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Diário do Comércio

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Jorge Silva/Reuters

Conclusão: 23h45

Ano 90 - Nº 24.066

www.dcomercio.com.br

Jornal do empreendedor

São Paulo, quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

R$ 1,40

A oposição está madura na Venezuela

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Ao se entregar à Guarda Nacional, o líder da Voluntad Popular, Leopoldo López (foto), gritou: "A saída tem que ser pacífica, dentro da Constituição, mas também tem que ser na rua". As ruas de Caracas estavam repletas de opositores. O serviço secreto reclamou da "desobediência" do presidente Maduro. Os EUA pedem investigação sobre a violência em Caracas. Pág. 8

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Sergey Dolzhenko/EFE

MORTES EM

KIEV

Confrontos entre milhares de manifestantes contrários ao governo ucraniano e a polícia em Kiev deixaram pelo menos 12 civis e 9 policiais mortos. Há mais de 220 feridos (dezenas em estado grave), sendo 40 das forças de segurança. Pág. 8

Cau Guebo/Estadão Conteúdo

Ativista verde nua? Você decide.

Angelos Tzortzinis/NYT

Ana Maciel, a ativista do Greenpeace que foi presa na Rússia, admite posar nua para bancar santuário para animais. Pág. 6 ISSN 1679-2688

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9 771679 268008

Grécia: consumo direto. Pequenos empresários driblam crise e corrupção vendendo diretamente ao consumidor. Pág. 26

- Este é Paul. - Este é John. E nascem os Beatles. Lançada luxuosa discografia com muitas lembranças dos quatro rapazes de Liverpool. Pág. 13


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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Entre a cruz e a caldeirinha, a equipe econômica do governo vai ter de matar um boi por dia. José Márcio Mendonça

EMPREENDEDOR:

UM FESTIVAL DE OPORTUNIDADES. BRUNO CAETANO

vida de um empresário é uma permanente busca por oportunidades. Ele está sempre em busca de mais clientes, de novos mercados, inovação, bons fornecedores, estratégias que reduzam custos e aumentem a produtividade, etc. As feiras de negócios funcionam como grandes facilitadoras nesse sentido. Para o dono de uma micro ou pequena empresa, por exemplo, é uma ótima ocasião para se atualizar, divulgar seu empreendimento, verificar como anda a concorrência, marcar presença no mercado e fazer contatos, entre um grande número de opções. A Feira do Empreendedor do Sebrae-SP, que acontece entre os dias 22 a 25 deste mês, no Expo Center Norte, na cidade de São Paulo, é o exemplo perfeito desse leque de possibilidades.

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UM NÚMERO É UM NÚMERO, É UM NÚMERO. Q

uase em transe, o governo aciona os computadores e as calculadoras estacionadas no Palácio do Planalto, no Ministério da Fazenda e no Ministério do Planejamento para fechar – provavelmente até amanhã a primeira reprogramação orçamentária de 2014 e, consequentemente, divulgar o superávit primário que pretende produzir para este ano. Esqueça-se o índice que foi aprovado no Congresso no Orçamento deste ano e sancionado pelo Palácio do Planalto, de 1,1%: é obra de ficção. Nos últimos dias várias possibilidades foram aventadas, sempre com um vazamento na imprensa, claramente com o objetivo de testar as reações dos agentes econômicos, especialmente os que militam no mercado financeiro e tomam decisões de investimentos. É da reação deles que o governo depende para retomar um pouco a confiança perdida e não deixar a economia brasileira perder fôlego. sta confiança, apesar dos discursos promessas da presidente Dilma e das declarações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que o governo vai se comprometer com uma austeridade fiscal digna, continua abalada. A divulgação, na segunda-feira, do Boletim Focus do Banco Central, com a opinião colhida entre cerca de 100 especialistas do mercado, mostra isso: cresceu a previsão da

inflação para este ano – 5,93%, acima da de 2013 – e caiu a previsão para o crescimento do PIB, que a esta altura está em 1,79% . Era de 1,90% na semana passada. As especulações são de superávit ora de 1,6%, ora de 1,9% e nos últimos dias parecem ter se fixado em torno de 2%. Mas um economista que tem muita afinidade com o governo, e que foi professor da presidente Dilma Rousseff quando ela tentou fazer doutorado na Unicamp e é (ou pelo menos era até pouco tempo atrás) conselheiro do Palácio do Planalto, Luis Gonzaga Beluzzo, defendeu neste fim semana que a economia deveria situar-se em torno de 2,5% para evitar um crescimento perigoso da dívida pública arafraseando a poeta Gertudre Stein, para quem "uma rosa é uma rosa é uma rosa", o superávit que o governo anunciar, com solenidade e seriedade nas próximas horas, será apenas "um número, um número, um número" se não vier acompanhado de contas objetivas,

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JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA bem claras, do que será cortado no Orçamento, e dos parâmetros que embasaram este cálculo: previsão do PIB, previsão de inflação, previsão de inflação. Extraídas todas as mágicas fiscais de que se abusou nos últimos anos e que tornaram famoso o secretário do Tesouro Nacional, Arno Agustín, um dos nomes de maior confiança da presidente Dilma Rousseff na equipe econômica que a cerca. A verdade é que o governo Dilma, por causa de todos esses expedientes e dos maus exemplos do passado, quando abria o ano anunciando superávits acima de 3%, e depois, abate daqui, abate dali, ajusta acolá, realizando economias abaixo de 2% e mesmo assim maquiadas, já não faz fé. Des-

Esqueça-se o número para o superávit que foi aprovado no Congresso no Orçamento deste ano e sancionado pelo Palácio do Planalto, de 1,1%: é obra de ficção .

vento bienal, a edição de 2012 reuniu um público de cerca de 55 mil pessoas. Para este ano, a expectativa é receber 60 mil visitantes. E o maior evento do empreendedorismo paulista apresenta um cardápio riquíssimo para quem já está na ativa ou

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ta vez, terá de entregar primeiro para depois receber. A este respeito, vale a pena ler a entrevista que o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, deu para a edição da revista Exame que está na bancas esta semana. Discreto por suas funções e pela própria natureza, Tombini deixa a entender nas entrelinhas vai ter de ser claro e confiável. É o que está sendo classificado como um superávit primário crível e factível. Aliás, na conversa com os jornalistas, sem alarde, Tombini avança opiniões sobre política econômica, coisa que está fora de sua seara. Ele o faz com cautela, mas é curioso. p ro b l e m a é q u e h á questões reais e fictícias aparecendo como riscos a um corte mais profundo no Orçamento deste ano. Do lado real, há a situação do setor eletricidade, os gastos com o acionamento das termoelétricas, que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, garantiu que o governo vai bancar. Do laço da ficção, há a eleição presidencial, que é sempre um apelo por mais gastos e pelo adiamentos de decisões tidas como impopulares, como, por exemplo, a necessidade de se fazer um ajuste nas contas de luz. Entre a cruz e a caldeirinha, a equipe econômica do governo vai ter de matar um boi por dia. Terá respaldo político?

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pretende ingressar no empreendedorismo. Como parte do evento, a equipe do Sebrae-SP vai estar a postos no local para prestar um atendimento personalizado e de alto nível. É a chance dos interessados conversarem individualmente com um consultor da entidade, quando poderá tirar dúvidas e discutir e encontrar soluções para suas mais variadas necessidades. Ao longo de quatro dias, serão também realizadas palestras com especialistas em diversos assuntos. Ou seja, o visitante poderá contar com informação e conhecimento totalmente acessível. os interessados em enveredar pelo comércio online, uma boa notícia: a Feira deste ano terá um espaço especialmente dedicado ao assunto. E aqueles que pretendem fazer negócio com grandes empresas vão encontrar um estande montado para mostrar aos pequenos empreendedores como estabelecer esse relacionamento. Outras atrações do evento: agronegócios, startups (empresas em estágio inicial e grande potencial), orientação sobre como obter crédito de forma adequada, serviço de formalização do Microempreendedor Individual (MEI) e uma lavanderia conceito. E para quem é do comércio, a Loja Modelo Itinerante vai estar presente apresentando as melhores técnicas para se montar um varejo de roupas.

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om tantas opções, sobram motivos aos empreendedores em atividade ou interessados em sê-lo fazerem uma visita à Feira do Empreendedor do Sebrae-SP. Fica aqui o nosso convite. Com certeza o visitante sairá de lá com uma bagagem valiosa para fortalecer seu negócio. Para completar: quer tirar uma dúvida sobre empreendedorismo ou contar a sua história? Escreva para mim: bcaetano@sebraesp. com.br.

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BRUNO CAETANO JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA É

É DIRETOR-SUPERINTENDENTE

JORNALISTA E ANALISTA POLÍTICO

DO SEBRAE-SP.

Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cesário Ramalho da Silva Edy Luiz Kogut João Bico de Souza José Maria Chapina Alcazar Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Miguel Antonio de Moura Giacummo Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Renato Abucham Roberto Mateus Ordine Roberto Penteado de Camargo Ticoulat Sérgio Belleza Filho Walter Shindi Ilhoshi

Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, Marcel Solimeo Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Marcus Lopes (mlopes@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), Tsuli Narimatsu (tnarimatsu@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke, Jaime Matos e Sandra Manfredini. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli e Sílvia Pimentel. Editor de Fotografia: Agliberto Lima. Arte e Diagramação: José dos Santos Coelho (Editor), André Max, Evana Clicia Lisbôa Sutilo, Gerônimo Luna Junior, Hedilberto Monserrat Junior, Lino Fernandes, Paulo Zilberman e Sidnei Dourado. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60

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PAIS OU PARENTES DEVERIAM PENSAR NA PENSÃO ALIMENTÍCIA COMO INVESTIMENTO.

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pergunta do título parece simples, mas há pessoas que precisam parar para pensar antes de responder. Pensou em alguém famoso? Pois é: Pelé, ou Edson Arantes do Nascimento, é uma dessas pessoas. Nunca se sabe quando um brasileirinho vai surgir e pleitear a paternidade do Rei. Tem uma brincadeira bem conhecida que os moços fazem quando gostam de alardear exageradamente suas façanhas amorosas: eles citam a quantidade de filhos que têm e completam: "fora os outros que eu não conheço". Pois com Pelé essa brincadeira é bem séria. De seus relacionamentos oficiais, digamos assim, ele teve cinco filhos. Os três primeiros foram Edinho, Jennifer e Kelly Cristina, do casamento com Rosemeri Cholbi, terminado em 1978, nos tempos do Cosmos. Do segundo casamento, com Assíria Nascimento, que durou 14 anos e terminou em 2008, nasceram os gêmeos Joshua e Celeste, atualmente com 17 anos.

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as é da época da mocidade e de muita, muita fama, que surgem os filhos "extras", aliás, filhas: Flávia Kurtz e Sandra Regina Machado Arantes do Nascimento Felinto. Sandra faleceu em 2006, vítima de câncer. Em comum entre as duas, o fato de serem mulheres e terem traços fisionômicos que lembram bastante o pai biológico, de quem cresceram afastadas. E só. Natural do Rio Grande do Sul, Flávia soube que era filha do Rei aos 18 anos e não recorreu à Justiça. Educada pela mãe e o padrasto, a quem diz ter muita gratidão, Flávia, hoje com 44 anos, é fisioterapeuta, mora em São Paulo, não faz uso do nome do pai famoso, mas tem com ele relação estreita de afeto, e convivência próxima com os irmãos. Vive em um apartamento ofertado por Pelé.

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IVONE ZEGER

Quantos filhos você tem? Gil Cohen Magen/Reuters

uito diferente é a história de Sandra. Filha d e e m p r e g a d a d oméstica, Sandra foi vereadora em Santos e nasceu em 1964, tempo em que Pelé tinha seus vinte e poucos anos, e já amealhava fama. Sandra só resolveu brigar pelo reconhecimento da paternidade aos 27 anos. Em 1991 abriu o processo, mas mesmo com um exame de DNA, datado de 1992, confirmando a paternidade, ela teve de esperar quatro anos para obter o reconhecimento legal, confirmado pelo Superior Tribunal de Justiça. Embora tenha adotado o nome do pai, não recebeu dele a chance da convivência e de afeto, como aconteceu com Flávia. Sandra foi casada com Ozeas Felinto e ao falecer deixou dois filhos, Octávio e Gabriel, atualmente com 13 e 15 anos. Eles vivem com o pai. Mais do que um avô distante, Pelé é um ídolo para eles: os garotos amam futebol.

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Entretanto, a vida nada fácil de Sandra se perpetua na trajetória da família e não consta que Ozeas tenha condições financeiras de bancar educação para os filhos à altura do merecimento de "netos do Rei". aí que, novamente, a Justiça se interpõe entre Pelé e Sandra. Recentemente, os meninos conquistaram na Justiça o direito de receber pensões no valor de R$ 4.746,00 cada um. A quantia ainda é provisória; o valor exato ainda não foi definido e Pelé pode recorrer da decisão. Bem, dirá o senso comum: nada mais justo. Os meninos precisam, no mínimo, estudar em uma boa escola, ter alimentação adequada. Não é raro que avós sejam chamados pela Justiça a colaborar quando os pais não conseguem oferecer o sustento necessário. E nos casos de divórcio ou fim de união estável, se um dos cônjuges não pode dar sua colaboração para o sus-

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tento dos filhos, aquele que detém a guarda das crianças pode recorrer à Justiça para receber pensão alimentícia dos parentes próximos. o caso de Sandra, ao que tudo indica, sua morte desembocou numa situação vulnerável para os filhos, não só afetiva, mas também financeira. A lei brasileira aponta o princípio de "solidariedade familiar". O artigo 1694 do Código Civil (lei nº 10.406) diz: "Po-

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dem os parentes, os cônjuges ou companheiros pedir uns aos outros os alimentos de que necessitam para viver de modo compatível com a sua condição social, inclusive para atender às necessidades de sua educação". E diz o inciso um desse mesmo artigo: "Os alimentos devem ser fixados na proporção das necessidades do reclamante e dos recursos da pessoa obrigada". Ora, a necessidade real dos meninos não está especificada, pois os netos e o pai deles não se expõem nesse episódio, e tampouco o advogado esmiúça como serão gastos os reais da pensão alimentícia. Mas sabe-se muito bem quais são essas necessidades. Para designar a serventia da pensão alimentícia, cunhei a sigla MALTES, que significa: Moradia, Alimentação, Lazer, Transporte, Escola e Saúde. Por outro lado, Pelé, aos 73 anos, ainda é o atleta mais valioso do Brasil. Em ano de Copa do Mundo, seu faturamento

anual pode chegar a R$ 70 milhões, dizem especialistas, com patrocínio e licenciamento de marca. Salta aos olhos, pois, a obviedade da aplicação do princípio de solidariedade familiar. E se Pelé usar a razão, verá que é preciso preparar os netos para lidar com as finanças. Afinal, querendo ou não, os meninos são "herdeiros necessários" de uma fortuna considerável. Ao menos metade dessa fortuna, obrigatoriamente, deve ser dividida entre os filhos, igualmente. Uma vez que a filha Sandra já faleceu, os netos passam a ser os "herdeiros necessários" e receberão, juntos, o equivalente ao que cada filho de Pelé, tios e tias dos meninos, receber. liás, aos pais ou parentes que costumam pensar em economizar na pensão alimentícia, é bom lembrar que crianças e jovens que crescem em condições plenas de desenvolvimento tornam-se cidadãos mais felizes e capazes – e, consequentemente, mais aptos a colaborar com a sociedade. Nesse caso, pensão alimentícia não é gasto, mas sim um investimento para o futuro!

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IVONE ZEGER É ADVOGADA ESPECIALISTA EM DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÃO, MEMBRO EFETIVO DA COMISSÃO DE DIREITO DE FAMÍLIA DA OAB-SP, AUTORA DOS LIVROS “HERANÇA: PERGUNTAS E RESPOSTAS” E “FAMÍLIA: PERGUNTAS E RESPOSTAS” , DA MESCLA EDITORIAL WWW.IVONEZEGER.COM.BR

OS MAUS EXEMPLOS DO PT João Carlos Mazella/FotoArena

STF –Supremo Tribunal Federal – segundo noticiário da imprensa – está internamente estudando algum tipo de medida para invalidar ou descaracterizar a forma, novamente acima de tudo e de todos, que o PT encontrou, de uma "vaquinha" (presumida) para arrecadar dinheiro para cobrir as multas recebidas pelos condenados do Mensalão – os altos dirigentes petistas José Dirceu, Delúbio Soares e José Genoino. O ministro Gilmar Mendes preocupou-se com a rapidez e o enorme montante arrecadado, supostamente contribuição de militantes petistas, para beneficiar os criminosos condenados. Mendes citou a possibilidade de "lavagem de dinheiro" e, indo além, mencionou posteriormente que se tratava de uma forma de burlar a punição, uma vez que as penas são individuais.

Ministro do STF, Gilmar Mendes, levantou dúvidas sobre a origem dos recursos a e a validade da "vaquinha" feita para condenados do Mensalão.

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inguém pode ir para a cadeia em lugar de outro condenado, nem pagar a multa em nome do mesmo condenado.Obviamente lideranças petistas, altamente criativas na forma de conduzir as coisas em

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favor de seus interesses, mesmo que isso ultrapasse os limites da ordem vigente, se apressaram em fazer declarações inflamadas, em ameaçar o ministro do STF de ser processado e outras cortinas de fumaça em que são especialistas, para desviar a atenção do principal. Fui dos primeiros a cobrar a apresentação pública da lista de doadores –ao menos de seus CPFs – e o valor doado por cada militante, como forma de comprovar a origem legal do dinheiro. Eu não havia atentado naquele momento para a questão da individualidade do cumprimento da pena. Uma vez mais, como disse, acima de tudo

e de todos, o PT encontra meios, mesmo que não legais ou morais, de contornar a ordem natural das coisas, sem nenhum constrangimento. Ao contrário, faz isso ostensivamente. Para atender a interesses próprios. ouve um tempo em que somente esta coluna, de forma isolada, chamava a atenção para a forma lulista de governar, quando os embevecidos, anestesiados e tietes do petista adoravam o "velocino de ouro". Aqui já se assinalava que o rei estava nu, mas todos o viam vestido. Serão necessários, em minha opinião, mais de 30

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anos após a saída do PT do governo federal, para o Brasil conseguir recompor em suas novas gerações, os preceitos de ordem, ética, respeito à Lei, responsabilidade, dignidade pública e privada e combate à corrupção, entre tantos outros valores destruídos nos últimos doze anos. Este caso da "vaquinha" é apenas um a mais entre tantas outras invenções petistas que contaminam a sociedade, por vir de cima o exemplo, logo assimilado, mas, infelizmente, sempre no sentido contrário das boas práticas. Seria leviano afirmar que nesse período todo em que o PT está no poder federal nada houve de bom.

PAULO SAAB

Ironicamente, o que de melhor se fez, como os programas sociais e a estabilidade econômica, foram parte do que Lula chamou de "herança maldita" de FHC, mas que deram a base de sustentação às suas ações. Que, inclusive, agora, Dilma insiste em destruir, por inépcia, teimosia ou incompetência mesmo. essalte-se que as "bolsas" todas que o PT concede, ampliando, inclusive, de forma acentuada a sua concessão, transformando-a em votos dos dependentes das mesmas, são em si também um mal, caso perdurem para além da intervenção de emergência. Elas desestimulam o trabalho, estimulam a geração de filhos pelos pais

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submetidos às bolsas e geram outros vícios, quando a promoção deveria ser de entrada de todos nas escolas e no mercado de trabalho. Outro exemplo recente. A Folha de São Paulo publicou na primeira página de ontem, de forma irrefutável, bola de futebol promovendo o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, ao lado das fotos impressas na bola de Dilma e Lula, numa flagrante ofensa à legislação eleitoral. Lei? Ora, a lei... A lei petista é fazer sua própria lei, acima da Constituição, da ordem jurídica, do bom senso e do respeito aos cidadãos brasileiros. Aliás, para seguir a ordem dos companheiros de desancar até a língua portuguesa, eliminando o comum de dois, aos cidadãos e cidadãs brasileiros. fácil identificar os apologistas do partido. Em qualquer reunião,quando chamarem Dilma de "presidenta" e se dirigirem aos presentes dizendo "boa tarde a todos e a todas", pode saber, lá vem aleivosia – com raras exceções.

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PAULO SAAB É JORNALISTA E ESCRITOR


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Cansada das manobras MAIS: e com novo horácontábeis de Guido Mantega, Dilma Rousseff tem se reunido com ele quase todos os dias.

gibaum@gibaum.com.br

2 Não. Quem é ele?

DONALD TRUMP // americano que está construindo um hotel no Rio, perguntado por Veja se já havia estado com Dilma Rousseff.

Fotos: Paula Lima / Divulgação

rio. Começa depois do expediente e não tem hora para acabar, para desespero do italiano .

Outro lado Há dias, o ministro José Eduardo Cardozo, da Justiça, aproveitou a formatura de agentes da Policia Federal e acabou fazendo um discurso pedindo que eles se mantenham afastados dos sindicados, que “não querem o bem de vocês”. Cardozo é petista desde que iniciou sua carreira política e, provavelmente, esqueceu de que, historicamente, o PT sempre foi o mais ligado às lutas sindicais. Mais: os agentes da PF continuam planejando uma paralisação nacional na época da Copa.

O MAIS CARO Influencia da Copa Márcia Cavallari, presidente do Ibope Inteligência, grande conhecedora do eleitorado brasileiro, deu entrevista ao portal El País Brasil, tentando resumir a sorte de Dilma Rousseff nas eleições. De cara, acha que “há um desejo de mudança”, só que a presidente ainda “tem grande vantagem”. Para ela, não dá para ter certeza se a Copa influenciará na sua reeleição: “Vai depender do que acontecer. A gente vai passar vergonha? Tudo vai ser entregue? Vai estar tudo remendado? A população não quer passar vergonha com a Copa. E tem ainda as manifestações, que a gente não sabe se vão voltar”.

ALÉM DA BOLA Além de bola de futebol que apareceu em evento da Copa, com foto do governador Agnelo Queiróz, entre Lula e Dilma, peça de sua campanha de tentativa de reeleição, o governo do DF quer comprar agora 28.841 garrafas técnicas para aparelhar 77 órgãos da administração, ao custo de R$ 972,8 mil. No ano passado, entre gastos previstos para a Copa, o mesmo governo havia reservado R$ 5,35 milhões para a compra de capas de chuva para serem usadas pelos policiais militares, em plena época de seca em Brasília.

“Gente, estou me sentindo hoje porque estou com quatro meias-calças tão maravilhosas que não aparece celulite na câmera. Não tem buraco! Estou me sentindo gostosa!”. Era Anitta, 21 anos, nova musa do funk e agora “rainha dos adolescentes” (na primeira foto à esquerda, produzidíssima nos cartazes), num intervalo das gravações de seu primeiro DVD, na HSBC Arena, no Rio. Na platéia, mais de dez mil pessoas, quase indo ao delírio quando chegou a hora do Show das Poderosas. Aplaudindo, da segunda foto à esquerda para direita, Tatá Werneck, Bruna Marquezine, a atleta Daniele Hypolito e Thammy Miranda e sua nova namorada Andressa Ferreira.

Festivalda meia-calça

Quando a comitiva presidencial deixou a residência oficial do vice-presidente Michel Temer, onde Dilma tirou fotos com prefeitos paulistas e ficou longe dos peemedebistas que não tolera, especialmente Eduardo Cunha, líder do partido na Câmara, Aloizio Mercadante não resistiu e comentou com a presidente: “Bom, ninguém teve chance de pedir mais ministérios”. Durante sua permanência lá, Mercadante tratou de ficar sempre ao lado de Dilma, o que impedia que qualquer cacique do PMDB se encostasse e puxasse conversa com torno da reforma ministerial. No discurso, a presidente elogiou Michel Temer, embora todos os presentes soubessem que ele não participa de quaisquer decisões importantes do governo.

Cadeira cobiçada

Na ascensão do Brasil pelo mundo virtual, nova pesquisa revela que o país é a quarta nação com mais usuários nas redes sociais do mundo. O estudo mostra que 36% do tempo de utilização da internet aqui é dedicado às redes. No setor corporativo, 40% das organizações brasileiras acham “extremamente importante” usar mídias sociais, como Facebook, YouTube e Linkedin, contra 24% na média mundial. São dados do levantamento The Rise of the Linguarati, da EF Corporate, que englobou 10 países.

Miley Cyrus, 21 anos, a ex-Hanna Montana da série da Disney de 2006, tira a roupa para as revistas, é clicada de todas as maneiras por fotógrafos como Terry Richardson e Mário Testino e acaba de estrear sua turnê Bangerz em Vancouver, no Canadá, onde faz gestos obscenos com grande dedo de borracha e sensualiza com um gigante e um anão. Aparece também com uma roupa cravejada de brilhantes que formam desenhos de maconha, escorrega por uma colossal língua e até surge cavalgando um hot dog gigante. A platéia enlouquece.

Hot dog gigante

Olho no topo O novo ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, foi com Dilma Rousseff ao jantar do PMDB, no começo da semana, no Palácio do Jaburu, para promover a pré-candidatura de Paulo Skaf, presidente da Fiesp, ao governo de São Paulo. E ficou encantado com o resultado do implante de cabelos feito por Skaf, recurso ao qual já ameaçou muitas vezes recorrer e acabou desistindo por falta de tempo. Só não gostou da cor da tintura.

/ IN Lilás.

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PAÍS VIRTUAL

MISTURA FINA NO PRÓXIMO dia 22, Dilma estará no Vaticano, para a cerimônia em que d. Orani Tempesta assumirá suas novas funções de Cardeal e já está acertada uma conversa da presidente com o Papa Francisco. De lá, participará dia 24, em Bruxelas, da Cúpula Brasil-União Européia. Não há previsão de volta por Lisboa.

A BAND está acertando com Gustavo Kuerten, o Guga para ser comentarista do torneiro de tênis de Roland Garros, entre 25 de maio e 8 de junho. O canal BandSports fará a cobertura exclusiva competição.

Segurança nacional Contrato entre o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência com a empresa RA Catering, celebrado no ano passado, permite que nos jatos da FAB possam ser degustadas guloseimas como coelho assado, costelinha de cordeiro, pato, sorvete Häagen-Dazs, camarão, caviar, e outros. Só é pago o que for consumido e da assinatura do contrato em outubro de 2013 até agora, foram gastos R$ 824,6 mil. A organização Contas Abertas quis que as iguarias fossem discriminadas e o Planalto informou que são números sigilosos, envolvendo “segurança nacional” – e não revelou nada.

Considerado o estádio mais caro do Brasil, o Mané Garrincha , em Brasília, que custou R$ 1,78 bilhão, terá novas obras custeadas pela União. O governador Agnelo Queiróz fez nova licitação, vencida pela Andrade Gutierrez e pelo Via, para reforma do entorno do estádio. Preço: mais R$ 350 milhões e nenhuma chance de estar pronta até a Copa.

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Roxo.

Museu do Vigilante Carlos Miranda, o primeiro herói da TV brasileira, hoje com 80 anos, está procurando apoio para montar o museu do Vigilante Rodoviário , série que protagonizou e que foi grande sucesso na década de 60. Ele vive na cidade de Águas da Prata, interior de São Paulo e ainda participa de encontros dos veteranos admiradores de suas aventuras nas estradas brasileiras, ao lado do cão Lobo, versão nacional do americano RinTin-Tim . São quatro mil itens, incluindo um Simca Chambord.

O COORDENADOR técnico da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira, é também um homem de negócios e está comemorando dois anos de existência de sua empresa de comercio exterior, a Next Global, com três sócios. É focada especialmente na importação de carrões exclusivos, máquinas, vestuários e demais mercadorias de luxo.

O PROS e o PSB estarão junto nas eleições do Rio: o deputado Miro Teixeira concorre ao governo e Romário, ao Senado.

Desde que se aposentou no Banco do Brasil, em meados de 2005 até janeiro deste ano, Henrique Pizzolato já recebeu da Previ, fundo de pensão dos funcionários do BB, R$ 2,5 milhões. Ele recebe R$ 25 mil por mês.

A ATRIZ Antonia Fontenelle e o jogador de futebol Emerson Sheik já terminaram seu relacionamento de quatro meses. A decisão foi dela.

GRAZI Massafera vai entrar no lugar de Luana Piovani no comando de SuperBonita , na GNT. No canal, muita gente acha que Luana não tem o tom apropriado da atração.

SONHAR é de graça: a nova e surpreendente Globeleza , Nayara Justino, quer investir na carreira de modelo depois do carnaval.

Colaboração:

Paula Rodrigues / Alexandre Favero

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DIREITOS HUMANOS O PT retomou a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Tudo para evitar um desgaste como ocorreu com Marco Feliciano (PSC-SP). Isso porque corria-se o risco de ser presidida pelo conservador Jair Bolsonaro (PP-RJ). José Itamar/Futura Press

Ampla maioria diz que investimentos na Copa foram 'desnecessários' Metade dos entrevistados discorda da Copa aqui ela primeira vez optaram pela resposta com perguntas "discordo, poderiam ter sido mais específicas utilizados para melhorar sobre a Copa do Mundo de outras áreas mais 2014, pesquisa importantes". Em outra divulgada ontem questão, 66,6% pela CNT (Confederação dizem não acreditar Nacional do Transporte) que as obras de aponta que, para mobilidade urbana 75,8% dos entrevistados, ficarão prontas a os investimentos tempo da Copa e para a realização da Copa 50,7% afirmam foram "desnecessários". que não apoiariam Só 13,3% opinaram que o Brasil fosse que os investimentos candidato a sediar foram "adequados". a Copa do Mundo, caso a Já 7,3% disseram escolha fosse feita hoje. que foram "insuficientes" Nesse caso, 26,1% e 3,6% não souberam "apoiariam totalmente" e ou não responderam. 19,7% "apoiariam A pesquisa, feita pelo parcialmente". instituto MDA, ouviu 2.002 PROTESTOS pessoas em Em relação 24 unidades aos protestos da federação, durante o com margem evento, 85,4% de erro de acreditam que 2,2 pontos por cento ocorrerão percentuais e novos 95% de nível de discordam dos embates confiança. investimentos populares realizados nos SURPRESA antes e O pessidurante a estádios. Opinião mismo sobre a realização teve reflexo na Copa foi dos jogos. avaliação considerado Além de Dilma. "surpreendente" disso, pelo 15,2% presidente da disseram CNT, senador Clésio Andrade que participariam das (PMDB-MG) e manifestações caso ocorram, é analisado como enquanto 82,9% uma das razões para a queda responderam que da popularidade da não participariam. presidente Dilma Questionados sobre Rousseff apontada os palpites do vencedor na pesquisa. da Copa, 56,2% opinaram que o Brasil vai ser o SEM ESTÁDIOS campeão, 34,6% Questionados pela disseram que pesquisa se concordam não será e 9,2% não com os investimentos souberam ou não realizados na construção responderam. (Folhapress) de estádios, 80,2%

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Presidente fez visita ao Piauí e, em discurso sobre por que bancou porto cubano e não brasileiro, prometeu "rever projeto" do porto em Teresina.

Dilma tem de se explicar sobre porto de Mariel Piauienses aguardam o porto de Luís Correia há 38 anos. Última pausa nas obras ocorreu em 2011.

m visita ao Piauí, na manhã de ontem, a presidente Dilma Rousseff teve de explicar a participação do governo federal na construção do porto de Mariel, em Cuba. Isso porque os piauienses enfrentam um problema sério: o porto de Luís Correia (a 338 km de Teresina) é aguardado há 38 anos. Entre idas e vindas, a última parada nas obras ocorreu em 2011 após o Tribunal de Contas da União (TCU) identificar suspeitas de irregularidades na empresa contratada para as obras. Em entrevista a rádios do Piauí, ela rebateu críticas de que o governo federal financiou a construção do porto de

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Mariel, em CuOntem, a b a , e m d e t r ipresidente mento de invesrespondeu: timentos nacio" N ó s n ã o f iNós não nais. Em janeinanciamos o financiamos ro, Dilma visitou porto de Mao porto de o p a í s c a r i b eriel. Nós finanMariel. Nós nho para inauciamos 400 financiamos gurar a obra, empresas braque contou com sileiras que 400 empresas i n v e s t im e n t o s forneceram brasileiras. do BNDES. equipamentos DILMA ROUSSEFF, PRESIDENTE Na época, ela ao porto de foi criticada peMariel, o que é l o s e n a d o r A é c i o N e v e s algo importante, porque gera (PSDB-MG), com quem deve- emprego aqui no Brasil, garanrá disputar a eleição deste te que nós tenhamos uma deano. "Finalmente a presiden- manda lá fora". te Dilma inaugurou a primeira Segundo ela, essa prática, grande obra de seu governo, também realizada em outros pena que em Cuba", disse o países da América Latina, é tucano em janeiro. uma forma de "atuação inter-

nacional clássica" em países desenvolvidos, que seria "extremamente vantajosa" para as empresas brasileiras. O Brasil forneceu um crédito de US$ 802 milhões (R$ 1,92 bilhão) para o porto, que custou US$ 957 milhões. Na visita a Cuba, Dilma anunciou um investimento adicional de US$ 290 milhões (R$ 701 milhões) na zona econômica especial de Mariel, dos quais 85% virão do BNDES e os 15% restantes de Cuba. Sobre o porto em Teresina, disse: "Temos que regularizar as questões pendentes com o TCU para dar continuidade". E completou: "Passamos a refazer o projeto, e agora iremos licitá-lo outra vez". (Folhapress)

80,2

PESQUISA CNT / INSTITUTO MDA

Avaliação positiva do governo volta a cair Protestos abalaram credibilidade da presidente em 20% nas pesquisas. avaliação positiva da presidente Dilma Rousseff (PT) voltou a cair e interrompeu a trajetória de recuperação após a onda de protestos em junho, aponta pesquisa divulgada ontem pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), feita pelo Instituto MDA. Dilma obteve 36,4% de avaliação positiva (ótimo ou bom). A avaliação negativa foi de 24,8%. Em novembro, a avaliação positiva da presidente havia sido de 39%, a melhor após a queda brusca detectada em julho. Em junho, antes dos protestos, ela tinha 54,2% de avaliação positiva. No mês seguinte, caiu para 31,3%. A aprovação da presidente também caiu. De 58,8% em novembro, chegou a 55% neste mês de fevereiro. O pior índice foi em julho, de 49,3%.

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SUCESSÃO Na corrida eleitoral, o quadro é de estabilidade no cenário em que são colocados como candidatos, além da presidente Dilma, o senador Aécio Neves (PSDBMG), e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). A petista aparece com 44%, mesma taxa obtida há quatro meses. O tucano oscilou dois pontos

36,4

por cento acham o governo Dilma ótimo ou bom, 2% a menos que em novembro passado (39%).

percentuais para baixo, de 19% para 17%, e Campos se manteve no patamar dos 10%. A menos de oito meses das eleições, a presidente tem, portanto, taxa de intenção de voto superior à soma dos dois principais adversários (44% contra 27%). Se a votação fosse hoje, esse resultado daria à Dilma a vitória no primeiro turno. Mas o quadro ainda pode mudar, segundo indica a própria pesquisa. Tanto Aécio quanto Campos são menos conhecidos que Dilma e podem conquistar novas faixas do eleitorado quando a campanha começar de fato. Além disso, o levantamento mostra que a maior parte da população do País espera mudanças no próximo governo - esse caráter "mudancista",

inverso ao verificado nas eleições presidenciais de 2010, tende a favorecer candidatos da oposição. RUMOS Nada menos que 37% dos entrevistados pelo MDA disseram esperar que o próximo presidente "mude totalmente a maneira de governar". Outros 25% afirmaram que o eleito em outubro deve dar continuidade a "algumas" ações de governo e mudar "a maioria" delas. Apenas 12% responderam que a forma atual de governar deve continuar exatamente como está. Apesar da alta expectativa por mudanças, os adversários de Dilma Rouseff têm taxas de rejeição similares às da presidente. A parcela que rejeita a possibilidade de votar na petista é de 37%. Outros 36% não votariam de jeito nenhum em Aécio Neves, do PSDB. O índice de Eduardo Campos chegou a 34%. O Instituto MDA ouviu 2.002 eleitores em um total de 137 municípios do Brasil. A pesquisa foi realizada entre os dias 9 e 14 de fevereiro deste ano com 2.002 pessoas e tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. (Agências)

'Bote o biquíni na mala', presidente. epois de visitar o Piauí, a presidente Dilma Rousseff seguiu para Alagoas, onde se encontrou com prefeitos. Eles aproveitaram a presença dela em Maceió para cobrar mais investimentos do governo federal. Com quase uma hora e meia de atraso, a cerimônia de entrega de máquinas e anúncio de investimentos em obras de mobilidade (R$ 400 milhões) ocorreu em um auditório lotado e quente. O governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) disse que o governo Dilma é "parceiro das causas de Alagoas" e que essas parcerias foram feitas "de forma republicana". Vilela Filho convidou Dilma para fazer turismo em Alagoas. "Da próxima vez que vier a Alagoas, bote o biquíni na mala e tome um banho de mar". Todos riram com o convite, inclusive a presidente, que, em discurso, respondeu ao convite: "Tudo

D

o que eu queria na vida era colocar um biquíni e ir pra praia", disse. "Mas infelizmente eu não posso", completou. COBRANÇAS O prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), cobrou de Dilma mais investimentos para os municípios diante das dificuldades econômicas. "Contamos sempre com o governo federal para o fomento de ações estruturantes", afirmou. O presidente da associação de municípios alagoanos, Marcelo Beltrão Siqueira (PTB), também fez cobranças. Ele disse que seis municípios ainda não receberam máquinas. "Precisávamos que a gente conseguisse estender [o programa] para garantir 100% dos municípios", disse o prefeito de Jequiá da Praia. Durante o pedido, a presidente conversava com o ministro de Desenvolvimento

Agrário, Pepe Vargas. Siqueira também pediu a liberação do licenciamento da obra de um estaleiro, autonomia para os municípios lidarem com a seca e que a presidente convença a bancada governista a defender o fortalecimento do pacto federativo. Dilma entregou 17 caminhões-caçamba e dois caminhões-pipa a 19 municípios alagoanos. Como tem feito em todos os Estados por onde tem distribuído máquinas, cada um dos prefeitos foi chamado ao palco para receber as chaves das mãos da presidente. Alagoas recebeu até agora 310 equipamentos como retroescavadeiras, motoniveladoras, caminhõescaçamba, caminhões-pipa e pás carregadeiras, o que representa um gasto de R$ 4,7 milhões. Em todo o país, o investimento é de R$ 5 bilhões. (Folhapress)


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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Mario Angelo /SigmaPress

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SUPERSALÁRIOS

Carlos Humberto /STF

O

ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello restabeleceu o pagamento dos chamados "supersalários" que ultrapassam o teto constitucional de R$ 29,4 mil para cerca de 1,8 mil servidores do Congresso. Segundo o ministro, que atendeu pedido do Sindicato dos Servidores do Legislativo(Sindilegis), nos processos administrativos em que a Câmara e o Senado resolveram cortar os valores que ultrapassavam o teto, os servidores não foram ouvidos, o que desrespeita a Constituição. "Em síntese, deixou-se de observar o contraditório necessário na via administrativa", disse na decisão. Para garantir o corte dos "supersalários", a Câmara e

o Senado terão que ouvir cada um dos cerca de 1,8 mil servidores nos processos administrativos ou recorrer da decisão de Mello e aguardar que o caso seja analisado pelo plenário do Supremo. A determinação para o corte dos "supersalários" partiu de uma recomendação do Tribunal de Contas da União dizendo que eles causavam prejuízo de R$ 517 milhões anuais. Marcos Cunha/Agência Freelancer

Empresa pagava propina a políticos e funcionários para ganhar contratos e fornecer equipamentos e trens sem licitação ao governo paulista

Justiça abre processo contra 11 no caso Alstom Juiz federal Marcelo Cavali também decretou o fim do sigilo do processo

Justiça Federal em São Paulo decidiu ontem abrir um processo criminal contra 11 acusados de participação em esquema de pagamento de propina pela empresa Alstom a políticos e funcionários públicos de estatais estaduais do setor de energia. A investigação começou há cinco anos. O Ministério Público federal havia denunciado 12 pessoas pelo envolvimento nos subornos, mas o juiz federal Marcelo Cavali considerou que o crime de um deles está prescrito. Eles são acusados de atuar num esquema segundo o qual a Alstom pagou R$ 23,3 milhões, em valores atualizados, para fornecer, sem licitação, equipamentos para três subestações elétricas da Eletropaulo e Empresa Paulista de Transmissão de Energia (EPTE), segundo o juiz.

A TUDO PELO BEM DOS ANIMAIS

A

na Paula Maciel, a bióloga e ativista do Greenpeace que ficou presa na Rússia, tem um novo projeto. Meses depois de ter sido liberada da prisão, ela revelou ao G1 (http://g1.globo. com) que posou para uma revista masculina de maneira "experimental", usando um biquíni. Se houver boa repercussão, ela diz que posará nua e usará parte do cachê para financiar um santuário para animais vítimas de tráfico ilegal aprendidos pela Polícia Federal. De acordo com a gaúcha, a foto será publicada na edição de

março da revista Playboy. "É uma primeira foto, uma foto teste. Dependendo da repercussão dos leitores, mais tarde vou fotografar como a natureza me fez mesmo", contou ontem. Ana Paula ganhou notoriedade quando foi presa junto com mais 29 pessoas ligadas ao Greenpeace em um protesto no Ártico. "Quando a gente tem a oportunidade de realizar um sonho, tem mais é de vencer os medos e encarar", defende a causa, explicando que sua foto sairia em página dupla.

O suborno foi pago para a Alstom conquistar um contrato de R$ 181,3 milhões, também em valores correntes, de acordo com a acusação dos p ro c u r a d o re s Ro d r i g o d e Grandis e Andrey Borges de Mendonça. O juiz diz que Robson Marinho, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado que está sob investigação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), beneficiou a Alstom num julgamento de 2001. Os réus são: Jonio Foigel, Thierry Charles Lopes, Daniel Huet, Jean-Pierre Courtadon, Claudio Mendes, Jorge Fagali Neto, Romeu Pinto Jr., Sabino Indelicato e José Geraldo Villas Boas, Celso Sebastião Cerchiari e José Sidnei Colombo Martini. Todos refutam as acusações e dizem ser inocentes. O magistrado deu o prazo de dez dias para que os acusa-

dos apresentem defesa e decretou o fim do sigilo no processo. "Tem-se que a denúncia, em síntese, descreve, como panorama de fundo, um amplo e sofisticado esquema de corrupção internacional, por meio do qual empresas do grupo francês Alstom, um dos maiores conglomerados globais da área de energia, obteriam, através do pagamento de propinas a políticos e funcionários públicos mundo afora, vantagens e benefícios ilegais em contratos com o poder público", disse na decisão. A propina teria sido paga de outubro de 1998 a dezembro de 2002, por meio de falsos contratos de consultoria. Outra parte foi depositada em diversas contas de empresas offshore no exterior, principalmente na Suíça e em Luxemb u rg o , e p o s t e r i o rm e n t e , transferida a outras contas

bancárias no exterior ou em território nacional por meio de doleiros, de acordo com os procuradores. O conselheiro do Tribunal de Contas e ex-secretário de Covas, Robson Marinho, é investigado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) por suspeita de ter recebido propina para aprovar a inexigibilidade de licitação para esse aditivo irregularmente. Ele tem foro privilegiado. Em nota, a Alstom afirma que "a empresa está atualmente enfrentando acusações no Brasil relativas à nãoconformidade com leis e regras de competição, que são referentes a temas do começo dos anos 2000 ou anteriores". "A Alstom gostaria de ressaltar que a empresa tem implementado, em toda a sua organização, regras estritas de conformidade e ética". (Agências)

Andrea Matarazzo será investigado por 'existir indício' Justiça autorizou inquérito sobre envolvimento do tucano no caso Alstom Evelson de Freitas/ Estadão Conteúdo

Justiça Federal em São Paulo autorizou a abertura de um inquérito policial específico para investigar o vereador Andrea Matarazzo (PSDB) por suposto envolvimento com o esquema de pagamento de propinas pela Alstom no setor de energia do governo paulista no final dos anos 1990. Matarazzo foi secretário de Energia em 1998. Nos quatro anos anteriores, foi presidente da Companhia Energética de São Paulo (Cesp). A decisão do juiz Marcelo Costenaro Cavali atende a pedido do Ministério Público Federal (MPF), que disse não haver, por enquanto, elementos para denunciá-los junto com os outros 12 denunciados em janeiro, mas que a existência de indícios contra Matarazzo e a falta de todos os documentos enviados por autoridades suíças que investigam o caso ensejavam a abertura de um inquérito policial específico. Matarazzo foi secretário de Energia em 1998, ano em que se autorizou o décimo aditivo do contrato Gisel, no âmbito do qual a Alstom é acusada pelo MPF de ter pagado R$ 23,3 milhões a dois exdiretores da extinta Empresa Paulista de Transmissão de

A

Matarazzo autorizou o décimo aditivo no contrato. O mais polêmico. Energia (EPTE), José Sidnei Colombo Martini e Celso Sebastião Cerchiari. Martini e Cerchiari estavam subordinados hierarquicamente ao tucano. "No que diz respeito especificamente a Angelo Andrea Matarazzo, pessoas submetidas à sua esfera de comando hierárquico foram tidas como beneficiárias de propinas. Além disso, há ao menos indício de que o próprio partido político ao qual é filiado e a própria Secretaria de Energia dirigida por ele – conquanto em curto espaço de tempo– tenham sido beneficiários de valores indevidos", escreveu Cavali em sua decisão. O juiz rejeitou argumentação da defesa de

que o fato a ser apurado é indeterminado, e de que Matarazzo se vê "ilegitimamente submetido a alto grau de constrangimento", em época de proximidade das eleições.] "Se os eleitores, em geral, não são bem informados, esse é um grave problema social brasileiro e uma constatação que, evidentemente, não tem, por si só, peso suficiente para impedir a continuidade das investigações". Serão investigados nesse mesmo inquérito Eduardo José Bernini, ex-presidente da Eletropaulo, e os executivos franceses da Alstom Michel Louis Charles Mignot, Yves Jaques Marie Barbiere Patrick Paul Ernest. (Estadão Conteúdo)


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Pizzolato fica preso até decisão sobre extradição Manutenção da prisão é vista como um sinal positivo por parte da Justiça italiana em favor da extradição pedido do Ministério da Justiça da Itália, a Corte de Apelação de Bolonha decidiu manter na prisão o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, ítalo-brasileiro condenado a 12 anos e sete meses de cadeia no processo do Mensalão. Ele fugiu para território italiano em setembro de 2013 tentando escapar ao cumprimento da pena. O tribunal renovou automaticamente a reclusão do ex-dirigente do BB, que está no presídio de Sant'Anna, em Módena, onde poderá ficar até 17 de março, quando acaba o prazo de 40 dias para que o Brasil peça a extradição, segundo tratado com a República Italiana. SINAL – O procurador Eduardo Pelella, chefe de gabinete do procurador-geral da República do Brasil, Rodrigo Janot, reconheceu que será difícil conseguir a extradição. Ressaltou, porém, que a manifestação do ministério pode indicar que os italianos não descartam extraditar Pizzolato, preso devido ao pedido brasileiro de detenção, via Interpol, e não por ter sido flagrado com documentos falsos, crime de baixa gravidade. Diferentemente do divulgado inicialmente, não haverá necessidade de audiência para examinar o pedido do ministério. O tribunal só se pronunciará agora mediante pedido da defesa de relaxamento de prisão ou prisão domiciliar. O próximo movimento do processo se dará a partir da chegada do pedido de extradição do Brasil, que

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deve ficar pronto ainda esta semana, segundo Pelella. A decisão sobre a "devolução" do prisioneiro ao Brasil será da Corte de Apelação, com possibilidade de recurso à Corte de Cassação em Roma. O fim, porém, será político: é do Ministério da Justiça o poder para cumprir ou não a decisão do Judiciário. Pelella e o chefe do setor de Cooperação Internacional da PGF, Vladimir Aras, chegaram à Itália na semana passada. Estiveram no Ministério do Interior e, na segunda-feira, conversaram com procuradores italianos em Bolonha. Eles estavam preocupados com a possibilidade de relaxamento da prisão e com a eventual manifestação do ministério, que segundo o Código de Processo Penal italiano deveria ocorrer no máximo dez dias após a prisão, ocorrida em 5 de fevereiro em Pozza di Maranello, a 12 km de Módena. O chefe de gabinete do PGR explicou que é indiferente para o Brasil se Pizzolato ficará em penitenciária comum ou se ganhará prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, possibilidade aberta pela lei italiana. "Quando um país diz ao Brasil 'preciso de um nacional meu que está aí', o Brasil tem de dar a esse país garantia de que devolverá esse sujeito", explicou. "Quando isso acontece, o país bota o sujeito que está em seus domínios em custódia cautelar e diz: 'o processo corre, e garanto que entrego, porque está preso'. Se ele sai da cadeia, e o país dá as

Rodrigo

Paiva/

AE

Henriq ue Pizzola to , ex-dire tor do BB: únic o réu do Men salão que fug iu para não ser preso.

PPS quer congelar vaquinha de Dirceu garantias que vai entregar, não faz tanta diferença." ACUSAÇÕES – Se for extraditado para o Brasil, Pizzolato provavelmente enfrentará novas acusações por crimes cometidos na preparação e durante sua fuga da sentença do Mensalão. Para isso, porém, o Brasil terá de pedir ao governo italiano a "extensão da extradição", uma espécie de permissão para que o ex-dirigente do BB seja processado por outros delitos além daqueles pelos quais ele terá sido extraditado. Pelo menos cinco crimes de falsidade material foram em tese cometidos por Pizzolato no Brasil quando assumiu a identidade do irmão, Celso Pizzolato, que morreu em 1978 em um acidente de trânsito. O ex-dirigente usou os dados do parente para obter carteira de identidade, CPF, titulo eleitoral e para fazer uma declaração de isento do Imposto de Renda, com ob-

jetivo de ter documentos para tirar o passaporte com outro nome. Também votou em quatro turnos, com o mesmo objetivo – suposto crime eleitoral. Também foi aberto na Polícia Federal inquérito para apurar como Pizzolato financiou a sua fuga (já foram localizadas contas do ex-dirigente na Espanha e em outros países). Na Itália, além do provável processo de extradição, Pizzolato também deverá responder por falsidade ideológica, falso testemunho a funcionário público e substituição de pessoa. Uma das investigações corre em La Spezia, onde o ex-diretor alugou casa como Celso Pizzolato e assim se identificou para a polícia. Outra está em Módena, região em que fica Pozza di Maranello, onde foi preso na casa de parente. Na ocasião, chegou a dizer aos agentes: "Eu sou Celso".(Estadão Conteúdo)

líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PR), pediu ontem que a Procuradoria da República no Distrito Federal bloqueie o dinheiro que está sendo arrecadado através uma campanha de doações para quitar a multa de R$ 971 mil imposta ao petista José Dirceu, condenado no Mensalão. Bueno alega que Dirceu responde a uma ação de improbidade administrativa na Justiça Federal do DF em que é pedido o ressarcimento de valores desviados dos cofres públicos. Por isso, argumenta que os bens de Dirceu devem ser congelados para garantir o ressarcimento de pelo menos parte do dinheiro desviado no Mensalão. Como os valores doados –

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que já somam R$ 565 mil – se transformam, na prática, em patrimônio do ex-ministro, eles também devem ser retidos pela Justiça. Ontem à noite a assessoria de Dirceu divulgou nota dizendo que Dirceu foi excluído da ação de improbidade que é usada como base para o pedido de congelamento de bens. A nota ainda destaca que Dirceu não foi condenado por peculato (desvio de dinheiro público) no processo do Mensalão, por isso, não seria possível se falar em congelamento de bens para um eventual ressarcimentos dos cofres públicos. (Folhapress)

Médicos devem negar 'invalidez' de Genoino Pedido de aposentadoria por invalidez feito pelo petista deve ser negado. Resta saber se ele permanecerá em prisão domiciliar. Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

junta médica da Câmara dos Deputados que avaliou o estado de saúde do exdeputado e ex-presidente do PT José Genoino, preso há mais de três meses pelos crimes do Mensalão, deve anunciar nos próximos dias a rejeição do pedido de aposentadoria por invalidez do petista. Ontem, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), disse que a Casa adotará uma "decisão extremamente técnica".

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Segundo Alves, não haverá qualquer tipo de favorecimento ou direcionamento no caso. O resultado da análise feita pela junta médica já consta em um laudo preliminar produzido na semana passada e deve ser referendado após a análise de dois exames complementares que serão analisados pelos especialistas até o fim da semana. São remotas as chances desses exames alterarem o laudo preliminar.

Uma alternativa seria a concessão de um novo prazo para a reavaliação do quadro de saúde do petista, que renunciou ao mandato em dezembro para escapar da abertura de processo de cassação após ter sido preso. Na avaliação realizada na semana passada, os médicos da Câmara apontaram que Genoino não é portador de uma cardiopatia grave. Em novembro, uma junta médica constatou o mesmo ao analisar a saúde do expresidente do PT a pedido do

presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa. Atualmente, Genoino já recebe aposentadoria da Câmara. Ele tem um salário de R$20 mil bruto (R$14,1 mil em valor líquido). Se a aposentadoria por invalidez for confirmada, ele passa a receber o valor integral do salário de um congressista, que é de R$ 26,7 mil. Na segunda-feira, Genoino pediu ao STF que sua prisão domiciliar provisória seja definitiva. (Agências)

Henrique Alves (PMDB-RN) adianta: "Decisão será técnica".

MENSALÃO TUCANO

CONGRESSO

Azeredo desiste de discurso para evitar danos a Aécio

Aliados esvaziam sessão para evitar derrota de Dilma

Brizza Cavalcante/ Agência Câmara

rincipal réu no processo do Mensalão tucano, o deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG) desistiu de fazer um discurso de defesa no plenário da Câmara. Em reunião da bancada do PSDB finalizada no início da tarde de ontem, os tucanos foram informados de que a defesa do deputado será apresentada por escrito na tarde de hoje pelo deputado Marcus Pestana (PSDB-MG), um dos principais aliados de Azeredo. "Como toda pessoa inocente acusada injustamente, ele está abalado, a família fica abalada. Só os canalhas e corruptos não se preocupam com a própria honra", afirmou Pestana. Ele disse não ter recebido ainda o texto que será apresentado no plenário.

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ACUSAÇÃO Ex-governador de Minas Gerais e ex-presidente nacional do PSDB, Azeredo teve no último dia 7 a prisão sugerida pela Procuradoria-Geral da República

ob ameaça de ser derrotado por sua própria base aliada, o governo conseguiu adiar ontem a votação do veto da presidente Dilma Rousseff ao projeto que permite a criação de até 269 novos municípios. O Palácio do Planalto deflagrou operação para congressistas aliados esvaziarem a sessão, o que impediu a análise do veto. O governo costura acordo que prevê a votação de outra proposta que autoriza a criação das novas cidades, desde que elas sejam criadas preferencialmente no norte e nordeste do País. Em contrapartida, o Congresso mantém o veto de Dilma ao projeto do Legislativo. A ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) passou o dia em negociações no Congresso para manter o veto. O ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil) também disparou telefonemas a líderes

Discurso de Eduardo Azeredo será lido hoje no plenário da Câmara (22 anos) sob a acusação de liderar esquema de desvio de recursos públicos do governo de Minas Gerais para sua campanha à reeleição em 1998. O caso deve ser julgado nas próximas semanas pelo Supremo Tribunal Federal. Após vir a público a posição da Procuradoria, Azeredo prometeu ir à tribuna da Câmara rebater as acusações, mas a tática a ser adotada dividiu o

PSDB, partido do pré-candidato à Presidência Aécio Neves, também de Minas Gerais. Um grupo defendia um discurso enfático, além de entrevista coletiva à imprensa. Já outra ala trabalhava exatamente para barrar a fala no plenário da Câmara com o objetivo de minimizar o impacto negativo na campanha de Aécio à Presidência da República. (Folhapress)

governistas para fechar o acordo, que chegou a ser firmado com senadores. Pressionados por representantes de entidades municipalistas que lotaram as galerias da Câmara, muitos governistas passaram a defender a derrubada do veto. Sem a segurança da vitória, o Planalto achou melhor adiar a votação. PMDB "Esse projeto não altera os cofres do governo. Temos que votar pela derrubada do veto e conclamo aos senadores para que façam isso", disse o senador Valdir Raupp (RO), presidente do PMDB, principal aliado de Dilma no Congresso. Pelas regras do Congresso, para que um veto seja derrubado, as duas Casas têm que tomar essa decisão em votações separadas. Como não tinha segurança de manter o veto nem no Senado, a solução foi

suspender a votação. "É uma manobra sórdida do governo para adiar a análise do veto. A maioria esvaziou a sessão por determinação do governo federal", protestou o líder do PSDB, senador Aloysio Nunes Ferreira (SP). O Congresso aprovou o projeto no ano passado, mas Dilma vetou a proposta integralmente. O Planalto teme os impactos fiscais da criação dos novos municípios, estimados em R$ 9 bilhões. Com o adiamento, o Legislativo tem o prazo de 30 dias para marcar a nova votação. Em mais da metade dos municípios do país, as receitas próprias não chegam a 10% do Orçamento. Para conter a multiplicação de municípios, foi incluída na Constituição, em 1996, a exigência de uma lei que disciplinasse as regras para a emancipação de distritos. Com o veto de Dilma, o País continua sem essa lei. (Folhapress)


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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014 Divulgação/EFE

URUGUAI O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se na segunda-feira com o colega José Mujica, em Montevidéu. Na pauta de discussão, os problemas no Mercosul e na Unasul. Igor Kovalenko/EFE

Ucrânia: a independência sobe pelos ares.

Queima de pneus ilumina noite na Praça da Independência em Kiev

Após dias de trégua, a praça no centro de Kiev volta a arder em meio aos confrontos entre opositores e a polícia. A violência resulta em 21 mortos e pedidos de paz do exterior.

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crianças deixassem o centro de Kiev. Incentivou, porém, os demais a permanecerem na praça, a qual chamou de "ilha da liberdade". Os policiais usaram canhões d'água e bombas de efeito moral contra os manifestantes, que reagiram com paus, pedras e bombas incendiárias. Para frear o avanço da polícia, os manifestantes formaram uma grande muralha de fogo após incendiar várias tendas. Entre os 21 mortos estão noConfro ntos co m a polí ve policiais, 11 manicia deix aram m festantes e um funcionário da ais de 2 20 ferid sede do partido do governo, os informou a rede CNN. Dos mais de 221 feridos, Segundo o líder opositor ViOutro prédio ocupado na Pracerca de 40 são da polícia. Já se ça da Independência também tali Klitschko, Yanukovich exicompara o saldo sangrento de pegava fogo na noite de ontem. giu que os manifestantes deiontem com o cenário de 1991, Até o fechamento desta edição, xassem a praça e os culpou pequando a Ucrânia ficou inde- diversos manifestantes tenta- las mortes de ontem. pendente da União Soviética. "Acho que as autoridades vam escapar das chamas no inMais cedo, manifestantes terior do edifício. devem retirar imediatamente invadiram a sede do Partido Sem diálogo - Horas após o a polícia e parar o derramadas Regiões, de Yanukovich, início dos confrontos, o presi- mento de sangue. As pessoas mas foram expulsos pela polí- dente reuniu-se com os líderes estão morrendo", disse Klitscia. Quando bombeiros che- opositores. A expectativa era chko, segundo a CNN. "Como garam ao local para apagar que fosse negociada uma saída podemos negociar se sangue um incêndio, descobriram o pacífica para a crise. No entan- está sendo derramado? Infelicorpo de um funcionário. to, a reunião não teve avanços. zmente, (Yanukovich) não Konsta

Ucrânia viveu ontem um dia de horror com ao menos 21 mortos e 221 feridos em mais um confronto entre manifestantes e policiais nas ruas da capital, Kiev. O cenário foi considerado o mais violento desde novembro passado, quando começaram os protestos contra o presidente ucraniano, Viktor Yanukovich, por ele ter rejeitado um acordo comercial com a União Europeia em favor de laços comerciais com Rússia. Após dias de trégua entre opositores e aliados do presidente, inclusive com a anistia de 234 manifestantes, a Praça da Independência, uma das principais da capital, voltou a virar um palco de guerra. O estopim foi a ação da polícia para tentar desmontar um acampamento de manifestantes que permaneciam nos arredores da praça, em uma operação chamada de "antiterror" pelas autoridades. Oficiais da polícia pediram através de megafones que os manifestantes, que estavam acampados desde 21 de novembro passado, deixassem a praça pacificamente. O líder opositor e ex-campeão de boxe Vitali Klitschko, apelou para que mulheres e

Opositor lança artefato explosivo contra forças de segurança

compreende isso." Os confrontos ocorreram no dia em que o Parlamento ucraniano discutiria uma reforma constitucional que limitaria os poderes do presidente. Aliados do governo, entretanto, conseguiram barrar o andamento da proposta, o que só aumentou a crise. Milhares tomaram o rumo do Parlamento para pressionar os integrantes do Legislativo. Gritando "vergonha," os

manifestantes jogaram pedras contra a polícia e atearam fogo em caminhões. Reação - Os Estados Unidos condenaram a violência de ontem. O vice-presidente Joe Biden telefonou a Yanukovich e fez um apelo para que ele retirasse a polícia. Já a Alemanha ameaçou as autoridades ucranianas, especialmente o presidente, com "sanções pessoais" após o "banho de sangue". (Agências)

Dia de branco e vermelho na Venezuela Miguel Gutiérrez/EFE

m um dia marcado por atos contra e a favor do governo de Nicolás Maduro, o líder opositor venezuelano Leopoldo López, se entregou ontem à Guarda Nacional, após comandar uma manifestação no município de Chacao, na área metropolitana da capital, Caracas. De pulso ao alto, vestido de branco, López agarrou-se à estátua do revolucionário cubano José Martí e declarou que se entregava a "uma Justiça injusta e corrupta". O opositor disse a cerca de 5 mil simpatizantes que não tem medo de ir para a cadeia por defender o direito constitucional de protestar pacificamente contra o governo. "Não temos nada a esconder. Se a minha prisão infame despertar o povo, terá valido a pena", declarou. Seus apoiadores tentaram impedir que ele entrasse no furgão da Guarda Nacional e gritaram: "Leopoldo, o povo está com você". López, de 42 anos, estava foragido da Justiça desde a última quinta-feira, quando foi emitida uma ordem de prisão contra ele, sob a acusação de incitar a violência nas marchas opositoras que agitam o país há duas semanas e já deixaram quatro mortes. Segundo Maduro, López responderia na Justiça por "sedição". O presidente destacou que havia um plano da "ultradireita de Miami e da Venezuela" para matar López e criar

Santi Donaire/EFE

E

Maduro denuncia plano da ultra-direita para matar López Santi Donaire/EFE

O opositor Leopoldo López, de branco, se entrega a membros da Guarda Nacional e é levado à prisão. uma crise política. Ante a suposta ameaça, Diosdado Cabello, presidente da Assembleia Nacional, foi incumbido de pegar seu próprio carro e levar López a "uma prisão fora de Caracas", de acordo com Maduro. Segundo o jornal El Universal, López passaria a noite de ontem no Centro Nacional de Processados Militares de Ramo Verde, perto de Caracas. Violência - Ontem, uma cooperativa têxtil situada na zona leste de Caracas foi alvo de um ataque de motoqueiros armados. Uma pessoa morreu. A ministra das Comunicações, Delcy Rodríguez acusou "gru-

pos violentos e golpistas guiados pelos EUA" pelo crime. Na cidade costeira de Carupano, no leste do país, moradores disseram que um estudante de 17 anos morreu ao ser atropelado por um carro depois de um protesto. As manifestações lideradas por estudantes se multiplicaram no país, no maior desafio para Maduro desde sua eleição no ano passado, após a morte de Hugo Chávez. No entanto, o número de pessoas ontem era menor do que nos protestos em lugares como Brasil e Ucrânia, e há poucos indícios de que os venezuelanos vão se unir em massa.

Chavistas - A dois quilômetros da concentração dos opositores, na praça Venezuela, reuniam-se os simpatizantes do governo. Segundo dados da polícia, tratava-se de mais de 40 mil pessoas. Vestindo camisetas vermelhas, e liderados pelos sindicatos dos petroleiros, os chavistas gritavam "Fora CNN" e "Chávez vive, a luta continua". Militares - Não há também nenhuma evidência de que os militares possam se voltar contra Maduro. "Jamais, ouçam bem, aceitaremos um governo que não surja pela via constitucional", disse a ministra da Defesa, Carmen Meléndez.

Chavistas, de vermelho, também saem às ruas de Caracas. Retaliação - Os EUA anunciaram ontem que estudam possíveis ações contra a Venezuela após ter recebido a confirmação da expulsão de três de seus diplomatas em Caracas. A porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Jen Psaki, qualificou como "falsas" as acusações de que eles recrutavam

jovens nas universidades para promover a violência nas ruas. "O governo venezuelano tenta distrair a atenção de suas próprias ações culpando os EUA", disse. "Estes esforços refletem uma falta de seriedade por parte da Venezuela para fazer frente à grave situação que enfrenta". (Agências)


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

9

Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Empresa da Organização Bradesco CNPJ 61.855.045/0001-32 Sede: Av. Paulista, 1.450 - 7º Andar - Bela Vista - São Paulo - SP

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas,

As atividades internacionais, conduzidas por meio das mesas de operações de Nova York e Londres, apresentaram aumento significativo no número Submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2013, da Bradesco S.A. Corretora de de clientes institucionais ativos, configurando um incremento na participação de mercado do Bradesco junto aos investidores globais. Desenvolvemos uma intensa agenda de Road Shows com analistas e com empresas de capital aberto, organizando reuniões com investidores institucionais nos principais centros Títulos e Valores Mobiliários (Bradesco Corretora), de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar financeiros dos Estados Unidos e Europa, incluindo Nova York, Boston, Washington, Chicago, Los Angeles, Londres, Edimburgo, Frankfurt e Paris. pelo Banco Central do Brasil. No acumulado de 2013, a Bradesco Corretora ficou na 12ª posição do ranking dos mercados de renda variável da BM&FBovespa, dentre as Estruturada para atender clientes locais e estrangeiros, a Bradesco Corretora destaca-se como uma das mais atuantes do mercado brasileiro, com 88 corretoras participantes. Atendeu 149.817 investidores e executou 5.804.033 ordens de compra e venda de ações, o que resultou em um volume significativa participação nos mercados de ações e futuros. financeiro de R$ 101,1 bilhões no período. A Bradesco Corretora oferece a seus clientes um serviço completo de análise de investimento com cobertura dos principais setores e empresas O Bradesco Home Broker, que permite ao cliente a compra e venda de ações pela Internet, obteve a cifra de R$ 10,4 bilhões em volume negociado do mercado brasileiro. Nossa equipe de trinta e quatro analistas é composta por especialistas setoriais (analistas seniores e assistentes), que divulgam suas opiniões aos clientes de modo equitativo, por meio de relatórios de acompanhamento e guias de ações, com ampla base de projeções e múltiplos no Mercado à Vista da BM&FBovespa no acumulado de 2013, com o total de 3.601.820 ordens recebidas. Destas, 955.687 foram executadas, ocupando a de comparação. Possui também uma equipe própria de economistas dedicada às demandas específicas dos clientes, focado no mercado de ações. São 17ª posição do ranking anual das corretoras Home Broker nos mercados da BM&FBovespa. enviados mais de 700 relatórios mensalmente, em português e inglês, para os mais importantes investidores nos EUA, Europa e Ásia, além do Brasil. Em 2013, a Bradesco Corretora negociou 30.002.876 contratos nos mercados futuros da BM&FBovespa, com volume financeiro de R$ 2,7 trilhões, As carteiras de ações recomendadas da equipe de Research têm tido desempenho extraordinário e consistente durante os últimos 5 anos, alcançando o classificando-se na 11ª posição do ranking financeiro das 57 corretoras participantes. primeiro lugar nos principais rankings de mercado em 2013. O Lucro Líquido acumulado em 2013 somou R$ 160,5 milhões, registrando Patrimônio Líquido de R$ 689,5 milhões, equivalente a 38,20% dos Ativos Todos os clientes têm à disposição diversas opções de investimentos em Ações, Ofertas Públicas, Aluguel de Ações, Ouro, Mercados Futuros, Totais, que somaram R$ 1,8 bilhão. Debêntures, Opções, Fundos Imobiliários, Fundos de Investimento em Índices e o Programa Tesouro Direto, que permite ao investidor pessoa física adquirir Agradecemos aos nossos clientes pelo apoio e confiança e aos nossos funcionários e colaboradores pela dedicação ao trabalho. Títulos Públicos Federais pela Internet. Em sua área de varejo, deu sequência ao processo de qualificação do atendimento aos clientes, pessoa física, interessados em produto de Renda Variável, promovendo o treinamento de pessoal e investimentos nos sistemas que subsidiam as suas atividades. Possui 15 Salas de Ações distribuídas pelo território nacional, criadas especialmente para orientar os clientes interessados em investir no mercado financeiro.

São Paulo, SP, 29 de janeiro de 2014. Diretoria

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO - Em Reais mil ATIVO

2013

2012

PASSIVO

CIRCULANTE ............................................................................................................................................... DISPONIBILIDADES (Nota 4) ....................................................................................................................... APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ (Nota 5a) .................................................................... Aplicações no Mercado Aberto ..................................................................................................................... TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6a) ....... Carteira Própria ............................................................................................................................................. Instrumentos Financeiros Derivativos ........................................................................................................... OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Rendas a Receber (Nota 8a)......................................................................................................................... Negociação e Intermediação de Valores (Nota 7) ......................................................................................... Diversos (Nota 8b)......................................................................................................................................... Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa (Nota 8c) ............................................................... OUTROS VALORES E BENS........................................................................................................................ Despesas Antecipadas..................................................................................................................................

1.605.892 926 537.133 537.133 506.166 506.166 561.504 1.652 548.056 14.055 (2.259) 163 163

831.930 559 328.509 328.509 289.828 289.798 30 212.996 12.302 195.251 7.759 (2.316) 38 38

REALIZÁVEL A LONGO PRAZO................................................................................................................. TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS (Nota 6a) ....... Vinculados à Prestação de Garantias ........................................................................................................... OUTROS CRÉDITOS.................................................................................................................................... Diversos (Nota 8b).........................................................................................................................................

172.055 157.781 157.781 14.274 14.274

271.425 223.619 223.619 47.806 47.806

PERMANENTE ............................................................................................................................................. INVESTIMENTOS (Nota 9) ........................................................................................................................... Participações em Coligadas: - No País........................................................................................................................................................ Outros Investimentos..................................................................................................................................... Provisões para Perdas .................................................................................................................................. IMOBILIZADO DE USO (Nota 10)................................................................................................................. Outras Imobilizações de Uso......................................................................................................................... Depreciações Acumuladas............................................................................................................................ DIFERIDO (Nota 11) ..................................................................................................................................... Gastos de Organização e Expansão............................................................................................................. Amortização Acumulada ............................................................................................................................... INTANGÍVEL (Nota 12).................................................................................................................................. Ativos Intangíveis........................................................................................................................................... Amortização Acumulada ...............................................................................................................................

27.148 19.288

40.724 32.924

18.615 2.732 (2.059) 2.195 6.956 (4.761) 2 2.447 (2.445) 5.663 8.428 (2.765)

11.639 23.344 (2.059) 2.441 6.687 (4.246) 41 2.447 (2.406) 5.318 6.957 (1.639)

TOTAL ...........................................................................................................................................................

1.805.095

1.144.079

2013

2012

CIRCULANTE ............................................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Sociais e Estatutárias (Nota 15d) .................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 14a)............................................................................................................. Negociação e Intermediação de Valores (Nota 7) ......................................................................................... Diversas (Nota 14b).......................................................................................................................................

1.110.148 1.110.148 1.525 40.969 1.030.185 37.469

573.998 573.998 614 32.155 513.830 27.399

EXIGÍVEL A LONGO PRAZO....................................................................................................................... OUTRAS OBRIGAÇÕES .............................................................................................................................. Fiscais e Previdenciárias (Nota 14a)............................................................................................................. Diversas (Nota 14b).......................................................................................................................................

5.408 5.408 3.920 1.488

39.360 39.360 36.197 3.163

PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Nota 15) ................................................................................................................ Capital: - De Domiciliados no País ............................................................................................................................. Reservas de Lucros....................................................................................................................................... Ajustes de Avaliação Patrimonial...................................................................................................................

689.539

530.721

281.000 408.793 (254)

234.000 296.821 (100)

TOTAL ...........................................................................................................................................................

1.805.095

1.144.079

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em Reais mil

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO - Em Reais mil

RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ........................................................ Operações de Crédito ................................................................................................... Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (Nota 6b) ......................... Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 6b) .................................. DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ...................................................... Operações de Empréstimos e Repasses ...................................................................... Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa............................................... RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA....................................... OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS ................................................... Receitas de Prestação de Serviços (Nota 16) .............................................................. Rendas de Tarifas Bancárias (Nota 16)......................................................................... Despesas de Pessoal (Nota 17) .................................................................................... Outras Despesas Administrativas (Nota 18).................................................................. Despesas Tributárias (Nota 19) ..................................................................................... Resultado de Participações em Coligadas (Nota 9a).................................................... Outras Receitas Operacionais (Nota 20)....................................................................... Outras Despesas Operacionais (Nota 21)..................................................................... RESULTADO OPERACIONAL ..................................................................................... RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 22) ............................................................ RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ...................................... IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 24a e b) ........................... LUCRO LÍQUIDO.......................................................................................................... Número de ações (Nota 15a) ........................................................................................ Lucro por lote de mil ações em R$................................................................................

2º Semestre 2013 48.304 14 48.646 (356) 49 28 21 48.255 16.156 45.577 34.862 (30.315) (25.777) (10.192) 728 5.037 (3.764) 64.411 64.411 (23.498) 40.913 485.274.572 84,31

Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012 76.709 62.746 153 609 77.292 62.812 (736) (675) 150 1.102 127 345 23 757 76.559 61.644 44.708 40.794 97.950 96.728 65.376 48.475 (58.384) (45.224) (50.985) (49.604) (19.723) (16.957) 999 627 14.376 11.563 (4.901) (4.814) 121.267 102.438 139.857 (38) 261.124 102.400 (100.627) (37.713) 160.497 64.687 485.274.572 485.274.572 330,73 133,30

Eventos Saldos em 30.6.2013.................................. Ajustes de Avaliação Patrimonial................. Lucro Líquido............................................... Destinações: - Reservas.............................. - Dividendos Propostos..........

-

2.046 -

38.478 -

(2) -

Saldos em 31.12.2013................................

281.000

30.448

378.345

(254)

-

689.539

Saldos em 31.12.2011................................

201.000

19.189

246.559

(27)

-

466.721

Aumento de Capital com Reservas ............. Ajustes de Avaliação Patrimonial................. Lucro Líquido............................................... Destinações: - Reservas.............................. - Dividendos Propostos..........

33.000 -

3.234 -

(33.000) 60.839 -

(73) -

Saldos em 31.12.2012................................

234.000

22.423

274.398

(100)

Aumento de Capital com Reservas ............. Ajustes de Avaliação Patrimonial................. Lucro Líquido............................................... Destinações: - Reservas.............................. - Dividendos Propostos..........

47.000 -

8.025 -

(47.000) 150.947 -

(154) -

Saldos em 31.12.2013................................

281.000

30.448

378.345

(254)

Lucros Acumulados 40.913 (40.524) (389)

64.687 (64.073) (614) 160.497 (158.972) (1.525) -

Totais 649.017 (2) 40.913 (389)

(73) 64.687 (614) 530.721 (154) 160.497 (1.525) 689.539

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - Em Reais mil

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - Em Reais mil Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 2012

2º Semestre 2013

Reservas de Lucros Legal Estatutárias 28.402 339.867

Ajustes de Avaliação Patrimonial Próprias (252)

Capital Social 281.000

Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais: Lucro Líquido antes do Imposto de Renda e Contribuição Social ....................... Ajustes ao Lucro Líquido antes dos Impostos....................................................... Depreciações e Amortizações ................................................................................... Despesas com Provisões Cíveis, Trabalhistas e Fiscais ........................................... Resultado de Participações em Coligadas ................................................................ Provisão para Outros Crédito de Liquidação Duvidosa ............................................. (Ganho)/Perda na Alienação de Bens e Investimentos ............................................. Lucro Líquido Ajustado antes dos Impostos ........................................................... (Aumento)/Redução em Títulos para Negociação e Instrumentos Financeiros Derivativos ................................................................................................................. (Aumento)/Redução em Outros Créditos e Outros Valores e Bens............................. Aumento/(Redução) em Outras Obrigações ............................................................... Imposto de Renda e Contribuição Social Pagos ......................................................... Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) das Atividades Operacionais .....................

64.411 1.921 860 1.767 (728) 21 1 66.332

261.124 (135.229) 1.688 3.883 (999) 23 (139.824) 125.895

102.400 10.003 1.529 8.306 (627) 757 38 112.403

(22.308) 180.741 136.877 (63.082) 298.560

(130.817) (310.014) 482.530 (90.859) 76.735

(109.174) 219.840 (204.728) (34.005) (15.664)

Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: (Aumento)/Redução em Títulos Disponíveis para Venda ............................................ Alienação de Investimentos ......................................................................................... Alienação de Imobilizado de Uso ................................................................................ Aquisição de Imobilizado de Uso................................................................................. Aplicação no Intangível................................................................................................ Dividendos Recebidos ................................................................................................. Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Investimentos...............

(6.343) 10 (70) (670) 6 (7.067)

(19.836) 154.450 10 (223) (1.537) 6 132.870

14.983 50 (77) (2.278) 8 12.686

Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamentos: Dividendos Pagos........................................................................................................ Caixa Líquido Proveniente/(Utilizado) nas Atividades de Financiamentos ...........

(614) (614)

(614) (614)

(634) (634)

Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa...........................................

290.879

208.991

(3.612)

Caixa e Equivalentes de Caixa - Início do Período ....................................................... Caixa e Equivalentes de Caixa - Fim do Período .......................................................... Aumento/(Redução) Líquida de Caixa e Equivalentes de Caixa .............................

247.180 538.059 290.879

329.068 538.059 208.991

332.680 329.068 (3.612)

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

Descrição 1 - Receitas............................................................. 1.1) Intermediação Financeira......................... 1.2) Prestação de Serviços.............................. 1.3) Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa .............................. 1.4) Outras ........................................................ 2 - Despesas de Intermediação Financeira ......... 3 - Insumos Adquiridos de Terceiros................... Serviços do Sistema Financeiro ........................ Comunicações ................................................... Viagens .............................................................. Propaganda, Promoções e Publicidade............. Serviços de Terceiros......................................... Serviços Técnicos Especializados ..................... Processamento de Dados.................................. Transportes ........................................................ Materiais, Energia e Outros ............................... Manutenção e Conservação de Bens ................ Contribuições Filantrópicas................................ Outras ................................................................ 4 - Valor Adicionado Bruto (1-2-3)........................ 5 - Depreciações e Amortizações ........................ 6 - Valor Adicionado Líquido Produzido pela Entidade (4-5).................................................. 7 - Valor Adicionado Recebido em Transferência Resultado de Participações em Coligadas ...... 8 - Valor Adicionado a Distribuir (6+7)................. 9 - Distribuição do Valor Adicionado ................... 9.1) Pessoal ...................................................... Proventos .................................................... Benefícios ................................................... FGTS .......................................................... Outros Encargos ......................................... 9.2) Impostos, Taxas e Contribuições ............ Federal ........................................................ Municipal..................................................... 9.3) Remuneração de Capitais de Terceiros.... Aluguéis ...................................................... 9.4) Remuneração de Capitais Próprios ....... Dividendos .................................................. Lucros Retidos ............................................

2º Semestre 2013 % 129.995 122,8 48.304 45,6 80.439 76,0

Exercícios findos em 31 de dezembro 2013 % 2012 389.344 114,2 213.903 76.709 22,5 62.746 163.326 47,9 145.203

% 128,8 37,8 87,4

(21) 1.273 (28) (24.012) (10.603) (4.946) (1.188) (1.043) (1.559) (853) (2.136) (345) (117) (185) (600) (437) 105.955 (860)

1,2 (22,8) (10,0) (4,8) (1,1) (1,0) (1,5) (0,8) (2,0) (0,3) (0,1) (0,2) (0,6) (0,4) 100,0 (0,7)

(23) 149.332 (127) (47.512) (20.565) (10.273) (2.633) (3.490) (2.715) (1.388) (3.735) (654) (271) (381) (600) (807) 341.705 (1.688)

43,8 (14,0) (6,0) (3,1) (0,8) (1,0) (0,8) (0,4) (1,1) (0,2) (0,1) (0,1) (0,2) (0,2) 100,2 (0,5)

(757) 6.711 (345) (46.599) (19.955) (12.717) (3.159) (2.154) (2.138) (2.359) (2.176) (672) (331) (388) (550) 166.959 (1.529)

(0,4) 4,0 (0,2) (28,1) (12,0) (7,7) (1,9) (1,3) (1,3) (1,4) (1,3) (0,4) (0,2) (0,2) (0,4) 100,5 (0,9)

105.095 728 728 105.823 105.823 27.878 9.779 4.025 928 13.146 36.127 32.173 3.954 905 905 40.913 389 40.524

99,3 0,7 0,7 100,0 100,0 26,3 9,2 3,8 0,9 12,4 34,1 30,4 3,7 0,9 0,9 38,7 0,4 38,3

340.017 999 999 341.016 341.016 53.817 18.227 6.789 1.892 26.909 124.917 116.806 8.111 1.785 1.785 160.497 1.525 158.972

99,7 0,3 0,3 100,0 100,0 15,9 5,4 2,0 0,6 7,9 36,6 34,2 2,4 0,5 0,5 47,0 0,4 46,6

165.430 627 627 166.057 166.057 40.836 17.811 6.598 1.391 15.036 59.058 51.939 7.119 1.476 1.476 64.687 614 64.073

99,6 0,4 0,4 100,0 100,0 24,5 10,7 4,0 0,8 9,0 35,6 31,3 4,3 0,9 0,9 39,0 0,4 38,6

As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1) CONTEXTO OPERACIONAL A Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários (Bradesco Corretora ou Instituição) tem por objetivo principal intermediar operações de ações e de contratos futuros, admitidas às negociações na BM&FBovespa S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, atuando também na custódia de títulos e valores mobiliários e é parte integrante da Organização Bradesco, utilizando-se de recursos administrativos e tecnológicos e suas demonstrações contábeis devem ser entendidas neste contexto. 2) APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas a partir das diretrizes contábeis emanadas das Leis nos 4.595/64 (Lei do Sistema Financeiro Nacional) e 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) com as alterações introduzidas pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). Incluem, estimativas e premissas, tais como: estimativas do valor justo de determinados instrumentos financeiros; provisões cíveis, fiscais e trabalhistas; perdas por redução ao valor recuperável (impairment) de títulos e valores mobiliários classificados na categoria de títulos disponíveis para venda e ativos não financeiros. Os resultados efetivos podem ser diferentes daqueles estabelecidos por essas estimativas e premissas. As demonstrações contábeis foram aprovadas pela Administração em 29 de janeiro de 2014. 3) PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) Moeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis estão apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Instituição. b) Apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são apresentadas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério pro rata dia e calculadas com base no método exponencial. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda e aplicações no mercado aberto, cujo vencimento das operações, na data da efetiva aplicação, seja igual ou inferior a 90 dias e apresentem risco insignificante de mudança de valor justo, que são utilizados pela Instituição para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. d) Aplicações interfinanceiras de liquidez As operações compromissadas realizadas com acordo de livre movimentação são ajustadas pelo valor de mercado. As demais aplicações são registradas ao custo de aquisição, acrescidas dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidas de provisão para desvalorização, quando aplicável. e) Títulos e valores mobiliários - classificação • Títulos para negociação - adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do período; • Títulos disponíveis para venda - são aqueles que não se enquadram como para negociação nem como mantidos até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período e ajustados pelo valor de mercado em contrapartida ao patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários, os quais só serão reconhecidos no resultado quando da efetiva realização; e • Títulos mantidos até o vencimento - adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São registrados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os títulos e valores mobiliários classificados nas categorias de negociação e disponível para venda, bem como os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados no balanço patrimonial pelo seu valor justo estimado. O valor justo geralmente baseia-se em cotações de preços de mercado ou cotações de preços de mercado para ativos ou passivos com características semelhantes. Se esses preços de mercado não estiverem disponíveis, os valores justos são baseados em cotações de operadores de mercado, modelos de precificação, fluxo de caixa descontado ou técnicas similares, para as quais a determinação do valor justo possa exigir julgamento ou estimativa significativa por parte da Administração.

f) Imposto de renda e contribuição social (ativo e passivo) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, calculados sobre adições temporárias, são registrados na rubrica “Outros créditos - Diversos”, e a provisão para as obrigações fiscais diferidas é registrada na rubrica “Outras obrigações - Fiscais e previdenciárias”. Os créditos tributários sobre adições temporárias serão realizados quando da utilização e/ou reversão das respectivas provisões sobre as quais foram constituídos. Tais créditos tributários são reconhecidos contabilmente com base nas expectativas atuais de realização, considerando os estudos técnicos e análises realizadas pela Administração. A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10%. A contribuição social sobre o lucro é calculada considerando a alíquota de 15% para as empresas do segmento financeiro. Foram constituídas provisões para os demais impostos e contribuições sociais, de acordo com as respectivas legislações vigentes. De acordo com a Lei nº 11.941/09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº 11.941/09, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Para fins contábeis, os efeitos tributários da adoção das mencionadas Leis estão registrados nos ativos e passivos diferidos correspondentes. g) Despesas antecipadas São representadas pelas aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos direitos de benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros, sendo registrados nos resultados de acordo com o princípio da competência. Os custos incorridos que estão relacionados com ativos correspondentes, que gerarão receitas em períodos subsequentes, são apropriados ao resultado de acordo com os prazos e montantes dos benefícios esperados e baixados diretamente no resultado, quando os bens e direitos correspondentes já não fizerem parte dos ativos da Instituição ou quando benefícios futuros não são mais esperados. h) Investimentos Os investimentos em empresas controladas e coligadas, com influência significativa ou participação de 20% ou mais do capital votante, são avaliados pelo método de equivalência patrimonial. Os incentivos fiscais e outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas/redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. i) Imobilizado Corresponde aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram os riscos, benefícios e controles dos bens para a entidade. É demonstrado ao custo de aquisição, líquido das respectivas depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear de acordo com a vida útil-econômica estimada dos bens, sendo: móveis e utensílios, máquinas e equipamentos e benfeitorias em imóveis de terceiros - 10% ao ano; licenciamento de software 20% ao ano e sistemas de processamento de dados - de 20% ao ano e ajustado por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. j) Diferido Está registrado ao custo de aquisição ou formação, líquido das respectivas amortizações acumuladas de 20% ao ano, calculadas pelo método linear. A partir de 8 de dezembro de 2008 as novas operações passaram a ser registradas no ativo intangível de acordo com a Carta Circular nº 3.357/08 do BACEN. k) Intangível Corresponde aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Instituição ou exercidos com essa finalidade. Composto basicamente por softwares, que são registrados ao custo, deduzido da amortização pelo método linear durante a vida útil estimada (20% ao ano), a partir da data da sua disponibilidade para uso e ajustados por redução ao valor recuperável (impairment), quando aplicável. Gastos com o desenvolvimento interno de softwares são reconhecidos como ativo quando é possível demonstrar a intenção e a capacidade de concluir tal desenvolvimento, bem como mensurar com segurança os custos diretamente atribuíveis ao mesmo, que serão amortizados durante sua vida útil estimada, considerando os benefícios econômicos futuros gerados. l) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) Os ativos financeiros e não financeiros são avaliados para verificar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido uma perda no seu valor contábil. A evidência objetiva de que os ativos financeiros perderam valor pode incluir o não pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, indicações de processo de falência ou mesmo, um declínio significativo ou prolongado do valor do ativo. Uma perda por redução ao valor recuperável (impairment) de um ativo financeiro ou não financeiro é reconhecida no resultado do período se o valor contábil do ativo ou unidade geradora de caixa exceder o seu valor recuperável. continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

10

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

...continuação

Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Empresa da Organização Bradesco CNPJ 61.855.045/0001-32 Sede: Av. Paulista, 1.450 - 7º Andar - Bela Vista - São Paulo - SP

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS m) Provisões, ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das provisões, das contingências ativas e passivas e também das obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25, o qual foi aprovado pela Resolução nº 3.823/09 do CMN, sendo: • Ativos contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não caibam mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro passivo exigível. Os ativos contingentes, cuja expectativa de êxito é provável, são divulgados nas notas explicativas; • Provisões: são constituídas levando em consideração a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável, o que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança; • Passivos contingentes: de acordo com o CPC 25, o termo “contingente” é utilizado para passivos que não são reconhecidos, pois a sua existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros e incertos que não estejam totalmente sob o controle da Administração. Os passivos contingentes não satisfazem os critérios de reconhecimento, pois são considerados como perdas possíveis, devendo apenas ser divulgados em notas explicativas, quando relevantes. As obrigações classificadas como remotas não são provisionadas e nem divulgadas; e • Obrigações legais - provisão para riscos fiscais: decorrem de processos judiciais, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. Detalhamento dos processos judiciais, bem como a segregação e movimentação dos valores registrados, por natureza, estão apresentados na Nota 13. n) Outros ativos e passivos Os ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas (em base pro rata dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias incorridos (em base pro rata dia). o) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis.

4) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 2013 Disponibilidades em moeda nacional ...................................................................................................... Total de disponibilidades (caixa) ......................................................................................................... Aplicações interfinanceiras de liquidez (1) .............................................................................................. Total caixa e equivalentes de caixa .....................................................................................................

Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 559 559 328.509 329.068

926 926 537.133 538.059

(1) Referem-se a operações cujo vencimento na data da efetiva aplicação foi igual ou inferior a 90 dias e que apresentem risco insignificante de mudança de valor justo. 5) APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ a) Vencimentos Em 31 de dezembro - R$ mil Total 2013 2012

1 a 30 dias Aplicação no mercado aberto: Posição bancada ......................................................................................................... 537.133 Letras do tesouro nacional ............................................................................................ 537.133 Total em 2013 ............................................................................................................... 537.133 Total em 2012 ............................................................................................................... 328.509 b) Receitas de aplicações interfinanceiras de liquidez Classificadas na demonstração de resultado como resultado de operações com títulos e valores mobiliários.

537.133 537.133 537.133

328.509 328.509 328.509

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 Rendas de aplicações em operações compromissadas: Posição bancada (Nota 6b) ..................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................

31.368 31.368

24.854 24.854

6) TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Classificação por categoria e prazos

Títulos (1) Títulos para negociação (3) .............................................................. Letras financeiras do tesouro .............................................................. Letras financeiras ................................................................................ Certificados de depósito bancários ..................................................... Letras do tesouro nacional .................................................................. Debêntures .......................................................................................... Instrumentos financeiros derivativos ................................................... Notas do tesouro nacional................................................................... Outros.................................................................................................. Títulos disponíveis para venda (4)................................................... Letras financeiras do tesouro .............................................................. Ações................................................................................................... Total em 2013 ..................................................................................... Total em 2012 .....................................................................................

1 a 30 dias 54.226 11.068 40.196 2.962 2.816 2.816 57.042 84.946

31 a 180 dias 27.461 4.327 13.931 8.972 231 64.846 64.846 92.307 32.584

Acima de 360 dias 250.476 175.465 29.792 16.167 29.052 157.781 157.781 408.257 384.042

181 a 360 dias 86.974 25.479 58.453 1.754 1.288 19.367 19.367 106.341 11.875

Em 31 de dezembro - R$ mil 2012

2013 Valor de custo atualizado 419.137 205.271 102.176 21.794 16.167 30.571 40.196 2.962 245.233 241.960 3.273 664.370

Valor de mercado/ contábil (2) 419.137 205.271 102.176 21.794 16.167 30.571 40.196 2.962 244.810 241.994 2.816 663.947

Marcação a mercado (423) 34 (457) (423)

Valor de mercado/ contábil (2) 288.320 104.981 41.693 19.750 35.640 5.679 30 51.412 29.135 225.127 223.619 1.508

Marcação a mercado (167) (42) (125)

513.447

(167)

(1) As aplicações em cotas de fundos de investimento foram distribuídas de acordo com os papéis que compõem suas carteiras, preservando a classificação da categoria dos fundos. No encerramento do período, os fundos de investimentos exclusivos administrados pelo Conglomerado Bradesco somavam R$ 419.137 mil (2012 - R$ 288.290 mil). Na distribuição dos prazos, foram considerados os vencimentos dos papéis, independentemente de sua classificação contábil; (2) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários é apurado de acordo com a cotação de preço de mercado disponível na data do balanço. Se não houver cotação de preços de mercado disponível, os valores são estimados com base em cotações de distribuidores, modelos de precificações, modelos de cotações ou cotações de preços para instrumentos com características semelhantes. No caso das aplicações em fundos de investimento, o custo atualizado reflete o valor de mercado das respectivas cotas; (3) Para fins de apresentação do Balanço Patrimonial os títulos classificados como “para negociação” estão demonstrados no ativo circulante; e (4) Em 2013, não foram realizadas perdas por impairment para os títulos classificados na categoria de disponíveis para venda. b) Resultado de títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 Rendas de aplicações interfinanceiras de liquidez (Nota 5b).................................................................. 31.368 24.854 Títulos de renda fixa ................................................................................................................................ 18.315 20.221 Fundos de investimentos......................................................................................................................... 29.042 18.271 Títulos de renda variável ......................................................................................................................... (1.433) (534) Resultados com instrumentos financeiros derivativos............................................................................. (736) (675) Total ........................................................................................................................................................ 76.556 62.137 c) A Bradesco Corretora não possuía operações próprias com instrumentos financeiros derivativos em 31 de dezembro de 2013 e de 2012. 7) NEGOCIAÇÃO E INTERMEDIAÇÃO DE VALORES Os saldos ativos e passivos referem-se às transações efetuadas por conta de clientes nas bolsas de valores e de mercadorias e futuros, cuja liquidação financeira é efetuada no mês seguinte, conforme composição demonstrada a seguir: Em 31 de dezembro - R$ mil Outros créditos Outras obrigações 2013 2012 2013 2012 Devedores/credores por conta de liquidação pendente ................... 145.916 177.691 1.028.908 483.258 Caixa de registro e liquidação........................................................... 394.229 17.560 1.206 14.251 Operações com ativos financeiros e mercadorias a liquidar ............ 7.911 3 15.405 Credores por empréstimos de ações................................................ 68 916 Total ................................................................................................. 548.056 195.251 1.030.185 513.830

8) OUTROS CRÉDITOS a) Rendas a receber 2013 Dividendos............................................................................................................................................... Serviços prestados - taxa de custódia e de administração ..................................................................... Comissões e corretagens........................................................................................................................ Total ........................................................................................................................................................ b) Diversos

Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 16 9.096 1.623 3.193 13 13 1.652 12.302

Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 7.545 37.613 16.251 13.983 2.285 2.316 1.303 1.286 803 201 138 4 166 28.329 55.565

2013 Depósitos para interposição de recursos fiscais ..................................................................................... Créditos tributários (Nota 24c)................................................................................................................. Títulos e créditos a receber ..................................................................................................................... Pagamentos a ressarcir........................................................................................................................... Impostos e contribuições a compensar ................................................................................................... Depósitos para interposição de recursos trabalhistas............................................................................. Outros...................................................................................................................................................... Total ........................................................................................................................................................ c) Provisão para outros créditos de liquidação duvidosa Refere-se basicamente à provisão para títulos e créditos a receber sem características de operações de créditos.

9) INVESTIMENTOS a) Os ajustes decorrentes da avaliação pelo método de equivalência patrimonial dos investimentos foram registrados em contas de resultado, sob a rubrica de “Resultado de participações em coligadas”. Em 31 de dezembro - R$ mil

Empresas Marília Reflorestamento e Agropecuária Ltda. ................................... STVD Holdings S.A. ........................................................................... Total ....................................................................................................

Capital social 1.756 912.000

Patrimônio líquido ajustado 2.226 1.529.670

Quantidade de ações/ cotas possuídas (em milhares) Ações Cotas 115.427

9 -

Participação no capital social % 0,534 1,216

Lucro líquido ajustado 123 97.650

Valor contábil 2013 12 18.603 18.615

2012 11 11.628 11.639

Ajuste decorrente de avaliação (1) 2013 2012 1 998 999

1 626 627

(1) Ajuste decorrente de avaliação considera os resultados apurados, periodicamente, pelas companhias e inclui variações patrimoniais das investidas não decorrentes de resultados, quando aplicáveis. b) Movimentação do capital social

b) Composição de outros investimentos 2013 Ações e cotas .......................................................................................................................................... Investimentos por incentivos fiscais ........................................................................................................ Títulos patrimoniais ................................................................................................................................. Obras de arte .......................................................................................................................................... Subtotal .................................................................................................................................................. Provisão para perdas em investimentos por incentivos fiscais................................................................ Total ........................................................................................................................................................

Em 31 de dezembro - R$ mil 2012 28 20.641 2.701 2.701 2 1 1 1 2.732 23.344 (2.059) (2.059) 673 21.285

Em 31 de dezembro de 2012................................................................................................................. Aumento de Capital com Reservas - AGOE de 24.4.2013 (1) ................................................................ Em 31 de dezembro de 2013.................................................................................................................

Quantidade de ações 485.274.572 485.274.572

R$ mil 234.000 47.000 281.000

(1) Em 17 de junho de 2013 foi homologada pelo BACEN a Assembleia Geral Ordinária/Extraordinária deliberando o aumento do capital social da Instituição no montante de R$ 47.000 mil, sem emissão de ações, elevando-o de R$ 234.000 mil para R$ 281.000 mil, mediante a capitalização de parte do saldo registrado contabilmente em “Reservas de Lucros - Estatutárias”, conforme disposto na Lei das Sociedades por Ações. c) Reservas de lucros 10) IMOBILIZADO DE USO Em 31 de dezembro - R$ mil Demonstrado ao custo de aquisição. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas anuais que contemplam a vida útil-econômica 2013 2012 dos bens. Reservas de lucros................................................................................................................................ 408.793 296.821 Em 31 de dezembro - R$ mil - Reserva legal (1) ................................................................................................................................... 30.448 22.423 Custo líquido de depreciação - Reserva estatutária (2).......................................................................................................................... 378.345 274.398 Taxa Custo Depreciação 2013 2012 (1) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado, ou 30% do capital social, acrescido Móveis e equipamentos de uso/instalações........................................... 10% 3.450 (1.638) 1.812 1.959 das reservas de capital. Após esse limite a apropriação não mais se faz obrigatória. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital Sistema de processamento de dados .................................................... 20% 3.226 (2.958) 268 340 ou para compensar prejuízos; e Sistema de segurança e comunicação................................................... 10% 280 (165) 115 142 (2) Visando à manutenção de margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações ativas da Sociedade, pode ser constituída em 100% Total em 2013 ........................................................................................ 6.956 (4.761) 2.195 do lucro líquido remanescente após destinações estatutárias, sendo o saldo limitado a 95% do Capital Social Integralizado, o enquadramento é verificado Total em 2012 ........................................................................................ 6.687 (4.246) 2.441 na Assembleia Geral de aprovação das demonstrações contábeis. 11) DIFERIDO d) Dividendos e juros sobre capital próprio Os valores registrados no diferido referem-se a gastos com desenvolvimento de logística em implantação, e seu valor do custo líquido de amortização Aos acionistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendo mínimo obrigatório, em cada exercício, que somados não seja inferior a corresponde a R$ 2 mil (2012 - R$ 41 mil). A amortização acumulada corresponde a R$ 2.445 mil (2012 - R$ 2.406 mil). 1% do lucro líquido ajustado, nos termos da legislação societária. Fica a Diretoria autorizada a declarar e pagar dividendos intermediários, especialmente semestrais e mensais, utilizando-se das contas de Lucros Acumulados ou de Reservas de Lucros existentes, e, podendo ainda, autorizar a distribuição de 12) INTANGÍVEL lucros a título de juros sobre o capital próprio em substituição total ou parcial aos dividendos intermediários, ou, em adição aos mesmos. Os valores dos custos líquidos de amortizações com gastos de desenvolvimento de softwares correspondem a R$ 5.233 mil (2012 - R$ 5.138 mil) e de O cálculo dos dividendos relativos aos exercícios findos em 31 de dezembro está demonstrado a seguir: aquisição de softwares a R$ 430 mil (2012 - R$ 180 mil). A amortização acumulada corresponde a R$ 2.765 mil (2012 - R$ 1.639 mil). R$ mil 2013 2012 13) PROVISÕES, ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS - FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS Lucro líquido ............................................................................................................................................ 160.497 64.687 a) Ativos contingentes (-) Reserva legal - 5% sobre o lucro........................................................................................................ (8.025) (3.234) Não são reconhecidos contabilmente ativos contingentes. Base de cálculo ..................................................................................................................................... 152.472 61.453 b) Provisões classificadas como perdas prováveis e obrigações legais - fiscais e previdenciárias Dividendos propostos .............................................................................................................................. 1.525 614 A Instituição é parte em processos judiciais, de natureza trabalhista, civil e fiscal, decorrentes do curso normal de suas atividades. 1,0% 1,0% Na constituição das provisões a Administração leva em conta: a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, a similaridade com processos Percentual em relação ao lucro líquido ajustado ............................................................................... Valor em reais por lote de mil ações ................................................................................................... 3,14 1,27 anteriores, a complexidade e o posicionamento de Tribunais, sempre que a perda for avaliada como provável. A Administração entende que a provisão constituída é suficiente para atender às perdas decorrentes dos respectivos processos. 16) RECEITAS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E RENDAS DE TARIFAS BANCÁRIAS O passivo relacionado à obrigação legal em discussão judicial é mantido até o desfecho da ação, representado por decisões judiciais, sobre as quais não Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil caiba mais recursos, ou a sua prescrição. 2013 2012 I - Processos trabalhistas Corretagens de operações em bolsa ...................................................................................................... 85.893 72.765 São ações ajuizadas por ex-empregados, visando a obter indenizações, em especial, o pagamento de “horas extras” em razão de interpretação do artigo Rendas de tarifas bancárias - pessoa física............................................................................................ 65.376 48.475 224 da Consolidação das Leis do Trabalho. Nos processos em que é exigido depósito judicial para garantia de execução, o valor das provisões trabalhistas Comissões de colocações de títulos ....................................................................................................... 2.237 6.480 é constituído considerando a efetiva perspectiva de perda destes depósitos. Para os demais processos, a provisão é constituída com base no valor médio Serviços de custódia ............................................................................................................................... 1.203 9.692 apurado dos pagamentos efetuados de processos encerrados nos últimos 12 meses. Outras...................................................................................................................................................... 8.617 7.791 É certo que as horas extras realizadas são controladas por meio do sistema “ponto eletrônico” e pagas durante o curso normal do contrato de trabalho, de Total ........................................................................................................................................................ 163.326 145.203 modo que as ações oriundas de ex-funcionários não tem valores relevantes. 17) DESPESAS DE PESSOAL II - Processos cíveis Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil São pleitos de indenização por dano moral e patrimonial. Essas ações são controladas individualmente por meio de sistema informatizado e provisionadas 2013 2012 sempre que a perda for avaliada como provável, considerando a opinião de assessores jurídicos, natureza das ações, similaridade com processos anteriores, Participação dos empregados nos lucros................................................................................................ 25.603 13.334 complexidade e posicionamento de Tribunais. Proventos................................................................................................................................................. 18.227 17.811 Não existem em curso processos administrativos significativos por descumprimento das normas do Sistema Financeiro Nacional ou de pagamento de multas Benefícios................................................................................................................................................ 6.789 6.598 que possam causar impactos representativos no resultado financeiro da Instituição. Encargos sociais ..................................................................................................................................... 6.458 5.779 As questões discutidas nas ações normalmente não constituem eventos capazes de causar impacto representativo no resultado financeiro. Provisões trabalhistas ............................................................................................................................. 1.242 1.634 III - Obrigações legais - provisão para riscos fiscais Treinamentos ........................................................................................................................................... 65 68 A Instituição vem discutindo judicialmente a legalidade e constitucionalidade de alguns tributos e contribuições, os quais estão totalmente provisionados Total ........................................................................................................................................................ 58.384 45.224 não obstante as boas chances de êxito a médio e longo prazo, de acordo com a opinião dos assessores jurídicos. Essas obrigações legais e as provisões avaliadas como de risco provável, tem acompanhamento regular de suas evoluções nos trâmites do Judiciário, e no decorrer ou no encerramento de cada 18) OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS processo, poderão resultar em condições favoráveis à Instituição, com a reversão das respectivas provisões. Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil IV - Movimentação das provisões constituídas 2013 2012 Em 31 de dezembro - R$ mil Serviços do sistema financeiro................................................................................................................ 20.565 19.955 Fiscais e Comunicações......................................................................................................................................... 10.273 12.717 Trabalhistas Cíveis previdenciárias Serviços de terceiros............................................................................................................................... 2.715 2.138 Início do exercício ....................................................................................................... 3.163 210 36.196 Viagens.................................................................................................................................................... 2.633 3.159 Constituições líquidas de reversões e baixas................................................................ (1.736) 58 4.398 Propaganda, promoções e publicidade ................................................................................................... 3.490 2.154 Atualização monetária ................................................................................................... 60 17 1.086 Processamento de dados........................................................................................................................ 3.734 2.176 Pagamentos................................................................................................................... (68) Serviços técnicos especializados............................................................................................................ 1.388 2.359 Transferências (1) .......................................................................................................... (37.760) Aluguéis................................................................................................................................................... 1.785 1.476 No final do exercício (Nota 14) ................................................................................... 1.487 217 3.920 Amortizações e depreciações ................................................................................................................. 1.688 1.529 Transportes.............................................................................................................................................. 654 672 (1) Na rubrica “Fiscais e Previdenciárias” inclui baixas de processos que foram objeto de adesão ao programa de parcelamento e pagamentos à vista de Contribuições filantrópicas ...................................................................................................................... 600 débitos tributários, Lei nº 12.865/13. Materiais, energia e outros ...................................................................................................................... 270 331 c) Passivos contingentes classificados como perdas possíveis Manutenção e conservação de bens....................................................................................................... 382 388 A Instituição mantém um sistema de acompanhamento para todos os processos administrativos e judiciais em que a Instituição figura como “autora” ou Outras...................................................................................................................................................... 808 550 “ré” e, amparada na opinião dos assessores jurídicos, classifica as ações de acordo com a expectativa de insucesso. Periodicamente são realizadas Total ........................................................................................................................................................ 50.985 49.604 análises sobre as tendências jurisprudenciais e efetivada, se necessária, a reclassificação dos riscos desses processos. Neste contexto, os processos contingentes avaliados como de risco de perda possível não são reconhecidos contabilmente. Os principais processos com essa classificação são os 19) DESPESAS TRIBUTÁRIAS seguintes: a) Autuação fiscal (IRPJ e CSLL) relativa às operações de desmutualização da BM&F e da BOVESPA, as quais, em síntese, consistiram na Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil substituição dos títulos patrimoniais da BM&F e da BOVESPA, que pertenciam à empresa, por ações de emissão dessas entidades. Essa autuação, 2013 2012 atualizada no exercício de 2013 corresponde a R$ 24.833 mil (2012 - R$ 24.011 mil) para o IRPJ R$ 18.260 mil (2012 - R$ 17.655 mil) para a CSLL Contribuição à COFINS........................................................................................................................... 9.893 8.396 R$ 6.573 mil (2012 - R$ 6.356 mil); b) Autuação de IRPJ, CSLL, PIS e COFINS, cujo total monta em R$ 297.712 mil, sobre suposto ganho não tributado Impostos sobre serviços - ISS................................................................................................................. 8.111 7.119 quando da incorporação de ações da Bovespa pela Nova Bolsa (BM&FBovespa), no ano calendário de 2008. Contribuição ao PIS................................................................................................................................. 1.607 1.364 Outras...................................................................................................................................................... 112 78 14) OUTRAS OBRIGAÇÕES Total ........................................................................................................................................................ 19.723 16.957 a) Fiscais e previdenciárias Em 31 de dezembro - R$ mil 20) OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS 2013 2012 Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil Provisões fiscais (Nota 13b).................................................................................................................... 3.920 36.196 2013 2012 Impostos e contribuições sobre lucros a pagar ....................................................................................... 37.616 26.651 Dividendos e juros sobre capital próprio recebidos................................................................................. 8.477 8.324 Impostos e contribuições a recolher........................................................................................................ 2.623 2.482 Variação monetária ativa ......................................................................................................................... 2.296 2.426 Provisão para imposto de renda e contribuição social diferidos (Nota 24c)............................................ 730 3.023 Recuperação de encargos e despesas ................................................................................................... 7 Total ........................................................................................................................................................ 44.889 68.352 Reversão de provisão operacional .......................................................................................................... 2.947 564 Outras...................................................................................................................................................... 649 249 b) Diversas Total ........................................................................................................................................................ 14.376 11.563 Em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 21) OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS Provisão para pagamentos a efetuar (1) ................................................................................................. 36.325 26.965 Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil Provisão para passivos contingentes (Nota 13b) .................................................................................... 1.704 3.373 2013 2012 Outros...................................................................................................................................................... 928 224 Contribuição Lei Rouanet ........................................................................................................................ 2.202 340 Total ........................................................................................................................................................ 38.957 30.562 Variação monetária passiva .................................................................................................................... 2.164 2.754 (1) Inclui Participações nos Lucros e Resultados de empregados no montante de R$ 29.860 mil (2012 - R$ 20.344 mil). Provisões cíveis....................................................................................................................................... 176 87 Outras...................................................................................................................................................... 359 1.633 15) PATRIMÔNIO LÍQUIDO Total ........................................................................................................................................................ 4.901 4.814 a) Capital social O capital social no montante de R$ 281.000 mil (2012 - R$ 234.000 mil) totalmente subscrito e integralizado é representado por 485.274.572 ações ordinárias 22) RESULTADO NÃO OPERACIONAL Em 2013, inclui R$ 139.825 mil correspondente ao lucro apurado na alienação de ações da BM&FBOVESPA, classificada em Outros Investimentos. nominativas escriturais, sem valor nominal. continua...


DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

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...continuação

Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Empresa da Organização Bradesco CNPJ 61.855.045/0001-32 Sede: Av. Paulista, 1.450 - 7º Andar - Bela Vista - São Paulo - SP

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 23) TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) As transações com o controlador e empresas coligadas são efetuadas em condições e taxas compatíveis com as médias praticadas com terceiros, quando aplicável, vigentes nas datas das operações e estão assim representadas: Em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 2013 2012 Ativos Ativos Receitas Receitas (passivos) (passivos) (despesas) (despesas) Disponibilidades: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 926 559 Aplicações no mercado aberto: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... 537.133 328.509 31.368 24.854 Dividendos: Banco Bradesco BBI S.A. ................................................................ (1.525) (614) Marília Reflorestamento Ltda. .......................................................... 11 Miramar Holdings S.A. ..................................................................... 9.090 STVD Holdings S.A. ......................................................................... 6 Serviços prestados a pagar: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (37) Aluguel: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (401) (382) Alvorada CCFI S.A. .......................................................................... (554) (522) Rendas de serviços: Banco Bradesco BBI S.A. ................................................................ 4 8 BRAM - Bradesco Asset Management S.A. ..................................... 9 10 Serviços do sistema financeiro: Banco Bradesco S.A. ....................................................................... (381) (453) b) Remuneração do pessoal-chave da Administração Anualmente na Assembleia Geral Ordinária é fixado: • O montante global anual da remuneração dos Administradores, que é definido em reunião do Conselho de Administração da Organização Bradesco, a ser paga aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social; e • A verba destinada a custear Planos de Previdência Complementar aberta dos Administradores, dentro do Plano de Previdência destinado aos Funcionários e Administradores da Instituição. Para 2013, foi determinado o valor máximo de R$ 2.000 mil (2012 - R$ 3.000 mil) para remuneração dos Administradores e de R$ 2.000 mil (2012 - R$ 2.000 mil) para custear planos de previdência complementar de contribuição definida. Ainda em relação à remuneração da Administração, a atual política estabelece que 50% do valor líquido da remuneração variável, caso haja, deve ser destinada à aquisição de ações PN do Banco Bradesco S.A., que terão sua movimentação disponível em três parcelas iguais, anuais e sucessivas, vencendo a primeira parcela no ano subsequente da data de pagamento. Este procedimento está aderente à Resolução CMN nº 3.921/10, que dispõe sobre a política de remuneração de administradores das instituições financeiras. Benefícios de curto prazo a administradores Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 Proventos................................................................................................................................................. 1.917 2.981 Contribuição ao INSS .............................................................................................................................. 431 671 Total ........................................................................................................................................................ 2.348 3.652 Benefícios pós-emprego Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 Planos de previdência complementar de contribuição definida............................................................... 1.950 1.917 Total ........................................................................................................................................................ 1.950 1.917 A Instituição não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração em instrumento baseado em ações, nos termos do CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações, aprovado pela Resolução CMN nº 3.989/11, para seu pessoal-chave da Administração. Outras informações Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos para: a) Diretores e membros dos conselhos consultivos ou administrativo, fiscais e semelhantes, bem como aos respectivos cônjuges e parentes até o 2o grau; b) Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%; e c) Pessoas jurídicas de cujo capital participem com mais de 10%, a própria instituição financeira, quaisquer diretores ou administradores da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2o grau. Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares. 24) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Demonstração do cálculo dos encargos com imposto de renda e contribuição social Resultado antes do imposto de renda e contribuição social ................................................................... Encargo total do imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15% ........................... Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos: Despesas indedutíveis líquidas de receitas não tributáveis (1)............................................................... Participações em coligadas..................................................................................................................... Outros valores ......................................................................................................................................... Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................

Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 261.124 102.400 (104.450) (40.960) 668 400 2.755 (100.627)

1.601 251 1.395 (37.713)

(1) Contempla o efeito fiscal resultante da adesão ao programa de parcelamento de débitos tributários, com anistia para liquidação de débitos administrados pela Receita Federal do Brasil (RFB) e pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), instituído pela Lei nº 12.865/13. b) Composição da conta de resultado de imposto de renda e contribuição social Exercícios findos em 31 de dezembro - R$ mil 2013 2012 Impostos correntes Imposto de renda e contribuição social devido........................................................................................ (103.438) (38.067) Impostos diferidos Constituição/realização no exercício, sobre adições temporárias........................................................... 2.811 354 Total dos impostos diferidos................................................................................................................ 2.811 354 Imposto de renda e contribuição social do exercício ........................................................................ (100.627) (37.713)

c) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos

Provisão para créditos de liquidação duvidosa ...................................... Provisões cíveis...................................................................................... Provisões fiscais..................................................................................... Provisões trabalhistas ............................................................................ Provisão para desvalorização de títulos e investimentos ....................... Outros (1) ............................................................................................... Total dos créditos tributários sobre diferenças temporárias........... Ajuste a valor de mercado de títulos disponíveis para venda ................ Contribuição social - MP no 2.158-35 de 24.8.2001 ............................... Total dos créditos tributários (Nota 8b).............................................. Obrigações fiscais diferidas (Nota 14a).................................................. Créditos tributários líquidos das obrigações fiscais diferidas ........

Saldo em 31.12.2012 983 83 1.929 1.265 720 8.290 13.270 67 646 13.983 3.023 10.960

Constituição 9 34 10 497 10.369 10.919 151 11.070 729 10.341

Realização 106 30 279 1.167 6.526 8.108 48 646 8.802 3.022 5.780

R$ mil Saldo em 31.12.2013 886 87 1.660 595 720 12.133 16.081 170 16.251 730 15.521

(1) Basicamente, correspondente a créditos tributários tomados sobre a provisão constituída para pagamento da Participação nos Lucros e Resultados. d) Previsão de realização dos créditos tributários sobre diferenças Em 31 de dezembro de 2013 - R$ mil Diferenças temporárias Imposto Contribuição de renda social Total 2014............................................................................................................................... 2.037 1.080 3.117 2015............................................................................................................................... 3.439 1.866 5.305 2016............................................................................................................................... 3.744 1.893 5.637 2017............................................................................................................................... 1.251 771 2.022 Total .............................................................................................................................. 10.471 5.610 16.081 A projeção de realização de crédito tributário trata-se de estimativa e não é diretamente relacionada à expectativa de lucros contábeis. O valor presente dos créditos tributários, calculados considerando a taxa média de captação, líquida dos efeitos tributários, somaram R$ 15.002 mil (2012 - R$ 12.573 mil), de diferenças temporárias e (2012 - R$ 570 mil) de crédito tributário de contribuição social MP nº 2.158-35. e) Obrigações fiscais diferidas A sociedade possui obrigações fiscais diferidas de imposto de renda e contribuição social no montante de R$ 730 mil (2012 - R$ 3.023 mil) relativas a juros sobre depósitos judiciais. 25) OUTRAS INFORMAÇÕES a) Gerenciamento de riscos A atividade de gerenciamento dos riscos é altamente estratégica em virtude da crescente complexidade dos serviços e produtos e da globalização dos negócios da Organização Bradesco, motivo de constante aprimoramento desta atividade na busca das melhores práticas. A Organização Bradesco exerce o controle corporativo dos riscos de modo integrado e independente, preservando e valorizando o ambiente de decisões colegiadas, desenvolvendo e implementando metodologias, modelos, ferramentas de mensuração e controle. Promove ainda a atualização dos colaboradores em todos os níveis hierárquicos, desde as áreas de negócios até o Conselho de Administração. O processo de gerenciamento permite que os riscos sejam proativamente identificados, mensurados, mitigados, acompanhados e reportados, o que se faz necessário em face da complexidade dos produtos financeiros e do perfil da atividade da Organização Bradesco. A Bradesco Corretora, como parte integrante da Organização Bradesco adota a estrutura de gerenciamento de riscos desta, no gerenciamento de risco de crédito, de mercado, de liquidez e operacional. b) Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) emitiu vários pronunciamentos contábeis, bem como suas interpretações e orientações, os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovadas pelo CMN. Os pronunciamentos contábeis já aprovados pelo CMN foram: • Resolução no 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); • Resolução no 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); • Resolução no 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); • Resolução no 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); • Resolução no 3.973/11 - Evento Subsequente (CPC 24); • Resolução no 3.989/11 - Pagamento Baseado em Ações (CPC 10); • Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23); e • Resolução nº 4.144/12 - Pronunciamento Conceitual Básico (R1). Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e tampouco se a utilização dos mesmos será de maneira prospectiva ou retrospectiva. c) Em 11 de novembro de 2013, foi publicada a Medida Provisória nº 627 (MP 627/13) que altera a Legislação Tributária Federal sobre IR, CS, PIS e Cofins. A MP 627/13 dispõe sobre: • A revogação do Regime Tributário de Transição (RTT), disciplinando os ajustes decorrentes dos novos métodos e critérios contábeis introduzidos em razão da convergência das normas contábeis brasileiras aos padrões internacionais; • A tributação da pessoa jurídica domiciliada no Brasil, com relação ao acréscimo patrimonial decorrente de participação em lucros auferidos no exterior por controladas e coligadas; e • O parcelamento especial de contribuição para o PIS/Pasep e à Contribuição para o Financiamento da seguridade Social - Cofins. A Instituição aguardará a conversão em Lei da MP 627/13 para uma análise mais profunda e conclusiva. Em uma avaliação preliminar, não haverá impactos relevantes. d) Não houve qualquer evento subsequente que requer ajustes ou divulgações para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2013.

A DIRETORIA Luiz Filipe Lopes Soares – Contador – CRC 1SP208127/O-5

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores da Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários São Paulo - SP Examinamos as demonstrações contábeis da Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários (“Instituição”), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício, findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.

também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.

Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício, findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas funcionar pelo Banco Central do Brasil. contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela Outros assuntos determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada Demonstrações do valor adicionado por fraude ou erro. Examinamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Instituição, para o semestre e Responsabilidade dos auditores independentes exercício, findos em 31 de dezembro de 2013, que estão sendo apresentadas como informações suplementares. Essas demonstrações foram submetidas Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Osasco, 29 de janeiro de 2014 Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos José Claudio Costa relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são KPMG Auditores Independentes apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui, CRC 2SP028567/O-1 F SP Contador CRC 1SP167720/O-1

Desmantelar o programa nuclear não está na agenda. Abbas Araghchi, vice-ministro de Relações Exteriores iraniano. Narong Sangnak/EFE

Primeiro, forma. Depois, conteúdo. Ao iniciar nova rodada de conversas com potências, Irã diz que estabelecer agenda futura de negociações sobre seu programa nuclear já é um 'grande avanço'. Irã e as potências munFontes diplomáticas tamdiais retomaram on- bém sublinharam que nestes tem, em Viena, o diálo- primeiros contatos se centrago para conseguir um acordo rão mais nas formas dos endefinitivo que garanta o cará- contros do que em discutir a ter pacífico do programa atô- v e rd a d e i r a d i s p u t a : q u ã o mico iraniano, em negocia- grande e avançado deve ser o ções marcadas pelo bom am- programa atômico do Irã. biente, mas sem datas nem Michael Mann, porta-voz da garantias sobre seu êxito. chefe da diplomacia europeia, Os negociadores de Teerã Catherine Ashton, detalhou abriram a rodada estabele- que a nova rodada, que deve cendo um limite claro a possí- durar até quinta-feira, tentará Divulgação/Reuters veis concessões e comunicou que não vai se desfazer de nenhuma de suas u s i n a s n ucleares. " D e s m a ntelar o programa nuclear não está na agenda", disse o vice-mi- Ashton (à esq.), da UE, e Zarif, do Irã: bom começo. nistro de Relações Exteriores iraniano, Ab- "criar um marco de trabalho bas Araghchi. para as negociações dos próO Irã assegura que não está ximos meses". interessado na produção de Por sua vez, Araghchi disse armas nucleares, mas o P5+1, que as negociações tiveram formado por EUA, Reino Uni- "um bom começo". Para ele, do, França, China, Rússia e mesmo que a semana seja enAlemanha, quer que Teerã cerrada com nada mais do que sustente sua palavras em con- uma agenda futura, "teremos cessões concretas. avançado muito". (Agências)

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Manifestantes contrários ao governo realizam protesto perto da sede do governo em Bangcoc. Eles ocupam ruas e prédios desde dezembro.

Paz em Bangcoc? Vai demorar. Governo tailandês usa a força para retirar manifestantes das ruas. Operação policial deixa quatro mortos. entenas de policiais tentaram retirar manifestantes de locais onde realizavam protestos contra o governo nas proximidades de Bangcoc, capital da Tailândia, ontem. A ação deu início a confrontos que deixaram quatro mortos e 64 feridos. O incidente, no qual muitos disparos e explosões foram ouvidos, começou no momento em que a polícia iniciou a

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operação "Paz para Bangcoc" para desmontar os acampamentos dos manifestantes e deteve um de seus líderes, Somkiat Pongpaibul, que foi libertado horas depois. Os manifestantes estão instalados desde o último dia 13 de dezembro em várias ruas e prédios públicos da cidade. Os serviços de emergência informaram que três civis e um policial morreram e 64 pessoas ficaram feridas. Entre

os feridos há um jornalista da Phoenix TV, de Hong Kong. O chefe do Departamento de Investigações Especiais, Tharit Pengdit, disse que os manifestantes haviam jogado granadas contra a polícia. Corrupção - Em outro golpe para as autoridades, o órgão anticorrupção do país anunciou que vai indiciar a primeira-ministra Yingluck Shinawatra em um caso relacionado a um plano de subsídios ao arroz

que alimentou a oposição ao seu governo. Ela é acusada de negligência no gerenciamento do programa, o que pode levar a um processo de impeachment. O pagamento aos agricultores está atrasado há meses. Desde 2011, ano do lançamento do plano, a Tailândia já gastou 670 bilhões de baht (US$ 20,79 bilhões) em subsídios. O programa expira no final deste mês. (Agências)


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Pai se joga de prédio com filho no colo Durante um surto, o professor Edemir de Mattos, de 52 anos, agarrou o filho de seis anos e se atirou da sacada do apartamento, no 13.º andar, em Osasco (SP). Marcos Bezerra/Estadão Conteúdo

m professor de 52 anos se jogou do 13º andar de um prédio em Osasco, na Grande São Paulo, com uma criança de 6 anos no colo, na noite de segunda-feira. Ambos morreram no choque com o chão. Edemir de Mattos e seu filho Ivan Pesquero de Mattos foram encontrados mortos pela Polícia Militar por volta das 22h30. O ato de homicídio e suicídio simultâneo foi presenciado por vizinhos ouvidos pela polícia. Eles disseram ter visto o professor saltar da sacada com o filho, que estava chorando no seu colo. A mulher do professor, Célia Regina Pesqueiro, de 49 anos, que diz ter sido agredida pelo marido, contou que ele estava transtornado antes de se jogar da sacada. Vizinhos relataram ter ouvido um barulho estranho vindo do apartamento e tentaram abrir a porta, mas não conseguiram entrar. Célia, que é química na USP, afirmou à polícia que o marido, com quem estava casada havia sete anos, era muito nervoso e costumava ser agredida por ele. Segunda ela, o professor tinha o trauma de um casamento anterior no qual não pôde mais ver sua outra filha após a separação e costumava dizer que poderia matar o filho ou fugir com ele. Na noite de segunda, ele teria tido um acesso de raiva sem nenhuma explicação e começado a ameaçar matar o filho e se suicidar. Pelo relato da vítima, a mu-

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lher preparava um lanche para o filho quando Mattos começou a ficar agressivo sem um motivo aparente. Na sequência, ele teria agredido a química com socos e pontapés. Marcas de sangue foram encontradas em todo o apartamento pela polícia. Quando a PM foi acionada, a vítima estava no térreo, com o rosto ensanguentado e precisou ser levada para o ProntoSocorro do Hospital Municipal Antônio Giglio, em Osasco. Tela – A PM também encontrou uma faca usada pelo pai para cortar a tela de proteção da sacada. Um vizinho contou à polícia que viu o professor com as pernas do lado de fora da sacada e procurou dissuadi-lo de pular. Mattos, segundo essa testemunha, não deu ouvidos. O vizinho chamou outros moradores para tentar arrombar a porta, sem sucesso. A testemunha contou que a criança, que chorava muito, foi pega no colo pelo pai. O menino implorava para que o pai parasse com a ameaça. A mulher teria gritado ao marido: "Seu filho, seu filho". Esse vizinho também cortou a tela da sua sacada, mas, mesmo assim, disse que não conseguiu impedir que o professor saltasse com a criança no colo. O pai teria dito a ele: "Não vem não, que eu pulo". A mulher não informou por que não abriu a porta do apartamento aos vizinhos, de acordo com a polícia. O caso foi registrado no 5º Distrito Policial de Osasco (Centro). (Estadão Conteúdo)

Cantareira: Alckmin descarta racionamento. governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou ontem que a redução no consumo de água aumentou entre os dias 9 e 16 de fevereiro, na segunda semana do programa proposto pela Sabesp para incentivar o uso consciente de água. Alckmin também disse que a possibilidade de racionamento na Região Metropolitana de São Paulo está "totalmente descartada". O programa prevê que aqueles que diminuírem em 20% o consumo de água terão mais 30% de bônus, o que, conforme A l c k m i n , re p re s e n t a uma redução de quase 50% na conta de água. O governador disse ainda que a queda de 0,1% do nível de abastecimento do Sistema Cantareira ontem sinaliza estabilidade. "Nós devemos ter alguns dias de pouca chuva e, a partir do fim de semana, chuvas intensas. Agora precisa ver onde cai a chuva", disse, lembrando que São Paulo vive a pior seca dos últimos 84 anos neste verão. (E s t ad ã o Conteúdo)

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Fachada do prédio onde as mortes aconteceram, em Osasco, na Grande São Paulo, segunda-feira à noite.

Vereador perde bicicleta. De novo. vereador José Police Neto (PSD) teve a bicicleta furtada no início da tarde de ontem quando estava estacionada na Avenida Paulista, na região central de São Paulo. Essa é a segunda bicicleta que ele tem furtada. O mesmo já tinha ocorrido em janeiro do ano passado. Segundo a assessoria do vereador, a bicicleta estava "estacionada" na altura do número 2.200 da Paulista e presa com um cadeado, enquanto Police Neto participava de um programa de rádio. Ao deixar o local, por volta das 12h, ele constatou que ela não estava mais lá e o cadeado estava cortado. "Relutei muito a publicar. Mas não suporto a ridícula situação que estou. Minha bike foi

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furtada novamente. Triste e desapontado! Fiquei literalmente a pé", afirmou o vereador em sua página no Facebook. Mesma marca da bicicleta do vereador, a Caloi Elite 10 nova é avaliada em R$ 2.599. O primeiro furto de uma bicicleta do vereador ocorreu em janeiro de 2013, quando ela estava parada na região da Rua São Bento, também no Centro. Ele lembrou no Facebook que o furto na ocasião ocorreu próximo de uma base da Polícia Militar. Quando foi presidente da Câmara, em 2011 e 2012, Police tinha direito à escolta policial, que o acompanhava também de bicicleta. Ao deixar o cargo, na virada do ano, ele perdeu direito à escolta. (Agências)

Dario Oliveira/Estadão Conteúdo

Hélvio Romero/Estadão Conteúdo

Castello: acidente mata um e derruba ácido nas pistas. erca de 29 mil litros de ácido clorídrico foram derramados na pista da rodovia Castello Branco em um acidente que matou uma pessoa e feriu outra, ontem. Por volta das 6h30, um caminhão que ia no sentido interior da rodovia colidiu com um caminhão de transporte químico. Este segundo caminhão vinha de Cubatão e tinha como destino uma empresa alimentícia. A colisão ocasionou a quebra da válvula de saída do produto, que começou a vazar. Logo, uma grande nuvem de fumaça branca, produto da reação do ácido com o solo, tomou a rodovia. O resgate das duas vítimas foi dificultado pelo produto químico. O motorista João Simão de Souza morreu na hora. Já Caíque Marques Lopes, ajudante do caminhoneiro, foi socorrido em estado grave pelo helicóptero águia da PM, com lesões e dificuldade de respirar. O acidente causou grande congestionamento na rodovia, que só foi liberada totalmente às 13h30. (Folhapress)

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Usuários enfrentam longa fila no posto da SPTrans no Centro: dificuldade para carregar o cartão.

Falha no sistema provoca filas nos postos de recarga da SPTrans Mariana Missiaggia esde o início das aulas, no fim de janeiro, usuários do Bilhete Único Escolar enfrentam filas e reclamam de dificuldades para conseguir adquirir sua cota de passagens com 50% de desconto. A morosidade é consequência de falhas no sistema de carregamento de cartões da São Paulo Transporte. Para tentar contornar o problema, a SPTrans modificou o procedimento de liberação dos créditos e autorizou a recarga da cota escolar em cartões do ano passado, até que o cartão de 2014 seja entregue para o estudante. Para conseguir fazer a recarga do mês de fevereiro, os estudantes precisam, entretanto, ter a matrícula de 2014 cadastrada pela escola na SPTrans. Caso a matrícula esteja regularizada, o estudante poderá dirigir-se a qualquer ponto de venda para

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carregar o antigo cartão. Desavisada, a faxineira Olívia Feijó, 48 anos, chegou cedo ao posto da SPTrans, na Rua 15 de Novembro, no Centro, na manhã de ontem. Ela não sabia que o método de recarga havia mudado e pela terceira vez comparecia ao endereço na tentativa de revalidar o cartão da filha de 16 anos. “Chego aqui e recebo a informação de que eu deveria fazer o procedimento pela internet. Só pode ser brincadeira. Se o site estivesse funcionando eu não estaria aqui enfrentando essa fila e perdendo meu tempo”, lamentou Olívia. Já o caso da professora Rafaela Góes, 26 anos, é ainda mais cansativo. “Há duas semanas, fiquei duas horas na fila do SPTrans da Lapa e, quando chegou a minha vez, me orientaram a procurar o posto da Rua 15 de Novembro, e de nada me adiantou.” A SPTrans atribuiu os problemas que ocorreram nas

etapas de cadastramento e revalidação do Bilhete Único do Estudante no início deste semestre à falta de investimentos das gestões passadas. “Isto ocorre após oito anos sem investimentos relevantes, marcados pela adoção de medidas desconexas que resultaram na proliferação de cadastros de usuários e problemas de infraestrutura”, apontou o órgão, em nota. Segundo a SPTrans, o novo sistema poderá ampliar em 80% a capacidade de processamento de dados da companhia. “Dentro deste contexto haverá o desenvolvimento de um novo sistema de bilhetagem, que modernizará todos os softwares desenvolvidos em 2004”, informou a nota. Após a substituição total do sistema antigo pelo novo Bilhete Único Mensal, os alunos poderão fazer quantas viagens quiserem nos ônibus (ou no metrô e trens de São Paulo) pagando a tarifa de R$ 70.

Rodovia só foi liberada totalmente seis horas depois do acidente

RIO DE JANEIRO

A .Ó..RBITA

HELICÓPTERO

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m helicóptero usado para aulas de instrução caiu ontem no mar da praia do Perigoso, em Barra de Guaratiba, zona oeste do Rio. Havia duas pessoas na aeronave: o aluno identificado apenas como Sérgio Mauro, 24, que morreu, e o instrutor de voo Rafael Luz, desaparecido até o início da noite. (Agências)

pós um acidente entre dois ônibus na Avenida Brasil, ontem de manhã, os dois motoristas iniciaram uma discussão e um deles matou o outro atropelado. Os dois veículos bateram quando trafegavam pela pista lateral da via, na altura de Bonsucesso. Após a colisão, Francisco Edvaldo da Silva, 41, que dirigia um dos veículos, desceu para verificar o estrago e pediu que o outro também saísse do coletivo para conversarem. O outro motorista, Jaílton dos Santos Silva, 31, se recusou a sair e arrancou com o ônibus, atropelando o colega e o arrastando por 200 metros. (Estadão Conteúdo)

CARANDIRU

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advogado Celso Vendramini, que defende os 15 policiais militares acusados de matar oito presos do massacre do Carandiru, irritou-se com um dos promotores e abandonou o plenário ontem, enquanto ocorria o interrogatório dos réus. Com isso, o juiz Tellini de Aguirre Camargo suspendeu o julgamento. O conselho de sentença foi dissolvido. Segundo o Tribunal de Justiça, tudo que foi feito nesses dois dias de júri foi cancelado e uma nova data ainda será definida para que o julgamento recomece. (Folhapress)


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Retrato do terror Uma dica para os cinéfilos é conferir o documentário A Imagem que Faltava, em cartaz somente no Espaço Itaú Cinema Pompeia. O longa-metragem, que concorre ao Oscar deste ano, recria os anos de terror em que o Camboja foi governado pelo regime do Khmer Vermelho.

A R U

Cinequador

T I E

Começou ontem, e vai até o dia 16 de março, no Cine Olido, a Mostra de Filmes Equatorianos. O evento exibe obras realizadas nos últimos 10 anos. Os principais títulos são os produzidos após a aprovação, em 2006, da primeira lei de incentivo ao cinema no Equador – marco da retomada da produção no país. Destaque para A que Distância (2006), de Tania Hermida, com exibição em 1º de março, às 15h.

L

Fotos performáticas da intimidade Começa amanhã, no Instituto Tomie Ohtake, a exposição de fotos Only You, de autoria de Leonardo Kossoy. A mostra traz 145 imagens feitas em estúdio dos atores Gilda Nomacce e Germano Melo. Nus, eles foram clicados em situações dramáticas da vida a dois. A série fotográfica foi realizada entre 2011 e 2013. A exposição também traz vídeos e instalações. Only You. Instituto Tomie Ohtake. Av. Faria Lima, 20. Até 06 de abril. De terça a domingo. Das 11h às 20h Entrada franca

Abre sábado (22) a exposição A Magia de Miró, desenhos e gravuras, na Caixa Cultural. Na mostra, 69 obras do artista espanhol, e 23 fotografias em P&B de Miró, registradas por Alfredo Melgar. A curadoria também é de Melgar, conde de Villamonte e fotógrafo galerista em Paris. No sábado, às 16h30, haverá uma palestra com Melgar. Já 18h, será exibido um documentário sobre Miró na Praça da Sé, que fica na frente da Caixa Cultural. A exibição será realizada ao ar livre, e a entrada é franca. Atenção para quem se interessou pela palestra: são apenas 50 vagas. A reserva deve ser feita pelo telefone (33214400).

Uma noite com Duvivier, no teatro. De graça.

Fazendo história Precioso livro-documento registra a trajetória da mais célebre banda pop Marcus Lopes Fotos: Reprodução

ada chamava a atenção naquele dia 6 de julho de 1957, um sábado. Na cidade portuária de Liverpool, no Reino Unido, era uma tarde de verão como todas as outras, com jovens estudantes buscando uma maneira de espantar o tédio. Uma delas era distrair-se na festa anual da Igreja St. Peter, onde a banda The Quarry Men, formada por jovens estudantes locais, se apresentava em um pequeno palco ao ar livre. Após a apresentação, Ivan Vaughan, um dos integrantes, quis apresentar um amigo ao líder da banda, o vocalista e guitarrista John. “Ele é o Paul. Ele é o John”, disse, em um encontro que, no primeiro momento foi frio, mas que terminou com Paul tocando algumas músicas de Little Richard no showzinho dos Quarrys, enquanto John estudava atentamente os acordes que o novo amigo tirava da guittarra. Ivan não tinha noção de que esse gesto simples e jovial de apresentar os dois garotos foi o pontapé inicial para a formação de uma banda que provocaria uma verdadeira revolução na música pop: The Beatles. A história é contada em The Beatles-História, Discografia, Fotos e Documentos (Publifolha, 132 páginas, R$ 129,90). Em um luxuoso álbum de capa dura, o escritor e músico Terry Burrows narra toda a trajetória da banda, desde o encontro casual entre John Lennon e Paul McCartney na festa da igreja até o fim dos Beatles, em 1970. “Quando o compacto de estreia, Love me Do, chegou à lista dos mais vendidos do Reino Unido, no fim de 1962,

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Álbum inclui fac-símiles que contam a trajetória da banda, como capas de discos, cartazes de shows e ingressos.

muitos pensaram que se tratasse de mais um grupo novo de sucesso passageiro”, diz Burrows na introdução do álbum, que passa por todos os momentos da carreira,

incluindo as primeiras apresentações e turnês, o estouro nas paradas de sucesso, a conquista da América, os desentendimentos entre os integrantes e a

DA PRAÇA PARA O OSCAR Entre comédias românticas e dramas de ação, quem tiver acesso à plataforma de filmes Netflix encontrará o premiado doc A Praça, narrando a revolução egípcia de 2011 .

derradeira separação. O texto inclui uma biografia completa e ricamente ilustrada de John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr e a discografia completa dos Beatles. O leitor também é contemplado com 26 documentos fac-similares encartados em envelopes, incluindo ingressos, pôsteres e fotos marcantes. Um deles é um panfleto do Cavern Club, em Liverpool, que marcou a primeira apresentação oficial do grupo, em 1961, e onde deslancharam. O cachê na época: 1,25 libra por apresentação. Há ainda a cópia de um ingresso para a première de Help! e um pôster de apresentação na Tower Ballroom, tornando o álbum uma nova e importante peça no vasto acervo da beatlemania. “O que surpreende é a intensidade com que fazem parte da nossa vida. Embora suas últimas gravações sejam de quarenta anos atrás, os Beatles seguem como a banda pop mais conhecida da história da música”, conclui Terry Burrows.

Hoje, às 20h, no Itaú Cultural, o ator e escritor Gregório Duvivier é a atração da Mostra de Teatro-Panorama Petrobras. A peça que o astro do canal Porta dos Fundos apresenta é o monólogo Uma Noite na Lua. Esta é a segunda versão do premiado espetáculo de João Falcão, que antes era estrelado por Marco Nanini. O monólogo conta a saga de um homem em crise criativa, que luta para terminar de escrever sua peça, mas se atrapalha com recordações de um amor perdido. A entrada é franca, porém os ingressos devem ser retirados com meia hora de antecedência na bilheteria do Itaú Cultural (Avenida Paulista, 149).

Odisseia de papel .No Sesc Belenzinho. Sábado (22) e domingo (23) prometem programação especial no Sesc Belenzinho. O grupo britânico The Paper Cinema, que cria espetáculos únicos, misturando animação, música, cinema e teatro, recontam a Odisseia, de Homero. Para retratar a obra, a companhia não usa palavras, mas projeções de personagens feitos de colagens de papel. The Paper Cinema’s Odyssey. Sesc Belenzinho. Rua Padre Adelino, 1.000. Sábado (22), às 20h. Domingo (23), às 17h. R$ 25.


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.A..RTESANATO

Bichinhos de tricô nascem no Vietnã Os membros de uma família vietnamita, fascinados por todos os tipos existentes de tricô, criaram uma pequena associação que não demorou para virar um empreendimento. Suami é o nome da mais jovem tricoteira da família. Ela tem apenas 10 anos, adora animais, e já fez essa série de minúsculos e delicados bichinhos.

.U..GANDA

Minissaia banida

http://weezbo.com/tiny-animal-

O governo de Uganda aprovou ontem lei contra a pornografia que, "entre outros comportamentos insidiosos", proíbe o uso da minissaia. A nova regra foi sancionada pelo presidente Yoweru Museveni.

toys-by-suami.html

Van Gogh e Vermeer de reciclagem Conchas, botões, contas, jóias: material que Jane Perkins usa para criar quadros inspirados em obras-primas. http://www.bluebowerbird.co.uk/

.N..EGÓCIOS

.A..STRONOMIA Nasa/EFE

Barbie, a empreendedora. E la já foi astronauta e, inclusive, presidente dos EUA, em lançamento feito pela campanha eleitoral do país em 1992. Ao longo dessa trajetória, até a segundo década do século XXI, o status feminino mudou. Registrou conquistas. E Barbie está aí, atualizada. É o que revela a fabricante de brinquedos Mattel, ao apresentar nesta semana, durante a Toy Fair, seu mais novo modelo da boneca mais famosa do mundo (ela tem 55 anos). A Barbie Empreendedora criou a boneca em versões loira,

negra e morena. Usa vestido cor de rosa e carrega um pequeno tablet e um smartphone, conforme a revista americanana Entrepreneur (w ww. entrepreneur.com). Esse modelo representará cerca de 8,6 milhões de mulheres que enfrentam diariamente o mundo dos negócios. Seja nos EUA ou no Brasil. Em outubro de 2012, pesquisa do Sebrae mostrou que, entre 2001 e 2011, o número de mulheres empreendedoras cresceu 21,4% - no mesmo período, o crescimento registrado pelos homens foi de 9,8%.

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Imagem distribuída ontem pela Nasa, agência espacial dos Estados Unidos, mostra um verdadeiro show de atividades na superfície solar, com profusão de "laços e coroas", captado pelo Observatório Dinâmico Solar da agência.

.J..OGOS OLÍMPICOS .C..OPA

Pussy Riot: prisão em Socchi. Duas integrantes do Pussy Riot, Nadezhda Tolokonnikova e Maria Aliojina, já condenadas por invadirem uma catedral ortodoxa na Rússia e protestarem contra Putin, foram detidas ontem, em Sochi, sede dos Jogos Olímpicos de Inverno, suspeitas de roubo. "Nos prenderam na igreja de São Miguel Arcanjo como

Curitiba será sede, informa a Fifa.

autoras de um delito comum", escreveu Aliojina no twitter. Tolokonnikova disse que mais cinco pessoas foram detidas sob a mesma acusação de roubo. O governo russo afirma que as artistas foram presas por não terem se registrado ao chegarem a Sochi, como prevê uma norma administrativa obrigatória.

.T..RÂNSITO

Mapa da direção perigosa Estudo da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, mapeou os locais mais perigosos para se dirigir, onde o trânsito provoca mais mortes. Da pesquisa vem o alerta: dirija na Inglaterra, Japão e Suécia. Vá a pé na Venezuela, Mongólia e Iêmen. http://deepblue.lib.umich.edu/bitstream/ handle/2027.42/102731/102989.pdf

Marcelo Sayão/EFE

.C..INEMA

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ROBOCOP - O ator sueco Joell Kinnaman posa em Copacabana, durante apresentação de Robocop, dirigido por José Padilha. O filme, que conta com a participação do ator Michael Keaton, estreia sexta-feira (21) em 160 salas.

KEEP WALKING! Walking Men 99 é uma instalação do artista Maya Barkai que reúne 99 imagens icônicas de semáforos de pedestres de todo o mundo. As imagens foram ampliadas nos tapumes de um canteiro de obras do que viria a ser um hotel da rede Four Season, no número 99 da Church Street, em Nova York. A instalação de "arte pública", já com quatro anos de história, agora é vista em pôsteres e no site do artista. A colagem fotográfica original tinha cerca de 500 metros, feita sobre placas de madeira compensada, que ocupavam três ruas da cidade. http://walking-men.com/

Artista colecionou e reproduziu os "homenzinhos" que habitam semáforos em todo o mundo

Curitiba foi confirmada ontem como sede da Copa do Mundo. O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, telefonou pouco antes das 15h para o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), e declarou que a cidade continua como sede. A informação é da assessoria do prefeito. Valcke cumprimentou o prefeito pelo empenho nas obras da Arena da Baixada, que tem apenas 90% de conclusão e é a mais atrasada do País. A capital paranaense, que receberá quatro jogos do Mundial, corria risco de ficar de fora por causa de atrasos na obra, que pertence ao Atlético-PR. A arena é um dos três estádios privados desta Copa, junto com o Itaquerão, em São Paulo, e o Beira-Rio, em Porto Alegre. Os outros nove pertencem ao poder público e foram concedidos a empresas (com exceção do de Brasília). A Fifa pediu, e recebeu, garantias de que haverá dinheiro para a conclusão da obra.

.L..OTERIAS Concurso 1256 da DUPLA-SENA Primeiro sorteio

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Concurso 3420 da QUINA

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DINHEIRO MISTURADO, CONFUSÃO NOS NEGÓCIOS. Manter um único caixa para os recursos da empresa e os de uso pessoal é erro comum entre pequenas e médias empresas, alerta especialista. Karina Lignelli ma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Quando se fala em gestão de empresas, a "confusão patrimonial", ou seja, a mistura do patrimônio da pessoa jurídica com as contas da pessoa física, é um dos principais obstáculos para o desenvolvimento de um negócio. A constatação é do levantamento conjunto da LCC Auditores e Consultores e da Marques de Oliveira Advogados, realizado junto a 50 pequenas e médias empresas (PMEs) nos últimos dois anos. Apesar da (falsa) percepção de estar sempre no azul, o controle de gastos difuso, os riscos de contingências financeiras desproporcionais ao porte da empresa – como pagamento de impostos muito além do que é devido – e os resultados financeiros inconsistentes são produtos desse modelo de gestão baseado na tal "contabilidade mental" e na falta de transparência dos números. Pagar a empregada com dinheiro da empresa, ou comprar um carro em nome da "firma" são exemplos dessa confusão, que aparece quando o fluxo de caixa começa a estourar porque o empresário perdeu a noção do que entra e sai de dinheiro, diz Marcello Lopes, consultor-titular da LCC. "Só quando você conversa

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com a pessoa, avalia como faz os pagamentos e retiradas da empresa e chega aos registros contábeis aparece Alguém que entende a confusão de planejamento violenta, porque os relatóestratégico tem rios são feitos conhecimento para sem critério auxiliar tomadas de técnicos. Indecisão. É deixar o felizmente, a amadorismo de lado. maioria acredita que conMARCELLO LOPES, tador só serCONSULTOR DA LCC v e p a r a c a lcular imposto. E mesmo constatando o problema, muitos resistem à mudança", diz o consultor Lopes. Problemas fiscais – Enxergar a empresa como extensão do patrimônio pessoal complica principalmente quando o empreendimento começa a crescer e é preciso apresentar informações a bancos, por exemplo. Do ponto de vista fiscal e tributário, em especial pela ótica do imposto de Ren- quando a empresa cresce um da, a questão se torna mais pouco e a contabilidade se torproblemática porque "des- na obrigatória é que olha essa classifica a contabilidade", questão com mais cuidado", afirma Edemir Marques de Oli- afirma ele. veira, advogado tributarista e E não é nem questão de sócio da Marques de Oliveira "cumprir obrigações", segunAdvogados. do o advogado: se a empresa "O próprio Código Civil (Lei de menor porte tiver pelo me10.406/2002 - Art. 1179) desobri- nos um funcionário, o ideal é ga as PMEs da escrituração fis- ter contabilidade própria para cal: basta o livro-caixa. A ela- as obrigações ficarem mais boração de balanços e balan- detalhadas, já que a legislacetes também não é obrigató- ção previdenciária prevê esria para as que são tributadas crituração do Livro Diário e a pelo lucro presumido. Mas só fiscalização do INSS exige is-

so, sob pena de multa. "E apesar de serem casos extremos, pouca gente olha isso do ponto de vista falimentar. Se for preciso pedir recuperação judicial, a contabilidade tem que estar em dia". Gestão profissional – O principal erro que leva uma empresa a chegar a um quadro de "confusão patrimonial" é a falta de noção de gestão profissional. Por isso, o ideal, segundo Marcello Lopes, se o dono estiver há 10, 15 anos à frente, que coloque alguém para cui-

É hora das informações sociais Arquivo/Abr

Sílvia Pimentel berta a temporada de entrega do Relatório Anual de Informações Sociais (Rais), uma das mais antigas e abrangentes obrigações acessórias exigidas das empresas, criada em 1975. De acordo com a Portaria nº 2.071, publicada no final de dezembro do ano passado, os empregadores devem entregar a declaração até o dia 21 de março. O prazo de envio teve início no dia 20 de janeiro. Neste ano, uma das novidades é que as empresas com 11 funcionários ou mais deverão transmitir o documento ao governo com certificado digital. A obrigatoriedade também atinge os órgãos públicos. De acordo com Lygia Carvalho, da Moore Stephens Auditores e Consultores, o prazo de três meses para preencher e enviar os dados é razoável e os empregadores não deverão ter problemas ou dúvidas. Isso porque a Rais, apesar de antiga, é uma das poucas declarações que sofreram modificações desde que foi criada, por meio do decreto nº 76.900. Nela, os empregadores informam de forma detalhada os dados de

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Novidades no Rais: ampliada exigência do certificado digital. cada trabalhador, como o salário, data de admissão, horas extras e informações sobre o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Para o governo, essas informações são importantes. Não sem razão, a declaração é considerada como um instrumento eficaz de coleta de dados para a elaboração de estatísticas sobre o mercado de trabalho no Brasil. Embora as empresas estejam habituadas com o preenchimento dos dados e a data de entrega, sempre anual e no mesmo período, a especialista chama a atenção para o valor da multa por atraso no envio dos dados ou a entrega de informações incor-

retas. Os empregadores que não entregarem o documento estarão sujeitos ao pagamento de multa no valor de R$ 425,64. E para cada bimestre em atraso, é preciso pagar mais R$ 106,40. No caso do envio de informações falsas ou incorretas, a multa tem o mesmo valor, com acréscimo de R$ 26,60 por empregado declarado de forma indevida. Pelas regras do Ministério do Trabalho e Emprego, o pagamento da multa não isenta o empregador da obrigatoriedade de prestar as informações solicitadas pelo governo. Pelas regras atuais, o estabelecimento que possui filiais, agências, sucursais,

com ou sem empregados, ou sem movimento no ano-base, deve fornecer as informações separadamente, por estabelecimento, utilizando CNPJ específico. Dados cadastrais – Va le lembrar que a entrega é obrigatória para qualquer empresa, mesmo que não tenha tido funcionários durante 2013. Nesse caso, é preciso enviar a chamada Rais negativa, em que são fornecidos somente os dados cadastrais do estabelecimento, como o CNPJ. Semelhante ao que ocorre com a declaração do Imposto de Renda da pessoa física, as empresas podem retificar os dados informados, gerando outra declaração. Embora o governo não tenha divulgado ou sinalizado alterações, esta pode ser a última entrega dessa declaração pelas empresas. A possível extinção é explicada pelo e-Social, o módulo mais complexo do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) que entrará em operação neste ano. "De fato o eSocial engloba muitas informações, inclusive pessoais dos trabalhadores. Até o momento, entretanto, não sabemos se o Rais será ou não enterrada", reforça Lygia Carvalho.

dar disso para que ele – que conhece o negócio melhor do que ninguém – tome conta. "Alguém que entende de planejamento estratégico tem conhecimento técnico para auxiliar tomadas de decisão. Isso ajuda a distribuir o lucro de forma sadia para não ter problemas fiscais depois. Ou seja, é deixar o amadorismo de lado e tornar o negócio profissional", orienta. Lopes menciona casos de empresas familiares que decidiram se profissionalizar, mas, quando solicitaram um diagnóstico, descobriram que em quem mais se confiava era o que mais desviava recursos. "Por isso o ideal é implantar controles técnicos para cruzar entrada com saída e amarrar tudo. Não dá para controlar os negócios com 'papelzinho'", garante. "E isolar o passado: por desconhecimento, posso ter procedido de forma errada e gerado contingências. Não adianta voltar atrás: o negócio é assumir o risco e organizar daqui para frente, implemen-

tando ações de controle e monitoramento de gestão", alerta o especialista. Edemir Marques de Oliveira lembra também que, principalmente para as pequenas empresas, há caminhos para fazer isso com custo reduzido ou zero, através de associaç õ e s d e e m p re s á r i o s , p o r exemplo, ou com apoio do próprio Sebrae. Investir em consultoria externa, segundo ele, sempre é positivo pois reverterá em melhores ferramentas e recursos para enxergar o negócio e ter noção de onde melhorar. "Para evitar tudo isso, o ideal sempre é ter uma postura pró-ativa em gestão, se atualizar sempre quanto às mudanças na lei. E capacitar profissionais da empresa, se cercar de gente especializada – e de confiança – para cuidar de determinadas áreas enquanto se conduz o negócio em si. O que não se pode é trabalhar no escuro: isso é prejuízo na certa", finaliza o advogado Oliveira.

Duratex S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47

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FATO RELEVANTE ATA SUMÁRIA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO, REALIZADA EM 17 DE FEVEREIRO DE 2014 DATA, HORA E LOCAL: Em 17 de fevereiro de 2014, às 11:15 horas, na Av. Paulista, 1938, 5º andar, em São Paulo (SP). MESA: Salo Davi Seibel - Presidente; e Carlos Roberto Zanelato Secretário. QUORUM: A maioria dos membros eleitos. DELIBERAÇÕES TOMADAS POR UNANIMIDADE: O Conselho de Administração deliberou, com fundamento no subitem 29.2 do Estatuto Social e “ad referendum” da Assembleia Geral: 1. declarar juros sobre o capital próprio complementares, imputados ao valor do dividendo obrigatório de 2013, no valor de R$ 0,104625244 por ação, que serão pagos no dia 28.02.2014, com base na posição acionária final do dia 17.02.2014 e com retenção de 15% de imposto de renda na fonte, resultando em juros líquidos de R$ 0,088931457 por ação, excetuados dessa retenção os acionistas pessoas jurídicas que comprovarem a sua condição de imune ou que estejam desobrigados da retenção por disposição legal; o crédito contábil individualizado desses juros será efetuado em 28.02.2014; 2. pagar, também no dia 28.02.2014, os juros sobre o capital próprio declarados pelo Conselho de Administração em reunião de 16.12.2013, no valor de R$ 0,122283940 por ação, com retenção de 15% de imposto de renda na fonte, resultando em juros líquidos de R$ 0,103941349 por ação, excetuados dessa retenção os acionistas pessoas jurídicas comprovadamente imunes ou desobrigados da retenção por disposição legal; o crédito contábil individualizado desses juros foi efetuado em 30.12.2013, com base na posição acionária de 16.12.2013, conforme anteriormente divulgado; e 3. registrar que os proventos líquidos declarados por conta dos resultados de 2013, conforme abaixo, representam 40% do lucro líquido ajustado do exercício: Posição Data de Valor Líquido Acionária Pagamento por Ação - R$ (*) Declarado em 22.07.2013 22.07.2013 15.08.2013 0,133985 Declarado em 16.12.2013 16.12.2013 0,103941 28.02.2014 Adicional declarado em 17.02.2014 17.02.2014 0,088931 0,192872 Total dos proventos........................................................................................................................ 0,326857 (*) juros sobre o capital próprio, após a retenção de 15% de imposto de renda na fonte. Proventos (JCP)

ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a tratar e ninguém desejando manifestar-se, encerraram-se os trabalhos, lavrando-se esta ata que, lida e aprovada, foi por todos assinada. São Paulo (SP), 17 de fevereiro de 2014. (aa) Salo Davi Seibel - Presidente; Carlos Roberto Zanelato - Secretário; Alfredo Egydio Arruda Villela Filho e Ricardo Egydio Setubal - Vice-Presidentes; Álvaro Antonio Cardoso de Souza, Fábio Schvartsman, Francisco Amauri Olsen, Helio Seibel, Henri Penchas e Rodolfo Villela Marino - Conselheiros. Flavio Marassi Donatelli Diretor de Relações com Investidores


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É equívoco colocar Brasil no grupo de emergentes vulneráveis. Guido Mantega, ministro da Fazenda

ENERGIA

Aumento de tarifa? Nada definido. Ministro da Fazenda, Guido Mantega, diz que governo está revendo meta de superávit primário do ano diante do alto custo da energia, agravado pela seca. Ed Ferreira/EC

Governo já fala em herança da Copa ministra do Planejamento, Miriam Belchior, afirmou ontem que as obras anunciadas de mobilidade urbana para a Copa de 2014 (trens, VLTs e BRTs) são legados para o País e que "é possível fazer o evento sem esses investimentos". Durante a apresentação do Balanço de 3 anos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a ministra mostrou um grupo de dez obras para a Copa que já ficaram prontas. Elas são em nove aeroportos e um porto que estão apenas parcialmente reformados. É o caso do aeroporto do Galeão, cuja reforma de dois setores foi apresentada pela ministra. Essas duas obras são apenas uma pequena parte da reforma total da unidade iniciada em 2008 e ainda não concluída. Não foi apresentado no balanço nenhuma obra concluída de mobilidade urbana, apesar de estarmos a menos de quatro meses do evento. Em 2010, quando a lista de obras que seriam feitas pelo governo para o evento foi apresentada (e foi chamada de Matriz de Responsabilidades), havia uma lista de cerca de 70 obras em aeroportos, portos e mobilidade urbana que deveriam ficar prontas, segundo o documento, antes do início do evento. A previsão é que quase todas estariam entregues até dezembro deste ano. Perguntada

A

ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou ontem que o governo ainda não definiu aumento nos preços das tarifas de energia elétrica e que é necessário esperar mais tempo para ver como a situação se estabilizará. "Não há razão para definir aumento de tarifa de energia agora", afirmou o ministro a jornalistas durante balanço de execução do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2, em Brasília. Mantega, que ajuda na preparação da nova meta de superávit primário de 2014 que será anunciada nesta semana, disse também que será mantida a trajetória de queda da relação entre dívida e o Produto Interno Bruto (PIB), e que os programas sociais serão mantidos integralmente em 2014. Na virada do ano, o governo indicava que iria se comprometer em 2014 com uma meta fiscal no mínimo igual à de 2013, de 1,9% do PIB. Mas o grande custo do setor

O

elétrico – agravado pelos efeitos da seca sobre o fornecimento de energia e o alto gasto com a manutenção das térmicas – mudou esse plano e fez o governo mudar o discurso, admitindo que a meta de primário a ser perseguida este ano pode ser inferior 1,9%. Estudos feitos pela equipe econômica indicam que um primário de 1,8% seria suficiente para manter a relação dívida/PIB em queda. Durante o balanço do PAC 2, Mantega também disse que o Brasil não pode ser avaliado como uma economia frágil, classificando como um erro considerar o país como economia emergente vulnerável à crise externa. Emergentes – "É equívoco colocar Brasil no grupo de emergentes vulneráveis", disse Mantega. Mantega comentou ainda que o Brasil possui um mercado de juros líquido e avançado, em que há apostas e contra apostas e que por conta disso o câmbio no país se deprecia ou se aprecia em velocidade

maior que em outras economias. O ministro disse que o déficit em transações correntes do país não se apresenta como um problema. "Não estamos entre os mais vulneráveis entre os países com déficit em transações correntes", comentou. O Brasil encerrou o ano de 2013, com déficit recorde histórico em transações correntes de 3,66% do PIB, sem que esse saldo negativo fosse integralmente financiamento pelos investimentos estrangeiros diretos . Mantega disse ainda que a inflação está sob controle e que a menor variação nos preços observada em janeiro indica "um ano mais tranquilo em termos de inflação". O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, medidor oficial da inflação no País) encerrou janeiro em 0,55% e, em 12 meses a 5,59%, abaixo do previsto pelo mercado, mas ainda em meio a um cenário de resistência dos preços ao atual ciclo de aumento dos juros. (Reuters)

Banco Central fez o "dever de casa", diz Tombini. Dida Sampaio/EC

Banco Central tem feito o "dever de casa" para controlar a inflação, afirmou ontem o presidente do BC, Alexandre Tombini, acrescentando que a autoridade monetária garantirá que a inflação continue declinando em 2014 e à frente. "Estamos fazendo nosso dever de casa, combatendo a inflação", disse Tombini em teleconferência com jornalistas da imprensa internacional. Tombini destacou ainda que o BC tem vários instrumentos para lidar com a inflação e para combater a volatilidade, destacando em particular as reservas internacionais. A fala do presidente do BC acabou contribuindo para que os juros futuros passassem a recuar nesta sessão, com a interpretação pelo mercado financeiro de que a indicação é de que o ritmo atual da política monetária pode ser reduzido agora. Desde abril passado o BC tem elevado a Selic para combater a inflação elevada. Na próxima semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne novamente e, pela curva dos juros futuros, a maioria das apostas passou a indicar agora que a Selic será elevada em 0,25 ponto percentual, para 10,75% ao

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Alexandre Tombini: firmeza no combate à inflação. ano, num ritmo mais lento ao visto nos encontros anteriores, de 0,50 ponto percentual. Centro da meta – Tombini disse ainda que o BC trabalha para trazer a inflação para o centro da meta, que é de 4,5% pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), com margem de dois pontos percentuais para mais ou menos. O presidente do BC ainda afirmou não esperar que o Brasil tenha caindo em recessão no final de 2013 ou que isso aconteça em 2014, apesar de dados recentes indicando que a economia brasileira possa ter apresentado contração por dois trimestres seguidos no final do ano passado, o que é considerado recessão técnica. Tombini reconheceu que a

economia pode ter crescido menos do que os 2,3% que o BC esperava para 2013, mas afirmou que as condições estão melhorando com mais investimento em projetos de infraestrutura nos próximos trimestres. Reservas – O presidente do Banco Central disse também que as reservas internacionais do País, hoje em torno de US$ 375 bilhões, têm ajudado o Brasil neste período de transição nos mercados globais, em meio à volatilidade. "Todos os instrumentos estão sobre a mesa para combater a volatilidade, em particular as reservas internacionais", afirmou Alexandre Tombini, acrescentando ainda que o Banco Central tem mecanismos para trazer a inflação para baixo. (Reuters)

Programa de Crescimento: ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e Guido Mantega falaram ontem sobre as obras do PAC e a Copa do Mundo.

se o atraso nessas obras poderia comprometer a imagem do País durante o evento, a ministra respondeu que uma parte "significativa" ainda será entregue. Mas que o evento pode ser feito sem elas. "É importante reiterar uma informação que demos lá em 2010 ainda quando foram selecionadas as obras de mobilidade. Elas seriam obras de legado da Copa. Para a população. Não eram necessariamente obras para a operacionalização da Copa do Mundo. Como dizem os baianos, eles fazem uma Copa do Mundo por ano ao fazer o Carnaval. Portanto, é possível fazer esse evento sem esses investimentos. Mas para o nosso país era muito importante, como legado, fazêlos", disse Belchior. As obras da Copa fazem parte do PAC cujo balanço do 3º ano mostrou que até 31 de dezembro foram gastos exatos R$ 773,4 bilhões no programa, o que corresponde a 76% do orçamento previsto para os 4 anos do programa. No ano passado foram gastos R$ 301 bilhões no PAC. O financiamento habitacional, recursos emprestados aos cidadãos para compra de casa própria e que são contabilizados no programa do governo, mais uma vez lideraram os desembolsos do programa, alcançando R$ 253,8 bilhões até o fim do ano. (Folhapress)


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BOLETIM DE CONJUNTURA

As contas de 2013 passadas a limpo Os resultados do comércio na primeira quinzena de fevereiro apresentaram alta taxa de expansão (conforme noticiamos na edição de ontem). O bom desempenho, contudo, não pode ser extrapolado. É preciso levar em conta o efeito sazonal: em 2013, fevereiro foi mês

Efeitos colaterais da oferta menor de crédito ados do Banco Central de dezembro de 2013 mostram que continua a perda de ritmo no crédito à pessoa física, com alta em 12 meses de 8,3%, contra 10,4% e 15,4% registrados no final de 2012 e 2011, respectivamente. A concessão “conservadora” de crédito visa reduzir a inadimplência, porém tem efeitos colaterais sobre as vendas e a produção. A inflação (IPCA de 12 meses até janeiro de 2014) perdeu força, ao registrar 5,6%, contra alta de 5,9% no final de 2013. Em 15 de janeiro o Banco Central reagiu à resistência da inflação elevando a Selic para 10,5% ao ano.

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de Carnaval. Provavelmente, daqui para frente, o ritmo deve ficar em patamares menos elevados. No início deste ano já se pressentia alguma recuperação do setor varejista, porém, mantendo-se em patamar não tão alto como o observado durante os últimos anos,

o que coincidiria com o consenso de mercado, dado o menor incremento do crédito, renda e emprego esperados para 2014. Esses resultados preliminares – como demonstra o Boletim de Conjuntura de janeiro do Instituto Gastão Vidigal, da ACSP – parecem indicar que o

desempenho da atividade econômica durante este ano dependeria relativamente mais da evolução de outros fatores, tais como o investimento produtivo, a indústria e o agronegócio, e menos do consumo das famílias, como ocorreu nos anos anteriores.

Sinais de política monetária cautelosa Clayton de Souza/Estadão Conteúdo

e acordo com o IBGE, a produção industrial em dezembro apresentou forte queda de 3,5%, livre de influências sazonais, e no acumulado do ano cresceu apenas 1,2%, com destaque para a expansão anual de 13,3% da produção de bens de capital. As vendas do varejo restrito e amplo (inclui veículos e materiais de construção), aumentaram 4,3% e 3,6%, respectivamente, desacelerando em relação a 2012, quando cresceram 8,4% e 8,0%, respectivamente. Com base nas consultas de janeiro de 2014, dados da ACSP/BVS constataram alta anual de 2,5% no crediário e 3,0% nas vendas à vista com cheques. A confiança do consumidor, medida pelo Índice Nacional de Confiança (INC), calculado pelo IPSOS para a ACSP, manteve-se estável no primeiro mês do ano, sugerindo que o consumidor não vislumbra recuperação nem sobressaltos na economia. A taxa de inadimplência, medida pelo Banco Central, que sinaliza o ní-

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vel de atraso no crédito bancário (incluindo consignado), desacelerou em janeiro a 4,4%, enquanto nas vendas do varejo permaneceu constante em 4,7%, sugerindo que a maior cautela do consumidor também contribui pa-

ra reduzir atrasos em pagamentos. Por sua vez, a massa salarial elevou 2,9% em dezembro de 2013 (queda de 0,4% no emprego e alta de 3,2% no salário), mostrando “esgotamento” na criação de empregos, apesar de a

taxa de desemprego continuar em patamar bastante reduzido (4,3%). Finalmente, a prévia do PIB do Banco Central caiu 1,3% em dezembro, livre de efeitos sazonais, refletindo a forte queda da atividade industrial, enquanto na comparação anual, a expansão foi de apenas 0,7%. Mais preocupante ainda foi a queda no quarto trimestre de 0,2%, que se seguiu à redução de 0,2%, observada durante o terceiro trimestre, o que poderia configurar uma “recessão técnica”, embora, em termos anuais, o mesmo indicador sinalize expansão da atividade econômica de 2,5%, bastante acima do resultado de 2012 (1,0%). Em síntese, a inflação cedeu no início de 2014, e o crescimento econômico parece continuar decepcionando, o que, conjuntamente com o ano eleitoral, poderia aumentar a cautela na condução da política monetária, levando o governo a buscar uma solução apenas “satisfatória”, ao invés de “ótima” para a “armadilha” de inflação elevada e baixo crescimento.

Despesas públicas sem freio excedente positivo de receitas sobre as despesas públicas do governo consolidado (União, Estados, municípios e estatais), sem incluir os juros da dívida (superávit primário) alcançou R$ 91,3 bilhões em 2013, equivalente a 1,9% do PIB, abaixo da meta anual de 2,3%, que fora rebaixada do nível original (3,1%). É o menor nível alcançado desde 2002. As causas para esse resultado pífio são, por um lado, o menor crescimento das receitas públicas, devido às desonerações tributárias e ao fraco desempenho da atividade econômica. Por outra parte, o excessivo aumento das despe-

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sas públicas também contribuiu, concentrando-se em transferências sociais, em detrimento do investimento público em infraestrutura. O desempenho fiscal só não foi pior, pois o governo se beneficiou de receitas extraordinárias decorrentes do parcelamento de dívidas do Refis e do pagamento do bônus de assinatura por parte dos vencedores do leilão do campo de Libra. O Itaú Unibanco estima que, excluída essa arrecadação, o superávit primário teria sido ainda menor, alcançando 1,3% do PIB. As perspectivas para 2014 são, no mínimo, desalentadoras, pois, em ano eleitoral, di-

ficilmente haverá contenção das despesas públicas, que deverão expandir-se em todas as esferas governamentais, enquanto que a arrecadação deverá continuar a exibir baixo incremento, devido ao magro crescimento do PIB, sem que se possa contar com a repetição das receitas extraordinárias. O cenário poderá se complicar ainda mais se, devido ao maior risco fiscal, se for rebaixada a nota de investimento do Brasil, num contexto de redução da liquidez mundial, iniciada com a redução da compra de ativos financeiros por parte do Banco Central norteamericano.

Contas externas, ainda frágeis. balança comercial brasileira registrou em Mauricio de Souza/DC janeiro déficit recorde de US$ 4,05 bilhões. Nos últimos doze meses, enquanto as importações aumentaram 5,3%, as exportações foram 0,9% menores. As vendas externas em janeiro foram mantidas pelo desempenho dos produtos básicos, que cresceram 5,3% em relação ao mesmo mês do ano passado, enquanto os produtos industrializados retrocederam 3,6%, na comparação com o mesmo período. O resultado de janeiro acentuará o desequilíbrio das contas externas do País, que, em ternas e a mudança, mesmo 2013, registraram déficit de que gradual, da política de exUS$ 81,4 bilhões na conta pansão monetária adotada transações correntes do ba- pelo FED (Banco Central amelanço de pagamentos (expor- ricano), que poderá elevar a tação menos importações de taxa de juros nos Estados Unibens e serviços), 50% superior dos, atraindo capitais aplicaao ocorrido em 2012. Contri- dos nos países emergentes, buíram para isso, além do bai- continuaram a pressionar a taxo desempenho da balança xa de câmbio no Brasil. O dólar comercial, o déficit de US$ fechou a R$ 2,4 em janeiro, 47,5 bilhões – 15,8% acima de com depreciação de 3,5% no 2012– nas despesas líquidas mês e de 22,0% nos últimos com serviços. doze meses, mesmo com o A fragilidade das contas ex- Banco Central ofertando, dia-

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riamente, a moeda americana no mercado de câmbio futuro. Apesar da deterioração das contas externas, espera-se que nos próximos meses, com a safra recorde de grãos, especialmente da soja, e o aumento previsto na produção de petróleo pela Petrobrás, que reduziria o déficit do setor petrolífero, a balança comercial volte a registrar superávits comerciais, e contribuir para evitar uma erosão maior de nossas contas com o exterior.


ECONOMIA - 19

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COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO LTDA. – UNICRED CAMPINAS CNPJ nº 71.884.498/0001-40 BALANÇOS PATRIMONIAIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31/12/2013 E DE 2012 - (Valores expressos em R$ 1) AT IV O Circulante DISPONIBILIDADES CAIXA DEPÓSITOS BANCÁRIOS TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS CARTEIRA PRÓPRIA OPERAÇÕES DE CRÉDITO OPERAÇÕES DE CRÉDITO OUTROS CRÉDITOS DIVERSOS OUTROS VALORES E BENS BENS NÃO DE USO PRÓPRIO DESPESAS ANTECIPADAS Realizável a Longo Prazo OPERAÇÕES DE CRÉDITO OPERAÇÕES DE CRÉDITO OUTROS CRÉDITOS OUTROS CRÉDITOS Permanente INVESTIMENTOS AÇÕES E COTAS IMOBILIZADO DE USO IMOBILIZADO DE USO (-) DEPRECIAÇÃO ACUMULADA DE INSTALAÇÕES DIFERIDO GASTOS DE ORGANIZAÇÃO E EXPANSÃO (-) AMORT. ACUM. DO DIFERIDO INTANGÍVEL INTANGÍVEL ANTES 01/10/2013 (-) AMORT. ACUM.INTANGÍVEL ANTES 01/10/2013 TOTAL

31/12/2013 233.654.746 7.393.197 263.585 7.129.612 778.234 778.234 150.417.021 150.417.021 74.640.844 74.640.844 346.878 346.878 78.572 – 78.572 147.145.859 146.126.818 146.126.818 1.019.041 1.019.041 6.048.833 5.465.956 5.465.956 557.082 1.289.295 (732.213) 6.201 315.687 (309.486) 19.594 203.658 (184.064) 386.849.438

31/12/2012 206.328.305 2.127.438 95.123 2.032.315 1.766.236 1.766.236 138.308.941 138.308.941 63.723.459 63.723.459 246.332 246.332 155.899 55.000 100.899 114.336.974 113.381.754 113.381.754 955.220 955.220 5.957.134 5.465.956 5.465.956 486.130 1.344.688 (858.558) 5.048 313.811 (308.763) – – – 326.622.413

P A S S IV O Circulante DEPÓSITOS DEPÓSITOS À VISTA DEPÓSITOS SOB AVISO DEPÓSITOS A PRAZO RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS OBRIGAÇÕES JUNTO PART. DE SISTEMAS DE LIQUIDAÇÃO Outras Obrigações SOCIAIS E ESTATUTÁRIAS FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS DIVERSAS Exigível a Longo Prazo Provisão para Riscos Fiscais e Trabalhistas Patrimônio Líquido PATRIMÔNIO LÍQUIDO CAPITAL SOCIAL RESERVAS DE LUCROS SOBRAS OU PERDAS

31/12/2013 323.084.062 319.604.961 54.414.333 13.622.636 251.567.992 24.129

31/12/2012 275.334.266 272.015.619 46.546.615 14.172.699 211.296.305 13.209

24.129 3.454.972 1.475.920 273.731 1.705.321 1.019.041 1.019.041

13.209 3.305.438 1.214.152 171.608 1.919.678 955.220 955.220

62.746.335 62.746.335 42.171.855 6.973.256 13.601.224

50.332.927 50.332.927 33.529.103 5.373.112 11.430.712

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31/12/2013 E DE 2012 - (Valores expressos em R$ 1) TOTAL

386.849.438

326.622.413

As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EM 31/12/2013 E DE 2012 - (Valores expressos em R$ 1) Eventos SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 Capitalização de Sobras Integralização de Capital Devolução de Capital (-) Distribuição Sobras Sobras do Exercício FATES Reserva Legal SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 Mutações no Período SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 Capitalização de Sobras Integralização de Capital Devolução de Capital (-) Distribuição Sobras Sobras do Exercício FATES

DEMONSTRAÇÃO DE SOBRAS OU PERDAS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31/12/2013 E DE 2012 - (Valores expressos em R$ 1) 2º Sem. 2013 31/12/2013 31/12/2012 Ingressos da Intermediação Financeira 20.005.028 36.895.778 31.225.316 Operações de Crédito 19.960.207 36.828.910 31.132.841 Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários 44.821 66.868 92.475 Dispêndios da Intermediação Financeira (12.368.654) (22.337.835) (18.659.153) Operações de Captação no Mercado (11.748.223) (20.033.772) (16.864.151) Provisão para Operações de Créditos (620.431) (2.304.063) (1.795.002) Res. Bruto Intermediação Financeira 7.636.374 14.557.943 12.566.163 Outros Ingressos/Rec. (Dispêndios/Desp.) Operacionais 1.836.808 1.887.922 1.108.422 Ingressos/Receitas de Prestação de Serviços 299.448 399.364 198.026 Dispêndio/Despesas de Pessoal (2.938.453) (5.618.368) (4.739.021) Outras Dispêndios/Despesas Administrativas (2.957.423) (5.378.218) (5.410.320) Dispêndios/Despesas Tributárias (41.677) (65.030) (32.508) Ingressos de Depósitos Intercooperativos 8.623.043 14.926.481 13.206.897 Outros Ingressos/Rendas Operacionais 268.977 582.260 465.552 Outros Dispêndios/Despesas Operacionais (1.417.107) (2.958.567) (2.580.204) Resultado Operacional 9.473.182 16.445.865 13.674.585 Resultado Não Operacional 67.122 156.882 215.473 Res. Antes da Tributação e Participações 9.540.304 16.602.747 13.890.058 Imposto de Renda e Contribuição Social (37.866) (63.684) (61.636) Participações Estatutárias nas Sobras (184.951) (2.937.839) (2.397.710) Empregados (12.353) (301.083) (236.709) FATES – (800.072) (672.395) Reserva Legal – (1.600.144) (1.344.790) Ato não associados (172.598) (236.540) (143.816) Sobras ou (Perdas) Líquidas 9.317.487 13.601.224 11.430.712 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

Capital Social 26.686.404 6.276.739 905.260 (339.300) – – – – 33.529.103 6.842.699 33.529.103 7.981.609 1.152.423 (491.280) – – –

Reservas Legais 4.028.322 – – – – – – 1.344.790 5.373.112 1.344.790 5.373.112 – – – – – –

Sobras ou Perdas Acumuladas 10.475.327 (6.276.739) – – (4.198.588) 13.447.897 (672.395) (1.344.790) 11.430.712 955.385 11.430.712 (7.981.609) – – (3.449.103) 16.237.980 (800.072)

Totais 41.190.053 – 905.260 (339.300) (4.198.588) 13.447.897 (672.395) – 50.332.927 9.142.874 50.332.927 – 1.152.423 (491.280) (3.449.103) 16.237.980 (800.072)

DESCRIÇÃO 2º Sem. 2013 31/12/2013 31/12/2012 FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Sobras Líquidas do Exercício 9.426.143 16.237.980 13.447.897 Depreciação (152.738) (126.345) 4.170 Amortização do Diferido 434 723 6.005 Amortização do Intangível 184.064 184.064 – Provisões de Crédito a Curto Prazo (371.615) 1.129.681 1.408.842 Geração Bruta de Caixa 9.086.288 17.426.103 14.866.914 (Aumento) das Operações de Crédito a Curto Prazo (9.406.875) (12.047.066) (13.238.712) (Aumento) de Outros Créditos a Curto Prazo – (100.546) (24.723) Redução de Outros Créditos a Curto Prazo 78.091 – – (Aumento) de Outros Valores e Bens – – (39.556) Redução de Outros Valores e Bens 113.736 77.327 – (Aumento) das Operações de Crédito a Longo Prazo (21.331.080) (32.745.064) (17.895.588) (Aumento) de Outros Créditos a Longo Prazo (29.024) (63.821) (37.686) Aumento dos Depósitos 17.847.628 47.589.342 47.340.713 Aumento de Relações Interfinanceiras – 10.920 5.659 (Redução) de Relações Interfinanceiras (87.411) – – Aumento de Outras Obrigações a curto prazo 1.788.987 149.534 1.071.138 Aumento de Outras Obrigações a longo prazo 29.024 63.821 40.722 Caixa líquido proveniente das

FLUXOS DE CAIXA DAS NOTAS EXPLICATIVAS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31/12/2013 E DE 2012 - (Valores expressos em reais – R$) 1. Contexto operacional A

a) Apuração do resultado Caixa líquido proveniente das

– UNICRED CAMPINAS

Aumento / (Redução) Líquida das SP e componente do Sistema Unicred. A

(+) Saldo Inicial de Caixa e (=) Saldo Final de Caixa e

– UNICRED CAMPINAS A

crédito; e

n) Provisões e remunerar os recursos.

tralmente.

a)

ção. p) interpretações técnicas emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC, tendo sido aprovadas pela administração em 31 de dezembro de 2013. Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de Contabilidade, algumas Normas e suas Interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: CPC Conceitual Básico (Resolução 4144/12), CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável do Ativo (Resolução 3566/2008), CPC 03 - Fluxo de Caixa (Resolução 3604/2008), CPC 05 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (Resolução 3750/2009), CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações (Resolução 3.989/2011); CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (Resolução 4007/2011); CPC 24 - Evento Subsequente (Resolução 3973/2011) e CPC 25 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (Resolução 3.823/09). b) Para efeito de comparabilidade, as demonstrações financeiras encerradas em 31/12/2013 estão ladeadas pelas demonstrações de 31/12/2012; c) Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.380/06, esta instituição implantou estrutura de gerenciamento de Risco Operacional compatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da instituição, e que tem por objetivo identificar, avaliar, monitorar e controlar os riscos associados a falhas, deficiências ou inadequações de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. Esta estrutura contempla atualmente: a) Diretor Responsável nomeado perante órgão regulador; b) Política, Manual e Sistema de mensuração de riscos; c) Comitê de Gestão de Riscos. As descrições das estruturas estão evidenciadas no site da Unicred do Brasil, e podem ser acessadas através do endereço eletrônico: www.unicred.com.br, assim como a Política, os Manuais e os Relatórios de Risco estão disponíveis na sede da instituição; d) Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.464/07, esta instituição implantou estrutura de gerenciamento de Risco de Mercado compatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da instituição, e que tem por objetivo identificar, avaliar, monitorar e controlar os riscos associados a perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas pela instituição. Esta estrutura contempla atualmente: a) Diretor Responsável nomeado perante órgão regulador; b) Política, Manual e Sistema de mensuração de riscos; c) Comitê de Gestão de Riscos. As descrições das estruturas estão evidenciadas no site da Unicred do Brasil, e podem ser acessadas através do endereço eletrônico: www.unicred.com.br, assim como a Política, os Manuais e os Relatórios de Risco estão disponíveis na sede da instituição; e) Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.721/09, esta instituição implantou estrutura de gerenciamento de Risco de Crédito compatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da instituição, e que tem por objetivo identificar, mensurar, controlar e mitigar os riscos de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Esta estrutura contempla atualmente: a) Diretor Responsável nomeado perante órgão regulador; b) Política, Manual e Sistema de mensuração de riscos; c) Comitê de Gestão de Riscos. Além da apuração gerencial do Risco de Crédito, é realizada também a apuração mensal da parcela referente ao Risco de Crédito (Pspr), parcela que compõe o PRE (Patrimônio de Referência Exigido), em atendimento à Resolução do CMN nº 3.490/07. As descrições das estruturas estão evidenciadas no site da Unicred do Brasil, e podem ser acessadas através do endereço eletrônico: www.unicred.com.br, assim como a Política, os Manuais e os Relatórios de Risco estão disponíveis na sede da instituição. 3. Principais práticas contábeis As principais práticas contábeis adotadas na elaboração dessas demonstrações contábeis estão definidas a seguir:

e Resolução 3.823/2009 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25). c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/08, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. O caixa e os equivalentes de caixa compreendem:

d)

e)

f)

g) h)

i)

j)

k)

i)

Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Caixa e depósitos bancários 7.393.197 2.127.438 Títulos e Valores Mobiliários 778.234 1.766.236 Relações interfin. - centralização financeira 150.417.021 138.308.941 Total 158.588.452 142.202.615 Operações de Crédito As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas “pro rata temporis”, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados. Provisão para operações de crédito As provisões para operações de crédito foram constituídas em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. A Resolução CMN nº 2.682 introduziu os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (rico mínimo) a H (risco máximo). Outros Créditos Os valores registrados em Outros Créditos se referem à importâncias devidas à Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no País, inclusive as resultantes do exercício corrente. Investimentos Os investimentos são avaliados ao custo de aquisição. Imobilizado Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzidos da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas divulgadas em nota específica abaixo. Diferido O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente, e classificados nessa conta conforme determinação do COSIF. Esses gastos estão sendo amortizados pelo método linear no período de 05 anos. Conforme determinado pela Resolução CMN nº 3.617/08, devem ser registrados no ativo diferido, exclusivamente, os gastos que contribuirão para o aumento do resultado de mais de um exercício social. Os saldos existentes em setembro de 2008 são mantidos até a sua efetiva realização. Intangível Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. Os ativos intangíveis compreendem softwares adquiridos de terceiros e são amortizados ao longo de sua vida útil estimada. Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis. Passivos contingentes São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores

quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridas. q) Valor recuperável de ativos – impairment A redução ao valor recuperável dos ativos é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por redução do ativo, quando aplicáveis, são registradas no resultado do período em que forem identificadas. O CPC em pauta, em conjunto com outros CPC’s, determina na essência que todos os ativos são suscetíveis a redução de valor. Em 31 de dezembro de 2013 não existiam indícios de redução do valor recuperável dos ativos. A Cooperativa não tem valor para ajustar no ativo, devido à composição dos grupos contábeis da instituição financeira. O Ativo da instituição é composto de 40,99% por Caixa e Equivalentes de Caixa, 57,44% de Valores a Receber e 1,56% de Permanente. O Permanente é pequeno e representa apenas 1,56% dos ativos totais. A maior parte dele é em investimento na UNICRED CENTRAL SÃO PAULO, sendo que tal entidade possui situação econômica e financeira estável. Os outros ativos permanentes se referem a um conjunto de centenas de itens e representam apenas 0,15% dos ativos totais, caracterizando-os como valores irrelevantes, dispensando a mensuração do valor recuperável. O Caixa e Equivalente de Caixa representa 38,88% do Ativo. O percentual de 94,85% de Caixa e Equivalentes de Caixa está concentrado em uma Central de Crédito com aplicações financeiras de perfil conservador e estável economicamente, demonstrando grande possibilidade de realização dos valores. O restante está distribuído em várias contas sem valores significativos em nenhuma delas. O grupo Valores a Receber representa 99,35% dos ativos totais. A participação de 99,35% dos Valores a Receber é em Operações de Crédito, que possuem regras específicas de valores recuperáveis através da Resolução CMN 2682/1999. O grupo Outros Valores a Receber está subdividido em diversas contas, sendo que nenhuma possui valores relevantes. r) Imposto de Renda e Contribuição Social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação. s) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para a sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2013. 4. Demonstração do Fluxo de Caixa Obedecendo as normas vigentes na Resolução CMN 3.604/2008, em consonância com a Resolução CFC 1.296/2010, itens 48 ao 52, registramos abaixo informações complementares a nossa Demonstração de Fluxo de Caixa: - Dentro do saldo de Caixa e Equivalente de Caixa, todos encontravam-se disponíveis para a entidade na data de 31/12/2013. - A instituição não possui linha de crédito pré-aprovada. 5. Títulos e Valores Mobiliários Em 31 de dezembro de 2013 e de 2012, as aplicações em Títulos e Valores Mobiliários da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Médicos e Demais Profissionais da Área da Saúde de Campinas e Região Ltda. – UNICRED CAMPINAS estavam assim compostas: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Cotas em Fundos de Investimentos – Banco do Brasil 778.234 1.766.236 Total 778.234 1.766.236 6. Relações Interfinanceiras Referem-se a depósitos efetuados na centralização financeira da Cooperativa Central de Crédito, conforme determinado no artigo 37 da Resolução CMN nº 3.859: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Relações Interfinanceiras 450 Centralização Financeira – Unicred Central SP 150.417.021 138.308.491 Total 150.417.021 138.308.941 continua…


20 -.ECONOMIA

DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO LTDA. – UNICRED CAMPINAS CNPJ nº 71.884.498/0001-40 NOTAS EXPLICATIVAS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31/12/2013 E DE 2012 - (Valores expressos em reais – R$) 7. Operações de Crédito a) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº 2.682 de 21/12/1999: I – Distribuição das Operações segregadas por tipo de cliente: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Pessoa Física 128.468.773 102.956.348 Empréstimos 29.660.483 24.209.112 Títulos Descontados 1.892.550 1.486.623 Financiamentos 93.422.145 74.597.808 Adiantamentos a Dep. 320.938 121.438 Cheque Especial 3.172.657 2.541.367

Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Pessoa Jurídica 98.063.569 78.783.864 Empréstimos 41.474.553 33.441.940 Títulos Descontados 919.493 1.204.482 Financiamentos 55.552.183 44.036.744 Adiantamentos a Dep. 107.976 90.698 Cheque Especial 9.364 10.000 Sub Total 226.532.342 181.740.212 (-) Provisões -5.764.680 -4.634.999 Total 220.767.662 177.105.213 As atividades econômicas das operações realizadas por pessoas jurídicas são caracterizadas por empresários e/ou entidades sem fins lucrativos de acordo com o previsto em estatuto social.

b) II – Distribuição por faixa de vencimento e nível de risco (normal e vencido): Empréstimos Títulos Cheque Especial Descontados e e Adiantamento Nível / Percentual de Financiamentos Depositante Risco / Situação 31/12/2013 31/12/2013 A 0,50% Normal 97.253.408 1.689.938 A 0,50% Vencidas 55.776 B 1% Normal 80.807.008 1.082.652 B 1% Vencidas 1.248.754 50.333 C 3% Normal 32.939.032 585.186 C 3% Vencidas 900.949 78.495 D 10% Normal 2.939.050 9.828 D 10% Vencidas 296.146 880 E 30% Normal 4.361.303 47.568 E 30% Vencidas 246.518 21 F 50% Normal 271.562 2.679 F 50% Vencidas 119.247 G 70% Normal 115.431 9.760 G 70% Vencidas 79.072 H 100% Normal 191.612 194 H 100% Vencidas 1.096.539 53.401 Total Normal 218.878.406 3.427.805 Total Vencido 4.043.001 183.130 Total Geral 222.921.407 3.610.935 Provisões Total Líquido c) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento – operações vincendas (dias): Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Adiantamento a Depositante 451.847 235.852 Cheque Especial 3.182.021 2.551.367 Inadimplentes > 15 266.292 533.385 Inadimplentes até 15 738.155 396.283 Vincendos até 30 9.044.946 7.221.505 Vincendos 31 a 60 7.480.831 6.177.296 Vincendos 61 a 90 7.676.309 5.640.122 Vincendos 91 a 120 6.641.401 5.701.635 Vincendos 121 a 150 6.248.348 5.185.419 Vincendos 151 a 180 4.988.360 5.214.484 Vincendos 181 a 210 6.058.178 5.278.797 Vincendos 211 a 240 5.854.248 5.033.182 Vincendos 241 a 270 5.758.933 5.595.285 Vincendos 271 a 300 5.632.082 4.608.701 Vincendos 301 a 330 5.398.000 5.194.284 Vincendos 331 a 360 5.285.867 4.325.277 Vincendos 361 a 540 23.820.541 20.050.097 Vincendos 541 a 720 25.808.995 18.410.486 Vincendos 721 a 900 18.293.718 14.705.130 Vincendos 901 a 1080 14.818.938 12.280.095 Vincendos 1081 a 1260 11.611.180 9.611.498

Saldo Inicial - Janeiro 2013/2012

(4.634.999)

(3.226.157)

Total em 31/12/2013 98.943.346 55.776 81.889.660 1.299.087 33.524.218 979.444 2.948.878 297.026 4.408.871 246.539 274.241 119.247 125.191 79.072 191.806 1.149.940 222.306.211 4.226.131 226.532.342 (5.764.680) 220.767.662

Provisões 31/12/2013 (494.717) (279) (818.897) (12.991) (1.005.727) (29.383) (294.888) (29.703) (1.322.661) (73.962) (137.121) (59.624) (87.634) (55.350) (191.806) (1.149.940) (4.353.449) (1.411.231) (5.764.680)

Total em 31/12/2012 83.733.142 – 53.985.282 1.126.277 31.746.293 3.220.055 3.783.557 91.595 970.128 876.177 270.005 250.559 47.756 860.922 78.074 700.390 174.614.237 7.125.975 181.740.212 (4.634.999) 177.105.213

Provisões 31/12/2012 (418.666) (539.853) (11.263) (952.389) (96.602) (378.356) (9.160) (291.038) (262.853) (135.003) (125.280) (33.429) (602.645) (78.074) (700.390) (2.826.807) (1.808.192) (4.634.999)

Sistemas de Comunicação 10% 42.277 44.456 Sistemas de Segurança 10% 62.101 54.751 Veículos 20% 103.088 121.463 Intangível 10% 203.658 – TOTAL 1.492.953 1.344.688 Depreciação Acumulada (732.213) (858.558) Amortização Acumulada (184.064) – TOTAL 576.676 486.130 13. Diferido Demonstrado pelo custo de aquisição ou construção, menos amortização acumulada. As amortizações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo: Taxa de Descrição Amortização 31/12/2013 31/12/2012 Benfeitorias 10% 296.839 296.839

b) Destinações Legais A Reserva Legal destina-se a reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas atividades; O Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (FATES) é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa; e Os resultados decorrentes de atos não cooperativos, quando positivos, são destinados ao FATES não podendo ser objeto de rateio entre os cooperados. Quando negativo deve ser levado a Reserva Legal e, se insuficiente sua cobertura, será rateado entre os associados. Conforme previsto no estatuto social, as sobras do exercício, deduzidas das parcelas destinadas à Reserva Legal e ao FATES, serão restituídas aos cooperados na proporção de suas operações, salvo deliberação contrária da Assembleia Geral Ordinária. Descrição 2013 2012 Resultado do Exercício - DRE 16.237.980 13.591.714 FATES - Resultado de Atos não Cooperativos - Art. 87 da Lei 5.764/71 (236.540) (143.817) Sobras e Perdas do Exercício 16.001.440 13.447.897 FATES–5% (800.072) (672.395) Fundo de Reserva- 10% (1.600.144) (1.344.790) Sobras e Perdas à disposição da Assembleia 13.601.224 11.430.712 21. Partes Relacionadas As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica. As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito. As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária. a) Montante das operações ativas e passivas do exercício de 2013: Montante das Operações Ativas % Em Relação à Carteira Total R$2.067.715 0,93% Montante das Operações Passivas % Em Relação à Carteira Total R$5.388.995 2,41% 22. Cobertura de Seguros Em 31 de dezembro de 2013, os seguros contratados são considerados suficientes pela Administração para cobrir eventuais sinistros relacionados à garantia de valores e veículos de propriedade da cooperativa. Campinas – SP, 31 de dezembro de 2013. PEDRO ANTUNES NEGRÃO - Diretor Presidente FREDERICO KOLAR DE MARCO - Diretor Financeiro EDMIR DEBERALDINI - Diretor Administrativo NILSO CANDIDO DE CARVALHO - Contador - CRC nº 1SP146712/O-8 RISCO OPERACIONAL Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.380/06, esta instituição implantou estrutura de gerenciamento de Risco Operacional compatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da instituição, e que tem por objetivo identificar, avaliar, monitorar e controlar os riscos associados a falhas, deficiências ou inadequações de processos internos, pessoas e sistemas, ou

RISCO DE MERCADO

Depósito à Vista Depósito a Prazo Pessoa Jurídica Depósito à Vista Depósito a Prazo Total

25.359.195 139.776.395 154.469.371 29.055.138 125.414.233 319.604.961

22.701.899 116.836.301 132.477.420 23.844.716 108.632.703 272.015.619

c) Comitê de Gestão de Riscos.

RISCO DE CRÉDITO

l

8. Outros Créditos demonstrado:

Cheques a Receber em Trânsito (1) Títulos e Créditos a Receber (2) Devedores Diversos (3)

Impostos e Contribuições sobre Salários (1) Impostos e Contribuições a Recolher (2)

151.484 100.175

124.981 37.118

(1)

RISCO DE LIQUIDEZ

(1) (2) (2)

(3)

Devedores Diversos referem-se à valores de cobrança pagas em duplicidade e títulos não identificados, e contestação de pagamento de cartão de crédito. 9. Outros Valores e Bens Em Outros Valores e Bens estão registrados os valores referentes às aplicações de recursos, não estando sujeitos à depreciação e despesas antecipadas cujos benefícios ocorrerão em exercícios futuros. Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Imóveis – 55.000 Despesa com seguros a apropriar 10.738 14.891 (1) 60.500 63.500 Aluguéis Outras Despesas Antecipadas 6.401 22.508 IPTU 933 – TOTAL 78.572 155.899 (1) Pagamento de aluguel antecipado junto a Uniodonto e Unimed para instalação de PAC. 10. Outros Créditos – Depósitos Judiciais Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Depósitos Judiciais 1.019.041 955.220 Total 1.019.041 955.220 Depósitos judiciais referentes a questões de PIS e COFINS, as quais estão sendo discutidas judicialmente. Estes depósitos estão sendo atualizados mensalmente pela taxa SELIC. 11. Investimentos O saldo é representado por aportes de capital e o recebimento de distribuição de sobras efetuadas pela Unicred Central SP, conforme demonstrado: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 UNICRED CENTRAL SP 5.465.956 5.465.956 TOTAL 5.465.956 5.465.956 12. Imobilizado de Uso e Intangível Demonstrado pelo custo de aquisição ou construção, menos depreciação e amortização acumulada. As depreciações e amortizações são calculadas pelo método linear, com base nas taxas abaixo: Taxa de Depreciação Descrição Amortização 31/12/2013 31/12/2012 Imobilizações em Curso 37.798 114.797 Instalações 10% 200.939 59.226 Móveis e Equipamentos 10% 394.904 329.775 Sistema de Processamento de Dados - Equipamentos 20% 448.188 423.669 Sistema de Processamento de Dados - Programas 20% – 196.551

de dezembro de 2013. 17. Outras Obrigações - Diversas Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Provisão para Despesa com Pessoal 278.624 223.320 Credores Diversos (1) 1.426.697 1.696.358 Total 1.705.321 1.919.678 (1) Refere-se a valores de fornecedores a pagar, valores de cheques administrativos de cooperados não compensados, e movimentação bancária em processo de regularização. 18. Outras Obrigações Diversas - Provisões para Riscos Tributários Considerando a avaliação dos consultores jurídicos quanto às chances de êxito em determinados questionamentos fiscais e trabalhistas em que a cooperativa é parte envolvida, foram constituídas as seguintes provisões: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Processo Judicial 8.900 8.900 PIS e COFINS 1.010.141 946.321 Total 1.019.041 955.220 A Secretaria da Receita Federal vem se manifestando que determinadas receitas financeiras obtidas pelas cooperativas de crédito, se caracterizam como atos não cooperativos e, assim, exigindo a apuração e os recolhimentos dos correspondentes tributos e contribuições, materializados nos autos de infração. A Cooperativa questiona administrativamente e judicialmente os referidos autos, emitidos entre 2000 e 2006 questionando a legalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes de atos cooperativos na base de cálculo do PIS e COFINS. Consequentemente registrou as correspondentes obrigações referentes ao período de 2000 a 2006. Também, para garantir o andamento dos processos, a Cooperativa efetuou depósitos judiciais classificados em outros créditos, nos montantes de R$ 1.019.041, demonstrado na nota nº 10. 19. Instrumentos Financeiros A COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DA ÁREA DA SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO LTDA. – UNICRED CAMPINAS opera com aplicações interfinanceiras de liquidez, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos à vista e a prazo, empréstimos e repasses. Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos, conforme critérios mencionados nas correspondentes notas explicativas. 20. Patrimônio Líquido a) Capital Social O Capital Social é representado por cotas no valor nominal de R$ 1,00 cada. Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Capital 42.171.855 33.529.103 Número de Associados 4.736 4.280

serviços oferecidos e a dimensão da sua exposição a esse risco, e que tem por objetivo identificar, avaliar, monitorar e controlar os riscos associados à: I - a possibilidade de a instituição não ser capaz de honrar eficientemente suas obrigações esperadas e inesperadas, correntes e futuras, inclusive as decorrentes de vinculação de garantias, sem afetar suas operações diárias e sem incorrer em perdas significativas; e II - a possibilidade de a instituição não conseguir negociar a preço de mercado uma posição, devido ao seu tamanho elevado em relação ao volume normalmente transacionado ou em razão de alguma descontinuidade no mercado. GESTÃO DE CAPITAL Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.988/11, esta instituição encontra-se na fase final de implantação da estrutura de Gerenciamento de Capital compatível com a natureza das suas operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e a dimensão da sua exposição a esse risco, e que tem por objetivo o processo contínuo de: I - monitoramento e controle do capital mantido pela instituição; II - avaliação da necessidade de capital para fazer face aos riscos a que a instituição está sujeita; e III - planejamento de metas e de necessidade de capital, considerando os objetivos estratégicos da instituição. PARECER DO CONSELHO FISCAL Os abaixo assinados, membros do Conselho Fiscal da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Médicos e Demais Profissionais da Área de Saúde de Campinas e Região Ltda. – UNICRED CAMPINAS, em reunião realizada no dia 12 de fevereiro de 2014, em observância ao disposto no artigo 163, da Lei 6404/76, e no uso de suas atribuições legais e estatutárias, examinaram o relatório anual da Administração e as Demonstrações Financeiras, relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, compreendendo o Balanço Patrimonial, Demonstrativo do Resultado do Exercício e demais documentos e informações pertinentes às operações realizadas pela UNICRED CAMPINAS. Com base nos documentos examinados, nas análises levadas a efeito e nos esclarecimentos apresentados por representantes da UNICRED CAMPINAS, e tendo em conta os relatórios e pareceres das auditorias realizadas, é de parecer que os citados documentos estão de conformidade com as prescrições legais e refletem adequadamente a posição patrimonial e econômico-financeira da Cooperativa no referido exercício social, razão pela qual opinam favoravelmente à aprovação de tais documentos pela Assembleia Geral de cooperados. Campinas, 12 de fevereiro de 2014. Dr. CLÁUDIO BIN - CPF 721.236.728-15 Dr. FERNANDO MARTINEZ SANCHEZ - CPF 257.712.858-46 Dr. MAURO SÉRGIO CAMARGO - CPF 980.683.348-15

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Srs. Conselheiros, Diretores e Associados da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO LTDA. – UNICRED CAMPINAS Campinas – SP Examinamos as demonstrações financeiras individuais da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO LTDA. – UNICRED CAMPINAS que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e de 2012 e as respectivas demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para os exercícios findos naquelas datas, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A Administração da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO LTDA. – UNICRED CAMPINAS é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil–BACEN e pelos controles internos por ela determinados como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres

de distorções relevantes, independentemente se causadas por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorções relevantes. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorções relevantes nas demonstrações financeiras, independentemente se causadas por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO LTDA. – UNICRED CAMPINAS. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem

como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sem ressalva Em nossa opinião, as demonstrações financeiras referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO LTDA.–UNICRED CAMPINAS, em 31 de dezembro de 2013 e de 2012, o desempenho de suas operações, as mutações do patrimônio líquido e os fluxos de caixa dos exercícios findos naquelas datas, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

Belo Horizonte/MG, 08 de fevereiro de 2014.

CRC/MG 6427 “S” SP

Fábio Eduardo De Almeida Bauer Contador Responsável CRC MG 077699/O “S” SP


ECONOMIA - 21

DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Brasmotor S.A.

CNPJ/MF nº 61.084.984/0001-20 – NIRE 35.300.026.667 – Companhia Aberta Av. das Nações Unidas nº 12.995 – 32º andar – São Paulo-SP Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Financeiras da Brasmotor S.A., referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013. 1. Cenário Econômico – Mercado Interno: O ano de 2013 foi marcado pelo baixo crescimento econômico, com estimativa de mercado do Banco Central de 2,3%. Em um cenário de crescimento modesto, níveis de inflação próximos ao teto da meta de 6% e leve redução no nível de desemprego em relação ao ano de 2012, houve um arrefecimento no crescimento de renda real. Houve impacto negativo também no crédito à pessoa física por conta da retomada dos aumentos na taxa básica de juros (SELIC), fechando o ano em 10,0%. A conjuntura macroeconômica para 2014 segue incerta, com expectativa do mercado para leve redução no nível de crescimento da economia e continuidade nos patarames da inflação. Parte do crescimento baixo pode ser atribuído às eleições presidenciais, que devem trazer incertezas para a economia brasileira. No que diz respeito ao consumo, o ano que vem deverá ofuscar parcialmente o mercado de linha branca, uma vez que anos de copa do mundo costumam estimular o consumo de televisores e outros produtos de linha marrom. Mercado externo: No Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Impostos a recuperar (Nota 8) Partes relacionadas (Nota 5) Total do ativo circulante Não circulante Impostos a recuperar (Nota 8) Depósitos para recursos e outros (Nota 9) Imposto de renda e contribuição social diferidos (Nota 7) Partes relacionadas (Nota 5) Outros ativos (Nota 6) Investimentos (Nota 4) Total do ativo não circulante Total do ativo

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO cenário externo, destaque para a aceleração de crescimento nos Estados Unidos. Apesar da polêmica em relação à dívida pública e a paralisação temporária de serviços públicos em outubro, o país encerra 2013 de maneira positiva com retomada de crescimento – representado principalmente pelos números do PIB e criação de novos postos de trabalho. O anúncio, por parte do FED, da redução de compra de ativos financeiros como forma de estimular a economia corrobora a expectativa positiva para 2014. A União Europeia apresentou conjuntura mais estável se comparada ao ano anterior, mas com previsão de crescer cerca de 1,4% em 2014. No entanto, a região ainda enfrenta desafios como o desemprego que, apesar de estável, mantém-se em patamares elevados. Tanto Alemanha, motor da zona do Euro, quanto Itália e Espanha tem previsão de crescimentos modestos. A China, que teve crescimento de 7,7% em 2013, o mesmo do ano anterior e o pior desde 1999, deve seguir estável em 2014. Com queda nas exportações, maior alavanca da economia chinesa, e um plano de reformas lançado pelo governo, o desempenho deve se virar para o mercado doméstico gradualmente. Dentre os impactos do cenário externo para a nossa indústria destaque para a depreciação do real em relação ao dólar, encerrando 2013 em R$2,34/US$.

BALANÇOS PATRIMONIAIS 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em milhares de reais) 2013 2012 Passivo Circulante 559 57 Impostos, taxas e contribuições a pagar 336 148 Partes relacionadas (Nota 5) 49 48 Dividendos a pagar (Nota 10) 944 253 Total do passivo circulante Não circulante 9.710 9.290 Provisão para demandas judiciais e administrativas (Nota 9) 12.311 12.311 Total do passivo não circulante 943 930 Patrimônio líquido (Nota 10) 18.897 20.399 Capital social 3.042 3.000 Reserva de lucros 1.021.697 882.203 Outros resultados abrangentes 1.066.600 928.133 Total do patrimônio líquido 928.386 Total do passivo e patrimônio líquido 1.067.544 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

2013 68 801 270 1.139 4.605 4.605 577.400 504.334 (19.934) 1.061.800 1.067.544

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO – EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em milhares de reais, exceto informação por ação expressa em reais) Reservas de lucro Outros Capital Reserva Retenção Lucros resultados social legal de lucros acumulados abrangentes Saldos em 1º de janeiro de 2012 577.400 97.907 156.648 – (46.899) Ajuste de conversão reflexo da coligada – – – – 6.774 Ajuste de avaliação patrimonial da coligada – – – – 641 Dividendos intermediários Ações ordinárias (R$0,02314 por ação) – – (22.816) – – Ações preferenciais (R$0,02545 por ação) – – (47.805) – – Lucro líquido do exercício – – – 262.672 – Reserva legal – 13.134 – (13.134) – Juros sobre capital próprio distribuídos Ações ordinárias (R$0,00578 por ação) – – – (5.699) – Ações preferenciais (R$0,00636 por ação) – – – (11.947) – Dividendos Ações ordinárias (R$0,01466 por ação) – – – (14.456) – Ações preferenciais (R$0,01613 por ação) – – – (30.298) – Retenção de lucros – – 187.138 (187.138) – Saldos em 31 de dezembro de 2012 577.400 111.041 273.165 – (39.484) Ajuste de conversão reflexo da coligada – – – – 19.382 Ajuste de avaliação patrimonial da coligada – – – – 168 Dividendos intermediários Ações ordinárias (R$0,04945 por ação) – – (48.761) – – Ações preferenciais (R$0,05439 por ação) – – (102.165) – – Lucro líquido do exercício – – – 361.449 – Reserva legal – 4.439 – (4.439) – Dividendos Ações ordinárias (R$0,02961 por ação) – – – (29.197) – Ações preferenciais (R$0,03258 por ação) – – – (61.198) – Retenção de lucros – – 266.615 (266.615) – 115.480 388.854 – (19.934) Saldos em 31 de dezembro de 2013 577.400 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

2. Resultados – Lucro Líquido e Dividendos: O lucro líquido do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2013 alcançou R$361 milhões (R$263 milhões em 2012), equivalente a R$0,1262 por ação (R$0,0917 em 2012). Em reunião do Conselho de Administração, realizada em 25 de outubro de 2013, re-ratificada em 31 de outubro de 2013, conforme disposição estatutária, foi autorizado o pagamento de dividendos, relativos aos lucros disponíveis em Reservas de Lucros, conforme balanço levantado em 30 de junho de 2013, no montante de R$241 milhões. 3. Relacionamento com Auditores – A auditoria das demonstrações financeiras é de responsabilidade da Directa Auditores. No exercício de 2013, a Brasmotor S.A. utilizou serviços prestados pela Directa Auditores em conformidade com as regras de independência pelas normas brasileiras e internacionais de auditoria. 4. Agradecimentos – Agradecemos aos nossos parceiros, acionistas, colaboradores, clientes, fornecedores, instituições financeiras e outros que, por mais um ano, colaboraram para o desempenho da Companhia e que nos ajudaram a, cada vez mais, superar as dificuldades impostas pelo mercado, em busca da lealdade de nossos consumidores. A Administração Fevereiro de 2014

DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em milhares de reais, exceto informação por ação expressa em reais) 642 2013 2012 669 Resultado de equivalência patrimonial (Nota 4) 361.178 269.229 348 Receitas (despesas) operacionais 1.659 Despesas administrativas (884) (810) Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas 75 (2.482) 4.605 Lucro antes das receitas e despesas financeiras 360.369 265.937 4.605 Despesas financeiras (607) (1.537) Receitas financeiras (Nota 11) 2.019 2.925 577.400 Lucro antes dos impostos sobre os lucros 267.325 361.781 384.206 Imposto de renda corrente e diferido (Nota 7) (238) (3.415) (39.484) Contribuição social corrente e diferida (Nota 7) (94) (1.238) 922.122 (332) (4.653) 928.386 Lucro líquido do exercício 361.449 262.672 Número de ações no final do exercício 2.864.444.110 2.864.444.110 Lucro líquido básico e diluído por ação 0,1262 0,0917 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras 2012

Total 785.056 6.774 641 (22.816) (47.805) 262.672 – (5.699) (11.947)

DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS ABRANGENTES EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em milhares de reais, exceto informação por ação expressa em reais) 2013 Lucro líquido do exercício 361.449 Outros resultados abrangentes Ajuste de avaliação patrimonial em coligadas 168 Ajuste de conversão reflexo em coligadas 19.382 Outros resultados abrangentes do exercício, líquido de imposto de renda e da contribuição social 19.550 Total de resultados abrangentes do exercício, líquido de imposto de renda e da contribuição social 380.999

2012 262.672 641 6.774 7.415 270.087

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA – EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em milhares de reais) 2013 2012 Fluxos de caixa de atividades operacionais Lucro líquido antes dos impostos sobre o lucro 361.781 267.325 Ajuste de itens sem desembolso de caixa para conciliação do lucro antes do imposto com o fluxo de caixa: Equivalência patrimonial (361.178) (269.229) 603 (1.904) (48.761) (102.165) Variações nos ativos e passivos Impostos a recuperar (608) 1.416 361.449 Outros ativos (42) 52 – Partes relacionadas 1.633 (7.773) Impostos e contribuições (5) (61) (29.197) 241.234 141.937 (61.198) Dividendos recebidos Dividendos pagos (241.399) (133.442) – Outros ativos e passivos – (1.184) 1.061.800 Caixa proveniente das atividades operacionais 1.416 (959) Pagamento de imposto de renda e contribuição social (914) (3.455) Caixa líquido proveniente das (aplicado nas) atividades operacionais 502 (4.414) NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (4.414) Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa 502 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 57 4.471 1. Contexto operacional Os juros, a atualização monetária e a variação cambial, quando aplicáveis, são reconhecidos no resultado quando incorridos. Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 559 57 A Brasmotor S.A. (doravante denominada Companhia ou Brasmotor) é uma sociedade anônima, domiciliada em São Paulo, A Companhia classifica os mútuos com partes relacionadas e outros débitos nessa categoria. 2.8. Ajuste a valor presente Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Capital, e suas ações são negociadas na BM&F Bovespa (sob códigos de negociação BMT03 e BMT04). A Companhia tem de ativos e passivos: Os ativos e passivos monetários de longo prazo são ajustados pelo seu valor presente, e os de curto por objeto a participação, como sócia ou acionista, em outras empresas.A emissão das presentes demonstrações financeiras prazo, quando o efeito é considerado relevante em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. O ajuste DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO – EXERCÍCIOS FINDOS EM a valor presente é calculado levando em consideração os fluxos de caixa contratuais e a taxa de juros explícita, e em foi autorizada pela Diretoria da Companhia em 19 de fevereiro de 2014. 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Em milhares de reais) certos casos implícita, dos respectivos ativos e passivos. Dessa forma, os juros embutidos nas receitas, despesas e custos 2013 2012 associados a esses ativos e passivos são descontados com o intuito de reconhecê-los em conformidade com o regime de Receitas 2. Políticas contábeis 170 561 As demonstrações financeiras da Companhia para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 2012 foram preparadas competência. Posteriormente, esses juros são realocados nas linhas de despesas e receitas financeiras no resultado por Outras receitas 170 561 de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil que compreendem as normas da Comissão de Valores Mobiliários meio da utilização do método da taxa efetiva de juros em relação aos fluxos de caixa contratuais. As taxas de juros implí- Insumos adquiridos de terceiros (884) (810) (CVM) e os pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). As demonstrações financeiras da Companhia citas aplicadas foram determinadas com base em premissas e são consideradas estimativas contábeis. 2.9. Pronuncia- Materiais, energia, serviço de terceiros e outros (884) (810) foram elaboradas com base em diversas bases de avaliação, utilizadas nas estimativas contábeis. As estimativas contábeis mentos novos ou revisados aplicados pela primeira vez em 2013: As seguintes novas normas, alterações e interpre- Valor adicionado bruto (714) (249) envolvidas na preparação das demonstrações financeiras foram baseadas em fatores objetivos e subjetivos, com base no tações de normas foram emitidas pelo IASB e CPC com vigência a partir de 1º de janeiro de 2013: – IAS 1 (R)/CPC 26(R1) Valor adicionado líquido produzido pela entidade (714) (249) julgamento da Administração para determinação do valor adequado a ser registrado nas demonstrações financeiras. A – Apresentação das Demostrações Financeiras; – IAS 19 (R)/CPC 33(R1) – Benefícios a Empregados; – IAS 28 (R)/CPC Valor adicionado recebido em transferência 363.197 272.154 liquidação das transações envolvendo estimativas poderá resultar em valores significativamente divergentes dos registrados 18(R2) – Investimentos em Coligada e em Controlada; – IFRS 7 (R)/CPC 40(R1) – Instrumentos Financeiros: Divulgação; – Resultado de equivalência patrimonial 361.178 269.229 nas demonstrações financeiras devido ao tratamento probabilístico inerente ao processo de estimativa. A Companhia revisa IFRS 10/CPC 36(R3) – Demonstrações Financeiras Consolidadas; – IFRS 11/CPC 19 (R2) – Empreendimentos Conjuntos; Receitas financeiras 2.019 2.925 – IFRS 12/CPC 45 – Divulgações de Participações em Outras Entidades; – IFRS 13/CPC 46 – Mensurações do Valor Justo. Valor adicionado total a distribuir suas estimativas e premissas pelo menos anualmente. 362.483 271.905 2.1. Investimentos: Os investimentos em empresas coligadas estão avaliados pelo método de equivalência patrimonial. As novas normas, alterações e interpretações de normas acima mencionadas, que entraram em vigor a partir de 1º de Valor adicionado distribuído 362.483 271.905 Uma coligada é uma entidade sobre a qual a Companhia exerça influência significativa. A Administração da Companhia e janeiro de 2013, não geraram nenhum impacto significativo nas demonstrações financeiras da Companhia. 2.10. Pronun- Impostos, taxas e contribuições 428 7.696 ciamentos emitidos mas que não estão em vigor em 31 de dezembro de 2013: Listamos a seguir as normas emitidas Federais de sua principal coligada é a mesma. A participação percentual detida na data do balanço é como segue: 428 7.696 Participação no capital social (%) que ainda não haviam entrado em vigor até a data de emissão das demonstrações financeiras da Companhia. Esta listagem Remuneração de capitais de terceiros 606 1.537 2013 2012 de normas e interpretações emitidas contempla aquelas que a Companhia de forma razoável espera que produzam, ou não, Juros e variações cambiais 7 844 País sede Direta Indireta Direta Indireta impacto nas divulgações, situação financeira ou desempenho mediante sua aplicação em data futura.A Companhia pretende Despesas financeiras 599 693 Whirlpool S.A. Brasil 44,39 – 44,39 – adotar tais normas quando as mesmas entrarem em vigor. IFRS 9 Instrumentos Financeiros: A IFRS 9, como emitida, reflete Remuneração de capital próprio 361.449 262.672 BUD Comércio de Eletrodomésticos Ltda. Brasil 0,57 44,14 0,57 44,14 a primeira fase do trabalho do IASB para substituição da IAS 39 e se aplica à classificação e avaliação de ativos e passivos Dividendos 90.395 62.400 Planihold S.A. Brasil 17,49 – 17,49 – financeiros conforme definição da IAS 39. O pronunciamento seria inicialmente aplicado a partir dos exercícios iniciados Lucros retidos e reserva legal 271.054 200.272 Com base no método da equivalência patrimonial, o investimento na coligada é contabilizado no balanço patrimonial ao em ou após 1º de janeiro de 2013, mas o pronunciamento Amendments to IFRS 9 Mandatory Effective Date of IFRS 9 and As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras custo, adicionado das mudanças após a aquisição da participação societária na coligada. A demonstração do resultado Transition Disclosures, emitido em dezembro de 2011, postergou a sua vigência para 1º de janeiro de 2015. Nas fases Mútuo reflete a parcela dos resultados das operações da coligada. Quando uma mudança for diretamente reconhecida no patri- subsequentes, o IASB abordará questões como contabilização de hedges e provisão para perdas de ativos financeiros. A Taxas 2013 2012 mônio da coligada, a Companhia reconhece sua parcela nas variações ocorridas e divulga esse fato, quando aplicável, nas adoção da primeira fase da IFRS 9 terá impactos na classificação e avaliação dos ativos financeiros da Companhia, mas demonstrações das mutações do patrimônio líquido. Não existem ganhos e perdas não realizados, resultantes de transações não impactará na classificação e avaliação dos seus passivos financeiros.A Companhia quantificará os efeitos conjuntamente Ativo Coligada com os efeitos das demais fases do projeto do IASB, assim que a norma consolidada final for emitida. IFRIC 21 Tributos: O entre a Companhia e as coligadas. As demonstrações financeiras das coligadas são elaboradas para o mesmo período de 100% CDI 18.897 20.399 divulgação que a Companhia. Não existem diferenças entre as políticas contábeis adotadas pela Companhia e suas coliga- IFRIC 21 clarifica quando uma entidade deve reconhecer um passivo para um tributo quando o evento que gera o pagamento Whirlpool S.A. das. Após a aplicação do método da equivalência patrimonial, a Companhia determina se é necessário reconhecer perda ocorre. Para um tributo que requer que seu pagamento se origine em decorrência do atingimento de alguma métrica, a O mútuo com a Whirlpool S.A. possui cláusulas contratuais que permitem sua renovação automática por prazo mínimo de interpretação indica que nenhum passivo deve ser reconhecido até que a métrica seja atingida. O IFRIC 21 passa a vigorar 90 dias, na ausência de notificação em contrário do mutuante. Para essas e demais transações com partes relacionadas adicional do valor recuperável sobre os investimentos da Companhia em suas coligadas. A Companhia determina, em cada data de fechamento do balanço patrimonial, se há evidência objetiva de que o investimento na coligada sofreu perda por para exercícios findos em ou após 1º de janeiro de 2014. A Companhia não espera que o IFRIC 21 tenha impactos materiais não existem garantias e provisões para créditos de liquidação duvidosa. Receita Financeira redução ao valor recuperável. Se assim for, a Companhia calcula o montante da perda por redução ao valor recuperável em suas demonstrações financeiras. Não há outras normas, alterações de normas e interpretações que não estão em vigor 2013 2012 como a diferença entre o valor recuperável da coligada e o valor contábil e reconhece o montante nas demonstrações dos que a Companhia espera ter um impacto material decorrente de sua aplicação em suas demonstrações financeiras. Coligada resultados. 2.2. Caixa e equivalentes de caixa: Os equivalentes de caixa são mantidos com a finalidade de atender a Whirlpool S.A. Receita de juros 1.480 1.323 compromissos de caixa de curto prazo, e não para investimento ou outros fins. A Companhia considera como equivalentes 3. Julgamentos, estimativas e premissas contábeis significativas de caixa uma aplicação financeira de conversibilidade imediata em um montante conhecido de caixa e estando sujeita a Julgamentos: A preparação das demonstrações financeiras requer que a Administração faça julgamentos e estimativas e Por não haver funcionários ou pessoal-chave registrados na Companhia, não há divulgação da respectiva remuneração, um insignificante risco de mudança de valor. Por conseguinte, um investimento normalmente se qualifica como equivalente adote premissas que afetam os valores apresentados de receitas, despesas, ativos e passivos, bem como as divulgações conforme requerido pelo CPC 05. de caixa quando tem vencimento de curto prazo, por exemplo, três meses ou menos, a contar da data da contratação. 2.3. de passivos contingentes, na data-base das demonstrações financeiras. Contudo, a incerteza relativa a essas premissas e Impostos: Imposto de renda e contribuição social correntes – Ativos e passivos tributários correntes do último exercício e estimativas poderia levar a resultados que requeiram um ajuste significativo ao valor contábil do ativo ou passivo afetado em 6. Outros ativos de anos anteriores são mensurados ao valor recuperável esperado ou a pagar para as autoridades fiscais. As alíquotas de períodos futuros. Estimativas e premissas: As principais premissas relativas a fontes de incerteza nas estimativas futuras e 2013 2012 imposto e as leis tributárias usadas para calcular o montante são aquelas que estão em vigor ou substancialmente em vigor outras importantes fontes de incerteza em estimativas na data do balanço, envolvendo risco de causar um ajuste significativo Adiantamentos (i) 2.071 2.071 no valor contábil dos ativos e passivos no próximo exercício financeiro, são discutidas a seguir. Perda por redução ao valor na data do balanço. Imposto de renda e contribuição social correntes relativos a itens reconhecidos diretamente no patriOutras contas a receber 971 929 mônio líquido são reconhecidos no patrimônio líquido. A Administração avalia periodicamente a posição fiscal das situações recuperável de ativos não financeiros: Uma perda por redução ao valor recuperável existe quando o valor contábil de um ativo 3.042 3.000 nas quais a regulamentação fiscal requer interpretação e estabelece provisões quando apropriado. Imposto de renda e ou unidade geradora de caixa excede o seu valor recuperável, o qual é o maior entre o valor justo menos custos de venda (i) Refere-se à conta de holdback sobre operação de venda de investimento, realizada em novembro de 2005. contribuição social diferidos – Imposto de renda e contribuição social diferidos são gerados por diferenças temporárias na e o valor em uso. O cálculo do valor justo menos custos de vendas é baseado em informações disponíveis de transações data do balanço entre as bases fiscais de ativos e passivos e seus valores contábeis. Impostos diferidos passivos são de venda de ativos similares ou preços de mercado menos custos adicionais para descartar o ativo. O cálculo do valor 7. Imposto de renda e contribuição social correntes e diferidos reconhecidos para todas as diferenças tributárias temporárias, exceto: • quando o imposto diferido passivo surge do em uso é baseado no modelo de fluxo de caixa descontado. Os fluxos de caixa derivam do orçamento para os próximos O imposto de renda e a contribuição social diferidos ativos e passivos foram constituídos considerando as alíquotas vigentes reconhecimento inicial de ágio ou de um ativo ou passivo em uma transação que não for uma combinação de negócios e, cinco anos e não incluem atividades de reorganização com as quais a Companhia ainda não tenha se comprometido ou e têm a seguinte composição: na data da transação, não afeta o lucro contábil ou o lucro ou prejuízo fiscal; e • sobre as diferenças temporárias tributárias investimentos futuros significativos que melhorarão a base de ativos da unidade geradora de caixa objeto de teste. O valor 2013 2012 relacionadas com investimentos em controladas, em que o período da reversão das diferenças temporárias pode ser recuperável é sensível à taxa de desconto utilizada no método de fluxo de caixa descontado, bem como aos recebimentos Imposto de renda diferido ativo sobre: de caixa futuros esperados e à taxa de crescimento utilizada para fins de extrapolação. Impostos: Existem incertezas com controlado e é provável que as diferenças temporárias não sejam revertidas no futuro próximo. Impostos diferidos ativos 33 – são reconhecidos para todas as diferenças temporárias dedutíveis, créditos e perdas tributários não utilizados, na extensão relação à interpretação de regulamentos tributários complexos e ao valor e época de resultados tributáveis futuros. Dado o Provisões temporariamente não dedutíveis 33 – em que seja provável que lucro tributável esteja disponível para que as diferenças temporárias dedutíveis possam ser amplo aspecto de relacionamentos de negócios internacionais, bem como a natureza de longo prazo e a complexidade dos Contribuição social diferida ativa sobre: instrumentos contratuais existentes, diferenças entre os resultados reais e as premissas adotadas, ou futuras mudanças realizadas, e créditos e perdas tributários não utilizados possam ser utilizados, exceto: • quando o imposto diferido ativo 898 930 relacionado com a diferença temporária dedutível é gerado no reconhecimento inicial do ativo ou passivo em uma transa- nessas premissas, poderiam exigir ajustes futuros na receita e despesa de impostos já registrada. A Companhia constitui Bases negativas 12 – ção que não é uma combinação de negócios e, na data da transação, não afeta o lucro contábil ou o lucro ou prejuízo fiscal; provisões, com base em estimativas cabíveis, para possíveis consequências de auditorias por parte das autoridades fiscais Provisões temporariamente não dedutíveis das respectivas jurisdições em que opera. O valor dessas provisões baseia-se em vários fatores, como experiência de audi910 930 e • sobre as diferenças temporárias dedutíveis associadas com investimentos em controladas, impostos diferidos ativos 943 930 são reconhecidos somente na extensão em que for provável que as diferenças temporárias sejam revertidas no futuro torias fiscais anteriores e interpretações divergentes dos regulamentos tributários pela entidade tributável e pela autoridade Imposto de renda e contribuição social diferidos próximo e o lucro tributável esteja disponível para que as diferenças temporárias possam ser utilizadas. O valor contábil fiscal responsável. Essas diferenças de interpretação podem surgir numa ampla variedade de assuntos, dependendo das Foram registrados no resultado do exercício os seguintes montantes de imposto de renda e contribuição social correntes condições vigentes no respectivo domicílio da Companhia. Imposto diferido ativo é reconhecido para todos os prejuízos dos impostos diferidos ativos é revisado em cada data do balanço e baixado na extensão em que não é mais provável que e diferidos: lucros tributáveis estarão disponíveis para permitir que todo ou parte do ativo tributário diferido venha a ser utilizado. fiscais não utilizados na extensão em que seja provável que haja lucro tributável disponível para permitir a utilização dos 2013 2012 Impostos diferidos ativos baixados são revisados a cada data do balanço e são reconhecidos na extensão em que se torna referidos prejuízos. Julgamento significativo da Administração é requerido para determinar o valor do imposto diferido ativo Variação no: provável que lucros tributáveis futuros permitirão que os ativos tributários diferidos sejam recuperados. Impostos diferidos que pode ser reconhecido, com base no prazo provável e nível de lucros tributáveis futuros, juntamente com estratégias Imposto de renda corrente (271) (3.119) ativos e passivos são mensurados à taxa de imposto que é esperada de ser aplicável no ano em que o ativo será realizado de planejamento fiscal futuras. Provisões para riscos tributários, cíveis e trabalhistas: As provisões são constituídas para Imposto de renda diferido 33 (296) ou o passivo liquidado, com base nas alíquotas do imposto vigentes na data do balanço. Imposto diferido relacionado a itens todas as contingências referentes a processos judiciais para os quais é provável que uma saída de recursos seja feita para Imposto de renda (238) (3.415) reconhecidos diretamente no patrimônio líquido também é reconhecido no patrimônio líquido, e não na demonstração do liquidar a contingência/obrigação e uma estimativa razoável possa ser feita. A avaliação da probabilidade de perda inclui Variação na: resultado. Itens de imposto diferido são reconhecidos de acordo com a transação que o originou, no resultado abrangente a avaliação das evidências disponíveis, a hierarquia das leis, as jurisprudências disponíveis, as decisões mais recentes Contribuição social corrente (74) (793) ou diretamente no patrimônio líquido. Impostos diferidos ativos e passivos são apresentados líquidos caso exista um direito nos tribunais e sua relevância no ordenamento jurídico, bem como a avaliação dos advogados externos. As provisões são Contribuição social diferida (20) (445) legal ou contratual para compensar o ativo fiscal contra o passivo fiscal e os impostos diferidos estejam relacionados à revisadas e ajustadas para levar em conta alterações nas circunstâncias, tais como prazo de prescrição aplicável, conclu- Contribuição social (94) (1.238) mesma entidade tributada e sujeitos à mesma autoridade tributária. 2.4. Provisões: Geral – Provisões são reconhecidas sões de inspeções fiscais ou exposições adicionais identificadas com base em novos assuntos ou decisões de tribunais. quando a Companhia tem uma obrigação presente (legal ou não formalizada) em consequência de um evento passado, é Provisões: As provisões são reconhecidas quando a Companhia tem uma obrigação presente como consequência de um Em 17 de setembro de 2013, foi publicada a Instrução Normativa RFB 1.397 (IN 1.397) e em 12 de novembro de 2013 foi provável que benefícios econômicos sejam requeridos para liquidar a obrigação e uma estimativa confiável do valor da evento passado, cuja liquidação requer uma saída de recursos que é considerada provável e que pode ser estimada com publicada a Medida Provisória 627 (MP 627) que: (i) revoga o Regime Tributário de Transição (RTT) a partir de 2015, com a obrigação possa ser feita. A despesa relativa a qualquer provisão é apresentada na demonstração do resultado, líquida de confiabilidade. Essa obrigação pode ser legal ou tácita, derivada de, entre outros fatores, regulamentações, contratos, introdução de novo regime tributário; (ii) altera o Decreto-Lei nº1.598/77 pertinente ao cálculo do imposto de renda da pessoa qualquer reembolso. Provisões para riscos tributários, cíveis e trabalhistas – As provisões são constituídas para todas as práticas habituais ou compromissos públicos que criam perante terceiros uma expectativa válida de que a Companhia jurídica e a legislação sobre a contribuição social sobre o lucro líquido. O novo regime tributário previsto na MP 627 passa a contingências referentes a processos judiciais para os quais é provável que uma saída de recursos seja feita para liquidar assumirá determinadas responsabilidades. A determinação do montante da provisão está baseada na melhor estimativa do vigorar a partir de 2014, caso a entidade exerça tal opção. Dentre os dispositivos da MP 627, destacam-se alguns que dão desembolso que será necessário para liquidar a obrigação correspondente, tomando em consideração toda a informação tratamento à distribuição de lucros e dividendos, base de cálculo dos juros sobre o capital próprio e critério de cálculo da a contingência/obrigação e uma estimativa razoável possa ser feita. A avaliação da probabilidade de perda inclui a avaliadisponível na data de encerramento, incluída a opinião de peritos independentes, como consultores jurídicos. Devido às equivalência patrimonial durante a vigência do RTT. A Companhia preparou um estudo dos potenciais efeitos da aplicação ção das evidências disponíveis, a hierarquia das leis, as jurisprudências disponíveis, as decisões mais recentes nos tribunais incertezas inerentes às estimativas necessárias para determinar o montante das provisões, os desembolsos reais podem da MP 627 e IN 1.397 e concluiu que não resultam em efeitos relevantes em suas operações e em suas demonstrações e sua relevância no ordenamento jurídico, bem como a avaliação dos advogados externos. As provisões são revisadas e ser diferentes dos montantes reconhecidos originalmente com base nas estimativas realizadas. Valor justo de instrumentos financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2013, baseada na nossa melhor interpretação do texto corrente da MP. ajustadas para levar em consideração alterações nas circunstâncias, tais como prazo de prescrição aplicável, conclusões financeiros: Quando o valor justo de ativos e passivos financeiros apresentados no balanço patrimonial não puder ser obtido A possível conversão da MP 627 em Lei pode resultar em alteração na nossa conclusão. A Companhia aguarda a definição de inspeções fiscais ou exposições adicionais identificadas com base em novos assuntos ou decisões de tribunais. 2.5. de mercados ativos, é determinado utilizando técnicas de avaliação, incluindo o método de fluxo de caixa descontado. Os das emendas à MP 627 para que possa optar ou não pela sua adoção antecipada no exercício fiscal 2014. A realização Ações ordinárias e preferenciais, dividendos e lucro por ação: a) As ações ordinárias e as preferenciais são classificadados para esses métodos se baseiam naqueles praticados no mercado, quando possível, contudo, quando isso não for do crédito tributário se dará por meio de geração de lucros tributáveis futuros que ocorrerão quando do recebimento de das no patrimônio líquido – Os custos incrementais diretamente atribuíveis à emissão de novas ações ou opções são viável, um determinado nível de julgamento é requerido para estabelecer o valor justo. O julgamento inclui considerações juros sobre capital próprio da coligada Whirlpool S.A., oriundos de distribuição mínima obrigatória de lucros de exercícios demonstrados no patrimônio líquido como uma dedução do valor captado, líquida de impostos. Quando alguma empresa sobre os dados utilizados como, por exemplo, risco de liquidez, risco de crédito e volatilidade. Mudanças nas premissas futuros. O prazo previsto para a realização integral destes créditos tributários é de aproximadamente 3 anos. A conciliação do Grupo compra ações do capital da Companhia (ações em tesouraria), o valor pago, incluindo quaisquer custos adicionais sobre esses fatores poderiam afetar o valor justo apresentado dos instrumentos financeiros. dos tributos lançados ao resultado do exercício da Companhia é como segue: diretamente atribuíveis (líquidos do imposto de renda), é deduzido do patrimônio líquido atribuível aos acionistas da Com2013 2012 panhia até que as ações sejam canceladas ou reemitidas. Quando essas ações são, subsequentemente, reemitidas, qualquer 4. Participações em sociedades coligadas Imposto Contrib. Imposto Contrib. valor recebido, líquido de quaisquer custos adicionais da transação, diretamente atribuíveis e dos respectivos efeitos do 4.1. Movimentação dos investimentos de renda social de renda social imposto de renda e da contribuição social, é incluído no patrimônio líquido atribuível aos acionistas da Companhia. b) 2013 2012 Resultado contábil antes do imposto de renda e contribuição social 361.781 361.781 267.325 267.325 Distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio – A distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio para os Whirlpool S.A. Outros Total Total Diferenças permanentes: acionistas da Companhia é reconhecida como um passivo nas demonstrações financeiras da Companhia ao final do No início do exercício 878.065 4.138 882.203 747.496 Equivalência patrimonial (361.178) (361.178) (269.229) (269.229) exercício, com base em seu estatuto social. Qualquer valor acima do dividendo mínimo obrigatório previsto no estatuto da Ajustes de avaliação patrimonial em controladas 19.550 – 19.550 7.415 Juros sobre capital próprio pago – – (17.646) (17.646) Companhia, somente é provisionado na data em que é aprovado pelos acionistas, em Assembléia Geral. Os juros sobre Equivalência patrimonial 360.778 400 361.178 269.229 Juros sobre capital próprio recebido – – 32.871 32.871 capital próprio são reconhecidos na demonstração de resultado conforme prevê a legislação tributária, todavia revertidos Juros sobre o capital próprio e dividendos recebidos e propostos (241.232) (2) (241.234) (141.937) Outras 350 442 339 434 e classificados no patrimônio líquido para fins de atendimento as normas contábeis. c) Lucro por ação – A Companhia No fim do exercício 4.536 1.021.697 882.203 1.017.161 Base de cálculo 953 1.045 13.660 13.755 efetua os cálculos do lucro por lote de mil ações – utilizando o número médio ponderado de ações ordinárias totais em 4.2. Nossa participação: Quantidade de ações possuídas e participação no capital social da Whirlpool S.A: circulação, durante o período correspondente ao resultado conforme pronunciamento técnico CPC 41. 2.6. Perda por Alíquotas 25% 9% 25% 9% Participação redução ao valor recuperável de ativos não financeiros: A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos Total (238) (94) (3.415) (1.238) No capital (%) Whirlpool S.A. em 31/12/2013 ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que Quantidade de Ações Patrimônio Receita Lucro líquido 8. Impostos a recuperar possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Quando tais evidências são identificadas, e o valor contá2013 2012 Preferenciais Total Votante Ativo Passivo líquido líquida do período bil líquido excede o valor recuperável, é constituída provisão para deterioração ajustando o valor contábil líquido ao valor Ordinárias 195 135 212.116.767 44,39 44,23 6.582.450 4.231.301 2.351.149 6.690.495 812.747 IRPJ antecipado recuperável. Pelas análises e julgamento efetuados, a conclusão da Administração é de que não é necessária a constituição 454.958.734 PIS a compensar 9.710 9.291 de uma provisão para redução para recuperação de ativos. 2.7. Instrumentos financeiros: Os instrumentos financeiros 4.3. Conciliação do Investimento: Para fins de equivalência patrimonial, não devemos considerar o saldo de pagamentos IRRF a compensar 141 12 somente são reconhecidos a partir da data em que a Companhia se torna parte das disposições contratuais dos instrumen- baseados em ações reconhecidos no patrimônio líquido da coligada Whirlpool S.A., em atendimento ao CPC 10. A conciliação 10.046 9.438 tos financeiros. Quando reconhecidos, são inicialmente registrados ao seu valor justo acrescido dos custos de transação do investimento ao exercício findo em 31 de dezembro 2013, é como segue: 2013 Ativo circulante 336 148 que sejam diretamente atribuíveis à sua aquisição ou emissão, exceto no caso de ativos e passivos financeiros classificaTotal Ativo não circulante 9.710 9.290 dos na categoria ao valor justo por meio do resultado, quando tais custos são diretamente lançados no resultado do exerPatrimônio liquido 2.351.149 A realização dos impostos a recuperar se dará através de pedidos de compensação com imposto de renda e contribuição cício. Sua mensuração subsequente ocorre a cada data de balanço de acordo com as regras estabelecidas para cada tipo (59.729) social a pagar e demais tributos de natureza federal. O saldo remanescente realizar-se-á no prazo de até 3 anos. de classificação de ativos e passivos financeiros em: (i) ativo e passivo financeiro mensurado ao valor justo por meio do Saldo pagamento baseado em ações 2.291.420 resultado, (ii) mantido até o vencimento, (iii) empréstimos e recebíveis e (iv) disponível para venda. Ativos financeiros – São Patrimônio liquido ajustado 44,39% 9. Provisão para demandas judiciais e administrativas classificados entre as categorias abaixo, de acordo com o propósito para os quais foram adquiridos ou emitidos: a) Ativos % de participação 1.017.161 A Companhia efetua uma avaliação permanente dos riscos envolvidos em processos cíveis, trabalhistas e tributários que financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado: incluem ativos financeiros mantidos para negociação e ativos Inventimento na coligada surgem no decorrer de suas atividades. Essa avaliação é efetuada com base nas informações disponíveis e nos fatores designados no reconhecimento inicial ao valor justo por meio do resultado. São classificados como mantidos para negode riscos presentes em cada processo, incluindo a opinião dos assessores jurídicos, internos e externos da Companhia. ciação se originados com o propósito de venda ou recompra no curto prazo. Os juros, a correção monetária, a variação 5. Partes relacionadas A Brasmotor S.A. é controlada pela Whirlpool do Brasil Ltda., a qual participa em seu capital em 77,85%. Indiretamente, a Suportada por este processo de avaliação, a Administração constituiu provisão para contingências para as quais é provável cambial e as variações decorrentes da avaliação ao valor justo são reconhecidos no resultado quando incorridos na linha de receitas ou despesas financeiras. A Companhia classifica caixa e equivalentes de caixa e outros ativos nessa categoria. Brasmotor S.A. tem como sua investidora, a Whirlpool Corporation, com sede nos Estados Unidos da América. A Companhia, que uma saída de recursos, envolvendo benefícios econômicos, seja necessária para liquidar a obrigação e uma estimativa b) Investimentos mantidos até o vencimento: ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis com base em sua estratégia, efetua transações financeiras com suas partes relacionadas. As transações financeiras são razoável possa ser feita do montante dessa obrigação, como segue: 2013 2012 com vencimentos definidos para os quais a Companhia tem intenção positiva e a capacidade de manter até o vencimento. submetidas pela área financeira ao departamento jurídico, após análise da: i) disponibilidade de recursos e caixa da Copanhia, Provisão para demandas judiciais e administrativas relacionadas a causas: 4 4 Após reconhecimento inicial são mensurados pelo custo amortizado pelo método da taxa efetiva de juros. Esse método observados seus índices de liquidez; ii) a rentabilidade oferecida com instituições de primeira linha e; iii) a segurança oferecida Trabalhista 4.601 4.601 utiliza uma taxa de desconto que quando aplicada sobre os recebimentos futuros estimados, ao longo da expectativa de pela transação. O departamento jurídico por sua vez avalia as condições formais, submete a operação para deliberação do Tributária Conselho de Administração ou Diretoria, conforme alçada prevista no estatuto social e implementa a execução do respectivo vigência do instrumento financeiro, resulta no valor contábil líquido. Os juros, a atualização monetária, a variação cambial, 4.605 4.605 contrato, se a operação tiver sido aprovada pelos órgãos da administração. O mútuo com a Whirlpool S.A. foi firmado tendo menos perdas do valor recuperável, quando aplicável, são reconhecidos no resultado quando incorridos na linha de receicomo pressuposto a existência de uma rentabilidade atrativa para a Brasmotor S.A. e com a finalidade de financiar o capital Não houve movimentação nas provisões nos exercícios. Abaixo estão demonstrados os depósitos judiciais vinculados e não tas ou despesas financeiras. A Companhia não possui itens classificados nessa categoria. c) Empréstimos (concedidos) e de giro necessário a manutenção da Companhia. As operações e negócios da Companhia com partes relacionadas seguem vinculados a processos provisionados, classificados no grupo de ativo não circulante: recebíveis: ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis, porém não cotados em mercado 2013 2012 padrões e juros praticados usualmente pelo mercado e são acordados de tal forma a garantir uma rentabilidade adequada Depósitos judiciais ativo. Após reconhecimento inicial são mensurados pelo custo amortizado pelo método da taxa efetiva de juros. Os juros, 576 576 à Brasmotor S.A., mantendo, no mínimo, equivalência com tais condições usualmente praticadas no mercado, de forma a Trabalhista a atualização monetária, a variação cambial, menos perdas do valor recuperável, quando aplicáveis, são reconhecidos no Tributário 11.735 11.735 não prejudicar os acionistas não controladores. resultado quando incorridos na linha de receitas ou despesas financeiras. A Companhia classifica os mútuos com partes 12.311 12.311 Ativo relacionadas e outros créditos nessa categoria. d) Disponíveis para venda: ativos financeiros que não se qualificam nas 2013 2012 • Em 1994, a Brasmotor S.A. interpôs uma ação judicial (Mandado de Segurança) pleiteando o reconhecimento do expurgo categorias 2.7a. a 2.7c. acima, sendo que na data de cada balanço são mensurados pelo seu valor justo. Os juros, atualiColigada do Plano Verão (fevereiro de 1989), na base de cálculo do IR e da CSLL. O pleito na ação é o reconhecimento do referido zação monetária e variação cambial, quando aplicável, são reconhecidos no resultado quando incorridos, e as variações Whirlpool S.A. 18.946 20.447 expurgo inflacionário na alíquota de 70,28% para o mês de fevereiro de 1989, sendo que foi reconhecido o direito, pelo decorrentes da diferença entre o valor do investimento atualizado pelas condições contratuais e a avaliação ao valor justo 20.447 Tribunal Regional Federal da 1ª Região, no percentual de 42,72%. O referido entendimento foi mantido pelo STJ, que negou Total 18.946 são reconhecidas no patrimônio líquido na conta de ajustes de avaliação patrimonial enquanto o ativo não for realizado, 49 48 provimento a recurso da União. Paralelamente a essa ação, foi interposta uma Medida Cautelar Incidental ao Mandado de sendo reclassificadas para o resultado após a realização, líquida dos efeitos tributários. A Companhia não possui itens Ativo circulante 18.897 20.399 Segurança para o depósito das quantias em discussão, o que foi feito em 29 de dezembro de 1994 nos valores de R$2.424 e classificados nessa categoria. Passivos financeiros – São classificados entre as categorias abaixo de acordo com a natureza Ativo não circulante Passivo R$2.601 a título de IR e CSLL, respectivamente, valores esses que correspondem ao efeito do expurgo na alíquota de 70,28%. dos instrumentos financeiros contratados ou emitidos: a) Passivos financeiros mensurados ao valor justo por meio do 2013 2012 Tais valores foram inicialmente provisionados pela Companhia e parcialmente revertidos em 2004 com relação aos valores resultado: incluem passivos financeiros usualmente negociados antes do vencimento, passivos designados no reconhecimento incontroversos (diferença para o percentual de 42,72% já ganho), portanto, encontra-se provisionado um residual de R$4.601, inicial ao valor justo por meio do resultado. A cada data de balanço são mensurados pelo seu valor justo. Os juros, a atua- Coligada 801 669 conforme demonstrado no quadro acima, para o qual existe depósito judicial equivalente. Adicionalmente às provisões lização monetária, a variação cambial e as variações decorrentes da avaliação ao valor justo, quando aplicáveis, são Whirlpool S.A. 669 Total passivo circulante 801 constituídas, a Companhia possui demandas judiciais tributárias em andamento, cujas probabilidades de perda, baseadas reconhecidos no resultado quando incorridos. A Companhia não possui itens classificados nessa categoria. b) Passivos financeiros não mensurados ao valor justo: passivos financeiros não derivativos que não são usualmente negociados antes Dos saldos a receber e a pagar acima apresentados, parte refere-se a operações de mútuo entre a Companhia e suas partes na opinião de consultores jurídicos internos e externos, são consideradas possíveis, perfazendo o montante de R$9.515. do vencimento. Após reconhecimento inicial são mensurados pelo custo amortizado pelo método da taxa efetiva de juros. relacionadas, conforme detalhado a seguir: continua … (14.456) (30.298) – 922.122 19.382 168


22 -.ECONOMIA

DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Brasmotor S.A.

CNPJ/MF nº 61.084.984/0001-20 – NIRE 35.300.026.667 – Companhia Aberta Av. das Nações Unidas nº 12.995 – 32º andar – São Paulo-SP … continuação das Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras em 31 de dezembro de 2013 e 2012 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 10. Patrimônio líquido – a) Capital social: O capital social, subscrito e integralizado, é representado por 2.864.444.110 Quantidade de ações 2013 2012 ações escriturais, todas sem valor nominal, sendo 986.060.042 em ações ordinárias e 1.878.384.068 em ações preferen- Ações ordinárias 986.060.042 986.060.042 Lucro atribuível aos acionistas da sociedade 361.449 262.672 ciais. Do montante do capital social, R$102.561 são de acionistas residentes no exterior. b) Reservas de lucros: i) Reserva Ações preferenciais 1.878.384.068 1.878.384.068 Média ponderada de ações (em milhares) 2.864.444 2.864.444 legal – constituída em montante equivalente a 5% do lucro líquido do exercício, até o limite de 20% do capital realizado 2.864.444.110 Lucro básico por ação 2.864.444.110 0,1262 0,0917 atualizado. ii) Retenção de lucros – corresponde ao remanescente de lucro visando, principalmente, atender ao plano de Juros sobre o capital próprio distribuídos por ação investimentos da Companhia e ao reforço do capital circulante. c) Ajuste de avaliação patrimonial e ajuste acumulado – 0,00578 11. Receitas financeiras de conversão: Refere-se aos efeitos reflexos sobre os ajustes de outros resultados abrangentes contidos no patrimônio Ações ordinárias 2013 2012 – 0,00636 líquido da coligada Whirlpool S.A.. d) Juros sobre o capital próprio e dividendos: Em reunião do Conselho de Administração, Ações preferenciais 539 334 2013 2012 Atualização monetária de impostos realizada em 25 de outubro de 2013, re-ratificada em 31 de outubro de 2013, ficou aprovada a distribuição de dividendos Receitas de juros 1.480 1.407 intermediários, para todas as ações integrantes do capital social atual (beneficiando os acionistas que se encontravam Dividendos distribuídos por ação – 1.184 0,02961 0,01466 Outras receitas financeiras inscritos nos registros da Companhia em 25 de outubro de 2013, correspondente a 2.864.444.110 ações), da seguinte forma: Ações ordinárias 2.019 2.925 0,03258 0,01613 1. (a) R$0,07906 por ação, para todas as ações ordinárias; e (b) R$0,08697 por ação, para todas as ações preferenciais, Ações preferenciais relativos aos lucros disponíveis em Reservas de Lucros, conforme balanço levantado em 30 de junho de 2013. O cálculo A movimentação dos dividendos é como segue: 12. Relacionamento com auditores independentes – Atendendo à determinação de divulgação das informações pertinentes Saldos em 1º de janeiro de 2012 769 ao relacionamento com os auditores independentes, nos termos da Instrução CVM nº 381/03, informamos que: No exercício de dos dividendos mínimos obrigatórios segue demonstrado abaixo: 44.754 2013, a Brasmotor S.A. utilizou serviços prestados pela Directa Auditores referente auditoria que estão em conformidade com 2013 2012 (+) Distribuição de dividendos do exercício Lucro líquido do exercício 361.449 262.672 (+) Distribuição de juros sobre capital próprio 17.646 as regras de independência pelas normas brasileiras e internacionais de auditoria. Todos os serviços prestados pela Directa Constituição da reserva legal (5%) – limitado a 20% do capital social (4.439) (13.134) (+) Distribuição de dividendos de saldo de lucros retidos 70.621 Auditores, de auditoria ou não, são, em observância às normas locais e internacionais aplicáveis, devidamente analisados Lucro líquido ajustado 357.010 249.538 (-) Pagamentos (133.442) e aprovados, principalmente quanto às questões de independência, pela Administração da Companhia, e adicionalmente Dividendos mínimos obrigatórios (25%) 89.253 62.385 Saldos em 31 de dezembro de 2012 348 pelo Comitê de Auditoria da Whirlpool Corporation, controladora da Companhia. Distribuição dos juros sobre o capital próprio (+) Distribuição de dividendos do exercício 90.395 Dividendos distribuídos para as ações ordinárias (R$) – 5.699 (+) Distribuição de dividendos de saldo de lucros retidos DECLARAÇÃO 150.926 Dividendos distribuídos para as ações preferenciais (R$) – 11.947 (-) Pagamentos (241.399) Em atendimento ao disposto no artigo 25 da Instrução CVM 480/09, os diretores da Companhia declaram que revisaram, – 17.646 Saldos em 31 de dezembro de 2013 270 discutiram e concordam com as informações contidas nas Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 Distribuição dos dividendos de dezembro de 2013, bem como, concordam com a opinião expressa no respectivo Relatório dos Auditores Independentes Dividendos distribuídos para as ações ordinárias (R$) 29.197 14.456 e) Lucro por ação: Básico e diluído – O lucro básico e diluído por ação é calculado mediante a divisão do lucro atribuível aos sobre as demonstrações financeiras, Directa Auditores. Portanto, os Diretores aprovam a emissão das Demonstrações Dividendos distribuídos para as ações preferenciais (R$) 61.198 30.298 acionistas da sociedade, pela quantidade média ponderada de ações ordinárias emitidas durante o exercício, excluindo as Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013. 90.395 44.754 ações ordinárias compradas pela sociedade e mantidas como ações em tesouraria. Em 2013 e 2012 não houve emissão São Paulo, 19 de fevereiro de 2014. 62.400 de novas ações para circulação aos acionistas. Total de dividendos e juros sobre o capital próprio distribuídos 90.395 Diretores: João Carlos Costa Brega, Enrico Zito, Carlos Henrique Pinto Haddad

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

DIRETORIA

CONTADOR Anderson Pennachio Garbin – CRC 1SP 209.583/O-0

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Acionistas e Administradores da e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção Outros Assuntos – Demonstração do valor adicionado: Examinamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA), Brasmotor S.A. relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia, São Paulo - SP valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar Examinamos as demonstrações financeiras da Brasmotor S.A., que compreendem o balanço patrimonial em 31 de do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Auditoria dos valores correspondentes ao e demais notas explicativas. apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da exercício anterior: O exame das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2012 foi conduzido Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras – A administração da Companhia é responsável Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria, com data de 28 de fevereiro pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras toma- de 2013, sem qualquer modificação. no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas das em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. São Paulo, 19 de fevereiro de 2014. demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Opinião sobre as demonstrações financeiras – Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apreResponsabilidade dos auditores independentes – Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas sentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Brasmotor S.A. em 31 demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de Clóvis Ailton Madeira de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. CRC nº 2SP 013.002/O-3 CTCRC nº 1SP 106.895/O-1 “S”

Este ano voltaremos a crescer. Percebo uma maior criatividade dos fabricantes Getúlio Ursulino Netto, presidente da Abicab.

O coelhinho traz novidades para a Páscoa Em feira da Abicab foram apresentados 150 lançamentos em ovos. O Brasil é o terceiro maior mercado do produto. Em 2013 foram consumidos 80 milhões deles. Paulo Pampolin / Hype

Lúcia Helena de Camargo oi dada a largada para a Páscoa. Os 150 lançamentos em ovos de chocolate, apresentados na manhã de ontem no Salão de Páscoa 2014, começam a chegar às lojas esta semana. E as previsões são otimistas. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), que reúne fabricantes do País, o setor espera crescer pelo menos 10% este ano. O preço dos produtos vai aumentar na mesma proporção. Líder de mercado, a Lacta vendeu 28 milhões de ovos de Páscoa em 2013, sendo que 12% apenas de Sonho de Valsa e Diamante Negro (somados). A empresa decidiu, assim, investir nos clássicos. Além dos carros-chefe, traz Ouro Branco e Amandita com nova embalagem e o Bis X, que virá com adesivos engraçados, visando principalmente o público adolescente. Na outra ponta do escopo, a recém fundada Laciella – inaugurada em 2013 na cidade de Capivari, interior de São Paulo – aposta nos chocolates gourmet, que estarão em gôndolas próprias de 50 pontos de venda do interior e da capital paulista. “Será uma loja dentro da loja”, explica Virgínia Dias, gerente de desenvolvimento da marca. Entre os destaques, o ovo Louvre, de wafer recheado com flocos de arroz (com

F

Fundada em 2013, a Laciella quer entrar no nicho de chocolates de qualidade, mas mantendo preços competitivos, diz Virgínia Dias, gerente da fabricante.

400 gramas), que custará R$ 29,90. “Queremos entrar no nicho de chocolates de qualidade, mas com bom preço.” Já para Top Cau, o chocolate em si fica em segundo plano. Os maiores atrativos são os personagens Bob Esponja, Transformers, Pica-pau, Minions (do filme Meu Malvado Favorito), Sulley e Mike (do filme Monstros S.A. e Universidade Monstros), princesas do filme Frozen, ainda em cartaz

Alais Fonseca, gerente da Top Cau, aposta nos licenciamentos de personagem conhecidos das crianças para ampliar as vendas. nos cinemas, entre outros, que estão entre os brindes que acompanham os ovos. “Desde a origem, os licenciamentos foram a grande aposta da Top Cau ”, diz Alais Fonseca, gerente de marketing da empresa. Os ovos de Páscoa, que serão vendidos com exclusividade por lojas como as Americanas, ainda não tiveram os preços ao consumidor estipulados. Segundo Alais, a Top Cau espera crescer 15% este ano, com meta de vender 9.200 ovos de Páscoa. A Arcor tem planos maiores: estima crescer 30%. Possui um portfólio com 30 opções, sendo 15 lançamentos. O mais popular da marca é o ovo Tortuguita Surpresas Mágicas no sabor chocolate ao leite. Com 150 gramas, custará R$ 5,50. Seu grande chamariz são os brinquedos que acompanham os ovos. Nesta Páscoa 2014 haverá fadinhas cujas asas acendem quando tocadas e, entre outros, bolas de futebol de times diversos. O futebol é o tema central da Garoto, chocolate escolhido como o oficial da Copa do Mundo, já que a empresa é uma das patrocinadoras do evento. Fuleco, o mascote da Copa, aparece em diversos tama-

Temas ligados à Copa apareceram no Salão de Páscoa 2014. Entre eles, a bola oficial da CBF feita em chocolate.

nhos. Haverá a Bola CBF feita de chocolate ao leite, com 250 gramas. E para os adultos, o ovo Talento para comer de colher. Com produção de 80 milhões de ovos de Páscoa no ano passado (18 mil toneladas de chocolate), o Brasil ocupa o terceiro lugar no mundo entre

os produtores, atrás apenas dos Estados Unidos e Alemanha. O consumo per capita, que em 2013 ficou estável em relação a 2012, se mantém em 2,8 quilos por habitante por ano. “Tenho certeza de que este ano voltaremos a crescer, porque percebo uma maior criatividade dos fabricantes

de embalagens, dos profissio nais de marketing, de toda a indústria”, confia Getúlio Ursulino Netto, presidente da Abicab. “Temos 150 novidades, com ovos de tamanhos, formatos e perfis de consumo diferentes. E teremos Copa do Mundo, que incentivará todos os setores.”


ECONOMIA/LEGAIS - 23

DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Nossa estratégia está concentrada em países efervescentes Jean-Charles Naouri, presidente-executivo

Expansão do Casino rima com Brasil Grupo francês aposta em mercados latinoamericanos e asiáticos para compensar as dificuldades enfrentadas na Europa. Felipe Rau/EC

grupo varejista francês Casino divulgou ontem boas notícias: previu um maior crescimento nas vendas e nos lucros este ano, depois que a expansão na América Latina e especialmente no Brasil elevou o lucro operacional de 2013 em 18%. O Casino, que controla a maior varejista brasileira, o Grupo Pão de Açúcar (GPA), e que gera 60% de suas vendas no B r a s i l , Ta ilândia, Vietnã e Colômbia, fez uma previsão para este ano de fortes vendas no exterior, uma volta ao crescimento das vendas na França e um aumento maior do lucro excluindo alguns itens não recorrentes. "Em 2014, a continuidade da execução da estratégia com foco em países efervescentes e em formatos, em combinação com a disciplinada administração do grupo, nos dá confiança em nossas perspectivas de crescimento

O

e rentabilidade", disse o presidente do Conselho e presidente-executivo Jean-Charles Naouri em um comunicado divulgado ontem. A companhia não forneceu quaisquer estimativas em números para 2014. Dados publicados na sextafeira mostraram que a atividade econômica do Brasil teve uma forte queda em dezembro, levantando o fantasma de que a maior economia da América Latina pode ter entrado em uma recessão com o governo apertando a política monetária para conter a inflação. Mas esse cenário só afetou moderadamente as vendas do comércio em geral e dos supermercados em particular. Tanto é assim que o GPAtranquilizou investidores na semana passada ao bater expectativas de analistas com um salto de 28% no lucro trimestral. Esse resultado foi atribuído pela empresa a uma

PREFEITURA MUNICIPAL DE PEREIRA BARRETO/SP Processo nº 010/2014 - Pregão Presencial nº 005/2014 RESUMO DE EDITAL ARNALDO SHIGUEYUKI ENOMOTO, Prefeito de Pereira Barreto - SP, faz saber que se acha aberto até as 14h00min do dia 06 de fevereiro de 2014, o Pregão nº 005/2014, do tipo menor preço por item, objetivando o Registro de Preços para eventual contratação de empresa do ramo pertinente para prestação de serviço de instalação e limpeza de aparelho de ar-condicionado, incluindo material e mão de obra, em setores diversos da administração, conforme relacionado no Anexo I – Modelo de Proposta, que faz parte integrante do Edital. Maiores informações no Dep. de Licitações pelo fone/fax (18) 3704-8505, pelo e-mail: licitacao@pereirabarreto.sp.gov.br, ou ainda o Edital completo no website www.pereirabarreto.sp.gov.br. Pereira Barreto - SP, 18 de fevereiro de 2014. Arnaldo Shigueyuki Enomoto - Prefeito

PREFEITURA MUNICIPAL DE PEREIRA BARRETO/SP Pregão nº 007/2014 - Processo nº 0019/2014 RESUMO DE EDITAL ARNALDO SHIGUEYUKI ENOMOTO, Prefeito de Pereira Barreto, Estado de São Paulo, Faz saber que se acha aberta nesta Prefeitura de Pereira Barreto, até as 14h00min do dia 07/03/2014, a licitação na modalidade PREGÃO PRESENCIAL nº 007/2014, do tipo menor preço por item, objetivando AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTO DE ILUMINAÇÃO PARA INSTALAÇÃO NA PRAÇA MELHOR IDADE, conforme especificações constantes do Anexo I, de acordo com a Lei Federal 10.520/2002. Para maiores informações ou o edital completo, os interessados poderão procurar o Departamento de Licitações desta Prefeitura Municipal, ou pelo telefone/fax (18)3704-8505, no horário de expediente normal ou acessar o site www.pereirabarreto.sp.gov.br, ou ainda enviar e-mail para licitacao@pereirabarreto.sp.gov.br. Pereira Barreto, 18 de fevereiro de 2014. Arnaldo Shigueyuki Enomoto - Prefeito

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO Comunicado de Licitação Acha-se aberta, com instrumento convocatório disponibilizado no Portal da Bolsa Eletrônica de Compras do Estado de São Paulo (http://www.bec. sp.gov.br), bem como no Portal da ALESP (http://www.al.sp.gov.br) ou a ser retirado na Comissão Permanente de Licitação, sala T-71, andar térreo do “Palácio 9 de Julho”, situado na Av. Pedro Álvares Cabral, 201, CEP 04097-900, telefones (11) 3886-6521 e 3886-6872, no horário das 12 às 19 h, a seguinte licitação: Pregão Eletrônico nº 03/2014 - Processo Digital nº 924/2013. Objeto: Prestação de serviços contínuos de manutenção preventiva e corretiva, abrangendo Mecânica em Geral, Arrefecimento, Refrigeração, Elétrica e Eletrônica, Funilaria e Pintura, Alinhamento e Balanceamento em Geral, Pneumático, Acessórios, Lubrificação, Troca de Óleo Lubrificante, Fluido para Freio Hidráulico, Aditivo para Radiador, Filtro de Ar, Filtro de Óleo, com respectivo fornecimento de peças e acessórios de reposição genuínos e ou originais para veículos marca GENERAL MOTORS, FORD, NISSAN, VOLKSWAGEN E MERCEDES BENZ. Abertura: 07/03/2014, às 10 horas e 30 minutos (início do credenciamento). Local: Bolsa Eletrônica de Compras do Estado de São Paulo (http:// www.bec.sp.gov.br). Oferta de Compra nº: 010101000012014OC00005

Pão de Açúcar tem salto no lucro trimestral; Brasil, Tailândia, Vietnã e Colômbia respondem por 60% das vendas globais do Casino.

administração mais ágil, que lhe permitiu reduzir os preços e acelerar o crescimento das vendas apesar de uma economia frágil. No exterior - O Casino divulgou um lucro operacional de 2,36 bilhões de euros (US$

3,24 bilhões) em 2013, em linha com sua meta para o ano. Os lucros com operações internacionais saltaram 32,6%, puxados especialmente pelo Brasil, enquanto a contribuição da França caiu 9,8%. "Como esperado, o bom desem-

penho no exterior compensou a deterioração na França", disseram analistas da CM-CIC Securities em um comunicado. O Casino vem se expandindo há alguns anos nos mercados emergentes de rápido crescimento como Tailândia,

Vietnã, Colômbia e Brasil para compensar a fraqueza na Europa, cuja recuperação econômica está apenas sendo ensaiada. A companhia disse que distribuirá um dividendo de 3,12 euros por ação, um crescimento de 4%. (Reuters)

ANTONIO CARLOS VASQUES LUIZ - ME localizada na Rua Ararapira, nº 320 - Planalto Paulista - SP - CEP 04069-010, devidamente inscrita no CNPJ/MF nº 08.859.976/0001-26, Inscrição Estadual nº 149.699.602.119, declara, para os devidos fins, que extraviou os seguintes documentos fiscais: AIDF 185961788907, NF Modelo 1, SÉRIE 1 de nº 001 a 125 e AIDF 425954655511, NF Modelo 1, SÉRIE 1 de nº 126 a 250.

INDÚSTRIA QUÍMICA UNA LTDA., torna público que requereu na CETESB a Renovação da Licença de Operação para fabricação de outros produtos químicos não especificados anteriormente, sita à Av Industrial Primeira nº 60, Rio Abaixo, Itaquaquecetuba/SP.

INTELICAD INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE EQUIPAMENTOS MÉDICO HOSPITALARES LTDA.-ME torna público que requereu na CETESB a Renovação de Licença de Operação para fabricação de Equipamentos Hospitalares, à Rua Bartolomé Carducho, 336, Jd. das Vertentes - São Paulo - SP CEP: 05541-130.

ACERTO CONSULTORIA FINANCEIRA LTDA., CNPJ 67.669.200/0001-02 e CCM nº 2.070.977-3, comunica o extravio de todos os Livros mod. 51 e 57 e extravio de todos os talões de notas fiscais de serviços do nº 01 ao 750, sendo a última AIDF autorizada de nº 775.

PREFEITURA MUNICIPAL DA ESTÂNCIA HIDROMINERAL DE ÁGUAS DE SÃO PEDRO Tomada de Preços 03/2014 A Prefeitura do Município da Estância Hidromineral de Águas de São Pedro, com sede à Praça Prefeito Geraldo Azevedo, 115, Centro, Águas de São Pedro/SP, torna público, para conhecimento de interessados, que se acha aberta a Tomada de Preços 03/2014, que objetiva a aquisição de medicamentos, por fornecimento parcelado e a pedido. O edital poderá ser retirado diretamente no endereço supracitado, das 12:00 às 17:00 horas, de segunda a sexta-feira. Será exigido cadastramento prévio. Os envelopes com a documentação e a proposta deverão ser protocolados até as 13:30 horas do dia 13/03/2014 sendo que a abertura dos mesmos será neste mesmo dia, às 14:00 horas. Águas de São Pedro/SP, 18/02/2014. Paulo César Borges - Prefeito Municipal.

PREFEITURA MUNICIPAL DA ESTÂNCIA HIDROMINERAL DE ÁGUAS DE SÃO PEDRO Tomada de Preços 04/2014 A Prefeitura do Município da Estância Hidromineral de Águas de São Pedro, com sede à Praça Prefeito Geraldo Azevedo, 115, Centro, Águas de São Pedro/SP, torna público, para conhecimento de interessados, que se acha aberta a Tomada de Preços 04/2014, que objetiva a aquisição de materiais de enfermagem, por fornecimento parcelado e a pedido. O edital poderá ser retirado diretamente no endereço supracitado, das 12:00 às 17:00 horas, de segunda a sexta-feira. Será exigido cadastramento prévio. Os envelopes com a documentação e a proposta deverão ser protocolados até as 13:30 horas do dia 18/03/2014 sendo que a abertura dos mesmos será neste mesmo dia, às 14:00 horas. Águas de São Pedro/SP, 18/02/2014. Paulo César Borges - Prefeito Municipal.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANGATUBA

Pregão nº002/2014 – Processo nº 010/2014 Objeto: Registro de Preços para eventuais aquisições de fitas com área reagente e seringas descartáveis, pelo período de 12 (doze) meses, em atendimento aos pacientes com diabetes da rede municipal de saúde. Encerramento: 07 de março de 2014 às 14.00 horas. Informações (15) 3255-9500 – Ramal 516 ou 518. Angatuba, 12 de fevereiro de 2014.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SANTA GERTRUDES

Tomada de Preços 03/2014 - A Prefeitura do Município de Santa Gertrudes, com Paço Municipal à Rua 01A, 332, Centro, Santa Gertrudes/SP, torna público, para conhecimento de interessados, que acha-se aberta a Tomada de Preços 03/2014, que objetiva a contratação de empresa para execução de obras e serviços de reconstrução asfáltica nas vias públicas do Jardim Bom Sucesso I, com fornecimento de materiais, mão-de-obra e equipamentos necessários. O edital completo com os elementos técnicos poderá ser retirado das 09:00 às 16:00 horas, de segunda a sexta-feira, mediante o recolhimento da taxa de R$ 50,00 (cinquenta reais) no endereço acima citado ou ser retirado pelo site www.santagertrudes.sp.gov.br. Será exigido cadastramento prévio, visita técnica e caução de participação. Os envelopes com a documentação e a proposta deverão ser protocolados no Paço Municipal até às 08:30 horas do dia 10 de março de 2014, sendo que a abertura dos mesmos será neste mesmo dia às 09:00 horas. Santa Gertrudes/SP, 18/02/2014. Danielle Zanardi Leão – Comissão de Licitações.

GUAPIARA S.A.

CNPJ/MF n° 49.324.643/0001-80 - NIRE 35.300.026.055 Companhia Fechada Edital de Convocação - Assembleia Geral Extraordinária Ficam convidados os Senhores Acionistas a se reunirem em AGE da Guapiara S.A., a ser realizada no dia 03/03/2014, na sede social localizada na R. Marcelino da Silva, 140, Sl. 09, Centro, Jandira/SP, às 10hs, a fim de deliberar sobre a seguinte matéria constante da Ordem do Dia: 1. Deliberar sobre a Alteração do Tipo Jurídico da sociedade, transformando de S/A para Sociedade empresária Limitada; 2. Aprovação do Novo Contrato Social; 3. Nomeação de novo administrador; 4. Alteração do quadro societário; 5. Alteração da Razão Social; 6. Outros assuntos de interesse social. Jandira/SP, 14/02/2014. Antonio Battaglia - Diretor Presidente

Companhia Bandeirantes de Armazéns Gerais CNPJ nº 58.128.174/0001-14 - NIRE 35.300.051.009 Convocamos os Srs. Acionistas da Companhia Bandeirantes de Armazéns Gerais para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária no dia 28 de Fevereiro de 2014, às 10:00h, na sede social da companhia, à Avenida Presidente Wilson, 5.047, São Paulo, SP, para deliberar sobre a seguinte Ordem do dia: em Assembleia Geral Ordinária (a) tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício findo em 31/12/2013; (b) deliberar sobre a destinação do resultado do exercício; (c) eleição dos membros do Conselho de Administração para o próximo mandato; e (d) outros assuntos de interesse social; em Assembleia Geral Extraordinária, (a) aumento do Capital Social; (b) alteração do artigo 5º do Estatuto Social da Companhia. São Paulo, 17 de fevereiro de 2014. A Diretoria

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Sorocaba comunica que se acha aberta a Concorrência nº 01/2014 - Processo nº 12.862/2013, destinada à contratação de empresa de engenharia para elaboração de projeto executivo, construção e implantação de 01 (um) reservatório metálico apoiado de água tratada, com capacidade de 2.000 m³, para atender o Centro de Distribuição 15 - Retiro São João (YKK), neste município. Encerramento dia 26/03/2014, às 10:00 horas. O edital completo será disponibilizado no site www.saaesorocaba.com.br. Informações pelos telefones: (15) 3224-5814 e 5815 ou pessoalmente na Av. Pereira da Silva, 1.285, no Setor de Licitação e Contratos. Sorocaba, 18 de fevereiro de 2014. Comissão Especial de Licitações - Maria Eloíse Benette - Presidente

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Sorocaba comunica que se acha aberta a Tomada de Preços nº 01/2014 - Processo nº 104/2014, destinada à contratação de empresa de engenharia para elaboração de projeto executivo, construção e implantação de 01 (um) reservatório metálico de água tratada, com capacidade de 250 m³, para abastecer o bairro Fazenda Genebra, neste município. Encerramento dia 14/03/2014, às 10:00 horas. O edital completo será disponibilizado no site www.saaesorocaba.com.br. Informações pelos telefones: (15) 3224-5814 e 5815 ou pessoalmente na Av. Pereira da Silva, 1.285, no Setor de Licitação e Contratos. Sorocaba, 18 de fevereiro de 2014. Comissão Especial de Licitações - Maria Eloíse Benette - Presidente.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANDRADINA

Extrato de Aditamento Contratual. Processo nº 126/13 – Pregão nº 66/13. Objeto: Contratação de instituição bancária para confecção, entrega e recebimento de carnês do IPTU – Imposto Predial Territorial Urbano, num total estimado em 27.000 carnês, para o exercício de 2014, em conformidade com o Anexo I – Termo de Referência. Contratante: Prefeitura do Município de Andradina. Contratado: BANCO DO BRASIL S.A.. Fica ajustado entre as partes que o pagamento pela prestação dos serviços será realizado na conta-corrente nº 33.977-6, da agência 0273-9, mensalmente, mediante a conferência dos boletos e demonstrativos de autenticações, sendo vedada a retenção do valor da tarifa pela instituição bancária e, consequente, desconto do valor da receita bruta arrecadada. As demais cláusulas e condições dos contratos supra permanecem inalteradas. Data: 18 de fevereiro de 2014. Jamil Akio Ono – Prefeito.

Solaris Equipamentos e Serviços S.A. CNPJ/MF nº 01.633.840/0001-54 - NIRE 35.300.183.070 Extrato da Ata de Assembleia Geral Extraordinária em 31.01.2013 Data, Horário e Local: 31.01.13, 10hs, na sede, Av. Lourenço Belloli, 1050, Osasco/SP. Convocação: Dispensada. Presença: Totalidade dos acionistas. Mesa: Presidente: Paulo Eduardo Martins Esteves; Secretária: Juliana Ferramola Di Marzio Basito. Deliberações Aprovadas: Fica ratificada: (i) a assinatura do Contrato de Aquisição de Maquinários (Purchase Contract), firmado em 1.08.13, entre a Cia. e Haulotte Group SA, com sede e escritórios em La Péronnière, BP9, 42152 L´Horme, França, no valor de USD 1.943.254,25, (ii) Emissão de 10 notas promissórias das parcelas com vencimento entre agosto de 2014 e fevereiro de 2019 para o pagamento do preço de compra do Contrato de Aquisição de Maquinários (Purchase Contract), todas emitidas em 11.12.13, (iii) Emissão de 10 notas promissórias das parcelas de juros com vencimento entre agosto de 2014 e fevereiro de 2019 para o pagamento do preço de compra do Contrato de Aquisição de Maquinários (Purchase Contract), todas emitidas em 11.12.13, (iv) a assinatura de todos os demais documentos e atos praticados pelos administradores e procuradores em razão da assinatura e cumprimento das obrigações do Contrato de Aquisição de Maquinários (Purchase Contract). Encerramento: Nada mais, lavrou-se a ata. São Paulo, 31.01.2014. Acionistas: Sullair Argentina S.A. p/Juan Jorge Eduardo Oxenford e SCGIIIA Holding Ltda. p/ Diego Stark. JUCESP 61.346/14-7 em 10.02.14. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO/SP AVISO DE LICITAÇÃO - CONCORRÊNCIA PÚBLICA nº 001/2014. De conformidade com a solicitação da Secretaria Municipal de Obras, faço público, para conhecimento dos interessados, que se acha aberta, na Prefeitura deste Município, o Edital de Concorrência Pública nº 001/2014, que visa a contratação de empresa para execução de recapeamento asfáltico, com fornecimento de materiais, equipamentos e mão de obra, pelo tipo de menor preço, regida pela Lei Federal nº 8.666/93, suas alterações e demais dispositivos legais expressos no Edital, com as seguintes alterações. Os envelopes dos licitantes com a documentação e a proposta deverão ser entregues no Departamento de Compras e Licitações, sito à Rua Valentim Amaral, 748, nesta cidade, até as 11:00 horas, do dia 25 de março de 2014. O início da abertura dos envelopes será às 14:00 horas, do dia 25 de março de 2014, na Sala de Abertura de Licitações, sito à Rua Valentim Amaral, 748, nesta cidade. O Edital e seus respectivos anexos deverão ser retirados no Departamento de Compras, sito à Rua Valentim Amaral nº 748, Centro Cívico desta cidade, o qual será fornecido das 08:00 às 16:00 horas, a partir do dia 14 de junho de 2013, ou através do site: www.saopedro.sp.gov.br. Para conhecimento do público, expede-se o presente Edital, que será publicado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, do Município de São Pedro, em jornal de grande circulação no estado e no Município e afixado em Quadro de Avisos, no saguão do Paço Municipal. São Pedro, 18 de fevereiro de 2014. Hélio Donizete Zanatta - Prefeito Municipal

DECLARAÇÃO DE PROPÓSITO AldoTibério Margarida, portador da C.I. RG. nº 1.466.887-SSP-SP e do CPF nº 033.607.688-68. Declara sua intenção de exercer cargo de administração na Distri-Cash Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. e que preenche as condições estabelecidas no art. 2º do Regulamento Anexo II à Resolução nº 4.122, de 2 de agosto de 2012. Esclarece que, nos termos da regulamentação em vigor, eventuais objeções à presente declaração devem ser comunicadas diretamente ao Banco Central do Brasil, no endereço abaixo, no prazo de quinze dias contados da divulgação, por aquela Autarquia, de comunicado público acerca desta, por meio formal em que os autores estejam devidamente identificados, acompanhado da documentação comprobatória, observado que o declarante pode, na forma da legislação em vigor, ter direito a vistas do processo respectivo. Banco Central do Brasil Departamento de Organização do Sistema Financeiro (Deorf) Gerência Técnica em Belo Horizonte (GTBHO) Avenida Álvares Cabral, nº 1.605 - 2º andar - Santo Agostinho - Belo Horizonte-MG - CEP 30170-001.

PREFEITURA MUNICIPAL DE BIRIGUI Edital nº 09/2.014 – Concorrência Pública nº 02/2.014 Objeto:j execução ç da obra de construção ç de muro g , passeio p p , grama g p de divisa,, gradil, público, e posto de transformação ç na Creche do Bairro Portal da Pérola II,, com fornecimento de mão de obra, materiais e equipamentos, conforme memorial descritivo, planilha orçamentária, cronograma físico-financeiro e projeto fornecidos pela g p j p Secretaria de Obras. Critério de Julgamento:menor preço g p ç global. ENCERRAMENTO E ABERTURA:- 27/03/2.014,, g às 08h30min. O Edital e seus Anexos na íntegra poderá ser retirado gratuitamente através do site www.birigui. sp.gov.br., pg , ou na Seção ç de Licitações ç no valor de R$ $ 30,00 , (trinta reais). ENCERRAMENTO DA VENDA: 24/03/2.014. INFORMAÇÕES:Ç Seção ç de Licitações ç na Rua Santos Dumont nº 28 ou pelos p telefones (018) ( ) 3643.6125 - 3643 6126,, Birigui, g , 18/02/2.014, Pedro Felício Estrada Bernabé, Prefeito Municipal.

FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 18 de fevereiro de 2014, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente : Condusvale Distribuidora de Material Elétrica Ltda. - Requerido: JB dos Santos Materiais para Construção ME - Avenida Arley Gilberto de Araújo, 08 - Jardim Portal II - 1ª Vara de Falências RECUPERAÇÃO JUDICIAL Requerente : ACP Mercantil Industrial Ltda. - Requerido: ACP Mercantil Industrial Ltda. - Rua Ulisses Cruz, 127 - Tatuapé - 2ª Vara de Falências

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

FDE AVISA: Pregão Eletrônico de Registro de Preços nº 36/00666/13/05 OBJETO: AQUISIÇÃO DE REFRIGERADOR DUPLEX COMBINADO ‘FROST FREE’ - RF - 05. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para: Aquisição de Refrigerador Duplex Combinado ‘Frost Free’ - RF - 05. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 19/02/2014, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações na Av. São Luis, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 10/03/2014, às 10:00 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer rigorosamente o estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 19/02/2014, até o momento anterior ao início da sessão pública. BARJAS NEGRI - Presidente

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

FDE AVISA: TOMADAS DE PREÇOS A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que acha-se aberta licitação para execução de Reforma de Prédio Escolar: TOMADA DE PREÇOS Nº - OBJETO - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ÁREA (se houver) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÍNIMO P/PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAÇÃO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA). 69/05911/13/02 - EE Dep. João Salgado Sobrinho - Rua Aerico Maccagnan, 260 - Cep: 15996-068 - Jd. Brasil - Matão/SP - 210 - R$ 79.775,00 - R$ 7.977,00 - 09:30 - 07/03/2014. 73/00036/14/02 - EE Prof Jorge Nino Soares - Av. 31 de Marco, 1811 - Cep: 06950-000 - Justinos - Juquitiba/SP - 150 - R$ 70.077,00 - R$ 7.007,00 - 10:00 - 07/03/2014. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 19/02/2014, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 40,00 (quarenta reais). Os interessados poderão adquirir o CD-ROM referente às Planilhas, ao custo de R$ 3,00 (três reais), na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, dentro do horário de expediente, das 08:30 às 17:00 horas. Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada à Supervisão de Licitações da FDE, conforme valor indicado acima. Os invólucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. BARJAS NEGRI - Presidente

Duratex S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47

Companhia Aberta

NIRE 35300154410

FATO RELEVANTE ATA SUMÁRIA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO, REALIZADA EM 17 DE FEVEREIRO DE 2014 DATA, HORA E LOCAL: Em 17 de fevereiro de 2014, às 11:30 horas, na Av. Paulista, 1938, 5º andar, em São Paulo (SP). MESA: Salo Davi Seibel - Presidente; e Carlos Roberto Zanelato - Secretário. QUORUM: A maioria dos membros eleitos. DELIBERAÇÕES TOMADAS POR UNANIMIDADE: Considerando que: a) em 22.02.2013, este Conselho de Administração autorizou a aquisição de ações de emissão própria, no período de 26.02.2013 a 25.02.2014, observados o limite de 20.800.000 ações ordinárias, tendo sido efetivamente adquiridas nesse período 1.210.000 ações ordinárias; b) atualmente existem em tesouraria 1.555.054 ações ordinárias de emissão própria; e, c) o processo de aquisição das ações tem por objetivo a aplicação de recursos disponíveis, sendo certo que a Companhia entende ser no melhor interesse de seus acionistas a presente autorização, bem como quaisquer recompras feitas ao seu amparo, Deliberaram: a) autorizar a aquisição de até 22.200.000 ações ordinárias de emissão própria, sem redução do valor do capital social, para manutenção em tesouraria, cancelamento ou recolocação no Mercado, consoante §§ 1º e 2º do artigo 30 da Lei 6.404/76 e Instruções CVM 10, 268 e 390; b) atribuir à Diretoria competência para estabelecer a oportunidade de aquisição das ações dentro desse limite, que representam menos de 10% das 237.812.041 ações ordinárias em circulação no Mercado; e, c) que essas aquisições sejam efetuadas na Bolsa de Valores no período de 19.02.2014 a 18.02.2015, a valor de mercado, utilizando-se recursos disponíveis da “Reserva Estatutária - Reserva para Reforço do Capital de Giro”, e intermediadas pela Itaú Corretora de Valores S.A., sediada na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.400, 10º andar, em São Paulo (SP). ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a tratar e ninguém desejando manifestar-se, encerraram-se os trabalhos, lavrando-se esta ata que, lida e aprovada, foi por todos assinada. São Paulo (SP), 17 de fevereiro de 2014. (aa) Salo Davi Seibel - Presidente; Carlos Roberto Zanelato - Secretário; Alfredo Egydio Arruda Villela Filho e Ricardo Egydio Setubal - VicePresidentes; Álvaro Antonio Cardoso de Souza, Fábio Schvartsman, Francisco Amauri Olsen, Helio Seibel, Henri Penchas e Rodolfo Villela Marino - Conselheiros. Flavio Marassi Donatelli - Diretor de Relações com Investidores.


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EDITAL DE CITAÇÃO – PRAZO DE 20 DIAS PROCESSO Nº 0028396-77.2012.8.26.0224 – ORDEM 1073/12. O(A) Doutor(a) Márcia Blanes, MM. Juiz(a) de Direito da 8ª Vara Cível, do Foro de Guarulhos, da Comarca de Guarulhos, do Estado de São Paulo, na forma da Lei, etc. FAZ SABER a(o) We Decor Ltda, Rua do Rocio, CNPJ 03.030.969/0001-01 e Wagner Esposito, CPF 988.211.308-78, RG 8711496, que lhe foi proposta uma ação de Procedimento Ordinário por parte de Jose Manoel Borges e outro, alegando em síntese: que locou o imóvel comercial, tipo galpão, situado a Rua Icó, 240, Cidade Industrial Satélite de São Paulo, Cumbica, Guarulhos, conforme contrato de locação firmado entre as partes, e que os réus não cumpriram o acordo devolvendo o imóvel em péssimas condições, juntou documentos e requereu a citação e a procedência da ação. Encontrando-se os réus em lugar incerto e não sabido, foi determinada a sua CITAÇÃO, por EDITAL, para os atos e termos da ação proposta e para que, no prazo de 15 dias, que fluirá após o decurso do presente edital, apresente resposta. Não sendo contestada a ação, presumirse-ão aceitos, pelo(a)(s) ré(u)(s), como verdadeiros, os fatos articulados pelo(a)(s) autor(a)(es. Será o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da Lei, sendo este Fórum localizado na Rua José Maurício, 103, 8º Ofício Cível, Centro – CEP 07011-060, fone: (11) 2408-8122, Guarulhos-SP. Guarulhos, 29 de janeiro de 2014.

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Nunca vi a situação em que uma companhia que vá ser fechada aumente investimentos Marco Patuano, presidente-executivo da Telecom Italia.

Leia o jornal pelo smartphone Nuvem do Jornaleiro, novo serviço exclusivo para clientes da Vivo dá acesso a jornais, revistas e agências de notícias, também por computador ou tablet. Divulgação

grupo Telefônica Brasil, dono da Viv o , a n u n c i o u o ntem o lançamento de um serviço que oferece acesso – via computador, tablet ou smartphone – a cerca de 200 revistas, 40 jornais online e duas agências internacionais de notícias, a partir de uma assinatura de R$ 3,49 por semana. Batizado de "Nuvem do Jornaleiro", o serviço é exclusivo para clientes Vivo. O acesso por computadores é permitido a qualquer s i s t e m a o p e r a c i o n a l , e nquanto nos dispositivos móveis, o acesso poderá ocorrer através de Android e iOS. A interface de leitura é o formato de arquivos PDF. As publicações vão desde títulos conhecidos nacionalmente até veículos de temas específicos. O conteúdo estará disponível de forma integral, assim como na publicação tradicional em papel. Haverá, no entanto, um delay (retardo) na publicação na Nuvem do Jornaleiro em relação à publicação para assinantes em papel e circulação nas bancas. Uma revista como a IstoÉ, por exemplo, que é entregue no sábado para assinantes e domingo vai às bancas, estará disponível até terça ou quartafeira. Os jornais estarão abertos pela manhã. A receita proveniente da assinatura será partilhada entre a Telefônica e as empresas jornalísticas, em porcentuais que não foram revelados. No caso das empresas jornalísticas, o faturamento será composto por um montante fixo, pelo fato de as publicações fazerem parte do acervo, e a ou-

A TIM não está à venda, segundo a TIM.

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Valente: ampliação do atendimento ao usuário comum, além de desenvolver soluções para empresas. tra variável em função do volume de visualizações pelos usuários do serviço. Expansão – A Nuvem do Jornaleiro foi lançada em parceria com o Instituto Verificador de Circulação (IVC), que será responsável por auditar o volume de visualizações das revistas e jornais, inclusive do conteúdo publicitário. A expectativa é permitir que os grupos de comunicação aumentem a exposição de seus conteúdos, aumentando as receitas de publicidade.

WTorre vende sua parte do shopping JK Iguatemi empresa de shopping centers Iguatemi informou ontem que comprou 14% do shopping JK Iguatemi da WTorre por um total de R$ 178 milhões, elevando sua participação no empreendimento paulistano para 64%. Em comunicado, a companhia informou que a operação se deu após acordo assinado em fevereiro, no qual negociava com a WTorre a compra da metade que ainda não possuía no shopping. O controle do JK era compartilhado em partes iguais pelas empresas. "Como parte deste acordo, a Iguatemi concordou em adquirir 14% do Shopping JK Iguatemi e a TIAA-CREF, fundo de pensão norteamericano, concordou em comprar os 36% restantes", diz o comunicado. No total, a WTorre receberá R$ 636 milhões para sair do negócio, segundo a Iguatemi, sendo que a empresa terá direito a receber um montante adicional a título de agravamento do preço de compra, com base na receita líquida de 31 de dezembro de 2016. Em nota à parte, o vicepresidente do Conselho de Administração da WTorre, Paulo Remy Gillet Neto, afirmou que o negócio foi fechado em "condições excepcionais". O presidente do Conselho da companhia, Walter Torre Jr., acrescentou que a empresa já discute novas possibilidades de negócios com a Iguatemi após parceria na implementação do JK Iguatemi. Foco mantido – Os projetos em desenvolvimento da WTorre somam 3,2 milhões de metros quadrados de área bruta locável, sendo que os shoppings respondem por 4,5% do total – menor fatia entre as áreas de negócios da

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presidente-executivo da Telecom Italia, Marco Patuano, afirmou ontem que a TIM pretende investir R$ 11 bilhões no Brasil nos próximos três anos e participará dos leilões que forem realizados no setor. Também negou que a companhia esteja à venda. "Nunca vi a situação em que uma companhia que vá ser fechada aumente investimentos. Nós aumentamos no ano passado e vamos aumentar neste ano". Patuano esteve reunido com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, para falar sobre os futuros investimentos da empresa e esclareceu o empenho da empresa de fortalecer a TIM no Brasil. "Temos interesse nas novas frequências quando elas estiverem disponíveis", comentou. A possibilidade de fusão entre TIM e GVT, para ele é "muita especul a ç ã o " . " S ã o c o m p an h i a s q u e t ê m c l a r amente posições complementares. A TIM é muito em telefonia móvel e a GVT muito boa em telefonia fixa", disse. "Seria uma combinação ótima. Porém, neste momento, não estamos falando". (Folhapress)

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empresa, que também atua em desenvolvimento imobiliário, edifícios comerciais, galpões logísticos e entretenimento. Com a transação, o JK Iguatemi foi avaliado em R$ 1,3 bilhão, após consumir investimento total, líquido de luvas, de R$ 322,3 milhões para entrar em operação. A abertura do centro de compras aconteceu em junho de 2012, quando passou a ser o endereço de marcas ainda inéditas no País, como Prada, Dolce&Gabanna, Sephora e Goyard. Segundo a Iguatemi, o shopping ainda está no início da sua curva de maturação, estimada em cinco anos. A companhia disse ainda que o aumento da participação no empreendimento reforça a estratégia de expandir sua fatia em shoppings que já fazem parte do seu portfólio para aumentar receitas e diluir despesas. Regiões – "A Iguatemi mantém seu foco de atuação geográfica e continua nas regiões Sul, Sudeste e Brasília, áreas de maior poder aquisitivo e potencial de consumo per capita do País e, com público-alvo predominantemente das classes A e B, menos suscetíveis às crises e mais exigentes em termos de qualidade dos produtos e serviços oferecidos", diz o comunicado. A Iguatemi acrescentou que a receita operacional líquida esperada para o JK Iguatemi para os seus 12 primeiros meses foi elevada em 10%, passando para R$ 66 milhões, marca que foi atingida "com sucesso, apesar do cenário macroeconômico mais difícil". Para 2014, a empresa prevê que o JK Iguatemi terá receita operacional líquida de R$ 90 milhões. (Reuters)

O lançamento está em linha com a estratégia adotada pela Telefônica e por outras operadoras de telecomunicações de expandir suas bases de serviços na área de tráfego de dados, principal vetor de crescimento das receitas para as empresas do setor. Nos p r i m e i ro s n o v e m e s e s d e 2013, a receita da Telefônica c o m o s S e r v i ç o s d e Va l o r Agregado (VAS, na sigla em inglês – designação que inclui tráfego de dados como fotos, vídeos, músicas, jogos, apli-

cativos, entre outros) cresceu 27,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, passando de R$ 645,9 milhões para R$ 824,0 milhões. "Essa é uma estratégia que vamos continuar perseguindo e incentivando", frisou o presidente-executivo da Telefônica Brasil, Antonio Carlos Valente. Segundo o executivo, a companhia buscará ampliação dos serviços voltados para o usuário comum, além de desenvolver soluções para empresas. (Estadão Conteúdo)

Expansão de serviços na área de tráfego de dados "é uma estratégia que vamos continuar perseguindo e incentivando", afirma Valente.


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Não somos comunistas nem capitalistas: estamos tentando ajudar o povo a sobreviver. Elias Tsolakidis Fotos: Angelos Tzortzinis/The New York Times

Andrew Higgins* avvas Mavromatis, 46 anos, decidido proprietário de uma pequena fábrica familiar de detergentes nunca teve tempo para agitações anticapitalistas. Por isso, ficou "desconfiado e cético" quando abordado por ativistas de esquerda para expulsar os "aproveitadores" do mercado. Porém, lutando para manter sua empresa rentável sob o peso de faturas não pagas e constantes pedidos de subornos, decidiu dar uma chance à proposta deles. Começou a vender diretamente aos consumidores, em dinheiro e a preço fixo, por meio de um coletivo sem fins lucrativos, em vez de vender a lojas e comerciantes como sempre fizera. Quatorze meses depois, ele credita ao grupo a salvação de sua empresa de um colapso econômico grego que se compara a Grande Recessão. "Estamos no meio de uma crise terrível e estamos apenas buscando soluções", afirma Elias Tsolakidis, a força motora por trás do movimento sem-intermediários no norte da Grécia – uma iniciativa pequena, mas surpreendentemente bem sucedida, para redefinir os rumos do comércio. "Não temos uma varinha mágica. Não somos comunistas nem capitalistas: estamos tentando ajudar o povo a sobreviver". Em sua busca por soluções, os gregos estão mexendo com um tipo de economia sem precedentes na Europa moderna. O colapso da economia grega – que encolheu cerca de 25% de 2008 para cá – vem desafiando não só a sobrevivência das pessoas, mas também de alguns dos mecanismos básicos do capitalismo. Na visão dos números locais, o sistema voltado para o mercado da Grécia foi quebrado, vítima da corrupção endêmica, da má gestão orçamentária pelo Estado e das exigências autoritárias de mercados financeiros globais. Em resposta, ideias experimentais como a que Mavromatis abraçou brotaram em cidades por todo o país. Embora sem oferecer uma solução Para o longo prazo, e sendo pequenas demais para alterar o formato geral da economia, as iniciativas representam um e s f o rç o a s c e n d e n t e p a r a abordar uma crise econômica cujo antecedente mais próximo pode ser o período após a Segunda Guerra Mundial.

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Sem intermediários Os ataques ao capitalismo moderno buscando o lucro não são novos na Grécia, onde o Syriza, uma coalizão de forças de esquerda, perdeu por estreita margem na última eleição nacional, em 2012 – e, de acordo com pesquisas de opinião, é atualmente o partido mais popular do país. O líder do partido, Alexis Tsipras, decora seu gabinete em Atenas com um cartaz do ícone revolucionário Che Guevara. Entretanto, o Syriza, assim como muitos outros partidos europeus de esquerda, vem tendo dificuldades para combinar sua retórica inflamada contra a economia "neoliberal" com ações concretas para suavizar uma crise que inclui desemprego à taxa de 27%. Eles têm denunciado cortes de empregos, particularmente no inchado setor público, e atacado as medidas de austeridade impostas pelos credores internacionais da Grécia – em troca de US$ 328 bilhões em resgates. Enquanto a esquerda segue profundamente comprometida com grande parte do status quo, a tarefa de buscar uma nova ordem econômica e trazer algum alívio ao sofrimento grego recai sobre pessoas como Tsolakidis, que organiza os participantes do movimento "sem intermediários" em sua região através de um coletivo

A fábrica de detergentes de Savvas Mavromatis: os resultados conseguidos já permitiram a compra de um caminhão Mercedes para transportar a produção.

Empreendedorismo sem intermediário Na Grécia, pequenos empresários se organizam para vender diretamente ao consumidor.

sem fins lucrativos chamado Grupo de Ação Voluntário de Pieria. O movimento busca cortar atacadistas, donos de lojas, burocratas do governo ou qualquer outro intermediário (que antes tomavam uma parte do lucro e aumentavam o preço dos produtos) entre produtores e consumidores. Em vez disso, o grupo de Tsolakidis possui um site onde os pedidos são feitos com antecedência e então distribuídos aos clientes por um preço fixo – e pagos em dinheiro. Seu grupo recebe uma pequena parte para cobrir despesas, mas não paga salários a seus membros – mais de 3.500 voluntários com ou sem empregos. Trata-se de um pequeno elo em uma longa corrente de iniciativas buscando criar uma economia "social" paralela, começando com o que ficou conhecido como a "revolução da batata" – um movimento hoje nacional que reduziu o preço da batata fazendo os agricultores venderem direto aos consumidores. Problema de corrupção Além de seu s mercados "sem intermediários" regulares, realizados em estacionamentos da região, o Grupo Voluntário de Ação opera uma clínica de saúde gratuita com médicos voluntários e uma farmácia cheia de medicamentos doados. Christos Kalaitzis, de 53 anos, um convertido à causa que cultiva kiwis, azeitonas e grão de bico com sua esposa perto do Monte Olimpo, admite ter ficado cético no início –, mas decidiu arriscar, após perder muito dinheiro com atacadistas e exportadores que abriam falência após pegar seus produtos. "A meta não é destruir o velho sistema de mercado, mas apenas desacelerá-lo e fazêlo mudar. Talvez isso seja um pouco romântico, mas por que eu deveria vender a grandes empresas se seus cheques voltam? Se o livre mercado funcionasse direito na Grécia, nada disso seria necessário", explica Kalaitzis.

Colaboradores do Grupo de Ação Voluntário em armazém: tentativa de criar uma economia "social".

Christos Kalaitzis: "Se o livre mercado funcionasse direito na Grécia, nada disso seria necessário". Ao cortar os intermediários do mercado e evitar pedidos de ajuda ao governo – a abordagem costumeira para muitos esquerdistas no país –, os ativistas esperam aliviar o desespero passivo sentido por muitos gregos, que poderão precisar de uma geração ou mais para sair de seu buraco econômico. "Esse é conceito totalmente novo para a Grécia", afirma Fiori Zafeiropoulou, especialista em formas de misturar

metas sociais e iniciativas comerciais que aconselhou autoridades a criar uma nova lei dando status legal a "empreendimentos sociais cooperativos" – entidades que combinam interesses comerciais e benefícios sociais. Diferente dos ativistas de esquerda, porém, o movimento não pretende derrubar as forças do mercado – apenas fazer com que sirvam melhor os menos privilegiados. O progresso, segundo Fiori,

tem sido lento porque "na Grécia existe um problema, e o problema se chama corrupção" – o que ela definiu como toda uma cultura que gira em torno de obter favores do Estado, além de exigir subornos e comissões. Limpeza continua Mavromatis, o fabricante de detergente, diz que todos os gerentes de compra de supermercados, de proprietários gregos ou estrangeiros, exi-

giam propinas simplesmente para concordar com uma reunião para apresentação de seus produtos. Também pediam dinheiro para assegurar boa exposição nas prateleiras. O preço variava conforme a localização, sendo que as prateleiras mais próximas do chão custavam menos. Em média, ele pagava o equivalente a US$ 1.300 por uma transação, mais presentes no Natal, etc. Ele conta que, quando começou a vender através do grupo sem-intermediários tomou um susto. "Como lidava com supermercados há tanto tempo, fiquei esperando a hora em que eles pediriam dinheiro por baixo do pano, mas ninguém pediu, e eu não paguei mais nada. Não conseguia entender por que eles estavam fazendo tudo aquilo de graça. Estava desconfiado, e ficava pensando: onde está a pegadinha?", recorda. Ele disse acreditar no livre mercado, mas não na Grécia – onde o conceito é distorcido pela corrupção em todos os níveis, público e privado. Hoje, Mavromatis usa regularmente os mercados sem intermediários. Mesmo cobrando um pouco menos que antes, não precisa mais se preocupar em pagar subornos ou ser surpreendido por cheques sem fundo. Ao mesmo tempo, famílias em dificuldades conseguem comprar detergente doméstico, frutas e muitos outros produtos por uma fração do preço normal de mercado. Recebendo dinheiro pela primeira vez desde que a economia da Grécia entrou em queda livre, em 2008, Mavromatis recentemente comprou um novo caminhão Mercedes para transportar o detergente que produz da fábrica, em uma vila perto da cidade de Katerini, a capital da prefeitura (Região Administrativa) de Pieria, e expandiu sua linha de produtos para incluir papel higiênico. Mesmo após seis anos consecutivos de recessão, diz ele, "as pessoas precisam lavar roupas, limpar a louça e ir ao banheiro". *The New York Times News


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