Conclusão: 23h35
CPI DA CASCATA Jornal do empreendedor
Reprodução TV Globo
OS VUCS ESTÃO NAS RUAS DO CENTRO OUTRA VEZ
'Eu apenas fiz o meu trabalho' Diz Rogério Fornaza, 29 anos, o condutor que evitou dezenas de mortes anteontem, quando trens do Metrô colidiram. Pág. 10
Paulo Pampolin/Hype
Mercados desabam com a Grécia
Divulgação
Muito desempenho e conforto nos 5 m de comprimento por 2 m de largura. Pág. 27
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Os caminhõeszinhos só têm de seguir o rodízio. Pág. 11
cultura
Queda livre no BB
300C, o gigante da Chrysler, está de volta.
R$ 1,40
São Paulo, sexta-feira, 18 de maio de 2012
O HERÓI
Pessimismo com rebaixamento, risco de calote e contaminação de toda a zona do euro. Pág. 13
Ano 87 - Nº 23.627
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Há CPIs que acabam em pizza. A do Cachoeira virou cascata, só retórica. Represada, sem servir para desmoralizar a imprensa nem para ofuscar o Mensalão, os governadores e parlamentares relacionados a Carlos Cachoeira foram ontem dispensados de convocação e quebra de sigilo. Sobrou para a CPI só o centro-oeste da Delta, nacional, e nada de seu presidente afastado, Fernando Cavendish. Na Cachoeira seca, a CPI naufragou. Págs . 5 a 7
Escultor inglês Antony Gormley espalha pelo mundo esculturas gigantescas, moldadas a partir da própria imagem. Essa ocupação chega ao Centro Cultural BB (foto) e a diversos pontos da Cidade. Já o mundo disco-dance sai do ar sem a rainha Donna Summer. Nas telas, enigmas sombrios de Allan Poe ganham vida no filme O Corvo, com Alice Eve (dir.). Mais: ritos da Itália em fotos; "pornô para mamães"; cardápio-saúde; travessuras do pianista Lang Lang; ensaio: Juntos ou separados, escrevemos juntos. E Roda do Vinho. Paris Filmes/Divulgação
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HOJE
MIRAGEM?
Parcialmente nublado Máxima 22º C. Mínima 11º C.
Não! O que se vê em meio às areias do Oriente Médio é mesmo um oásis: Doha, capital do Qatar, constrói um novo aeroporto capaz de receber milhares de turistas para a Copa do Mundo de 2022. Luxo não falta nos hotéis, que parecem ter saído das fábulas de As Mil e Uma Noites. Boa Viagem. Pág. 28
Parcialmente nublado Máxima 22º C. Mínima 9º C.
ISSN 1679-2688
23627
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
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sexta-feira, 18 de maio de 2012
Esta tensão na convivência prefeitos-Brasília explodiu agora nessa grosseira e infantil vaia à presidente.
pinião
José Márcio Mendonça
Vaia inoportuna, mas sincera. André Dusek/AE-15/05/2012
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e tão grosseira e despropositada foi a vaia que um grupo de prefeitos e vereadores da tradicional Marcha sobre Brasília aplicou na presidente Dilma Rousseff que a reação dela, de visível irritação, encerrando abruptamente o discurso e apontando o dedo em sinal de cobrança para o organizador do evento, o presidente do Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, não foi despropositada. Homens públicos, mesmo em ocasiões adversas, devem manter a calma e o equilíbrio. Do outro lado, porém, tal qual uma turba incontrolável, estavam também homens públicos e para tais plateias não vale a máxima do escritor Nélson Rodrigues, cujo centenário de nascimento está sendo devidamente comemorado este ano: "Multidão vaia até minuto de silêncio". Como bem lembrou o jornalista Ricardo Setti em seu blog no site da revista Veja, manifestações desse tipo devem ficar para os campos de futebol, território que Nelson iluminou com belíssimas crônicas e que lhe inspirou a frase acima. Noves fora a má educação cívica dos prefeitos e vereadores reunidos na capital da República esta semana, há o fato real de que existe uma forte tensão nas relações entre o poder federal e os municípios. Há quem tenha, tentando deslustrar a insatisfação mal manifestada dos prefeitos nas vaias à presidente, alegado que é fruto dos embates eleitorais que já começam a enfrentar. É apenas uma meia interpretação. A véspera da disputa nas urnas, nas quais a quase totalidade dos prefeitos joga o seu futuro político, seja lutando pela reeleição, seja lutando para eleger o sucessor e manter-se na ativa, apenas ampliou o desgosto já existente entre eles. E que, justiça se faça ao presidente da CNM, por ele e por
JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA
A presidente Dilma Rousseff ao ser vaiada por prefeitos na abertura 15ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios alguns prefeitos que passam na capital sovinando verbas, o assunto tem sido trombeteado na Esplanada dos Ministérios e no Congresso Nacional sem que os ouvidos de quem de direito se abram. O problema é universal – falta de dinheiro: todo governante acha que nunca tem verba o suficiente para tocar seus planos e projetos. Mas os prefeitos brasileiros se consideram mais mal atendidos do que nunca foram, na velha e sovada história dos "primos pobres" da federação brasileira, não de todo exagerada. A riqueza é federal, o mundo dos remediados está nos governos estaduais e a pobreza está nas prefeituras na divisão do gordo bolo tributário brasileiro. Não foi à toa que as vaias começaram a explodir quando Dilma pareceu contrária à reivindicação dos prefeitos de apoiar a distribuição dos royal-
ties do petróleo, previsivelmente mais gordo quando o pré-sal começar a jorrar, equitativamente entre todos os Estados e prefeituras e não apenas entre os produtores do outro dito "ouro negro". Para os prefeitos, o pré-sal é a redenção financeira dos municípios, cada vez com mais contas e com o dinheiro mais curto.
N
essa contabilidade, o fantasma das punições por não cumprimento das normas da Lei de Responsabilidade Fiscal ronda o sono de quase todos eles. É fato que em parte muitos podem ter culpa por estar correndo esse risco, por incompetência e/ou gestão inábil. Porém, em parte eles têm razão de culpar o governo em Brasília por algumas de suas dificuldades. Em primeiro lugar, por causa da questão histórica, recorrente, da concentração dos recursos pa-
ra gastar nas mãos da União, numa distorção dos verdadeiros princípios de uma federação que seria o fortalecimento dos municípios. E depois, porque, nos últimos tempos, o governo central em Brasília está se esmerando em aumentar, obrigatoriamente, as obrigações dos municípios, com mais custo para eles, e ao mesmo tempo, com a outra mão de gato, diminui seus recursos. Mesmo que sejam ações pontualmente justificadas, as contas batem no orçamento dos prefeitos, que ficam à mingua para cumprir tudo que lhes é cobrado por seus concidadãos. Um caso típico das obrigações maiores sem amparo de recursos suficientes é o do piso salarial dos professores. De Brasília, estabeleceu-se um aumento para esse piso – justo, justíssimo. Mas junto não chegou às prefeituras o dinheiro suficiente para pagar o
novo salário. Os prefeitos vão ter de arcar com boa parte desse novo custo e, segundo cálculos da Confederação Nacional de Municípios, uma parte bem significativa das prefeituras ficará fora do que estabelece a Lei da Responsabilidade Fiscal (LRF) para o gasto com salários.
O
dilema de muitos prefeitos é: ou não paga o aumento total aos professores, ou corta outras despesas essenciais ou afronta a LRF. Aliás, esse caso atinge também os governadores, tanto que o comandante do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, por coincidência ex-ministro da Educação, decidiu não cumprir o piso estabelecido em Brasília para os professores da rede estadual gaúcha. E, na contra-mão, o governo federal tira dos municípios de outro lado. Eles partilham
muito menos do que acham que deveriam dos aumentos de arrecadação tributária observados no País nos últimos 15 anos, quando saíamos de uma carga na casa dos 20% para quase 35% agora. Isto porque a maior parte desses aumentos veio de tributos que não são divididos com os municípios (e os Estados também), como Cofins, Contribuição sobre Lucro Líquido (CSLL) e ultimamente até o IOF. Ao mesmo tempo em que, quando quer fazer suas "bondades fiscais", o governo federal utiliza com frequência o IPI e o Imposto de Renda, dos quais quase a metade pertence às prefeituras e aos governos estaduais. Por tudo isso, esta tensão na convivência prefeitosBrasília explodiu agora nessa grosseira e infantil vaia à presidente. Como essa relação não está sendo discutida institucionalmente (o governo parece acreditar que jogando a migalha de um projeto aqui outra ali resolve o problema) a tendência é o clima ficar mais carregado. Com riscos de reflexos políticos desagradáveis para a presidente, muito além de alaridos de vaias ocasionais. JOSÉ MÁRCIO MENDONÇA É JORNALISTA E ANALISTA POLÍTICO
PARTIDOS ANTECIPAM A GUERRA DE NERVOS O
s dois principais candidatos à Prefeitura de São Paulo, José Serra e Fernando Haddad, estão ainda na fase da pré-campanha , mas seus partidos, PSDB e PT, começam a se envolver na guerra das pesquisas: pelo Datafolha e pelo Ibope, o tucano alcança 30% de intenção de voto contra 3% do petista. Na faixa intermediária despontam outros prováveis candidatos, como Celso Russomano (PRB), Netinho de Paula (PC do B), Gabriel Chalita (PMDB) e Soninha Francine (PPS). A cúpula do PSDB, porém, foi sacudida com o ti-ti-ti de que o PT teria recebido uma outra pesquisa, do Instituto Sensus, em que Haddad teria dado um salto e alcançado dois dígitos. A curiosidade fica por conta de
outra informação, a de que os pesquisadores lembravam aos eleitores pesquisados que Fernando Haddad era o candidato de Lula e da presidente Dilma Rousseff. Depois dessa lembrança, vinha a pergunta em quem o eleitor iria votar. Os tucanos, no entanto, desdenharam da notícia e desafiaram o PT a divulgar a pesquisa nos mesmos moldes em que foram publicadas as do Datafolha e Ibope.
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pesar da desconfiança, os tucanos continuam trabalhando com a convicção de que José Serra e Fernando Haddad vão acabar polarizando a campanha, entendendo que será mantida a tradição de PT e PSDB sempre chegarem à reta final das eleições em
EYMAR MASCARO São Paulo. O PSDB já está incomodado, por exemplo, com a presença de Haddad ao lado de Lula nas inserções do PT na televisão. É por isso que o PSDB colou a agenda de campanha de Serra às aparições públicas de Geraldo Alckmin, principalmente nos atos solenes em que o governador participa de inaugurações de obras. O que se esboça na campanha é o confronto de pesos-pesados dos dois
partidos. Para crescer, Haddad tem uma única saída: herdar votos oriundos da popularidade de Lula e do prestígio de Dilma, enquanto Serra trabalha apoiado também na popularidade do governador Alckmin, no empenho do vice Guilherme Afif Domingos e no trabalho do prefeito Gilberto Kassab junto às lideranças comunitárias na periferia. O PSDB será o primeiro partido a realizar sua
Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Claudio Vaz Edy Luiz Kogut Érico Sodré Quirino Ferreira Francisco Mesquita Neto João de Almeida Sampaio Filho João de Favari Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Paulo Roberto Pisauro Renato Abucham Roberto Faldini Roberto Mateus Ordine
convenção, que homologará a candidatura de Serra. A data escolhida é 17 de junho. O PT pretende convocar a convenção para o fim do mesmo mês. O ponto comum entre os dois partidos é que nenhum deles escolheu ainda o candidato a vice. O atraso é proposital: PT e PSDB gostariam de conquistar o apoio do PMDB, mas o partido diz que a candidatura de Gabriel Chalita é inegociável. O que PT e PSDB buscam é "amarrar" coligações com outras legendas, convencidos de que precisam ampliar o tempo de campanha na televisão. O PSB é outro partido que continua sendo paquerado por petistas e tucanos. O presidente Eduardo Campos tem se encontrado
com Lula e gostaria de apoiar Haddad, mas os socialistas participam do governo Alckmin. O desejo do governador pernambucano de se engajar na campanha do PT em São Paulo tem um forte motivo: Campos sonha ser candidato a vice-presidente na chapa de Dilma ou de Lula, em 2014. EYMAR MASCARO É JORNALISTA E COMENTARISTA POLÍTICO MASCARO@BIGHOST.COM.BR
Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, João de Scantimburgo, Marcel Solimeo Diretor-Responsável João de Scantimburgo (jscantimburgo@acsp.com.br) Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Ed i to r - Ch e fe : José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br) Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br) Editores Seniores: Bob Jungmann (bob@dcomercio.com.br), Carlos de Oliveira (coliveira@dcomercio.com.br), chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), Estela Cangerana (ecangerana@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br), Luiz Antonio Maciel (maciel@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br) Editor de Fotografia: Alex Ribeiro Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Fernando Porto (fporto@dcomercio.com.br), Ricardo Ribas (rribas@dcomercio.com.br) e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br) Subeditores: Marcus Lopes e Rejane Aguiar Redatores: Adriana David, Darlene Delello, Eliana Haberli e Evelyn Schulke Repórter Especial: Kleber Gutierrez (kgutierrez@dcomercio.com.br), . Repórteres:André de Almeida, Fátima Lourenço, Ivan Ventura, Karina Lignelli, Kelly Ferreira, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Mário Tonocchi, Paula Cunha, Rafael Nardini, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves, Sandra Manfredini, Sílvia Pimentel, Vera Gomes e Wladimir Miranda. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estado, Folhapress, Efe e Reuters Impressão OESP GRÁFICA S/A Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60
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A NECESSIDADE DE UMA EDUCAÇÃO UNIVERSITÁRIA DE BAIXO CUSTO E ALTA QUALIDADE É MAIS GRAVE DO QUE NUNCA. Arte de Max sobre imagem de arquivo
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eço desculpas de antemão por meter o bedelho num assunto que ignoro completamente. Não sou novato nesse gênero, escrever sobre o que não entendo, principalmente futebol e lulo-petismo. Quanto mais euro, que só entendo de gastar; nem cito a rúpia norteamericana, antes conhecida como dólar, que hoje só serve para comprar bugiganga em Miami, mais barato do que aqui na Twenty Five of March. A maior prova de que a minha compreensão passa longe do futebol é que sou sãopaulino e para mim futebol é simples diversão, não paixão. Passa também muito ao largo do lulo-petismo, não habito o "país dos mais de 80%", onde essa população reside e para ela é mais do que paixão, é religião. Não entendo a lingua que lá é falada e nem quero aprender. Se quiser me familiarizar com uma lingua exótica, escolho o mandarim, muito mais fácil e útil. Sou zelite da velha- guarda e igual quinem os novos-guardistas da crasse mérdia emergente, viajo o mais que posso; mas por favor compreendam, ajudo a lotar apenasmente as áreas VIPs dos nossos aeroportos, que mais parecem rodoviárias em véspera de feriadão. Conheço Roma, cidade-sede do Estado do Vaticano, residência oficial de Sua Santidade o Papa Bento XVI e capital do Império Católico Romano. Babei com a Capela Sistina, decorada por Michelangelo, Rafael, Bernini e Boticelli, entre outros, os Messi e Neymar da pintura da Renascença. Reconheço, porém, minha ignorância que por mais viajado que me meto a ser, nunca visitei o Estado do ABC, resi-
NEIL galbraith
Ferreira
O que a oposicinha pode aprender com o euro dência oficial de Sua Santidade o Cara Primeiro e Único, nascido de mãe que nasceu analfabeta, como Ele mesmo declarou aos seus fiéis, e capital do Império Lulo-Petista. Não pude ainda babar com a Capela do Padim Padi Ciço, decorada, acho, com a obra do Mestre Vitalino, preciosas figuras de barro que acadêmicos, indiscutíveis conhecedores do barroco brasileiro (barroco: feito de barro), equiparam aos Soldados ou Guerreiros de Terracota, da China.
N
em me ajoelhei, portanto, diante da imagem sem cabeça do Beato Virgulino Ferreira, de autoria desconhecida; antes bandido cangaceiro e hoje no panteão do heroísmo pátrio. Partilhamos, ele e eu, o raro
sobrenome Ferreira; acredito ter um pé na cozinha do cafofo dele.
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Mas pera lá, as roupas que a tropa de Virgulino usava não eram fantasias para ir ao Gala Gay coisa nenhuma; eram para desfilar na caatinga e eventualmente sair no trabuco e na peixeira com tropa concorrente, que podia aparecer para disputar a Taça "Glorinha Kalil" de Style & Fashion. C o m o ficou mais que demonstrado, a minha sabença de futebol e lulo-petismo vai além do abaixo de zero e beira o congelamento. Vamos a tudo que não sei sobre o euro e a zona do euro. Tudo não, quase tudo. Aqui não cabe tudo, serei modesto na exposição desta
outra burrice crassa. O euro bateu na trave das 3 merrécas cada e a rúpia norte-americana rela nos dorreal. Não se sabe se vão subir ou cair, portanto faça uma tentativa para controlar a fúria viajeira e sacoleira. Se for correr risco na zona do euro, achtung, attention, attenzione, take care, beware, a coisa na zona do euro é braba, as meninas cobram em euro e meia horinha não sai por menos do que os olhos da cara. Isso aí qualquer trouxa como eu e esperto como você sabe, mas há uma coisa essencial que a oposicinha não sabe, ou finge que não sabe. Não saber é ignorância e quem é ignorante não pode chamar de ignorante a quem todos chamamos de ignorante e você sabe quem é. Fingir
que não sabe deve dar grana, não sei como mas dá; a cumpanherada tá treinada para afirmar na CPI do Cachoeira que não viu, não ouviu e nem sabe de nada.
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a Comunidade Europeia há alternância no poder, capisce oposicinha de meia pataca ? A crise é mais do que gravíssima e é a mesma em todos os países, com alguma diferença de sotaque . Suspeita-se que a Alemanha cogita de comprar a Grécia na bacia das almas para transformá-la em estacionamento dos Mercedes e BMWs dos seus operários. Acho que é o que precisamos fazer aqui com o Paraguai, pros emergentes estacionarem seus fusquinhas meia-nove. Os resultados das últimas
eleições, pasme, não surpreenderam; a oposição é atuante e ganhou de lavada. Nos países socialistas os conservadores venceram, nos conservadores os socialistas venceram. Alternância no Poder é isso, essencial para a Democracia e o Estado de Direito.
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qui é tudo isso que está aí, os governistas mais estrelados nadam de braçada cachoeira acima, não cachoeira abaixo como mereceriam descobertos que foram; não se afogam no Mensalão nem se afundam nos mensalinhos – a oposicinha bocca chiusa parece que leva um troco nesse bungabunga material e moral. Quero entrar na turma do "Mermão Serginho", me dá um guardanapo para dançar num restaurante chique e cheio de loiras aqui em Paris. Ou mergulho no "Triângulo da Obsessão": Mágoa do passado; Raiva do presente; Medo do futuro "Assim é se lhe parece" (Pirandello). NEIL FERREIRA É PUBLICITÁRIO
A REVOLUÇÃO ESTÁ CHEGANDO A
ndrew Ng é professor adjunto de ciência da computação em Stanford, e ele tem um jeito bem charmoso de explicar como sua nova empresa de educação on-line interativa que ele co-fundou, a Coursera, espera revolucionar o ensino superior permitindo a estudantes do mundo todo não só ouvir suas aulas, mas também fazer as tarefas de casa, se formar, receber um certificado por ter concluído o curso e usá-lo para conseguir um emprego melhor ou ganhar uma vaga numa escola melhor. "Normalmente eu dou aula para 400 estudantes", explicou Ng, mas no semestre passado, ele teve 100 mil alunos num curso on-line da máquina de ensinar. "Para chegar a tantos estudantes", declarou, "antigamente eu teria de dar minhas aulas normais em Stanford por 250 anos". Bem-vindos à revolução no ensino superior. Grandes avanços ocorrem quando o que é repentinamente possível encontra o que é desesperadamente necessário. Os custos para se obter um diploma de nível superior têm crescido mais rápido do que os de plano de saúde, assim a necessidade
de garantir uma educação universitária de baixo custo e de alta qualidade é mais grave do que nunca. Ao mesmo tempo, em uma economia do conhecimento, obter um grau de educação superior é mais vital do que nunca. E graças à tecnologia sem fio super-rápida, à internet super-rápida, aos smartphones, ao Facebook, à nuvem e aos computadores em tablet, o mundo passou de conectado para hiperconectado em apenas alguns anos. Por fim, uma geração que cresceu com essas tecnologias sente-se cada vez mais confortável em estudar e interagir com os professores por meio dessas plataformas online.
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combinação de todos esses fatores deu à luz a Coursera.org, lançada em 18 de abril, com o apoio de fundos de risco do Vale do Silício, como meu colega John Markoff foi o primeiro a divulgar. Empresas privadas, como a Phoenix, têm oferecido cursos on-line cobrando uma taxa há anos. E escolas como o MIT e a Stanford têm oferecido aulas on-line gratuitamente. Coursera é o próximo passo: construir uma plataforma interativa que permitirá às melhores
THOMAS L. FRIEDMAN escolas do mundo não só oferecer uma vasta gama de aulas de cursos on-line, como também um sistema de provas, notas, ajuda estudante-estudante e fornecer certificados por completar um curso por menos de US$ 100. (Parece um bom negócio. Um curso na Stanford na vida real custa mais de US$ 40 mil por ano.) A Coursera está começando com 40 cursos – de computação a humanidades – oferecidos por professores de Stanford, Princeton, Michigan e da Universidade da Pensilvânia. "As universidades produzem e detêm o conteúdo, e nós somos a plataforma que o hospeda e o dispara", explicou Daphne Koller, professora de ciência da computação que fundou a Coursera com Ng após verem dezenas de milhares de estudantes seguindo suas aulas on-line grátis em Stanford. "Também vamos trabalhar com empresários para conectar estudantes – só com o consentimento
deles – a oportunidades de emprego que são apropriadas para suas habilidades recémadquiridas. Assim, por exemplo, se uma empresa biomédica está procurando alguém com habilidades de programação e de biologia computacional, ela deve nos perguntar sobre estudantes que se saíram bem nos nossos cursos sobre computação em nuvem e genomas. É ótimo para empregados e patrões – e capacita alguém com uma educação menos tradicional a receber as credenciais para abrir essas oportunidades."
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IT, Harvard e empresas privadas, como a Udacity, estão criando plataformas parecidas. Em cinco anos, isso será uma indústria gigantesca. Como as aulas são em inglês, alunos têm formado grupos de estudo em seus próprios países para ajudar uns aos outros. A maior parte das matrículas vem dos
Estados Unidos, GrãBretanha, Rússia, Índia e Brasil. "Um aluno iraniano mandou um e-mail para dizer que descobriu uma forma de baixar os vídeos das aulas e estava pondo em CDs e as circulando", disse Ng na quinta-feira da semana passada . "Acabamos de chegar a um milhão de matrículas."
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ara facilitar o aprendizado, Coursera divide suas aulas em trechos pequenos e oferece perguntas online, que os próprios alunos podem dar as notas, para abranger qualquer ideia nova. Ela trabalha com o sistema de honra, mas está construindo instrumentos para reduzir as trapaças. Em cada curso, os alunos põem perguntas em um fórum on-line para todos verem e votar nas melhores questões. "Assim as perguntas mais úteis pipocam no topo da lista e as ruins vão para o fim", disse Ng. "Com 100 mil estudantes, pode-se registrar cada pergunta. É uma gigantesca mina de dados." Da mesma forma, se um estudante tem uma dúvida sobre a aula daquele dia e é manhã no Cairo, mas 3h em Stanford, sem problema. "Sempre há
alguém em algum lugar para responder a pergunta depois que ela é publicada", informou ele. O tempo médio para a resposta é 22 minutos.
E
ssas plataformas de ensino de alta qualidade podem permitir que faculdades comunitárias com orçamento apertado nos Estados Unidos "deem um salto" em suas aulas. Isto é, baixar os melhores professores do mundo em qualquer assunto e deixar que seus próprios professores se concentrem no trabalho direto com os estudantes. Koller afirma: "Elas vão permitir que as pessoas sem acesso ao aprendizado de alto nível – por limitações financeiras, geográficas ou de tempo – tenham uma oportunidade de uma vida melhor para elas e suas famílias". Quando se leva em consideração que muitos problemas em todo o mundo são atribuídos à falta de educação, essa é uma notícia ótima. Vamos deixar a revolução começar. THOMAS L. FRIEDMAN É COLUNISTA DO NEW YORK TIMES E TRÊS VEZES GANHADOR DO PRÊMIO PULITZER TRADUÇÃO: RODRIGO GARCIA
DIÁRIO DO COMÉRCIO
4 -.GERAL
GibaUm
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3 Manuela D'Ávila (PCdoB- 3 MAIS: no CQC, contudo, RS) vai se casar este ano com Rodrigo Maroni, da Secretaria de Turismo do governo gaúcho.
gibaum@gibaum.com.br
k A situação está de vaca não conhecer bezerro. Daqui a pouco vão soltar o Cachoeira e prender o Gurgel.
lembrou porque naufragou o romance com o ministro Luiz Eduardo Cardozo. E não escondeu: infidelidades.
Novos casais O tradicional livro Sociedade Brasileira, edição 2012, que durante anos foi feito por Helena Gondim (hoje, é coordenado por Lourdes Catão), será lançado no segundo semestre e, pela primeira vez, terá diversos casais de gays, que vivem conjugalmente, estampados em suas páginas. Contudo, até agora, não há nenhum casal mulher com mulher registrado no livro. No Rio, há muitas que até celebram datas especiais de união e convidam amigas: só que preferem – por enquanto – uma postura mais discreta. 333
PEDRO TAQUES // senador (PDT-MT), sobre o funcionamento da CPI do Cachoeira. Fotos: BusinessNews
OUTRA MULHER Jogo de cena 333 A presidente Dilma Rousseff ainda não engoliu as declarações de Joesley Batista, o poderoso da JBS, que garantiu que “o Planalto havia sido avisado” das negociações para a compra da Delta. Por outro lado, ela cobrou Luciano Coutinho, do BNDES, sobre a transação porque o banco tem 31% da JBS-Frioboi – e ele informou que não tem poder junto às ações da holding. Mais: agora, fala-se que a JBS estaria interessada em entrar na disputa pela compra da portuguesa TAP. Não é nada disso e nem a empresa goiana está interessada em voar: a idéia é espalhar que a JBS é aberta a novas oportunidades em outros segmentos.
OLHO VIVO 333 A Record acaba de instalar câmeras de vigilância dentro dos carros de reportagem. O setor de transporte alega que a medida é para a segurança das próprias equipes. À bordo, as conversas ficaram mais moderadas: nada de palavrões, baixarias e quaisquer criticas à Igreja Universal. Por outro lado, há denúncias não comprovadas que a Record teria instalado, em São Paulo e Rio, câmeras até nos banheiros, fora da área de uso intimo de cada funcionário.
A nova edição do Festival de Cinema de Cannes tem maior participação americana e até o cartaz promocional do evento conta com Marilyn Monroe, numa montagem, soprando as velas do bolo comemorativo à 65ª edição do certame. O cinema brasileiro está na seleção oficial do festival com On the Road, de Walter Salles. Na abertura, no tapis rouge, uma festa de famosas com vestidos de grandes grifes: da esquerda para a direita, Eva Longoria, modelo Marchesa com cauda; Lana Del Rey, usando Alberta Ferretti; Diane Krugger (está no júri), com um verde de Giambattista Valli; a veterana Jane Fonda, num modelo Versace; e a modelo Eva Herzigova, num Dolce&Gabbana. 333
Tapis rouge
333 A presença dos quatro expresidentes no evento de instalação da Comissão da Verdade carrega grande dose de simbolismo. Querem que fique evidente que eles apóiam a comissão, especialmente junto aos militares da reserva, os mais resistentes à idéia. No almoço dos ex-presidentes com Dilma no Alvorada, ela tratou de agradecer e reforçar o gesto. E eles trataram de fazer avaliações da situação econômica mundial, das apreensões com a situação da Europa, da doença do venezuelano Hugo Chávez (com radioterapia suspensa por estar afetando ossos, a informação é que seu estado de saúde está se agravando) e Lula, aproveitando, avisou que sua saúde está em dia, que a perna esquerda está melhorando, embora tenha aparecido uma tendinite no pé. Detalhe: ninguém falou de Demóstenes, Cachoeira e Cia.
Cinco à mesa
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333 Ideal mesmo para o expresidente Lula é que a Delta tivesse sido vendida (está na fase de nova gestão e levantamento da situação financeira) para a poderosa Odebrecht, com a qual tem grandes ligações. A empreiteira presidida por Marcelo Odebrecht, vira e mexe, leva Lula ao exterior, em seus jatinhos.
Coração roubado O cartunista Ziraldo acaba de criar a expressão Morro de Amor pelo Rio para estampar camisetas na campanha em homenagem às comunidades pacificadas pelas UPPs de lá. Muita gente implicou: alguns acham que “morro de amor”, de alguma maneira, acaba fazendo ligação com as mortes nos morros na guerra do tráfico; outros, não gostam do coração que Ziraldo colocou no lugar de “morro”, roubado do famoso logo I Love NY, criado pelo talentoso Milton Glaser. 333
333 Modelo e atriz, nascida em Kiev, também Milla Jovovich, 36 anos, fotografada por Richard Avedon aos sete anos de idade, não resiste e ocupa capa e recheio de Madame Figaro, no melhor estilo de Marilyn Monroe. Ela começou a ganhar fama no cinema com O Quinto Elemento, com Bruce Willis; depois, foi Joana D’Arc de Luc Besson e está no quinto filme da série Resident Evil. Milla é casada com o diretor Paul W.S. Anderson e tem uma filha de cinco anos, Ever Gabo.
Mais uma Marilyn
Até engordou Nos tempos que passou na Penitenciaria Federal de Mossoró, o contraventor Carlinhos Cachoeira perdeu cerca de quinze quilos; agora, no Complexo Penitenciário da Papuda já ganhou dois quilos, segundo sua mulher, Andressa Mendonça, à qual confessou que a comida lá também é melhor.
333
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Cangurus e iguanas nos acessórios.
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PREFERÊNCIA
MISTURA FINA CONSIDERADA maior surfista de ondas grandes do mundo, Maya Gabeira, filha de Fernando Gabeira, que participava do campeonato mundial de surfe, no Rio, circulava a tiracolo com o ator australiano Jesse Spencer, o Dr.Chase da série House. Os dois se conheceram na Califórnia e estão juntos desde o final do ano passado. Maya até apresentou Jesse ao pai. 333
333 A ESCRITORA britânica Annalena McAfee, também editora do caderno de literatura do jornal The Guardian, vem ao Brasil em julho para participar da Flip – Feira Literária Internacional de Paraty, onde fará noite de autógrafos de seu novo livro Exclusiva. Conta a história de duas mulheres jornalistas. Ela vem acompanhada do marido, o autor de bestsellers , Ian McEwan.
Novo alvo Aldemir Bendine, presidente do Banco do Brasil, elegeu um novo alvo: Osmar Dias, vicepresidente do BB na área de Agronegócios, por indicação direta de Dilma Rousseff. Há quem aposte que Bendine trabalha, dia e noite, para encontrar um caminho e defenestrar Dias. Por outro lado, ele está em guerra com Jorge Hereda, presidente da Caixa Econômica Federal: travam disputa pela folha de pagamento do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que pode chegar a R$ 30 bilhões por ano. Hoje, a folha é do BB, só que o TJ resolveu negociar.
333 Nos corredores do Itamaraty, há quem aposte que Antonio Patriota não emplaca o segundo semestre como ministro de Relações Exteriores. Ele foi convidado para assumir o ministério pela própria Dilma, ainda durante a campanha só que vem se revelando diplomata em excesso. Não tem – e nem gosta – nem um pouco do jogo de cintura político, sempre demonstrado, no passado, por Celso Amorim, hoje na Defesa (os dois, à propósito, não se falam). E já se especula que a substituta de Patriota – outra mulher – viria de Washington.
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Gatos e sapos nos acessórios.
Graciosa em campo Graça Foster, presidente da Petrobras, que atua sempre com Dilma avisada, vai deixar Sérgio Machado mais uns tempos na Transpetro. Animado, ele resolveu fazer nova festa para lançar ao mar o navio João Candido, dia 25, o mesmo que, há dois anos, com a presença de Lula, mereceu cerimônia semelhante, mas foi impedido de chegar à água. Se chegasse, afundava, tantos eram os problemas de construção. Agora, Graça estuda transferir parte das encomendas do Estaleiro Atlântico Sul (EAS) para fora do Brasil, com o objetivo de evitar atrasos. Por outro lado, depois do evento da Comissão da Verdade, alguém perguntou a Lula o que achava das demissões de indicados por políticos na Petrobras. E ele: “A Graça está exagerando”.
A SINGAPORE Airlines, dona de luxuoso serviço à bordo, comprou no ano passado, 1,5 tonelada de caviar para suprir a demanda dos passageiros de primeira classe, onde são servidas refeições assinadas por grandes chefs, vinhos nobres e champanhe D.Pérignon e Krug. No mês passado, a mesma Singapore registrou crescimento de 10,4% na quantidade de passageiros transportados, em comparação com o mesmo período do ano anterior. 333
333 A BFFC, dona da rede Bob’s e administradora no Brasil da Pizza Hut e Doggi’s, acaba de comprar mais uma marca, a Yoggi, maior cadeia de frozen yogurt do país (50 unidades em 23 estados). E a Pepsico está conversando com a fabricante de biscoitos de São Paulo, a Marilan, que quer nada menos do que R$ 650 milhões.
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NEM SÓ de chuva vivem as ações de médium Adelaide Scritori, da Fundação Cacique Cobra Coral: agora, a ONG teria sido convocada pelo governo do Estado do Rio para antecipar o inverno por lá, mantendo temperaturas baixas, para ajudar a reduzir a dengue. No frio, o mosquito não prolifera.
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Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero
CHARGE DO DIA
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, 18 de maio de 2012
5 SE ASSIM É CPMI não vê elo entre governadores e o esquema de Cachoeira
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Mantovani Fernandes/O Popular/AE - 21.10.12
CPMI livra Cavendish e três governadores A esperada convocação de Cabral, Perillo, Agnelo e dono da Delta não foi aprovada. Decisão ficou para dia 5.
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C o m i s s ã o P a r l amentar Mista de Inquérito, a CPMI do Cachoeira, livrou ontem governadores e parlamentares da quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico. Livrou Marconi Perillo (PSDB-GO), Sérgio Cabral (PMDB-RJ) e Agnelo Queiroz (DF-PT) da convocação e das explicações que teriam que dar das possíveis relações com o esquema do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. O deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) até foi flagrado pelo SBT enviando mensagem de texto pelo celular para Cabral. "A relação com o PMDB vai azedar na CPI. Mas não se preocupe, você é dos nossos e nós somos teu (sic)". A Delta Construções, apontada pela Polícia Federal como braço financeiro do esquema, também não terá sigilos quebrados, apenas na região Centro-Oeste, embora tenha atuação nacional. No entendimento da maioria dos integrantes da CPMI, "por falta de indícios". Na mesma toada, foi dispensado ainda Fernando Cavendish, presidente licenciado da empreiteira. Só vai para a CPMI do Cachoeira as
Um grupo se reuniu numa sala e decidiu quem vai morrer. O Rio de Janeiro está enterrado até a alma. O que vamos dizer? KÁTIA ABREU pessoas que o assessoravam. Morta – Com as decisões, a CPMI está praticamente sepultada. As investigações devem ficar restritas ao que já foi apurado pela Polícia Federal sobre os integrantes do grupo de Cachoeira, sem avançar para os pontos não apurados pela PF, até o momento, por envolverem políticos que têm direito ao foro privilegiado. A votação foi orquestrada pelo PT e PMDB, que comandam a CPMI, e contou com ajuda da oposição. O relator, deputado Odair Cunha (PT-MG), nem chegou a colocar em votação os requerimentos de convocação dos governadores e da quebra do sigilo da Delta em todo o País. O relator alegou que não vê "índicios suficientes" para
Dida Sampaio/AE
Odair Cunha, se mantidas, decisões do relator vão esvaziar a CPMI.
As gravações da PF que convocar os governadores e envolvem Marconi Perillo nem precisou uma data para (PSDB-GO) ou as fotos votar os requerimentos. A prócomprometedoras de Sérgio xima reunião da CPMI está Cabral (PMDB-RJ) na França marcada para 5 de junho. e o envolvimento de Pela postura adotada ficou servidores do governo de difícil para a base e oposição Agnelo Queiroz (DF-PT) não manter o discurso de que não impactaram na CPMI. Nem houve acordo. A senadora Káeles nem Fernando tia Abreu (PSD-TO) contou que Cavendish vão depor. "um grupo se reuniu numa sala e decidiu quem vai morrer. O Rio está enterrado até a alma. Em nenhum lugar a Delta var o requerimento de quebra cresceu tanto quanto no Rio. O só da Delta Centro-Oeste. que vamos dizer?" Acordão – Mesmo com todo Bagrinhos – Para a senadora, esse cenário, o relator insistiu estão sendo convocados os em negar qualquer acordo pa"bagrinhos". Os importantes ra poupar investigações. "Não estão fora". O líder do PSDB no vamos resumir nossos trabaSenado, Álvaro Dias (PR), tam- lhos em apenas uma reunião", bém criticou. "Dá impressão afirmou Cunha. "Eu não partide estarem selecionando al- cipei de acordo algum. Temos vos por orientação partidá- que ter serenidade", garantiu ria", afirmou. "É um mau co- o deputado Paulo Teixeira (PTmeço desta CPMI", afirmou o SP). "Vossa excelência não senador Ranconsegue d o l f e R o d r iconvencer a gues (PSoluma criança AP), que insisde três anos tia nas convoque essa DelA Delta recebeu cações. "Estamais de R$ 4 bilhões t a n ã o t e m m o s a m a r eque ter seu sido governo e não lando", resugilo aberto em vamos quebrar o miu o senador todo o País", Pedro Taques sigilo? Como rebateu o de(PDT-MT). putado Sílvio vamos explicar Delta – M as Costa (PTBisso ao Brasil? n a d a p r o v oA L ) , e m r e sFERNANDO FRANCESCHINI cou tanta poposta ao relalêmica quanto tor da CPMI. a decisão da Cavendish – CPMI de não quebrar os sigilos A CPMI também deixou de voda Delta no País. O relator, tar o requerimento que pedia com o apoio de parlamentares a convocação de Fernando Cado PT e do PMDB, simplesmen- vendish, presidente licenciate afirmou que não existem in- do da Delta. O requerimento dícios contra a atuação da em- foi retirado da pauta por decipreiteira no Brasil, o que gerou são do relator, mas poderá ser protestos. Franceschini ainda votado posteriormente. Em tentou reverter a situação. vão, Dias cobrou que "a convo"Estamos passando vergonha cação de Fernando Cavendish aqui. A Delta recebeu mais de é urgente, indispensável e inR$ 4 bilhões do governo fede- substituível". Em outra frente, ral e não vamos quebrar o sigi- a CPMI poupou o ex-comanlo da empresa? Como vamos dante da Delta de quebra de explicar isso ao Brasil", ques- sigilos. tionou o deputado. Balanço – Na reunião, a CPMI Provas não faltam – Na ava- aprovou a convocação de 51 liação do líder do PPS, deputa- pessoas para depor e quebrou do Rubens Bueno (PR) "é a CP- mais de 40 sigilos bancários MI do conta-gotas. O dinheiro de pessoas e empresas susdo Centro-Oeste vai para a peitas de servirem de laranja central da empresa". De acor- na suposta organização codo com o líder dos tucanos, mandada por Cachoeira. O "em relação à Delta não exis- presidente da CPMI, senador tem apenas indícios, existem Vital do Rêgo (PMDB-PB) neprovas". Apesar dos protes- gou a existência de qualquer tos, a oposição ajudou a apro- tipo de blindagem. (Agências)
Presidente do BNDES nega interferência do governo Luciano Coutinho diz que aquisição da Delta pelo JBS não teve apoio do Planalto.
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uciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que participação no frigorífico JBS, reiterou ontem a informação de que o Palácio
do Planalto não interferiu na compra da Delta pela holding que controla o frigorífico JBS. "É um assunto que correu por conta e risco do controladores da holding e não teve nem consulta nem aprovação do governo", disse
Fabio Motta/AE - 14.05.12
Luciano Coutinho defendeu que a aquisição foi um risco do frigorífico
Coutinho. Na semana passada, o Planalto chegou a divulgar nota na qual afirmava que "são falsas as ilações de que a referida operação teve aval do governo". Já o empresário José Batista Júnior, um dos controladores do frigorífico JBS, disse que o governo foi consultado e deu aval ao negócio. Ele chamou de "conversa de bêbado, de louco" a versão de que a holding teria negociado sem consentimento do governo. Inquérito – O Ministério Público Federal, que abriu inquérito para investigar o acordo de venda da Delta, pediu informações ao BNDES e às empresas envolvidas no caso e deu prazo até a próxima semana. (Folhapress)
Leia mais sobre a CPMI do Cachoeira nas páginas 6 e 7
Paulo Araújo/Agência O Dia/AE - 10.06.10
Valter Campanato/ABr - 31.08.11
Eduardo Knapp/Folhapress - 18.04.12
ASSIM FICA A CPMI também não vê motivos para convocar o dono da Delta
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Meu advogado me garantiu que pedir dinheiro emprestado não é crime e pagar muito menos. Deputado Stepan Nercessian (PPS-RJ)
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Agnelo suspende contrato com a Delta
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governador do DisAinda segundo o G1, ele trito Federal, Agne- soube pela equipe de relo Queiroz, anun- portagem e imediatamenciou ontem a suspensão do te mandou revogar o termo termo aditivo do contrato aditivo. O aditivo publicado entre o Serviço de Limpeza nesta quinta-feira não traU r b a n a ( S L U ) e a D e l t a ria custos imediatos à adConstruções. O aditivo, ministração pública, seque foi publicado ontem no gundo o SLU, mas autorizaDiário Oficial do Distrito Fede- riam a Delta e a Valor Amr a l, pemitiria à empresa biental – outra empresa ampliar os serviços que que presta serviço de colepresta ao governo. A Delta ta de lixo no DF – fizessem o é suspeita de ter ligações recolhimento de rejeitos com o contraventor Carlos deixados por catadores em Augusto Almeida Ramos, o centros de triagem. O serCarlinhos Cachoeira. viço seria cobrado pelas Segundo informou on- empresas quando entrastem o portal G1, o porta- se em operação. voz do GDF, Ugo O G1 informa Braga, explicou que entrou em que a decisão contato com a do governador assessoria do foi tomada logo Serviço de LimA J&F não após ele tomar peza Urbana comentará co nhe ci men to para saber o da mudança no motivo da amos contrato com a pliação do concontratos empresa. "Ele trato com a Delfeitos pela soube pela ta, mas não tegestão e q u i p e d e r eve retorno, onpassada. portagem do G1 tem. e imediatamen"Esse serviço NOTA DA DELTA te mandou ren ã o e s t á p r evogar o termo visto no contraaditivo. A revogação vai ser to original. O governo vai publicada amanhã", disse buscar outra solução para Braga. recolher o rejeito", afirmou A Delta informou ao G1 o porta-voz. Atualmente, a que não se pronunciaria a Delta tem dois contratos na respeito de contratos fei- área de limpeza pública do tos pela empresa antes da DF, no valor total de R$ 470 mudança de direção. milhões. Os contratos fo"A J&F assumiu a gestão ram fechados antes de Agda Delta Construções na nelo Queiroz assumir o gosegunda-feira (14/05) e já verno. iniciou um rígido processo A Delta é investigada pede auditoria, conduzido pe- la Polícia Federal e pela Cola KPMG, na companhia. A missão Parlamentar Mista J&F não irá comentar os de Inquérito do Cachoeira, contratos feitos pela ges- por suspeita de envolvitão passada antes da con- mento com o bicheiro. A clusão dessa diligência e Controladoria-Geral da reitera que irá se esforçar União (CGU) também apupara manter os 30 mil em- ra supostas irregularidapregos da construtora", in- des cometidas pela Delta, dica a nota distribuída pela que pode ser declarada iniempreiteira. dônea pelo governo.
CPMI chama 'segundo escalão' para depor Entre os 51 convocados foram incluídos o pai, o irmão e até a ex-mulher de Cachoeira. André Dusek/AE - 25.04.12
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C o m i s s ã o P a r l amentar Mista de Inquérito, a CPMI do Cachoeira, aprovou ontem a quebra do sigilo bancário, fiscal e telefônico do que poderia ser considerado o segundo escalão do esquema do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Além disso, foi aprovada a convocação de 51 pessoas suspeitas de envolvimento com os negócios ilegais do contraventor. Entre os que tiveram seu sigilos quebrados está Cláudio Abreu, ex-diretor da Delta no Centro-Oeste, preso desde o final de abril pela Operação Saint-Michel, da Polícia Civil do Distrito Federal. A ação foi um desdobramento da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que, junto com a Operação Vegas, investigou esquema criminoso de Cachoeira. Na lista de convocados foi incluído Cláudio Monteiro, exchefe de gabinete do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), suspeito de ter negociado propina para favorecer a Delta em contratos na capital federal. A família – A CPMI ainda convocou pessoas do círculo familiar do contraventor, como a
Votação de requerimentos: parlamentares aprovaram 51 depoimentos.
Está convocado Leonardo Ramos, apontado como comprador da casa de Marconi Perillo. CPMI DO CACHOEIRA sua ex-mulher Andréa Aprigio de Souza, o ex-cunhado Adriano Aprigio, seu pai Sebastião de Almeida Ramos, o irmão Marcos de Almeida Ramos e o sobrinho Leonardo de Almeida Ramos, apontado no inquérito "como o comprador da casa do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB)". O irmão do senador Demóstenes Torres, procurador-geDida Sampaio/AE
ral de Justiça do Estado de Goiás, Benedito Torres, também será chamado para esclarecimentos. Gravações telefônicas apontam que Demóstenes teria colocado o Ministério Público Estadual à disposição de Cachoeira. Também deve ser convocado Ronald Bicca, ex-procurador-geral do Estado de Goiás. Ele pediu licença em abril, após ter o seu nome citado em trechos de conversas do contraventor com auxiliares. Os integrantes da CPMI também votaram pela quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico de outros auxiliares diretos de Cachoeira, como Idalberto Matias de Araújo, o Dada; Gleyb Ferreira e Geovani Pereira da Silva. Outro dos auxiliares, o ex-vereador de Goiânia, Wladimir Garcez, terá apenas o sigilo telefônico quebrado. Elos – Como Cachoeira e Abreu, Dadá também está preso. O ex-sargento da Aeronáutica, segundo a Polícia Federal, atuava como informante e auxiliar do bicheiro. Geovani Pereira da Silva é apontado pela PF como tesoureiro da quadrilha. E Garcez é mencionado como o principal elo de Cachoeira com influência no
Prisão de Cláudio Abreu: o ex-diretor da Delta escapou da PF e caiu na operação da Polícia Civil do Distrito Federal.
governo de Goiás. Gleyb é citado como braço direito de Carlinhos Cachoeira. A comissão também aprovou requerimento que pede que sejam encaminhadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) informações consideradas "atípicas" de Carlinhos Cachoeira, Cláudio Abreu, Idalberto Matias de Araújo e José Olímpio Queiroga Neto, outro auxiliar de Cachoeira flagrado em diversas gravações da Polícia Federal. Saint-Michel – Deputados e senadores também decidiram pedir informações à Polícia Civil do Distrito Federal sobre a Operação Saint-Michel. A ação resultou no bloqueio dos bens do bicheiro, do ex-diretor da construtora Delta, Claudio Abreu, e de outras seis pessoas denunciadas por formação de quadrilha e tráfico de influência. As datas dos depoimentos ainda não foram marcadas. (Agências)
Força quer negociar demissões Convite para Reunião do Conselho de Política Urbana - CPU (informações, debates e busca de soluções)
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m nota divulgada ontem, a Força Sindical anunciou que quer organizar manifestações nos locais onde a Delta Construções tiver paralisado suas obras. Desde que as relações da empresa com o contraventor Carlinhos Cachoeira vieram à tona, a construtora já abandonou várias obras importantes, como a Ferrovia Oeste-Leste –
TEMA:
Jurandir Fernando Ribeiro Fernandes Secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos
DEBATEDORES:
Massimo Giavina-Bianchi
Presidente Sócio da Trans Sistemas de Transportes S.A. - T’TRANS
Telmo Giolito Porto
Diretor Comercial do Grupo Tejofran
Dia: 22 de maio de 2012, terça-feira Horário: 10 horas Local: Rua Boa Vista, 51 - 9º andar - Centro - SP Reunião aberta ao público
Soluções – A central informa que proporá ao governo federal negociações para buscar soluções. Segundo a Força, dos mais de 30 mil empregos diretos e 100 mil indiretos da Delta, 80% estão na base da Força Sindical. A entidade teme que, ao ser declarada inidônea pela Controladoria Geral da União (CGU), o quadro de demissões se agrave. (AE)
'Pedir dinheiro emprestado não é crime', diz Stepan.
“Trilhos (Metrô - CPTM)”. PALESTRANTE:
uma das prioridades do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na Bahia; a reforma do Maracanã; e a Transcarioca – corredor de ônibus no Rio de Janeiro. A prefeitura de Fortaleza anunciou que rescindiu contrato para obras da Copa e, no Rio, a construtora também deixou o consórcio responsável pela obra do Complexo Petroquímico.
Beto Barata/AE
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nvestigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de envolvimento ilícito com o contraventor Carlinhos Cachoeira, o deputado Stepan Nercessian (PPS-RJ) queixou-se ontem, em discurso no plenário da Câmara, que até o momento não recebeu nenhuma notificação formal da Corte, da Procuradoria Geral da República ou da Polícia Federal sobre denúncias contra ele. Devolução – Stepan lembrou que faz mais de quarenta dias que seu nome apareceu em gravações da PF como tendo pedido R$ 160 mil de empréstimo a Carlinhos Cachoeira. Num discurso eloquente, ele afirmou que pagou o contraventor quatro dias depois e que nem precisou usar o dinheiro dele, a quem considera amigo. "Não estou aqui para fazer
Inflamado: Stepan discursa em defesa própria na Câmara. defesa de crime que não cometi. Meu advogado me garantiu que pedir dinheiro emprestado não é crime e pagar muito menos", disse o deputado, que pediu licença do PPS assim que seu envolvimento com o contraventor foi tornado público para se defender. Stepan reconheceu que
comprou para Cachoeira ingressos para o carnaval do Rio de Janeiro. Ele disse que é frequentador dos desfiles carnavalescos. "Estou esperando o momento exato de apresentar à Justiça, assim que me for dado o direito, as provas e explicações que se fizerem necessárias", disse. (AE)
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Essa frente que se forma para eleger o Serra de novo vem para servir a população. É uma união que tem história. Geraldo Alckmin, governador paulista.
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Guerra: CPMI não avança porque aponta para Brasília.
José Cruz/ABr
Presidente do PSDB diz que investigações esbarram nas ramificações de Cachoeira para levar isso adiante com vistas a um resultado". Segundo o tucano, a versão de que haveria um acordo entre governo e oposição para evitar a convocação de governadores pela CPMI "tem muita ficção". Ele afirmou que é a favor da convocação do governador de Goiás, Marconi Peril-
Governos estaduais não querem deixar [a CPMI] ir adiante. Não é porque não tem coisa por trás. É porque tem. SÉRGIO GUERRA, PRESIDENTE DO PSDB. lo (PSDB), para depor na comissão, mas com a condição de também serem convocados os governadores Sério Cabral (PMDB-RJ) e Agnelo Queiroz (PT-DF). "Convocar governadores é uma coisa positiva", admitiu Sérgio Guerra. Desde que sejam todos. Senão está vitimando um. Mas é muito provável que o PMDB não deseje
que o governador Cabral seja ouvido. É muito provável que o PT não tenha interesse em ouvir o governador do Distrito Federal". O presidente do PSDB fez questão de repetir que considera as acusações a Perillo um "ataque especulativo" contra o partido. Em almoço com empresários mineiros em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte, ele foi categórico em afirmar que "nada vai ter de relevante contra o governador de Goiás". Para Guerra, ainda é preciso verificar o que "é fato" nas conversas de Cachoeira gravadas pela Polícia Federal. Mas ele salientou que, apesar de o contraventor ter "muitas pessoas conhecidas" e "muita influência", Cachoeira é "provinciano" e "muito menor do que se diz". Comissão de ética – Apesar de afirmar ser favorável às investigações das ramificações de Carlinhos Cachoeira, o presidente do PSD procurou minimizar o envolvimento de tucanos com o contraventor e adiantou que o partido descarta submeter o governador Marconi Perillo à Comissão de Ética do partido. (AE)
DEM fecha aliança com tucanos em SP e na Bahia Em troca do apoio a Serra, PSDB anuncia apoio a ACM Neto em Salvador
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Juca Varella/Folhapress
Democratas (DEM) fechou ontem aliança em torno do précandidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra. As lideranças do DEM deixaram claro que mesmo que o vice na chapa tucana não seja do partido, o acordo está selado. O anúncio foi feito em evento na Avenida Paulista, em São Paulo. Participaram do evento diversas lideranças dos dois partidos, que desconversaram sobre a indicação do futuro candidato a vice. "Estamos ampliando o arco de alianças. Em uma candidatura vitoriosa as alianças são decisivas. Estamos somando. São Paulo precisa de um grande soma de forças políticas para ser bem administrada. O vice é algo que só vamos ver mais adiante, ninguém está fazendo hoje nenhuma exigência. Vamos conversar com todos, mas vamos dei-
xar isso para a segunda quinzena de junho", disse Serra. Festa – O anúncio do apoio foi acompanhado por centenas de militantes do DEM, e também contou com a presença de lideranças do PSDB, como o governador Geraldo Alckmin, Andrea Matarazzo e o ex-governador Alberto Goldman, que foi vice na chapa de Serra para o governo do estado. Eles também ressaltaram a importância da união entre os partidos. "Essa frente que se forma para eleger o Serra de novo vem para servir a população. É uma união que tem história e que tem futuro", disse Alckmin. Vice– As principais lideranças do DEM afirmaram que, apesar de ser natural o partido pleitear o cargo de viceprefeito na chapa, o assunto ainda não está em discussão. "O Democratas continua pretendendo indicar o vice,
mas de forma alguma fará imposições ou vetos. Nós queremos contribuir com a vitória de Serra, esse é o desejo maior. O partido entende que tem legitimidade para pleitear o vice", disse o deputado federal ACM Neto, pré-candidato do partido à Prefeitura de Salvador. Ele afirmou não ficar desconfortável em fazer parte de uma chapa composta também pelo PSD, partido do prefeito Gilberto Kassab que tem diversos dissidentes do DEM. "Não será apenas em São Paulo. Em diversas cidades do Brasil, PSDB e DEM participarão da mesma chapa. O que vale ressaltar é a história de parceria entre DEM e PSDB". (Agências) Calor de campanha: militante do DEM beija candidato tucano José Serra em evento de apoio do DEM na Avenida Paulista, em São Paulo.
Para todos: Sérgio Guerra (com Álvaro Dias (PSDB-PR) diz que não se pode ouvir apenas Marconi Perillo.
PF aponta até pagamento de garota de programa
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rampos da Operação Monte Carlo mostram que o bicheiro contratou uma garota de programa para Eduardo Siqueira Campos, filho do governador do Tocantins, informa Leandro Mazzini, na Coluna Esplanada do site Congresso em Foco. O inquérito da Operação Monte Carlo traz um trecho revelador dos expedientes que eram usados pela quadrilha para obter vantagens nas suas aproximações de governos. Como a empreiteira Delta Construções tinha vivo interesse em fechar contratos no Tocantins, o contraventor Carlinhos Cachoeira pagou
Pimentel é denunciado por viagem em jatinho
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situação do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, pode se complicar na Comissão de Ética Pública da Presidência da República, em decorrência de uma nova denúncia contra ele, por ter viajado em jatinho cedido pelo empresário João Dória Júnior, em outubro do ano passado. Segundo informação do Portal Terra, Pimentel acompanhava a presidente Dilma Rousseff em viagem à Europa, e utilizou um avião fretado pelo empresário João Dória Júnior para ir da Bulgária, onde estava com a comitiva presidencial, até a Itália, para participar de um encontro com empresários brasileiros e italianos. Com base no Código de Conduta da Alta Administração Federal, que proíbe autoridade pública de "receber transporte, hospedagem ou favores de particulares de forma a permitir situação que possa gerar dúvida sobre a sua probidade", o PPS dá entrada nesta sexta-feira, na Comissão de Ética do Planalto, com uma nova representação contra Pimentel, que será analisada na próxima reunião do conselho, dia 11 de junho. (AE)
Evaristo SA/AFP - 13.07.05
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presidente do PSDB, deputado federal Sérgio Guerra (PE), afirmou ontem que a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) criada para investigar a atuação do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, "não tem a menor chance de avançar" porque as "ramificações" do bicheiro "apontam na direção de Brasília". O tucano negou que haja acordo para poupar políticos. Mas avaliou que o envolvimento de integrantes de várias legendas com Cachoeira emperra as investigações e que o governo só apoiou a criação da CPMI "para evitar que o foco fique onde deve ficar, que é o julgamento do mensalão". "Não estou acusando partidos, mas não vejo muita gente interessada em levar isso (CPMI) adiante. Porque atinge governos de vários partidos. O Executivo no plural – o governo federal também – e governos estaduais não querem deixar ir adiante. Não é porque não tem coisa por trás. É porque tem", disparou Guerra, que não vê "vontade política, orientação, processo, método
Cachoeira: esquema revelado. um jantar e contratou uma garota de programa para acompanhar Eduardo Siqueira Campos, o então secretário de Planejamento do Tocantins e filho do governador Siqueira
Campos (PSDB). De acordo com o relatório da Polícia Federal, o jantar de Eduardo Siqueira Campos, exdeputado e ex-senador, com a garota de programa aconteceu no dia 19 de maio de 2011, em Goiânia. No dia seguinte, segundo interceptação telefônica que consta do inquérito, Cachoeira conversou com o ex-diretor da Delta para a região CentroOeste sobre o "arranjo" para agradar ao secretário. Cachoeira reclama do valor da conta, R$ 1 mil, e Abreu o ironiza: "Você deu para vir de Brasília só para tomar vinho, bem feito!".
SECRETARIA DA SAÚDE AUTARQUIA HOSPITALAR MUNICIPAL Torna público que realizará no dia e hora a seguir determinado: Pregão Presencial n° 060/2012 - Processo nº 2012-0.071.394-6. Objeto: AQUISIÇÃO DE ATADURA, COMPRESSA E MALHA TUBULAR, DIVERSAS MEDIDAS, PARA USO NAS UNIDADES DA AUTARQUIA HOSPITALAR MUNICIPAL. Data Abertura: 31/05/2012 - às 09:00 horas Endereço: Rua Frei Caneca, 1398/1402, 2º andar - Consolação - São Paulo Capital. Custo do Edital: R$ 5,85 Pregão Presencial n°: 071/2012 - Processo nº. 2012-0.077.993-9 Objeto: AQUISIÇÃO DE CATÉTERES DIVERSOS TAMANHOS, ELETRODO BIPOLAR E INTRODUTOR DE CATÉTER, PARA USO NAS UNIDADES DA AUTARQUIA HOSPITALAR MUNICIPAL. Data Abertura: 01/06/2012 - às 09:00 horas Endereço: Rua Frei Caneca, 1398/1402 - 2º andar - Consolação - São Paulo Capital. Custo do Edital: R$ 5,85 O edital do pregão poderá ser consultado e/ou obtido no site: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br ou no Núcleo de Licitações da Autarquia Hospitalar Municipal, situada na Rua Frei Caneca, nº 1398/1402, - 9º andar - Consolação - São Paulo - Capital, das 09:00 às 16:00hs ou mediante depósito em nome da Autarquia Hospitalar Municipal - Conta Corrente: 5.415-1 Agência: 1.897-X (Banco do Brasil) - (Apresentar comprovante do depósito).
SECRETARIA DA SAÚDE DIVISÃO TÉCNICA DE SUPRIMENTOS - SMS.3 ABERTURA DE LICITAÇÕES Encontram-se abertos no Gabinete, os seguintes pregões: PREGÃO ELETRÔNICO 097/2012-SMS.G, processo 2012-0.052.480-9, destinado ao registro de preço para o fornecimento de CÂNULA ENDOTRAQUEAL COM BALÃO, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Grupo Técnico de Compras - GTC/Área Técnica de Material Médico Hospitalar, do tipo menor preço. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 11 horas do dia 31 de maio de 2012, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 1ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. PREGÃO ELETRÔNICO 151/2012-SMS.G, processo 2012-0.084.443-9, destinado ao registro de preço para o fornecimento de FITA ADESIVA PARA AUTOCLAVE 19 MM X 30 M, para a Divisão Técnica de Suprimentos - SMS.3/Grupo Técnico de Compras - GTC/Área Técnica de Material Médico Hospitalar, do tipo menor preço. A abertura/realização da sessão pública de pregão ocorrerá a partir das 09h30min do dia 04 de julho de 2012, pelo endereço www.comprasnet.gov.br, a cargo da 5ª Comissão Permanente de Licitações da Secretaria Municipal da Saúde. RETIRADA DE EDITAIS Os editais dos pregões acima poderão ser consultados e/ou obtidos nos endereços: http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br; www.comprasnet.gov.br, quando pregão eletrônico; ou, no gabinete da Secretaria Municipal da Saúde, na Rua General Jardim, 36 - 3º andar - Vila Buarque - São Paulo/SP - CEP 01223-010, mediante o recolhimento de taxa referente aos custos de reprografia do edital, através do DAMSP, Documento de Arrecadação do Município de São Paulo. DOCUMENTAÇÃO - PREGÃO ELETRÔNICO Os documentos referentes às propostas comerciais e anexos, das empresas interessadas, deverão ser encaminhados a partir da disponibilização do sistema, www.comprasnet.gov.br, até a data de abertura, conforme especificado no edital.
p Governo pede apoio para acelerar PAC DIÁRIO DO COMÉRCIO
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Tem que votar a redistribuição dos royalties sem ficar subjugado aos interesses de uma minoria. Paulo Ziulkoski, presidente da CNM.
olítica
Em evento com prefeitos, a ministra Miriam Belchior (Planejamento) reforça pedido para que pressionem pela adoção do Regime Diferenciado de Contratações (RDC) Elza Fiúza/ABr
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Miriam Belchior: "O TCU aprova essa iniciativa (uso de RDC em obras), considera que ela é boa".
Na Câmara, vaza até gás.
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s integrantes do Corpo de Bombeiro do Distrito Federal liberaram o uso do prédio do Anexo 3 da Câmara, perto do Congresso Nacional, que foi esvaziado no final da manhã de ontem depois de uma suspeita de vazamento de gás no local. De acordo com a tenente da corporação, Juliana Costa, foi detectado no laboratório do Departamento Médico, localizado no subsolo prédio, um "pequeno" vazamento de gás oriundo da reação química de alguns produtos usados para a esterilização e lavagens dos materiais do setor. "Os produtos podem ter entrado em contato com a rede de esgoto e gerado uma pequena explosão. Os funcioná-
rios detectaram um cheiro estranho e fumaça. Mas sem representatividade de risco". A orientação passada por bombeiros é que o laboratório permaneça isolado até hoje.
O resto do prédio de 3 andares foi liberado. No local, além de Departamento Médico, estão 80 gabinetes dos deputados e a consultoria legislativa da Câmara. (Folhapress)
Pedro Ladeira/Frame/AE
Acionados, bombeiros ajudaram na liberação do prédio.
governo federal quer o apoio dos prefeitos para aprovação na Câmara dos Deputados dos projetos que modificam a Lei de Licitações para obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e a cobrança de ICMS no comércio eletrônico (e-commerce). O primeiro projeto amplia para o PAC o uso do Regime Diferenciado de Contratações (RDC), usado hoje nas obras da Copa e Olimpíadas. A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, afirmou que esse sistema, já utilizado nos aeroportos, reduziu para um terço o tempo das licitações e gerou economia de 15%. "Se há condições de fazer mais rapidamente e com preço menor, por que não estender para o PAC também? A legislação tem de acompanhar a realidade. O Tribunal de Contas da União (TCU) aprova essa iniciativa, considera que ela é boa. Não tem risco adicional. Pelo contrário, reduz a possibilidade de conluio entre os participantes", disse a ministra, após evento da Marcha dos Prefeitos, em Brasília. Ideli Salvatti, ministra das Relações Institucionais, pediu apoio a essa proposta de acelerar as obras do PAC. Disse ainda que a mudança no ICMS contribuirá para melhorar a distribuição da arrecadação. Essas duas propostas foram apresentadas por Ideli como alternativa ao projeto de redistribuição dos royalties do petróleo, tema abordado pelos prefeitos na terça, no evento que rendeu vaias à presidente Dilma Rousseff.
Se há condições de fazer mais rapidamente e com preço menor, por que não estender para o PAC também? MIRIAM BELCHIOR Palmas – Já Ideli foi aplaudida ao tratar dessas questões. "Pelos aplausos, posso sair daqui contente e satisfeita, porque vamos fazer uma parceria nesses assuntos e trabalhar no Congresso Nacional". Muitos prefeitos defendem que a nova forma de divisão de royalties, em discussão no Congresso, deve valer tanto para as áreas que ainda serão exploradas quanto para os campos em produção. A presidente sugeriu que eles brigassem "de hoje para frente", e não pelo que já foi licitado e dividido. Ideli afirmou que essa questão pode passar pelo Congresso, mas será contestada na Justiça. Bronca – Depois de ser repreendido em público por Dilma, o presidente da CNM (Confederação Nacional dos Municípios), Paulo Ziulkoski, voltou ao defender ontem a divisão dos royalties de forma igual entre os entes da federação. O palco foi a tribuna da Câmara, onde Ziulkoski participou de sessão com congressistas e prefeitos. A bronca de Dilma foi na abertura da 15ª Marcha dos Prefeitos anteontem, em Brasília, logo depois das vaias ao
dizer que os municípios deveriam desistir de alterar as regras nos campos de petróleo que já estão em exploração e restringir o debate só aos que ainda serão explorados. "Tem que votar como o Senado fez e votar a redistribuição dos royalties e não ficar subjugado a um governador, aos interesses de um estado ou de uma minoria", afirmouZiulkoski na Câmara. O projeto aprovado no Senado em outubro de 2011 prevê que estados e municípios não produtores de petróleo receberão 40% de royalties do petróleo enquanto estados produtores ficam com 20%. A divisão é criticada por representantes de estados produtores, como o Rio e o Espírito Santo, que apontam perda de receita caso tal valor seja posto em prática. A proposta da divisão dos royalties tramita na Câmara. Fichas-suja – Ziulkoski também disse que a previsão da entidade é que nos próximos 2 anos, pelo menos 4 mil prefeitos devem ser considerados fichas-suja. "É porque se o prefeito ultrapassar em 0,1% os 54% do gasto com pessoal, ele já está enquadrado, a conta é rejeitada, o tribunal aplica multa e a partir daí ele pode passar a ser ficha-suja". Ele também criticou os pisos salariais aprovados no Congresso. "Temos que pensar na realidade do nosso País das finanças municipais. O Congresso votou lei de responsabilidade fiscal, e nós municípios, que estamos no andar térreo, temos que cumpri-la. Daí para cima, nos outros andares é diferente". (Agências)
Reprodução
Sucesso: a página do Facebook foi visitada por 59 mil pessoas até o começo da tarde de ontem.
Lula lança página no Facebook
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ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou ontem sua página oficial no Facebook. Para Lula, o Facebook será uma opção para quem quiser acompanhar as suas atividades e as do Instituto Lula. "É mais uma forma de contato com todos vocês. A internet permite que todos possam ter uma voz", disse o ex-presidente, em vídeo. Mais de 59 mil pessoas curtiram a página até o
começo da tarde de ontem. Cidadão e Instituto – Na próxima segunda-feira, o expresidente vai receber o título de cidadão paulistano na Câmara Municipal. Ao mesmo tempo, os vereadores de São Paulo aprovaram anteontem o projeto do prefeito Gilberto Kassab (PSD) que cede ao Instituto Lula um terreno na região central avaliado em cerca de R$ 20 milhões. A área de 4,3 mil m² fica na
atual cracolândia e deve receber o Memorial da Democracia, museu que exibirá o acervo acumulado pelo petista na Presidência. O instituto terá um prazo de 99 anos para administrar o terreno sem qualquer tipo de ônus. Segundo a assessoria do ex-presidente, o memorial será "suprapartidário" e também lembrará a atuação de movimentos políticos e sociais. (Folhapress)
Mensalão: ONGs cobram urgência Armando Serra Negra
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edindo agilidade no julgamento do Mensalão, moradores de 15 cidades irão às ruas no próximo domingo. Em São Paulo, estarão sob o vão do MASP, das 10h à 13h, recolhendo mais assinaturas para a causa. O abaixo assinado já reúne 18 mil assinaturas na Internet (ww w. pet ic aop ub lica.com.br) e 10 mil no papel, em vários estados do País.
A petição SOS STF Julgamento do Mensalão Já! r equer do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, revisor do processo, rapidez na entrega da ação à Corte, para ser julgada este semestre. "O tempo urge e se a entrega for procrastinada, muitos crimes vão prescrever e vários réus poderão candidatar-se nas próximas eleições", diz Henriette Krutman, do grupo Queremos Ética na Política.
Acompanhada de Augusto Miranda, da ONG Transparência Brasil, ela esteve em Brasília no último dia 25 de abril para entregar ao ministro Lewandowski (que, de última hora não compareceu) uma ampulheta simbolizando o tempo. Segundo ela, agora há bons indícios de sucesso: "Alguns advogados de defesa estão entregando aos ministros memoriais das ações de seus clientes, indicando que o processo estará correndo em breve".
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nternacional Nos EUA, a minoria já virou maioria.
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ela primeira vez na história dos Estados Unidos, os bebês dos grupos minoritários são a maioria da população, informou o Escritório do Censo norteamericano ontem. Os cálculos demográficos assinalam que 50,4% de todos os meninos e meninas menores de um ano de idade são hispânicos, negros, asiáticos ou de outros grupos, enquanto 49,6% dos recém-nascidos nos EUA são considerados brancos, segundo censo realizado entre julho de 2010 e julho de 2011. Segundo esses cálculos, entre os 311,6 milhões de habitantes do país no próximo dia 1º de julho haverá 52 milhões de hispânicos, a minoria mais numerosa, seguida pelos negros com 40,8 milhões de pessoas. Ao contrário dos outros grupos, nos quais há mais mulheres que homens, entre os hispânicos há 26,4 milhões de homens e 25,6 milhões de mulheres. Os cálculos divulgados pelo governo mostram o impacto da onda de imigração que começou há quatro décadas. Em termos gerais, enquanto a população branca esteve envelhecendo, as minorias, e especialmente as de imigrantes, tiveram mais filhos. A idade média dos brancos é agora de 42 anos, enquanto a idade média dos hispânicos é abaixo dos 28 anos, e a de negros e asiáticos é de 33 anos. As projeções do Escritório do Censo assinalam que no ano 2042 nos Estados Unidos haverá mais habitantes de grupos minoritários que brancos. Já em quatro Estados – Califórnia, Havaí, Novo México e Texas – e no Distrito de Columbia, as minorias combinadas somam mais que os brancos. (EFE)
Um olho no Irã. E o outro, na Coreia do Norte. Estados Unidos dizem estar 'prontos' para atacar as ambições nucleares
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ameaça nuclear do Irã e da Coreia do Norte volta a provocar tensão nos Estados Unidos. Enquanto os norteamericanos observam com atenção a retomada das obras no reator nuclear de Pyongyang, eles se preparam para um possível ataque ao Irã. O embaixador norte-americano em Israel, Dan Shapiro, afirmou que os EUA preferem não ter de recorrer à força militar, "mas isso não significa que a opção não esteja disponível."
"Não apenas disponível, mas pronta. O planejamento necessário foi feito para garantir que (o plano) esteja pronto", afirmou o diplomata em declarações transmitidas ontem pela Rádio do Exército de Israel. "Nós também acreditamos que existe tempo. Algum tempo, não um tempo ilimitado", disse Shapiro. "Em um certo ponto, nós poderemos tirar uma conclusão de que a diplomacia não funcionará mais", afirmou. A rádio disse que ele fez as declarações na terça-feira passada.
Teerã alega que seu programa atômico tem fins pacíficos, mas os EUA e outros países acreditam que os iranianos tenham a ambição de desenvolver um arsenal nuclear. A exemplo dos EUA, Israel também afirma estar de prontidão para usar a força militar. Em entrevista divulgada ontem pelo jornal Jerusalem Post, o major general Ido Nehushtan, que até poucos dias comandava a Força Aérea de Israel, disse que a força aérea está preparada para qualquer cenário.
Na próxima segunda-feira, representantes do Irã e das potências mundiais deverão se reunir para uma nova rodada de negociações em Bagdá, a capital iraquiana. O principal negociador do Irã para a questão nuclear, Saeed Jalili, disse ontem que Teerã buscará "cooperação" e fez um alerta sobre a pressão feita pelo Ocidente. Segundo ele, o Irã espera ter reconhecido o direito de desenvolver um programa nuclear e não cederá à "qualquer estratégia de pressão".
Pyongyang - Já a Coreia do Norte retomou a construção de um reator de água-leve, o que pode lhe garantir maior capacidade de produção de matériasprimas para bombas atômicas. Novas imagens de satélite mostram que os trabalhos foram retomados após meses de inatividade, afirmou o Instituto EUA-Coreia, da Escola John Hopkins de Estudos Internacionais Avançados. O instituto disse, porém, que o reator só deve entrar em operação em 2014 ou 2015. (Agências)
Reuters
As armas de Assad Chanceler brasileiro revela que Síria possui armas de destruição em massa
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ministro brasileiro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, justificou ontem a posição brasileira de diálogo com a Síria, dizendo que o regime de Bashar al-Assad possui armas de destruição em massa. O conflito no país já matou mais de 10 mil pessoas desde março de 2011, segundo estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU). "Algum tipo de diálogo com Assad é fundamental. Assad tem armas de destruição em massa na Síria. Existem suspeitas sérias de que (sejam)
biológicas", disse Patriota em sabatina feita pela Folha de S.Paulo em parceria com o UOL, ontem, em São Paulo. Sempre houve fortes suspeitas de que a Síria tenha armas químicas e biológicas, mas é a primeira vez que isso é dito explicitamente. "Então tem que ver com quem é que ficam essas armas. Você imagine, numa revolução inteiramente caótica na Síria, o potencial desestabilizador que isso pode ter", afirmou. Ao ser questionado pelo fato de "dialogar" com uma ditadu-
ra, o ministro disse: "Muitos líderes que pediam a saída imediata de Assad, agora consideram de maneira mais realista que um governo democrático exige uma transição". Patriota ainda criticou o envio de armas à oposição síria, argumentando que essa medida militariza ainda mais o conflito no país. Segundo o chanceler, o Brasil está seguindo de perto a situação na Síria e reiterou o apoio ao plano de paz do enviado especial da ONU e da Liga Árabe, Kofi Annan. (Agências)
Patriota é contra o envio de armas à oposição síria, pois militarizaria ainda mais o conflito no país.
Fotos: Reprodução
Nos passos de Bin Laden
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Original: a residência onde Bin Laden morou por cinco anos.
Pentágono divulgou esta semana uma das principais armas usadas pelos Estados Unidos contra Osama bin Laden: a maquete da casa do ex-líder da Al-Qaeda no Paquistão, que permitiu planejar a bem-sucedida operação que o matou em maio do ano passado. A maquete apareceu sem alarde nos corredores do Pentágono na quarta-feira passada, mas logo despertou a atenção de quem passava por lá, informou a rede CNN ontem. Feito de isopor e acrílico, o modelo representa em detalhes a residência onde Bin Laden permaneceu escondido por cinco anos, assim como os campos dos arredores, na cidade de Abbottabad, no norte do Paquistão. A miniatura do complexo foi construída em seis semanas por funcionários da Agência Nacional de Inteligência
Geoespacial norte-americana (NGA, na sigla em inglês). A representação fidedigna da casa permitiu que os soldados de elite dos EUA envolvidos na operação pudessem literalmente medir cada passo necessário para chegar ao terrorista mais procurado do mundo. O presidente dos EUA, Barack Obama, também foi informado dos detalhes da operação através do modelo em exibição no Pentágono. Até a semana passada, a maquete era considerada um segredo de Estado e apenas funcionários ou visitantes ao prédio da NGA, em Fort Belvoir, no Estado da Virginia, tinham acesso a ela. De acordo com a CNN, sua transferência temporária para o Pentágono permitirá apresentar os trabalhos da NGA aos potenciais "clientes" do Departamento de Defesa norte-americano. (Agências)
Modelo: retrato fiel feito por imagens de satélite.
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sexta-feira, 18 de maio de 2012 Apu Gomes/Folhapress - 16/05/2012
PALAVRAS DO CONDUTOR "Num certo momento, eu achei que o trem iria parar, mas quando chegou bem perto, estava a uma velocidade de 10 km/h, e eu vi que não." (Rogério Fornaza)
idades
"Apenas fiz meu trabalho", diz condutor. Metrô troca controles de velocidade. Condutor do trem do metrô que anteontem se chocou com outro na zona leste, ferindo 49 pessoas, disse que não é herói e atribuiu sua ação (acionar o freio mecânico) ao treinamento que recebeu. Sua atitude, porém, evitou um desfecho pior para a primeira colisão no metrô, em 38 anos de operação. Ainda ontem, a Companhia do Metrô trocou todos os controles de velocidade da Linha 3 - Vermelha.
Reprodução TV Globo
N. Rodrigues/AE - 16/05/2012
Rogério Fornaza, de 29 anos (dir.), conduzia o trem que colidiu com outra composição, anteontem, na zona leste. Sua decisão de frear o trem mecanicamente foi decisiva para que o acidente não tivesse maiores proporções. Os trens se chocaram (acima) a 10 km por hora. Apu Gomes/Folhapress - 16/05/2012
Ivan Ventura *
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m dia depois do choque de duas composições do metrô na Linha 3 Vermelha do metrô de São Paulo, o condutor que evitou um acidente com consequências ainda maiores mostrou seu rosto e rejeitou a condição de herói que lhe foi atribuída pelo Sindicato dos Metroviários e até mesmo por policiais que o ouviram em depoimento depois do choque na zona leste. Rogério Fornaza, de 29 anos, cursa o segundo ano de física na Universidade de São Paulo (USP), começou a trabalhar no Metrô em 2008, mas que só assumiu a função de condutor há pouco mais de um ano. Ao mesmo tempo em que Fornaza dava sua primeira entrevista (ao SPTV, da Globo), a Companhia do Metrô anunciava a troca das placas de controle de velocidade dos trens da Linha 3 - Vermelha (mais informações nesta página). Recusa – Em sua entrevista, Fornaza mostrou-se uma pessoa tímida, de fala curta e, aparentemente, nada impressionado com a fama repentina que adquiriu após o choque dos trens. Sorriu poucas vezes e recusou o rótulo de herói. "Apenas fiz o meu trabalho", disse, profissionalmente. Com o uniforme que usa no dia-a-dia, o condutor lembrou detalhes do choque entre os trens, ocorrido às 9h50 de quarta-feira. Segundo Fornaza, cerca de 20 minutos antes do acidente, o Centro de Controle Operacional (CCO) comunicou, via rádio, um problema técnico no sistema. No entanto, não foi possível identificar o trecho exato onde ele estava ocorrendo. Fornaza seguiu viagem. Não parou – Como tudo funcionava normalmente no piloto automático, coube ao condutor monitorar o desempenho do trem. Na estação Penha, o primeiro sinal de que algo não estava bem. A composição pilotada por Fornaza parou atrás de
O choque deixou 49 feridos na Linha 3 - Vermelha, que ontem recebeu novos controles de velocidade. outra, mantendo a distância de segurança de 150 metros. Logo em seguida, o trem que ia à frente, vazio, avançou alguns metros e logo parou. Ocorre que trem de Fornaza, lotado de passageiros, não parou, como deveria. "Quando era para ele iniciar a frenagem, pegou um código (de velocidade permitida) mais alto e acelerou sozinho. Nesse
momento eu me assustei, apliquei o freio de emergência e houve o deslizamento (da composição sobre os trilhos)", lembrou Fornaza, desta vez ao site G1, também da Globo. Feridos – Aos poucos, a composição começou a perder velocidade, o que levou o condutor a acreditar que conseguiria pará-la sem maiores problemas. "Num
certo momento, eu achei que o trem iria parar, mas quando chegou bem perto, estava a uma velocidade de 10 km/h, e eu vi que não (conseguiria parar)", afirmou Fornaza. Vendo que o impacto era iminente, o condutor se preparou para o choque e não se feriu. Contudo, no interior da composição 49 passageiros ficaram feridos. Ao todo, 103 pessoas
procuraram unidades de saude do município e do Estado, muitos por conta própria. Herói ou não, Fornaza evitou o pior ao usar o freio mecânico (uma alavanca que é acionada para frente). Emergência – "Naquele momento, depois do impacto, minha maior preocupação foi informar o CCO e chamar a segurança. Fiz o meu serviço. Numa emergência, a gente está ali para atuar", disse o condutor. Após comunicar o Metrô e a segurança, Fornaza prestou depoimento à polícia, deu explicações sobre o acidente ao Metrô e foi para casa. A partir daí, seu telefone não parou mais de tocar. "Não me deram sossego. Então, fui para a faculdade", afirmou. Outro caso – Fornaza disse que nada mudou em sua rotina e que sua ação foi consequência do treinamento que recebeu. Essa não foi a primeira vez que ele salvou a vida de um usuário do metrô. O condutor contou que há algum tempo um homem tentou se matar, atirando-se nos trilhos, bem à frente de sua composição. Atento, ele conseguiu frear o trem e evitar o atropelamento. (* com agências)
Thor Batista fica sem CNH por um ano
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Justiça do Rio suspendeu ontem, pelo prazo de um ano, a Carteira Nacional de Habilitação de Thor Batista, 20, filho do empresário e homem mais rico do Brasil, Eike Batista. Thor foi denunciado pelo Ministério Público por homicídio culposo (sem intenção de matar) após atropelar e matar o ciclista Wanderson Pereira dos Santos, 30, na rodovia Washington Luís, em março, em Duque de Caxias (Baixada Fluminense). O pedido de suspensão da CNH foi feito pela própria Promotoria com o objetivo de "garantir-se a ordem pública, preservando-se a incolumidade física de transeuntes e outros condutores". Thor obteve a primeira habilitação em 16 de dezembro
Marcos Arcoverde/AE - 21/03/2012
Thor Batista, filho do empresário Eike Batista, ficará um ano sem sua Carteira Nacional de Habilitação.
de 2009 e, até hoje, teve anotadas em seu prontuário onze infrações de trânsito, sendo nove por exceder a velocidade máxima permitida para a via por que transitava.
Segundo a denúncia do MP do Rio, Thor agiu de forma imprudente ao dirigir seu Mercedes-Benz SLR McLaren em velocidade incompatível para o local. Segundo
laudos citados pela denúncia, o veículo trafegava a pelo menos 135 km/h, enquanto a velocidade máxima permitida no trecho é de 110 Km/h. (Folhapress)
Alckmin afirma que sistema é seguro
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Metrô anunciou ontem a substituição das placas de controle de velocidade na Linha 3 - Vermelha. A falha nesses componentes é apontada como uma das prováveis causas da repentina aceleração e o consequente choque entre duas composições, ocorrido anteontem, próximo à estação da Vila Carrão, na zona leste. Também ontem, o governador Geraldo Alckmin disse que o metrô paulistano é seguro e prometeu mais investimentos no sistema. A Companhia do Metrô possui cerca de 20 placas de controle de velocidade, instaladas nas salas de controle das principais estações. Cada aparelho controla um trecho da linha. No dia do acidente, a placa que teve defeito ficava na estação Tatuapé e, por algum motivo, ela não identificou que havia um trem parado nos trilhos. Mais: o sistema de controle teria emitido uma ordem de aceleração quando, na verdade, deveria frear o trem. Especialistas - Especialistas e engenheiros mantêm cautela sobre as possíveis causas do c ho que das c o m po sições. É o caso, por exemplo, do engenheiro francês Peter Alouche, um dos responsáveis pela implantação da Linha 1 Azul, a Norte-Sul. Ele comparou a falha a um acidente vascular cerebral (AVC). "Qualquer sistema de automação, por mais perfeito e seguro que seja, tem o seu momento de AVC. Uma hora entra em colapso", afirmou Alouche. (I.V, com agências)
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sexta-feira, 18 de maio de 2012
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11 Estudo da CET precedeu a liberação dos VUCs em toda a cidade.
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VUCs voltam a circular pelo Centro de SP Os pequenos caminhões, responsáveis por boa parte do reabastecimento do comercio, só podiam trafegar das 10h às 16h. Agora, só terão de observar o rodízio. Apu Gomes/Folhapress - 25/02/2011
Ciete Silvério - 11/07/2005
Os Veículos Urbanos de Carga (VUCs) são pequenos caminhões responsáveis por boa parte do reabastecimento do comércio em atividade na cidade de São Paulo. Desde ontem, eles estão liberados. Pablo de Sousa/Luz - 24/03/2009
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esde ontem, os Veículos Urbanos de Carga (VUCs) voltaram a circular, em qualquer horário, por todas as regiões da cidade, especialmente pelo Centro e pelo Centro Expandido. A decisão foi tomada pelo prefeito Gilberto Kassab, em decreto publicado ontem no Diário Oficial da Cidade. De acordo com o texto, os VUCs com no máximo 5,5 metros de comprimento e que transportam até 4,5 toneladas já podem trafegar por avenidas importantes como a Rebouças, Paulista, São Luís, Prestes Maia, Nove de Julho, Santo Amaro e Cidade Jardim. A liberação dos VUCs atende a uma antiga reivindicação das empresas do setor de transporte, representadas pelo Setcesp (o sindicato dos transportadores de cargas. A liberação dos VUCs foi precedida de um estudo realizado pelos técnicos da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), que mediram o impacto das
Leandro Martins/Futura Press/AE
Todos os VUCs precisam estar cadastrados na Secretaria Municipal de Transportes restrições recentemente impostas aos caminhões pesados na marginal Tietê. O estudo indicou que, com a restrição na marginal Pinheiros, em vigor desde 2010, e a extensão da proibição para a marginal Tietê este ano, a liberação de circulação dos VUCs seria possível, já que não traria um aumento significativo no número de veículos em circulação pela cidade. Além disso, segundo o
estudo, esses veículos estão totalmente adaptados à dinâmica da cidade. Para o prefeito Gilberto Kassab, não fazia mais sentido manter a restrição, já que os VUCs têm quase o mesmo tamanho de carros de passeio. A liberação dos VUCs na área central da cidade também favorece o comércio local, que se ressentia desse tipo de transporte, responsável por
boa parte das operações de reposição de estoques A nova legislação estabelece que os VUCs não cadastrados na Secretaria Municipal de Transportes (SMT) serão considerados irregulares e passíveis de autuação por transitarem em local e horário não permitidos . A multa é classificada como média, no valor de R$ 85,13 e quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação. (Agências)
Na zona norte, motorista perdeu controle do veículo e morreu.
Colisão e morte
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m caminhão desgovernado invadiu na manhã de ontem a garagem de uma casa na rua Índio Peri, na Vila Amália, zona norte da Capital. O motorista Gerson Nunes
morreu no local. A cabine do caminhão derrubou o portão da garagem e quase destruiu os cômodos do imóvel. A casa vizinha teve uma de suas paredes destruída. (Folhapress)
Agliberto Lima/DC
José Adário dos Santos, conhecido como Zé Diabo: ferreiro do candomblé na Bahia.
ZÉ DIABO DE TODOS OS SANTOS
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centenário de nascimento de Jorge Amado faz lembrar que, se tivesse escrito o livro Bahia de Todos os Santos – que versa sobre tipos populares de Salvador – em tempos mais recentes, o artesão José Adário dos Santos, 79 anos, estaria entre as figuras relacionadas. Conhecido como Zé Diabo, ele faz peças em ferro inspiradas nos orixás do candomblé,
particularmente o Exu. São famosos os seus tridentes, instrumento característico do santo. Mas Zé Diabo nasceu em 1947, na cidade de Cachoeira, no Recôncavo, enquanto a primeira edição do livro saiu em 1944, lançada pela Livraria Martins, com capa do pintor Clóvis Graciano, detalhe que demonstra a importância dada à obra. Zé tem sua oficina em um dos antológicos arcos da Ladeira da Conceição – circunstância que reforça o folclore existente em torno de si e, por só, justificaria sua inclusão no livro.
QUATROCENTÃO À GAUCHE
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arcelo Silveira, 57 anos, 1701, residia na povoação de biológica. Por seu lado, a consorque se dedica às pesquisas Santo Amaro, hoje o bairro do te Maria de Siqueira tinha como genealógicas, acaba Marcos de Paula/AE m e s m o n o- Newton Santos/Hype ascendentes os bandeirantes Martim Ferde atestar que o talenme, em comto literário de Lygia Fapanhia de nandes Tenório de Aguilar e de Clemente gundes Telles e Chico M a r i a d e S iBuarque de Hollanda queira, sua Álvares, seu filho. Este tronco, portantem um componente esposa. Nesgenético e, sobretudo, se período de to, abrange quase 20 311 anos, o mil descendentes dos um ancestral comum na figura do capitão gene das befundadores de São Francisco Fagundes Barreto. Os las letras, até chegar à dupla, foi Paulo, o que coloca Chico Buarregistros indicam que o capitão se desdobrando entre as gera- que como um inédito quatrocenera carioca e que, por volta de ções numa delicada arquitetura tão de esquerda.
Reprodução
O PRIMEIRO TRICAMPEÃO...
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festejado tricampeonato paulista que o Santos Futebol Clube acaba de conquistar remete a um outro clube que, embora em plena atividade, parece estar dentro do túnel do tempo da nossa Cidade: o São Paulo Athletic Club. Ele foi fundado por quatro ingleses em um bar da Rua São Bento em 13 de maio de 1888. A circunstância do bar – a não ser que o quarteto confundisse o fuso horário, pois afinal o Império era tão vasto – faz supor que o fato se deu à noite, já que quatro súditos da rainha Vitória não estariam bebericando em hora de expediente. Do contrário, poderia imaginar-se que a fundação ocorreu na mesma hora em que a Princesa Isabel assinava a Lei Áurea. O clube tem sua sede na Rua Visconde de Ouro Preto, no Centro, e seu interior transporta imediatamente para um ambiente vitoriano clássico. Por ali transitou Charles Miller, que se tornou seu sócio mais eminente por haver introduzido o futebol no Brasil em 1895. E aqui retornamos ao início desta nota.
...TAMBÉM ERA AZUL
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São Paulo Athletic Club foi o primeiro tricampeão estadual, 1902-1904. Naquela época, o torneio era promovido pela Liga Paulista de Foot-Ball (a Federação Paulista de Futebol surgiria em 1916) e constava de mais cinco times: Club Athletico Paulistano, Sport Club Germânia (hoje Esporte Clube Pinheiros) e os extintos Associação Atlética Palmeiras (nada a ver com o Verdão), Sport Club Internacional e Sport Club Mackenzie. A sede do São Paulo Athletic tem sua origem em um procedimento cavalheiresco: o inglês William Fox Rule ajudou o paulistano Eduardo Prado (1860-1901) e se abrigar na Inglaterra para fugir das retaliações dos republicanos contra sua militância monarquista. Ora, Eduardo era filho do poderoso casal Martinho (1811-1891) e Veridiana Prado (18251910). Em reconhecimento, dona Veridiana, já viúva, cedeu o terreno para o São Paulo Athletic Club, do qual William Fox foi um dos fundadores, erigir sua bela sede. O clube adotou as cores branca e azul. Por coincidência, inicialmente, o Santos também era azul.
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S OCIEDADE
Tribo brasileira é a mais ameaçada
Luz embananada O designer britânico Toby Sanders é considerado um dos talentos mais criativos quando o assunto é decoração de luxo. Ele é o idealizador dessa luminária bem-humorada em formato de banana. Veja outras de suas criações no site.
A organização Survival International alertou ontem que a tribo dos awás, na Amazônia, é a "mais ameaçada" do planeta. O território da tribo está sendo devastado por madeireiros, criadores de gado e colonos. Segundo a ONG, o número de "invasores" dentro de uma das reservas dos awás é dez vezes maior que o número de indígenas. A organização iniciou em março uma campanha com o ator britânico Colin Firth para salvar a tribo.
www.tobyhouse.co.uk
F ACEBOOK
Totens de salto alto Frank Gehry criou uma linha de sapatos inspirada no design industrial. Ele garante que as peças são confortáveis. http://bit.ly/JVw9lh
M ÍDIA
Para Buffet, jornal é bom negócio A Berkshire Hathaway, do investidor Warren Buffett, comprou a maioria dos jornais da Media General por US$ 142 milhões em dinheiro. A compra mostra que o investidor - o terceiro mais rico do mundo segundo o ranking publicado em 2012 pela revista Forbes quer apostar nos jornais. O negócio anunciado ontem significa que Buffett terá 25 jornais nos EUA e se tornará um dos maiores empresários do
setor editorial do país. A Berkshire também emprestará à Media General US$ 400 milhões e dará uma linha de crédito de US$ 45 milhões. A editora vai emitir garantias de aproximadamente 4,6 milhões de ações classe A, o equivalente a 19,9% das ações em circulação. A companhia é dona de 63 publicações diárias e semanais e tinha anunciado em fevereiro que considerava a venda dos jornais.
Ele não quer ser americano
A
oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) do Facebook na Nasdaq, que acontece hoje, colocou o brasileiro Eduardo Saverin, cofundador da rede social, no centro de uma polêmica. Saverin, que renunciou à cidadania norteamericana, foi acusado pelos senadores Charles Schumer e Bob Casey, ambos membros do Partido Democrata, de ter tomado a decisão para não pagar impostos sobre seu lucro. O Facebook espera levantar US$ 16 bilhões na IPO, o que poderia gerar impostos estimados em US$ 67 milhões sobre o ganhos de Saverin, que ainda é ainda é sócio da empresa. Nos EUA, o imposto mínimo a longo prazo sobre ganhos de capital é de 15%.
Saverin é brasileiro, foi educado nos EUA e obteve a cidadania norte-americana. Desde 2009, entretanto, ele vive em Cingapura, onde a legislação não prevê impostos sobre ganhos de capital. É por isso que os senadores o acusam de ter tramado a renúncia à cidadania como forma de driblar o pagamento de impostos. "É enfurecedor ver alguém vender o país que o recebeu de braços abertos, o protegeu, o educou e o ajudou a se tornar milionário", disse o senador Charles Schumer à imprensa local. "Queremos impedir esse estratagema". Schumer cogita banir Saverin dos EUA. Além disso, os dois senadores vão propor legislações para evitar que expatriados consigam driblar os impostos.
Em uma nota enviada ontem por seu porta-voz aos veículos da imprensa, Saverin disse que mesmo após renunciar à cidadania pagará "centenas de milhões de dólares em impostos ao governo americano". "Eu paguei e continuarei a pagar quaisquer impostos sobre tudo que lucrei enquanto cidadão americano", diz ele. "É lastimável que minha escolha pessoal tenha gerado um debate público, baseado não em fatos, mas somente em especulação e informações falsas". Saverin disse ainda que sua decisão de renunciar à sua cidadania norte-americana e se mudar do país se baseou somente "em meu interesse em trabalhar e viver em Cingapura, onde resido desde 2009".
H UMOR
Brinquedos macabros Um ursinho enforcado, um personagem da Vila Sésamo bêbado e jogado na sarjeta, Hello Kitty praticando haraquiri... Essa lista de cenas macabras e nem um pouco apropriadas para as crianças foram inventadas pela artista alemã Patricia Waller. Sua proposta é desmistificar os ídolos de infância de diversas gerações. Ela afirma que esse é um exercício de imaginação, criando fins diferentes para contos de fadas e histórias infantis. Para quem gosta de humor negro, imbatível. http://bit.ly/Lhp3tK
B IODIVERSIDADE A RTE
Baz Ratner/Reuters
Luke MacGregor/Reuters
Sobrevivência L
Corujas usadas por fazendeiros da fronteira entre Israel e Jordânia como pesticidas biológicos. A proposta é aumentar o número de aves da espécie e evitar o uso de produtos químicos nocivos.
Love, escultura de fibra de vidro da artista Ana Tzarev, em exposição na Saatchi Gallery, em Londres. A flor esculpida tem mais de quatro metros de altura.
E SPAÇO
Na mira de 4,7 mil dos asteroides Com base em dados da sonda WISE, que analisa o cosmos com luz infravermelha, a agência espacial norte-americana, a Nasa, calculou que há 4,7 mil asteroides potencialmente
perigosos para a Terra. Esses asteroides têm órbitas próximas à Terra e são suficientemente grandes para resistir à passagem pela atmosfera terrestre e causar danos se caírem no planeta.
A RGENTINA
Casamento gay para turistas
Durante a Primeira Guerra Mundial, a Cruz Vermelha publicou uma série de cartazes convocando voluntários a integrarem suas equipes e pedindo doações. A coleção desses trabalhos artísticos pode ser vista no site Oddee. www.oddee.com/item_98169.aspx
A TÉ LOGO
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L OTERIAS
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Cristiano Ronaldo é o atleta mais popular nas redes sociais; Neymar é 11º
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Mano Menezes confirma corte de Daniel Alves após cirurgia na clavícula
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Concurso 2899 da QUINA
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Estrangeiros que estiverem em Buenos Aires de forma transitória e desejarem casar-se poderão fazê-lo sem distinção de orientação sexual e sem precisar pedir residência permanente, informou ontem o governo estadual. O prazo é de cinco dias para a solicitação ao Registro Civil, informando um endereço real. A disposição foi impulsionada pelo prefeito da capital argentina, Maurício Macri. A Argentina sancionou a lei de Casamento Igualitário em julho de 2010.
Arte de guerra
Apple planeja usar apenas energia renovável em data center principal
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C IÊNCIA
Decifrado genoma do barbeiro Pesquisadores de Brasil, Argentina, Uruguai, EUA, Canadá e Reino Unido decifraram o genoma do inseto transmissor da Doença de Chagas, que afeta milhões de pessoas na América do Sul. A decodificação do genoma do barbeiro, vetor da doença, permite idealizar novas técnicas de controle do inseto e estudar a interação com o parasita causador da doença, o Trypanosoma cruzi. A informação sobre a decodificação está na web. www.vectorbase.org
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conomia
Kai Pfaffenbach/Reuters
Crise grega ameaça jogar euro na sarjeta A agência Fitch rebaixa nota da Grécia em dia de tensão nos mercados diante da possibilidade do país deixar a zona do euro
mercados internacionais. A moeda norte-americana encerrou com avanço de 0,23%, cotada a R$ 2,0061 na venda, a maior cotação desde 28 de maio de 2009. "Acho que é um movimento um pouco exacerbado, já virou um efeito manada", disse Eduardo Dias, analista na Omar Camargo Corretora. A crise política na Grécia e um possível contágio em países como Espanha e Itália alarmam os investidores. A agência Fitch rebaixou o rating da Grécia de "B-" para "CCC", citando o elevado risco de o país ter de sair da zona do euro. O fato de os políticos gregos não terem conseguido formar um governo destaca a falta de apoio público e político para um programa de austeridade, informou a Fitch. Se as eleições não resultarem em um mandato para um novo governo que continue com as medidas de austeridade, uma saída da Grécia da união monetária seria provável.
"Uma saída grega provavelmente resultaria em default generalizado no setor privado, assim como em títulos soberanos denominados em euro", acrescentou o comunicado. A Fitch havia tirado a Grécia da zona de default em março. Emergência – O jornal britânico The Guardian publicou ontem a avaliação de que o estrago da saída da Grécia da zona do euro seria de US$ 1 trilhão (cerca de 800 bilhões de euros). Conforme o jornal, o governo do Reino Unido está fazendo uma preparação de emergência para lidar com a possível ruptura da união monetária. "Por mais que se fale que Grécia está precificado, não está", disse Newton Rosa, economista-chefe na Sul América Investimentos. "Essa questão assusta investidores e pode provocar, em um primeiro momento, uma situação de retração dos fluxos de capitais
França rejeita pacto fiscal defendido pela Alemanha Kai Pfaffenbach/Reuters
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novo ministro das Finanças da França, Pierre Moscovici, disse que o governo pressionará para renegociar o pacto fiscal de disciplina orçamentária da União Europeia (UE), que é defendido pela Alemanha. "O tratado não será ratificado como está, e precisa ser completado com um anexo sobre o crescimento", disse Moscovici ontem em entrevista ao canal de notícias local BFM TV. Ele deu as declarações logo após a primeira reunião de gabinete do Ministério formado pelo primeiro-ministro JeanMarc Ayrault, indicado na terça-feira desta semana pelo presidente François Hollande. A reunião marcou grande mudança em relação à estratégia que era adotada pelo ex-presidente conservador Nicolas Sarkozy. Salários – Hollande e todos os ministros anunciaram a redução de 30% dos próprios salários. Segundo o jornal Le Parisien, o salário dos 34 ministros (17 homens e 17 mulheres) foi reduzido de 14,2 mil euros mensais para 9,9 mil euros mensais. Os salários de Ayrault e Hollande foram reduzidos de 21,3 mil euros para 14,9 mil euros mensais (valores brutos). Durante a campanha eleitoral, Hollande afirmou que queria incluir referências ao crescimento das economias no pacto fiscal – limitado em sua interpretação ao controle e redução dos gastos públicos dos países integrantes da UE. Sua posição foi interpretada como
comparável a 2008." Ontem mais cedo, também pesou sobre os mercados a preocupação com os dados mais fracos do que o esperado nos Estados Unidos. Indicadores antecedentes da atividade econômica norte-americana tiveram queda pela primeira vez em sete meses. Espanha – Mas foram dados da Espanha que reforçaram o pessimismo. A economia espanhola entrou em recessão após cair 0,3% entre janeiro e março e somar dois trimestres consecutivos de contração, segundo os números definitivos publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). A contração de 2,6% do investimento e de 0,9% das exportações, unida à estagnação do consumo e aos cortes nos gastos públicos, provocou o encolhimento da economia no período, explicou a fonte. O instituto de estatística indicou que, na comparação com os três primeiros meses
FMI corta contato oficial com os gregos até eleição
O gráfico, na bolsa de Madri, mostra queda no índice IBEX-35. No Brasil, o Ibovespa caiu 3,31% e o dólar ficou acima dos R$ 2
Paul Hanna/Reuters
A
agência de classificação de risco Fitch rebaixou ontem a nota da Grécia, considerando agora a possibilidade de calote, o que aumentou o pessimismo dos mercados sobre eventual saída do país da zona do euro depois das eleições marcadas para o dia 17 de junho. As principais bolsas continuaram em queda. Em Wall Street, o Dow Jones fechou em baixa de 1,24%. O principal índice dos mercados europeus encerrou em queda de 1,15%. No Brasil, a BM&FBovespa teve mais um dia de perdas generalizadas, com seu principal índice recuando ao menor patamar em quase sete meses. O Ibovespa amargou o oitavo pregão seguido de queda, caindo 3,31%, a 54.038 pontos. Foi a maior baixa diária desde 22 de setembro último, quando a queda foi de 4,8%. Ontem, o dólar fechou em alta frente ao real, após piora dos
de 2011, a queda no primeiro trimestre deste ano foi de 0,4%, fruto de uma maior contração da demanda interna e de uma menor contribuição do setor exterior. A perda de empregos se acentuou ao cair 3,8% a um ritmo anualizado, o que representa uma redução
líquida de 655 mil postos de trabalho. "Além da degradação das expectativas lá fora, é desfavorável a intervenção do governo brasileiro na economia. Isso não está agradando muito aos investidores", disse Sérgio Machado, sócio-gestor da Vetorial Asset. (Agências)
"O euro entrará em colapso", diz Tsipras. Orestis Panagiotou/EFE
O Batalha campal: manifestantes enfrentam a polícia na cidade de Frankfurt. Eles reclamam das medidas de austeridade.
uma maneira de aliviar a posição da UE sobre esbanjamento de gastos dos governos. "Os países europeus precisam trabalhar para salvar o euro", afirmou Moscovici, acrescentando que a França e a Alemanha querem que a Grécia continue na zona do euro. Moscovici também disse que está comprometido a reduzir o déficit orçamentário e a dívida governamental da França. Ontem, manifestantes ocuparam por mais uma vez a praça diante do prédio sede do Banco Central Europeu (BCE) em Frankfurt, na Alemanha. Eles protestavam contra as medidas de austeridade exigidas pelo BCE nas negociações com os governos endividados.
A polícia retirou os manifestantes à força. O presidente francês, que tomou posse nesta semana, prometeu também manter o evoluído sistema de bem-estar social do país, e espera até mesmo reverter algumas medidas de cortes e de mudanças nas aposentadorias adotadas por Sarkozy. Mas a França não tem um orçamento equilibrado há quase 40 anos e Hollande prometeu eliminar o déficit até 2017. Em 2011, o déficit francês estava em 4,6% do Produto Interno Bruto (PIB), estimado em 2,1 trilhões de euros. O PIB francês não cresceu neste ano. Hollande deve ter hoje encontro nos Estados Unidos com o presidente Barack Obama. (AE)
Fundo Monetário Internacional (FMI) informou que paralisou os contatos oficiais com a Grécia até a realização de novas eleições no país, apesar da formação de um governo interino. "Estamos cientes de que eleições foram convocadas e estamos ansiosos em fazer contato com o novo governo assim que ele for formado", afirmou o portavoz David Hawley. Portanto, o FMI não vai retornar à Grécia para revisar o programa de empréstimo antes das eleições de 17 de junho. Dinheiro – Sem apoio adicional, a Grécia pode ficar sem dinheiro antes do final de junho para pagar salários governamentais e programas de bem-estar social. Esses gastos dependem do programa de ajuda de 130 bilhões de euros do FMI e da União Europeia (UE). Mas o FMI só desembolsa os fundos se o país cumprir as reformas econômicas ligadas ao programa. O povo grego já rejeitou com força as medidas de austeridade, segundo analistas, colocando em dúvida o futuro do resgate do FMI e da UE. (Agências)
Líder radical da Grécia, Alexis Tsipras, é favorito na eleição de junho.
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grego Alexis Tsipras, 37, líder da Coalizão da Esquerda Radical da Grécia (conhecida como Syriza), disse que há pouca chance de a União Europeia (UE) cortar o crédito para seu país, mas, se o fizer, a Grécia está pronta a suspender os pagamentos de sua dívida. Em entrevista ao Wall Street Journal, Tsipras afirmou que um colapso financeiro da Grécia arrastaria consigo o resto da zona do euro. Para evitar isso, acrescentou, a UE deveria considerar uma política mais voltada ao crescimento, para conter a recessão e lidar com a "crise humanitária" diante da qual o país está. "Nossa primeira opção é convencer nossos parceiros europeus de que, em seu próprio interesse, o crédito não pode ser interrompido. Se não conseguirmos convencê-los – porque não temos a intenção de tomar medidas unilaterais – e se eles prosseguirem com ações unilaterais da parte deles, ou, em outras palavras, se
eles cortarem nosso crédito, então seremos forçados a suspender os pagamentos a nossos credores", disse Tsipras. Pesquisas recentes de intenção de voto indicam que o movimento Syriza deverá ser o mais votado na eleição parlamentar grega de 17 de junho, superando sua surpreendente segunda colocação na votação de 6 de maio, que não produziu maioria clara para nenhum partido. Caso isso se confirme, Tsipras está posicionado para ser o próximo primeiro-ministro e a Grécia será direcionada a confronto com os parceiros europeus. Segundo Tsipras, caso haja um confronto, a Grécia terá como "se virar" sozinha. "O que quer que façamos, será difícil, mas também será difícil para toda a Europa, porque o euro entrará em colapso." Segundo ele, ao suspender os pagamentos de sua dívida, o país terá como pagar seus trabalhadores e aposentados, mas irá cortar gastos militares e combater a corrupção. (AE)
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e SP reduz burocracia para os pequenos A Jucesp vai reduzir muito o tempo de registro e legalização de empresas. Alexandre Barbosa, secretário Desenvolvimento Econômico
conomia
Governo paulista lança pacote de medidas de estímulo para as micro e pequenas empresas ganharem mais agilidade e se tornarem mais lucrativas Reinaldo Canato/ Folha Imagem
Karina Lignelli
O
governo do Estado de São Paulo anunciou ontem uma série de medidas para estimular os pequenos negócios, promover o aumento da lucratividade e a desburocratização de acesso a informações e serviços aos empreendedores. Com investimentos de R$ 329 milhões, o programa, chamado de "Política de Estímulo ao Empreendedorismo e Favorecimento às Micro e Pequenas Empresas", será realizado em parceria com a Receita Federal, a Prefeitura de São Paulo, a Junta Comercial (Jucesp), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Imprensa Oficial (Imesp) e a Agência de Fomento Paulista, entre outros. "Apesar de 98% das empresas de São Paulo pertencerem a esse segmento, e concentrarem 53% dos empregos, sua participação no valor agregado ainda é de 20%. É muito
pouco, se quisermos uma economia forte", afirmou o governador Geraldo Alckmin. Convênios – Como principal destaque da nova política, estão a assinatura de convênios e protocolos de intenção com a Receita Federal e a Prefeitura de São Paulo para desburocratizar processos de abertura e reduzir custos. Por meio do convênio com a Receita, será possível obter a concessão simultânea do Número de Inscrição no Registro de Empresas (Nire) e do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídica (CNPJ) pela Jucesp. A redução prevista será de 20 para 7 dias nos processos, disse o presidente da Junta, José Constantino de Bastos Júnior. Já o protocolo de intenções assinado entre o governador e o prefeito Gilberto Kassab prevê a implementação técnica de integração do município ao Sistema Integrado de Licenciamento (SIL), que já funciona em 22 cidades paulistas e deve entrar em operação em quatro meses. O objetivo é diminuir o tempo de legalização
Lançamento da "Política de Estímulo ao Empreendedorismo e Favorecimento às Micro e Pequenas Empresas", ontem no Palácio dos Bandeirantes.
de empresas ao agilizar a expedição de alvarás em órgãos como Vigilância Sanitária, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e
Corpo de Bombeiros. "A meta é reduzir de 4 meses para 15 dias os processos de abertura na cidade", disse Alckmin. Via rápida – Outra medida
Novas linhas de financiamento
A
nova política estadual de estímulo aos pequenos e médios também inclui novas linhas de crédito e programas voltados à inovação. Nos próximos dias, o governo lança uma nova linha da Agência de Fomento Paulista. Destinada às Micro e Pequenas Empresas (MPEs) fornecedoras diretas e indiretas do Estado e com faturamento anual de
R$ 360 mil a R$ 3,6 milhões, as 6 mil cadastradas na Bolsa Eletrônica de Compras (BEC) poderão antecipar recebíveis com juros mensais a partir de 0,41% (mais IPC-Fipe) usando seus contratos como garantia. Foram reservados R$ 100 milhões para a modalidade. Também será ampliado o Fundo de Aval (FDA), para a cobertura de garantias de operações de financiamento
contratadas por pequenas empresas. Para essa medida, também será possível realizar financiamentos de até R$ 100 milhões, com a cobertura desse fundo. Outra ampliação será a dos recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Serão abertos dois novos editais do programa Pesquisa Inovativa em
Pequenas Empresas (Pipe), no valor de R$ 20 milhões cada. Nos próximos dias, será aberto edital conjunto entre Fapesp e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) Pappe Subvenção, no total de R$ 30 milhões, e outro que envolve Fapesp, Finep e Pappe PIpe3, de R$ 15 milhões. No total, os valores direcionados à inovação serão R$ 85 milhões. (KL) Chico Ferreira/ LUZ - 07.12.11
Empresários avaliam impacto do ICMS nos portos brasileiros Padronização do ICMS de importados em 4% exige a reorganização de toda a cadeia de operadores e agentes logísticos Fátima Lourenço
O
s desdobramentos do fim da guerra fiscal entre os portos brasileiros já preocupam empresários paulistas com atuação no comércio exterior. A expectativa é que haja um expressivo aumento no volume de cargas no Porto de Santos, motivado pelo fim das vantagens de se receber encomendas em portos fora de São Paulo, devido à padronização, em 4%, do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) nas transações interestaduais, com produtos importados. "Estamos preocupados com a reorganização do setor a partir de primeiro de janeiro de 2013 e em quais condições isso se dará", afirmou Roberto Ticoulat, coordenador do Conselho de Comércio Exterior (CCOMEX) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Nessa data, explicou o executivo, cessam os benefícios do Fundo de Desenvolvimento das Atividades Portuárias (Fundap, para empresas com atuação no Espírito Santo) e outros mecanismos semelhantes. "Hoje, já temos gargalos. O conselho discute sugestões que possam contribuir para minimizar os problemas", justificou Roberto Ticoulat. O assunto voltará a ser
discutido na próxima reunião do conselho. CECIEx – No último encontro, Ticoulat informou que o Conselho Brasileiro das Empresas Comerciais Importadoras e Exportadoras (CECIEx) finalizará, no início de junho, a configuração do seu formato jurídico próprio. "Desde 14/05 as comerciais exportadoras começaram a receber convites para se tornarem sócias-fundadoras. Também estamos abertos para operadores logísticos e outros agentes. A proposta é ganhar corpo, para
Roberto Ticoulat: preocupação com o futuro em Santos.
representar o setor de forma mais abrangente", detalhou p coordenador do CCOMEX. A nova formação transformará o conselho, concebido por iniciativa da
ACSP, em um organismo autônomo. "Um dos objetivos é aumentar as chances comerciais do Brasil com o resto do mundo", justificou Ticoulat.
Paulistas têm R$ 3,1 bilhões a resgatar
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onsumidores do Estado de São Paulo "esqueceram" nas contas da Secretaria da Fazenda pouco mais de R$ 3,1 bilhões. Trata-se da diferença entre os R$ 5,7 bilhões distribuídos pela Nota Fiscal Paulista desde janeiro de 2008 e os R$ 2,6 bilhões efetivamente resgatados até março deste ano. Criado em outubro de 2007, o Cupom Fiscal Paulista devolve ao consumidor, de forma proporcional ao valor da compra, 30% do ICMS efetivamente recolhido do estabelecimento. De acordo com Valdir Saviolli, coordenador do programa, o objetivo é tornar um hábito o pedido do documento fiscal, o
que contribui para a redução da sonegação. Desde a implementação, 13,2 milhões de consumidores já se cadastraram no sistema. Mesmo antes de realizar o cadastro, o consumidor já tem acesso à parcela proporcional do ICMS. O valor fica acumulado em seu nome nos registros da Secretaria da Fazenda. "Se pediu para incluir o CPF no cupom fiscal, o consumidor já pode ter créditos", disse Saviolli. O cadastro é necessário, contudo, para resgatar os créditos disponíveis no sistema. O primeiro passo é acessar o site, na sessão "Cadastre-se". A partir daí, com os dados do registro –
CPF e senha – o consumidor deve acessar sua página pessoal, onde poderá verificar os créditos disponíveis. O cálculo dos créditos leva de três a quatro meses a partir da data de emissão. O crédito acumulado pode ser utilizado a partir do momento em que totalizar R$ 25,00. O usuário tem, então, três opções. A primeira é solicitar transferência do valor para uma conta corrente de sua titularidade. A segunda é a transferência para uma conta poupança. O usuário pode, ainda, dentro de um prazo de cinco anos, usar o crédito acumulado para pagar parte ou a totalidade do IPVA de um veículo em seu nome. (AE)
anunciada para facilitar a vida do empreendedor é a criação do portal Via Rápida Empresa, onde será possível realizar procedimentos "burocráticos" sem necessidade de deslocamento, além de evitar filas e reduzir custos. Essa plataforma, que reunirá serviços da Jucesp, do SIL e outras entidades, permitirá realizar a abertura e baixa de empresas em até cinco dias. O canal também oferecerá 32 cursos gratuitos e à distância de apoio à gestão de MPEs em parceria com Sebrae. A implantação da Subsecretaria de Empreendedorismo da Micro e Pequena Empresa, assim como a emissão de certificação digital gratuita, por meio do Cartão Via Rápida Empresa – parceria da Jucesp com a Imesp –, são outras medidas. "A partir de novembro, os 2,5 milhões de MPEs (micro e pequenas empresas) em São Paulo poderão ter acesso à certificação", disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Paulo Alexandre Barbosa. Jucesp – Com papel ativo nas novas políticas de incentivo ao empreendedor, a Ju-
cesp, que tem mais de 120 anos de atividade, deve se transformar em uma instituição moderna: ontem, o governador Alckmin também assinou projeto de lei para transformar a Jucesp em autarquia especial, além de autorizar a ampliação do atendimento de seu escritório regional anexo à Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Com a ampliação, a capacidade de atendimento média mensal, hoje de 6 mil processos, pode dobrar "em caráter imediato", frisou o secretário Paulo Alexandre Barbosa. O objetivo, segundo o governador, é promover a virtualização do atendimento, além de implantar um processo único de abertura e encerramento de empresas, pela adoção de contratos sociais e declarações eletrônicas com certificação digital. "Responsável por mais de 41% da movimentação das juntas comerciais do Brasil, com cerca de 100 mil processos mensais, a Jucesp terá condições de reduzir significativamente o tempo de registro e legalização de empresas no Estado", disse.
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A líder de portais de pagamentos, a Braspag, tem como concorrentes a maxiPago! e a MundiPagg.
conomia
Divulgação
CANNES AGAIN
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glamour está em cartaz em Cannes. Astros e estrelas do cinema que participam da 65ª sessão do festival internacional desfilam, como simples mortais, pelas ruas do charmoso balneário da Côte D'Azur, no Mediterrâneo, ao lado das cidades de Montecarlo, Nice e Saint Tropez. Recolhidos os cartazes dos filmes e distribuídas as disputadas Palmas de Ouro (Palm D'Or), é a vez de os publicitários invadirem o Palais des Festival na disputa pelos leões do Festival Internacional de Publicidade de Cannes, que chega à 59ª edição de 17 e 23 de junho. O evento que, nas décadas dos anos de 1980 e 1990, revelou ao mundo o talento dos publicitários brasileiros. O festival ajudou a selar negócios e a dizimar as empresas de publicidade e propaganda genuinamente brasileiras. As maiores ganharam sobrenomes globais ilustres, que chegam a lembrar aquelas infantis sopas de letrinhas, associadas sem muito sentido, m a s c o m o m u i t o d inheiro. O fato, porém, é que as agências brasileiras como o mercado cresceram, se globalizaram e, em troca, perderam a ousadia, aquilo que levou esses mesmos publicitários a ganharem prêmios em Cannes. O Brasil segue para a França neste ano com a promessa de ganhar mais e mais leões. Afinal, ninguém duvida da capacidade de agências como a AlmapBBDO, de Marcello Serpa e José Luiz Madeira, que tem o primeiro no comando criativo e que, como bom aluno de Alemanha – pátria da Bauhaus de Walter Gropius, que universalizou objetos simples como a casa e a cadeira na qual o homem senta –, sempre acerta em cheio no gosto dos jurados. Serpa é um bom exemplo de domador de leões na categoria impressa. Nem é possível desacre-
ditar também da genialidade do trio baiano formado por Nizan Guanaes, Sergio Valente e Sergio Gordilho. Nem tão pouco da capacidade de Washington Olivetto de comandar um transatlântico há muito encalhado nas fórmulas prontas que é a agora W/McCan-Erickson. Porém, o que Cannes tem deixado de resultado? Muito pouco ou quase nada. O saldo tem sido o de peças efêmeras quando não alguns fantasmas criados especificamente para o festival sem passar pelo crivo do respeitável público – e, não raro, de campanhas veiculadas que fazem sucesso apenas no grupo dos publi-
citários sem atingir o gosto do consumidor. Na premiação de filmes, apesar do talento de cineastas nascidos de produtoras publicitárias como Fernando Meirelles e Heitor Dhalia, a Argentina há muito superou o Brasil, ainda que possamos exibir um setor de finalização mais sofisticado, com produtoras de padrão global como a CasaBlanca. E a pergunta que fica é: o que aconteceu com a publicidade brasileira? E por que hoje muitos dizem que mais importante que o festival é o resultado para clientes? Ora, se os prêmios são iscas para atrair clientes, o discurso de alguns donos de agências parece perdido,
sem sentido. Tudo para esconder a explicação para o fraco desempenho canarinho nas terras de Asterix. E a resposta, embora óbvia, é varrida para debaixo do tapete: as agências brasileiras deixaram de lado o planejamento e a pesquisa. Contratam a geração sem vivência histórica que, em vez de pesquisar, ler e analisar dados com profundidade, aprendeu apenas a "googlar" – usar o buscador Google. Ela passa a repetir fórmulas do que deu certo aqui e acolá. Depois, embala tudo com pesquisa demográfica e de comportamento fornecida pelos institutos Nielsen, Ibope e Ipsos. Na outra ponta, o diretor de marketing, tão novo quanto o diretor de planejamento que acha que criar é ficar nu no parque à espera de uma grande ideia, aprova porque está certo de que, assim, não correrá riscos. Riscos não correm, como é próprio dos medíocres, mas os resultados não empolgam o público. Lamentavelmente, não são raras as contratações para áreas de planejamento e pesquisa de quem desponta como sucesso na internet, nas redes sociais. Só que depois, são o que são: efêmeros. E tudo passa, como as peças que hoje o Brasil leva a Cannes, que são, parafraseando Nelson Rodrigues no ano do seu centenário: bonitinhas, mas ordinárias. No entanto, ainda assim arrebatam leões, pena que muitos deles não rugem.
PHILIPS aposta em Anderson Silva para vender barbeadores
NA LUTA
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esquisa realizada pela Philips mostra que 90% dos brasileiros estão preocupados com a aparência. Para representar esse "novo homem", o lutador Anderson Silva estrela campanha da companhia com diferentes visuais. A Philips do
Brasil, primeira empresa a produzir barbeadores elétricos no mundo e responsável pela mudança no hábito masculino de se barbear e cuidar dos pelos do rosto e corpo, aposta no lutador para conquistar os consumidores do sexo masculino.
CAIXINHA DE FRUTA
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or meio de uma ideia que levou dois anos para ser executada, o diretor de criação da AGE, Carlos Domingos, e sua equipe, apresentam agora a nova ação dos sucos Camp, da General Brands, cliente da agência desde 2000. A ideia é mostrar ao consumidor, nos mercados, que o suco Camp da caixinha é da fruta. Por isso, frutas congeladas em formato de caixinhas serão colocadas nas gôndolas. Não chega a ser
novidade, a Parmalat provou para muitos que o leite vem da caixinha. Tanto é que há crianças que nem sabem que o leite vem da vaquinha. Domingos, por sinal, trabalhou na DM9DDB de Nizan Guanaes, que tinha a conta da Parmalat. Fotos: Divulgação
CAMPANHA retoma sucesso dos leites da Parmalat
Divulgação
ELAS NA TELINHA
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DM9Rio assina campanha do canal GNT no fim de semana e tem como mote "Existem várias mulheres em você. E um canal para todas elas". A campanha é estrelada por cinco apresentadoras do GABI: para atrair o público sofisticado para o canal GNT.
canal – Astrid Fontenelle, Cissa Guimarães, Luana Piovani, Marília Gabriela e Sarah Oliveira. Gabi é uma das principais apostas do canal para atrair público qualificado, mas quem faz mais sucesso mesmo é Luana Piovani, sem papas na língua. Envie informações para essa coluna para o e-mail: carlosfranco@revista publicitta. com.br
Portais de pagamentos em alta Segmento se expande no Brasil com maior diversificação de serviços
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lém das credenciadoras e das empresas de bandeiras, um outro segmento menos visível do mercado de cartões, o de portal de pagamentos, está vendo uma concorrência em ebulição no Brasil. A líder Braspag, com 60% desse mercado de gateways, e que por anos reinou sozinha no segmento, enfrenta a aparição de concorrentes criadas por alguns de seus ex-executivos, casos da maxiPago! e da MundiPagg. O serviço prestado por essas companhias equivale ao da máquina usada para processar os pagamentos nas lojas (POS), no entanto para as compras efetuadas no ambiente virtual. E o interesse pelo segmento cresce à medida que um maior volume das operações com cartões de pagamento migra para as lojas virtuais. Não por acaso, a Braspag foi adquirida em 2011 pela Cielo, credenciadora líder no Brasil, segundo a qual 7% de suas transações foram realizadas por canais como a internet. Benefícios – O tom da crescente disputa no setor é a percepção comum de que apenas preço já não é suficiente para conquistar a preferência dos lojistas, que cada vez mais demandam serviços que facilitem sua contabilidade, ampliem a segurança contra fraudes e erros e, claro, aumentem as
Wilton Rodrigues/Sxc
Mais operações com cartões de pagamento estão migrando para as lojas virtuais
chances de negócios. Solutions, uma das maiores "Tem uma avenida enor- do ramo nos Estados Unidos, me para ser com a qual percorrida", promete redisse Daniel d u z i r b a sBento, extante o núpresidente mero de da Braspag e oper ações co-fundador n ã o c o mpor cento é a da recémpletadas. participação da criada maxiSegundo Pago!, com a ele, no Bralíder desse qual já faz sil, 75% das segmento no Brasil, planos de ter compras 30% do meronline são a Braspag, adquirida cado até o fib e m s u c epela Cielo no ano nal de 2013. didas. Nos passado. U m d e EUA, esse seus princiíndice é de pais chama90%. rizes é a tecnologia desenJá a MundiPagg, dos sócios volvida com a Maas Global Fabio Barbosa e Verena Stu-
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kart, ambos também exBraspag, acena com recursos inteligentes. O sistema, por exemplo, armazena informações do cliente, facilitando o caminho por ocasião de uma segunda compra. "Quanto maior o uso da plataforma, mais inteligente ela fica, e consequentemente converte mais vendas para o lojista", disse Stukart. Divisão – A Braspag contraataca com soluções mais complexas de conciliação, serviço que verifica pagamentos e cruza informações com bancos, evitando erros que levem ao cancelamento de compras, muitas delas não reconhecidas pelo portador do cartão. "Muitas empresas fazem isso de forma manual. Com isso, muitas vezes o erro é identificado muito tempo depois, impedindo uma solução para o problema", afirmou o presidente da Braspag, Gastão Mattos. Soluções que embutem maior automação do processo também prometem facilitar a vida especialmente dos lojistas que utilizam em maior escala as vendas parceladas, o que torna a tarefa de conciliação muito mais complexa. Outra novidade da Braspag que chega ao mercado é o de uma compra ser dividida em diferentes cartões ou entre modos distintos de pagamento, como entre cartão de crédito e de débito. (Reuters)
sexta-feira, 18 de maio de 2012
DIÁRIO DO COMÉRCIO
ECONOMIA/LEGAIS - 17
Braxis Tecnologia da Informação S.A. CNPJ/MF nº 07.837.195/0001-78 Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2008 e 2007 (Valores expressos em Milhares de Reais) Balanços Patrimoniais Demonstração dos Resultados Demonstração dos Fluxos de Caixa (Valores expressos em milhares de reais, exceto prejuízo líquido por ação) Controladora Consolidado Controladora Consolidado Controladora Consolidado Controladora Consolidado Ativo Nota 2008 2007 2008 2007 Passivo Nota 2008 2007 2008 2007 2008 2007 2008 2007 Nota 2008 2007 2008 2007 Ajustado Ajustado Ajustado Ajustado Ajustado Ajustado Ajustado Ajustado Fluxo de Caixa das Ativ. Operac. Circulante 3.472 6.767 16.391 29.010 Circulante 71.485 40.227 41.440 34.564 Prejuízo líquido do exercício (56.498) (37.693) (56.498) (37.693) Disponibilidades 4 96 9 99 19 Fornecedores – – 6 – Receita Operacional Bruta 1.192 7.301 14.935 64.415 Ajustes para reconciliar o prejuízo líquido Contas a rec. de clientes 5 2.753 5.689 11.102 24.062 Empréstimos e financiamentos 12 8.020 6.290 8.020 6.290 Receita de prestação de serviços Deduções da receita bruta (142) (1.119) (887) (6.279) ao caixa gerado pelas atividades operac.: – 10.708 – 10.708 Adiant. a empregados e fornec. 6 – 584 – 2.783 Salários e obrigações sociais 13 – 166 – 14.819 1.050 6.182 14.048 58.136 Depreciação e amortização 360 509 382 568 Tributos a recuperar 7 220 92 2.055 1.944 Obrigações tributárias 14 862 1.560 4.005 4.135 Receita Operacional Líquida Custos dos serviços prestados (1.267) – (12.290) (3.630) Amortização do ágio 8.750 – 8.750 – Despesas antecipadas – – – 11 Prov. para perdas em controladas 10.1 58.075 25.623 23.608 – Lucro Bruto (217) 6.182 1.758 54.506 Valor residual do ativo baixado 803 3.000 861 3.137 Outros créditos 8 403 393 3.135 191 Adiantamentos de clientes 1.003 1.003 1.154 1.003 Despesas Operacionais (56.281) (43.875) (56.261) (91.565) Resultado de equivalência patrimonial 44.566 24.128 35.827 (574) Outras contas a pagar 15 3.525 5.585 4.647 8.317 Com pessoal 17 (48) (1.278) (382) (54.037) (2.019) 652 (10.678) (23.854) Realizável a Longo Prazo 67.318 49.519 45.435 34.467 Exigível a Longo Prazo 48.850 35.454 70.244 48.806 Administrativas e gerais 18 (592) (3.442) (1.724) (12.900) Redução (aumento) nos ativos: 9 48.850 35.454 70.244 47.217 Com estrutura Partes relacionadas 9 67.318 49.519 45.425 34.467 Contas a pagar c/empresas ligadas 19 (998) (6.854) (1.350) (12.604) Contas a receber de clientes 2.936 (5.690) 12.960 (23.638) Depósitos judiciais – – 10 – Outras contas a pagar – – – 1.589 Financeiras, líquidas 20 (2.639) (1.624) (8.164) (5.067) Adiant. a empregados e fornecedores 584 (258) 2.783 (2.221) 16 (23.444) 28.733 (23.444) 28.733 Depreciações e amortizações Permanente 26.101 48.128 26.414 48.626 Patrimônio Líquido (360) (509) (382) (568) Tributos a compensar e recuperar (128) (90) (111) (1.716) Investimentos 10 24.905 45.770 25.139 46.109 Capital social 16.1 91.348 91.348 91.348 91.348 Tributárias (34) (98) (37) (103) Despesas antecipadas – 27 11 16 Imobilizado 11 594 1.109 623 1.167 Capital social a integralizar (233) (23.759) (233) (23.759) Particip. societária em controladas (53.316) (24.128) (44.577) 574 Outros créditos (10) 4.386 (2.944) 4.588 Intangível 11 602 1.249 652 1.350 Reserva de capital 666 666 666 666 Outras operacionais, líquidas 1.706 (5.942) 355 (6.860) Partes relacionadas (17.799) (38.706) (10.958) (23.654) (56.498) (37.693) (54.503) (37.059) Outros créditos a receber Adiant. para futuro aum. de capital – 19.205 – 19.205 Prejuízo Operacional – – (10) – – – – (634) Aumento (Redução) nos passivos: Prejuízos acumulados (115.225) (58.727) (115.225) (58.727) Despesas ou perdas extraordinárias (56.498) (37.693) (54.503) (37.693) Fornecedores – – 6 – 96.891 104.414 88.240 112.103 Prejuízo antes do IR e da CSLL Total do Ativo 96.891 104.414 88.240 112.103 Total do Passivo IR e contribuição social – – (1.995) – Empréstimos e financiamentos 1.730 (3.110) 1.730 (3.110) Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido Prejuízo Líquido do Exercício (56.498) (37.693) (56.498) (37.693) Salários e obrigações sociais (166) 166 (14.819) 11.497 Controladora Quantidade de Ações ao Obrigações tributárias (698) 1.490 (130) 3.653 Adiantam. para Final do Exercício 18.1 97.798 97.798 97.798 97.798 Adiantamentos de clientes – 1.003 151 1.003 Capital Capital social Reserva futuro aumento Prejuízos Prejuízo Líquido do Exercício Outras contas a pagar (2.060) (13.401) (3.670) (10.998) Nota social a integralizar de capital de capital acumulados Total por Ações (Em Reais - R$) (577,70) (385,42) (577,70) (385,42) Contas a pagar com empresas ligadas 13.396 24.701 23.027 38.943 Saldos em 31 de dezembro de 2006 - Ajustado 52.279 (7.049) 495 – (21.034) 24.691 Outras contas a pagar – – (1.589) 1.589 Aumento de capital 16.1 39.069 – – – – 39.069 pelo valor justo e suas flutuações, exceto reduções em seu valor recuperável, e as diferenCaixa Líq. Consumido nas Ativ. Operac. (4.234) (28.830) (4.241) (27.902) Capital social a integralizar – (16.710) – – – (16.710) ças em moeda estrangeira desses instrumentos são reconhecidas diretamente no patriFluxo de Caixa das Atividades de Invest. Reserva de capital – – 171 – – 171 mônio líquido, líquidas dos efeitos tributários. Quando um investimento deixa de ser Aquisição de imobilizado – (931) – (655) Adiantamento para futuro aumento de capital – – – 19.205 – 19.205 reconhecido, o ganho ou perda acumulado no patrimônio líquido é transferido para resultado. Aquisição de investimentos – (27.444) – (29.480) Prejuízo do exercício – – – – (37.693) (37.693) 3.10.3. Instrumentos financeiros ao valor justo pelo resultado: Um instrumento é classificado Adiantamento para aumen. de cap. em invest. – (546) – – Saldos em 31 de dezembro de 2007 - Ajustado 91.348 (23.759) 666 19.205 (58.727) 28.733 ao valor justo pelo resultado se for mantido para negociação, ou seja, designado como tal Alienação de investimentos – 16.006 – 16.006 Capital social intregalizado 16.1 – 23.526 – – – 23.526 no reconhecimento inicial. São assim definidos se a Cia. gerencia esses investimentos e Caixa Líq. Consumido nas Ativ. de Invest. – (12.915) – (14.129) Adiantamento para futuro aumento de capital – – – (19.205) – (19.205) toma as decisões de compra e venda com base em seu valor justo de acordo com a Fluxo de Caixa das Atividades de Financ. Prejuízo do exercício – – – – (56.498) (56.498) estratégia de investimento e gerenciamento de risco documentado por ela. Após reconhe- Aporte de capital de acionistas 23.526 22.530 23.526 22.530 Saldos em 31 de dezembro de 2008 91.348 (233) 666 – (115.225) (23.444) cimento inicial, custos de transação atribuíveis são reconhecidos nos resultados quando Adiant. para aumento de capital (19.205) 19.205 (19.205) 19.205 incorridos. Instrumentos financeiros ao valor justo pelo resultado são medidos pelo valor Caixa Líquido Gerado pelas Atividades Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras justo e suas flutuações são reconhecidas no resultado. 3.10.4. Outros: Outros instrumentos 4.321 41.735 4.321 41.735 1. Contexto Operacional – A Braxis Tecnologia da Informação S.A. (“Braxis” ou “Cia.”) líquido efetuados no decorrer de 2007 com a empresa CPM Braxis ERP, conforme contrato de financeiros não derivativos são mensurados pelo custo amortizado utilizando o método de de Financiamento tem por atividades principais pesquisa, análise, planejamento, implantação, coordenação cessão de direitos e obrigações firmado com a controladora CPM Braxis S.A. (c) Participações taxa de juros efetiva, diminuídos por eventuais reduções no valor recuperável. 3.11. Caixa Líq. Gerado pelas (Cons. nas) Ativ. Operac., de Invest. e de Financ. 87 (10) 80 (296) e controle de trabalhos de gestão, tais como seleção de pessoal, organização e métodos, Societárias e Investimentos: em decorrência da revisão do resultado de sua coligada, bem Demonstração do fluxo de caixa: Foi preparada e está sendo apresentada de acordo com gestão de materiais, orçamentos, relações públicas política mercadológica e atividades como o resultado da equivalência patrimonial. (d) Obrigações tributárias: em decorrência da o CPC 03 – Demonstração dos Fluxos de Caixa, emitido pelo CPC. As demonstrações dos A Var. das Dispon. é assim Demon.: No fim do exercício 96 9 99 19 correlatas; terceirização de mão-de-obra; planejamento, projeção, programação e análise de revisão do escopo de determinados projetos da Cia., bem como do critério de faturamento fluxos de caixa refletem as modificações no caixa que ocorreram nos exercícios apresen9 19 19 315 investimentos e financiamentos; prestação de serviços de consultoria e análise e programa- desses projetos, foram revertidas receitas de faturamento com prestação de serviço, por tados utilizando o método indireto. Os termos utilizados na demonstração do fluxo de caixa No início do exercício 87 (10) 80 (296) ção em tecnologia da informação, bem como a elaboração e gerenciamento de programas consequência tivemos a reversão dos impostos compensados no exercício de 2007. (e) são os seguintes: • Atividades operacionais: são as principais atividades geradoras de Diminuição das Disponibilidades de informática; promoção e coordenação de eventos de natureza empresarial e cultural, Outras contas a pagar: a receita pela prestação de serviços é reconhecida tendo como base ingressos e receitas da Cia. e outras atividades que não sejam atividades de investimento 8. Outros Créditos a Receber Controladora Consolidado tais como exposições, seminários, palestras, conferências e simpósios e, participação em a etapa de execução dos serviços realizados até a data-base de balanço, de acordo com a ou de financiamento. • Atividades de investimentos: são as atividades relativas à aquisição 2008 2007 2008 2007 outras sociedades, de natureza simples ou empresária, no país e no exterior, na qualidade porcentagem do total de serviços a serem realizados, na medida em que todos os custos e alienação de ativos não circulantes e outros investimentos não incluídos em atividades Ajustado Ajustado de sócia, acionista ou quotista. relacionados aos serviços possam ser mensurados confiavelmente. As antecipações de operacionais ou de financiamento. • Atividades de financiamento: são as atividades que Reembolso de despesas – 310 – – 2. Apresentação das Demonstrações Financeiras – As demonstrações financeiras foram clientes, decorrentes dos serviços faturados com custos a incorrer que resultou no ajuste têm como consequência alterações na dimensão e composição do capital próprio e nos Outros 403 83 3.135 191 elaboradas e estão sendo apresentadas com base nas práticas contábeis adotadas no Brasil em 2007. (f) Partes relacionadas: refere-se a movimentações atreladas a contrato de mútuo empréstimos obtidos pela Cia.. 403 393 3.135 191 e normas da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”), observando as diretrizes contábeis com empresas ligadas e coligadas. (g) Refere-se aos reflexos dos ajustes no resultado do 4. Disponibilidades Controladora Consolidado Controladora Consolidado 9. Partes Relacionadas emanadas da legislação societária (Lei nº 6.404/76) que incluem os novos dispositivos exercício. (h) Receitas de prestação de serviço/dedução da receita bruta: em decorrência da 2008 2007 2008 2007 2008 2007 2008 2007 introduzidos, alterados e revogados pela Lei nº 11.638, de 28/12/2007 e Medida Provisória revisão do escopo de determinados projetos da Cia., bem como do critério de faturamento Ajustado Ajustado Ajustado Ajustado nº 449, de 3/12/2008, posteriormente convertida na Lei nº 11.941/09. Também foram desses projetos, foram revertidas receitas líquidas de faturamento. (i) Financeiras, líquidas: o Caixa 3 7 3 8 Ativo consideradas as orientações e interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos relacionamento financeiro com as empresas ligadas era formalizado por meio de contratos Bancos 25.175 20.079 – – 93 2 96 11 Braxis ERP Software S.A. Contábeis (CPC), Pronunciamentos Técnicos emitidos pelo IBRACON (Instituto dos Auditores de mútuo, os quais foram objeto de distrato. Em função dos distratos, o relacionamento 260 – – – 96 9 99 19 SBS Serv. de Informática Ltda. Independentes do Brasil) e resoluções do CFC (Conselho Federal de Contabilidade). 2.1. financeiro passou a ser formalizado por meio de celebração de contas-correntes com as 5. Contas a Receber de Clientes SPEC Soluction Ltda. 20.078 17.567 20.078 17.567 Alteração na Legislação Societária – Lei nº 11.638 de 2007 e Medida Provisória nº empresas ligadas. Assim, os saldos de conta-corrente não estão sujeitos a atualizações 1.679 – 1.684 – Controladora Consolidado Pimentel Consult. Assoc. Ltda. 449 de 2008: Em 28/12/2007 foi promulgada a Lei nº 11.638, com vigência a partir de monetárias, e não tem data de vencimento preestabelecida, com isso as movimentações 711 – 713 – 2008 2007 2008 2007 ABS Advanced Business Solution Ltda. 01/01/2008. O objetivo da referida Lei foi o de atualizar a legislação societária brasileira a financeiras ocorridas com multa e IOF sob os distratos foram revertidos. (j) Outras despesas/ 6.621 1.881 10.107 6.908 Ajustado Ajustado CPM Braxis ERP Tec. da Inform. fim de possibilitar o processo de convergência das práticas contábeis adotadas no Brasil receitas operacionais: incluem principalmente: a revisão dos repasses de resultado líquido Contas a receber de clientes Softinvest Participações Ltda. 9.803 7.847 9.803 7.847 2.753 5.689 11.102 24.824 com aquelas constantes nas normas internacionais de contabilidade (International Financial efetuados no decorrer de 2007 com a empresa CPM Braxis ERP, conforme contrato de cessão (-) Prov. p/ devedores duvidosos – – 49 – – – – (762) Unitech Tecnol. da Inform. S.A. Reporting Standards – IFRS). Adicionalmente, em 3/12/2008, entrou em vigor a Medida de direitos e obrigações firmadas com a sua controladora CPM Braxis S.A. 2.991 2.145 2.991 2.145 2.753 5.689 11.102 24.062 Sertrading S.A. Provisória nº 449 que também introduziu alterações nas práticas contábeis adotadas no 3. Principais Práticas Contábeis – 3.1. Demonstrações Financeiras Consolidadas: 6. Adiantamentos a Empregados e Fornecedores 67.318 49.519 45.425 34.467 Brasil.A Cia. estabeleceu como data de transição para a adoção das novas práticas contábeis As demonstrações financeiras consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas Controladora Consolidado Passivo o dia 01/01/2008. A data de transição é definida como o ponto de partida para a adoção contábeis adotadas no Brasil, e abrangem as demonstrações financeiras da Cia. e das – 1.630 932 1.630 2008 2007 2008 2007 ABS Advanced Business Solution Ltda. das mudanças nas práticas contábeis adotadas no Brasil e representa a data-base em empresas controladas. No processo de consolidação foram eliminadas as participações de 48.454 31.127 53.669 41.611 Ajustado Ajustado CPM Braxis S.A. que a Cia. preparou seu balanço patrimonial inicial ajustado por esses novos dispositivos uma empresa em outra, os saldos patrimoniais, as receitas e as despesas entre as empresas. – 2.670 3.203 2.816 Adiantamentos a empregados – – – 2.171 Pimentel Consult. Assoc. Ltda. contábeis de 2008. O CPC 13 – Adoção Inicial da Lei nº 11.638/07 e da Medida Provisória As demonstrações financeiras da controlada sediada no exterior foram convertidas para – 25 – – Adiantamentos a fornecedores – 584 – 612 SBS Serv. de Informática Ltda. nº 449/08 (“CPC 13”) – desobrigou as empresas a aplicarem o disposto na Deliberação reais com base na taxa de câmbio na data do encerramento do exercício e adaptadas às – – 1.158 1.158 – 584 – 2.783 Sertrading S.A. CVM nº 506/06 – Práticas Contábeis, Mudanças nas Estimativas Contábeis e Correção de práticas contábeis adotadas no Brasil. As demonstrações financeiras consolidadas em CPM Braxis ERP – – 10.886 – 7. Tributos a Compensar e Recuperar Erros, na adoção inicial da Lei nº 11.638/07 e MP nº 449/08. Essa Deliberação requer que, 31/12/2008 incluem as seguintes empresas: 396 2 396 2 Controladora Consolidado Unitech Tec. de Inform. S.A. além de discriminar os efeitos da adoção da nova prática contábil na conta de lucros ou Participação no Período 48.850 35.454 70.244 47.217 2008 2007 2008 2007 resultado – % Consolidado prejuízos acumulados, a Cia. demonstre o balanço de abertura para conta ou grupo de contas Empresa Ajustado Ajustado Refere-se a contratos de mútuo com vencimento de até 365 dias e atualizado pelo CDI. 100% 12 meses relativo ao período mais antigo para fins de comparação, bem como os demais valores SBS Serviços de Informática Ltda. 124 45 1.118 297 10. Investimentos – A participação societária direta da Cia., avaliada pelo método de 100% 12 meses IRRF comparativos apresentados, como se a nova prática contábil estivesse sempre em uso. A Braxis ERP Software S.A. CSLL 39 24 503 502 equivalência patrimonial, é demonstrada a seguir: 19,65% 12 meses Cia. exerceu a faculdade prevista no CPC 13 e informa que não existiram efeitos relevantes CPM Braxis S.A. Controladora Consolidado 25 1 25 706 quando da aplicação das novas práticas contábeis adotadas no Brasil que merecessem 3.2. Moeda Funcional e de Apresentação das Demonstrações Financeiras: A Adminis- IRPJ 2008 2007 2008 2007 INSS 25 – 25 – ajustes decorrentes da mudança de prática, a serem registrados na conta de prejuízos tração da Cia. definiu que sua moeda funcional é o real (R$) de acordo com as normas Ajustado Ajustado COFINS 7 17 308 337 acumulados. As demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31/12/2007, descritas no Pronunciamento Técnico CPC 02 – Efeitos nas Mudanças nas Taxas de 13.713 28.315 14.440 30.055 – 4 76 76 CPM Braxis S.A. apresentadas de forma conjunta com as demonstrações financeiras de 2008, foram elabo- Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis, aprovado pela Resolução CFC nº 1.120/08 PIS 4.796 8.676 4.796 8.676 – – – 25 Braxis ERP S.A. radas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil vigentes até 31/12/2007, e, (NBC T 7) alterada pela Resolução CFC nº 1.164/09. Transações em moeda estrangeira, isto COFINS, PIS/PASEP, CSLL SBS Serv. de Inform. Ltda. 6.396 8.779 5.903 7.378 IOF – 1 – 1 como permitido pelo Pronunciamento Técnico CPC 13 (Adoção Inicial da Lei nº 11.638/07 e é, todas aquelas que não são realizadas na moeda funcional, são convertidas pela taxa de 24.905 45.770 25.139 46.109 220 92 2.055 1.944 da Medida Provisória nº 449/08), não estão sendo reapresentadas com os ajustes para fins câmbio das datas de cada transação. Ativos e passivos monetários em moeda estrangeira de comparação entre os exercícios. As alterações nas práticas contábeis que produziram são convertidos para a moeda funcional pela taxa de câmbio da data do fechamento. Os 10.1. Movimentação dos Investimentos ERP SBS CPM Total efeitos na elaboração e na apresentação das demonstrações financeiras do exercício findo ganhos e as perdas de variações nas taxas de câmbio sobre os ativos e os passivos 2008 2007 2008 2007 2008 2007 2008 2007 em 31/12/2008 foram mensuradas e registradas pela Cia. com base nos Pronunciamentos monetários são reconhecidos na demonstração de resultados. Ativos e passivos não Ajustado Ajustado Ajustado Ajustado Contábeis emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis e aprovados pelo Conselho monetários adquiridos ou contratados em moeda estrangeira são convertidos com base Saldo inicial (16.947) 19.484 8.779 7.508 28.315 – 20.147 26.992 Federal de Contabilidade. As demonstrações financeiras de 31/12/2008 foram preparadas nas taxas de câmbio das datas das transações ou nas datas de avaliação ao valor justo Aquisição de ações ordinárias – – – – – 10.336 – 10.336 considerando-se as exceções requeridas e algumas das isenções opcionais permitidas quando este é utilizado. 3.3. Moeda estrangeira: Os efeitos cambiais são registrados Ágio na aquisição de ações – – – – – 17.108 – 17.108 pelo CPC 13, sendo elas: a. Isenção sobre a apresentação de demonstrações financeiras mediante a atualização dos ativos e passivos, tendo como contrapartida as contas de AFAC – 486 – 61 – – – 547 comparativas:As demonstrações financeiras de 2007 estão preparadas nas bases contábeis receitas e despesas financeiras, até a data do balanço, quando aplicável. 3.4. Estimativas Ajuste de investimento – (10.722) – 14 – – – (10.708) vigentes em 2007. A opção dada pelo CPC 13 de não ajustar as demonstrações financeiras contábeis: São utilizadas para a mensuração e reconhecimento de certos ativos e passivos Amortização do ágio (3.879) – (1.476) – (3.395) – (8.750) – de 2007 aos padrões contábeis de 2008 foi adotada pela Cia.. b. Considerações sobre o das demonstrações financeiras da Cia.. A determinação dessas estimativas levou em Resultado equivalência patrimonial (10.477) (26.195) (907) 1.196 (33.183) 871 (44.567) (24.128) cálculo do ajuste a valor presente: De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 12 – consideração experiências de eventos passados e correntes, pressupostos relativos a Saldo final (31.303) (16.947) 6.396 8.779 (8.263) 28.315 (33.570) 20.147 Ajuste a Valor Presente, o conceito de ajuste a valor presente foi aplicado pela Cia. para eventos futuros e outros fatores objetivos e subjetivos. Itens significativos sujeitos a esti- Investimento 4.796 8.676 6.396 8.779 13.713 28.315 24.505 45.770 ativos e passivos não circulantes e para os relevantes circulantes quando estes tiverem mativas incluem: (i) a provisão para créditos de liquidação duvidosa; (ii) a determinação Provisão de perda (36.099) (25.623) – – (21.976) – (58.075) (25.623) juros implícitos ou explícitos embutidos. O efeito do ajuste não foi relevante, por isso não das vidas úteis do ativo imobilizado e dos ativos intangíveis; e (iii) provisões diversas. A Lei das Sociedades por Ações, dentro de 30 dias contados da data em que os Acionistas foi registrado nas demonstrações financeiras de 31/12/2008. c. Neutralidade para fins liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores 11. Imobilizado e Intangível tributários da aplicação inicial da Lei nº 11.638/07 e da Medida Provisória nº 449/08: A divergentes dos registrados nas demonstrações financeiras devido às imprecisões ineren- Controladora Taxa anual Deprec./ Líquido receberam um aviso formal de aumento de capital pela CPM, os Acionistas terão a faculdade de exercer seus respectivos direitos de preferência proporcionalmente à sua participação Cia., não optou pelo Regime Tributário de Transição (RTT) instituído pela Medida Provisória tes ao processo de sua determinação. A Cia. revisa suas estimativas e premissas, pelo de deprec./ amortiz. nº 449/08, por meio do qual as apurações do imposto sobre a renda da pessoa jurídica menos, anualmente. 3.5. Apuração do resultado: O resultado é apurado pelo regime de Imobilizado amort. em % Custo acumul. 2008 2007 acionária da CPM.Os acionistas neste ato renunciam ao referido direito de preferência em (IRPJ), da contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL), da contribuição para o PIS e da competência. A receita bruta de serviços compreende o desenvolvimento de sistemas e Benf. em imóv. de terc. 5 1.114 (520) 594 818 relação à emissão das novas Ações pela CPM em uma Distribuição. As ações preferenciais contribuição para o financiamento da seguridade social (COFINS), para o biênio 2008-2009, programas de computador (software), bem como a prestação de serviços de assessoria na Instalações 10 – – – 250 Classe A poderão ser convertidas no mesmo número de ações ordinárias, a qualquer continuam a ser determinadas sobre os métodos e critérios contábeis definidos pela Lei área de Informática. A apropriação dos custos dos projetos é feita por regime de compe- Equip. de proc. de dados 5 – – – 3 momento, mediante solicitação de qualquer acionista preferencial Classe A com relação nº 6.404, de 15/12/1976, vigentes em 31/12/2007. A Cia. consignou a referida opção na tência. As antecipações de clientes, decorrentes dos serviços faturados com custos a Móveis e utensílios 10 – – – 28 às suas próprias ações preferenciais Classe A. No caso de a Sociedade protocolar junto à Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ) no ano de 2009. incorrer são registradas em conta específica do passivo circulante. O custo dos serviços Máq. e equipamentos 10 – – – 10 CVM pedido de registro de uma distribuição qualificada, as ações preferenciais Classe A d. Diferido: A Lei nº 11.638/07 restringiu o lançamento de gastos no ativo diferido, mas, prestados é reconhecido como despesa do período em que a respectiva receita é reconhe1.114 (520) 594 1.109 serão automaticamente convertidas no mesmo número de ações ordinárias. No caso de um evento considerado como liquidação da Cia., as ações preferenciais Classe A, terão o após isso, a determinou que na adoção inicial os gastos ativados que não possam ser cida. 3.6. Tributação: 3.6.1. Tributos diretos: O Imposto de Renda e contribuição social Intangível reclassificados para outro grupo de ativos, devem ser baixados no balanço de abertura, correntes são calculados com base nas alíquotas de 15% acrescida do adicional de 10% Software 5 853 (251) 602 1.244 direito prioritário de receber, das remunerações efetivamente recebidas pela Cia. ou pela na data de transição, mediante o registro do valor contra lucros ou prejuízos acumulados, sobre o lucro tributável excedente de R$240 no período de 12 meses para Imposto de Renda Marcas e patentes n.a. – – – 5 CPM Holdings e pelo Grupo Braxis, conforme for o caso, o mais alto entre: (a) um valor até o líquido dos efeitos fiscais, ou mantidos nesse grupo até sua completa amortização, sujeito e 9% sobre o lucro tributável para a contribuição social. A compensação dos prejuízos 853 (251) 602 1.249 preço de subscrição acrescido de qualquer valor integralizado pelo acionista preferencial pela à análise sobre recuperação conforme o Pronunciamento Técnico CPC 01 – Redução ao fiscais de Imposto de Renda e da base negativa da contribuição social está limitada à base Consolidado Taxa anual Deprec./ Líquido aquisição das ações preferenciais Classe A adicionais, mais qualquer dividendo declarado e não pago ou (b) a porcentagem pro rata das remunerações recebidas como resultado da Valor Recuperável de Ativos. Assim, a Cia. reclassificou a totalidade do saldo do diferido de 30% dos lucros tributáveis anuais, sem prazo de prescrição. Pelo fato de a Cia. não (Não revisado) de deprec./ amortiz. para o intangível. a. Intangível: De acordo com o CPC 04 – Ativo Intangível, a Cia. reconheceu apresentar histórico de lucros tributáveis e expectativa de rentabilidade futura fundamen- Imobilizado amort. em % Custo acumul. 2008 2007 liquidação atribuído as ações preferenciais. Caso uma distribuição qualificada não ocorra em conta específica do ativo não circulante os ativos intangíveis. b. Eliminação da linha tada em estudo de viabilidade, não foram reconhecidos ativos diferidos decorrentes de Benf. em imóv. de terc. 5 1.155 (532) 623 850 e desde que as ações preferenciais classe A detidas pelos Acionistas preferenciais classe de resultado não operacional: A Medida Provisória nº 449/08 promoveu a eliminação da prejuízo fiscal, base negativa da contribuição social e diferenças temporárias entre o Instalações 10 – – – 259 A tiverem sido previamente convertidas em ações ordinárias terá o direito de reconversão linha de resultado não operacional, em função disso a Cia. reclassificou esses valores nas resultado apurado para fins fiscais e o apurado de acordo com as práticas contábeis Equip. de proc. de dados 5 – – – 12 exercido no prazo máximo de 30 dias a contar da data em que a Cia. notificar a decisão demonstrações financeiras do exercício findo em 31/12/2007 para a linha de outras receitas adotadas no Brasil. 3.6.2. Tributos indiretos: A receita de prestação de serviços está sujeita Móveis e utensílios 10 – – – 35 de não realizar a distribuição. Os direitos acima descritos, cessarão mediante a conversão operacionais líquidas. 2.2. Ajustes de Exercícios Anteriores: Considerando o processo aos impostos e contribuições pelas seguintes alíquotas básicas: • Imposto sobre Serviços Máq. e equipamentos 10 – – – 11 das ações preferenciais classe A em ações ordinárias, exceto para a possibilidade de não de consolidação que vem sendo implementado pela Cia. e seus acionistas, as práticas de Qualquer Natureza (ISSQN): 2% a 5%. • Programa de Integração Social (PIS): 0,65%. • 1.155 (532) 623 1.167 ocorrência de uma distribuição qualificada. 16.2. Destinação do Lucro Líquido: 16.2.1. e estimativas contábeis adotadas foram revisadas. Nesse contexto, as demonstrações Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins): 3%. Estes tributos são Software 5 932 (280) 652 1.345 Direito das ações: Consoante disposição estatutária, aos acionistas estão assegurados juros financeiras referentes ao exercício findo em 31/12/2007, ora reapresentadas para fins apresentados como deduções das receitas na demonstração do resultado. 3.7. Ativos Marcas e patentes n.a. – – – 5 sobre o capital próprio e/ou dividendos que somados correspondam, no mínimo, a 25% de comparab. nas demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31/12/2008, circulantes e não circulantes: 3.7.1. Disponibilidades: São valores em caixa e equivalen932 (280) 652 1.350 do lucro líquido do exercício, ajustado nos termos da lei societária e do estatuto. 16.2.2. Destinação do lucro líquido: O lucro líquido, como definido no artigo 191 da Lei nº 6.404, tes de caixa, incluindo valores mantidos em contas bancárias. 3.7.2. Contas a receber de A movimentação do ativo imobiliz. e intangível pode ser assim demonstrada: foram ajustadas, conforme detalhamos a seguir: clientes: Registradas e mantidas no balanço pelo valor nominal dos títulos representativos Controladora Controladora 2007 2008 de 15/12/1976, apurado em cada balanço terá, pela ordem, a seguinte destinação: (i) Constituição da reserva legal. (ii) Constituição das reservas previstas nos artigos 195 e 197 destes créditos, acrescidos de variação cambial e ajustados ao valor presente, quando Publicado Reclas./ Valor da mencionada Lei nº 6.404/76, mediante proposta da Diretoria, aprovada pelo Conselho e Demonstração contábil/rubrica anteriorm. ajuste Republic. aplicável, e segregados entre curto e longo prazo de acordo com o prazo de vencimento residual Deprec./ deliberada pela Assembleia Geral. (iii) Pagamento de dividendos propostos pela Diretoria e desses créditos. Quando aplicável, provisão para créditos de liquidação duvidosa é consBalanço Patrimonial do ativo Transfe- amortiz. tituída com base nas perdas estimadas e seu montante é considerado suficiente pela Imobilizado Ativo Líquido Adições baixado rências acumul. Líquido aprovados pelo Conselho que, somados aos dividendos intermediários e/ou juros sobre o Disponibilidades 9 – 9 Administração para cobrir perdas prováveis na realização das contas a receber. 3.7.3. Benfeit. em imóv. de terc. 817 – – – (223) 594 capital próprio, que tenham sido declarados, assegure aos acionistas, em cada exercício, Contas a receber de clientes (a) 7.633 (1.944) 5.689 Investimentos: Os investimentos em empresas controladas e coligadas são avaliados pelo Instalações 250 – (250) – – – a título de dividendo mínimo obrigatório, 25% (vinte e cinco por cento) do respectivo lucro Adiant. a empreg. e fornecedores 584 – 584 método de equivalência patrimonial. 3.7.4. Imobilizado: O ativo imobilizado é registrado Equipto. de proc. de dados 4 – (4) – – – líquido, ajustado pela diminuição ou acréscimo dos valores especificados nos itens I, II e III Tributos a compensar e recuperar 92 – 92 pelo custo de aquisição ou construção, deduzido da depreciação calculada pelo método Móv. e utensílios 28 – (28) – – – do artigo 202 da referida Lei nº 6.404/76. Controladora Consolidado Outros créditos a receber 393 – 393 linear com base nas taxas mencionadas na nota explicativa nº 11 e levam em consideração Máq. e equip. 10 – (10) – – – 17. Despesas com Pessoal 2008 2007 2008 2007 Partes relacionadas (b) 46.879 2.640 49.519 o tempo de vida útil estimada dos bens segundo parâmetros e taxas estabelecidos pela 1.109 – (292) – (223) 594 Ajustado Ajustado Investimentos (c) 42.954 2.816 45.770 legislação tributária vigente. Os encargos financeiros dos financiamentos contratados na Intangível Proventos (9) (811) (136) (38.833) Imobilizado 1.109 – 1.109 fase de construção de bens integrantes do ativo imobilizado, quando aplicável, são capi- Software 1.244 945 (1.514) – (73) 602 (39) (278) (232) (8.387) Intangível 1.249 – 1.249 talizados. Outros gastos são capitalizados apenas quando há um aumento nos benefícios Marcas e patentes 5 – (5) – – – Benefícios – (189) (14) (6.817) econômicos desse item do imobilizado. Qualquer outro tipo de gasto é reconhecido no Passivo 1.249 945 (1.519) – (73) 602 Encargos sociais (48) (1.278) (382) (54.037) Empréstimos e financiamentos 6.290 – 6.290 resultado como despesa, quando incorrido. 3.7.5. Intangível: É registrado ao custo de Consolidado 2007 2008 18. Despesas Gerais e Admnistrativas Salários e obrigações sociais 166 – 166 aquisição, deduzido da amortização acumulada.As amortizações são calculadas pelo método (Não revisado) Valor Controladora Consolidado Obrigações tributárias (d) 1.635 (75) 1.560 linear, com base nas taxas que levam em consideração a vida útil dos direitos segundo residual Deprec./ 2008 2007 2008 2007 Prov. p/ perdas em controladas (c) – 25.623 25.623 parâmetros e taxas estabelecidas pela legislação tributária vigente e estão mencionadas do ativo Transfe- amortiz. Ajustado Ajustado Adiantamentos de clientes 1.003 – 1.003 na nota explicativa nº 11. 3.7.6. Avaliação do valor recuperável dos ativos: O § 3º do artigo Imobilizado Líquido Adições baixado rências acumul. Líquido (48) (27) (65) (56) Outras contas a pagar (e) 12.279 (6.694) 5.585 183 da Lei nº 6.404/76, modificado pela Lei nº 11.638/07 e Lei nº 11.941/09, determina Benfeitorias em imóv. de terc. 850 – – – (227) 623 Material de escritório – (552) – (2.798) Contas a pagar c/ empresas ligadas 35.454 – 35.454 que a Cia. deverá efetuar, periodicamente, análise sobre a recuperação dos valores regis- Instalações 259 – (259) – – – Viagens (22) (213) (30) (405) Capital social 91.348 – 91.348 trados no imobilizado e no intangível, a fim de que sejam registradas as perdas de valor do Equip. de proc. de dados 12 – (12) – – – Despesas de transporte – (52) – (522) Capital Social a Integralizar (23.352) (407) (23.759) capital aplicado quando houver decisão de interromper os empreendimentos ou atividades Móv. e utensílios 35 – (35) – – – Despesas prom. e relações públicas – (4) – (34) Reserva de capital 666 – 666 a que se destinavam ou quando comprovado que não poderão produzir resultados suficien- Máq. e equip. 11 – (11) – – – Despesas propaganda e publicidade Despesas de publicação – (43) – (45) Adiant. p/ futuro aumento de capital 19.205 – 19.205 tes para a recuperação desse valor (impairment)t e revisados e ajustados os critérios utili1.167 – (317) – (227) 623 Despesas de servicos de terceiros – (39) – (179) Prejuízos acumulados (g) (43.792) (14.935) (58.727) zados para determinação da vida útil econômica estimada para cálculo da depreciação, Intangível – (108) – (119) exaustão e amortização. A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos Software Demonstração do Resultado 1.345 1.016 (1.619) – (90) 652 Despesas de seguros (7) (116) (59) (535) Receitas de prestação de serviços (h) 9.217 (1.916) 7.301 ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, Marcas e patentes 5 – (5) – – – Despesas com treinamento (434) (1.403) (1.379) (3.051) Deduções da receita bruta (h) (1.148) 29 (1.119) operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor 1.350 1.016 (1.624) – (90) 652 Despesas com serviço técnico especial (*) Despesas com projetos – (307) – (1.625) Com pessoal (1.278) – (1.278) recuperável. Quando tais evidências são identificadas e o valor contábil líquido excede o 12. Empréstimos e Financiamentos Outras despesas administrativas (81) (578) (191) (3.531) Administrativas e gerais (3.442) – (3.442) valor recuperável, é constituída provisão para deterioração ajustando o valor contábil líquido Controladora Taxa Venci(592) (3.442) (1.724) (12.900) Com estrutura (6.854) – (6.854) ao valor recuperável. Demais ativos circulantes e não circulantes: Os demais ativos são Modalidade Finalidade pactuada mento 2008 2007 Financeiras, líquidas (i) (2.384) 760 (1.624) registrados pelos seus valores de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos até as Compror Cap. de giro CDI + 5,1% a.a. 12/01/09 1.690 – (*) Refere-se às despesas com auditoria, contabilidade, assessoria técnica, consultoria Depreciações e amortizações (509) – (509) datas dos balanços, reduzidos, mediante provisão, aos seus valores prováveis de realização Compror Cap. de giro CDI + 5,52% a.a 08/06/09 6.060 – administrativa e de negócios. Controladora Consolidado Tributárias (98) – (98) e ajustados ao valor presente, quando aplicáveis. 3.8. Passivos circulantes e não circu- CCB – Conta Garantida Cap. de giro CDI + 4,9% a.a. 28/02/07 – 6.290 19. Despesas com Estrutura 2008 2007 2008 2007 Particip. societária em controladas (c) (12.028) (12.100) (24.128) lantes: 3.8.1. Provisões: Uma provisão é reconhecida no balanço quando a Cia. possui uma 8.020 6.290 Ajustado Ajustado Outras operacionais, líquidas (4.234) (1.708) (5.942) obrigação legal ou é constituída como resultado de um evento passado, e é provável que Consolidado (Não revisado) Taxa Venci(41) (177) (90) (227) Consolidado (Não revisado) um recurso econômico seja requerido para saldar a obrigação. As provisões são registradas Modalidade Finalidade pactuada mento 2008 2007 Despesas de água, energia e gás (208) (642) (474) (972) Publicado Reclas./ tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. 3.8.2. Provisão para contin- Compror Cap. de giro CDI + 5,1% a.a. 12/01/09 1.690 – Despesas de aluguéis Despesas de comunicações (651) (950) (665) (982) Demonstração contábil/rubrica anteriorm. ajuste Republic. gências: As provisões para contingências, quando aplicável, são constituídas mediante Compror Cap. de giro CDI + 5,52% a.a 08/06/09 6.060 – (17) (141) (19) (166) avaliações de seus riscos e quantificadas com base em fundamentos econômicos e CCB – Conta Garantida Balanço Patrimonial Cap. de giro CDI + 4,9% a.a. 28/02/07 – 6.290 Despesas manutenção e conservação – (4.616) – (9.546) pareceres jurídicos sobre os processos e outros fatos contingenciais conhecidos na data Ativo 8.020 6.290 Despesas processamento de dados Outros (81) (328) (102) (711) Disponibilidades 41 (22) 19 do encerramento do exercício. 3.8.3. Demais passivos circulantes e não circulantes: São 13. Salários e Obrigações Sociais Controladora Consolidado (998) (6.854) (1.350) (12.604) Contas a receber de clientes (a) 30.113 (6.051) 24.062 demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos 2008 2007 2008 2007 Adiant. a empreg. e fornecedores 2.783 – 2.783 correspondentes encargos, variações monetárias e/ou cambiais incorridas até a data do Ajustado Ajustado 20. Receitas (Despesas) Financeiras, Líquidas Controladora Consolidado Tributos a compensar e recuperar 1.934 10 1.944 balanço patrimonial. Quando aplicável, os passivos circulantes e não circulantes são Despesas de pessoal – 63 – 8.377 2008 2007 2008 2007 Despesa antecipada 11 – 11 registrados em valor presente, transação a transação, com base em taxas de juros que Impostos e contribuições s/salários – 94 – 4.800 Ajustado Ajustado Outros créditos a receber 191 – 191 refletem o prazo, a moeda e o risco de cada transação. 3.9. Instrumentos financeiros: Provisão de férias – 9 – 1.407 Juros sobre contrato de mútuo (535) 1.454 (5.396) (1.369) Partes relacionadas (b) 26.800 7.667 34.467 Instrumentos financeiros não derivativos incluem aplicações financeiras, contas a receber Outros – – – 235 (966) – (1.357) – Investimentos (c) 62.606 (16.497) 46.109 e outros recebíveis, caixa e equivalentes de caixa, empréstimos e financiamentos, assim – 166 – 14.819 Juros incorridos (892) – (869) – Imobilizado 1.167 – 1.167 como contas a pagar e outras dívidas. Instrumentos financeiros não derivativos são reco- 14. Obrigações Tributárias Controladora Consolidado Variação cambial Receita de aplicação financeira 37 – 37 – Intangível 1.350 – 1.350 nhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido, para instrumentos que não sejam reco2008 2007 2008 2007 (23) (1.938) (51) (2.090) nhecidos pelo valor justo por meio do resultado, de quaisquer custos de transação diretaPassivo Ajustado Ajustado Serviços do sistema financeiro (260) (1.140) (528) (1.608) Fornecedores – – – mente atribuíveis. Posteriormente ao reconhecimento inicial, esses instrumentos financei- COFINS 476 524 1.144 1.545 Outros despesas financeiras (2.639) (1.624) (8.164) (5.067) Empréstimos e financiamentos 6.290 – 6.290 ros são mensurados de acordo com a respectiva classificação: 3.9.1. Instrumentos manti- ISS 105 366 410 1.296 Salários e obrigações sociais 14.819 – 14.819 dos até o vencimento: Se a Cia. tem a intenção positiva e capacidade de manter até o COFINS, PIS/PASEP, CSLL – 183 – 197 21. instrumentos financeiros – A Cia. participa de operações envolvendo instrumentos Obrigações tributárias (d) 3.820 315 4.135 vencimento seus instrumentos de dívida, eles são classificados como mantidos até o PIS 73 84 215 307 financeiros cujos riscos são administrados por meio de estratégias de posições financeiras Adiantamentos de clientes 1.003 – 1.003 vencimento. Assim, são mensurados pelo custo amortizado utilizando o método da taxa de IOF 208 338 242 350 e sistemas de controles de limites de exposição. Todas as operações estão registradas em Outras contas a pagar (e) 14.330 (6.013) 8.317 juros efetiva, deduzido de eventuais reduções em seu valor recuperável. 3.9.2. Instrumen- IRPJ – – 1.460 303 contas patrimoniais e se destinam a atender às suas necessidades operacionais, bem como Contas a pagar c/ empr. ligadas (b) 41.070 6.147 47.217 tos disponíveis para venda: Os investimentos da Cia. em instrumentos de patrimônio e de CSLL – – 534 63 a reduzir a exposição a riscos financeiros, principalmente de crédito e de taxa de juros. 21.1. Outras contas a pagar LP 1.589 – 1.589 certos ativos relativos a instrumentos de dívida são classificados como disponíveis para IRRF – 63 – 69 Valorização dos instrumentos financeiros: Os principais instrumentos financeiros ativos Capital social 91.348 – 91.348 venda. Posteriormente ao reconhecimento inicial, são avaliados pelo valor justo e suas INSS – 2 – 5 da Cia. em 31/12/2010 estão descritos a seguir, bem como os critérios para cálculo do valor Capital Social a Integralizar (23.352) (407) (23.759) flutuações, exceto reduções em seu valor recuperável, e as diferenças em moeda estrangeira 862 1.560 4.005 4.135 justo: Numerário disponível: Está apresentado ao seu valor de mercado, que equivale ao seu valor contábil. Recebíveis: Estão reconhecidos pelo custo amortizado, que se aproxima Reserva de capital 666 – 666 desses instrumentos são reconhecidas diretamente no patrimônio líquido, líquidas dos 15. Outras Contas a Pagar Adiantamento p/ aumento de capital 19.205 – 19.205 efeitos tributários. Quando um investimento deixa de ser reconhecido, o ganho ou perda Controladora Consolidado do seu valor de mercado em razão de sua natureza de curto prazo. 21.2. Fatores de risco Prejuízos acumulados (g) (43.792) (14.935) (58.727) acumulado no patrimônio líquido é transferido para resultado. 3.9.3. Demais passivos 2008 2007 2008 2007 que podem afetar os negócios da Cia.: Risco de crédito: Advém da possibilidade de a Cia. circulantes e não circulantes: São demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, Demonstração do Resultado Ajustado Ajustado não receber os valores decorrentes de operações de vendas ou de créditos com instituições Receitas de prestação de serviços (h) 71.036 (6.621) 64.415 acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos, variações monetárias e/ou Obrigações aquis. de bens e direto – (6.222) – (6.222) financeiras geradas por operações de investimento financeiro. Para atenuar esse risco, a Cia. Deduções da receita bruta (h) (5.887) (392) (6.279) cambiais incorridas até a data do balanço patrimonial. Quando aplicável, os passivos cir- Assessoria e consultoria – 647 – 514 adota como prática a análise detalhada da situação patrimonial e financeira de seus clientes, Custos dos serviços prestados (3.630) – (3.630) culantes e não circulantes são registrados em valor presente, transação a transação, com Processamento de dados – – – (867) estabelecendo acompanhamento permanente do saldo devedor de suas contrapartes. Risco Com pessoal (54.037) – (54.037) base em taxas de juros que refletem o prazo, a moeda e o risco de cada transação. 3.10. Outras (3.525) (10) (4.647) (1.742) de taxa de juros: Os resultados da Cia. estão suscetíveis a sofrer variações decorrentes das Administrativas e gerais (12.900) – (12.900) Instrumentos financeiros: Instrumentos financeiros não derivativos incluem aplicações (3.525) (5.585) (4.647) (8.317) operações contratadas a taxas de juros flutuantes. Este risco decorre dos contratos de mútuo Com estrutura (12.604) – (12.604) financeiras, contas a receber e outros recebíveis, caixa e equivalentes de caixa, emprésti- 16. Patrimônio Líquido – 16.1. Capital Social: Em 31/12/2009, o capital social, totalmente remunerados pela taxa do CDI. Não foram contratados instrumentos de proteção para este Financeiras, líquidas (i) (3.862) (1.205) (5.067) mos e financiamentos, assim como contas a pagar e outras dívidas. Instrumentos finan- subscrito e integralizado, é dividido em 97.798.796 (noventa e sete milhões setecentos e risco (hedge), tendo em vista a avaliação de que o custo seria superior aos benefícios que Depreciações e amortizações (568) – (568) ceiros não derivativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido, para ins- noventa e oito mil e setecentos e noventa e seis) ações, sem valor nominal, assim divididas poderiam deles ser obtidos. Determinação do valor justo: A Cia. procede a uma avaliação Tributárias (103) – (103) trumentos que não sejam reconhecidos pelo valor justo por meio do resultado, de quaisquer 93.054.289 ações ordinárias classe “A”, 400.000 ações ordinárias classe “B” e 4.341.480 de seus ativos e passivos contábeis em relação aos valores de mercado, utilizando-se das informações disponíveis e metodologias apropriadas, procedimento este que requer conParticipação societ. em controladas (c) 6.364 (5.790) 574 custos de transação diretamente atribuíveis. Posteriormente ao reconhecimento inicial, ações preferências. As ações em 31/12/2008 estão assim distribuídas: Outras operacionais, líquidas (j) (5.933) (927) (6.860) esses instrumentos financeiros são mensurados de acordo com a respectiva classificação: Particip. Ações Ações siderável julgamento e razoáveis estimativas para se produzir o valor justo mais adequado. Despesas ou perdas extraordinárias (634) – (634) 3.10.1. Instrumentos mantidos até o vencimento: Se a Cia. tem a intenção positiva e Acionista – % ordinárias preferenc. 22. Eventos Subsequentes – 22.1. Ajustes de Exercícios Anteriores: Considerando o 55 51.740.175 2.025.138 processo de consolidação que vem sendo implementado pela Cia. e seus acionistas, as prá(a) Contas a receber de clientes: em decorrência da revisão do escopo de determinados capacidade de manter até o vencimento seus instrumentos de dívida, eles são classificados Softinvest Participações e Adm. S.A 45 41.716.114 2.316.342 ticas e estimativas contábeis adotadas foram revisadas. Nesse contexto, as demonstrações projetos da Cia., bem como do critério de faturamento desses projetos, foram revertidas como mantidos até o vencimento. Assim, são mensurados pelo custo amortizado utilizando Pessoas físicas 100 93.456.289 4.341.480 financeiras referentes ao exercício findo em 31/12/2008, ora apresentadas, quando de sua receitas de faturamento com prestação de serviço. Por este valor ser de competência o método da taxa de juros efetiva, deduzido de eventuais reduções em seu valor recupedo exercício de 2007, o mesmo foi reconhecido no resultado do exercício no seu ano de rável. 3.10.2. Instrumentos disponíveis para venda: Os investimentos da Cia. em instru- Ações preferenciais: Os acionistas Preferenciais Classe A terão o direito de exercer os reapresentação para fins de comparabilidade nas demonstrações financeiras relativas ao competência, e as demonstrações financeiras em 31/12/2007 foram reapresentadas para mentos de patrimônio e de certos ativos relativos a instrumentos de dívida são classifica- direitos concedidos nos Bônus de Subscrição de Primeira e Segunda Emissão, de acordo exercício findo em 31/12/2009, serão ajustadas, conforme detalhamos a seguir: fins de comparação. (b) Partes relacionadas: referem-se à revisão dos repasses de resultado dos como disponíveis para venda. Posteriormente ao reconhecimento inicial, são avaliados com os termos neles dispostos. Conforme estabelecido no artigo 171, parágrafo 4º da continua …
DIÁRIO DO COMÉRCIO
18 -.ECONOMIA/LEGAIS
sexta-feira, 18 de maio de 2012
… continuação
Braxis Tecnologia da Informação S.A. Controladora Controladora Publicado ReclassifiPublicado Reclassifianteriormente cação/ajuste Republicado Demonstração contábil/rubrica Demonstração contábil/rubrica anteriormente cação/ajuste Republicado Demonstração contábil/rubrica Balanço Patrimonial Balanço Patrimonial Balanço Patrimonial Ativo Ativo (47) – (47) Ativo Disponibilidades 96 – 96 Com pessoal (592) – (592) Provisão p/ perda em controladas Contas a receber de clientes (a) 2.753 (1.336) 1.417 Administrativas e gerais (998) – (998) Adiantamentos de clientes Tributos a compensar e recuperar 221 – 221 Com estrutura Financeiras, líquidas (f) (2.639) 4.449 1.810 Outros créditos a receber 402 – 402 Obrigações tributárias (360) – (360) Partes relacionadas (b) 67.318 4.894 72.212 Depreciações e amortizações Outras contas a pagar Tributárias (34) – (34) Investimentos (c) 24.905 (492) 24.413 Contas a pagar c/ empresas ligadas Participação societária em controladas (c) (53.316) 11.634 (41.682) Imobilizado 594 – 594 Capital social Outras operacionais, líquidas (g) 1.706 1.324 3.030 Intangível 602 – 602 Capital Social a Integralizar Consolidado (Não revisado) Reserva de capital Passivo Publicado Reclassianteriormente cação/ajuste Republicado Prejuízos acumulados Empréstimos e Financiamentos 8.020 – 8.020 Demonstração contábil/rubrica Balanço Patrimonial Demonstração do Resultado Provisão para perdas em controladas (c) 58.075 (35.609) 22.466 Ativo Receitas de prestação de serviços Adiantamentos de clientes 1.003 – 1.003 Disponibilidades 99 – 99 Deduções da receita bruta Obrigações tributárias (d) 862 167 1.029 Contas a receber de clientes (a) 11.102 (4.505) 6.597 Custos dos serviços prestados Outras contas a pagar 3.525 – 3.525 Tributos a compensar e recuperar 2.056 – 2.056 Contas a pagar com empresas ligadas (b) 48.850 (5.334) 43.516 Outros créditos a receber 3.134 – 3.134 Com pessoal Capital social 91.348 – 91.348 Partes relacionadas (b) 45.425 29.462 74.887 Administrativas e gerais Capital Social a Integralizar (233) – (233) Depósitos judiciais 10 – 10 Com estrutura Reserva de capital 666 – 666 Investimentos (c) 25.983 (844) 25.139 Financeiras, líquidas Prejuízos acumulados (e) (115.225) 43.842 (71.383) Imobilizado 623 – 623 Depreciações e amortizações Intangível 652 – 652 Tributárias Demonstração do Resultado Participação societária Passivo Receitas de prestação de serviços 1.192 – 1.192 em controladas Deduções da receita bruta (142) – (142) Fornecedores 6 – 6 Outras operacionais, líquidas 8.020 – 8.020 IR e contribuição social Custos dos serviços prestados (1.267) – (1.267) Empréstimos e Financiamentos
e
Consolidado (Não revisado) a) Contas a receber de clientes: em decorrência da revisão do escopo de determinados projetos da empresa, bem como do critério de faturamento desses projetos, foram revertiPublicado Reclassianteriormente cação/ajuste Republicado das receitas de faturamento com prestação de serviço. Por este valor ser de competência do exercício de 2008, o mesmo foi reconhecido no resultado do exercício no seu ano de competência, e as demonstrações financeiras em 31/12/2008 foram reapresentadas para fins de comparação. (c) (d) (b)
(e)
(f)
(c) (g)
13.973 1.154 4.005 4.647 70.244 91.348 (233) 666 (104.746)
9.634 – 167 1.138 (20.189) – – – 33.363
23.607 1.154 4.172 5.785 50.055 91.348 (233) 666 (71.383)
b) Partes relacionadas: refere-se à revisão dos repasses de resultado líquido efetuados no decorrer de 2008 com a empresa CPM Braxis ERP, conforme contrato de cessão de direitos e obrigações firmado com a controladora CPM Braxis S.A. e movimentações atreladas a contrato de mútuo com empresas ligadas e coligadas.
14.935 (887) (12.290) (381) (1.724) (1.350) (8.164) (382) (37)
– – – – 1 – 10.835 – –
14.935 (887) (12.290) (381) (1.723) (1.350) 2.671 (382) (37)
e) Prejuízos acumulados: refere-se aos reflexos dos ajustes no resultado do exercício.
(51.286) 355 (1.995)
6.709 6.571 –
(44.577) 6.926 (1.995)
c) Participações Societárias e Investimentos: em decorrência da revisão do resultado de sua coligada, bem como o resultado da equivalência patrimonial. d) Obrigações tributárias: em decorrência da revisão do escopo de determinados projetos da Cia., bem como do critério de faturamento desses projetos, foram revertidas receitas de faturamento com prestação de serviço, por conseqüência tivemos a reversão dos impostos compensados no exercício de 2008. f) Financeiras, líquidas: o relacionamento financeiro com as empresas ligadas era formalizado por meio de contratos de mútuo, os quais foram objeto de destrato. Em função dos destratos havidos, o relacionamento financeiro passou a ser formalizado por meio de celebração de contas-correntes com as empresas ligadas. Assim, os saldos de conta-corrente não estão sujeitos a atualizações monetárias, e não tem data de vencimento preestabelecida, com isso as movimentações financeiras ocorridas com multa e IOF sob os destratos foram revertidos. g) Outras operacionais líquidas: incluem principalmente: a revisão dos repasses de resultado líquido efetuados no decorrer de 2008 com a empresa CPM Braxis ERP, conforme contrato de cessão de direitos e obrigações firmadas com a sua controladora CPM Braxis S.A. A Diretoria Inês da S. Leandro – Contadora – CRC 241.832/O-6
Pelas contas de economista da ACSP, usando o IPCA como deflator, a expansão das vendas em março seria de 9,65%.
conomia
Vendas no varejo crescem 12,5%
A
s vendas do comércio varejista restrito subiram 0,2% em março na comparação com fevereiro, na série com ajuste sazonal, informou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com março do
ano passado, os negócios cresceram 12,5% em igual mês deste ano. Até março, as vendas do varejo restrito acumularam altas de 10,3% no ano e de 7,5% no período de 12 meses. As informações constam da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC).
Quanto ao varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, as transações apresentaram avanço de 0,6% no mês de março ante fevereiro, na série com ajuste sazonal. Na comparação com março do ano passado, esse mesmo
recorte de negócios registrou alta de 10,2%. Até março, as vendas do comércio varejista ampliado acumulam crescimento de 7,3% no ano e de 6,7% nos últimos 12 meses. A receita nominal do comércio varejista aumentou 0,3% na passagem de fevereiro pa-
Braxis ERP Software S.A. CNPJ/MF nº 07.842.242/0001-71 Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Valores expressos em milhares de reais) Balanços Patrimoniais Demonstração dos Resultados para os exerc. findos em 31/12/2010 e Ativo 2010 2009 Passivo 2010 2009 2009 (Valores expressos em milhares de reais, exceto lucro líquido por ação) 2010 2009 Circulante 1.416 6.096 Circulante 656 3.003 2.038 12.027 Disponibilidades (nota 4) 936 8 Fornecedores 17 20 Receita Operacional Líquida – (340) Contas a receber de clientes (nota 5) 19 1.171 Obrigações tributárias (nota 12) 639 2.632 Custos dos serviços prestados (nota 14) 2.038 11.687 Tributos a compensar e recuperar (nota 6) 438 2.052 Outras contas a pagar – 351 Lucro Bruto Outros créditos (nota 7) 23 2.865 Não Circulante 211 25.137 Despesas Operacionais (21) – Não Circulante 3.214 24.780 Partes relacionadas (nota 8) 194 25.137 Com pessoal (2.260) (141) Realizável a longo prazo Provisão para contingências 17 – Administrativas e gerais (nota 15) Com estrutura (14) (19) Depósitos judiciais 17 33 Patrimônio Líquido (nota 13) 3.763 2.736 (57) (22) Partes relacionadas (nota 8) 3.197 23.964 Capital social (nota 13.1) 2.010 2.010 Depreciações e amortizações (622) (213) Investimentos (nota 9) – 726 Adiantamentos para aumento de capital (nota 13.2) 9.635 9.635 Financeiras, líquidas (nota 16) – (5) Imobilizado (nota 10) – 25 Prejuízos acumulados (7.882) (8.909) Tributárias Ganho na alienação de investimentos 4.815 – Intangível (nota 11) – 32 Resultado de equivalência patrimonial – 1.167 Total do Ativo 4.630 30.876 Total do Passivo 4.630 30.876 Outras operacionais, líquidas (nota 17) (3.878) (9.074) Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras (2.037) (8.307) 1. Contexto Operacional – A Braxis ERP Software S.A. (“Braxis ERP” ou circulantes e não circulantes: São demonstrados pelos valores conheci1 3.380 “Cia.”) tem por atividades principais o desenvolvimento de sistemas e pro- dos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes Lucro antes do IRPJ e da Contribuição Social Imposto de renda e contribuição social 1.026 (566) gramas de computador (software) específicos, a prestação de serviços de encargos, variações monetárias e/ou cambiais incorridas até a data do Lucro Líquido do Exercício 1.027 2.814 consultoria e assessoria na área de Informática, participação no capital e balanço patrimonial. Quando aplicável, os passivos circulantes e não circu2.010.100 2.010.100 nos lucros de outras empresas nacionais ou estrangeiras na condição de lantes são registrados em valor presente, transação a transação, com base Quant. de Ações ao final do Exerc. (nota 13.1) 0,5109 1,3999 acionista, sócia ou quotista, titular de debêntures ou partes beneficiárias, em em taxas de juros que refletem o prazo, a moeda e o risco de cada transa- Lucro Líq. do Exerc. por Ações (Em Reais – R$) Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido caráter permanente ou temporário, como controladora ou minoritária, bem ção. A contrapartida dos ajustes a valor presente é contabilizada contra as Capital Adiantam. p/ Prejuízos como quaisquer atividades relacionadas à administração e gestão dos bens contas que deram origem ao referido passivo. A diferença entre o valor presocial aum. de capital acumulados Total detidos pela própria Cia.. 2. Elaboração e Apresentação das Demonstra- sente de uma transação e o valor de face do passivo é apropriada ao resul2.010 9.635 (11.723) (78) ções Financeiras – 2.1. Base de elaboração: As demonstrações financei- tado ao longo do prazo do contrato com base no método do custo amorti- Saldos em 31/12/2008 – – 2.814 2.814 ras foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as práti- zado e da taxa de juros efetiva. 3.8. Instrumentos financeiros: Instrumen- Lucro líquido do exercício 2.010 9.635 (8.909) 2.736 cas contábeis adotadas no Brasil, consubstanciadas na Lei das Sociedades tos financeiros não derivativos incluem aplicações financeiras, contas a Saldos em 31/12/2009 – – 1.027 1.027 por Ações (Lei nº 6.404, incluindo suas posteriores alterações) e em confor- receber e outros recebíveis, caixa e equivalentes de caixa, empréstimos e Lucro líquido do exercício 2.010 9.635 (7.882) 3.763 midade com a NBC TG 1000 ou CPC PME – Contabilidade para Pequenas financiamentos, assim como contas a pagar e outras dívidas. Instrumentos Saldos em 31/12/2010 Demonstração dos Fluxos de Caixa e Médias Empresas, aprovada pela Resolução CFC nº 1.255/09. Essas são financeiros não derivativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo as primeiras demonstrações financeiras preparadas e apresentadas con- acrescido, para instrumentos que não sejam reconhecidos pelo valor justo Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais 2010 2009 forme o CPC PME. Também foi observada a Resolução CFC nº 1.319/10, por meio do resultado, de quaisquer custos de transação diretamente Lucro líquido do exercício 1.027 2.814 que faculta, para o exercício de 2010, a elaboração e a divulgação de ajus- atribuíveis. Posteriormente ao reconhecimento inicial, esses instrumentos Aj. p/ reconc. o lucro líq. ao caixa ger. pelas ativ. operac.: tes retrospectivos, com base no CPC PME, das demonstrações financeiras financeiros são mensurados de acordo com a respectiva classificação: Valor residual do investimento baixado 726 – de exercícios anteriores para fins de comparação com as demonstrações 3.8.1. Instrumentos mantidos até o vencimento: Se a Cia. tem a intenção Depreciação e amortização 57 22 financeiras do exercício de 2010, mantendo-se a obrigatoriedade da divul- positiva e capacidade de manter até o vencimento seus instrumentos de Provisão para contingências 17 – – (1.167) gação comparativa com os valores das demonstrações financeiras do exer- dívida, eles são classificados como mantidos até o vencimento. Assim, são Participação societária em controladas 1.827 1.669 cício de 2009. 2.2. Declaração de conformidade: Declaramos de forma mensurados pelo custo amortizado utilizando o método da taxa de juros explícita e não reservada que as demonstrações financeiras do exercício de efetiva, deduzido de eventuais reduções em seu valor recuperável. 3.8.2. Redução (aumento) nos ativos: 1.152 4.008 2010 foram elaboradas de acordo com o CPC PME – Contabilidade para Instrumentos disponíveis para venda: Os investimentos da Cia. em ins- Contas a receber de clientes 1.614 (376) Pequenas e Médias Empresas, emitido pelo Comitê de Normas e Pronun- trumentos de patrimônio e de certos ativos relativos a instrumentos de Tributos a compensar e recuperar 2.842 (133) ciamentos Contábeis (CPC). Não foram identificadas diferenças entre as dívida são classificados como disponíveis para venda. Posteriormente ao Outros créditos 16 (23) práticas contábeis adotadas anteriormente no Brasil (BR GAAP anterior) e o reconhecimento inicial, são avaliados pelo valor justo e suas flutuações, Depósitos judiciais 20.767 (23.882) CPC PME que mereçam divulgação, incluindo as reconciliações do patrimô- exceto reduções em seu valor recuperável, e as diferenças em moeda Partes relacionadas nio líquido e do resultado abrangente. 3. Principais Práticas Contábeis – estrangeira desses instrumentos são reconhecidas diretamente no patrimô- Aumento (Redução) nos passivos: (3) 14 3.1. Moeda Funcional e de Apresentação das Demonstrações Financei- nio líquido, líquidas dos efeitos tributários. Quando um investimento deixa de Fornecedores (1.993) (393) ras: A Administração da Cia. definiu que sua moeda funcional é o real (R$) ser reconhecido, o ganho ou perda acumulado no patrimônio líquido é trans- Obrigações tributárias – (151) de acordo com as normas descritas no Pronunciamento Técnico CPC 02 – ferido para resultado. 3.8.3. Instrumentos financeiros ao valor justo pelo Adiantamentos de clientes (351) (771) Efeitos nas Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstra- resultado: Um instrumento é classificado ao valor justo pelo resultado se for Outras contas a pagar (24.943) 20.046 ções Contábeis, aprovado pela Resolução CFC nº 1.120/08 (NBC T 7) alte- mantido para negociação, ou seja, designado como tal no reconhecimento Partes relacionadas Caixa Líq. (Consum. nas) Ger. pelas Ativ. Operac. 928 8 rada pela Resolução CFC nº 1.164/09. Transações em moeda estrangeira, inicial. São assim definidos se a Cia. gerencia esses investimentos e toma as isto é, todas aquelas que não são realizadas na moeda funcional, são con- decisões de compra e venda com base em seu valor justo de acordo com a A Variação das Disponib. é assim demonstrada: No fim do exercício 936 8 vertidas pela taxa de câmbio das datas de cada transação. Ativos e passivos estratégia de investimento e gerenciamento de risco documentado por ela. 8 – monetários em moeda estrangeira são convertidos para a moeda funcional Após reconhecimento inicial, custos de transação atribuíveis são reconheci- No início do exercício 928 8 pela taxa de câmbio da data do fechamento. Os ganhos e as perdas de dos nos resultados quando incorridos. Instrumentos financeiros ao valor Aumento das Disponibilidades variações nas taxas de câmbio sobre os ativos e os passivos monetários são justo pelo resultado são medidos pelo valor justo e suas flutuações são reco2008 2009 reconhecidos na demonstração de resultados. Ativos e passivos não mone- nhecidas no resultado. 3.8.4. Outros: Outros instrumentos financeiros não Valor tários adquiridos ou contratados em moeda estrangeira são convertidos com derivativos são mensurados pelo custo amortizado utilizando o método de residual base nas taxas de câmbio das datas das transações ou nas datas de avalia- taxa de juros efetiva, diminuídos por eventuais reduções no valor recuperádo ativo AmortiLíquido Adições baixado zação Líquido ção ao valor justo quando este é utilizado. 3.2. Moeda estrangeira: Os efei- vel. 3.9. Demonstração do fluxo de caixa: Foi preparada e está sendo tos cambiais são registrados mediante a atualização dos ativos e passivos, apresentada de acordo com o CPC 03 – Demonstração dos Fluxos de Gastos de Aquis. Des 50 – – (18) 32 tendo como contrapartida as contas de receitas e despesas financeiras, até Caixa, emitido pelo CPC. As demonstrações dos fluxos de caixa refletem as Logiciais 50 – – (18) 32 a data do balanço, quando aplicável. 3.3. Estimativas contábeis: São utili- modificações no caixa que ocorreram nos exercícios apresentados utili2010 2009 zadas para a mensuração e reconhecimento de certos ativos e passivos das zando o método indireto. Os termos utilizados na demonstração do fluxo de 12. Obrigações Tributárias 460 1.775 demonstrações financeiras da Cia.. A determinação dessas estimativas caixa são os seguintes: • Atividades operacionais: são as principais ativi- Provisão para IRPJ a recolher 173 655 levou em consideração experiências de eventos passados e correntes, pres- dades geradoras de ingressos e receitas da Cia. e outras atividades que não Provisão para CSLL a recolher 5 42 supostos relativos a eventos futuros e outros fatores objetivos e subjetivos. sejam atividades de investimento ou de financiamento. • Atividades de COFINS PIS 1 10 Itens significativos sujeitos a estimativas incluem: (i) a determinação das investimentos: são as atividades relativas à aquisição e alienação de ativos – 90 vidas úteis do ativo imobilizado e dos ativos intangíveis; (ii) a provisão para não circulantes e outros investimentos não incluídos em atividades opera- ISS – 60 contingências; e outras similares. A liquidação das transações envolvendo cionais ou de financiamento. • Atividades de financiamento: são as ativi- IOF 639 2.632 essas estimativas poderá resultar em valores divergentes dos registrados dades que têm como consequência alterações na dimensão e composição 13. Patrimônio Líquido – 13.1. Capital Social: Em 31/12/2010 e 2009 as nas demonstrações financeiras devido às imprecisões inerentes ao pro- do capital próprio e nos empréstimos obtidos pela Cia.. Em milhares de reais cesso de sua determinação. A Cia. revisa suas estimativas e premissas, pelo 4. Disponibilidades 2010 2009 ações estão assim distribuídas: Capital Capital inte- Quantidade menos, anualmente. 3.4. Apuração do resultado: O resultado é apurado Bancos 936 8 subscrito gralizado de ações pelo regime de competência. A receita bruta de serviços compreende o 936 8 2.010 2.010 2.010.100 desenvolvimento de sistemas e programas de computador (software), bem 5. Contas a Receber de Clientes 2010 2009 Braxis Tecnol. da Informação S.A. 2.010 2.010 2.010.100 como a prestação de serviços de assessoria na área de Informática. A apro- Setor privado 19 466 2010 2009 priação dos custos dos projetos é feita por regime de competência. As ante- Receitas a faturar – 705 13.2. Adiantamento para Aumento de Capital 9.635 9.635 cipações de clientes, decorrentes dos serviços faturados com custos a 19 1.171 Braxis Tecnologia da Informação S.A. 9.635 9.635 incorrer são registradas em conta específica do passivo circulante. O custo 6. Tributos a Compensar e Recuperar 2010 2009 dos serviços prestados é reconhecido como despesa do período em que a COFINS 246 385 13.3. Destinação do Lucro Líquido – 13.3.1. Direito das ações: Consorespectiva receita é reconhecida. 3.5.Tributação: 3.5.1.Tributos diretos: O Antecipação de IRPJ e CSLL 55 55 ante disposição estatutária, aos acionistas estão assegurados juros sobre imposto de renda e contribuição social correntes são calculados com base PIS 54 94 o capital próprio e/ou dividendos que somados correspondam, no mínimo, nas alíquotas de 15% acrescida do adicional de 10% sobre o lucro tributável IRRF 50 601 a 25% do lucro líquido do exercício, ajustado nos termos da lei societária excedente de R$240 no período de 12 meses para Imposto de Renda e 9% CSLL 33 584 e do estatuto. 13.3.2. Destinação do lucro líquido: O lucro líquido, como sobre o lucro tributável para a contribuição social. A compensação dos pre- Outros – 333 definido no Art. 191 da Lei nº 6.404/1976, apurado em cada balanço terá, pela ordem, a seguinte destinação: (i) Constituição da reserva legal. (ii) juízos fiscais de Imposto de Renda e da base negativa da contribuição social 438 2.052 Constituição das reservas previstas nos Arts. 195 e 197 da mencionada Lei está limitada à base de 30% dos lucros tributáveis anuais, sem prazo de 7. Outros Créditos 2010 2009 nº 6.404/76, mediante proposta da Diretoria, aprovada pelo Conselho e deliprescrição. Pelo fato de a Cia. não apresentar histórico de lucros tributáveis Créditos a receber de acionistas 23 2.851 berada pela Assembleia Geral. (iii) Pagamento de dividendos propostos pela e expectativa de rentabilidade futura fundamentada em estudo de viabili- Outras – 14 Diretoria e aprovados pelo Conselho que, somados aos dividendos interdade, não foram reconhecidos ativos diferidos decorrentes de prejuízo fiscal, 23 2.865 mediários e/ou juros sobre o capital próprio, que tenham sido declarados, base negativa da contribuição social e diferenças temporárias entre o resul- 8. Partes Relacionadas 2010 2009 assegure aos acionistas, em cada exercício, a título de dividendo mínimo tado apurado para fins fiscais e o apurado de acordo com as práticas contá- Ativo obrigatório, 25% (vinte e cinco por cento) do respectivo lucro líquido, ajusbeis adotadas no Brasil. 3.5.2. Tributos indiretos: As receitas de prestação Braxis Tecnologia da Informação S.A. 2.801 – tado pela diminuição ou acréscimo dos valores especificados nos itens I, II e de serviços está sujeita aos impostos e contribuições pelas seguintes alí- CPM Braxis ERP 285 23.786 III do Art. 202 da referida Lei nº 6.404/76. quotas básicas: • Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN): SBS Serviços de Informática Ltda. 87 133 14. Custos dos serviços prestados 2010 2009 2% a 5%. • Programa de Integração Social (PIS): 0,65%. • Contribuição para CPM Braxis Outsourcing 24 45 Serviços de terceiros contratados – (340) Financiamento da Seguridade Social (Cofins): 3%. Estes tributos são apre3.197 23.964 – (340) sentados como deduções das receitas na demonstração do resultado. 3.6. Passivo 15. Despesas Administrativas e Gerais 2010 2009 Ativos circulantes e não circulantes: 3.6.1. Disponibilidades: São valo- CPM Braxis S.A. 194 2.036 Serviço técnico especial (*) (2.254) (137) res em caixa e equivalentes de caixa, incluindo valores mantidos em contas Braxis Tecnologia da Informação S.A. – 20.696 Publicação (6) – bancárias e em aplicações financeiras de liquidez imediata. 3.6.2. Contas a Pimentel Consultores Associados – 1.215 Material de escritório – (4) receber de clientes: Registradas e mantidas no balanço pelo valor nominal Sertrading S.A. – 1.158 (2.260) (141) dos títulos representativos destes créditos, acrescidos de variação cambial ABS Advanced Business Solutions – 32 (*) Refere-se às despesas com auditoria, contabilidade, assessoria técnica, e ajustados ao valor presente, quando aplicável, e segregados entre curto e 194 25.137 consultoria administrativa e de negócios. longo prazo de acordo com o prazo de vencimento desses créditos. 3.6.3. 9. Investimentos – A participação societária direta da Cia., avaliada pelo 16. Despesas Financeiras, Líquidas 2010 2009 Investimentos: Os investimentos em empresas controladas e coligadas são método de equivalência patrimonial, é demonstrada a seguir: Serviços do sistema financeiro (725) (184) avaliados pelo método de equivalência patrimonial. 3.6.4. Imobilizado: O 2010 2009 Juros sobre contrato de mútuo 1 (120) ativo imobilizado é registrado pelo custo de aquisição ou construção, dedu- CPM Braxis S.A. – 726 Outros 102 91 zido da depreciação calculada pelo método linear com base nas taxas men– 726 (622) (213) cionadas na nota explicativa nº 10 e levam em consideração o tempo de vida 9.1. Movimentação dos investimentos CPM Braxis S.A. 17. Outras Operacionais, Líquidas 2010 2009 útil estimada dos bens segundo parâmetros e taxas estabelecidos pela 2010 2009 Despesas indedutiveis (3.336) – legislação tributária vigente. Os encargos financeiros dos financiamentos Saldo inicial 726 726 Repasse de resultado (*) (374) (9.283) contratados na fase de construção de bens integrantes do ativo imobilizado, Baixa de ágio (*) (726) – Provisão para créditos de liquidação duvidosa – (682) quando aplicável, são capitalizados. Outros gastos são capitalizados apenas Saldo final – 726 Lucro na alienação de valores e bens – 53 (168) 208 quando há um aumento nos benefícios econômicos desse item do imobili- (*) Baixa do ágio devido à venda total das ações que tinha com CPM Braxis Outras (3.878) (9.704) zado. Qualquer outro tipo de gasto é reconhecido no resultado como des- S.A. pesa, quando incorrido. 3.6.5. Intangível: É registrado ao custo de aqui- 10. Imobilizado Taxa anual de Deprec. Líquido (*) Refere-se ao acordo com o contrato de cessão de direitos e obrigações deprec. em % Custo acumul. 2010 2009 firmado com a coligada CPM Braxis S.A. e transferido para a sua controlada sição, deduzido da amortização acumulada. As amortizações são calcula5 41 (41) – 25 CPM Braxis ERP. das pelo método linear, com base nas taxas que levam em consideração a Benfeit. em imóv. de terc. 41 (41) – 25 18. Instrumentos Financeiros – A Cia. participa de operações envolvendo vida útil dos direitos segundo parâmetros e taxas estabelecidos pela legislainstrumentos financeiros cujos riscos são administrados por meio de estração tributária vigente, e estão mencionadas na nota explicativa nº 11. 3.6.6. A movimentação do ativo imobilizado pode ser assim demonstrada: 2009 2010 tégias de posições financeiras e sistemas de controles de limites de exposiAvaliação do valor recuperável dos ativos: O § 3º do Art. 183 da Lei nº ção. Todas as operações estão registradas em contas patrimoniais e se desValor 6.404/76, modificado pela Lei nº 11.638/07 e Lei nº 11.941/09, determina tinam a atender às suas necessidades operacionais, bem como a reduzir a residual que a Cia. deverá efetuar, periodicamente, análise sobre a recuperação dos exposição a riscos financeiros, principalmente de crédito e de taxa de juros. do ativo Deprevalores registrados no imobilizado e no intangível, a fim de que sejam regisLíquido Adições baixado ciação Líquido 18.1. Valorização dos instrumentos financeiros: Os principais instrumentradas as perdas de valor do capital aplicado quando houver decisão de 25 – – (25) – tos financeiros ativos da Cia. em 31/12/2010 estão descritos a seguir, bem interromper os empreendimentos ou atividades a que se destinavam ou Benfeit. em imóv. de terc. 25 – – (25) – como os critérios para cálculo do valor justo: Numerário disponível: Está quando comprovado que não poderão produzir resultados suficientes para a 2008 2009 apresentado ao seu valor de mercado, que equivale ao seu valor contábil. recuperação desse valor (impairment) e revisados e ajustados os critérios Recebíveis: Estão reconhecidos pelo custo amortizado, que se aproxima Valor utilizados para determinação da vida útil econômica estimada para cálculo do seu valor de mercado em razão de sua natureza de curto prazo. 18.2. residual da depreciação, exaustão e amortização. A Administração revisa anualFatores de risco que podem afetar os negócios da Cia.: Risco de crédito: do ativo Depremente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou Líquido Adições baixado ciação Líquido Advém da possibilidade de a Cia. não receber os valores decorrentes de mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, 29 – – (4) 25 operações de vendas ou de créditos com instituições financeiras geradas que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Quando Benfeit. em imóv. de terc. 29 – – (4) 25 por operações de investimento financeiro. Para atenuar esse risco, a Cia. tais evidências são identificadas e o valor contábil líquido excede o valor Taxa anual de Amortiz. Líquido adota como prática a análise detalhada da situação patrimonial e financeira recuperável, é constituída provisão para deterioração ajustando o valor con- 11. Intangível amortiz. em % Custo acumul. 2010 2009 de seus clientes, estabelecendo acompanhamento permanente do saldo tábil líquido ao valor recuperável. 3.6.7. Demais ativos circulantes e não 20 79 (79) – 32 devedor de suas contrapartes. Risco de taxa de juros: Os resultados da circulantes: Os demais ativos são registrados pelos seus valores de aqui- Gastos de Impl.Sist.e Mét. 79 (79) – 32 Cia. estão suscetíveis a sofrer variações decorrentes das operações consição, acrescidos dos rendimentos auferidos até as datas dos balanços, reduzidos, mediante provisão, aos seus valores prováveis de realização e (*) Referia-se a software/licença de uso de software de trabalho comprados tratadas a taxas de juros flutuantes. Este risco decorre dos contratos de mútuo remunerados pela taxa do CDI. Não foram contratados instrumentos ajustados ao valor presente, quando aplicáveis. 3.7. Passivos circulantes e para a serem utilizados em projetos futuros com os clientes. de proteção para este risco (hedge), tendo em vista a avaliação de que o não circulantes: 3.7.1. Provisões: Uma provisão é reconhecida no balanço A movimentação do ativo intangível pode ser assim demonstrada: custo seria superior aos benefícios que poderiam deles ser obtidos. 18.3. 2008 2009 quando a Cia. possui uma obrigação legal ou é constituída como resultado Determinação do valor justo: A Cia. procede a uma avaliação de seus Valor de um evento passado, e é provável que um recurso econômico seja requeativos e passivos contábeis em relação aos valores de mercado, utilizandoresidual rido para saldar a obrigação. As provisões são registradas tendo como base -se das informações disponíveis e metodologias apropriadas, procedimento do ativo Amortias melhores estimativas do risco envolvido. 3.7.2. Provisão para contineste que requer considerável julgamento e razoáveis estimativas para se Líquido Adições baixado zação Líquido produzir o valor justo mais adequado. gências: As provisões para contingências são constituídas mediante avaliações de seus riscos e quantificadas com base em fundamentos econômicos Gastos de Aquisição Des A Diretoria 32 – – (32) – e pareceres jurídicos sobre os processos e outros fatos contingenciais Logiciais 32 – – (32) – conhecidos na data do encerramento do exercício. 3.7.3.Demais passivos Inês da S. Leandro – Contadora – CRC 241.832/O-6
ra março deste ano. Na com- pecial, cartão de crédito. E isso paração com março de 2011, a realmente é um estímulo para expansão foi de 15,4%. No o consumo. Então, temos de ano, a receita acumula uma aguardar para ver qual será o elevação de 13,9% e, em 12 impacto dessas medidas no meses, de 12,1%. comércio varejista", afirmou. A receita do varejo ampliaPelo menos três atividades, do subiu 0,6% em março ante entre as dez que integram o fevereiro. Na comparação varejo ampliado na pesquisa, com março de 2011, houve podem ser beneficiadas pela avanço de 12%. No ano, o au- redução nos juros bancários. mento é de 9,4% e, em 12 me- "Algumas atividades são mais ses, de 9,2%. sensíveis a crédito: eletroeleRevisão – O IBGE revisou a trônicos, automóveis e a parte taxa do volume de vendas do de informática também. Encomércio varejista em feve- tão, repercute por aí (a redução reiro ante janeiro, de baixa de nos juros)", declarou o gerente 0,5% para 0%. A taxa de janei- do IBGE. r o a n t e d eNa avaliazembro de ção de Perei2 0 1 1 t a mra, é possível bém foi revique o corte s a d a , d e nos juros aju3,3% para de a diminuir 3,2%. Já o voa inadimplênpor cento foi o lume de vencia nos finanaumento do comércio das do varejo ciamentos de ampliado em veículos, faem relação a fevereiro anzendo com fevereiro, de acordo te janeiro foi que as financom o IBGE. revisado de ceiras voltem queda de a facilitar o 1,1% para recrédito para o cuo de 0,8%. consumidor. Para o gerente, Juros – Na avaliação de Rei- há esperança de melhora no naldo Pereira, gerente da Co- horizonte. ordenação de Serviços e Co"Se o crédito for mais facilimércio do IBGE, a pressão do tado por causa de juros menogoverno pela redução dos ju- res, essa inadimplência, por ros ao consumidor deve aju- exemplo, vai diminuir, e acredar as vendas do comércio va- dito então, que a oferta por rejista nas próximas leituras parte dos bancos e das finanda PMC. "Os bancos vêm bai- ceiras deve aumentar. Isso vai xando os juros de crédito dire- ampliar o consumo", concluiu to ao consumidor, cheque es- Pereira. (AE)
0,2
Base fraca influenciou resultado do comércio Sílvia Pimentel
O
aumento de dois dígitos das vendas do comércio varejista no mês de março, divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), deve ser interpretado com certo cuidado, na opinião do economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Emílio Alfieri. Para uma apuração mais realista da variação das vendas, é preciso considerar o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ficou em 5,24% no período março de 2011/2012. Para fazer o cálculo, o IBGE utiliza um deflator próprio, o que resulta em uma inflação menor que a oficial, (neste caso de 2,58%) e, assim, em um crescimento das vendas maior. Pelas contas do economista, usando o IPCA como deflator, a expansão das vendas seria de 9,65%. "É preciso levar em conta, ainda, a base mais fraca de comparação do ano passado, pois foram menos dias úteis por conta do carnaval", completou. O economista analisou que, se os números divulgados pelo IBGE fossem de fato reais, o governo não precisaria tomar medidas para acelerar a economia, como reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) da linha branca, os juros e entrar em
uma queda de braço com os bancos para diminuir o spread. Outra ressalva para a leitura do número "robusto" nas vendas do comércio é a participação do segmento supermercados na composição da taxa global, que corresponde a 46%. Segundo o IBGE, as vendas do segmento aumentaram 12,2% em março, na comparação com março de 2011. O economista disse que as vendas desse setor estão aquecidas em decorrência do aumento de 14% no valor do salário mínimo, ocorrido no início deste ano. "São os setores não dependentes de crédito que vem puxando as vendas, como os supermercados", explicou. Segundo Alfieri, ao considerar o índice oficial que mede a inflação e, excluindo o segmento de supermercados da amostra, o aumento das vendas seria de 5,6%, bem próximo do apurado pela ACSP quando divulgou seus dados de março, de 5,3%, em média, nas transações à vista e a prazo. Para o IBGE, as vendas do comércio varejista ampliado, que inclui o varejo e as atividades de veículos, motos e material de construção, aumentaram 10,2% em março, em relação a igual mês de 2011. Deflacionando pelo IPCA, a expansão é de 6,4%, pelos cálculos do economista da Associação Comercial.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
DIÁRIO DO COMÉRCIO
ECONOMIA/LEGAIS - 19
Braxis Tecnologia da Informação S.A. CNPJ/MF nº 07.837.195/0001-78 Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2007 e 2006 (Valores expressos em Milhares de Reais) Balanços Patrimoniais Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido Controladora Consolidado Controladora Consolidado Controladora Ativo Nota 2007 2006 2007 2006 Passivo Nota 2007 2006 2007 2006 Capital Capital social Reserva Adiantam. p/ futuro Prejuízos Ajustado Não revisado Ajustado Não revisado Nota social a integralizar de capital aumento de capital acumulados Total 100 – – – – 100 Ajustado Ajustado Saldos em 31 de dezembro de 2005 - Não revisado 14.1 52.179 – – – – 52.179 Circulante 8.711 5.154 35.073 6.338 Circulante 21.373 28.457 40.262 32.521 Aumento de capital – (7.049) – – – (7.049) Disponibilidades 4 9 19 41 315 Empréstimos e financiamentos 6.290 9.400 6.290 9.400 Capital social a integralizar – – 495 – – 495 Contas a receber de clientes 5 7.633 – 30.113 425 Salários e obrigações sociais 13 166 – 14.819 3.321 Reserva de capital – – – – (21.034) (21.034) Adiantamentos a Obrigações tributárias 14 1.635 71 3.820 484 Prejuízo do exercício 52.279 (7.049) 495 – (21.034) 24.691 empregados e fornecedores 6 584 327 2.783 563 Antecipação de clientes 1.003 – 1.003 – Saldos em 31 de dezembro de 2006 - Ajustado 14.1 39.069 – – – – 39.069 Trib. a compensar e recuperar 7 92 2 1.934 229 Outras contas a pagar 15 12.279 18.986 14.330 19.316 Aumento de capital – (16.303) – – – (16.303) Despesa antecipada – 27 11 27 Exigível a Longo Prazo 35.454 10.753 42.659 8.274 Capital social a integralizar Reserva de Capital – – 171 – – 171 Outros créditos a receber 8 393 4.779 191 4.779 Contas a pagar com Realizável a Longo Prazo 46.879 10.813 26.800 10.813 empresas ligadas 9 35.454 10.753 41.070 8.274 Adiantamento para futuro aumento de capital – – – 19.205 – 19.205 Partes relacionadas 9 46.879 10.813 26.800 10.813 Outras contas a pagar LP – – 1.589 – Prejuízo do exercício – – – – (22.758) (22.758) Permanente 45.312 47.934 65.123 48.335 Patrimônio Líquido 16 44.075 24.691 44.075 24.691 Saldos em 31 de dezembro de 2007 91.348 (23.352) 666 19.205 (43.792) 44.075 Investimentos 10 42.954 42.998 62.606 42.768 Capital social 16.1 91.348 52.279 91.348 52.279 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos Demonstr. dos Resultados p/ os exerc. findos em 31/12/2007 e 2006 Imobilizado 11 1.109 3.356 1.167 3.750 Capital social a integralizar (23.352) (7.049) (23.352) (7.049) (Valores expressos em milhares de reais, exceto prejuízo líquido por ação) Controladora Consolidado Intangível 11 5 495 34 524 Reserva de capital 666 495 666 495 2007 2006 2007 2006 Controladora Consolidado Diferido 12 1.244 1.085 1.316 1.293 Adiant. p/ futuro aum. de cap. 19.205 – 19.205 – Origens de Recursos Ajustado Não revisado Nota 2007 2006 2007 2006 Prejuízos acumulados (43.792) (21.034) (43.792) (21.034) Das operações Ajustado Ajustado Não revisado Total do Ativo 100.902 63.901 126.996 65.486 Total do Passivo 100.902 63.901 126.996 65.486 (22.758) (21.034) (22.758) (21.034) Receita Operac. Bruta Ajustado Prejuízo do exercício Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras Rec. de prest. de serv. 9.217 380 71.036 5.663 Itens que não afetam o capital 1. Contexto Operacional – A Braxis Tecnologia da Informação S.A.(“Braxis” ou “Cia.”) Participação no Período circulante líquido: Deduções da rec. bruta (1.148) (34) (5.887) (391) resultado – % consolidado tem por atividades principais pesquisa, análise, planejamento, implantação, coordenação Empresa 509 350 568 562 Receita Operac. Líq. 8.069 346 65.149 5.272 Depreciação e amortização 100% 12 meses (22.249) (20.684) (22.190) (20.472) e controle de trabalhos de gestão, tais como seleção de pessoal, organização e métodos, SBS Serviços de Informática Ltda. Custos dos serv. prest. – – (3.630) – Recur. oriundos das operações 100% 12 meses gestão de materiais, orçamentos, relações públicas política mercadológica e atividades Braxis ERP Software S.A. Lucro Bruto 8.069 346 61.519 5.272 Origens 19,65% 09 meses Aum. de outros contas a pagar 24.701 – 32.796 – correlatas; terceirização de mão-de-obra; planejamento, projeção, programação e análise de CPM Braxis S.A. Desp. Operacionais Controladora Consolidado Com estrutura investimentos e financiamentos; prestação de serviços de consultoria e análise e programação 4. Disponibilidades 19 (6.854) (997) (12.604) (1.248) Aum. de Contas a Pagar com 2007 2006 2007 2006 Administrativas e gerais empresas ligadas – 10.753 1.589 8.275 em tecnologia da informação, bem como a elaboração e gerenciamento de programas de 18 (3.442) (11.066) (12.900) (13.047) Não revisado Financeiras, líquidas informática; promoção e coordenação de eventos de natureza empresarial e cultural, tais 20 (2.384) (776) (3.862) (1.148) Dos sócios 7 4 8 6 Com pessoal 22.766 45.220 22.766 45.220 como exposições, seminários, palestras, conferências e simpósios e, participação em outras Caixa 17 (1.278) (17) (54.037) (14.084) Aumento de capital 2 15 33 309 Depreciações e amortiz. 19.205 – 19.205 – sociedades, de natureza simples ou empresária, no país e no exterior, na qualidade de sócia, Bancos (509) (350) (568) (562) Adiant. p/ futuro aum. de capital 9 19 41 315 Tributárias 171 495 171 495 acionista ou quotista. Em 11/01/2007, através de Ata da Assembléia Geral Extraordinária, foi (98) (34) (103) (52) Reserva de Capital Controladora Consolidado Particip. societ. em control. Total das Origens 44.594 35.784 54.337 33.518 aprovado o aumento de capital social para R$ 73.348, com a emissão de 21.067, ações sem 5. Contas a Receber de Clientes (12.028) (11.263) 6.364 710 2007 2006 2007 2006 Outras operac., líquidas valor nominal, emitida ao preço de R$ 1,00 (um real) cada uma. As ações foram subscritas 21 (4.234) (182) (5.933) (180) Aplicações de Recursos Ajustado Não revisado (44) 42.998 19.838 42.768 pela acionista Softinvest Participações e Administração S.A., sendo 400 ações ordinárias (30.827) (24.685) (83.643) (29.611) Adições aos investimentos Ajustado Prejuizo Operacional 36.066 10.813 15.987 10.814 nominativas classe “B” e 20.667 ações ordinárias nominativas classe “A” a serem integrali(22.758) (24.339) (22.124) (24.339) Aum. do realiz. a longo prazo 7.633 – 30.794 1.173 Desp. ou perdas extraord. (1.785) 3.613 (2.090) 4.160 zadas no prazo de 36 (trinta e seis) meses. Em 24/01/2007 a Cia., no âmbito da operação e Contas a rec. de clientes – 3.305 (634) 3.305 Adições/Baixa ao imobilizado – – (681) – Prejuízo Líq. do Exerc. (490) 5 (490) 519 integração de seus negócios aprovou o Protocolo de Justificação de Incorporação de Ações (-) Prov. para devedores duvidosos (22.758) (21.034) (22.758) (21.034) Adições ao intangível – – – (748) Qde. de Ações ao Adições/Baixa ao diferido 206 1.668 98 1.450 de emissão celebrado com empresa GR6 Participações S.A., no montante de 1.614, ações (-) Duplicatas descont. 7.633 – 30.113 425 33.953 59.097 33.343 59.711 ordinárias nominativas, sem valor, convertendo-a em subsidiária integral, bem o aumento Final do Exercício 16.1 97.798 52.279 97.798 52.279 Total das Aplicações (Red.) Aum. do Cap. Circ. Líquido 10.641 (23.313) 20.994 (26.193) de capital através da emissão pela “Braxis” de 24.450 novas ações ordinárias nominativas 6. Adiantamentos a Empregados e Fornecedores Prejuízo Líq. do Exerc. Controladora Consolidado classe “A”, sem valor nominal. Assim sendo, o capital fica dividido em 97.798, ações, assim p/ Ações (Em reais-R$) (232,7041) (402,3413) (232,7041) (402,3413) Dem. da Va. do Cap. Circul. Líquido: 2007 2006 2007 2006 Ativo circulante: divididas: 93.057 ações ordinárias classe “A”, 400 ações ordinárias classe “B” e 4.341.480 Controladora Consolidado No fim do exercício Não revisado 8.711 5.154 35.073 6.338 ações preferenciais. Em 26/06/2007, a CPM Braxis S.A., no âmbito da operação e integração 2007 2006 2007 2006 No início do exercício 584 327 611 385 5.154 10 6.338 10 de seus negócios com a Braxis Tecnologia da Informação S.A. (“Braxis”), conforme divulgado Adiantam. a fornecedores – – 2.172 178 3.557 5.144 28.735 6.328 Não revisado em 19/03/2007, exerceu opção de compra sobre a totalidade das ações de emissão da Adiantam. a empregados 584 327 2.783 563 Passivo circulante: Unitech Tecnologia da Informação S.A., a qual lhe havia sido outorgada por suas acionistas: Softinvest Particip. Ltda. 7.088 – 7.088 – 7. Tributos a Compensar e Recuperar 21.373 28.457 40.262 32.521 Braxis e GR6 Participações S.A., acionistas da Cia.. Sertrading S.A. 2.145 – 2.145 – No fim do exercício Controladora Consolidado 28.457 – 32.521 – 2. Apresentação das Demonstrações Financeiras – As demonstrações financeiras foram 46.879 10.813 26.800 10.813 No início do exercício 2007 2006 2007 2006 (7.084) 28.457 7.741 32.521 elaboradas e estão sendo apresentadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil e Não revisado (Red.) Aum. do Cap. Circ. Líquido 10.641 (23.313) 20.994 (26.193) em consonância à Lei das Sociedades por Ações (Lei nº 6.404/76). 2.1. Ajustes de Exercícios Controladora Consolidado 17 – 337 79 Anteriores: Considerando o processo de consolidação que vem sendo implementado pela COFINS 2007 2006 2007 2006 20. Despesas c/ Pessoal Controladora Consolidado 45 – 287 65 Cia. e seus acionistas, as práticas e estimativas contábeis adotadas foram revisadas. Nesse IRRF 2007 2006 2007 2006 Não revisado 1 1 706 16 Passivo contexto, as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31/12/2006, ora IRPJ Não revisado 629 1.630 629 24 – 502 50 ABS Advanc. Business Solution Ltda. 1.630 reapresentadas para fins de comparabilidade nas demonstrações financeiras relativas ao CSLL Proventos (811) (17) (38.833) (10.436) PIS 4 – 76 18 Braxis ERP Software S.A. – 2.382 – – exercício findo em 31/12/2007, foram ajustadas, conforme detalhamos a seguir: (278) – (8.387) (1.676) 1 1 1 1 CPM Braxis S.A. Controladora IOF 31.127 – 35.464 – Benefícios Encargos sociais (189) – (6.817) (1.972) – – 25 – Pimentel Consult. Associados Ltda. 2.670 Publicado ReclassifiRepu- Cofins, Pis/Pasep, CSLL – 2.816 – (1.278) (17) (54.037) (14.084) 92 2 1.934 229 Demonstração contábil/rubrica anteriormente cação/ajuste blicado SBS Serv. de Inform. Ltda. 25 97 – – 21. Receitas (despesas) financeiras, líquidas 8. Outros Créditos a Receber Controladora Consolidado Balanço Patrimonial – 7.645 1.158 7.645 Controladora Consolidado 2007 2006 2007 2006 Sertrading S.A. Ativo 2 – 2 – 2007 2006 2007 2006 Não revisado Unitech Tecnol. de Inform. S.A. Disponibilidades 19 – 19 35.454 10.753 41.070 8.274 Não revisado Reembolso de despesas 310 – – – Contas a receber de clientes 28 (28) – Juros s/ contrato de mútuo 694 362 (163) 412 Depósitos em garantia – 11 – 11 Adiantam. a empregados e fornecedores 327 – 327 (1.938) (642) (2.090) (1.018) Adiantamentos diversos – 4.768 – 4.768 10. Investimentos – A participação societária direta da Cia., avaliada pelo método de Serv. do sistema financeiro Tributos a compensar e recuperar 2 – 2 Outras desp. financeiras (1.140) (496) (1.609) (542) Outros 83 – 191 – equivalência patrimonial, é demonstrada a seguir: Despesa antecipada 27 – 27 (2.384) (776) (3.862) (1.148) 393 4.779 191 4.779 Outros créditos a receber 4.779 – 4.779 Controladora Consolidado 22. Outras Receitas (despesas) Operacionais, Líquidas 9. Partes Relacionadas Controladora Consolidado Partes relacionadas 10.813 – 10.813 2007 2006 2007 2006 Controladora Consolidado 2007 2006 2007 2006 Investimentos 42.998 – 42.998 Não revisado Não revisado 2007 2006 2007 2006 Não revisado Imobilizado 3.356 – 3.356 CPM Braxis S.A. 33.706 – 35.844 – Não revisado Ativo Intangível 495 – 495 Braxis ERP S.A 5.434 19.484 19.397 19.397 Repasse de resultado 3.245 – 1.412 – Braxis ERP Software S.A. 20.079 – – – Diferido 1.085 – 1.085 7.508 7.365 7.365 Rev. de prov. de ctas. a pagar 460 – 460 – SPEC Soluction Ltda. 17.567 7.206 17.567 7.206 SBS Serviços de Informática Ltda. 3.814 Passivo Unitech Tecnol. da Informática S.A. – 16.006 – 16.006 Prov. p/ créd. de liquid. duvid. – – (682) – Pimentel Consult. Assoc. Ltda. – 3.598 – 3.598 Empréstimos e financiamentos 9.400 – 9.400 (6.436) – (5.713) – Unitech Tecnol. de Inform. S.A. – 9 – 9 42.954 42.998 62.606 42.768 Perdão de dívida Obrigações tributárias 79 (8) 71 Lucro/prejuízo na alienação Outras contas a pagar 18.922 64 18.986 10.1. Movimentação dos investimentos ERP SBS Unitech CPM Total de valores e bens (928) – (914) 7 Contas a pagar com empresas ligadas 10.753 – 10.753 2007 2006 2007 2006 2007 2006 2007 2006 2007 2006 Outras (575) (182) (496) (187) Capital social 52.279 – 52.279 Saldo inicial 19.484 – 7.508 – 16.006 – – – 42.998 – (4.234) (182) (5.933) (180) Capital Social a Integralizar (7.049) – (7.049) Incorporações de ações – 1.008 – – – – – – – 1.088 23. Eventos Subsequentes – 23.1. Destinação do Lucro Líquido: Considerando o processo Reserva de capital 495 – 495 Aquisição de ações ordinárias – 1.002 – 251 – 2.000 10.336 – 10.336 3.253 de consolidação que vem sendo implementado pela Cia. e seus acionistas, as práticas e Prejuízos acumulados (20.950) (84) (21.034) Ágio na Incorporação de ações – 9.730 – – – – – – – 9.730 estimativas contábeis adotadas foram revisadas. Nesse contexto, as demonstrações financ. Demonstração do Resultado Ágio na aquisição de ações – 9.667 – 7.365 – 10.000 17.108 – 17.108 27.032 referentes ao exerc. findo em 31/12/2007, ora apresentadas, quando de sua reapresentação Receitas de prestação de serviços 472 (92) 380 Ganho de capital na subscrição de ações – – – – – 3.305 – – – 3.305 para fins de comparabilidade nas demonstrações financeiras relativas ao exerc. findo em Deduções da receita bruta (42) 8 (34) AFAC 485 9.150 61 783 – – – – 546 9.933 31/12/2008, serão ajustadas, conforme detalhamos a seguir: Com pessoal (17) – (17) Baixa de investimento – – – – (16.006) – – – (16.006) – Controladora Administrativas e gerais (11.066) – (11.066) Resultado equivalência patrimonial (14.535) (11.073) (3.755) (891) – 701 6.262 – (12.028) (11.263) Publicado ReclassifiRepuCom estrutura (997) – (997) Saldo final 5.434 19.484 3.814 7.508 – 16.006 33.706 – 42.954 42.998 Demonstração contábil/rubrica anteriormente cação/ajuste blicado Financeiras, líquidas (776) – (776) 11. Imobiliz. e Intangível Controladora 14. Salários e Obrigações Sociais Controladora Consolidado Balanço Patrimonial Depreciações e amortizações (350) – (350) 2007 2006 2007 2006 Ativo Taxa anual DepreLíquido Tributárias (34) – (34) Não revisado Disponibilidades de deprec./ ciação/ 9 – 9 Participação societária em controladas (11.263) – (11.263) Despesas de pessoal 63 – 8.377 1.266 Contas a receber de clientes amortização amortiz. (a) 7.633 (1.944) 5.689 Outras operacionais, líquidas (182) – (182) Imp. e contribuicoes s/salários 94 – 4.800 1.324 Imobilizado em % Custo acumul. 2007 2006 Adiantam. a empregados e forneced. 584 – 584 Despesas ou perdas extraordinárias 3.305 – 3.305 9 – 1.407 372 Tributos a compensar e recuperar 5 1.114 (296) 818 771 Provisão de férias 92 – 92 Consolidado (Não revisado) Benfeit. em imóv.de terc. Outros – – 235 360 Outros créditos a receber Instalações 10 287 (37) 250 657 393 – 393 Publicado ReclassifiRepu166 – 14.819 3.322 Equip. de processam. de dados 5 4 (1) 3 1.236 Partes relacionadas (b) 46.879 2.640 49.519 Demonstração contábil/rubrica anteriormente cação/ajuste blicado Controladora Consolidado Investimentos Móveis e utensílios 10 30 (2) 28 682 15. Obrigações Tributárias (c) 42.954 2.816 45.770 Balanço Patrimonial 2007 2006 2007 2006 Imobilizado Máquinas e equipamentos 10 12 (2) 10 10 1.109 – 1.109 Ativo Ajustado Não revisado Intangível e diferido 1.447 (338) 1.109 3.356 1.249 – 1.249 Disponibilidades 315 – 315 Ajustado Passivo Intangível Contas a receber de clientes 453 (28) 425 Cofins 524 11 1.226 89 Empréstimos e financiamentos Software 5 – – – 490 6.290 – 6.290 Adiantam. a empregados e fornecedores 563 – 563 367 19 1.278 103 Salários e obrigações sociais 166 – 166 Marcas e patentes n.a. 5 – 5 5 ISS Tributos a compensar e recuperar 229 – 229 Cofins, Pis/Pasep, CSLL 209 10 238 34 Obrigações tributárias (d) 1.635 (75) 1.560 5 – 5 495 Despesa antecipada 27 – 27 Pis 114 2 268 18 Prov. para perdas em controladas (c) – 25.623 25.623 Consolidado (Não revisado) Outros créditos a receber 4.779 – 4.779 338 22 350 34 Adiantamentos de clientes 1.003 – 1.003 Taxa anual DepreLíquido IOF Partes relacionadas 10.813 – 10.813 IRPJ – – 303 – Outras contas a pagar (e) 12.279 (6.694) 5.585 de deprec./ ciação/ Investimentos 42.768 – 42.768 CSLL – – 63 – Contas a pagar a empresas ligadas 35.454 – 35.454 amortização amortiz. Imobilizado 3.750 – 3.750 75 7 83 163 Capital social 91.348 – 91.348 Imobilizado em % Custo acumul. 2007 2006 IRRF Intangível 524 – 524 8 – 11 43 Capital social a integralizar (23.352) (407) (23.759) Benfeit. em imóv. de terc. 5 1.155 (305) 850 808 INSS Diferido 1.293 – 1.293 1.635 71 3.820 484 Reserva de capital 666 – 666 Instalações 10 297 (38) 259 666 Empréstimos e financiamentos 9.400 – 9.400 Controladora Consolidado Adiantam. para aumento de capital 19.205 – 19.205 Equip. de processam. de dados 5 482 (470) 12 1.392 16. Outras Contas a Pagar Salários e obrigações sociais 3.321 – 3.321 2007 2006 2007 2006 Prejuízos acumulados (g) (43.792) (14.935) (58.727) Móveis e utensílios 10 40 (5) 35 770 Obrigações tributárias 492 (8) 484 Ajustado Não revisado Demonstração do Resultado Máquinas e equipamentos 10 18 (7) 11 114 Outras contas a pagar 19.252 64 19.316 Obrig. aquis. de bens e direit. 3.464 9.495 3.464 9.496 Receitas de prestação de serviços (h) 9.217 (1.916) 7.301 1.992 (825) 1.167 3.750 Contas a pagar com empresas ligadas 8.274 – 8.274 Assessoria e consultoria 8.805 8.709 8.938 8.755 Deduções da receita bruta (h) (1.148) 29 (1.119) Software 5 29 – 29 519 Capital social 52.279 – 52.279 Processamento de dados – – 867 – Com pessoal (1.278) – (1.278) Marcas e patentes n.a. 5 – 5 5 Capital Social a Integralizar (7.049) – (7.049) Aluguel – 30 – 55 Administrativas e gerais (3.442) – (3.442) 34 – 34 524 Reserva de capital 495 – 495 Prov. gastos de reestrutur. – 300 – 300 Com estrutura (6.854) – (6.854) Prejuízos acumulados (20.950) (84) (21.034) A movimentação do ativo imobiliz. e intangível pode ser assim demonstrada: Outras 10 452 1.061 710 Financeiras, líquidas (i) (2.384) 760 (1.624) Controladora Demonstração do Resultado 12.279 18.986 14.330 19.316 Depreciações e amortizações (509) – (509) 2006 2007 17. Patrimônio Líquido – 17.1. Capital Social: Em 11/01/2007, através de Ata da AssemReceitas de prestação de serviços 5.755 (92) 5.663 Tributárias (98) – (98) Valor Deduções da receita bruta (399) 8 (391) bléia Geral Extraordinária, foi aprovado o aumento de capital social para R$ 73.348, com Particip. societária em controladas (c) (12.028) (12.100) (24.128) residual Deprec./ Com pessoal (14.084) – (14.084) a emissão de 21.069 ações sem valor nominal, emitida ao preço de R$ 1,00 cada uma. As Outras operacionais, líquidas (4.234) (1.708) (5.942) Administrativas e gerais (13.047) – (13.047) do ativo amortiz. ações foram subscritas pela acionista Softinvest Participações e Administração S/A, sendo Consolidado (Não revisado) Com estrutura (1.248) – (1.248) Imobilizado Líquido Adições baixado Transfer. acumul. Líquido 400 ações ordinárias nominativas classe B e 20.669 ações ordinárias nominativas classe Publicado ReclassifiRepuFinanceiras, líquidas (1.148) – (1.148) Benf. em imóv. de terceiros 771 327 (71) – (210) 817 “A” a serem integralizadas no prazo de 36 (trinta e seis) meses. Em 24/01/2007, através anteriormente cação/ajuste blicado Depreciações e amortizações (562) – (562) Instalações 657 2 (372) – (37) 250 da Ata de Assembléia Geral Extraordinária a autorização do aumento de capital da Cia. Demonstração contábil/rubrica Balanço Patrimonial Tributárias (52) – (52) Equip. de proces. de dados 1.236 190 (1.347) – (75) 4 para R$ 91.348, através da emissão de 24.450 ações ordinárias nominativas classe “A”, Participação societária em controladas 710 – 710 Móveis e utensílios 682 112 (746) – (20) 28 sem valor nominal, emitidas ao valor de R$ 0,7362 (setenta e três centavos e fração) cada Ativo 41 (22) 19 Outras operacionais, líquidas (180) – (180) Máquinas e equipamentos 10 1 – – (1) 10 uma. Assim sendo, o capital fica dividido em 97.798 ações, assim divididas: 93.057 ações Disponibilidades (a) 30.113 (6.051) 24.062 Despesas ou perdas extraordinárias 3.305 – 3.305 3.356 632 (2.536) – (343) 1.109 ordinárias classe “A”, 400 ações ordinárias classe “B” e 4.341 ações preferenciais. As ações Contas a receber de clientes Adiantam. a empreg. e fornecedores 2.783 – 2.783 3. Principais Práticas Contábeis – 3.1. Estimativas Contábeis: São utilizadas para a Intangível em 31/12/2007 estão assim distribuídas: Tributos a compensar e recuperar 1.934 10 1.944 mensuração e reconhecimento de certos ativos e passivos das demonstrações financeiras Software 490 – (490) – – – Participação Ações Ações Despesas antecipadas 11 – 11 da Cia.. A determinação dessas estimativas levou em consideração experiências de Marcas e patentes 5 – – – – 5 Acionista –% ordinárias preferenciais Outros créditos a receber 191 – 191 eventos passados e correntes, pressupostos relativos a eventos futuros e outros fatores 495 – (490) – – 5 Softinvest Participações e Adm. S.A 69 64.785 2.310 Partes relacionadas (b) 26.800 7.667 34.467 objetivos e subjetivos. Itens significativos sujeitos a estimativas incluem: (i) a provisão para Consolidado (Não revisado) Pessoas físicas 31 28.672 2.031 Investimentos (c) 62.606 (16.497) 46.109 créditos de liquidação duvidosa; (ii) a determinação das vidas úteis do ativo imobilizado e 2006 2007 100 93.457 4.341 Imobilizado 1.167 – 1.167 dos ativos intangíveis; e outras similares. A liquidação das transações envolvendo essas Valor Movimentação do capital social em ações Quantidade Intangível e diferido 1.350 – 1.350 estimativas poderá resultar em valores divergentes dos registrados nas demonstrações residual Deprec./ Ordinárias Preferenciais Total Empréstimos e financiamentos 6.290 – 6.290 financeiras devido às imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Cia. revisa do ativo amortiz. Em 31/12/2006 48.038 4.341 52.379 Salários e obrigações sociais 14.819 – 14.819 suas estimativas e premissas, pelo menos, anualmente. 3.2. Apuração do Resultado: O Imobilizado Líquido Adições baixado Transfer. acumul. Líquido Aumento de capital 41.091 – 41.091 Obrigações tributárias (d) 3.820 315 4.135 resultado é apurado pelo regime de competência. A receita bruta de serviços compreende Benf. em imóv. de terceiros 808 327 (71) – (214) 850 Capital a integralizar 4.328 – 4.328 Adiantamentos de clientes 1.003 – 1.003 o desenvolvimento de sistemas e programas de computador (software), bem como a Instalações 666 3 (372) – (38) 259 Em 31/12/2007 93.457 4.341 97.798 Outras contas a pagar (e) 14.330 (6.013) 8.317 prestação de serviços de assessoria na área de Informática. A apropriação dos custos dos Equip. de proces. de dados 1.392 195 (1.493) 5 (87) 12 17.1. Destinação do Lucro Líquido: 17.1.1. Direito das ações: Consoante disposição estatutáContas a pagar a empresas ligadas (b) 41.070 6.147 47.217 projetos é feita por regime de competência. As antecipações de clientes, decorrentes dos Móveis e utensílios 770 112 (841) 18 (24) 35 ria, aos acionistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendos que somaOutras contas a pagar – LP 1.589 – 1.589 serviços faturados com custos a incorrer são registradas em conta específica do passivo Máquinas e equipamentos 114 1 (78) (23) (3) 11 dos correspondam, no mínimo, a 25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido do exercício, Capital social 91.348 – 91.348 circulante. O custo dos serviços prestados é reconhecido como despesa do período em 3.750 638 (2.855) – (366) 1.167 ajustado nos termos da lei societária e do estatuto. 17.1.2. Destinação do lucro líquido: O lucro Capital social a integralizar (23.352) (407) (23.759) que a respectiva receita é reconhecida. 3.3. Tributação: 3.3.1. Tributos diretos: O Imposto Intangível líquido, como definido no art. 191 da Lei nº 6.404, de 15/12/1976, apurado em cada balanço Reserva de capital 666 – 666 de Renda e contribuição social correntes são calculados com base nas alíquotas de 15% Software 519 17 (507) – – 29 terá, pela ordem, a seguinte destinação: (i) Constituição da reserva legal. (ii) Constituição das Adiantam. para aum. de capital 19.205 – 19.205 acrescida do adicional de 10% sobre o lucro tributável excedente de R$240 no período de Marcas e patentes 5 – – – – 5 reservas previstas nos arts. 195 e 197 da mencionada Lei nº 6.404/76, mediante proposta Prejuízos acumulados (g) (43.792) (14.935) (58.727) 12 meses para Imposto de Renda e 9% sobre o lucro tributável para a contribuição social. A 524 17 (507) – – 34 da Diretoria, aprovada pelo Conselho e deliberada pela Assembléia Geral. (iii) Pagamento de Demonstração do Resultado compensação dos prejuízos fiscais de Imposto de Renda e da base negativa da contribuição 12. Diferido Controladora dividendos propostos pela Diretoria e aprovados pelo Conselho que, somados aos dividendos Receitas de prestação de serviços (h) 71.036 (6.621) 64.415 social está limitada à base de 30% dos lucros tributáveis anuais, sem prazo de prescrição. Taxa anual Líquido intermediários e/ou juros sobre o capital próprio, que tenham sido declarados, assegure aos Deduções da receita bruta (h) (5.887) (392) (6.279) 3.3.2. Tributos Indiretos: As receitas de prestação de serviços está sujeita aos impostos acionistas, em cada exercício, a título de dividendo mínimo obrigatório, 25% (vinte e cinco de amortiz. Amortiz. Custos dos serviços prestados (3.630) – (3.630) e contribuições pelas seguintes alíquotas básicas: • Imposto sobre Serviços de Qualquer em % Custo acumul. 2007 2006 por cento) do respectivo lucro líquido, ajustado pela diminuição ou acréscimo dos valores Com pessoal (54.037) – (54.037) Natureza (ISSQN): 2% a 5%; • Programa de Integração Social (PIS): 0,65%; • Contribuição Despesas pré-operacionais (*) 5 1.447 (203) 1.244 1.085 especificados nos itens I, II e III do art. 202 da referida Lei nº 6.404/76. 17.2. Destinação do Administrativas e gerais (12.900) – (12.900) para Financiamento da Seguridade Social (Cofins): 3%. Estes tributos são apresentados 1.447 (203) 1.244 1.085 Lucro Líquido: 17.2.1. Direito das ações: Consoante disposição estatutária, aos acionistas Com estrutura (12.604) – (12.604) como deduções das receitas na demonstração do resultado. 3.4. Ativos Circulantes e Consolidado (Não revisado) estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendos que somados correspondam, Financeiras, líquidas (i) (3.862) (1.205) (5.067) não Circulantes: 3.4.1. Disponibilidades: São valores em caixa e equivalentes de caixa, Taxa anual Líquido no mínimo, a 25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido do exercício, ajustado nos termos da Depreciações e amortizações (568) – (568) incluindo valores mantidos em contas bancárias. 3.4.2. Contas a receber de clientes: lei societária e do estatuto. 17.2.2. Destinação do lucro líquido: O lucro líquido, como definido de amortiz. Amortiz. Tributárias (103) – (103) Registradas e mantidas no balanço pelo valor nominal dos títulos representativos destes em % Custo acumul. 2007 2006 no artigo 191 da Lei nº 6.404, de 15/12/1976, apurado em cada balanço terá, pela ordem, a Particip. societária em controladas (c) 6.364 (5.790) 574 créditos, quando aplicável, e segregados entre curto e longo prazo de acordo com o prazo Despesas pré-operacionais (*) 5 1.535 (219) 1.316 1.293 seguinte destinação: (i) Constituição da reserva legal. (ii) Constituição das reservas previstas Outras operacionais, líquidas (j) (5.933) (927) (6.860) de vencimento desses créditos. Quando aplicável. A provisão para créditos de liquidação 1.535 (219) 1.316 1.293 nos arts. 195 e 197 da mencionada Lei nº 6.404/76, mediante proposta da Diretoria, aprovada Despesas ou perdas extraordinárias (634) – (634) duvidosa é constituída com base nas perdas estimadas e seu montante é considerado (*) Refere-se a software/licença de uso de software de trabalho, comprados para serem pelo Conselho e deliberada pela Assembléia Geral. (iii) Pagamento de dividendos propostos (a) Contas a receber de clientes – em decorrência da revisão do escopo de determinados suficiente pela Administração para cobrir perdas prováveis na realização das contas a pela Diretoria e aprovados pelo Conselho que, somados aos dividendos intermediários e/ou receber. 3.4.3. Investimentos: Os investimentos em empresas controladas e coligadas são utilizados em projetos futuros com os clientes. A movimentação do ativo diferido pode ser juros sobre o capital próprio, que tenham sido declarados, assegure aos acionistas, em cada projetos da Cia., bem como do critério de faturamento desses projetos, foram revertidas receitas de faturamento com prestação de serviço. Por este valor ser de competência do avaliados pelo método de equivalência patrimonial. 3.4.4. Imobilizado e intangível: Os ativos assim demonstrada: Controladora exercício, a título de dividendo mínimo obrigatório, 25% (vinte e cinco por cento) do respectivo exercício de 2007, o mesmo foi reconhecido no resultado do exercício no seu ano de comimobilizados e intangíveis são registrados pelo custo de aquisição ou construção, deduzido lucro líquido, ajustado pela diminuição ou acréscimo dos valores especificados nos itens I, II 2006 2007 petência, e as demonstrações financeiras em 31/12/2007 foram reapresentadas para fins da depreciação calculada pelo método linear com base nas taxas mencionadas na nota e III do art. 202 da referida Lei nº 6.404/76. Valor explicativa nº 11, e levam em consideração o tempo de vida útil estimada dos bens e direitos 18. Despesas c/ estrutura Controladora Consolidado de comparação. (b) Partes relacionadas – referem-se à revisão dos repasses de resultado residual segundo parâmetros e taxas estabelecidos pela legislação tributária vigente. 3.4.5. Diferido: 2007 2006 2007 2006 líquido efetuados no decorrer de 2007 com a empresa CPM Braxis ERP, conforme contrato de do ativo Amortiz. O diferido é registrado ao custo de aquisição e formação, deduzido da amortização, a qual Não revisado cessão de direitos e obrigações firmado com a controladora CPM Braxis S.A. (c) Participações Líquido Adições baixado acumul. Líquido é calculada pelo método linear às taxas mencionadas na nota explicativa nº 12, que levam Desp. de água, energia e gás (177) (29) (227) (59) Societárias e Investimentos – em decorrência da revisão do resultado de sua coligada, bem 1.085 299 – (140) 1.244 em consideração o período de contribuição de tais ativos. É registrado somente quando há Desp. pré-operacionais (*) Despesas de alugueis (642) (376) (972) (552) como o resultado da equivalência patrimonial. (d) Obrigações tributárias – em decorrência 1.085 299 – (140) 1.244 Despesas de comunicações expectativa de realização futura em função dos benefícios econômicos relacionados a esse (950) (118) (982) (138) da revisão do escopo de determinados projetos da Cia., bem como do critério de faturamento Consolidado (Não revisado) Desp. manut. e conservação ativo. 3.4.6. Demais ativos circulantes e não circulantes: Os demais ativos são registrados (141) (256) (166) (269) desses projetos, foram revertidas receitas de faturamento com prestação de serviço, por 2006 2007 Desp. processam. de dados (*) pelos seus valores de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do (4.616) (218) (9.546) (230) conseqüência tivemos a reversão dos impostos compensados no exercício de 2007. (e) Valor balanço e reduzidos, mediante provisão, aos seus valores prováveis de realização, quando Outros (328) – (711) – Outras contas a pagar – a receita pela prestação de serviços é reconhecida tendo como residual aplicável. 3.5. Passivos Circulantes e não Circulantes: 3.5.1. Provisões: Uma provisão é (6.854) (997) (12.604) (1.248) base a etapa de execução dos serviços realizados até a data-base de balanço, de acordo do ativo Amortiz. reconhecida no balanço quando a Cia. possui uma obrigação legal ou é constituída como (*) Refere-se à locação de equipamentos de processamento de dados e execução de serviços. com a porcentagem do total de serviços a serem realizados, na medida em que todos os Líquido Adições baixado acumul. Líquido 19. Despesas Administrativas e Gerais custos relacionados aos serviços possam ser mensurados confiavelmente. As antecipações resultado de um evento passado, e é provável que um recurso econômico seja requerido para Desp. pré-operacionais (*) 1.293 299 (136) (140) 1.316 saldar a obrigação. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas Controladora Consolidado de clientes, decorrentes dos serviços faturados com custos a incorrer que resultou no ajuste 1.293 299 (136) (140) 1.316 do risco envolvido. 3.5.2. Provisão para contingências: As provisões para contingências, 2007 2006 2007 2006 em 2007. (f) Partes relacionadas – refere-se a movimentações atreladas a contrato de mútuo Taxa Ven quando aplicável, são constituídas mediante avaliações de seus riscos e quantificadas com 13. Empr. e Financ. Controladora Não revisado com empresas ligadas e coligadas. (g) Refere-se aos reflexos dos ajustes no resultado do Modalidade Finalidade pactuada cimento 2007 2006 base em fundamentos econômicos e pareceres jurídicos sobre os processos e outros fatos Material de escritório (27) (18) (56) (54) exercício. (h) Receitas de prestação de serviço /dedução da receita bruta – em decorrência Não revis. Viagens contingenciais conhecidos na data do encerramento do exercício. 3.5.3. Demais passivos (552) (228) (2.798) (228) da revisão do escopo de determinados projetos da Cia., bem como do critério de faturamento Capit. de Giro CDI + 5,1% a.a. 18/01/07 – 2.866 Despesas de transporte circulantes e não circulantes: São demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, CCB (213) (93) (405) (511) desses projetos, foram revertidas receitas líquidas de faturamento. (i) Financeiras, líquidas – o acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos, variações monetárias e/ CCB – Conta Desp. prom. e relações públi. (52) (663) (522) (756) relacionamento financeiro com as empresas ligadas era formalizado por meio de contratos Capit. de Giro CDI + 4,9% a.a. 28/02/07 6.290 4.408 Desp. propag. e publicidade ou cambiais incorridas até a data do balanço patrimonial. Quando aplicável, os passivos Garantida (4) (5) (34) (14) de mútuo, os quais foram objeto de distrato. Em função dos distratos, o relacionamento – 2.126 Despesas de publicação circulantes e não circulantes são registrados em valor presente, transação a transação, com Leasing (43) (24) (45) (28) financeiro passou a ser formalizado por meio de celebração de contas-correntes com as 6.290 9.400 Desp. de serv. de terceiros base em taxas de juros que refletem o prazo, a moeda e o risco de cada transação. 3.6. (39) (22) (179) (78) empresas ligadas. Assim, os saldos de conta-corrente não estão sujeitos a atualizações Demonstrações Financeiras Consolidadas: As demonstrações financeiras consolidadas Consolidado Despesas de seguros (108) (26) (119) (46) monetárias, e não tem data de vencimento preestabelecida, com isso as movimentações Taxa Venforam elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e abrangem as (Não revisado) Despesas com treinamento (116) (159) (535) (219) financeiras ocorridas com multa e IOF sob os distratos foram revertidos. (j) Outras despesas/ Finalidade pactuada cimento 2007 2006 Desp. c/ serv. téc. espec. (*) demonstrações financeiras da Cia. e das empresas controladas. No processo de consolidação Modalidade (1.403) (9.259) (3.051) (10.200) receitas operacionais – incluem principalmente: a revisão dos repasses de resultado líquido Capit. de Giro CDI + 5,1% a.a. 18/01/07 – 2.866 Despesas com projetos (**) foram eliminadas as participações de uma empresa em outra, os saldos patrimoniais, as CCB (307) – (1.625) – efetuados no decorrer de 2007 com a empresa CPM Braxis ERP, conforme contrato de cessão receitas e as despesas entre as empresas. As demonstrações financeiras da controlada CCB – Conta Outras desp. administrativas (578) (569) (3.531) (913) de direitos e obrigações firmadas com a sua controladora CPM Braxis S.A. Capit. de Giro CDI + 4,9% a.a. 28/02/07 6.290 4.408 sediada no exterior foram convertidas para reais com base na taxa de câmbio na data Garantida (3.442) (11.066) (12.900) (13.047) A Diretoria – 2.126 (*) Refere-se às despesas com auditoria, contabilidade, assessoria técnica, consultoria do encerramento do exercício e adaptadas às práticas contábeis adotadas no brasil. As Leasing demonstrações financeiras consolidadas em 31/12/2007 incluem as seguintes empresas:
6.290
9.400
administrativa e de negócios. (**) Refere-se a reembolsos de despesas de funcionários.
Reinaldo Dantas – Contador – CRC 1SP 110.330/O-6
DIÁRIO DO COMÉRCIO
20 -.ECONOMIA/LEGAIS
e
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Ano de 2012 deve ser encerrado com alta de 7% na inadimplência, em relação a 2011, segundo Boa Vista Serviços.
conomia
Inadimplência recua 1,6% Apesar de queda no indicador em abril sobre março, houve elevação em relação a igual mês de 2011.
O
número de novos registros de inadimplentes no País, já livre dos efeitos sazonais, recuou 1,6% em abril na comparação com março, segundo a Boa Vista
Serviços, administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC). Em relação a abril de 2011, porém, o indicador cresceu 12%. No acumulado de 12 meses encerra-
dos em abril, o avanço foi de 20,5%. Os números foram divulgados ontem. A empresa de crédito avalia que a tendência de desaceleração da inadimplência deve
se manter ao longo do ano. A previsão é de que o indicador feche 2012 com alta acumulada de 7% sobre o ano passado. Para a Boa Vista, o menor ritmo de crescimento é reflexo
da melhora nas condições de crédito, influenciada por juros mais baixos e boas condições do mercado de trabalho. Em abril, o Centro-Oeste registrou aumento de 22,8% no acumulado em 12 meses. Na comparação mensal, o Centro-Oeste teve queda de 3,4%, a maior entre as regiões. Sul e Sudeste também impulsionaram o indicador, ambas crescendo 21,2%. A quantidade de novos re-
gistros de inadimplentes apenas no setor do varejo mostra uma retração ainda mais forte do que o 1,6% do indicador geral, com queda de 2,7% em relação a março, sem os efeitos sazonais. Tal variação foi impulsionada pelo Sudeste. No acumulado dos últimos 12 meses, observa-se uma alta de 23,9% da inadimplência no varejo, com destaque para as regiões Sul, com 25,9%, e Sudeste, com 28,2%. (AE)
Braxis Tecnologia da Informação S.A. CNPJ/MF nº 07.837.195/0001-78 Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2009 e 2008 (Valores expressos em milhares de reais) Balanços Patrimoniais Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido Ativo Circulante Disponibilidades Contas a receber de clientes Tributos a recuperar Outros créditos
Nota
Controladora 2009 2008 Ajustado 2.136 96 1.417 221 402
Passivo
Nota
Controladora 2009 2008 Ajustado
Consolidado 2009 2008 Não revisado Ajustado 36.043 7.508 42.744 – 52 6 8.020 1.987 8.020 22.466 – 23.607 1.003 – 1.154 1.029 4.034 4.172 3.525 1.435 5.785 43.516 52.911 50.068 43.516 52.911 50.068 20.398 47.486 20.398 91.348 91.348 91.348 (233) – (233) 666 666 666 (71.383) (44.528) (71.383) 99.957 107.905 113.210
Circulante 4.389 Fornecedores 25 Empréstimos e financiamentos 10 1.987 Prov. p/ perdas em controladas 8.1 – Adiantamentos de clientes – Obrigações tributárias 11 1.293 Não Circulante 97.067 97.821 100.555 101.324 Outras contas a pagar 1.084 Realizável a longo prazo Não Circulante 46.286 Partes relacionadas 7 67.944 72.212 74.469 74.900 Contas a pagar c/ empr. ligadas 7 46.286 Depósitos judiciais – – 32 10 Patrimônio Líquido 12 47.486 Investimentos 8 28.265 24.413 25.139 25.139 Capital social 91.348 Imobilizado 9 371 594 396 623 Capital social a integralizar – Intangível 9 487 602 519 652 Reserva de capital 666 Prejuízos acumulados (44.528) 98.161 Total do Ativo 98.161 99.957 107.905 113.210 Total do Passivo Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras 1. Contexto Operacional – A Braxis Tecnologia da Informação S.A. (“Braxis” ou “Cia.”) serviços faturados com custos a incorrer são registradas em conta específica do passivo tem por atividades principais pesquisa, análise, planejamento, implantação, coordenação circulante. O custo dos serviços prestados é reconhecido como despesa do período em que e controle de trabalhos de gestão, tais como seleção de pessoal, organização e métodos, a respectiva receita é reconhecida. 3.6. Tributação: 3.6.1. Tributos diretos: O Imposto de gestão de materiais, orçamentos, relações públicas política mercadológica e atividades Renda e contribuição social correntes são calculados com base nas alíquotas de 15% correlatas; terceirização de mão-de-obra; planejamento, projeção, programação e análise de acrescida do adicional de 10% sobre o lucro tributável excedente de R$240 no período de investimentos e financiamentos; prestação de serviços de consultoria e análise e programação 12 meses para Imposto de Renda e 9% sobre o lucro tributável para a contribuição social. em tecnologia da informação, bem como a elaboração e gerenciamento de programas de A compensação dos prejuízos fiscais de Imposto de Renda e da base negativa da contribuiinformática; promoção e coordenação de eventos de natureza empresarial e cultural, tais ção social está limitada à base de 30% dos lucros tributáveis anuais, sem prazo de prescricomo exposições, seminários, palestras, conferências e simpósios e, participação em outras ção. Pelo fato de a Cia. não apresentar histórico de lucros tributáveis e expectativa de sociedades, de natureza simples ou empresária, no país e no exterior, na qualidade de sócia, rentabilidade futura fundamentada em estudo de viabilidade, não foram reconhecidos ativos acionista ou quotista. 2. Apresentação das Demonstrações Financeiras – As demonstrações diferidos decorrentes de prejuízo fiscal, base negativa da contribuição social e diferenças financeiras foram preparadas pela Administração da Cia., sendo de nossa responsabilidade. temporárias entre o resultado apurado para fins fiscais e o apurado de acordo com as Foram elaboradas de acordo com a Lei das S.A.(Lei nº 6.404/76, e suas posteriores alterações), práticas contábeis adotadas no Brasil. 3.6.2. Tributos indiretos: As receitas de prestação normas e instruções da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), também foram considerados de serviços está sujeita aos impostos e contribuições pelas seguintes alíquotas básicas: • os Pronunciamentos Técnicos emitidos pelo Instituto dos Auditores Independentes do Brasil Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN): 2% a 5%. • Programa de Integração (IBRACON), resoluções do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e os Pronunciamentos Social (PIS): 0,65%. • Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins): 3%. Técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). 2.1. Ajustes de Exercícios Estes tributos são apresentados como deduções das receitas na demonstração do resultado. Anteriores: Considerando o processo de consolidação que vem sendo implementado pela 3.7. Ativos Circulantes e Não Circulantes: 3.7.1. Disponibilidades: São valores em caixa Cia. e seus acionistas, as práticas e estimativas contábeis adotadas foram revisadas. Nesse e equivalentes de caixa, incluindo valores mantidos em contas bancárias. 3.7.2. Contas a contexto, as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31/12/2008 ora receber de clientes: Registradas e mantidas no balanço pelo valor nominal dos títulos reapresentadas para fins de comparabilidade nas demonstrações financeiras relativas ao representativos destes créditos, acrescidos de variação cambial e ajustados ao valor presente, quando aplicável, e segregados entre curto e longo prazo de acordo com o prazo de venciexercício findo em 31/12/2009, foram ajustadas, conforme detalhamos a seguir: Controladora mento desses créditos. Quando aplicável, a provisão para créditos de liquidação duvidosa Publicado ReclassifiRepu- é constituída com base nas perdas estimadas e seu montante é considerado suficiente pela Demonstração contábil/rubrica anteriormente cação/ajuste blicado Administração para cobrir perdas prováveis na realização das contas a receber. 3.7.3. Investimentos: Os investimentos em empresas controladas e coligadas são avaliados pelo Balanço Patrimonial método de equivalência patrimonial. 3.7.4. Imobilizado: O ativo imobilizado é registrado Ativo Disponibilidades 96 – 96 pelo custo de aquisição ou construção, deduzido da depreciação calculada pelo método Contas a receber de clientes (a) 2.753 (1.336) 1.417 linear com base nas taxas mencionadas na nota explicativa nº 9 e levam em consideração Tributos a compensar e recuperar 221 – 221 o tempo de vida útil estimada dos bens segundo parâmetros e taxas estabelecidos pela Outros créditos a receber 402 – 402 legislação tributária vigente. Os encargos financeiros dos financiamentos contratados na Partes relacionadas (b) 67.318 4.894 72.212 fase de construção de bens integrantes do ativo imobilizado, quando aplicável, são capitaInvestimentos (c) 24.905 (492) 24.413 lizados. Outros gastos são capitalizados apenas quando há um aumento nos benefícios Imobilizado 594 – 594 econômicos desse item do imobilizado. Qualquer outro tipo de gasto é reconhecido no Intangível 602 – 602 resultado como despesa, quando incorrido. 3.7.5. Intangível: É registrado ao custo de aquisição, deduzido da amortização acumulada.As amortizações são calculadas pelo método Passivo Empréstimos e Financiamentos 8.020 – 8.020 linear, com base nas taxas que levam em consideração a vida útil dos direitos segundo Provisão p/ perdas em controladas (c) 58.075 (35.609) 22.466 parâmetros e taxas estabelecidos pela legislação tributária vigente e estão mencionadas na Adiantamentos de clientes 1.003 – 1.003 nota explicativa nº 9. 3.7.6. Avaliação do valor recuperável dos ativos: O § 3º do Art. 183 Obrigações tributárias (d) 862 167 1.029 da Lei nº 6.404/76, modificado pela Lei nº 11.638/07 e Lei nº 11.941/09, determina que a Outras contas a pagar 3.525 – 3.525 Cia. deverá efetuar, periodicamente, análise sobre a recuperação dos valores registrados no Contas a pagar c/ empresas ligadas (b) 48.850 (5.334) 43.516 imobilizado e no intangível, a fim de que sejam registradas as perdas de valor do capital Capital social 91.348 – 91.348 aplicado quando houver decisão de interromper os empreendimentos ou atividades a que Capital Social a Integralizar (233) – (233) se destinavam ou quando comprovado que não poderão produzir resultados suficientes para t e revisados e ajustados os critérios utilizados para Reserva de capital 666 – 666 a recuperação desse valor (impairment) Prejuízos acumulados (e) (115.225) 43.842 (71.383) determinação da vida útil econômica estimada para cálculo da depreciação, exaustão e amortização. A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o Demonstração do Resultado Receitas de prestação de serviços 1.192 – 1.192 objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou Deduções da receita bruta (142) – (142) tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Quando Custos dos serviços prestados (1.267) – (1.267) tais evidências são identificadas e o valor contábil líquido excede o valor recuperável, é Com pessoal (47) – (47) constituída provisão para deterioração ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperáAdministrativas e gerais (592) – (592) vel. 3.7.7. Demais ativos circulantes e não circulantes: Os demais ativos são registrados Com estrutura (998) – (998) pelos seus valores de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos até as datas dos Financeiras, líquidas (f) (2.639) 4.449 1.810 balanços, reduzidos, mediante provisão, aos seus valores prováveis de realização e ajustaDepreciações e amortizações (360) – (360) dos ao valor presente, quando aplicáveis. 3.8. Passivos Circulantes e Não Circulantes: Tributárias (34) – (34) 3.8.1. Provisões: Uma provisão é reconhecida no balanço quando a Cia. possui uma obriParticipação societ. em controladas (c) (53.316) 11.634 (41.682) gação legal ou é constituída como resultado de um evento passado, e é provável que um Outras operacionais, líquidas (g) 1.706 1.324 3.030 recurso econômico seja requerido para saldar a obrigação. As provisões são registradas Consolidado (Não revisado) tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. 3.8.2. Provisão para continPublicado ReclassifiRepu- gências: As provisões para contingências, quando aplicável, são constituídas mediante Demonstração contábil/rubrica anteriormente cação/ajuste blicado avaliações de seus riscos e quantificadas com base em fundamentos econômicos e pareceres jurídicos sobre os processos e outros fatos contingenciais conhecidos na data do Balanço Patrimonial encerramento do exercício. 3.8.3. Demais passivos circulantes e não circulantes: São Ativo Disponibilidades 99 – 99 demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos Contas a receber de clientes (a) 11.102 (4.505) 6.597 correspondentes encargos, variações monetárias e/ou cambiais incorridas até a data do Tributos a compensar e recuperar 2.056 – 2.056 balanço patrimonial. Quando aplicável, os passivos circulantes e não circulantes são regisOutros créditos a receber 3.134 – 3.134 trados em valor presente, transação a transação, com base em taxas de juros que refletem Partes relacionadas (b) 45.425 29.462 74.887 o prazo, a moeda e o risco de cada transação. 3.9. Instrumentos Financeiros: InstrumenDepósitos judiciais 10 – 10 tos financeiros não derivativos incluem aplicações financeiras, contas a receber e outros Investimentos (c) 25.983 (844) 25.139 recebíveis, caixa e equivalentes de caixa, empréstimos e financiamentos, assim como Imobilizado 623 – 623 contas a pagar e outras dívidas. Instrumentos financeiros não derivativos são reconhecidos Intangível 652 – 652 inicialmente pelo valor justo acrescido, para instrumentos que não sejam reconhecidos pelo valor justo por meio do resultado, de quaisquer custos de transação diretamente atribuíveis. Passivo Fornecedores 6 – 6 Posteriormente ao reconhecimento inicial, esses instrumentos financeiros são mensurados Empréstimos e Financiamentos 8.020 – 8.020 de acordo com a respectiva classificação: 3.9.1. Instrumentos mantidos até o vencimento: Provisão para perda em controladas (c) 13.973 9.634 23.607 Se a Cia. tem a intenção positiva e capacidade de manter até o vencimento seus instrumenAdiantamentos de clientes 1.154 – 1.154 tos de dívida, eles são classificados como mantidos até o vencimento. Assim, são mensuObrigações tributárias (d) 4.005 167 4.172 rados pelo custo amortizado utilizando o método da taxa de juros efetiva, deduzido de Outras contas a pagar 4.647 1.138 5.785 eventuais reduções em seu valor recuperável. 3.9.2. Instrumentos disponíveis para venda: Contas a pagar c/ empresas ligadas (b) 70.244 (20.189) 50.055 Os investimentos da Cia. em instrumentos de patrimônio e de certos ativos relativos a insCapital social 91.348 – 91.348 trumentos de dívida são classificados como disponíveis para venda. Posteriormente ao Capital Social a Integralizar (233) – (233) reconhecimento inicial, são avaliados pelo valor justo e suas flutuações, exceto reduções Reserva de capital 666 – 666 em seu valor recuperável, e as diferenças em moeda estrangeira desses instrumentos são Prejuízos acumulados (e) (104.746) 33.363 (71.383) reconhecidas diretamente no patrimônio líquido, líquidas dos efeitos tributários. Quando um investimento deixa de ser reconhecido, o ganho ou perda acumulado no patrimônio líquido Demonstração do Resultado Receitas de prestação de serviços 14.935 – 14.935 é transferido para resultado. 3.9.3. Instrumentos financeiros ao valor justo pelo resultado: Deduções da receita bruta (887) – (887) Um instrumento é classificado ao valor justo pelo resultado se for mantido para negociação, Custos dos serviços prestados (12.290) – (12.290) ou seja, designado como tal no reconhecimento inicial. São assim definidos se a Cia. Com pessoal (381) – (381) gerencia esses investimentos e toma as decisões de compra e venda com base em seu valor Administrativas e gerais (1.724) 1 (1.723) 8.1 Movimentação dos Investimentos ERP Com estrutura (1.350) – (1.350) 2009 2008 Financeiras, líquidas (f) (8.164) 10.835 2.671 Ajustado Depreciações e amortizações (382) – (382) Saldo inicial 4.718 7.418 Tributárias (37) – (37) Amortização do ágio – (3.880) Participação societ. em controladas (c) (51.286) 6.709 (44.577) Resultado equivalência patrimonial 2.814 1.180 Outras operacionais, líquidas (g) 355 6.571 6.926 Saldo final 7.532 4.718 Imposto de renda e contribuição social (1.995) – (1.995) Investimento 7.532 4.797 a) Contas a receber de clientes – em decorrência da revisão do escopo de determinados Provisão de perda – (79) projetos da empresa, bem como do critério de faturamento desses projetos, foram revertiControladora das receitas de faturamento com prestação de serviço. Por este valor ser de competência 9. Imobilizado e Intangível Taxa anual de Deprec./ do exercício de 2008, o mesmo foi reconhecido no resultado do exercício no seu ano de depreciação/ amortiz. Líquido competência, e as demonstrações financeiras em 31/12/2008 foram reapresentadas para amortiz. em % Custo acumul. 2009 2008 fins de comparação. b) Partes relacionadas – refere-se à revisão dos repasses de resultado Imobilizado 5 1.114 (743) 371 594 líquido efetuados no decorrer de 2008 com a empresa CPM Braxis ERP, conforme contrato Benfeit. em imóv. de terc. 1.114 (743) 371 594 de cessão de direitos e obrigações firmado com a controladora CPM Braxis S.A. e movimentações atreladas a contrato de mútuo com empresas ligadas e coligadas. c) Participações Intangível n.a. 853 (366) 487 602 Societárias e Investimentos – em decorrência da revisão do resultado de sua coligada, bem Despesas pré-operacionais 853 (366) 487 602 como o resultado da equivalência patrimonial. d) Obrigações tributárias – em decorrência Consolidado (não revisado) da revisão do escopo de determinados projetos da empresa, bem como do critério de Taxa anual de Deprec./ faturamento desses projetos, foram revertidas receitas de faturamento com prestação de depreciação/ amortiz. Líquido serviço, por conseqüência tivemos a reversão dos impostos compensados no exercício de amortiz. em % Custo acumul. 2009 2008 2008. e) Prejuízos acumulados – refere-se aos reflexos dos ajustes no resultado do exercício. Imobilizado 5 1.155 (759) 396 623 f) Financeiras, líquidas – o relacionamento financeiro com as empresas ligadas era formalizado Benfeit. em imóv. de terc. 1.155 (759) 396 623 por meio de contratos de mútuo, os quais foram objeto de distrato. Em função dos distratos havidos, o relacionamento financeiro passou a ser formalizado por meio de celebração de Intangível n.a. 952 (433) 519 652 contas-correntes com as empresas ligadas. Assim, os saldos de conta-corrente não estão Despesas pré Operacionais 952 (433) 519 652 sujeitos a atualizações monetárias, e não tem data de vencimento preestabelecida, com isso as movimentações financeiras ocorridas com multa e IOF sob os distratos foram revertidos. g) A movimentação do ativo imobilizado pode ser assim demonstrada: Controladora Outras operacionais líquidas – incluem principalmente: a revisão dos repasses de resultado 2008 2009 líquido efetuados no decorrer de 2008 com a empresa CPM Braxis ERP, conforme contrato de Valor cessão de direitos e obrigações firmadas com a sua controladora CPM Braxis S.A. residual Deprec./ 3. Principais Práticas Contábeis – 3.1. Demonstrações Financeiras Consolidadas: do ativo amortiz. As demonstrações financeiras consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas Líquido Adições baixado acumul. Líquido contábeis adotadas no Brasil, e abrangem as demonstrações financeiras da Cia. e das Imobilizado Benfeit. em imóv. de terc. 594 – – (223) 371 empresas controladas. No processo de consolidação foram eliminadas as participações de 594 – – (223) 371 uma empresa em outra, os saldos patrimoniais, as receitas e as despesas entre as empresas. As demonstrações financeiras da controlada sediada no exterior foram convertidas para reais Intangível Desp. pré-operacionais 602 – – (115) 487 com base na taxa de câmbio na data do encerramento do exercício e adaptadas às práticas 602 – – (115) 487 contábeis adotadas no Brasil. As demonstrações financeiras consolidadas em 31/12/2009 Consolidado (Não revisado) incluem as seguintes empresas: Participação Período 2008 2009 Empresa no resultado – % Consolidado Valor SBS Serviços de Informática Ltda. 100% 12 meses residual Deprec./ Braxis ERP Software S.A. 100% 12 meses do ativo amortiz. CPM Braxis S.A. 19,24% 12 meses Líquido Adições baixado acumul. Líquido 3.2. Moeda Funcional e de Apresentação das Demonstrações Financeiras: A Adminis- Imobilizado Benfeit. em imóv. de terc. 623 – – (227) 396 tração da Cia. definiu que sua moeda funcional é o real (R$) de acordo com as normas 623 – – (227) 396 descritas no Pronunciamento Técnico CPC 02 – Efeitos nas Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis, aprovado pela Resolução CFC nº 1.120/08 (NBC Intangível 652 – – (133) 519 T 7) alterada pela Resolução CFC nº 1.164/09. Transações em moeda estrangeira, isto é, Despesas pré-operacionais 652 – – (133) 519 todas aquelas que não são realizadas na moeda funcional, são convertidas pela taxa de câmbio das datas de cada transação. Ativos e passivos monetários em moeda estrangeira 10. Empréstimos e Financiamentos são convertidos para a moeda funcional pela taxa de câmbio da data do fechamento. Os Controladora ganhos e as perdas de variações nas taxas de câmbio sobre os ativos e os passivos moneTaxa tários são reconhecidos na demonstração de resultados. Ativos e passivos não monetários Modalidade Finalidade pactuada Vencimento 2009 2008 adquiridos ou contratados em moeda estrangeira são convertidos com base nas taxas de Compror Capital de giro CDI+5,1% a.a. 11/11/2010 1.987 8.020 câmbio das datas das transações ou nas datas de avaliação ao valor justo quando este é 1.987 8.020 utilizado. 3.3. Moeda Estrangeira: Os efeitos cambiais são registrados mediante a atualiConsolidado zação dos ativos e passivos, tendo como contrapartida as contas de receitas e despesas Modalidade Finalidade Taxa pactuada Vencimento 2009 2008 financeiras, até a data do balanço, quando aplicável. 3.4. Estimativas Contábeis: São uti- Compror Capital de Giro CDI+5,1% a.a. 11/11/2010 1.987 8.020 lizadas para a mensuração e reconhecimento de certos ativos e passivos das demonstrações 1.987 8.020 financeiras da Cia.. A determinação dessas estimativas levou em consideração experiências 11. Obrigações Tributárias Controladora Consolidado de eventos passados e correntes, pressupostos relativos a eventos futuros e outros fatores 2009 2008 2009 2008 objetivos e subjetivos. Itens significativos sujeitos a estimativas incluem: (i) a provisão para Cofins (676) (613) (807) (1.282) créditos de liquidação duvidosa; (ii) a determinação das vidas úteis do ativo imobilizado e ISS – (105) (89) (410) dos ativos intangíveis; e (iii) provisões diversas. A liquidação das transações envolvendo Pis (118) (103) (144) (245) essas estimativas poderá resultar em valores divergentes dos registrados nas demonstrações IOF (384) (208) (449) (241) financeiras devido às imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Cia. revisa IRPJ (78) – (1.853) (1.460) suas estimativas e premissas, pelo menos, anualmente. 3.5. Apuração de Resultado: O CSLL (37) – (692) (534) resultado é apurado pelo regime de competência. A receita bruta de serviços compreende (1.293) (1.029) (4.034) (4.172) o desenvolvimento de sistemas e programas de computador (software), bem como a 12. Patrimônio Líquido – 12.1. Capital Social: Em 31/12/2009, o capital social, totalmente prestação de serviços de assessoria na área de Informática. A apropriação dos custos dos subscrito e integralizado, é dividido em 97.798.796 (noventa e sete milhões setecentos e projetos é feita por regime de competência. As antecipações de clientes, decorrentes dos noventa e oito mil e setecentos e noventa e seis) ações, sem valor nominal, assim divididas 4 5 6
1.094 4 – 575 515
Consolidado 2009 2008 Não revisado Ajustado 7.350 11.886 13 99 1.171 6.597 2.7 86 2.056 3.380 3.134
Capital Capital social Reserva Adiantam. p/ futuro Prejuízos social a integralizar de capital aumento de capital acumulados Total Saldos em 31 de dezembro de 2007 – Ajustado 91.348 (23.352) 666 19.205 (32.293) 55.574 Capital social a integralizar – 23.119 – – – 23.119 Adiantamento para futuro aumento de capital – – – (19.205) – (19.205) Prejuízo do exercício – – – – (39.090) (39.090) Saldos em 31 de dezembro de 2008 – Ajustado 91.348 (233) 666 – (71.383) 20.398 Capital social a integralizar – 233 – – – 233 Lucro líquido do exercício – – – – 26.856 26.856 Saldos em 31 de dezembro de 2009 91.348 – 666 – (44.527) 47.487 Demonstração dos Fluxos de Caixa Demonstr. dos Resultados p/ os exerc. findos em 31/12/2009 e 2008 (Valores expressos em milhares de reais, exceto prejuízo líquido por ação) Controladora Consolidado 2009 2008 2009 2008 Controladora Consolidado Ajustado Não revisado Nota 2009 2008 2009 2008 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais Ajustado Ajustado Não revisado 26.856 (39.090) 26.856 (39.090) Receita Operac. Bruta Ajustado Lucro (prej.) líq. do exercício – (2.207) – (2.207) Rec. de prest. de serv. 54 1.192 12.053 14.935 Ajuste de exercício anterior Ajustes p/ reconc. o lucro líq. ao caixa gerado Deduções da rec. bruta 6 (142) 34 (887) pelas atividades operacionais: Receita Operac. Líquida 60 1.050 12.087 14.048 338 360 360 381 Custos dos serv. prestados – (1.267) (340) (12.290) Depreciação e amortização – 8.750 – 8.750 Lucro Bruto 60 (217) 11.747 1.758 Amortização do ágio Valor residual do ativo baixado – 802 – 860 Despesas Operacionais (26.318) 32.932 (23.607) 35.827 Com pessoal 13 – (47) – (381) Result. de equival. patrimonial 876 1.547 3.609 4.521 Administrativas e gerais 14 (50) (592) (225) (1.723) Com estrutura 15 – (998) (19) (1.350) Redução (aumento) nos ativos: 1.417 1.601 5.426 8.455 Financeiras, líquidas 16 (571) 1.810 (874) 2.671 Contas a receber de clientes – 584 – 2.783 Deprec. e amortizações (338) (360) (360) (382) Adiantam. a empreg.e forneced. (354) (129) (730) (112) Tributárias (1) (34) (6) (37) Tributos a compensar e recuperar – – – 11 Part. societ. em controladas 26.318 (41.682) 23.607 (44.577) Despesas antecipadas Outros créditos (113) (9) (246) (2.943) Outras operac., líquidas 1.552 3.030 (6.335) 6.926 4.268 (12.676) 431 (6.438) 26.910 (38.873) 15.788 (38.853) Partes relacionadas – – (22) (10) Lucro(Prej.)antes do IRPJ e da CSLL 26.970 (39.090) 27.535 (37.095) Depósitos judiciais IRPJ e contribuição social (114) – (679) (1.995) Aumento (Redução) nos passivos: 25 – 46 7 Lucro (Prej.) Líq.do Exerc. 26.856 (39.090) 26.856 (39.090) Fornecedores (6.033) 1.730 (6.033) 1.730 Quant. de Ações ao final do exercício 12.1 97.798 97.798 97.798 97.798 Empréstimos e financiamentos Salários e obrigações sociais – 46.255 – (14.819) Prej. Líq. do Exerc. por 264 (558) (138) (131) Ações (Em Reais – R$) 274,6068 (399,7014) 274,6068 (399,7014) Obrigações tributárias Adiantamentos de clientes (1.003) (141) (1.154) 151 justo de acordo com a estratégia de investimento e gerenciamento de risco documentado Outras contas a pagar (2.441) (2.060) (4.350) (3.670) por ela. Após reconhecimento inicial, custos de transação atribuíveis são reconhecidos nos Contas a pagar c/ empresas ligadas 2.769 6.784 2.842 30.449 resultados quando incorridos. Instrumentos financeiros ao valor justo pelo resultado são Caixa Líq. (Consumido nas) medidos pelo valor justo e suas flutuações são reconhecidas no resultado. 3.9.4. Outros: Gerado pelas Ativ. Operac. (325) 42.928 (319) 19.984 Outros instrumentos financeiros não derivativos são mensurados pelo custo amortizado Fluxo de Caixa das Ativ. Investim. utilizando o método de taxa de juros efetiva, diminuídos por eventuais reduções no valor Alienação de investimentos – (46.755) – (23.817) recuperável. 3.10. Demonstração dos Fluxos de Caixa: Foi preparada e está sendo Caixa Líq. Cons. nas Ativ. de Invest. – (46.755) – (23.817) apresentada de acordo com o CPC 03 – Demonstração dos Fluxos de Caixa, emitido pelo Fluxo de Caixa das Ativ. de Financ. CPC. As demonstrações dos fluxos de caixa refletem as modificações no caixa que ocorre- Aporte de capital de acionistas 233 23.119 233 23.119 ram nos exercícios apresentados utilizando o método indireto. Os termos utilizados na Adiantamentos p/aumento de capital – (19.205) – (19.205) demonstração do fluxo de caixa são os seguintes: • Atividades operacionais: são as princi- Caixa Líq. Ger. pelas Ativ. de Financ. 233 3.914 233 3.914 pais atividades geradoras de ingressos e receitas da Cia. e outras atividades que não sejam Caixa Líq. Consum. Nas Ativ. atividades de investimento ou de financiamento. • Atividades de investimentos: são as Operac., de Investim. e de Financ. (92) 87 (86) 81 atividades relativas à aquisição e alienação de ativos não circulantes e outros investimentos A var. das disponib. é assim demonstr: não incluídos em atividades operacionais ou de financiamento. • Atividades de financiamento: No fim do exercício 4 96 13 99 são as atividades que têm como consequência alterações na dimensão e composição do No início do exercício 96 9 99 18 capital próprio e nos empréstimos obtidos pela Cia.. Aumento (Dimin.) das Disponibilidades (92) 87 (86) 81 4. Disponibilidades Controladora Consolidado 2009 2008 2009 2008 15. Despesas com Estrutura Controladora Consolidado Não revisado 2009 2008 2009 2008 Caixa – 3 8 3 – (41) – (90) Bancos 4 93 5 96 Despesas de água, energia e gás – (208) – (474) 4 96 13 99 Despesas de alugueis – (651) – (665) 5. Contas a Receber de Clientes Controladora Consolidado Despesas de comunicações 2009 2008 2009 2008 Despesas manutenção e conservação – (17) – (19) Não revisado Outros – (81) (19) (102) Contas a rec. de clientes – 1.417 1.171 6.597 – (998) (19) (1.350) – 1.417 1.171 6.597 16. Despesas Financeiras, Líquidas 6. Tributos a Recuperar Controladora Consolidado Controladora Consolidado 2009 2008 2009 2008 2009 2008 2009 2008 Não revisado Juros sobre contrato de mútuo 176 3.914 57 5.439 IRRF 481 124 1.523 1.118 Juros incorridos (260) (966) (523) (1.357) CSLL 39 39 652 503 Variação cambial (834) (892) (754) (869) IRPJ 25 25 80 25 Receita de aplicação financeira – 37 – 37 INSS 25 25 25 25 Serviços do sistema financeiro (2) (23) (3) (51) COFINS 4 7 407 308 Outras despesas financeiras (28) (260) (28) (528) PIS 1 1 99 77 Outras receitas 377 – 377 – 575 221 2.786 2.056 (571) 1.810 (874) 2.671 7. Partes Relacionadas Controladora Consolidado 17. Instrumentos Financeiros – A Cia. participa de operações envolvendo instrumentos 2009 2008 2009 2008 financeiros cujos riscos são administrados por meio de estratégias de posições financeiras Ativo Ajustado Não revisado e sistemas de controles de limites de exposição. Todas as operações estão registradas em CPM Braxis ERP Tecnol. da Inform. 15.838 11.359 43.185 39.427 contas patrimoniais e se destinam a atender às suas necessidades operacionais, bem como Braxis ERP Software S.A. 20.696 25.175 – – a reduzir a exposição a riscos financeiros, principalmente de crédito e de taxa de juros. SBS Serv. de Inform. Ltda. 204 260 – – Valorização dos instrumentos financeiros: Os principais instrumentos financeiros ativos SPEC Soluction Ltda. 19.846 20.235 19.846 20.235 da Cia. em 31/12/2010 estão descritos a seguir, bem como os critérios para cálculo do valor Sertrading S.A. – 2.991 – 2.991 justo: Numerário disponível: Está apresentado ao seu valor de mercado, que equivale ao Pimentel Cons. Assoc. Ltda. – 1.679 – 1.684 seu valor contábil. Recebíveis: Estão reconhecidos pelo custo amortizado, que se aproxima ABS Advan. Business Solution Ltda. 1.333 710 1.366 712 do seu valor de mercado em razão de sua natureza de curto prazo. Fatores de risco que Unitech Tecn. da Inform. S.A. – – – 48 podem afetar os negócios da Cia.: Risco de crédito: Advém da possibilidade de a Cia. não CPM Braxis Outsourcing – – 45 – receber os valores decorrentes de operações de vendas ou de créditos com instituições Softinvest Particip. Ltda. 10.027 9.803 10.027 9.803 financeiras geradas por operações de investimento financeiro. Para atenuar esse risco, a Cia. 67.944 72.212 74.469 74.900 adota como prática a análise detalhada da situação patrimonial e financeira de seus clientes, Passivo estabelecendo acompanhamento permanente do saldo devedor de suas contrapartes. Risco ABS Advan. Business Solution Ltda. – – 32 29 de taxa de juros: Os resultados da Cia. estão suscetíveis a sofrer variações decorrentes das CPM Braxis S.A. 39.801 43.134 44.021 47.395 operações contratadas a taxas de juros flutuantes. Este risco decorre dos contratos de mútuo Pimentel Cons. Assoc. Ltda. 673 – 1.888 1.103 remunerados pela taxa do CDI. Não foram contratados instrumentos de proteção para este Sertrading S.A. 5.431 – 6.589 1.159 CPM Braxis Outsourcing 381 – 381 – risco (hedge), tendo em vista a avaliação de que o custo seria superior aos benefícios que Unitech Tecn. de Inform. S.A. – 382 – 382 poderiam deles ser obtidos. Determinação do valor justo: A Cia. procede a uma avaliação 46.286 43.516 52.911 50.068 de seus ativos e passivos contábeis em relação aos valores de mercado, utilizando-se das Refere-se a contratos de mútuo com vencimento de até 365 dias e atualizado pelo CDI. 8. informações disponíveis e metodologias apropriadas, procedimento este que requer consiInvestimentos – A participação societária direta da Cia., avaliada pelo método de equivalência derável julgamento e razoáveis estimativas para se produzir o valor justo mais adequado. 18. Eventos Subsequentes – 18.1. Ajustes de Exercícios Anteriores: Considerando o patrimonial, é demonstrada a seguir: Controladora Consolidado processo de consolidação que vem sendo implementado pela Cia. e seus acionistas, as 2009 2008 2009 2008 práticas e estimativas contábeis adotadas foram revisadas. Nesse contexto, as demonstrações Ajustado Não revisado financeiras referentes ao exercício findo em 31/12/2009, ora apresentadas, quando de sua Ajustado reapresentação para fins de comparabilidade nas demonstrações financeiras relativas ao CPM Braxis S.A. 13.713 13.713 14.440 14.440 exercício findo em 31/12/2010, serão ajustadas, conforme detalhamos a seguir: Controladora Braxis ERP S.A 7.532 4.797 4.796 4.796 Publicado ReclassifiRepuSBS Serv. de Inform. Ltda. 7.020 5.903 5.903 5.903 anteriormente cação/ajuste blicado 28.265 24.413 25.139 25.139 Demonstração contábil/rubrica Balanço Patrimonial SBS CPM Total Ativo 2009 2008 2009 2008 2009 2008 Disponibilidades 4 – 4 Ajustado Ajustado Ajustado Tributos a compensar e recuperar 575 – 575 5.492 7.896 (8.263) 28.314 1.947 43.628 Outros créditos a receber 515 – 515 – (1.476) – (3.394) – (8.750) Partes relacionadas 67.944 – 67.944 1.528 (928) 21.976 (33.183) 26.318 (32.931) Investimentos (a) 38.743 (10.478) 28.265 7.020 5.492 13.713 (8.263) 28.265 1.947 Imobilizado 371 – 371 7.020 5.903 13.713 13.713 28.265 24.413 Intangível 487 – 487 – (411) – (21.976) – (22.466 Passivo 25 – 25 93.054.289 ações ordinárias classe “A”, 400.000 ações ordinárias classe “B” e 4.341.480 Fornecedores Empréstimos e Financiamentos 1.987 – 1.987 ações preferenciais. As ações em 31/12/2009 estão assim distribuídas: 1.293 – 1.293 Quantidade Quantidade Quantidade Obrigações tributárias 1.084 – 1.084 de Ações Ordide Ações Total de Outras contas a pagar 46.286 – 46.286 Acionistas % nárias A e B Preferenciais Ações Contas a pagar c/ empresas ligadas 91.348 – 91.348 Softinvest Particip e Adm. S.A 55% 51.740.175 2.025.138 53.765.313 Capital social 666 – 666 Pessoas Físicas 45% 41.716.114 2.316.342 44.032.456 Reserva de capital (b) (96.023) (24.639) (71.384) 100% 93.456.289 4.341.480 97.797.769 Prejuízos acumulados Demonstração do Resultado Ações preferenciais: Os acionistas Preferenciais Classe A terão o direito de exercer os 54 – 54 direitos concedidos nos Bônus de Subscrição de Primeira e Segunda Emissão, de acordo com Receitas de prestação de serviços 6 – 6 os termos neles dispostos. Conforme estabelecido no Art. 171, § 4º da Lei das S.A., dentro Deduções da receita bruta Administrativas e gerais (50) – (50) de 30 dias contados da data em que os Acionistas receberam um aviso formal de aumento (571) – (571) de capital pela CPM, os Acionistas terão a faculdade de exercer seus respectivos direitos de Financeiras, líquidas (338) – (338) preferência proporcionalmente à sua participação acionária da CPM.Os acionistas neste ato Depreciações e amortizações Tributárias (1) – (1) renunciam ao referido direito de preferência em relação à emissão das novas Ações pela CPM (a) 61.435 (35.117) 26.318 em uma Distribuição. As ações preferenciais Classe A poderão ser convertidas no mesmo Particip. societária em controladas 1.552 – 1.552 número de ações ordinárias, a qualquer momento, mediante solicitação de qualquer acionista Outras operacionais, líquidas (114) – (114) preferencial Classe A com relação às suas próprias ações preferenciais Classe A. No caso Imposto de renda e contrib. social Consolidado (Não revisado) de a Sociedade protocolar junto à CVM pedido de registro de uma distribuição qualificada, Publicado ReclassifiRepuas ações preferenciais Classe A serão automaticamente convertidas no mesmo número de anteriormente cação/ajuste blicado ações ordinárias. No caso de um evento considerado como liquidação da Cia., as ações Demonstração contábil/rubrica Balanço Patrimonial preferenciais Classe A, terão o direito prioritário de receber, das remunerações efetivamente recebidas pela Cia. ou pela CPM Holdings e pelo Grupo Braxis, conforme for o caso, o mais Ativo 13 – 13 alto entre (a) um valor até o preço de subscrição acrescido de qualquer valor integralizado Disponibilidades 1.171 – 1171 pelo acionista preferencial pela aquisição das ações preferenciais Classe A adicionais, mais Contas a receber de clientes 2.786 – 2.786 qualquer dividendo declarado e não pago ou (b) a porcentagem pro rata das remunerações Tributos a compensar e recuperar 3.380 – 3.380 recebidas como resultado da liquidação atribuído as ações preferenciais. Caso uma distri- Outros créditos a receber Partes relacionadas 74.469 – 74.469 buição qualificada não ocorra e desde que as ações preferenciais classe A detidas pelos – – 32 Acionistas preferenciais classe A tiverem sido previamente convertidas em ações ordinárias Depósitos judiciais (a) 35. 617 (10.478) 25.139 terá o direito de reconversão exercido no prazo máximo de 30 dias a contar da data em que Investimentos Imobilizado 623 – 623 a Cia. notificar a decisão de não realizar a distribuição. Os direitos acima descritos, cessarão 652 – 652 mediante a conversão das ações preferenciais classe A em ações ordinárias, exceto para a Intangível possibilidade de não ocorrência de uma distribuição qualificada. 12.2. Destinação do Lucro Passivo Fornecedores 52 – 52 Líquido: 12.2.1. Direito das ações: Consoante disposição estatutária, aos acionistas estão 1.987 – 1.987 assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendos que somados correspondam, no Empréstimos e Financiamentos Obrigações tributárias 4.034 – 4.034 mínimo, a 25% do lucro líquido do exercício, ajustado nos termos da lei societária e do estatuto. 1.435 – 1.435 12.2.2. Destinação do lucro líquido: O lucro líquido, como definido no Art. 191 da Lei nº Outras contas a pagar 52.911 – 52.911 6.404, de 15/12/1976, apurado em cada balanço terá, pela ordem, a seguinte destinação: Contas a pagar c/ empresas ligadas 91.348 – 91.348 (i) Constituição da reserva legal. (ii) Constituição das reservas previstas nos Arts. 195 e 197 Capital social 666 – 666 da mencionada Lei nº 6.404/76, mediante proposta da Diretoria, aprovada pelo Conselho e Reserva de capital Prejuízos acumulados (b) (96.023) 24.639 (71.384) deliberada pela Assembleia Geral. (iii) Pagamento de dividendos propostos pela Diretoria e aprovados pelo Conselho que, somados aos dividendos intermediários e/ou juros sobre o Demonstração do Resultado 12.053 – 12.053 capital próprio, que tenham sido declarados, assegure aos acionistas, em cada exercício, Receitas de prestação de serviços 34 – 34 a título de dividendo mínimo obrigatório, 25% (vinte e cinco por cento) do respectivo lucro Deduções da receita bruta (340) – (340) líquido, ajustado pela diminuição ou acréscimo dos valores especificados nos itens I, II e III Custos dos serviços prestados Administrativas e gerais (225) – (225) do Art. 202 da referida Lei nº 6.404/76. (19) – (19) 13. Despesas com Pessoal Controladora Consolidado Com estrutura (874) – (874) 2009 2008 2009 2008 Financeiras, líquidas Depreciações e amortizações (360) – (360) Proventos – (8) – (136) Tributárias (6) – (6) Benefícios – (39) – (232) Particip. societária em controladas (a) 59.862 (35.117) 24.745 Encargos sociais – – – (13) Outras operacionais, líquidas 7.437 – 7.437 – (47) – (381) Imposto de renda e contrib. social (679) – (679) 14. Despesas Gerais e Administrativas Controladora Consolidado a) Participações Societárias e Investimentos – em decorrência da revisão do resultado de 2009 2008 2009 2008 sua coligada, bem como o resultado da equivalência patrimonial. b) Prejuízos acumulaMaterial de escritório (3) (48) (7) (63) dos – refere-se aos reflexos dos ajustes no resultado do exercício. c) Outras operacionais Despesas de transporte – (22) – (30) líquidas – incluem principalmente: a revisão dos repasses de resultado líquido efetuados no Despesas com treinamento – (7) (2) (61) decorrer de 2008 com a empresa CPM Braxis ERP, conforme contrato de cessão de direitos Desp. c/ serviço técnico especial (*) (45) (434) (209) (1.379) e obrigações firmadas com a sua controladora CPM Braxis S.A. Outras despesas administrativas (2) (81) (7) (190) (50) (592) (225) (1.723) A Diretoria (*) Refere-se às despesas com auditoria, contabilidade, assessoria técnica, consultoria Inês da S. Leandro – Contadora – CRC 241.832/O-6 administrativa e de negócios. (**) Refere-se a reembolsos de despesas de funcionários.
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, 18 de maio de 2012
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O problema na indústria não é de falta de demanda interna, é competitividade. José Márcio Camargo, economista da Opus Consultoria
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mercado de trabalho formal brasileiro deu sinais de aquecimento em abril, apesar de ter gerado menos empregos com carteira assinada em relação a igual período do ano passado. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado ontem pelo Ministério do Trabalho, registram que a economia brasileira criou 216.974 vagas de trabalho com carteira assinada em abril. O resultado ficou acima da criação de
ECONOMIA/LEGAIS - 21
Mercado de trabalho dá sinais de aquecimento Em abril, foram criadas 216.974 vagas de trabalho com carteira assinada no Brasil 111.746 postos de trabalho em março. Um ano antes, haviam sido abertos 272.225 novos empregos oficiais. No acu-
mulado do ano, as admissões líquidas chegam a 702.059 vagas. Retomada – Os dados do Ca-
ged mostram que abril foi o primeiro mês em 2012 em que todos os oito setores pesquisados registraram mais ad-
missões do que demissões. Serviços se manteve na liderança em abril, com a contratação de 82.875 empregados.
O segundo lugar ficou com a construção civil, com 40.606 trabalhadores. O comércio se posiciona no terceiro lugar, com 33.704 contratações, seguido pelo setor industrial, com 30.318 admissões. Para o economista da Opus Consultoria e professor da PUC-Rio, José Márcio Camargo, mesmo com a menor oferta de vagas em comparação com 2011, o mercado está aquecido. "O problema na indústria não é de falta de demanda interna, é de competitividade", disse. (Reuters)
Braxis ERP Software S.A. CNPJ/MF nº 07.842.242/0001-71 Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2008 e 2007 (Valores expressos em Milhares de Reais) Balanços Patrimoniais Demonstração dos Resultados p/ os exerc. findos em 31/12/2008 e 2007 (Valores expressos em milhares de reais, exceto prejuízo líquido por ação) Ativo 2008 2007 Passivo 2008 2007 Ajustado Ajustado 2008 2007 Circulante 12.498 21.467 Circulante 5.471 18.781 Ajustado Disponibilidades (nota 4) – 9 Fornecedores 6 – Receita Operacional Bruta 14.324 53.621 Contas a receber de clientes (nota 5) 8.090 17.539 Salários e obrigações sociais (nota 13) – 13.922 Receitas de prestação de serviços (795) (4.828) Adiantamentos a empregados e fornecedores (nota 6) – 2.170 Obrigações tributárias (nota 14) 3.025 2.451 Deduções da receita bruta 13.529 48.793 Tributos a compensar e recuperar (nota 7) 1.676 1.719 Adiantamentos de clientes 151 – Receita Operacional Líquida (10.627) – Despesas antecipadas – 11 Provisão para perdas em controladas 1.167 – Custos dos serviços prestados (nota 17) 2.902 48.793 Outros créditos (nota 8) 2.732 19 Outras contas a pagar (nota 15) 1.122 2.408 Lucro Bruto Realizável a Longo Prazo 92 – Exigível a Longo Prazo 44.022 29.970 Despesas Operacionais (329) (52.201) Depósitos judiciais 10 – Partes relacionadas (nota 9) 44.022 29.970 Com pessoal (nota 18) (1.074) (7.539) Partes relacionadas (nota 9) 82 – Passivo a Descoberto (nota 16) (36.098) (25.623) Administrativas e gerais (nota 19) (353) (5.750) Permanente 805 1.661 Capital social (nota 16.1) 2.010 2.010 Com estrutura (nota 20) (5.407) (3.461) Investimentos (nota 10) 726 1.503 Adiantamentos para aumento de capital (nota 16.2) 9.635 9.635 Financeiras, líquidas (nota 21) Depreciações e amortizações (22) (46) Imobilizado (nota 11) 29 63 Prejuízos acumulados (47.743) (37.268) Tributárias (3) (5) Intangível (nota 12) 50 95 (1.944) 46 Total do Ativo 13.395 23.128 Total do Passivo 13.395 23.128 Resultado de equivalência patrimonial Outras operacionais, líquidas (nota 22) (2.250) (6.032) Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras (11.382) (74.988) 1. Contexto Operacional – A Braxis ERP Software S.A. (“Braxis ERP” ou “Cia.”) tem por avaliação ao valor justo quando este é utilizado. 3.2. Moeda estrangeira: Os efeitos cambiais Prejuízo antes do IRPJ e da Contribuição Social (8.480) (26.195) atividades principais o desenvolvimento de sistemas e programas de computador (software) são registrados mediante a atualização dos ativos e passivos, tendo como contrapartida as Imposto de renda e contribuição social (1.995) – específicos, a prestação de serviços de consultoria e assessoria na área de Informática, par- contas de receitas e despesas financeiras, até a data do balanço, quando aplicável. 3.3. Prejuízo Líquido do Exercício (10.475) (26.195) ticipação no capital e nos lucros de outras empresas nacionais ou estrangeiras na condição Estimativas contábeis: São utilizadas para a mensuração e reconhecimento de certos Quantidade de Ações ao final do exercício (Nota 16.1) 2.010.100 2.010.100 de acionista, sócia ou quotista, titular de debêntures ou partes beneficiárias, em caráter ativos e passivos das demonstrações financeiras da Cia.. A determinação dessas estimativas Prejuízo Líquido do exercício por ações (Em reais – R$) (5,2112) (13,0317) permanente ou temporário, como controladora ou minoritária, bem como quaisquer atividades levou em consideração experiências de eventos passados e correntes, pressupostos relativos Demonstração das Mutações do Passivo a Descoberto relacionadas à administração e gestão dos bens detidos pela própria Cia.. a eventos futuros e outros fatores objetivos e subjetivos. Itens significativos sujeitos a estiCapital Adiantam. p/ Prejuízos 2. Apresentação das Demonstrações Financeiras – As demonstrações financeiras foram mativas incluem: (i) a provisão para créditos de liquidação duvidosa; (ii) a determinação das social aum. de capital acumul. Total elaboradas e estão sendo apresentadas com base nas práticas contábeis adotadas no Brasil vidas úteis do ativo imobilizado e dos ativos intangíveis; e (iii) provisões diversas. A liquidaSaldos em 31/12/2006 2.010 9.150 (11.073) 87 e normas da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”), observando as diretrizes contábeis ção das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores divergentes Adiantam. para aumento de emanadas da legislação societária (Lei nº 6.404/76) que incluem os novos dispositivos intro- dos registrados nas demonstrações financeiras devido às imprecisões inerentes ao processo capital (nota 17.2) – 485 – 485 duzidos, alterados e revogados pela Lei nº 11.638, de 28/12/2007 e Medida Provisória nº 449, de sua determinação. A Cia. revisa suas estimativas e premissas, pelo menos, anualmente. Prejuízo líquido do exercício – – (26.195) (26.195) de 03/12/2008, posteriormente convertida na Lei nº 11.941/09. Também foram consideradas 3.4. Apuração do resultado: O resultado é apurado pelo regime de competência. A receita Saldos em 31/12/2007 – Ajustado 2.010 9.635 (37.268) (25.623) as orientações e interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), bruta de serviços compreende o desenvolvimento de sistemas e programas de computador Prejuízo líquido do exercício – – (10.475) (10.475) Pronunciamentos Técnicos emitidos pelo Ibracon (Instituto dos Auditores Independentes do (software), bem como a prestação de serviços de assessoria na área de Informática. A Saldos em 31/12/2007 2.010 9.635 (47.743) (36.098) Brasil) e resoluções do CFC (Conselho Federal de Contabilidade). 2.1. Alteração na Legislação apropriação dos custos dos projetos é feita por regime de competência. As antecipações de Societária – Lei nº 11.638 de 2007 e Medida Provisória nº 449 de 2008: Em 28/12/2007 foi clientes, decorrentes dos serviços faturados com custos a incorrer são registradas em conta 2008 2007 promulgada a Lei nº 11.638, com vigência a partir de 01/01/2008. O objetivo da referida Lei foi específica do passivo circulante. O custo dos serviços prestados é reconhecido como despesa Ajustado o de atualizar a legislação societária brasileira a fim de possibilitar o processo de convergência do período em que a respectiva receita é reconhecida. 3.5. Tributação – 3.5.1. Tributos Passivo das práticas contábeis adotadas no Brasil com aquelas constantes nas normas internacionais diretos: O Imposto de Renda e contribuição social correntes são calculados com base nas Braxis Tecnologia da Informação S.A. 25.175 19.401 de contabilidade (International Financial Reporting Standards – IFRS). Adicionalmente, em alíquotas de 15% acrescida do adicional de 10% sobre o lucro tributável excedente de R$240 CPM Braxis ERP 10.886 6.015 03/12/2008, entrou em vigor a Medida Provisória nº 449 que também introduziu alterações no período de 12 meses para Imposto de Renda e 9% sobre o lucro tributável para a contri- Pimentel Consultores Associados 3.203 146 nas práticas contábeis adotadas no Brasil. A Cia. estabeleceu como data de transição para a buição social. A compensação dos prejuízos fiscais de Imposto de Renda e da base negativa CPM Braxis S.A. 2.668 3.089 adoção das novas práticas contábeis o dia 01/01/2008. A data de transição é definida como da contribuição social está limitada à base de 30% dos lucros tributáveis anuais, sem prazo Sertrading S.A. 1.158 1.158 o ponto de partida para a adoção das mudanças nas práticas contábeis adotadas no Brasil e de prescrição. Pelo fato de a Cia. não apresentar histórico de lucros tributáveis e expectativa ABS Advanced Business Solutions 932 – representa a data-base em que a Cia. preparou seu balanço patrimonial inicial ajustado por de rentabilidade futura fundamentada em estudo de viabilidade, não foram reconhecidos SBS Serviço de Informática – 5 esses novos dispositivos contábeis de 2008. O CPC 13 – Adoção Inicial da Lei nº 11.638/07 e ativos diferidos decorrentes de prejuízo fiscal, base negativa da contribuição social e dife- Outros – 156 da Medida Provisória nº 449/08 (“CPC 13”) – desobrigou as empresas a aplicarem o disposto renças temporárias entre o resultado apurado para fins fiscais e o apurado de acordo com 44.022 29.970 na Deliberação CVM nº 506/06 – Práticas Contábeis, Mudanças nas Estimativas Contábeis e as práticas contábeis adotadas no Brasil.Tributos indiretos 3.5.2. Tributos indiretos: As Refere-se a contratos de mútuo com vencimento de até 365 dias e atualizado pelo CDI. Correção de Erros, na adoção inicial da Lei nº 11.638/07 e MP nº 449/08. Essa Deliberação receitas de prestação de serviços está sujeita aos impostos e contribuições pelas seguintes 10. Investimentos – A participação societária direta da Cia., avaliada pelo método de requer que, além de discriminar os efeitos da adoção da nova prática contábil na conta de alíquotas básicas: • Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN): 2% a 5%. • equivalência patrimonial, é demonstrada a seguir: lucros ou prejuízos acumulados, a Cia. demonstre o balanço de abertura para conta ou grupo Programa de Integração Social (PIS): 0,65%. • Contribuição para Financiamento da Seguridade 2008 2007 de contas relativo ao período mais antigo para fins de comparação, bem como os demais Social (Cofins): 3%. Estes tributos são apresentados como deduções das receitas na demonsAjustado valores comparativos apresentados, como se a nova prática contábil estivesse sempre em uso. tração do resultado. 3.6. Ativos circulantes e não circulantes: 3.6.1. Disponibilidades: São CPM Braxis S.A. 726 1.503 A Cia. exerceu a faculdade prevista no CPC 13 e informa que não existiram efeitos relevantes valores em caixa e equivalentes de caixa, incluindo valores mantidos em contas bancárias. 726 1.503 quando da aplicação das novas práticas contábeis adotadas no Brasil que merecessem ajustes 3.6.2. Contas a receber de clientes: Registradas e mantidas no balanço pelo valor nominal Em 30/03/2007, por meio da Ata de Assembleia Geral Extraordinária da Cia. CPM S.A., a decorrentes da mudança de prática, a serem registrados na conta de prejuízos acumulados. dos títulos representativos destes créditos, acrescidos de variação cambial e ajustados ao Braxis ERP Software S.A., representada por seus diretores, subscreveu 1.097.239 novas As demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31/12/2007, apresentadas valor presente, quando aplicável, e segregados entre curto e longo prazo de acordo com o ações ordinárias, escriturais, nominativas, sem valor nominal, representativas do capital de forma conjunta com as demonstrações financeiras de 2008, foram elaboradas de acordo prazo de vencimento desses créditos. A provisão para créditos de liquidação duvidosa é social da CPM S.A., ao preço de emissão de aproximadamente R$1,3276 por ação. O com as práticas contábeis adotadas no Brasil vigentes até 31/12/2007, e, como permitido pelo constituída com base nas perdas estimadas e seu montante é considerado suficiente pela preço de emissão foi fixado em observância ao § 1º do art. 170 da Lei nº 6.404/76, sendo Pronunciamento Técnico CPC 13 (Adoção Inicial da Lei nº 11.638/07 e da Medida Provisória Administração para cobrir perdas prováveis na realização das contas a receber. 3.6.3. nº 449/08), não estão sendo reapresentadas com os ajustes para fins de comparação entre Investimentos: Os investimentos em empresas controladas e coligadas são avaliados pelo R$0,50 por ação destinados à conta de capital social e, aproximadamente, R$0,8276 por os exercícios. As alterações nas práticas contábeis que produziram efeitos na elaboração e método de equivalência patrimonial. 3.6.4. Imobilizado: O ativo imobilizado é registrado pelo ação destinados à reserva de capital, a título de ágio na subscrição de ações, consoante o na apresentação das demonstrações financeiras do exercício findo em 31/12/2008 foram custo de aquisição ou construção, deduzido da depreciação calculada pelo método linear art. 182 § 1º, “a” da Lei nº 6.404/76. As ações ora subscritas são integralizadas, mediante mensuradas e registradas pela Cia. com base nos Pronunciamentos Contábeis emitidos pelo com base nas taxas mencionadas na nota explicativa nº 11 e levam em consideração o tempo a contribuição ao capital da Cia. do acervo líquido discriminado no Laudo de Avaliação dos Comitê de Pronunciamentos Contábeis e aprovados pelo Conselho Federal de Contabilidade. de vida útil estimada dos bens segundo parâmetros e taxas estabelecidos pela legislação Ativos Braxis ERP, o qual estabelece que vale pelo menos R$1.457. Os laudos de avaliação As demonstrações financeiras de 31/12/2008 foram preparadas considerando-se as exceções tributária vigente. Os encargos financeiros dos financiamentos contratados na fase de foram elaborados pela empresa especializada Confirp-Sul Consultoria Contábil Ltda., na requeridas e algumas das isenções opcionais permitidas pelo CPC 13, sendo elas: a. Isenção construção de bens integrantes do ativo imobilizado, quando aplicável, são capitalizados. data-base de 17/03/2007 e aprovados pela totalidade dos acionistas em Ata de Assembleia sobre a apresentação de demonstrações financeiras comparativas: As demonstrações finan- Outros gastos são capitalizados apenas quando há um aumento nos benefícios econômicos Geral Extraordinária em 30/03/2007. Taxa anual Depreceiras de 2007 estão preparadas nas bases contábeis vigentes em 2007. A opção dada pelo desse item do imobilizado. Qualquer outro tipo de gasto é reconhecido no resultado como 11. Imobilizado de depreciação Líquido CPC 13 de não ajustar as demonstrações financeiras de 2007 aos padrões contábeis de 2008 despesa, quando incorrido. 3.6.5. Intangível: É registrado ao custo de aquisição, deduzido da ciação em % Custo acumul. 2008 2007 foi adotada pela Cia.. b. Considerações sobre o cálculo do ajuste a valor presente: De acordo amortização acumulada. As amortizações são calculadas pelo método linear, com base nas 5 41 (12) 29 33 com o Pronunciamento Técnico CPC 12 – Ajuste a Valor Presente, o conceito de ajuste a valor taxas que levam em consideração a vida útil dos direitos segundo parâmetros e taxas Benfeit. em imóv. de terceiros 10 – – – 9 presente foi aplicado pela Cia. para ativos e passivos não circulantes e para os relevantes estabelecidos pela legislação tributária vigente e estão mencionadas na nota explicativa nº Instalações Equipam. de processam. de dados 5 – – – 9 circulantes quando estes tiverem juros implícitos ou explícitos embutidos. O efeito do ajuste 11. 3.6.6. Avaliação do valor recuperável dos ativos: O § 3º do Art. 183 da Lei nº 6.404/76, 10 – – – 7 não foi relevante, por isso não foi registrado nas demonstrações financeiras de 31/12/2008. modificado pela Lei nº 11.638/07 e Lei nº 11.941/09, determina que a Cia. deverá efetuar, Móveis e utensílios 5 – – – 5 c. Neutralidade para fins tributários da aplicação inicial da Lei nº 11.638/07 e da Medida periodicamente, análise sobre a recuperação dos valores registrados no imobilizado e no Direito de uso de software 41 (12) 29 63 Provisória nº 449/08: A Cia., não optou pelo Regime Tributário de Transição (RTT) instituído intangível, a fim de que sejam registradas as perdas de valor do capital aplicado quando pela Medida Provisória nº 449/08, por meio do qual as apurações do imposto sobre a renda houver decisão de interromper os empreendimentos ou atividades a que se destinavam ou A movimentação do ativo imobilizado pode ser assim demonstrada: 2007 2008 da pessoa jurídica (IRPJ), da contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL), da contribuição quando comprovado que não poderão produzir resultados suficientes para a recuperação Valor para o PIS e da contribuição para o financiamento da seguridade social (COFINS), para o desse valor (impairment)t e revisados e ajustados os critérios utilizados para determinação residual biênio 2008-2009, continuam a ser determinadas sobre os métodos e critérios contábeis da vida útil econômica estimada para cálculo da depreciação, exaustão e amortização. A do ativo Depredefinidos pela Lei nº 6.404, de 15/12/1976, vigentes em 31/12/2007. A Cia. consignou a Administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar referida opção na Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ) eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que Líquido Adições baixado ciação Líquido no ano de 2009. d. Diferido: A Lei nº 11.638/07 restringiu o lançamento de gastos no ativo possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Quando tais evidências são Benfeitorias em imóveis de terceiros 33 – – (4) 29 diferido, mas, após isso, a determinou que na adoção inicial os gastos ativados que não possam identificadas e o valor contábil líquido excede o valor recuperável, é constituída provisão para Equipamentos de processamento de dados 9 – (9) – – ser reclassificados para outro grupo de ativos, devem ser baixados no balanço de abertura, deterioração ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. 3.6.7. Demais ativos Instalações 9 – (9) – – na data de transição, mediante o registro do valor contra lucros ou prejuízos acumulados, circulantes e não circulantes: Os demais ativos são registrados pelos seus valores de Móveis e utensílios 7 – (7) – – líquido dos efeitos fiscais, ou mantidos nesse grupo até sua completa amortização, sujeito à aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos até as datas dos balanços, reduzidos, Direito de uso de software 5 – (5) – – análise sobre recuperação conforme o Pronunciamento Técnico CPC 01 – Redução ao Valor mediante provisão, aos seus valores prováveis de realização e ajustados ao valor presente, 63 – (30) (4) 29 Recuperável de Ativos. Assim, a Cia. reclassificou a totalidade do saldo do diferido para o quando aplicáveis. 3.7. Passivos circulantes e não circulantes: 3.7.1. Provisões: Uma 2006 2007 intangível. a. Intangível: De acordo com o CPC 04 – Ativo Intangível, a Cia. reconheceu em conta provisão é reconhecida no balanço quando a Cia. possui uma obrigação legal ou é constituValor específica do ativo não circulante os ativos intangíveis. b. Eliminação da linha de resultado não ída como resultado de um evento passado, e é provável que um recurso econômico seja residual operacional: A Medida Provisória nº 449/08 promoveu a eliminação da linha de resultado não requerido para saldar a obrigação. As provisões são registradas tendo como base as do ativo Depreoperacional, em função disso a Cia. reclassificou esses valores nas demonstrações financeiras Líquido Adições baixado ciação Líquido melhores estimativas do risco envolvido. 3.7.2. Provisão para contingências: As provisões do exercício findo em 31/12/2007 para a linha de outras receitas operacionais líquidas. 2.2. 37 – – (4) 33 para contingências, quando aplicável, são constituídas mediante avaliações de seus riscos Benfeitorias em imóveis de terceiros Ajustes de Exercícios Anteriores: Considerando o processo de consolidação que vem sendo Equipamentos de processam. de dados 147 5 (131) (12) 9 e quantificadas com base em fundamentos econômicos e pareceres jurídicos sobre os implementado pela Cia. e seus acionistas, as práticas e estimativas contábeis adotadas foram 9 1 – (1) 9 processos e outros fatos contingenciais conhecidos na data do encerramento do exercício. Instalações revisadas. Nesse contexto, as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 70 – (59) (4) 7 3.7.3. Demais passivos circulantes e não circulantes: São demonstrados pelos valores Móveis e utensílios 31/12/2007, ora reapresentadas para fins de comparabilidade nas demonstrações financeiras 5 – – – 5 conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos, Direito de uso de software relativas ao exercício findo em 31/12/2008, foram ajustadas, conforme detalhamos a seguir: 268 6 (190) (21) 63 variações monetárias e/ou cambiais incorridas até a data do balanço patrimonial. Quando Publicado Reclassificação/ RepuTaxa anual Amortiaplicável, os passivos circulantes e não circulantes são registrados em valor presente, 12. intangível Demonstração contábil/rubrica anteriormente ajuste blicado de amortização Líquido transação a transação, com base em taxas de juros que refletem o prazo, a moeda e o risco Balanço Patrimonial zação em % Custo acumul. 2008 2007 de cada transação. A contrapartida dos ajustes a valor presente é contabilizada contra as Ativo Reclassicontas que deram origem ao referido passivo. A diferença entre o valor presente de uma Disponibilidades 31 (22) 9 ficado transação e o valor de face do passivo é apropriada ao resultado ao longo do prazo do Contas a receber de clientes (a) 21.644 (4.105) 17.539 20 79 (29) 50 72 contrato com base no método do custo amortizado e da taxa de juros efetiva. 3.8. Instru- Gastos de aquisição desp. logiciais Adiantam. a empreg. e fornecedores 2.170 – 2.170 n.a. – – – 23 mentos financeiros: Instrumentos financeiros não derivativos incluem aplicações financei- Marcas e patentes Tributos a compensar e recuperar 1.709 10 1.719 79 (29) 50 95 Despesas antecipadas 11 – 11 ras, contas a receber e outros recebíveis, caixa e equivalentes de caixa, empréstimos e financiamentos, assim como contas a pagar e outras dívidas. Instrumentos financeiros não (*) Refere-se a software/licença de uso de software de trabalho comprados para a serem Outros créditos 19 – 19 derivativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido, para instrumentos que utilizados em projetos futuros com os clientes. A movimentação do ativo diferido pode ser Investimentos (b) 1.786 (283) 1.503 Imobilizado 63 – 63 não sejam reconhecidos pelo valor justo por meio do resultado, de quaisquer custos de assim demonstrada: transação diretamente atribuíveis. Posteriormente ao reconhecimento inicial, esses instru2007 2008 Intangível 23 72 95 Valor Diferido 72 (72) – mentos financeiros são mensurados de acordo com a respectiva classificação: 3.8.1. Instrumentos mantidos até o vencimento: Se a Cia. tem a intenção positiva e capacidade de residual Passivo manter até o vencimento seus instrumentos de dívida, eles são classificados como mantidos do ativo AmortiSalários e obrigações sociais 13.922 – 13.922 Líquido Adições baixado zação Líquido Obrigações tributárias (c) 2.092 359 2.451 até o vencimento. Assim, são mensurados pelo custo amortizado utilizando o método da taxa ReclassiOutras contas a pagar (d) 1.727 681 2.408 de juros efetiva, deduzido de eventuais reduções em seu valor recuperável. 3.8.2. Instruficado Partes relacionadas (e) 23.751 6.219 29.970 mentos disponíveis para venda: Os investimentos da Cia. em instrumentos de patrimônio e 72 – (4) (18) 50 Capital social 2.010 – 2.010 de certos ativos relativos a instrumentos de dívida são classificados como disponíveis para Gastos de aquisição desp. logiciais 23 – (23) – – Adiantamentos para aumento de capital 9.635 – 9.635 venda. Posteriormente ao reconhecimento inicial, são avaliados pelo valor justo e suas flu- Marcas e patentes tuações, exceto reduções em seu valor recuperável, e as diferenças em moeda estrangeira 95 – (27) (18) 50 Prejuízos acumulados (f) (25.609) (11.659) (37.268) desses instrumentos são reconhecidas diretamente no patrimônio líquido, líquidas dos 2006 2007 Demonstração do Resultado Valor Receitas de prestação de serviços (g) 58.326 (4.705) 53.621 efeitos tributários. Quando um investimento deixa de ser reconhecido, o ganho ou perda residual Deduções da receita bruta (g) (4.438) (390) (4.828) acumulado no patrimônio líquido é transferido para resultado. 3.8.3. Instrumentos financeiros ao valor justo pelo resultado: Um instrumento é classificado ao valor justo pelo resultado do ativo AmortiCom pessoal (52.201) – (52.201) Líquido Adições baixado zação Líquido Administrativas e gerais (7.539) – (7.539) se for mantido para negociação, ou seja, designado como tal no reconhecimento inicial. São assim definidos se a Cia. gerencia esses investimentos e toma as decisões de compra e ReclassiReclassiCom estrutura (5.750) – (5.750) ficado ficado Financeiras, líquidas (h) (1.425) (2.036) (3.461) venda com base em seu valor justo de acordo com a estratégia de investimento e gerencia208 98 (210) (24) 72 Resultado de equival. patrimonial (b) 329 (283) 46 mento de risco documentado por ela. Após reconhecimento inicial, custos de transação Gastos de aquisição desp. logiciais 6 17 – – 23 Depreciações e amortizações (46) – (46) atribuíveis são reconhecidos nos resultados quando incorridos. Instrumentos financeiros ao Marcas e patentes valor justo pelo resultado são medidos pelo valor justo e suas flutuações são reconhecidas Tributárias (5) – (5) 214 115 (210) (24) 95 Outras operacionais, líquidas (i) (1.787) (4.245) (6.032) no resultado. 3.8.4. Outros: Outros instrumentos financeiros não derivativos são mensurados 13. Salários e Obrigações Sociais 2008 2007 (a) Contas a receber de clientes – em decorrência da revisão do escopo de determinados pelo custo amortizado utilizando o método de taxa de juros efetiva, diminuídos por eventuais Salários a pagar – 7.646 projetos da Cia., bem como do critério de faturamento desses projetos, foram revertidas reduções no valor recuperável. 3.9. Demonstração do fluxo de caixa: Foi preparada e está Encargos a pagar – 4.861 receitas de faturamento com prestação de serviço no montante de R$4.105. Por este sendo apresentada de acordo com o CPC 03 – Demonstração dos Fluxos de Caixa, emitido Provisão de férias – 1.398 valor ser de competência do exercício de 2007, o mesmo foi reconhecido no resultado pelo CPC. As demonstrações dos fluxos de caixa refletem as modificações no caixa que Outros – 17 do exercício findo em 31/12/2007 e as demonstrações financeiras em 31/12/2007 foram ocorreram nos exercícios apresentados utilizando o método indireto. Os termos utilizados na – 13.922 reapresentadas para fins de comparação (b) Participação societária em controladas – em demonstração do fluxo de caixa são os seguintes: • Atividades operacionais: são as principais 14. Obrigações Tributárias 2008 2007 decorrência da revisão do resultado de sua coligada, bem como o resultado da equivalência atividades geradoras de ingressos e receitas da Cia. e outras atividades que não sejam Ajustado patrimonial, foi revertido o valor de R$283. (c) Obrigações tributárias – em decorrência da atividades de investimento ou de financiamento. • Atividades de investimentos: são as ati- Provisão para IRPJ a recolher 1.460 303 revisão do escopo de determinados projetos da Cia., bem como do critério de faturamento vidades relativas à aquisição e alienação de ativos não circulantes e outros investimentos COFINS 588 996 desses projetos, foram revertidas receitas de faturamento com prestação de serviço, por não incluídos em atividades operacionais ou de financiamento. • Atividades de financiamento: Provisão para CSLL a recolher 534 63 consequência tivemos a reversão dos impostos compensados no montante de R$359 são as atividades que têm como consequência alterações na dimensão e composição do ISS 131 840 no exercício de 2007. (d) Outras contas a pagar – a receita pela prestação de serviços é capital próprio e nos empréstimos obtidos pela Cia.. PIS 125 216 2008 2007 reconhecida tendo como base a etapa de execução dos serviços realizados até a data- 4. Disponibilidades IOF 12 10 Ajustado -base de balanço, de acordo com a porcentagem do total de serviços a serem realizados, Outros 175 23 – 1 na medida em que todos os custos relacionados aos serviços possam ser mensurados Caixa 3.025 2.451 – 8 confiavelmente. As antecipações de clientes, decorrentes dos serviços faturados com custos Bancos 15. Outras Contas a Pagar 2008 2007 – 9 a incorrer foram registradas no valor a menor de R$681 que resultou no ajuste em 2007. Ajustado 2008 2007 (e) Partes relacionadas – refere-se a movimentações atreladas a contrato de mútuo com 5. Contas a Receber de Clientes Diferimento de receita (*) 905 – Ajustado empresas ligadas e coligadas, incluem principalmente: a revisão dos repasses de resultado Repasse de resultado (**) – 1.727 8.090 18.301 líquido efetuados no decorrer de 2007 com a empresa CPM Braxis ERP, conforme contrato Contas a receber de clientes Outras 217 681 – (762) de cessão de direitos e obrigações firmadas com a sua controladora CPM Braxis S.A. (f) (-) Provisão para crédito de liquidação duvidosa 1.122 2.408 8.090 17.539 Refere-se aos reflexos dos ajustes no resultado do exercício. (g) Reconhecimento de receitas 2008 2007 (*) Refere-se a receitas não realizadas dentro do exercício corrente. (**) Refere-se à provisão – em decorrência da revisão do escopo de determinados projetos da Cia., bem como do 6. Adiantamentos a Empregados e Fornecedores de despesas. – 2.143 critério de faturamento desses projetos, foram revertidas receitas líquidas de faturamento Adiantamentos a empregados – 27 16. Patrimônio Líquido – 16.1. Capital Social: Em 31/12/2008 e 2007 as ações estão assim no montante de R$5.095. (h) Financeiras, líquidas – o relacionamento financeiro com as Adiantamentos a fornecedores Em milhares de reais – 2.170 distribuídas: empresas ligadas era formalizado por meio de contratos de mútuo, os quais foram objeto Capital Capital Quantidade 2008 2007 de distrato. Em função dos distratos havidos, o relacionamento financeiro passou a ser 7. Tributos a Compensar e Recuperar subscrito integralizado de ações Ajustado formalizado por meio de celebração de contas-correntes com as empresas ligadas. Assim, 2.010 2.010 2.010.100 508 918 Braxis Tecnologia da Informação S.A. os saldos de conta-corrente não estão sujeitos a atualizações monetárias, e não tem data de Antecipação de IRPJ e CSLL 2.010 2.010 2.010.100 434 184 vencimento preestabelecida, com isso as movimentações financeiras ocorridas com multa CSLL 2008 2007 377 199 16.2. Adiantamentos para Aumento de Capital e IOF sob os distratos foram revertidos. (i) Outras despesas/receitas operacionais – incluem IRRF 9.635 9.635 284 323 Braxis Tecnologia da Informação S.A. principalmente: a revisão dos repasses de resultado líquido efetuados no decorrer de 2007 COFINS 9.635 9.635 73 71 com a empresa CPM Braxis ERP, conforme contrato de cessão de direitos e obrigações PIS Outros – 24 16.3. Destinação do Lucro Líquido – 16.3.1. Direito das ações: Consoante disposição firmadas com a sua controladora CPM Braxis S.A. 1.676 1.719 estatutária, aos acionistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou dividendos 3. Principais Práticas Contábeis – 3.1. Moeda Funcional e de Apresentação das 2008 2007 que somados correspondam, no mínimo, a 25% do lucro líquido do exercício, ajustado nos Demonstrações Financeiras: A Administração da Cia. definiu que sua moeda funcional é o 8. Outros Créditos 2.718 – termos da lei societária e do estatuto. 16.3.2. Destinação do lucro líquido: O lucro líquido, real (R$) de acordo com as normas descritas no Pronunciamento Técnico CPC 02 – Efeitos Créditos a receber de acionistas 14 19 como definido no Art. 191 da Lei nº 6.404/1976, apurado em cada balanço terá, pela ordem, nas Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis, aprovado Outras 2.732 19 a seguinte destinação: (i) Constituição da reserva legal. (ii) Constituição das reservas previstas pela Resolução CFC nº 1.120/08 (NBC T 7) alterada pela Resolução CFC nº 1.164/09. Tran2008 2007 nos Arts. 195 e 197 da mencionada Lei nº 6.404/76, mediante proposta da Diretoria, aprovada sações em moeda estrangeira, isto é, todas aquelas que não são realizadas na moeda fun- 9. Partes Relacionadas Ajustado pelo Conselho e deliberada pela Assembleia Geral. (iii) Pagamento de dividendos propostos cional, são convertidas pela taxa de câmbio das datas de cada transação. Ativos e passivos pela Diretoria e aprovados pelo Conselho que, somados aos dividendos intermediários e/ monetários em moeda estrangeira são convertidos para a moeda funcional pela taxa de Ativo 49 – ou juros sobre o capital próprio, que tenham sido declarados, assegure aos acionistas, em câmbio da data do fechamento. Os ganhos e as perdas de variações nas taxas de câmbio CPM Braxis Outsourcing 28 – cada exercício, a título de dividendo mínimo obrigatório, 25% (vinte e cinco por cento) do sobre os ativos e os passivos monetários são reconhecidos na demonstração de resultados. SBS Serviços de Informática Ltda. 5 – respectivo lucro líquido, ajustado pela diminuição ou acréscimo dos valores especificados Ativos e passivos não monetários adquiridos ou contratados em moeda estrangeira são Pimentel Consultores Associados 82 – nos itens I, II e III do Art. 202 da referida Lei nº 6.404/76. convertidos com base nas taxas de câmbio das datas das transações ou nas datas de
Demonstração dos Fluxos de Caixa
Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais Prejuízo líquido do exercício Ajustes para reconciliar o prej. líq. ao caixa ger. pelas ativ. operac.: Depreciação e amortização Valor residual do ativo baixado Resultado de equivalência patrimonial
2008
2007 Ajustado
(10.475)
(26.195)
22 57 1.944 (8.452)
45 400 (46) (25.796)
Redução (aumento) nos ativos: Contas a receber de clientes 9.449 Adiantamentos a empregados e fornecedores 2.170 Tributos a compensar e recuperar 43 Despesas antecipadas 11 Outros créditos (2.713) Depósitos judiciais (10) Partes relacionadas (82) Aumento (Redução) nos passivos: Fornecedores 6 Salários e obrigações sociais (13.922) Obrigações tributárias 574 Adiantamentos de clientes 151 Outras contas a pagar (1.286) Partes relacionadas 14.052 Caixa Líq. (Consumo nas) Gerado pelas Atividades Operacionais (9) Fluxo de Caixa das Atividades de Investimento Investimentos permanentes – Adições ao imobilizado – Adições ao intangível – Caixa Líquido Consumido nas Atividades de Investimento – Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamento Adiantamentos para aumento de capital – Caixa Líq. Gerado pelas Atividades de Financiamento – Caixa Líq. Consumido nas Atividades Oper., de Invest. e de Financ. (9) A Variação das Disponib. é assim demonstrada: No fim do exercício – No início do exercício 9 Diminuição das Disponibilidades (9) 17. Custos dos Serviços Prestados Custo com pessoal Custos com viagens Serviços de terceiros contratados Outros
(17.176) (1.943) (1.563) (11) (19) – 2.381 – 10.871 2.246 – 2.085 29.970 1.045 (1.457) (6) (115) (1.578) 485 485 (48) 9 57 (48)
2008 2007 (7.615) – (1.493) – (1.372) – (147) – (10.627) – 18. Despesas com Pessoal 2008 2007 Benefícios (191) (7.551) Proventos (117) (19.514) Encargos sociais (13) (6.628) Participação nos resultados – (18.467) Outros (8) (41) (329) (52.201) 19. Despesas Gerais e Administrativas 2008 2007 Serviço técnico especial (*) (897) (1.912) Treinamento (52) (419) Material de escritório (16) (29) Serviços de terceiros (10) (133) Viagens e representações (13) (2.246) Transporte (2) (131) Projetos (**) – (1.318) Promoções e relações públicas – (403) Propaganda e publicidade – (30) Publicação – (2) Seguros – – Outras (84) (916) (1.074) (7.539) (*) Refere-se às despesas com auditoria, contabilidade, assessoria técnica, consultoria administrativa e de negócios. (**) Refere-se a reembolsos de despesas de funcionários. 20. Despesas com Estrutura 2008 2007 Aluguéis (266) (300) Água, energia e gás (49) (50) Comunicações (15) (32) Manutenção e conservação (2) (25) Processamento de dados – (4.960) Outras (21) (383) (353) (5.750) 21. Despesas Financeiras, Líquidas 2008 2007 Ajustado Juros sobre contrato de mútuo (4.780) (2.939) Serviços do sistema financeiro (651) (525) Outros 24 3 (5.407) (3.461) 22. Outras (Despesas) Receitas Operacionais, Líquidas 2008 2007 Ajustado Repasse de resultado (*) (2.219) 15.940 Lucro na alienação de valores e bens (53) 14 Perdão de dívida (**) – 723 Provisão para créditos de liquidação duvidosa 682 (682) Outras (660) (9) (2.250) 15.986 (*) Refere-se ao acordo com o contrato de cessão de direitos e obrigações firmado com a coligada CPM Braxis S.A. e transferido para a sua controlada CPM Braxis ERP. (**) Refere-se a perdão de juros e multa no contrato de mútuo com a Pimentel Consultores e Associados. 23. Instrumentos financeiros – A Cia. participa de operações envolvendo instrumentos financeiros cujos riscos são administrados por meio de estratégias de posições financeiras e sistemas de controles de limites de exposição. Todas as operações estão registradas em contas patrimoniais e se destinam a atender às suas necessidades operacionais, bem como a reduzir a exposição a riscos financeiros, principalmente de crédito e de taxa de juros. 23.1. Valorização dos instrumentos financeiros: Os principais instrumentos financeiros ativos da Cia. em 31/12/2010 estão descritos a seguir, bem como os critérios para cálculo do valor justo: Numerário disponível: Está apresentado ao seu valor de mercado, que equivale ao seu valor contábil. Recebíveis: Estão reconhecidos pelo custo amortizado, que se aproxima do seu valor de mercado em razão de sua natureza de curto prazo. 23.2. Fatores de risco que podem afetar os negócios da Cia. – Risco de crédito: Advém da possibilidade de a Cia. não receber os valores decorrentes de operações de vendas ou de créditos com instituições financeiras geradas por operações de investimento financeiro. Para atenuar esse risco, a Cia. adota como prática a análise detalhada da situação patrimonial e financeira de seus clientes, estabelecendo acompanhamento permanente do saldo devedor de suas contrapartes. Risco de taxa de juros: Os resultados da Cia. estão suscetíveis a sofrer variações decorrentes das operações contratadas a taxas de juros flutuantes. Este risco decorre dos contratos de mútuo remunerados pela taxa do CDI. Não foram contratados instrumentos de proteção para este risco (hedge), tendo em vista a avaliação de que o custo seria superior aos benefícios que poderiam deles ser obtidos. 23.3. Determinação do valor justo: A Cia. procede a uma avaliação de seus ativos e passivos contábeis em relação aos valores de mercado, utilizando-se das informações disponíveis e metodologias apropriadas, procedimento este que requer considerável julgamento e razoáveis estimativas para se produzir o valor justo mais adequado. 24. Eventos Subsequentes – 24.1. Ajustes de exercícios anteriores: Publi- ReclassiA ser cação ficação/ repuDemonstração contábil/rubrica atual ajuste blicado Balanço Patrimonial Ativo Contas a receber de clientes (a) 8.090 (2.911) 5.179 Tributos a compensar e recuperar 1.676 – 1.676 Outros créditos 2.732 – 2.732 Depósitos judiciais 10 – 10 Partes relacionadas 82 – 82 Investimentos 726 – 726 Imobilizado 29 – 29 Intangível 50 – 50 Passivo Fornecedores 6 – 6 Obrigações tributárias 3.025 – 3.025 Adiantamentos de clientes 151 – 151 Prov. p/ passivo a descob. em controlada 1.167 – 1.167 Outras contas a pagar 1.122 – 1.122 Partes relacionadas (b) 44.022 (38.931) 5.091 Capital social 2.010 – 2.010 Adiantam. p/ futuro aumento de capital 9.635 – 9.635 Prejuízos acumulados (c) (47.743) 36.020 (11.723) Demonstração do Resultado Receitas de prestação de serviços 14.324 – 14.324 Deduções da receita bruta (795) – (795) Custos (10.627) – (10.627) Com pessoal (329) – (329) Administrativas e gerais (1.074) – (1.074) Com estrutura (353) – (353) Financeiras, líquidas (d) (5.406) 6.407 1.001 Depreciações e amortizações (22) – (22) Tributárias (3) – (3) Resultado de equivalência patrimonial (1.944) – (1.944) Outras operacionais, líquidas (e) (2.250) 5.247 2.997 Imposto de renda e contribuição social (1.995) – (1.995) (a) Contas a receber de clientes – em decorrência da revisão do escopo de determinados projetos da Cia., bem como do critério de faturamento desses projetos, foram revertidas receitas de faturamento com prestação de serviço no montante de R$2.911. Por este valor ser de competência do exercício de 2007, e ter sido ajustado em 2009, o mesmo foi reconhecido no resultado do exercício findo em 31/12/2007 e as demonstrações financeiras em 31/12/2008 foram reapresentadas para fins de comparação. (b) Partes relacionadas – refere-se à revisão dos repasses de resultado líquido efetuados no decorrer de 2007 com a empresa CPM Braxis ERP, conforme contrato de cessão de direitos e obrigações firmado com a controladora CPM Braxis S.A. (c) Prejuízos acumulados – refere-se aos reflexos dos ajustes no resultado do exercício. (d) Financeiras, líquidas – o relacionamento financeiro com as empresas ligadas era formalizado por meio de contratos de mútuo, os quais foram objeto de distrato. Em função dos distratos havidos, o relacionamento financeiro passou a ser formalizado por meio de celebração de contas-correntes com as empresas ligadas. Assim, os saldos de conta-corrente não estão sujeitos a atualizações monetárias, e não tem data de vencimento preestabelecida, com isso as movimentações financeiras ocorridas com multa e IOF sob os distratos foram revertidos. (e) Outras operacionais líquidas – incluem principalmente: a revisão dos repasses de resultado líquido efetuados no decorrer de 2007 e 2008 com a empresa CPM Braxis ERP, conforme contrato de cessão de direitos e obrigações firmadas com a sua controladora CPM Braxis S.A. A Diretoria Inês da S. Leandro – Contadora – CRC 241.832/O-6
DIÁRIO DO COMÉRCIO
22 -.ECONOMIA/LEGAIS Braxis Tecnologia da Informação S.A.
CNPJ/MF nº 07.837.195/0001-78 Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2006 e 2005 (Valores expressos em Milhares de Reais) Balanços Patrimoniais Demonstr. dos Resultados p/ os exerc. findos em 31/12/2006 e 2005 Controladora Consolidado Controladora Consolidado (Valores expressos em milhares de reais, exceto prejuízo líquido por ação) Ativo Nota 2006 2005 2006 2005 Passivo Nota 2006 2005 2006 2005 Controladora Consolidado Não Não Não Não Nota 2006 2005 2006 2005 revisado revisado revisado revisado Não Não Circulante 5.182 10 6.366 10 Circulante 28.401 – 32.465 – Receita Operac. Bruta revisado revisado Disponibilidades 4 19 10 315 10 Emprést. e financiamentos 13 9.400 – 9.400 – Rec. de prest.de serv. 472 – 5.755 – Contas a receber de clientes 5 28 – 453 – Salár. e obrigações sociais 14 – – 3.321 – Deduções da rec. bruta (42) – (399) – Adiantamentos a Obrigações tributárias 15 79 – 492 – Rec. Operac. Líquida 430 – 5.356 – empregados e fornecedores 6 327 – 563 – Outras contas a pagar 16 18.922 – 19.252 – Desp. Operacionais Tributos a recuperar 7 2 – 229 – Exigível a Longo Prazo 10.753 – 8.274 – Com pessoal 18 (17) – (14.084) – Despesa antecipadas 27 – 27 – Contas a pagar com Administrativas e gerais 19 (11.066) – (13.047) – Outros créditos 8 4.779 – 4.779 – empresas ligadas 10.753 – 8.274 – Com estrutura 20 (997) – (1.248) – Realizável a Longo Prazo 10.813 – 10.813 – Patrimônio Líquido 17 24.775 10 24.775 10 Financeiras, líquidas (776) – (1.148) – Partes relacionadas 9 10.813 – 10.813 – Capital social 17.1 52.279 100 52.279 100 Deprec. e amortiz. (350) – (562) – Permanente 47.934 – 48.335 – Capital Social a Integralizar (7.049) (90) (7.049) (90) Tributárias (34) – (52) – Investimentos 10 42.998 – 42.768 – Reserva de Capital 495 – 495 – Equival. patrimonial (11.263) – 710 – Imobilizado 11 3.356 – 3.750 – Prejuízos acumulados (20.950) – (20.950) – Outras operac., líqu. (182) – (180) – Intangível 11 495 – 524 – (24.685) – (29.611) – Diferido 12 1.085 – 1.293 – Prejuizo Operacional (24.255) – (24.255) – Total do Ativo 63.929 10 65.514 10 Total do Passivo 63.929 10 65.514 10 Rec. ou ganhos extraord. 3.305 – 3.305 – Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido Prej. Líq. do Exercício (20.950) – (20.950) – Controladora Qde. de Ações ao Final do Exercício 17.1 52.279 100 52.279 100 Capital Capital social Reserva Prejuízos Nota social a integralizar de capital acumulados Total Prej. Líq. do Exercício p/ Ações (Em reais - R$) (400,7345) – (400,7345) – Saldos em 31 de dezembro de 2005 - Não revisado 100 (90) – – 10 Aumento de capital 17.1 52.179 – – – 52.179 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos Capital social a integralizar – (6.959) – – (6.959) Controladora Consolidado Reserva de capital – – 495 – 495 2006 2005 2006 2005 Prejuízo do exercício – – – (20.950) (20.950) Não Não Saldos em 31 de dezembro de 2006 52.279 (7.049) 495 (20.950) 24.775 Origens de Recursos revisado revisado Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras Das operações Prejuízo do exercício (20.950) – (20.950) – 1. Contexto Operacional – Em 13/12/2005 através de Ata da Assembléia 10.2. Movimentação dos Investimentos ERP SBS Unitech Total Itens que não afetam o Geral foi constituída a Cia. BQS Software S.A, iniciando suas atividades em capital circulante líquido: 2006 2005 2006 2005 2006 2005 2006 2005 9/01/2006, e tem por objetivo a pesquisa, análise, planejamento, implan350 – 562 – – – – – – – – – Depreciação e amortização tação, coordenação e controle de trabalhos de gestão, tais como seleção Saldo inicial (20.600) – (20.388) – 1.008 – – – – – 1.008 – Recur. oriundos das oper. de pessoal, organização e métodos, gestão de materiais, orçamentos, rela- Incorp. de ações Origens ções públicas, política mercadológica e atividades correlatas; terceirização Aquisição de – 260 – 2.000 – 3.262 – Aumento de Contas a Pagar de mão-de-obra; planejamento, projeção, programação e análise de inves- ações ordinárias 1.002 com empresas ligadas 10.753 – 8.274 – timentos e financiamentos; prestação de serviços de consultoria e análise Ágio na incorp. 9.730 – – – – – 9.730 – Dos sócios e programação em tecnologia da informação, bem como a elaboração e de ações Aumento de capital 45.220 10 45.220 10 gerenciamento de programas de informática; promoção e coordenação de Ágio na aquisição 495 – 495 – 9.667 – 7.365 – 10.000 – 27.032 – Reserva de Capital eventos de natureza empresarial e cultural, tais como exposições, seminá- de ações Total das Origens 35.868 10 33.601 10 rios, palestras, conferências e simpósios e, participação em outras socieda- Ganho de cap. na Aplicações de Recursos – – – – 3.305 – 3.305 – des, de natureza simples ou empresária, no país e no exterior, na qualidade subscr. de ações Adições ao investimentos 42.998 – 42.768 – 9.150 – 783 – – – 9.933 – Aum. do realiz. a longo prazo de sócia, acionista ou quotista. Em 20/02/2006 através de Ata da Assem- AFAC 10.813 – 10.813 – – (900) – 701 – (11.272) – Adições ao imobilizado bléia Geral Extraordinária, foi aprovada a alteração de sua razão social para Res. equiv. patrim. (11.073) 3.613 – 4.137 – 19.484 – 7.508 – 16.006 – 42.998 – Adições ao intangível “Braxis Tecnologia de Informação S.A.” a qual foi retificada em 24/02/2006, Saldo final 525 – 576 – alterando para “Braxis Tecnologia da Informação S.A”. Em 24/02/2006 atra- 11. Imobilizado e Intangível Adições ao diferido 1.148 – 1.416 – Tx. anual Deprec./ Líquido Total das Aplicações vés de Ata da Assembléia Geral Extraordinária, foi aprovado o aumento do Controladora 59.097 – 59.710 – de deprec./ amortiz. capital social da sociedade de R$100 que se encontra integralizado para (Red.) Aum. do Cap. Circul. Líq. (23.229) 10 (26.109) 10 amort. em % Custo acumul. 2006 2005 Demonstr. da Var. do Cap. Circ. Líq.: R$41.607, com a consequente emissão de mais 41.509 novas ações ordináNão revis. Ativo circulante: rias nominativas, no valor nominal de R$ 1,00 (um real) cada uma, subscri- Imobilizado 5 855 (84) 771 – No fim do exercício tas neste ato, pela única acionista Softinvest Participações e Administração Benf. em imóv. de terc. 5.182 10 6.366 10 10 679 (22) 657 – No início do exercício S.A., as quais foram integralizadas no prazo de até 3 (três) anos. Os demais Instalações 10 – 10 – 5 1.364 (128) 1.236 – acionistas renunciam expressamente aos seus respectivos direitos de pre- Equip. de proc. de dados 5.172 10 6.356 10 10 704 (22) 682 – Passivo circulante: ferência em relação às ações ora subscritas e integralizadas. Em 3/03/2006 Móveis e utensílios 10 11 (1) 10 – No fim do exercício através de Ata da Assembléia Geral Extraordinária, foi aprovado o aumento Máq. e equipamentos 28.401 – 32.465 – 3.613 (257) 3.356 – No início do exercício do capital social da sociedade para R$52.279, mediante a emissão de – – – – 10.670 ações, sem valor nominal, emitidas ao preço de R$1,00 (um real) Intangível 28.401 – 32.465 – 5 520 (30) 490 – (Red.) Aum. do Cap. Circ. Líquido (23.229) cada uma, sendo 6.329 ações ordinárias e 4.341 ações preferenciais, as Software 10 (26.109) 10 n.a. 5 – 5 – quais foram subscritas e integralizadas neste ato pelo acionista minoritário Marcas e patentes Movimentação do capital social em ações 525 (30) 495 – GNPV Consultoria S.A. Quantidade Tx. anual Deprec./ Líquido 2. Apresentação das Demonstrações Financeiras – As demonstrações Consolidado Ordinárias Preferenciais Total de deprec./ amortiz. financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas conforme as prá- (Não revisado) Em 31/12/2005 100 – 100 amort. em % Custo acumul. 2006 2005 Aumento de capital ticas contábeis adotadas no Brasil e em consonância à Lei das Sociedades Imobilizado 40.789 4.341 45.130 Benf. em imóv. de terc. 5 896 (88) 808 – Capital a integralizar por Ações (Lei nº 6.404/76). 7.049 – 7.049 10 688 (22) 666 – Em 31/12/2006 3. Principais Práticas Contábeis – 3.1. Estimativas contábeis: São uti- Instalações 47.938 4.341 52.279 5 2.171 (779) 1.392 – 17.2. Destinação do Lucro Líquido: 17.2.1. Direito das ações: Consoante lizadas para a mensuração e reconhecimento de certos ativos e passivos Equip. de proc. de dados 10 952 (182) 770 – disposição estatutária, aos acionistas estão assegurados juros sobre o das demonstrações financeiras da Cia.. A determinação dessas estimati- Móveis e utensílios 10 171 (57) 114 – capital próprio e/ou dividendos que somados correspondam, no mínimo, a vas levou em consideração experiências de eventos passados e correntes, Máquinas e equipamentos 4.878 (1.128) 3.750 – 25% do lucro líquido do exercício, ajustado nos termos da lei societária e do pressupostos relativos a eventos futuros e outros fatores objetivos e subjetivos. Itens significativos sujeitos a estimativas incluem a determinação das Intangível estatuto. 17.2.2. Destinação do lucro líquido: O lucro líquido, como definido 5 653 (134) 519 – no artigo 191 da Lei nº 6.404, de 15/12/1976, apurado em cada balanço vidas úteis do ativo imobilizado e dos ativos intangíveis e outras similares. A Software n.a. 5 – 5 – terá, pela ordem, a seguinte destinação: (i) Constituição da reserva legal. (ii) liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em Marcas e patentes 658 (134) 524 – Constituição das reservas previstas nos artigos 195 e 197 da mencionada valores divergentes dos registrados nas demonstrações financeiras devido às imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Cia. revisa A movimentação do ativo imobilizado e intangível pode ser assim demons- Lei nº 6.404/76, mediante proposta da Diretoria, aprovada pelo Conselho e suas estimativas e premissas, pelo menos, anualmente. 3.2. Apuração do trada: deliberada pela Assembléia Geral. (iii) Pagamento de dividendos propos2005 2006 tos pela Diretoria e aprovados pelo Conselho que, somados aos dividendos resultado: O resultado das operações é apurado pelo regime de competên- Controladora Vlr resid. Deprec./ cia. A receita bruta de serviços compreende o desenvolvimento de sistemas intermediários e/ou juros sobre o capital próprio, que tenham sido declarados, assegure aos acionistas, em cada exercício, a título de dividendo do ativo amortiz e programas de computador (software), bem como a prestação de serviços Líquido Adições baixado acumul. Líquido mínimo obrigatório, 25% (vinte e cinco por cento) do respectivo lucro líquido, de assessoria na área de Informática. A apropriação dos custos dos projetos ajustado pela diminuição ou acréscimo dos valores especificados nos itens Não revis. é feita por regime de competência. 3.3. Tributação: 3.3.1. Tributos diretos: O Imobilizado – 855 – (84) 771 I, II e III do artigo 202 da referida Lei nº 6.404/76. Imposto de Renda e contribuição social correntes são calculados com base Benf. em imóv. de terc. Controladora Consolidado – 679 – (22) 657 18. Despesas com Pessoal nas alíquotas de 15% acrescida do adicional de 10% sobre o lucro tributável Instalações 2006 2005 2006 2005 – 1.364 – (128) 1.236 excedente de R$240 no período de 12 meses para Imposto de Renda e Equip. de proc. de dados Não revis. Não revis. – 704 – (23) 681 9% sobre o lucro tributável para a contribuição social. A compensação dos Móveis e utensílios (17) – (10.436) – – 11 – – 11 Proventos prejuízos fiscais de Imposto de Renda e da base negativa da contribuição Máq. e equipamentos – – (1.676) – – 3.613 – (257) 3.356 Benefícios social está limitada à base de 30% dos lucros tributáveis anuais, sem prazo Encargos Sociais – – (1.972) – de prescrição. 3.3.2. Tributos indiretos: As receitas de prestação de serviços Intangível (17) – (14.084) – – 520 – (30) 490 estão sujeitas aos impostos e contribuições pelas seguintes alíquotas bási- Software 19. Despesas Gerais e Administrativas – 5 – – 5 cas: • Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN): 2% a 5%. • Marcas e patentes Controladora Consolidado – 525 – (30) 495 Programa de Integração Social (PIS): 0,65% • Contribuição para Financia2006 2005 2006 2005 2005 2006 mento da Seguridade Social (Cofins): 3%. Estes tributos são apresentados Consolidado Não revis. Não revis. Vlr resid. Deprec./ como deduções das receitas na demonstração do resultado. 3.4. Ativos cir- (Não revisado) Material de escritório (18) – (53) – do ativo amortiz culantes e não circulantes: 3.4.1. Disponibilidades: São valores em caixa (94) – (513) – Líquido Adições baixado acumul. Líquido Despesas de transporte e equivalentes de caixa, incluindo valores mantidos em contas bancárias. Imobilizado Desp. promoc. e rel. públicas (663) – (757) – – 896 – (88) 808 3.4.2. Contas a receber de clientes: Registradas e mantidas no balanço Benf. em imóv. de terc. Despesas propag. e publicidade (5) – (14) – – 688 – (22) 666 pelo valor nominal dos títulos representativos destes créditos, acrescidos Instalações Despesas de publicação (24) – (28) – – 2.171 – (779) 1.392 Despesas de serv. de terceiros de variação cambial e ajustados ao valor presente, quando aplicável, e Equip. de proc. de dados (22) – (78) – – 952 – (182) 770 Despesas de seguros segregados entre curto e longo prazo de acordo com o prazo de vencimento Móveis e utensílios (26) – (46) – – 171 – (57) 114 Despesas com treinamento desses créditos. Quando aplicável, a provisão para créditos de liquidação Máq. e equipamentos (159) – (220) – – 4.878 – (1.128) 3.750 Desp. c/ serv. téc. especial (*) (9.259) duvidosa é constituída com base nas perdas estimadas e seu montante é – (10.199) – considerado suficiente pela administração para cobrir perdas prováveis na Intangível Outras desp. administrativas (796) – (1.139) – – 653 – (134) 519 realização das contas a receber. 3.4.3. Investimentos: Os investimentos em Software (11.066) – (13.047) – – 5 – – 5 (*) Refere-se a despesas com auditorias, contabilidade, assessoria técnica, empresas controladas e coligadas são avaliados pelo método de equiva- Marcas e patentes – 658 – (134) 524 lência patrimonial. 3.4.4. Imobilizado e intangível: Os ativos imobilizados e consultoria administrativa e de negócios. intangíveis são registrados pelo custo de aquisição ou construção, deduzido 12. Diferido 20. Despesas com Estrutura Controladora Consolidado Taxa anual da depreciação calculada pelo método linear com base nas taxas mencio- Controladora 2006 2005 2006 2005 de amortiz. Amortiz. Líquido nadas na nota explicativa nº 11, e levam em consideração o tempo de vida Não revis. Não revis. em % Custo acumul. 2006 2005 Desp. de água, energia e gás útil estimada dos bens e direitos segundo parâmetros e taxas estabelecidos (29) – (59) – Não revis. pela legislação tributária vigente. 3.4.5. Diferido: O diferido é registrado ao Despesas de alugueis (376) – (552) – 5 1.148 (63) 1.085 – Despesas de comunicações custo de aquisição e formação, deduzido da amortização, a qual é calculada Desp. pré-operac. (*) (118) – (138) – 1.148 (63) 1.085 – Despesas manut. e conserv. pelo método linear às taxas mencionadas na nota explicativa nº 12, que (256) – (269) – Taxa anual levam em consideração o período de contribuição de tais ativos. É registrado Consolidado Desp. processam. de dados (218) – (230) – de amortiz. Amortiz. Líquido somente quando há expectativa de realização futura em função dos benefí- (Não revisado) (997) – (1.248) – em % Custo acumul. 2006 2005 21. Receitas (Despesas) Financeiras, Líquidas cios econômicos relacionados a esse ativo. 3.4.6. Demais ativos circulantes Controladora Consolidado 5 1.643 (350) 1.293 – e não circulantes: Os demais ativos são registrados pelos seus valores de Desp. pré-operac. (*) 2006 2005 2006 2005 1.643 (350) 1.293 – aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço e Não revis. Não revis. reduzidos, mediante provisão, aos seus valores prováveis de realização, (*) Refere-se a software/licença de uso de software de trabalho comprados 362 – 413 – para serem utilizados em projetos futuros com os clientes e honorários de Juros sobre contrato de mútuo quando aplicável. 3.5. Passivos circulantes e não circulantes: 3.5.1. ProServiços do sistema financeiro (642) – (1.018) – consultoria para abertura da empresa. visões: Uma provisão é reconhecida no balanço quando a Cia. possui uma Outros (496) – (543) – obrigação legal ou é constituída como resultado de um evento passado, e é A movimentação do ativo diferido pode ser assim demonstrada: (776) – (1.148) – 2005 2006 provável que um recurso econômico seja requerido para saldar a obrigação. Controladora 22. Eventos Subsequentes – Em 30/03/2007, por meio da Ata de AssemVlr resid. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do bléia Geral Extraordinária da CPM S.A., a Braxis Tecnologia da Informação do ativo Amortiz risco envolvido. 3.5.2. Provisão para contingências: As provisões para conLíquido Adições baixado acumul. Líquido S.A., representada por seus diretores, subscreveu 20.671.430 novas ações tingências, quando aplicável, são constituídas mediante avaliações de seus ordinárias, escriturais, nominativas, sem valor nominal, representativas do Não revis. riscos e quantificadas com base em fundamentos econômicos e pareceres – 1.148 – (63) 1.085 capital social da CPM S.A., ao preço de emissão de aproximadamente jurídicos sobre os processos e outros fatos contingenciais conhecidos na Desp. pré-operac. (*) – 1.148 – (63) 1.085 R$1,3276 por ação. O preço de emissão foi fixado em observância ao § 1º data do encerramento do exercício. 3.5.3. Demais passivos circulantes e 2005 2006 do art. 170 da Lei nº 6.404/76, sendo R$0,50 por ação destinados à conta não circulantes: São demonstrados pelos valores conhecidos ou calculá- Consolidado de capital social e, aproximadamente, R$0,8276 por ação destinados à Vlr resid. veis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos, varia- (Não revisado) reserva de capital, a título de ágio na subscrição de ações, consoante o art. do ativo Amortiz ções monetárias e/ou cambiais incorridas até a data do balanço patrimonial. 182 §1º, “a” da Lei nº 6.404/76. 22.1. Ajustes de Exercícios Anteriores: Líquido Adições baixado acumul. Líquido Quando aplicável, os passivos circulantes e não circulantes são registrados Considerando o processo de consolidação que vem sendo implementado em valor presente, transação a transação, com base em taxas de juros que Desp. pré-operac. (*) – 1.643 – (350) 1.293 pela Cia. e seus acionistas, as práticas e estimativas contábeis adotadas refletem o prazo, a moeda e o risco de cada transação. – 1.643 – (350) 1.293 foram revisadas. Nesse contexto, as demonstrações financeiras referentes 3.6. Demonstrações Financeiras Consolidadas – As demonstrações 13. Empréstimos e Financiamentos ao exercício findo em 31/12/2006, ora apresentadas, quando de sua reafinanceiras consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas con- Controladora Taxa Vencipresentação para fins de comparabilidade nas demonstrações financeiras tábeis adotadas no Brasil e abrangem as demonstrações financeiras da Cia. Modalidade Finalidade pactuada mento 2006 2005 relativas ao exercício findo em 31/12/2007, serão ajustadas, conforme detae das empresas controladas. No processo de consolidação foram eliminaNão revis. lhamos a seguir: das as participações de uma empresa em outra, os saldos patrimoniais, as CCB Cap. de Giro CDI + Controladora receitas e as despesas entre as empresas. As demonstrações financeiras 5,1% a.a. 18/01/07 2.866 – Publicado Reclas./ da controlada sediada no exterior foram convertidas para reais com base CCB – Conta Demonstração contábil/rubrica anteriorm. ajuste Republic. na taxa de câmbio na data do encerramento do exercício e adaptadas às Garantida Cap. de Giro CDI + Balanço Patrimonial práticas contábeis adotadas no Brasil. As demonstrações financeiras conso4,9% a.a. 28/02/07 4.408 – Ativo lidadas em 31/12/2006 e 2005 incluem as seguintes empresas: Leasing 2.126 – Disponibilidades 19 – 19 Participação Período 9.400 – Contas a receber de clientes 28 (28) – Empresa no resultado – % consolidado Consolidado Adiant. a empregados e fornecedores 327 – 327 SBS Serviços de Informática Ltda. 100% 12 meses (Não revisado) Taxa VenciTributos a compensar e recuperar 2 – 2 Braxis ERP Software S.A. 100% 12 meses Modalidade Finalidade pactuada mento 2006 2005 Despesa antecipada 27 – 27 Unitech Tecnologia da Informação S.A. 45,45% 1 mês CCB Capital de Giro CDI + Outros créditos a receber 4.779 – 4.779 4. Disponibilidades Controladora Consolidado 5,1% a.a. 18/01/07 2.866 – Partes relacionadas 10.813 – 10.813 Investimentos 42.998 – 42.998 2006 2005 2006 2005 CCB – Conta Imobilizado 3.356 – 3.356 Não revis. Não revis. Garantida Capital de Giro CDI + 495 – 495 Caixa 4 – 6 – 4,9% a.a. 28/02/07 4.408 – Intangível 1.085 – 1.085 Bancos 15 10 309 10 Leasing 2.126 – Diferido 19 10 315 10 9.400 – Passivo Empréstimos e financiamentos 9.400 – 9.400 5. Contas a Receber de Clientes 14. Salários e Obrigações Sociais 79 (8) 71 Controladora Consolidado Controladora Consolidado Obrigações tributárias Outras contas a pagar 18.922 64 18.986 2006 2005 2006 2005 2006 2005 2006 2005 10.753 – 10.753 Não revis. Não revis. Não revis. Não revis. Contas a pagar com empresas ligadas 52.279 – 52.279 Contas a receber de clientes 457 – 1.630 – Despesas de pessoal – – 1.264 – Capital social (7.049) – (7.049) (-) Duplicatas descontadas (429) – (1.177) – Impostos e contribuições s/salários – – 1.325 – Capital Social a Integralizar 495 – 495 28 – 453 – Provisão de férias – – 372 – Reserva de capital Prejuízos acumulados (20.950) (84) (21.034) 6. Adiantamentos e Empregados e Fornecedores Outros – – 360 – Controladora Consolidado – – 3.321 – Demonstração do Resultado Receitas de prestação de serviços 472 (92) 380 2006 2005 2006 2005 15. Obrigações Tributárias (42) 8 (34) Não revis. Não revis. Controladora Consolidado Deduções da receita bruta Com pessoal (17) – (17) Adiantamentos a fornecedores 327 – 385 – 2006 2005 2006 2005 Administrativas e gerais (11.066) – (11.066) Adiantamentos a empregados – – 178 – Não revis. Não revis. Com estrutura (997) – (997) 327 – 563 – Cofins 14 – 92 – Financeiras, líquidas (776) – (776) 7. Tributos a Recuperar Controladora Consolidado ISS 23 – 107 – Depreciações e amortizações (350) – (350) 2006 2005 2006 2005 Cofins, Pis/Pasep, CSLL 10 – 34 – Tributárias (34) – (34) Não revis. Não revis. Pis 3 – 19 – Participação societária em controladas (11.263) – (11.263) COFINS – – 79 – IOF 22 – 34 – Outras operacionais, líquidas (182) – (182) IRRF – – 65 – IRRF 7 – 163 – Despesas ou perdas extraordinárias 3.305 – 3.305 IRPJ 1 – 16 – INSS – – 43 – Consolidado (Não revisado) CSLL – – 50 – 79 – 492 – Publicado Reclas./ PIS – – 18 – 16. Outras Contas a Pagar Demonstração contábil/rubrica anteriorm. ajuste Republic. IOF 1 – 1 – Controladora Consolidado Balanço Patrimonial 2 – 229 – 2006 2005 2006 2005 Ativo 8. Outros Créditos Controladora Consolidado Não revis. Não revis. Disponibilidades 315 – 315 2006 2005 2006 2005 Obrig. aquis. de bens e direto 9.495 – 9.495 – Contas a receber de clientes 453 (28) 425 Não revis. Não revis. Assessoria e consultoria 8.709 – 8.755 – Adiant. a empregados e fornecedores 563 – 563 Adiantamentos diversos 4.767 – 4.767 – Aluguel 30 – 55 – Tributos a compensar e recuperar 229 – 229 Depósitos em garantia 12 – 12 – Prov. gastos de reestruturação 300 – 300 – Despesa antecipada 27 – 27 4.779 – 4.779 – Outras 388 – 647 – Outros créditos a receber 4.779 – 4.779 9. Partes Relacionadas Controladora Consolidado 18.922 – 19.252 – Partes relacionadas 10.813 – 10.813 2006 2005 2006 2005 17. Patrimônio Líquido – 17.1. Capital Social: Em 24/02/2006 através de Investimentos 42.768 – 42.768 3.750 – 3.750 Ativo Não revis. Não revis. Ata da Assembléia Geral Extraordinária, foi aprovado o aumento do capital Imobilizado 524 – 524 Pimentel Consult. Assoc. Ltda. 3.598 – 3.598 – social da sociedade de R$ 100 para R$ 41.609 com a conseqüente emissão Intangível 1.293 – 1.293 Spec Soluction Ltda. 7.206 – 7.206 – de mais R$ 41.509 novas ações ordinárias nominativas, no valor nominal Diferido Unitech Tecnol. de Informação 9 – 9 – de R$ 1,00 (um real) cada uma, subscritas neste ato, pela única acionista Passivo 9.400 – 9.400 10.813 – 10.813 – Softinvest Participações e Administração S.A, as quais serão integralizadas Empréstimos e financiamentos 3.321 – 3.321 Passivo no prazo de até 3 (três) anos. Os demais acionistas renunciam expressa- Salários e obrigações sociais 492 (8) 484 Sertrading S.A. 7.645 – 7.645 – mente aos seus respectivos direito de preferência em relação às ações Obrigações tributárias 19.252 64 19.316 Braxis ERP Software S.A. 2.382 – – – subscritas e integralizadas. Em 03/03/2006 através de Ata da Assembléia Outras contas a pagar 8.274 – 8.274 ABS Advanc. Busin. Solution 629 – 629 – Geral Extraordinária, foi aprovado o aumento do capital social da Cia. para Contas a pagar com empresas ligadas 52.279 – 52.279 SBS Serv. de Informática Ltda. 97 – – – R$ 52.279, mediante a emissão de 10.670 ações, sem valor nominal, emi- Capital social (7.049) – (7.049) 10.753 – 8.274 – tidas ao preço de R$ 1,00 (um real) cada uma, sendo 6.329 ações ordiná- Capital Social a Integralizar 495 – 495 10. Investimentos – 10.1. composição dos investimentos: A participação rias e 4.341 ações preferenciais, as quais foram subscritas e integralizadas Reserva de capital Prejuízos acumulados (20.950) (84) (21.034) societária direta da Cia., avaliada pelo método de equivalência patrimonial, neste ato pelo acionista minoritário GNPV Consultoria S.A. Em 31/12/2006, é demonstrada a seguir: o capital social, totalmente subscrito e integralizado, é dividido em 52.279 Demonstração do Resultado 5.755 (92) 5.663 Controladora Consolidado ações, sem valor nominal, sendo 47.938 ações ordinárias e 4.341 ações Receitas de prestação de serviços Deduções da receita bruta (399) 8 (391) 2006 2005 2006 2005 preferenciais. As ações em 31/12/2006 estão assim distribuídas: Com pessoal (14.084) – (14.084) Não revis. Não revis. Participação Ações Ações Administrativas e gerais (13.047) – (13.047) Braxis ERP S.A 19.484 – 19.484 – Acionista - % ordinárias preferenciais Com estrutura (1.248) – (1.248) SBS Serv. de Inform. Ltda. 7.508 – 7.278 – Softinvest Particip. e Adm.S.A 80 41.609 – Financeiras, líquidas (1.148) – (1.148) Unitech Tecn. da Inform. S.A. 16.006 – 16.006 – Pessoas físicas 20 6.329 4.341 Depreciações e amortizações (562) – (562) 42.998 – 42.768 – 100 47.938 4.341 Tributárias (52) – (52) Participação societária em controladas 710 – 710 A Diretoria Outras operacionais, líquidas (180) – (180) Reinaldo Dantas – Contador – CRC 1SP 110.330/O-6 Despesas ou perdas extraordinárias 3.305 – 3.305
sexta-feira, 18 de maio de 2012
e Empresários pedem rota aérea entre SP e Houston conomia
Fluxo comercial entre Brasil e a cidade norte-americana já movimenta US$ 15,5 bilhões Patricia Cruz/ LUZ - 30.11.10
Renato Carbonari Ibelli
O
Comitê Gestor dos Portos e Aeroportos do Estado de São Paulo (Comus), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), identificou a necessidade de se criar uma rota aérea direta para cargas entre os aeroportos paulistas e os da cidade norteamericana de Houston, no Texas. O fluxo de mercadorias entre estas duas localidades tem aumentado, no entanto, os produtos acabam sendo dispersados para os aeroportos de Miami e Dallas. Segundo John Cuttino, representante no Brasil da autoridade portuária de Houston (PHA, na sigla em inglês), em 2011 o fluxo comercial entre Brasil e a cidade norte-americana foi de US$ 15,5 bilhões. Ontem, em reunião do Comus, Bruno Delcolmo, superintendente de Relações Internacionais da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), informou existirem boas perspectivas para a criação dessa rota direta. Na realidade, segundo ele, “não existe nenhum impeditivo regulatório para que empresas aéreas brasileiras ou norte-americanas iniciem essa frequência”. Além disso, segundo o superintendente da Anac, existe um cronograma de ampliação das rotas de carga entre Brasil e Estados Unidos elaborado pela agência que prevê a implantação de 14 novas frequências por ano até 2015. Hoje, são 63 frequências para cargas entre os dois países. Do total de cargas movimentadas nessas rotas, 21% seguem entre o aeroporto de Viracopos, em Campinas, interior de São Paulo, e os aeroportos de Miami. Outros 11% seguem de Guarulhos para Miami. Já o fluxo de cargas de importação e exportação que os três aeroportos de Houston recebem atualmente correponde a apenas 1% do volume total, embora o destino da maioria das mercadorias seja Houston, mas passe por outros aeroportos. Entraves – Embora não existam entraves regulatórios para criação de uma frequência entre São Paulo e Houston, Delcolmo admite que hoje existem problemas de infraestrutura que podem complicar essa pretensão. Obter um horário de pouso e decolagem
José Cândido Senna, do Comus: ganhos de produtividade. nos principais aeroportos brasileiros não é fácil. Segundo ele, em Guarulhos, por exemplo, há slots vagos apenas entre três horas e quatro horas. “Embora operar carga nesses horários não seja um grande problema”, amenizou. O superintendente da Anac enfatizou ainda que parte desse entrave deve ser resolvido por conta da concessão dos aeroportos de Viracopos, Guarulhos e Brasília para a iniciativa privada. A respeito dessas concessões, José Cândido Senna, coordenador do Comus, levantou a necessidade de os próximos editais preverem cláusulas que “estimulem ganhos contínuos de produtividade das áreas de armazenagem de cargas”. Os tempos excessivos de armazenagem – consequência de infraestrutura deficitária e ineficiência de órgãos anuentes responsáveis pelos desembaraços – são comuns nos portos e aeroportos brasileiros. Segundo Senna, seria necessário estabelecer parâmetros para esses tempos de estocagem. Delcolmo se comprometeu a levar a demanda para as esferas públicas responsáveis pela questão. A reunião de ontem foi o segundo capítulo de um novo fórum de discussão iniciado dentro do Comus. Trata-se do São Paulo/Texas Desk, cujo objetivo é identificar oportunidades de negócios entre o estado brasileiro e o norte-americano. Há diversas áreas de interesse comum entre ambos, caso dos segmentos de petróleo e gás, etanol, máquinas e equipamentos e bens da construção civil. O porto de Houston é o responsável pelo maior volume de contêineres movimentados com o Brasil dentre os portos dos Estados Unidos.
Indústria bate recorde na compra de importados
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despeito da desvalorização do real em relação ao dólar, a participação dos importados no mercado brasileiro de produtos industriais bateu novo recorde em março, divulgou ontem a Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com dados da entidade, insumos e mercadorias de outros países representaram 22,2% do consumo da indústria e dos consumidores finais em março, o maior percentual desde que a série foi iniciada
pela confederação, em 1996. Segundo a pesquisa, feita com a Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), o índice de participação de produtos importados no mercado brasileiro vem subindo ano a ano desde 2003, com exceção de 2009. Para a CNI, o efeito da valorização do dólar, assim como a redução da taxa básica de juros da economia, demora a surtir efeito prático, e por isso a participação dos importados ainda continua crescendo. (Folhapress)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, 18 de maio de 2012
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conomia
Paulo Pampolim/Hype
Palestrante: doutora em Direito, Teresa Arruda Alvim Wambier.
ACSP debate novo Código de Processo Civil do País Projeto em tramitação no Congresso foi discutido por especialista e integrantes da Associação Fátima Lourenço
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Associação Comercial de São Paulo (ACSP) promoveu, na noite de ontem, palestra da doutora em Direito, Teresa Arruda Alvim Wambier, sobre o projeto do novo Código de Processo Civil, atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados. A especialista compôs a comissão que elaborou, ao longo de nove meses, o respectivo anteprojeto, já apreciado e modificado no Senado Federal. No evento de ontem, ela foi recepcionada pelo vice-presidente da ACSP, Roberto Mateus Ordine, e apresentou trabalho elogiado, mas também alvo de críticas, algumas delas expressas durante o debate. Ordine também compôs a mesa no auditório. "A ideia era justamente contrapor algumas opiniões", comentou o conselheiro da ACSP, Gastão Alves de Toledo, lembrando que na plateia estavam críticos do anteprojeto, do qual Teresa foi relatora. O assunto é complexo, mas o código, argumentou Toledo, regerá as relações jurídicas do País e interessa a todos, e não só aos advogados, saber sobre sobre ele. A palestrante explicou que sua exposição, na verdade, tratava do que classificou de "código civil projetado", já que
a versão em tramitação no Congresso Nacional é a modificada pelos senadores. "O novo código não resolve os problemas da Justiça brasileira. Eles são de múltiplas causas", observou Teresa. Jurisprudências – Ela acredita que o projeto traz alterações positivas, capazes de melhorar os procedimentos. "Procuramos inserir no 'código projetado' dispositivos que incentivem as jurisprudências uniformizadas", disse Teresa. A uniformização das jurisprudências, argumentou, poderia diminuir o volume de recursos nos tribunais. Ela comentou que nem sempre há consenso nos tribunais superiores. Na questão da incidência do Imposto Sobre Serviço (ISS) sobre leasing, relembrou Teresa, havia posições diferentes entre o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF). Outro ponto destacado pela advogada como positivo, no projeto encaminhado ao Senado, é a proposta de que aspectos não considerados graves (como um carimbo borrado) não sejam considerados motivo para se protelar o julgamento do mérito de um recurso. Após a palestra, o jurista Milton Paulo de Carvalho aprofundou a discussão sobre aspectos que, segundo ele, levam o projeto a ser classificado, de uma maneira geral, como autoritário.
Governo quer criar subsidiária da Infraero
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governo está trabalhando para criar a Infraero Participações S.A. (Infrapar) ainda neste mês. Essa nova empresa será uma subsidiária integral da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e representará a fatia estatal dentro do processo de concessões de aeroportos. Nos recentes leilões dos terminais de Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Brasília (DF), em fevereiro, a participação do Estado ficou em 49%. Essa fatia, que seria administrada pela Infraero, será gerida pela Infrapar. A nova empresa será a representante da Infraero nas concessões, explicou o diretor financeiro da Infraero, Mauro Roberto Pacheco de Lima. "E pertencerá 100% à Infraero", ressaltou. O ganho a ser obtido, diz Lima, será na qualidade de governança, pois a nova empresa estará focada unicamente na gestão da participação nos aeroportos concedidos à ini-
ECONOMIA/LEGAIS - 23 Braxis Tecnologia da Informação S.A.
ciativa privada. Atualmente, essa atividade é executada dentro da Infraero, por um comitê de participação acionária. Nos recentes leilões de concessão dos aeroportos de Viracopos (SP), Guarulhos (SP) e Brasília (DF), em fevereiro, uma fatia de 51% dessas operações foi repassada ao setor privado, enquanto que os 49% restantes ficaram com o Estado. Em agosto do ano passado também foi realizado o leilão de concessão do terminal de São Gonçalo do Amarante (RN). Em nota, a Infraero informa que "se trata de uma estratégia empresarial voltada a melhorar a governança corporativa da Infraero no tocante à gestão das participações acionárias, com a segregação dos resultados gerados pelas concessões dos aeroportos". A Infrapar terá sede em Brasília e contará com uma estrutura funcional enxuta, segundo a nota. (AE)
CNPJ/MF nº 07.837.195/0001-78 Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Valores expressos em milhares de reais) Demonstração dos Resultados (Valores expressos em Balanços Patrimoniais milhares de reais, exceto prejuízo líquido por ação) Controladora Consolidado Controladora Consolidado Ativo Nota 2010 2009 2010 2009 Passivo Nota 2010 2009 2010 2009 Controladora Consolidado Ajustado Não revisado Ajustado Não revisado Nota 2010 2009 2010 2009 Ajustado Ajustado Ajustado Não revisado Circulante 4.080 1.094 5.548 7.350 Circulante 5.397 4.389 6.080 7.508 Ajustado Disponibilidades 4 1.058 4 2.000 13 Fornecedores 37 25 54 52 Receita Operac. Bruta Aplicações financeiras 5 3.008 – 3.008 – Empréstimos e financiamentos 2.290 1.987 2.290 1.987 Rec. de prest. de serviços – 54 2.157 12.053 Contas a receber de clientes 6 – – 19 1.171 Obrigações tributárias 11 813 1.293 1.479 4.034 Deduções da receita bruta – 6 (119) 34 Tributos a recuperar 7 14 575 498 2.786 Outras contas a pagar 2.257 1.084 2.257 1.435 Receita Operac. Líquida – 60 2.038 12.087 Outros créditos – 515 23 3.380 Não Circulante 10.723 46.286 7.910 52.911 Custos dos serv. prestados – – – (340) Não Circulante 35.921 97.067 32.323 100.555 Contas a pagar c/ empr. ligadas 8 8.315 46.286 5.708 52.911 – 60 2.038 11.747 Realizável a longo prazo Provisão p/ contingências 2.185 – 2.202 – Lucro Bruto Partes relacionadas 8 10.225 67.944 10.373 74.469 Prov. p/ perdas em controladas 223 – – – Despesas Operacionais – – (21) – Depósitos judiciais – – 17 32 Patrimônio Líquido 12 23.881 47.486 23.881 47.486 Com pessoal 14 (10.228) (50) (12.506) (225) Investimentos 9 25.696 28.265 21.933 25.139 Capital social 12.1 33.148 91.348 33.148 91.348 Administrativas e gerais 15 – – (13) (19) Imobilizado 10 – 371 – 396 Reserva de capital 666 666 666 666 Com estrutura Intangível 10 – 487 – 519 Prejuízos acumulados (9.933) (44.528) (9.933) (44.528) Financeiras, líquidas (1.680) (571) (2.394) (874) Total do Ativo 40.001 98.161 37.871 107.905 Total do Passivo 40.001 98.161 37.871 107.905 Deprec. e amortizações (858) (338) (915) (360) Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras Tributárias – (1) (1) (6) (2.792) 26.318 (3.206) 24.745 1. Contexto Operacional – A Braxis Tecnologia da Informação S.A(“Braxis” de 12 meses para Imposto de Renda e 9% sobre o lucro tributável para a Partic. societ. em controladas 13.918 – 19.459 – ou “Companhia”) tem por atividades principais pesquisa, análise, planeja- contribuição social. A compensação dos prejuízos fiscais de Imposto de Ganho na alien. de investim. mento, implantação, coordenação e controle de trabalhos de gestão, tais Renda e da base negativa da contribuição social está limitada à base de Outras operac., líquidas 16 5.509 1.552 600 (7.473) como seleção de pessoal, organização e métodos, gestão de materiais, 30% dos lucros tributáveis anuais, sem prazo de prescrição. 3.6.2. Tributos 3.869 26.910 1.003 15.788 orçamentos, relações públicas política mercadológica e atividades correla- indiretos: As receitas de prestação de serviços está sujeita aos impostos e Lucro antes do IRPJ e da tas; terceirização de mão-de-obra; planejamento, projeção, programação e contribuições pelas seguintes alíquotas básicas: • Imposto sobre Serviços Contribuição Social 3.869 26.970 3.041 27.535 análise de investimentos e financiamentos; prestação de serviços de con- de Qualquer Natureza (ISSQN): 2% a 5%. • Programa de Integração Social IRPJ e contribuição social (1.405) (114) (577) (679) sultoria e análise e programação em tecnologia da informação, bem como (PIS): 0,65%. • Contribuição para Financiamento da Seguridade Social Lucro Líq. do Exercício 2.464 26.856 2.464 26.856 a elaboração e gerenciamento de programas de informática; promoção e (Cofins): 3%. Estes tributos são apresentados como deduções das receitas Quant. de Ações coordenação de eventos de natureza empresarial e cultural, tais como expo- na demonstração do resultado. 3.7. Ativos circulantes e não circulantes Ao final do Exercício 11.1 97.798 97.798 97.798 97.798 sições, seminários, palestras, conferências e simpósios e, participação em – 3.7.1. Disponibilidades: São valores em caixa e equivalentes de caixa, Lucro Líq. do Exerc. por outras sociedades, de natureza simples ou empresária, no país e no exte- incluindo valores mantidos em contas bancárias e em aplicações financeiras 25,1948 274,6068 25,1948 274,6068 rior, na qualidade de sócia, acionista ou quotista. de liquidez imediata. 3.7.2. Contas a receber de clientes: Registradas e man- Ações (Em Reais – R$) Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido 2. Elaboração e Apresentação das Demonstrações Financeiras – 2.1. tidas no balanço pelo valor nominal dos títulos representativos destes crédiBase de Elaboração: As demonstrações financeiras foram elaboradas e tos, acrescidos de variação cambial e ajustados ao valor presente, quando Controladora estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas aplicável, e segregados entre curto e longo prazo de acordo com o prazo de Capital ReserPreno Brasil, consubstanciadas na Lei das Sociedades por Ações (Lei nº 6.404, vencimento desses créditos. 3.7.3. Investimentos: Os investimentos em Capital social a va de juízos incluindo suas posteriores alterações) e em conformidade com a NBC TG empresas controladas e coligadas são avaliados pelo método de equivalênsocial integralizar Capital acumul. Total 1000 ou CPC PME – Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas, cia patrimonial. 3.7.4. Imobilizado: O ativo imobilizado é registrado pelo Saldos em 31/12/2008 aprovada pela Resolução CFC nº 1.255/09. Essas são as primeiras demons- custo de aquisição ou construção, deduzido da depreciação calculada pelo – Ajustado 91.348 (233) 666 (71.384) 20.397 trações financeiras preparadas e apresentadas conforme o CPC PME. Tam- método linear com base nas taxas mencionadas na nota explicativa nº 10 e – 233 – – 233 bém foi observada a Resolução CFC nº 1.319/10, que faculta, para o exer- levam em consideração o tempo de vida útil estimada dos bens segundo Cap. soc. a integralizar – – – 26.856 26.856 cício de 2010, a elaboração e a divulgação de ajustes retrospectivos, com parâmetros e taxas estabelecidos pela legislação tributária vigente. Os Lucro líq. do exercício base no CPC PME, das demonstrações financeiras de exercícios anteriores encargos financeiros dos financiamentos contratados na fase de construção Saldos em 31/12/2009 para fins de comparação com as demonstrações financeiras do exercício de de bens integrantes do ativo imobilizado, quando aplicável, são capitaliza- – Ajustado 91.348 – 666 (44.528) 47.486 2010, mantendo-se a obrigatoriedade da divulgação comparativa com os dos. Outros gastos são capitalizados apenas quando há um aumento nos Redução de capital (58.200) – – 35.131 (23.069) valores das demonstrações financeiras do exercício de 2009. 2.2. Declara- benefícios econômicos desse item do imobilizado. Qualquer outro tipo de Dividendos distribuídos – – – (3.000) (3.000) ção de conformidade: Declaramos de forma explícita e não reservada que gasto é reconhecido no resultado como despesa, quando incorrido. 3.7.5. Lucro líq. do exercício – – – 2.464 2.464 as demonstrações financeiras do exercício de 2010 foram elaboradas de Intangível: É registrado ao custo de aquisição, deduzido da amortização Saldos em 31/12/2010 33.148 – 666 (9.933) 23.881 acordo com o CPC PME – Contabilidade para Pequenas e Médias Empre- acumulada. As amortizações são calculadas pelo método linear, com base Demonstração dos Fluxos de Caixa sas, emitido pelo Comitê de Normas e Pronunciamentos Contábeis (CPC). nas taxas que levam em consideração a vida útil dos direitos segundo parâControladora Consolidado Não foram identificadas diferenças entre as práticas contábeis adotadas metros e taxas estabelecidos pela legislação tributária vigente, e estão menanteriormente no Brasil (BR GAAP anterior) e o CPC PME que mereçam cionadas na nota explicativa nº 10. 3.7.6. Avaliação do valor recuperável dos 2010 2009 2010 2009 divulgação, incluindo as reconciliações do patrimônio líquido e do resultado ativos: O § 3º do artigo 183 da Lei nº 6.404/76, modificado pela Lei nº Ajustado Não revisado abrangente. 2.3. Ajustes de Exercícios Anteriores: Considerando o pro- 11.638/07 e Lei nº 11.941/09, determina que a Companhia deverá efetuar, Ajustado cesso de consolidação que vem sendo implementado pela Companhia e periodicamente, análise sobre a recuperação dos valores registrados no Fluxo de Caixa das Ativ. Oper. seus acionistas, as práticas e estimativas contábeis adotadas foram revi- imobilizado e no intangível, a fim de que sejam registradas as perdas de Prejuizo líquido do exercício 2.464 26.856 2.464 26.856 sadas. Nesse contexto, as demonstrações financeiras referentes ao exercí- valor do capital aplicado quando houver decisão de interromper os empreencio findo em 31/12/2009, ora reapresentadas para fins de comparabilidade dimentos ou atividades a que se destinavam ou quando comprovado que Ajustes p/ reconc. o prejuízo líq. nas demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31/12/2010, não poderão produzir resultados suficientes para a recuperação desse valor ao caixa ger. pelas ativ. operac.: 858 338 915 360 foram ajustadas, conforme detalhamos a seguir: (impairment) e revisados e ajustados os critérios utilizados para determina- Depreciação e amortização Controladora ção da vida útil econômica estimada para cálculo da depreciação, exaustão Provisão de contingência 2.185 – 2.202 – Publicado Reclassie amortização. A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido Result. de equival. patrimonial 2.792 (26.318) 3.206 (23.607) anterior- ficação/ Repu- dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstân8.299 876 8.787 3.609 Demonstração contábil/rubrica mente ajuste blicado cias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterio- Redução (aumento) nos ativos: ração ou perda de seu valor recuperável. Quando tais evidências são identiBalanço Patrimonial Contas a receber de clientes – 1.417 1.152 5.426 ficadas e o valor contábil líquido excede o valor recuperável, é constituída Ativo (354) 2.288 (730) Disponibilidades 4 – 4 provisão para deterioração ajustando o valor contábil líquido ao valor recu- Tributos a compensar e recuperar 561 Outros créditos 515 (112) 3.357 (245) Tributos a compensar e recuperar 575 – 575 perável. 3.7.7. Demais ativos circulantes e não circulantes: Os demais ativos 57.719 4.268 64.096 418 Outros créditos a receber 515 – 515 são registrados pelos seus valores de aquisição, acrescidos dos rendimen- Partes relacionadas – – 15 (22) Partes relacionadas 67.944 – 67.944 tos auferidos até as datas dos balanços, reduzidos, mediante provisão, aos Depósitos judiciais Investimentos (a) 38.743 (10.478) 28.265 seus valores prováveis de realização e ajustados ao valor presente, quando Aumento (Redução) nos passivos: Imobilizado 371 – 371 aplicáveis. 3.8. Passivos circulantes e não circulantes – 3.8.1. Provisões: Fornecedores 12 25 2 46 Intangível 487 – 487 Uma provisão é reconhecida no balanço quando a Companhia possui uma Empréstimos e financiamentos 303 (6.033) 303 (6.033) obrigação legal ou é constituída como resultado de um evento passado, e é Passivo Obrigações tributárias (480) 263 (2.555) (139) Fornecedores 25 – 25 provável que um recurso econômico seja requerido para saldar a obrigação. – (1.004) – (1.155) Empréstimos e Financiamentos 1.987 – 1.987 As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do Adiantamentos de clientes Outras contas a pagar 1.173 (2.441) 822 (4.350) Obrigações tributárias 1.293 – 1.293 risco envolvido. 3.8.2. Provisão para contingências: As provisões para con2.770 (47.203) 2.856 Outras contas a pagar 1.084 – 1.084 tingências, quando aplicável, são constituídas mediante avaliações de seus Contas a pagar c/ empr. ligadas (37.971) Contas a pagar com empresas ligadas 46.286 – 46.286 riscos e quantificadas com base em fundamentos econômicos e pareceres Caixa Líq. (Consum. nas) Capital social 91.348 – 91.348 jurídicos sobre os processos e outros fatos contingenciais conhecidos na gerado pelas Ativ. Operac. 30.131 (325) 31.064 (319) Reserva de capital 666 – 666 data do encerramento do exercício. 3.8.3. Demais passivos circulantes e não Fluxo de Caixa das Atividades Prejuízos acumulados (b) (96.023) (24.639) (71.384) circulantes: São demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, de Financiamento acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos, variações Dividendos pagos Demonstração do Resultado (3.000) – (3.000) – Receitas de prestação de serviços 54 – 54 monetárias e/ou cambiais incorridas até a data do balanço patrimonial. (23.069) 233 (23.069) 233 Deduções da receita bruta 6 – 6 Quando aplicável, os passivos circulantes e não circulantes são registrados Redução de Capital Caixa Líquido gerado pelas Administrativas e gerais (50) – (50) em valor presente, transação a transação, com base em taxas de juros que (26.069) 233 (26.069) 233 Financeiras, líquidas (571) – (571) refletem o prazo, a moeda e o risco de cada transação. 3.9. Instrumentos Ativid. de Financiamento Depreciações e amortizações (338) – (338) Financeiros: Instrumentos financeiros não derivativos incluem aplicações Caixa Líq. consumido nas Tributárias (1) – (1) financeiras, contas a receber e outros recebíveis, caixa e equivalentes de Ativ. Operac. e de Financiam. 4.062 (92) 4.995 (86) Participação societária em controladas (a) 61.435 (35.117) 26.318 caixa, empréstimos e financiamentos, assim como contas a pagar e outras A Variação das Disponib. Outras operacionais, líquidas (c) 1.552 – 1.552 dívidas. Instrumentos financeiros não derivativos são reconhecidos inicial- é assim demonstrada: Imposto de renda e contribuição social (114) – (114) mente pelo valor justo acrescido, para instrumentos que não sejam reconhe- No fim do exercício 4.066 4 5.008 13 Consolidado (Não revisado) cidos pelo valor justo por meio do resultado, de quaisquer custos de transa4 96 13 99 Publicado Reclassição diretamente atribuíveis. Posteriormente ao reconhecimento inicial, No início do exercício 4.062 (92) 4.995 (86) anterior- ficação/ Repu- esses instrumentos financeiros são mensurados de acordo com a respectiva Dimin. das Disponibilidades Demonstração contábil/rubrica mente ajuste blicado classificação: 3.9.1. Instrumentos mantidos até o vencimento: Se a Compa- Em 07/10/2010 às dez horas na sede social da companhia os acionisBalanço Patrimonial nhia tem a intenção positiva e capacidade de manter até o vencimento seus tas decidiram reduzir o capital social de R$ 91.347.892,00 (noventa e um Ativo instrumentos de dívida, eles são classificados como mantidos até o venci- milhões, trezentos e quarenta e sete mil, oitocentos e noventa e dois reais) Disponibilidades 13 – 13 mento. Assim, são mensurados pelo custo amortizado utilizando o método para R$ 56.216.948,00 (cinquenta e seis milhões, duzentos e dezesseis Contas a receber de clientes 1.171 – 1171 da taxa de juros efetiva, deduzido de eventuais reduções em seu valor recu- mil, novecentos e quarenta e oito reais) nos termos do artigo 173 da lei Tributos a compensar e recuperar 2.786 – 2.786 perável. 3.9.2. Instrumentos disponíveis para venda: Os investimentos da nº 6.404/76, mediante a absorção dos prejuízos apurados com base no Outros créditos a receber 3.380 – 3.380 Companhia em instrumentos de patrimônio e de certos ativos relativos a balanço patrimonial da companhia levantado em 31/12/2009. Em 7 de Partes relacionadas 74.469 – 74.469 instrumentos de dívida são classificados como disponíveis para venda. Pos- outubro de 2010 às treze horas na sede social da companhia os acionistas Depósitos judiciais – – 32 teriormente ao reconhecimento inicial, são avaliados pelo valor justo e suas decidiram reduzir o capital social de R$ 56.216.948,00 (cinquenta e seis Investimentos (a) 35. 617 (10.478) 25.139 flutuações, exceto reduções em seu valor recuperável, e as diferenças em milhões, duzentos e dezesseis mil, novecentos e quarenta e oito reais) Imobilizado 623 – 623 moeda estrangeira desses instrumentos são reconhecidas diretamente no para R$ 33.148.256,00 (trinta e três milhões, cento e quarenta e oito mil, Intangível 652 – 652 patrimônio líquido, líquidas dos efeitos tributários. Quando um investimento duzentos e cinqüenta e seis reais), nos termos do artigo 173 da lei nº deixa de ser reconhecido, o ganho ou perda acumulado no patrimônio Passivo 6.404/76, considerando excessivo para o objeto da companhia, com resFornecedores 52 – 52 líquido é transferido para resultado. 3.9.3. Instrumentos financeiros ao valor tituição aos acionistas de parte do valor das suas ações, correspondente Empréstimos e Financiamentos 1.987 – 1.987 justo pelo resultado: Um instrumento é classificado ao valor justo pelo resula 41,04% (quarenta e um, zero quatro por cento) do valor total de cada Obrigações tributárias 4.034 – 4.034 tado se for mantido para negociação, ou seja, designado como tal no recoação emitida pela companhia. Ações preferenciais: Os acionistas PrefeOutras contas a pagar 1.435 – 1.435 nhecimento inicial. São assim definidos se a Companhia gerencia esses Contas a pagar com empresas ligadas 52.911 – 52.911 investimentos e toma as decisões de compra e venda com base em seu renciais Classe “A” terão o direito de exercer os direitos concedidos nos Capital social 91.348 – 91.348 valor justo de acordo com a estratégia de investimento e gerenciamento de Bônus de Subscrição de Primeira e Segunda Emissão, de acordo com os Reserva de capital 666 – 666 risco documentado por ela. Após reconhecimento inicial, custos de transa- termos neles dispostos. Conforme estabelecido no artigo 171, parágrafo 4º Prejuízos acumulados (b) (96.023) 24.639 (71.384) ção atribuíveis são reconhecidos nos resultados quando incorridos. Instru- da Lei das Sociedades por Ações, dentro de 30 dias contados da data em mentos financeiros ao valor justo pelo resultado são medidos pelo valor justo que os Acionistas receberam um aviso formal de aumento de capital pela Demonstração do Resultado Receitas de prestação de serviços 12.053 – 12.053 e suas flutuações são reconhecidas no resultado. 3.9.4. Outros: Outros ins- CPM, os Acionistas terão a faculdade de exercer seus respectivos direitos Deduções da receita bruta 34 – 34 trumentos financeiros não derivativos são mensurados pelo custo amorti- de preferência proporcionalmente à sua participação acionária da CPM.Os Custos dos serviços prestados (340) – (340) zado utilizando o método de taxa de juros efetiva, diminuídos por eventuais acionistas neste ato renunciam ao referido direito de preferência em relação Administrativas e gerais (225) – (225) reduções no valor recuperável. 3.10. Demonstração do Fluxo de Caixa: à emissão das novas Ações pela CPM em uma Distribuição. As ações preCom estrutura (19) – (19) Foi preparada e está sendo apresentada de acordo com o CPC 03 – ferenciais Classe “A” poderão ser convertidas no mesmo número de ações Financeiras, líquidas (874) – (874) Demonstração dos Fluxos de Caixa, emitido pelo CPC. As demonstrações ordinárias, a qualquer momento, mediante solicitação de qualquer acionista Depreciações e amortizações (360) – (360) dos fluxos de caixa refletem as modificações no caixa que ocorreram nos preferencial Classe “A” com relação às suas próprias ações preferenciais Tributárias (6) – (6) exercícios apresentados utilizando o método indireto. Os termos utilizados Classe “A”. No caso de a Sociedade protocolar junto à CVM pedido de regisParticipação societária em controladas (a) 59.862 (35.117) 24.745 na demonstração do fluxo de caixa são os seguintes: • Atividades operacio- tro de uma distribuição qualificada, as ações preferenciais Classe “A” serão Outras operacionais, líquidas (c) 7.437 – 7.437 nais: são as principais atividades geradoras de ingressos e receitas da Com- automaticamente convertidas no mesmo número de ações ordinárias. No Imposto de renda e contribuição social (679) – (679) panhia e outras atividades que não sejam atividades de investimento ou de caso de um evento considerado como liquidação da Companhia, as ações a) Participações Societárias e Investimentos – em decorrência da revisão do financiamento. • Atividades de investimentos: são as atividades relativas à preferenciais Classe “A”, terão o direito prioritário de receber, das remuneresultado de sua coligada, bem como o resultado da equivalência patrimo- aquisição e alienação de ativos não circulantes e outros investimentos não rações efetivamente recebidas pela Companhia ou pela CPM Holdings e nial. b) Prejuízos acumulados – refere-se aos reflexos dos ajustes no resul- incluídos em atividades operacionais ou de financiamento. • Atividades de pelo Grupo Braxis, conforme for o caso, o mais alto entre (a) um valor até o tado do exercício. c) Outras operacionais líquidas – incluem principalmente: financiamento: são as atividades que têm como consequência alterações na preço de subscrição acrescido de qualquer valor integralizado pelo acionista a revisão dos repasses de resultado líquido efetuados no decorrer de 2008 dimensão e composição do capital próprio e nos empréstimos obtidos pela preferencial pela aquisição das ações preferenciais Classe “A” adicionais, mais qualquer dividendo declarado e não pago ou (b) a porcentagem pro com a empresa CPM Braxis ERP, conforme contrato de cessão de direitos e Companhia. 4. Disponibilidades Controladora Consolidado rata das remunerações recebidas como resultado da liquidação atribuído as obrigações firmadas com a sua controladora CPM Braxis S.A. 2010 2009 2010 2009 ações preferenciais. Caso uma distribuição qualificada não ocorra e desde 3. Principais Práticas Contábeis – 3.1. Demonstrações Financeiras Não revisado que as ações preferenciais Classe “A” detidas pelos Acionistas preferenciais Consolidadas: As demonstrações financeiras consolidadas foram elabora– – 936 8 Classe “A” tiverem sido previamente convertidas em ações ordinárias terá das de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e abrangem Caixa 1.058 4 1.064 5 o direito de reconversão exercido no prazo máximo de 30 dias a contar da as demonstrações financeiras da Companhia e das empresas controladas. Bancos 1.058 4 2.000 13 data em que a Companhia notificar a decisão de não realizar a distribuiNo processo de consolidação foram eliminadas as participações de uma Controladora Consolidado ção. Os direitos acima descritos, cessarão mediante a conversão das ações empresa em outra, os saldos patrimoniais, as receitas e as despesas entre 5. Aplicações Financeiras 2010 2009 2010 2009 preferenciais Classe “A” em ações ordinárias, exceto para a possibilidade as empresas. As demonstrações financeiras da controlada sediada no exteNão revisado de não ocorrência de uma distribuição qualificada. 12.2. Destinação do rior foram convertidas para reais com base na taxa de câmbio na data do 3.008 – 3.008 – Lucro Líquido – 12.2.1. Direito das ações: Consoante disposição estatuencerramento do exercício e adaptadas às práticas contábeis adotadas no Aplicações financeiras 3.008 – 3.008 – tária, aos acionistas estão assegurados juros sobre o capital próprio e/ou Brasil. As demonstrações financeiras consolidadas em 31/12/2008 incluem 6. Contas a Receber de Clientes Controladora Consolidado dividendos que somados correspondam, no mínimo, a 25% do lucro líquido as seguintes empresas: 2010 2009 2010 2009 do exercício, ajustado nos termos da lei societária e do estatuto. 12.2.2. DesParticipação Período Não revisado tinação do lucro líquido: O lucro líquido, como definido no artigo 191 da Empresa no resultado – % Consolidado – – 19 1.171 Lei nº 6.404, de 15/12/1976, apurado em cada balanço terá, pela ordem, a SBS Serviços de Informática Ltda. 100% 12 meses Contas a receber de clientes – – 19 1.171 seguinte destinação: (i) Constituição da reserva legal. (ii) Constituição das Braxis ERP Software S.A. 100% 12 meses Controladora Consolidado reservas previstas nos artigos 195 e 197 da mencionada Lei nº 6.404/76, CPM Braxis S.A. 9,31% 12 meses 7. Tributos a Recuperar 2010 2009 2010 2009 mediante proposta da Diretoria, aprovada pelo Conselho e deliberada pela 3.2. Moeda Funcional e de Apresentação das Demonstrações FinanceiNão revisado Assembleia Geral. (iii) Pagamento de dividendos propostos pela Diretoria e ras: A Administração da Companhia definiu que sua moeda funcional é o 14 481 109 1.523 aprovados pelo Conselho que, somados aos dividendos intermediários e/ real (R$) de acordo com as normas descritas no Pronunciamento Técnico IRRF – 39 33 652 ou juros sobre o capital próprio, que tenham sido declarados, assegure aos CPC 02 – Efeitos nas Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de CSLL – 25 55 80 acionistas, em cada exercício, a título de dividendo mínimo obrigatório, 25% Demonstrações Contábeis, aprovado pela Resolução CFC nº 1.120/08 IRPJ – 25 – 25 (vinte e cinco por cento) do respectivo lucro líquido, ajustado pela diminuição (NBC T 7) alterada pela Resolução CFC nº 1.164/09. Transações em moeda INSS – 4 247 407 ou acréscimo dos valores especificados nos itens I, II e III do artigo 202 da estrangeira, isto é, todas aquelas que não são realizadas na moeda funcio- COFINS – 1 54 99 referida Lei nº 6.404/76. nal, são convertidas pela taxa de câmbio das datas de cada transação. Ati- PIS 14 575 498 2.786 vos e passivos monetários em moeda estrangeira são convertidos para a Controladora Consolidado 13. Despesas Administrativas e Gerais Controladora moeda funcional pela taxa de câmbio da data do fechamento. Os ganhos e 8. Partes Relacionadas Consolidado 2010 2009 2010 2009 as perdas de variações nas taxas de câmbio sobre os ativos e os passivos 2010 2009 2010 2009 Não revisado monetários são reconhecidos na demonstração de resultados. Ativos e pas- Ativo Não revisado – 20.696 – – sivos não monetários adquiridos ou contratados em moeda estrangeira são Braxis ERP Software S.A. Material de escritório (19) (3) (19) (7) 448 204 – – convertidos com base nas taxas de câmbio das datas das transações ou nas SBS Serviços de Informática Ltda. Despesas de publicação (12) – (15) – 9.777 19.845 9.777 19.845 datas de avaliação ao valor justo quando este é utilizado. 3.3. Moeda SPEC Soluction Ltda. – – – (2) – 1.333 – 1.366 Despesas com treinamento estrangeira: Os efeitos cambiais são registrados mediante a atualização ABS Advanced Business Solution Ltda. Despesas c/ serviço técnico especial (*) (10.194) (45) (12.456) (209) – 15.838 572 43.185 dos ativos e passivos, tendo como contrapartida as contas de receitas e CPM Braxis ERP Tecnologia da Informação (3) (2) (16) (7) – 10.027 – 10.027 Outras despesas administrativas despesas financeiras, até a data do balanço, quando aplicável. 3.4. Estima- Softinvest Participações Ltda. (10.228) (50) (12.506) (225) – – 24 46 tivas contábeis: São utilizadas para a mensuração e reconhecimento de CPM Braxis Outsourcing (*) Refere-se às despesas com auditoria, contabilidade, assessoria técnica, 10.225 67.943 10.373 74.469 certos ativos e passivos das demonstrações financeiras da Companhia. A consultoria administrativa e de negócios. determinação dessas estimativas levou em consideração experiências de Passivo – – – 32 eventos passados e correntes, pressupostos relativos a eventos futuros e ABS Advanced Business Solution Ltda. 1.379 39.801 1.573 44.020 14. Receitas (Despesas) Financeiras, Líquidas outros fatores objetivos e subjetivos. Itens significativos sujeitos a estimati- CPM BRAXIS S.A. Controladora Consolidado – 673 – 1.889 vas incluem: (i) a determinação das vidas úteis do ativo imobilizado e dos Pimentel Consultores Associados Ltda. 2010 2009 2010 2009 – 381 – 381 ativos intangíveis; (ii) a provisão para contingências; e outras similares. A CPM Braxis Outsourcing Não revisado 3.219 5.431 3.219 6.589 liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em Sertrading S.A. (424) 176 (422) 57 898 – 898 – Juros sobre contrato de mutuo valores divergentes dos registrados nas demonstrações financeiras devido CPM Braxis ERP (466) (260) (1.287) (523) 18 – 18 – Juros incorridos às imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Companhia CPM Braxis Outsourcing (282) (834) (204) (754) 2.801 – – – Variação cambial revisa suas estimativas e premissas, pelo menos, anualmente. 3.5. Apura- Braxis ERP Software 86 – 90 – 8.315 46.286 5.708 52.911 Receita de aplicação financeira ção do Resultado: O resultado é apurado pelo regime de competência. A (9) (2) (8) (3) receita bruta de serviços compreende o desenvolvimento de sistemas e pro- 9. Investimentos – A participação societária direta da Companhia, avaliada Serviços do sistema financeiro Outras despesas financeiras (587) (28) (592) (28) gramas de computador (software), bem como a prestação de serviços de pelo método de equivalência patrimonial, é demonstrada a seguir: 2 377 29 377 Controladora Consolidado Outras receitas assessoria na área de Informática. A apropriação dos custos dos projetos é (1.680) (571) (2.394) (874) 2010 2009 2010 2009 feita por regime de competência. As antecipações de clientes, decorrentes AjusNão Não revisado dos serviços faturados com custos a incorrer são registradas em conta Controladora Consolidado tado revisado Ajustado 15. Outras Operacionais, Líquidas específica do passivo circulante. O custo dos serviços prestados é reconhe2010 2009 2010 2009 11.233 13.713 11.233 14.439 cido como despesa do período em que a respectiva receita é reconhecida. CPM Braxis S.A. Não revisado 8.559 7.532 4.796 3.680 3.6. Tributação – 3.6.1. Tributos diretos: O imposto de renda e contribuição Braxis ERP S.A. – – – (23) 5.904 7.020 Provisão p/ créditos de liquidação duvidosa social correntes são calculados com base nas alíquotas de 15% acrescida SBS Serviços de Informática Ltda 5.904 7.020 – (169) – (169) 25.696 28.265 21.933 25.139 Multa Contratual do adicional de 10% sobre o lucro tributável excedente de R$240 no período Despesas indedutíveis (2.140) (3) (5.637) (8) 9.1. Movimentação dos investimentos ERP SBS CPM Total Repasse de resultado (*) 2.035 (8) 814 (9.257) 2010 2009 2010 2009 2010 2009 2010 2009 Outras 6.506 1.914 6.525 2.253 Ajustado Ajustado Ajustado Ajustado Impostos (892) (182) (1.102) (269) Saldo inicial 7.532 4.718 7.020 5.492 13.713 (8.263) 28.265 1.947 5.509 1.552 600 (7.473) Baixa de investimento – – – – – – – – Resultado equivalência patrimonial 1.027 2.814 (1.339) 1.528 (2.480) 21.976 (2.792) 26.318 (*) Refere-se ao acordo com o contrato de cessão de direitos e obrigações firmado com a coligada CPM Braxis S.A. e transferido para a sua controlada Saldo final 8.559 7.532 5.681 7.020 11.233 13.713 25.473 28.265 CPM Braxis ERP. 10. Imobilizado e Intangível Consolidado (Não revisado) Controladora 2009 2010 16. Instrumentos Financeiros – A Companhia participa de operações envolvendo instrumentos financeiros cujos riscos são administrados por Taxa anual Deprec./ Valor Deprec./ meio de estratégias de posições financeiras e sistemas de controles de de deprec./ amortiz. Líquido residual do amortiz. Imobilizado amortiz. em % Custo acumul. 2010 2009 Imobilizado Líquido Adições ativo baixado acumul. Líquido limites de exposição. Todas as operações estão registradas em contas patrimoniais e se destinam a atender às suas necessidades operacionais, bem Benfeitorias em imóveis de terceiros 5 1.114 (1.114) – 371 Benfeitorias em 1.114 (1.114) – 371 imóveis de terceiros 396 – – (396) – como a reduzir a exposição a riscos financeiros, principalmente de crédito Intangível 396 – – (396) – e de taxa de juros. 16.1. Valorização dos Instrumentos Financeiros: Os principais instrumentos financeiros ativos da Companhia em 31/12/2010 Despesas Pré-operacionais(*) n.a. 853 (853) – 487 Intangível estão descritos a seguir, bem como os critérios para cálculo do valor justo: 853 (853) – 487 Despesas Consolidado (Não revisado) pré-operacionais 519 – – (519) – Numerário disponível: Está apresentado ao seu valor de mercado, que equiTaxa anual Deprec./ 519 – – (519) – vale ao seu valor contábil. Recebíveis: Estão reconhecidos pelo custo amortizado, que se aproxima do seu valor de mercado em razão de sua natureza de deprec./ amortiz. Líquido Imobilizado amortiz. em % Custo acumul. 2010 2009 11. Obrigações Tributárias Controladora Consolidado de curto prazo. 16.2. Fatores de Risco que Podem Afetar os Negócios da Companhia – Risco de crédito: Advém da possibilidade de a Companhia Benfeitorias em imóveis de terceiros 5 1.155 (1.155) – 396 2010 2009 2010 2009 não receber os valores decorrentes de operações de vendas ou de créditos 1.155 (1.155) – 396 Não revisado Intangível com instituições financeiras geradas por operações de investimento finanCOFINS – 676 4 807 Despesas Pré-operacionais(*) n.a. 952 (952) – 519 ceiro. Para atenuar esse risco, a Companhia adota como prática a análise ISS – – – 89 952 (952) – 519 detalhada da situação patrimonial e financeira de seus clientes, estabele35 – 35 – (*) Referia-se a software/licença de uso de software de trabalho comprados COFINS, PIS/PASEP, CSLL cendo acompanhamento permanente do saldo devedor de suas contraparPIS – 118 1 144 para a serem utilizados em projetos futuros com os clientes. tes. Risco de taxa de juros: Os resultados da Companhia estão suscetíveis IOF – 384 – 449 A movimentação do ativo intangível pode ser assim demonstrada: a sofrer variações decorrentes das operações contratadas a taxas de juros 569 78 1.047 1.853 Controladora IRPJ flutuantes. Este risco decorre dos contratos de mútuo remunerados pela 209 37 392 692 2009 2010 CSLL taxa do CDI. Não foram contratados instrumentos de proteção para este 813 1.293 1.479 4.034 risco (hedge), tendo em vista a avaliação de que o custo seria superior aos Valor Deprec./ residual do amortiz. benefícios que poderiam deles ser obtidos. 16.3. Determinação do Valor Imobilizado Líquido Adições ativo baixado acumul. Líquido 12. Patrimônio Líquido – 12.1. Capital Social: As ações em 31/12/2010 Justo: A Companhia procede a uma avaliação de seus ativos e passivos estão assim distribuídas: Quantidade Quantidade Quantidade contábeis em relação aos valores de mercado, utilizando-se das informaBenfeitorias em de Ações de Ações Total de ções disponíveis e metodologias apropriadas, procedimento este que requer imóveis de terceiros 371 – – (371) – % Ordin. A e B. Preferenc. Ações considerável julgamento e razoáveis estimativas para se produzir o valor 371 – – (371) – Acionistas Softinvest Particip Intangível justo mais adequado. e Administração S.A 55% 51.740.175 2.025.138 53.765.313 Despesas A Diretoria 45% 41.716.114 2.316.342 44.032.456 pré-operacionais 487 – – (487) – Pessoas Físicas 100% 93.456.289 4.341.480 97.797.769 487 – – (487) – Inês da S. Leandro – Contadora – CRC 241.832/O-6
DIÁRIO DO COMÉRCIO
24 -.ECONOMIA/LEGAIS
e
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
conomia
Facebook supera os US$ 100 bi As ações da maior rede social do mundo serão listadas hoje na bolsa eletrônica dos EUA, a Nasdaq.
A
ação do Facebook que será ofertada hoje em sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) sairá a US$ 38, o que avalia a maior rede social do mundo em US$ 104 bilhões, no terceiro maior IPO de toda a história dos Estados Unidos. A oferta concede à empresa, fundada há oito anos em um dormitório da Universidade de Harvard, uma avaliação próxima à da Amazon e superior às da HP e da Dell somadas.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
As previsões de quanto será a alta da ação ao longo do dia variam bastante. Alguns especialistas dizem que qualquer salto abaixo de 50% seria decepcionante. Outros observadores afirmam que a grande quantidade de ações, aliada à elevada faixa de preço, pode reduzir os ganhos do primeiro dia em até 10%. "Creio que qualquer valor acima de 50% fará com que o IPO seja considerado bem-sucedido – qualquer número me-
nor seria frustrante", disse o analista Jim Krapfel, do Morningstar. "Muitos investidores de varejo não estão preocupados com a avaliação. Isso fará com que o papel dispare em seu primeiro dia". O e s p e c i a l i s t a L e e S i mmons, do Dun & Bradstreet, tem previsões mais modestas. "É uma oferta de grandes proporções a um preço elevado, então pode ser difícil alcançar uma grande alta. Eu esperaria ganhos entre 10% e
20%", disse Simmons. "Quando se fala de dobrar ou uma alta do tamanho do LinkedIn, é mais difícil de cumprir essa meta, já que o Facebook está oferecendo mais ações". O valor da ação da rede social profissional LinkedIn dobrou em seu primeiro de dia listagem na New York Stock Exchange. O Facebook tem 901 milhões de usuários e aposta principalmente em mercados como Brasil e Índia. (Reuters)
Braxis ERP Software S.A. CNPJ/MF nº 07.842.242/0001-71 Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2007 e 2006 (Valores expressos em milhares de reais) Balanços Patrimoniais Demonstração dos Resultados Ativo 2007 2006 Passivo 2007 2006 (Valores expressos em milhares de reais, exceto prejuízo líquido por ação) Circulante 25.584 803 Circulante 17.741 3.579 Receita Operacional Bruta 2007 2006 Disponibilidades (nota 4) 31 57 Salários e obrigações sociais (nota 12) 13.922 3.051 Receitas de prestação de serviços 58.326 3.829 Contas a receber de clientes (nota 5) 21.644 363 Obrigações tributárias (nota 13) 2.092 205 Deduções da receita bruta (4.438) (234) Adiantamentos a empregados e fornecedores (nota 6) 2.170 227 Outras contas a pagar (nota 14) 1.727 323 Receita Operacional Líquida 53.888 3.595 Tributos a compensar e recuperar (nota 7) 1.709 156 Exigível a Longo Prazo 23.751 – Despesas Operacionais Despesas antecipadas 11 – Partes relacionadas (nota 8) 23.751 – Com pessoal (nota 16) (52.201) (12.189) Outros créditos 19 – (Passivo a Descoberto) Patrimônio Líquido (Nota 15) (13.964) 87 Administrativas e gerais (nota 17) (7.539) (1.879) Realizável a Longo Prazo – 2.381 Capital social (nota 15.1) 2.010 2.010 Com estrutura (nota 18) (5.750) (251) Partes relacionadas (nota 8) – 2.381 Adiantamentos para aumento de capital (nota 15.2) 9.635 9.150 Financeiras, líquidas (nota 19) (1.425) (186) Permanente 1.944 482 Prejuízos acumulados (25.609) (11.073) Depreciações e amortizações (46) (147) Investimentos (nota 9) 1.786 – Total do Passivo 27.528 3.666 Tributárias (5) (18) Imobilizado (nota 10) 63 268 A movimentação do ativo imobilizado e intangível pode ser assim demons- Resultado de equivalência patrimonial 329 – Intangível (nota 10) 23 6 trada: (1.787) 2 2006 2007 Outras despesas operacionais, líquidas (nota 20) Diferido (nota 11) 72 208 (68.424) (14.668) Valor Total do Ativo 27.528 3.666 Prejuízo antes do IRPJ e da Contribuição Social (14.536) (11.073) residual Deprec./ Imposto de renda e contribuição social – – Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras do ativo amortiz. (14.536) (11.073) 1. Contexto Operacional – A Braxis ERP Software S.A. (“Braxis ERP” ou Imobilizado Líquido Adições baixado acumul. Líquido Prejuízo Líquido do Exercício Quantid. de Ações ao Final do Exerc. (nota 15.1) 2.010.100 2.010.100 “Companhia”) tem por atividades principais o desenvolvimento de sistemas Benfeit. em imóv. de terc. 37 – – (4) 33 5 (131) (12) 9 Prejuízo Líq. do Exerc. por Ações (Em reais – R$) (7,2315) (5,5087) e programas de computador (software) específicos, a prestação de serviços Equip. processam. de dados 147 9 1 – (1) 9 de consultoria e assessoria na área de Informática, participação no capital Instalações Demonstração das Mutações do (Passivo a Descoberto) Patrim. Líq. 70 – (59) (4) 7 e nos lucros de outras empresas nacionais ou estrangeiras na condição de Móveis e utensílios Adianta5 – – – 5 acionista, sócia ou quotista, titular de debêntures ou partes beneficiárias, em Direito de uso de software mentos p/ 268 6 (190) (21) 63 caráter permanente ou temporário, como controladora ou minoritária, bem Capital aumento Prejuíz. como quaisquer atividades relacionadas à administração e gestão dos bens Intangível Saldos em 31/12/2005 social de capital acumul. Total Marcas e patentes 6 17 – – 23 detidos pela própria Companhia. – Não revisado 0,1 – – 0,1 6 17 – – 23 Aumento de capital (nota 15.1) 2. Apresentação das Demonstrações Financeiras – As demonstrações 2.010 – – 2.010 2005 2006 Adiantam. p/aum. de cap.(nota 15.2) financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas conforme as prá– 9.150 – 9.150 Valor ticas contábeis adotadas no Brasil e em consonância à Lei das Sociedades Prejuízo do exercício – – (11.073) (11.073) residual Deprec./ por Ações (Lei nº 6.404/76). Saldos em 31/12/2006 2.010 9.150 (11.073) 87 do ativo amortiz. 3. Principais Práticas Contábeis – 3.1. Estimativas contábeis: São utiAdiantam. p/aum. de cap.(nota 15.2) – 485 – 485 Líquido Adições baixado acumul. Líquido Prejuízo do exercício lizadas para a mensuração e reconhecimento de certos ativos e passivos Imobilizado – – (14.536) (14.536) – 724 – (577) 147 Saldos em 31/12/2007 das demonstrações financeiras da Companhia. A determinação dessas Equip. processam. de dados 2.010 9.635 (25.609) (13.964) – 41 – (4) 37 estimativas levou em consideração experiências de eventos passados e Benfeit. em imóv. de terc. Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos Instalações – 9 – – 9 correntes, pressupostos relativos a eventos futuros e outros fatores obje2007 2006 – 162 – (92) 70 Origens de Recursos tivos e subjetivos. Itens significativos sujeitos a estimativas incluem: (i) a Móveis e utensílios – 5 – – 5 Das operações provisão para créditos de liquidação duvidosa; (ii) a determinação das vidas Direito de uso de software Prejuízo do exercício (14.536) (11.073) – 941 – (673) 268 úteis do ativo imobilizado e dos ativos intangíveis; e outras similares. A liquiItens que não afetam o capital circulante líquido: dação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em Intangível (329) – – 6 – – 6 Resultado de equivalência patrimonial valores divergentes dos registrados nas demonstrações financeiras devido Marcas e patentes 399 – – 6 – – 6 Valor residual do ativo permanente baixado às imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Companhia 46 147 Em 2006 do total de adições ao imobilizado e ao intangível, R$941 e R$6, Depreciação e amortização revisa suas estimativas e premissas, pelo menos, anualmente. 3.2. Apu(14.420) (10.926) respectivamente, R$923 e R$1 referem-se ao valor de custo do imobilizado Recursos oriundos das operações ração do resultado: O resultado é apurado pelo regime de competência. e do intangível, respectivamente, integralizados ao capital social da Com- Dos sócios A receita bruta de serviços compreende o desenvolvimento de sistemas e panhia. Do mesmo modo, do total de R$(673) referente à depreciação do Aumento de capital – 2.010 programas de computador (software), bem como a prestação de serviços imobilizado, o montante de R$(586) refere-se ao valor da depreciação acu- Adiantamento para futuro aumento de capital 485 9.150 de assessoria na área de Informática. A apropriação dos custos dos pro- mulada do imobilizado integralizada ao capital da Companhia. Outros jetos é feita por regime de competência. 3.3. Tributação: 3.3.1. Tributos 11. Diferido Redução do realizável a longo prazo 2.381 – Taxa anual de Deprediretos: O Imposto de Renda e contribuição social correntes são calcula23.751 – Amortização/ ciação Líquido Aumento do exigível a longo prazo dos com base nas alíquotas de 15% acrescida do adicional de 10% sobre o Total das Origens 12.197 234 em % Custo acumul. 2007 2006 lucro tributável excedente de R$240 no período de 12 meses para Imposto Gastos aquisição desp. logiciais (*) 20 88 (16) 72 208 Aplicações de Recursos de Renda e 9% sobre o lucro tributável para a contribuição social. A com– 2.381 88 (16) 72 208 Aumento do realizável a longo prazo pensação dos prejuízos fiscais de Imposto de Renda e da base negativa (*) Refere-se a software/licença de uso de software de trabalho, comprados Investimentos permanentes 1.457 – da contribuição social está limitada à base de 30% dos lucros tributáveis para serem utilizados em projetos futuros com os clientes Adições ao imobilizado 6 355 anuais, sem prazo de prescrição. 3.3.2. Tributos indiretos: As receitas A movimentação do ativo diferido pode ser assim demonstrada: Adições ao intangível 17 6 de prestação de serviços está sujeita aos impostos e contribuições pelas 2006 2007 Adições ao diferido 97 268 seguintes alíquotas básicas: • Imposto sobre Serviços de Qualquer NatuValor Total das Aplicações 1.577 3.010 reza (ISSQN): 2% a 5%. • Programa de Integração Social (PIS): 0,65%. • residual AmortiAumento (Redução) do Capital Circulante Líquido 10.620 (2.776) Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins): 3%. Estes do ativo zação Demonstração da Var. do Capital Circulante Líquido: tributos são apresentados como deduções das receitas na demonstração Gastos de aquisição Líquido Adições baixado acumul. Líquido Ativo circulante: do resultado. 3.4. Ativos Circulantes e Não Circulantes: 3.4.1. Disponi- desp. logiciais 208 97 (210) (24) 72 No fim do exercício 25.584 803 bilidades: São valores em caixa e equivalentes de caixa, incluindo valo208 97 (210) (24) 72 No início do exercício 803 0,1 res mantidos em contas bancárias. 3.4.2. Contas a receber de clientes: 2005 2006 24.781 803 Registradas e mantidas no balanço pelo valor nominal dos títulos represenValor Passivo circulante: tativos destes créditos, quando aplicável, e segregados entre curto e longo residual AmortiNo fim do exercício 17.741 3.579 prazo de acordo com o prazo de vencimento desses créditos. A provisão do ativo zação No início do exercício 3.579 – Líquido Adições baixado acumul. Líquido para créditos de liquidação duvidosa é constituída com base nas perdas Gastos de aquisição 14.161 3.579 – 495 – (287) 208 Aumento (Redução) do Capital Circulante Líquido estimadas e seu montante é considerado suficiente pela Administração desp. logiciais 10.620 (2.776) – 495 – (287) 208 para cobrir perdas prováveis na realização das contas a receber. 3.4.3. 2007 2006 Investimentos: Os investimentos em empresas controladas e coligadas Em 2006, do total de adições ao diferido, R$429 refere-se ao valor de custo 18. Despesas com Estrutura (4.960) (13) são avaliados pelo método de equivalência patrimonial. 3.4.4. Imobilizado do diferido integralizado ao capital social da Companhia. Do mesmo modo, Processamento de dados (*) Aluguéis (300) (176) do total de R$(287) referente à amortização do diferido, o montante de e intangível: Os ativos imobilizados e intangíveis são registrados pelo (50) (30) custo de aquisição ou construção, deduzido da depreciação calculada pelo R$(227) refere-se ao valor da amortização acumulada do diferido integrali- Água, energia e gás Comunicações (32) (20) método linear com base nas taxas mencionadas na nota explicativa nº 10, zada ao capital da Companhia. (25) (12) 2007 2006 Manutenção e conservação e levam em consideração o tempo de vida útil estimada dos bens e direi- 12. Salários e Obrigações Sociais Outras (383) – 8.150 1.139 tos segundo parâmetros e taxas estabelecidos pela legislação tributária Salários e proventos (5.750) (251) 4.374 1.304 vigente. 3.4.5. Diferido: O diferido é registrado ao custo de aquisição e Impostos e contribuições sobre salários (*) Refere-se à locação de equipamentos de processamento de dados e 1.398 372 formação, deduzido da amortização, a qual é calculada pelo método linear Provisão de férias – 236 execução de serviços. às taxas mencionadas na nota explicativa nº 11, que levam em considera- Outros 19. Despesas Financeiras, Líquidas 2007 2006 13.922 3.051 ção o período de contribuição de tais ativos. É registrado somente quando (903) (7) 2007 2006 Juros sobre contrato de mútuo há expectativa de realização futura em função dos benefícios econômicos 13. Obrigações Tributárias (525) (179) 852 69 Serviços do sistema financeiro relacionados a esse ativo. 3.4.6. Demais ativos circulantes e não circu- ISS Outros 3 – Cofins 677 77 lantes: Os demais ativos são registrados pelos seus valores de aquisição, (1.425) (186) 303 – acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço e reduzidos, IRPJ 20. Outras Despesas Operacionais, Líquidas 2007 2006 Pis 147 16 mediante provisão, aos seus valores prováveis de realização, quando apli(1.833) – 63 – Repasse de resultado (*) cável. 3.5. Passivos circulantes e não circulantes: 3.5.1. Provisões: CSLL (682) – 29 24 Provisão para créditos de liquidação duvidosa Uma provisão é reconhecida no balanço quando a Companhia possui Cofins, Pis/Pasep, CSLL Perdão de dívida (**) 723 – IOF 10 10 uma obrigação legal ou é constituída como resultado de um evento pasLucro na alienação de valores e bens 14 32 IRRF 8 8 sado, e é provável que um recurso econômico seja requerido para saldar (9) (30) INSS 3 1 Outras a obrigação. As provisões são registradas tendo como base as melhores (1.787) 2 2.092 205 estimativas do risco envolvido. 3.5.2. Provisão para contingências: As 14. Outras Contas a Pagar 2007 2006 (*) Refere-se ao acordo com o contrato de cessão de direitos e obrigações provisões para contingências, quando aplicável, são constituídas mediante Assessorias firmado com a coligada CPM Braxis S.A. e transferido para a sua controlada 1.000 43 avaliações de seus riscos e quantificadas com base em fundamentos eco- Benefícios 253 139 CPM Braxis ERP. nômicos e pareceres jurídicos sobre os processos e outros fatos contin- Provisão para contas a pagar 2 104 (**) Refere-se a perdão de juros e multa no contrato de mútuo com a Pimengenciais conhecidos na data do encerramento do exercício. 3.5.3. Demais Outras 473 36 tel Consultores e Associados. passivos circulantes e não circulantes: São demonstrados pelos valores 1.727 323 21. Eventos Subsequentes – 21.1. Ajustes de Exercícios Anteriores: conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspon- 15. Patrimônio Líquido – 15.1. Capital Social: Em 21/12/2005 foi aprovada Considerando o processo de consolidação que vem sendo implementado dentes encargos, variações monetárias e/ou cambiais incorridas até a data a constituição da sociedade por ações fechada denominada GNPV Consul- pela Companhia e seus acionistas, as práticas e estimativas contábeis do balanço patrimonial. toria S.A. (antiga denominação da Companhia), cujo capital social inicial era adotadas foram revisadas. Nesse contexto, as demonstrações financeiras 4. Disponibilidades 2007 2006 representado por 1.000 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal, referentes ao exercício findo em 31/12/2007, ora apresentadas, quando de Caixa – 1 assim distribuído entre os acionistas: sua reapresentação para fins de comparabilidade nas demonstrações finanBancos 31 56 2005 ceiras relativas ao exercício findo em 31/12/2008, serão ajustadas, conforme 31 57 Não revisado detalhamos a seguir: 5. Contas a Receber de Clientes 2007 2006 Publica- Reclassifi- A ser repuEm Reais (R$) Contas a receber de clientes 22.326 1.014 blicado Capital Capital inte- Quantidade Demonstração contábil/rubrica ção atual cação/ajuste (-) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (682) – subscrito gralizado de ações Balanço Patrimonial (-) Duplicatas descontadas – (651) Pimentel Consult. Associados Ltda. 500 50 500 Ativo Disponibilidades 31 (22) 9 21.644 363 ABS – Advanced Business (a) 21.644 (4.105) 17.539 6. Adiantamentos a Empregados e Fornecedores Solutions Ltda. 500 50 500 Contas a receber de clientes Adiant. a empreg. e forneced. 2.170 – 2.170 2007 2006 1.000 100 1.000 1.709 10 1.719 Adiantamentos a empregados 2.143 173 Em 24/02/2006, a Companhia emitiu 2.009.100 ações ordinárias nomina- Tributos a compensar e recup. 11 – 11 Adiantamentos a fornecedores 27 54 tivas, sem valor nominal, que foram totalmente integralizadas pelos acio- Despesas antecipadas 19 – 19 2.170 227 nistas pela conferência dos acervos dos acionistas referidos no Laudo de Outros créditos Investimentos (b) 1.786 (283) 1.503 7. Tributos a Compensar e Recuperar 2007 2006 Avaliação, ratificando a nomeação da empresa Confirp-Sul Consultoria Con63 – 63 Antecipação de IRPJ e CSLL 918 – tábil Ltda., responsável por sua elaboração, que somadas as 1.000 ações Imobilizado Intangível 23 72 95 Cofins 317 70 emitidas anteriormente, podem ser assim demonstradas: 72 (72) – 24/02/2006 Diferido IRRF 199 42 Passivo Em milhares de Reais (R$) CSLL 182 28 Salários e obrigações sociais 13.922 – 13.922 Capital Capital inteQuantidade PIS 69 16 (c) 2.092 359 2.451 subscrito gralizado de ações Obrigações tributárias Outros 24 – (d) 1.727 681 2.408 1.088 1.088 1.088.050 Outras contas a pagar 1.709 156 Pimentel Consult. Assoc. Ltda. Partes relacionadas (e) 23.751 6.219 29.970 ABS – Advanced Business Capital social 2.010 – 2.010 Solutions Ltda. 922 922 922.050 8. Partes Relacionadas 2007 2006 9.635 – 9.635 2.010 2.010 2.010.100 Adiant. p/ aum. de capital Ativo (*) Prejuízos acumulados (f) (25.609) (11.659) (37.268) Braxis Tecnologia da Informação S.A. – 2.381 Os acervos líquidos conferidos referem-se a valores de disponibilidade, Publica- Reclassifi- A ser repu– 2.381 contas a receber de clientes, créditos com pessoas ligadas, imobilizado, blicado empréstimos e financiamentos e débitos com pessoas ligadas. Em 3/03/2006 Demonstração contábil/rubrica ção atual cação/ajuste Passivo (**) Prejuízo do Exercício a Companhia deliberou a aprovação do Protocolo de Justificação de IncorBraxis Tecnologia da Informação S.A. 19.401 – 58.326 (4.705) 53.621 CPM Braxis ERP 1.832 – poração de Ações celebrado com a Braxis Tecnologia da Informação S.A., Receitas de prest. de serviços (g) (g) (4.438) (390) (4.828) Sertrading S.A. 1.158 – passando a Companhia a ser sua subsidiária integral. Em 31/12/2007 e Deduções da receita bruta Com pessoal (52.201) – (52.201) CPM Braxis S.A. 1.053 – 2006 o capital subscrito e integralizado é representado por 2.010.100 ações Administrativas e gerais (7.539) – (7.539) ordinárias nominativas, sem valor nominal, sendo assim distribuídas: Pimentel Consultores Associados 146 – Com estrutura (5.750) – (5.750) Em milhares de reais SBS Serviço de Informática 5 – Financeiras, líquidas (h) (1.425) (2.036) (3.461) Capital Capital inteQuantidade Outros 156 – 329 (283) 46 subscrito gralizado de ações Result. de equival. patrimonial (b) 23.751 – (46) – (46) Braxis Tecnologia da Informação S.A. 2.010 2.010 2.010.100 Depreciações e amortizações (*) Refere-se a contratos de mútuo com vencimento de até 365 dias e atua(5) – (5) 2.010 2.010 2.010.100 Tributárias lizado pelo IGPM. (i) (1.787) (4.245) (6.032) 15.2. Adiantamento para Aumento de Capital 2007 2006 Outras operacionais, líquidas (**) Refere-se a contratos de mútuo com vencimento de até 365 dias e atuaBraxis Tecnologia da Informação S.A. 9.635 9.150 (a) Contas a receber de clientes – em decorrência da revisão do escopo de lizado pelo CDI. 9.635 9.150 determinados projetos da empresa, bem como do critério de faturamento 15.3. Destinação do Lucro Líquido: 15.3.1. Direito das ações: Conso- desses projetos, foram revertidas receitas de faturamento com prestação de 9. Investimentos – A participação societária direta da Companhia, avaliada ante disposição estatutária, aos acionistas estão assegurados juros sobre o serviço no montante de R$4.105. Por este valor ser de competência do exerpelo método de equivalência patrimonial, é demonstrada a seguir: capital próprio e/ou dividendos que somados correspondam, no mínimo, a cício de 2007, o mesmo foi reconhecido no resultado do exercício no seu 2007 2006 25% do lucro líquido do exercício, ajustado nos termos da lei societária e do ano de competência, e as demonstrações financeiras em 31/12/2007 foram CPM Braxis S.A. 1.786 – estatuto. 15.3.2. Destinação do lucro líquido: O lucro líquido, como defi- reapresentadas para fins de comparação. (b) Participações Societárias e 1.786 – nido no artigo 191 da Lei nº 6.404, de 15/12/1976, apurado em cada balanço Investimentos – em decorrência da revisão do resultado de sua coligada, Em 30/03/2007, por meio da Ata de Assembleia Geral Extraordinária da terá, pela ordem, a seguinte destinação: (i) Constituição da reserva legal. (ii) bem como o resultado da equivalência patrimonial, foi revertido o valor de companhia CPM S.A., a Braxis ERP Software S.A., representada por seus Constituição das reservas previstas nos artigos 195 e 197 da mencionada R$283. (c) Obrigações tributárias – em decorrência da revisão do escopo de diretores, subscreveu 1.097.239 novas ações ordinárias, escriturais, nomi- Lei nº 6.404/76, mediante proposta da Diretoria, aprovada pelo Conselho e determinados projetos da empresa, bem como do critério de faturamento nativas, sem valor nominal, representativas do capital social da CPM S.A, deliberada pela Assembleia Geral. (iii) Pagamento de dividendos propos- desses projetos, foram revertidas receitas de faturamento com prestação de ao preço de emissão de aproximadamente R$1,3276 por ação. O preço de tos pela Diretoria e aprovados pelo Conselho que, somados aos dividendos serviço, por consequência tivemos a reversão dos impostos compensados emissão foi fixado em observância ao § 1º do art. 170 da Lei nº 6.404/76, intermediários e/ou juros sobre o capital próprio, que tenham sido decla- no montante de R$359 no exercício de 2007. (d) Outras contas a pagar – a sendo R$0,50 por ação destinados à conta de capital social e, aproximada- rados, assegure aos acionistas, em cada exercício, a título de dividendo receita pela prestação de serviços é reconhecida tendo como base a etapa mente, R$0,8276 por ação destinados à reserva de capital, a título de ágio mínimo obrigatório, 25% (vinte e cinco por cento) do respectivo lucro líquido, de execução dos serviços realizados até a data-base de balanço, de acordo na subscrição de ações, consoante o art. 182 § 1º, “a” da Lei nº 6.404/76. As ajustado pela diminuição ou acréscimo dos valores especificados nos itens com a porcentagem do total de serviços a serem realizados, na medida ações ora subscritas são integralizadas, mediante a contribuição ao capital I, II e III do artigo 202 da referida Lei nº 6.404/76. em que todos os custos relacionados aos serviços possam ser mensurados da Companhia do acervo líquido discriminado no Laudo de Avaliação dos 16. Despesas com Pessoal 2007 2006 confiavelmente. As antecipações de clientes, decorrentes dos serviços fatuAtivos Braxis ERP, o qual estabelece que vale pelo menos R$1.457. Os lau- Proventos (19.514) (5.438) rados com custos a incorrer foram registradas no valor a menor de R$681 dos de avaliação foram elaborados pela empresa especializada Confirp-Sul Participação nos resultados (18.467) (3.498) que resultou no ajuste em 2007. (e) Partes relacionadas – refere-se a moviConsultoria Contábil Ltda., na data-base de 17/03/2007 e aprovados pela Benefícios (7.551) (1.508) mentações atreladas a contrato de mútuo com empresas ligadas e coliga(6.628) (1.745) das, incluem principalmente: a revisão dos repasses de resultado líquido totalidade dos acionistas em Ata de Assembleia Geral Extraordinária em Encargos sociais Outros (41) – efetuados no decorrer de 2007 com a empresa CPM Braxis ERP, conforme 30/03/2007. (52.201) (12.189) contrato de cessão de direitos e obrigações firmadas com a sua controla9.1. Movimentação dos investimentos CPM Braxis S.A. 2007 2006 dora CPM Braxis S.A (f) Prejuízos acumulados – refere-se aos reflexos dos Saldo em 31/12/2006 – 17. Despesas Administrativas e Gerais (2.246) (54) ajustes no resultado do exercício. (g) Receitas de prestação de serviço / Aquisição de investimentos 549 Viagens e representações (1.912) (923) dedução da receita bruta – em decorrência da revisão do escopo de deterÁgio gerado nas aquisições 908 Serviço técnico especial (*) Projetos (**) (1.318) – minados projetos da Companhia, bem como do critério de faturamento desAjustes de equivalência patrimonial 329 (419) (61) ses projetos, foram revertidas receitas líquidas de faturamento no montante Saldo final 1.786 Treinamento Promoções e relações públicas (403) (93) de R$5.095. (h) Financeiras, líquidas – o relacionamento financeiro com as Serviços de terceiros (133) (52) empresas ligadas era formalizado por meio de contratos de mútuo, os quais 10. Imobilizado e Intangível Transporte (131) (409) foram objeto de distrato. Em função dos distratos, o relacionamento finanTaxa anual de Deprec./ (30) (9) ceiro passou a ser formalizado por meio de celebração de contas-correntes depreciação/ amortiz. Líquido Propaganda e publicidade (29) (35) com as empresas ligadas. Assim, os saldos de conta-corrente não estão Imobilizado amortiz. em % Custo acumul. 2007 2006 Material de escritório Publicação (2) (4) sujeitos a atualizações monetárias, e não tem data de vencimento preesBenfeit. em imóv. de terc. 5 41 (8) 33 37 – (9) tabelecida, com isso as movimentações financeiras ocorridas com multa e Instalações 10 10 (1) 9 9 Seguros IOF sob os distratos foram revertidos. (i) Outras despesas/receitas operacioOutras (916) (230) Equip. de processam. de dados 5 484 (475) 9 147 (7.539) (1.879) nais – incluem principalmente: a revisão dos repasses de resultado líquido Móveis e utensílios 10 10 (3) 7 70 (*) Refere-se às despesas com auditoria, contabilidade, assessoria técnica, efetuados no decorrer de 2007 com a empresa CPM Braxis ERP, conforme Direito de uso de software 5 5 – 5 5 contrato de cessão de direitos e obrigações firmadas com a sua controla550 (487) 63 268 consultoria administrativa e de negócios. (**) Refere-se a reembolsos de despesas de funcionários. dora CPM Braxis S.A. Intangível n.a. 23 – 23 6 23 – 23 6 A Diretoria Reinaldo Dantas – Contador – CRC 1SP 110.330/O-6
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: CONCORRÊNCIAS A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para execução de Obras: CONCORRÊNCIA Nº - OBJETO - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ÁREA (se houver) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÍNIMO P/ PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAÇÃO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 70/00412/12/01 - Reforma de Prédio Escolar e Construção de Ambientes Complementares com Fornecimento, Instalação, Licenciamento e Manutenção de Elevador - EE/ETEC Brasílio Machado/Jose Rocha Mendes (Cl Descentr) Rua Afonso Celso, 311 - Cep 4119-001 - Vila Mariana - São Paulo/SP - 210 – 24,20 - R$ 224.394,00 - R$ 22.439,00 - 09:30 - 20/06/2012. 70/00465/12/01 - Construção de Ambientes Complementares com Fornecimento, Instalação, Licenciamento e Manutenção de Elevador e Reforma (Restauro) de Prédio Escolar - EE João Kopke - Al. Cleveland, 331 - Cep 01218000 - Campos Elíseos - São Paulo/SP - 210 – 35,81 - R$ 280.634,00 - R$ 28.063,00 - 10:00 - 20/06/2012. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 18/05/2012, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 50,00 (cinquenta reais). Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada à Supervisão de Licitações da FDE, conforme valor indicado acima. Os invólucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: TOMADAS DE PREÇOS A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para execução de Obras: TOMADA DE PREÇOS Nº - OBJETO - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ÁREA (se houver) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÍNIMO P/ PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAÇÃO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 69/00552/12/02 - Construção de Ambientes Complementares com Fornecimento, Instalação, Licenciamento e Manutenção de Elevador e Reforma de Prédio Escolar - EE Profª Maria de Lourdes Barreiros Carvalho - Av. Wenceslau Braz, S/N - Cep: 18213-170 - Jd. Marabá – Itapetininga/SP - 210 - 35,24 - R$ 93.655,00 - R$ 9.365,00 - 09:30 - 05/ 06/2012. 70/00385/12/02 - Reforma de Prédio Escolar - EE Dep Ivete Vargas - Est do Rio Pequeno, 2700 - Cep: 09450-000 Vila Palmira - Rio Grande da Serra/SP - 150 - 18,77 - R$ 51.603,00 - R$ 5.160,00 - 10:00 - 05/06/2012. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP, ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 18/05/2012, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 40,00 (quarenta reais). Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada à Supervisão de Licitações da FDE, conforme valor indicado acima. Os invólucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. JOSÉ BERNARDO ORTIZ Presidente
Vanguarda Agro g g S.A. - CNPJ/MF nº 05.799.312/0001-20 - NIRE nº 35.300.380.657 Ata da Reunião do Conselho de Administração de 12/04/2012 1. Data, Hora e Local: Realizada às 15:00 h do dia 12/04/2012, na sede da Cia., localizada na Cidade de São Paulo/SP, na Av. Brig. Faria Lima 1461 - 4º - Torre Sul - Pinheiros, CEP 01452-921. 2. Convocação e Presença: Convocação efetuada na forma do art. 17 do Estatuto Social da Cia., reuniram-se os membros do Conselho de Administração da Cia.: Srs. Katia Martins Costa, José Ferraz Ferreira Filho, Rodrigo Geraldi Arruy, Otaviano Olavo Pivetta e Neusa Lúcia Pivetta. 3. Mesa: A Reunião foi presidida pela Sra. Katia Martins Costa e secretariada pelo Sr. Cristiano Soares Rodrigues. 4. Ordem do Dia: (i) Autorizar o encerramento das filiais da Cia. nos seguintes Estados: Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraíba, Ceará, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso; (ii) Autorizar as providências necessárias para o cancelamento das inscrições nos órgãos públicos (Federal, Estadual e Municipal) que as filiais estiverem submetidas. 5. Deliberações Tomadas pelos Presentes: Os membros do Conselho de Administração aprovaram, por unanimidade (i) Autorizar o encerramento das filiais da Cia. nos seguintes endereços: a) Av. Araguai, 1.452, Alto Paraná, CEP: 68.551-000, no município de Redenção/PA, CNPJ/MF nº 05.799.312/0019-50 e Inscrição Estadual nº 15.261.179-7; b) R. Barão da Boa Vista, 242, 2º, Bairro Gercino Coelho, CEP: 56.306-080, no município de Petrolina/PE, CNPJ/MF nº 05.799.312/0004-73 e Inscrição Estadual nº 18.1.190.0334357-3; c) R. Senador João Câmara, 13, CEP: 50.200-000, no município de Santa Cruz/RN, CNPJ/MF nº 05.799.312/0007-16 e Inscrição Estadual nº 20.201.661-7; d) R. Teodoro da Fonseca, 789, Centro, CEP: 58.175-000, no município de Cuité/PB, CNPJ/MF nº 05.799.312/0011-00 e Inscrição Estadual nº 16.149.508-7; e) Av. Desembargador Moreira, 2.120, sala 103, Bairro de Aldeota, CEP: 60.170-002, no município de Fortaleza/CE, CNPJ/MF n° 05.799.312/0013-64 e isenta de Inscrição Estadual; f) R. Santa Cecília, 1.142, Loteamento Eusébio Central Park, Pires Façanha, CEP: 61.760-000, no município de Eusébio/CE, CNPJ/MF nº 05.799.312/0014-45 e Inscrição Estadual nº 06.203.758-7; g) Av. Senador Pinheiro Machado, 5753, Bairro Industrial, CEP: 97.800-000, no município de São Luiz Gonzaga/RS, CNPJ/MF nº 05.799.312/0015-26 e Inscrição Estadual nº 126/0081394; h) R. Camilio Ermelino da Silva, 956, Bairro Vila Planalto, CEP: 79.826-070, no município de Dourados/MS, CNPJ/MF nº 05.799.312/0016-07 e isenta de Inscrição Estadual; i) R. Marechal Rondon, 45, Centro, CEP: 29.395-000, no município de Ibatiba/ES, CNPJ/MF n° 05.799.312/0017-98 e isenta de Inscrição Estadual; j) R. Minas Gerais, 706-E, Bairro Presidente Medici, Edifício Dona Delle, CEP: 89.801-200, no município de Chapecó/SC, CNPJ/MF nº 05.799.312/0018-79 e isenta de Inscrição Estadual; k) R. 16ª, 380, Quadra 23ª, Lote 01, CEP: 74075-150, no município de Goiânia/GO, CNPJ/MF nº 05.799.312/0020-93 e isenta de Inscrição Estadual; e I) Av. Senador Metelo, 1.022, CEP: 78.000-000, no município de Cuiabá/MT, CNPJ/MF nº 05.799.312/0021-74 e isenta de Inscrição Estadual e (ii) Autorizar as providências necessárias para o cancelamento das inscrições nos órgãos públicos (Federal, Estadual e Municipal) que as filiais estiverem submetidas. 6. Encerramento: Nada mais havendo a ser tratado e inexistindo qualquer outra manifestação, foi encerrada a presente reunião, da qual lavrou-se a presente ata que, lida e aprovada, foi assinada por todos os presentes. São Paulo, 12/04/2012. Conselheiros: Katia Martins Costa, José Ferraz Ferreira Filho, Otaviano Olavo Pivetta, Neusa Lúcia Pivetta e Rodrigo Geraldi Arruy. Certifico com o original lavrado em livro próprio. Katia Martins Costa - Presidente. Cristiano Soares Rodrigues - Secretário. JUCESP nº 195.087/12-4 em 09/05/2012. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral. PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA AVISO DE ABERTURA DE LICITAÇÃO Acha-se aberto na Prefeitura do Município de Bragança Paulista os seguintes certames licitatórios: TOMADA DE PREÇOS 004/2012 OBJETO: CONSTRUÇÃO DE GALERIA DE ÁGUAS PLUVIAIS - VILA APARECIDA DATA DE REABERTURA: 04.06.2012, ÀS 14h30 HORAS VALOR ESTIMÁVEL: R$ 232.795,3 GARANTIA PARA LICITAR (CAUÇÃO) ATÉ: 01.06.2012 VISITA TÉCNICA DE 01.06.2012 O presente edital é publicado em resumo no Diário Oficial do Estado (DOE), no Diário do Comércio, Jornal Local e afixado no quadro de avisos da Prefeitura Municipal.” As informações poderão ser obtidas na Divisão de Licitação, Compras e Almoxarifado da Prefeitura Municipal, sita à Avenida Antonio Pires Pimentel, nº 2.015, Centro ou pelo telefone (11) 4034-7056 / 59, em dias úteis das 09:00 às 16:00 horas. Bragança Paulista, 16 de maio de 2012. JOSÉ PEREIRA DE GODOI CHEFE DA DIVISÃO DE LICITAÇÃO, COMPRAS E ALMOXARIFADO
PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATÓRIO Nº 43/12 - PREGÃO Nº 20/12 Processo Licitatório 43/12 – Pregão 20/12 – Objeto: Contratação de agência de publicidade, para veiculação dos atos, programas, obras, serviços e campanhas, com o objetivo de atender às necessidades da Administração, até 31 de dezembro de 2012. Termo de Rerratificação. 1 – Fica acrescentado no objeto do Anexo I – Termo de Referência, integrante do edital do processo supra, o subitem 2.9 no item 2 – Mídia Impressa – Jornal, com a seguinte redação: “2.9 – 1.230 (um mil e duzentos e trinta) centímetros quadrados, por mês, em página interna do jornal Folha Regional, editado por Márcia Sueli Barreto Canevari – ME, Rua Vereador Manoel Teixeira de Freitas nº 1.700, Andradina-SP, inscrita no CNPJ(MF) sob nº 07.525.197/0001-21.” 2 – A data prevista para a realização do certame, constante no preâmbulo do edital, passa a ser 04 de junho de 2012, às 14 horas. As demais cláusulas, prazos e condições permanecem inalterados. Castilho – SP. 16 de maio de 2012. Antonio Carlos Ribeiro – Prefeito. A Debitar (18.05.12). 2ª VARA DE FALÊNCIAS E RECUPERAÇÕES JUDICIAIS EDITAL DE CITAÇÃO - PRAZO DE 20 DIAS - PROCESSO Nº 0038024-11.2011.8.26.0100 - PEDIDO DE FALÊNCIA. O Doutor Caio Marcelo Mendes de Oliveira, MM. Juiz de Direito da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, do Foro Central Cível, da Comarca de de São Paulo, do Estado de São Paulo, na forma da Lei, etc. FAZ SABER a UNION IMPORT ELETRO ELETRÔNICO INFORMÁTICA LTDA. EPP., CNPJ/MF. 08.791.150/0001-72 que BANCO SAFRA S/A., ajuizou um PEDIDO DE FALÊNCIA por ser credor da quantia de R$ 116.000,00 (valor principal), relativo a uma cédula de crédito bancário, devidamente protestada. Estando a ré em lugar ignorado, foi deferida a citação por edital, para que em 10 dias, a fluir após os 20 dias supra, apresente defesa, podendo, nos termos do art. 98, parágrafo único da Lei 11.101/05 - depositar a quantia correspondente ao crédito reclamado, acrescida de juros, correção monetária, custas processuais e honorários advocatícios fixados em dez mil reais sob pena de decretação da falência. Será o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei, sendo este Fórum localizado na Praça João Mendes s/nº, 16º andar - salas 1618/1624, Centro - CEP 01501-900, Fone: 2171-6506. São Paulo, 29 de fevereiro de 2012. AEAPESP - Associação de Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos Públicos do Estado de São Paulo Edital de Convocação A COMISSÃO Organizadora pró-fundação do AEP-SP – ASSOCIAÇÃO DE ENGENHEIROS, ARQUITETOS E AGRÔNOMOS PÚBLICOS DO ESTADO DE SÃO PAULO, CONVOCA todos os profissionais da categoria acima enunciada, para a reunião de fundação dessa associação, a se realizar no dia 31 do mês de maio de 2012, na Av. Ipiranga nº 318, bloco A, 1º andar - cj 101 – Centro – São Paulo – SP, nesta Capital, com início às 12:00 horas, para discutir a seguinte ordem do dia: 1) Fundação do AEP – SP ASSOCIAÇÃO DE ENGENHEIROS, ARQUITETOS E AGRÔNOMOS PÚBLICOS DO ESTADO DE SÃO PAULO; 2) se aprovada a fundação da entidade, discussão e aprovação do estatuto social e sede da Entidade; 3) Eleição e posse da Diretoria, do Conselho Deliberativo, do Conselho Fiscal e Suplentes; 4) Discussão e aprovação do valor da mensalidade associativa; 5) Assuntos Gerais. São Paulo, 18 de maio de 2012. Bruno Ghizellini Neto – Comissão Organizadora
Monte Santo Mineradora e Exportadora S/A. CNPJ n° 62.644.505/0001-46 Edital de Convocação para Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária Ficam convocados os Senhores Acionistas desta sociedade para a Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária que se realizará no dia 31 de Maio de 2012, às 10 horas, em 1ª convocação, na Avenida São Paulo, n° 239, 2° andar, sala 03, Bairro Centro, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, CEP 01035-000, para deliberar sobre a seguinte Ordem do Dia: 01) Aprovação das contas do exercício de 2011; 02) Mudança da sede social; 03) Eleição da Diretoria; 04) Outros assuntos de interese social. Desde já ficam os Srs. Acionistas advertidos que as deliberações que vierem a ser tomadas na referida Assembleia, vinculará todos os acionistas, ainda que ausentes ou dissidentes. São Paulo, 15/05/12. Monte Santo Mineradora e Exportadora S/A., João Dias - Dir. Presidente. 18,19,22/05/2012
PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATÓRIO 32/12 – PREGÃO 15/12 Objeto: Aquisição de combustíveis (etanol, gasolina e óleo diesel). Comunicado do Pregoeiro. Comunica que irá retomar o julgamento do certame supra em sessão pública a ser realizada na data de 23 de maio de 2012, às 14 horas, na Sala de Licitações da Prefeitura do Município de Castilho, Praça da Matriz, 247, Castilho. A Debitar (18.05.12)
FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL Conforme informação da Distribuição Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, foram ajuizados no dia 17 de maio de 2012, na Comarca da Capital, os seguintes pedidos de falência, recuperação extrajudicial e recuperação judicial: Requerente: New Progress Factoring de Fomento Mercantil Ltda. Requerido: Kriativa Gráfica e Editora Ltda. Rua Augusto Roy, 23 – Jardim Zaira - 2ª Vara de Falências. Requerente: Multiaços Indústria e Comércio de Produtos Técnicos Ltda. Requerido: Kato Estamparia Indústria e Comércio Ltda. Rua Cadiriri, 1.100 – Parque da Mooca - 1ª Vara de Falências. Requerente: Daruma Telecomunicações Ltda. Requerido: RM Znet Informática e Automação Ltda. Rua Agostinho Gomes, 3.410 - Ipiranga - 2ª Vara de Falências. Requerente: Santana S/A – Crédito, Financiamento e Investimento. Requerido: Cellmat Comércio de Equipamentos Eletrônicos Ltda. Avenida Paulista, 2.073 – Sala 707 – Bela Vista - 1ª Vara de Falências. Requerente: Leandro Martiniano. Requerido: Tecno-Ferr Ferramentaria de Precisão Ltda. Rua Laudelino Vieira de Campos, 180 – Sala 4 – Jardim Felicidade - 2ª Vara de Falências.
DIà RIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, 18 de maio de 2012
HOCHTIEF DO BRASIL S.A.
CNPJ nÂş 61.037.537/0001-10 - NIRE 35300038436 Ata da Assembleia Geral ExtraordinĂĄria 1. Data, Hora e Local - Ao 1Âş dia do mĂŞs de setembro de 2011, Ă s 9:00 horas, na sede social na Av. Alfredo EgĂdio de Souza Aranha, 145, na Cidade de SĂŁo Paulo-SP. 2. Convocação - Dispensada a publicação de edital de convocação nos termos do Art. 124, parĂĄgrafo 4Âş, da Lei nÂş 6.404/76. 3. Presença - A totalidade dos acionistas representando 100% do capital social. 4. Mesa Diretora - Sob a presidĂŞncia de AndrĂŠ Alexandre Glogowsky e secretariada por Renato Darcy de Almeida. 5. Ordem do Dia: Conforme determina o Art. 131 da Lei nÂş 6.404/76, a Assembleia teve como pauta: a) a eleição de novo Conselho de Administração; e, b) aprovação da proposta de remuneração global anual dos administradores. 6. Deliberaçþes: Com as abstençþes legais, quando o assunto assim exigia, foram discutidas, votadas e aprovadas pela unanimidade dos acionistas as seguintes matĂŠrias: a) Foram eleitos, para um mandato de 3 (trĂŞs) anos, os seguintes membros do Conselho de Administração da Companhia: Sr. AndrĂŠ Alexandre Glogowsky, brasileiro, casado, engenheiro civil, portador da cĂŠdula de identidade RG nÂş 6.167.647-0 - SSP/SP, inscrito no CPF sob nÂş 006.559.518-14, domiciliado na Cidade de SĂŁo Paulo, Estado de SĂŁo Paulo, na Avenida Alfredo EgĂdio de Souza Aranha nÂş 145, Bairro Vila Cruzeiro, CEP 04726-170, para o cargo de Presidente do Conselho de Administração; Sr. Detlef Dralle, alemĂŁo, casado, diretor de empresas, portador da CĂŠdula de Identidade de Estrangeiro RNE V 170.458-Q, inscrito no CPF/MF sob nÂş 213.312.408-08, domiciliado na Cidade de SĂŁo Paulo, Estado de SĂŁo Paulo, na Avenida Alfredo EgĂdio de Souza Aranha nÂş 145, Bairro Vila Cruzeiro, CEP 04726-170, para o cargo de membro do Conselho de Administração; e Sr. Burkhard Schmidt, alemĂŁo, casado, administrador de empresas, residente e domiciliado na Cidade de Essen, RepĂşblica Federal da Alemanha, na Blumenstrasse 20, 73240, Wendlingen, portador do Passaporte AlemĂŁo nÂş C2XL7R9L, para o cargo de membro do Conselho de Administração. Os membros do Conselho de Administração ora eleitos declararam para todos os ns que conhecem plenamente a legislação e nĂŁo estĂŁo impedidos, por lei especial, de exercer as atividades empresariais ou a administração de sociedades empresĂĄrias; nem condenados Ă pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos pĂşblicos, crime falimentar, prevaricação, peita ou suborno, concussĂŁo, peculato, crime contra a economia popular, contra o sistema nanceiro nacional, contra as normas de defesa da concorrĂŞncia, contra as relaçþes de consumo, a fĂŠ pĂşblica ou a propriedade; ou incursos em qualquer crime que os impeça de exercer as atividades empresariais ou a administração de sociedades empresĂĄrias. Os conselheiros ora nomeados e eleitos tomarĂŁo posse mediante assinatura de termo de posse no livro de atas do Conselho de Administração dentro do prazo legal. Ao Conselheiro Hartmut Willy Veigele, que nĂŁo foi reconduzido nesta eleição, a sociedade agradece pelos bons serviços prestados Ă Companhia. b) Aprovada a remuneração global anual mĂĄxima dos administradores no valor de atĂŠ R$ 2.947.200,00 (dois milhĂľes, novecentos e quarenta e sete mil e duzentos reais), que serĂĄ distribuĂda conforme contratos especĂ cos. 7. Ata e Publicação - Foi autorizada a feitura de ata na forma reduzida e sua publicação apĂłs registro na JUCESP. 8. Encerramento - Nada mais havendo a tratar, foi suspensa a sessĂŁo para a lavratura da presente ata, tendo o Sr. Presidente encerrado o livro de presença de acionistas. Reaberta a sessĂŁo, foi esta ata lida e aprovada por unanimidade, sendo assinada por todos os presentes, extraindo-se 3 (trĂŞs) cĂłpias, de igual teor, para os ns legais. SĂŁo Paulo, 1Âş de setembro de 2011. ACIONISTAS PRESENTES - HOCHTIEF PARTICIPAÇÕES LTDA., ANDRÉ ALEXANDRE GLOGOWSKY, DETLEF DRALLE, HARTMUT WILLY VEIGELE, e BURKHARD SCHMIDT. A presente ata ĂŠ cĂłpia el extraĂda do livro de Registro de Atas de Assembleias Gerais de acionistas. AndrĂŠ Alexandre Glogowsky - Presidente da Mesa; Renato Darcy de Almeida - SecretĂĄrio da Mesa. JUCESP nÂş 413.792/11-0 em 14/10/2011. Gisela Simiema Ceschin - SecretĂĄria-Geral.
HOCHTIEF DO BRASIL S.A.
CNPJ nÂş 61.037.537/0001-10 - NIRE 35300038436 Ata da Assembleia Geral OrdinĂĄria e ExtraordinĂĄria 1. Data, Hora e Local - Aos 5 dias do mĂŞs de setembro de 2011, Ă s 9:00 horas, na sede social na Av. Alfredo EgĂdio de Souza Aranha, 145, na Cidade de SĂŁo Paulo-SP. 2. Convocação - Dispensada a publicação de edital de convocação nos termos do Art. 124, parĂĄgrafo 4Âş, da Lei nÂş 6.404/76.3. Presença - A totalidade dos acionistas representando 100% do capital social. 4. Mesa Diretora - Sob a presidĂŞncia de AndrĂŠ Alexandre Glogowsky e secretariada por Renato Darcy de Almeida. 5. Ordem do Dia: Conforme determinam os Art. 132 e 135 da Lei nÂş 6.404/76, as Assembleias tiveram como pauta: - No âmbito da Assembleia Geral OrdinĂĄria: Exame e votação do relatĂłrio da Diretoria, Balanço Patrimonial e Demonstraçþes Financeiras referentes ao exercĂcio encerrado em 31 de dezembro de 2010, publicados no DiĂĄrio O cial do Estado de SĂŁo Paulo, e no Valor EconĂ´mico, ediçþes do dia 22 de junho de 2011;- No âmbito da Assembleia Geral ExtraordinĂĄria: Apreciação da proposta da Diretoria para reduzir o capital social para absorção de prejuĂzos acumulados no valor de R$ 31.270.421,00 (trinta e um milhĂľes, duzentos e setenta mil quatrocentos e vinte um reais), sem cancelamento de açþes, passando o atual capital social de R$ 43.902.854,00 (quarenta e trĂŞs milhĂľes, novecentos e dois mil oitocentos e cinquenta e quatro reais) para R$ 12.632.432,00 (doze milhĂľes, seiscentos e trinta e dois mil quatrocentos e trinta e dois reais). 6. Deliberaçþes: Com as abstençþes legais, quando o assunto assim exigia, foram discutidas, votadas e aprovadas pela unanimidade dos acionistas as seguintes matĂŠrias: 6.1. Aprovado o RelatĂłrio da Diretoria, Balanço Patrimonial e demais Demonstraçþes Financeiras referentes ao exercĂcio encerrado em 31 de dezembro de 2010, e dispensada a publicação de anĂşncio comunicando que esses documentos estavam Ă disposição dos acionistas, na forma do Artigo 133, § 4Âş da Lei nÂş 6.404/76. 6.2. Aprovada a redução do capital social para absorção de prejuĂzos acumulados no valor de R$ 31.270.421,00 (trinta e um milhĂľes, duzentos e setenta mil quatrocentos e vinte um reais), em conformidade com a proposta da Diretoria, sem cancelamento de açþes, passando o Artigo 5Âş do Estatuto Social a vigorar com a seguinte redação: “Art. 5Âş - O capital social grafado em moeda nacional ĂŠ de R$ 12.632.432,00 (doze milhĂľes, seiscentos e trinta e dois mil quatrocentos e trinta e dois reais) representado por 94.612 (noventa e quatro mil seiscentas e doze) açþes ordinĂĄrias nominativas, sem valor nominal e totalmente integralizadas.” 7. Ata e Publicação - Foi autorizada a feitura de ata na forma reduzida e sua publicação apĂłs registro na JUCESP. 8. Encerramento - Nada mais havendo a tratar, foi suspensa a sessĂŁo para a lavratura da presente ata, tendo o Sr. Presidente encerrado o livro de presença de acionistas. Reaberta a sessĂŁo, foi esta ata lida e aprovada por ( ) cĂłpias, p , de igual g teor,, para p os ns legais. g unanimidade, sendo assinada por todos os presentes, extraindo-se 3 (trĂŞs) SĂŁo Paulo, 5 de setembro de 2011. ACIONISTAS PRESENTES - HOCHTIEF PARTICIPAÇÕES LTDA., ANDRÉ ALEXANDRE GLOGOWSKY, DETLEF DRALLE e HARTMUT WILLY VEIGELE. A presente ata ĂŠ cĂłpia el extraĂda do livro de Registro de Atas de AssemblĂŠias Gerais de acionistas. AndrĂŠ Alexandre Glogowsky - Presidente da Mesa; Renato Darcy de Almeida SecretĂĄrio da Mesa. JUCESP nÂş 455.970/11-7 em 16/11/2011. KĂĄtia Regina Bueno de Godoy - SecretĂĄria-Geral.
Pinner S/A
CNPJ nÂş 47.080.254/0001-20 - NIRE nÂş 35.300.320.719 Ata de AssemblĂŠia Geral OrdinĂĄria Data, HorĂĄrio e Local: 27/04/12, Ă s 11 hs, na sede social. Convocação: dispensada. Quorum: Acionistas representando a totalidade do capital social. Mesa: Sr. Celso Botelho de Moraes, Presidente e Fernanda de Moraes Carpinelli - SecretĂĄria. Deliberaçþes tomadas por unanimidade: a) aprovação de contas: aprovado o Balanço Patrimonial e demais Demonstraçþes Financeiras correspondentes ao exercĂcio social encerrado em 31/12/2011, publicados em 04/04/2012 no DOESP e no DiĂĄrio do ComĂŠrcio; Em seguida, os acionistas deliberaram pela nĂŁo instauração do Conselho Fiscal no presente exercĂcio. Encerramento: nada mais havendo a tratar foi lavrada a presente ata, aprovada e assinada pelo Presidente da Mesa, Celso Botelho de Moraes. SĂŁo Paulo, 27/04/2012. Certifico que a presente ĂŠ cĂłpia fiel de ata lavrada em livro prĂłprio. Acionistas Presentes: Celso Botelho de Moraes e Sheyla Martins de Moraes. “A presente cĂłpia ĂŠ fiel do original lavrado em livro prĂłprioâ€?.Celso Botelho de Moraes - Presidente da Mesa, Fernanda de Moraes Carpinelli - SecretĂĄria da Mesa. JUCESP - registrado sob o nÂş 196.322/121 em 11/05/2012. Gisela Simiema Ceschin - SecretĂĄria Geral. ! " # " & ' * + < & = &#! ' *> ?@?Z@ Z @
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NS Water International Holding S.A. CNPJ/MF nÂş 11.874.175/0001-44 – NIRE nÂş 35.300.395.271 Assembleia Geral ExtraordinĂĄria Edital de Convocação Convoco os Srs. Acionistas a se reunirem em AGE, realizada dia 29/05/12, Ă s 14h00, na sede, localizada em SP/SP, na R. Gomes de Carvalho, nÂş 1.507, 14Âş, s/ 141, V. OlĂmpia. Ordem do Dia: 1. Ratificação do aumento do endividamento da Cia., mediante execução de mĂştuo entre partes relacionadas, conforme contrato firmado em 17/02/12, cuja finalidade foi garantir e financiar as operaçþes e atividades sociais da Companhia; e 2. Deliberação sobre (i) a realização da segunda oferta privada de 1.063.277 DebĂŞntures ConversĂveis em Açþes, em SĂŠrie Ăšnica, com Garantia Real (“DebĂŞnturesâ€? e “Oferta Privadaâ€?), no valor total de R$ 1.063.277,00; e (ii) autorizar a Diretoria da Companhia a praticar todos os atos necessĂĄrios para a formalização da deliberação referida no item (i) anterior. Informamos aos Srs. Acionistas que todos os documentos relacionados Ă Ordem do Dia jĂĄ se encontram disponĂveis para consulta, na sede social da Companhia. Solicitamos que os eventuais representantes legais dos acionistas apresentem, na ocasiĂŁo, procuração com poderes para comparecer e votar todas as matĂŠrias da Ordem do Dia. SĂŁo Paulo, 17 de maio de 2012. JosĂŠ Carlos Semenzato - Diretor Comercial e Administrativo 17,18,19/05/2012
VANGUARDA AGRO S.A. - Companhia p Aberta - CNPJ/MF 05.799.312/0001-20 - NIRE 35.300.380.657 - Ata da Assembleia Geral ExtraordinĂĄria Realizada em 30/04/2012 - 1. Data, Hora e Local da Assembleia: Realizada aos 30/04/2012, Ă s 16h, na sede g ç social da cia.,, situada na Cidade de SP/SP,, na Av. Brig.Faria Lima nÂş. 1461 - 4Âş and.- Torre Sul - Pinheiros,, CEP. 01452-921. 2. Convocação: Efetuada, nos termos do art. 124, §1Âş, II da Lei 6.404/76, nos dias 13, 14 e 16/04/2012 no DOESP e nos dias 13, 16 e 17 no jornal “Valor EconĂ´micoâ€?. 3. Presença: Com a presença de acionistas representando 64,73% do Cap. p Social,, conforme assinaturas constantes no “Livro ç de Acionistasâ€?,, foi instalada a A.G.E. em 1ÂŞ convocação. 4. Mesa: Os trabalhos foram presididos pela Sra. Katia Martins Costa e de Presença secretariados pelo Sr. Carlos Eduardo da Costa Pires Steiner. 5. Ordem do Dia: A ratificação ç da constituição ç da sociedade V-Biodiesel Ltda., ç relacioinscrita no CNPJ/MF sob o n. 13.463.913/0001-96 (a “Soc.â€?), bem como a conferĂŞncia da totalidade dos ativos, direitos e obrigaçþes nados Ă s Unidades de Produção de Biodiesel localizadas em Iraquara, Bahia e em Porto Nacional, Tocantins. 6. Deliberaçþes: Os acionistas deliberaram aprovar, p , por p unanimidade,, observadas as abstençþes ç a ratificação ç da constituição ç da soc. V-Biodiesel Ltda., inscrita no CNPJ/ ( “Soc.â€?),), bem como a conferĂŞncia,, ao capital p social da Soc.,, da totalidade dos ativos, direitos e obrigaçþes MF sob o n. 13.463.913/0001-96 (a relacionados Ă s Unidades de Produção de Biodiesel localizadas em Iraquara, Bahia e em Porto Nacional,Tocantins. 7.Atas e Publicaçþes: ç Foi g 130,, §§1Âş da Lei nÂş. 6.404/76. 8. autorizada pelos acionistas ppresentes a lavratura da ppresente ata na forma de sumĂĄrio,, nos termos do artigo Encerramento: Nada mais havendo a ser tratado, foi encerrada a AssemblĂŠia, da qual se lavrou a presente Ata que, lida e aprovada, p , foi por p todos os presentes p assinada. SP, 30/04/2012. Mesa: Katia Martins Costa - Presidente; Carlos Eduardo da Costa Pires Steiner. Katia Martins Costa - Presidente. Carlos Eduardo da Costa Pires Steiner - SecretĂĄrio. JUCESP nÂş 199.359/12-0 em 16/05/2012.
AvnetTechnology Solutions Brasil S.A. CNPJ 06.135.938/0001-03 - NIRE 35.300.314.131 Edital de Convocação de Assembleia Geral ExtraordinĂĄria SĂŁo convidados os acionistas da Avnet Technology Solutions Brasil S.A. (“Companhiaâ€?) a se reunirem em Assembleia Geral ExtraordinĂĄria, que ocorrerĂĄ em 25 de maio de 2012, Ă s 10:00 horas, na sede social da Companhia, na Rua Dr. Rafael de Barros, 209, 12Âş andar, ParaĂso, CEP 04003-041, na Cidade de SĂŁo Paulo, Estado de SĂŁo Paulo, a fim de deliberar acerca dos seguintes assuntos: (i) a alteração do Artigo 2Âş do Estatuto Social da Companhia, relacionado ao objeto social da Companhia, para formalizar a inclusĂŁo das atividades de montagem e customização de equipamentos de informĂĄtica, telecomunicaçþes e eletro-eletrĂ´nicos, por conta prĂłpria ou por conta e ordem de terceiros, as quais serĂŁo desenvolvidas unicamente pela filial da Cidade de JundiaĂ; (ii) a alteração do Artigo 4Âş do Estatuto Social da Companhia, relacionado Ă s disposiçþes da administração da Companhia, para alterar as restriçþes nos poderes de assinatura dos Diretores; e (iii) a consolidação do Estatuto Social da Companhia. SĂŁo Paulo, 17 de maio de 2012. Carlos Negri Ferreira Diretor Presidente.
ECONOMIA/LEGAIS - 25
Braxis ERP Software S.A. CNPJ/MF nÂş 07.842.242/0001-71 Demonstraçþes Financeiras referentes aos exercĂcios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2006 e 2005 (Valores expressos em milhares de reais) Balanços Patrimoniais Demonstração dos Resultados Ativo 2006 2005 Passivo 2006 2005 (Valores expressos em milhares de reais, exceto prejuĂzo lĂquido por ação) NĂŁo revisado NĂŁo revisado 2006 2005 Circulante 803 0,1 Circulante 3.579 – Receita Operacional Bruta NĂŁo revisado Disponibilidades (nota 4) 57 0,1 SalĂĄrios e obrigaçþes sociais (nota11) 3.051 – Receitas de prestação de serviços 3.829 – Contas a receber de clientes (nota 5) 363 – Obrigaçþes tributĂĄrias (nota 12) 205 – Deduçþes da receita bruta (234) – Adiantamentos a empregados e fornecedores (nota 6) 227 – Outras contas a pagar (nota13) 323 – Receita Operacional LĂquida 3.595 – Tributos a compensar e recuperar (nota 7) 156 – PatrimĂ´nio LĂquido (nota 14) 87 0,1 Despesas Operacionais RealizĂĄvel a Longo Prazo 2.381 – Capital social (nota 14.1) 2.010 0,1 Com pessoal (nota 15) (12.189) – Partes relacionadas (nota 8) 2.381 – Adiantamento p/ futuro aum. de capital (nota 14.2) 9.150 – Administrativas e gerais (nota 16) (1.879) – Permanente 482 – PrejuĂzos acumulados (11.073) – Com estrutura (nota 17) (251) – Imobilizado (nota 9) 268 – Total do Passivo 3.666 0,1 Financeiras, lĂquidas (186) – IntangĂvel (nota 9) 6 – Demonstração das Mutaçþes do PatrimĂ´nio LĂquido Depreciaçþes e amortizaçþes (147) – Diferido (nota 10) 208 – TributĂĄrias (18) – Adiantam. Total do Ativo 3.666 0,1 Outras operacionais, lĂquidas 2 – Capital para aum. PrejuĂz. (14.668) – Notas Explicativas Ă s Demonstraçþes Financeiras social de capital acumul. Total PrejuĂzo antes do IRPJ e da Contribuição Soc. (11.073) – 1. Contexto Operacional – Em 21/12/2005 por meio da Ata da Assembleia Saldos em 31/12/2005 Imposto de renda e contribuição social – – 0,1 – – 0,1 Geral foi constituĂda a GNPV Consultoria S.A. (“Cia.â€?), iniciando suas ativi- – nĂŁo revisado (11.073) – 2.010 – – 2.010 PrejuĂzo LĂquido do ExercĂcio dades em 6/01/2006, e tem por atividades principais o desenvolvimento de Aumento de capital (nota 14.1) 1.000 – 9.150 – 9.150 Quant. de Açþes ao Fin. do Exerc. (nota 14.1) 2.010.100 sistemas e programas de computador (software) especĂficos, a prestação Adiantam. p/ aum. de cap.(nota 14.2) – – – (11.073) (11.073) Prej. LĂq. do Exerc. por Açþes (Em reais – R$) (5,5087) de serviços de consultoria e assessoria na ĂĄrea de informĂĄtica, participação PrejuĂzo do exercĂcio 2.010 9.150 (11.073) 87 Demonstração das Origens e Aplicaçþes de Recursos no capital e nos lucros de outras empresas nacionais ou estrangeiras na Saldos em 31/12/2006 condição de acionista, sĂłcia ou quotista, titular de debĂŞntures ou partes 8. Partes Relacionadas 2006 2005 2006 2005 beneficiĂĄrias, em carĂĄter permanente ou temporĂĄrio, como controladora ou NĂŁo revisado NĂŁo revisado Origens de Recursos minoritĂĄria, bem como quaisquer atividades relacionadas Ă administração Braxis Tecnologia da Informação S.A. (*) 2.381 – Das operaçþes e gestĂŁo dos bens detidos pela prĂłpria Cia.. Em 24/02/2006 por meio da (11.073) – 2.381 – PrejuĂzo do exercĂcio Ata de Assembleia Geral ExtraordinĂĄria aprovou o aumento de capital da (*) Refere-se a contratos de mĂştuo com vencimento de atĂŠ 365 dias e atua- Itens que nĂŁo afetam o capital circulante lĂquido: Depreciação e amortização 147 – Cia. no montante de R$2.009, por subscrição particular, por meio da emis- lizado pelo IGPM. Recursos oriundos das operaçþes (10.926) – sĂŁo de açþes ordinĂĄrias nominativas, sem valor nominal, que foram total- 9. Imobilizado e IntangĂvel Dos sĂłcios mente integralizadas pelos acionistas pela conferĂŞncia dos seus acervos Taxa anual Aumento de capital 2.010 0,1 referidos em laudos de avaliação. Os laudos de avaliação foram preparados de deprec./ Deprec./ 9.150 – pela empresa especializada Confirp-Sul Consultoria ContĂĄbil Ltda., na dataamortiz. amortiz. LĂquido Adiantamento para futuro aumento de capital Total das Origens 234 0,1 -base de 24/02/2006 e para fins dos artigos 8Âş e 170Âş, parĂĄgrafo 3Âş da Lei em % Custo acumul. 2006 2005 Aplicaçþes de Recursos nÂş 6.404/76, os quais estabelecem que os ativos compostos pelos acervos NĂŁo revisado Aumento do realizĂĄvel a longo prazo 2.381 – lĂquidos de titularidade das sociedades (i) Pimentel Consultores Associados Imobilizado Adiçþes ao imobilizado 355 – Ltda. e (ii) ABS – Advanced Business Solutions Ltda. valem pelo menos Equiptos. de Adiçþes ao intangĂvel 6 – R$1.088 e R$922, respectivamente. Em 3/03/2006 a Cia., no âmbito da ope- Processam. de dados 20 724 (577) 147 – Adiçþes ao diferido 268 – ração e integração de seus negĂłcios aprovou o Protocolo de Justificação de MĂłveis e utensĂlios 10 162 (92) 70 – Total das Aplicaçþes 3.010 – Incorporação de Açþes de emissĂŁo celebrado com a Braxis Tecnologia da Benfeit. em imĂłv. terceiros 10 41 (4) 37 – (Redução) Aum. do Capital Circulante LĂquido (2.776) 0,1 Informação S.A. (“Braxis TIâ€?), passando a Cia. a ser sua subsidiĂĄria integral. Instalaçþes 10 9 – 9 – Demonstração da Var. do Capital Circulante LĂq.: Em 15/07/2006 por meio da Ata de Assembleia Geral ExtraordinĂĄria aprovou Direito de uso de software 10 5 – 5 – Ativo circulante: a alteração da denominação social da Cia. para Braxis ERP Software S.A. 941 (673) 268 – No fim do exercĂcio 803 0,1 (“Braxis ERPâ€? ou “Cia.â€?). IntangĂvel No inĂcio do exercĂcio 0,1 – 2. Apresentação das Demonstraçþes Financeiras – As demonstraçþes Marcas e patentes n.a. 6 – 6 – 803 0,1 financeiras foram elaboradas e estĂŁo sendo apresentadas conforme as prĂĄ6 – 6 – Passivo circulante: ticas contĂĄbeis adotadas no Brasil e em consonância Ă Lei das Sociedades A movimentação do ativo imobilizado e intangĂvel pode ser assim demonsNo fim do exercĂcio 3.579 – por Açþes (Lei nÂş 6.404/76). trada: No inĂcio do exercĂcio – – 3. Principais PrĂĄticas ContĂĄbeis – 3.1. Estimativas ContĂĄbeis: SĂŁo uti2005 2006 3.579 – lizadas para a mensuração e reconhecimento de certos ativos e passivos Valor (Redução) Aum. do Capital Circulante LĂquido (2.776) 0,1 das demonstraçþes financeiras da Cia.. A determinação dessas estimatiresidual Deprec./ 24/02/2006 vas levou em consideração experiĂŞncias de eventos passados e correntes, LĂdo ativo amortiz. Em milhares pressupostos relativos a eventos futuros e outros fatores objetivos e subjequido Adiçþes baixado acumul. LĂquido Reais (R$) tivos. Itens significativos sujeitos a estimativas incluem a determinação das Imobilizado Capital Capital Quantidade vidas Ăşteis do ativo imobilizado e dos ativos intangĂveis e outras similares. A Equipamentos de subscrito integral. de açþes liquidação das transaçþes envolvendo essas estimativas poderĂĄ resultar em processamento de dados – 724 – (577) 147 1.088 1.088 1.088.050 valores divergentes dos registrados nas demonstraçþes financeiras devido MĂłveis e utensĂlios – 162 – (92) 70 Pimentel Consultores Associados Ltda. ABS – Advanced Business Solutions Ltda. 922 922 922.050 Ă s imprecisĂľes inerentes ao processo de sua determinação. A Cia. revisa Benfeit. em imĂłv. de terc´. – 41 – (4) 37 2.010 2.010 2.010.100 suas estimativas e premissas, pelo menos, anualmente. 3.2. Apuração do Instalaçþes – 9 – – 9 Os acervos lĂquidos conferidos referem-se a valores de disponibilidade, Resultado: O resultado ĂŠ apurado pelo regime de competĂŞncia. A receita Direito de uso de software – 5 – – 5 bruta de serviços compreende o desenvolvimento de sistemas e programas – 941 – (673) 268 contas a receber de clientes, crĂŠditos com pessoas ligadas, imobilizado, emprĂŠstimos e financiamentos e dĂŠbitos com pessoas ligadas. Em 3/03/2006 de computador (software), bem como a prestação de serviços de assessoria IntangĂvel a Cia. deliberou a aprovação do Protocolo de Justificação de Incorporação na ĂĄrea de InformĂĄtica. A apropriação dos custos dos projetos ĂŠ feita por Marcas e patentes – 6 – – 6 de Açþes celebrado com a Braxis Tecnologia da Informação S.A., passando regime de competĂŞncia. 3.3. Tributação: 3.3.1. Tributos diretos: O Imposto – 6 – – 6 de Renda e contribuição social correntes sĂŁo calculados com base nas Do total de adiçþes ao imobilizado e ao intangĂvel, R$941 e R$6, respec- a Cia. a ser sua subsidiĂĄria integral. Em 31/12/2006 o capital social subscrito alĂquotas de 15% acrescida do adicional de 10% sobre o lucro tributĂĄvel tivamente, R$923 e R$1 referem-se ao valor de custo do imobilizado e do e integralizado ĂŠ representado por 2.010.100 açþes ordinĂĄrias nominativas, excedente de R$240 no perĂodo de 12 meses para Imposto de Renda e intangĂvel, integralizados ao capital social da Cia.. Do mesmo modo, do total sem valor nominal, sendo assim distribuĂdas: 2006 9% sobre o lucro tributĂĄvel para a contribuição social. A compensação dos de R$(673) referente Ă depreciação do imobilizado, o montante de R$(586) Em milhares prejuĂzos fiscais de Imposto de Renda e da base negativa da contribuição refere-se ao valor da depreciação acumulada do imobilizado integralizada Reais (R$) social estĂĄ limitada Ă base de 30% dos lucros tributĂĄveis anuais, sem prazo ao capital da Cia.. Capital Capital Quantidade de prescrição. 3.3.2. Tributos indiretos: As receitas de prestação de serviços 10. Diferido subscrito integral. de açþes estĂĄ sujeita aos impostos e contribuiçþes pelas seguintes alĂquotas bĂĄsicas: Taxa anual Braxis Tecnologia da Informação S.A. 2.010 2.010 2.010.100 • Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN): 2% a 5%; • Prode amortiz. Amortiz. LĂquido 2.010 2.010 2.010.100 grama de Integração Social (PIS): 0,65%; • Contribuição para Financiamento em % Custo acumul. 2006 2005 14.2. Adiantamentos para Aumento de Capital 2006 2005 da Seguridade Social (Cofins): 3%. Estes tributos sĂŁo apresentados como NĂŁo revisado NĂŁo revisado deduçþes das receitas na demonstração do resultado. 3.4. Ativos circulan- Gastos aquisição Braxis Tecnologia da Informação S.A. 9.150 – tes e nĂŁo circulantes: 3.4.1. Disponibilidades: SĂŁo valores em caixa e equi- desp. logiciais (*) 20 495 (287) 208 – 9.150 – valentes de caixa, incluindo valores mantidos em contas bancĂĄrias. 3.4.2. 495 (287) 208 – 14.3. Destinação do Lucro LĂquido: 14.3.1. Direito das açþes: Consoante Contas a receber de clientes: Registradas e mantidas no balanço pelo valor (*) Refere-se a software/licença de uso de software de trabalho comprados disposição estatutĂĄria, aos acionistas estĂŁo assegurados juros sobre o nominal dos tĂtulos representativos destes crĂŠditos, quando aplicĂĄvel, e para a serem utilizados em projetos futuros com os clientes. capital prĂłprio e/ou dividendos que somados correspondam, no mĂnimo, a segregados entre curto e longo prazo de acordo com o prazo de vencimento A movimentação do ativo diferido pode ser assim demonstrada: 25% do lucro lĂquido do exercĂcio, ajustado nos termos da lei societĂĄria e do desses crĂŠditos. Quando aplicĂĄvel, a provisĂŁo para crĂŠditos de liquidação 2005 2006 estatuto. 14.3.2. Destinação do lucro lĂquido: O lucro lĂquido, como definido duvidosa ĂŠ constituĂda com base nas perdas estimadas e seu montante ĂŠ Valor no artigo 191 da Lei nÂş 6.404, de 15/12/1976, apurado em cada balanço considerado suficiente pela Administração para cobrir perdas provĂĄveis na residual terĂĄ, pela ordem, a seguinte destinação: (i) Constituição da reserva legal. (ii) realização das contas a receber. 3.4.3. Imobilizado e intangĂvel: Os ativos LĂdo ativo Amortiz. Constituição das reservas previstas nos artigos 195 e 197 da mencionada imobilizados e intangĂveis sĂŁo registrados pelo custo de aquisição ou consquido Adiçþes baixado acumul. LĂquido Lei nÂş 6.404/76, mediante proposta da Diretoria, aprovada pelo Conselho e trução, deduzido da depreciação calculada pelo mĂŠtodo linear com base Gastos de aquisição deliberada pela Assembleia Geral. (iii) Pagamento de dividendos proposnas taxas mencionadas na nota explicativa nÂş 9, e levam em consideração o desp. logiciais – 495 – (287) 208 tos pela Diretoria e aprovados pelo Conselho que, somados aos dividendos tempo de vida Ăştil estimada dos bens e direitos segundo parâmetros e taxas – 495 – (287) 208 intermediĂĄrios e/ou juros sobre o capital prĂłprio, que tenham sido declaestabelecidos pela legislação tributĂĄria vigente. 3.4.4. Diferido: O diferido ĂŠ Do total de adiçþes ao diferido, R$429 refere-se ao valor de custo do diferido rados, assegure aos acionistas, em cada exercĂcio, a tĂtulo de dividendo registrado ao custo de aquisição e formação, deduzido da amortização, a integralizado ao capital social da Cia.. Do mesmo modo, do total de R$(287) mĂnimo obrigatĂłrio, 25% (vinte e cinco por cento) do respectivo lucro lĂquido, qual ĂŠ calculada pelo mĂŠtodo linear Ă s taxas mencionadas na nota expli- referente Ă amortização do diferido, o montante de R$(227) refere-se ao ajustado pela diminuição ou acrĂŠscimo dos valores especificados nos itens cativa nÂş 10, que levam em consideração o perĂodo de contribuição de tais valor da amortização acumulada do diferido integralizada ao capital da Cia.. I, II e III do artigo 202 da referida Lei nÂş 6.404/76. ativos. É registrado somente quando hĂĄ expectativa de realização futura em 11. SalĂĄrios e Obrigaçþes Sociais 2006 2005 2006 2005 15. Despesas com pessoal NĂŁo revisado função dos benefĂcios econĂ´micos relacionados a esse ativo. 3.4.5. Demais NĂŁo revisado (5.438) – ativos circulantes e nĂŁo circulantes: Os demais ativos sĂŁo registrados pelos Despesas de pessoal 1.139 – Proventos (3.498) – seus valores de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos atĂŠ a data Impostos e contribuicoes sobre salĂĄrios 1.304 – Participação nos resultados (1.508) – do balanço e reduzidos, mediante provisĂŁo, aos seus valores provĂĄveis de ProvisĂŁo para fĂŠrias 372 – BenefĂcios Encargos sociais (1.745) – realização, quando aplicĂĄvel. 3.5.Passivos circulantes e nĂŁo circulantes: Outros 236 – (12.189) – 3.5.1. ProvisĂľes: Uma provisĂŁo ĂŠ reconhecida no balanço quando a Cia. 3.051 – 2006 2005 possui uma obrigação legal ou ĂŠ constituĂda como resultado de um evento 12. Obrigaçþes TributĂĄrias 2006 2005 16. Despesas Gerais e Administrativas NĂŁo revisado passado, e ĂŠ provĂĄvel que um recurso econĂ´mico seja requerido para saldar NĂŁo revisado (923) – a obrigação. As provisĂľes sĂŁo registradas tendo como base as melhores COFINS 77 – Serviço tĂŠcnico especial (*) (409) – estimativas do risco envolvido. 3.5.2. ProvisĂŁo para contingĂŞncias: As provi- ISS 69 – Transporte (93) – sĂľes para contingĂŞncias, quando aplicĂĄvel, sĂŁo constituĂdas mediante ava- COFINS, PIS/PASEP, CSLL 24 – Promoçþes e relaçþes pĂşblicas (61) – liaçþes de seus riscos e quantificadas com base em fundamentos econĂ´mi- PIS 16 – Treinamento (54) – cos e pareceres jurĂdicos sobre os processos e outros fatos contingenciais IOF 10 – Viagens e promoçþes (52) – conhecidos na data do encerramento do exercĂcio. 3.5.3. Demais passivos IRRF 8 – Serviços de terceiros (35) – circulantes e nĂŁo circulantes: SĂŁo demonstrados pelos valores conhecidos INSS 1 – Material de escritĂłrio Propaganda e publicidade (9) – ou calculĂĄveis, acrescidos, quando aplicĂĄvel, dos correspondentes encar205 – (9) – gos, variaçþes monetĂĄrias e/ou cambiais incorridas atĂŠ a data do balanço 13. Outras Contas a Pagar 2006 2005 Seguros (4) – patrimonial. Quando aplicĂĄvel, os passivos circulantes e nĂŁo circulantes sĂŁo NĂŁo revisado Publicação Outras (230) – registrados em valor presente, transação a transação, com base em taxas BenefĂcios 139 – (1.879) – de juros que refletem o prazo, a moeda e o risco de cada transação. ProvisĂŁo para contas a pagar 104 – (*) Refere-se a despesas com auditorias, contabilidade, assessoria tĂŠcnica, 4. Disponibilidades 2006 2005 Assessorias 43 – consultoria administrativa e de negĂłcios. NĂŁo revisado Outras 37 – 17. Despesas com Estrutura 2006 2005 Caixa 1 – 323 – NĂŁo revisado Bancos 56 0,1 14. PatrimĂ´nio LĂquido – 14.1. Capital Social: Em 21/12/2005 foi apro- AluguĂŠis (176) – 57 0,1 vada a constituição da sociedade por açþes fechada denominada GNPV Ă gua, energia e gĂĄs (30) – 5. Contas a receber de clientes 2006 2005 Consultoria S.A. (antiga denominação da Cia.), cujo capital social inicial era Comunicaçþes (20) – NĂŁo revisado representado por 1.000 açþes ordinĂĄrias nominativas, sem valor nominal, Processamento de dados (13) – Contas a receber clientes 1.014 – assim distribuĂdo entre os acionistas: Manutenção e conservação (12) – (-) Duplicatas descontadas (651) – 2005 (251) – 363 – NĂŁo revisado 18. Eventos Subsequentes – Em 30/03/2007, por meio da Ata de Assem6. Adiantamentos e empregados e fornecedores 2006 2005 Em Reais (R$) bleia Geral ExtraordinĂĄria da CPM S.A., a Braxis ERP Software S.A., repreNĂŁo revisado Capital Capital Quantidade sentada por seus diretores, subscreveu 1.097.239 novas açþes ordinĂĄrias, EmprĂŠstimos a empregados 173 – subscrito integral. de açþes escriturais, nominativas, sem valor nominal, representativas do capital social Adiantamentos diversos 54 – Pimentel Consultores Associados Ltda. 500 50 500 da CPM S.A., ao preço de emissĂŁo de aproximadamente R$1,3276 por 227 – ABS – Advanced Business Solutions Ltda. 500 50 500 ação. O preço de emissĂŁo foi fixado em observância ao § 1Âş do art. 170 da 7. Tributos a compensar e recuperar 2006 2005 1.000 100 1.000 Lei nÂş 6.404/76, sendo R$0,50 por ação destinados Ă conta de capital social NĂŁo revisado Em 24/02/2006, a Cia. emitiu 2.009.100 açþes ordinĂĄrias nominativas, sem e, aproximadamente, R$0,8276 por ação destinados Ă reserva de capital, a COFINS 70 – valor nominal, que foram totalmente integralizadas pelos acionistas pela tĂtulo de ĂĄgio na subscrição de açþes, consoante o art. 182 §1Âş, “aâ€? da Lei IRRF 42 – conferĂŞncia dos acervos dos acionistas referidos no Laudo de Avaliação, nÂş 6.404/76. CSLL 28 – ratificando a nomeação da empresa Confirp-Sul Consultoria ContĂĄbil Ltda., A Diretoria PIS 16 – responsĂĄvel por sua elaboração, que somadas as 1.000 açþes emitidas Reinaldo Dantas – Contador – CRC 1SP 110.330/O-6 156 – anteriormente, podem ser assim demonstradas:
DIÁRIO DO COMÉRCIO
26 -.ECONOMIA/LEGAIS
sexta-feira, 18 de maio de 2012
e Petrobras se ajusta para manter preços Estamos reavaliando nossos ativos. Almir Barbassa, diretor de Relações com Investidores da Petrobras
conomia
Analistas se reúnem para discutir a volatilidade do mercado internacional, reavaliar os ativos e encontrar soluções para não elevar o preço dos combustíveis.
O
primeiro plano de negócios da Petrobras sob o comando da presidente Maria das Graças Foster será conhecido em agosto. A intenção é anunciar em conjunto as novas metas de produção de petróleo e gás da companhia, sem acompanhar a volatilidade dos preços dos combustíveis no mercado externo.
Em teleconferência realizada ontem com analistas, o diretor de Exploração e Produção da estatal, José Formigli, ressaltou que a companhia quer trabalhar com "metas o mais realista possível". No evento, a direção da Petrobras informou que promove uma revisão da eficiência de seu atual sistema de produção. Um dos principais alvos do es-
tudo é a Bacia de Campos, no Rio de Janeiro. Responsável por 80% do petróleo extraído pela companhia, a região opera com unidades com idade média mais avançada. "Estamos reavaliando nossos ativos", disse o diretor financeiro e de Relações com Investidores da estatal, Almir Barbassa. Além disso, o executivo lembrou que a compa-
nhia aguarda a retomada da produção de Campo de Frade para ter uma visão mais clara sobre as metas deste ano. A Petrobras tem 30% de participação na área, explorada pela Chevron. A produção em Frade está suspensa desde o início do ano, quando um novo vazamento de óleo foi identificado na região. Formigli calcula que, com a interrupção no
Braxis ERP Software S.A. CNPJ/MF nº 07.842.242/0001-71 Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2009 e 2008 (Valores expressos em milhares de reais) Balanços Patrimoniais Demonstração dos Resultados (Valores expressos em milhares de reais, exceto lucro líquido por ação) Ativo 2009 2008 Passivo 2009 2008 Ajustado Ajustado 2009 2008 Circulante 6.096 9.587 Circulante 3.003 5.471 Receita Operacional Bruta Ajustado Disponibilidades (nota 4) 8 – Fornecedores 20 6 Receitas de prestação de serviços 11.999 14.324 Contas a receber de clientes (nota 5) 1.171 5.179 Obrigações tributárias (nota 12) 2.632 3.025 Deduções da receita bruta 28 (795) Tributos a compensar e recuperar (nota 6) 2.052 1.676 Adiantamentos de clientes – 151 Receita Operacional Líquida 12.027 13.529 Outros créditos (nota 7) 2.865 2.732 Provisão para perdas em controladas – 1.167 Custos dos serviços prestados (nota 15) (340) (10.627) Não Circulante 24.780 897 Outras contas a pagar (nota 13) 351 1.122 Lucro Bruto 11.687 2.902 Realizável a longo prazo Não Circulante 25.137 5.091 Despesas Operacionais Depósitos judiciais 33 10 Partes relacionadas (nota 8) 25.137 5.091 Com pessoal (nota 16) – (329) Partes relacionadas (nota 8) 23.964 82 Patrimônio Líquido (Passivo a Descoberto) (nota 14) 2.736 (78) Administrativas e gerais (nota 17) (141) (1.074) Investimentos (nota 9) 726 726 Capital social (nota 14.1) 2.010 2.010 Com estrutura (nota 18) (19) (353) Imobilizado (nota 10) 25 29 Adiantamentos para aumento de capital (nota 14.2) 9.635 9.635 Financeiras, líquidas (nota 19) (213) 1.001 Intangível (nota 11) 32 50 Prejuízos acumulados (8.909) (11.723) Depreciações e amortizações (22) (22) Total do Ativo 30.876 10.484 Total do Passivo 30.876 10.484 Tributárias (5) (3) Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras Resultado de equivalência patrimonial 1.167 (1.944) Outras operacionais, líquidas (nota 20) (9.074) 2.997 1. Contexto Operacional – A Braxis ERP Software S.A. (“Braxis ERP” ou ção da vida útil econômica estimada para cálculo da depreciação, exaustão (8.307) 273 “Cia.”) tem por atividades principais o desenvolvimento de sistemas e pro- e amortização. A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido 3.380 3.175 gramas de computador (software) específicos, a prestação de serviços de dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstân- Lucro antes do IRPJ e da Contribuição Social (566) (1.995) consultoria e assessoria na área de Informática, participação no capital e cias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterio- Imposto de renda e contribuição social 2.814 1.180 nos lucros de outras empresas nacionais ou estrangeiras na condição de ração ou perda de seu valor recuperável. Quando tais evidências são identi- Lucro Líquido do Exercício acionista, sócia ou quotista, titular de debêntures ou partes beneficiárias, em ficadas e o valor contábil líquido excede o valor recuperável, é constituída Quantid. de Ações ao Final do Exerc. (nota 14.1) 2.010.100 2.010.100 1,3999 0,5870 caráter permanente ou temporário, como controladora ou minoritária, bem provisão para deterioração ajustando o valor contábil líquido ao valor recu- Prejuízo do Exercício por Ações (Em reais – R$) como quaisquer atividades relacionadas à administração e gestão dos bens perável. 3.6.7. Demais ativos circulantes e não circulantes: Os demais ativos Demonstração das Mutações do Patrim. Líq. (Passivo a Descoberto) detidos pela própria Cia.. são registrados pelos seus valores de aquisição, acrescidos dos rendimenAdianta2. Apresentação das Demonstrações Financeiras – As demonstrações tos auferidos até as datas dos balanços, reduzidos, mediante provisão, aos Capital mentos p/ Prejuíz. financeiras foram preparadas pela Administração da Cia., sendo de nossa seus valores prováveis de realização e ajustados ao valor presente, quando social aum. de cap. acumul. Total responsabilidade. Foram elaboradas de acordo com a Lei das Sociedades aplicáveis. 3.7. Passivos circulantes e não circulantes: 3.7.1. Provisões: Saldos em 31/12/2007 2.010 9.635 (12.903) (1.258) por Ações (Lei nº 6.404/76, e suas posteriores alterações), normas e instru- Uma provisão é reconhecida no balanço quando a Cia. possui uma obriga- Lucro líquido do exercício – – 1.180 1.180 ções da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), também foram conside- ção legal ou é constituída como resultado de um evento passado, e é prováSaldos em 31/12/2008 (ajustado) 2.010 9.635 (11.723) (78) rados os Pronunciamentos Técnicos emitidos pelo Instituto dos Auditores vel que um recurso econômico seja requerido para saldar a obrigação. As Lucro líquido do exercício – – 2.814 2.814 Independentes do Brasil (Ibracon), resoluções do Conselho Federal de Con- provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do Saldos em 31/12/2009 2.010 9.635 (8.909) 2.736 tabilidade (CFC) e os Pronunciamentos Técnicos do Comitê de Pronuncia- risco envolvido.3.7.2. Provisão para contingências: As provisões para continDemonstração dos Fluxos de Caixa (Valores expressos em reais) mentos Contábeis (CPC). 2.1. Ajustes de Exercícios Anteriores: Conside- gências são constituídas mediante avaliações de seus riscos e quantifica2009 2008 rando o processo de consolidação que vem sendo implementado pela Cia. das com base em fundamentos econômicos e pareceres jurídicos sobre os Ajustado e seus acionistas, as práticas e estimativas contábeis adotadas foram revi- processos e outros fatos contingenciais conhecidos na data do encerra- Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais 2.814 1.180 sadas. Nesse contexto, as demonstrações financeiras referentes ao exercí- mento do exercício. 3.7.3. Demais passivos circulantes e não circulantes: Lucro líquido do exercício cio findo em 31/12/2008 ora reapresentadas para fins de comparabilidade São demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, Ajustes para reconciliar o lucro líquido ao caixa nas demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31/12/2009, quando aplicável, dos correspondentes encargos, variações monetárias e/ gerado pelas atividades operacionais: 22 22 foram ajustadas, conforme detalhamos a seguir: ou cambiais incorridas até a data do balanço patrimonial. Quando aplicável, Depreciação e amortização Demonstração Publicado ReclassifiRepu- os passivos circulantes e não circulantes são registrados em valor presente, Valor residual do ativo permanente baixado – 57 contábil/rubrica anteriormente cação/ajuste blicado transação a transação, com base em taxas de juros que refletem o prazo, a Resultado de equivalência patrimonial (1.167) 1.944 Balanço Patrimonial 1.669 3.203 moeda e o risco de cada transação. A contrapartida dos ajustes a valor Ativo presente é contabilizada contra as contas que deram origem ao referido (Aumento) Redução nos ativos: Contas a rec. de clientes (a) 8.090 (2.911) 5.179 passivo. A diferença entre o valor presente de uma transação e o valor de Contas a receber de clientes 4.008 9.449 Trib. a comp. e recuperar 1.676 – 1.676 face do passivo é apropriada ao resultado ao longo do prazo do contrato Adiantamentos a empregados e fornecedores – 2.170 Outros créditos 2.732 – 2.732 com base no método do custo amortizado e da taxa de juros efetiva. 3.8. Tributos a compensar e recuperar (376) 43 Depósitos judiciais 10 – 10 Instrumentos financeiros: Instrumentos financeiros não derivativos Outros créditos (133) (2.702) Partes relacionadas 82 – 82 incluem aplicações financeiras, contas a receber e outros recebíveis, caixa Depósitos judiciais (23) (10) Investimentos 726 – 726 e equivalentes de caixa, empréstimos e financiamentos, assim como contas Partes relacionadas (23.882) 18.833 Imobilizado 29 – 29 a pagar e outras dívidas. Instrumentos financeiros não derivativos são reco- Aumento (Redução) nos passivos: Intangível 50 – 50 nhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido, para instrumentos que não Fornecedores 14 6 Passivo – (13.922) sejam reconhecidos pelo valor justo por meio do resultado, de quaisquer Salários e obrigações sociais Fornecedores 6 – 6 custos de transação diretamente atribuíveis. Posteriormente ao reconheci- Obrigações tributárias (393) 574 Obrigações tributárias 3.025 – 3.025 mento inicial, esses instrumentos financeiros são mensurados de acordo Adiantamentos de clientes (151) 151 Adiantamentos de clientes 151 – 151 com a respectiva classificação: 3.8.1. Instrumentos mantidos até o venci- Outras contas a pagar (771) (1.286) Prov. p/ perdas em control. 1.167 – 1.167 mento: Se a Cia. tem a intenção positiva e capacidade de manter até o Partes relacionadas 20.046 (16.517) Outras contas a pagar 1.122 – 1.122 vencimento seus instrumentos de dívida, eles são classificados como man- Caixa Líquido Gerado pelas (Consumido nas) Partes relacionadas (b) 44.022 (38.931) 5.091 tidos até o vencimento. Assim, são mensurados pelo custo amortizado utili- Atividades Operacionais 8 (8) Capital social 2.010 – 2.010 zando o método da taxa de juros efetiva, deduzido de eventuais reduções A Variação das Disponibilid. é Assim Demonstrada: Adiant. p/ fut. aum. de capital 9.635 – 9.635 em seu valor recuperável. 3.8.2. Instrumentos disponíveis para venda: Os No fim do exercício 8 – Prejuízos acumulados (c) (47.743) 36.020 (11.723) investimentos da Cia. em instrumentos de patrimônio e de certos ativos rela- No início do exercício – 8 Demonstração Publicado ReclassifiRepu- tivos a instrumentos de dívida são classificados como disponíveis para Aumento (Diminuição) das Disponibilidades 8 (8) contábil/rubrica anteriormente cação/ajuste blicado venda. Posteriormente ao reconhecimento inicial, são avaliados pelo valor 2009 2008 Demonstr. do Resultado justo e suas flutuações, exceto reduções em seu valor recuperável, e as 12. Obrigações Tributárias 1.775 1.460 Rec. de prest. de serviços 14.324 – 14.324 diferenças em moeda estrangeira desses instrumentos são reconhecidas Provisão para IRPJ a recolher Provisão para CSLL a recolher 655 534 Deduções da receita bruta (795) – (795) diretamente no patrimônio líquido, líquidas dos efeitos tributários. Quando 90 131 Custo dos Prod. e Serv. Vend. (10.627) (10.627) um investimento deixa de ser reconhecido, o ganho ou perda acumulado no ISS 60 12 Com pessoal (329) – (329) patrimônio líquido é transferido para resultado. 3.8.3. Instrumentos financei- IOF 42 588 Administrativas e gerais (1.074) – (1.074) ros ao valor justo pelo resultado: Um instrumento é classificado ao valor COFINS 10 125 Com estrutura (353) – (353) justo pelo resultado se for mantido para negociação, ou seja, designado PIS – 175 Financeiras, líquidas (d) (5.407) 6.407 1.000 como tal no reconhecimento inicial. São assim definidos se a Cia. gerencia Outros 2.632 3.025 Deprec. e amortizações (22) – (22) esses investimentos e toma as decisões de compra e venda com base em 13. Outras Contas a Pagar 2009 2008 Tributárias (3) – (3) seu valor justo de acordo com a estratégia de investimento e gerenciamento – 905 Participações societárias (1.944) – (1.944) de risco documentado por ela. Após reconhecimento inicial, custos de tran- Diferimento de receita (*) 351 217 Outras operac., líquidas (e) (2.250) 5.247 2.997 sação atribuíveis são reconhecidos nos resultados quando incorridos. Ins- Outras 351 1.122 IR e Contribuição Social (1.995) – (1.995) trumentos financeiros ao valor justo pelo resultado são medidos pelo valor (a) Contas a receber de clientes – em decorrência da revisão do escopo de justo e suas flutuações são reconhecidas no resultado. 3.8.4. Outros: Outros (*) Refere-se a receitas não realizadas dentro do exercício corrente. determinados projetos da Cia., bem como do critério de faturamento desses instrumentos financeiros não derivativos são mensurados pelo custo amor- 14. Patrimônio Líquido – 14.1. Capital Social: Em 31/12/2009 e 2008 as projetos, foram revertidas receitas de faturamento com prestação de serviço tizado utilizando o método de taxa de juros efetiva, diminuídos por eventuais ações estão assim distribuídas: Em milhares de reais no montante de R$2.911. Por este valor ser de competência do exercício reduções no valor recuperável. 3.9. Demonstração do fluxo de caixa: Foi Capital Capital Quantid. de 2007, e ter sido ajustado em 2009, o mesmo foi reconhecido no resul- preparada e está sendo apresentada de acordo com o CPC 03 – Demonssubscrito integral. de ações tado do exercício findo em 31/12/2007 e as demonstrações financeiras em tração dos Fluxos de Caixa, emitido pelo CPC. As demonstrações dos fluxos 2.010 2.010 2.010.100 31/12/2008 foram reapresentadas para fins de comparação. (b) Partes rela- de caixa refletem as modificações no caixa que ocorreram nos exercícios Braxis Tecnologia da Informação S.A. 2.010 2.010 2.010.100 cionadas - refere-se à revisão dos repasses de resultado líquido efetuados apresentados utilizando o método indireto. Os termos utilizados na demonsno decorrer de 2007 com a empresa CPM Braxis ERP, conforme contrato tração do fluxo de caixa são os seguintes: • Atividades operacionais: são as 14.2. Adiantamento para Aumento de Capital 2008 2007 de cessão de direitos e obrigações firmado com a controladora CPM Braxis principais atividades geradoras de ingressos e receitas da Cia. e outras ati- Braxis Tecnologia da Informação S.A. 9.635 9.635 S/A. (c) Prejuízos acumulados - refere-se aos reflexos dos ajustes no resul- vidades que não sejam atividades de investimento ou de financiamento. 9.635 9.635 tado do exercício. (d) Financeiras, líquidas – o relacionamento financeiro • Atividades de investimentos: são as atividades relativas à aquisição e alie- 14.3. Destinação do Lucro Líquido: 14.3.1. Direito das ações: Consocom as empresas ligadas era formalizado por meio de contratos de mútuo, nação de ativos não circulantes e outros investimentos não incluídos em ante disposição estatutária, aos acionistas estão assegurados juros sobre os quais foram objeto de distrato. Em função dos distratos, o relacionamento atividades operacionais ou de financiamento. • Atividades de financiamento: o capital próprio e/ou dividendos que somados correspondam, no mínimo, financeiro passou a ser formalizado por meio de celebração de contas-cor- são as atividades que têm como consequência alterações na dimensão e a 25% do lucro líquido do exercício, ajustado nos termos da lei socierentes com as empresas ligadas. Assim, os saldos de conta-corrente não composição do capital próprio e nos empréstimos obtidos pela Cia.. tária e do estatuto. 14.3.2. Destinação do lucro líquido: O lucro líquido, estão sujeitos a atualizações monetárias, e não tem data de vencimento 4. Disponibilidades 2009 2008 como definido no artigo 191 da Lei nº 6.404, de 15/12/1976, apurado em preestabelecida, com isso as movimentações financeiras ocorridas com Bancos 8 – cada balanço terá, pela ordem, a seguinte destinação: (i) Constituição multa e IOF sob os distratos foram revertidos. (e) Outras despesas/receitas 8 – da reserva legal. (ii) Constituição das reservas previstas nos artigos 195 operacionais – incluem principalmente: a revisão dos repasses de resultado 5. Contas a Receber de Clientes 2009 2008 e 197 da mencionada Lei nº 6.404/76, mediante proposta da Diretoria, líquido efetuados no decorrer de 2007 e 2008 com a empresa CPM Braxis Ajustado aprovada pelo Conselho e deliberada pela Assembleia Geral. (iii) PagaERP, conforme contrato de cessão de direitos e obrigações firmadas com a Receitas a faturar 705 3.840 mento de dividendos propostos pela Diretoria e aprovados pelo Conselho sua controladora CPM Braxis S.A. Setor privado 466 1.315 que, somados aos dividendos intermediários e/ou juros sobre o capital 3. Principais Práticas Contábeis – 3.1. Moeda Funcional e de ApresenSetor público – 24 próprio, que tenham sido declarados, assegure aos acionistas, em cada tação das Demonstrações Financeiras: A Administração da Cia. definiu 1.171 5.179 exercício, a título de dividendo mínimo obrigatório, 25% (vinte e cinco por que sua moeda funcional é o real (R$) de acordo com as normas descritas 6. Tributos a Compensar e Recuperar 2009 2008 cento) do respectivo lucro líquido, ajustado pela diminuição ou acréscimo no Pronunciamento Técnico CPC 02 – Efeitos nas Mudanças nas Taxas de 601 377 dos valores especificados nos itens I, II e III do artigo 202 da referida Lei Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis, aprovado pela Resolu- IRRF 584 434 nº 6.404/76. ção CFC nº 1.120/08 (NBC T 7) alterada pela Resolução CFC nº 1.164/09. CSLL 2009 2008 COFINS 385 284 15. Custos dos Serviços Prestados Transações em moeda estrangeira, isto é, todas aquelas que não são reali(340) (1.372) 94 73 Serviços de terceiros contratados zadas na moeda funcional, são convertidas pela taxa de câmbio das datas PIS Custo com pessoal – (7.615) Antecipação de IRPJ e CSLL 55 508 de cada transação. Ativos e passivos monetários em moeda estrangeira são – (1.493) 333 – Custos com viagens convertidos para a moeda funcional pela taxa de câmbio da data do fecha- Outros – (147) 2.052 1.676 Outros mento. Os ganhos e as perdas de variações nas taxas de câmbio sobre os (340) (10.627) 2009 2008 ativos e os passivos monetários são reconhecidos na demonstração de 7. Outros Créditos 16. Despesas com Pessoal 2009 2008 2.851 2.718 resultados. Ativos e passivos não monetários adquiridos ou contratados em Créditos a receber de acionistas – (117) 14 14 Proventos moeda estrangeira são convertidos com base nas taxas de câmbio das Outras – (191) 2.865 2.732 Benefícios datas das transações ou nas datas de avaliação ao valor justo quando este Encargos sociais – (13) 8. Partes Relacionadas 2009 2008 é utilizado. 3.2. Moeda estrangeira: Os efeitos cambiais são registrados Outros – (8) Ajustado mediante a atualização dos ativos e passivos, tendo como contrapartida as Ativo – (329) 23.786 – contas de receitas e despesas financeiras, até a data do balanço. 3.3. Esti- CPM Braxis ERP (*) 2009 2008 133 28 17. Despesas Administrativas e Gerais mativas contábeis: São utilizadas para a mensuração e reconhecimento de SBS Serviços de Informática Ltda. (*) (137) (897) 45 49 Serviço técnico especial (*) certos ativos e passivos das demonstrações financeiras da Cia.. A determi- CPM Braxis Outsourcing (*) Material de escritório (4) (16) Pimentel Consultores Associados – 5 nação dessas estimativas levou em consideração experiências de eventos Treinamento – (52) 23.964 82 passados e correntes, pressupostos relativos a eventos futuros e outros Serviços de terceiros – (10) Passivo fatores objetivos e subjetivos. Itens significativos sujeitos a estimativas Viagens e representações – (13) 20.696 862 incluem: a determinação das vidas úteis do ativo imobilizado e dos ativos Braxis Tecnologia da Informação S.A. (*) Transporte – (2) 2.036 1.939 intangíveis e provisões similares. A liquidação das transações envolvendo CPM Braxis S.A. (*) – (84) 1.215 1.103 Outras essas estimativas poderá resultar em valores divergentes dos registrados Pimentel Consultores Associados (141) (1.074) 1.158 1.158 nas demonstrações financeiras devido às imprecisões inerentes ao pro- Sertrading S.A. 32 29 (*) Refere-se às despesas com auditoria, contabilidade, assessoria técnica, cesso de sua determinação. A Cia. revisa suas estimativas e premissas, pelo ABS Advanced Business Solutions consultoria administrativa e de negócios. 25.137 5.091 menos, anualmente. 3.4. Apuração do resultado: O resultado é apurado 18. Despesas com Estrutura 2008 2008 (*) Para o ano de 2008, referiam-se a contratos de mútuo com vencimento pelo regime de competência. A receita bruta de serviços compreende o Aluguéis – (266) desenvolvimento de sistemas e programas de computador (software), bem de até 365 dias e atualizado pelo CDI. Para 2009, os contratos de mútuos Água, energia e gás – (49) como a prestação de serviços de assessoria na área de Informática. A apro- foram migrados para a conta-corrente com vencimento em até 365 dias sem Comunicações – (15) priação dos custos dos projetos é feita por regime de competência. As ante- atualização monetária. Manutenção e conservação – (2) cipações de clientes, decorrentes dos serviços faturados com custos a 9. Investimentos – A participação societária direta da Cia., avaliada pelo Outras (19) (21) método de equivalência patrimonial, é demonstrada a seguir: incorrer são registradas em conta específica do passivo circulante. O custo (19) (353) 2009 2008 dos serviços prestados é reconhecido como despesa do período em que a 2009 2008 726 726 19. Despesas Financeiras, Líquidas respectiva receita é reconhecida. 3.5. Tributação: 3.5.1. Tributos diretos: O CPM Braxis S.A. Ajustado 726 726 imposto de renda e contribuição social correntes são calculados com base Serviços do sistema financeiro (184) (651) nas alíquotas de 15% acrescida do adicional de 10% sobre o lucro tributável 10. Imobilizado Juros sobre contrato de mútuo (120) 1.627 Taxa anual excedente de R$240 no período de 12 meses para Imposto de Renda e 9% Outros 91 25 de deprec. Deprec. Líquido sobre o lucro tributável para a contribuição social. A compensação dos pre(213) 1.001 em % Custo acumul. 2009 2008 juízos fiscais de Imposto de Renda e da base negativa da contribuição social 20. Outras Receitas Operacionais, Líquidas 5 41 (16) 25 29 está limitada à base de 30% dos lucros tributáveis anuais, sem prazo de Benf. em imóv. de terceiros 2009 2008 41 (16) 25 29 prescrição. Pelo fato de a Cia. não apresentar histórico de lucros tributáveis Repasse de resultado (*) (9.283) 3.028 e expectativa de rentabilidade futura fundamentada em estudo de viabili- A movimentação do ativo imobilizado pode ser assim demonstrada: Provisão para créditos de liquidação duvidosa (682) 682 2008 2009 dade, não foram reconhecidos ativos diferidos decorrentes de prejuízo fiscal, Lucro na alienação de valores e bens 53 (53) Vlr. resid. base negativa da contribuição social e diferenças temporárias entre o resulOutras 208 (661) do ativo Depretado apurado para fins fiscais e o apurado de acordo com as práticas contá(9.704) 2.996 Líquido Adições baixado ciação Líquido beis adotadas no Brasil. 3.5.2. Tributos indiretos: A receita de prestação de 29 – – (4) 25 (*) Refere-se ao acordo com o contrato de cessão de direitos e obrigações serviços está sujeita aos impostos e contribuições pelas seguintes alíquotas Benf. em imóv. de terc. firmado com a coligada CPM Braxis S.A. e transferido para a sua contro29 – – (4) 25 básicas: • Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN): 2% a 5%. lada CPM Braxis ERP. 2007 2008 • Programa de Integração Social (PIS): 0,65%. • Contribuição para Financia21. Instrumentos financeiros – A Cia. participa de operações envolVlr. resid. mento da Seguridade Social (Cofins): 3%. Estes tributos são apresentados vendo instrumentos financeiros cujos riscos são administrados por meio de do ativo Deprecomo deduções das receitas na demonstração do resultado. 3.6. Ativos cirLíquido Adições baixado ciação Líquido estratégias de posições financeiras e sistemas de controles de limites de culantes e não circulantes: 3.6.1. Disponibilidades: São valores em caixa e 33 – – (4) 29 exposição. Todas as operações estão registradas em contas patrimoniais equivalentes de caixa, incluindo valores mantidos em contas bancárias e em Benf. em imóv. de terc. 9 – (9) – – e se destinam a atender às suas necessidades operacionais, bem como aplicações financeiras de liquidez imediata. 3.6.2. Contas a receber de clien- Equip. de proc. de dados 9 – (9) – – a reduzir a exposição a riscos financeiros, principalmente de crédito e de tes: Registradas e mantidas no balanço pelo valor nominal dos títulos repre- Instalações 7 – (7) – – taxa de juros. sentativos destes créditos, acrescidos de variação cambial e ajustados ao Móveis e utensílios 21.1. Valorização dos instrumentos financeiros: Os principais instrumenDireito de uso de software 5 – (5) – – valor presente, quando aplicável, e segregados entre curto e longo prazo de 63 – (30) (4) 29 tos financeiros ativos da Cia. em 31/12/2009 estão descritos a seguir, bem acordo com o prazo de vencimento desses créditos. 3.6.3. Investimentos: Os como os critérios para cálculo do valor justo: Numerário disponível: Está investimentos em empresas controladas e coligadas são avaliados pelo 11. Intangível apresentado ao seu valor de mercado, que equivale ao seu valor contábil. Tx. anual método de equivalência patrimonial. 3.6.4. Imobilizado: O ativo imobilizado é de amort. Amort. Líquido Recebíveis: Estão reconhecidos pelo custo amortizado, que se aproxima do registrado pelo custo de aquisição ou construção, deduzido da depreciação em % Custo acumul. 2009 2008 seu valor de mercado em razão de sua natureza de curto prazo. calculada pelo método linear com base nas taxas mencionadas na nota 20 79 (47) 32 50 21.2. Fatores de risco que podem afetar os negócios da Cia.: Risco de explicativa nº 10 e levam em consideração o tempo de vida útil estimada dos Gastos de Impl. Sist. e Métodos 79 (47) 32 50 crédito: Advém da possibilidade de a Cia. não receber os valores decorbens segundo parâmetros e taxas estabelecidos pela legislação tributária vigente. Os encargos financeiros dos financiamentos contratados na fase de (*) Refere-se a software/licença de uso de software de trabalho comprados rentes de operações de vendas ou de créditos com instituições financeiras geradas por operações de investimento financeiro. Para atenuar esse risco, para a serem utilizados em projetos futuros com os clientes. construção de bens integrantes do ativo imobilizado, quando aplicável, são a Cia. adota como prática a análise detalhada da situação patrimonial e capitalizados. Outros gastos são capitalizados apenas quando há um A movimentação do intangível pode ser assim demonstrada: 2008 2009 financeira de seus clientes, estabelecendo acompanhamento permanente aumento nos benefícios econômicos desse item do imobilizado. Qualquer do saldo devedor de suas contrapartes. Risco de taxa de juros: Os resultaVlr. resid. outro tipo de gasto é reconhecido no resultado como despesa, quando incordos da Cia. estão suscetíveis a sofrer variações decorrentes das operações do ativo Amortirido. 3.6.5. Intangível: É registrado ao custo de aquisição, deduzido da amorcontratadas a taxas de juros flutuantes. Este risco decorre dos contratos de Líquido Adições baixado zação Líquido tização acumulada. As amortizações são calculadas pelo método linear, mútuo remunerados pela taxa do CDI. Não foram contratados instrumentos com base nas taxas que levam em consideração a vida útil dos direitos Gastos de Aquisição de proteção para este risco (hedge), tendo em vista a avaliação de que o 50 – – (18) 32 segundo parâmetros e taxas estabelecidos pela legislação tributária vigente, Des Logiciais 50 – – (18) 32 custo seria superior aos benefícios que poderiam deles ser obtidos. e estão mencionadas na nota explicativa nº 11. 3.6.6. Avaliação do valor 21.3. Determinação do valor justo: A Cia. procede a uma avaliação de 2007 2008 recuperável dos ativos: O § 3º do artigo 183 da Lei nº 6.404/76, modificado seus ativos e passivos contábeis em relação aos valores de mercado, utiliVlr. resid. pela Lei nº 11.638/07 e Lei nº 11.941/09, determina que a Cia. deverá efezando-se das informações disponíveis e metodologias apropriadas, procedido ativo Amortituar, periodicamente, análise sobre a recuperação dos valores registrados Líquido Adições baixado zação Líquido mento este que requer considerável julgamento e razoáveis estimativas para no imobilizado e no intangível, a fim de que sejam registradas as perdas de se produzir o valor justo mais adequado. valor do capital aplicado quando houver decisão de interromper os empreen- Gastos de Aquisição 72 – (4) (18) 50 dimentos ou atividades a que se destinavam ou quando comprovado que Des Logiciais A Diretoria 23 – (23) – – não poderão produzir resultados suficientes para a recuperação desse valor Marcas e patentes Inês da S. Leandro – Contadora – CRC 241.832/O-6 (impairment) e revisados e ajustados os critérios utilizados para determina95 – (27) (18) 50
Campo de Frade, a estatal perca diariamente, o equivalente a 80 mil barris de petróleo. Na teleconferência, o diretor deixou claro que não há muito o que a Petrobras possa fazer para reverter o problema no campo. "Estamos aguardando o fim das discussões entre a Chevron e a Agência Nacional de Petróleo", disse Formigli, acrescentando acreditar que ainda este ano a produção poderá ser retomada. Questionado sobre as atividades no Pré-sal, o diretor de Exploração e Produção revelou que a expectativa da estatal é encerrar 2012 com 20 equipamentos de perfuração na área. Existem hoje 13 sondas de perfuração operando no polo do Pré-sal da Bacia de Campos. A empresa informou ainda que o projeto piloto de
Lula, na Bacia de Santos, atingiu no primeiro trimestre uma produção de 94 mil barris de petróleo por dia. Preços – Em conversa com analistas estrangeiros, Barbassa, defendeu a manutenção da atual política de reajustes da companhia, que se baseia no acompanhamento de longo prazo. "A política da Petrobras é manter os preços locais estáveis, sem acompanhar a volatilidade dos preços no mercado externo. Não repassamos essa volatilidade. É uma política adotada pela companhia", afirmou Barbassa, que destacou o fato de o preço do petróleo ter caído nos últimos dias, o que reforça a decisão da Petrobras e do governo em não mexer nos valores dos combustíveis. (AE)
Daniel Castellano/ AE - 06.01.09
Estoques das montadoras estão lotados após restrições ao crédito
Governo quer liberar compulsório para venda de carros
P
ara ajudar a desovar os poderia liberar uma parte dos estoques das montado- depósitos compulsórios realiras, o governo estuda li- zados pelos bancos, desde berar parte do dinheiro que os que os recursos sejam destibancos são obrigados a man- nados para o financiamento ter depositados no Banco Cen- de automóveis. Além disso, o tral (BC), o chamado compul- Banco Central flexibilizaria as sório, para aumentar o finan- normas que regulam os emciamento de automóveis e be- préstimos para veículos. neficiar as montadoras. Além Longas prestações – Em nodisso, a equipe econômica po- vembro do ano passado, a insde mudar as regras para am- tituição já eliminou as restripliação do número de presta- ções, colocadas no final de ções e redução das entradas e 2010, para financiamentos das taxas de juros dessas ope- em até 60 vezes. Foi mantida, rações a fim de estimular o entretanto, a regra mais dura consumo. para financiamento acima de As medidas já foram discuti- cinco anos. Nesses casos, a das entre representantes do exigência de capital para os Ministério da Fazenda e da As- bancos é 50% maior do que sociação Nacional dos Fabri- nas operações com até 60 cantes de Veícuprestações. los Automotores Em entrevista (Anfavea). Agora, ao jornal O Estado o ministro Guido de S.Paulo , na terMantega levará ça-feira, Mantega É preciso as propostas para sinalizou as medidar uma os bancos privadas, ao afirmar cados e avaliará a tegoricamente flexibilizada receptividade. que era preciso nesse Bancos – O diag"dar uma flexibilimercado nóstico é que as zada nesse merde venda dificuldades colocado". de veículos. cadas pelos banNo entanto, o cos para liberar fiministro destacou GUIDO MANTEGA nanciamentos que, embora o para automóveis, Banco Central teem razão do elevado nível de nha alterado as regras no final inadimplência nesse segmen- de 2011, os bancos continuam to, são o principal entrave às cautelosos e não estão oferevendas do setor neste mo- c e n d o f i n a n c i a m e n t o s d e mento. mais longo prazo. Por isso, anEm março, a taxa de calote tes de colocar as medidas na no pagamento desse tipo de rua, Mantega quer garantir o operação atingiu o nível recor- engajamento dos bancos pride de 5,7%, de acordo com da- vados. Ele acredita na força da dos do Banco Central. Caixa Econômica Federal e do Mantega já determinou que Banco do Brasil como indutoa Caixa Econômica Federal e o res da concorrência. Banco do Brasil aumentem o A demora do governo em crédito para veículos, mas há anunciar as medidas, no enuma avaliação de que sem a tanto, está tirando o sono da participação ativa de bancos Anfavea. As reuniões de recomo Bradesco e Itaú, ficará presentantes da entidade difícil dar fôlego a esse merca- com a equipe do Ministério da do. "São bancos que convivem Fazenda foram diárias duranmais com esse tipo de finan- te toda a semana. O único ciamento", argumenta uma alento, neste momento, é a fonte que preferiu não se iden- desvalorização do real. A extificar à reportagem. pectativa do setor é de que o Compulsórios – Pela ideia dólar mais caro desestimule em discussão, o Banco Central as importações. (AE)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Nº 417
27 Com tração dianteira ou integral e duas versões híbridas, o novo Ford Fusion chegará ao mercado norte-americano no segundo semestre. Em 2013, virá para o Brasil.
DCARR CHRYSLER 300C
O carrão está de volta Após dois anos de ausência, ele retorna ao Brasil com seus cinco metros de comprimento e quase dois de largura, como gostam nos EUA. E custa R$ 179.900. CHICOLELIS Divulgação
A
Além do tamanho e do conforto, o modelo se impõe pelo motor, um Pentastar V6 3.6 DOHC, de 24 válvulas, com 286cv. O 300C tem câmbio automático de oito marchas e, de acordo com a fábrica, faz até 8 km/l na cidade.
PORSCHE HÍBRIDO
TEM 800 CAVALOS. 200 DELES DE MOTORES ELÉTRICOS. Ainda não há data de lançamento. Mas já tem comprador na fila.
Q
ualquer modelo da marca Porsche é sempre algo de se admirar, como o recém-lançado no nosso mercado Carrera 911S, com seus 400 cavalos e preço a partir de R$ 639 mil. Mas desta vez a novidade é o Porsche 918 Spyder. Depois de ter tentado esconder o projeto, a marca alemã divulgou, na última semana, as fotos do modelo em testes finais. O bólido já roda em estradas e cidades da Alemanha. 600+200 – O novo 918 Spyder é um roadster híbrido, com um motor V8 de 4.6 litros e potência beirando os 600 cavalos
de potência máxima. Mas o modelo não poderia ficar só com essa "potênciazinha": ele ganhou dois motores elétricos (um no eixo e outro na transmissão, que manda força para as rodas traseiras), fazendo o carro chegar quase aos 800 cavalos.
A "máquina" acelera de 0 a 100 km/h em menos de 3 segundos e supera os 330 quilômetros por hora. Outro detalhe curioso: o modelo será comercializado com teto removível, ao estilo do 911 Targa de 1966, guardado no porta-malas (há 30 anos, a Porsche adotou na série Targa um sistema deslizante). A fábrica alemã ainda não divulgou a data de lançamento, mas os admiradores da marca já estão formando filas para levar o seu 918 Spyder para casa. Antonio Fraga
lém do tamanho, o Chrysler 300C se impõe também pelo seu motor, um Pentastar V6 3.6 DOHC, de 24 válvulas, com 286cv com câmbio automático de 8 marchas que, acreditem, diz a fábrica, faz até 8 km/l na cidade, marca melhor que muito popular flex. Na estrada, são 13 km/l. E pesa quase duas toneladas. Com todo este tamanho, conforto é o que não falta no 300C, na frente ou nos bancos traseiros. O interior é bem decorado, com todos os novos equipamentos eletrônicos de mídia: audio premium com nove alto-falantes, bancos em couro com ajustes elétricos, computador de bordo com LCD de 3,5" e até um curioso, e não muito comum, controle de altura dos pedais. Um botão colocado na coluna de direção permite que você eleve ou diminua a altura dos pedais do freio e acelerador. Em um sistema semelhante você regula altura e profundidade do volante. É algo bem confortável. Na questão segurança, a "sopa de letrinhas" do carro também não deixa a desejar, com ABS, ESC (controle eletrônico de estabilidade), monitoramento da pressão dos pneus e air bags dianteiros de múltiplos estágios, laterais dianteiros e traseiros e apoios de cabeça ativos, que avançam em caso de colisão, evitando que a cabeça retorne com violência para trás. No tanque cabem 72,2 litros de combustível e o porta-malas abriga 462 litros. Premium - Atuando apenas no segmento "premium", que abrange somente modelos de luxo, a Chrysler detém 25% dele, segundo o diretor de marketing e vendas da empresa, Luiz Tambor. O destaque vai para a linha Jeep Cherokee Wrangler que, dentro da americana, tem 40% das vendas no Brasil. A Journey (que tem na Freemont sua "irmã" na Fiat, que adquiriu a Chrysler recentemente, para entrar nos EUA) tem 25%, a RAM, picape de grande porte, outros 25% e a Chrysler, com o 300C que pretende abocanhar os restantes 10%, vendendo 1.000 unidades anuais. Dobrando a rede - Antes da Fiat, a Chrysler passou por uma associação com a Mercedes-Benz, que não deu certo. Mas muitos concessionários da marca alemã se tornaram também vendedores da norte-americana. Ao final, muitos abandonaram a marca dos EUA e o número de lojas caiu para 25. Luiz Tambor diz que este número deverá dobrar até o final deste ano.
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VOO ALTO Novo aeroporto de Doha terá sua primeira fase inaugurada em dezembro. O projeto deve ser concluído em 2015, quando atingirá capacidade para 50 milhões de passageiros.
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Fotos: Divulgação
OÁSIS NAS AREIAS DE DOHA Palco da Copa do Mundo de 2022, a capital do Qatar merece ser descoberta e hospeda como nas fábulas 'As Mil e Uma Noites' Rejane Tamoto
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m meio às areias do Oriente Médio, Doha, no Qatar, aos poucos desponta para ser a cidade que vai receber milhares de turistas para a Copa do Mundo de 2022. A poeira das obras para a construção de aeroporto, estádio, condomínios e prédios se mistura com a arquitetura moderna dos arranha-céus e shoppings estabelecidos no centro. Se amanhã Doha estará pronta para o turismo, hoje ela é uma cidade cosmopolita para a qual muitos viajam a negócios. Tanto que é possível encontrar gente de praticamente todas as nacionalidades em hotéis e empresas locais. Por isso, quem viaja para Doha deve usar e abusar do inglês na comunicação. A dica para quem vai a negócios ou apenas tem Doha como escala – já que o aeroporto é um
importante hub para quem vai à Ásia, por exemplo – é parar por uma ou duas noites no Sharq Village & Spa. A apenas 20 minutos do aeroporto, o hotel é um oásis na cidade, já que logo na fachada há elementos da arquitetura árabe tradicional que, iluminados à noite, se destacam ainda mais. A decoração, os móveis e todos os detalhes remontam à herança árabe, mas a qualidade dos produtos e serviços traz a marca da rede internacional Ritz-Carlton. Inaugurado em março de 2007, o Sharq Village & SPA possui só dois andares e 14 vilas, que comportam 174 quartos e suítes amplos e luxuosos. Frutas variadas e doces típicos recepcionam o hóspede no quarto. Outro detalhe que chama a atenção são os produtos de beleza e higiene disponíveis, da marca italiana Bulgari. Todos os quartos têm uma varanda espaçosa, de onde é possível apreciar o pôr-do-sol. Se estiver por lá por volta das 18h, é
possível ouvir, de longe, a oração islâmica. Como a temperatura costuma ser de deserto durante o dia – neste mês acima de 30°C, mas de 50°C em julho e agosto –, o visitante pode aproveitar as duas piscinas e a praia particular, que abrange um quilômetro da margem do Golfo Pérsico. Outro serviço imperdível é Spa Six Senses, que tem 23 salas de tratamento, com um lado dedicado às mulheres e outro aos homens. No menu, há massagens tailandesa, sueca e com aromaterapia, além de jacuzzi e piscinas quentes e frias. Estando no hotel à noite, não deixe de ir ao restaurante Al Dana, que no jantar serve sushis e sashimis feitos na hora. Em uma sala anexa ao restaurante há um mercado de peixe, onde o cliente escolhe e o sushiman prepara. PASSEIO – Se sobrar tempo, separe uma noite para conhecer o mercado Souk Waqif, um complexo de imóveis e vielas em ar-
quitetura árabe, onde é possível fazer compras, jantar e, na praça principal, assistir a um show circense ou musical. Um produto típico é a pashmina (ou echarpe), encontrada a preço bastante camarada, mas o segredo é negociar e pedir descontos. Estando no mercado, aproveite para jantar no Tawash Restaurant e prove o menu tradicional árabe, com salada, prato principal e sobremesa. É importante lembrar que na cidade não é permitido o consumo de bebidas alcoólicas, só dentro dos hotéis. No mês do Ramadã, quando os islâmicos não comem e nem bebem em público desde o nascer até o pôrdo-sol, os turistas devem evitar fazê-lo em lugares públicos. Fora isso, há alguns aspectos culturais que devem ser levados em consideração antes de circular por Doha. Para as mulheres que visitam a cidade, é recomendado o uso de roupas que não sejam muito decotadas e nem
marquem o corpo. Outro detalhe é o cuidado para fotografar os cidadãos locais. Os homens vestem uma túnica branca (dishdash) e um lenço na cabeça (kafia). As mulheres usam túnica preta (abaia) e um lenço que pode cobrir apenas o cabelo ou toda a cabeça e o rosto. O ideal é não fazer fotos de pessoas sem pedir autorização. Se tiver mais tempo, durante o dia, conheça um pouco mais da história árabe visitando o Museu de Arte Islâmica, cuja fachada lembra o rosto de uma mulher. Outro programa para ser feito à luz do sol, mas só aos aventureiros, é o passeio de camelo. Quem leva é a agência de turismo Gulf Adventures, que tem guias que explicam, em inglês, os detalhes de uma cultura tão diferente e instigante quanto a árabe. Boa viagem! Viagem a convite da Qatar Airways e do Ritz-Carlton.
Sharq Village & Spa: um paraíso de arquitetura árabe (fotos no topo e acima), o hotel da rede Ritz-Carlton tem dois andares, 14 vilas e 174 quartos e suítes (abaixo). Fotos: Rejane Tamoto
Souk Waqif (fotos à esq.) é um complexo de construções e vielas, onde é possível fazer compras, jantar e, na praça principal, assistir a um show circense.
Nas nuvens
Divulgação
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ocê já teve a sensação de que o tempo 'voa' dentro de um avião, em um percurso de cerca de 16 horas? Foi esta a experiência de voar na classe executiva da Qatar Airways, rumo a Doha. Com luxo equivalente ao das melhores primeiras classes do mundo, esta executiva surpreendeu já pelo espaço amplo do assento, que a 180 graus se transforma em uma cama de 56 cm de largura e com descanso para os pés.
O conforto se tornou m a i o r q u a n d o e x p e r imentei as oito funções de massagem do assentocama. Há também outros
mimos, como o pijama de malha e a nécessaire com itens de higiene e beleza da marca londrina Molton Brown. O entretenimento
é completo com a TV de LCD de 17 polegadas, que transmite mais de 900 opções de música, filmes, documentários e séries. O tempo passou rápido, sim, não só pela programação variada de TV, mas porque foi possível dormir "sem escalas" e, ainda, receber a massagem revigorante. Outro detalhe importante foi o serviço à la carte, com menu diversificado de entradas, pratos principais, sobremesas e bebidas, que foram servidos como em um restaurante: com guardanapos
de pano, talheres, louças e taças. A mesa do assento foi preparada com esmero pela comissária, que a decorou com uma flor em um pequeno vasinho. Em alguns momentos, dá para esquecer que se está dentro de um Boeing-777. A pesquisa global Skytrax World Airline Awards, que elegeu a classe executiva da Qatar Airways a melhor do mundo em 2011, pediu aos seus 19 milhões de clientes para avaliar estes detalhes. E posso opinar? Eles estavam certo. (RT)
RAIO X COMO CHEGAR A melhor forma de viajar entre São Paulo e Doha – hub para o Oriente – é pela Qatar Airways (www1.qatarairways.com/br/pt/). Ida-e-volta na classe executiva custa a partir de US$ 7.022 (sem as taxas). ONDE DORMIR A apenas 20 minutos do aeroporto, o Sharq Village & SPA (www.sharqvillage.com e rc.dohsq.reservations@ ritzcarlton.com) tem diárias a partir de US$ 300. FAÇA AS MALAS Fuso horário: seis horas a mais em relação a Brasília. Idioma: árabe, mas o inglês é quase a língua oficial. Moeda: Qatar riyals (QAR). US$ 1 dólar equivale a 3,65 QAR. Visto: é necessário e deve ser providenciado pela pessoa ou empresa responsável pela sua estada no Qatar. No caso de turistas, pode ser solicitado por hotéis credenciados em Doha. Mais informações http://www.portalconsular.mre.gov.br/ clientes/portalconsular/portalconsular/ mundo/oriente-medio/estado-do-catar/doha/ Passeios: Souq Waqif, Museu de Arte Islâmica e passeio de camelo pela Gulf Adventures Tourism, www.gulf-adventures.com.
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Provocações no ar Obras do artista Antony Gormley ocupam o Centro Cultural Banco do Brasil e outros espaços improváveis. Rita Alves
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Obra Critical Mass II, de 1995, é formada por 60 corpos de ferro fundido.
Loss: feita especialmente para a mostra brasileira.
Fotos: Paulo Pampolin/Hype
Divulgação
Corpos em 12 poses diferentes ocupam a rotunda do Centro Cultural Banco do Brasil.
Esculturas, algumas suspensas, pesam 630 quilos cada.
topo de alguns edifícios tem chamado a atenção de quem circula pela região central da Cidade. Os olhares intrigados, os dedos apontando para o alto e os celulares na mesma direção registrando os achados têm sido comuns no Vale do Anhangabaú. Na mira está a instalação Event Horizon (Horizonte de Eventos) que reúne no beiral dos prédios diversas esculturas de homens nus, esculpidas em tamanho real, feitas em ferro fundido e fibra de vidro, posicionadas também no interior da praça. As esculturas foram criadas pelo inglês Antony Gormley, que exibe diversos outros trabalhos na exposição Corpos Presentes - Still Being, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Antes de São Paulo, o artista já havia mostrado Event Horizon originalmente em Londres, no ano de 2007, fato marcante para ele. "Quando criei a instalação em Londres, a reação do público foi extraordinária. As pessoas paravam umas às outras na rua, apontando para o objeto. Assim, grupos se formavam rapidamente e as pessoas percebiam o espaço público de uma maneira que jamais haviam notado." Agora é a vez de o Brasil se encantar com o trabalho de Gormley na mostra inédita, que tem curadoria do designer e documentarista Marcello Dantas. Corpos Presentes - Still Being apresenta 11 obras, 50 maquetes, 9 gravuras, 25 fotografias e 6 vídeos distribuídos em todos os andares do local. Entre as esculturas, cinco foram criadas especialmente para a exposição brasileira: Loss (figura humana feita por cubos de aço), Mother's Pride (quadro formado por pães de forma que exibe o molde do corpo do artista, esculpido por meio de mordidas) e três versões da obra Breathing Room, criada com 15 molduras fotoluminescentes interconectadas. Antes mesmo de entrar no CCBB, o visitante já se depara com um dos homens sem roupa criado pelo escultor, exposto na rua. Dentro do espaço, muitos outros: sentados, deitados, de cabeça para baixo, com as pernas para cima, em posição fetal. As peças, feitas com ferro fundido, estão em 12 poses diferentes e pesam 630 quilos cada. Os homens de ferro fazem parte da obra intitulada Critical Mass II, de 1995. Impossível passar despercebido por elas. "Eu questiono a ideia de que a resposta da retina é o único canal de comunicação da arte, e a ideia de que os objetos são entidades discretas. Eu quero que a obra ative o espaço ao seu redor e cause uma resposta físico-psíquica, permitindo que aqueles em seu campo de influência fiquem mais conscientes dos seus próprios corpos e arredores", afirma Gormley. Outro conjunto de esculturas que chama a atenção mostra 24 mil figuras reunidas em uma sala do centro cultural. Trata-se da obra Amazonian Field, formada por esculturas de 4 a 40 centímetros de altura, todas aglomeradas no chão, de olho em quem chega para observá-las. O trabalho faz parte de uma série de instalações, criada por diversas comunidades de todo o mundo. No Brasil, por exemplo, ela foi montada em Porto Velho, no ano de 1991. Com quase 40 anos de carreira, Gormley é considerado um dos maiores escultores vivos contemporâneos. "Atento aos detalhes, demostra excelente domínio da ciência por trás da arte", relata o curador Marcello Dantas, no catálogo da mostra. "Para se entregar à obra de Antony Gormley, não se deve se ater ao que está visível aos olhos, mas sim a algo muito mais sublime e ao mesmo tempo intenso, o sentimento de presença - algo que não é do léxico comum das artes visuais, mas que quando ocorre desnuda o verdadeiro acontecimento da arte."
Instalação Event Horizon (Horizonte de Eventos) reúne ao ar livre 31 esculturas de homens nus em tamanho real.
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cultura
Acima, uma das esculturas produzidas por Antony Gormley nas ruas da região central. E, abaixo, outra, intitulada Aperture VIII, de 2010.
Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Álvares Penteado, 112, Centro. Tel.: 3113-3651/52. Terça a domingo, das 9h às 21h. Grátis. Até 15 de julho. Divulgação
Máscaras de Afrodite Quem se interessa por mitologia grega e arte tem um programa para o fim de semana. A partir de sábado (19) a Galeria de Arte do clube A Hebraica recebe a exposição Acredite Afrodite da artista plástica Paulete Berger. Por meio da utilização de diferentes texturas, cores e técnicas de aquarela em tecidos como a seda, as 16 obras levam o visitante a uma viagem pelos dizeres
populares e símbolos mitológicos. As famosas máscaras do teatro grego, que representam a persona, são muito marcantes em suas obras, trazendo à exposição um aspecto lúdico.
Galeria de Arte do Clube A Hebraica. Rua Hungria, 1000. Jardim Paulistano. De 19 maio a 19 de junho. Das 8h às 20h. De terça a domingo. Grátis.
Nesta edição: Donna Summer, o fim da rainha disco. Memória da Itália, em fotos. Ensaio: República das letras digitais no século XXI. O Corvo, filme com a marca de Edgar Allan Poe.
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RITOS E FESTAS POPULARES DA ITÁLIA Rita Alves
Fotos: Lamberto Scipioni
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Festa de São Sebastião, Palazzolo Acreide, Sicília, um dos ritos religiosos mais antigos da Itália.
Festa da Polenta (Espírito Santo): polenta, cultura e tradições italianas.
Pálio de Siena (Toscana): corrida de cavalos.
Festa Nacional da Uva (Caxias do Sul): gastronomia, música e vinho.
partir do próximo dia 24, um grupo importante de italianos chegará à sede do Sesc Vila Mariana. Eles estarão congelados dentro da exposição fotográfica Memória do Rito. A mostra apresenta imagens clicadas pelo fotógrafo ítalo-brasileiro Lamberto Scipioni (foto) e exibe registros de uma série de ritos e festas populares italianas. O visitante vai encontrar imagens de sagras, eventos religiosos, esportivos e folclóricos ocorridos na Itália. Música, luz, cores e sabores são elementos essenciais presentes em tais manifestações, captados pelas lentes do artista. Scipioni fez mais de mil imagens sobre o tema, mas selecionou somente 83 para expor no Sesc, tarefa nada fácil para ele, já que todos os eventos têm grande importância. Ele conta que começou a fotografar tais manifestações em 2003, no início, sem a intenção de expor para o público. “Fui fazer um rito e me entusiasmei.” O fotógrafo relata que se surpreendeu com a descoberta da força da tradição dos ritos e festas e com a permanência até hoje desses eventos. “O que mais me impressionou foi ver que o jovem ainda acompanha esses eventos. São ritos que existem há séculos e se os jovens estão presentes é sinal de que vão dar continuidade à tradição dos avós”, diz. "Há ritos que são feitos em vilas pequenas e recebem jovens que saem das grandes cidades, especialmente para participar deles." Algumas dessas manifestações foram trazidas pelos imigrantes para o Brasil e também não escaparam das lentes de Scipioni. Uma delas é a Festa da Polenta, no Espírito Santo, que costuma reunir mais de 40 mil parti-
cipantes na segunda semana de outubro. Com duração de três dias, celebra, além da polenta, a cultura e as tradições italianas presentes no Brasil. Já a Festa da Uva, no Rio Grande do Sul, acontece a cada dois anos, entre os meses de janeiro e março e reúne gastronomia, música e vinho. A terceira manifestação registrada pelo artista são os Ritos da Madona de Achiropita, em São Paulo. Feita no bairro do Bexiga, no mês de agosto, é considerada a maior festa católica italiana do Brasil. A procissão pelas ruas do bairro e a quermesse repleta de pratos italianos são as principais caracteristicas do rito. Entre os eventos italianos, o visitante encontra, por exemplo, a Regata de Veneza, manifestação
Giuliano Uboldi
esportiva e comemoração histórica, realizada no Canal Grande, e o Rito das Serpentes, considerado o mais impressionante de todos os ritos italianos de origem pré-cristã, que acontece na primeira quinta-feira de maio. A exposição Memória do Rito integra o Ano da Itália no Brasil, intitulado Momento Itália-Brasil, e fica em cartaz até o dia 12 de agosto.
Sesc Vila Mariana. Rua Pelotas, 141, Vila Mariana. Tel.: 5080-3000. Terça a sexta, das 7h às 21h30. Sábados, domingos e feriados, das 9h às 18h30. Grátis.
Soeren Stache/EFE
A última dança de Donna Summer Rainha das discotecas perdeu batalha contra o câncer
A diva pop, na foto acima se apresentando em julho de 2009 na cidade alemã de Berlim, morreu na última quinta-feira na Flórida.
À esq, Bad Girls (1979), seu terceiro disco duplo, vencedor do Grammy de melhor álbum do ano. E On the Radio, também de 1979. Ao lado, Donna em Rotterdam, na Holanda, em novembro de 2007.
Robert Vos/EFE
Reprodução
se para Nova York com o intuito de trabalhar em musicais. Conseguiu um papel na produção alemã de Hair e seguiu em turnê com a companhia pela Europa, onde conheceu e casou-se com o ator austríaco Helmut Sommer, cujo sobrenome adaptaria para Summer. Sua vida mudou quando, ainda cantando como backing vocal, Donna conheceu dois produtores, Giorgio Moroder e Pete Bellotte, nomes que a ajudaram a moldar a era disco. Em 1974, lançou seu primeiro disco, Lady of the Night. Na segunda parte da década, o mundo inteiro parecia dançar ao som de Last Dance, Hot Stuff e Bad Girls. Tornou-se rainha absoluta da cena disco. Ao trocar de gravadora, assinando com a Geffen Records em 1983, Donna passou a ter menos destaque nas paradas, mas emplacou ainda grandes sucessos com faixas como She Works Hard for the Money e This Time I Know It's for Real. Durante a era disco, ela foi a única artista a ter três discos-duplo consecutivos em primeiro lugar na lista de mais vendidos. Ela também foi a primeira cantora com quatro singles número 1 em um período de 13 meses, de acordo com o Rock Hall of Fame, onde foi homenageada neste ano. Apesar do sucesso, nunca se mostrou confortável com o rótulo "rainha da disco". Segundo o site TMZ, Donna acreditava ter desenvolvido a doença depois de inalar partículas tóxicas durante os ataques terroristas de 11 de setembro, em Nova York.
Reprodução
A
s pistas de dança de todo mundo deram adeus ontem à rainha da era das discotecas, a cantora Donna Summer. Ganhadora de cinco prêmios Grammy, a norte-americana lutava contra um câncer e tinha 63 anos. Ela morreu na Flórida, onde combatia a doença, mantida em sigilo a pedido da artista, e trabalhava em um novo álbum. A notícia foi dada primeiramente pelo site de fofocas T M Z e confirmada depois por familiares. "Na manhã de hoje (ontem), rodeada por sua família, perdemos Donna Summer Sudano, uma mulher de muitos talentos. Apesar de nosso luto por seu falecimento, estamos em paz celebrando sua vida extraordinária e seu legado contínuo", disse a família da cantora em comunicado. Sudano é o sobrenome do segundo marido, com quem foi casada desde os anos 1980. Numa de suas últimas vindas ao Brasil, em novembro de 2009, a cantora se apresentou em shows em São Paulo e no Rio de Janeiro. Filha de um açougueiro e uma professora, ela já nasceu com nome de artista, LaDonna Andrea Gaines, em Boston no dia 31 de dezembro de 1948. A música sempre esteve presente na infância e adolescência, quando ouvia outras divas da voz, como Janis Joplin, Dionne Warwick e o grupo feminino da Motown – Supremes. Começou a cantar no coral gospel de sua igreja. Na adolescência participou de um grupo de rock chamado Crow, e logo depois mudou-
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Juntos ou separados, escrevemos juntos. Roberto Taddei
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or que lemos livros? As respostas individuais podem variar. Mas tanto para os que leem por prazer quanto para os que leem por obrigação, há algo em comum. A leitura nos faz sentir parte de algo maior, seja pela experiência antropológica de "ler" e "entender" o outro por meio dos personagens, seja pela experiência social de participar de um evento determinado no espaço e no tempo: o livro. Dois amigos que leram o mesmo livro formam um pequeno grupo, uma rede social. Ler um livro que aparece na lista dos mais vendidos nos coloca em uma rede maior ainda, de milhares de pessoas espalhadas pelo mundo. Todos esses leitores podem também se conectar através do tempo com os leitores de outros anos, outras décadas, outros séculos. E os leitores deste mesmo livro se conectam aos leitores dos outros que foram lidos pelo autor durante o processo de escrita, e assim por diante. Não conhecemos rede social mais ampla e duradoura do que a literatura. O Facebook que nos desculpe. E se a sensação de excesso de informação no Facebook e na internet hoje é geral, o que dizer então desta rede que há 3 mil anos só faz crescer? Como encontrar um caminho quando estamos mergulhados até o nariz em tanto conteúdo? Em 1652, John Locke escreveu um guia sobre como montar livros de anotações e citações a partir de suas leituras (o livro de lugares-comuns, ou commonplace book). O sistema de organização criado por Locke era baseado em palavras-chave, em semântica. Locke estava preocupado em controlar a circulação do conhecimento e entender como construía as próprias ideias. Estava implícito,
em sua atitude, que a autonomia intelectual não acontece espontaneamente. No século XVII, os iluministas viviam o segundo século após a invenção da prensa de Gutenberg e o acúmulo de informação e circulação de livros tinha atingido ritmo impensável até então. O esforço de intelectuais como Locke era o de encontrar caminhos confiáveis e úteis em meio a tanta informação. Em uma palestra na Columbia University, em 2010, o escritor norte-americano Steven Johnson sugeriu que uma página de resultado do Google hoje é o equivalente a uma página do livro de anotações de Locke. A diferença é que Locke produzia seus livros seguindo uma orientação particular, enquanto os resultados do Google seguem um algoritmo baseado em uma infinidade de parâmetros cuja composição é secreta. Não é de se estranhar ouvirmos termos como "web semântica" ou "curadoria de informação". Assim como Locke no século 17, é preciso organizar a leitura da infindável quantidade de material disponível no mundo. O historiado Robert Darnton, em A Questão dos Livros (2010, Companhia das Letras), diz que os ingleses daquele tempo liam de maneira fragmentada, saltando de livro em livro. Assim, quebravam "os textos em partes e as juntavam em novos arranjos ao transcrever as partes em seções diferentes de seus cadernos de anotação. Então, reliam as cópias feitas em seus cadernos e arranjam novamente seguindo novos parâmetros e acrescentando novos textos. Ler e escrever eram, portanto, atividades inseparáveis." É essencialmente isso o que fazemos no Facebook, nas redes sociais e na internet em geral. Produzimos conteúdo à medida
que consumimos conteúdo. Mas há um problema crucial no uso das redes sociais: elas dialogam essencialmente com o que é produzido hoje, o atual instantâneo, o efêmero. Talvez venha daí uma das características mais assustadoras de nosso tempo: a sensação de que o mundo começou ontem, de que tudo está sendo criado e inventado agora, e que, por associação lógica, o que aconteceu antes de 1980 não passa de registro histórico anacrônico, de um tempo perdido e muito, muito distante. Essa é uma das dificuldades do mundo editorial quando tenta migrar para o digital. Como ser novo, descolado, fazer barulho nas redes sociais e praticar marketing de guerrilha com um mercado que tem mais de 500 anos e um acervo de mais de 3 mil? O que fazer com todo o histórico passado dessa imensa rede social? Como garantir que os novos livros façam parte dessa mesma rede no futuro? Algumas dessas perguntas assombraram o 3º Congresso Internacional do Livro Digital, promovido pela Câmara Brasileira do Livro, na semana passada em São Paulo. A resposta parece ser uma só, embora com muitas variáveis: é preciso trazer o leitor para dentro do livro e deixá-lo experimentar a leitura livremente. Como ao longo de muitos séculos, mesmo quando não havia livros e o suporte para a literatura não era o papel, mas a língua e o corpo humano. Nesse sentido, chama a atenção as novas ferramentas dos leitores digitais como o Kindle ou o iPad. Com eles é possível compartilhar as passagens sublinhadas nos livros eletrônicos e trocar comentários escritos pelos leitores. De olho nessas possibilidades, a Amazon já criou uma rede social de usuários do Kindle.
Outro site que aproveita a ferramenta do Kindle é o Findings.com. Criado a partir de uma sugestão de Steven Johnson, o site recolhe passagens sublinhadas por usuários do Kindle e cria uma rede social com desdobramentos no Facebook, Twitter e Tumblr. A ideia do Findings, da Amazon e da Apple é semelhante: ler significa construir uma versão própria de um livro. Ler é reescrever. Nada mais justo portanto do que oferecer ao leitor a possibilidade de se criar uma cópia apenas com as passagens sublinhadas e anotações pessoas. E de compartilhar essa cópia. Impeditivos legais de copyright e o interesse das editoras, porém, impedem que esses programas realizem todas essas tarefas. Como ficou evidente no congresso da CBL, os editores brasileiros estão muito preocupados com o negócio do livro. Por isso o Brasil hoje tem apenas 12 mil títulos em formato digital enquanto a Amazon sozinha tem 1.367.930. Mas nem isso é novidade. Ao entrar no Findings.com e procurar pelo livro de Robert Darnton (na versão em inglês, The Case for Books), encontra-se esta passagem do livro sublinhada pelo leitor cercamon no dia 10 de maio: "a República das Letras (dos séculos XVII e XVIII) era democrática apenas em princípio. Na prática, era dominada pelos bem nascidos e pelos ricos". A despeito disso, nos séculos XIX e XX a literatura prosperou expandindo-se e conquistando cidadãos e "amadores" de todos os tipos. Está em jogo a criação de uma República das Letras Digitais no século XXI. Hoje, como ontem, é preciso não esquecer que a leitura é um exercício de pertencimento. E não de exclusividade. Maurício Valladares/ Divulgação
A Amante Inglesa chega aos palcos Sérgio Roveri Fotos: Divulgação
Encontro de Hermanos Ana Barella
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om Amante, peça inspirada no livro A Amante Inglesa, escrito por Marguerite Duras em 1967, o ator Caco Ciocler e o diretor Roberto Alvim emplacam a terceira parceria em menos de dois anos. Antes deste espetáculo, que entra em cartaz no sábado, 19, no Centro Cultural do Banco do Brasil, vieram os monólogos 45 Minutos, em 2011, e A Construção, do início deste ano. A diferença, no caso de Amante, peça que Alvim define como "um campo estético instável, no qual nos perdemos durante o tempo todo", é que agora Ciocler não se encontra mais sozinho. Fazem companhia a ele, em um ambiente lúgubre e de pouca movimentação, os atores Juliana Galdino e Bruno Ribeiro. O livro de Marguerite Duras narra um crime ocorrido na França: uma mulher mata a empregada doméstica,
esquarteja seu corpo e despacha os pedaços para destinos diferentes. Tal fato permanece e é a coluna central do espetáculo, mas Alvim reescreveu todo o texto, como forma de privilegiar outras sensações e possibilidades. A ação transcorre enquanto um investigador de polícia (Ribeiro) conduz, de forma complexa e deslocada no tempo, dois interrogatórios: o de Claire (Juliana Galdino), a assassina da empregada, e de seu marido Pierre (Ciocler). No original do livro, os interrogatórios são realizados separadamente, mas no palco eles serão vistos simultâneos e fadados a produzir um misterioso jogo poético. "As motivações do crime são justamente o ponto central do interrogatório policial e é isto que o senso comum deseja saber", releva o diretor. "Só que esta é uma resposta que nunca é elucidada claramente,
porque ela se conecta de modo crucial à essência desta montagem. Existe uma complexidade indizível perpassando um ato extremo, e é esta complexidade que eclode na obra. O assassinato não possui uma explicação única. A peça nos permite experimentar poeticamente as forças inconscientes e vertiginosas que movem as personagens". Ao obedecer à mesma linha de pesquisa adotada por Roberto Alvim nos espetáculos anteriores do Club Noir, companhia que fundou em 2006 ao lado de Juliana Galdino, Amante tem uma encenação que se caracteriza pela imobilidade dos atores em cena. Os movimentos são mínimos e desacelerados, mas essenciais na visão do diretor. E a luz que chega ao palco não vai muito além de
uma penumbra. Para o diretor, no universo de Amante, ninguém está completamente vivo. Durante o interrogatório, a figura da empregada assassinada agiganta-se como se fosse mais um personagem em cena. "A vítima se chamava Maria, era surda e muda e trabalhava como empregada doméstica na casa do casal que protagoniza a obra", explica Alvim. "É estranho que, em um casamento no qual os parceiros não conversavam mais entre si, o elemento de transformação seja justamente alguém que não fala. A presença da morta é muito forte durante todo o espetáculo: fala-se dela o tempo todo."
Amante. Sábado (19). Centro Cultural do Banco do Brasil. Rua Álvares Penteado, 112. Tel.: 3113-3651. Sexta. 20h. Sábado. 18h e 20h. Domingo. 19h. R$ 6.
s barbudos mais queridos do rock brasileiro debutaram. Sim, já se passaram 15 anos desde que Marcelo Camelo (voz e guitarra), Rodrigo Amarante (voz e guitarra), Bruno Medina (teclado) e Rodrigo Barba (bateria) se trombaram nos corredores da PUC-Rio e montaram a banda que influenciou uma geração inteira, o Los Hermanos. Mas mesmo após o hiato de sete anos, que deixou sua legião de devotos fãs órfãos, eles caíram na estrada para comemorar. A turnê de aniversário que começou no Recife no festival Abril Pro Rock - mesmo festival que foram descobertos em 1999 - já passou por sete cidades e volta a São Paulo nos dias 31 de maio e 2 de junho, com ingressos esgotados. O Los Hermanos se lançou com o hit Ana Júlia tocando incessantemente nas rádios de todo o País, até enjoar. Mas ao se mostrar uma banda ousada, fazendo a mistura do rock com samba, provou ser muito maior do que a balada chiclete que os deu visibilidade. O álbum homônimo de estreia, Los Hermanos é recheado de músicas de amor e guitarras distorcidas que flertam com o hardcore e o ska. Foi um sucesso. A partir do segundo álbum, Bloco do Eu Sozinho (2001), a banda investiu menos no
pop e passou a beber do samba e MPB, decisão que comprometeu a venda de discos. Porém, foi neste álbum que Camelo e Amarante se revelaram letristas excepcionais, como mostram nas músicas Veja bem, meu bem e Retrato para Iaia, respectivamente. Dois anos depois, com o lançamento do querido pela crítica Ventura (2003), álbum um pouco mais pop-rock, se consolidaram de vez no cenário musical com os hits Último Romance e O Vencedor. O introspectivo 4 (2005), foi o último álbum gravado em estúdio. Mais experimental, traz fortes referências de bossa-nova, muito presente no sucesso Moren a. Em 2007 a banda anunciou recesso por tempo indefinido para os músicos se dedicarem à suas carreiras solo. Apesar dos altos e baixos nas vendas de CDs, a banda sempre teve uma massa de fãs, que vão desde a geração de adolescentes de 15 anos atrás, até aos teens de hoje, que estão marcando presença na turnê de aniversário da banda. E mesmo sem promessa de novos álbuns ou músicas inéditas, a discografia em vinil pode ser adquirida pela pré-venda no site da Polysom. A box com os quatro LPs gravados em estúdio, mais o disco Ao Vivo na Fundição do Progresso custará R$ 399.
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Fotos: Rômulo Fialdini/Divulgação
Quenturas do Château Al Gore
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cultura
José Guilherme R. Ferreira
A
s principais variáveis do aumento do teor alcoólico dos vinhos produzidos na Califórnia são temas frequentes do escritor e professor de política econômica internacional Mike Veseth, em seu blog The Wine Economist (http://wineeconomist.com/). Veseth, entretanto, vai muito além da condenação do crítico de vinhos Robert Parker. Ao pontuar com altas notas vinhos mais alcoólicos e mais amadeirados, o americano Parker tem sido demonizado pela mudança de perfil da bebida produzida em todo o mundo nas últimas décadas, da Califórnia a Bordeaux. Sobre o tema, não faltou nem mesmo Parker satirizado em debochada história em quadrinhos publicada na França (abaixo). O fato indiscutível é que uma plaquinha "RP 94", por exemplo, colocada junto a vinhos em lojas e supermercados, pode estimular vendas. E o produtor corre atrás de mercado mudando até mesmo as cepas de seu vinhedo e a agenda de sua propriedade. Mas a difusão massiva de um estilo Parker de beber não é tudo. Devido ao aumento da temperatura em vários pontos da Califórnia, as uvas colhidas têm naturalmente mais açúcar e, por extensão, produzem vinhos com mais álcool. O professor Veseth detalha uma teoria produzida no que batizou com bom humor de "Château Al Gore", lembrando que o ex-vice-presidente dos Estados Unidos ganhou o Nobel depois de dar publicidade trágica ao aquecimento global. "O aquecimento (e Al Gore) parece um tema muito controverso na mídia, mas as mudanças climáti-
Ambiente do restaurante: arejado
Saúde no menu Lúcia Helena de Camargo
O
restaurante Jorge, aberto em dezembro do ano passado dentro do hotel Etoile George V Jardins, tem ambiente arejado e cozinha voltada para o aspecto saudável. É orgânica a maior parte de tudo que entra na cozinha. Segundo a consultora Simone Jubran, não menos do que 70%. O restaurante é frequentado pelos hóspedes do hotel e também por clientes de fora, já que possui entrada independente. O menu que chega à mesa traz informações sobre alguns ingredientes usados, como óleo de girassol (em vez de óleo de soja), ervas frescas (no lugar de secas), azeite extra-virgem, sal marinho, frangos e ovos orgânicos e flores comestíveis. No cardápio formulado por Tatiana Cardoso há saladas como a Frutos da Terra(R$ 36 na porção inteira e R$ 21 a meia). Leva mix de folhas, frutas vermelhas orgânicas, flores da época, tomate cereja, queijo de cabra, geleia de frutas vermelhas, servida com molho de limão siciliano, azeite e sal marinho. A versão Da Horta (R$ R$ 26 e R$ 15) é feita com folhas, ninhos de legumes da época (abobrinha, cenoura, ervilha torta diagonal, erva doce ou salsão), cogumelos frescos marinados, amêndoas laminadas, broto de alfafa servida com molho de vinagre de maçã, mel silvestre orgânico e coentro em grãos. A seção de pratos leves inclui carpaccio de polvo (R$ 35); Ussuzukuri (R$ 36), carpaccio de peixe servido com molho de vinagre de champanhe, azeite extra virgem, mini alcaparra e dill seco; omelete de vegetais salteados da época (R$ 24), feito com ovos orgânicos, servido com mussarela de búfala e tomate fresco. E fritatta de batata e verduras (R$
22), à base de ovos orgânicos, ba- não conseguimos servir carne de tatas e verduras da época, servi- boi orgânica, mas temos cuidado da com saladinha verde. de comprar de produtores resSe o frio pede uma sopa, talvez ponsáveis", diz a consultora. vá bem a de abóbora com agrião Você pode também montar seu (R$ 19), que leva abóbora japone- prato, com filé de frango orgânico sa, agrião, alho porro, azeite extra (R$ 28) acompanhado de chutney virgem e pimenta dedo de moça à d e f r u t a s a m a r e l a s o u m o l h o parte; ou o minestrone com favas oriental agridoce; contra-filé, e alecrim (R$ 24), que inclui mús- hambúrguer ou salmão grelhado. culo, mandioquinha, cenoura, Entre as sobremesas, faz sualho poró, favas, alecrim e pimen- cesso a torta de chocolate Calleta rosa. Simone garante que não baut, com 70% cacau (R$ 18), feisão usados caldos em tabletes ou ta com farinha de amêndoas requalquer outro produzido industrialmente. Para um sanduíche rápido, a sugestão é o pão r ú s t i c o e s u r ubim (R$ 22), com s u r u b i m d e f umado, maçã grelhada, alho porró finamente lamiSalada Frutos da Terra: folhas verdes, nado, limão sicifrutas vermelhas orgânicas, flores da época, liano, azeite, rútomate cereja e queijo de cabra. cula picada e molho de iogurte com ciboulette. E o pão folha (R$ cheada com geleia sem açúcar de 19), com mix de folhas rasgadas, damasco (sem glúten), além do ninhos de vegetais do dia, mix de arroz doce orgânico (R$ 9), de arsementes, tomate cereja, manga, roz integral, leite fresco, leite em queijo chancliche acompanha pó, açúcar mascavo e canela. dois molhos. Esteja ou não hospedado no Se a fome for maior, na seção George, o restaurante Jorge pode de pratos feitos há carne de pane- ser uma boa opção nos Jardins. la (R$ 32), que consiste em coxão mole cozido com alho, cebola, toJorge. Etoile George V Jardins. mates da época, vinho e folhas de Rua José Maria Lisboa, 1.000. louro acompanha arroz cateto, Jardins. Tel.: 3088-9822. feijão preto e couve mineira. E, entre outros, sobrecoxa de frango orgânico ao curry com maçã e banana (R$ 33), acompanhada de quinoa branca, ao perfume de coco com cebolinha e verdura do dia. "Ainda
Sanduíche no pão rústico com surubim
Tatiana e Sim one: preocupação com aspectos saudáveis.
cas e o vinho não são: eu não conheço ninguém no negócio do vinho [nos EUA] que não considere essa mudança seriamente", escreve Veseth. O professor recorre a estudos do geógrafo Gregory A. Jones, da Southern Oregon University, que identificou alterações climáticas na geografia do vinho, principalmente na faixa oeste dos EUA. Isso significa que regiões hoje já de clima quente, como Lodi, na Califórnia, especializada em uva Zinfandel, pode ficar excessivamente sufocante para vinhos de qualidade. Em áreas com Pinot Noir, como Santa Bárbara e o Vale Willamette, em Oregon, os produtores terão de adaptar seu plantio com varietais mais amigas do calor, como Merlot, Malbec, Syrah ou Cabernet. A essas alterações inescapáveis soma-se um problema da saúde dos vinhedos, relatada a Veseth por viticultores locais. Em meados dos anos 1980, para lutar contra uma invasão da temível Phylloxera, agricultores tiveram de enxertar suas plantas em raízes supostamente mais resistentes. Novas raízes associadas a mudanças no trato dos vinhedos afetaram o amadurecimento das uvas e os níveis de açúcar subiram – enfim um fator realmente agrícola compondo o quadro das bombas alcoólicas que vêm da Califórnia.
José Guilherme R. Ferreira é membro da Academia Brasileira de Gastronomia (ABG) e autor do livro Vinhos no Mar Azul – Viagens Enogastronômicas (Editora Terceiro Nome)
O canto de Renato Braz Aquiles Rique Reis
C Carne de panela: coxão mole cozido com alho, cebola, tomates da época, vinho e folhas de louro acompanha arroz cateto.
asa de Morar (independente), o sexto disco lançado pelo cantor paulistano Renato Braz, é dedicado a Homero Ferreira (falecido recentemente e grande amigo de Renato). Não à toa, o CD tem forte participação do parceiro Paulo César Pinheiro, seja recitando uma de suas poesias (O Centauro) ou em quatro letras (duas parcerias com Dori Caymmi, uma com Mario Gil e outra com Theo de Barros). Outra participação preciosa é a de Dori Caymmi. Ele fez o arranjo e tocou violões somados à viola, acordeom, percussão, dois cellos e baixo em Desafio; em Coração sem Saída, seu violão, ao lado de sax (com inspirado improviso no final), baixo e leve percussão, realça a beleza do samba lento - duas belas músicas dele e P.C. Pinheiro. Caymmi ainda cantou com Braz, tocou violão e fez o arranjo de O Trenzinho do Caipira (Villa-Lobos e Ferreira Gullar). Durango Kid (Toninho Horta e Fernando Brant) também tem arranjo com a marca Dori Caymmi de qualidade: mais uma vez seu violão começa, seguido por dois cellos e baixo - apenas cordas dão ainda mais alento à canção. Fred Martins canta com Renato e toca violão em Por um Fio(dele e Marcelo Diniz). A introdução e o final têm um coral, como o de monges. A percussão e o contrabaixo seguram o ritmo. Casa de Morar (Claudio Nucci e Cacaso) empresta o nome ao CD e a ele adiciona poética e brasilidade; Santa Clara (dos mesmos autores), com rica melodia de Nucci, brilha ao som do sax de Nailor Proveta e das cordas (violão, contrabaixo, dois violinos, viola e
cello), arranjadas por Edson José Alves. Deste mesmo arranjador, com igual formação, Relento (Simone Guimarães e Cristina Saraiva) é a mais perfeita tradução da origem de Renato Braz. Também com arranjo do violonista Edson Alves, Braz canta Febril, música bela e pouco conhecida de Gilberto Gil. Seus versos, enricados por sete violinos, duas violas, cello, baixo, violão, ganzá e trombone, trazem a dor da solidão no palco envolta em musicalidade, arte em que Gil é mestre. Papo de Passarim (Zé Renato e Xico Chaves) tem a voz de Zé Renato somada à de Braz. As vozes, o violão do Zé e a flauta de bambu do Teco Cardoso bastam-se. A cada audição do CD de Renato Braz, cantor de rara personalidade e afinação certeira, vinha-me à mente o poema Can to Brasileiro, de Paulo César Pinheiro, principalmente seus quatro versos finais: Meu coração é o violão de Espanha/ Meu sangue quente é o banjo americano/ A minha voz é o cello da Alemanha/ Meu sentimento é o bandolim cigano/ A minha mágoa é o som francês do acordeon/ Meu crânio é a gaita de fole escocesa/ Meus nervos são como bandoneon/ Minha calma é igual guitarra portuguesa/ Meu olho envolve como flauta indiana/ Minha loucura é como harpa romana/ Meu grito é o corne inglês de desespero/ Maldito ou bíblico, demônio ou santo/ Cada país foi me emprestando um canto/ E assim nasceu meu canto brasileiro. Nestes versos também está o canto de Renato Braz.
Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do MPB4.
PERFORMANCE André Abujamra apronta O cantor e compositor André Abujamra vai realizar um espetáculo inspirado no disco Mafaro 2010. Esse espetáculo ele chama de show-filme, com a sincronia de música e imagens. Esse trabalho é resultado de viagens do artista ao Maranhão, a Praga e ao Zimbábue. Auditório Ibirapuera. Parque do Ibirapuera. Portão 3. Tel.: 3629-1075. Sexta (18).21h. R$ 20.
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cultura
Por que o Bacalhau é Rei (2 de 2) Carlos Celso Orcesi da Costa
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inha coluna Prazer do Vinho neste pequeno grande jornal comandado por Moisés Rabinovici me conduz à arte de... pensar. Como recomendava Michel de Montaigne nos seus Essais ou ensaios, desconfio até obter a mais profunda justificativa razoável. Vimos na semana anterior como o peixe-rei se mistura à história de Portugal. No início foi o escambo por sal, depois a pesca no próprio habitat no Mar Ártico. A estes concorreram outros fatores de matiz cultural, o principal deles a religião. Do medievo ao século XIX, a igreja impunha mais de 100 dias de abstinência por ano. Segundo o calendário católico, os fiéis estavam proibidos de comer qualquer coisa, ou tão somente carnes quentes. Quando podiam se alimentar de comidas frias, ao longo da costa havia peixes em profusão, mas o bacalhau era o único que podia ser guardado em razão da salga. Em suma, a popularidade do bacalhau mistura história, cultura, religião e facilidade de conservação. E... gosto. Respondo que o bacalhau é rei
porque rico em nutrientes, resistente, consistente e principalmente versátil. O primeiro ponto básico da "preferência nacional" se deve ao fator consistência. Obviamente não chega a competir com a carne vacum, o bife perfeito, padrão em termos de peso, estrutura e fibras. Mas curiosamente, sob esse prisma da consistência, está mais próximo da carne do que de peixes. Não me refiro ao gosto, que é pessoal. Mesmo o gorduroso cherne, ou o congrio chileno de águas profundas, têm consistência de... peixe. Já com o bacalhau tudo é permitido, podendo se servir em posta (a lagareiro), em lascas (a Gomes de Sá) ou até desfiado (a Brás). Imagine um salmão em lascas ou um badejo desfiado; trata-se de uma impossibilidade. O segundo aspecto refere-se à fibrosidade. É densa e fibrosa, tanto que fica presa entre os dentes (mais tarde exigindo fio dental). Ou seja, em termos de fibras suplanta até mesmo certas carnes, por exemplo o cordeiro, principalmente cozido, que pode ser cortado com garfo ou colher
Palácio da Bacalhoa cercado de vinhedos: divino bacalhau com farofa de pão e manjericão! porque tem pouca fibrosidade. Noutro exemplo de carnes, o frango e o peru têm fibras mas pouca densidade e gosto, tanto que se diz carne branca ou magra. Pois bem, para mim o bacalhau se situa no meio termo entre aves de um lado e bovinos e suínos de outro. Gosto então de dizer que... bacalhau é carne, ou para não exagerar, está a meio caminho entre peixes e carnes!
O terceiro aspecto relacionase ao gosto e sua consequência culinária: mais do que versátil, o bacalhau é adaptável. Acomodase a todos os temperos, ajusta-se a todas as receitas. Alguém pode pensar numa truta ao pesto? Minha mãe Yolanda dirá que "a polícia não proíbe", mas manjericão, pecorino e parmigiano, alho, pinoli e azeite esmagados (daí pestare, esmagar
até ficar pesto) abafam a suavidade da truta, da pescada ou do robalo. Entretanto, recentemente, ao jantar no Palácio da Bacalhôa em Vila Nova do Azeitão (foto), o prato servido pelo alto staff da Quinta foi arroz de bacalhau com farofa de pão e azeite de manjericão, quase pesto, que de modo divinal se mesclava ao peixe, firme e forte no contraponto do prato. Dá-me água na boca a recordação do jantar acompanhado de três safras do Quinta da Bacalhôa, Má Partilha Merlot e do alentejano Quinta do Carmo Reserva. Quem não estava... jamais voltará o momento. Volto ao peixe-diamante, que se presta a muitas... lapidações. As variações são praticamente infinitas. A tão célebre cozinha francesa não desenvolveu o cabillaud como em Portugal, talvez porque tenha como base cremes e manteigas, e o bacalhau vinga melhor com temperos fortes. O rei viril vai bem com receitas encorpadas, com couve e presunto no Narcisa, ou grão de bico, ou alho, batata e verduras. Gentiluomo também casa com receitas mais suaves
(batata ovo e cebola a Brás) e outras de médio corpo, com coentro no bacalhau espiritual ou purê e maionese na receita Zé do Pipo. Para comparar pensem no salmão: seria possível escoltá-lo com pimentão, coentro ou manjericão? Bom peixe, o salmão vai melhor com cremes, ervas, batatas, no máximo alcaparra; do contrário sucumbe. Enfim, a resposta ao título é simples: o bacalhau permite todos os temperos, adequa-se a todas as receitas dos cozinheiros. Versátil e adaptável, o rei polígamo sempre comparece em seus haréns ou cozinhas mundo afora. Querem um último exemplo: feijão não combina com bacalhau. Mas e feijão branco? Se orna bem com grão de bico (duas leguminosas) alguém aí já tentou? Não é que na web há várias receitas... E por falar em vinhos, embora aceite receitas suaves, ou até vinhos frescos para harmonia por contraste (há quem use vinho verde), pelo gosto, fibra e consistência prefiro acompanhá-lo com tinto de corpo médio. Afinal, como dito, bacalhau é carne.
Fotos: reprodução
O Brasil, segundo os europeus. Em dois estudos. Renato Pompeu
H
á mais de meio século, em 1959, o eminente historiador paulista Sérgio Buarque de Hollanda lançou, pela Editora Brasiliense, o seu célebre livro Visão do Paraíso - os Motivos Edênicos no Descobrimento e na Colonização do Brasil, uma tese do concurso para professor catedrático de história do Brasil na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP. Nas palavras de seu autor, ”o que nele se tencionou mostrar é até onde, em torno da imagem do Éden, tal como se achou difundida na era dos descobrimentos marítimos, se podem organizar num esquema altamente fecundo muitos dos fatores que presidiram a ocupação pelo europeu do Novo Mundo, mas em particular da América hispânica, e ainda assim enquanto abrangessem e de certa forma explicassem o nosso passado brasileiro”.
faz análise reveladora e saborosa de tais relatos”. Como vemos, une os dois livros uma temática comum: as visões que os europeus foram formulando a respeito do Brasil, tais como foram sendo registradas nos livros da época. Mas, ao mesmo tempo, os livros estão separados por mais de 50 anos de historiografia. Enquanto Hollanda ainda estava dentro da tradição iluminista segundo a qual é possível chegar à verdade histórica, mesmo que esta seja distorcida em variadas
nas e dezenas, a rigor centenas de fontes (muito mais do que aquelas às quais Hollanda teve acesso), França pôde descobrir que, o que havia de comum entre a maioria delas, é a noção de que o Brasil era bem dotado em recursos naturais – terras férteis, águas boas, climas agradáveis, belos animais, deliciosas frutas, metais preciosos – muito mal aproveitados por uma população preguiçosa e desqualificada. França nota que essa imagem do Brasil colonial desenvolvida pelos viajantes europeus perdurou entre os próprios brasileiros da contemporaneidade. Aqui cabe lembrar o sem número de vezes em que diferentes brasileiros lamentaram publicamente que o Brasil não tenha sido colonizado por holandeses (apesar dos exemplos da África do Sul e da Indonésia) ou por ingleses (apesar dos exemplos da África e de países caribenhos de língua inglesa). Aqui podemos lembrar também da anedoAgora, o professor de ta contada por Monteiro história da UniversidaLobato nos anos 1920. de Estadual de São PauSegundo essa história, lo, Jean Marcel Carvalho diferentes lugares do França, lança, pelo Grumundo se dirigiram a po Editorial Record-JoDeus, reclamando que sé Olympio Editora, o liele acumulara as princivro A Construção do Brapais belezas da Terra no sil na Literatura de ViaRio de Janeiro, deixangem dos Séculos XVI, do paisagens menos XVII e XVIII – Antologia de belas para todos eles. Capitão do Mato, de Jean-Baptiste Debret. Textos – 1591-1808. A Ao que Deus teria resapresentação da editora diz: versões mais ou menos fanta- pondido: “Calma, esperem pa“Foi pela pena de espiões, pa- siosas – o autor de Visão do Paraí- ra ver o povinho que eu vou codres jesuítas, traficantes de es- so, afinal, se atrevia a recons- locar lá no Rio de Janeiro”. cravos, corsários, degredados truir o Brasil verdadeiro, distinO que podemos dizer é que o e outros tipos de aventureiros to dos mitos relativos à nova livro de França está plenamenque a Europa ficou sabendo da terra –, já o autor de A constru- te à altura de seu ilustre antedescoberta de um novo conti- ção do Brasil segue a recente cessor e até o supera na abrannente ao sul da linha do Equa- tradição pós-modergência da pesquisa. E dor. A passagem de viajantes nista, segundo a qual ainda mais: ele não só pela costa brasileira no século não podemos descomata a cobra, como XVI foi ricamente descrita em brir a verdadeira reatambém mostra o algumas dezenas de publica- lidade do passado, já pau, pois a parte final ções que foram as principais di- que sequer podemos apresenta a transcrifusoras do feito. Assim, de for- observá-lo nem fazer ção de trechos de perma tímida e com algumas dé- perguntas às pessoas to de trinta autores cadas de atraso, a notícia che- que o observaram. que visitaram o Brasil gou à população letrada e aos nos tempos coloniais, Assim, segundo intelectuais. Em A Construção França, tudo que podemos re- como os franceses Thévet e Lado Brasil na Literatura de Viagem constituir são os diferentes val, o britânico Cavendish. São dos Séculos XVI, XVII e XVIII, o “discursos” a respeito da “reali- diferentes visões de um Paraíso professor de história da Unesp dade verdadeira”, se é que esta mal cuidado por seres humaJean Marcel Carvalho França de fato existe. Estudando deze- nos, o nosso Brasil.
E.L. James, autora do romance erótico que nasceu de uma fanfic de Crepúsculo.
'Pornô para mamães' Kety Shapazian
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O sucesso de 50 Shades of Grey já rendeu duas sequências e deve ser adaptado para o cinema
ão fique chocado, mas o último sucesso de vendas nas livrarias tanto nos Estados Unidos quanto na GrãBretanha é um romance erótico que caiu nas graças da mulherada e foi apelidado de pornô para mamães, ou mommy porn. Trata-se de 50 Shades of Grey, ainda sem título em português, da escritora E.L. James. Em 1º de maio, a obra estava no topo da lista das ficções mais vendidas no jornal New York Times. O livro está causando tanto furor que, pasmem, já está sendo banido de diversas bibliotecas públicas em três estados norteamericanos, inclusive a Flórida, por conta de suas passagens para lá de picantes e detalhistas. Se de um lado os puritanos de plantão estão de cabelo em pé com as sequências de sexo, o extraordinário sucesso da obra fez com que ela se tornasse uma sensação no segmento de livros eletrônicos, chegando a vender 250 mil cópias para download antes mesmo de ser publicada em papel. O romance, que foi lançado em brochura no começo de abril, nasceu como uma fanfic (abreviação do termo em inglês fan fiction, ou seja, "ficção criada por fãs") de Crepúsculo, a novela romântica de vampiros da autora norte-americana Stephenie Meyer que virou uma série de livros e filmes de sucesso mundial. Em 50 Shades of Grey, a protagonista é Anastasia Steele, "insegura e de ingênua beleza", que não sabe que é atraente até conhecer Christian Grey, um homem controlador, mais velho, e com uma personalidade magnética. Aparentemente, E.L. James pegou os personagens Bella e Edward, o par romântico
de Crepúsculo, e colocou alguns anos no futuro, em uma Seattle não influenciada pelo paranormal. As semelhanças param por aí, mas foram suficientes para despertar inclusive a curiosidade da atriz Kristen Stewart, que interpreta Bella. Recentemente, ela declarou numa entrevista que pretende ler 50 Shades of Grey. Duas sequências da ficção erótica já foram – rapidamente – lançadas e as aventuras sexuais de Anastasia e Christian serão eventualmente levadas para o cinema também. Constituição – Representantes legais da editora Random afirmam que o banimento da obra nas bibliotecas da Flórida, Wisconsin e Georgia vai de encontro à Primeira Emenda, que garante aos norte-americanos a liberdade de escolha sobre o que eles desejam ou não ler. Fanfics – A autora de Crepúsculo parece ter sentimentos contraditórios sobre o assunto, mas admite gostar de alguns escritores e ter se entretido em um universo alternativo de tipos que ela mesmo criou. "Li uma história que misturava Harry Potter e Crepúsculo que foi hilária", revela Stephenie Meyer. Há diversos casos de autores famosos que iniciaram suas carreiras escrevendo fanfic, como Cassandra Clare, que lançou uma spin (história de um dos personagens) popular de Harry Potter chamada A Trilogia de Draco. Na Livraria Cultura, é possível comprar a trilogia de E.L. James, em inglês, com prazo de espera de até seis semanas. O primeiro título custa R$ 43,60, os seguintes, R$ 32,80 cada exemplar. Não há ainda uma previsão de lançamento de uma edição em português.
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ÚLTIMOS DIAS DE EDGAR ALLAN POE. TÉTRICOS. O filme O Corvo, que estreia nesta sexta (18) nos cinemas brasileiros, é a 215ª adaptação para o cinema de uma obra de Edgar Allan Poe (1809-1849). As histórias criadas por esse mestre em histórias de horror chegam às telas desde a época do cinema mudo, quando David W. Griffith filmou três contos. Durante a sua curta vida Poe escreveu apenas 66 narrativas e pouco mais de uma dúzia de poemas. Quantidade, como se vê, é irrelevante diante da qualidade das obras, que o alçaram ao patamar de um dos maiores no mundo da literatura. E o terceiro autor de língua inglesa mais adaptado, atrás apenas de Shakespeare e Dickens, que inspiraram várias centenas de obras cinematográficas. O longa-metragem ganhou o título de seu poema mais conhecido. E John Cusak encarna o próprio Poe nos últimos cincos dias de vida. Cabelos revoltos, barba negra, olhar penetrante, ele procura solucionar crimes que estão aterrorizando a cidade de americana de Baltimore. Melhor não comparar escrita e filme, para não correr o risco de cair na decepção. Para aproveitar a sessão, melhor é embarcar no mistério proposto: um serial killer está cometendo assassinatos que parecem baseados nos contos de Poe. E isso deixa todos confusos, já que o investigador é o suspeito número um. Para piorar, o
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cultura
bandido sequestrou a noiva do escritor, Emily Hamilton (Alice Eve). O detetive Emmet Fields (Luke Evans) vai prestar ajuda na investigação. A direção é de James McTeigue, cujo trabalho anterior mais famoso é V de Vingança (2005). Se lembrarmos que a verdadeira morte de Poe jamais foi totalmente esclarecida, O Corvo pode ser tomado como um tributo. Alguns dos contos que têm passagens incluídas nas sequências são A Máscara da Morte Rubra; Os Assassinatos da Rua Morgue e O Poço e o Pêndulo, no qual ele destila sua raiva: o crítico literário é partido ao meio pela ação de uma lâmina gigante. E ainda O Coração Denunciador, no qual a vítima é enterrada viva. A quem quiser conhecer melhor alguns desses contos não faltam livros de Poe nas livrarias e bibliotecas. Para começar sem gastar muito, uma das obras mais acessíveis (custa cerca de R$ 10) tem o charme adicional de ser traduzida por Clarice Lispector. O livro Histórias Extraordinárias de Allan Poe (Coleção Clássicos para o Jovem Leitor, Edidouro) não tem o poema O Corvo, mas traz vários dos contos cujos enredos estão no filme, além dos macabros Nunca Aposte sua Cabeça com o Diabo e Ligéia. De arrepiar.
O Corvo (The Raven, EUA, 2012, Espanha, Hungria, EUA, 111 minutos). Direção de James McTeigue. Com John Cusak, Alice Eve, Luke Evans.
Paris Filmes/Divulgação
Lúcia Helena de Camargo
John Cusak, como Poe; e Alice Eve no papel de noiva de Poe.
Vida boêmia, morte misteriosa. Edgar Allan Poe nasceu em Boston, em janeiro de 1809 e morreu em Baltimore, apenas 40 anos depois, em outubro de 1849. Sua novela Os Crimes da Rua Morgue, editada pela primeira vez na revista Graham's Magazine, está entre as primeias obras de mistério escritas. Teve uma infância triste. Seu pai abandonou a família quan-
do ele tinha pouco mais de um ano de idade e a mãe morreu em seguida, ao dar à luz sua irmã Elizabeth, em 1811. Poe frequentou a escola na Inglaterra. De volta aos EUA, matriculou-se na Universidade da Virgínia, em 1826. Ficou lá apenas um ano. Foi expulso por indisciplina. Três anos depois entraria na Academia Militar de West Point, mas
Paulo Barbuto
Mehta) o incentivam. É assim mesmo: Lang Lang cruza fronteiras midiáticas: deslumbra plateias eruditas ou nem tanto com a mesma extroversão. Lembrando, aliás, o espalhafatoso Liberace (1919-1987), que abandonou cedo promissora carreira "séria" para abraçar o pop. Lang Lang programou para São Paulo um roteiro de fôlego: Partita Nº 1, de Bach; Sonata em Si Bemol D 960, de Schubert; e Doze Estudos Op. 25, de Chopin. Chopin, em especial, integra vasta discografia do artista, que contempla também obras de Liszt, Rachmaninof, Beethoven (Concertos 1 e 4), Schumann, Mozart, Brahms, Tchaikovsky e Mendelssohn. Edição recomendada é o registro dos dois Concertos para Piano e Orquestra de Chopin, com a Filarmônica de Viena, sob a regência de Zubin Mehta. E, para apreciar o estilo à vontade de Lang Lang, vale a pena assistir ao DVD Piano
Extravaganza, do qual participam outras celebridades do mundo clássico, entre elas, a explosiva argentina Martha Argerich, o russo Evegeny Kissin, o formidável camerista Emanuel Ax e o maestro-pianista James Levine, diretor emérito do Metropolitan Opera House, de Nova York. (MMJ)
Lang Lang - Sala São Paulo Temporada Sociedade de Cultura Artística. Praça Júlio Prestes. Tel.: 3223-3966. Domingo (20), terça (22). 21h, Estudantes até 30 anos pagam R$ 10 meia hora antes.
Alice deixou o País das Maravilhas e foi vista na Virada Cultural. Perdeu? Sem problema. Até o próximo dia 27, ela está no Sesc Pinheiros participando do espetáculo Chá D'Alice, do Grupo
Arquivo DC
m suave piano-solo introduz o plano inicial do filme Sete Dias com Marilyn, em cartaz na Cidade. Esse piano, requintado e discreto, vai além, sublinhando momentos da história dramática de Marilyn. Por exemplo, devaneios (Driving Trough Pinewood); tensão (Paparazzi); carência (Marilyn Alone); sofreguidão (It´s a Wrap/I Found a Dream); saudade (Remembering Marilyn). O pianista é o polêmico chinês Lang Lang, nascido há 29 anos em Shenyang (província de Liaoning, norte da China). Ele será a próxima atração da Sociedade de Cultura Artística em recitais na Sala São Paulo (domingo, 20; terça, 22). Polêmico? A pianista Cristina Ortiz, virtuose brasileira radicada em Londres, diz que nutre "verdadeira ojeriza por astros tipo Lang Lang" (veja entrevista na Revista Concerto/SP deste mês). Ao contrário dela, maestros consagrados (Daniel Barenboim, Zubin
Em 1849, Poe foi encontrado desnorteado pelo álcool em uma rua de Baltimore, com roupas que não eram as suas, e levado para o Washington College Hospital. Morreu quatro dias depois. Ele jamais conseguiu explicar como chegara àquela situação. Há teorias sobre doenças cerebrais, sífilis, diabetes, raiva ou estado de demência agravado pelo alcoolismo. (LHC)
Lang Lang: show erudito. Detalhe: DVD Extravaganza, celebridades ao teclado.
Espetáculo à vista
U
sua falta de deferência em relação à hierarquia também o levaram a ser afastado dali. Boêmio e beberrão, tinha a índole sombria. Afundou-se no consumo excessivo de álcool principalmente depois da morte da mulher, Virgínia Clemm, por tuberculose. O poema O Corvo foi publicado no início de 1845, no jornal Evening Mirror.
Ares, dirigido pela coreógrafa Mônica Alla e inspirado na obra do escritor britânico Lewis Carroll. A aventura começa quando Alice cai do alto de uma banheira suspensa
e se transforma em duas. É a partir daí que os personagens começam seu espetáculo coreográfico, misturando dança, teatro, circo, música e performance multimídia.
Sesc Pinheiros. Rua Paes Leme, 195. Sábados e domingos, às 16h (dia 19 não haverá apresentação). 60 minutos. Grátis.