Ano 87 - Nº 23.854
Conclusão: 23h55
Jornal do empreendedor
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São Paulo, quinta-feira, 18 de abril de 2013
Este jornal custa 0,005 bitcoin. Baratinho, né? Moeda virtual, valor real. Pág. 28
SURGE O PRIMEIRO SUSPEITO O FBI chegou ao suspeito das duas bombas que explodiram em Boston, matando três pessoas, ferindo mais de 170 e deixando os EUA em choque. Um vídeo o flagrou instantes antes de uma das panelas de pressão, com chumbinho e pregos, arrasar a maratona tradicional do feriado do Dia do Patriota. A caça agora é caçador. Pág. 8
Selic vai a 7,5%. Dragão domado?
Washington: cartas com veneno para Obama e senador. Suspeito foi preso ontem à noite. Boston: tribunal esvaziado, depois de telefonema ameaçador. Oklahoma: fuga da Prefeitura por alerta de carro-bomba. Nova York: 143 pacotes suspeitos.
Zilberman
Copom decide aumentar 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros – é a primeira subida desde julho de 2011 – e alimenta a discussão sobre a eficiência da medida no combate à inflação e seu impacto numa economia com fraco desempenho. Pág. 13
É MUITA PRESSÃO
Márcio Fernandes/Estadão Conteúdo
Ed Ferreira/Estadão Conteúdo
Vingança evangélica na Câmara: 'Fora Genoino e Cunha'.
Era um protesto. Virou um comício. Duas mil pessoas cobraram do prefeito as moradias prometidas na campanha. Haddad desceu do gabinete, subiu no carro de som e disparou: "Companheiros e companheiras!". Alguma semelhança com o criador? Pág. 10
Em apoio a Feliciano, cerca de 40 evangélicos lotaram a CCJ para cobrar a saída da comissão dos petistas mensaleiros condenados. MENSALÃO ESTENDIDO: Enquanto isso, o STF decidiu passar de 5 para 10 dias o prazo de defesa dos réus. Pág. 7
Fabio Pozzebom/ABr
Ladrão não obedeceu a vovó. E ela o derrubou.
A oposição renuncia: a comissão de Feliciano será como um templo.
"Dei dois tapas nele e um chute no meio das pernas." O "danado" caiu e foi preso. Vovó conta o caso na pág. 10.
Os deputados que se opõem ao pastor-deputado começaram a renunciar. Restarão 11 evangélicos, enquanto as vagas não forem preenchidas. Pág. 7 ISSN 1679-2688
Aos talentosos, R$ 2 mi. Este é o prêmio para a startup que apresentar a melhor solução inovadora no segmento B2B. Quer concorrer? Pág. 16
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
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A cada dia nos convencemos mais de que este governo não tem interesse no desenvolvimento do País. Samir Keedi
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NOSSA POSIÇÃO
RAZÕES PARA OTIMISMO
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m palestra na Associação Comercial de São Paulo, que foi transmitida via web para todo o interior, o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, apresentou um detalhado panorama do agronegócio brasileiro, de seus problemas, sua potencialidade e suas possibilidades a médio e longo prazos. Para Rodrigues, que é Coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas, se considerarmos toda a influência da agropecuária na economia – desde os insumos, passando pela agroindústria e pela cadeia de distribuição – , o agronegócio responde por cerca 22% do PIB, por mais de 30% do emprego e 37% das exportações, o que demonstra a importância do setor para o País. O saldo da balança comercial foi de US$ 79 bilhões, cobrindo com folga o déficit dos demais setores, da ordem de US$ 60 bilhões, o que
vem ocorrendo sistematicamente desde 2007. O crescimento da produção de grãos, de 58 milhões de toneladas em 1991 para 184 milhões de toneladas esperados para 2013, se deu com menor expansão da área ocupada, que passou de 38 para 53 milhões de hectares graças aos elevados ganhos de produtividade nos últimos anos, fruto da realização de investimentos e do uso de tecnologia, colocando a agricultura brasileira entre as mais eficientes do mundo.
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sucesso da produção, no entanto, segundo o ex-ministro, não foi acompanhado pela modernização da infraestrutura necessária a seu escoamento – armazéns, estradas e portos – o que vem provocando gargalos que acabam onerando a renda do produtor. Rodrigues apontou ainda que, além das deficiências da infraestrutura, a agricultura
enfrenta outras dificuldades, de que, conforme estudos da decorrentes da falta de meca- OECD, o mundo vai demandar nismos eficientes de garantia aumento da ordem de 20% na da renda do produtor – crédito, produção de alimentos para seguro e preços mínimos– atender à maior demanda até além de questões institucio- 2020, decorrente do crescinais, como o Código Florestal, mento da população, da renda e da urbanios problemas zação. Isso t r a ba l h i s ta s , sem levar em a tributação, O Brasil tem ótimas c o n t a a s a proibição da c o m p r a d e condições para ampliar a imensas possibilidades da terra por esprodução com vistas à trangeiros, as maior demanda mundial energia renovável de orir e i v i n d i c aporque dispõe de fatores gem agrícola ções indígefundamentais, como que o Brasil n a s , d e q u ilombolas e terra agricultável, mão v e m d e s e nvolvendo. outras, que de obra e tecnologia. O Brasil é o acarretam país em menão somente lhores condicustos como ções para ampliar a produção insegurança jurídica. Apesar dos gargalos e difi- com vistas à maior demanda culdades, Rodrigues se disse mundial, porque dispõe dos otimista com as perspectivas fatores fundamentais para do setor, desde que consiga- tanto: terra agricultável, mão mos superar os pontos de es- de obra disponível e tecnolotrangulamentos existentes. E gia avançada. Ressaltou Rojustificou sua visão com o fato drigues que dos 851 milhões
de hectares do território nacional, apenas 72 milhões estão cultivados, sobrando 89 milhões de terras agricultáveis. Devido às várias restrições existentes – parques nacionais, reservas ecológicas e indígenas, etc - sobram 15 milhões de hectares que podem ser utilizados, o que vai exigir o uso da tecnologia para aumentar a produtividade por área.
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ex-ministro apontou que além de superar o estrangulamento da infraestrutura será necessário o aprimoramento da mão de obra e a continuidade dos investimentos em pesquisa e tecnologia, como condições indispensáveis para garantir o futuro do setor. As pressões da demanda mundial por alimentos, avalia, levarão o País a superar os problemas e a se afirmar como grande exportador de produtos agrícolas, espa-
lhando os benefícios por toda a cadeia do agronegócio e pela economia nacional.
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ompartilhamos o otimismo de Roberto Rodrigues com relação às perspectivas favoráveis do agronegócio no Brasil, mas precisamos trabalhar para que os obstáculos por ele mencionados sejam superados o mais rapidamente possível para podermos antecipar o futuro. É preciso que as entidades e os empresários dos demais setores se sensibilizem com os problemas da agricultura e considerem que as agressões que o setor sofre – como invasões de terras e pressões por maiores restrições à atividade – afetam a todos, não só porque atingem as instituições, que são a base da liberdade de iniciativa, como porque o sucesso do agronegócio é fundamental para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.
Acordos: batendo na mesma tecla. T
emos, ao longo do tempo, escrito bastante sobre acordos comerciais com outros países, ressaltando que o Brasil é avesso a eles. Prova disso é termos tão poucos acordos comerciais, apenas no âmbito da Aladi, e dois fora dela, com Israel e Índia. Assim mesmo, nem todos têm abrangência geral. O três acordos com o México e os dois fora da Aladi não abrangem a totalidade das mercadorias. Como se pode fazer comércio exterior assim? Nossos vizinhos, Chile e México, têm cada um cerca de 50 acordos comerciais com os mais variados países e continentes. Nós, além de não fazermos acordos, ainda rejeitamos alguns ótimos para o País, como foi o caso da Alca (Associação de Livre Comércio das Américas), que teria 35 países, incluindo os Eestados Unidos, caso Cuba entrasse. Sem Cuba, seriam 34 países. Um acordão... e nele teríamos a maior economia do mundo, ou cinco vezes o tamanho da economia brasileira. Isso é o Brasil, eternamente jogando no lixo as oportunidades! Com isso, como estamos? Estamos empatando há séculos. E há 33 anos a economia não cresce como deveria, num período em que diversos países tiveram crescimento excepcional. Considerando nossas potencialidades, temos um crescimento medíocre, com média anual de 2,5%. Nem um marciano acreditaria.
M SXC
uitas coisas justificam isto. A carga tributária, a maior do mundo em termos absolutos e relativos. A taxa de juros, maior do mundo também. O investimento, irrisório, dos menores do planeta. A falta de acordos comerciais também é um grave problema. Sem eles, as mercadorias entram mais caras nos países. Aqui, estamos sempre indo para trás e para baixo. Agora, nas últimas semanas, temos sido bombardeados com a informação de que as duas maiores economias do mundo, EUA e União Europeia, estão costurando um acordo de livre comércio. Está certo que as tarifas deles são baixas e este acordo não terá efeito muito grande. Mas não é isso que interessa. Haverá um efeito, ainda que relativo, e terá o simbolismo por trás. Ou seja, há um acordo comercial entre eles. Muitas vendas brasileiras podem ser perdidas, tanto para um quanto para outro. O maior simbolismo disso é que será o maior do mundo, com PIB regional de cerca de 30 trilhões de dólares. Ou cerca de 40% do PIB mundial, de cerca de 75 trilhões de dólares. Para dar uma ideia da discrepância, o PIB brasileiro é de
Presidente Rogério Amato Vice-Presidentes Alfredo Cotait Neto Antonio Carlos Pela Carlos Roberto Pinto Monteiro Cesário Ramalho da Silva Edy Luiz Kogut João Bico de Souza José Maria Chapina Alcazar Lincoln da Cunha Pereira Filho Luciano Afif Domingos Luís Eduardo Schoueri Luiz Gonzaga Bertelli Luiz Roberto Gonçalves Miguel Antonio de Moura Giacummo Nelson Felipe Kheirallah Nilton Molina Renato Abucham Roberto Mateus Ordine Roberto Penteado de Camargo Ticoulat Sérgio Belleza Filho Walter Shindi Ilhoshi
2,2 trilhões de dólares, apenas cerca de 7% do novo bloco comercial. Ninguém precisa ficar estressado para entender porque não crescemos. Essa é a resposta mais fácil que existe. E, entre os vários e diversos motivos, temos o dos acordos comerciais. O que explica a falta de apetite do governo de plantão para com eles? A cada dia nos convencemos de que este governo não tem interesse no desenvolvimento do País, mas apenas na política de assistências sociais. Os motivos não precisam ser esmiuçados. O fato é que o buraco em que estamos nos metendo é irreversível. Assim, é necessário que tomemos ações rápidas. E efetivas. A sociedade precisa pressionar o governo para isso – em especial as associações comerciais, as federações industriais, etc. É do interesse delas a prática do capitalismo. Afinal, somos capitalistas. E os acordos comerciais têm de entrar em pauta. Todos os países estão hoje envolvidos, sejam capitalistas, socialistas, socialistas capitalistas etc. O que interessa é o comércio, que é a melhor forma de um país se desenvolver. Os mais envolvidos com comércio exterior são os que mais crescem, sendo a China é o exemplo mais bem acabado disso.
SAMIR KEEDI
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m 1979, se não nos falha a velha memória, o Brasil exportava 12,7 bilhões de dólares. A China exportava 9,7 trilhões. Passados 33 anos, nós exportamos em 2011 – os números estão devidamente fechados – 256 bilhões de dólares e a China, 1,9 trilhão. Nosso crescimento econômico médio foi de 2,5%. O da China, 9,9%. Precisamos agora partir para o que faz o mundo: comércio. Isso antes que o País fique mais atrás ainda das economias mundiais. O crescimento de 2012 está na rabeira mundial, considerando-se os países que importam. Acordos comerciais e ressurreição da Alca já, para ontem! SAMIR KEEDI É BACHAREL EM ECONOMIA, CONSULTOR E PROFESSOR DA ADUANEIRAS E DE VÁRIAS UNIVERSIDADES, AUTOR DE VÁRIOS LIVROS EM COMÉRCIO EXTERIOR. SAMIR@ADUANEIRAS.COM.BR
Fundado em 1º de julho de 1924 CONSELHO EDITORIAL Rogério Amato, Guilherme Afif Domingos, João Carlos Maradei, Marcel Solimeo Diretor de Redação Moisés Rabinovici (rabino@acsp.com.br) Editor-Chefe: José Guilherme Rodrigues Ferreira (gferreira@dcomercio.com.br). Editor de Reportagem: José Maria dos Santos (josemaria@dcomercio.com.br). Editores Seniores: chicolelis (chicolelis@dcomercio.com.br), José Roberto Nassar (jnassar@dcomercio.com.br), Luciano de Carvalho Paço (luciano@dcomercio.com.br), Luiz Octavio Lima (luiz.octavio@dcomercio.com.br) e Marino Maradei Jr. (marino@dcomercio.com.br). Editor de Fotografia: Alex Ribeiro. Editores: Cintia Shimokomaki (cintia@dcomercio.com.br), Heci Regina Candiani (hcandiani@dcomercio.com.br), e Vilma Pavani (pavani@dcomercio.com.br. Subeditores: Marcus Lopes, Rejane Aguiar e Ricardo Osman. Redatores: Adriana David, Evelyn Schulke e Tsuli Narimatsu. Repórteres: André de Almeida, Karina Lignelli, Kety Shapazian, Lúcia Helena de Camargo, Mariana Missiaggia, Mário Tonocchi, Paula Cunha, Rejane Tamoto, Renato Carbonari Ibelli, Rita Alves, Sandra Manfredini, Sílvia Pimentel e Wladimir Miranda. Gerente Executiva e de Publicidade Sonia Oliveira (soliveira@acsp.com.br) Gerente de Operações Valter Pereira de Souza (valter.pereira@dcomercio.com.br) Serviços Editoriais Material noticioso fornecido pelas agências Estadão Conteúdo, Folhapress, Efe e Reuters Impressão S.A. O Estado de S. Paulo. Assinaturas Anual - R$ 118,00 Semestral - R$ 59,00 Exemplar atrasado - R$ 1,60
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DO MODO COMO ESTÁ SENDO FEITO, DEMOCRATIZAR O ENSINO IMPLICA PERDA DE QUALIDADE.
Reprodução
UNIVERSIDADES AMEAÇADAS
JOSÉ A. F. COSTA E GILBERTO BERCOVICI
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ecente parecer da Advocacia Geral da União interpreta a Lei 12.772/12 de modo a impedir que as universidades federais exijam, nos concursos para ingresso na carreira, títulos de mestre e doutor. Isso desfigura a autonomia constitucional das universidades. O normal, há quase mil anos e em todo o mundo, é que a determinação dos cursos, programas, pesquisa e escolha de seus professores seja feita autonomamente. A propósito, a memória da ingerência externa é invariavelmente triste. Embora as Constituições de 1946 e 1967 falassem de liberdade de cátedra, foi só em 1988 que estrearam a autonomia universitária e a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. Respondendo a lutas e reivindicações históricas, a Constituinte pôs, com eficácia plena e aplicabilidade imediata, as decisões em matéria didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial nas mãos das universidades. Não é que se possa fazer qualquer coisa. Autonomia não é soberania. Há limites constitucionais e legais, como a oferta de ensino, pesquisa e extensão. São tarefas que as universidades, com um bom corpo docente, realizam naturalmente. Os verdadeiros professores sabem que só ensina bem aquele que consegue se mover com familiaridade e segurança nas fronteiras do conhecimento, o que só é proporcionado pela pesquisa de ponta. Além disso, os benefícios sociais do fazer educacional dependem da qualidade e arrojo de projetos suficientes para impulsionar novas atitudes, técnicas e ampliar a consciência da cidadania.
ZORBA, O CHEF. L
ogo na entrada do bar vi aquele sujeito com uma sacola preta a tiracolo, que teria passado despercebido se seu rosto não fosse tão familiar. Tinha a cabeça branca e duas profundas rugas nos lados da boca. Podia ser aquela falsa familiaridade que o cinema nos comunica às vezes, quando reconhecemos um ator que vimos em vagos filmes, e julgamos estar na presença de um amigo que não encontramos há muito tempo. Tinha sido isso, sem dúvida, o que me dera aquele relâmpago de reconhecimento. O sujeito ali era um Anthony Quinn muito velho, que ainda lembrava o Zampanó do filme La Strada de Fellini, ou um pouc o m e n o s o Z o r b a , d e C ac o ya n n is , com um rosto feio mas benigno, aquele tipo de cara em que se confia na primeira hora.
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uando tomei meu lugar no balcão, a uns cinco metros da entrada, e pedi logo uma cerveja, dei uma olhada em volta para ver se havia algum visitante típico do lugar. Numa cidade de cassinos como Atlantic City havia sempre gente interessante para observar. Atrás de mim, um casal se beijava numa poltrona, e dois ou três tipos faziam hora no balcão, vagando o olhar em torno ou remexendo sua bebida. No Stanley´s, como em toda Atlantic City, era sempre assim: ninguém olha demais para um estranho, ninguém diz nada se não é perguntado,
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ão precisamos desonerar setores produtivos como um curativo provisório. A receita caindo, o governo ou vai emitir ou vai buscar em outro lugar. Precisamos ampliar a base de contribuintes, vencer o corporativismo dos auditores estaduais e federais e partir para os impostos de controle eletrônico, como a CPMF. Desonerar a folha é a reforma da legislação trabalhista, cada dia mais assustadora para o empregador, que sofre ameaças inacreditáveis, incluindo penhora em favor de reclamantes que somem com o dinheiro. Desonerar a folha e garantir a boa aplicação dos recursos do
LUIZ CARLOS LISBOA ninguém se mete na vida de um vizinho de mesa. O prédio ao lado é um imenso cassino, mas poucos sabem quem lá são ganhadores ouperdedores. O estranho falou da meianoite festiva que a CNN havia mostrado mundo afora, e disse porque estava ali: tinha vindo comprar ostras para o seu restaurante em Bristol, Rodhe Island, a duas horas de estrada. Era um homem de uns 80 anos, moreno, com aquele sorriso terrivelmente familiar. Encostou a sacola na parede e pediu nova cerveja.
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as duas horas que se seguiram abrimos várias garrafas. Confessou que havia perdido o fôlego com a doença que o consumia, mas resistira porque sempre
se exercitara fisicamente em sua profissão. Em casa, só tomava vinho branco mas ali preferia cerveja.
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uanto a mim, ainda estava com o smoking da véspera, quando dancei naquela noite de reveillon de passagem do século, e esperei o dia amanhecer ainda bebendo. Saí da festa quando o último convidado saiu, e deixei a dona da casa dormindo no grande balanço da sua varanda. Dali fui direto para o Stanley's, porque, afinal, não queria que a festa acabasse nem que o dia amanhecesse, o que já havia acontecido. Visto de perto ele não se parecia tanto com o Zorba do cinema. Era mais velho, meio encurvado, e muito mais escuro de pele. Armei uma frase
Visto mais de perto o homem não se parecia tanto com aquele Zorba que eu conhecia do cinema. Era mais velho, meio encurvado, e muito mais escuro de pele.
sistema "S" é controlar as federações, apurar desvios de dinheiro – quando não de distribuição pura e simples –e implantar a medida que já vige em alguns estados, de nada além de dois mandatos, como combate ao peleguismo sindical patronal. O Judiciário ainda interfere na vida das empresas. O governo não garante a propriedade e não pune o saque, como no caso da Pousada na Bahia, em que índios roubaram o estabelecimento e nada aconteceu. É incrível a passividade da sociedade. Obras públicas de alto interesse nacional são alvo de greves e depredações. E fica tudo impune! Favorecer a produção é
para dizer alguma coisa. "Acho que nos conhecemos de algum lugar, sobre isso não tenho dúvida, ou que não o via há muito tempo, mas agora sei que é só uma semelhança", falei, arrastando meu copo no balcão. O cara havia apoiado a sacola na parede e estava tomando também uma cerveja. Parecia cansado, seu rosto dividido em pequenos quadrados que as rugas desenhavam. "Você me lembra um filme, vários filmes que vi", falei, pensando que devia estar dando uma péssima impressão. Ele parecia levemente aborrecido, mas tentava conversar. Disse que tinha um restaurante em Bristol e que resolvera servir ostras frescas no primeiro dia do ano para saudar o século que nascia.
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alou alguma coisa sobre sua mulher, que devia vir apanhá-lo em meia hora, e se levantou, ajeitando a sacola no ombro. Deume um cartão ao se despedir, que nem olhei no momento porque estava lendo o cardápio para pedir alguma coisa. No dia seguinte encontrei o cartão no bolso da calça, amassado e manchado de suor ou cerveja. Anthony Quinn era o nome. E a profissão, abaixo do endereço, era aquela mesma que ele anunciou, com raríssima boa pronúncia francesa para um americano: restaurateur.
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isso tudo, há tarefas ao alcance dos graduados. Outras só podem ser levadas a cabo por doutores, postos no limiar da descoberta científica e inovação técnica por meio de intenso e exigente processo de aprendizagem. Sem eles, desfalece a pesquisa e o ensino se limita à mera declamação dos manuais. Isso, apesar do que possa imaginar a AGU, é muito pouco, é uma visão medíocre
LUIZ CARLOS LISBOA É JORNALISTA, E ESCRITOR E MORA EM PRINCETON. ALGUTE22@GMAIL.COM.BR
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bras emergenciais, liberação de parcerias na área dos transportes, crédito democratizado e não só para grandes corporações: a receita é conhecida, reconhecida
e nunca aplicada. É preciso abrir a caixa preta de nossas relações comerciais e financeiras com Cuba, Angola, Argentina, Bolívia e outros países que querem nossos produtos mas não pagam. Temos de saber ainda em que estão aplicadas nossas reservas cambiais. Teremos títulos da Argentina ou da Venezuela? Precisamos ser informados, pois as divisas não são do governo, mas da sociedade!
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á, então, amarga ironia na menção à "interpretação sistemática" no parecer da AGU, pois o técnico foi um lacaio da literalidade estreita; só assim se pode ler em "será exigido o diploma de curso superior em nível de graduação" (Lei 12.772/12) como "as universidades (entidades constitucionalmente autônomas e que atuam a partir da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, devendo, nos termos da lei, ter seu corpo docente composto por um mínimo de um terço de mestres e doutores) não podem exigir mestrado ou doutorado como requisitos de ingresso". Se lei não expressa proibição, por que se restringiria a autonomia, que é mais que a discricionariedade? Nada de "só será exigido", apenas um padrão mínimo, necessário em um país com desconfortáveis desigualdades, onde os padrões paulistas parecem luxo. Qualquer um que tenha o mínimo de experiência universitária vê isso. Espera-se que não se perceba o óbvio tarde demais, como na guerra civil espanhola, quando o filósofo Miguel de Unamuno viu seu templo do saber profanado pelos fascistas de Millán-Astray e os brados do paradoxal "viva la muerte". A noção de ensino, pesquisa e extensão de elevada qualidade sem que as universidades possam escolher contratar mestres e doutores é tão contraditório quanto. JOSÉ AUGUSTO FONTOURA COSTA E GILBERTO BERCOVICI SÃO PROFESSORES DA FACULDADE DE DIREITO DA USP.
ARISTÓTELES DRUMMOND
NEGATIVO reduzir o número de impostos e a burocracia que emperra e onera a atividade produtiva. É garantir o emprego pelos lucros e não pelas pressões políticas. Não podemos enveredar pelo exemplo argentino.
e distorcida de universidade. Tão pouco que a própria LDB estabelece o mínimo de um terço de mestres e doutores para as universidades. As estaduais paulistas exigem doutorado de todos os ingressantes. Baixar tanto o nível de exigência dá eco à percepção de democratizar o ensino implica perda de qualidade. Ora, ampliar o acesso é necessário e urgente, mas isso só tem sentido histórico e social se com vistas à excelência e conduzido por instituições autônomas.
Não temos oposição, não temos representação empresarial de porte – valendo um destaque para as associações comerciais e indústrias que não dependem de repasses dos governos. O resto usa da função, em muitos casos, só como trampolim político.
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omo muitas empresas não têm donos – eram de famílias que herdaram grandes negócios, quebraram ou venderam –,
não há clima de defesa do patrimônio, do ambiente de negócios, da sobrevivência do capitalismo. Que orfandade preocupante para um país que entra numa crise e entrega sua gestão aos que não acreditam na atividade empresarial. Eu gostaria de estar enganado! ARISTÓTELES DRUMMOND É JORNALISTA E VICE-PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO RIO DE JANEIRO.
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Guido Mantega vai apoiar MAIS: é um pacote de idéia de abater dívidas de clubes de futebol em troca de investimento em modalidades olímpicas.
gibaum@gibaum.com.br
2 “Tenho alergia a teatro.”
BIBI FERREIRA // 90 anos, no palco do Lincoln Center, em Nova York, coçando o nariz e brincando com sua carreira.
Fotos: Paula Lima
Diálogo sem ficha O pastor Silas Malafaia tem ido a todos os programas de televisão e continua recebendo convites. Nesses dias, apareceu no Superpop de Luciana Gimenez, na Rede TV (ele compra horários na emissora para sua igreja Vitoria em Cristo) e logo de cara, ela reclamou do volume de fichas na mão. Mais à frente, abordou o dizimo e ele: “Deus não trabalha com o quantitativo, mas sim com qualitativo”. Aí, ela: “Na minha, também passam sacolinhas. Lá também passa sacolinhas?” E Malafaia: “Não, lá é envelope. E no PT? Todo mundo dá dinheiro pro PT e isso pode, ninguém fala nada?” Luciana ficou zonza: “Como é que chegamos no PT? Eu não tenho ficha sobre o PT”.
VERDE-AMARELO O Brasil inspira até a coleção de bolsas Gucci: um novo modelo é todo estampado de floresta, tem papagaio e as alças são verde e amarelo. O nome da bolsa é Pantanal, custa R$ 3.240 e quem já viu, achou um tanto exagerado (algumas, consideraram o modelo kitsch) e apostou que poderá ser sucesso lá fora. No mercado brasileiro, difícil.
Depois de começar sem muita empolgação – na passarela e na platéia – a 23ª edição da Fashion Rio ganha mais fôlego, mais atrações e mais gente bonita e famosa circulando: Shirley Malmann veio dos Hamptons, em Nova York, para desfilar para Lenny Niemeyer e hoje, Bruna Marquezine desfila pela Coca-Cola Clothing, com direito a Neymar na primeira fila. O desfile de encerramento será amanhã com a Ausländer. Nesses dias, entre tantas, da esquerda para a direta, Yanna Lavigne, a Tamar de Salve Jorge e atração de Status; Tainá Muller; Isabeli Fontana; Giovanna Antonelli, a delegada Helô da história de Gloria Perez; e Adriane Galisteu (está negociando com o SBT).
Ganhando folego
Que ninguém imagine que, quando José Dirceu deu aquela entrevista dizendo que Luiz Fux, em campanha para ser indicado para o Supremo, teria prometido absolvê-lo no processo do mensalão, não tenha pretendido atingir, mesmo que indiretamente, mais o ex-presidente Lula do que Dilma Rousseff que assinou sua nomeação para a Alta Corte. Dirceu não admite esse recuo de Lula em relação aos mensaleiros e especialmente em relação a ele, determinando até que a cúpula do PT também “não faça marola”. E conseguiu irritar o ex-chefe do Governo, que não quer, nessa altura que o Ministério Público possa investigar sua suposta participação no esquema, conforme denúncia de Marcos Valério, nenhuma polarização com o STF. Resumo da ópera: nem atende mais telefonemas de Dirceu.
Dirceu vs.Lula
Não merece! José Maria Marin, presidente da CBF, que enfrenta um festival de denúncias de todos os tipos, saiu da reunião de aprovação de contas devidamente apoiado por 27 aliados, todos presidentes de federações estaduais que se comprometeram a ficar do seu lado até o final de seu mandato. Ele não quer concorrer à reeleição (seu candidato é Marco Polo del Nero) em 2014 e atenderá especialmente pedido de sua mulher, Neusa, ex-primeira-dama de São Paulo, que não agüenta mais ver o marido massacrado diariamente. “Aos oitenta anos, ele não merece o que está passando”.
GRANCIRCUS A margem da nova edição da Fashion Rio que, desta vez, não está toda concentrada numa tenda armada na Marina da Gloria, não são apenas aspirantes a celebridades do showbiz que circulam em busca de seus 15 minutos de fama, como diria Andy Wharol. Algumas figurinhas carimbadas – e totalmente desconhecidas – também vagueiam por lá em modelitos surpreendentes: tem rapazes de saias (estilo Marc Jacobs), periguetes muito produzidas, cabelos raspados de um lado só (estilo Alice Dellal) e muitos, muitos gays – até de hot pants.
MISTURA FINA SILVIO Santos quer pegar uma carona no Ídolos (Record) que, na verdade, não é nada mais do que os velhos programas de calouros com melhor roupagem. O SBT planeja lançar, nas noites de sábado, Festival Sertanejo , com patrocínio (já vendido) de cervejaria, para eleger os melhores do gênero e com júri de figuras famosas.
PELA SEGUNDA vez, chega ao fim o relacionamento entre a atriz Deborah Secco e o ex-jogador Roger Flores.
Novos tempos Refletindo novos tempos econômicos, a rua Oscar Freire, em São Paulo, famosa por abrigar lojas do mercado de luxo, vê fechar o Empório Santa Helena, de presentes e a tradicional doceria Dulca. Muito perto, na Haddock Lobo, fecharam Dior e Cartier. No shopping Iguatemi, mais mudanças: Cecília Dale vai para o terceiro piso (poderá não ter o nome dela) e lá abrirá o terceiro restaurante Le Jazz e, de cara com o Rascal, abriu um restaurante Petrossian, originalmente templo do caviar e que agora serve até massas à bolonhesa.
bondades para cartolas. Para quem não tem idéia: só o Flamengo viu sua dívida subir para R$ 750 milhões.
MESAPARADUAS Bibi Ferreira, 90 anos, fez o público levantar no Lincoln Center, em Nova York, cantou em português, espanhol, italiano, francês e inglês (até a orquestra foi ao delírio no final) e na platéia, tinha do embaixador brasileiro Luiz Felipe Seixas Corrêa ao editor da Vanity Fair, George Wayne. Faltou combinar a comemoração na esticada: mais tarde, ela foi jantar apenas com sua filha, Tina Ferreira. Se bem que não precisava de muita gente: estava mais do que radiante.
A atriz Flávia Alessandra, a Erica, de Salve Jorge, já saiu duas vezes nas páginas de Playboy e agora, é a mulher do mês na revista Alfa e igualmente faz caras, bocas e poses na revista Joyce Pascowitch, onde confessa controlar a alimentação, embora vá ao delírio com leite condensado. Por outro lado, Walcyr Carrasco tem uma participação especial para ela em Amor à Vida, só que Aguinaldo Silva, que estreará nova novela no segundo semestre, quer que Flávia seja a protagonista.
Bem-amada e disputada
Cinco anos A OEA, que tem as mesmas regras da Corte Interamericana de Direitos Humanos, só examinará a carta que o PT mandou em janeiro defendendo os mensaleiros condenados e outras 60 denúncias enviadas este ano, somente daqui a cinco anos, segundo estimativas de quem conhece o processo de funcionamento da organização. A OEA recebe, em média, duas mil queixas por ano, tem apenas três advogados que examinam cada um dos documentos recebidos e que não tem prazo determinado para dar quaisquer opiniões que permitam que a denúncia passe para um patamar mais avançado.
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Anel duplo.
Muitos anéis.
Expert em dedos Há dias, numa roda, José Serra revelava-se um especialista em dedos: pegando um celular, disse que as mulheres tiram foto segurando o aparelho com o dedo mindinho para cima. Já os homens, com todos os dedos grudados, menos 20% que deixam o dedinho em riste. “São os que estão na zona cinzenta” (alusão ao livro 50 Tons de Cinza, de E. L. James).
DEPOIS do sucesso mundial de seu hit de estréia, Gangnam Style, com direito a dancinha, o sul-coreano Psy bateu recorde com seu Gentleman , clipe visto 20 milhões de vezes em menos de 24 horas no YouTube. Em dois dias, mais de 50 milhões de cliques e agora, a caminho dos 85 milhões. Superou Justin Bieber com o vídeo Boyfriend, visto oito milhões de vezes em 24 horas.
JOAQUIM Barbosa não brinca em serviço: agora, resolveu publicar na internet a prestação de contas das viagens de ministros e funcionários do Supremo Tribunal Federal, incluindo as suas, claro.
A REVISTA britânica Monocle, voltada para o mercado de luxo, especialmente fashion, acaba de publicar uma lista de desejos de gente graúda de todo o mundo. No meio de muitos itens, aparece uma marca brasileira: é o suco de caixinha Do Bem, no sabor tangerina. É produzido no Rio e já começa a ser exportado: em Paris, será vendido no Le Bon Marché.
O RIO Grande do Sul tem uma espécie de maldição eleitoral: não costuma reeleger um governador ou um partido. Já pensando nisso, o governador Tarso Genro (PT), que desapareceu da cena nacional desde que assumiu a chefia do Executivo gaucho, deverá ter lançada sua candidatura ao Senado em 2014.
Perdendo os cabelos Aos 42 anos de idade, a modelo Naomi Campbell convive com sério problema: queda de cabelos, especialmente na região frontal, incluindo laterais, supostamente causada pelo uso constantes de apliques e fortes colorações. Para as fotos de J.R. Duran que constarão de ensaio a ser publicado por Vogue , Naomi usou perucas diferentes e sempre se arrumou reservadamente. Ela foi fotografada ao lado de seus amigos brasileiros, entre eles, Ronaldo Fenômeno, Ivo Pitanguy, Seu Jorge e outros.
Colaboração: Paula Rodrigues / A.Favero
quinta-feira, 18 de abril de 2013
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 18 de abril de 2013
5 PROCURADORES Rodrigo Janot, Ela Wiecko e Deborah Duprat foram os mais votados na eleição realizada ontem para substituir Roberto Gurgel. A lista tríplice será encaminhada para a escolha da presidente Dilma Rousseff.
olítica Lucas Lacaz/ Estadão Conteúdo
O BRASIL PEGANDO FOGO O
Ministério do Meio Ambiente decretou ontem estado de e m e r g ê n c i a a mbiental em 19 Estados e no Distrito Federal, tendo em vista o período de secas e os incêndios que se alastram pelas florestas brasileiras. A medida foi publicada no Diário Oficial da União e já está em vigor. A declaração do estado de emergência ambiental agiliza a contratação temporária de brigadistas para o controle dos focos de incêndio. Cada
brigadista pode ser contratado por até seis meses, e a lei permite que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) contrate até 2.520 pessoas para a função. A medida vale para Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins. (ABr)
Queimadas provocadas pela seca se alastram pelo País e Ministério do Meio Ambiente declara estado de emergência ambiental
André Dusek/Estadão Conteúdo
Deputados em guerra por novas siglas
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Marcha do MST em Brasília: da Esplanada dos Ministérios ao STF.
MST quer parar as estradas
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Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizou ontem manifestações pelo Brasil em memória dos 21 sem-terra assassinados no massacre de Eldorado dos Carajás, no Pará, em 17 de abril de 1996. As mobilizações fazem parte também da Jornada Nacional de Luta pela Reforma Agrária e cobram a aceleração da desapropriação de terras e o assentamento de 150 mil famílias acampadas. O movimento diz que está organizado em cerca de 1,8 mil cidades. PERNAMBUCO O MST bloqueou 12 pontos de rodovias federais e estaduais. Os sem-terra também ocuparam as prefeituras de Moreno e Goiana, na Zona da Mata. Os bloqueios tiveram queima de pneus em cinco pontos da BR101, 2 na BR-232, 2 na BR104 e 1 na BR-422, na PE-96 e PE-375, em municípios do Sertão, Agreste, Zona da Mata e região metropolitana.
SÃO PAULO Em Sorocaba, 150 famílias fecharam a rodovia Raposo Tavares, na altura do km 166. Em Ribeirão Preto, a rodovia Anhanguera foi interditada no km 340 por 150 famílias. No Vale do Paraíba, famílias ocuparam o escritório do Instituto Biosistêmico (IBS). Já na região de Andradina, os trabalhadores optaram por doar sangue nos municípios de Araçatuba e Fernandópolis. RS e MG Cerca de 1,5 mil manifestantes ocuparam a Secretaria de Educação em Porto Alegre. Em Minas Gerais, cerca de 200 semterra bloquearam o Anel Rodoviário de Belo Horizonte por 40 minutos. Paraná Nessas estradas, integrantes do MST bloquearam 20 rodovias estaduais e federais. Houve ainda protesto em frente ao Tribunal de Justiça do Estado, em Curitiba. (Agências)
BBD Participações S.A.
CNPJ no 07.838.611/0001-52 - NIRE 35.300.335.295 Assembleia Geral Ordinária Edital de Convocação Convidamos os senhores acionistas desta Sociedade a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária a ser realizada em 30 de abril de 2013, às 9h, na sede social, Cidade de Deus, Prédio Prata, 4o andar, Vila Yara, Osasco, SP, a fim de: I) tomar conhecimento dos Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes, e examinar, discutir e votar as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2012; II) deliberar sobre proposta de destinação do lucro líquido do exercício encerrado em 31.12.2012 e ratificação da distribuição dos Juros sobre o Capital Próprio pagos; III) eleger os membros do Conselho de Administração; IV) fixar o montante global anual da remuneração dos Administradores. Cidade de Deus, Osasco, SP, 17 de abril de 2013. Lázaro de Mello Brandão - Presidente do Conselho de Administração. 18, 19 e 20.4.2013
Cidade de Deus - Companhia Comercial de Participações CNPJ no 61.529.343/0001-32 - NIRE 35.300.053.800 Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária Edital de Convocação
Convidamos os senhores acionistas desta Sociedade a se reunirem em Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária, a serem realizadas cumulativamente no dia 29 de abril de 2013, às 11h, na sede social, Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP, Salão Nobre do 5 o andar, Prédio Vermelho, a fim de: Assembleia Geral Extraordinária: - examinar proposta do Conselho de Administração para aumentar o capital social em R$1.283.700.000,00, elevando-o de R$10.316.300.000,00 para R$11.600.000.000,00, sem emissão de ações, mediante a capitalização de parte do saldo das contas “Reserva de Lucros - Reserva Estatutária para Aumento de Capital” – R$324.593.748,83 e “Reserva de Lucros – Reserva Legal” – R$959.106.251,17, de acordo com o Parágrafo Primeiro do Artigo 169 da Lei no 6.404/76, com a consequente alteração do “caput” do Artigo 5o do Estatuto Social. Assembleia Geral Ordinária: 1. tomar conhecimento dos Relatórios da Administração e dos Auditores Independentes, e examinar, discutir e votar as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2012; 2. deliberar sobre proposta do Conselho de Administração para a destinação do lucro líquido do exercício de 2012 e ratificação da distribuição dos juros sobre o capital próprio e dividendos pagos; 3. eleger os membros do Conselho de Administração; 4. fixar o montante global anual da remuneração dos Administradores. Documentos à Disposição dos Acionistas: este Edital de Convocação, as Propostas do Conselho de Administração, bem como as demais informações exigidas pela regulamentação vigente, encontram-se à disposição dos acionistas na Sede da Sociedade e no Departamento de Ações e Custódia do Banco Bradesco S.A., Instituição Financeira Depositária das Ações da Sociedade, na Cidade de Deus, Prédio Amarelo, Vila Yara, Osasco, SP - CEP 06029-900. Cidade de Deus, Osasco, SP, 15 de abril de 2013. Lázaro de Mello Brandão Presidente do Conselho de Administração. 16, 17 e 18.4.2013
Câmara dos Deputados aprovou ontem à noite, por 240 votos a 30 e 3 abstenções, o Projeto de Lei 4470/12, do deputado Edinho Araújo (PMDB-SP), que impede a transferência do tempo de propaganda eleitoral no rádio e na televisão e dos recursos do Fundo Partidário relativos aos deputados que mudarem de partido durante a legislatura. Mais cedo, PPS e PMN formalizaram a criação do MD (Mobilização Democrática), união que tem potencial para gerar uma nova briga de partidos políticos na Justiça. A fusão foi antecipada justamente porque PT e PMDB, as duas maiores legendas governistas, passaram a pressionar a aprovação desta lei que dificulta a criação de novas siglas. PPS e PMN querem formar uma nova força de oposição ao governo Dilma e ensaiam
dar fôlego a eventual governador José Serra deixar campanha do governador de o PSDB para ingressar na Pernambuco, Eduardo nova sigla. Campos (PSB), ao Planalto Advogados do PSD já em 2014. avaliam a possibilidade de O MD terá inicialmente 13 questionar na Justiça a saída deputados federais, mas de deputados, isso apesar de trabalha para atrair mais a legislação prever a fusão parlamentares. A como causa estratégia é justa para um buscar filiado deixar especialmente uma legenda A presença nomes do PSD, sem sofrer de outras antigos punição. candidaturas oposicionistas Rede – A que embarcaram proposta de eleva o debate. no projeto do exrestringir a Ninguém pode prefeito de São criação de querer ganhar Paulo Gilberto partidos ganhou eleição no W.O. Kassab, que já força diante do articula apoio movimento da AÉCIO NEVES para a reeleição ex-senadora de Dilma. Marina Silva, que trabalha Com a criação do MD abrepara tirar do papel o Rede se um prazo de 30 dias para Sustentabilidade e, com isso, que os políticos mudem para disputar as eleições o partido sem o risco de presidenciais de 2014. perder o mandato. No radar Provável candidato do dos integrantes do MD está a PSDB à corrida presidencial, o possibilidade de o exsenador Aécio Neves (MG)
criticou a aprovação do projeto. Segundo ele, Dilma está querendo anular adversários em 2014. "A presença de outras candidaturas eleva o debate. Numa democracia como o Brasil, ninguém pode querer ganhar eleição no W.O", afirmou o tucano. Greve de fome – O deputado Domingos Dutra (PT-MA) reclamou que o texto, apresentado no ano passado, já entrou direto na pauta do Plenário. "Temos projetos aqui que tramitam 8, 10 anos, e não chega na pauta. Outros, por interesse qualquer, passam na fila e entram na pauta." Dutra, que está em processo de desfiliação do PT, prometeu entrar em greve de fome. Segundo ele, há um projeto de sua autoria tramitando na Casa desde 1995. E por isso entrará em greve de fome até que ele seja pautado. (Folhapress)
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DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quinta-feira, 18 de abril de 2013
Nosso DNA biológico e cultural apoia nosso trabalho. João Santana
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Mauricio Lima/The New York Times - 25/03/13
João Santana em seu escritório em São Paulo: sob a batuta dele, equipes e super equipamentos vão afinando campanhas de sucesso.
João Santana, o rei do marketing político. Marqueteiro brasileiro exporta campanhas vitoriosas. Na Venezuela, Santana disse que "auxilia indiretamente" a campanha de Nicolás Maduro, herdeiro de Chávez. Marlene Bergamo/Folhapress - 19/10/2006
Simon Romero The New York Times
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á décadas, as eleições presidenciais na América Latina costumam envolver um recurso bem conhecido nos noticiários de TV a cabo dos Estados Unidos: o consultor político norte-americano. Na década de 1970, David Sawyer, pioneiro na área, trabalhou para o candidato venezuelano Lorenzo Fernández, que perdeu. James Carville, ex-consultor do presidente norte-americano Bill Clinton, trabalhou na vitoriosa campanha de Fernando Henrique Cardoso, em 1994, pela presidência do Brasil. Já Tad Devine, estrategista de Al Gore, ajudou Manuel Zelaya a ganhar a eleição presidencial hondurenha em 2005. Porém, em um desdobramento que reflete o declínio da influência de uma nação poderosa no hemisfério e a ascensão de outra, os consultores políticos brasileiros começaram a concorrer facilmente com os colegas norte-americanos, orquestrando campanhas por toda a América Latina e além. Ninguém exemplifica melhor essa mudança nos ares políticos da região do que João Santana. No ano passado, Santana, 60 anos, supercompetitivo, ex-letrista de uma banda de rock de vanguarda que se refere às eleições como um "combate quase sangrento", conquistou o feito extraordinário de comandar três campanhas presidenciais vencedoras ao mesmo tempo: Danilo Medina, na República Dominicana; Hugo Chávez, na Venezuela; e José Eduardo dos Santos, em Angola. POLÊMICAS Como os estrategistas norte-americanos que o antecederam, Santana e outros consultores políticos brasileiros também sabem provocar polêmica. Enquanto Santana cruzava o Atlântico para gerir campanhas na América Latina e na África, ele também consolidava sua função como um dos consultores mais influentes nos bastidores do Partido dos Trabalhadores, no poder. Seu papel de eminência parda foi descrito pela revista Veja como "capaz de mapear os pontos fracos dos adversários com a precisão de um acupunturista". Essa capacidade veio
à baila na Venezuela, onde Chávez, que morreu de câncer em março, e seu adversário, Henrique Capriles Radonski, contrataram consultores brasileiros no ano passado. Para críticos de Chávez, foi uma disputa injusta em função do aparato de propaganda estatal à disposição do candidato. Um famoso blog político venezuelano, o Caracas Chronicles, chegou ao ponto de chamar Santana de "Svengali", um manipulador, reconhecendo seu peso nas eleições. "É a mais elevada forma de política de aerógrafo", afirmou Juan Nagel, economista e colaborador do blog, referindo-se à habilidade de Santana em suavizar a imagem de líderes como Chávez, cujas credenciais democráticas foram questionadas. "A receita brasileira, não faz mal que esteja ajudando a eleger gente horrível, se resume a vencer", disse Nagel. Em uma rara entrevista, Santana rebateu a crítica por
Santana é capaz de mapear os pontos fracos dos adversários com a precisão de um acupunturista. REVISTA VEJA causa de seu trabalho com Chávez afirmando: "O impacto que nossa campanha teve entre os eleitores venezuelanos fala por si só". Mais recentemente na Venezuela, Santana disse que está "auxiliando indiretamente" a campanha de Nicolás Maduro, herdeiro escolhido a dedo por Chávez, na eleição presidencial deste mês, sem montar uma equipe em Caracas, capital venezuelana. Um exemplo de seu trabalho é um videoclipe concebido por ele chamado "Ele renascerá", retratando o falecido presidente como uma força a permear a sociedade venezuelana. Refletindo sua aceitação por clientes de todo o espectro político, Santana contou ter aceitado comandar a campanha, em 2014, do candidato do Mudança Democrática, partido de centro-direita do Panamá, além de ter aberto um empreendimento na Itália para começar a gerenciar campa-
nhas na Europa. Santana descreveu a política como uma atividade envolvendo teatro, música e ritos religiosos e, com uma ponta de humor, declarou a respeito de sua área de atuação: "Da mesma maneira que um psicanalista auxilia as pessoas a fazerem sexo sem culpa, nós ajudamos as pessoas a gostar de política sem remorso". TRAJETÓRIA INCOMUM Antes de entrar para a política, Santana via esses desafios de outras perspectivas. Sentando à mesa reservada para ele no Parigi, restaurante frequentado pela elite paulistana, Santana relatou sua trajetória incomum. Nascido no interior da Bahia, no nordeste brasileiro, o estrategista estudou em escolas jesuítas. Ele entrou no mundo da música como fundador da banda vanguardista de rock Bendegó, antes de se envolver com o jornalismo. Naquela época, o longo período de governo militar no Brasil, de 1964 a 1984, cedeu espaço a uma transição democrática tumultuada. Em 1992, como repórter da revista semanal IstoÉ , Santana ajudou a garantir um furo famoso, a entrevista com um motorista de Brasília que descreveu o esquema de corrupção que levou ao impeachment do então presidente brasileiro, Fernando Collor de Mello. Ele trocou o jornalismo pela política brasileira enquanto uma nova área se formava para os marqueteiros, como os consultores políticos são conhecidos em português. As leis forçam as redes de televisão a ceder espaço no horário nobre para a propaganda política, e os candidatos lutam para transformar temas de campanha em comerciais numa nação onde o voto é obrigatório. Após anos de trabalho árduo numa série de campanhas, Santana teve sua grande chance em 2005, quando o então presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, o escolheu para comandar a campanha à reeleição. Era um momento crucial para Lula. O índice de aprovação de seu governo, fustigado devido a um escândalo de compra de votos, caíra abaixo dos 30%. Santana ajudou a reverter esse declínio, reapresentando Lula como um líder sob o ataque das elites brasileiras, enquanto partia para a ofensi-
Celso Jr./Estadão Conteúdo/23/09/11
O expresidente Lula orientado por assessores em intervalo no debate com Alckmin em 2006; Dilma e Santana na campanha eleitoral.
va afirmando que o adversário daria novo alento a um programa de privatização de estatais. Com a ajuda da economia em boas condições, Lula ganhou de lavada. GRANDIOSIDADE Recebendo milhões de dólares por algumas campanhas, Santana costuma se valer de grandes pesquisas com eleitores, ao mesmo tempo em que monta equipes enormes, incluindo cameramen, editores e músicos. Enquanto o Brasil começava a flexibilizar seu "soft power" no governo Lula, Santana e outros consultores brasileiros começaram a ser mais procurados. No Peru, Ollanta Humala, figura militar nacionalista que perdeu a corrida presidencial em 2006 quando precisou rebater comparações a Chávez, contratou consultores brasileiros para a campanha de 2011. Ele venceu após se reposicionar como um moderado amigo das empresas, repetindo diversas vezes que Lula era uma fonte de inspiração.
Ainda assim, a ascensão dos marqueteiros do Brasil pode envolver fatores além do fascínio do modelo brasileiro de governar, que passou a ser criticado quando a presidente Dilma Rousseff encarou uma retração econômica. Santana também comandou a campanha de Dilma em 2010, ajudando-a – uma ministra que nunca havia disputado eleições – a se transformar numa comunicadora ágil na TV. Taylor C. Boas, cientista político da Universidade de Boston especializado em campanhas políticas latino-americanas, observou que o Brasil é uma grande república federal com uma série de eleições municipais, estaduais e nacionais. Segundo ele, o país divide características com os Estados Unidos e a Rússia, duas outras nações em que consultores políticos usaram campanhas internas como trampolim para trabalho no exterior. "Na América Latina, os brasileiros têm a vantagem da proximidade cultural e idiomas que não são tão diferen-
tes", afirmou Boas em referência ao espanhol e ao português. "E João Santana mostrou mais de uma vez que eles sabem administrar campanhas sofisticadas, e sabem como ganhar." ECONOMIAS AFRICANAS Além da América Latina, Santana foi posto à prova, em 2012, em Angola, a nação rica em petróleo onde Santos, no poder há mais de 33 anos, gastou grandes quantias para obter uma vitória da qual poucos duvidavam. Para Santana, era a chance de fincar o pé numa região que ganha contornos de fronteira para a consultoria política, à medida que crescem as economias africanas. Segundo ele, os brasileiros têm laços sólidos com a África, citando estudos segundo os quais cerca de 70% da população da Bahia, seu Estado natal, tem antepassados africanos, principalmente na região do atual Benin. "Tenho orgulho em ser um deles. Nosso DNA biológico e cultural apoia nosso trabalho na África."
p Evangélicos pedem saída de Genoino DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 18 de abril de 2013
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A Comissão se transformou no bunker de um homofóbico, sexista e racista. Érika Kokay, deputada (PT-DF)
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Grupo cobra saída de Genoino e João Paulo Cunha de Comissão da Câmara e Feliciano amarga sessão fechada e vazia depois da debandada de deputados Ed Ferreira/Estadão Conteúdo
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José Genoino e o grupo de evangélicos que cobra sua saída da CCJ: "Não respondo a provocações."
Supremo dobra o prazo para a defesa de réus do Mensalão
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plenário do Supremo Tribunal (STF) decidiu ontem por 8 a 1, ampliar o prazo para que as defesas dos réus do Mensalão apresentem seus recursos contra as condenações. A maioria dos ministros optou por dobrar esse prazo, de 5 para 10 dias, após a publicação do acórdão (resultado oficial do julgamento). O presidente do STF, Joaquim Barbosa, foi o único a votar contra e resistiu a levar o tema ao plenário . Cedeu após insistência dos advogados e dos próprios ministros, que temiam possíveis críticas de que houve cerceamento do direito de defesa. O ministro Marco Aurélio Mello deu voto alternativo – ele defendeu aumentar ainda mais o prazo, para 20 ou 30 dias. Alguns dos réus requeriam o acesso antecipado dos votos e um
tempo de pelo menos 20 dias para analisá-los antes da publicação do acórdão. Outros pediam uma extensão do prazo para 30 dias. O regimento interno prevê que os recursos chamados de embargos de declaração devem ser apresentados em 5 dias. Barbosa voltou a dizer que os pedidos eram absurdos e novamente acusou os advogados de tentarem uma "manipulação do prazo legal". O ministro Teori Zavascki, então, iniciou a divergência. Ele afirmou que, de acordo com o Código de Processo Penal, o prazo legal para recursos é de apenas 2 dias, mas argumentou que o STF, mesmo nos casos criminais, leva em conta o estabelecido no Código de Processo Civil. Zavascki lembrou, então, que a legislação civil permite, nos casos com muitas partes envolvidas, dobrar o prazo de
recursos, exatamente para possibilitar a ampla defesa. Ele foi seguido pelos colegas Rosa Weber, Celso de Mello, Gilmar Mendes, Luiz Fux, Ricardo Lewandowski e José Antonio Dias Toffoli. Segundo Barbosa, o acórdão deve ser publicado "em breve". Caso seja divulgado hoje, será considerado publicado no dia seguinte. Assim, o prazo começaria a contar na segunda (22). Os 10 dias se encerrariam em 1º de maio. Como é feriado, os condenados teriam até 2 de maio para recorrer. O acórdão é o documento que detalha as decisões do julgamento, que condenou 25 e absolveu 12 réus no ano passado, e trará o tempo de pena, regime de cumprimento, além dos votos escritos dos 11 ministros que julgaram. O documento abre prazo para as defesas recorrerem. (Agências)
ispostos a apoiar a permanência do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) no comando da Comissão de Direitos Humanos (CDH), um grupo de 40 evangélicos lotou a sala da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados para cobrar a saída de José Genoino (PTSP) e João Paulo Cunha (PTSP), ontem. Os dois petistas foram condenados no ano passado pelo Supremo Tribunal Federal pelos crimes do Mensalão. Na semana passada, após ouvir pedidos de líderes partidários para deixar a presidência da CDH, Feliciano, em tom de ironia, disse que só renunciaria se os respectivos petistas deixassem a CCJ. Mesmo sendo alvo de protestos e manifestações que o acusam de homofobia e racismo, Feliciano argumenta que foi eleito democraticamente, que tem apoio para ficar no cargo e que não abre mão dele. E nega as acusações de homofobia e racismo. Na CCJ, os manifestantes silenciosos – da Assembleia de Deus do Gama, cidade próxima de Brasília – sentaram-se empunhando cartazes. Genoino deixou a sessão e comentou: "Não respondo a provocações." Entre os participantes do protesto, Carlos Almeida, vigilante, afirmava: "Incoerente é Genoino e João Paulo estarem na CCJ. Nada é mais absurdo do que isso." Debandada – Deputados da oposição ao pastor na CDH anunciaram ontem que renunciarão às vagas na Comissão. São eles: Jean Wyllys (PSol-RJ), Domingos Dutra (PT-MA), Érika Kokay (PT-DF), Luiza Erundina (PSB-SP), Chico Alencar (PSol-RJ). Os parlamentares do PT pedirão que a liderança do partido na Casa oficialize a saída, fazendo com que toda a bancada não possa assumir qualquer uma das 7 vagas da legenda no colegiado. As duas
vagas do PSol serão devolvidas ao DEM, que as havia cedido no início do ano. A deputada Erundina já havia entregue sua vaga ao partido, que anunciou substituição. O esvaziamento não significa a inviabilização dos trabalhos da Comissão. São necessários ao menos 10 deputados para que as atividades continuem. Hoje, a bancada evangélica tem 11 representantes no colegiado. Os deputados descontentes avaliam que sua participação se esgotou e que a pauta pro-
posta pelo pastor não condiz com a militância histórica da Comissão. "É melhor a gente fortalecer a Frente (Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos, criada como contraponto à CDH), fortalecer outros espaços que o regimento da Câmara nos garante, do que ficar num ringue permanente na Comissão de Direitos Humanos", disse um dos deputados. Ontem, o pastor se viu diante de sessão fechada ao público e esvaziada de parlamentares. (Agências)
Danúbio Empreendimentos e Participações Ltda. CNPJ no 07.832.015/0001-65 - NIRE 35.219.902.894 Extrato do Instrumento Particular de Alteração do Contrato Social - 11a Alteração de 6.3.2013. Pelo presente Instrumento Particular, BSP Empreendimentos Imobiliários S.A. (BSP) , CNPJ no 14.312.353/0001-31, NIRE 35.300.413.245; e Bradesco Seguros S.A., CNPJ n o 33.055.146/ 0001-93, NIRE 35.300.329.091, ambas com sede na Avenida Paulista, 1.415, parte, Bela Vista, São Paulo, SP, CEP 01.311-925, representadas por seu Diretor, senhor Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa, brasileiro, casado, contador, CRC RJ-075823/0-9, CPF 756.039.427/20, com domicílio na Avenida Paulista, 1.415, parte, Bela Vista, São Paulo, SP, CEP 01.311-925, Sócias-Cotistas representando a totalidade do Capital Social da Danúbio Empreendimentos e Participações Ltda., com sede na Rua Deputado Emílio Carlos, 970, parte, Vila Campesina, Osasco, SP, CEP 06.028-005, CNPJ n o 07.832.015/0001-65, NIRE 35.219.902.894, deliberam, por unanimidade, o seguinte: 1) reduzir o Capital Social em R$17.000.000,00 por julgá-lo excessivo, de conformidade com o disposto no Inciso II do Artigo 1.082 do Código Civil Brasileiro, alterando-o de R$40.426.948,00 para R$23.426.948,00, com o cancelamento de 17.000.000 de cotas de propriedade da Sócia-Cotista BSP, com a concordância da Sócia-Cotista Bradesco Seguros S.A. A restituição do respectivo valor será feita em moeda corrente nacional, mediante crédito em conta corrente da Sócia-Cotista BSP, nesta data. 2) alterar, em razão do item anterior, as redações do “caput” e Parágrafo Primeiro da Cláusula Quarta do Contrato Social que passam a ser as seguintes: “Cláusula Quarta - O Capital Social é de R$23.426.948,00 (vinte e três milhões, quatrocentos e vinte e seis mil, novecentos e quarenta e oito reais), dividido em 23.426.948 (vinte três milhões, quatrocentas e vinte e seis mil, novecentas e quarenta e oito) cotas, do valor nominal de R$1,00 (um real) cada uma, totalmente integralizado em moeda corrente nacional. Parágrafo Primeiro - O Capital Social encontra-se assim distribuído entre os sócios: Vr. R$ Cotistas Qtd. Cotas BSP Empreendimentos Imobiliários S.A. 23.426.947 23.426.947,00 Bradesco Seguros S.A. 1,00 1 23.426.948 23.426.948,00"; Total ................................................................................................................................................. São Paulo, SP, 6 de março de 2013. Sócias-Cotistas: BSP Empreendimentos Imobiliários S.A. e Bradesco Seguros S.A., neste ato representadas por seu Diretor, senhor Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa. Testemunhas: Ariovaldo Pereira - RG 5.878.122-5/SSP-SP - CPF 437.244.508/34; e Ismael Ferraz - RG 8.941.370-2/SSP-SP - CPF 006.404.048/80.
Paineira Empreendimentos e Participações Ltda. CNPJ no 07.394.192/0001-07 - NIRE 35.219.882.664 Extrato do Instrumento Particular de Alteração do Contrato Social - 11a Alteração de 6.3.2013. Pelo presente Instrumento Particular, BSP Empreendimentos Imobiliários S.A.(BSP) , com sede na Avenida Paulista, 1.415, parte, Bela Vista, São Paulo, SP, CEP 01.311-925, CNPJ n o 14.312.353/0001-31, NIRE 35.300.413.245; e Bradesco SegPrev Investimentos Ltda. , com sede na Cidade de Deus, Prédio Prata, 4 o andar, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06.029-900, CNPJ no 07.394.162/0001-09, NIRE 35.219.883.211, representadas por seu Diretor, senhor Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa, brasileiro, casado, contador, CRC RJ-075823/0-9, CPF 756.039.427/20, com domicílio na Avenida Paulista, 1.415, parte, Bela Vista, São Paulo, SP, CEP 01.311-925, Sócias-Cotistas representando a totalidade do Capital Social da Paineira Empreendimentos e Participações Ltda., com sede na Avenida Paulista, 1.450, 3 o andar, parte, Cerqueira César, São Paulo, SP, CEP 01.310-100, CNPJ n o 07.394.192/0001-07, NIRE 35.219.882.664, deliberam, por unanimidade o seguinte: 1) reduzir o Capital Social em R$8.000.000,00 por julgá-lo excessivo, de conformidade com o disposto no Inciso II do Artigo 1.082 do Código Civil Brasileiro, alterando-o de R$52.840.873,00 para R$44.840.873,00, com o cancelamento de 8.000.000 de cotas de propriedade da Sócia-Cotista BSP, com a concordância da Sócia-Cotista Bradesco SegPrev Investimentos Ltda. A restituição do respectivo valor será feita em moeda corrente nacional, mediante crédito em conta corrente da Sócia-Cotista BSP, nesta data. 2) alterar, em razão do item anterior, as redações do “caput” e Parágrafo Primeiro da Cláusula Quarta do Contrato Social que passam a ser as seguintes: “Cláusula Quarta - O Capital Social é de R$44.840.873,00 (quarenta e quatro milhões, oitocentos e quarenta mil, oitocentos e setenta e três reais), dividido em 44.840.873 (quarenta e quatro milhões, oitocentas e quarenta mil, oitocentas e setenta e três) cotas, do valor nominal de R$1,00 (um real) cada uma, totalmente integralizado. Parágrafo Primeiro - O Capital Social encontra-se assim distribuído entre os sócios: Cotistas Qtd. Cotas Vr. R$ BSP Empreendimentos Imobiliários S.A. 44.840.872 44.840.872,00 Bradesco SegPrev Investimentos Ltda. 1 1,00 Total 44.840.873 44.840.873,00"; ................................................................................................................................................. São Paulo, SP, 6 de março de 2013. Sócias-Cotistas: BSP Empreendimentos Imobiliários S.A. e Bradesco SegPrev Investimentos Ltda., neste ato representadas por seu Diretor, senhor Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa. Testemunhas: Ariovaldo Pereira - RG 5.878.122-5/ SSP-SP - CPF 437.244.508/34; e Ismael Ferraz - RG 8.941.370-2/SSP-SP - CPF 006.404.048/80.
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BOSTON LOVE A agência Ctrl.Alt.Design., de Boston, criou um logotipo em homenagem à cidade. Ontem, as autoridades lançaram a campanha The One Fund Boston para arrecadar recursos para as vítimas do atentado.
nternacional Jessica Rinaldi/Reuters
Armas: um dia de' vergonha'.
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Multidão de jornalistas e servidores públicos se aglomera no estacionamento do tribunal federal de Boston, após ameaça de bomba. Yuri Gripas/Reuters
Um suspeito detido. Outro ainda à solta. Após analisar milhares de pistas, investigadores dizem ter imagens do suspeito envolvido no atentado em Boston, mas não confirmaram nenhuma prisão. Já um norte-americano foi detido em Mississippi, acusado de ter enviado cartas com veneno para o presidente Obama e um senador. Os Estados Unidos continuam em alerta: pacotes suspeitos levaram a polícia a esvaziar prédios públicos ao redor do país.
A
polícia federal dos Estados Unidos avançou nas investigações com a seleção de imagens que podem conter dados sobre um possível suspeito envolvido no atentado que matou três pessoas e feriu 176 na Maratona de Boston na segunda-feira. O clima no país, porém, continua tenso. Cartas e pacotes suspeitos levaram prédios públicos ao redor do país a serem esvaziados por temor de um novo ataque. Nem o presidente Barack Obama foi poupado: uma carta com veneno foi interceptada na Casa Branca. Um suspeito foi preso. Entre os novos detalhes das investigações, fotos da cena das explosões mostram os restos de um artefato explosivo, incluindo partes retorcidas de um recipiente de metal, fios, uma bateria e o que parece ser
Carta endereçada ao presidente Obama, com o veneno letal ricina, foi interceptada pela Casa Branca.
uma placa de circuito. A tampa de uma panela de pressão que pode ter sido usada no artefato explosivo também foi encontrada no local. O governador de Massachusetts, Deval Patrick, disse que está confiante de que o responsável pelas explosões em Boston será encontrado, em entrevista à rede CNN ontem, mas pediu paciência para que as investigações prossigam. Um vídeo gravado pelas câmeras da loja de departamentos Lord & Taylor e as imagens feitas por uma rede de TV local permitiram aos investigadores fazer um "progresso considerável", segundo a CNN. As imagens mostram "um suspeito carregando uma bolsa preta, e possivelmente deixando-a na cena da segunda bomba", informou o jornal local The Boston Globe.
Senado dos Estados Unidos rejeitou ontem uma iniciativa bipartidária para reforçar a checagem de antecedentes criminais de compradores de armas de fogo, inclusive para vendas em feiras e pela internet. Com o resultado, o governo Obama se vê derrotado em uma de suas prioridades para o segundo mandato. "Este é um dia vergonhoso para Washington", criticou o presidente norteamericano, Barack Obama, em pronunciamento à nação realizado pouco depois de conhecer o resultado. Na votação realizada ontem, 54 senadores votaram a favor de uma checagem mais rigorosa de antecedentes criminais e 46 posicionaram-se contra. A medida precisava de 60 votos a favor para avançar no Senado. Obama, que fez da checagem mais rigorosa de antecedentes criminais um tema central de sua proposta para o controle de armas, disse que uma minoria dos senadores decidiu que "não vale a pena proteger a vida de nossos filhos". O mandatário, que fez o pronunciamento cercado de parentes de vítimas de massacres, ainda acusou os senadores que votaram contra a medida de cederem à pressão de grupos de interesse específicos, mas prometeu continuar empenhado em tornar mais rigoroso o controle sobre a venda de armas nos EUA. A medida pode ser considerada uma vitória para a Associação Nacional do Rifle (NRA, na sigla em inglês), principal lobby de armas do país. O tema do controle de armas ganhou interesse da população desde o massacre em uma escola primária de Newtown, em Connecticut, que matou 20 crianças e seis adultos em dezembro passado. Em três dos maiores massacres nos EUA – em uma escola de Columbine (1999), na universidade Virginia Tech (2007) e em um cinema no Colorado (2012) –, as armas ou munições foram compradas pela internet ou em feiras. (Agências)
Na tentativa de antecipar no- em Boston, e terça-feira. vidades nas investigações, inMas, em Washington, a formações desencontradas di- ameaça foi real. A polícia do vulgadas pela mídia norte- Congresso esvaziou partes de americana confundiram a opi- dois edifícios do Senado devido nião pública. Vários meios de a preocupações com cartas e comunicação, inclusive a CNN, pacotes suspeitos. disseram ter recebido informaAlém disso, foi interceptada ções de que um suspeito fora uma carta dirigida a Obama identificado. Posteriormente, o que, segundo testes preliminaFBI negou a detenção. res, continha ricina, substância "Nenhuma prisão ligada ao altamente tóxica. ataque na maratona foi feita, ao O veneno é, aparentemente, contrário do que foi dito pelas o mesmo encontrado em um reportagens. Reuters A s i n f o r m ações baseadas em fontes não oficiais são imprecisas", reagiu. Ameaças Apesar do d es m e nt i do , equipes de reportagem se aglomeraram Fotos de Boston mostram fios e uma bateria... em frente ao prédio do tri- Reuters bunal federal de Boston em busca de informações sobre o suspeito a t é o s u r g imento de uma ameaça de bomba. Os funcionários foram retirados e a ...e metal que podem ter sido usados nas bombas. polícia pediu à multidão que se afastasse do prédio. envelope ao senador Roger WiEm Oklahoma City, um fur- cker, do Mississippi. gão suspeito levou a polícia a Foi neste Estado em que o FBI esvaziar a prefeitura. Nenhu- prendeu Paul Kevin Curtis, de ma ameaça foi encontrada. 45 anos, suspeito de ter enviaA polícia de Nova York reve- do as cartas. O FBI informou que lou ter recebido 143 telefone- considera não haver indício de mas de pacotes suspeitos entre relação entre as cartas e o atensegunda-feira, dia do atentado tado em Boston. (Agências)
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Como qualquer outra pessoa, Thatcher merece um funeral decente, mas não à custa dos contribuintes. Patricia Welsh, contribuinte britânica. nternacional Boris Vergara/EFE
Panelaço contra Cristina
Venezuela no voto a voto
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Capriles pede formalmente recontagem das urnas e recebe ameaças de prisão
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líder opositor venezuelano, Henrique Capriles, pediu ontem formalmente ao Conselho Nacional Eleitoral (CNE) a recontagem dos votos da eleição presidencial de domingo vencida pelo governista Nicolás Maduro por apenas 1,7 ponto de diferença. O contraataque dos chavistas não demorou: a presidente do Tribunal Superior de Justiça (TSJ), Luisa Morales, acusou Capriles de "enganar" o povo ao pedir a auditoria e prometeu que não haverá impunidade para os responsáveis pelas mortes em protestos nos últimos dias. Morales afirmou que Capriles "pedia o impossível" ao exigir a contagem voto por voto, já que o sistema é automatizado, e
acusou-o de promover "guerra sem fim nas ruas", antecipando-se a um eventual recurso da oposição sobre o tema no TSJ. Morales é a mesma juíza que emitiu uma controversa decisão em março, segundo a qual Maduro se tornou presidente após a morte de Hugo Chávez. Pela lei, entretanto, quem deveria ter sucedido Chávez era o presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello. Ontem, os Estados Unidos também se manifestaram. O país se recusa a reconhecer Maduro como presidente e diz que deve haver uma recontagem dos votos. Alegando irregularidades na votação, Capriles convocou protestos. Houve episódios de violência. Segundo o
Miraflores/EFE
governo, subiu a oito o total de mortes devido aos distúrbios; 170 pessoas estão presas. Governo e oposição se acusam pelas mortes. Capriles alegou que o governo tinha ordenado ataques contra sua residência oficial no Estado de Miranda, onde é o governador. Já Maduro disse que a oposição está planejando um autoatentado para difamar o governo e enganar a população. "Em sua loucura de ódio e desespero (a oposição) é capaz de tudo. Só peço sensatez e que cesse a intolerância e a violência fascista. Paz." (Agências) Joel Ryan/Reuters
Muros em Caracas amanheceram com pichações contra a eleição (no alto). Maduro (com santinho de Chávez) denuncia 'autoatentado'.
om quorum já garantido para aprovar uma ampla reforma do Judiciário, o governo Cristina Kirchner enfrentará hoje à noite mais uma prova, com grande manifestação contra suas políticas, na Praça de Maio. O protesto, organizado por meio das redes sociais e pela oposição, tem como principal tema o projeto de lei que altera a estrutura da Justiça. Ontem, alguns de seus pontos foram discutidos no Congresso. Cristina defende a proposta com o argumento de que servirá para "democratizar a Justiça", mas a oposição vê nele uma politização da Justiça. Mídia - Ontem, o governo sofreu derrota na Justiça, com a determinação de inconstitucionalidade dos artigos que estabeleciam limite à quantidade de meios de comunicação que uma empresa pode possuir. Na prática, significa que o grupo Clarín não terá de abrir mão de canais de TV. O governo irá recorrer à Corte Suprema. (Folhapress)
Suzanne Plunkett/Reuters
Amor e ódio no adeus a Thatcher Funeral cheio de pompa da ex-primeira-ministra britânica atrai aplausos. E vaias.
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arregado nos ombros de oito militares, o caixão com o corpo da ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher subiu ontem a escadaria da principal catedral de Londres para uma cerimônia fúnebre com a presença da rainha Elizabeth II e de dignitários estrangeiros. Assim como em vida, a "Dama de Ferro" continua dividindo opiniões. Enquanto milhares de pessoas foram às ruas homenageá-la, alguns oponentes deram as costas ostensivamente ao cortejo, que saiu do palácio de Westminster, centro do poder britânico, e rumou para a catedral de St. Paul. Alguns manifestantes chamaram Thatcher de "escória". Pesquisas mostram que muitos britânicos estão insatisfeitos com o gasto com o evento, estimado em 10 milhões de libras (US$ 15 milhões). A conservadora Thatcher, que governou a Grã-Bretanha entre 1979 e 1990, morreu em 8 de abril, vítima de um derrame, aos 87 anos. O caixão fez o trajeto sobre uma carruagem militar e coberto pela bandeira britânica. Um canhão fez disparos a cada minuto na Torre de Londres, e o sino do Big Ben calou-se, enquanto uma banda tocava música clássica para acompanhar o mais grandioso funeral de um político britânico desde Winston Churchill, em 1965. "Ela foi a primeira mulher primeira-ministra, ela ocupou o cargo por mais tempo do que qualquer um em 150 anos, ela alcançou coisas extraordinárias na sua vida", disse o premiê David Cameron, líder do Partido Conservador, o mesmo de Thatcher. "O que está acontecendo hoje é absolutamente adequado e correto." Mas alguns britânicos consideram que seu legado foi um país dividido social e economicamente. "Estou aqui pelas pessoas que ela matou atra-
vés da pobreza, da desesperança e da guerra", dizia um cartaz próximo a St. Paul. Dentro da catedral, o bispo de Londres, Richard Chartres, disse que o funeral não é "a hora nem o local" para discutir o legado da ex-premiê. Diante de 2,3 mil convidados, incluindo a rainha Elizabeth II, ele pediu respeito à família e gestos de "compaixão". Alguns convidados importantes não compareceram, dentre eles o ex-líder soviético Mikhail Gorbachev e a ex-primeira-dama dos EUA Nancy
Cathal McNaughton/Reuters
Reagan, cujo marido, Ronald, teve um relacionamento próximo com Thatcher. Alicia Castro, embaixadora da Argentina no Reino Unido, também não aceitou o convite. (Agências)
CNPJ MF/62.876.768/0001-80 ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA EDITAL DE CONVOCAÇÃO Pelo presente edital fica convocado o Conselho das Filiadas da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo, para a Assembleia Geral Ordinária, que será realizada no dia 25 de abril de 2013, quinta-feira, às 16h30, na Rua Boa Vista, 51 - 9º andar, nesta Capital, em primeira convocação, e em segunda e última convocação, no dia 29 de abril de 2013, segunda-feira, no mesmo local, às 14h00, com qualquer número de associados presentes, a fim de dar cumprimento ao disposto no artigo 60, parágrafo 1º, inciso III do ESTATUTO SOCIAL, para deliberar sobre a seguinte ordem do dia: 1) Exame e aprovação das Contas referentes ao Exercício de 2012. São Paulo, 17 de abril de 2013.
ROGÉRIO PINTO COELHO AMATO Presidente
O cortejo cheio de pompa e patriotismo parou o centro de Londres. O clima de disputa que marcou o governo Thatcher voltou ontem às ruas: milhares foram homenageá-la, mas também houve protestos. Entre os convidados, a rainha Elizabeth (acima, à dir.).
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cHaddad torna protesto um palanque LIMÃO VIRA LIMONADA No mesmo estilo de Lula, Fernando Haddad reverte uma situação desfavorável e transforma protesto em comício.
idades
Movimento sem-teto pretendia fazer a maior manifestação enfrentada pelo prefeito petista, que subiu no carro de som e prometeu construir moradias populares. Márcio Fernandes/Estadão Conteúdo
N
a maior manifestação enfrentada pela gestão de Fernando Haddad (PT), pelo menos duas mil pessoas com faixas cobraram o cumprimento das promessas de campanha, tomaram o Viaduto do Chá e isolaram a Prefeitura, ontem de manhã. Atendendo aos chamados do grupo, o prefeito desceu de seu gabinete, subiu no carro de som e, com microfone na mão, transformou o protesto em comício. "Companheiros e companheiras, nós vamos sempre estar juntos na luta por moradia em São Paulo", disse Haddad, aplaudido pela multidão. "Nós temos o apoio da presidenta Dilma... Mais importante que prometer, porque isso é campanha, agora é fazer", indagou, reiterando o compromisso da construção de 55 mil moradias populares. Após ser criticado no começo da gestão por sair pouco do gabinete, aos poucos o prefeito vai se soltando e mostrando uma face mais pop. Em eventos oficiais já tocou guitarra, grafitou e dançou hip-hop. Ontem, em uma performance à la Luiz Inácio Lula da Silva, reverteu a situação a seu favor sobre o carro de som. Ele afirmou que já
Apu Gomes/Folhapress
Companheiros e companheiras, nós vamos sempre estar juntos na luta por moradia. FERNANDO HADDAD, ONTEM, Fernando Haddad sai do gabinete, sobe no carro de som dos manifestantes e promete casas populares aos sem-teto, que ocuparam o Viaduto do Chá. mapeou terrenos onde poderiam ser construídas moradias. Os movimentos cobram poder de decisão sobre o destino das moradias que serão construídas. "Queremos indicar pe-
lo menos 10 mil das 20 mil moradias que vão ser construídas em convênio entre a Prefeitura e o governo do Estado", disse Julieta Abraão, da União dos Movimentos de Moradia de São
Paulo. Eles defendem que parte das moradias seja feita em esquema de mutirão. Uma parcela dos representantes quer a saída do secretário municipal de Habitação, José Floriano de
Azevedo Marques Neto (PP). Em cima do carro de som, Haddad indicou que é a Prefeitura, não os movimentos, que vai decidir o destino das unidades habitacionais. "Eu estaria
EM CIMA DO CARRO DE SOM
mentindo para vocês se dissesse que toda moradia construída vai atender ao movimento organizado. Tem gente que está em área de risco, em cima de córrego." (Estadão Conteúdo)
Aos 71 anos, vovó corajosa derruba ladrão e impede assalto.
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ma idosa de 71 anos reagiu a um assalto, deu tapas e chutes no ladrão e evitou que ele lhe roubasse a carteira e as sacolas de compras que trazia do supermercado. A aposentada, M. F. J., moradora no Parque Estoril, em São José do Rio Preto, no interior paulista, voltava do supermercado na segunda-feira quando encontrou com uma amiga e parou para conversar. Como as sacolas estavam pesadas, M. as colocou no chão. Foi quando percebeu que um rapaz se aproveitou da distração para tentar lhe roubar. A aposentada reagiu e deu dois tapas no rosto e um chute no meio das pernas do ladrão, que caiu, gemendo. Uma amiga, que passava de carro no momento do roubo, deu carona para M., enquanto o ladrão, deitado no chão, se contorcia de dor. “Pedi duas vezes pra ele largar as sacolas, mas não fui obedecida. Então dei dois ta-
pões na cara dele, um de cada lado”, contou a vítima. Como o homem não se intimidou, ela também não. “Pensei: quer saber? Vou derrubar esse cara! Voltei e dei um chute no meio das pernas dele. O danado caiu sentado”, informou a idosa ao Diário da Região. Chamada, a Polícia Militar localizou, a poucas quadras do local, o servente de pedreiro Paulo Henrique Pedrunti da Silva, de 27 anos, reconhecido pela aposentada como autor da tentativa de roubo. Antes de ser detido, Silva já tinha agredido outro homem que, ao ver a cena com a aposentada, tentou defendê-la. O servente foi preso em flagrante por tentativa de roubo e lesões corporais. Segundo a polícia, ele já tinha passagens por homicídio, roubo e formação de quadrilha e é suspeito de ter assaltado e agredido outra idosa, de 93 anos, que foi encontrada desacordada em casa e está internada na Unidade de Tera-
pia Intensiva (UTI) do Hospital de Base de Rio Preto. Conselho – A atitude da idosa que reagiu ao assalto pode até ser vista como um ato de coragem, mas não é aconselhada pela polícia. Segundo a Polícia Militar, a aposentada arriscou a vida ao reagir e ainda agredir o ladrão. Dentre as orientações, uma das mais importantes é a que aconselha a vítima a não discutir com o criminoso, não tentar reagir ou fugir diante da situação. O mais indicado é que a pessoa faça movimentos lentos, responda com calma apenas o que lhe for perguntado, entregue tudo que for pedido e que não olhe diretamente para o assaltante. Contrariar, ameaçar ou provocar o criminoso, segundo a PM, pode agravar a situação. O ideal é chamar a polícia assim que possível. Outro conselho é que, caso presencie um assalto, evite interferir diretamente na situação. É melhor que a polícia seja acionada. (Agências)
Condutores tentam desembarcar o estresse. José Maria dos Santos
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s 25 anos de atendimento no Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de São Paulo, na qualidade de médico do trabalho, ensinaram ao baiano Kleber Torres Soares, 60 anos, que os condutores começaram na profissão levados pela antiga paixão infantil, própria dos meninos, de dirigir um grande veículo. “Eles trazem essa característica. Devido às limitações econômicas para estudar, buscaram compensá-las com a realização do sonho”, diz. Motivação tão singela sugere que jamais lhes passaria pela cabeça trocar socos com passageiros e produzir um grave acidente com várias mortes, conforme ocorreu no Rio de Janeiro há alguns dias. Embora tenha se tratado de um caso extremo, com protagonistas que tinham sérios antecedentes de agressividade, Kleber lembra que as dificulda-
Newton Santos/Hype
des de enfrentar a rotina das grandes cidades podem abalar as mais doces intenções. “O motorista sofre inúmeras pressões. Não quero dizer que a vida dos passageiros seja um mar de rosas, mas a verdade é que todos os problemas e conflitos em um coletivo acabam se concentrando no condutor”. O sindicato paulistano da categoria reúne cerca de 40 mil associados. Segundo a São Paulo Transporte (SPTrans), a frota soma 14.972 veículos que, em 2012, transportou 2.916.855.147 passageiros. A cidade possui 1.332 linhas. O piso salarial de um condutor é de R$ 1.776,60. A seguir trechos da entrevista do médico ao Diário do Comércio. Diário do Comércio – O episódio do Rio de Janeiro deve ser creditado ao célebre estresse do trânsito? Kleber Torres Soares – E v identemente existe um contexto desfavorável. Estou me referindo especificamente ao motorista. E podem ser moti-
Kleber Soares: problemas em um coletivo se concentram no condutor. vos aparentemente irrelevantes. Por exemplo: no corredor da Avenida M’Boi Mirim, devido ao congestionamento prolongado, os passageiros diariamente abandonam o ônibus e seguem a pé. Apesar de involuntárias, situações como essas desqualificam a dignidade do trabalho e comprometem a autoestima. Não posso deixar de mencionar a extrema e ininterrupta trepidação, própria de um veículo como o ônibus. Aliás, esse fe-
nômeno originou uma síndrome que é bem conhecida da medicina do trabalho: o corpo inteiro do condutor é envolvido, produzindo alterações no sistema nervoso. Também existem problemas de relacionamento com passageiros, cuja exasperação, por razões variadas, já está aguçada. O desgaste psicológico do profissional é muito grande. DC – O senhor tem exemplos desses equívocos?
Kleber – Recentemente, um motorista me procurou à beira de uma crise nervosa porque quase tinha sido espancado por passageiros devido a uma freada que fez duas pessoas caírem dentro do veículo. Ocorre que, se não tivesse freado, atropelaria um ciclista que cortou a sua frente. Não raramente, o profissional é censurado e mal visto por não parar nos pontos como se fosse decisão sua, quando está apenas obedecendo ordens de assaltantes por ter um revólver encostado nas costas. E há pessoas que não querem pagar passagem, desafiando motorista e cobrador. Além disso, há conflitos por causa do chamado “meia cinco”. DC – O que vem a ser meia cinco? Kleber – É o passageiro idoso, que tem direito ao assento preferencial e a entrar pela frente. Muitas vezes outras pessoas desrespeitam esses direitos e o motorista torna-se o árbitro natural da disputa e é, por sua vez,
desrespeitado, ameaçado, xingado e agredido fisicamente. Perdi a conta de condutores que chegam ao sindicato com sangramentos, dentes perdidos e até mandíbulas quebradas. Já cansei de ouvir: “Doutor, estou sem condições de trabalhar. Não tenho vontade”. Procuro acalmá-los, receito um fitoterápico. Além disso, duas psicólogas, contratadas pelo sindicato, ficam à disposição. Tenho notícias que algumas empresas têm o mesmo atendimento nas suas garagens. DC – É verdade que a mais recente preocupação dos motoristas são os ônibus articulados? Kleber – É. Particularmente aquele de três blocos. São difíceis de operar e, pela sua dimensão e capacidade de lotação, jogam mais responsabilidade sobre os condutores. Eles se queixam que se sentem dirigindo um trem com mais de uma centena de pessoas. Também são difíceis de manobrar.
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Sessão da tarde
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cultura
Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge. CineSesc. Rua Augusta, 2.075. Tel.: 3087-0500. 14h30. R$ 2 e R$ 4. Censura: 12 anos.
Luludi/LUZ
Divulgação
30 X São Paulo, agora em Campinas.
Renata Sorrah no centro das cenas DC
to Lima/
Agliber
Exposição coletiva de fotógrafos do Diário do Comércio, montada em janeiro e fevereiro no hall do Edifício Itália para celebrar os 459 da Cidade, será apresentada hoje em Campinas. Com 30 trabalhos, assinados por Agliberto Lima, Alex Ribeiro, Chico Ferreira, L.C. Leite, Luiz Prado, Luludi, Newton Santos, Paulo Pampolin e Vivi Andreani, a mostra revela cenas do cotidiano paulistano como a foto acima (Cohab Guaianazes/foto de Luludi/LUZ) e a foto à esq. (Chuva de Raios/foto de Agliberto Lima). 3O X São Paulo. Photofrafie Foto Galeria. Av. Orozimbo Maia, 1264. Cambuí, Campinas. Quinta (18). 19h30,
Pais e filhos. Em 10 cenas reveladoras. Sérgio Roveri
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ma mãe que abandona o filho ainda bebê. Um pai que não consegue se comunicar com a filha adolescente. Duas mães que vão reconhecer o corpo de um jovem morto, receosas de que possa ser o filho desaparecido de uma delas. Uma mãe que, mal entrada na adolescência, decide dar o filho para outra pessoa. É a partir de cenas como estas, curtas em sua duração, mas de uma profundidade inquietante e não menos dolorida, que se constrói a peça Esta Criança, texto do premiado dramaturgo francês Joël Pommerat, 50 anos, um dos autores contemporâneos mais representativos da cena mundial. Após ter conquistado, durante a temporada carioca, os principais prêmios teatrais do ano passado, a peça estreia em São Paulo nesta seta (19), em montagem da Cia. Brasileira de Teatro, com direção de Márcio Abreu. Esta Criança se compõe de dez cenas curtas que versam sobre um tema único - as relações entre pais e filhos, em momentos e situações distintos na vida de cada uma das partes. O elenco de quatro atores, encabeçado pela atriz Renata Sorrah, que há dois anos procurou a companhia, sediada em Curitiba, para
demonstrar seu interesse em desenvolver um projeto conjunto, se desdobra para interpretar 22 personagens em cena. As situações familiares, embora altamente reconhecíveis, parecem servir a um propósito muito maior do que à mera identificação por parte do público. "Embora seja uma das leituras possíveis, nunca foi meu objetivo transformar estas cenas em algo que pudesse ser simplesmente reconhecido pela memória afetiva do público", diz o diretor Márcio Abreu. "É uma outra coisa que está em jogo, estamos diante de uma sensibilidade compartilhada, algo que está ao mesmo tempo antes e além daquilo que se pode sentir ou entender. Eu diria que a peça joga uma luz sobre dez momentos pungentes da vida daqueles personagens". No ano passado, Abreu, com a mesma Cia. Brasileira de Teatro, mostrou em São Paulo outro trabalho igualmente elogiado e premiado, a peça Isso Te Interessa, texto da dramaturga francesa Noëlle Renaude, que acompanhava, ao longo dos anos, os erros e acertos - no caso, muito mais os erros - de três gerações de uma mesma família. A passagem do tempo, ali, era
marcada pelos casamentos, separações e mortes - sendo que nenhum fato parecia prevalecer em relação aos demais - havia uma quase insuportável banalidade permeando todas aquelas vidas, nas quais o passeio com o cachorro pelo parque parecia significar tanto quanto a morte do pai. Em Esta Criança, Abreu novamente se debruça sobre as questões familiares, mas as coincidências, ele garante, param por aí. "Em Isso Te Interessa havia uma sensação geral de que o tempo estava passando igualmente para todos os personagens", diz. "Agora, em Esta Criança, ocorre justamente o contrário: o tempo aqui não interfere e o texto e a encenação se detém nas particularidades. É uma peça que espreme, condensa e comprime uma situação para, no final, adquirir uma potência não realista. Embora a peça dialogue com situações extremamente reais, não ocorre em cena a reprodução literal da realidade."
Jogo duro pelo bem-estar da família Lúcia Helena de Camargo
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que você faria se seu filho de 20 anos fosse preso, acusado injustamente de tráfico de drogas? Essa é a premissa básica que move O Acordo, estreia desta sexta (19). O rapaz, ingênuo, cai em uma armadilha: alguém que ele considerava seu melhor amigo lhe envia uma caixa cheia de comprimidos de anfetaminas.
Ele não pediu nem concordou com essa remessa, mas recebe o pacote e abre. E nesse instante é pego em flagrante pela polícia. O jovem, Jason Collins (Rafi Gavron) pode ser sentenciado em até 30 anos de prisão. O pai, John Matthews - vivido por Dwayne Johnson (foto), conhecido astro de filmes de ação que usa o codinome de
Esta Criança. Sexta (19). Teatro do Sesc Vila Mariana. Rua Pelotas, 141. Tel.: 5080-3000. Sexta e sábado. 21h. Domingo. 18h. R$ 32.
Contando Guimarães Rosa. No palco.
O Acordo (Snitch, 2013, Emirados Árabes / EUA, 112 minutos). Direção: Ric Roman Waugh. Com
Playarte/Divulgação
Arquivo
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Peça Maria Miss, uma adaptação inédita do conto Esses Lopes de Guimarães Rosa, faz suas últimas apresentações nesta quinta (18) e sexta (19). Com direção de Yara de Novaes, a montagem traz no elenco Tânia Casttello, Daniel Alvim e Plínio Soares.
The Rock - não se conforma com a situação. Dono de uma empresa de construções, vai fundo para ajudar o filho, a ponto de se envolver no submundo de um cartel de drogas. O caminho da delação premiada é indicado pela procuradora Joanne Keeghan (Susan Sarandon) e quem vai a campo para conseguir as provas é, além do pai empenhado, seu funcionário Daniel James (Jon Bernthal, o Shane da série The Walking Dead). Não chega a ser um filme memorável. É apenas diversão para apreciadores do gênero. Há demorados tiroteios, diversas perseguições com caminhões em estradas, armadilhas, esquemas, trapaças, umas poucas reviravoltas e eventuais pausas para respirar, nas quais são mostradas as motivações dos personagens para chegar às situações-limite. A maior delas é, como na maioria das produções, preservar a todo custo o bem-estar da família. Com óbvias licenças poéticas no roteiro dirigido por Ric Roman Waugh, o filme é baseado na história real do americano James Settembrino, cujo drama foi exibido pelo programa Frontline, da rede de TV PBS.
Sesc Ipiranga. Rua Bom Pastor, 822. Tel.: 3340-2000. Quinta (18) e sexta (19). 21h. R$ 4 a R$ 16. Censura: 14 anos
Dwayne Johnson, Susan Sarandon, Jon Bernthal, Rafi Gavron.
Bela voz das montanhas de Minas Aquiles Rique Reis
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compositor, instrumentista e cantor Hugo Branquinho lançou embrião, seu primeiro CD. É um trabalho autoral independente (www.soleiraproducoes.com) no qual gravou onze canções: três só dele; seis com Thales Mendonça sendo que uma delas tem na parceria Heitor Branquinho (irmão de Hugo e coprodutor do álbum) -, uma com Enrique Aue e outra com Rafael Guerche. Branquinho fez de seu disco um diário de bordo. Como letrista, seus sonhos e ideais musicais latejam em cada verso, expondo sua intimidade com a clareza de um azul outonal nos céus da sua
Três Pontas, nas Minas Gerais. Para expressá-los, vale-se de seu maior trunfo: o timbre de sua voz, que quase se equivale ao de uma voz feminina. Tão belo é o seu, que surpreende pela estabilidade dada às notas. Sua afinação mostra um intérprete privilegiado. Se ele já canta assim agora... dá gosto imaginar que sua voz ainda poderá se polir e amadurecer. Até onde pode ir o cantar de Hugo Branquinho? Meu Deus! Suas canções são tranquilas, sossegadas, transmitindo uma paz que vem das montanhas de Minas e da forma mineira de se
declarar a alguém ou a alguma coisa. Assim acontece principalmente em suas parcerias com Thales Mendonça, que de todos é o que mais se identifica com o universo da personalidade de Hugo (ainda que entre os seus parceiros esteja seu irmão Heitor) e nela mergulha com a necessária delicadeza. A irmandade mineira floresce em embrião, manifestando-se na participação afetuosa e comovente de Milton Nascimento. Ele canta
"Antônio" (Hugo Branquinho), música feita por Hugo para seu filho. Com um olhar tão expressivo quanto cativante, uma foto do menininho floresce em duas páginas do encarte. Milton se entrega amorosamente à interpretação. Em duo com Branquinho, faz um breve cânone nos versos que chamam pelo que vai nascer: Venha, Antônio/ Pois colo não vai faltar/ Venha, Antônio/ Que dengo vai até sobrar. Com o andamento agora acelera-
do, contrastando com a maciez do início, os dois se dão a vocalizes e levam a canção ao final. Outra bela faixa é a que tem os irmãos Hugo e Heitor juntos, cantando Aguar, a parceria deles com Thales Mendonça. Violão (Heitor Branquinho) e bandolim (Deni Domenico) conduzem a melodia. A percussão (Emílio Martins) capricha na levada. Hugo e Heitor cantam juntos: Me apego tão facilmente/ Se sinto leveza no ar/ Para que se brote a semente/ Também é preciso aguar. No disco, sem se prender a gênero musical específico, Hugo Branquinho escolheu um repertó-
rio que bem lhe canta o jeitão. Para tocá-lo, além dos que já foram citados, tem Thiago "Big" Rabello (bateria), Débora Gurgel (piano e teclado), Heitor Branquinho (contrabaixo e violões), Raul Coutinho (guitarra e viola) e Willian dos Santos (acordeom). Esta formação instrumental, seca, desempanada, lembra em tudo a desafetação das tradições das Gerais. E assim nasce mais um promissor compositor/cantor vindo de uma terra que exala música pela alma: Minas Gerais.
Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do MPB4.
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Escultura orgânica Pedaços de madeira, galhos, folhas, pregos e parafusos são todos reunidos nas esculturas de Jaehyo Lee. As peças são moldadas de modo a explorar a forma e a cor naturais dos materiais. http://bit.ly/113RJJU
www.dcomercio.com.br
F UTEBOL E SPAÇO
Timão no ranking dos ricos
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Corinthians é o primeiro time não europeu a figurar no ranking dos clubes de futebol mais ricos do planeta. O ranking é divulgado anualmente pela revista norte-americana Fo r b e s d esde 2004. De acordo com a publicação, o time paulista aparece na 16ª posição e foi avaliado em R$ 713 milhões. Está na frente de Napoli, Hamburgo,
A paisagem que é um cérebro
Olympique de Marselha e Newcastle United. O time mais rico do mundo é o Real Madrid, que pela primeira vez desbancou o Manchester United, até então soberano no ranking da publicação norte-americana. O time espanhol foi avaliado em R$ 6,5 bilhões, contra R$ 6,2 bilhões da equipe inglesa. Dos 20 times listados, a Inglaterra tem sete equipes, se-
guida por Alemanha e Itália (ambos os países com quatro representantes) e Espanha e França, com dois clubes cada. Os 20 clubes mais ricos, segundo a Forbes, são: 1. Real Madrid (Espanha); 2. Manchester United (Inglaterra); 3. Barcelona (Espanha); 4. Arsenal (Inglaterra); 5. Bayern de Munique (Alemanha); 6. Milan (Itália); 7. Chelsea (Inglaterra); 8. Juventus
(Itália); 9. Manchester City (Inglaterra); 10. Liverpool (Inglaterra); 11. Tottenham (Inglaterra); 12. Schalke (Alemanha); 13. Borussia Dortmund (Alemanha); 14. Inter de Milão (Itália); 15. Lyon (França); 16. Corinthians; Napoli (Itália), 18. Hamburgo (Alemanha), 19. Olympique de Marselha (França) e 20. Newcastle United (Inglaterra). www.forbes.com/soccer-valuations/
Javier Manzano/Reprodução
Imagem feita pelo astronauta canadense Chris Hadfield da Estação Espacial Internacional (ISS) mostra uma curiosa paisagem na Amazônia. "Não tenho ideia de como esse afloramento se parece de perto, mas da órbita é um cérebro", disse o astronauta, que pode ser seguido no Twitter: @Cmdr_Hadfield. H AITI
Fifa criará força-tarefa para o país O presidente da Fifa, Joseph Blatter, anunciou a criação de uma força-tarefa que terá a missão de tentar reerguer a infraestrutura futebolística do Haiti, que desmoronou após o forte terremoto que assolou o país em 2010. "Viemos aqui para apoiar o Haiti em seus esforços de reerguer o futebol após o terremoto de
2010", disse Blatter, na última terça-feira, em Porto Príncipe, durante discurso no Estádio Sylvio Cator, reformado com os recursos de um fundo especial da Fifa para o desenvolvimento. A Fifa enviou US$ 4 milhões ao país desde 2010. Deste valor total, US$ 3 milhões foram destinados a trabalhos de reconstrução do país.
T URISMO David W Cerny/Reuters
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PRÊMIO - Rebeldes sírios apontando seus rifles de uma trincheira toda perfurada por balas na cidade de Aleppo, em outubro de 2012. A imagem, captada por Javier Manzano para a agência France Presse, foi vencedora do Prêmio Pulitzer de Fotografia 2013. Javier é especializado na cobertura de conflitos. José Manuel Vidal/EFE
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C INEMA
Star Wars retorna em 2015 Seis meses depois de comprar a produtora de George Lucas, a Disney anunciou que lançará três filmes da saga Star Wars ("Guerra nas Estrelas") em 2015, 2017 e 2019. O "Episódio 7", de 2015, terá no elenco Mark Hamill (Luke Skywalker), Harrison Ford (Han Solo) e Carrie Fisher (princesa Leia). L OTERIAS Concurso 894 da LOTOFÁCIL
Chapéu mexicano Parque de diversões em tradicional de Holesovice, subúrbio de Prague, é reaberto com a chegada da primavera.
Fábrica de estrelas atuais 13.810 bilhões de anos, transforma furiosamente o gás em novas estrelas. Apesar de sua curta idade, a galáxia tinha então uma massa similar à da Via Láctea e pode ter se transformado na "galáxia de maior massa conhecida no Universo.
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O telescópio Herschel, da Agência Espacial Europeia (ESA), descobriu uma nova galáxia que fabrica estrelas a uma velocidade 2 mil vezes superior à da Via Láctea. A nova galáxia, denominada HFLS3 e observada quando o Universo tinha menos de 1 bilhão de anos frente aos
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Mais de um século de tradição Desde 1999, lixos eletrônico e reciclável viram retratos nas mãos do californiano Zac Freeman. http://bit.ly/11y3r0V
Jovens vestidas com traje típico de dançarinas de flamenco passeiam pela Feira Real de Sevilha, que acontece na cidade espanhola há mais de 150 anos e combina espectáculos musicais, festival de luzes, dança, gastronomia, touradas e futebol.
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13 VALE Produção de minério cai 3,5% no 1º trimestre. Em relação ao quarto trimestre, os 67,5 milhões de toneladas de minério produzidos, representam queda de 21%.
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Alta da Selic, baixa da inflação? Decisão do Copom de aumentar a taxa básica de juros para 7,5% ao ano coloca em discussão a eficiência da medida para o controle inflacionário
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Banco Central (BC) elevou ontem o juro básico da economia brasileira, a taxa Selic, em 0,25 ponto percentual, para 7,5% ao ano. O aumento ocorreu depois de três reuniões seguidas do Comitê de Política Monetária (Copom) em que a taxa foi mantida em 7,25% ao ano, o menor nível da história. O último corte, de 7,5% para 7,25% ocorreu em outubro de 2012. Desde agosto de 2011, a Selic caiu 5,25 pontos percentuais, em dez reduções consecutivas. A decisão foi tomada por seis votos e dois contrários, pela manutenção da taxa. A principal aposta de economistas era aumento da Selic em função das pressões inflacionárias, embora o fraco desempenho da economia desse argumento aos que defendiam a manutenção da ta-
xa. Roberto Padovani, economista-chefe da Votorantim Corretora, destacou que o debate público sobre crescimento e inflação tem sido intenso e pode ter criado um forte incentivo político para o governo reagir à instabilidade econômica, adotando um discurso mais amigável aos mercados. Na avaliação do especialista, como não houve mudanças bruscas no cenário econômico, ainda prevalece a cautela. "Faz sentido que o ciclo de correção dos juros seja mais longo e mais suave. Optamos por manter o cenário em que a Selic alcance o patamar de 8,5% ao final do ano", disse Padovani. André Perfeito, economistachefe da Gradual Investimentos, avaliou como provável a alta do juro básico, mas classificou a decisão como "absurda". "Serve
apenas para acomodar as expectativas inflacionárias dos economistas", afirmou. "Seria muito mais eficiente se o BC deixasse a Selic estável e agisse de maneira não convencional. Ou, como se diz no novo jargão, através de medidas macroprudenciais." Na avaliação do economista, se o BC diminuísse o prazo máximo de algumas linhas de crédito, iria de fato restringir a demanda e a atividade. Também para Clodoir Vieira, economista-chefe da Souza Barros Corretora, o aumento de juros só serve para acalmar investidores. "Subir a Selic nesse ritmo agora não traz impacto relevante na inflação, mas pode ter um impacto psicológico positivo no mercado." A equipe do Banco WestLB destacou, em relatório, que o Banco Central se frustrou com os
CPF eletrônico poderá ser feito por SP Renato Carbonari Ibelli
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mente. Hoje, o único caminho gratuito é o site da Receita. Mas o CPF pode ser obtido de maneira tradicional, mediante taxa de R$ 5,70, em unidades de atendimento de entes conveniados, como postos do Banco do Brasil, dos Correios e da Caixa Econômica Federal. Durante a reunião entre o vicegovernador e representantes da Receita Federal também foi apresentado um projeto que inclui a Receita entre os órgãos públicos integrantes do Acessa São Paulo, que é o programa de inclusão digital do governo paulista. A intenção, do projeto é fazer com que agentes da Receita capacitem os servidores estaduais em questões fiscais para que estes possam ajudar o cidadão a estar em dia com o fisco. Durante o encontro, Afif destacou que esta medida pode ser importante, principalmente, para os empresários de pequeno porte. "Boa parte dos MEIs (Microempreendedores Individuais) torna-se inadimplente por não saber preencher suas guias de recolhimento e realizar a declaração anual, o que pode ser feito facilmente via computador", exemplificou o vice-governador. Para o vice-presidente da ACSP,
ambas medidas se mostram de grande importância sob os pontos de vista da inclusão social e da educação fiscal. "Por isso merecem total apoio da ACSP, do Sebrae e demais entidades parceiras do empreendedorismo, com destaque para as que representam as empresas e os profissionais da contabilidade paulista", disse Chapina. Imposto de Renda – Dentro do espírito da educação fiscal, ontem, Chapina levou técnicos da Receita para reunião do Conselho para Assuntos Fiscais, Contábeis e de Serviços da ACSP com o fim de esclarecer dúvidas relacionadas com o Imposto de Renda. Durante a reunião, Valter Koppe, auditor da Receita, adiantou que, em 2014, o contribuinte terá mais opções para destinar parte do imposto. Hoje, apenas fundos controlados pelos Conselhos dos Direitos da Criança e do Adolescente podem ser os destinatários. Koppe disse que, a partir do próximo ano, os Conselhos dos Idosos poderão ser beneficiados. Por lei, é possível destinar para causas sociais até 3% do imposto durante o ano, no caso das pessoas físicas que declaram pelo modelo completo.
Estado de São Paulo vai realizar inscrições eletrônicas no Cadastro de Pessoa Física (CPF), hoje uma atribuição exclusiva da Receita Federal. Esta é uma possibilidade que foi aberta após reunião entre representantes do fisco e o vice-governador paulista, Guilherme Afif Domingos, realizada na última semana. O encontro foi articulado pelo coordenador-geral do Conselho para Assuntos Fiscais, Contábeis e de Serviços da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), José Maria Chapina. Segundo Chapina, um convênio entre o Estado de São Paulo e o fisco com a intenção de disponibilizar este novo caminho para o acesso eletrônico ao cadastro "tem grandes chances de ser firmado". Se o convênio for concretizado, a inscrição eletrônica no CPF seria realizada por meio portal do governo do Estado e também pelo site do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de São Paulo (Sebrae-SP). A emissão eletrônica do documento passou a ser oferecida pela Receita no final do ano passado, de maneira gratuita. Qualquer pes- Divulgação soa com título de eleitor pode fazer o pedido de inscrição do CPF eletronicamente por meio do site do fisco (http://www.receita.fazenda.gov.br), onde encontrará uma ficha de cadastro simples para preencher. Ao final do preenchimento, será gerado o número do CPF – que poderá ser impresso ou simplesmente decorado – e um comprovante de inscrição no CPF. A proposta é que São Paulo também crie caminhos eletrônicos para que a população consiga se inscreAfif (ao centro) se reuniu com representantes da Receita para tratar de novo projeto ver no cadastro gratuita-
dados mais recentes de inflação, que indicaram pouca eficácia até o momento das medidas de desoneração tributária no combate à inflação, levando-o a acelerar o processo de ajuste das condições monetárias. Já em relação ao ritmo de alta de juros a ser implementado, os especialistas do banco ressaltam que a cautela irá preponderar, uma vez que a recuperação econômica do País ainda se mostra incipiente e dependente de estímulos governamentais e o cenário externo se mantém envolto por elevado grau de incerteza. Elad Revi, analista da Spinelli Corretora, disse acreditar em um ciclo de aperto monetário de 1,25 ponto percentual até o fim do ano, o que levaria a Selic para 8,5% ao ano. "É preciso fazer o aumento de juros de forma gra-
Para a ACSP, atenção à ata do Copom.
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dual. Não adianta subir demais, sob risco de os consumidores perderem poder de compra, o que prejudicaria muito a economia que já está fragilizada." (Folhapress) Paulo Pampolin/Hype
Amato: além da alta da taxa de juros, política fiscal deve ser implementada.
presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato, disse, logo após o anúncio da elevação da taxa Selic para 7,5%, com aumento de 0,25 pontos percentuais, que o Comitê de Política Monetária (Copom) parece ter sinalizado sua disposição de atuar para conter a alta da inflação. Amato considera que isso esteja sendo feito de forma gradual, considerando que a economia ainda não apresenta sinais de reativação, conforme mostraram os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) relativos à produção industrial e as vendas do varejo em fevereiro. "O importante agora será conhecer a ata da reunião, que deverá dar sinalizações mais claras sobre o movimento futuro das taxas de juros. De qualquer forma, parece indispensável que o governo procure utilizar a política fiscal como instrumento adicional para o controle da inflação, para evitar que o Banco Central seja obrigado a apertar a política monetária", disse Amato. Na opinião da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), o aumento da Selic tem um efeito pequeno sobre as operações de crédito. A taxa média de juros a pessoas físicas ficou, em março, em 87,97% ao ano (ou 5,4% ao mês), permanecendo no menor nível desde o início da série histórica em 1995 – o que já havia sido observado em dezembro –, segundo dados da Anefac. Em julho de 2011, quando a Selic estava em 12,5% ao ano, esse juro médio ao consumidor era de 121,21% ao ano. Especialistas
alertam, contudo, que os juros cobrados do consumidor final são muito superiores à taxa Selic. Juros altos – Para William Eid, professor de finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV (Fundação Getúlio Vargas), é vantajoso pagar à vista, negociando descontos sempre que possível. "Quando se pretende comprar um bem de consumo durável, como uma geladeira, o melhor é se programar, abrir uma poupança e guardar dinheiro até conseguir comprar o produto", afirmou. Caso o consumidor já tenha dívidas que possam sair de controle, os especialistas recomendam o crédito pessoal. "Trocando de dívida, é possível pegar um crédito mais barato", disse Eid. Ele ressalta que, mesmo nessa modalidade, convém pesquisar nos bancos para encontrar a menor taxa. Equívoco – O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, classificou como equivocada a decisão de elevar os juros. "Da mesma forma que ninguém quer o aumento da inflação, o Brasil não precisa de aumento de juros, mas de aumento de produção", afirmou ele, em nota. Segundo Skaf, o País não pode abrir mão do controle da inflação, mas deve superar a política econômica do uso exclusivo da taxa de juros. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) lamentou que o Copom "tenha optado pelo caminho de combate à alta inflacionária com maiores danos à atividade produtiva", ao decidir elevar a taxa de juros Selic. "A indústria mostra desempenho abaixo do esperado no início do ano, dando continuidade à situação negativa do fim de 2012", destacou a CNI. (Agências)
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A mudança de comportamento do cliente está em curso, e ele está adquirindo confiança nestes canais. Luis Antônio Rodrigues, diretor setorial de tecnologia bancária da Febraban
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Bancos virtuais são os preferidos Febraban estima que, até 2017, em torno de 60% das transações bancárias serão realizadas pela internet ou celular. Fábio d'Castro/Hype
Rejane Tamoto
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correntista está utilizando cada vez mais a internet e o celular para movimentar a conta bancária, e a projeção é que, até 2017, 60% de todas as transações sejam realizadas por estes canais, segundo estimativa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). No ano passado, de todas as transações bancárias, 39% foram realizadas pela internet. Já as operações bancárias no celular representam 2,3% do total, mas cresceram 333% em 2012 na comparação com 2011. Os meios virtuais já representam 42% de todas as transações realizadas no ano passado – ultrapassando 41% das operações em canais tradicionais como agências, contact center (central de atendimento telefônico) e ATM (caixa eletrônico). A maioria das transações realizadas pela internet e pelo celular não tinham a finalidade de movimentação financeira, ou seja, foram realizadas para consultas. "A mudança de comportamento do cliente está em curso, e ele está adquirindo confiança nestes canais", diz o diretor setorial de tecnologia bancária da Febraban, Luis Antônio Rodrigues. Segundo ele, esse movimento rumo aos canais digitais tem sido acompanhado pelo aumento de investimentos dos bancos em tecnologia. Neste ano, a estimativa é que o valor chegue até R$ 23 bilhões. Em 2012, os bancos investiram R$ 20,1 bilhões em
As operações bancárias pelo celular cresceram 333% em 2012 tecnologia, o que representa um crescimento de 9,5% sobre 2011. "O aumento da demanda do cliente a serviços bancários por meios eletrônicos fez os investimentos aumentarem, principalmente em software e no armazenamento de dados", diz. Rodrigues lembra que o Cadastro Positivo e as regras de Basileia III deverão elevar os investi-
mentos dos bancos no aumento da capacidade de armazenamento de dados. Desde 2008, a capacidade de armazenamento de dados dos bancos cresceu 356%. De acordo com o diretor, estes investimentos com foco na internet e no celular permitiram uma redução de 17,4% no custo unitário das transações bancárias nos últimos cinco
anos. Para se ter uma ideia, o custo médio do banco com cada transação era de R$ 0,30 em 2008, ano em que foram realizadas 21 bilhões de operações. No ano passado, o valor médio havia sido de R$ 0,25 por transação, mas a quantidade delas aumentou para 36 bilhões. Rodrigues avalia que o crescimento neste número também elevou o custo total de investimento dos bancos nos últimos anos. "Com um spread menor ao cliente, os bancos estão buscando melhorar a eficiência, com o processamento de mais transações a um custo menor", diz. Pesquisa – De acordo com a Febraban, o número de contas-correntes aumentou 6% no último ano e as de poupança, 4%. Rodrigues avalia que o maior acesso da população aos meios digitais também contribui para o aumento da bancarização. No ano passado, os correntistas realizaram mais transferências eletrônicas (38,6%) do que em 2008 (26,1%). Os depósitos em cheque ou dinheiro caíram de 73,9% em 2008 para 61,4% em 2012. Neste período, os saques também diminuíram e passaram de 57,2% (2008) para 43% (2012). O diretor da Febraban afirma que a queda no número de saques está relacionada ao aumento no número de transações nas máquinas POS de cartões, que foi de 42,8%, em 2008, para 57% em 2012. Em cinco anos, as operações nas máquinas POS cresceram 24% e chegaram a 4,7 milhões em 2012. Por outro lado, as transações em agências bancárias
As operações bancárias em números Das
35,7 bilhões
de transações efetuadas em 2012,
No ano passado,
42%
O crescimento do uso do celular foi de
223% das transações Pelo financeiras foram nos últimos celular, os 39% cinco realizadas pelos foram pela clientes anos canais virtuais. internet realizaram O percentual superou 823 milhões as realizadas pelos As de transações, meios tradicionais, transações sendo apenas que foi de financeiras nas 2,6% agências, por conta41% delas com corrente, cairam movimentação No 5% financeira último nos últimos ano, os gastos cinco anos A participação dos bancos com do mobile tecnologia foram de 749 milhões banking no total R$ 20,1 bilhões de cartões estavam de transações um aumento de em operação em passou de 9,5% 2012. Os cartões 0,04% em relação ao de débito em 2008 para ano anterior (38%) 2,3% são mais numerosos em 2012 do que os de crédito 14 bilhões (26%) de operações foram e os de rede e loja realizadas pelo 4,7 milhões internet banking, (36%), de transações em sendo o que mostra a máquinas POS presença dos bancos 2,8 bilhões foram realizadas na ponta do comércio com movimentação em 2012. financeira e O aumento foi de A estimativa 11,3 bilhões 24% para 2013 é que sem movimentação nos últimos os investimentos financeira na cinco anos em tecnologia conta-corrente cheguem a R$ 23 bilhões
Fonte: Federação Brasileira de Bancos (Febraban)
tiveram redução de participação de 18% no volume total em 2008 para 11% no ano passado. A pesquisa mostra que as agências bancárias mantiveram-se ativas para a realização de operações não-financeiras, como a abertura de conta-corrente. Já o contact center confirmou a tendência de queda de representatividade. No ano
passado, apenas 0,11% das transações financeiras foram realizadas neste canal. A tendência, segundo o diretor da Febraban, é que as operações feitas no contact center migrem para a internet e o celular. A pequisa Setor Bancário em Números, da Febraban, teve participação de 16 bancos que representam 93% do setor no País.
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Resolvemos criar também um funding para contribuir para que mais empresas de tecnologia brasileiras consigam conquistar o mundo Laércio Cosentino, presidente da Totvs.
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Um prêmio ao talento iniciante Fotos Divulgação
A Totvs abriu inscrições para um concurso entre startups. Para o vencedor,um aporte de R$ 2 milhões. Karina Lignelli
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ada vez mais empre- estratégia e finanças da Totvs, sas já consolidadas explica que o concurso busca têm colaborado com de ideias e projetos inovadoiniciativas para for- res no desenvolvimento de talecer o empreendedorismo tecnologias para o segmento e as ideias inovadoras no País B2B. A ideia, explica, é refortornando-se sócias e mento- çar o ecossistema do empreras de startups. Agora chegou endedorismo em suas várias a vez da Totvs. A empresa, fases, para que as startups ficonsiderada líder em desen- nalizem cada uma "melhor do volvimento em softwares de que entraram", destaca. "É gestão empresarial na Améri- importante lembrar que há ca Latina, acaba de abrir ins- flexibilidade em relação ao tacrições para o seu concurso manho das participantes: vaTOTVS START it up. Nele, o mos analisar e investir tanto e m p r e e n d enas mais nasdor vencedor centes quanreceberá um to nas que aporte de Há flexibilidade em a p re s e nt a m R$ 2 milhões a u t o c r e s c irelação ao da Totvs Venmento". tamanho: vamos tures, unidaComo funanalisar e investir d e d e n e g óc i o n a – D utanto nas mais cios inaugurante o conr a d a e m j acurso, a selenascentes quanto neiro de 2013 nas que apresentam ção será feita e focada no em quatro faautocrescimento. investimento s e s : p r o d uALEXANDRE DINKELMANN em startups ção de video com alto pocom a propostencial de mercado. ta da startup, mentoria de exeDe acordo com o presidente cutivos, orientação e construLaércio Cosentino, a Totvs en- ção da proposta de contrato de tende que tem papel relevan- investimentos e apresentação te na disseminação de tecno- de cada plano de negócios. Os logia e do empreendedoris- classificados na primeira etamo, e aposta no potencial do pa ganharão direito de uso da Brasil de criar empresas de al- rede social corporativa by You to valor agregado. "Por isso re- por dois anos, o que facilitará o solvemos criar não só o prê- relacionamento da startup mio, mas também um funding com fornecedores, clientes e a para contribuir para que mais organização do concurso. empresas de tecnologia brasiPara avançar durante as leiras consigam conquistar o quatro fases, a startup terá que mundo", afirma o executivo. provar seu potencial de cresciAlexandre Dinkelmann, vi- mento e retorno, dentro de um ce-presidente executivo de modelo de negócios capaz de
A ideia é reforçar o ecossistema empreendedor para que as startups finalizem o concurco "melhor do que entraram", segundo o vicepresidente Alexandre Dinkelmann.
Com 6,5 mil colaboradores, a empresa é considerada líder em desenvolvimento em softwares de gestão empresarial na América Latina. ganhar escala, segundo informa a Totvs. Além de ter acesso à rede de negócios da empresa no Brasil, na América Latina e na Califórnia, quem for selecionado também ganhará uma viagem de cinco dias para conhecer o laboratório da companhia no Vale do Silício. Alexandre Dinkelmann lembra que o concurso deve se tornar uma ação permanente e anual da Totvs Ventures, para pôr em prática tanto o papel de empresa de venture capital como o de buscadora de talentos. "Queremos ajudar empreendedores e não só fazer dinheiro, mas também dar a chance da sinergia: o escolhi-
do participará dos negócios da empresa e sua ideia poderá ser agregada às ofertas (de produtos e serviços) da Totvs", destaca. A primeira – Antes mesmo da abertura do concurso de startups, a primeira ação da Totvs Ventures foi apostar na uMove.me, empresa de tecnologia de mobilidade na nuvem que facilita acesso aos sistemas de gestão empresarial via tablets e smartphones. A escolha, segundo Alexandre Dinkelmann, se deve ao segmento de mobilidade ser bastante estratégico para a Totvs, por favorecer a sinergia na redistribuição da base de clientes da empresa
em diversos canais. "Com essa iniciativa, iremos estimular outras soluções baseadas em mobilidade, com aplicativos que podem incluir fluxos de aprovação, controle de entregas, inventário de estoque, pesquisas e outros, que atenderão segmentos de varejo, distribuição, logística, serviços e manufatura", explica. De acordo com a Totvs Ventures, a transação com o uMove.me representa um investimento de R$ 3,2 milhões por uma participação de 20% na companhia, e previsão de investimentos futuros até 2017. Isso é o que permitirá a aceleração da startup, já que a Totvs
será parceira, usuária e distribuidora da tecnologia móvel desenvolvida pela uMov.me. "Mas é importante destacar que a uMov.me preserva sua independência, mantendo sua estratégia de desenvolvimento de canais e parceiros para maximizar a capilaridade de distribuição de s u a p l a t a f o r m a " , c o m p l ementa Dinkelmann.
S ERVIÇO As inscrições do TOTVS START it up estarão abertas até 6 de junho e podem ser feitas pelo endereço www.totvsventures.com.br.
Estímulo vindo de grandes marcas
O
governo está fazendo sua parte para estimular a inovação com o Startup Brasil, programa nacional de capacitação de empresas inovadoras lançado em março, que oferecerá aos selecionados até a orientação de executivos do Google, Facebook e Amazon. As inscrições estão abertas até 5 de julho pelo www.inovativabrasil.com.br. Mas outras grandes empresas também incentivam empreendedores a desenvolver boas ideias – caso da Intel, da Telefonica e
sua aceleradora Wayra e da Microsoft Brasil. Na Intel, por exemplo, está em andamento a oitava edição do Desafio Intel, onde os universitários ganhadores receberão mentoria de uma empresa especializada nos Estados Unidos e bolsa de est u d o s p a r a o Y o u N o o d l eCamp, programa de aceleração de negócios do Vale do Silício, em julho. O vencedor também concorrerá a uma vaga para representar a América Latina no Intel® Global Challenge 2013, em Ber-
keley, e competir por prêmios em no valor de US$ 100 mil. A Wayra, da Telefonica – que inaugurou a sede paulistana de sua "academia" em meados de 2012 –, além de ser uma das nove aceleradoras selecionadas para integrar o Startup Brasil, apoia 16 empresas e selecionou outras cinco para apoiar em 2013. "O objetivo é atuar como mentores e dar-lhes condições nas áreas jurídica, administrativa e de marketing e promover contato com investidores e pesquisadores", diz
o diretor Carlos Pessoa. Já a Microsoft, além de ter inaugurado no fim de 2012 a sede do Acelera Rio na capital fluminense, também foi uma das selecionadas pelo Startup Brasil. Lá, a empresa gerenciará uma rede de aceleradoras de start-ups – a Acelera Brasil. "Dependendo do plano de negócios, projeto, escopo e necessidade, as start-ups poderão receber até R$ 1 milhão em dois anos", afirma Franklin Luzes Jr., diretor de operações da Microsoft Participações. (KL)
Divulgação
Enxergar a oportunidade compensou o risco Nos anos 80, Laércio Cosentino escolheu as PMEs como público-alvo. Com elas,até chegou à liderança
Q
uem tentou, já sabe: empreender – e alcançar seu objetivo – depende de persistência. Porém, mais do que isso, também depende de enxergar oportunidades onde ninguém vê. Assim como fez Laércio Cosentino, presidente da Totvs: ao estrear no mercado de softwares de gestão, nos anos 80, como empreendedor de médio porte, optou por atingir um público-alvo pouco visado na época (o das PMES), até chegar à atual liderança do mercado em seu segmento na América Latina – inclusive entre clientes de grande porte. Cosentino começou como funcionário em uma empresa de tecnologia da informação. Lá, foi " es ta gi á ri o- p ro gr am a do r- an alista-gerente-diretor", brinca, no curto período de cinco anos – no fim dos quais propôs sociedade ao antigo patrão. Isso em 1983, quando os microcomputadores
ainda chegavam ao País. "A gente entendia de tecnologia da informação, mas em computadores de grande porte. Mas só quem tinha acesso eram as grandes empresas", lembra. Por isso, naquela época, quando todos queriam trabalhar com as grandes, Cosentino e seu grupo optaram pelas pequenas e médias. "Nossa concorrente alemã (a SAP) disse: quero as 500 maiores empresas do Brasil – e os 5 milhões que vêm embaixo. Então trabalhamos para construir algo onde não existia, onde pouca gente tinha interesse em trabalhar. Assim nasceu a companhia (a Microsiga, que após abrir capital, em 2006, virou Totvs)", relata. Para ganhar mais credibilidade no mercado – "já que ninguém acreditava muito ser possível desenvolver software no Brasil, ainda mais na Zona Norte de São Paulo" –, em 1999 a então Micro-
siga recebeu aporte do fundo norte-americano de private equity Adventure. "Buscamos o fundo não só pelo lado financeiro, mas pelo sobrenome. A gente olhava a concorrência e pensava: 'vai chegar (o ano) 2000, 2001 sem ter software house brasileira'. Vendemos 25% da companhia, e isso deu a credibilidade de que precisávamos". Hoje, a Totvs é a sexta maior empresa de software do mundo, a maior do Brasil e a primeira da América Latina. A receita bruta da companhia pulou de R$ 190 milhões – quando ainda era Microsiga –, para R$ 1,5 bilhão, segundo o presidente da Totvs, que hoje conta com 6,5 mil colaboradores. Considerado um dos mais antigos mantenedores da Endeavor no Brasil, presidente do corpo de jurados do prêmio da Ernst & Young Terco – e velho conhecido da premiação, já que foi eleito
o Empreendedor do Ano, em 2000 – Cosentino relatou sua história e deu dicas, durante a 15ª edição do prêmio, realizada recentemente em São Paulo, para fomentar o empreendedorismo no Brasil. "É fundamental empresários e empreendedores bem sucedidos divulgarem a causa, fazer mentoria, como a Endeavor, aproximar pessoas que têm boas ideias das que investem, além de colaborar com conhecimento e experiência de vida ajudando a construir mais empresas", explicou ele, cuja companhia mostra que está fazendo sua parte com a recém-criada Totvs Ventures, unidade de negócios voltada ao investimento em startups. Hoje, 30 anos depois da fundação de sua empresa, Cosentino lembrou que, para que a Microsiga-Totvs desse certo, foi preciso muita dedicação, esforço, trabalho e relacionamento.
Cosentino: contra a corrente. Por esse motivo, na opinião dele, foi possível desenvolver um produto num mercado em que pouca gente prestava atenção, em um país com um sistema tributário confuso e complicado, e onde desenvolver software, "em português claro, era a última prioridade do mundo", destacou. "Mas hoje, penso que aproveitamos todas as oportunidades", finalizou. (KL)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 18 de abril de 2013
ECONOMIA/LEGAIS - 17
ODEBRECHT REALIZAÇÕES E INVESTIMENTOS S.A. CNPJ/MF Nº 12.346.670/0001-43
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas: Submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, acompanhadas das notas explicativas e do parecer dos Auditores Independentes. Permanecemos à disposição de V.Sas. para quaisquer esclarecimentos necessários. São Paulo, 28 de março de 2013.
Demonstrações dos resultados – Exercícios findos em 31 de dezembro
Balanços patrimoniais em 31 de dezembro (em milhares de reais) ATIVO Circulante Caixa e equivalentes de caixa (Nota 5)........................... Contas a receber de clientes (Nota 6)............................. Imóveis a comercializar e terrenos a incorporar (Nota 7) Estoque de materiais....................................................... Dividendos a receber (Nota 8)......................................... Outros ativos ................................................................... Não circulante Adiantamento para futuro aumento de capital (Nota 10) Sociedades ligadas (Nota 9) ........................................... Outros ativos ...................................................................
Investimentos (Nota 10) .................................................. Imobilizado (Nota 2.7) .....................................................
Controladora 2012 2011 17
93.273 4 93.294
18
66.314 3 66.335
240.340
3.257 268.299
240.340
271.556
114.006
109.643
354.346
381.199
Consolidado 2012 2011 6.803 226.123 98.848 3.818
5.261 248.874 73.338
4.005 339.597
3.105 330.578
424.434 33 424.467
437.134 437.134
3.905 428.372
5.588 442.722
PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Circulante Financiamentos (Nota 11) ............................................... Ações preferenciais resgatáveis (Nota 12)...................... Fornecedores e subempreiteiros .................................... Adiantamentos recebidos de clientes ............................. Dividendos a pagar (Nota 8)............................................ Tributos a pagar (Nota 2.11) ........................................... Salários e encargos......................................................... Outros passivos............................................................... Não circulante Financiamentos (Nota 11) ............................................... Ações preferenciais resgatáveis (Nota 12)...................... Sociedades ligadas (Nota 9) ........................................... Provisões para perdas em investimentos (Nota 10)........ Tributos diferidos (Nota 2.11) .......................................... Patrimônio líquido (Nota 13) Capital social ................................................................... Reservas de lucros.......................................................... Prejuízos acumulados .....................................................
Total do ativo .................................................................
447.640
447.534
767.969
773.300
Total do passivo e patrimônio líquido.........................
Controladora 2012 2011
461
749
Consolidado 2012 2011 17.381 461 7.908 31.079 2.077 1.476 2.223 62.605
72.301 749 3.650 11.312 25.969 5.307 782 3.761 123.831
76.993 300.000 168.187
27.500 300.000 186.890
15.586 560.766
14.263 528.653
74.153 72.632 (2.187) 144.598 767.969
74.153 46.663
25.969
1 462
26.718
300.000
300.000
2.580 302.580
300.000
74.153 72.632 (2.187) 144.598 447.640
74.153 46.663 120.816 447.534
120.816 773.300
As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações financeiras.
Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 (em milhares de reais) 1 Informações gerais – A Odebrecht Realizações e Investimentos S.A. (“ORI” ou “Companhia”) foi constituída em 18 de junho de 2010, como uma sociedade limitada, denominada Odebrecht Realizações SP 10 – Empreendimentos Imobiliários Ltda., tendo como objetivo social a participação, na qualidade de sócia ou acionista, em sociedades atuantes no mercado imobiliário e responsáveis por incorporação imobiliária. Em 10 de novembro de 2010, por meio de reunião dos sócios, a Odebrecht Realizações SP 10 alterou sua razão social e seu tipo jurídico, passando de sociedade limitada para sociedade por ações passando a ser denominada Odebrecht Realizações Imobiliárias e Participações S.A. Em 24 de novembro de 2011, por meio de Assembléia Geral Extraordinária, a razão social foi alterada de Odebrecht Realizações Imobiliárias e Participações S.A. para Odebrecht Realizações e Investimentos S.A. A ORI incorpora seus empreendimentos imobiliários por meio de participações em Sociedades de Propósito Específico (“SPE”), controladas integralmente ou sob controle compartilhado. A Companhia é parte integrante da Organização Odebrecht, sendo controlada pela Odebrecht Realizações Imobiliárias e Participações S.A. (“OR”). 2 Resumo das principais políticas contábeis – As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações financeiras consolidadas estão definidas abaixo. Essas políticas vêm sendo aplicadas de modo consistente em todos os períodos apresentados, salvo disposição em contrário. 2.1 Base de preparação – As presentes demonstrações financeiras foram aprovadas pela Diretoria da Companhia em 28 de março de 2013. A preparação de demonstrações financeiras requer o uso de certas estimativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da Administração da Companhia no processo de aplicação das políticas contábeis da Companhia. Aquelas áreas que requerem maior nível de julgamento e possuem maior complexidade, bem como as áreas nas quais premissas e estimativas são significativas para as demonstrações financeiras consolidadas, estão divulgadas na Nota 3. Não houve outros elementos componentes de resultados abrangentes além do lucro líquido (prejuízo) nos períodos apresentados, razão pela qual as demonstrações do resultado e do resultado abrangente apresentam os mesmos valores. (a) Demonstrações financeiras consolidadas – As demonstrações financeiras consolidadas foram preparadas e estão sendo apresentadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (“CPC”). (b) Demonstrações financeiras individuais – As demonstrações financeiras individuais da controladora foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil emitidas pelo CPC e são publicadas juntas com as demonstrações financeiras consolidadas. (c) Mudança nas políticas contábeis e divulgações – Não há novos pronunciamentos ou interpretações de CPC vigendo a partir de 2012 que poderiam ter um impacto significativo nas demonstrações financeiras da Companhia e de suas controladas. 2.2 Consolidação. (a) Demonstrações financeiras consolidadas – As seguintes políticas contábeis são aplicadas na elaboração das demonstrações financeiras: (i) Controladas – Controladas são todas as entidades nas quais a Companhia tem o poder de determinar as políticas financeiras e operacionais, geralmente acompanhada de uma participação correspondente a mais da metade dos direitos a voto (capital votante) da investida. Nas sociedades em que a Companhia detém menos de 50% do capital votante, acordos garantem à Companhia direito de veto em decisões que afetem significativamente os negócios da sociedade, garantindo-lhe o controle compartilhado, as quais são consolidadas de forma proporcional à participação societária nessas sociedades. As controladas são consolidadas a partir da data em que o controle é transferido para a Companhia e é interrompida a partir da data em que o controle termina. Transações entre companhias, saldos e ganhos não realizados entre as empresas consolidadas são eliminados. Os prejuízos não realizados também são eliminados a menos que a operação forneça evidências de uma perda (impairment) do ativo transferido. As políticas contábeis das controladas são alteradas quando necessário para assegurar a consistência com as políticas adotadas pela Companhia. (ii) Companhias consolidadas – As demonstrações financeiras consolidadas abrangem as informações da Companhia e de suas controladas, nas quais são mantidas as seguintes participações acionárias, diretas e indiretas em 31 de dezembro de 2012 e 2011: Participação no capital social (%) Controladas diretas 31/12/2012 31/12/2011 100,00 100,00 Bonnaire Comercial Empreendimentos Imobiliários Ltda. (“Bonnaire Comercial”) Grumium Empreendimentos Imobiliários Ltda. (“Vistas do Vale”).................... 100,00 100,00 Odebrecht Realizações SP 01 Empreendimento Imobiliário Ltda. (“Santos 02”) 100,00 100,00 Odebrecht Realizações SP 04 Empreendimento Imobiliário Ltda. (“Correa de Lemos”) ............................................................................................................ 100,00 100,00 Odebrecht Realizações SP 09 Empreendimento Imobiliário Ltda. (“Barra Funda”) 100,00 100,00 Sagitário Corporate Empreendimento Imobiliário Ltda. (“Sagitário Corporate”) 100,00 100,00 Sagitário Mall Empreendimento Imobiliário Ltda. (“Sagitário Mall”) ................. 100,00 100,00 Sagitário Office Empreendimento Imobiliário Ltda. (“Sagitário Office”)............ 100,00 100,00 Sagitário Torres Empreendimento Imobiliário Ltda. (“Sagitário Torres”).......... 100,00 100,00 Controladas indiretas Bonnaire Mall Empreendimentos Imobiliários Ltda. (“Bonnaire Mall”) ............. 100,00 100,00 (b) Demonstrações financeiras individuais – Nas demonstrações financeiras individuais, as controladas são contabilizadas pelo método de equivalência patrimonial. Os mesmos ajustes são feitos tanto nas demonstrações financeiras individuais quanto nas demonstrações financeiras consolidadas para chegar ao mesmo resultado e patrimônio líquido atribuível aos acionistas da controladora. 2.3 Caixa e equivalentes de caixa – Caixa e equivalentes de caixa incluem o caixa, os depósitos bancários, outros investimentos de curto prazo de alta liquidez e com risco insignificante de mudança de seu valor de mercado. 2.4 Ativos financeiros. 2.4.1 Classificação – A Companhia e suas controladas classificam seus ativos financeiros sob a categoria de empréstimos e recebíveis e ativos ao valor justo por meio do resultado. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. A Administração determina a classificação de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial. (a) Ativos ao valor justo por meio de resultado – Os ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado são ativos financeiros mantidos para negociação. Um ativo financeiro é classificado nessa categoria se foi adquirido, principalmente, para fins de venda no curto prazo. (b) Empréstimos e recebíveis – Os empréstimos e recebíveis são ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis, que não são cotados em um mercado ativo. São incluídos como ativo circulante, exceto aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data base do balanço (estes são classificados como ativos não circulantes). Os empréstimos e recebíveis da Companhia e suas controladas compreendem “Caixa e equivalentes de caixa” e “Contas a receber de clientes” (Notas 5 e 6, respectivamente). 2.4.2 Reconhecimento e mensuração – As compras e as vendas regulares de ativos financeiros são reconhecidas na data de negociação, quando a Companhia e suas controladas se comprometem a comprar ou vender o ativo. Os investimentos são, inicialmente, reconhecidos pelo valor justo, acrescidos dos custos da transação para todos os ativos financeiros não classificados como ao valor justo por meio do resultado. Os ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado são, inicialmente, reconhecidos pelo valor justo e os custos de transação são debitados à demonstração do resultado. Os ativos financeiros são baixados quando os direitos de receber fluxos de caixa dos investimentos tenham vencido ou tenham sido transferidos, neste último caso, desde que a Companhia e suas controladas tenham transferido significativamente todos os riscos e os benefícios da propriedade. Os empréstimos e recebíveis são contabilizados pelo custo amortizado, usando o método de taxa efetiva de juros. Os ganhos ou perdas decorrentes de variações no valor justo dos ativos financeiros mensurados ao valor justo através do resultado são apresentados na demonstração do resultado no período em que ocorrem. 2.4.3 Impairment de ativos financeiros e não financeiros. (a) Ativos mensurados ao custo amortizado – A Companhia e suas controladas avaliam no final de cada exercício se há evidência objetiva de que o ativo financeiro ou o grupo de ativos financeiros está deteriorado. Um ativo ou grupo de ativos financeiros está deteriorado e os prejuízos de impairment são incorridos somente se há evidência objetiva de impairment como resultado de um ou mais eventos ocorridos após o reconhecimento inicial dos ativos (um “evento de perda”) e aquele evento (ou eventos) de perda tem um impacto nos fluxos de caixa futuros estimados do ativo financeiro ou grupo de ativos financeiros que pode ser estimado de maneira confiável. Para os ativos não financeiros que estão sujeitos à amortização, é feita uma revisão periódica pela Administração sempre que eventos ou mudanças nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode não ser recuperável. Uma perda por impairment é reconhecida pelo valor ao qual o valor contábil do ativo excede seu valor recuperável. Este último é o valor mais alto entre o valor justo de um ativo menos os custos de venda e o seu valor em uso. A Companhia e suas controladas avaliam em primeiro lugar se existe evidência objetiva de impairment. Para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, não foram identificadas pela Companhia e suas controladas evidências objetivas que pudessem justificar o registro de perdas de impairment tanto para ativos financeiros, quanto para os não financeiros. 2.5 Contas a receber de clientes e adiantamentos recebidos de clientes – As contas a receber de clientes são avaliadas no momento inicial pelo valor presente (Nota 2.12) e acrescidas de atualização monetária até a data do balanço. As parcelas em aberto são atualizadas com base no Índice Nacional da Construção Civil (“INCC”) para a fase de construção do projeto, e pelo Índice Geral de Preços de Mercado (“IGP-M”), após a data de entrega das chaves das unidades concluídas. Tendo em vista os critérios utilizados para reconhecimento de receitas e correspondentes custos de unidades não concluídas, descritos na Nota 2.13, o saldo das contas a receber não contempla o valor integral referente às unidades vendidas e não concluídas. Pagamentos realizados por clientes e referentes a essas operações são registrados como adiantamentos recebidos de clientes. 2.6 Imóveis a comercializar e terrenos a incorporar – Incluem os custos para a aquisição de terreno e dos imóveis não vendidos. O registro do terreno é efetuado no momento da assinatura do contrato ou da lavratura da escritura do imóvel. A Companhia e suas controladas adquirem parte dos terrenos através de operações de permutas, nas quais, em troca dos terrenos adquiridos, compromete-se a entregar unidades imobiliárias de empreendimentos em construção. Os imóveis são demonstrados ao custo de aquisição, que não excede ao seu valor líquido realizável. No caso de imóveis em construção, correspondem ao custo incorrido das unidades ainda não comercializadas, e compreendem os custos de incorporação, de construção (mão de obra, materiais e outros relacionados), o terreno e os encargos financeiros incorridos para os financiamentos à produção aplicados no empreendimento durante a fase de construção. 2.7 Imobilizado – Compreende as edificações e benfeitorias, equipamentos e instalações, móveis e utensílios, equipamentos de informática e estandes de vendas. O imobilizado é mensurado pelo seu custo histórico deduzido da depreciação acumulada. O custo histórico inclui os gastos diretamente atribuíveis à aquisição dos itens e também inclui os custos de financiamento relacionados com a aquisição de ativos qualificados. Os custos subsequentes são incluídos no valor contábil do ativo ou reconhecidos como um ativo separado, conforme apropriado, somente quando for provável que fluam benefícios econômicos futuros associados ao item e que o custo do item possa ser mensurado com segurança. O valor contábil de itens ou peças substituídos é baixado. Todos os outros reparos e manutenções são lançados em contrapartida ao resultado do exercício, quando incorridos. A parcela de depreciação diretamente associada à construção dos empreendimentos é capitalizada no ativo circulante como “imóveis a comercializar e terrenos a incorporar”. A depreciação é calculada usando o método linear para alocar seus custos aos seus valores residuais durante a vida útil estimada. Os valores residuais e a vida útil dos ativos são revisados e ajustados, se apropriado, ao final de cada exercício. O valor contábil de um ativo é imediatamente baixado para seu valor recuperável se o valor contábil do ativo for maior do que seu valor recuperável estimado. Os ganhos e as perdas de alienações são determinados pela comparação dos resultados com o valor contábil e são reconhecidos em “Outras despesas, líquidas” na demonstração do resultado. 2.8 Fornecedores e subempreiteiros – As contas a pagar aos fornecedores e subempreiteiros são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram adquiridos no curso normal dos negócios, sendo classificadas como passivos circulantes se o pagamento for devido no período de até um ano. Caso contrário, as contas a pagar são apresentadas como passivo não circulante. Elas são, inicialmente, reconhecidas pelo valor justo e, subsequentemente, mensuradas pelo custo amortizado com o uso do método da taxa efetiva de juros. Na prática, são normalmente reconhecidas ao valor da fatura correspondente. 2.9 Financiamentos – Os financiamentos são reconhecidos, inicialmente, pelo valor justo, líquido dos custos incorridos na transação e são, subsequentemente, demonstrados pelo custo amortizado. Qualquer diferença entre os valores captados (líquidos dos custos da transação) e o valor de liquidação é reconhecida na demonstração do resultado durante o período em que os financiamentos estejam em aberto, utilizando o método da taxa efetiva de juros. As taxas pagas no estabelecimento do financiamento são reconhecidas como custos da transação do financiamento, uma vez que seja provável que uma parte ou todo o financiamento seja sacado. Nesse caso, a taxa é diferida até que o saque ocorra. Quando não houver evidências da probabilidade de saque de parte ou da totalidade do financiamento, a taxa é capitalizada como um pagamento antecipado de serviços de liquidez e amortizada durante o período do financiamento ao qual se relaciona. Os financiamentos são classificados como passivo circulante, a menos que a Companhia tenha um direito incondicional de diferir a liquidação do passivo por, pelo menos, 12 meses após a data do balanço. 2.10 Ações preferenciais resgatáveis – As ações preferenciais resgatáveis são registradas no passivo não circulante e são apresentadas pelo valor da obrigação
de resgate assumida junto aos acionistas em data futura determinada. As ações preferenciais fazem jus a dividendos fixos cumulativos os quais são provisionados no resultado como despesas financeiras de acordo com sua competência. 2.11 Imposto de renda e contribuição social corrente e diferido – O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro líquido são calculados observando-se suas alíquotas nominais de 25% e 9%, respectivamente. Conforme facultado pela legislação tributária, certas controladas, cujo faturamento anual do exercício anterior tenha sido inferior a R$ 48.000, optaram pelo regime de lucro presumido. Para essas sociedades, a base de cálculo do imposto de renda é calculada à razão de 8% e a da contribuição social à razão de 12% sobre as receitas brutas (32% quando a receita for proveniente da prestação de serviços e 100% das receitas financeiras), sobre as quais aplicam-se as alíquotas regulares do respectivo imposto e contribuição. Adicionalmente, como também facultado pela legislação tributária, certas controladas efetuaram a opção irrevogável pelo “Regime Especial de Tributação – RET”, adotando o “patrimônio de afetação”, segundo o qual o imposto de renda e contribuição social são calculados à razão de 3,34% sobre as receitas brutas (6% também considerando as Contribuições para Financiamento da Seguridade Social (COFINS) e ao Programa de Integração Social (PIS) sobre as receitas). O imposto de renda e contribuição social diferidos são reconhecidos usando-se o método do passivo sobre as diferenças temporárias decorrentes de diferenças entre as bases fiscais dos ativos e passivos e seus valores contábeis nas demonstrações financeiras. Uma das principais diferenças corresponde ao critério de apuração das receitas pelo regime fiscal (regime de caixa) e societário (POC). 2.12 Ajustes a valor presente (“AVP”) – Os elementos integrantes do ativo e do passivo, decorrentes de operações de longo prazo ou de curto prazo quando houver efeito relevante, são ajustados a valor presente. Entidades de Incorporação Imobiliária, nas vendas a prazo de unidades não concluídas, apresentam recebíveis com atualização monetária, inclusive a parcela das chaves, sem juros, e devem ser descontados a valor presente, uma vez que os índices de atualização monetária contratados não incluem o componente de juros. A reversão do ajuste a valor presente, considerando-se que parte importante do contexto operacional da Companhia é a de financiar os seus clientes, foi realizada, tendo como contrapartida o próprio grupo de receitas de incorporação imobiliária, de forma consistente com os juros incorridos sobre a parcela do saldo de contas a receber referentes ao período “pós-chaves”. Os encargos financeiros de recursos utilizados na construção dos empreendimentos imobiliários, e os relativos ao financiamento da construção dos empreendimentos imobiliários, devem ser capitalizados. Portanto, entende-se que a reversão do ajuste a valor presente de uma obrigação vinculada a esses itens deve ser apropriada ao custo dos imóveis vendidos ou estoques de imóveis a comercializar, conforme o caso, até o momento em que a construção do empreendimento estiver concluída. Desse modo, determinados elementos integrantes do ativo e do passivo são ajustados a valor presente, com base em taxas de desconto, as quais visam refletir as melhores avaliações atuais do mercado, quanto ao valor do dinheiro no tempo e os riscos específicos do ativo e do passivo. O cálculo do ajuste a valor presente foi efetuado considerando-se uma taxa de juros de 3,46% (2011 – 3,81%) e tem como fundamento e premissa a taxa média dos financiamentos obtidos pela Companhia (Nota 11), líquidas do efeito inflacionário de correção do IPCA. As rubricas impactadas pelo AVP no exercício findo em 31 de dezembro foram: Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 Ativo circulante (4.969) (3.186) Contas a receber de clientes........................................................................ Resultado do exercício (1.783) 705 Receita de incorporação e venda................................................................. 2.13 Reconhecimento de receita – A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber pela comercialização de unidades imobiliárias e de serviços no curso normal das atividades da Companhia e de suas controladas. A receita é apresentada líquida dos impostos, das devoluções, dos abatimentos e dos descontos. A Companhia e suas controladas reconhecem a receita quando o valor da receita pode ser mensurado com segurança, é provável que benefícios econômicos futuros fluirão para a entidade e quando critérios específicos tiverem sido atendidos para cada uma das atividades da Companhia e suas controladas. A Companhia e suas controladas baseiam suas estimativas em resultados históricos, levando em consideração o tipo de cliente, o tipo de transação e as especificações de cada venda. Apuração do resultado de incorporações e venda de imóveis – Nas vendas a prazo de unidades concluídas, o resultado é apropriado no momento em que a venda é efetivada e a unidade entregue, independentemente do prazo de recebimento do valor contratual, e as seguintes premissas são atendidas: (a) o seu valor pode ser estimado, ou seja, o recebimento do preço de venda é conhecido ou o valor que não será recebido pode ser razoavelmente estimado e (b) o processo de reconhecimento de receita de venda encontra-se substancialmente concluído, ou seja, a Companhia está desobrigada a cumprir com parte significativa de atividades que venham a gerar gastos futuros relacionados com a venda da unidade concluída. Nas vendas de unidades não concluídas, foram observados os procedimentos e normas estabelecidas pela Resolução 1.266/09 (Interpretação Técnica ICPC 02) e Resolução 1.317/10 (Orientação OCPC 04) do Conselho Federal de Contabilidade (“CFC”), os quais determinam que, avaliando-se o ambiente econômico brasileiro e a essência econômica dos contratos e/ou promessas de compra e venda de unidades a serem entregues no futuro, as receitas e custos relativos a tais unidades são reconhecidos à medida da evolução da construção do empreendimento, uma vez a transferência de riscos e benefícios ao adquirente ocorre de forma contínua. Dessa forma, os procedimentos adotados são: • O custo incorrido das unidades vendidas, incluindo o terreno, projetos e custos de construção é apropriado integralmente ao resultado. • O percentual do custo incorrido das unidades vendidas é apurado, em relação ao seu custo total orçado, sendo esse percentual aplicado sobre a receita das unidades vendidas ajustada segundo as condições dos contratos de venda, sendo assim determinado o montante das receitas de vendas a serem reconhecidas. • Os recebimentos referentes à venda das unidades, que sejam superiores ao valor da receita de vendas a ser apropriada no período em questão, calculado conforme mencionado acima, sendo registrados no passivo circulante ou não circulante, como adiantamento de clientes. • O valor da receita de vendas a ser apropriada no período em questão sendo superior ao valor efetivamente recebido pela venda das unidades, é registrado em uma conta de clientes de incorporação do ativo circulante ou não circulante. • Os encargos financeiros das operações de crédito imobiliário e de financiamentos diretamente atribuídos ao projeto imobiliário, incorridos durante o período de construção, são apropriados aos custos das unidades sendo apropriados ao resultado por ocasião da venda. No resultado do exercício, estão contempladas as variações decorrentes da adequação entre os custos incorridos e previstos até o término dos empreendimentos. Tais variações são reconhecidas no exercício corrente, com ajustes na margem dos empreendimentos em relação à receita das unidades vendidas e o custo orçado. 2.14 Despesas comerciais – Despesas comerciais, incluindo propaganda e publicidade, são apropriadas ao resultado quando incorridas, de acordo com o regime de competência. A Companhia e suas controladas registram no imobilizado os gastos incorridos e diretamente relacionados com a construção de estande de vendas e do apartamento-modelo, e estes itens são depreciados de acordo com o respectivo prazo de vida útil estimado, bem como aqueles para aquisição das mobílias e da decoração de cada empreendimento imobiliário. Quando a vida útil estimada é inferior a 12 meses, os gastos são reconhecidos diretamente no resultado como despesa de vendas. 3 Estimativas e julgamentos contábeis críticos – As estimativas e os julgamentos contábeis são continuamente avaliados e baseiam-se na expectativa histórica e em outros fatores, incluindo expectativas de eventos futuros, consideradas razoáveis para as circunstâncias. Com base em premissas, a Companhia e suas controladas fazem estimativas com relação ao futuro. Por definição, as estimativas contábeis resultantes raramente serão iguais aos respectivos resultados reais. As estimativas e premissas que apresentam um risco significativo, com probabilidade de causar um ajuste relevante nos valores contábeis de ativos e passivos para o próximo exercício social, estão contempladas abaixo: (a) Reconhecimento de receita – As controladas usam o método de porcentagem de conclusão (“PoC”) para contabilizar seus contratos de venda de unidades dos empreendimentos de incorporação imobiliária, conforme metodologia descrita na Nota 2.13. O uso do método PoC requer que a Companhia e suas controladas estimem os custos a serem incorridos até o término da construção e entrega das chaves das unidades imobiliárias de cada empreendimento para estabelecer uma proporção em relação aos custos já incorridos. (b) Imposto de renda, contribuição social e outros impostos – A Companhia e suas controladas estão sujeitas ao imposto de renda. É necessário um julgamento significativo para determinar a provisão para impostos sobre a renda. Em muitas operações, a determinação final do imposto é incerta. A Companhia e suas controladas também reconhecem provisões por conta de situações em que é provável que valores adicionais de impostos forem devidos. Quando o resultado final dessas questões é diferente dos valores inicialmente estimados e serão registrados, essas diferenças afetam os ativos e passivos fiscais atuais e diferidos no período em que o valor definitivo é determinado. 4 Gestão de risco financeiro. 4.1 Fatores de risco financeiro – A Companhia e suas controladas restringem sua exposição a riscos de créditos associados a bancos e a aplicações financeiras, efetuando seus investimentos em instituições financeiras de primeira linha e com remuneração em títulos de curto prazo. Com relação às contas a receber, a Companhia e suas controladas restringem a sua exposição a riscos de créditos por meio de vendas para uma base ampla de clientes e de análises de créditos contínuas. Em 31 de dezembro de 2012, não havia concentração de risco de crédito relevante associado a clientes. Os principais instrumentos financeiros mantidos pela Companhia e suas controladas são caixa e equivalentes de caixa, contas a receber de clientes, fornecedores e subempreiteiros e financiamentos. (a) Risco do fluxo de caixa ou valor justo associado com taxa de juros – Considerando que a Companhia e suas controladas não têm ativos significativos em que incidam juros, o resultado e os fluxos de caixa operacionais da Companhia e suas controladas são, substancialmente, independentes das mudanças nas taxas de juros do mercado. O risco de taxa de juros da Companhia e suas controladas decorrem de financiamentos de longo prazo e das ações preferenciais. Os financiamentos e as ações preferenciais emitidos às taxas variáveis expõem a Companhia e suas controladas ao risco de taxa de juros de fluxo de caixa. Os financiamentos emitidos às taxas fixas expõem a Companhia e suas controladas ao risco de valor justo associado à taxa de juros. A Companhia e suas controladas analisam sua exposição à taxa de juros de forma dinâmica. São simulados diversos cenários levando em consideração refinanciamento, renovação de posições existentes e opções alternativas de financiamentos. Com base nesses cenários, a Companhia e suas controladas definem uma mudança razoável na taxa de juros e calcula o impacto sobre o resultado. Os cenários são elaborados somente para os passivos que representam as principais posições com juros. (b) Risco de liquidez – É o risco de a Companhia e suas controladas não disporem de recursos líquidos suficientes para honrar seus compromissos financeiros, em decorrência de descasamento de prazo ou de volume entre os recebimentos e pagamentos previstos. A Companhia e suas controladas possuem e seguem políticas financeiras que definem as diretrizes para o gerenciamento de riscos. Nos termos dessas políticas, a natureza e a posição geral dos riscos financeiros é regularmente monitorada e gerenciada a fim de avaliar os resultados e o impacto financeiro no fluxo de caixa e na liquidez de suas operações. 4.2 Gestão de capital – Consolidado – Os objetivos da Companhia ao administrar seu capital são os de salvaguardar a capacidade de continuidade da Companhia para oferecer retorno aos acionistas e benefícios às outras partes interessadas, além de manter uma estrutura de capital ideal para reduzir esse custo. Condizente com outras empresas do setor, a Companhia monitora o capital com base no índice de alavancagem financeira. Esse índice corresponde à dívida líquida dividida pelo capital total. A dívida líquida, por sua vez, corresponde ao total de empréstimos (incluindo empréstimos de curto e longo prazos, conforme demonstrado no balanço patrimonial consolidado), subtraído do montante de caixa e equivalentes de caixa. O capital total é apurado através da soma do patrimônio líquido, conforme demonstrado no balanço patrimonial consolidado, com a dívida líquida. 31/12/2012 31/12/2011 Total dos financiamentos (Nota 11).............................................................. 94.374 99.801 Total de ações preferenciais resgatáveis (Nota 12) ..................................... 300.461 300.749 (6.803) (5.261) (-) Caixa e equivalentes de caixa (Nota 5) ................................................... 388.032 395.289 Dívida líquida (sobra de caixa) ..................................................................... 144.598 120.816 Total do patrimônio líquido ........................................................................... 532.630 516.105 Total do capital ............................................................................................. Índice de alavancagem financeira – %......................................................... 73 77 4.3 Instrumentos financeiros por categoria – Consolidado Empréstimos e recebíveis 31/12/2012 31/12/2011 Ativos, conforme o balanço patrimonial Caixa e equivalentes de caixa......................................................... 6.803 5.261 Contas a receber de clientes........................................................... 6.803 5.261 Outros ativos ................................................................................... 4.038 3.105 17.644 13.627
(em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Controladora 2012 2011
Consolidado 2012 2011
Operações continuadas Receitas de incorporação e venda de imóveis (Nota 14)... 171.648 267.221 (119.389) (171.625) Custos de incorporação e venda de imóveis...................... Lucro bruto ....................................................................... 52.259 95.596 Despesas comerciais (Nota 16) ......................................... (9.255) (6.443) Despesas gerais e administrativas (Nota 16)..................... (227) (13.615) (730) Equivalência patrimonial (Nota 10)..................................... 33.442 83.172 (7.957) Provisão para perda em investimentos (Nota 10) .............. Lucro operacional ............................................................ 25.485 82.945 29.389 88.423 (26.182) (25.259) Resultado financeiro, líquido (Nota 17) .............................. (27.672) (28.259) Lucro (prejuízo) antes do imposto de renda e da contribuição social ................................................................. (2.187) 54.686 3.207 63.164 (15) (5.394) (8.493) Imposto de renda e contribuição social (Nota 2.11) ........... Lucro líquido (prejuízo) do exercício.............................. (2.187) 54.671 (2.187) 54.671 Lucro (prejuízo) por ação das operações continuadas atribuível aos acionistas da Companhia durante o exercício (expresso em R$ por ação) ................................................ (0,03) 0,74 As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações financeiras.
Demonstração das mutações do patrimônio líquido (em milhares de reais) Reservas de lucros Retenção Dividendo de lucros adicional a realizar proposto 17.063
Lucros (prejuízos) acumulados
Capital Reserva Total social legal Em 31 de dezembro de 2010 63.489 898 81.450 Aumento de capital social (Nota 13 (a)) ................................. 10.664 10.664 Lucro líquido do exercício....... 54.671 54.671 Destinação do lucro líquido do exercício Dividendos mínimos obrigatórios (Nota 13 (b)) ............... (25.969) (25.969) Constituição de reservas (No2.734 17.437 8.531 (28.702) ta 13 (b)) ............................... Em 31 de dezembro de 2011 74.153 3.632 34.500 8.531 120.816 Prejuízo do exercício .............. (2.187) (2.187) Dividendos mínimos obrigatórios (Nota 13 (b)) .................... 34.500 34.500 Reversão de dividendos (Nota (8.531) (8.531) 13 (b)) ..................................... Em 31 de dezembro de 2012 74.153 3.632 69.000 (2.187) 144.598 As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações financeiras.
Demonstrações dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de dezembro (em milhares de reais) Controladora 2012 2011
Consolidado 2012 2011
Fluxo de caixa das atividades operacionais Lucro (prejuízo) antes do imposto de renda e contribuição social..................................................................... (2.187) 54.686 3.207 63.164 Ajustes para reconciliação do lucro do semestre Depreciação e amortização................................................ 2.127 894 Resultado de equivalência patrimonial............................... (25.485) (83.172) Ajuste de receita e custo pela evolução da obra................ (44.200) (104.774) Ajuste a valor presente....................................................... 62 (705) Juros e variações monetárias, líquidas .............................. 28.421 29.256 Outras receitas ................................................................... 7.770 4 749 (28.486) (1.778) (41.417) Variação nos ativos e passivos Aplicações financeiras .................................................... Contas a receber de clientes .......................................... 186.278 203.659 Imóveis a comercializar, terrenos a incorporar e outros estoques.......................................................................... (126.884) (150.594) Adiantamento a fornecedores, subempreiteiros e outros (229) 494 Tributos a recuperar........................................................ (4) (48) (6) Outros ativos ................................................................... 203 (433) Fornecedores .................................................................. 4.258 (4.472) Salários, encargos e contribuições sociais ..................... 695 (57) Impostos, taxas e contribuições...................................... (15) (7.947) (947) Adiantamentos recebidos de clientes ............................. (2.287) (1.241) Obrigações por compra de imóveis ................................ (1.593) (8.283) Outros passivos .............................................................. (1) 749 (165) 565 Caixa líquido proveniente das (aplicado nas) opera748 (27.756) 50.503 (2.732) ções ................................................................................... Juros pagos ........................................................................ (28.709) (35.328) (12.795) Caixa líquido proveniente das (aplicado nas) atividades operacionais .............................................................. (27.961) (27.756) 15.175 (15.527) Fluxo de caixa das atividades de investimento Aquisições de investimentos .............................................. 1.479 Aquisições de bens do ativo imobilizado............................ (2.536) (3.245) Caixa líquido aplicado nas atividades de investimento (2.536) (1.766) Fluxo de caixa das atividades de financiamento Ingressos de ações preferenciais....................................... 149.329 149.329 Ingressos de financiamentos.............................................. 67.211 77.842 Amortizações de financiamentos........................................ (72.306) (69.111) Adiantamento para futuro aumento de capital.................... (3.257) (4.451) Sociedades ligadas ............................................................ 27.960 (118.298) (6.002) (131.946) Caixa líquido proveniente das (aplicado nas) atividades de financiamento....................................................... 27.960 27.774 (11.097) 21.663 Caixa e equivalentes de caixa de controladas cindidas e/ ou incorporadas na consolidação, líquido .......................... 199 Aumento (redução) líquido de caixa e equivalentes de caixa................................................................................... (1) 18 1.542 4.569 Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício ... 18 5.261 692 Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício ..... 17 18 6.803 5.261 As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações financeiras. Outros passivos financeiros 31/12/2011
31/12/2012 Passivos, conforme o balanço patrimonial Financiamentos ......................................................................................... Ações preferenciais resgatáveis................................................................ Fornecedores e subempreiteiros............................................................... Outros passivos.........................................................................................
94.374 300.461 7.908 2.223 404.966
99.801 300.749 3.650 3.761 407.961
5 Caixa e equivalentes de caixa Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 Caixa .............................................................. 6 3 Bancos conta movimento ............................... 17 18 6.797 5.258 17 18 6.803 5.261 O caixa e equivalentes de caixa são avaliados pelo custo e compreendem o dinheiro em caixa e saldos bancários mantidos em contas correntes. 6 Contas a receber de clientes – Os valores de contas a receber de clientes totalizam os montantes a seguir demonstrados e estão apresentados em vista dos critérios utilizados para reconhecimento de receitas descritas na Nota 2.13 não contemplando o valor integral referente às unidades vendidas e não concluídas. Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 Contas a receber de clientes........................................................................ 231.092 252.060 Ajuste a valor presente................................................................................. (4.969) (3.186) Ativo circulante ............................................................................................. 226.123 248.874 As contas a receber estão, substancialmente, atualizadas pela variação do Índice Nacional da Construção Civil (INCC) até a entrega das chaves e, posteriormente, a parcela que não foi recebida através de repasse de financiamento obtido diretamente pelos clientes junto às instituições financeiras, pela variação do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) ou pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acrescido de juros contratuais ao exercício, apropriados de forma pro rata temporis a partir da conclusão da construção e entrega da unidade vendida. Dessa forma, estima-se que as contas a receber dos empreendimentos concluídos e as contas a receber apropriadas dos empreendimentos em construção, deduzido do ajuste a valor presente, estão próximas ao valor justo. O saldo de contas a receber das unidades vendidas e ainda não concluídas não está totalmente refletido nas demonstrações financeiras, uma vez que o seu registro é limitado à parcela da receita reconhecida contabilmente (conforme critérios descritos na Nota 2.13), líquida das parcelas já recebidas. A carteira total de recebíveis de clientes, incluindo o valor das unidades vendidas e não concluídas totaliza em 31 de dezembro de 2012, R$ 440.248 no consolidado (31 de dezembro de 2011 – R$ 385.633). 7 Imóveis a comercializar e terrenos a incorporar Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 Terrenos a incorporar ................................................................................... 16.023 Imóveis em construção................................................................................. 80.018 57.315 Unidades concluídas .................................................................................... 18.830 Ativo circulante ............................................................................................. 98.848 73.338 8 Dividendos Controladora 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2011 Ativo circulante Bonnaire Comercial ............................................................... 12.514 12.514 Correa Lemos........................................................................ 6.249 2.252 Barra Funda........................................................................... 8.740 Sagitário Corporate ............................................................... 13.405 13.405 Sagitário Mall......................................................................... 21.238 21.239 Sagitário Office ...................................................................... 10.901 10.901 Sagitário Torres ..................................................................... 12.295 1.992 Santos 02 .............................................................................. 7.931 4.011 93.273 66.314 Passivo circulante OR (Nota 13 (b)).................................................................... 25.969 25.969 Saldo..................................................................................... 93.273 40.345 (25.969) 9 Sociedades ligadas Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Ativo não circulante OR .................................................................. 240.340 268.299 240.340 437.134 Bonnaire Comercial ........................................ 2.741 Sagitário Office ............................................... 68.928 Sagitário Mall ................................................. 38.141 Sagitário Corporate ........................................ 74.284 240.340 268.299 424.434 437.134 Passivo não circulante (*) Barra Funda.................................................... 29.162 3.011 Bonnaire Comercial ........................................ 17.187 Correa de Lemos............................................ 1.263 7.938 Sagitário Torres .............................................. 128.334 135.855 Santos 02 ....................................................... 6.783 20.494 Vistas do Vale................................................. 2.645 2.405 168.187 186.890 Saldo líquido ................................................. 240.340 268.299 256.247 250.244 (*) Saldos passivos mantidos com investidas integrais da ORI que, por sua vez, é controlada direta da OR. Os principais saldos mantidos com as sociedades ligadas referem-se a operações de repasses de recursos, cessões de créditos e assunções de obrigações, geridos por contrato de gestão única de caixa, sem cobrança de juros e com prazo de vencimento indefinido. 31/12/2012
Controladora 31/12/2011
DIÁRIO DO COMÉRCIO
18 -.ECONOMIA/LEGAIS
quinta-feira, 18 de abril de 2013
ODEBRECHT REALIZAÇÕES E INVESTIMENTOS S.A. CNPJ/MF Nº 12.346.670/0001-43
CONTINUAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 10 Investimentos
Participação no capital social (%) 31/12/2012 31/12/2011
Investimentos avaliados por equivalência patrimonial Barra Funda..................................................................................... Bonnaire Comercial ......................................................................... Correa de Lemos............................................................................. Sagitário Corporate ......................................................................... Sagitário Mall................................................................................... Sagitário Office ................................................................................ Sagitário Torres ............................................................................... Santos 02 ........................................................................................ Vistas do Vale..................................................................................
100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00
100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00
Total dos ativos 31/12/2012 31/12/2011 79.844 29.446 33.179 86.167 45.571 77.877 256.236 37.402 64
(i) Movimentação dos investimentos em sociedades controladas Saldo no Equivalên- Saldo no AdiDiviinício do cia patrifinal do ções dendos exercício monial exercício Investimentos Barra Funda.................................................. 136 (8.739) 17.685 9.082 Bonnaire Comercial ...................................... 18.555 (4.699) 13.856 Correa de Lemos (a) .................................... 7.537 3.257 (3.998) 8.415 15.211 Sagitário Corporate ...................................... 19.041 (1.572) 17.469 Sagitário Mall................................................ 23.648 (11.985) 11.663 Sagitário Office ............................................. 17.800 (3.424) 14.376 Sagitário Torres ............................................ 12.813 (10.302) 21.182 23.693 4.736 (3.920) 7.840 8.656 Santos 02 ..................................................... 104.266 3.257 (26.959) 33.442 114.006 Provisão para perdas em investimentos 5.377 (7.957) (2.580) Vistas do Vale............................................... Total em 31 de dezembro de 2012 ............ 109.643 3.257 (26.959) 25.485 111.426 82.120 10.665 (66.314) 83.172 109.643 Total em 31 de dezembro de 2011 ............ (a) Correa de Lemos: foi deliberado, em 30 de abril de 2012, aumento de capital social partindo de R$ 5.047 para R$ 8.304, elevação de R$ 3.257 (3.257.038 quotas) integralizadas mediante a capitalização de recursos de adiantamento para futuro aumento de capital (AFAC). Consolidado 11 Financiamentos Encargos financeiros anuais 31/12/2012 31/12/2011 Financiamentos à produção Banco Itaú S.A....................................... 9,50 a 10,00% + TR 94.374 68.621 31.180 Banco Santander (Brasil) S.A................ 10,50% + TR 94.374 99.801 (76.993) (27.500) (-) Passivo não circulante ...................... Passivo circulante.................................. 17.381 72.301 O montante a longo prazo tem a seguinte composição, por ano de vencimento. Consolidado 31/12/2011 31/12/2010 2013.............................................................................................................. 6.509 2014.............................................................................................................. 60.422 20.991 2015.............................................................................................................. 8.180 8.391 2016.............................................................................................................. 78.993 27.500 (i) Principais informações sobre os financiamentos: A Companhia e suas controladas possuem linhas de financiamento junto às principais instituições financeiras para captação de recursos necessários aos empreendimentos. Durante o exercício de 2012, foram contratadas mais R$ 39.200 em linhas de financiamentos à produção para viabilizar a realização do empreendimento Bella Vila Mariana (Correa Lemos). Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia possui um montante de R$ 166.106 em linhas de financiamentos à produção contratadas e disponíveis para os empreendimentos, a citar: Alpha Square Office (Sagitário Office), Alpha Park (Sagitário Torres), Park One (Santos 02) e Bella Vila Mariana (Correa Lemos). As principais garantias das captações são as hipotecas dos terrenos, imóveis em construção, penhor dos recebíveis dos empreendimentos. Em 2012, a ORI liquidou suas operações de financiamento à produção do empreendimento Bonnaire Comercial. 12 Ações preferenciais resgatáveis – Atendendo à estratégia de crescimento, bem como à manutenção de sua higidez financeira, a ORI emitiu em 17 de dezembro de 2010, 40.586.999 ações preferenciais, resgatáveis e divididas em duas classes, sendo: i) Classe A: 20.293.500 ações, com resgate para 17 de dezembro de 2015; e ii) Classe B: 20.293.499 ações, com resgate para 17 de dezembro de 2016. Através da referida emissão, a ORI captou R$ 150.000, dos quais R$ 148.500 foram destinados à reserva de capital e o restante, R$1.500, destinados ao capital social. Em 28 de junho de 2011, foi realizada
10.396 88.242 25.033 101.823 59.036 104.343 194.812 32.361 7.795
Total dos passivos 31/12/2012 31/12/2011 70.761 15.591 17.968 68.698 33.908 63.501 232.543 28.747 2.644
Patrimônio líquido (passivo a descoberto) 31/12/2012 31/12/2011
10.260 69.687 17.496 82.782 35.388 86.543 181.999 27.625 2.418
9.083 13.855 15.211 17.469 11.663 14.376 23.693 8.655 (2.580)
136 18.555 7.537 19.041 23.648 17.800 12.813 4.736 5.377
Lucro líquido (prejuízo) do exercício ajustado 31/12/2012 31/12/2011 17.686 (4.698) 8.415 (1.571) (11.987) (3.423) 21.182 7.840 (7.957)
(150) 17.056 4.742 5.375 27.203 6.354 14.395 8.152 (20)
nova emissão de 30.095.737 de novas ações preferenciais resgatáveis e divididas em duas classes, sendo: i) Classe C: 15.047.869 ações, com resgate para 28 de junho de 2016; e ii) Classe D: 15.047.868 ações, com resgate para 28 de junho de 2017. Através da referida emissão, a ORI captou R$ 150.000, dos quais R$ 148.500 foram destinados à reserva de capital e o restante, R$1.500, destinados ao capital social. Os acionistas preferencialistas farão jus a dividendos fixos cumulativos a serem pagos semestralmente equivalentes à variação do CDI acrescido de 1,15% ao ano. O estatuto social da ORI prevê submeter a aprovação determinadas matérias como o direito dessas ações, aumento ou redução de capital, criação de reservas de lucro e alienação de investimentos. Em virtude dos direitos conferidos às ações preferenciais, como pagamento de dividendos fixos e resgate, em 31 de dezembro de 2012, a operação encontra-se registrada no passivo não circulante e os dividendos fixos cumulativos provisionados no passivo circulante e resultado como despesas financeiras. Os saldos desta operação, no balanço, são compostos da seguinte forma: Controladora Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Ações preferenciais resgatáveis...................... 300.461 300.749 300.461 300.749 (-) Passivo não circulante ................................ (300.000) (300.000) (300.000) (300.000) Passivo circulante 461 749 461 749 13 Patrimônio líquido. (a) Capital social – Após Assembleia Geral Extraordinária realizada em 4 de fevereiro de 2011, a OR aumentou o capital social da ORI de R$ 63.489 para R$ 68.886, face ao aporte de R$ 5.397 através de transferência de 5.447.043 quotas da Vistas do Vale Empreendimento Imobiliário Ltda. (“Vistas do Vale”) para ORI. No dia 6 de junho de 2011, os capitais sociais da Odebrecht Realizações SP 04 Empreendimento Imobiliário Ltda. (“Correa Lemos”) e Odebrecht Realizações SP 09 Empreendimento Imobiliário Ltda. (“Barra Funda”) foram integralmente tranferidos da OR para ORI, configurando novo aporte de R$ 5.267, que elevou o capital social de R$ 68.886 para R$ 74.153. O aumento de capital social se deu através de 5.046.415 quotas (R$ 4.986) da Odebrecht Realizações SP 04 Empreendimento Imobiliário Ltda. (“Correa Lemos”) e 285.920 quotas (R$ 282) da Odebrecht Realizações SP 09 Empreendimento Imobiliários Ltda. (“Barra Funda”). Em 31 de dezembro de 2012, o capital social da Companhia é de R$ 74.153 (31 de dezembro de 2011 – R$ 74.153) dividido em 74.838.348 (31 de dezembro de 2011 – 74.838.348) ações ordinárias sem valor nominal. (b) Apropriação do resultado – De acordo com o estatuto social, as importâncias apropriadas às reservas de lucros são determinadas como descrito abaixo, sendo que o saldo remanescente após essas apropriações e a distribuição de dividendos, terá a aplicação que decidir a Assembleia Geral dos Acionistas. (i) Reserva legal e de retenção de lucros – A reserva legal é constituída anualmente como destinação de 5% do lucro líquido do exercício e não poderá exceder a 20% do capital social ou até que o saldo dessa reserva, acrescido do montante de reserva de capital, exceda 30% do capital social. A reserva legal tem por fim assegurar a integridade do capital social e somente poderá ser utilizada para compensar prejuízo e aumentar o capital. A reserva de retenção de lucros refere-se à retenção do saldo remanescente de lucros acumulados, a fim de atender ao projeto de crescimento dos negócios estabelecido em seu plano de investimentos, conforme orçamento de capital proposto pelos administradores da Companhia, a ser deliberado em Assembleia. (ii) Reversão de dividendos – Conforme deliberado pela ata de Assembleia Geral Ordinária realizada em 26 de abril de 2012, foram aprovados à destinação para formação da reserva de retenção de lucros os dividendos mínimos obrigatórios e os dividendos adicionais referentes ao exercício de 2011 no montante de R$ 34.500 para serem reinvestidos na Companhia, conforme orçamento de capital. 14 Receitas Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 Incorporação e venda de imóveis................................................................. 179.379 278.060 Ajuste a valor presente................................................................................. (1.783) (1.035) Tributos sobre vendas .................................................................................. (5.948) (9.804) 171.648 267.221 15 Resultado a apropriar – O saldo de receitas e custos a serem apropriados decorrentes de unidades vendidas e não concluídas que não estão refletidos nas demonstrações contábeis são demonstrados a seguir:
Receita de venda a apropriar ....................................................................... Custo de venda a apropriar .......................................................................... Resultado de venda a apropriar ................................................................... 16 Despesas administrativas e comerciais Controladora 31/12/2011 Despesas administrativas Consumos diversos ....................................................... Serviços de terceiros ..................................................... 227 Despesas com pessoal e encargos............................... Despesas com aluguéis ................................................ 227 Despesas comerciais Despesas com corretagem............................................ Despesas com estande e apartamento modelo ............ Despesas com publicidade e propaganda .................... Informações e mídia ...................................................... Outras despesas com vendas .......................................
Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 239.860 143.878 (140.116) (84.456) 99.744 59.422 Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 9.516 3.499 396 204 13.615 46 2.939 6.221 20 29 9.255
51 228 451 730 128 1.639 4.676
6.443
17 Resultado financeiro, líquido Controladora 31/12/2012 31/12/2011 Receitas financeiras Ajuste a valor presente................................ Descontos obtidos ....................................... Receitas com juros ...................................... Rendimentos de títulos e valores mobiliários............................................................... Variações monetárias.................................. Despesas financeiras Descontos concedidos ................................ Despesas com juros .................................... Dividendos ações preferenciais (i) .............. Tributos sobre operações financeiras ......... Outros..........................................................
Consolidado 31/12/2012 31/12/2011
61
277 1.801
61
2.429
1.740 123 61
351 203 2.127
(157) (51) (106) (27.672) (28.320) (15) (661) 985 (27.672) (28.320) (28.611) (26.401) (27.672) (28.259) (26.182) (24.274) Resultado financeiro, líquido .......................... (i) Despesa financeira com dividendos relativos à operação de ações preferenciais. Vide Nota 12. 18 Cobertura de seguros – A uniformidade no tratamento de riscos na Organização Odebrecht é assegurada através da sua Política de Seguros e Garantias (“Política”), que define os conceitos básicos, diretrizes gerais e competências para a contratação e administração dos mesmos e para o relacionamento com o mercado segurador. A Política, que inclui seguros e garantias contratados junto as seguradoras é: (i) observada pela ODB e suas controladas de capital fechado; (ii) serve de orientação à elaboração da Política das empresas de capital aberto controladas pela ODB; e (iii) como referência para voto dos seus representantes na aprovação de políticas semelhantes nas empresas com empresariamento ou controle compartilhado. A Odebrecht Administradora e Corretora de Seguros Ltda., subsidiária integral da ODB com experiência internacional e atuação global, em alinhamento com a ODB, é responsável pela aplicação da Política e pelo apoio ao empresariamento do risco no âmbito da Organização Odebrecht, assegurando a contratação a preço certo das coberturas adequadas a cada contrato ou empreendimento do segmento de engenharia e construção. No exercício findo em 31 de dezembro de 2012 a Política foi cumprida em toda sua extensão, não havendo notícia de qualquer risco sob o amparo da Política que não tenha sido devidamente analisado e mitigado, ou de ocorrência de sinistro sem cobertura adequada. A ORI e suas controladas mantêm seguros de risco de engenharia, responsabilidade civil, garantia de permuta, garantia de término de obra e propriedades para estandes de vendas e escritórios. A cobertura contratada é considerada suficiente pela Administração para cobrir eventuais riscos sobre seus ativos e/ou responsabilidades. (27.672)
(28.320)
DIRETORIA Ciro Barbosa de Pereira Cardoso – Diretor Marcelo Britto Sinay Neves – Diretor Nelson Tadashi Tsunoda – Diretor Rodrigo José de Pontes Seabra Monteiro Salles – Diretor Sergio Bernardi Benini – Contador CRC 1SP 172182/O-2
Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Aos Administradores e Acionistas Odebrecht Realizações e Investimentos S.A. Examinamos as demonstrações financeiras individuais da Odebrecht Realizações e Investimentos S.A. (“Companhia”) que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, bem como as demonstrações financeiras consolidadas da Odebrecht Realizações e Investimentos S.A. e suas controladas (“Consolidado”) que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras – A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro.
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Responsabilidade dos auditores independentes – Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de
auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião – Em nossa opinião, as demonstrações financeiras anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Odebrecht Realizações e Investimentos S.A. e da Odebrecht Realizações e Investimentos S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Salvador, 4 de abril de 2013.
PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes CRC 2SP000160/O-5
Felipe Edmond Ayoub Contador CRC 1SP187402/O-4
Nosso volume de transações com o Brasil é superior ao que os brasileiros registraram no ano passado com muitos de seus vizinhos latino-americanos. Tharit Charungvat, embaixador da Tailândia.
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Tailândia quer ampliar comércio O país, que teve superávit na balança com o Brasil em 2012, acredita na expansão das trocas comerciais. Newton Santos/Hype
Paula Cunha
Brasil recua no comércio mundial
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Tailândia quer aumentar suas relações com a América Latina e em especial com o Brasil, com o qual registrou um superávit total de US$ 432,6 milhões em 2012 na balança comercial. A expectativa é de que este resultado seja revertido a médio prazo, pois os tailandeses desejam importar mais produtos manufaturados brasileiros, além dos básicos que já adquire, como soja, algodão, borracha, minérios, ferro, aços e farinhas, entre outros. Delegação da embaixada tailandesa no Brasil visitou ontem a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) para conhecer melhor o que o setor produtivo brasileiro tem a oferecer e também para apresentar sua estrutura econômica. O embaixador tailandês no Brasil Tharit Charungvat ressaltou que seu país é o principal parceiro dos brasileiros no Sudeste Asiático e que as duas nações trocaram cerca de US$ 4,5 bilhões no ano passado. "Nosso volume de transações com o Brasil é superior ao que os brasileiros registraram no ano passado com muitos de seus vizinhos latino-americanos", afirmou. Durante o encontro, Charungvat enfatizou que seu país conta com dez sedes de indústrias automobilísticas e que o segmento é muito importante para a sua economia. Ele lembrou que a Tailândia é o décimo quarto maior fabricante de automóveis do mundo, considerada a Detroit do Sudeste Asiático, enquanto o Brasil ocupa a sétima posição.
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O embaixador Tharit Charungvat foi recebido por Luiz Roberto Gonçalves, vice-presidente da ACSP. Em razão deste atual desempenho das duas nações, elas podem explorar melhor as relações comerciais nesse e em outros campos de atuação. "Nossa filosofia é que o comércio pode ser um instrumento de sustentabilidade para todos os países e não nos importamos se nos próximos anos houver um aumento expressivo na importação de produtos brasileiros", acrescentou. Luiz Roberto Gonçalves, vice-presidente da ACSP, ressaltou a importância do encontro para aprofundar o relacionamento entre os dois países. Segundo ele, o papel da entidade é estabelecer conta-
to entre os empreendedores brasileiros e tailandeses através da organização de encontros em feiras e em viagens. Gonçalves lembrou que a entidade desenvolveu estas atividades para estimular os empreendedores brasileiros que desejam exportar seus produtos e serviços. Números – No ano passado, as exportações brasileiras para a Tailândia somaram US$ 2,071 bilhões enquanto as importações atingiram US$ 2,503 bilhões. Entre os principais itens exportados para o parceiro do Sudeste Asiático, destacam-se ração animal, grãos (soja e semen-
tes), ferro fundido, aço, veículos, tratores, acessórios automotivos, algodão reatores nucleares, peles, couros, borracha e minérios. Entre as importações vindas do mercado tailandês, os maiores volumes foram os de caldeiras, máquinas, aparelhos mecânicos, maquinário elétrico, aparelhos de reprodução de som, plásticos, instrumentos ópticos e de fotografia e cinematográficos, material médico e cirúrgico, fibras sintéticas, móveis em geral, mobiliário hospitalar, aparelhos de iluminação, preparações de carne, peixes ou crustáceos, entre outros.
governo brasileiro lutou para levar o dólar a um patamar que tornasse as exportações mais competitivas. Após uma série de medidas, a moeda americana passou a custar R$ 2 em maio de 2012 e se manteve nesse nível até o janeiro seguinte. A estratégia, porém, parece ter surtido pouco efeito. Dados da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) mostram que as exportações brasileiras caír a m 5 , 3 % e m 2 0 1 2 , e nquanto a média mundial cresceu 0,2%. O desempenho deu ao Brasil uma desconfortável posição de quarto pior resultado no comércio exterior entre as 20 maiores economias do mundo no ano passado. Levantamento anual da Unctad mostra que as empresas brasileiras venderam US$ 242,6 bilhões a clientes no exterior em 2012. Os dados mostram que, em ano de agravamento da crise financeira, o Brasil parece ter sido prejudicado especialmente pela queda do preço das commodities. Segundo a pesquisa, o preço médio de comercialização dos produtos básicos caiu 8,6% no ano passado em comparação com 2011. A queda foi puxada especialmente pelos produtos
mais importantes na pauta de exportações brasileira: produtos agrícolas, com redução do preço de 22,9%, e minerais e metais, em queda de 14,6%. A série histórica da Unctad mostra que, desde 2003, a tendência das exportações brasileiras acompanha com muita proximidade a evolução dos preços das commodities. Em 2011, o preço médio das commodities subiu 17,9% e as exportações brasileiras saltaram 26,8%. Um ano antes, os produtos básicos aumentaram 22,7% e os embarques do Brasil avançaram 31,9%. Em 2009, por outro lado, quando o preço médio mundial caiu 16,9%, o desempenho brasileiro recuou 22,7%. Com o mau desempenho das commodities, outros grandes exportadores também amargaram desempenho ruim. Em 2012, a África do Sul registrou queda nos embarques de 11%, o pior do G20, seguido de Indonésia (-6,3%), Austrália (-5%) e Argentina (3,3%). No ranking das exportações, o país desenvolvido com o pior desempenho foi o Reino Unido, que viu os embarques diminuírem 6,8% no ano passado França (-4,6%), Alemanha (-4,5%) e Japão (-3%) tamb é m p e r d e r a m m e r c ado.(Estadão Contéúdo)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 18 de abril de 2013
ECONOMIA/LEGAIS - 19
e Micro e pequenas faturam 7,1% a mais O setor de serviços foi o destaque em fevereiro, com alta de 15,1% ante igual mês de 2012. A indústria faturou 5,5% a mais e o o comércio, 1,3%.
conomia
Pesquisa do Sebrae-SP indica que o faturamento dos pequenos negócios somou R$ 42,8 bilhões em fevereiro, R$ 2,8 bilhões a mais que em igual período de 2012.
O
faturamento real – já descontada a inflação – das micro e pequenas empresas (MPEs) paulistas aumentou 7,1% em fevereiro ante o mesmo mês do ano passado, o melhor resultado para o período desde 2001, de acordo com a pesquisa mensal Indicadores, do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas da
seção São Paulo (Sebrae-SP). Foi o 14º aumento consecutivo no indicador na comparação de um mês com igual período do ano anterior. A receita total das MPEs do Estado de São Paulo totalizou R$ 42,8 bilhões no mês de fevereiro, o que representa R$ 2,8 bilhões a mais do que em igual período de 2012. Na comparação com janeiro des-
te ano, a elevação foi de 4,9% – avanço de R$ 2 bilhões no resultado. Na média, cada MPE registrou ingresso, no seu caixa, de R$ 27.387,93. De acordo com o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano, o ritmo modesto do crescimento da economia brasileira não impediu as MPEs de registrar um bom desempenho. "O impulso veio
do consumo aquecido no mercado interno, que foi estimulado pelo momento positivo do mercado de trabalho e da renda", afirmou. Em relação aos setores, serviços foi o destaque em fevereiro, com avanço de 15,1% ante o mesmo mês do ano passado. O faturamento da indústria aumentou 5,5% e o do comércio, 1,3%.
No caso das regiões, o faturamento das MPEs do município de São Paulo registrou crescimento de 22,2%, seguida da região metropolitana (12,9%) e do interior do Estado (1,3%). No primeiro bimestre deste ano, as MPEs paulistas tiveram acréscimo de 4% no faturamento ante igual período do ano passado. (Es tad ão Conteúdo)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quinta-feira, 18 de abril de 2013
e Serviço puxou emprego em março A ViaVarejo reúne Casas Bahia, Ponto Frio e Nova Pontocom, unidade de comércio eletrônico do grupo. A empresa possui 969 pontos de venda.
conomia
A economia brasileira gerou 112 mil vagas formais de trabalho no mês passado e esse setor foi o que mais empregou gerou. Agricultura demitiu mais de 4 mil.
O
B r a s i l r e g i s t r o u vos, segundo o Caged. O relaa b e r t u r a d e tório divulgado ontem apon112.450 vagas for- tou o fechamento de 4.434 vamais de trabalho gas no País. em março, ligeiramente aciS a l ár i o s – Ao comentar os ma do esperado pelo merca- dados, o ministro do Trabalho, do, segundo o Cadastro Geral Manoel Dias, disse ontem que de Empregados e Desempre- o avanço das oportunidades gados (Caged) divulgado on- no setor serviços, que influentem Ministério do Trabalho. ciou o resultado de março, esPesquisa da agência Reu- tá ligado à melhora dos saláters feita com analistas de rios dos trabalhadores. mercado mostrou que a meManoel Dias também argudiana das expectativas era de mentou que as oportunidades abertura de 110 mil vagas. de trabalho no setor industrial O resultado do mês passa- são um sinal de recuperação do, o melhor do setor, e exdos últimos plicou que a três anos para seca no Normeses de deste e a enmarço, ficou tressafra ininferior aos fluenciaram 123.446 emos dados nemil trabalhadores pregos geragativos do foram contratados dos em feveemprego na reiro e acima agricultura do pela indústria da das 111.746 País. transformação no vagas abertas O mercado em março de de trabalho é País. A construção 2012, nos dauma das princivil fez outras dos sem ajuscipais variá19,7 mil admissões. tes. veis que susA oferta de tentam o cresemprego com cimento ecocarteira assinada no mês pas- nômico, neste momento em sado foi puxada pelo setor de que a retomada da economia serviços, com 61.349 vagas, brasileira ainda não deu sinais já descontadas as demissões. consistentes. A indústria da transformação Mesmo assim, a demanda já registrou contratação líquida começou a dar sinais de cande 25.790 trabalhadores e a saço, com as vendas de varejo c o n s t r u ç ã o c i v i l a d m i t i u tendo registrado em fevereiro 19.709 operários. deste ano a primeira queda Já o setor da agricultura em quase dez anos, afetadas apresentou números negati- principalmente pela inflação
Mario Miranda/LUZ
25,7
Carteira assinada: o ramo de alimentação fora de casa integra o segmento da economia campeão em contratação. ainda elevada. Desemprego – Em relação ao nível de desemprego no País, o último dado divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referese a fevereiro deste ano quando a taxa ficou em 5,6%, o nível mais baixo para esses meses desde o início da série do
instituto em 2002. Ontem, o Ministério do Trabalho corrigiu à noite informação divulgada mais cedo sobre a previsão de geração de empregos durante o governo Dilma Rousseff. Expectativa – Segundo o ministério, a expectativa é de que até o final deste ano seja
alcançado o número de 5 milhões de novas vagas desde o início do mandato da presidente Dilma. Durante a divulgação ontem do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, o ministro do Trabalho, Manoel Dias, havia dito que a previsão era de uma geração de 5
milhões de novas vagas até o final do governo Dilma, em dezembro de 2014. No entanto, até março deste ano, já houve uma geração líquida de empregos de 3,8 milhões desde o início do atual governo. Portanto, o número citado deve ser atingido no final deste ano. (Agências)
Cade aprova fusão do grupo JBS e Bertin
Paulo Pampolin/Hype
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Unidade da rede Casas Bahia: marca integra o Grupo Pão de Açúcar.
Pão de Açúcar vai vender 74 lojas
Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou ontem a fusão do grupo JBS e Bertin, criando a maior empresa de carnes do mundo. Além disso, as empresas tiveram permissão para compra de outras 11 plantas de frigoríficos. Para que não haja concentração de mercado em relação ao abate e comércio de carne, as empresas terão de informar o Cade pelos próximos 30 meses todas as alterações feitas nos atuais empreendimentos ou qualquer novo investimento, mesmo que seja nas plantas que estão inativas. Não será necessário, entretanto, que as empresas tenham de vender suas unidades de abate, como chegou a ser considerado pela antiga Seae (Secretaria de Acompanhamento Econômico) no ano passado.
A operação de fusão entre JBS e Bertin foi anunciada em setembro de 2010. Durante discussão do conselho, foi apontado que a maior concentração, pósfusão, no país ocorre no Estado do Mato Grosso, onde as empresas juntas ocupam 50% do mercado. O estado é responsável por 13% da criação nacional de gado e por 30% dos abates realizados em 2011. O Cade também aplicou multa de R$ 7,4 milhões às empresas, pela não notificação de operações/aquisições realizadas no decorrer do processo. Francisco de Assis e Silva, diretor de relações institucionais da JBS, informou que a empresa considera a multa "pesada", mas que não entrará com recurso. Entretanto, deve pedir ao Cade que esse valor seja parcelado. (Folhapress)
Cade aprova compra das redes Casas Bahia e Ponto Frio, mas exige redução do número de lojas.
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pós cerca de quatro anos, a compra das redes Casas Bahia e Ponto Frio pelo Grupo Pão de Açúcar foi aprovada ontem pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), seguindo um acordo que prevê a venda de mais de 70 lojas da maior varejista do país. A companhia, que desde junho do ano passado é controlada pelo grupo francês Casino, terá de vender 74 lojas em 54 cidades, equivalentes a 3% da receita bruta consolidada da ViaVarejo em 2012. Segundo o relator do caso, Marcos Paulo Veríssimo, isso significa algo em torno de R$ 900 milhões. A ViaVarejo reúne Casas Bahia, Ponto Frio e Nova Pontocom, unidade de comércio eletrônico do grupo. A empresa possui atualmente 969 pontos de venda. O Cade, que seguiu o voto do relator por unanimidade, identificou problemas concorrenciais no varejo de bens duráveis em 54 cidades onde as redes adquiridas atuam. Nessas regiões, as concentrações se aproximam ou superam 60%. Segundo Veríssimo, as lojas devem ser vendidas a concorrentes "que efetivamente rivalizem com o grupo, in-
clusive regionalmente". O Cade não especificou como as lojas devem ser vendidas, se em bloco ou separadas. Concorrentes – Ainda de acordo com Veríssimo, as vendas de lojas terão de ser submetidas ao Cade e, embora os ativos devam ser negociados com concorrentes em condição de competir, o comprador não pode passar a ser predominante em uma determinada região. "Não se pode trocar um poder de mercado por outro", disse o relator do caso. Segundo ele, em geral, o Cade considera como ideal que a participação de uma empresa em mercados locais seja de cerca de 20%. Dos 54 municípios em que haverá venda de ativos, 25 estão no Estado de São Paulo. O Cade também aplicou uma multa de R$ 1 milhão ao Grupo Pão de Açúcar por informações equivocadas apresentadas ao longo do processo. A aquisição da Casas Bahia foi anunciada em dezembro de 2009 pelo empresário Abilio Diniz e teve os termos revisados em meados de 2010. A compra do Ponto Frio ocorreu em junho de 2009. Além da demora para aprovação das
operações, a compra da Casas Bahia foi marcada por algum mal estar com a família Klein, ex-dona da varejista e que deu sinais de ter se arrependido da venda, fechada quando Abilio Diniz comandava o Pão de Açúcar. Também ontem, acionistas do Pão de Açúcar em assembleia aprovaram o plano de investir até R$ 2,02 bilhões neste ano. Em 2012, a varejista desembolsou R$ 1,58 bilhão, ligeiramente abaixo do teto de R$ 1,8 bilhão previsto inicialmente. A companhia já havia informado que planeja abrir pelo menos 150 lojas em 2013, com foco nas regiões Nordeste e Centro-Oeste do País e no formato Minimercado Extra, que deve contar com 100 novas unidades. Os acionistas aprovaram ainda a distribuição de R$ 166 milhões em dividendos. A companhia pagará R$ 0,593716430 por ação ordinária e R$ 0,653088073 por preferencial em até 60 dias a acionistas com posição em 17 de abril. Esta remuneração soma-se aos R$ 83,7 milhões em dividendos antecipados, totalizando R$ 249,7 milhões em dividendos distribuídos sobre os resultados de 2012. (Reuters)
ICMS: novo adiamento.
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presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional (CDR) do Senado, Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), afirmou ontem que pedirá à Mesa Diretora da Casa que o projeto de resolução enviado pelo governo que unifica as alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para operações interestaduais seja apreciado também pelo colegiado que preside. Pelo trâmite regimental, a proposta seguirá apenas para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e plenário. Na última terça-feira, o relator do projeto na CAE, senador Delcídio Amaral (PTMS), apresentou o parecer em que, como principal mudança, propôs a adoção da alíquota de 7% para os produtos industrializados que saem das Regiões Norte,
Nordeste e Centro-Oeste e do Espírito Santo para os demais Estados do Sul e Sudeste. Para as demais transações interestaduais, o ICMS será reduzido, gradualmente, para 4%. Na reunião de ontem da CDR, Valadares ouviu pedido do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) para levar a discussão para a comissão. Ferraço pediu o apoio de Valadares para a proposta. O senador do PMDB do Espírito Santo apresentou requerimento à Mesa Diretora do Senado para fazer com que o projeto tramite na CDR e na Comissão de Constituição (CCJ) antes de ser votado em plenário. O parecer de Amaral deve ser votado pela CAE na próxima terça-feira. Na reunião de ontem, houve um pedido de vista coletivo para analisar o texto apresentado pelo petista. (Estadão Contéudo)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 18 de abril de 2013
ECONOMIA/LEGAIS - 21
BV TRADING S.A. CNPJ/MF nº 00.014.385/0001-46 Avenida das Nações Unidas, 14.171 - 6º andar - Torre A - São Paulo - SP
RELATÓRIO DE ADMINISTRAÇÃO 2012 aplicação de exceções obrigatórias relevantes e certas isenções opcionais relativas à adoção completa retrospectiva dessas normas. Desempenho financeiro No ano de 2012, a BV Trading S.A. registrou um lucro líquido de R$ 1.754 mil e ativos totais no montante de R$ 56.345 mil. DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 2011 Nota 2012 2011 54.000 Passivo 627 34 33 Passivos tributários correntes 11 620 – 7 Passivos tributários diferidos 12 – 15 24.345 Obrigações legais 13 7 5 22.705 Outros passivos 14 – 14 15 6.873 Total do patrimônio líquido atribuível aos acionistas controladores 55.718 53.966 2 Capital social 85.891 85.891 35 Reservas 58 18.426 Ajustes de avaliação patrimonial (205) (203) Prejuízos acumulados (30.026) (50.148) 54.000 Total do passivo e patrimônio líquido 56.345 54.000
Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação dos senhores acionistas as Demonstrações Financeiras Individuais, relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011. Estas DFs foram preparadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, seguindo as orientações do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (“CPC”) e as normas internacionais de relatório financeiro (International Financial Reporting Standards - IFRS), com a
Ativo Caixa e equivalentes de caixa Ativos financeiros disponíveis para venda Empréstimos e recebíveis Ativos tributários correntes Ativos tributários diferidos Ativos tangíveis Outros ativos Total do ativo
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 Nota 2012 56.345 4 52 5 4 6 25.562 7 24.081 8 6.609 9 1 10 36 56.345
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) Patrimônio líquido atribuível aos acionistas controladores Capital Reservas Reserva Reservas Ajustes de avaliação Lucro/(prejuízo) social de capital legal de expansão patrimonial acumulado Saldos em 31 de dezembro de 2010 51.226 58 1.334 17.034 – – Aumento de capital 15.000 – – – – – Ajustes de avaliação patrimonial – – – – (203) – Incorporação VSP Participações S.A. 19.665 – – – – – Prejuízo do exercício – – – – – (50.148) Saldos em 31 de dezembro de 2011 85.891 58 1.334 17.034 (203) (50.148) Ajustes de avaliação patrimonial – – – – (2) – Reversão de reserva – – (1.334) (17.034) – 18.368 Lucro do exercício – – – – – 1.754 Saldos em 31 de dezembro de 2012 85.891 58 – – (205) (30.026)
Total 69.652 15.000 (203) 19.665 (50.148) 53.966 (2) – 1.754 55.718
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS (Em milhares de Reais) 1
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Contexto operacional A Sociedade tem por objetivo a intermediação e prestação de serviços ou representação em geral; a prática de operações no ramo de comércio exterior, em especial a exportação de manufaturados, mediante a compra e venda de qualquer outra forma de aquisição e/ou alienação de outros produtos; a cessão e aquisição de créditos em geral e a participação acionária em outras sociedades, comerciais ou civis, nacionais ou estrangeiras, como sócia acionista ou quotista. Considerações sobre continuidade operacional A BV Trading S.A., é uma sociedade anônima de capital fechado, sediada na Avenida das Nações Unidas, 14.171, torre A, 6º andar - conjunto 602 - sala B - tem como objeto social: a. Operar no ramo do comércio exterior, em especial, a exportação e importação de mercadorias em geral, inclusive produtos primários, manufaturados e semimanufaturados, mediante a compra e venda ou qualquer outra forma de aquisição e/ou alienação de outros produtos; b. Realizar nos mercados interno e internacional, a compra e venda ou qualquer outra forma de aquisição e/ou alienação dos produtos mencionados no item anterior; c. Intermediação, prestação de serviços ou representação em geral; d. Participar em outras empresas como sócia quotista ou acionista; e e. Ceder e adquirir créditos em geral. A Companhia pode atuar por conta própria ou em nome de terceiros e, se compreenderão no âmbito de suas atividades, além da comercialização, a prática de atos relativos ao transporte e a estocagem dos bens objeto das operações já referidas. Adicionalmente, a BV Trading S.A. faz parte de um grande conglomerado financeiro, desta forma, sua existência faz parte dos planos estratégicos de sua acionista Votorantim Finanças S.A. Apesar das operações da Companhia, objeto social desta sociedade, estarem atualmente não operante, esta gera receitas a partir de recursos livres aplicados em operações financeiras. Desta forma, a Administração avaliou a habilidade da Companhia em continuar operando normalmente e está convencida de que esta possui recursos para dar continuidade a seus negócios no futuro. Vale destacar que, a Administração não tem o conhecimento de nenhuma incerteza material que possa gerar dúvidas significantes sobre a capacidade da Companhia de continuar a operar. Portanto, as demonstrações financeiras foram preparadas com base nesse princípio. Base de preparação das demonstrações financeiras As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, com base na Lei das Sociedades por Ações, incluindo as alterações introduzidas pela Lei nº 11.638, de 28/12/2007 e Lei nº 11.941 de 27/05/2009, em consonância, quando aplicável, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Principais práticas contábeis a. Apuração do resultado As receitas e despesas são registradas pelo regime de competência. b. Estimativas contábeis e julgamento A elaboração de demonstrações financeiras requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Administração revisa as estimativas e premissas pelo menos trimestralmente seguindo os cronogramas de revisão orçamentária e planejamento estratégico. Os principais valores reconhecidos nas demonstrações financeiras por meio das estimativas estão incluídos na nota explicativa nº 5 - Ativos financeiros. c. Moeda funcional e moeda de apresentação Essas demonstrações financeiras são apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Companhia. d. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades. e. Instrumentos financeiros Os ativos financeiros são classificados em função da intenção da Administração na categoria: Ativos financeiros disponíveis para venda - Ativos financeiros disponíveis para venda são ativos financeiros que são designados como disponíveis para venda. São reconhecidos inicialmente pelo valor justo, acrescidos dos custos da transação. Após o reconhecimento inicial, os ativos financeiros são atualizados pela taxa de juros efetiva e pelo valor justo. A remuneração calculada pela atualização da taxa de juros efetiva é apresentada na demonstração de resultado como “receitas de juros”. As mudanças do seu valor justo, que não sejam perdas por redução no valor recuperável, são reconhecidas em outros resultados abrangentes, líquidos dos efeitos tributários, e apresentadas dentro do patrimônio líquido como “ajustes de avaliação patrimonial”. Quando um investimento é baixado, o resultado acumulado em outros resultados abrangentes é transferido para o resultado do período. f. Determinação do valor justo Os valores justos dos ativos financeiros com cotação pública são baseados nos preços atuais de compra e venda. Se o mercado de um ativo financeiro (e de títulos não registrados em Bolsa) não estiver ativo, a Companhia estabelece o valor justo através de técnicas de avaliação. Essas técnicas incluem o uso de operações recentes contratadas com terceiros, a referência a outros instrumentos que são substancialmente similares, a análise de fluxos de caixa descontados e os modelos de precificação de opções que fazem o maior uso possível de informações geradas pelo mercado e contam o mínimo possível com informações geradas pela administração da própria Companhia. g. Empréstimos e recebíveis Os empréstimos e recebíveis são ativos financeiros com pagamentos fixos ou calculáveis que não são cotados no mercado ativo. Tais ativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo, acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os empréstimos e recebíveis são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável. Os rendimentos calculados pelo custo amortizado são apresentados na demonstração de resultado como “receita de juros”. h. Ativos tangíveis Os ativos tangíveis são reconhecidos pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação. A depreciação é calculada pelo método linear, com base na taxa anual de 10%. O software comprado que seja parte integrante da funcionalidade de um equipamento é capitalizado como parte daquele equipamento. A administração adotou a avaliação inicial dos ativos imobilizados previstos nos itens 20 e 29 da ICPC 10 pelo seu valor patrimonial registrado na data de adoção integral dos CPCs. Foi considerado que o valor justo patrimonial na data de transição correspondia os valores reais dos ativos imobilizados. Os ativos estão sujeitos à avaliação do valor recuperável em períodos anuais. i. Redução a valor recuperável Os ativos financeiros e não financeiros têm o seu valor recuperável testados anualmente ou sempre que eventos ou alterações significativas nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode não ser recuperado. Para testar a recuperabilidade de um ativo individual ou grupo de ativos, a Companhia analisa evidências de que seus valores contábeis não serão recuperáveis e, caso se confirme tais evidências e a Companhia identificar a possibilidade de impairment, a Administração compara o valor residual contábil desse grupo de ativos com seu valor recuperável. Ativos financeiros disponíveis para venda - No caso de uma queda significativa ou prolongada do valor justo do título para baixo de seu valor de custo é considerado um indicador de que os títulos apresentam evento de impairment. Se houver alguma dessas evidências para os ativos financeiros disponíveis para venda, a perda cumulativa - mensurada como a diferença entre o custo de aquisição e o valor justo atual, menos qualquer perda por impairment desse ativo financeiro previamente reconhecido no resultado - é retirada do patrimônio e reconhecida na demonstração do resultado. j. Impostos e contribuições sobre a renda O imposto de renda foi apurado com base na alíquota de 15%, acrescido de adicional de 10%, e a contribuição social foi apurada com base na alíquota de 9%, ambas aplicáveis ao lucro tributável, e consideram a compensação de prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, limitada a 30% do lucro real. A despesa com imposto de renda e contribuição social compreende os impostos e contribuições sobre a renda correntes e diferidos. O imposto corrente e o imposto diferido são reconhecidos no resultado a menos que sejam reconhecidos no patrimônio líquido ou em outros resultados abrangentes. Imposto diferido é gerado por diferenças temporárias na data do balanço entre as bases tributárias de ativos e passivos e seus valores contábeis para fins de divulgação financeira. Ativos tributários diferidos são reconhecidos sobre prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, na extensão em que é provável que lucro tributável esteja disponível para a sua realização. O valor contábil dos ativos tributários diferidos é revisado anualmente e baixado na extensão em que não é mais provável que lucros tributáveis estarão disponíveis para permitir que todo ou parte do ativo tributário diferido venha a ser utilizado. Ativos tributários diferidos baixados são reavaliados a cada data do balanço e são reconhecidos na extensão em que se tornam prováveis que lucros tributáveis futuros permitirão que os ativos tributários diferidos sejam recuperados. Ativos e passivos tributários diferidos são mensurados à taxa de imposto que são esperadas a serem aplicáveis no ano em que o ativo é realizado ou o passivo é liquidado, baseado nas taxas de imposto que foram promulgadas na data do balanço. Os ativos tributários diferidos são constituídos de acordo com estudo de capacidade de realização, preparado pela Administração. k. Outros ativos e outros passivos Outros ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas (em base “pro rata” dia) e provisão para perda, quando julgada necessária. Outros passivos estão demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridas (em base “pro rata” dia). Caixa e equivalentes de caixa 2012 2011 Disponibilidades 52 33 Depósitos bancários 52 33 Total 52 33 Ativos financeiros disponíveis para venda 2012 2011 Valor Ganho/ Valor Ganho/ de Valor justo (perda) não de Valor justo (perda) não custo (contábil) realizado custo (contábil) realizado No País 315 4 (311) 315 7 (308) Invest. por incentivos fiscais 315 4 (311) 315 7 (308) Total 315 4 (311) 315 7 (308) O valor justo dos investimentos por incentivos fiscais são apurados com base na cotação divulgada pela BMF&BOVESPA, nas respectivas datas-base. Empréstimos e recebíveis 2012 2011 Aplicação estruturada de renda fixa (*) 25.562 24.345 25.562 24.345 Total (*) Trata-se de uma estrutura de renda fixa composta por um box de opções prefixado e um swap que substitui o risco pré-fixado por CDI. Todos os instrumentos desta operação são contratados e liquidados simultaneamente, desta forma a operação rentabiliza CDI e é contabilizada ao custo amortizado.
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Ativos tributários correntes 2012 2011 Impostos de renda a compensar 22.282 21.191 1.799 1.514 Contribuição social a compensar 24.081 22.705 Total Os impostos e tributos a compensar possuem origem de antecipações e retenções na fonte. O prazo para que a Companhia possa pleitear a restituição ou compensação destes saldos, extingue-se após o transcurso do prazo de 5 anos, contados da data da ocorrência do fato gerador, que para este caso, se completa em 31 de dezembro de cada ano. A Companhia tem a expectativa de recuperar esses créditos/ativos, de acordo com os impostos devidos apurados nos exercícios subsequentes conforme determinação do RIR/99. A Companhia possui saldo de R$ 19.485 referente a créditos com pedidos de restituição e o montante restante esta dentro do prazo de até 5 anos para solicitação da restituição. No exercício foi registrada a receita pela atualização monetária, taxa Selic, no montante de R$ 1.151 (R$ 3.031 em 2011) e a receita esta apresentada em outras receitas e despesas operacionais. Ativos tributários diferidos a. Composição dos ativos tributários diferidos 2012 2011 Prejuízo fiscal de Imposto de Renda (IR) 4.920 5.122 Base negativa de Contribuição Social (CS) 1.573 1.646 116 105 Outros 6.609 6.873 Total b. Movimentação dos ativos tributários diferidos no período 2012 2011 Saldo inicial 6.873 4.060 Prejuízo fiscal de IR (202) 1.991 Base negativa de CS (73) 717 11 105 Outros 6.609 6.873 Saldo final c. Expectativa de realização dos ativos tributários diferidos 2012 2011 Em 2012 – 336 Em 2013 293 362 Em 2014 1.136 409 Em 2015 1.380 434 3.800 5.332 A partir de 2015 6.609 6.873 Total Esse saldo refere-se a prejuízo fiscal (IRPJ) e base negativa (CSLL), conforme determinação do RIR/99 a Companhia pode utilizar 30% da base de cálculo ajustada (adições/exclusões) para abater até o limite do saldo de crédito tributário. Desta forma, a Companhia espera recuperar esses crédito/ativos com a geração de lucros futuros. Ativos tangíveis 2012 2011 Custo Depreciação Líquido Líquido 9 (8) 1 2 Móveis e equipamentos de uso 9 (8) 1 2 Total 2012 2011 Saldo inicial 2 3 (1) (1) Depreciação 1 2 Saldo final Em 31 de dezembro de 2012 e 2011, não foi verificado a indicativos da existência de perda por valor de recuperação para estes ativos. Outros ativos 2012 2011 36 35 Devedores por depósitos em garantia 36 35 Total Passivos tributários correntes 2012 2011 Impostos e contribuições sobre o lucro a pagar 617 – 3 – Impostos e contribuições sobre serviços de terceiros 620 – Total Passivos tributários diferidos a. Composição dos passivos tributários diferidos 2012 2011 – 15 Ativos Financeiros por regime de caixa – 15 Total b. Movimentação dos passivos tributários diferidos 2012 2011 Saldo inicial – – – 15 Ativos financeiros por regime de caixa – 15 Saldo final Obrigações legais 2012 2011 7 5 Questões fiscais 7 5 Saldo final Esse valor refere-se a discussões judiciais. Tese: compensação de prejuízo fiscal sem observação à limitação de 30%. Para esse processo depositou-se judicialmente o mesmo valor. Outros passivos 2012 2011 – 14 Despesas de serviços especializados – 14 Total Patrimônio líquido a. Capital social O capital social da BV Trading S.A. é representado por 25.177.004 ações ordinárias, subscritas e inteiramente integralizadas sem valor nominal. Ações Percentual participação % Quantidade por acionista Votorantim Finanças S.A. 25.177.004 100,00 Durante o exercício de 2011 o capital da Companhia aumentou em R$ 34.665, sendo R$ 19.665 pela incorporação da VSP Participações S.A. aprovada por AGE em 31 de maio de 2011 e emissão de 4.670.612 ações ordinárias; e R$ 15.000 mediante a emissão de 3.797.469 ações e integralizadas em moeda corrente. b. Reservas Reserva de lucro - Reserva legal Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do período, até atingir o limite de 20% do capital social. A reserva legal poderá deixar de ser constituída quando acrescida do montante das reservas de capital exceder 30% do capital social. A reserva legal somente poderá ser utilizada para aumento de capital ou para compensar prejuízos. Reserva de lucro - Reserva de expansão No encerramento do exercício, a Administração propõe a destinação do lucro não distribuído para “Reserva para Expansão”, constituída após as destinações para reserva legal e pagamentos de dividendos, se houver. O saldo de reserva está à disposição dos acionistas para deliberação futura em Assembleia Geral. Em dezembro de 2012 foi utilizada a Reserva de Lucro Legal e a Reserva de expansão para compensar o saldo de prejuízo acumulado como determina a Lei 11.638/07. Prejuízo Acumulado (50.518) Reservas de lucros 18.368 Reserva legal 1.334 Reserva de expansão 17.034 Prejuízo Acumulado (30.026) 2012 2011 Reservas de capital 58 58 Reservas de lucros – 18.368 Reserva legal – 1.334 Reserva de expansão – 17.034 Total de reservas 58 18.426 c. Dividendos Aos acionistas é assegurado um dividendo mínimo obrigatório, correspondente a 25% do lucro líquido de cada período, deduzido da reserva legal. A Administração propõe a distribuição de dividendos e são reconhecidos como passivo. No exercício de 2011 e 2012 não houve constituição de reservas e distribuição dividendos. Receitas de juros 2012 2011 Aplicação estruturada de renda fixa 2.106 1.722 – 2.249 Títulos de crédito a receber - Mútuo 2.106 3.971 Total Outras receitas e despesas operacionais 2012 2011 Atualização de impostos e contribuições a compensar 1.151 3.031 Atualização monetária de passivos – (36) Perdas no valor de recuperação de impostos a compensar (*) – (13.121) (270) (189) Outros resultados Total 881 (10.315) (*) Perda identificada em imposto a compensar com período de apuração maior que 10 anos, por isso a Administração da Companhia efetuou a baixa do ativo assumindo assim, a perda pela prescrição do direito de compensar esse tributo. Outras despesas administrativas 2012 2011 Aluguéis (127) (121) Processamento de dados – (3) Publicações (74) (171) Serviços do sistema financeiro (31) – Serviços técnicos especializados (77) (147) Gratificação (*) – (45.950) (54) (46) Outras Total (363) (46.438) (*) No exercício de 2011 a administração da BV Trading S.A. deliberou o pagamento de gratificação para executivos. Despesas tributárias 2012 2011 (3) (5) Tributos federais e municipais Total (3) (5)
A Diretoria
Gestão de Riscos Como integrante do Grupo Votorantim Finanças S.A., a Sociedade conduz as suas operações por meio de uma gestão de riscos que permite melhorias contínuas nas políticas e procedimentos adotados pelo Grupo. São Paulo, 16 de Abril 2013 Diretoria DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) Nota 2012 Receitas de juros 16 2.106 Outras despesas administrativas 18 (363) Depreciação (1) Despesas tributárias 19 (3) Outras receitas e despesas operacionais 17 881 Resultado antes de impostos e contribuições 2.620 Impostos e contribuições sobre a renda correntes (616) Impostos e contribuições sobre a renda diferidos (250) (Prejuízo)/Lucro líquido do exercício 1.754 Atribuível aos acionistas controladores 1.754 Lucro/Prejuízo por ação (Em Reais) 0,10 DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS ABRANGENTES EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) Nota 2012 (Prejuízo)/Lucro líquido do exercício 1.754 Variação líquida no valor justo de ativos financeiros disponíveis para venda (2) Resultado abrangente total 1.752 DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 2012 Fluxos de caixa proveniente das operações (Prejuízo)/lucro líquido do exercício 1.754 Ajustes ao resultado líquido 621 Depreciação 1 Provisões 620 Perdas no valor de recuperável de ativos – (Aumento) decréscimo líquido nos ativos operacionais (2.329) Ativos financeiros disponíveis para venda 3 Empréstimos e recebíveis (1.217) Ativos tributários correntes (1.376) Ativos tributários diferidos 264 Outros ativos (1) Ajustes de avaliação patrimonial - Títulos disponíveis para venda (2) Aumento (decréscimo) líquido nos passivos operacionais (27) Passivos tributários correntes – Passivos tributários diferidos (15) Obrigações legais 2 Outros passivos (14) Caixa gerado/(utilizado) pelas operações 19 Fluxos de caixa proveniente das atividades de financiamento Aumento de capital – Incorporação VSP Participações S.A. – Dividendos pagos – Caixa gerado/(utilizado) pelas atividades de financiamento – Variação liquidada de caixa e equivalentes de caixa 19 Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 33 Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício 52 Aumento/(redução) no caixa e equivalentes de caixa 19 DEMONSTRAÇÕES DOS VALORES ADICIONADOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011 (Em milhares de Reais) 2012 Receitas 2.987 Receitas de juros 2.106 Outras receitas/(despesas) operacionais 881 Perdas no valor de recuperável de ativos – (236) Itens adquiridos de terceiros Outras (236) Processamento de dados – Publicações (74) Serviços do sistema financeiro (31) Serviços técnicos especializados (77) Outras (54) 2.751 Valor adicionado bruto Despesas de depreciação (1) 2.750 Valor adicionado líquido produzido pela Entidade 2.750 Valor adicionado a distribuir Valor adicionado distribuído 2.750 Pessoal – Salários e honorários – 869 Impostos, taxas e contribuições No País 869 Despesas tributárias (exceto IR e CS) 3 Imposto de renda/contribuição social 866 127 Remuneração de capitais de terceiros Aluguéis 127 1.754 Remuneração de capitais próprios Lucro retido/(prejuízo) do exercício 1.754
2011 3.971 (46.438) (1) (5) (10.315) (52.788) (54) 2.694 (50.148) (50.148) (3,00)
2011 (50.148) (203) (50.351)
2011 (50.148) 13.122 1 – 13.121 3.955 308 9.202 (2.533) (2.813) (6) (203) (1.085) (783) 15 – (317) (34.156) 15.000 19.665 (533) 34.132 (24) 57 33 (24)
2011 (6.344) 3.971 2.806 (13.121) (367) (367) (3) (171) – (147) (46) (6.711) (1) (6.712) (6.712) (6.712) 45.950 45.950 (2.635) (2.635) 5 (2.640) 121 121 (50.148) (50.148)
20 Despesas de impostos e contribuições sobre a renda a. Encargos devidos sobre as operações 2012 2011 Lucro antes do imposto de renda, da contribuição social e das participações 2.620 (52.788) Encargos à alíquota nominal vigente (891) 17.948 Exclusões/(adições) 275 (18.002) Prejuízo fiscal de IR 202 (1.992) Base negativa de CS 73 (717) Gratificações – (15.623) Imposto a compensar recuperado – 373 – (43) Outros (616) (54) Imposto de renda e contribuição social correntes Impostos diferidos - Constituídos Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia possuía prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social a compensar apurados até o exercício de 2012 no montante de R$ 19.682 (R$ 20.489 em 2011) e R$ 17.482 (R$ 18.289 em 2011), respectivamente. A compensação dos prejuízos fiscais de imposto de renda e da base negativa da contribuição social está limitada à base de 30% dos lucros tributáveis anuais e não possuem prazo de prescrição. No exercício foi constituído os seguintes impostos e contribuições diferidos com efeito no resultado: 2012 2011 Ativos tributários diferidos Adições/(exclusões) Prejuízo fiscal de IR 202 1.991 Base negativa de CS 73 717 (25) (14) Outros 250 2.694 Total 21 Hierarquia de valor justo A tabela abaixo apresenta instrumentos financeiros registrados pelo valor justo em 31 de dezembro de 2012 e 2011, utilizando um método de avaliação. Os diferentes níveis foram definidos como a seguir: • Nível 1: preços cotados (não ajustados) em mercados ativos; • Nível 2: inputs incluídas no Nível 1 que são observáveis para o ativo ou passivo, diretamente (preços) ou indiretamente (derivado de preços); e • Nível 3: premissas que não são baseadas em dados observáveis de mercado (inputs não observáveis). 2012 2011 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Ativo – 25.562 – – 24.435 – Empréstimos e recebíveis – 25.562 – – 24.435 – Total 22 Partes relacionadas Na elaboração das partes relacionadas são consideradas operações com: a. Pessoa ou membro da família relacionada com a entidade que tiver o controle pleno ou compartilhado da entidade ou influência significativa. b. Empresas ligadas, coligadas e controladas pertencentes ao Grupo Econômico Votorantim. c. Pessoas-chave da administração do Grupo Econômico Votorantim, que têm autoridade e responsabilidade de planejamento, direção e controle das atividades da entidade, direta ou indiretamente na atividade das empresas. a. Sumário das transações com partes relacionadas Os saldos das operações ativas, passivas, de receitas e despesas envolvendo partes relacionadas são os seguintes: 2012 2011 Ativos Disponibilidades 34 14 Empréstimos e recebíveis 25.562 24.345 Receitas Receitas de juros 2.106 3.971 23 Outras informações a. Incorporação integral da VSP Participações S.A. Conforme Assembleia Geral Extraordinária de 31 de maio de 2011 foi aprovada a incorporação integral da VSP Participações S.A. pela BV Trading S.A. com base na posição patrimonial de 30 de abril de 2011. A incorporação teve como finalidade reestruturação/reorganização societária promovida pela acionista Votorantim Finanças S.A. Esta incorporação não resultou em ganhos/perdas extraordinários, pois realizou-se por valores patrimoniais contábeis. O valor justo dos ativos e passivos se equivale ao respectivo valor contábil. A posição patrimonial objeto da incorporação de 30 de abril de 2011 em milhares de reais: Ativo Caixa e equivalentes de caixa 73 Ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado 19.544 Empréstimos e recebíveis 433 555 Ativos tributários correntes 20.605 Total ativo Passivo Passivos tributários correntes 773 Dividendos a pagar 214 Outros passivos 69 Patrimônio líquido Capital social 14.400 Reserva de lucros 4.819 330 Lucros acumulados 20.605 Total passivo b. Benefícios a empregados A Companhia não possui funcionários. c. Cobertura de seguros A Companhia adota a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por montantes considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. As premissas de risco adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de uma auditoria das demonstrações financeiras, consequentemente não foram analisadas pelos nossos auditores independentes. d. Gerenciamento de riscos financeiros A Administração da Companhia é responsável pelo gerenciamento de riscos financeiros alinhada com as diretrizes e políticas da Votorantim Finanças S.A.. Neste contexto, a Companhia em suas atividades possui apenas operações a riscos de taxa de juros e crédito. i. Exposição a taxa de juros e crédito Os ativos expostos a riscos de taxas de juros pré-fixadas foram apenas os empréstimos e recebíveis.
Lupércio de Souza Izabel - CRC 1SP 194.632/O-4
DIÁRIO DO COMÉRCIO
22 -.ECONOMIA/LEGAIS
quinta-feira, 18 de abril de 2013
e Enfim, sai concessão de uma rodovia. conomia
Esse processo trazia um pouco de angústia porque uma disputa entre duas participantes do certame paralisou o processo por quase um ano. César Borges, ministro dos Transportes.
A assinatura do contrato para o trecho da BR-101 entre as divisas do Espírito Santo com o Rio de Janeiro e Bahia sofreu atraso, devido a uma disputa judicial.
C
om quase um ano de atraso, o governo assinou ontem o contrato de concessão do trecho da BR-101 no Espírito Santo, entre as divisas do Estado com o Rio de Janeiro e a Bahia. Marcada por uma disputa judicial, a rodovia foi a única concedida à iniciativa privada desde que a presidente Dilma Rousseff assumiu o cargo. "Uma etapa importante foi vencida", disse o ministro dos Transportes, César Borges. "Esse processo trazia um pouco de angústia porque uma disputa entre duas participantes do certame paralisou o processo por quase um ano". A licitação da rodovia feita em 18 de janeiro do ano passado foi vencida pelo consórcio Rodovia da Vitória – formado pela EcoRodovias e pela SBS Engenharia e Construções – e homologada em 16 de maio. Mas a assinatura do contrato foi suspensa em 30 de julho, após a Justiça conceder liminar a favor do consórcio Rodovia Capixaba, segundo colocado na disputa, que questionou o plano de negócios do vencedor. Anteontem, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Felix Fischer, reconsiderou sua decisão anterior, dada no fim de dezembro do ano passado, e suspendeu a liminar que impedia a assinatura do contrato. Alegou que o atraso das obras prejudicava toda a sociedade e que eventuais prejuízos aos concorrentes da licitação poderiam ser resolvidos por ação própria de perdas e danos ou alguma outra forma de composição. "Espero que, diante dessa tramitação que já houve, não haja mais outra
demanda, porque esse outro consórcio vai terminar trazendo prejuízo grande para o próprio Espírito Santo", disse o ministro César Borges. Com a assinatura do contrato, as obras devem começar 30 dias após a publicação no Diário Oficial da União. O trecho da BR-101 concedido ao consórcio Rodovia da Vitória, 475,9 quilômetros, atravessa o Estado do Espírito Santo. Segundo o Ministério dos Transportes, R$ 2,7 bilhões devem ser investidos ao longo dos 25 anos de concessão. O trecho terá sete praças de pedágio, mas as tarifas só começarão a ser cobradas daqui um ano A duplicação da rodovia deve ser concluída em 10 anos As próximas etapas de concessão de rodovias federais não devem mais sofrer questionamentos judiciais como o que atrasou a assinatura do contrato de concessão da BR101. Os editais de nove lotes de estradas devem ser publicados até setembro e, ao contrário da BR-101, não será exigida dos concorrentes apresentação de plano de negócios. O governo não admite que mudou o modelo devido ao atraso, mas reconhece que essa mudança deve minimizar problemas como o da BR-101 (ES). "É um novo modelo, e na concepção desse novo modelo, a estrutura é diferente", segundo o ministro César Borges. Segundo ele, o governo trabalha para que a possibilidade de questionamentos seja mínima nos novos lotes. "Se houver questionamento, paciência. Esperamos que o Judiciário possa atender rapidamente essas demandas, se houver. (Estadão Conteúdo)
Gildo Loyola/A Gazeta ES
O trecho concedido ao consórcio Rodovia da Vitória tem 475,9 quilômetros e atravessa o território capixaba.
Governo estuda retorno mais atraente a investidores
O
presidente da Emp r e s a d e P l a n e j amento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, revelou ontem que o governo estuda aumentar a Taxa Interna de Retorno (TIR) dos projetos de rodovias para facilitar o financiamento dos empreendimentos nas concessões previstas para o segundo semestre. Atualmente, a TIR para os projetos prevista no programa de logística rodoviária é de 5,5%, mas enfrenta fortes críticas de investidores, que consideram o porcentual muito baixo. Para comparar: a inflação oficial acumulada em 12 meses encerrados em março foi de 6,59%. Para tentar tornar o projeto mais atrativo para investidores, o governo tinha melhorado as condições de financiamento do pacote no início do ano, o que trouxe um impacto positivo para a
TIR dos acionistas – que diz respeito apenas ao retorno dos investimentos com capital próprio, sem contar o financiamento. " O g o v e r n o a v a l i a a umentar a TIR total do projeto, para que seja mais fácil levantar o financiamento dos empreendimentos. Vamos decidir isso em breve para enviar a proposta de edital fechada para o Tribunal de Contas da União", disse Figueiredo, antes de audiência pública na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados. Pelo plano de investimentos em logística do governo federal, a União deve abrir mão e transferir para a iniciativa privada na forma de concessão cerca de 7,5 mil quilômetros de rodovias neste ano. Também está previsto o leilão de 10 mil quilômetros de ferrovias. (Estadão Conteúdo)
Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
Figueiredo: objetivo é facilitar o financiamento.
BB Seguridade retoma IPO
A
BB Seguridade, braço de seguros do Banco do Brasil, publicou ontem comunicado ao mercado informando que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) revogou a suspensão da oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da companhia. Segundo a empresa, a autarquia revogou a suspensão "tendo em vista as razões e justificativas apresentadas e compromissos assumidos pelo coordenador líder perante a CVM". A operação estava
suspensa por até 30 dias em razão da utilização de materiais publicitários irregulares na divulgação da oferta. A suspensão, comunicada na última segunda-feira, provocou alterações no cronograma da oferta. A nova data de precificação das ações foi marcada para o dia 25 de abril e a obtenção do registro da operação perante a CVM para 26. O início das negociações será em 29 de abril e a data de liquidação passa a ser 2 de maio. (Estadão Conteúdo)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 18 de abril de 2013
ECONOMIA/LEGAIS - 23
INSTITUTO IRMÃS MISSIONÁRIAS DE NOSSA SENHORA CONSOLADORA CNPJ nº 60.790.631/0001-83 BALANÇOS PATRIMONIAIS CONSOLIDADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (Em Reais) Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Anuidades a receber Contas a receber Adiantamentos a fornecedores Despesas antecipadas Outros créditos Não Circulante Realizável a Longo Prazo Aplicações financeiras Depósito p/ recursos judiciais Imobilizado em uso Imobilizado cedido em comodato
Total do ativo
Nota
2012
2011
4 5
8.835.527 426.956 95.826 2.700 62.010 189.474 9.612.493
5.061.880 915.988 29.960 59.618 184.625 6.252.071
207.660 2.500 210.160 46.110.707 1.173.756 47.284.462 47.494.622 57.107.115
555.363 555.363 48.127.513 1.228.759 49.356.272 49.911.635 56.163.706
6
7a 7b
Passivo Circulante Contas a pagar Obrigações trabalhistas Impostos e contribuições a recolher Receitas antecipadas
Nota
8
Patrimônio Líquido Patrimônio social Superavit (deficit) do exercício
10
Total do passivo e patrimônio social
2012
2011
13.567 230.558 628.219 872.343
35.398 214.377 196 654.007 903.978
55.259.728 975.043 56.234.772
57.107.115
56.544.614 (1.284.886) 55.259.728
56.163.706
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO SOCIAL - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (Em Reais) Patrimônio social Saldo em 1º de Janeiro de 2011 Ajustes de exercícios anteriores Incorporação à conta patrimônio social Deficit do exercício Saldo em 31 de dezembro de 2011 Incorporação à conta patrimônio social Superavit do exercício Saldo em 31 de dezembro de 2012
57.054.099 (509.485) 56.544.614 (1.284.886) 55.259.728 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
Superavit (deficit) do exercício (489.085) 489.085 (1.284.886) (1.284.886) 1.284.886 975.043 975.043
Total
56.565.014 (20.400) (1.284.886) 55.259.728 975.043 56.234.772
DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS DO RESULTADO DO PERÍODO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (Em Reais) Receitas operacionais c/ atividades de educação Receitas operacionais Rec. de prest. de serviços - mensal. escolares Receita de gratuidades - bolsas de estudo Receita bruta de mensalidades escolares Outras receitas de prestação de serviços escolares Receitas financeiras e patrimoniais Despesas operacionais c/ atividades de educação Despesas operacionais Despesas com pessoal Despesas administrativas e gerais Despesas financeiras e bancárias Despesas fiscais, tributárias e previdenciárias Despesas com gratuidades escolares Despesas com gratuidades institucionais Outras receitas / despesas Receitas / despesas transitórias e eventuais Resultado das atividades de educação - superavit Receitas operacionais c/ atividades institucionais Receitas operacionais Receitas financeiras e patrimoniais Receitas com serviços voluntários Despesas operacionais c/ atividades institucionais Despesas operacionais Despesas com pessoal Despesas administrativas e gerais Despesas financeiras e bancárias Despesas fiscais, tributárias e previdenciárias Despesas com gratuidades
Nota
11
12 13
11
12 13
NOTAS EXPLICATIVAS CONSOLIDADAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (Em Reais) 1. OBJETIVOS SOCIAIS: Instituto Irmãs Missionárias de Nossa Senhora Consoladora, fundado em 03 de março de 1950, é uma associação civil e religiosa, sem fins econômicos e lucrativos, de natureza confessional, beneficente e filantrópica, de caráter educacional e de assistência social, que se rege pelo seu Estatuto Social e pela legislação aplicável. O Instituto é composto pelas seguintes unidades: Instituto Irmãs Missionárias de Nossa Senhora Consoladora – Sede, Colégio Nossa Senhora Consolata, Casa Jardim Consolata, Colégio Cristo Rei, Casa José Allamano e Escola Anjo da Guarda. O Instituto tem por finalidade evangelização de pessoas, tendo como instrumento a educação e assistência social, promovendo, defendendo e protegendo a infância, a adolescência e adultos em consonância com a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O Instituto foi reconhecido como entidade de Utilidade Pública Federal pelo Decreto nº 60.583, de 11 de abril de 1967, publicado no Diário Oficial da União de 20 de abril de 1967, declarado de Utilidade Pública Estadual pela Lei nº 7.580 de 05 de dezembro de 1962, declarado de Utilidade Pública do Município de São Paulo pelo Decreto nº 8.906 de 30 de julho de 1970. Também, encontra-se registrado no Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) pelo Processo nº 61.925/52 e recadastrado pela Resolução CNAS nº 076/95. 2. BASE DE PREPARAÇÃO: a. Declaração de conformidade - As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade (BRGAAP), consubstanciadas nos pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e nas disposições aplicáveis às instituições sem fins lucrativos, expedidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), em especial a ITG 2002 – Entidade Sem finalidade de Lucros e NBC TG 1000 – Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas, que visam orientar o atendimento às exigências legais sobre procedimentos contábeis a serem cumpridos pelas pessoas jurídicas de direito privado sem finalidade de lucros. A emissão dessas demonstrações financeiras foi autorizada pela Administração em 09 de abril de 2013. b. Base de mensuração - As demonstrações financeiras foram preparadas com base no custo histórico. c. Moeda funcional e moeda de apresentação - As demonstrações financeiras estão sendo apresentadas em reais, que é a moeda funcional do Instituto. d. Uso de estimativas e julgamentos - A preparação das demonstrações financeiras de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no período em que as estimativas são revisadas e em quaisquer períodos futuros afetados. 3. PRINCIPAIS POLITICAS CONTÁBEIS: a. Apuração do superavit - O reconhecimento das receitas e despesas é efetuado em conformidade com o regime contábil de competência de exercício. A receita de serviços prestados é reconhecida no resultado em função da sua realização. A receita de doações é reconhecida quando do seu efetivo reconhecimento. Uma receita não é reconhecida se há uma incerteza significativa na sua realização. Ativos circulantes e não circulantes. b. Caixa e equivalentes de caixa - Caixa e equivalentes de caixa abrangem saldos bancários de livre movimentação e investimentos financeiros com vencimento original de três meses ou menos a partir da data da contratação e estão demonstrados pelo valor da aplicação, acrescidos dos rendimentos correspondentes, apropriados até a data do balanço. c. Aplicações financeiras - As aplicações financeiras com vencimento em prazos inferiores a 12 meses são demonstradas no ativo circulante, as aplicações financeiras em prazos superiores a 12 meses, são demonstradas no realizável a longo prazo, ambas pelo valor da aplicação, acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço. d. Anuidades a receber - Estão representadas pelo seu valor original, deduzidas das gratuidades concedidas e descontos contratuais. O valor da provisão para créditos de liquidação duvidosa foi constituído de forma a cobrir as perdas estimadas na realização das anuidades escolares na forma da lei. e. Despesas antecipadas - Refere-se a pagamento antecipado de férias e apólice de seguros, cujo período de vigência beneficia o exercício seguinte. f. Imobilizado - Registrado ao custo de aquisição, formação ou construção. As depreciações são calculadas pelo método linear, às taxas mencionadas na Nota Explicativa 7 com base em taxas que levam em conta o tempo de vida útil estimado dos bens. g. Redução ao valor recuperável - Os ativos sujeitos à depreciação ou amortização são revisados anualmente para verificação do valor recuperável. Quando houver indício de perda do valor recuperável (impairment), o valor contábil do ativo é testado. Quando houver perda, ela é reconhecida pelo montante em que o valor contábil do ativo ultrapassa seu valor recuperável; ou seja, o maior valor entre o preço líquido de venda e o valor em uso de um ativo. A administração do Instituto, não identificou em 2011 e 2012 indícios que pudessem gerar uma redução valor recuperável. h. Demais ativos circulantes e não circulantes - Os demais ativos circulantes e não circulantes estão apresentados aos valores de custo, que não excedem o valor de realização. i. Passivos circulantes - Os passivos circulantes são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis acrescidos, quando aplicável dos correspondentes encargos, variações monetárias incorridos até a data do balanço patrimonial. O passivo para remuneração de funcionários, principalmente relativo aos encargos de férias, é provisionado à medida que vencem os períodos aquisitivos. j. Receitas antecipadas - Refere-se a parcelas de anuidades recebidas antecipadamente neste exercício, registradas no passivo circulante por se tratar de receita do exercício seguinte. k. Provisões - Uma provisão é constituída no balanço, quando possui uma obrigação legal ou constituída como resultado de um evento passado, e é provável que um recurso econômico, seja requerido para saldar a obrigação. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. l. Patrimônio líquido - Representa o patrimônio inicial, acrescido ou reduzido dos superavits/ deficits apurados anualmente desde a data de sua constituição que são empregados integralmente nos objetivos sociais do Instituto, conforme divulgado na nota explicativa 1. m. Instrumentos financeiros - Ativos e passivos financeiros não derivativos. O Instituto reconhece os recebíveis e depósitos inicialmente na data em que foram originados. Todos os outros ativos e passivos financeiros são reconhecidos inicialmente na data da negociação na qual se torna uma das partes das disposições contratuais do instrumento. O Instituto tem o seguinte ativo financeiro não derivativo: ativo financeiro registrado pelo valor justo por meio do resultado: Caixa e equivalentes de caixa e aplicações financeiras. Todos os passivos financeiros não derivativos da Entidade são reconhecidos inicialmente na data de negociação na qual se torna uma parte das disposições contratuais do instrumento. O Instituto baixa um passivo financeiro quando tem suas obrigações contratuais retiradas, canceladas ou vencidas. Os ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é apresentado no balanço patrimonial quando, e somente quando, tenha o direito legal de compensar os valores e tenha a intenção de liquidar ou de realizar o ativo e quitar o passivo simultaneamente. O Instituto tem os seguintes passivos financeiros não derivativos: Fornecedores, Receitas Antecipadas e Outras Obrigações a Pagar. Tais passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos. 4. CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA: 2012 2011 Caixa 51.601 72.729 Bancos c/ movimento 103.376 91.476 Bancos c/ poupança 525.832 520.114 Aplicações financeiras 8.154.718 4.377.561 8.835.527 5.061.880 As aplicações financeiras que apresentam liquidez imediata, e que possuem resgates rotineiros em conformidade com a necessidade de caixa, estão sendo classificadas como caixa e equivalentes de caixa. Instituição Modalidade 31/12/2012 31/12/2011 Banco Itaú Fundo Espec. Refer. DI FIC 1.323.647 1.229.984 Caixa Econômica Federal FIC Personal RF 233.327 215.902 1.556.974 1.445.885 Banco Itaú CDB/DI 2.139.184 1.977.233 Banco do Brasil - Sede CDB/DI 4.335.597 657.940 Caixa Econômica Federal CDB/DI 192.371 Banco Bradesco CDB/DI 122.964 104.132 6.597.744 2.931.676 8.154.718 4.377.561 As aplicações financeiras referem-se a: Fundo de investimento em cotas de fundo de investimentos principal referenciado DI, que acompanha as variações diárias da taxa de juros do CDI ou da taxa SELIC, mediante aplicação de seus recursos em cotas de fundos de investimentos e certificados de depósitos bancários remunerados às taxas que variam entre 100% a 103% do Certificado de Depósito Interbancário CDI, estando aplicados em instituições financeiras de primeira linha, como forma de diminuir eventuais riscos de perdas. As aplicações financeiras não estão sujeitas à incidência de impostos, devido o Instituto gozar de imunidade de tributos federais. Os rendimentos financeiros referentes essas aplicações são reconhecidos mensalmente. 5. ANUIDADES A RECEBER: 2012 2011 Anuidades a receber – do exercício 307.148 324.141 Anuidades a receber – exercícios anteriores 738.850 757.574 (-) Provisão p/ créditos de liquidação duvidosa (619.042) (165.727) 426.956 915.988 Até 28 de fevereiro de 2013, as anuidades a receber do exercício foram recebidas em cerca de 32%. 6. APLICAÇÕES FINANCEIRAS – NÃO CIRCULANTE: 2012 2011 Banco Itaú – CDB/DI 555.363 Caixa Econômica Federal-FIC Personal RF 207.660 207.660 555.363 As aplicações financeiras com finalidade de investimentos e que possuem prazos de vencimentos superiores a 12 meses estão sendo apresentadas no ativo não circulante. Os rendimentos financeiros referentes essas aplicações são reconhecidos mensalmente. 7. IMOBILIZADO: a. Em uso 2012 Taxa média Custo Deprec. Saldo 2011 de deprec. % Líquido Imobilizado ao a.a Terrenos 37.022.777 - 37.022.777 38.390.777 Benfeitorias Imóveis 4% 12.589.958 (4.071.139) 8.518.819 9.047.389 Instalações 10% Máquinas e equipamentos 10% 339.520 (225.539) 113.981 127.385 Aparelhos de som, vídeo e imagem 10% 164.047 (131.733) 32.314 47.569 Móveis e utensílios 10% 765.770 (644.831) 120.939 183.778 Equipamentos de informática 20% 315.108 (299.836) 15.272 25.937 Veículos 20% 381.145 (253.064) 128.081 146.450 Outras imobilizações 10% 373.564 (215.041) 158.524 158.228 51.951.890 (5.841.183) 46.110.707 48.127.513 No exercício findo em 31 de dezembro de 2012, foi vendido um imóvel situado em Erechim pelo valor total R$ 3.700.000, integralmente recebido. O custo deste imóvel era de R$ 1.368.000, resultando assim em um resultado positivo na venda de R$ 2.332.000, classificado no grupo de receita transitória. b. Cedido em comodato 2012 Taxa média Custo Deprec. Saldo 2011 de deprec. % Líquido Imobilizado ao a.a Terrenos 450.000 450.000 450.000 Imóveis 4% 1.110.110 (399.640) 710.470 754.875 Aparelhos de som, vídeo e imagem 10% 6.119 (5.507) 612 1.224 Móveis e utensílios 10% 64.592 (55.447) 9.145 15.605 Outras imobilizações 10% 35.281 (31.753) 3.528 7.056 1.666.102 (492.346) 1.173.756 1.228.759 A movimentação do imobilizado pode ser assim demonstrada:
2012 2011 No início do exercício 49.356.272 49.946.285 Aquisições 67.642 443.300 Depreciação (758.173) (739.461) Ajustes de depreciação (17.162) Alienação / baixas (1.451.563) (349.489) Baixas de depreciação 70.284 72.799,64 No fim do exercício 47.284.462 49.356.272 Imobilizado cedido em comodato refere-se a bens pertencentes ao Colégio Cristo Rei e que encontram-se cedidos em comodato à Fundação L’Hermitage, conforme determinado no Contrato de Transferência de Mantença, Comodato e Outras Avenças, datado de 06 de novembro de 2009 (descrito na nota explicativa 10, item c). 8. OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS: 2012 2011 Provisões de férias e encargos 226.932 214.377 Rescisões a pagar 3.626 230.558 214.377 9. PROVISÃO PARA CONTINGÊNCIAS: O Instituto é pólo passivo em ações judiciais e administrativas, decorrentes do curso normal das operações, envolvendo substancialmente questões previdenciárias e trabalhistas. Respaldada pela representação de seus assessores jurídicos, os processos existentes em 31 de dezembro de 2012 foram classificados como risco de perda possível ou remota, conseqüentemente nenhuma provisão foi constituída nas demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2012 de acordo com a Resolução 1.180 do CFC de 24 de julho de 2009 que aprova a NBC T 19.7 Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes, em consonância com os pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis. 10. PATRIMÔNIO SOCIAL: a. Patrimônio Social - Os superavits do Instituto são empregados integralmente nos seus objetivos sociais comentados na Nota Explicativa 1. O Patrimônio Social acumula valores recebidos de ajustes, consumo do saldo da reserva de reavaliação e parcelas de superavits/deficits de exercícios anteriores. O valor do superavit será incorporado ao Patrimônio Social, conforme Resolução CFC N.º 1.409/12 que aprovou Interpretação ITG 2002 – Entidade sem Finalidade de Lucros. b. Dissolução ou extinção - Na eventual possibilidade de encerramento das atividades do Instituto, por meio de anuência de 2/3 (dois terços) de suas associadas em Assembléia Geral, seu patrimônio social será destinado para instituição beneficente de assistência social, congênere ou afim, dotada de personalidade jurídica, sem fins econômicos e lucrativos, com sede e atividades preponderantes no Estado de São Paulo, devidamente registrada no Conselho Nacional de Assistência Social (C.N.A.S.), inscrita no Conselho Municipal de Assistência Social, preferentemente constituída pelas Religiosas Professas, Irmãs Missionárias da Consolata, da Igreja Católica Apostólica Romana, conforme decidido pela Assembleia Geral. c. Transferência de mantença - Em decorrência do Contrato de Transferência de Mantença, Comodato e Outras Avenças, datado de 06 de novembro de 2009, com efeitos a partir de 01 de janeiro de 2010, o Instituto Irmãs Missionárias de Nossa Senhora Consoladora, transferiu a mantença do Colégio Cristo Rei, bem como cedeu em comodato seu imóvel e respectivas instalações à Fundação L’Hermitage. O comodato teve início em 01 de janeiro de 2010, e terá prazo de 3 (três) anos, sendo automaticamente e sucessivamente renovado, por igual período, caso não haja manifestação expressa de oposição da parte interessada no prazo de 180 (cento e oitenta) dias anteriores a seu termo. 11. RECEITAS FINANCEIRAS E PATRIMONIAIS: 2012 2011 Da educação Rendimentos de aplicações financeiras 244.505 354.923 Aluguéis ativos 425.506 306.118 Recuperação de despesas e reembolsos 150.411 86.227 Acréscimos escolares 68.308 62.941 Donativos em gêneros 5.581 2.803 Outras 25.138 57.354 919.450 870.367 2012 2011 Das atividades institucionais Rendimentos de aplicações financeiras 176.376 191.319 Aluguéis ativos 82.389 164.596 Donativos de pessoas físicas 3.000 Outras 10.534 25.274 269.299 384.189 12. DESPESAS COM PESSOAL: 2012 2011 Da educação Salários e remunerações (3.447.783) (3.334.109) Provisões férias e 13º salários (781.457) (771.865) Encargos sociais (444.288) (388.343) Benefícios (112.146) (111.730) Aprendizes (14.027) (12.014) Outras remunerações (189.102) (141.929) (4.988.803) (4.759.990) 2012 2011 Das atividades institucionais Salários e remunerações (361.799) (304.481) Provisões férias e 13º salários (80.516) (64.379) Encargos sociais (33.800) (39.239) Benefícios (33.082) (29.893) Outras remunerações (5.055) (7.349) (514.252) (445.342) 13. DESPESAS ADMINISTRATIVAS E GERAIS: 2012 2011 Da Educação Prestadores de serviços - PJ (478.148) (469.482) Depreciação (399.371) (406.796) Despesas com ocupação de imóveis (174.427) (229.846) Utilidades e serviços (215.282) (209.988) Seguros (174.076) (182.081) Materiais de consumo (126.951) (126.865) Créditos de liquidação duvidosa (453.315) (113.303) Despesas com APM (105.161) (81.580) Perdas e danos (90.953) (67.644) Sindicatos e entidades de classe (61.175) (58.755) Alimentação (49.339) (39.559) Remédios e medicamentos (11.871) (13.440) Despesas com veículos (7.848) (6.997) Treinamentos / capacitação profissional (2.160) (5.214) Prestadores de serviços - PF (1.590) Outras (108.645) (93.889) (2.458.724) (2.107.030) 2012 2011 Das atividades institucionais Prestadores de serviços - PJ (473.408) (315.598) Depreciação (358.801) (332.665) Utilidades e serviços (186.173) (192.353) Alimentação (96.201) (109.977) Despesas com ocupação de imóveis (57.031) (49.550) Treinamentos / capacitação profissional (25.095) (41.687) Remédios e medicamentos (28.234) (30.808) Despesas com veículos (22.222) (28.429) Perdas e danos (24.442) Materiais de consumo (19.783) (20.222) Sindicatos e entidades de classe (16.173) (14.925) Seguros (20.885) (18.050) Locação de bens móveis (751) (2.018) Serviços prestados por voluntários (10.481) Outras (266.967) (288.243) (1.582.206) (1.468.965) 14. CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL: A certificação das entidades beneficentes de assistência social é concedida às pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, reconhecidas como entidades beneficentes de assistência social com a finalidade de prestação de serviços nas áreas de assistência social, saúde e educação e que atendam ao disposto na Lei nº 12.101, de 27 de novembro de 2009, e posterior regulamentação. O Instituto foi registrado no Conselho Nacional de Assistência Social – CNAS, conforme Processo nº 61.925/52, e recadastrado pela Resolução CNAS nº 076/95, tendo seu Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social original deferido em vinte e nove de novembro de 1966 através do Processo nº 32224/1966. O Instituto teve seu Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS) renovado, julgado o processo nº 71010.004099/2009-94, pelo Ministério da Educação, conforme Portaria nº 280 de 01 de setembro de 2010. O referido certificado é válido de 01 de janeiro de 2010 a 31 de dezembro de 2012. O Instituto protocolizou tempestivamente em 27/06/2012 pedido de renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social, através do Processo nº 2300.008684/2012-35, sendo este remetido ao Ministério da Educação, o qual encontra-se em análise. Para obter a certificação ou sua renovação, as entidades beneficentes de educação deverão aplicar anualmente em gratuidade, pelo menos 20% (vinte por cento) da receita anual efetivamente recebida. § 1º - A entidade também deverá oferecer bolsas de estudo nas seguintes proporções: a) No mínimo, uma bolsa de estudo integral para cada 9 (nove) alunos pagantes da educação básica; b) Bolsas parciais de 50% (cinqüenta por cento), quando necessário para o alcance do número exigido. A demonstração do percentual atingido em gratuidades pelo Instituto pode ser assim demonstrada: 2012 2011 Receita bruta de mensalidades do exercício 9.168.415 9.336.229 Recebimentos de parcelas do exercício de 2010 (em 2012) 34.493 Recebimentos de parcelas do exercício de 2011 (em 2012) 194.524 178.216 (-) Bolsas de estudos integrais (100%) (1.097.563) (1.124.928) (-) Bolsas de estudos parciais (50%) (327.599) (416.912) (-) Bolsas de estudos parciais (outros%) (158.799) (123.029) (-) Bolsas de estudos integrais (convenção coletiva) (394.267) (314.807) (-) Mensalidades a receber no final do exercício (nota 5) (307.148) (324.141) Total da receita efetivamente recebida (Base de Cálculo) 7.112.058 7.210.628 Gratuidade mínima para a Lei 12.101/2009 1.422.412 1.442.126 Gratuidade aplicada Bolsas de estudos integrais (100%) 1.097.563 1.124.928 Bolsas de estudos parciais (50%) 327.599 416.912 Bolsas de estudos parciais 158.799 123.029 1.583.960 1.664.870 Percentual aplicado 22,27% 23,09%
2012
2011
7.190.188 1.978.227 9.168.415 84.557 919.450 10.172.422
7.356.553 1.979.677 9.336.229 78.986 870.367 10.285.582
(4.988.803) (2.458.724) (38.680) (1.115) (1.978.227) (58.506) (9.524.056)
(4.759.990) (2.107.030) (42.125) (1.940) (1.979.677) (76.460) (8.967.222)
29.199 677.565
(2.269) 1.316.091
269.299 10.481 279.780
384.189 384.189
(514.252) (1.582.206) (787) (4.939) (218.472) (2.320.655)
Outras receitas / despesas Receitas / despesas transitórias e eventuais 7a 2.338.354 Resultado das atividades institucionais - superavit (deficit) 297.479 Superavit (deficit) do exercício 975.043 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
(445.342) (1.468.965) (1.006) (67.812) (295.900) (2.279.025) (706.141) (2.600.977) (1.284.886)
DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS DOS FLUXOS DE CAIXA - MÉTODO INDIRETO - EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 - (Em Reais) 2012 Fluxo de caixa das atividades operacionais Superavit (deficit) do exercício Ajustes por : Depreciação / amortização Ajuste de depreciação Baixa líquida do ativo imobilizado Provisão para créditos de liquidação duvidosa - PDD Ajuste de exercícios anteriores (=) Resultado Líquido Ajustado Variações nos ativos e passivos: Redução (aumento) em anuidades a receber (Aumento) redução em contas a receber (Aumento) redução em adiantamentos (Aumento) redução em despesas antecipadas (Aumento) em outros créditos (Redução) em realizável a longo prazo (Redução) aumento em contas a pagar (Aumento) em obrigações trabalhistas (Redução) em impostos e contribuições a recolher (Redução) aumento em receitas antecipadas
2011
975.043
(1.284.886)
758.173 1.381.279 453.315 3.567.810
739.461 17.162 276.689 113.303 (20.400) (158.670)
35.717 (65.866) (2.700) (2.392) (4.849) 345.203 (21.831) 16.180 (196) (25.788) 273.478 3.841.289
(33.221) 201.535 69.868 7.221 (10.582) 6.137 17.981 17.889 (366) 11.588 288.051 129.381
Caixa líquido proveniente das atividades operacionais Fluxo de caixa das atividades de investimentos Aquisição de imobilizado (67.642) Caixa líquido usado nas atividades de investimentos (67.642) Fluxo de caixa das atividades de financiamentos Caixa líquido proveniente das atividades de financiamento Variação do caixa e equivalentes de caixa 3.773.647 Demonstração do aumento (redução) do caixa e equivalentes de caixa No fim do exercício 8.835.527 No início do exercício 5.061.880 Variação do caixa e equivalentes de caixa 3.773.647 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras
(443.300) (443.300) (313.920) 5.061.880 5.375.800 (313.920)
Em 31 de dezembro de 2012, as gratuidades escolares integrais, decorrentes de bolsas de estudos de convenção coletiva totalizam o montante de R$ 394.267 (R$ 314.807 – 2011). Os projetos de ações institucionais são: 2012 2011 Projeto Parceria Casa de Apoio à Criança (HIV) 50.000 70.000 Projeto de Apoio à Família 23.549 51.955 Projeto Terceira Idade 24.798 58.492 Projeto Promoção da Mulher 4.154 4.147 Projeto Formação de Cidadão 5.703 3.139 Projeto de Promoção Comunidade Indígena 6.374 3.127 Convênio Filantrópico – CCNS Aparecida 162.400 181.500 276.978 372.360 Quadro demonstrativo de bolsas escolares concedidas no exercício de 2012: Assistência Educacional Total 100% 50% Conv. SócioInstituc. Total de Matriculados Coletiva Educ. Atendim. Educação Infantil 409 40 17 15 24 3 99 Ensino Fundamental I 278 33 25 12 7 14 91 Ensino Fundamental II 320 39 27 15 17 8 106 Ensino Médio 199 32 15 11 7 8 73 1.206 144 84 53 55 33 369 Quadro demonstrativo de bolsas escolares concedidas no exercício de 2011: Assistência Educacional Total 100% 50% Conv. SócioInstituc. Total de Matriculados Coletiva Educ. Atendim. Educação Infantil 391 44 24 7 13 0 88 Ensino Fundamental I 309 33 28 17 18 7 103 Ensino Fundamental II 366 47 31 13 11 5 107 Ensino Médio 215 37 22 6 9 7 81 1.281 161 105 43 51 19 379 15. IMUNIDADE TRIBUTÁRIA / ISENÇÕES USUFRUÍDAS: O Instituto é imune de Impostos e de Contribuições para a Seguridade Social por força do artigo 150, inciso VI, alínea “c” e do § 7º do art. 195, da Constituição Federal, sendo reconhecida como de utilidade pública no âmbito federal e estadual. Ademais, cumpre integralmente todos os requisitos no Código Tributário Nacional para gozo da imunidade tributária. O Instituto está sob proteção da Adin nº 2028-5, STF, datada de 14/07/1999 que suspendeu os efeitos da Lei nº 9.732/98, que visam limitar a Isenção (Imunidade) das Contribuições à Seguridade Social – INSS. O Instituto, a título de demonstração, vem evidenciando suas contribuições sociais usufruídas com base na Lei 8.212/91, em sua redação primitiva. Esses valores anuais equivalem à Isenção (Imunidade) Usufruída – INSS. 2012 2011 Custo da Isenção Usufruída-INSS- Empresa 947.534 902.356 Custo da Isenção Usufruída-INSS- RAT 47.377 45.102 Custo da Isenção Usufruída-INSS- Terceiros 213.195 202.959 1.208.106 1.150.417 16. COBERTURA DE SEGUROS: O Instituto possuiu cobertura de seguros e riscos diversos para os bens do ativo imobilizado, que foram definidas por orientação de especialistas e levam em consideração a natureza de sua atividade e o grau de risco envolvido. A Administração, baseada na orientação desses consultores, considera as coberturas suficientes para cobrir eventuais perdas. Flávia Roberta Mendes Contador CRC 1SP 221432/O-7 CPF 151.267.458-32 Monello Contadores CRC 2SP 014827/O-0
Ir. Hilda Maria Motter Carbonera Diretora Vice Presidente CPF 991.437.208-20
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Às Administradoras Instituto Irmãs Missionárias de Nossa Senhora Consoladora Examinamos as demonstrações financeiras consolidadas do Instituto Irmãs Missionárias de Nossa Senhora Consoladora, que compreende o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do superavit/deficit, das mutações do patrimônio social e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo as principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Entidade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude e erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causadas por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Entidade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Entidade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Instituto Irmãs Missionárias de Nossa Senhora Consoladora em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. São Paulo, 09 de abril de 2013. LM AUDITORES ASSOCIADOS CRC 2SP018.611/O-8 Mauricio Diácoli CRC 1SP129.562/O-5
DIÁRIO DO COMÉRCIO
24 -.ECONOMIA/LEGAIS
e
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Enquanto os benefícios dessas políticas monetárias são evidentes, os efeitos colaterais precisam ser monitorados e controlados. Relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI)
conomia
FMI alerta para dívidas de empresas As companhias de países emergentes estão se endividando muito, segundo relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI). O Brasil está neste grupo. Locar Guindastes e Transportes Intermodais S.A. CNPJ nº 43.368.422/0001-27 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 172.103 172.115 134.759 154.786 Passivo/Circulante Empréstimos e financiamentos 100.828 80.164 18.791 42.520 34.079 35.301 87.659 85.673 Debêntures 13.504 19.766 1.150 – Fornecedores 20.210 15.862 24.094 21.626 Obrigações trabalhistas e tributárias Débitos diversos 2.482 8.504 1.362 2.056 Contas a pagar por aquisição de empresa 1.000 11.713 1.703 2.911 – 805 821.416 780.081 Transações com partes relacionadas 399.517 406.638 Não circulante 5.371 13.955 Empréstimos e financiamentos 246.054 230.894 2.176 1.970 Debêntures 66.031 99.032 – 2.508 IR e contribuição social diferidos 78.361 66.590 7.547 18.433 Prov. para demandas judiciais e admin. 3.115 3.511 Imobilizado líquido 801.130 748.909 Contas a pagar por aquisição de empresa 5.956 6.000 Intangível líquido 12.739 12.739 Outras contas a pagar – 611 Total do ativo 956.175 934.867 Patrimônio líquido 384.555 356.114 31/12/2012 31/12/2011 Capital social 250.000 250.000 Lucro líquido do exercício 29.101 26.622 Ajuste de avaliação patrimonial 27.972 34.213 (+/–) Outros resultados abrang. do exerc. – – Reserva de lucros 106.583 71.901 29.101 26.622 Total do passivo (=) Resultado abrangente do exercício 956.175 934.867 Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido Capital Ajuste de avaliação Reservas de lucros Lucros social patrimonial Legal Retenção Total acumulados Total Saldos em 31 de dezembro de 2010 149.000 40.454 6.813 139.948 146.761 – 336.215 Aumento de capital 101.000 – – (87.708) (87.708) – 13.292 Lucro líquido do exercício – – – – – 26.622 26.622 Constituição de reserva legal – – 1.331 – 1.331 (1.331) – Dividendos propostos – – – (13.692) (13.692) (6.323) (20.015) Realização do custo atribuído (líquido dos impostos) – (6.241) – 6.241 6.241 – – Retenção dos lucros – – – 18.968 18.968 (18.968) – Saldos em 31 de dezembro de 2011 250.000 34.213 8.144 63.757 71.901 – 356.114 Lucro líquido do exercício – – – – – 29.101 29.101 Constituição da reserva legal – – 1.455 – 1.455 (1.455) – Distribuição antecipada de lucros – – – (660) (660) – (660) Realização do custo atribuído (líquido dos impostos) – (6.241) – 6.241 6.241 – – Retenção dos lucros – – – 27.646 27.646 (27.646) – 250.000 27.972 9.599 96.984 106.583 – 384.555 Saldos em 31 de dezembro de 2012 Ativo/Circulante Caixa e equivalentes de caixa Contas a receber Contas a receber de partes relacionadas Tributos a recuperar Créditos diversos Despesas antecipadas Não circulante Tributos a recuperar Depósitos judiciais Despesas antecipadas
31/12/2012 31/12/2011 Receitas 483.538 444.901 Vendas de mercadoria, produtos e serviços 478.975 436.689 Outras receitas 4.563 8.212 Insumos adquiridos de terceiros Matérias-primas consumidas (230.314) (179.773) (230.314) (179.773) Custo de produtos, merc. e serviços vendidos Valor adicionado bruto 253.224 265.128 (49.733) (53.125) Depreciação, amortização e exaustão líquidas 203.491 212.003 Valor adicionado total a distribuir Distribuição do valor adicionado As demonstrações financeiras são elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que compreendem os pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) que estão em conformidade com as normas internacionais de contabilidade emitidas pelo IASB. O Parecer dos Auditores independentes, emitido em 04/04/2013 pela ERNST & YOUNG TERCO, expressa a opinião de que as
31/12/2012 31/12/2011 27.719 26.802 57.188 47.049 1.115 2.071 10.670 11.992 48.323 53.359 13.206 16.828 16.169 28.611 – 6.323 29.101 18.968 203.491 212.003 demonstrações financeiras apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa. A íntegra das notas explicativas e do parecer dos auditores está à disposição dos acionistas na sede da Companhia. Pessoal: Salários, encargos e benefícios Impostos, taxas e contribuições: Federais Estaduais Municipais Remun. de capit. de terc.: Juros e desp. financ. Aluguéis Outras Remuneração de capitais próprios: Dividendos Retenção de lucros
Receita operacional líquida Custo dos serviços prestados Lucro bruto Receitas/(despesas) operacionais: Administrativas Comerciais Outras receitas/(despesas) operacionais Lucro oper. antes do resultado financeiro: Resultado financeiro: Despesas financeiras Receitas financeiras Lucro oper. antes da prov. p/o IR e da CS IR e contribuição social - corrente IR e contribuição social - diferido Lucro líquido do exercício Lucro por lote de mil ações
31/12/2012 31/12/2011 417.962 383.387 (284.660) (241.594) 133.302 141.793 (46.635) (59.651) (35.802) (40.286) (15.518) (18.292) 4.685 (1.073) 86.667 82.142 (43.760) (45.147) (48.323) (53.359) 4.563 8.212 42.907 36.995 (2.035) (6.946) (11.771) (3.427) 29.101 26.622 22,18 23,08 31/12/2011 31/12/2012 (Reclas.) 42.907 36.995
Atividades operacionais Lucro líquido antes do IR e da CS Ajus. de itens sem desemb. de caixa p/conciliação do luc. antes do IR e da CS com o fxo. de cx. Depreciações e amortizações 49.733 53.125 Ganho sobre baixa dos ativos imob. (3.787) 46 Ajuste a valor presente (387) 440 Provisão para demandas judiciais (396) 835 Prov. para perdas de liquidação duvidosa 2.663 3.815 Diferencial de alíquota ICMS sobre imob. – (40) Ajustes de cap.l de giro: Contas a receber (4.649) (25.658) Tributos a recuperar 6.116 1.185 Créditos diversos 694 90 Despesas antecipadas 3.716 1.749 Depósitos judiciais (206) (488) Contas a receber de partes relacionadas (1.150) – Fornecedores (5.875) (11.285) Obrigações trabalhistas e tributárias 4.348 3.558 IR e contribuição social pagos (2.035) (6.946) Débitos diversos (6.632) 8.183 Juros sobre capital próprio – (13.292) Contas a pagar por aquis. de empresas (10.757) 17.713 (805) 4 Contas a pagar para partes relacionadas 73.498 70.029 Flx. de caixa líq. originado de ativ. oper. Ativid. de invest.: Acréscimo do imobiliz. (117.375) (195.474) Resultados de venda de imobilizado 19.208 8.903 – (12.739) Ágio pago na aquisição de investimentos (98.167) (199.310) Flx. de caixa líq. aplic. em ativ. de invest. Ativid. de financ.: Ingressos de emprést. 245.405 284.245 Amort. de empréstimos e debêntures (243.805) (128.163) Aumento de capital social – 13.292 (660) (20.015) Distrib. de lucros e juros s/capital próprio 940 149.359 Flx. de cx. líq. origin. das ativ. de financ. (23.729) 20.078 Aum. (red.) líq. de caixa e equiv. de caixa 42.520 22.442 Caixa e equiv. de caixa em 1º de janeiro 18.791 42.520 Caixa e equiv. de caixa em 31 de dezembro
A
s empresas de países emergentes estão se endividando muito e o volume de empréstimos em moedas estrangeiras tem crescido a taxas recordes. Brasil, Turquia, China, Tailândia, Chile e Filipinas são os países em que as corporações mais se alavancaram desde 2007, ano anterior ao início da crise financeira mundial, de acordo com o relatório Estabilidade Financeira Global, divulgado ontem na reunião de primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI). Para o Brasil, apesar da maior alavancagem das empresas e do crescimento das captações no exterior, o relatório nota que a exposição das grandes corporações a moedas estrangeiras parece estar menor agora do que era na época em que o banco Lehman Brothers quebrou, no segundo semestre de 2008, mesmo quando se
Contadora: Leonor Giovanini de Lima - CRC 1SP 178932/O-1
TB Serviços, Transporte, Limpeza, Gerenciamento e Recursos Humanos S/A CNPJ/MF nº 60.924.040/0001-51 Relatório da Administração Senhores Acionistas: Em Cumprimento à Lei 11.638/07, Art. 3º temos o prazer de submeter ao exame e apreciação de V. Sas, as demonstrações financeiras relativas às atividades da empresa do exercício social referente ao período de 01 de Janeiro de 2012 a 31 de Dezembro de 2012 compreendendo o Balanço Patrimonial e as correspondentes Demonstrações de Resultado do Exercício, da Movimentação nas Contas do Patrimônio Liquido e da Demonstração de Fluxo de Caixa. São Paulo, 31 de dezembro de 2012. A Diretoria Balanços Patrimoniais (Em Reais) Demonstração dos Resultados (Em Reais) Ativo 2012 2011 Passivo 2012 2011 Receita 2012 2011 Circulante 177.433.654 168.920.880 Circulante 42.113.650 52.660.640 Prestação de Serviços 280.630.304 237.730.031 Disponível 10.165.296 16.897.486 Fornecedores 6.248.196 17.992.467 Impostos (31.987.526) (28.529.382) Caixa 2.426.602 2.029.965 Obrigações com Pessoal 28.347.425 25.045.266 Receita Liquida de Serviços 248.642.778 209.200.649 Bancos 7.738.694 14.867.521 Obrigações Tributárias 1.216.876 6.371.843 Despesas e Receitas Créditos 167.268.357 152.023.393 Imposto de Renda a Pagar 1.826.234 1.452.848 Despesas Operacionais (197.467.116) (140.735.581) Clientes 101.392.554 78.915.107 Contribuição Social a Pagar 666.084 531.665 Despesas Administrativas (36.256.737) (44.851.807) Outros Créditos 62.696.156 70.618.599 Contas a Pagar 3.808.833 1.266.548 Despesas Financeiras (13.647.716) (19.543.710) Impostos a Recuperar 3.179.646 2.489.687 Não Circulante 182.293.844 165.085.500 Receitas Financeiras 1.817.850 356.632 Não Circulante 122.196.555 124.047.975 Exigível a Longo Prazo 182.293.844 165.085.500 Outras Receitas e Desp. Operacionais 3.212.094 4.140.068 Realizável a Longo Prazo 73.436.105 83.810.859 Empréstimos e Financiamentos 91.503.927 73.615.412 Lucro Operacional Liquido 6.301.152 8.566.250 Outros Créditos 428.247 5.343.860 Contas a Pagar 12.952.832 8.076.818 Lucro Antes da CSLL e IRPJ 6.301.152 8.566.250 Controladas e Coligadas 73.007.857 78.466.999 REFIS 77.837.084 83.393.270 Contribuição Social (666.084) (531.665) Investimento 230.603 231.411 Patrimônio Líquido 75.222.715 75.222.715 Imposto de Renda (1.826.234) (1.452.848) Participação Societária 230.603 231.411 Capital Social 75.095.000 75.095.000 Lucro Líquido do Exercício 3.808.833 6.581.736 Imobilizado 48.441.747 39.900.028 Reserva de Capital 601 601 Demonstração de Fluxo de Caixa – Fluxo de Operações (Em Reais) Imobilizado Liquido 48.441.747 39.900.028 Reserva de Lucros 127.114 127.114 Fluxo de Caixa Atividades Operacionais 2012 2011 Intangível 88.099 105.675 Total do Passivo 299.630.210 292.968.856 Lucro do Exercicio 3.808.833 6.581.736 Intangível 88.099 105.675 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (Em Reais) Clientes (22.477.447) (29.216.023) Total do Ativo 299.630.210 292.968.856 Res. Reserva Lucros Outros Créditos 7.922.442 3.086.455 Notas Explicativas da Administração das Demonstrações Contábeis Capital Capital de Lucro Acum. Total Impostos a Recuperar (689.958) 3.742.179 em 31 de dezembro de 2012 Saldo Empréstimos – (6.628.338) 601 – (3.642.460) 71.453.140 1) Apresentação das demonstrações contábeis: As demonstrações con- 31/12/2010 75.095.000 Fornecedores (11.744.270) 1.711.388 – – – 6.581.736 6.581.736 tábeis foram elaboradas com base nas práticas contábeis emanada da lei Resultado Obrigações com Pessoal 3.302.159 5.778.073 das Sociedades por ações 6.404/76, sendo adotadas no exercício de 2012 Distrib. Obrigações Tributárias (5.154.967) 4.230.254 – – – (2.812.161) (2.812.161) Imposto de Renda/Contribuição Social as alterações introduzidas pela lei 11.638/07 e MP nº 449/08, bem como os de Divid. 507.804 (107.661) Pronunciamentos do Comitê Contábil (CPC) quando aplicáveis. 2) Sumá- Constituição Contas a Pagar 2.542.285 (4.079.196) – – 127.114 (127.114) – Distribuição de Dividendos rio das principais práticas contábeis: As demonstrações contábeis foram de Reserva (3.808.833) (2.812.161) elaboradas com observância às práticas contábeis adotadas no Brasil. 2.1) Saldo (=) Caixa Líquido Operacional (25.791.953) (17.713.295) 601 127.114 – 75.222.715 Fluxo de Caixa Atividades Investimento Os ativos são demonstrados pelo valor de custo. 2.2) Ativos Imobilizados 31/12/2011 75.095.000 – – – 3.808.833 3.808.833 Outros Créditos são demonstrados ao custo de aquisição subtraído das depreciações acu- Resultado 4.915.612 7.563.431 muladas. 3) Aplicações – Considerada a aplicação financeira de R$ 7.738, Distrib. Controladas e Coligadas 5.459.142 (5.202.461) – – – (3.808.833) (3.808.833) Participação Societária o endividamento total passa a ser de R$ 208.930, apresentando redução de de Divid. 808 (127.114) Saldo 6,45%, conforme abaixo demonstrado: Aquisição para o Imobilizado (8.524.142) 3.131.120 601 127.114 – 75.222.715 (=) Caixa Líquido de Investimento Exigível De (R$) Para (R$) Redução (%) 31/12/2012 75.095.000 1.851.420 5.364.976 Curto Prazo 42.113 37.793 22,5 o lucro da operação nos próximos anos. Entretanto o impacto será signi- Fluxo de Caixa Atividades Financiamentos Longo Prazo 182.293 174.555 4,0 ficativamente positivo. 6) Controladas e Coligadas – O valor está assim Empréstimos e Financiamentos 17.888.514 3.796.571 Total 224.406 208.930 6,45 constituído: 4.876.014 (4.824.565) (R$) Contas a Pagar Esta redução impacta favoravelmente nos indicadores de endividamento. REFIS (5.556.185) 14.172.998 Controladas e Coligadas 73.007 A dívida líquida com bancos (Empréstimos e Financiamentos), considerada Total 17.208.343 13.145.003 73.007 (=) Caixa Líquido de Financiamento também a aplicação, apresenta o seguinte resultado: (6.732.190) 796.685 A probabilidade de recuperação deste valor nos próximos 10 anos é bas- Redução Liquida de Caixa Emprest/Financ De (R$) Para (R$) Redução (%) tante alta e assim consta do planejamento de pagamento das devedoras, Caixa Equivalentes ao Início do Período 16.897.486 16.100.802 Longo Prazo 91.503 83.765 8,45 além de ser reconhecida a obrigação em valor presente nos respectivos Disponibilidades Total 91.503 83.765 8,45 balanços. Isso pressupõe um acréscimo médio anual ao ativo circulante da Caixa Equivalentes ao Final do Período 10.165.296 16.897.486 Da mesma forma, esta redução melhora os indicadores de endividamento ordem de R$ 7.300 não tributáveis, uma vez que não se trata de receita, Disponibilidades bancário. 4) Clientes – A carteira conta com 52 clientes, todos com contra- mas sim de recuperação de mútuo. O impacto na liquidez corrente e geral principal mais juros no período de 2010 a 2012. Considerados juros anuais tos vigentes para até 5 anos das respectivas datas de assinatura e ainda só poderá ser medido quando realizado e conhecido o ativo e passivo, circu- de 9,75% (Selic), temos parcelas anuais de R$ 7.118. Esta é a obrigação passíveis de prorrogação. O valor total da carteira está assim constituído: lante e não circulante dos próximos anos. Entretanto é possível afirmar que anual máxima associada a esta conta que consideramos, de forma gerenClientes (R$) o impacto será significativamente positivo. cial, para cálculo dos indicadores correspondentes de endividamento banFaturado 101.392 7) Empréstimos e Financiamentos – O valor está assim constituído: cário e geral. Tanto assim que o artigo 14 da lei 9.964/2000 Refis admiti Saldo a Faturar 883.175 Empréstimos e Financiamentos (R$) que, para cálculo de indicadores mínimos para participar de concorrência Total 984.567 Consórcios 90.490 pública, a empresa defira o valor do Refis na forma citada acima. ConsideTodos os contratos apresentam medição e faturamento mensal. Para 2013 o Leasing 1.013 rado este preceito legal, teremos os seguintes impactos no endividamento: faturamento estimado (receita bruta) para contratos vigentes (em carteira) é Total 91.503 Exigível De (R$) Para (R$) Redução (%) de R$ 280.630. Excluem-se deste valor, os faturamentos relativos aos novos Como demonstrado, não se trata de dívida associada a tomada de capital Curto Prazo 42.113 42.113 0,0 contratos que serão assinados em 2013. 5) Outros Créditos com bancos, mas sim contratação de consórcios e leasing, todos relativos a Longo Prazo 182.293 104.456 42,7 Outros Créditos – O valor está assim distribuído: (R$) aquisição de veículos e todos os contratos com obrigação em longo prazo. Total 224.406 146.569 34,7 Cotas de Consórcios 55.804 A TB SERVIÇOS não é tomadora de capital no sistema financeiro, pelo con- É substancialmente positivo o impacto desta redução no endividamento da Adiantamentos Fornecedores 31 trário, é aplicadora. 8) REFIS – O valor (R$ 77.837) refere-se a principal TB Serviços, caindo a praticamente 2/3 do valor atual. 9) Capital Social é Consórcios Operacionais 42 mais juros em valor presente, devidos nos próximos 12 anos. O Refis foi de R$ 75.095.000,00 representadas por 75.095.000 ações totalmente inteLeasing a Apropriar 332 atualizado em 2009 para pagamento em 15 anos, dos quais já foram pagos gralizadas. São Paulo, SP, 31 de dezembro de 2012. Outros Recebíveis 6.487 Edna da Silva – Diretora José Affonso – Contador – CRC nº 1SP045694/O-0 Total 62.696 Parecer dos Auditores Independentes Não foram reconhecidos no balanço os créditos abaixo discriminados, decorrentes de ações judiciais impetradas pela TB Serviços contra antigos Aos Srs. Acionistas e Administradores da TB Serviços,Transporte, Lim- tivas contábeis mais representativas adotadas pela administração da socieclientes, relativos a ajustes e reajustes de valores contratuais. peza, Gerenciamento e Recursos Humanos S/A. 1) Examinei os Balanços dade, bem como da apresentação das demonstrações contábeis tomadas Outros Créditos a Receber (R$) Patrimoniais da empresa, levantados em 31 de dezembro de 2012 e 2011, em conjunto. 3) Com relação aos valores demonstrados em decorrência dos Ações não Julgadas 49.413 e as respectivas demonstrações de resultado, das mutações do patrimônio benefícios da Lei 11.941/2009, art. 4º, foram calculados e apresentados em Transitado em Julgado 52.794 liquido, das demonstrações do Fluxo de Caixa correspondentes aos exercí- relatório, consolidando e reconhecendo os valores apontados. 4) Com base Precatórios Emitidos 25.185 Total 127.392 cios findos naquelas datas, elaborados sob responsabilidade de sua admi- em meus exames, as demonstrações contábeis acima referidas represenNossos advogados estimam que 80% desses créditos estejam realizados nistração, minha responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre estas tam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonos próximos 5 anos, média de R$ 20.383 por ano nos próximos 5 anos. demonstrações contábeis. 2) Meus exames foram conduzidos de acordo nial e financeira da TB Serviços, Transporte, Limpeza, Gerenciamento e Sobre esta receita recairão apenas impostos de 34%, considerando que com as normas de auditoria e compreenderam: a) o planejamento dos tra- Recursos Humanos S/A, em 31 de dezembro de 2012 e 2011, o resultado todos os custos e despesas já foram incorridos. O lucro a ser incorporado balhos, considerando a relevância dos salários, o volume de transações e de suas operações, as mutações de seu patrimônio liquido e a demonstraa partir de 2013, relativo a cada parcela anual desses créditos será de o sistema Contábil de controles internos da entidade. b) a constatação com ção de fluxo de caixa, de acordo com as práticas contábeis adotadas no R$ 13.453, valor maior que o lucro líquido realizado em 2012. O impacto base em testes das evidencias a dos registros que suportam os valores e as Brasil. São Paulo, 31 de dezembro de 2012. deste lucro marginal só poderá ser medido quando realizado e conhecido informações contábeis divulgadas c) a avaliação das práticas e das estimaNelly Branco Sapede – Contador – Auditor – CRC 1SP021253/O-0
Apetece Sistemas de Alimentação S/A CNPJ/MF nº 60.166.832/0001-04 Relatório da Administração Senhores Acionistas: Em cumprimento à Lei 11.638/07, Art. 3º temos o prazer de submeter ao exame e apreciação de V. Sas., as Demonstrações Financeiras relativas às atividades da empresa do exercício social referente ao período de 01 de Janeiro de 2012 a 31 de Dezembro de 2012 compreendendo o Balanço Patrimonial e as correspondentes Demonstrações de Resultado do Exercício, da Movimentação nas Contas do Patrimônio Liquido e da Demonstração de Fluxo de Caixa. São Caetano do Sul, 31 de dezembro de 2012. A Diretoria Balanços Patrimoniais em 31 de dezembro (Em reais – R$) Demonstração dos Resultados – Exercícios findos em 31/12 (Em reais) 2012 2011 Ativo 2012 2011 Passivo 2012 2011 Receita Venda 95.556.015 78.684.697 Circulante 25.310.115 22.042.128 Circulante 13.111.766 10.326.696 Cancelamento e Devolução de Venda (83.533) (13.731) Disponível 2.280.980 4.178.770 Empréstimos Impostos (10.373.630) (8.538.915) Caixa 253.704 253.183 Fornecedores 9.064.896 5.066.956 85.098.851 70.132.051 Bancos 2.027.276 3.925.587 Obrigações com Pessoal 3.258.043 2.814.032 Receita Liquida de Serviços (77.884.798) (68.737.187) Créditos 23.029.135 17.863.358 Obrigações Tributárias 619.967 2.310.490 Despesas e Receitas: Desp. Operacionais Despesas Administrativas (6.881.012) (7.175.492) Clientes 21.943.034 15.403.790 Imposto de Renda a Pagar 31.474 11.717 Despesas Financeiras (740.734) (1.137.505) Outros Créditos 217.940 1.352.178 Contribuição Social a Pagar 18.884 7.030 Receitas Financeiras 348.503 383.140 Impostos a Recuperar 116.096 84.387 Contas a Pagar 118.503 116.471 Outras Receitas e Despesas Operacionais 141.513 6.613.105 Estoque 752.066 1.023.003 Não Circulante 11.234.114 14.262.648 82.324 78.112 Não Circulante 3.812.553 7.292.037 Exigível a Longo Prazo 11.234.114 14.262.648 Lucro Operacional Líquido 82.324 78.112 Realizável a Longo Prazo 468.396 4.456.274 Tributos Parcelados 1.054.645 1.237.422 Lucro antes da CSLL e Imp. de Renda Contribuição Social (18.884) (7.030) Outros Créditos 468.396 4.456.274 Parcelamento REFIS 10.179.469 13.025.226 Imposto de Renda (31.474) (11.717) Investimentos 4.525 4.525 Patrimônio Liquido 4.776.787 4.744.821 31.966 59.365 Outros Investimentos 4.525 4.525 Capital Social 14.620.000 14.620.000 Lucro Líquido do Exercício Imobilizado 3.322.561 2.814.167 Adiantamento para Aumento Capital 670 670 Demonstração de Fluxo de Caixa – Exerc. findos em 31/12 (Em reais) Imobilizado Líquido 3.322.561 2.814.167 Reserva de Lucro 91.331 59.365 2012 2011 Intangível 17.070 17.070 Reserva de Capital 600.105 600.105 Fluxo de Caixa Atividades Operacionais Lucro do Exercício 31.966 59.365 Intangível 17.070 17.070 Prejuízos Acumulados (10.535.319) (10.535.319) Clientes (6.539.244) 2.956.365 Total do Ativo 29.122.667 29.334.165 Total do Passivo 29.122.667 29.334.165 Outros Créditos 1.134.238 (848.606) Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido – Exercícios findos em 31/12 (Em reais) Impostos a Recuperar (31.709) 630 Capital Adto. p/ Aumento Reserva de Reserva Reserva de Prejuízos Estoque 270.937 3.873.793 Social de Capital Reavaliação de Lucros Corr. Monetária Acumulados Total Empréstimos – (1.188.438) Saldo em 31/12/2009 7.170.000 670 599.532 – 573 (48.110.176) (40.339.401) Fornecedores 3.997.940 (1.904.141) Resultado – – – – – 37.574.857 37.574.857 Obrigações Trabalhistas 444.011 666.703 Aumento de Capital 7.450.000 – – – – – 7.450.000 Obrigações Fiscais (1.690.523) 1.286.591 Saldo em 31/12/2010 14.620.000 670 599.532 – 573 (10.535.319) 4.685.456 Imposto de Renda/Contribuição Social 31.611 18.747 Resultado – – – – – 59.365 59.365 2.031 62.166 Constituição Reserva – – – 59.365 – (59.365) – Contas a Pagar (=) Caixa Líquido Operacional (2.348.740) 4.983.176 Saldo em 31/12/2011 14.620.000 670 599.532 59.365 573 (10.535.319) 4.744.821 Resultado – – – – – 31.966 31.966 Fluxo de Caixa Atividades Investimento 3.987.878 – Constituição Reserva – – – 31.966 – (31.966) – Investimentos (508.394) (1.031.381) Saldo em 31/12/2012 14.620.000 670 599.532 91.331 573 (10.535.319) 4.776.787 Aquisição para o Imobilizado (=) Caixa Líquido de Investimento 3.479.484 (1.031.381) Notas Explicativas da Administração das Demonstrações Contábeis ções contábeis foram elaboradas com observância às práticas contábeis Fluxo de Caixa Atividades Financiamentos em 31/12/2012. – 1) Apresentação das demonstrações contábeis: As adotadas no Brasil. 2.1) Os ativos são demonstrados pelo valor de custo. Tributos Parcelados (182.777) 1.237.422 demonstrações contábeis foram elaboradas com base nas práticas contá- 2.2) Ativos Imobilizados são demonstrados ao custo de aquisição subtra- Parcelamento REFIS (2.845.757) (2.057.252) beis emanada da Lei das Sociedades por Ações 6.404/76, sendo adotadas ído das depreciações acumuladas. 3) Capital Social é de R$ 14.620.000,00 (=) Caixa Líquido de Financiamento (3.028.534) (819.830) no exercício de 2012 as alterações introduzidas pela lei 11.638/07 e MP nº representadas por 14.620.000 ações totalmente integralizadas. Redução Líquida de Caixa (1.897.790) 3.131.965 449/08 bem como os pronunciamentos do Comitê Contábil (CPC) quando Caixa Equiv. Início do Período: Disponibilid. 4.178.770 1.046.805 Eunice da Silva Gomes Cunha – Diretora Caixa Equiv. Final do Período: Disponibilid. 2.280.980 4.178.770 aplicáveis. 2) Sumário das principais práticas contábeis: As demonstraJosé Affonso – Contador CRC 1SP045694/O-0
considera essa exposição pelo mercado de derivativos. Logo após a falência do banco norteamericano, o crédito bancário secou, o dólar disparou e empresas como Aracruz e Sadia tiveram problemas em seus balanços por causa de derivativos atrelados ao dólar. As emissões corporativas de países emergentes bateram em quase US$ 600 bilhões em 2012, enquanto as captações por meio de ofertas de ações recuaram para cerca de US$ 100 bilhões, de acordo com dados do relatório. O quadro do ano passado é o inverso de 2007 ou 2010, quando as emissões de renda variável superaram as de renda fixa. O FMI argumenta que a alavancagem das empresas ainda não é excessiva, mas se esse ritmo for mantido pode representar um risco, pois elas estão mais expostas às variações das moedas estrangeiras e juros. Esse maior endividamento é uma consequência da política monetária pouco convencional dos bancos centrais dos países desenvolvidos, destaca o FMI. Se mantida por muito tempo, pode ser um risco ao sistema financeiro e aos bancos e provocar fluxos intensos de capital rumo aos mercados emergentes. Se revertida e os juros subirem no mundo desenvolvido, pode representar um risco para as empresas mais endividadas. Nos últimos cinco anos, os empréstimos em moeda estrangeiras das empresas dos emergentes cresceram 50%, segundo o relatório. Em um cenário de juros muito baixos nos países desenvolvidos, graças à estratégia dos bancos centrais para estimular a economia, e com um
mercado de ações mais difícil para emissões, muitas empresas de mercados emergentes têm tomado empréstimos com taxas menores em moeda estrangeira. A presidente do Fundo, Christine Lagarde, já havia ressaltado este ponto durante palestra em almoço em Nova York na semana passada. Para as corporações muito endividadas, o FMI sugere uma combinação de venda de ativos ou redução no pagamento de dividendos e investimentos como forma de equacionar os passivos das empresas. Outra consequência das políticas monetárias dos bancos centrais é uma
50 por cento foi quanto cresceram os empréstimos das empresas dos países emergentes nos últimos cinco anos. realocação nas carteiras de grandes investidores institucionais, como gestoras de recursos, seguradoras e fundos de pensão. Com juros baixos, esses agentes são estimulados a buscar ativos de maior risco, atrás de ganhos maiores. Isso pode distorcer a formação de preços dos ativos financeiros, formando bolhas em determinados mercados. "Enquanto os benefícios dessas políticas monetárias são evidentes, os efeitos colaterais precisam ser monitorados e controlados", ressalta o documento. (Estadão Conteúdo)
Protestos contra a Vale na mina de Moçambique
C
entenas de manifestantes bloquearam a entrada da maior mina de carvão da Vale em Moçambique ontem, afirmando que a gigante do minério não lhes pagou uma compensação adequada para realocá-los, há cinco anos. A Vale disse que o protesto não afetou a produção, mas a manifestação ressaltou um problema persistente da empresa de mineração em relação aos moçambicanos pobres, irritados com o que segundo eles são táticas para obrigá-los a se mudar a fim de explorar os depósitos de carvão. "Todo o acesso da companhia foi bloqueado. Os trabalhadores tiveram que esgueirar-se por saídas menores", disse por telefone um trabalhador da Vale que pediu para não ser identificado. Negociações – O protesto, que começou na terça-feira, eclodiu após mais de um ano de negociações entre a empresa e os manifestantes, que foram reassentados em 2008 para dar espaço para a mina de carvão de Moatize, no noroeste do país africano. Em janeiro de 2010, cerca de 700 famílias realocadas para cerca de 60 km de onde está localizada Moatize realizaram um protesto sob alegações de falta de água, energia e terras férteis para agricultura em sua área de reassentamento. A Vale disse que realizou as relocações de forma justa e equitativa. A estatal brasileira e a gigante global da mineração, Rio Tinto, realizaram fortes investimentos na região de Moatize, atraídos pela estimativa de que haveria 23 milhões de toneladas de carvão no local. (Reuters)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 18 de abril de 2013
e
MP dos Portos recebeu 137 emendas e 10 alterações no texto original
conomia
MP dos portos O encalha no Congresso Texto perde a validade no dia 16 de maio
Recua oferta de voos domésticos
A
demanda pelo transporte aéreo internacional de passageiros das empresas brasileiras apresentou aumento de 9,54% em março deste ano, se comparada ao mesmo mês do ano passado, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A oferta também registrou aumento na mesma comparação, de 18,08%. Segundo a agência, trata-se do maior nível de demanda e de oferta internacional para o mês de março desde o início da série histórica, em 2000. No acumulado do primeiro trimestre, a demanda teve crescimento de 6,78%, enquanto a oferta apresentou expansão de 17,64%, quando comparadas com o mesmo período de 2012. A taxa de aproveitamento das aeronaves em voos internacionais de passageiros operados por empresas brasileiras (demanda/oferta) ficou em 71,57% em março deste ano, abaixo dos 77,15% registrados no mesmo período do ano passado. Ainda segundo os dados da Anac, a TAM detém 87,87% de participação no mercado de transporte aéreo internacional de passageiros, dentre as companhias aéreas brasileiras. A Gol responde pelos 12,13% restantes. Domésticos – Já demanda pelo transporte aéreo doméstico de passageiros aumentou 1,14% em março, ante igual mês do ano passado. Segundo a Anac, foi o maior nível de demanda doméstica para o período desde o início da série histórica. Apesar do aumento no mês passado, no acumulado do primeiro trimestre a demanda teve queda de 1,19% em relação ao mesmo período de 2012. A oferta doméstica foi reduzida em 5,97% em março, ante igual período de 2012, seguindo a tendência verificada desde setembro. No acumulado de janeiro a março a queda na oferta é de 7,78%. Avianca e Azul mais uma vez se destacaram com as maiores taxas de crescimento da demanda em março, com índices de 30,37% e 29%, respectivamente. Em relação à participação, TAM segue na liderança do mercado doméstico, com 39,26% da demanda. A rival Gol ficou com 36,19%. Os dados acumulados do primeiro trimestre de 2013 mostram que a participação das duas empresas alcançou 76,07%: sendo 41,26% para TAM e 34,81% para a Gol. Com o aumento da demanda e a redução da oferta, a taxa de aproveitamento em voos domésticos de passageiros alcançou 71,33% em março, acima dos 66,32% verificados em março de 2012. Esta é a melhor taxa de aproveitamento para março desde o início da série. No primeiro trimestre, o aproveitamento doméstico alcançou 74,42% ante 69,46% de igual período de 2012. (Estadão Conteúdo)
ECONOMIA/LEGAIS - 25
relator da MP dos Portos, senador Eduardo Braga (PMDB-AM) acatou 137 emendas dos parlamentares, além de ter feito mais de dez outras alterações no texto enviado pelo governo para tentar aprovar a medida na comissão de análise do Congresso ainda ontem. Mas, sem acordo, os parlamentares adiaram os debates e a votação do relatório para a próxima semana. Com isso, o
prazo para a aprovação da nova lei que rege o setor está cada vez mais apertado. A MP perde a validade em 16 de maio e, depois da comissão, ainda tem que passar nos plenários da Câmara e também do Senado. Braga tentou uma solução intermediária para a principal polêmica no texto, a renovação de contratos vigentes para que eles fiquem adequados à nova lei. A medida foi pedida
por empresários e tem apoio da maioria dos parlamentares da comissão. Mas o governo se coloca contra a renovação automática. A solução do relator foi autorizar o governo a fazer as renovações a seu critério, sendo que para contratos antigos (anteriores a 1993) o prazo mínimo de renovação é de cinco anos. Os empresários queriam um prazo de dez anos. E também que a renovação e
adequação dos contratos após 1993 fosse obrigatória. O relator contudo, não garantiu que seu texto tenha aprovação total do governo e não será vetado. Parlamentares que pertencem à comissão analisam agora se vão pedir mais mudanças. O acordo é que na próxima terça-feira haverá mais debates sobre o tema e somente na quarta-feira à tarde é que poderá haver votação. (Folhapress)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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quinta-feira, 18 de abril de 2013
As pressões de preço permanecem Relatório do Fed
conomia
Economia dos EUA segue em ritmo moderado
Yorgos Karahalis/Reuters
A
LONGE DO OLIMPO – Protesto de profissionais da área médica realizado ontem em Atenas contra as medidas de austeridade adotadas pelo governo. A Grécia passa por uma recessão e procura atender exigências dos credores internacionais com ajustes na economia.
economia dos Estados Unidos expandiu-se em ritmo moderado entre o fim de fevereiro e o início de abril, amparada por melhores condições no setor de construção e alta nos preços de moradias em várias partes do país, informou ontem o Federal Reserve (Fed), banco central norteamericano. O relatório elaborado pelos 12 bancos regionais do Fed foi ligeiramente mais otimista do que o último levantamento Livro Bege, com as unidades de Dallas e Nova York notando leve aceleração no ritmo de expansão, enquanto
cinco descreveram o crescimento como moderado e as outras cinco, como modesto. "Relatórios dos 12 distritos do Federal Reserve sugerem que a atividade econômica geral expandiu-se em ritmo moderado durante o período registrado, desde o fim de fevereiro até o início de abril", disse o Fed, resumindo os relatos dos 12 bancos. "Além de relatos de aumentos nos preços de moradias e materiais de construção residencial, as pressões de preço permanecem, em grande
parte, contidas ao longo dos distritos", disse. O Fed votou no mês passado pela manutenção de seu programa de compra de bônus no ritmo de 85 bilhões de dólares por mês e pela manutenção de taxas de juros perto de zero até que o desemprego atinja 6,5 por cento, desde que a inflação continue abaixo de 2,5 por cento. A taxa de desemprego dos EUA em março ficou em 7,6 por cento. O atual Livro Bege foi preparado pelo Fed de Dallas, baseado em informações coletadas em ou antes de 5 de abril. (Reuters)
PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA ODESSA AVISO DE EDITAL DE LICITAÇÃO BENJAMIM VIEIRA DE SOUZA, Prefeito do Município de Nova Odessa, torna público que se acha aberto Pregão Presencial nº. 33/PP/2013 que será realizada na sala de reuniões da Prefeitura Municipal de Nova Odessa, situada a Avenida João Pessoa, 777, Centro, Nova Odessa/SP, CEP: 13460-000, iniciando-se a sessão no dia 02/05/2013, às 09:h15min, e tem por objeto o registro de preços para futuras e eventuais aquisições de tira para determinação de glicemia, lancetas para punção e seringas de insulina para diabéticos atendidos pela Farmácia Central de Nova Odessa. Informações poderão ser obtidas das 8h00min às 16h30min, no endereço acima mencionado ou através do telefone (19) 3476.8602. O edital estará disponível para download no seguinte link de acesso: http://www. novaodessa.sp.gov.br/Licitacoes.aspx. COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO AGRÍCOLA DE SÃO PAULO – CODASP CNPJ Nº 61.585.220/0001-19 ASSEMBLEIAS GERAIS ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA Ficam convocados, na forma da lei, os Srs.Acionistas da Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo-CODASP para as Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária a serem realizadas no dia 29 de abril de 2013, às 15 horas, na Av. Miguel Estéfano, 3.900-Água Funda, Capital, a fim de deliberarem sobre a seguinte “Ordem do Dia”: Assembleia Geral Ordinária: a) Exame, discussão e votação do Balanço Patrimonial e demais Demonstrações Contábeis, acompanhadas das Notas Explicativas e dos pareceres dos Auditores Independentes, Conselho Fiscal, Conselho de Administração, relativo ao exercício social encerrado em 31.12.2012; b) Eleição de membros do Conselho Fiscal, e fixação dos respectivos honorários; c) Eleição de Presidente e membros do Conselho de Administração, e fixação dos respectivos honorários. Assembleia Geral Extraordinária: a) Ratificação de eleição de membro do Conselho de Administração; b) Ratificação do Parecer CODEC nº 003/2013 de 11.01.2013, relativo à remuneração da Diretoria, e dos Conselhos de Administração e Fiscal,; c) Aumento do capital social e alteração do art. 3º do Estatuto Social; d) Outros assuntos de interesse da Sociedade. São Paulo, 17 de abril de 2013. Mônika Carneiro Meira Bergamaschi - Presidente do Conselho de Administração.
REC Brasília S.A. CNPJ/MF nº 08.771.864/0001-19 Relatório da Diretoria Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Financeiras condensadas da Sociedade, referentes aos exercícios findos em 31/12/2012. A Diretoria Balanço Patrimonial em 31 de dezembro - Em milhares de reais Demonstração dos Fluxos de Caixa Controladora Consolidado Exercícios findos em 31 de dezembro - Em milhares de reais Controladora Consolidado Passivo e patrimônio líquido 2012 2011 2012 2011 Controladora Consolidado Ativo 2012 2011 2012 2011 66 54 145 145 2012 2011 2012 2011 Circulante 25 50 946 278 Circulante Fornecedores 2 25 2 46 Prejuízo do exercício (1.528) (998) (1.647) (1.107) Caixa e equivalentes de caixa (Nota 2.3) 9 6 56 228 Impostos e contribuições 1 7 3 Ajustes Ativos financeiros ao valor justo Obrigações trabalhistas 24 21 Resultado de equivalência patrimonial 240 222 por meio de resultado (Nota 6) 870 - Dividendos a pagar 47 Despesa com depreciação 5 2 Adiantamento a fornecedores 4 4 Outras obrigações 64 28 65 75 Encargos financ. apropriados (Nota 10) 1.135 615 1.135 617 Outros créditos 16 44 16 46 Não circulante Variações nas contas de ativo e passivo Contas a pagar p/aquis.contr.(Nota 9) - 13.046 - 13.046 Não circulante Ativos financeiros ao valor justo 66 13.100 145 13.191 Realizável a longo prazo 50.040 49.263 52.543 52.109 Total do passivo por meio de resultado (870) 49.999 36.213 53.344 39.196 Depósitos vinculados 64 64 - Patrimônio líquido (Nota 10) Adiantamento a fornecedores 2 70.920 69.995 70.920 69.995 Depósitos judiciais (64) (64) Imóveis destinados a venda (Nota 7) - 52.446 52.076 Capital social Adiant.p/futuro aum. de capital 15.314 925 15.314 925 Outros créditos 28 (1) 30 (19) Investimento em controlada (Nota 8) 49.976 49.263 Ajuste de avaliação patrimonial (29.103) (29.103) (29.103) (29.103) Imóveis destinados a venda (370) (638) Imobilizado 33 33 Prejuízos acumulados (7.132) (5.604) (7.132) (5.604) Fornecedores (23) 24 (44) 41 49.999 36.213 49.999 36.213 Impostos e contribuições (1) 1 4 (8) Participação dos não controladores 3.345 2.983 Contas a pagar por aquis.de control. (14.181) - (14.181) Total do ativo 50.065 49.313 53.489 52.387 Total do passivo e patrim. líquido 50.065 49.313 53.489 52.387 Obrigações trabalhistas (1) 3 2 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido - Em milhares de reais Outras obrigações 36 1 37 15 Atribuível aos acionistas controladores Caixa líq.consumido nas ativ. operac.(14.358) (137) (15.962) (1.093) Capital Adiant. p/futuro Ajuste de Prejuízos Particip. dos não Total do Fluxo de caixa das ativ. de invest. social aum. de capital aval. patrim. acumulados Total acionistas control. patr. líq. Investimento em controlada (953) (787) Em 31 de dezembro de 2010 69.370 625 (29.103) (4.606) 36.286 2.717 39.003 Imobilizado (5) (32) Integralização de capital (Nota 11(a)) 625 (625) Caixa líq.consumido nas ativ.de invest. (953) (787) (5) (32) Adiant. p/futuro aumento de capital (Nota 11(b)) 925 925 375 1.300 Fluxo de caixa das ativ. de financ. Prejuízo do exercício (998) (998) (109) (1.107) Adiant. p/futuro aumento de capital Em 31 de dezembro de 2011 69.995 925 (29.103) (5.604) 36.213 2.983 39.196 pelos acionistas não controladores 481 375 Integralização de capital (Nota 11(a)) 925 (925) Adiant. para futuro aumento de capital 15.314 925 15.314 925 Adiant. p/futuro aumento de capital (Nota 11(b)) 15.314 - 15.314 481 15.795 Caixa líq.proven. das ativ.de financ. 15.314 925 15.795 1.300 Prejuízo do exercício (1.528) (1.528) (119) (1.647) Em 31 de dezembro de 2012 70.920 15.314 (29.103) (7.132) 49.999 3.345 53.344 Aumento (diminuição) líquido de caixa e equivalentes de caixa 3 1 (172) 175 Demonstração do Resultado Exercícios findos em 31 de dezembro - Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma 5 228 53 Controladora Consolidado Caixa e equiv.de caixa no início do exerc. 6 Controladora Consolidado 9 6 56 228 2012 2011 2012 2011 Caixa e equiv.de caixa no fim do exerc. Despesas operacionais 2012 2011 2012 2011 Jorge Carlos Nuñez - Diretor - (1.528) (998) Despesas gerais e administrativas (153) (161) (511) (490) Atribuível a: Acionistas da Companhia Bianca Carnicer Micheloni - Contadora CRC 1SP 253.163/P-7 Partic.dos não controladores (119) (109) Partic. no result. de controlada (Nota 9) (240) (222) - (1.647) (1.107) As Demonstrações Financeiras completas, acompanhadas das Notas Prej. operac. antes do result. financeiro (393) (383) (511) (490) Result. financeiro: Desp. financ.(Nota 10) (1.135) (615) (1.136) (617) Prejuízo por ação atribuível aos Explicativas e do Relatório dos Auditores Independentes estão à disposi(0,02) (0,01) - ção dos Acionistas na sede da Companhia. Prejuízo do exercício (1.528) (998) (1.647) (1.107) acion. da Companhia (Nota 11(d))
REC Prado Velho S.A. CNPJ/MF nº 08.775.922/0001-82 Relatório da Diretoria Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Financeiras condensadas da Sociedade, referentes aos exercícios findos em 31/12/2012 e de 2011. A Diretoria Balanço Patrimonial em 31 de dezembro - Em milhares de reais Demonstração dos Fluxos de Caixa Exercícios findos em 31 de dezembro - Em milhares de reais 2012 2011 Ativo 2012 2011 Passivo e patrimônio líquido 2012 2011 107 169 Fluxo de caixa das atividades operacionais Circulante 21 24 Circulante (871) (387) 47 164 Prejuízo do exercício Caixa e equivalentes de caixa (Nota 3) 19 24 Fornecedores (Nota 5) Atualização de depósitos judiciais (1) Impostos e contribuições 60 5 Outros créditos 2 Variações nas contas de ativo e passivo Total do passivo 107 169 Não circulante 22.220 22.179 Outras créditos (2) Patrimônio líquido (Nota 6) 22.134 22.035 Depósitos judiciais 24 Impostos a recolher 55 2 Capital social subscrito e integralizado 23.335 22.803 Propriedades para investimentos (Nota 4) 22.196 22.179 Reserva de capital Fornecedores (116) 149 117 117 (935) (236) Adiantamentos para futuro aumento de capital 970 532 Caixa consumido nas operações (935) (236) Prejuízos acumulados (2.288) (1.417) Caixa líquido consumido nas atividades operacionais Total do ativo 22.241 22.203 Total do passivo e patrimônio líquido 22.241 22.203 Fluxo de caixa das atividades de investimento (23) Demonstração do Resultado Exercícios findos em 31 de dezembro Demonstração das Mutações do Patrim. Líquido - Em milhares de reais Depósitos judiciais Aquisição de propriedades para investimentos (17) (367) Cap.social Res. Adiant. p/ Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma Caixa líq. consumido nas atividades de investimento (40) (367) subscrito e de futuro aum. Prej. Despesas operacionais 2012 2011 Fluxo de caixa das atividades de financiamento integral. capital de capital acumul. Total Despesas gerais e administrativas (Nota 8) (753) (269) Adiantamentos para futuro aumento de capital 970 532 22.803 117 (1.030) 21.890 Despesas tributárias (93) (118) Em 31/12/2010 Caixa líq. proveniente das atividades de financiamento 970 532 Adiant.p/futuro Outras despesas operacionais (24) Aum. (diminuição) líq. de caixa e equivalentes de caixa (5) (71) aum. de cap.(Nota 6) 532 532 Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício Prejuízo operacional antes do resultado financeiro (870) (387) 24 95 Prejuízo do exercício (387) (387) Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício Resultado financeiro: Receitas financeiras 1 19 24 22.803 117 532 (1.417) 22.035 Despesas financeiras (2) - Em 31/12/2011 Celina Maria Vaz Guimarães - Diretora 532 (532) Prejuízo do exercício (871) (387) Aum. de cap.(Nota 6) Bianca Carnicer Micheloni - CRC 1SP 253.163/O-7 Adiant. p/futuro Ações em circulação no final do exercício (em milhares) 23.335 22.803 aum. de cap. (Nota 6) 970 970 As demonstrações financeiras, acompanhadas das Notas Explicativas e Prej. por ação do cap. social no fim do exercício - R$ (0,04) (0,02) Prejuízo do exercício (871) (871) Não houve outros resultados abrangentes nos exercícios divulgados, pordo Relatório dos Auditores Independentes estão à disposição dos AcionisEm 31/12/2012 23.335 117 970 (2.288) 22.134 tas na sede da Cia. tanto não se apresenta uma demonstração do resultado abrangente.
Centroprojekt do Brasil S.A. - CNPJ/MF 03.581.470/0001-84 - NIRE 35.300.328.426 Extrato da Ata de Assembleia Geral Extraordinária dos Acionistas Data, Hora, Local: 02.04.2013, às 15hs, sede social, R. Alexandre Dumas, 2200, 2º and., SP/SP. Convocação: Dispensada (§4º, art. 124, Lei 6.404/76). Presença: Totalidade do capital social. Mesa: Presidente: Amilcar Rossini, Secretário: Ronildo Bezerra Barbosa. Deliberação Aprovada: Alteração do objeto da Filial em Imperatriz/MA (CNPJ 03.581.470/0011-56 e NIRE 21900233611) que passa a ter o seguinte objeto: comércio, importação e exportação, fabricação, armazenamento e distribuição, prestação de serviços de engenharia e de mão de obra especializada, manutenção e assistência técnica, execução de obras, supervisão e gerenciamento de projetos e obras, inspeção de equipamentos e execução, por administração, empreitada ou subempreitada, de obras de construção civil, hidráulica ou elétrica e de outras obras semelhantes, inclusive sondagem, perfuração de poços, escavação, drenagem e irrigação, terraplenagem, pavimentação e concretagem. A Filial poderá ainda servir de escritório de administração de projetos, alojamento temporário da equipe de trabalho e outras atividades relacionadas diretamente e indiretamente com projetos técnicos conduzidos no território nacional. Destaca-se do capital o valor de R$ 1.000,00, que passa a ser considerado para fins fiscais o capital da Filial. Encerramento: Nada mais. SP, 02.04.2013. Amilcar Rossini: Presidente, Acionista. Ronildo Bezerra Barbosa: Secretário, Controller. JUCESP nº 134.207/13-0 em 11.04.2013. Gisela Simiema Ceschin - Secretária Geral. POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO GRUPAMENTO DE RADIOPATRULHA AÉREA “JOÃO NEGRÃO” PREGÃO ELETRÔNICO Nº GRPAE - 001/140/13 - PROCESSO Nº GRPAE - 002/140/13
Encontra-se aberto no Grupamento de Radiopatrulha Aérea “João Negrão” (GRPAe), Pregão Eletrônico nº GRPAe - 001/140/13, destina-se ao serviço de manutenção de helicópteros, do tipo Menor Preço Unitário sob Regime de Empreitada Hora-Homem. A data de abertura da sessão está prevista para 06 de Maio de 2013 às 09:00hs, e a sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou www.bec.fazenda.sp.gov.br no dia e hora mencionados. Para maiores informações, colocamo-nos à disposição, em horário comercial, de segunda a sexta-feira, para eventuais dúvidas. As informações estarão disponíveis no sítio www.e-negociospublicos.com.br. Tel: (11) 2221-7299; ramais 1835 a 1838. ASSOCIAÇÃO SAÚDE DA FAMÍLIA - ASF RETIRRATIFICAÇÃO DO ATO CONVOCATÓRIO Seleção de Fornecedores - Coleta de Preço nº 004/2013 e Processo ASF 013/2013 A Associação Saúde da Família - ASF comunica alteração do Ato Convocatório de Seleção de Fornecedores, na modalidade Coleta de Preço nº 004/2013, que será realizada em 25 de abril de 2013, às 09h30, e que tem por objeto contratação de empresa para prestação de serviços de reforma e adequações - sala de odontologia - UBS, Jd. Vista Alegre, incluindo o fornecimento de insumos materiais, mão de obra e equipamentos - critério menor preço - empreitada por preço global, a saber: Retirratificação do item 26.9 do Edital. Esclarecemos que as alterações encontram-se disponíveis para consulta no site da ASF – www.saudedafamilia.org. ASSOCIAÇÃO DOS ENGENHEIROS, ARQUITETOS E AGRÔNOMOS MUNICIPAIS DE SÃO PAULO - SEAM Edital de Convocação A Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos Municipais de São Paulo - SEAM convoca Assembleia Geral Extraordinária, de acordo com o item “c” artigo 23 dos Estatutos da SEAM a realizarse em 24/Abril/2013 - quarta-feira, 1ª Convocação – 11:00 horas e 2ª Convocação – 12:00 horas, onde será instalada com qualquer número de presentes. Local: Auditório da SEAM, sito à Av. Ipiranga, 318 – Bloco A, 1º andar, conj. 101, República, São Paulo/SP, com a seguinte Ordem do Dia: 1) Recomposição das perdas salariais desde 2003; 2) Revisão da lei salarial 13.303/2002. São Paulo, 17 de abril de 2013. Enéas José Arruda Campos - Presidente.
Cia. Siderúrgica Vale do Paraopeba CNPJ: 16.696.999/0001-95 – Cia Fechada. Edital de Convocação Convocamos senhores acionistas da Cia. Siderúrgica Vale do Paraopeba, para participarem da AGO, a realizar-se em sua sede social, situada na Rua Lídice nº. 22, sala 04, Parque Novo Mundo, SP/SP, no dia 30 de abril de 2.013, às 14 hs, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: 1) Eleição dos membros da diretoria e fixação dos honorários mensais; 2) Deliberarem sobre quaisquer outros assuntos de interesse da sociedade, SP., 10/04/2013 - José Della Volpe - Diretor Presidente, CPF 010.334.418-72.
Isoldi Participações S.A. CNPJ/MF nº 62.051.263/0001-87 Edital de Convocação – Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária Convidamos os Srs. Acionistas a se reunirem em AGOE, dia 29/4/13,10hs, na sede R. São Bento, 365-13º SP-SP, p/ deliberarem, sobre a Ordem do Dia: a) aprovação do relatório da diretoria, balanços e demais demonstrações financeiras, referentes ao exercício de 2012; b) ratificação do pagamento de juros sobre o capital próprio e dividendos referentes ao exercício de 2012; c) fixação dos honorários da diretoria p/ o presente exercício; e d) outros assuntos de interesse social. SP, 17/4/13. A Diretoria. (18,19 e 20/4/2013)
CPD - Companhia Paulista de Desenvolvimento CNPJ: 67.646.422/0001-00 Convocação - Assembléia Geral Ordinária Ficam os Srs. Acionistas convocados a comparecer à Assembléia Geral Ordinária, no dia 30/04/2013, às 17:00 h, na sede social, à Av. Brigadeiro Faria Lima, 1.234 - 13 º andar - cj. 131, a qual deliberará sobre a seguinte ordem do dia: 1) Exame do Relatório da Diretoria e das demonstrações Financeiras da CPD de 31/12/12; 2) Eleição dos Membros efetivos e suplentes do Conselho de Administração; 3) Outros assuntos de interesse da sociedade. São Paulo, 09 de abril de 2013. Aldo NarcisiPresidente do Conselho de Administração. (17,18 e 19/4/2013)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
quinta-feira, 18 de abril de 2013
ECONOMIA/LEGAIS - 27 CIA. MECÂNICA AUXILIAR
VOTORANTIM CIMENTOS S.A. CNPJ/MF Nº 01.637.895/0001-32 - NIRE 35300370554 ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA, REALIZADA EM 30 DE NOVEMBRO DE 2012. 1. HORÁRIO E LOCAL: às 11h00 (onze horas), na sede social situada na capital do Estado de São Paulo, na Praça Professor José Lannes, nº 40, 9º andar, Cidade Monções. 2. PRESENÇA: acionistas representando a totalidade do capital social conforme assinaturas lançadas no livro “Presença de Acionistas”. A Sociedade não tem Conselho Fiscal instalado. 3. MESA DIRIGENTE: Luiz Alberto de Castro Santos, como presidente e Marcelo Chamma, como secretário. 4. CONVOCAÇÃO: dispensada em virtude do comparecimento unânime dos acionistas. 5. ORDEM DO DIA: I – examinar e deliberar sobre os termos e condições do “Protocolo e Justificação de Incorporação” de Sociedades; II – ratificar a nomeação prévia efetuada pelos administradores da Sociedade incorporadora, dos peritos responsáveis pela elaboração do competente Laudo de Avaliação; III – examinar e deliberar sobre os Laudos de Avaliação apresentados; IV – aprovar e declarar efetivada as operações de incorporação; V – autorizar ou dispensar eventual aumento de capital social da incorporadora; VI – outros assuntos correlatos e de interesse social. 6. DELIBERAÇÕES: Submetidos os referidos documentos à exame e discussão e, logo depois, à votação os presentes, sem o voto dos legalmente impedidos e à unanimidade, deliberaram: I - aprovar todos os termos e condições do “Protocolo e Justificação de Incorporação”, datado de 31/10/2012, firmado entre esta Sociedade, na qualidade de incorporadora e a CJ MINERAÇÃO LTDA., (“CJ”) pessoa jurídica de direito privado, com sede no Município de Cajamar, Estado de São Paulo, na Av. Professor Walter Ribas de Andrade, nº 1, parte II, Centro, inscrita no CNPJ/ MF sob o nº 08.114.130/0001-67, e na Junta Comercial do Estado de São Paulo – JUCESP sob o NIRE 35220752906; a PPGP PARTICIPAÇÕES LTDA., (“PPGP”), pessoa jurídica de direito privado, com sede no Município de Cajamar, Estado de São Paulo, na Av. Professor Walter Ribas de Andrade, nº 1, parte II, Centro, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 10.217.090/0001-20 e na Junta Comercial do Estado de São Paulo – JUCESP sob o nº 35222527713; e a TIJUCA – SOCIEDADE DE MINERAÇÃO TIJUCA LTDA., (“TIJUCA”) pessoa jurídica de direito privado, com sede na Avenida José Cesar de Oliveira, nº 111, 8º andar, conjunto 81 – B – Jaguaré, capital do Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ/MF sob n.º 34.155.994/0001-37, e na Junta Comercial de São Paulo – JUCESP sob NIRE 35216648954, na qualidade de incorporadas, o qual regula a toda a operação, mediante versão do patrimônio Líquido das incorporadas para a incorporadora, bem como os demais atos relativos a operação, integrando a presente ata na qualidade de ANEXO I; II – ratificar a nomeação prévia feita pelos administradores da Sociedade, dos 3 (três) peritos, os contadores Edison Caetano, divorciado, Clovis Aparecido Fernandez Marcos, casado, e Renato Gonçalves Benatti, solteiro, todos brasileiros e devidamente registrados no Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo, respectivamente sob os números CRC 1SP150920/O-7, CRC 1SP161175/O-0, CRC 1SP224278/O-9 e estabelecidos na Rua Pedro de Toledo, 164 – 8º andar – sala 01, cidade de São Paulo – SP, responsáveis pela avaliação, com base nos valores escriturados nos registros contábeis, dos ativos, dos passivos e dos patrimônios líquidos a serem incorporados, cujos “Laudos de Avaliação” previamente concluídos e ora apresentados, passam a integrar a presente ata como ANEXO II; III – aprovar, sem ressalvas, os referidos Laudos de Avaliação datados de 20/11/2012, apresentados pelos peritos nomeados, tudo de conformidade com os respectivos Balanços Patrimoniais das Sociedades, datados de 30/10/2012, que serviram de base para a operação de incorporação, tendo como resultado um Patrimônio Líquido de R$ 8.004.666,39 (oito milhões, quatro mil, seiscentos e sessenta e seis reais e trinta e nove centavos) para a “CJ”; de R$ 7.316.791,72 (sete milhões, trezentos e dezesseis mil, setecentos e noventa e um reais e setenta e dois centavos) para a “PPGP” e de R$ 2.333.620,49 (dois milhões, trezentos e trinta e três mil, seiscentos e vinte reais e quarenta e nove centavos), para a “TIJUCA”, integralmente vertidos para esta Sociedade; IV – aprovar e declarar efetivada a incorporação das referidas sociedades, com a consequente extinção destas, mediante absorção de seus ativos, passivos e patrimônios líquidos por esta Sociedade a qual lhes sucederá em todos os seus bens, direitos e obrigações, abrangendo, mas não se limitando a: (i) integral e irrestrita responsabilidade por todas as obrigações judiciais e administrativas fiscais, tributárias, ambientais, trabalhistas, previdenciárias, comerciais, minerárias, contratuais, marcas e patentes, bens ou direitos de qualquer outra natureza atinente e de responsabilidade das empresas incorporadas, as quais se sub-roga para todos os fins; (ii) responsabilidade pela guarda e conservação dos livros e documentos das empresas incorporadas; (iii) a sucessão do(s) estabelecimento(s) filiais da(s) incorporada(s), os quais serão extintos para todos os fins e efeitos, tendo em vista já existirem estabelecimentos da incorporadora nos mesmos logradouros, a seguir descritos: (a) FILIAIS da CJ MINERAÇÃO LTDA.: Estrada Geral do Braço São João, nº 2023, Santo Amaro da Imperatriz, NIRE 42900887383, CNPJ 08.114.130/0002-48; e Rodovia Cuiabá Guia, KM 27 – Km 24, Zona Rural, Município de Cuiabá, Estado do Mato Grosso, NIRE 51999030738, CNPJ 08.114.130/0003-29; (b) as demais incorporadas não possuem filiais; e (iv) todos os bens imóveis descritos e caracterizados em Anexo III integrante a este instrumento; V – tendo em vista que a incorporadora é titular da totalidade do capital social das incorporadas, as quotas correspondentes serão extintas, não gerando aumento de capital na incorporada, ocorrendo, tão somente a substituição, em seu ativo, do valor correspondente a essas quotas pelo valor patrimonial avaliado; VI – autorizar os administradores da Sociedade a praticarem todos os atos decorrentes da operação ora aprovada, inclusive a promover o arquivamento e/ou comunicação nos registros e órgãos públicos competentes e a publicação na imprensa, dos atos da incorporação, bem como cumprir as formalidades necessárias à transmissão dos bens, direitos e obrigações para o nome da incorporadora. 7. INFORMAÇÕES: a) nenhum credor será prejudicado em seus direitos, que continuarão até o pagamento integral de seus créditos, com as mesmas garantias que lhes eram asseguradas pela incorporada; b) a sociedade incorporada realizou sua respectiva Alteração de Contrato Social, nesta data, aprovando, dentre outros, o Protocolo e Justificação de Incorporação, o Laudo de Avaliação e autorizando os administradores a promoverem todos os atos uteis e necessários a efetivação da operação. 8. ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a tratar, foi lavrada a presente ata, que lida e achada conforme, foi por todos assinada. São Paulo, 30 de novembro de 2012. (aa) Luiz Alberto de Castro Santos, presidente e Marcelo Chama, secretário. Pela sócia VOTORANTIM INDUSTRIAL S.A.: Alexandre Silva D’Ambrosio e João Carvalho de Miranda, diretores; INECAP INVESTIMENTOS S.A.: Raul Calfat e Gilberto Lara Nogueira, diretores; LATIN AMERICA CEMENT INVESTMENTS LIMITED: Nelson Koichi Shimada, diretor. A presente transcrição é cópia fiel da ata lavrada no livro próprio. SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA – JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO – CERTIDÃO – Certifico o Registro sob o nº 133.543/13-4 em 10.04.2013 (a) Gisela Simiema Ceschin, Secretária Geral.
PREFEITURA MUNICIPAL DE PINDAMONHANGABA EDITAL RESUMIDO PREGÃO Nº 022/2013 A Prefeitura torna público que se acha aberto no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso, o PP nº 22/13, referente à “Aquisição de materiais odontológicos”, com encerramento dia 29/04/13, às 14h, e abertura às 14h30. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. Maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 16 de abril de 2013. PREGÃO Nº 027/2013 A Prefeitura torna público que se acha reaberto no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso, o PP nº 27/13, referente à “Contratação de empresa especializada na realização de sessões de câmara hiperbárica, pelo período de 12 meses”, com encerramento dia 29/04/13, às 8h, e abertura às 8h30. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. Maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 16 de abril de 2013. PREGÃO Nº 036/2013 A Prefeitura torna público que se acha aberto no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso, o PP nº 36/13, referente à “Aquisições de roçadeiras profissionais, tipo lateral, para serviços pesados, a serem utilizadas pela Secretaria de Obras e Serviços desta municipalidade”, com encerramento dia 02/05/13, às 14h, e abertura às 14h30. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. Maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 16 de abril de 2013. PREGÃO Nº 037/2013 A Prefeitura torna público que se acha aberto no Depto. de Licitações e Compras, sito na Av. N. Sra. do Bom Sucesso, n° 1.400, Bairro Alto do Cardoso, o PP nº 37/13, referente à “Aquisição de materiais para manutenções automotivas a serem aplicados nas viaturas e máquinas desta municipalidade”, com encerramento dia 02/05/13, às 8h, e abertura às 8h30. O edital estará disponível no site www.pindamonhangaba.sp.gov.br. Maiores informações poderão ser obtidas no endereço supra das 8h às 17h ou através do tel.: (12) 3644-5600. Pindamonhangaba, 16 de abril de 2013.
CÂMARA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP AVISO DE LICITAÇÃO A CÂMARA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP torna público que se encontra autorizada a realização do certame, na modalidade de PREGÃO, tendo por finalidade a qualificação de empresas e a seleção da proposta mais vantajosa, conforme disposições no Edital, consignando o que adiante segue: LICITAÇÃO N° PR 001/2013 MODALIDADE: PREGÃO OBJETO: Contratação de Agência de Publicidade ou empresa jornalística para a divulgação dos atos administrativos externos, instrumentos legais, editais, contratos, e demonstrativos financeiros e Boletim informativo dos Trabalhos do Legislativo, com o objetivo de atender as necessidades da Câmara Municipal, pelo período de 12 (doze) meses. DATA DE ABERTURA: 02 de maio de 2013, às 14h00min. EDITAL COMPLETO: www.camaracastilho.sp.gov.br ou no telefone 18- 3741- 1117, ramal 205. LOCAL: Sala de Abertura de Licitações, da Câmara Municipal de Castilho, sita à Rua José Zar, 545, em Castilho (SP) – Fone/Fax - 18-3741-1117.
Fortec S/A Participações e Empreendimentos CNPJ/MF nº 50.615.301/0001-06 - NIRE nº 35.300.000.871 Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária - Edital de Convocação Na qualidade de Diretor Presidente da Fortec S/A Participações e Empreendimentos, venho pela presente convocar os Srs. Acionistas a se reunirem no dia 28 de maio de 2013, às 14:30 horas, na Rua Cel. José Rufino Freire, 453, São Paulo, SP (sede social), para a realização de Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária na qual será deliberado sobre a seguinte Ordem do Dia: 1. Exame, discussão e aprovação das contas, das demonstrações financeiras e do balanço patrimonial do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, a serem publicados no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no Diário do Comércio, na forma e prazos dos artigos 124 e 133 da Lei 6.404/ 76; 2. Deliberar sobre o resultado do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012; 3. Definição da remuneração anual global dos membros da Diretoria; e 4. Deliberação sobre auditoria independente para o ano de 2013. As demonstrações financeiras e demais relatórios e pareceres estarão à disposição dos acionistas na sede da companhia, a partir do dia 28/04/2013, na forma do art. 133 da Lei 6.404/76. Thales Lobo Peçanha - Diretor Presidente. (16, 17 e 18/04/2013)
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ANDRADINA EXTRATO DE SUPRESSÃO CONTRATUAL. PROCESSO Nº 76/12 – CONVITE Nº 21/12. OBJETO: contratação de empresa especializada para pavimentação asfáltica, guias e sarjetas referente ao convênio 522/05/2007 da Secretaria da Habitação do Estado de São Paulo. CONTRATANTE: Prefeitura do Município de Andradina. CONTRATADO: SKALLA COMÉRCIO E URBANIZAÇÃO LTDA. Fica ajustado entre as partes que o contrato em vigor será suprimido no valor de R$ 61,97 (sessenta e um reais e noventa e sete centavos). As demais cláusulas e condições do contrato permanecem inalteradas. DATA: 17 de abril de 2013. JAMIL AKIO ONO – Prefeito.
C.N.P.J. nº 61.086.740/0001-87 RELATÓRIO DA DIRETORIA Senhores Acionistas: Atendendo às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de Vossas Senhorias, o BALANÇO PATRIMONIAL e demais demonstrações financeiras, correspondentes ao exercício social encerrado em 31 de Dezembro de 2012, permanecendo à disposição para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários. São Paulo, 09 de janeiro de 2013. A Diretoria. BALANÇO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (R$) 2012 (R$) 2011 PASSIVO (R$) 2012 (R$) 2011 Passivo Circulante 01. Obrigações Diversas 628.019,58 460.515,46 Obrigações com o Pessoal 88.749,30 83.523,28 1.850.000,00 Obrigações Previdenciárias 73.524,91 69.933,87 Obrigações Tributárias 166.867,86 190.700,89 Credores Diversos 6.000.000,00 11.000.000,00 11.057.631,20 11.561.553,54 Receitas a Realizar 545.000,00 620.000,00 Passivo Circulante 6.874.142,07 11.964.158,04 1.260.401,81 1.066.778,24 Passivo Não Circulante 59.131,44 141.545,61 Credores Diversos 66.243.577,90 19.369.468,13 14.855.184,03 13.230.392,85 Passivo Não Circulante 66.243.577,90 19.369.468,13 Patrimônio Líquido 01. Capital 91.479.919,58 44.605.809,81 Capital Social Realizado 40.000.000,00 40.000.000,00 329.662,95 214.362,21 02. Reserva de Lucros 1,00 1,00 Reserva Legal 4.939.489,06 4.595.717,61 Resultados Acumulados 10.573.299,73 4.041.642,25 Patrimônio Líquido 55.512.788,79 48.637.359,86 1.285.199,12 1.285.199,12 Total Geral do Passivo 128.630.508,76 79.970.986,03 574.711,95 574.711,95 19.240.689,64 19.225.689,64 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO 816.173,69 786.550,65 (R$) 2012 (R$) 2011 48.966,80 48.268,80 Receita Operacional Bruta 8.838.963,25 7.980.750,55 21.965.741,20 21.920.420,16 (-) Depreciações Acumuladas (-) Impostos Incidentes (322.622,14) (291.297,36) 21.965.741,20 21.920.420,16 Receita Operacional Líquida 8.516.341,11 7.689.453,19 Ativo Não Circulante 113.775.324,73 66.740.593,18 (-) Custos dos Produtos Vendidos (649.577,51) (226.617,10) Total Geral do Ativo 128.630.508,76 79.970.986,03 Lucro Bruto 7.866.763,60 7.462.836,09 DEMONSTRAÇÃO DOS LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (+) Outras Rec. Operacionais 9.441.414,44 0,16 (R$) 2012 (R$) 2011 (+) Receitas Financeiras Líquidas 80.251,98 166.599,94 I - Saldo no Início do Exercício (-) Despesas Administrativas (6.712.700,29) (5.142.792,41) II - Resultados: (-) Despesas Tributárias (137.209,23) (141.228,80) Resultado (=) Resultado Operacional 10.538.520,50 2.345.414,98 Líquido do Exercício 6.875.428,93 1.864.686,11 (-) Despesas não Operacionais (118.884,00) (368.931,00) Ajuste Credor do Exercício 1,00 (+) Receitas não Operacionais 120.000,00 348.656,00 III - Destinações/Transferências: (-) Prov. p/a Contribuição Social (993.774,07) (143.326,02) Transferência para (=) Resultado antes do Reserva Legal (343.771,45) (93.234,31) Imposto de Renda 9.545.862,43 2.181.813,96 Dividendos Distribuídos (-) Provisão p/o Imp. de Renda (2.670.433,50) (317.127,85) Transferência para (=) Resultado Líquido Reserva de Lucros (6.531.657,48) (1.771.452,80) do Exercício 6.875.428,93 1.864.686,11 IV - Saldo no Fim do Exercício Lucro Líquido por Ação 1,67 0,45 Paulo Ferreira de Souza - Contador - CRC - 1SP110554/O-9 A DIRETORIA ATIVO Ativo Circulante 01. Disponível Caixa e Bancos Aplicações Financeiras 02. Existências Imóveis Destinados à Venda (Nota 02) 03. Créditos Contas a Receber Custos a Realizar Ativo Circulante Ativo Não Circulante 01. Investimentos a Realizar (Nota 03) 02. Depósitos Judiciais 03. Investimentos 04. Imobilizações - Tangíveis (Nota 04) Edificações e Terrenos Instalações em Geral Veículos e Aeronaves Processamento de Dados Outras Imobilizações
Cia. Lilla de Máquinas Indústria e Comércio q CNPJ (MF) nº 61.139.622/0001-90 Edital de Convocação – Assembleia Geral Ordinária Convocamos os Acionistas p/ AGO de 30/4/13, 11:30hs, na sede social, p/ deliberar: A) Relatório da administração, e demonstrações financeiras; B) Destinação lucro líquido do exercício e distribuição dividendos; C) Remuneração da Diretoria; D) Deliberar publicações referentes Art. 289 da Lei das S.A. SP, 16/4/13. Ciro de Campos Lilla - Diretor Presidente. (18, 19, 20/4/13)
CNPJ-M.F. Nº 57.017.436/0001-00 RELATÓRIO DA DIRETORIA: SENHORES ACIONISTAS: Apresentamos as demonstrações contábeis encerradas em 31/12/2012 e 2011. São Paulo, 08/03/2013. A DIRETORIA. Balanços Patrimoniais em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (em R$) Controladora Consolidado Controladora Consolidado Ativo 2012 2011 2012 2011 Passivo e PL 2012 2011 2012 2011 Circulante 3.822.421 4.202.830 4.548.041 4.842.265 Circulante 6.316.075 5.628.882 6.367.559 5.684.055 Caixa e equiv. de caixa 1.455.333 1.864.128 1.562.516 1.935.832 Empr. e financ. 235.496 220.015 235.496 220.015 Aplicações financeiras 4.503 5.770 588.740 539.301 Fornecedores 57.079 73.309 57.079 73.309 Contas a rec. de clientes 138.371 142.276 138.371 142.276 Salários e enc. sociais 297.965 305.126 297.965 305.126 Tributos a recuperar 6.060 1.980 6.060 1.980 Imp. e CS a rec. 107.555 97.773 159.039 152.946 Crédito com terceiro 2.106.616 2.094.805 2.106.616 2.094.805 Obrig. c/ terceiros 5.282.293 4.906.760 5.282.293 4.906.760 Outras contas a receber 69.717 45.213 103.917 79.413 Outras contas a pagar 335.687 25.899 335.687 25.899 Estoques 33.304 39.198 33.304 39.198 Não circulante 29.705.040 27.252.411 24.427.104 22.374.445 Desp. antecip. a incorrer 8.517 9.460 8.517 9.460 Empr. e financ. 2.551.202 2.603.509 2.551.202 2.603.509 Não circulante 26.580.035 25.331.632 20.629.029 19.870.414 Partes relacionadas 27.153.838 24.648.902 21.599.694 19.494.728 Crédito com terceiro 907.616 907.616 Imp. e CS a rec. 276.208 276.208 Depósitos judiciais 15.553 20.000 15.553 20.000 Patrimônio Líquido (5.618.659) (3.346.831) (5.617.593) (3.345.821) Investimentos Capital social 21.981.160 21.981.160 21.981.160 21.981.160 Partic. em control. 9.336.332 8.846.544 Prej. acumulados (27.599.819) (25.327.991) (27.599.819) (25.327.991) Partic. societ.-diversas 1.617 1.617 1.617 1.617 Patr. Líq. atrib. aos acionistas Imobilizado 17.070.224 16.032.345 19.547.934 18.510.055 da entid. control. (5.618.659) (3.346.831) (5.618.659) (3.346.831) Ativo biológico 156.309 431.126 156.309 431.126 Partic. dos não control. 1.066 1.010 Total do ativo 30.402.456 29.534.462 25.177.070 24.712.679 Total do passivo e PL 30.402.456 29.534.462 25.177.070 24.712.679 Demonstrações dos fluxos de caixa exercícios findos em 31 de dezembro 2012 e 2011 (em R$) Controladora Consolidado Fornecedores (16.230) 32.653 (16.230) 32.653 Fluxo de caixa das ativ. oper. 2012 2011 2012 2011 Salários e encargos sociais (7.161) 12.833 (7.161) 12.833 Prej. líq. do exerc. (2.271.828) (5.174.357) (2.271.772) (5.174.298) Imp. e contrib. soc. a recolher 9.782 26.643 6.093 38.916 Ajustes para conciliar o resultado Obrigações com terceiros 375.533 231.578 375.533 231.578 c/ o caixa gerado pelas ativ. operacionais Outras contas a pagar 309.788 10.152 309.788 10.152 Deprec. e amortizações 424.852 210.842 424.852 210.842 Emprést. e financ. (52.307) 2.603.509 (52.307) 2.603.509 Juros e var. cambial, líq. 2.104.966 2.441.728 2.104.966 2.441.728 609.680 3.210.991 605.991 3.223.264 Resultado da equiv. patr. (489.788) (518.462) - Caixa líquido proveniente das Resultado na venda ou atividades operacionais 377.882 157.742 864.037 688.536 baixa do ativo imobilizado (13.000) (13.000) Fluxo de caixa das ativ. de investimentos (231.798) (3.053.249) 258.046 (2.534.728) Aq. bens p/o ativ. imob. (1.137.308) (43.270) (1.137.308) (43.270) (Aumento) redução nos ativos operacionais Aplic. ao ativo biológico (50.606) (63.937) (50.606) (63.937) Contas a rec. de clientes 3.905 (24.904) 3.905 (24.904) Receb. pela venda de imob. 13.000 13.000 Tributos a recuperar (4.080) 28.150 (4.080) 28.150 Caixa líquido consumido nas Crédito com terceiro (11.811) (34.707) (11.811) (34.707) atividades de invest. (1.187.914) (94.207) (1.187.914) (94.207) Outras contas a receber (24.504) 83.087 (24.504) 83.087 Fluxo de caixa das atividades de financiamentos Estoques 5.894 (2.645) 5.894 (2.645) Partes relacionadas 399.970 425.806 Desp. antecipadas a incorrer 943 125 943 125 Caixa líquido proveniente das Depósitos judiciais 4.447 24.502 4.447 24.502 atividades de financ. 399.970 425.806 Aumento (redução) nos passivos operacionais (Redução) aum. líq. de caixa Emprést. e financiamentos 15.481 220.015 15.481 220.015 e equiv. de caixa (410.062) 489.341 (323.877) 594.329 (a) Antonio Fernando Alves Feitosa - Diretor
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
(a) Gilda Merces Bueno - Diretor
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: Pregão Eletrônico de Registro de Preços nº 36/00364/13/05 OBJETO: ATA DE REGISTRO DE PREÇO PARA AQUISIÇÃO DE KIT DE EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO DE QUÍMICA – CICLO II – ENSINO FUNDAMENTAL. A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para: Registro de Preço para Aquisição de Kit de Equipamentos de Laboratório de Química – Ciclo II – Ensino Fundamental. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital a partir de 18/04/2013, no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br ou na sede da FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 São Paulo/SP, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, ou verificar o edital na íntegra, através da Internet no endereço: http://www.fde.sp.gov.br. A sessão pública de processamento do Pregão Eletrônico será realizada no endereço eletrônico www.bec.sp.gov.br, no dia 02/05/2013, às 09:30 horas, e será conduzida pelo pregoeiro com o auxílio da equipe de apoio, designados nos autos do processo em epígrafe e indicados no sistema pela autoridade competente. Todas as propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital e seus anexos e serão encaminhadas, por meio eletrônico, após o registro dos interessados em participar do certame e o credenciamento de seus representantes previamente cadastrados. A data do início do prazo para envio da proposta eletrônica será de 18/04/2013, até o momento anterior ao início da sessão pública. BARJAS NEGRI Presidente
CONVOCAÇÃO REUNIÃO ANUAL DE SÓCIOS DA EDITORA REFERÊNCIA LTDA. Em cumprimento ao art. 1.078, inciso I, do Código Civil, ficam os sócios da Editora Referência Ltda., CNPJ nº 62.630.777/0001-97, convocados para REUNIÃO DE SÓCIOS a se realizar no dia 25 (vinte e cinco) de abril de 2013, na própria sede da empresa, na Rua François Coty, 228, São Paulo, SP, na sala de reunião, às 10h em primeira chamada, com a presença de todos os sócios, ou às 10h30 em segunda chamada, com qualquer número de presentes, para deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: - Tomar as contas dos administradores e deliberar sobre o balanço patrimonial e o de resultado econômico em relação ao exercício de 2012. Nos termos do art. 1.078, § 1º, do Código Civil, os documentos relativos às contas dos administradores e o balanço patrimonial do exercício de 2012 já se encontram à disposição dos sócios na sede da sociedade, desde o dia 25 de março de 2013.
SULEIBRA ADMINISTRADORA E COMERCIAL S/A CNPJ/MF sob o nº 60.105.145/0001-89 - NIRE 35.300.178.131 Assembleia Geral Ordinária de 26/04/2013 - Edital de Convocação Ficam convocados os Srs. Acionistas para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária, a realizar-se às 10:00 horas do dia 26/04/2013, na sala Brooklin do Hotel InterCity Premium Berrini, na rua Alcides Lourenço da Rocha, nº 136, Brooklin, CEP 04571-110, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, para deliberar sobre a seguinte Ordem do Dia: (a) exame, discussão e votação do Relatório da Diretoria, do Balanço Patrimonial e demais Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, publicados nos jornais “Diário Oficial do Estado de São Paulo” e “Diário do Comércio” no dia 21/03/2013, (b) da proposta da Diretoria para a destinação do lucro do referido exercício, e (c) outros assuntos. Os Srs. Acionistas poderão ser representados na Assembleia por procuradores constituídos na forma do artigo 126, parágrafos 1º e 2º da Lei das Sociedades Anônimas. São Paulo, 20 de abril de 2010. Abdo Carim Suleiman Junior - Diretor Presidente.
WHITESOLUTIONS SERVIÇOS LTDA.-ME
CNPJ/MF nº 15.399.830/0001-00 – NIRE nº 35.226.453.668 Assembleia Geral Ordinária – Edital de Convocação Ficam convocados os senhores acionistas desta companhia a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada no dia 25 de abril de 2013, às 10:00 horas, na sede social da Companhia, localizada na Rua Valadares, nº 162, cs 1 - bairro Vila Cruz das Almas, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, para deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: a) tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2012; b) eleição da Diretoria e fixação da respectiva remuneração; c) Retirada de sócios do quadro de sócios atual. Outrossim, acham-se à disposição dos Srs. Acionistas os documentos de que trata o art. 133 da Lei nº 6.404/76. São Paulo, 05 de abril de 2013. Enio Saravalli – Sócio e Administrador.
CNPJ: 05.487.746/0001-95 - NIRE: 35300315189 Assembleia Geral Ordinária - Convocação Convocamos os Srs. Acionistas a se reunirem em sua sede social na Estr. Velha de Guarulhos-Arujá, 306-A - Bairro de Bonsucesso em Guarulhos - SP, para AGO, às 13h do dia 27/04/2013 para tomarem conhecimento e deliberarem sobre as seguintes ordens do dia: a) Examinar, discutir e deliberar quanto ao Rel. Anual da Diretoria, Bal. Patrimonial e demais Dem. Financ. referentes ao Exerc,Social encerrado em 31/12/2012; b)-Destinação do Resultado. Guarulhos, 27/03/2013. Carlos Antonio Golin - Diretor.
FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL E RECUPERAÇÃO JUDICIAL NOS TERMOS DO PROVIMENTO CSM CXC/84, INFORMAMOS QUE NO DIA 17 DE ABRIL DE 2013 NÃO HOUVE PEDIDO DE FALÊNCIA NA COMARCA DA CAPITAL.
(R$) 2012 460.515,46
(R$) 2011 2.354.968,47
6.605.000,00 2.212.138,23 120.000,00 28.592.675,09 91.935,32 5.089.767,59 42.711.516,23
5.700.000,00 2.259.844,66 348.656,00 4.139.791,05 176.160,03 11.000.000,00 23.624.451,74
Saídas Folha de Pagamento Obrigações Tributárias Obrigações Previdenciárias Leasing / Seguro Fornecedores Serv. Prest. Pessoas Jurídicas Despesas Legais Operações Diversas Aplicações Diversas Total
1.704.525,41 4.392.720,01 856.056,39 1.754.691,27 324.650,59 1.073.054,11 152.439,57 27.196.107,17 3.239.767,59 40.694.012,11
1.625.760,09 1.025.260,86 823.207,07 595.724,88 266.296,34 460.637,15 254.373,41 20.467.644,95 25.518.904,75
2.478.019,58
460.515,46
Saldo Final Ativo Caixa Bancos Aplicações Financeiras Total
(R$) 2012 43.084,69 584.934,89 1.850.000,00 2.478.019,58
(R$) 2011 19.032,56 441.482,90 460.515,46
Variação 24.052,13 143.451,99 1.850.000,00 2.017.504,12
NOTAS EXPLICATIVAS 01 - Apresentação das Demonstrações Financeiras - A elaboração, forma de apresentação e conteúdo das demonstrações financeiras, foram procedidas de acordo com as normas estabelecidas pela Lei 6.404/76, alterada pelas Leis nºs 11.638/07 e 11.941/09. 02 - Imóveis Destinados a Venda - Imóveis de administração própria, locados a terceiros, que poderão ser transacionados com os seus locatários ou outros, como tem ocorrido, tendo em vista, ser a nossa atividade econômica principal “Compra e Venda de Imóveis Próprios”. 03 - A Sociedade neste exercício social, adquiriu Créditos e os transferiu para a conta de “Investimentos a Realizar”, que serão ratificados na próxima Assembléia de Acionistas. 04 - Imobilizações - Tangíveis - Demonstradas ao custo de aquisição. 05 - O Capital Social de R$ 40.000.000,00 é representado por 4.113.000 ações ordinárias e nominativas, sem valor nominal.
Demonstrações do resultado encerrados em 31/12/12 e 11 (em R$) Controladora Consolidado Receita operacional bruta 2012 2011 2012 2011 De produtos 1.857.062 1.596.437 1.857.062 1.596.437 De prestação de serv. 410.000 396.000 410.000 396.000 Imp. incid. s/ as vendas (444.690) (415.264) (444.690) (415.264) Receita operac. líq. 1.822.372 1.577.173 1.822.372 1.577.173 Custo das vendas de prod. e serv. (1.034.938) (775.250) (1.034.938) (775.250) Lucro Bruto 787.434 801.923 787.434 801.923 Receitas (despesas) operacionais Administr. e gerais (7.534.776) (10.377.321) (6.905.847) (9.740.902) Financeiras, líquidas (575.862) (412.816) (546.445) (348.860) Result. da equiv. patrim. 489.788 518.462 Outras receitas operac. 6.661.538 6.664.028 6.695.738 6.698.228 (Prejuízo) lucro operac. antes dos efeitos inflác. (171.878) (2.805.724) 30.880 (2.589.611) Variações monet. ativas 11.811 34.706 11.811 34.706 Var. monet. passivas (2.111.761) (2.378.083) (2.111.761) (2.378.083) Prejuízo operacional (2.271.828) (5.149.101) (2.069.070) (4.932.988) Outras rec. e (desp.) 13.000 13.000 Prej. antes do IR e CS (2.271.828) (5.136.101) (2.069.070) (4.919.988) IR e CS (38.256) (202.702) (254.310) Prej. líq. do exercício (2.271.828) (5.174.357) (2.271.772) (5.174.298) Partic. dos acion. da control. (2.271.828) (5.174.357) Partic. dos não control. 56 59 Prej. por lote de 1.000 ações (Ações em circ. no final dos exerc.) (0,07) (0,16) A companhia não possui valores a serem divulgados como resultados abrangentes no exercício corrente nem no exercício anterior. Demonstr. dos prej. acumulados encerrados em 31/12/2012 e 2011 Saldo em 31.12.2010 (R$.) (20.153.634) Prejuízo líquido do exercício (5.174.357) Saldo em 31.12.2011 (R$.) (25.327.991) Prejuízo líquido do exercício (2.271.828) Saldo em 31.12.2012 (R$.) (27.599.819) Caixa e equiv. de caixa no início do exercício 1.869.898 1.380.557 2.475.133 1.880.804 Caixa e equiv. de caixa no final do exercício 1.459.836 1.869.898 2.151.256 2.475.133 (Redução) aum. líq. de caixa e equiv. de caixa (410.062) 489.341 (323.877) 594.329 As notas explicativas são partes integrantes das demonstrações contábeis, e encontram-se a disposição dos acionistas na sede da empresa. (a) José Renato Miqueleti - Contabilista - TC/CRC N. 1SP130.311/O-8
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FDE AVISA: TOMADA DE PREÇOS A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE comunica às empresas interessadas que se acha aberta licitação para execução de Construção de Cobertura de Quadra em Estrutura Mista: TOMADA DE PREÇOS Nº - OBJETO - PRÉDIO - LOCALIZAÇÃO - PRAZO - ÁREA (se houver) - PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÍNIMO P/ PARTICIPAR - GARANTIA DE PARTICIPAÇÃO - ABERTURA DA LICITAÇÃO (HORA E DIA) 73/00743/13/02 - EE Dr. João Ernesto Faggin – Av. Fulgaro, 141 - Cep: 4414-200 - Vila Clara – São Paulo/SP; EE Profa Philomena Baylao – Av. Cel. Sezefredo Fagundes, 14.666 – Cep: 02306-005 - Jd. Cachoeira – São Paulo/SP - 120 R$ 116.311,00 - R$ 11.631,00 - 09:30 - 03/05/2013. As empresas interessadas poderão obter informações e verificar o Edital e o respectivo Caderno de Encargos e Composição do BDI na SEDE DA FDE, na Supervisão de Licitações, na Av. São Luís, 99 - República - CEP: 01046-001 - São Paulo/SP ou através da Internet pelo endereço eletrônico www.fde.sp.gov.br. Os interessados poderão adquirir o Edital completo através de CD-ROM a partir de 18/04/2013, na SEDE DA FDE, de segunda a sexta-feira, no horário das 08:30 às 17:00 horas, mediante pagamento não reembolsável de R$ 40,00 (quarenta reais). Todas as propostas deverão estar acompanhadas de garantia de participação, a ser apresentada à Supervisão de Licitações da FDE, conforme valor indicado acima. Os invólucros contendo a PROPOSTA COMERCIAL e os DOCUMENTOS DE HABILITAÇÃO deverão ser entregues, juntamente com a Solicitação de Participação, a Declaração de Pleno Atendimento aos Requisitos de Habilitação e a garantia de participação, no Setor de Protocolo da Supervisão de Licitações - SLI na SEDE DA FDE, até 30 minutos antes da abertura da licitação. Esta Licitação será processada em conformidade com a LEI FEDERAL nº 8.666/93 e suas alterações, e com o disposto nas CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATAÇÕES DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. As propostas deverão obedecer, rigorosamente, ao estabelecido no edital. BARJAS NEGRI Presidente COMPANHIA ULTRAGAZ S.A. - CNPJ Nº 61.602.199/0001-12 - NIRE 35.300.030.401 Edital de Convocação - Assembleia Geral Ordinária Pela presente, ficam os Srs. Acionistas convidados a comparecer à Assembleia Geral Ordinária da Cia. Ultragaz S.A. ( Companhia ), que se realizará no dia 30.04.2013, às 09h ( Assembleia ), na sede social da Companhia, localizada na Av. Brigadeiro Luís Antônio, nº 1.343, 9º andar, na Cidade e Estado de São Paulo, para deliberar sobre a seguinte Ordem do Dia: 1) Exame e aprovação do relatório e das contas da administração e demonstrações financeiras e balanço patrimonial referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2012, acompanhados do parecer dos auditores independentes; 2) Aprovação do orçamento de capital proposto pela administração para o exercício social de 2013; 3) Destinação do lucro líquido do exercício encerrado em 31.12.2012; 4) Eleição dos membros do conselho de administração; e 5) Fixação da remuneração anual global da administração. Participação na Assembleia: Os acionistas, para participar da presente Assembleia Geral, devem apresentar declaração emitida pela instituição prestadora dos serviços de ações escriturais ou da instituição custodiante, com a quantidade de ações de que constavam como titulares até, no máximo, 02 (dois) dias úteis antes da Assembleia. Poderão participar da Assembleia Geral acionistas titulares de ações ordinárias e preferenciais da Companhia, por si, seus representantes legais ou procurador constituído há menos de 01 (um) ano, que seja acionista, administrador da Companhia, advogado, instituição financeira ou administrador de fundos de investimentos que represente condôminos. Será necessária a apresentação do respectivo instrumento de mandato com reconhecimento de firma do outorgante, o qual deverá ser depositado na sede social da Companhia até às 17h30min do dia 26.04.2013, sob pena do procurador não poder exercer o mandato. São Paulo, 18 de abril de 2013. Thilo Mannhardt - Presidente do Conselho de Administração. (18-19-22)
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO AVISO DE LICITAÇÃO Pregão nº 019/2013 - Processo nº 190/2013 COMUNICADO Acha-se aberto no Ministério Público do Estado de São Paulo o Pregão Presencial nº 019/2013 - Processo nº 190/2013, que tem por objeto aquisição de equipamentos e acessórios de informática. O Edital da presente licitação encontrase à disposição dos interessados, gratuitamente, na Comissão Julgadora de Licitações, situada na Rua Riachuelo nº 115, 5º andar, sala 506, de 2ª a 6ª feira, das 09:30 às 18:30 horas, ou através da Internet nos Sites www.mp.sp.gov.br e www.enegociospublicos.com.br. Os envelopes serão recebidos na sessão pública de processamento do Pregão, na Rua Riachuelo nº 115, na sala 926, no dia 06/05/2013, e sua abertura dar-se-á às 11:00 horas no mesmo dia e local. Comissão Julgadora de Licitações, em 17 de abril de 2013.
FUNDAÇÃO ACAMPAMENTO PAIOL GRANDE CNPJ 60.913.076/0001-30 Assembleia Geral Ordinária do Conselho da Fundação Ficam convocados os integrantes do Conselho Superior da Fundação Acampamento Paiol Grande, para a Assembleia Geral Ordinária, na conformidade do art.10 de seus Estatutos Sociais, a ser realizada no próximo dia 29 de abril de 2013, às 19 horas, na Avenida Paulista, 967 – 13º Andar, São Paulo, SP, a fim de deliberarem sobre: 1. Boas-vindas; 2. Constituição da mesa; 3. Exclusão de membros do Conselho Superior por faltas injustificadas; 4. Apresentação, pelo convidado Ricardo Moraes, de relatório com as atualizações sobre os acontecimentos no acampamento desde a última AGO; 5. Apresentação, pelo Sergio Milred, dos “Projetos do Conselho”; 6. Livro; 7. Presença da Fundação na ABAE; 8. Posse da nova diretoria; 9. Assuntos gerais. São Paulo, 17 de abril de 2013. Reinaldo Macari - Diretor Presidente.
Richard Saigh Indústria e Comércio S.A.
PREFEITURA MUNICIPAL DE CASTILHO/SP PROCESSO LICITATÓRIO Nº 12/13 - PREGÃO P 07/13 Objeto: Contratação de empresa especializada para fornecimento parcelado de combustíveis com cessão gratuita e temporária de equipamentos. Decisão do Prefeito. Considerando a decisão proferida pelo Eg. TCESP, no Processo TC – 002404/007/06, decido, por bem e por não vislumbrar óbice legal, anular o processo supra e determinar a instauração de novo certame escoimado da causa que ensejou sua nulidade. Castilho-SP, 17 de abril de 2013. Joni Marcos Buzachero – Prefeito. A Debitar (18.04.13)
Companhia Fechada - CNPJ nº 61.206.397/0001-67 - NIRE 35.300.042.174 Ficam convocados os senhores acionistas da Richard Saigh Indústria e Comércio S.A. (a “Companhia”) a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária a ser realizada em sua sede social, na cidade de São Caetano do Sul, Estado de São Paulo, na Rua Heloísa Pamplona, nº 842, Bairro Fundação, CEP 09520-310, no dia 25 de abril de 2013, às 09:30 horas, para deliberarem sobre a seguinte Ordem do dia: em Assembleia Geral Ordinária: i) tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012;ii) deliberar sobre a destinação do lucro líquido do exercício e a distribuição de dividendos; e, em Assembleia Geral Extraordinária: i) fixar a remuneração global dos administradores da Companhia;ii) aprovar a Proposta de Aumento de Capital mediante capitalização de parte da reserva de investimentos;iii) caso seja aprovado o item (ii) da Ordem do Dia, aprovar a alteração do art. 5º e a consolidação do Estatuto Social. Os documentos a que se refere o art. 135, §3º da Lei nº 6.404/76 se encontram à disposição dos acionistas na sede social da Companhia. Edgard Nassif Saigh - Diretor Presidente
Shopping Center Ibirapuera S/A
Unotel Telecom S.A.
GOLIN PARTICIPAÇÕES S/A
Saldo Inicial Entradas Vendas de Imóveis Aluguéis Vendas do Ativo Permanente Outras Operações Receitas Financeiras Adiant. p/ Futuro Aumento de Capital Aplicações Financeiras Total
CANAMOR AGRO - INDUSTRIAL E MERCANTIL S/A
METALURGICA GOLIN S/A
CNPJ: 49.034.275/0001-35 – NIRE: 35300045955 Assembléias Gerais Ordinária e Extraordinária – Convocação Convocamos os Senhores Acionistas a se reunirem em sua sede social na Estrada Velha de Guarulhos-Arujá, 306 – Bairro dos Fontes, Guarulhos – SP, para AGO/AGE, cumulativamente às 09:00 horas do dia 27/04/2013 para tomarem conhecimento e deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: I - Em AGO: a)-Examinar, discutir e deliberar quanto ao Relatório Anual da Diretoria, Balanço Patrimonial e demais Demonstrações Financeiras referentes ao Exercício Social encerrado em 31/12/2012; b)-Destinação do Resultado; c)-Fixação dos Honorários dos Membros da Diretoria e do Conselho de Administração; II – Em AGE: a)- Outros assuntos de interesse extraordinário. Guarulhos, 27/03/2013. Lourival Odécio Golin – Presidente do Conselho de Administração.
DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA DE 2012
CNPJ nº 08.356.224/0001-42 EDITAL DE CONVOCAÇÃO Comunicamos aos Srs. Acionistas para se reunirem em AGO/E, a realizar-se nos dias 27/04/2013 às 10hs. Local: AABB (Associação Atlética Banco do Brasil) Estrada de Itapecerica, 1.935, Santo Amaro, São Paulo/SP. Ordem do dia: AGO: a) Tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31/12/2012; b) Destinação dos resultados do exercício; c) Eleição do conselho de administração; e d) Outros assuntos de interesse da Cia. Ordem do dia: AGE: a) Deliberar acerca da proposta de alteração dos artigos 6.1, 7.1, 7.2 e 7.3 do Acordo de Acionistas da Cia.; b) Deliberar acerca da proposta de alteração dos artigos 2º, 3º, 5º, 11º, 12º, 13º e 14º do Estatuto da Cia.; e c) Outros assuntos de interesse da Cia. MARCIO AURÉLIO GARIBALDI CAVALINI (18,19,20) Diretor Presidente
Computel Computadores S.A. CNPJ/MF 27.089.572/0001-45 – NIRE 35300133056 Edital de Convocação – Assembléia Geral Extraordinária Ficam os Srs. Acionistas da Computel Computadores S.A convocados para a AGE da Companhia, a ser realizada na sede social da Companhia, na Rua Pacífico, nº 305, sala 01, na cidade de Cotia, Estado de São Paulo, às 8h do dia 27 de abril de 2013, para deliberarem sobre a reeleição dos membros da Diretoria e outros assuntos de interesse social; São Paulo, 16/04/2013. Oswaldo Lopes do Nascimento Filho - Diretor Presidente. (17, 18 e 19/04/2013)
CNPJ/MF nº 58.579.467/0001-18 Pelo presente, ficam convidados os Srs. Acionistas da Shopping Center Ibirapuera S/A para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária no próximo dia 26 (vinte e seis) de abril de 2013, às 09:30 hs (nove horas e trinta minutos), em primeira convocação, no auditório localizado no Piso C 41/2, com acesso pelo hall dos elevadores nºs 5 e 6, do Shopping Center Ibirapuera, na Av. Ibirapuera nº 3.103, nesta Capital, com a finalidade de tomarem conhecimento e deliberarem sobre a seguinte “ordem do dia”: a) leitura, discussão e aprovação do relatório da administração e demonstrações financeiras, acompanhadas de parecer favorável do Conselho Fiscal, relativos ao exercício social encerrado em 31 de Dezembro de 2012; b) proposta da administração, objetivando o pagamento escalonado dos dividendos provenientes do mesmo exercício. São Paulo, 10 de abril de 2013. Armando de Angelis Filho - Presidente do Conselho de Administração.
Cetenco Engenharia S.A. CNPJ Nº 61.550.497/0001-06 – NIRE Nº 35.3.00024079 Assembléia Geral Ordinária – Edital de Convocação Ficam convocados os Srs. Acionistas desta Sociedade a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária, no dia 25 de abril de 2013, às 11:00 horas, na sede social, Rua Maria Paula, 36 - 8º andar, nesta Capital, a fim de deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: 1) Prestação de Contas dos Administradores, exame, discussão e votação das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31/12/2012. 2) Destinação do Lucro Líquido do exercício encerrado em 31/12/2012. 3) Eleição do Conselho de Administração. São Paulo, 16 de abril de 2013. Ass. Conselho de Administração. (17, 18 e 19/04/2013)
DIÁRIO DO COMÉRCIO
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e
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Trata-se da moeda digital mais bem sucedida atualmente. Nicolas Christin, das Redes de Informação da Universidade Carnegie Mellon
conomia Nancy Palmieri/The New York Times
Q
uando era estudante na faculdade de direito de Yale, Reuben Grinberg escreveu um dos primeiros trabalhos acadêmicos sobre a bitcoin, inovadora moeda virtual que usa uma sofisticada criptografia para validar e proteger transações que existem apenas online. Quando Grinberg, hoje advogado do grupo de instituições financeiras do escritório Davis Polk & Wardwell, em Nova York, descobriu as bitcoins, elas valiam 10 centavos de dólar. Hoje, após o último aumento de preço que teve início em janeiro, o custo de uma bitcoin numa conversão a dólares gira em torno de US$ 140, e o valor coletivo de todas as bitcoins ultrapassou um bilhão de dólares. Esse é um valor alto em qualquer formato, e a marca do bilhão de dólares transformou a moeda online numa sensação da mídia. Se Grinberg tivesse investido apenas US$ 100 naquela época, hoje seu investimento valeria... Mas esse pensamento pode ser perigoso. "As pessoas estão comprando bitcoins porque o preço está subindo", afirmou ele numa entrevista. "Esse é o indicador clássico de uma bolha." A questão de se o aumento representa valor real (ou seria apenas evidência de uma bolha) está no âmago do frenesi da mídia. A bitcoin surgiu em janeiro de 2009, um projeto introduzido por um programador ou grupo de programadores que trabalhavam com o nome Satoshi Nakamoto. O projeto representava uma revolução no uso de códigos de software para autenticar e proteger transações sem recorrer a um banco centralizado ou tesouro do governo. Dessa forma, a bitcoin tornouse um sistema ponto a ponto. Isso se torna bastante útil para pessoas que não querem suas transações monitoradas. Em conversas sobre o projeto com acadêmicos que o estudam, a palavra que aparece tanto quanto "bolha" é "genial". Para começar, embora as bitcoins sejam um código de software, não é possível copiá-las como um arquivo de música. O processo de criar as moedas – fazer sua "mineração", na alusão do projeto a algo tangível como ouro ou prata – envolve trabalho computacional que, fundamentalmente, verifica transações com bitcoins. "Trata-se da moeda digital mais bem sucedida atualmente", declarou Nicolas Christin, diretor associado do Instituto de Redes de Informação da Universidade Carnegie Mellon. "Mesmo se as bitcoins perderem seu valor, elas tiveram mais sucesso do que qualquer
Representação da moeda criada em janeiro de 2009 em um projeto de programadores. Negócios fora dos bancos.
Uma moeda virtual, mas de valor real. A bitcoin é uma unidade monetária do universo online capaz de validar transações graças à criptografia. O valor é crescente, mas estaria aí uma bolha? Noam Cohen*
proposta acadêmica para moedas digitais", afirmou ele numa entrevista em Okinawa, no Japão, onde participava de uma conferência sobre criptografia financeira que incluía diversos artigos sobre as bitcoins. As pessoas compram as moedas por dinheiro vivo em transações. Concluir essas compras, assim como realizar saques, geralmente envolve reentrar no mundo das transações financeiras tradicionais, com taxas e perda de anonimato. Mas os gestores da bitcoin dizem que a moeda se mostrou tão segura que, apesar do fato de transações e carteiras virtuais (onde as pessoas guardam suas bitcoins) terem sido hackeadas, as moedas
em si não foAlguns obram falsificaservadores e das. investidores Então, por também susAs pessoas estão que a súbita tentam que comprando bitcoins as bitcoins na alta no valor? porque o preço está verdade esAlguns apontam para a ret a r i a m s u bsubindo. Esse é o cente crise val orizad as. indicador clássico nos bancos S e u a r g ude uma bolha. do Chipre, mento é o seREUBEN GRINBERG, que tornaram guinte: o vam a i s t e n t alor total da ADVOGADO EM NOVA YORK dora uma atividade moeda que econômica está além do controle do go- mundial é enorme. Existem verno. E como em altas de certas transações que são qualquer coisa negociável – ideais para bitcoins, pois a lâmpadas, ações de ponto- moeda é relativamente anônicom –, há também a lógica hip- ma e não precisa ser processanótica que diz que o preço su- da por uma organização finanbiu hoje, e isso significa que ceira ou um governo. subirá amanhã. Se as bitcoins se tornarem a
moeda dominante em algum pequeno nicho da economia mundial – ou seja, as pessoas que não querem suas transações monitoradas ou que desejam enviar dinheiro para casa do estrangeiro –, elas se tornarão efetivamente valiosas. Esse resultado foi perfeitamente resumido pelo blogueiro de finanças Felix Salmon como tornando as bitcoins "uma desconfortável combinação de mercadoria e moeda". O aumento de preço se torna uma questão de oferta e demanda. Diferentemente de outras moedas, que podem ajustar a oferta de dinheiro dependendo das condições econômicas, as bitcoins possuem uma oferta fixa. A quantidade de novas moe-
das que podem ser cunhadas foi definida desde o início com um número finito de moedas ao final, aproximadamente 21 milhões no próximo século. Hoje, o ritmo é de 25 novas moedas a cada 10 minutos; nos primeiros quatro anos, era o dobro disso, 50. A desaceleração na entrada de novas moedas, que foi programada em bitcoins, também pode ajudar a explicar o pico nos preços. Até agora, com a exceção de investidores e operadores diários, o principal uso da moeda parece estar em atividades ilícitas. Existem sites de apostas que usam bitcoins. E o mercado online anônimo Silk Road, que só aceita bitcoins, é "extremamente usado como um mercado de substâncias controladas e narcóticos", segundo um artigo sobre o serviço escrito por Christin, da Carnegie Mellon. Ele usou pistas do site, incluindo relatos de feedback de compradores, para calcular o valor e que tipo de negócios estavam sendo realizados. Sua conclusão, em julho de 2012, foi que US$ 1,2 milhão em transações eram realizadas a cada mês – grande parte na compra de pequenas quantidades de narcóticos entregues por correio. "Percebemos que estava crescendo", disse ele sobre o valor total das vendas. "Ele praticamente dobrou nos seis meses que acompanhei o site." Excluindo-se os negociadores, completou ele, "o Silk Road provavelmente representa uma quantidade considerável das transações com bitcoins, mas não mais do que a metade". Defensores da bitcoin reconhecem essas estatísticas, mas argumentam que o projeto ainda pode dar certo como uma moeda regular. "Quando citamos o Silk Road, acho que estamos falando do primeiro mercado adotante – não existe nenhuma outra solução que funcione", explicou Gavin Andresen, cientista da Bitcoin Foundation, organização sem fins lucrativos que administra o projeto. Quando evoluir para algo mais útil e conhecido, disse ele, a moeda deverá ser usada para transações mais corriqueiras. Até mesmo a ideia de estar passando por uma bolha – e Andresen afirmou, numa entrevista por telefone de Amherst, Massachusetts, que "isso é definitivamente um frenesi" – é para o bem. "Eventualmente a mídia se cansa e parte para a próxima grande novidade", disse ele. "O que sobra é uma nova onda de pessoas interessadas." E, segundo ele, um preço muito mais baixo pelas bitcoins. * The New York Times