hábitos não são uniformes em todo o país, observando que na região da Catalunha, os horários das refeições e do trabalho estão mais alinhados com os de outros países europeus. No bar Mesón Viña, Rodríguez e amigos contemplavam o horário espanhol. Um amigo, Miguel Carbayo, 26 anos, estava escandalizado com a noção de soneca grátis no almoço. Ele trabalhou como estagiário na Holanda, onde os colegas chegavam às 8h e saíam às 5h, com meia hora para mastigar um sanduíche no almoço, regime que achou chocante. "Reduzir a hora do almoço?", ele questionou. "Não, eu sou completamente contra isso. Uma coisa é comer. Outra coisa bem diferente é se alimentar. Nossa cultura e costumes são nosso estilo de vida." Entretanto, ele admitiu que uma soneca mais curta fosse aceitável. "Dizem que 20 minutos bastam para aumentar a produtividade." *The New York Times
Em Sevilha, um flagrante da hora da 'siesta': a loja fica fechada, e os empregados acabam almoçando na calçada.
ECONOMIA/LEGAIS - 43
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 20 de março de 2014 Edital de Abandono - A empresa Yoki Alimentos solicita que Paulo Soares da Costa, CPTS 0068121-00140/SP, compareça em seu local de trabalho no prazo de 48 horas para justi car as faltas até o momento, sob pena de con gurar abandono de emprego.
Centro Automotivo Carioca da Gema Ltda, torna público que recebeu da Cetesb a Licença Operação n45006042, val até 18/03/2019 para Comb. e Lub. para Veiculos; Comercio Varejista, á Rua Ribeirão Claro,91, Esq. Hellio Pelle. VL. Nova Conceição/SP BNT S.A. - CNPJ 60.780.038/0001-56 - NIRE 35.300.021.436 Documentos à Disposição: Acham-se à disposição dos Srs. Acionistas, na sede social da BNT S.A., localizada na Rua Gomes de Carvalho, 1.507, Edifício Tenerife, Bloco B, 4º andar, cjs. 41 e 42, sala 1, São Paulo - SP, os documentos a que se refere o Art. 133, da Lei nº 6404/76, relativos ao exercício de 2013.São Paulo, 17 de Março de 2014.Flávio Elias Jabra-Diretor Presidente. (18, 19 e 20/03/2014) AUTO POSTO A.L. LTDA, torna público que recebeu da CETESB a Licença prévia e de Instalação n48000916 e requereu a Licença de Operação, para Comércio Varejista de Combustiveis e Lubrificantes, à R Antonio Dias Adorno,430 - Vila Nogueira - Diadema/SP
INTERMEZZO COMERCIAL DE PRODUTOS GOURMET S.A., CNPJ 04.107.954/0001-59, IE nº 116.035.001.111, Rua Olimpio Portugal, 148, São Paulo/SP, DECLARA para os devidos fins de direito o extravio da Impressora Fiscal, marca: Bematech, modelo MP20FI-02, série 4708020535817, conforme B.O. 327/2014 de 23/02/2014.
Ânfora Com. e Ind. Ltda. torna público que recebeu da CETESB a renovação da licença de operação simplificada n° 29000473, válida até 14/03/2018, para Armações de madeira para escovas e artigos semelhantes; fabricação de, à Rua Alto de Montalegre, 47, Lauzane Paulista, SP.
Shopping Center Ibirapuera S/A. CNPJ/MF nº 58.579.467/0001-18
Os documentos a que se refere o artigo 133 da Lei nº 6.404, relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2013, encontram-se à disposição dos Srs. Acionistas, na sede social. São Paulo, 18 de março de 2014. Armando de Angelis Filho - Presidente do Conselho de Administração
PREFEITURA MUNICIPAL DE CÂNDIDO MOTA AVISO DE LICITAÇÃO Acha-se aberto, nesta Prefeitura, a Tomada de Preços nº 002/2014 – Contratação de Empresa para Construção do Complexo Esportivo São Judas, com fornecimento de material e mão de obra. Encerramento: 08.04.2014, às 14h00. O Edital na íntegra será fornecido aos interessados na Rua Henrique Vasques, nº 180, das 9h00 às 11h00 e das 10h00 às 16h00, ou pelo site www.candidomota.sp.gov.br. Cândido Mota, 19 de março de 2014. Zacharias Jabur - Prefeito Municipal.
José Kalil S/A Participações e Empreendimentos - CNPJ/MF Nº 60.937.653/0001-23 Convocação de Assembleia Geral Ordinária Ficam convocados os Senhores Acionistas da José Kalil S/A Participações e Empreendimentos a se reunirem em Assembléia Geral Ordinária, que será realizada no dia 23 de abril de 2014, às 11 (onze) horas, na sede social, na Rua Professor Cesare Lombroso nº 259, Bairro Bom Retiro, nesta Capital, que tem a seguinte Ordem do Dia: a) Exame, discussão e votação do Relatório da Diretoria, Balanço Patrimonial e Demonstrações Financeiras relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013; b) Deliberação sobre a “reserva de investimento”, a destinação do lucro líquido do exercício e a distribuição de dividendos; c) Eleição da Diretoria e fixação dos respectivos honorários e deliberação quanto ao Conselho Fiscal; e d) Outros assuntos de interesse social. João Carlos Piccelli - Diretor-Presidente. (19, 20 e 21/03/2014)
Halógica Tecnologia S.A.
CNPJ/MF nº 26.349.969/0001-66 - NIRE 35.300.363.001 Edital de Convocação – ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA Ficam os Srs Acionistas convocados para se reunirem em 27/03/2014 às 14 horas na sede social situada em Osasco - SP, na Rua João Collino, 225, Sala 8, Centro, para deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: (a) Retificação do nome do diretor da companhia eleito em 07/11/2013 e (b) Ratificação das demais deliberações da Assembleia Geral Extraordinária de 07/11/2013. Osasco, 18 de março de 2014. Juan Maria Cuberes Montserrat - Presidente (19, 20 e 21/03/2014)
PREFEITURA MUNICIPAL DA ESTÂNCIA HIDROMINERAL DE ÁGUAS DE SÃO PEDRO TOMADA DE PREÇOS Nº 06/2014 A Prefeitura do Município da Estância Hidromineral de Águas de São Pedro, com sede à Praça Prefeito Geraldo Azevedo, 115, Centro, Águas de São Pedro/SP, torna público, para conhecimento de interessados, que se acha aberta a Tomada de Preços 06/2014, que objetiva a contratação de empresa para prestação de serviços de exames laboratoriais. O edital poderá ser retirado diretamente no endereço supracitado, das 12:00 às 17:00 horas, de segunda a sexta-feira. Será exigido cadastramento prévio. Os envelopes com a documentação e a proposta financeira deverão ser protocolados até às 13:30 horas do dia 15/04/2014 sendo que a abertura dos mesmos será neste mesmo dia às 14:00 horas. Águas de São Pedro/SP, 18/03/2014. Paulo César Borges – Prefeito Municipal.
Odebrecht TransPort S.A. CNPJ/MF nº 12.251.483/0001-86 – NIRE 35.300.381.548
Ata de Assembleia Geral Extraordinária Realizada em 12 de fevereiro de 2014 Dia, hora e local: Em 12 de fevereiro de 2014, às 9:00 horas, na sede da Companhia, localizada na Rua Lemos Monteiro, nº 120, 8º andar, Parte A, São Paulo – SP, CEP 05501-050. Presença: Acionistas representando a totalidade do capital social, conforme assinaturas lançadas no Livro de Registro de Presença de Acionistas. Convocação: Dispensada a publicação de Edital de Convocação, conforme disposto no Artigo 124, § 4º da Lei nº 6.404/76, conforme alterada (“Lei das S.A.s”). Mesa: Paulo Henyan Yue Cesena, Presidente; Adriano Sa de Seixas Maia, Secretário. Antes de iniciarem-se os trabalhos do dia, os acionistas tomaram conhecimento, nesta data, através de carta dirigida à Companhia, da renúncia dos Srs.: (i) João Borba Filho, brasileiro, casado, engenheiro civil, inscrito no CPF/MF sob o nº 095.292.097-20, portador da cédula de identidade RG nº 1820.211 SSP/IFP, residente e domiciliado na cidade do Rio de Janeiro – RJ, com endereço comercial na Praia de Botafogo, 300, 8º andar, Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro – RJ, suplente do Sr. Benedicto Barbosa da Silva Junior, Presidente do Conselho de Administração da Companhia; e (ii) Newton Sergio de Souza, brasileiro, casado, advogado, inscrito no CPF/MF sob o nº 261.214.417-04, portador da cédula de identidade RG nº 03.604.882-5 IFP/RJ, residente e domiciliado na cidade de São Paulo – SP, com endereço comercial na Rua Lemos Monteiro, nº 120, 15º andar, Butantã, na cidade de São Paulo – SP, Vice-Presidente do Conselho de Administração da Companhia; e, nesta oportunidade, agradeceram sua atuação no exercício de seus cargos. Deliberações: 1) Autorizada a lavratura da presente ata na forma de sumário dos fatos ocorridos, conforme faculta o Artigo 130, §1º da Lei das S.A.s; 2) Aprovada a eleição dos Srs.: (i) Carlos Hermanny Filho, brasileiro, casado, engenheiro civil, inscrito no CPF/MF sob o nº 048.654.388-90, portador da cédula de identidade RG nº 13.613.550 SSP/SP, residente e domiciliado na cidade de São Paulo – SP, com endereço comercial na Rua Lemos Monteiro, nº 120, 9º andar, Butantã, na cidade de São Paulo – SP, para o cargo de membro do Conselho de Administração como suplente do Sr. Benedicto Barbosa da Silva Junior, Presidente do Conselho de Administração da Companhia; (ii) Mauricio Roberto de Carvalho Ferro, brasileiro, solteiro, advogado, inscrito no CPF/MF sob o nº 371.505.961-34, portador da cédula de identidade RG nº 453.069 SSP/DF, com endereço comercial na Rua Lemos Monteiro, nº 120, 15º andar, Butantã, na cidade de São Paulo – SP, para o cargo de membro do Conselho de Administração como Vice-Presidente do Conselho de Administração da Companhia; (iii) Mônica Bahia Odebrecht, brasileira, divorciada, advogada, inscrita no CPF/MF sob o nº 541.080.715-49, portadora da cédula de identidade RG nº 2598721-64 SSP/BA, residente e domiciliada na cidade de São Paulo – SP, com endereço comercial na Rua Lemos Monteiro, nº 120, 15º andar, Butantã, na cidade de São Paulo – SP, para o cargo de membro do Conselho de Administração como suplente do Sr. Maurício Roberto de Carvalho Ferro; (iv) Luciano Alves da Cruz, brasileiro, casado, contador, inscrito no CPF/MF sob o nº 662.443.665-49, portador da cédula de identidade RG nº 00126911 SSP/RN, residente e domiciliado na cidade do Rio de Janeiro – RJ, com endereço comercial na Praia de Botafogo, nº 300, 10º andar, Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro – RJ, para o cargo de membro do Conselho de Administração como suplente do Sr. Adriano Chaves Jucá Rolim; e (v) Osvaldo Burgos Schirmer, brasileiro, casado, administrador, inscrito no CPF/MF sob o nº 108.187.230-68, portador da cédula de identidade RG nº 7002135882 SSP/RS, residente e domiciliado na cidade de Porto Alegre – RS, com endereço comercial na Avenida Carlos Gomes, nº 1492, cj. 1209, na cidade de Porto Alegre – RS, para o cargo de membro do Conselho de Administração como titular, todos com mandato unificado até a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada em 2014, sendo permitida a reeleição, conforme preceitua o Artigo 12 do Estatuto Social da Companhia; e 3) Aprovada, haja vista as renúncias e eleições havidas, a redesignação dos Srs.: (i) Daniel Bezerra Villar, brasileiro, casado, engenheiro civil, inscrito no CPF/MF sob o nº 024.449.667-67, portador da cédula de identidade RG nº 09.370.154-8 IFP/RJ, residente e domiciliado na cidade do Rio de Janeiro – RJ, com endereço comercial na Avenida João Cabral de Melo Neto, nº 400, 13º andar, Edifício Península Corporate, Barra da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro – RJ, eleito como membro suplente do Sr. Newton Sergio de Souza na Reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada em 01 de agosto de 2013, cuja ata foi arquivada perante a Junta Comercial do Estado de São Paulo – JUCESP sob o nº 311.188/13-8, para membro titular do Conselho de Administração da Companhia; e (ii) Jairo Elias Flor, brasileiro, casado, administrador, inscrito no CPF/MF sob o nº 407.391.209-72, portador da cédula de identidade RG nº 1.924.225-0 SSP/PR, residente e domiciliado na cidade de São Paulo – SP, com endereço comercial na Rua Lemos Monteiro, nº 120, 16º andar, Butantã, na cidade de São Paulo – SP, eleito como membro suplente do Sr. Adriano Chaves Jucá Rolim na Reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada em 29 de abril de 2013, cuja ata foi arquivada perante a Junta Comercial do Estado de São Paulo – JUCESP sob o nº 237.775/13-0, para membro suplente do Sr. Daniel Bezerra Villar, ambos com mandato unificado até a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada em 2014, sendo permitida a reeleição, conforme preceitua o Artigo 12 do Estatuto Social da Companhia. Os membros do Conselho de Administração eleitos e cujos cargos foram redesignados serão investidos em seus cargos mediante a lavratura e assinatura de termo de posse no Livro de Atas de Reunião do Conselho de Administração da Companhia. Atendendo ao disposto no Artigo 147 da Lei das S.A.s, os membros do Conselho de Administração eleitos e que tiveram seus cargos redesignados declaram, sob as penas da lei, não estarem impedidos de exercer a administração da Companhia, por lei especial, ou em virtude de condenação criminal, ou por se encontrarem sob os efeitos dela, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos, ou por crime falimentar, de prevaricação, peita ou suborno, concussão, peculato, ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra normas de defesa de concorrência, contra as relações de consumo, fé pública, ou a propriedade. Diante do exposto, a composição do Conselho de Administração da Companhia, com mandato unificado até a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada em 2014, passa a ser a seguinte: Membros titulares: (i) Benedicto Barbosa da Silva Junior, brasileiro, casado, engenheiro civil, inscrito no CPF/MF sob o nº 015.225.538-94, portador da cédula de identidade RG nº 7.730.356 SSP/SP, residente e domiciliado na cidade do Rio de Janeiro – RJ, com endereço comercial na Praia de Botafogo, nº 300, 8º andar, Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro – RJ, Presidente do Conselho de Administração da Companhia; (ii) Mauricio Roberto de Carvalho Ferro, brasileiro, solteiro, advogado, inscrito no CPF/MF sob o nº 371.505.961-34, portador da cédula de identidade RG nº 453.069 SSP/DF, residente e domiciliado na cidade de São Paulo – SP, com endereço comercial na Rua Lemos Monteiro, nº 120, 15º andar, Butantã, na cidade de São Paulo – SP, Vice-Presidente do Conselho de Administração da Companhia; (iii) Adriano Chaves Jucá Rolim, brasileiro, casado, advogado, inscrito no CPF/MF sob o nº 508.511.015-34, inscrito na OAB sob o nº 280.660 OAB/SP, residente e domiciliado na cidade de São Paulo – SP, com endereço comercial na Praia de Botafogo, nº 300, 8º andar, Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro – RJ; (iv) Daniel Bezerra Villar, brasileiro, casado, engenheiro civil, inscrito no CPF/MF sob o nº 024.449.667-67, portador da cédula de identidade RG nº 09.370.154-8 IFP/RJ, residente e domiciliado na cidade do Rio de Janeiro – RJ, com endereço comercial na Avenida João Cabral de Melo Neto, nº 400, 13º andar, Edifício Península Corporate, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ; (v) Luiz Antonio Mameri, brasileiro, casado, engenheiro civil, inscrito no CPF/MF sob o nº 603.563.597-00, portador da cédula de identidade RG nº 03.382.231-3 SSP/BA, residente e domiciliado na cidade de São Paulo – SP, com endereço comercial na Rua Lemos Monteiro, nº 120, 12º andar, Butantã, na cidade de São Paulo – SP; (vi) Marcela Aparecida Drehmer Andrade, brasileira, casada, administradora, inscrita no CPF/MF sob o nº 515.29.505-10, portadora da cédula de identidade RG nº 03.797.428-96 SSP/BA, residente e domiciliada na cidade de São Paulo – SP, com endereço comercial na Rua Lemos Monteiro, nº 120, 15º andar, Butantã, na cidade de São Paulo – SP; (vii) Flavio Eduardo Arakaki, brasileiro, solteiro, economiário, inscrito no CPF/MF sob o nº 283.844.958-31, portador da cédula de identidade RG nº 25.769.192-3 SSP/SP, residente e domiciliado na cidade de São Paulo – SP, com endereço comercial na Avenida Paulista, nº 2.300, 11º andar, na cidade de São Paulo – SP; (viii) Édilo Ricardo Valadares, brasileiro, divorciado, economiário, inscrito no CPF/MF sob o nº 494.191.106-72, portador da cédula de identidade RG nº MG-2.976.493 SSP/MG, residente e domiciliado na cidade de Brasília com endereço comercial no Setor Bancário Sul, na Quadra 4, Lote 3/4, Asa Sul, CEP 70092-900, na cidade de Brasília – DF; e (ix) Osvaldo Burgos Schirmer, brasileiro, casado, administrador, inscrito no CPF/MF sob o nº 108.187.230-68, portador da cédula de identidade RG nº 7002135882 SSP/RS, residente e domiciliado na cidade de Porto Alegre – RS, com endereço comercial na Avenida Carlos Gomes, nº 1492, cj. 1209, na cidade de Porto Alegre – RS; e Membros suplentes: (x) Carlos Hermanny Filho, brasileiro, engenheiro civil, casado, inscrito no CPF/MF sob o nº 048.654.388-90, portador da cédula de identidade RG nº 13.613.550 SSP/SP, residente e domiciliado na cidade de São Paulo – SP, com endereço comercial na Rua Lemos Monteiro, nº 120, 9º andar, Butantã, na cidade de São Paulo – SP, suplente do Sr. Benedicto Barbosa da Silva Junior, Presidente do Conselho de Administração da Companhia; (xi) Mônica Bahia Odebrecht, brasileira, advogada, divorciada, inscrita no CPF/MF sob o nº 541.080.715-49, portadora da cédula de identidade RG nº 2598721-64 SSP/BA, residente e domiciliada na cidade de São Paulo – SP, com endereço comercial na Rua Lemos Monteiro, nº 120, 15º andar, Butantã, na cidade de São Paulo – SP, membro suplente do Sr. Mauricio Roberto de Carvalho Ferro, Vice-Presidente do Conselho de Administração da Companhia; (xii) Luciano Alves da Cruz, brasileiro, contador, casado, inscrito no CPF/MF sob o nº 662.443.665-49, portador da cédula de identidade RG nº 00126911 SSP/RN, residente e domiciliado na cidade do Rio de Janeiro – RJ, com endereço comercial na Praia de Botafogo, nº 300, 10º andar, Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro – RJ, suplente do Sr. Adriano Chaves Jucá Rolim no Conselho de Administração da Companhia; (xiii) Jairo Elias Flor, brasileiro, casado, administrador, inscrito no CPF/MF sob nº 407.391.209-72, portador da cédula de identidade RG nº 1.924.225-0 SSP/PR, residente e domiciliado na cidade de São Paulo – SP, com endereço comercial na Rua Lemos Monteiro, nº 120, 16º andar, Butantã, na cidade de São Paulo – SP, suplente do Sr. Daniel Bezerra Villar no Conselho de Administração da Companhia; (xiv) Jorge Henrique Simões Barata, brasileiro, casado, engenheiro, inscrito no CPF/MF sob o nº 328.045.555-34, portador da cédula de identidade RG nº 15.446.492-9 SSP/BA, residente e domiciliado no Peru, com endereço comercial na Avenida Victor Andrés Belaúnde 280 – Of. 502, San Isidro Lima – Peru, suplente do Sr. Luiz Antonio Mameri no Conselho de Administração da Companhia; (xv) Mauro Motta Figueira, brasileiro, casado, engenheiro de produção, inscrito no CPF/MF sob o nº 115.134.858-90, portador da cédula de identidade RG nº 11.335.092-2 SSP/SP, residente e domiciliado na cidade de São Paulo – SP, com endereço comercial na Rua Lemos Monteiro, nº 120, 16º andar, Butantã, na cidade de São Paulo – SP, suplente da Sra. Marcela Aparecida Drehmer Andrade no Conselho de Administração da Companhia; (xvi) Yoshio Marcos Hashimoto, brasileiro, casado, economiário, inscrito no CPF/MF sob o nº 719.229.209-59, portador da cédula de identidade RG nº 43.565.834 SSP/PR, residente e domiciliado na cidade de São Paulo – SP, com endereço comercial na Avenida Paulista, nº 2.300, 11º andar, Cerqueira César, na cidade de São Paulo – SP, suplente do Sr. Flávio Eduardo Arakaki no Conselho de Administração da Companhia; e (xvii) Cássio Viana de Jesus, brasileiro, solteiro, economiário, inscrito no CPF/MF sob o nº 321.010.338-01, portador da cédula de identidade RG nº 22.797.727-0 SSP/SP, residente e domiciliado na cidade de São Paulo – SP, com endereço comercial na Avenida Paulista, nº 2.300, 11º andar, São Paulo – SP, suplente do Sr. Édilo Ricardo Valadares no Conselho de Administração da Companhia. Quorum das deliberações: Todas as deliberações foram aprovadas por unanimidade, sem reservas ou restrições. Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a assembleia, lavrando-se a presente ata que, após lida e aprovada, foi assinada por todos os presentes. São Paulo/SP, 12 de fevereiro de 2014; Mesa: Paulo Henyan Yue Cesena – Presidente; Adriano Sa de Seixas Maia – Secretário; Acionistas: Odebrecht S.A.; Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FI-FGTS e BNDES Participações S.A. – BNDESPAR. Certifico e dou fé que essa ata é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. São Paulo/SP, 12 de fevereiro de 2014. Adriano Sa de Seixas Maia, Secretário. Junta Comercial do Estado de São Paulo. Certifico o registro sob o nº 100.078/14-0, em 14/03/2014. Gisela Simiema Ceschin, Secretária-Geral.
CASA DE SAÚDE SANTA RITA S/A CNPJ/MF nº 60.882.289/0001-41 – Aviso aos Acionistas À disposição, na sede social documentos do Artigo 133, Lei nº 6404/76, referente ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013. São Paulo, 18/03/2014. A Diretoria. (19, 20, 21/3/2014) SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: Pregão Eletrônico de Registro de Preços Nº 36/00345/13/05. OBJETO: AQUISIÇÃO DE FOGÃO INDUSTRIAL DE 4 BOCAS - FO - 03. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para: Aquisição de Fogão Industrial de 4 Bocas - FO - 03. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 20/03/2014, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 02/04/2014, às 10:00 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente.Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 20/03/2014, até o momento anterior ao início da sessão pública. BARJAS NEGRI - Presidente.
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: Pregão Eletrônico de Registro de Preços Nº 36/00025/14/05. OBJETO: AQUISIÇÃO DE CONJUNTO DE USO MÚLTIPLO M4B-04 E M4B-06. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para: Aquisição de Conjunto de Uso Múltiplo M4B-04 e M4B-06. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 20/03/2014, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http:// www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 02/ 04/2014, às 10:00 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 20/03/2014, até o momento anterior ao início da sessão pública. BARJAS NEGRI - Presidente.
ASSOCIAÇÃO SAÚDE DA FAMÍLIA – ASF A ASSOCIAÇÃO SAÚDE DA FAMÍLIA – ASF torna público que se acha aberto procedimento licitatório de SELEÇÃO DE FORNECEDORES – COLETA DE PREÇO Nº 001/2014, PROCESSO ASF Nº 010/2014, OBJETIVANDO A CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONFECÇÃO E IMPRESSÃO DE HOLERITES, PELO CRITÉRIO MENOR PREÇO GLOBAL. O edital na íntegra poderá ser consultado no sítio ASF:www.saudedafamilia.org e ou retirado na sede da Associação, situada à Praça Mal. Cordeiro de (11) 3154.7050. Informações no endereço Farias, 65 Fone: eletrônico:licitacoesasf@saudedafamilia.org | Data da Sessão Pública: 27/03/2014, às 09h30 – Local da Sessão: Associação Saúde da Família, Praça Mal. Cordeiro de Farias, 65 – Higienópolis – São Paulo/SP.
Companhia Melhoramentos Norte do Paraná CNPJ n° 61.082.962/0001-21 - NIRE-SP n° 35.300.026.438 São convocados os Senhores Acionistas para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária da Companhia, no próximo dia 28.03.2014, às 11:00 horas, no prédio da sede social, na Capital do Estado de São Paulo, na Rua dos Pinheiros, 610, 6º andar, conjuntos 65 e 66, Pinheiros, para tratar da seguinte ordem do dia: Assembleia Geral Ordinária: a) prestação de contas dos administradores, exame, discussão e votação das demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2013 e destinação de resultados; b) eleição dos membros do Conselho Consultivo e da Diretoria; e c) fixação dos honorários globais dos membros do Conselho Consultivo e da Diretoria. São Paulo, 19 de fevereiro de 2014. Diretoria
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
AVISO DE LICITAÇÃO Pregão Eletrônico nº 12/2014 - MDS O objeto da presente licitação é a escolha da proposta mais vantajosa para a prestação de serviços presenciais e não presenciais de desenvolvimento e manutenção de software com execução mediante regime de empreitada por preço unitário conforme condições, quantidades, especificações e exigências estabelecidas no Edital e seus anexos. Entrega das Propostas: a partir de 20/03/2014, no sítio www.comprasnet.gov.br. Abertura das Propostas: 01/04/2014, às 09h30min. Esclarecimentos: licitacao@mds.gov.br Felipe Ribeiro Alves Morais Pregoeiro
COMPANHIA METALÚRGICA PRADA
CNPJ nº 56.993.900/0001-31 - NIRE 35-3.0004858.0 Ata de Assembleia Geral Ordinária Realizada em 31 de Dezembro de 2013 Data, Local e Hora: 31 de dezembro de 2013 na sede da Companhia, na Rua Engenheiro Francisco Pita Brito, 138, São Paulo/SP às 17:30h.Mesa: Sr.Enéas Garcia Diniz, Presidente, que convidou o Sr.Daniel Adriano Paulino, para secretariar os trabalhos. Convocação e Presença: dispensada a convocação tendo em vista a presença da totalidade dos acionistas, nos termos do art. 124, § 4º da Lei nº 6.404/76. Ordem do Dia: (i) tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012; (ii) deliberar sobre a destinação do resultado do exercício; e (iii) fixar a remuneração anual global dos administradores. Deliberações: por unanimidade, observadas as restrições legais ao exercício do direito de voto e sem qualquer reserva, ressalva, oposição ou protesto dos presentes, abstendo-se de votar os legalmente impedidos, foram adotadas as seguintes deliberações: (i) considerar sanada a inobservância do prazo legal para publicação do Relatório da Administração, Balanço Patrimonial e demais Demonstrações Financeiras pertinentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012; (ii) Aprovadas as Demonstrações Financeiras e o Relatório da Administração relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, publicados em 13 de dezembro de 2013 no “Diário Oficial do Estado de São Paulo”, página 20, e no “Diário do Comércio”, página 19;(iii) Aprovada a alocação do prejuízo apurado no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, no montante de R$143.847.135,83 (cento e quarenta e três milhões, oitocentos e quarenta e sete mil, cento e trinta e cinco reais e oitenta e três centavos) na conta de prejuízos acumulados; (iv) Aprovada a remuneração anual global dos administradores no montante de até R$360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) para o exercício social de 2013; (v) Tendo em vista a renúncia apresentada pelo Sr. Jose Taragano ao cargo de Conselheiro da Companhia em 14 de junho de 2013, os acionistas decidiram, por unanimidade, deixar vago referido cargo, uma vez que o processo seletivo para a escolha do novo membro do conselho de administração continua em andamento. Encerramento: Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a presente Assembleia Geral Ordinária, cuja ata, após lida e achada conforme, foi assinada por todos os presentes. Documentos: ficaram arquivados na sede da companhia, rubricados pela Mesa o Relatório da Administração, Balanço Patrimonial e demais demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012. Assinaturas: Benjamin Steinbruch, Presidente; Daniel Adriano Paulino, Secretário. Acionistas: Companhia Siderúrgica Nacional e Enéas Garcia Diniz. A presente ata é redigida sob a forma de sumário, conforme faculta o art. 130, § 1º, da Lei nº 6.404/76, ficando autorizada a sua publicação. Atesto que esta é uma cópia fiel da ata lançada no Livro de Atas de Assembleias Gerais da Companhia. São Paulo, 31 de dezembro de 2013. Daniel Adriano Paulino - Secretário. JUCESP nº 50.431/14-6 em 03/02/2014. Protocolo nº 0.085.124/14-0. Gisela Simiema Ceschin Secretária Geral.
PREFEITURA MUNICIPAL DE IGARATÁ AVISO DE LICITAÇÃO PREGÃO PRESENCIAL Nº 005/2014. Processo nº 000229/2014. Objeto: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA TRANSPORTE DE ALUNOS UNIVERSITÁRIOS PARA O MUNICÍPIO DE JACAREÍ/SP e MOGI DAS CRUZES/SP, EM VEÍCULOS TIPO ÔNIBUS COM CAPACIDADE MÍNIMA DE 49 (quarenta e nove) LUGARES, COM O TEMPO MÁXIMO DE 05 (cinco) ANOS DE USO. Data: 02/04/2014 Horário: 14h. Local: Prefeitura Municipal de Igaratá/SP, Edifício Sede, Avenida Benedito Rodrigues de Freitas, nº 330, Centro, Igaratá-SP – Sala de Licitações e Contratos. Igaratá, 19 de março de 2014. FÁTIMA MADALENA ANDRADE PRIANTI - Pregoeira
PREFEITURA MUNICIPAL DE OURINHOS AVISO DE LICITAÇÃO Processo nº 1.150/2014 - Tomada de Preços nº 04/2014 Objeto: Contratação de empresa para execução de recapeamento asfáltico em concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ), com área de 14.780,63m², em diversas ruas da cidade de Ourinhos-SP, com fornecimento de todo material e mão de obra, conforme projetos, memorial descritivo, orçamento e cronograma anexo. Data de recebimento dos envelopes: 08/04/2014. Horário limite para recebimento dos envelopes: 09.00 horas. Abertura: 08/04/2014 – 09.30 horas. Cadastro até o dia 02/04/2014. Visita Técnica: Agendamento a partir do dia 21/03/2014 a 07/04/2014, no horário das 8h30min às 11h30min e das 14h30min às 17h30min, devendo o interessado agendá-la com 1 (um) dia de antecedência, por escrito ou através de endereço eletrônico (licitacoes.pmo@ig.com.br). O Edital completo poderá ser retirado na Diretoria de Suprimento, sito a Rua Euclides da Cunha, nº 522, Centro, das 08:00 às 12:00 horas e das 14:00 às 18:00 horas ou maiores informações pelo telefone (14) 3302-6000 ramal 6032 e 6076. Ourinhos, 18 de março de 2014 – Comissão Permanente de Licitação.
EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES – EBSERH
AVISO DE REMARCAÇÃO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 01/2014 Por conveniência da Administração Pública a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares-EBSERH/MEC, com sede no Setor Comercial Sul - SCS, Quadra 09, Lote C, Edifício Parque Cidade Corporate, Torre C, 1º andar, CEP: 70308-200 - Brasília/ DF, Telefone: (61) 3255-8900, inscrita no CNPJ sob o nº 15.126.437.0001-43, em conformidade com o que dispõe o artigo 39 da Lei Federal nº 8.666/93, REMARCA a AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 01/2014, objetivando a compra de Armações e Lentes para o Projeto Consultórios Itinerantes de Oftalmologia, e convida fabricantes, importadores, distribuidores e demais interessados. A Audiência nº 01/2014 objetiva conhecer as características técnicas, mercadológicas, entre outras, para os referidos insumos, em todo o território nacional, e ainda tornar pública as condições para a referida contratação a todos os interessados. A nova data da sessão pública está marcada para o dia 10 de abril de 2014, das 14h às 18h, no seguinte endereço: Setor Comercial Sul - SCS, Quadra 09, Lote C, Edifício Parque Cidade Corporate, Torre C, 2º andar, CEP: 70308-200 - Brasília/DF, Telefone: (61) 3255-8934 ou 3255-8295. O Edital/Termo de Referência e demais informações estarão à disposição dos interessados no endereço http://www.ebserh.mec.gov.br. Walmir Gomes de Sousa Diretor Administrativo Financeiro/DAF EBSERH/MEC
DEL REY EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S/A CNPJ/MF 59.227.819/0001-39 Relatório da Diretoria Srs Acionistas, Segundo determinação do artigo n. 176 da Lei n. 6.404/76 e segundo dispõe o estatuto social desta empresa, submetemos à apreciação de V. Senhorias as dem. financ. do exercício findo em 31/12/2013. A Diretoria Demonstrações Financeiras Balanço Patrimonial Levantado em 2013 e de 2012 (Em reais) Demonstrações do Resultado (Em reais) 31.12.13 31.12.12 Ativo 31.12.13 31.12.12 Passivo 31.12.13 31.12.12 Histórico: Res. positivos de participações societárias Circulante 1.509.963,05 2.565.901,73 Circulante 102.255,92 161.996,77 avaliadas pelo método da equiv. patrim. 16.484.402,47 16.623.345,08 Disponibilidades 1.398.797,88 2.551.122,29 Honorários e encargos a pagar 6.329,64 6.344,22 Receitas Operacionais 16.484.402,47 16.623.345,08 Bancos 28.552,55 55.547,43 Obrigações tributárias 2.406,03 2.652,55 Despesas operacionais (141.893,09) (149.647,94) Aplicações Financeiras 1.370.245,33 2.495.574,86 Dividendo retidos a pagar 93.520,25 153.000,00 Outras receitas operacionais 150.000,00 Créditos Realizaveis 111.165,17 14.779,44 Não Circulante 102.905.936,48 90.117.829,74 Receitas (Depesas) Financeiras 170.974,16 235.599,15 Impostos a Compensar 111.165,17 14.779,44 Exigivel de Longo Prazo 2.749.657,02 2.749.657,02 Resultado Operacional antes da TribuNão Circulante 101.498.229,35 87.713.924,78 Transações com partes relacionadas 2.749.657,02 2.749.657,02 tação do I.R. e Contribuição Social 16.513.483,54 16.859.296,29 Realizavel de Longo Prazo 63.000,00 - Patrimônio Líquido 100.156.279,46 87.368.172,72 Provisão para Contribuição Social (2.617,30) (21.303,11) Transações com partes relacionadas 63.000,00 - Capital 70.000.000,00 70.000.000,00 Provisão para Imposto de Renda (4.362,16) (35.505,18) Permanente 101.435.229,35 87.713.924,78 Reservas de lucros 30.156.279,46 17.368.172,72 Lucro Líquido do Exercício 16.506.504,08 16.802.488,00 Investimentos 101.415.656,76 87.694.352,19 Total do Passivo 103.008.192,40 90.279.826,51 Lucro por Ação 0,24 0,24 2013 2012 Participações societárias 101.415.656,76 87.694.352,19 exercício findo em 31/12/2013 foram preparadas de acordo com as novas Demonstração do Fluxos de Caixas (Em reais) Imobilizado 19.572,59 19.572,59 práticas contábeis adotadas no Brasil, com base nas disposições contidas Ativ. Operac.: Rec.de Luc.e Div.de Contr. 27.385.097,90 8.489.847,59 Imóveis 19.572,59 19.572,59 na Lei das Sociedades por Ações - Lei nº 6404/76 alteradas pela Lei nº Pagamentos Conselho Fiscal (75.811,74) (72.943,50) Total do Ativo 103.008.192,40 90.279.826,51 11.638/07 e pela Medida Provisória nº 449/08, nos Pronunciamentos, nas Pagamentos de Impostos e Contribuições (31.499,43) (103.203,04) Notas Explicativas: 1 - Contexto Operac. e Societário - A sociedade de Orientações e nas interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamen- Pagamentos de Fornecedores (37.535,45) (47.154,32) capital fechado foi constituída em 30/04/1988 e tem por objetivo a participa- tos Contábeis (CPC). 3 - Sumário das Principais práticas contábeis: a) Pagamento de Despesas Bancarias (2.833,63) (2.737,53) ção no capital social de empresas dedicadas ao transporte de passageiros, O resultado foi apurado pelo regime de competência, b) O Permanente - Cx. Líq. Gerado(cons.)nas ativ.Operac. 27.237.417,65 8.263.809,20 mediante fretamento, turismo ou através de concessão do Poder Público. Demonstrado pelo custo corrigido monetariamente até 31.12.1995 e c) Os Ativ. de Invest.:Venda de ativos não circul. 150.000,00 2 - Base de apresentação: As demonstrações contábeis referentes ao investimentos foram ajustados pelo método de equivalência patrimonial. Cx. Líq. Gerado (cons.) nas ativ. Invest. 150.000,00 4 - Empresas Controladas: 2013 2012 Ativ. Financ.: Receb.de Emprest.a Contr. - 2.749.657,02 Capital social Lucro Patrim. Liq. Partic. no Cap. Inv.(%) Equiv. Patrim. Equiv. Patrim. Adiantamento p/Futuro Aum.de Capital (24.622.000,00) (8.880.000,00) Del Rey Transportes Ltda. 20.000.003,00 9.360.467,99 23.992.749,58 99,99 9.024.472,42 6.252.859,83 Juros Recebidos 73.135,03 238.336,68 A. Ônibus Moratense Ltda. 25.000.003,00 8.356.198,56 32.300.649,18 99,97 8.018.866,51 8.416.109,24 Emprestimos a controladas (63.000,00) Rápido Del Rey T.T. Ltda 2.061.125,00 (74.622,79) 3.999.498,00 99,98 (74.611,60) 797.612,72 Aquisição de ações proprias (398.411,87) Del Rey Empreend. Imobil. Ltda 18.913.198,00 (483.795,54) 41.130.189,33 99,99 (484.036,92) 1.158.386,54 Pagamento de Dividendos (3.777.877,09) (3.784.422,73) Del Rey Ambiental Ltda 511.000,00 (288,00) 3.279,94 99,98 (287,94) (1,48) Cx. Líq. Gerado (cons.) nas ativ.financ. (28.389.742,06)(10.074.840,90) Del Rey Turismo Ltda 3.143,00 99,70 (1.621,77) Aum.(Red.) Líq. de Cx. e Equiv.de Cx. (1.152.324,41) (1.661.031,70) 16.484.402,47 16.623.345,08 Saldo de Cx. + Equiv.no Início do Período 2.551.122,29 4.212.153,99 Equivalência patrimonial (484.036,92) 1.158.386,54 Saldo de Cx. + Equiv.no Final do Período 1.398.797,88 2.551.122,29 5 - Investimentos em Controladas 41.129.778,03 16.991.814,95 Aum.(Red.) das disp.-Recursos Livres (1.152.324,41) (1.661.031,70) Del Rey Transportes Ltda. 2013 2012 Patrimônio Líquido 2013 2012 Número de quotas possuídas 20.000.000 12.700.000 Rápido Del Rey T.T. Ltda. Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (Em reais) 2.060.825 2.060.825 Valor nominal de cada quota 1,00 1,00 Número de quotas possuídas Histórico Cap. Realizado Res./Lucros Luc. Acumul. Total 1,00 1,00 Participação no capital 99,99% 99,99% Valor nominal de cada quota Sdo.01.01.12 34.000.000,00 40.824.519,32 - 74.824.519,32 99,98% 99,98% Valor investido 38.773.367,86 38.149.855,62 Participação no capital Aum.de Cap. 36.000.000,00 (36.000.000,00) 4.073.509,67 3.275.896,95 Lucros antecipados (23.805.097,90) (5.629.347,59) Valor investido Luc.exerc.findo - 16.802.488,00 16.802.488,00 (74.611,60) 797.612,72 Equivalência patrimonial 9.024.472,42 6.252.859,83 Equivalência patrimonial Div.distrib. - (3.860.422,73) (3.860.422,73) 3.998.898,07 4.073.509,67 Patrimônio Líquido 23.992.742,38 38.773.367,86 Patrimônio Líquido Ações em tes. (398.411,87) - (398.411,87) 2013 2012 Auto Ônibus Moratense Ltda. 2013 2012 Del Rey Turismo Ltda. Transf.p/Res.Luc. - 12.942.065,27 (12.942.065,27) 3.134 3.134 Número de quotas possuídas 25.000.000 4.198.740 Número de quotas possuídas Sdo.01.01.13 70.000.000,00 17.368.172,72 - 87.368.172,72 1,00 1,00 Valor nominal de cada quota 1,00 1,00 Valor nominal de cada quota Luc.exerc.findo - 16.506.504,08 16.506.504,08 99,97% 99,97% Participação no capital 99,97% 99,97% Participação no capital Div.distribuídos - (3.718.397,34) (3.718.397,34) 1.621,77 Valor investido 27.852.092,48 22.096.483,24 Valor investido Transf. p/Res.Luc. - 12.788.106,74 (12.788.106,74) (1.621,77) Lucros antecipados (3.580.000,00) (2.860.500,00) Equivalência patrimonial Sdo.31.12.13 70.000.000,00 30.156.279,46 -100.156.279,46 Adiantamento p/fut. Aum. Capital 200.000,00 Patrimônio Líquido 6 - Capital Social - O capital social está dividido em 70.000.000 (setenta 2013 2012 Equivalência patrimonial 8.018.866,51 8.416.109,24 Del Rey Ambiental Ltda 510.898 510.898 milhões) ações ordinárias nominativas, totalmente subscritas e integralizaPatrimônio Líquido 32.290.958,99 27.852.092,48 Número de quotas possuídas 1,00 1,00 das. O Estatuto Social assegura aos acionitas o dividendo mínimo equivaDel Rey Enpreend. Imobiliários Ltda. 2013 2012 Valor nominal de cada quota 99,98% 99,98% lente a 25% do lucro líquido do exercício, após as apropriações legais e Número de quotas possuídas 18.913.168 2.601.168 Participação no capital 3.567,23 3.568,71 estatutárias, inclusive a antecipação destes dividendos através de balanços Valor nominal de cada quota 1,00 1,00 Valor investido - ou balancetes intercalares ou a retenção parcial ou total dos mesmos. Participação no capital 99,99% 99,99% Aumento do Invest. João Batista Costa - Presidente; Natal Rodrigues - Diretor (287,94) (1,48) Valor investido 16.991.814,95 4.853.428,41 Equivalência patrimonial Carlos Roberto F. dos Santos - Contador - CT - CRC 1SP219513/O-0 Adiantamento p/fut. Aum. Capital 24.622.000,00 10.980.000,00 Patrimônio Líquido 3.279,29 3.567,23 Parecer do Auditor Independente: Ilmo. Srs. Diretores. (1) Examinei o lume de trans. e o sistema contábil e de controles internos da entidade; b) A e o result. de suas operações, as mutações de seu patrimônio líq. e seus Bal. Patrim. da empresa Del Rey Empreend. e Partic. S/A, levantado em constatação, c/base em testes, das evidências e dos registros que suportam fluxos de caixa nas operações referente ao exerc. findo naquela data, de 31/12/2013 e 2012, e as respectivas dem. do result. , das mutações do pa- os valores e as informações contábeis divulgadas; c) A avaliação das práticas acordo c/ as práticas contábeis adotadas no Brasil. (4) Conforme mencionatrimônio líq. e dos fluxos de caixa correspondentes ao exerc. findo naquela e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administr. do nas notas explicativas, em decorrência das mudanças das práticas condata, elaborados sob a responsabilidade de sua administr. . Nossa responsa- da entidade, bem como da apresentação das dem. contábeis tomadas em tábeis adotadas no Brasil, c/ aplicação da lei 11.638/2007 e MP 449/2008, bilidade é a de expressar uma opinião s/ as dem. contábeis. (2) Meus exames conjunto. (3) Em minha opinião, as dem. contábeis acima referidas represen- as dem. contábeis referentes ao exerc. anterior, apresentadas para fins de foram, conduzidos de acordo c/ as normas de auditoria e compreenderam: a) tam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial comparabilidade foram ajustadas. SP., 19/03/2014. Manoel Luiz Luciano O planejamento dos trabalhos considerando a relevância dos saldos, o vo- e financeira da empresa Del Rey Empreend.e Partic. S/A, em 31/12/2013, Vieira - Cont. CRC/SP - 1SP 115.091/O-8 - CPF 029.429.178-49.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quinta-feira, 20 de março de 2014
Gigantes da tecnologia e seus prédios fabulosos O início foi em dormitórios universitários ou em garagens, mas as empresas, depois de bem-sucedidas, buscam edifícios e escritórios originais. Quentin Hardy* Fotos de Jim Wilson/The New York Times
Por dentro do Facebook: salas sem divisórias e ambiente destinado a estimular a criatividade. Até o fundador Mark Zuckerberg trabalha desta forma. s grandes empresas da internet adoram falar como estão "abalando" uma coisa ou outra, mas continuam querendo o que as grandes empresas sempre quiseram: locais de trabalho que comemorem seus produtos e valores. Isso é um desafio, pois o software é invisível e a mudança é a commodity mais valorizada da alta tecnologia. Por mais insubstancial que uma baia pareça, no setor tecnológico ela deu lugar a mesas compridas e quadros brancos grandes em escritórios sem divisórias, onde todos se ligam a um sinal Wi-Fi
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comum. As equipes do escritório crescem ou encolhem nessas salas abertas, movendo o trabalho e a informação o mais rapidamente possível. Quer privacidade? Use fones de ouvido. O visual de lousa em branco de uma sala grande pode incentivar a comunicação, mas existe um ponto negativo importante. "Sem inspiração, o espaço aberto bloqueia a criatividade", disse John Maeda, ex-presidente da Rhode Island School of Design e agora sócio de design da Kleiner Perkins Caufield & Byers, empresa de capital de risco. "Quando se injeta o éthos da
companhia, tenta-se defender algo em meio à mudança perpétua." Cada vez mais, empresas do Vale do Silício pagam às construtoras para fundir seus valores de velocidade, mudança e produtividade à competência e sutileza corporativa. É uma senhora alteração. O Vale do Silício há muito tempo se orgulha de criar tecnologias que mudam o mundo a partir de garagens humildes ou de complexos comerciais genéricos. Os novos espaços são mais característicos, enquanto as empresas buscam construir um perfil do consumidor e, talvez, lealdade
O palácio da mudança do Facebook.
O expressivo centro de testes do Google.
A
sede do Facebook em Menlo Park, Califórnia, é um complexo de 11 prédios envolvendo uma praça ao estilo da Disney e um calçadão de duas vias. Esse conglomerado tem loja de bolo de caneca, barbearia, carpintaria, gráfica e fliperama. Além disso, existem duas cantinas, uma loja de doces, uma barraca de tacos, outra de hambúrgueres, de pizza, de salada e três O campus da empresa em Menlo Park, na Califórnia: 11 prédios e praça ao estilo da Disney. pequenos restaurantes; um especializado em forma amadora e apaixonada se que você faria se não estivesse com macarrão está para ser inaugurado. medo?". O espírito orientador é uma desprendendo das regras usuais. As Tudo é gratuito ou subsidiado. maratonas "hack", em que os frase do próprio Zuckerberg: "Só A sensação de rua principal de funcionários varam a noite na rede, percorremos um por cento da uma cidade típica norte-americana não são apenas um esforço para jornada". não é acidente. Sheryl Sandberg, entrega de uma prova final, elas são Os prédios abrigam seis mil diretora de operações do Facebook, para manter a experimentação, pessoas. No passado, o Facebook também atua no conselho diretor tentando algo novo antes que uma mudava em média até mil delas por da Disney, e ela trouxe consultores empresa novata de meia-tigela o mês, redistribuindo-as em novos de Anaheim, Califórnia, e Orlando, projetos de curto prazo. faça. Flórida, para aperfeiçoar o visual da Problemas no computador Áreas de reunião informal se empresa. Como na própria durante uma madrugada de destacam em relação à falta de Disneylândia, toda essa diversão é divisórias por quadrados de trabalho? Existem máquinas que projetada determinadamente a disponibilizam periféricos novos de compensado pendurados no teto, serviço da espontaneidade. computador, como teclados, sem uma referência visual "em Ninguém tem sala, embora o CEO custos, se o serviço de assistência construção" destinada a reforçar o do Facebook, Mark Zuckerberg, técnica estiver fechado. éthos da companhia. "A intenção é costume realizar reuniões em um Existem pôsteres em todos os mudar o pensamento", afirmou grande cubo de vidro instalado no cantos, incluindo nas entradas dos John Tenanes, que supervisiona os meio do local. funcionários, estimulando a prédios da empresa como diretor de O slogan não oficial do Facebook imóveis. "Mesmo que a reunião não mudança, o "hack" e o destemor. é "hack", termo de engenharia que Entre os sentimentos típicos estão transcorra rapidamente, queremos passou a significar recriar algo de "correr riscos me dá energia" e "o que as pessoas criem coisas novas."
P
arece não haver parte do Google que não seja obcecada por informação, o que transparece na área de trabalho ajustada com precisão e onisciente que a empresa construiu para si mesma. A matriz, em Mountain View, Califórnia, tem esculturas de dinossauro e de bolo de caneca, além de bicicletas multicoloridas para deslocamento dentro do complexo. Mas não se engane: até o que parece extravagante é resultado de uma decisão cuidadosa e baseada em dados. Por exemplo, as refeições gratuitas do Google, famosas pela qualidade, resultam de estudos detalhados. Executivos se aborreciam com os defeitos de uma cantina paga comum: as pessoas gastavam tempo demais indo almoçar em outro lugar – e ficavam chateadas esperando alguma melhoria. Mesmo que o tempo de deslocamento fosse de um minuto, era lógico tornar a refeição divertida e gratuita. O Google tenta mensurar o máximo possível a vivência dos empregados. Quando uma nova tomada telefônica é instalada na mesa de alguém, a equipe de manutenção manda um e-mail dentro de uma hora, pedindo para o funcionário classificar a experiência em termos de cordialidade e eficiência. Quando plantas são instaladas em uma grande
O ninho urbano do Twitter.
E
Lar doce lar: sala de lazer do Twitter, na sede principal em São Francisco.
m São Francisco, um elevador se abre para paredes enfeitadas com tábuas de um celeiro. Caso você não tenha entendido a referência, o computador da recepção fica dentro de uma casa de passarinho falsa: estamos no Twitter, cujo símbolo é um pássaro alçando voo e cujo diretor-presidente já foi humorista de improvisos. A ironia se imiscuiu nos valores arquitetônicos de muitas empresas do Vale do Silício, como se a jovem realeza da tecnologia usasse uma piada para se livrar da vergonha de estar comandando empresas
que dure para sempre. As empresas estão sonhando grande. A Apple pretende construir uma nova sede anelada que será tão inconfundível quanto seus produtos. Em Seattle, a Amazon está construindo uma nova matriz com estilo urbano – utilitário e funcional, como seu site. Quando as empresas acham que estão mudando o mundo da mesma forma que essas empresas de tecnologia, meros escritórios não bastam. Elas precisam de monumentos. *The New York Times
moldura em uma parede banal, o visual é melhorado e existe um aumento do oxigênio benéfico do local, segundo Anthony Ravitz, líder da "equipe verde" do departamento responsável pelas instalações da empresa. Ravitz citou estudos de "biofilia" (amor pela natureza) e seus efeitos em reduzir os níveis de estresse. "Estamos atrás do Santo Graal do setor do conhecimento: como medir a produtividade", ele disse. "A questão não é a velocidade com que se digitam palavras nem a perfeição com que se faz uma linha de código. A questão é como você se sentiu a respeito e se teve energia suficiente para brincar com os
filhos ao voltar para casa." Para descobrir essas coisas, o departamento de Ravitz é mais laboratório do que divisão de mobiliário. Não se trata de criticar a humilde cadeira: após uma avaliação ergonômica inicial, cada novo funcionário recebe a cadeira correta, que o segue quando ele muda de local. Durante a visita recente de um repórter, o departamento testava cinco tipos diferentes de cadeiras de escritório, três para relaxar, dez sistemas de iluminação, dois de aquecimento e quatro modos de distribuir calor. "Quando as pessoas estão mais satisfeitas com a temperatura, ficam mais confortáveis e criativas", assegurou Ravitz.
Funcionária do Google na sede em Mountain View
avaliadas em bilhões de dólares. No Twitter, no entanto, a ironia não vem rastejando; ela ataca feito um avestruz. Ao lado da cantina, chamada "@birdfeeder" (alimentador de pássaro), uma família de veados plásticos em tons neon fica perto dos sofás, onde as almofadas trazem a frase "Home Tweet Home" (trocadilho com lar, doce lar em inglês) em crochê. Cubos macios e irregulares servem como áreas improvisadas para reunião. Existem paus grandes e galhos nas paredes e tetos, como se fossem ninhos em construção. A empresa incentiva reuniões
informais neste cenário descontraído, esperando que ajude a estimular novas ideias. Na área comercial, existem áreas de trabalho sem divisórias, ao lado de gaveteiros com rodízios que podem ser levados para onde o funcionário quiser trabalhar. A principal área de refeição, em frente aos elevadores, também é conhecida como Praça Principal. O Twitter chama a si mesmo de "praça principal global" por conta de todas as conversas públicas que abriga, e gosta da amplidão da área não apenas para reuniões ao acaso como também para as reuniões semanais que Dick Costolo, o CEO, preside de uma passarela acima da equipe.